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Como a carreira de automação vai migrar e agregar conhecimentos de outras áreas para contribuir mais

Por Thiago Turcato, coordenador de suporte técnico da Mitsubishi Electric

Após um longo período de estagnação que compreende especialmente as décadas de 70 e 80, o campo educacional brasileiro das áreas ligadas à tecnologia, em especial a engenharia e suas especializações, vem se atualizando constantemente, em paralelo à evolução tecnológica global, uma vez que a área técnica é intimamente ligada à tecnologia e suas mudanças. Essa rápida aceleração tecnológica das últimas duas décadas vem exigindo das instituições de ensino, uma atualização constante em todos os aspectos, em especial na grade curricular, corpo docente e na infraestrutura.

A partir da década de 90, época de abertura inédita do mercado nacional para importações de produtos, o Ministério da Educação (MEC) atualizou uma série de regulamentações, o que possibilitou o aumento da variedade de cursos técnicos e superiores na área de Engenharia, ampliando a oferta de vagas nas instituições pública e privadas. Segundo matéria do Guia do Estudante, hoje existem 34 tipos de cursos de Engenharia, que vão de Acústica a Têxtil, sem contar outros cursos correlatos, como Automação Industrial, Robótica, entre outros.

Porém, essa alta quantidade de cursos não vem refletindo em uma melhor qualidade dos profissionais formados. Segundo estudo de fevereiro de 2020 da Confederação Nacional da Indústria (CNI), cinco em cada dez indústrias brasileiras têm dificuldade em contratar por causa da falta de trabalhador qualificado. A pesquisa relata que a função com maior carência de trabalhador qualificado é a de operador, que afeta 96% das empresas consultadas, seguida de empregados de nível técnico, com 90%. Ou seja, a vaga ao recém formado existe, mas a empresa não consegue preenchê-la adequadamente.

Além disso, o mercado que antes buscava um perfil de profissional técnico voltado para atividades especificas a serem desempenhadas, hoje está atrás de um profissional mais plural, que além da parte técnica, conheça e desempenhe tarefas de outras áreas, como marketing, vendas, logística, administração, entre outras. Portanto, há uma necessidade latente de atualização nas grades curriculares a fim de que os novos profissionais estejam mais habilitados a essa nova demanda do mercado.

Dessa forma, a solução aos recém formados é a capacitação extra curricular, ou seja, a aquisição de conhecimentos além da formação, algo que hoje em dia é muito mais fácil que a décadas atrás, umas vez que a disponibilidade de fontes e canais de consulta e conhecimento globalizada através da Internet abrem possibilidades quase infinitas não somente de conhecimento técnico mais aprofundado de novas tecnologias, mas também conteúdos de outras áreas. Assim, esses novos profissionais, poderão contribuir, com uma visão mais ampla, na solução de problemas e na proposição de inovações dentro das empresas.

Especificamente sobre a carreira de automação, ela vem passando por essas transformações mencionadas, ou seja, do trabalho técnico específico para uma atuação mais dinâmica, plural e corporativa. Além disso, há uma interrelação íntima da área de Automação com a área de Tecnologia da Informação (TI), evidenciado por exemplo, no uso de novas tecnologias como a IoT (Internet das Coisas).

Dessa forma, cabe ao novo profissional de Automação a capacidade analítica de, por exemplo, aplicar tecnologias de IoT através da automação, impactando na aquisição de dados que podem gerar conhecimento sobre como recursos naturais, como água, são consumidos e de que forma podem ser otimizados, trazendo impactos sobre qualidade e finanças. Por outro lado, essa mesma tecnologia, pode gerar conhecimento sobre como um operador opera uma máquina, trazendo a necessidade de melhor treinamento, impactando o RH na melhoria profissional colaboradores, assim como na produção.

Considerando a questão da pandemia, ou seja, um cenário de crise e cada vez mais competitivo, o papel da Automação torna-se ainda mais relevante. Uma pesquisa do McKinsey Global Institute com mais de 500 executivos chegou à conclusão de que as empresas que implementam tecnologias de automação podem obter ganhos substanciais de desempenho e assumir a liderança em seus setores. Ou seja, o que era um processo ainda lento de implementação da automação em diversos setores, foi acelerado de forma colossal com a pandemia, mudando também o seu enfoque que foi de cortar custos trabalhistas ou ganhar em eficiência para minimizar ao máximo o contato entre humanos, evitando a disseminação rápida do novo coronavírus.

Portanto, o profissional de automação que já tinha boas perspectivas de carreira, passa com a evolução do mercado e com a chegada da Pandemia, a se tornar ainda mais valorizado, cabendo a ele estar sempre atualizado e cada vez mais multidisciplinar para ocupar ótimas posições no mercado de trabalho.

