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Como a realidade aumentada impacta a jornada do consumidor?

Por Marcos Trinca

Ao longo dos últimos anos, podemos observar que a realidade aumentada (AR) vem sendo utilizada em diversos segmentos para gerar um engajamento e uma experiência diferenciada com quem consome um determinado produto. Para se ter uma ideia do potencial desse mercado, uma pesquisa da Goldman Sachs, grupo financeiro multinacional, estima que o uso da AR na experiência do cliente irá crescer a ponto de atingir o valor de US﹩ 80 bilhões até 2025.

Tudo isso está relacionado a mudança do comportamento do consumidor. Se pararmos para fazer uma análise, o jeito de comprar mudou muito nos últimos anos. Desde a chegada e consolidação do e-commerce nos anos 2000 e da popularização dos smartphones em 2010, comprar pela internet ficou muito mais fácil, seguro e prático.

Um levantamento feito em 2019 pela Isobar, agência global de transformação digital e criatividade do Grupo DAN, mostra que o conceito de realidade aumentada já é a chave para a transformação digital das empresas. Essa tecnologia está modificando a experiência de compra e aumentando sua autonomia durante esse processo. Seja por meio de um game, de uma ação promocional ou mesmo de um conteúdo detalhado sobre determinado produto, qualquer “sacada” é válida para que a marca esteja próxima do seu público oferecendo mais interatividade.

Uma das vantagens da tecnologia imersiva está ligada diretamente à inserção de objetos virtuais projetados no ambiente físico real. De forma instantânea e por meio do smartphone, é possível fazer simulações como um carro na garagem do consumidor, uma maquiagem aplicada no rosto, um objeto em algum cômodo da casa, uma cor de tinta aplicada na parede da casa e mesmo “brincar” com embalagens interativas que destravam filtros exclusivos nas redes sociais. Tudo isso estabelece uma ligação pessoal e estratégica com o público, proporcionando engajamento e proximidade.

Um exemplo disso é o projeto de filtro no Instagram lançado pela Eudora, marca do Grupo Boticário, que permite testar em tempo real cinco tons envolvendo o lançamento de batom matte. Por meio do filtro de AR foi possível salvar fotos e vídeos com a cor de preferência, postar e compartilhar na própria rede social ou em outras mídias. Esse é o tipo de jornada que gera interatividade e tem um alto impacto na hora de decidir o que comprar.

Em tempos de recursos digitais criativos e onde o consumidor é a palavra chave para o sucesso, o público precisa ser encantado e essa estratégia tem sido usada cada vez mais pelas marcas para performar melhor em vendas e criar um vínculo com seus consumidores cada vez mais assertivo.

Marcos Trinca, Head de XR da More Than Real

Desafios e perspectivas para a atuação na área de Recursos Humanos

Por Angelina Assis, Psicóloga e Gerente de Relacionamento do Grupo Soulan

O futuro da área de Recursos Humanos vem sendo amplamente debatido em nível global. Diversos seminários e grandes congressos realizados a cada ano discutem novas perspectivas, alçando os profissionais do setor a um lugar de destaque dentro da estratégia de crescimento das organizações.

Este merecido destaque chega depois de muitos anos, mas, como tudo na vida tem sempre dois lados, juntamente com o reconhecimento cresce o nível de exigência para quem trabalha com a gestão de pessoas.

Os novos desafios impostos aos profissionais da área são muitos e complexos. Destaco aqui os principais: pensar em como agilizar os negócios com a transformação digital; usar a inteligência de dados para apoiar a tomada de decisões; entender a dinâmica cultural da sociedade com o objetivo de contribuir e participar das mudanças no ambiente da organização; estudar a possibilidade de flexibilizar contratos de trabalhos de forma alinhada à reforma trabalhista — tudo isso entre muitas outras novidades impostas pela era digital, que demandarão rápido engajamento para a obtenção de vantagens.

Assim, aqueles que trabalham com gestão de pessoas precisam se atualizar continuamente sobre as transformações promovidas pela Indústria 4.0 e suas implicações cotidianas. As pessoas e a tecnologia estarão ainda mais interligadas, exigindo uma qualificação multidisciplinar para atender as novas demandas que estão surgindo.

Neste cenário, as cobranças sobre o profissional de Recursos Humanos só aumentam. Então, resta a ele desenvolver maiores habilidades tecnológicas e agir de forma mais estratégica e inovadora. E não é só: trabalhar bem em equipe e ter competências emocionais e sociais, além de visão holística para a tomada de decisão, são atributos diferenciadores.

Atualmente, os processos seletivos ganham velocidade e maior objetividade com o uso das plataformas digitais automatizadas e modeladas de acordo com as especificidades de cada vaga, exigindo grande cuidado e atenção dos RHs, seja no momento da divulgação da oportunidade, seja no processo seletivo — incluindo a análise de currículos, os testes técnicos, as ferramentas de avaliação comportamental e a entrevista de seleção — ou ainda nos processos admissionais e na integração de novos colaboradores.

A partir deste ano, minha aposta é que os principais requisitos para quem atua na área serão conhecimentos relacionados à integração entre o humano e o tecnológico (isso para quem não é nativo digital), e entre o individual e o coletivo. Quem dominar essas tendências certamente obterá sucesso, não só na sua própria carreira, mas também para as empresas em que atuam.

Em resumo, o que vai determinar o êxito ou não do gestor de RH é a educação continuada. Você atua na área e busca ter projeção profissional? Então se aprimore em ferramentas digitais, gestão de projetos, gestão da informação e desenvolvimento de habilidades comportamentais que envolvam inteligência emocional, criatividade, comunicação (inclusive com equipes remotas), flexibilidade e filosofia de integrador.

Reconhecendo essa necessidade de atualização, o mercado oferece hoje excelentes opções de aperfeiçoamento, e o melhor é que muitas delas podem ser realizadas on-line e em horários fora do expediente, de forma a não impactar produtividade e demandas.

Design Thinking, metodologia Agile Scrum, ATS (software de recrutamento), metodologia People Analitycs e ferramentas de avaliação comportamental on-line são alguns dos conhecimentos que podem ser obtidos com cursos que agregam muito ao dia a dia do profissional.

Já para quem está em fase de decidir sobre a carreira, minha recomendação é abrir a mente e pensar nas ótimas oportunidades que existem na área de RH, já que o setor tem conquistado voz ativa e influenciado muito a tomada de decisões dentro das empresas.

E eu não poderia deixar de ressaltar aqui que, neste segmento, é mandatório gostar de pessoas. Ter ótimos relacionamentos interpessoais e atuar de forma humanizada estimulam um ambiente de colaboração e contribuem para o sucesso de quem trabalha na área.

Não só o futuro do profissional de RH como toda a história do setor é sobre pessoas. Por isso, devemos ter sempre em mente que, mesmo em tempos em que falamos tanto de inteligência artificial e análise de dados, nada substitui o ser humano — e isso significa que o RH dificilmente perderá seu propósito e valor dentro das organizações.

Cinco tendências que moldarão o blockchain em 2020

O ano de 2019 foi decisivo para o blockchain. A tecnologia foi expandida para incluir organizações que trabalham juntas e, assim, converter rapidamente seu valor em resultados de negócios tangíveis para todo o ecossistema. Mas o que podemos esperar para 2020?