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Meta oferece 350 vagas com foco em profissionais de tecnologia

Processo seletivo contempla 21 posições para atuação em projetos internacionais em países da América Latina, Canadá e Espanha.
Mais informações sobre as vagas estão disponíveis no site meta.com.br/talentos

A Meta, empresa de soluções tecnológicas com sede em São Paulo e unidades de negócios em seis Capitais do país, reforça o seu time de profissionais com a abertura de 350 vagas para especialistas do segmento de tecnologia.

O processo seletivo acontece de forma 100% remota e os participantes podem residir em diversos locais do Brasil e do mundo, desde que cumpram os perfis profissionais de cada uma das vagas disponíveis no site meta.com.br, na seção Talentos. Entre as especialidades prioritárias, destaque para as posições de Analista de Automação de Testes, Desenvolvedor Java e React e Scrum Master. 

No ano em que completa três décadas, a Meta amplia suas operações internacionais e contrata posições para atuação em projetos fora do país, com 21 vagas para América Latina, Canadá e Espanha. Para o atendimento de clientes globais, estão sendo selecionados os seguintes perfis profissionais: Engenheiros de Dados, Analista de Requisitos, QA Backend, Backend Developer, Release Manager, Cloud Architect, Especialista APIGEE e Consultos SAP MDM, entre outros.

“O cenário de crise tem acelerado a necessidade de reinvenção por parte de muitas organizações e a Meta está aqui para apoiá-las neste processo de transformação digital. Para ajudar pessoas e empresas a repensarem seus modelos de negócios de forma ágil estamos ampliando nosso quadro de especialistas e promovendo uma contratação recorde de profissionais”, explica Telmo Costa, CEO da Meta.

Pelo segundo ano consecutivo, a Meta foi certificada como uma excelente empresa para se trabalhar no setor de tecnologia pela Great Place To Work, consultoria global que avalia o clima no ambiente de trabalho.  

A empresa oferece como benefícios a carga horária flexível, a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da companhia, plano de saúde e odontológico, seguro de vida, vales alimentação, refeição e transporte, além da manutenção do formato de home office, pelo menos até o final do ano. A Meta investe fortemente no desenvolvimento de seus profissionais e conta com programas de formação de estagiários, trainees, e com programa que forma lideranças e aprimora habilidades técnicas, o Meta Academy. 

Vagas internacionais

O cenário de crise não representa apenas desafios, mas também oportunidades para as empresas do segmento de tecnologia e inovação.

Com escritórios em seis Estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – e mais de 1.200 colaboradores, a Meta viu seu faturamento crescer em 57% no primeiro semestre de 2020, em comparação ao mesmo período do ano anterior, pela alta demanda por projetos de transformação digital.

Ao longo do primeiro semestre, a Meta intensificou o seu o processo de internacionalização com a abertura de uma operação no Canadá, que se soma à entrada nos Estados Unidos, onde está presente desde 2017.

A nova unidade de negócios está disposta no corredor de inovação canadense em Waterloo, cidade próxima a Toronto, hub que concentra grande volume de startups e fintechs e é reconhecido como um dos principais polos tecnológicos mundiais, em áreas como inteligência artificial, tecnologia financeira e robótica. 

As vagas internacionais disponibilizadas dão suporte a esta estratégia de expansão global que visa levar o conhecimento adquirido em 30 anos de atuação em grandes companhias do Brasil para novos mercados.

Iniciativa global une multinacionais para redefinir o papel dos negócios na sociedade

Baseado na sua missão de usar os negócios para gerar impacto positivo, o B Lab anunciou o lançamento da iniciativa B Movement Builders. Inspirados pela liderança de pensamento da comunidade de Empresas B Certificadas, a coalizão une empresas multinacionais de capital aberto que visam transformar a economia global para contribuir com a valorização de longo prazo de todos os seus públicos. A iniciativa é inédita e seus fundadores somam mais de 60 bilhões de dólares e 250 mil funcionários em todo o mundo.

O primeiro grupo de B Movement Builders é formado por: a empresa de processamento de vegetais Bonduelle, a siderúrgica Gerdau, a fabricante de fragrâncias e aromas Givaudan e a varejista Magalu; sob a mentoria da indústria alimentícia focada em saúde Danone North America e o grupo de fabricantes de cosméticos Natura&Co. Embora não seja uma certificação de seu desempenho, as B Movement Builders são escolhidas a partir de uma triagem inicial de elegibilidade e os esforços contínuos previstos pelo programa serão supervisionados pelo Conselho Consultivo Independente do B Lab.

As B Movement Builders podem ter subsidiárias que são Empresas B, estar no processo de obter a Certificação B ou usar seus negócios para gerar impacto positivo, seguindo os passos e colaborando com as Empresas B. Todos os apoiadores do Movimento B são empresas com pelo menos US$1 bilhão de receita anual, comprometidas com os princípios do Movimento B, ou que realizem ações coletivas que coloquem em prática esses princípios. As mentoras também são corporações multinacionais e de capital aberto cujos negócios globais tem pelo menos 30% de certificação e vão orientar as B Movement Builders sobre como incorporar e seguir os princípios do Movimento B: desempenho, transparência e responsabilidade.

Mantendo o compromisso do B Lab com critérios estritos e transparência, as B Movement Builders se comprometem a:


• Viabilizar a assinatura do CEO da Declaração de Interdependência do B Lab;


• Usar a Avaliação de Impacto B para medir e gerenciar os impactos sociais e ambientais;


• Produzir e compartilhar publicamente uma avaliação de materialidade;


• Estabelecer metas e mostrar progresso em direção ao cumprimento de pelo menos três metas aspiracionais vinculadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Coletivamente, as empresas devem:


• Compartilhar publicamente o compromisso de cada empresa em cumprir os três princípios fundamentais;

• Apoiar o Movimento B;


• Colaborar com outras empresas e stakeholders que invistam nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável;


• Assinar uma declaração conjunta com outros B Movement Builders sobre a governança de stakeholders;


• Se envolver com os principais acionistas e o poder legislativo para a adoção mais ampla da governança de stakeholders.

Transformar os princípios operacionais e a governança de grandes empresas exige tempo, comprometimento e coragem. As empresas que estão passando por essa evolução na governança, nas políticas e procedimentos internos precisam de apoio e colaboração mútua, sendo que o princípio de que empresas ajudam outras empresas é a essência do programa do B Movement Builders.

A maioria das Empresas B certificadas são de pequeno e médio porte, com menos de 250 funcionários. Para cumprir a visão do B Lab de uma economia mais inclusiva, justa e regenerativa, as empresas multinacionais devem se juntar ao movimento e muitas estão procurando fazer isso.

“A pandemia de COVID-19 e a consequente crise econômica provaram que nosso sistema econômico não é tão resiliente quanto precisamos. Para chegar lá, precisamos redefinir a economia para que seja inclusiva, igualitária e regenerativa, e que funcione para todos e a longo prazo. Para acelerar essa mudança, também precisamos de grandes multinacionais a bordo. Tenho muito orgulho do senso de liderança e da ousadia das B Movement Builders – é o tipo de liderança que precisamos no setor privado se quisermos fazer com que o capitalismo de stakeholders seja significativo e duradouro”, comenta o cofundador e CEO da B Lab Global, Andrew Kassoy.

CEO da Bonduelle, Guillaume Debrosse: “Esperamos atrair mais empresas multinacionais para este movimento, ressaltando a necessidade e a importância de se ter uma governança clara com um alinhamento forte e contundente desde os acionistas, passando pela gestão, aos parceiros e stakeholders. Os negócios podem ser uma potência que gera mudança positiva e compromisso coletivo. Fazer o bem não é mais algo bom de se ter, mas uma obrigação.”

CEO da Gerdau, Gustavo Werneck: “Fazer parte do B Movement Builders é mais uma etapa do compromisso da Gerdau com o desenvolvimento sustentável. A sustentabilidade faz parte do alicerce do nosso futuro e reflete o propósito da empresa, incentivando as pessoas e a indústria a deixar um legado positivo para a sociedade.”

CEO da Givaudan, Gilles Andrier: “Junto à vontade da Givaudan de se tornar uma Empresa B certificada, acreditamos na importância das empresas trabalharem juntas para criar mudanças. Temos orgulho de ser um membro fundador deste movimento progressista, que reforça nosso compromisso de ser uma empresa bem-sucedida com objetivos específicos, usando os negócios como uma força do bem.”

CEO da Magalu, Frederico Trajano: “Ao longo da nossa história de mais de 60 anos, sempre nos preocupamos em gerar impacto positivo para todos os stakeholders. Ser parte do Movimento B tem nos ajudado a subir essa barra. Porque melhorar o desempenho em sustentabilidade não é hoje um imperativo apenas para o Magalu, mas para todos os negócios que têm na empresa uma fonte de inspiração.”

CEO da Danone North America, Emmanuel Faber: “Há cinco anos, a Danone trabalha em parceria com o B Lab para promover o Movimento B entre as grandes empresas que visam causar um impacto positivo em seu modelo de negócios, criando valor para todos. Aplaudimos esse grupo de B Movement Builders e incentivamos outras empresas a segui-lo.”