O IBM Institute of Business Value (IBV), por meio do seu Estudo de Economia Blockchain de 2019, realizou entrevistas com mais de 1.000 pessoas de negócios e tecnologia, e reuniu os cinco principais temas para 2020:

1. Surgirão modelos de governança pragmáticos

Com a maior adoção do blockchain, a governança se tornará um fator chave. No entanto, a criação de um modelo de governança no qual todos os participantes concordem pode ser um desafio. De fato, foi visto que 41% das organizações acreditam que a falta de padrões uniformes de governança entre parceiros é o desafio mais importante para avançar sua prova do conceito (PoC) de Blockchain ou ecossistema mínimo viável (MVE).

Em 2020, começaremos a ver novos modelos de governança que permitem que grandes e variados consórcios tratem da tomada de decisões, permitam esquemas e até pagamentos com mais eficiência.

2. A interconectividade está um passo mais perto da realidade

O sucesso do blockchain depende da colaboração de várias partes. Mas, com o potencial de dezenas, centenas ou até milhares de participantes em uma rede, não podemos esperar que cada parte de uma rede use o mesmo provedor ou incorpore um novo ambiente de computação para um único aplicativo. Mesmo assim existe uma necessidade excepcional das empresas de compartilhar dados sem problemas.

Portanto, não é possível pensar em blockchain sem a nuvem. Aliás, sem o uso de uma nuvem que seja híbrida e multi-cloud, o que permite a todos os atores da cadeia selecionar a plataforma blockchain sem depender da infraestrutura na qual seus dados estão hospedados. Hoje, IBM Blockchain está aberta e disponível em qualquer lugar. Blockchain deve permitir a facilidade de utilização de tudo o que as empresas necessitam, em ambientes híbridos de nuvem, multi-cloud e locais; e, desta forma, fazer com que a tecnologia permita a transformação das empresas e indústrias.

3. Outras tecnologias serão combinadas com blockchain para criar uma vantagem competitiva ainda maior

Agora que as soluções blockchain estão capturando milhões de pontos de dados e fazendo sentir sua presença em todo o mundo, elas estão abrindo a porta para novas capacidades. Tecnologias adjacentes como internet das coisas (IoT), 5G, inteligência artificial (IA) e Edge Computing, para citar algumas, irão combinar-se com blockchain para gerar valor agregado para os participantes da rede. Por exemplo, espera-se que as soluções blockchain se combinem com Internet das Coisas e IA para se tornarem os principais aceleradores dos mercados habilitados para blockchain no futuro.

Desta forma, os dados mais confiáveis de blockchain irão informar melhor e fortalecer os algoritmos. Blockchain ajudará a manter esses dados seguros e auditará cada etapa do processo de tomada de decisão, permitindo uma visão mais precisa, impulsionada pelos dados confiados pelos participantes da rede.

4. As ferramentas de validação começarão a combater fontes de dados fraudulentas

De acordo com o estudo, 88% das instituições acreditam que garantir padrões de comunicação de dados para as redes blockchain é um fator importante para que toda a indústria se junte a uma rede blockchain. Sendo assim, não há dúvida de que confiança e transparência são essenciais, mas em um mundo onde os dados são coletados e transferidos mais rápido do que nunca, entende-se que haverá inconsistências nesses dados, seja devido a erro humano, seja por causa de pessoas mal-intencionadas.

Com a necessidade de mais mecanismos de proteção de dados, este ano as soluções de blockchain usarão ferramentas de validação junto com os mecanismos de criptografia e IoT, que ligam os ativos digitais ao mundo físico injetando dados externos nas redes. Isto melhorará a confiança e eliminará a dependência da inserção manual de dados, que muitas vezes são propensas a erros e fraudes.

5. As moedas digitais regulamentadas continuarão a avançar

Tokens, moedas digitais e moedas digitais respaldadas pelo Banco Central têm sido um tema de crescente interesse para os mercados de capitais. Tokenizar ativos e títulos, convertendo-os em fichas digitais e depois negociar, trocar e resolver a custódia desses ativos digitais está transformando a eficiência, segurança e produtividade dos mercados de capitais. De fato, 58% das organizações pesquisadas concordam que podem obter novas fontes de receita ao tolkenizarem os ativos trocados em um mercado habilitado para blockchain.

Além disso, novas organizações e regulações foram implementados para facilitar a criação, gestão, comercialização e liquidação de tais fichas digitais e moedas.

Embora passar tempo antecipando o futuro desta tecnologia inovadora seja extremamente emocionante, reconhecemos que estão continuamente a entrar no mercado novas dinâmicas que podem desafiar estas tendências como as vemos hoje. No entanto, uma coisa é certa: blockchain continuará a romper, transformar e melhorar o mundo em que vivemos.

Diebold Nixdorf é reconhecida como principal fornecedor global de quiosques de autoatendimento

A Diebold Nixdorf, líder mundial em impulsionar e conectar o comércio para indústrias de bancos e varejo, foi reconhecida como principal fornecedor global de quiosques para autoatendimento pela empresa de pesquisa RBR em seu estudo Global Self-Ordering Kiosks 2020.

O relatório reconheceu a Diebold Nixdorf como líder mundial no fornecimento de quiosques de autoatendimento, registrando uma participação de mercado de 19% em base instalada e de 24% em remessas. Nas Américas, a Diebold Nixdorf também é líder, com 26% de base instalada e 37% de remessas.

A Diebold Nixdorf instalou cerca de 25.000 quiosques que agilizaram o processo de autoatendimento e pagamento de algumas das maiores redes de restaurantes de fast food do mundo. O design atraente de seus equipamentos oferece aos consumidores uma interessante experiência de uso, baseada em eficiência e confiança. Desenvolvidas para funcionarem de forma ininterrupta –24 horas por dia e sete dias por semana–, as soluções da Diebold Nixdorf são flexíveis e fáceis de usar, automatizando diversas tarefas para a total digitalização dos restaurantes.

Essa posição de liderança foi conquistada graças a um amplo portfólio de soluções, que conta com produtos como o K-two, um premiado quiosque para varejo da Diebold Nixdorf que se destaca por ser facilmente adaptado para as necessidades dos consumidores e para as caraterísticas de cada estabelecimento. Os varejistas podem escolher entre telas multitoque de 22, 27 ou 32 polegadas. A instalação pode ser em um poste ou em uma parede, como um quiosque independente ou como um formato consecutivo, sendo perfeito para restaurantes que buscam soluções personalizadas.

“Estamos orgulhosos por oferecermos uma plataforma aberta de autoatendimento amplamente elogiada pelo varejo, um diferencial que nos tornou líderes globais dessa indústria”, afirma Miriane Noronha, Líder de Negócios de Varejo da Diebold Nixdorf. Segundo ela, redes de fast food precisam de tecnologia que forneça opções mais rápidas e convenientes, aprimorando e modernizando a interação diária com seus clientes finais. “Continuaremos desenvolvendo soluções de autoatendimento que proporcionem a experiência mais agradável possível aos clientes”, diz.

A pesquisa Global Self-Ordering Kiosks 2020 da RBR é o primeiro estudo sobre a tecnologia que impulsiona o autoatendimento nos restaurantes. O relatório apresenta análises quantitativas e qualitativas aprofundadas sobre 22 países com base em uma pesquisa primária e secundária com fornecedores, redes de restaurantes e especialistas do setor. A RBR é uma empresa de pesquisa estratégica e consultoria com três décadas de experiência em automação bancária e de varejo, cartões e pagamentos. Auxilia seus clientes fornecendo consultoria independente e informações por meio de relatórios, boletins e eventos.