CEO da Natura&Co, Roberto Marques: “Agora, mais do que nunca, precisamos trazer outras pessoas a bordo para ajudar todos nós nesta jornada para criar um impacto econômico, social e ambiental positivo, promovendo uma mudança sistêmica. Ser parte dos B Movement Builders nos permite compartilhar e co-criar soluções disruptivas e inovadoras para uma economia mais sustentável”.

Mais do que nunca, as empresas precisam trabalhar coletivamente e de forma interdependente para formar um sistema que seja realmente inclusivo, equitativo e que empodere todas as pessoas. O mundo conclama às empresas a agirem de maneiras significativas e autênticas para enfrentar a desigualdade galopante e a crise climática cada vez mais críticas e que ameaçam os principais sistemas dos quais dependem todas as vidas e negócios: a natureza e a interdependência humana.

O Programa B Movement Builders foi desenvolvido com o apoio generoso de um doador anônimo, juntamente às organizações Partners for a New Economy, Prudential Foundation, and the Skoll Foundation.

Outras organizações multinacionais de capital aberto são convidadas a saber mais sobre se juntar à iniciativa B Movement Builders e ao movimento pela mudança dos sistemas econômicos. Visite http://bcorporation.net/b-movement-builders.

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TIVIT no SAP NOW Brasil 2020: nuvem como acelerador da transformação digital, customer experience e segurança de dados no mundo digital

A TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, participará da edição 2020 do SAP NOW Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e negócios da América Latina. No evento, que neste ano acontece entre os dias 14 e 18 de setembro de forma virtual, a TIVIT participa com três palestras. Os temas são computação em nuvem, customer experience e o gerenciamento de dados no mundo digital.

No dia 15 de setembro, Felipe Kraus, Diretor Comercial de Digital Sales da TIVIT, e Marcos Caruso, Digital Business Executive da TIVIT, palestram sobre “O impacto do Customer Experience na cadeia de valor”, a apresentação vai mostrar como aliar métodos e diferentes soluções de tecnologia para fazer a transformação acontecer e chegar em quem mais importa: o consumidor. Os executivos irão abordar dificuldades como: Como tocar uma iniciativa nova – normalmente estruturante – em paralelo com o business que já está rodando, e a falta de alinhamento das áreas que trabalham muito departamentalizadas ou em silos.

No dia 16, André Frederico, Diretor Executivo e Head of Cloud Solutions da TIVIT, e Daniel Galante, Diretor de Public Cloud e Growth Business da TIVIT, falam sobre “A nuvem como base para a jornada digital, inovação e disrupção dos modelos de negócio”. Os executivos irão analisar o papel da computação em nuvem na transformação digital, formas de impulsionar o ambiente corporativo e como prepará-lo para operações rodando na nuvem, com geração de dados e inteligência para a tomada de decisões. A nuvem pública é um dos pilares de crescimento no planejamento atual da TIVIT, que tem parcerias com Google Cloud Platform, Microsoft Azure, AWS e SAP.

Com o modelo de evento digital, algumas palestras ficarão disponíveis para acesso On Demand. A TIVIT participa também deste modelo, com uma apresentação sobre gerenciamento de dados no mundo híbrido e digital, e que será ministrada por Armando Amaral, CyberSecurity Business Director da TIVIT. Na ocasião, o executivo fala sobre a complexidade trazida pelo volume de dados crescente. Ele oferecerá informações sobre como gerir esses dados de forma segura e como obter insights de negócios a partir deles.


Palestra: O impacto do CX na cadeia de valor

Data: Terça-feira, 15 de setembro

Horário: 15h50

Palestrantes: Felipe Kraus, Diretor Comercial de Digital Sales, e Marcos Caruso, Digital Business Executive

Palestra: A nuvem como base para a jornada digital, inovação e disrupção dos modelos de negócio

Data: Quarta-feira, 16 de setembro

Horário: 16h20

Palestrantes: André Frederico, Diretor Executivo e Head of Cloud Solutions, e Daniel Galante, Diretor de Public Cloud e Growth Business

Palestra: Como gerenciar dados em um mundo híbrido e digital

Acesso sob demanda por meio da plataforma SAP NOW e YouTube

Palestrante: Armando Amaral, Cyber Security Business Director da TIVIT

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Estudo IBM: mais de 50% dos entrevistados no Brasil desejam manter o home office após a pandemia

Enquanto o mundo continua lidando com a pandemia global, as empresas devem reconhecer as visões de seus consumidores e funcionários, e perceber que pode haver grandes diferenças em atitudes individuais em relação à COVID-19, de acordo com a faixa etária da pessoa e a localidade no mundo em que ela vive.