Duas Rodas abre inscrições para startups de alimentos

Atenta ao potencial da inovação colaborativa para o mercado de alimentos, a Duas Rodas deu largada, nesta semana, às inscrições para startups interessadas em desenvolver projetos em parceria na área de alimentos e bebidas. A líder nacional na fabricação de aromas e ingredientes para a indústria alimentícia está em busca de parceria com startups com iniciativas focadas em saudabilidade e funcionalidade, que pode contribuir com a proposta de projeto no FINEP Startups.

Em seu terceiro edital, o FINEP Startups tem por objetivo alavancar empresas de base tecnológica em fase final de desenvolvimento de produto ou que precisem ganhar escala de produção, com viabilidade comercial comprovada. Para esta rodada de investimentos, o programa reservou R$ 30 milhões para 25 startups. Segundo o FINEP, serão priorizadas startups que forem aportadas por investidores, e as que se inscreverem junto a uma empresa ganharão pontos na seleção.

“Para nós, na Duas Rodas, a inovação é um pilar estratégico de crescimento sustentável. Ao abrir novas frentes de parcerias com startups, reforçamos a nossa aposta no potencial da inovação colaborativa, que hoje é um dos grandes diferenciais de competitividade no mercado global de alimentos”, afirma o Diretor de Inovação e Tecnologia, Steven Rumsey.

As inscrições de startups para parceria com a Duas Rodas devem ser feitas pelo e-mail marvin.silva@duasrodas.com até o dia 30/04/2020, com o envio da apresentação sobre a startup e a fase atual de desenvolvimento.

Para se habilitar a concorrer ao edital do FINEP Startups, o período para envio de propostas pela startups fica aberto até o dia 15 de março.

Mais informações sobre o edital do FINEP Startups:

http://www.finep.gov.br/noticias/todas-noticias/6104-finep-lanca-terceiro-edital-do-programa-finep-startup?fbclid=IwAR0FFuVC4iBfqNngGds6wDrP3C0A-2eBEvbUMQSzEPfvTOA_sHeBqwloqNw

Resolução do BACEN equipara risco cibernético a risco operacional

Por Marta Schuh, Líder de Cyber da Marsh Brasil

Este ano, o risco cibernético aparece no ranking do Relatório de Riscos Globais 2020 como uma das principais ameaças aos negócios. Não por menos, neste relatório produzido pelo World Economic Forum em parceria com a Marsh & McLennan, a Zurich e as universidades de Oxford, Singapura e Pensilvânia, o ataque cibernético está entre os riscos que mais aumentará neste ano. Por isso, a ameaça de ataques de hackers aos sistemas das empresas é uma preocupação global.

Todos os países modernizaram os seus arcabouços regulatórios criando mecanismos legais para punir crimes cibernéticos. Também foram criadas regras para as organizações públicas e privadas que têm em suas bases um robusto volume de dados e informações dos cidadãos e consumidores. Foi aí, que seguindo o que ocorreu na União Europeia em 2018, com a entrada em vigor do GDPR (General Data Protection Regulation), o Brasil criou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – em vigor a partir de agosto deste ano.

Neste contexto de proteger os dados dos consumidores, surge também agora a Resolução do Banco Central (BACEN). A Circular BACEN Nº3.979 de 30.01.2020, dispõe sobre a constituição e a atualização da base de dados de risco operacional e a remessa ao Banco Central do Brasil de informações relativas a eventos de risco operacional. Em linhas gerais, a resolução equipara o risco cibernético ao risco operacional.

A Circular Nº 3.979 consolida os esforços do Banco Central de garantir que o sistema financeiro nacional se mantenha sólido e estável e proteja os consumidores. Em 2018, o BACEN já havia criado a Resolução 4.658, com o objetivo de mitigar os riscos cibernéticos e proteger as instituições financeiras. Uma preocupação pertinente. De acordo com a pesquisa da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), as transações financeiras via aplicativos em dispositivos móveis, representou 35% do total de transações realizadas em 2017, 8% a mais que no ano de 2016.

O aumento contínuo de ataques cibernéticos, como ransomware, violações de dados e ataques de negação de serviço distribuídos são altamente direcionados a instituições financeiras. Embora raramente catastróficos, esses eventos criam custos diretos e indiretos para os bancos e essa realidade impõe às instituições financeiras a necessidade de mitigação de riscos, seja fazendo a transferência dos mesmos para apólice de seguros ou implantando robustos programas de gerenciamento de risco.

O seguro cibernético deve ser visto como um mecanismo de mitigação de prejuízos em potencial e de resposta a incidentes que constituem as novas normas regulatórias, uma vez que o seguro não apenas indeniza os custos relacionados a incidentes, mas também possui o amparo de um time de gestão de crises.

CIT SENAI vai desenvolver ligas de alumínio inovadoras para o setor automotivo

A necessidade de reduzir emissões de CO2 é uma realidade atual e demanda avanços quanto ao desempenho energético dos automóveis. Uma das alternativas para se alcançar esse objetivo é o uso de ligas de menor peso e baixa densidade, como o alumínio. Essa alternativa pode contribuir para melhorar o desempenho, a segurança e o consumo energético dos carros. Com esse objetivo, o Centro de Inovação e Tecnologia (CIT SENAI FIEMG), por meio da Unidade EMBRAPII Instituto SENAI de Inovação em Metalurgia e Ligas Especiais, assina termo de cooperação técnica para o desenvolvimento do projeto Otimização de ligas de alta resistência de alumínio para o Setor Automotivo.

A iniciativa conta com a participação das empresas Fiat Chrysler Automobiles (FCA), Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), Novelis, Aethra, 6PRO Virtual and Practical Process LTDA – ME e com o fomento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII). Parte do investimento é proveniente do Programa Rota 2030.

De acordo com o vice-presidente da Fiemg, Teodomiro Diniz, o desenvolvimento do projeto traduz o objetivo principal do CIT. “Queremos trazer projetos para dentro do nosso Centro e mostrar que temos potencial e tecnologia para as indústrias mineiras. Essa é a dinâmica do nosso dia a dia”, destacou o industrial. O gerente de Inovação e Tecnologia do CIT SENAI, André Zanatta, reforçou que este trabalho reúne várias empresas com um objetivo único. “É gratificante estar com essas indústrias pelos próximos 13 meses desenvolvendo um produto que irá agregar mais valor para o setor automotivo”, pontuou Zanatta.

Os profissionais do Instituto SENAI de Inovação em Metalurgia e Ligas Especiais irão desenvolver duas ligas de alumínio para fabricação. Essas ligas propiciam um amplo leque de possibilidades de aplicações nos veículos. A intenção é chegar a um produto que atenda aos objetivos de eficiência energética e com potencial para exportação. “O desenvolvimento das ligas de alumínio vem para aumentar a competitividade da cadeia de mobilidade do nosso país. É uma iniciativa que temos orgulho em apoiar”, disse o especialista em Inovação Industrial na EMBRAPII, Marcos Simonetti.

O projeto reúne ainda empresas especializadas na matéria-prima do alumínio que irão contribuir no desenvolvimento das ligas. Segundo o diretor de Segurança Veicular e Conformidade Regulatória da FCA, João Irineu, eles estão vendo o futuro, por meio deste trabalho. “O que está sendo posto é muito desafiador que é colocar o setor automotivo brasileiro em um padrão europeu ou mesmo americano. Com isso o mercado de automóveis irá se abrir e por isso temos um desafio enorme. O Senai tem um papel muito importante nesse negócio, pois as indústrias não conseguiriam fazer isso sozinhas”, sinalizou o representante da FCA.

Resultados esperados – Em relação à economia de combustível, para cada 10% de redução de peso nos automóveis, estima-se um aumento em torno de 5% em eficiência energética. Além disso, o alumínio é um material de alta absorção de energia, o que contribui para a segurança veicular.

A gerente de Desenvolvimento de Mercado e Inovação da CBA, Nataly Yoshino, contou que a empresa vai atuar neste projeto com foco estratégico no setor automotivo e que fazer parte dessa construção é uma conquista. “Vamos realizar uma cocriação com vários membros da cadeia do setor com objetivo de extrair um produto de valor e atingirmos um novo patamar de inovação”.

Já a 6PRO vai trazer seu conhecimento para realizar simulações virtuais. “Todos os processos serão previamente testados trazendo economia em materiais no processo de desenvolvimento das ligas”, explicou Mariana Medeiros, supervisora Comercial da empresa.

O representante da empresa Aethra, Felipe de Faria Martins, disse que a empresa mineira irá contribuir com a experiência de transformação de chapas em produtos, que neste caso será as ligas de alumínio. “Vamos confirmar se o resultado está satisfatório. Nossa expectativa é entrar com mais força com este produto, pois aqui no Brasil as ligas de alumínio ainda não são usuais”, explicou Martins.

“É muito importante fazermos parte de projetos que visam o desenvolvimento do setor automotivo e que geram um impacto positivo no meio ambiente. Nosso objetivo é colaborar com a indústria local, em parcerias estratégicas como essa para o desenvolvimento de soluções inovadoras”, finalizou o gerente de Excelência Comercial e Marketing da Novelis, Guilherme Superbia.

Representando o governo de Minas Gerais, o assessor Especial do vice-governador do Estado de Minas Gerais, Marcos Mandacaru, parabenizou a iniciativa. “É uma grande satisfação fazer parte da história do setor automotivo mineiro e brasileiro. A inovação é a nossa única saída para alcançarmos o desenvolvimento”, ressaltou.

Programa Rota 2030 – É parte da estratégia elaborada pelo governo federal para desenvolvimento do setor automotivo no país e tem como um dos objetivos aumentar a competitividade da indústria nacional, incentivando a realização de pesquisas e desenvolvimento localmente.

Employee Experience é um dos temas discutidos no HR4results 2020

Em um período em que o estresse e a pressão no dia a dia de trabalho estão desencadeando doenças como depressão, ansiedade e Burnout, gestores de RH tem a difícil missão de equilibrar a jornada de trabalho e manter ambientes saudáveis e confortáveis para suas equipes – e assim gerar resultados mais positivos para empresa.

Batizado de Employee Experience, a expressão vem ganhando espaço nas reuniões de líderes e gestores de RH, sendo um dos temas a serem discutidos no HR4results, maior evento de inovação em RH da América Latina, que acontece nos dias 7 e 8 de maio, no espaço Pro Magno, em São Paulo, promovido pela Gupy — startup líder em recrutamento e seleção por meio de inteligência artificial.

A expressão Employee Experience, surgiu no mercado inspirada pelas crescentes ações criadas pelas organizações a fim de analisar a experiência de seus cliente, e desde então, gestores de RH e líderes incorporaram também a necessidade de conhecer e entender a interação de seus times com a companhia da qual fazem parte, sendo assim uma maneira de promoção e alcance de resultados positivos para empresa.

A expressão vai além da oferta de espaços de descompressão e/ou festas e confraternizações. A experiência do funcionário está diretamente relacionada à bagagem e memórias profissionais que este colaborador carrega e a entender que, boas ou não, tais experiências contribuem para o desenvolvimento profissional. Para isso, é necessário traçar ações e estratégias que interajam e conheçam o funcionário, como pesquisas de satisfação e sugestões.

Considerado um dos grandes desafios da década para gestores de RH e líderes de equipe, Employee Experience é uma das tendências do setor e tema de discussão da segunda grande edição do HR4results, que acontece em maio, na capital paulista.

Data: 7 e 8 de maio, das 08h às 18h;
Local: Espaço Pro Magno, São Paulo;
Público: Profissionais de RH, executivos e gestores, startutps HR Techs e empreendedores;
Valores: a partir de R$ 298,99;
Inscrições: http://hr4results.gupy.io/

Quem são os consumidores do varejo online?

A Social Miner , empresa que une dados de consumo, tecnologia e humanização para ajudar sites a otimizarem seus resultados, se uniu a Opinion Box e lançou os resultados de uma pesquisa realizada com consumidores brasileiros para compreender o perfil de compra deste público. O Brasil é o país que detém o maior faturamento no comércio digital da América Latina, segundo a 40ª edição do Webshoppers, da Ebit|Nielsen.

A pesquisa liderada pela Social Miner aponta que apesar de familiarizados com o ambientes online, 18,6% dos respondentes afirmam não realizar compras online. Vale destacar que, entre o público que alega se manter distante das lojas virtuais (18,6%), 28,72% têm 50 anos ou mais. Ricardo Rodrigues, CEO da Social Miner, comenta “estamos passando por um momento de transição, é fundamental criar laços de confiança mútua com esse público acima dos 50 anos e atender suas necessidades e expectativas”.

A Social Miner também questionou quais foram os principais motivadores para as pessoas deixarem de comprar no ambiente virtual e 46,3% responderam sentir medo de fraudes. Outros 25,5% porque simplesmente não confiam nos sites. O valor do frete foi responsável por 19,1% das respostas que culminam no afastamento dos consumidores das compras no e-commerce. Duas curiosidades apontadas pela pesquisa foram que dos respondentes da região Norte que não compram online, 44,44% alegaram não estar dispostos a pagar pelo frete, contra a média de 16,04% das demais regiões. Além disso, entre os consumidores que têm medo de fraudes, 35,63% tem 50 anos ou mais.

Quando as pessoas começaram a aderir aos e-commerces? cerca de 60% já o fazem há pelo menos 4 anos. Porém existe outra parcela, igualmente representativa, de mais de 40%, que cedeu às lojas virtuais entre 2017 e 2019. A pesquisa indicou que entre os consumidores que começaram a comprar online há cerca de um ano, 27,07% estão entre 30 e 39 anos e outros 24,06% entre 16 e 24 anos. Rodrigues destaca “este público mais jovem está entrando agora no mercado de trabalho e se empoderando financeiramente, com certeza o varejo virtual terá muito a ganhar com eles – e vice-versa, porque já nasceram com falando a mesma linguagem do mobile, tecnologia e tendências.”

Ninguém resiste a um bom desconto – ou quase ninguém. A pesquisa aponta que a principal motivação para começar a comprar online foram os descontos ofertados neste ambiente para 61,5% dos respondentes. Já 55,1% disseram que é a praticidade na compra – não existe limitação de horário ou local. Receber o produto em casa é uma vantagem foi o que levou 50,8% das pessoas a começarem a comprar online. Outra vantagem dos e-commerces é a variedade de produtos que eles oferecem aos consumidores, com 49,4% das respostas.

A pesquisa apurou com qual frequência os consumidores consomem no ambiente virtual e concluiu que consumidor online é recorrente. Afinal, a maioria, de 32,28%, afirma comprar em e-commerces pelo menos uma vez a cada 3 meses, enquanto outros 23,3% finalizam mais de um pedido por mês. Ainda, do público que compra uma vez por mês, 53,65% são mulheres e 50,24% estão entre os 30 e 49 anos.