Esse é o resultado do mais recente estudo mensal COVID-19 Consumer Study, do IBM Institute for Business Value (IBV), realizado em agosto, que entrevistou 14.500 adultos no Brasil e em sete países (Alemanha, China, Espanha, Estados Unidos, Índia, México, e Reino Unido).

“Os indivíduos estão exigindo padrões mais elevados de transparência e flexibilidade de seus empregadores à medida que navegam pelo longo período do impacto da COVID-19”, comenta Carlos Capps, líder das indústrias de Consumo, Saúde e Life Science para IBM Services na América Latina. “As empresas brasileiras devem estar preparadas para ter uma comunicação clara e entender as novas necessidades e preocupações dos funcionários em relação ao home office e ao retorno ao local de trabalho. No que diz respeito ao consumidor, existem alguns novos comportamentos de compra e experiências virtuais que estão chamando a atenção e devem ser mantidos após a pandemia também”, diz Capps.

No Brasil, cerca de 42% dos entrevistados conhecem alguém que foi infectado, em comparação com apenas 9% na China e 13% na Alemanha. 55% dos entrevistados também compartilharam que sua saúde mental foi afetada pela pandemia, e 58% disseram que a situação atual afetou pelo menos uma pessoa de sua família.

O estudo também revela as principais preocupações dos consumidores brasileiros pesquisados em relação à família e ao trabalho:

• Trabalho remoto após a pandemia. 52% desejam continuar trabalhando exclusivamente em casa ou com idas ocasionais ao local de trabalho; 25% querem voltar, mas ainda desejam poder trabalhar de casa ocasionalmente. Apenas 10% querem voltar a trabalhar todos os dias no escritório.

• Grandes expectativas de transparência e flexibilidade das empresas. 87% acreditam que é necessária uma comunicação clara sobre as condições sanitárias adequadas no local de trabalho físico. E cerca de 86% dos entrevistados gostariam que fosse obrigatório o teste de COVID-19 a todos os funcionários e um mecanismo de reporte dos casos positivos que fossem identificados.

• Comportamento de compra de produtos e estabelecimentos locais. 36% dos entrevistados disseram que estão comprando mais produtos feitos localmente e 32% estão comprando mais de lojas locais. Para 34% e 26%, respectivamente, não houve uma mudança no hábito relacionado a esse tema e o restante está comprando menos ou não está comprando produtos locais ou em lojas locais.

• Novas experiências de compra. 54% dos entrevistados já utilizaram ou gostariam de utilizar um caixa de self-checkout na loja, ou autoatendimento, no comércio; 69% realizaram ou gostariam de fazer um pedido via aplicativo móvel; 58% já interagiram ou gostariam de receber atendimento virtual via chat. Segundo os consumidores pesquisados, apenas 29%, 43% e 20%, respectivamente, utilizaram esses tipos de serviços antes da pandemia. Isso indica que uma abordagem flexível e multicanal, com personalização baseada em inteligência artificial, pode ajudar as empresas a prosperar nesse ambiente.

Percepções de diferentes gerações
Em todo o mundo, as opiniões dos consumidores sobre o impacto da pandemia variam amplamente por faixa etária.

• 69% dos millennials (idades entre 25-39) estão preocupados com sua segurança no emprego e 60% disseram que a pandemia afetou sua saúde mental, uma porcentagem mais alta do que todas as outras faixas etárias.
• Os baby boomers (com idades entre 55 e 70 anos ou mais) são os mais pessimistas sobre a recuperação econômica, com sete em cada dez relatando que acreditam que a economia de seu país continuará a sofrer uma desaceleração ou declínio significativo.
• A geração Z (idades entre 18 e 24 anos) é a mais otimista em relação à economia, com mais da metade afirmando acreditar que a economia se recuperará ao estado anterior à COVID-19 nos próximos meses.

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2,2 trilhões de dólares: o valor de mercado dos bens que circulam pelas instalações da Prologis em todo o mundo

A Prologis, líder global em condomínios logísticos, fechou parceria com a consultoria Oxford Economics para analisar o impacto econômico da indústria de armazenamento, especialmente com o crescimento do e-commerce. A pandemia acelerou a mudança do varejo tradicional para as compras online, gerando um boom dos centros de distribuição.

“Estamos impressionados com a forma como as pessoas na América Latina mudaram seu comportamento em relação ao consumo e às compras. Tempos de mudança exigem agilidade e conseguimos nos adaptar a essas novas condições. Como resultado, esperamos um incremento nas receitas de até 0,8% frente aos últimos três anos. A Prologis reforça seu compromisso com o mercado latino para atender a uma demanda cada vez maior de mercadorias”, declara Luis Gutierrez, presidente da Prologis Latin America.