Outro dado importante revelado é que 79,9% dos consumidores afirmaram não terem enfrentado problemas ao comprarem em e-commerces ao longo de 2019. Outro destaque trazido pesquisa mostrou que na hora de presentear, 84.1% declararam comprar para si mesmo, 30%, presenteiam os companheiros (as) e 26.5%, os filhos ou enteados.
A pesquisa da Social Miner também identificou as formas de pagamento mais utilizadas. São elas: cartão de crédito a prazo (63,10%), boleto (35,6%), cartão de débito (18%), dinheiro (12,7%) e transferência bancária (4,6%).

Metodologia da pesquisa: realizada entre os dias 22 e 27 de janeiro de 2020. Realizada com 1012 consumidores brasileiros, respeitando as proporções de sexo, idade, renda mensal e distribuição geográfica. Deste modo, o nível de confiança do estudo é de 95%, com uma margem de erro de 3.1 pontos percentuais. O pdf da pesquisa pode ser acessado pelo link aqui.

Cietec abre chamada para aceleração de projetos inovadores na área da saúde

O Cietec, entidade gestora da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica USP/IPEN, acaba de abrir, pela primeira vez, em conjunto com a Janssen, empresa farmacêutica da Johnson & Johnson, e com a Johnson & Johnson Consumo no Brasil, uma chamada pública para selecionar startups e micro e pequenas empresas que estejam desenvolvendo tecnologias ou soluções altamente inovadoras na área de saúde. As inscrições dos projetos podem ser realizadas até dia 28 de fevereiro de 2020.

As empresas selecionadas receberão até 30 horas de mentoria para aceleração de seus projetos e preparação para participação no programa de fomento do PIPE-FAPESP, programa que apoia a execução de pesquisa científica e/ou tecnológica em micro, pequenas e médias empresas no Estado de São Paulo, além de seis meses de gratuidade na modalidade de pré-incubação da Incubadora USP/IPEN-Cietec.

O vencedor do desafio receberá mentoria de especialistas da Johnson & Johnson Innovation.

“O objetivo do programa é unir universidades, laboratórios de pesquisa e desenvolvimento, empresas e empreendedores com interesse comum em inovar. Estamos colocando à disposição a expertise de mais 20 anos do Cietec e o apoio de validação de especialistas de empresas da Johnson & Johnson nas áreas científicas e de mercado. É uma oportunidade incrível”, afirma Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec.

Áreas de atuação
A chamada busca empresas que estejam nas fases de ideação e desenvolvimento de negócios (protótipo, pré-clínico, clínico), nas áreas de diagnóstico, medicina personalizada, terapias digitais; cirurgia robótica; small molecules, moléculas biológicas, terapia gênica e celular; microbioma, ingredientes naturais, materiais e embalagens sustentáveis.

Os projetos devem ter aplicações em pelo menos uma das seguintes áreas de atuação das empresas afiliadas da Johnson & Johnson: Saúde da Pele, Proteção Solar, Acne, Dor, Alergia, Antitabagismo, Saúde da Mulher; Oncologia, Neurociência, Cardiologia, Doenças Infecciosas, Vacinas, Imunologia, Hipertensão Pulmonar, Doenças Metabólicas; Obesidade, Osteoartrite e Osteoporose.

Para participar é preciso fazer a pré-inscrição no site do Cietec (http://bit.ly/3bxMEoF) e preencher o formulário completo.

Cronograma
28 de fevereiro: prazo final para entrega dos projetos
10 de março: divulgação das empresas selecionadas e início das mentorias
22 de abril: entrega de propostas para a FAPESP
10 de setembro: término do período de pré-incubação na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica USP/IPEN-Cietec.

78% das empresas brasileiras ainda estão em estágio inicial de inovação

A inovação é hoje um imperativo em todo o mundo. O Brasil está não só se convertendo em um palco ativo de inovação empresarial, mas exibindo uma identidade única nessa arena – tanto pelo ritmo de criação de novas empresas e soluções de negócio como pelo estágio de desenvolvimento das organizações em busca de ideias inovadoras. O volume de venture capital investido em startups brasileiras somou perto de R$ 5 bilhões em 2019. Nos últimos cinco anos, foram investidos mais de R$ 20 bilhões em 1.060 startups no País. Ao final de 2019, o país havia formado 10 unicórnios. Um ambiente extremamente fértil para inovação.

Na comparação com benchmarks globais como Estados Unidos, Europa e China, as empresas brasileiras e seus ecossistemas ainda estão em um estágio inicial de desenvolvimento. A Bain & Company classificou as empresas em níveis de maturidade, de iniciantes a avançadas. Enquanto globalmente as empresas iniciantes representam 26% da amostra, no Brasil esse número chega a 78%.

O atraso das companhias está ligado às limitações de recursos financeiros e de talentos para desenvolver novos projetos – seja dentro das empresas ou fora. “A volatilidade econômica ainda cria incertezas no curto prazo e tira foco de investimentos de prazo mais longo que não tenham impacto claro e imediato nos resultados”, diz André Fernandes, executivo-sênior da Bain & Company.

Por essa razão, chama a atenção o fato de empresas brasileiras utilizarem ecossistemas de startups com frequência praticamente idêntica à observada em países mais desenvolvidos (46% vs. 45%). Mais impressionante ainda, empresas brasileiras disseram ter, em média, 4,6 parceiros em suas iniciativas de inovação – enquanto que a média em mercados desenvolvidos é de 3,7.

O outro lado da moeda é a dependência desproporcional dos recursos compartilhados com o negócio principal para a inovação: mais de 60% das empresas brasileiras em nosso estudo se valem destes recursos, enquanto que no estudo global essa parcela não passa de 45%. “O problema é que o compartilhamento de talentos entre a operação do negócio principal e o desenvolvimento de novas ideias gera não só um potencial conflito de incentivos, normalmente vencido pelo negócio principal, como também a inadequação de talentos para ambas as atividades”, afirma Fernandes.

Estratégia para inovar. Segundo a Bain, o início da jornada deve passar pela articulação de uma estratégia clara para inovação, incluindo tanto o papel que ela cumprirá na estratégia geral da empresa como a forma como será executada. 80% das empresas em mercados desenvolvidos dizem ter uma estratégia para a inovação contra 40% no Brasil.

Cultura empreendedora. A cultura de se arriscar em novas áreas e o desenvolvimento de talentos com as competências para isso são grandes desafios. Enquanto 75% das empresas da amostra global afirmam ter criado modelos de atração, retenção e alocação adequada de talentos voltados à inovação, apenas 30% das empresas brasileiras afirmam o mesmo.

Líder explorador. Nas empresas, o líder tem o papel vital de garantir consistência e catalisar a inovação por toda a organização. No Brasil, ainda existe um gap no papel exercido pela liderança no direcionamento da inovação -ou pelo menos na importante percepção daqueles que estão sendo liderados. Apenas 28% das empresas afirmaram que seus líderes no Brasil estão tendo um papel claro na inovação, contra cerca de 80% no exterior.

Pesquisa Global: empresas com experiência em inovação crescem quase 20 vezes mais que iniciantes em cinco anos

A parcela global do estudo da Bain revelou que o valor de mercado das empresas que mais inovam cresceu a um ritmo muito mais acelerado do que o de empresas menos inovadoras. Descobrimos que o valor de mercado de inovadoras experientes cresceu a uma taxa anual composta de 9,5% no período de cinco anos, em comparação com apenas 0,5% para as empresas com a menor experiência na inovação. A diferença é de nada menos de 19 vezes.