Os destaques incluem:

• O valor de mercado atual dos bens que circulam pelas instalações da Prologis em todo o mundo é de US $ 2,2 trilhões;

• Este montante representa 2,4% do PIB mundial. Em 2017, quando a Prologis conduziu este estudo pela primeira vez, representava 1,7%;


• 850.000 pessoas trabalham atualmente nas instalações da Prologis, o que representa um aumento de 57,4% em relação a 2017.

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E-Commerce brasileiro cresce 78% no mês de julho, segundo Mastercard SpendingPulse

No Brasil, de acordo com o Mastercard SpendingPulse, índice que rastreia as vendas gerais de varejo em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque, as vendas pelo e-commerce* cresceram 78% em julho e a média de crescimento dos últimos três meses (maio, junho e julho) mais do que dobrou. Ambos os dados são na comparação com o mesmo período do ano passado.

“O crescimento do comércio eletrônico segue acelerado devido às mudanças de comportamento de compra impostas pelo distanciamento social. A pandemia acelerou a tendência de usar pagamentos digitais em vez de dinheiro físico, alavancando as plataformas de e-commerce”, diz Cesar Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

Vendas Totais
O Mastercard SpendingPulse registrou que o volume total de vendas (excluídas as vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) no varejo brasileiro teve expansão de 2,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este é o primeiro mês desde março em que o crescimento das vendas no varejo é positivo na comparação anual.

Quatro setores tiveram crescimento acima do indicador de vendas totais: supermercado, móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos e artigos de uso pessoal. Os setores de vestuários e combustíveis tiveram desempenho abaixo do indicador.

As regiões Sul (3,1%), Sudeste (2,8%) e Centro Oeste (2,7%) tiveram crescimento acima da média, enquanto Norte (2,2%) e Nordeste (1,9%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

*Vendas no comércio eletrônico são vendas de bens e serviços nas quais o comprador faz um pedido ou o preço e os termos da venda são negociados pela Internet, em dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange), correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

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Tetra Pak abre inscrições para programas de estágio e trainee

A Tetra Pak, uma das principais fornecedoras de soluções para processamento e envase de alimentos e bebidas, está com inscrições abertas para o programa Futuros Talentos, que abrange vagas para estágio e trainee. Para ambas as seleções, o início das atividades está previsto para janeiro de 2021.

O Programa de Estágio disponibiliza vagas para estudantes de ensino superior matriculados nos cursos de Engenharias, Economia, Direito, Administração, Marketing ou Comunicação e de ensino técnico matriculados nos cursos de Mecânica, Mecatrônica, Automação Industrial e Eletrônica. Como pré-requisitos, os alunos devem ter previsão de conclusão de curso a partir de dezembro de 2021 e disponibilidade para estagiar 30h semanais.

As inscrições devem ser realizadas até 5 de outubro pelo site http://www.estagio.tetrapak.com/, no qual o candidato passará por uma jornada virtual de testes e desafios.

Já o programa de Futuros Talentos, com duração de dois anos, busca desenvolver habilidades de liderança em jovens talentos com graduação entre dezembro de 2018 e janeiro de 2021. As vagas disponíveis são para as áreas de Vendas, em São Paulo, e Supply Chain (Negócios B2B) e Sustentabilidade, em Monte Mor, onde está localizada uma das fábricas da Tetra Pak e o seu Centro de Inovação ao Cliente (CIC).

Nesse caso, as oportunidades são voltadas a estudantes e recém-graduados das áreas de Engenharia, Administração, Economia, Relações Internacionais e Marketing. Os benefícios oferecidos são compatíveis com o mercado e abrangem assistência médica, seguro de vida, previdência privada e participação nos lucros.

As aplicações para o programa de trainee da Tetra Pak devem ser feitas na página http://bit.ly/FuturosTalentos2021 até 30 de setembro. O processo seletivo será totalmente online, com etapas que incluem entrevista online, dinâmica em grupo e teste de lógica.

A Tetra Pak é uma das principais fornecedoras globais de soluções de envase. Além das tradicionais embalagens longa vida, a empresa também possui um amplo portfólio de equipamentos de processamento e um time especializado na oferta de serviços técnicos, fornecendo soluções de ponta a ponta para a indústria de alimentos e bebidas.

Serviço:

Programa de Trainee
• Inscrições: de 31 de agosto a 30 de setembro
• Início: janeiro de 2021
• Link para inscriçõeshttp://bit.ly/FuturosTalentos2021

Programa de Estágio
• Inscrições: de 9 de setembro a 5 de outubro
• Início: janeiro de 2021
• Link para inscriçõeshttp://www.estagio.tetrapak.com/

Rio Info homenageará protagonistas da inovação no Brasil

Na próxima terça-feira, 15, como parte de sua programação de abertura, o Rio Info, principal evento de inovação, negócios, tecnologia e networking do setor de TICs no Brasil, em conjunto com a Softex, realizará a entrega da homenagem Illuminatus, um reconhecimento a nove personalidades dos setores públicos e privados cujas ações realizadas em prol da inovação são de grande importância e relevância para o país.

Um comitê de notáveis composto pelo Presidente da Softex e Ruben Delgado, Arapuan Mota Neto, Celso Pansera, Guilherme Cruz, Henrique Faulhaber, Isabel Roxo, José Gontijo, Lizandro Manzato, Lucas Ribeiro e Michael Nagy, trabalhou não apenas na indicação, mas também na seleção dos homenageados. Vale destacar a preocupação do comitê em reconhecer atores do ecossistema de inovação em diferentes setores e de todas as regiões do país.

Conheça os nove homenageados:

•          Ministro Marcos Pontes – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)

•         Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro – titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia (SECTI)

•          Carlos Eduardo Spezin Lopes – CEO da Doctoralia para Brasil, Peru e Chile

•         Cleber Oliveira Soares – diretor de inovação para agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

•         Gianna Sagazio – diretora de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

•          Gilberto Novaes – CEO da Transire Eletrônicos e Pax Brasil

•          Rafael Henrique Rodrigues Moreira –  CEO e founder da Bertha Capital

•          Richard Uchoa – CEO da LEO Learning Brasil 

•         Vania Neves – CIO Brazil da GSK

Realizado anualmente desde 2003, o formato digital da edição deste ano do Rio Info deverá favorecer a participação de um número recorde de congressistas. O evento, com duração de três dias, terá atividades simultâneas também na Argentina, no Canadá, Estados Unidos e Portugal.

A programação desta 18ª edição inclui ainda rodadas de negócios e o debate de temas como a relação da tecnologia e o home office, desafios e oportunidades para as empresas no cenário digital, internacionalização, mundo geek, planejamento ágil de estratégias e diversidade.

Para se inscrever, acesse www.sympla.com.br/rioinfo2020.

Detalhes sobre a programação http://rioinfo.com.br/2020

Rio Info 2020

15, 16 e 17 de setembro
Programação: http://rioinfo.com.br/2020
Inscrições – a partir de R$ 25,00 – pelo link: www.sympla.com.br/rioinfo2020


 

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Economia circular já é uma tendência na cadeia de rótulos e adesivos

A população global está crescendo de forma acelerada e, de acordo com estudos, chegaremos a 10 bilhões de pessoas em todo o mundo, em 2050. Isso significa um aumento no consumo, mais produção nas indústrias e, consequentemente, a exploração de recursos naturais e escassez de matéria-prima, além de maior descarte de lixo. Por isso, é tão necessário pensar agora em soluções que permitam otimizar os processos, para conciliar o aumento da produtividade com a diminuição dos impactos ambientais, utilizando esses recursos de forma mais eficiente.

Essa tem sido uma grande preocupação das indústrias, que passaram a desenvolver métodos para a Economia Circular, com a reciclagem de materiais que são utilizados como matéria-prima para novos produtos, resultando em redução, recuperação e reutilização de insumos. Isso significa que nada se perde, tudo se transforma, permitindo um equilíbrio perfeito e reduzindo o descarte.

Em empresas como a Avery Dennison isso já está em andamento. A companhia desenvolveu em sua unidade nacional o Programa Circular. Por meio desse projeto, por exemplo, a empresa transforma seus resíduos de liner papel em polpa celulósica, que é usada como matéria-prima para a produção de papel-toalha utilizado em sua planta no Brasil.

No contexto da indústria de autoadesivos, grande parcela dos materiais para rótulos e etiquetas contribui para o fluxo de resíduos. “Depois que saem das fábricas, globalmente, mais de 1 milhão de toneladas de material autoadesivo é descartado. O planeta não pode pagar por isso e nós também não”, enfatiza Alexandre Botelho, diretor de Compras da Avery Dennison. O executivo explica que, nas operações internas, cerca de 88% dos resíduos gerados são destinados para reciclagem e não vão para aterro sanitário. “O desafio é encontrar parceiros interessados em viabilizar os descartes gerados pelos nossos clientes na conversão dos rótulos (esqueletos) e pelos consumidores finais, no momento da rotulagem final (liner papel e PET).”