Entre as abordagens mais populares está o capital de risco corporativo, que 57% das inovadoras experientes do estudo disseram utilizar. Outro modelo popular também são as aceleradoras, usadas por 61% das empresas do quartil superior. No caso de empresas menos experientes, é menor a probabilidade de uso de ambas as abordagens. Apenas 22% das empresas do quartil inferior da inovação têm um fundo do gênero e somente 38% já usaram aceleradoras.

As empresas brasileiras ainda estão em seu estágio inicial de inovação. Apesar disso, diversos exemplos nacionais de organizações se reinventando e insurgentes registrando sucesso mostram que o Brasil possui os insumos para aqueles que queiram embarcar nessa jornada.

MEC abre processo para instituir cinco novos polos de inovação

O Governo Federal vai credenciar cinco novos polos de inovação no Brasil. As inscrições para o processo de seleção já estão abertas. Podem participar do processo as Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica de todo o País. Os polos de inovação atuam no desenvolvimento de pesquisas e inovação para aumentar a competitividade e produtividade da economia nacional. As instituições da Rede Federal vão poder apresentar propostas até 27 de março no site da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). O resultado do processo de seleção está previsto para 10 de julho.

Os polos contribuem também na formação de alunos de educação profissional e tecnológica. A ação do Ministério da Educação (MEC) é fruto da parceria com a Embrapii.

De acordo com secretário de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do MEC, Ariosto Culau, a implementação dos polos é uma das ações previstas no programa Novos Caminhos, lançado em outubro de 2019. “Estamos começando o ano já materializando metas e desenvolvendo o eixo de empreendedorismo e inovação para estruturar e trazer referenciais bem-sucedidos”, disse.

As instituições selecionadas poderão solicitar até R$ 3 milhões, ao longo de três anos, para desenvolver e executar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em parceria com empresas industriais.

Programa Novos Caminhos

Lançado em outubro de 2019, o programa Novos Caminhos engloba um conjunto de ações para o fortalecimento da política de Educação Profissional e Tecnológica no País. O projeto prevê apoiar as redes federais e instituições de ensino, no planejamento da oferta de cursos alinhada às demandas do setor produtivo e na incorporação das transformações produzidas pelos processos de inovação tecnológica.

O Novos Caminhos visa, ainda, contribuir para o alcance da meta definida no Plano Plurianual 2020-2023, que é de elevar em 80% o total de matrículas em cursos técnicos e de qualificação profissional, alcançando 3,4 milhões de matrículas até 2023. Essa ampliação contribuirá para a inserção socioprodutiva de milhões de jovens e trabalhadores e também para alavancar a produtividade e competitividade de diversos setores da economia.

Fonte: Ministério da Educação

Via Varejo abre vagas para as áreas de Tecnologia e Segurança da Informação, Saúde e Crédito

A Via Varejo, empresa que administra a Casas Bahia, o Pontofrio e o Extra.com, está com vagas abertas para profissionais das áreas da Saúde do Trabalho, Tecnologia e Segurança da Informação e Crédito.

As vagas são para Médico(a) do Trabalho, Enfermeiro(a) do Trabalho, Enfermeiro(a) de Segurança do Trabalho, Analista de Modelagem Pleno, Analista de Políticas/Estratégias de Crédito Pleno, Consultor(a) de Políticas/Estratégias de Crédito, Consultor(a) de Cyber Security — Red e Especialista em Engenharia Cloud.

Além de salário comissionado, os colaboradores efetivados também terão como benefícios o vale alimentação, PLR (Participação nos Lucros e Resultados), convênios médico e odontológico e parcerias educacionais com algumas universidades que garantem descontos nas mensalidades de cursos superiores ou de pós-graduação e licença maternidade e paternidade estendida.

Para participar, os interessados devem se cadastrar no site de vagas da companhia http://viavarejo.gupy.io/.

Linx anuncia mudanças na estrutura de Big Retail

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, anuncia novidades para a vertical de Big Retail. Daniel Mayo, que antes liderava a diretoria comercial do segmento, assume agora como diretor executivo da área responsável por suportar grandes varejistas, como lojas de departamento, moda, farmácias e home centers.

Ao mesmo tempo, Roberta Valle Caribé foi contratada como a nova diretora comercial de Big Retail, ocupando o antigo posto de Mayo. Formada em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA Executivo pelo Insper, a executiva acumula passagens por empresas de renome, como Getnet, Rede, Ambev e First Data Corporation.

Daniel Mayo, que está na Linx há 20 anos e também é responsável pela expansão da empresa na América Latina por meio do braço internacional Napse, comenta a movimentação: “a vertical de Big Retail vem passando por transformações significativas nos últimos meses. Com a nova estrutura, reforçamos o nosso compromisso de entregar as melhores soluções para o varejo omni nos grandes varejistas”.

Para Roberta Valle Caribé, o desafio é animador. “Chego na Linx em um período de grande evolução da empresa como um todo, especialmente da área de Big Retail. Estou empolgada com a responsabilidade que me foi dada e pretendo aplicar a experiência que adquiri nas últimas empresas pelas quais passei para continuar fazendo a vertical crescer”, conta a executiva.

Entre os varejistas atendidos pela vertical de Big Retail da Linx estão Renner, Pernambucanas, Centauro e Leroy Merlin.

Evento gratuito em SP discutirá os desafios das mulheres na tecnologia

O WallJobs, em parceria com a Cognizant, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, realizará a segunda edição do Meet Up – Mulheres na Tecnologia, que discutirá os desafios da mulher na tecnologia e como continuar conquistando esses espaços. O evento, gratuito, será realizado no dia 3 de março, no InovaBra Habitat.
A iniciativa foi criada com o objetivo de compartilhar conteúdos e ideias por mais mulheres na tecnologia. As palestras, que visam a apoiar e trazer insights e discussões sobre o tema, são combustível tanto para mulheres que estão estudando e buscam uma oportunidade na área, quanto para as que estão passando por transição de carreira.
“Nosso objetivo é estimular, treinar e capacitar mulheres para atuar na área de tecnologia da informação, hoje um mercado predominantemente masculino”, diz Carla Catelan, Head de Aquisição de Talentos da Cognizant. “Apoiar iniciativas como essa vai ao encontro dos valores organizacionais da companhia, que estão voltados à inclusão e diversidade.”
O evento contará com a presença de três mulheres profissionais:
Esteffany Souza, da Cognizant . Com uma trajetória de cinco anos no mercado, formada em sistemas para internet, iniciou a carreira como analista de suporte e hoje atua como especialista de ferramentas Google em um grande cliente da multinacional Cognizant. Trará o tema Softskills na área de tecnologia.
Vanessa Me Tonini, da Alura , uma das maiores plataforma de cursos on-line, instrutora e desenvolvedora de software na Caelum há mais de dez anos, estudante de mestrado em ciência da computação no IME/USP. Também faz parte da coordenação do coletivo hacker feminista Marialab . Ela falará um pouco sobre Métodos Ágeis: Entregando Software Feliz.
E por fim, Por mais Mulheres em TI, Grace Borges, da Fatech Girls . Professora de programação na Fatec São Paulo, responsável pelo Grupo Fatech, formada em processamento de dados pela Fatec, mestrado em ciências da computação pela USP, e mestrado em engenharia de sistemas pela UFABC.
As inscrições para o Meet Up – Mulheres na Tecnologia devem ser realizadas neste link: http://meetupmulheresnatecnologia.splashthat.com/

MetrôRio passa a aceitar pagamento por aproximação Mastercard

Uma parceria entre a Mastercard e o MetrôRio, empresa do grupo Invepar, permitirá, a partir de 21 de fevereiro, que os passageiros do metrô efetuem o pagamento da tarifa por aproximação com os cartões Mastercard habilitados com tecnologia NFC (Near Field Communication). A forma de pagamento estará disponível em todas as três linhas e 41 estações de metrô do Rio de Janeiro.

As tarifas poderão ser pagas apenas aproximando do validador cartões de crédito, débito, smartphones, smartwatches ou pulseiras de pagamento, democratizando a alternativa para os cidadãos cariocas e turistas estrangeiros que visitarem a cidade, já que os cartões emitidos fora do País também serão aceitos.

“Já aceitamos cartões por aproximação desde abril de 2019 e a partir de agora aceitaremos Mastercard. Continuaremos trazendo inovações e facilidades aos nossos clientes” disse Charles de Sirovy, diretor comercial do MetrôRio.

“Agora, consumidores Mastercard poderão utilizar o transporte público da cidade com o mesmo cartão ou dispositivo que utilizam para suas compras diárias, tirando a necessidade de se ter dinheiro no bolso”, explica João Pedro Paro Neto, presidente e CEO da Mastercard Brasil e Cone Sul. “A tecnologia de pagamento por aproximação traz agilidade e praticidade para a cidade, já que é cerca de 10 vezes mais rápida que o pagamento em dinheiro”, finaliza.

Projeto pioneiro e olho no futuro

A Mastercard é pioneira na implementação da tecnologia de pagamento por aproximação no transporte público na América Latina, tendo realizado o primeiro projeto em 2017 em todos os ônibus da frota da cidade de Jundiaí (SP). A empresa também implementou os pagamentos por aproximação em diversas estações de trem do Rio de Janeiro. Em setembro de 2019, a empresa também iniciou o projeto piloto de pagamento por aproximação nos ônibus de São Paulo.

Sobre o pagamento por aproximação

Rápido, prático e seguro, o pagamento por aproximação oferece a conveniência de fazer transações apenas aproximando os dispositivos em um leitor habilitado. Os pagamentos por aproximação são ideais para transações de baixo valor e situações que requerem uma velocidade de pagamento maior para diminuir filas.

Allianz Risk Barometer 2020: Cyber aparece, pela 1a vez, como a principal ameaça global para as empresas

Pela primeira vez desde o início da pesquisa, os Incidentes Cibernéticos (39% das respostas) ocupam o 1º lugar global como o risco comercial mais preocupante, de acordo com o Allianz Risk Barometer 2020, tendo Interrupção nos Negócios (BI) (37%) na segunda posição. As ameaças cibernéticas vêm crescendo rapidamente nos últimos anos, impulsionadas pelo fato de as aumentarem a dependência de dados e sistemas de TI e devido ao histórico de incidentes high-profile. Há sete anos, cyber ocupava o 15º lugar, com apenas 6% de respostas.

Mudanças de Legislação e Regulamentações (3o lugar com 27%) e Mudanças Climáticas (7a posição — 17%) foram as ameaças que tiveram as maiores arrancadas, principalmente em decorrência da guerra fiscal entre China e EUA, Brexit e pela preocupação das empresas e nações também com o aquecimento global. A pesquisa anual que mapeia os riscos aos quais empresas do mundo todo estão sujeitas, é realizada pela Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) e mostra, este ano, a visão de um recorde de 2.718 especialistas, incluindo CEOs, gestores de risco, corretores e profissionais da área de seguros.

“O Allianz Risk Barometer 2020 destaca que riscos cibernéticos e as mudanças climáticas são dois desafios importantes para os quais as empresas precisam voltar sua atenção nesta nova década,” afirma Joachim Müller, CEO AGCS. “Existem muitos outros riscos, porém se os executivos e gestores de risco não cuidarem especialmente de cyber e da questão climática, isso terá um impacto significativo na performance das companhias, nos resultados financeiros e na reputação da empresa. O planejamento frente a essas ameaças demonstra tanto uma vantagem competitiva quanto uma questão de resiliência em uma era de digitalização e aquecimento global”.

América do Sul: planejamento contra imprevistos
Ao passo em que, mundialmente, o principal perigo as empresas são os ataques cibernéticos, companhias sul-americanas estão mais preocupadas com a Interrupção nos Negócios. Primeiro colocado no ranking Brasil (33%) e Colômbia (35%), este é um risco que reflete a necessidade de as empresas pensarem em planos de prevenção e de contingência para os mais diversos incidentes. “BI pode muitas vezes ser somente a ponta do iceberg em termos de perdas para uma empresa. Um sinistro de Interrupção de Negócios pode desencadear diversos outros, levando uma companhia a perdas inimagináveis”, comenta Glaucia Smithson, CEO AGCS América do Sul.

A importância da prevenção e do planejamento, além do diálogo próximo e aberto entre empresa e seguradora são fundamentais para minimizar os riscos e as perdas. “Trabalhando de maneira bem próxima com o cliente, nós podemos oferecer uma análise da operação e da natureza da companhia, avaliando quais os riscos que podem afetá-la e o que o cliente pode fazer para diminuir ou até mesmo eliminar os riscos em sua operação. A AGCS trabalha com uma rede global integrada de especialistas que podem desenhar, junto com nosso cliente, modelos de prevenção e planos de contingência, além de termos um processo de sinistros muito eficiente e parceiro dos clientes, que fazem a diferença quando a operação de uma empresa está parada”, completa a executiva.

Ameaças cibernéticas continuam a evoluir
Além de ser o risco número 1 no mundo, Incidentes Cibernéticos estão no top 3 de muitos dos países entrevistados: Áustria, Bélgica, França, Índia, África do Sul. Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. As empresas enfrentam quebras de dados cada vez maiores e mais custosas, um aumento nos casos de ransomware e spoofing, além de multas e litígios decorrentes desses incidentes. Uma mega quebra de dados — comprometendo mais de um milhão de registros — agora pode custar aproximadamente $42mi[1], aumento de 8% comparado ao ano passado. “Os incidentes estão se tornando cada vez mais prejudiciais, visando cada vez mais empresas grandes, com ataques sofisticados e demandas pesadas de extorsão. Cinco anos atrás, uma demanda típica de ransomware estaria na casa das dezenas de milhares de dólares. Agora eles podem estar na casa dos milhões,” afirma Marek Stanislawski, Vice Diretor Global Cyber AGCS.

A extorsão é apenas uma parte do problema: as empresas podem sofrer grandes perdas de BI devido à indisponibilidade de dados, sistemas ou tecnologia críticos, seja por meio de uma falha técnica ou por um ataque cibernético. “Muitos incidentes são resultado de erro humano e podem ser mitigados por treinamentos de conscientização da equipe, que ainda não são uma prática rotineira nas empresas.,” completa Stanislawski.

Interrupção nos Negócios — uma ameaça antiga com novas causas
Após sete anos no topo, BI cai para a segunda posição no Allianz Risk Barometer. No entanto, a tendência para perdas de BI maiores e mais complexas continua inabalável. As causas estão se tornando cada vez mais diversas, variando de incêndio, explosão ou catástrofes naturais a cadeias de suprimentos digitais ou até violência política. “As plataformas e cadeias de suprimentos digitais hoje permitem total transparência e rastreabilidade de mercadorias, mas um incêndio em um data center, uma falha técnica ou uma invasão pode trazer grandes perdas de BI para várias empresas que confiam e compartilham o mesmo sistema e que não podem voltar atrás aos processos manuais ”, diz Raymond Hogendoorn, Diretor Global de Sinistros de Property e Engenheria AGCS.

As empresas também estão cada vez mais expostas ao impacto direto ou indireto de protestos, manifestações civis ou ataques terroristas. “O ano passado foi de grande mobilização popular em vários locais como Hong Kong, França, Chile, Bolívia e Colômbia, resultando em danos a propriedades públicas e privadas, interrupção em diversos negócios e até mesmo serviços básicos à população”, relembra Smithson.

Mudanças de Legislação e Regulamentações aparecem como terceiro risco na pesquisa, uma posição acima de 2019. Sanções, Brexit, tarifações e protecionismo foram citados como as principais preocupações. Só em 2019 foram cerca de 1.300 novas barreiras de comércio implementadas. A disputa comercial EUA-China aproximou a tarifa média dos EUA a níveis vistos pela última vez na década de 1970. “Diretrizes comerciais estão se tornando apenas mais uma ferramenta política para muitos fins diferentes, como diplomacia econômica, influência geopolítica ou política ambiental”, explica Ludovic Subran, Economista-Chefe da Allianz. “Esse ativismo não se restringe aos EUA: se espalhou pelo Japão e Coréia do Sul, Índia e UE”.

Novos desafios regulatórios na próxima década se concentrarão no impacto ambiental, descarbonização e mudanças climáticas. “A regulamentação de sustentabilidade da UE nada mais é do que uma virada no jogo. O impacto nas empresas será tão amplo quanto o das novas regras de contabilidade e proteção de dados foram no passado ”, diz Subran.

Mudanças climáticas trazem maior complexidade de risco
As Mudanças Climáticas alcançaram seu patamar mais alto — 7o lugar — em toda a história do Risk Barometer e é um dos três principais riscos na região Ásia-Pacífico, sobretudo na Austrália, Hong Kong, Índia e Indonésia. Um aumento nas perdas físicas é o que os gestores de risco mais temem ( 49% das respostas) já que a elevação do nível dos oceanos, períodos de secas severos, tempestades intensas e inundações ameaçam fábricas, ativos fixos, redes de transporte e energia que conectam cadeias de abastecimento. Há ainda a preocupação com impactos operacionais (37%), tais como realocação de unidades e potenciais impactos regulatórios e de mercado (33% e 35%). As empresas precisam estar preparadas para um aumento na quantidade de litígios futuros –casos de mudança climática direcionados a ‘empresas de carbono’ já foram apresentados em 30 países ao redor do mundo, com a maioria dos casos nos EUA.

“Há uma crescente conscientização entre as empresas de que os efeitos negativos do aquecimento global acima de dois graus Celsius terão um impacto dramático”, diz Chris Bonnet, Diretor de Serviços Empresariais ESG na AGCS. “A falta de ação desencadeará ações regulatórias e influenciará as decisões de clientes, acionistas e parceiros de negócios. Ignorar as mudanças climáticas custa mais do que lidar com elas. Portanto, toda empresa precisa definir seu papel, posição e ritmo para sua transição durante a mudança climática – e os gestores de risco precisam desempenhar um papel fundamental nesse processo. ”

6 práticas campeãs dos líderes digitais do mundo

Qual o segredo para aproveitar tecnologias digitais como inteligência artificial (IA), computação em nuvem, blockchain, internet das coisas, segurança, entre outras, na era digital? O Institute for Business Value (IBV), divisão de IBM Services, conduziu um estudo com 1.500 executivos C-level, cerca de 10% deles da América do Sul, para identificar as características e estratégias das empresas que estão se destacando nesse cenário.

Essas organizações líderes estão ganhando em quase todas as frentes, como crescimento, lucratividade, e conduzindo uma transformação digital de amplo espectro, com 6 estratégias principais: orquestrando ecossistemas e plataformas digitais, construindo confiança para fortalecer a marca, reimaginando o comportamento do cliente, fazendo a curadoria de dados que “pensam” e “agem”, criando um ambiente de aprendizado exponencial e promovendo uma cultura de inclusão.

“As conclusões do estudo estão alinhadas com o que observo nas empresas latino-americanas com as quais trabalhamos na jornada de reinvenção digital. Essas estratégias estão cada vez mais naturais e evidentes e vêm sendo fundamentais para impulsionar a transformação que precisa ser feita rumo a uma empresa cognitiva. Além de orquestrar tecnologias exponenciais para gerar eficiência e inovação, elas têm uma obsessão por repensar os desejos de seu cliente e por criar uma cultura de aprendizado contínuo”, diz Thais Marca, gerente geral da IBM Services na América Latina.

6 segredos vencedores:

1) Orquestrar ecossistemas e plataformas digitais: Os líderes relatam que as plataformas digitais estão em ascensão, com a possibilidade de crescimento da receita e lucratividade para as empresas. 81% já são orquestradores de plataformas de negócios. Quando questionados sobre quais modelos comerciais e operacionais suas organizações estão adotando ou considerando para o futuro, a maioria dos entrevistados declarou sua intenção de atuar como integradores de recursos em uma cadeia de valor. A maioria das empresas concorda com a importância das plataformas de negócios para o futuro de suas organizações.

2) Construir confiança para fortalecer a marca: A confiança é um ingrediente-chave. 93% dos entrevistados mencionam a reputação da marca como o aspecto mais crítico de seus negócios. As pessoas tendem a confiar mais nas outras pessoas do que em instituições. É importante aproveitar esse poder da influência, talvez oferecendo os benefícios de “pertencer” a algo maior que eles mesmos. O resultado? Uma experiência holística de marca que enfatiza a importância de todas as partes.

3) Reimaginar o comportamento do cliente: Os líderes vencedores estão reimaginando mudanças rápidas nas atitudes do cliente e personalizando suas experiências usando técnicas de design e marketing. Para 89% dos líderes, a maior prioridade e o objetivo único dos negócios é melhorar a experiência do cliente. De fato, eles estão mais focados nisso do que em qualquer outro objetivo, incluindo o lançamento de novos produtos e serviços, a entrada em novas regiões e crescimento no mercado.

4) Fazer curadoria de dados que “pensam” e “agem”: 85% dos líderes cultivam e fazem curadoria de uma grande quantidade de dados, transformando ideias em ações. Rapidamente, eles integram tecnologias de “pensamento”, como IA e automação. Assim, usam também robótica e modelos de inteligência artificial para repensar processos e fluxos de trabalho.

5) Criar um ambiente de aprendizado exponencial: Quase 90% dos entrevistados usam self learning para implementar uma cultura de aprendizado exponencial, humano e mecânico, em toda a organização. Os sistemas de inteligência artificial e computação cognitiva baseados em deep learning usam combinações de processamento algorítmico, linguagem natural e recursos de machine learning para permitir que pessoas e máquinas interajam mais naturalmente.

6) Promover uma cultura de inclusão: Por fim, as empresas líderes são inclusivas com seus funcionários, redes de parceiros e clientes e, ao mesmo tempo, geram experiências personalizadas para todos. Eles sabem que a diversidade da força de trabalho é chave. 96% dos principais executivos da amostra compartilham sua visão corporativa para unir e inspirar funcionários. Eles entendem que movimentos disruptivos só podem ser alcançados compartilhando uma visão forte, única e criando uma organização engajada e inspirada.

Para acessar o relatório completo, clique aqui.