Elo da cadeia


Botelho revela, ainda, que uma das prioridades globais da companhia é ajudar a reduzir os resíduos em toda a cadeia. “A reciclagem de liners e esqueletos tem sido um desafio para a indústria de rotulagem. O que está faltando não é a vontade, mas sim a conexão entre os diversos integrantes da cadeia, para triagem, transporte e busca por medidas. Estamos em contato com recicladores, fabricantes de papel e plástico nas cinco regiões do mundo em que operamos, para encontrar soluções para os resíduos de liner Glassine, PET e esqueleto filme para transformação em novos produtos.”

Atualmente, a Avery Dennison e os participantes do programa direcionam aproximadamente 10% de resíduos para reciclagem e a meta para 2020 é chegar a 13%. “Nosso papel é tentar engajar todos os elos da cadeia, incluindo fornecedores, recicladores, convertedores e brand owners. Desde o início do projeto, em 2019, já tivemos muitos avanços, mas ainda há muito a ser feito”, destaca Botelho.

Soluções que agregam valor


Buscar por processos e produtos sustentáveis não significa abrir mão do valor à marca. Hoje, com os diversos recursos tecnológicos e materiais disponíveis, as empresas podem encantar as pessoas com embalagens atraentes e que transmitem sua identidade, se destacando em meio aos concorrentes e apresentando soluções que reduzem o impacto ambiental.


Os rótulos e adesivos se sobressaem por sua grande versatilidade e pelas inúmeras possibilidades de acabamentos e recursos gráficos que oferecem aos brand owners. Além de serem fortes aliados das marcas para criar embalagens que se destaquem nas prateleiras, são altamente eficientes no processo de rotulagem e viabilizam ganhos significativos nas linhas de produção.

A especificação correta, garantindo a adoção do material adequado para cada tipo de embalagem e evitando o desperdício de recursos, e a escolha dos insumos para produção dos rótulos são algumas iniciativas para se chegar a um menor impacto ambiental. Nesse sentido, a Avery Dennison trabalha em duas frentes: na busca por suprimentos oriundos de fontes responsáveis, como biopolímeros, materiais biodegradáveis e compostáveis, e papéis com certificação de manejo florestal; e na análise da cadeia de soluções sustentáveis, como a reciclagem, procurando incorporar resíduos recuperados em suas estruturas e oferecendo itens em seu portfólio, que possibilitam ou melhoram a reciclagem das embalagens, depois do seu descarte.

Setembro sustentável


Para a Avery Dennison, a sustentabilidade está inserida em todas as áreas. Desde a compra responsável até o portfólio de produtos, passando por processos internos, como a redução da emissão de gases de efeito estufa, e ações que incentivam a cadeia como um todo. “Acreditamos que é essencial disseminar a importância de práticas sustentáveis por todas as áreas da empresa, para que todos possam contribuir em conjunto”, afirma Botelho.

Uma das iniciativas da companhia é o “Setembro Sustentável”, mês dedicado às atividades relacionadas à conscientização sobre o tema, para incentivar o engajamento de colaboradores e parceiros, dentro e fora da empresa.

Reconhecimento global


A Avery Dennison é reconhecida mundialmente pelo desenvolvimento de ações em sustentabilidade. Em 2018, foi destaque na lista inaugural das 100 empresas mais sustentáveis da Barron’s e, em 2019, recebeu o prêmio Innovations in Sustainability (Inovação em Sustentabilidade) pelo “Programa de Aquisição Sustentável”, em parceria com a EcoVadis, que avalia, monitora e incentiva a melhoria das práticas sociais e ambientais dos fornecedores da empresa em todo o mundo. Esse mesmo programa recebeu o prêmio de Sustentabilidade 2018, durante a cerimônia do “Label Industry Global Awards”, realizada na LabelExpo 2018, a mais importante feira da indústria de materiais para rótulos e embalagens, que acontece nos Estados Unidos. Em 2020, a empresa subiu da posição 71 para a posição número 20, no ranking Barron’s.

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Vivo abre vagas de trainees e candidatos aprendem métodos ágeis durante seleção

A Vivo abre inscrições para o seu novo Programa de Trainee, com seleção 100% digital para profissionais formados nos últimos dois anos ou estudantes com formação prevista até dezembro de 2020. Do total de vagas, 30% serão destinadas ao público negro.

A proposta do programa é atrair candidatos com pluralidade de perfis. Dessa forma, a Vivo busca maior diversidade de gênero, raça, curso de formação e universidade. Fluência em idiomas não será necessária. A empresa ficará responsável por desenvolver essa habilidade, durante o ciclo do programa, nos candidatos que não a possuírem. Além das competências técnicas, a companhia busca características como empatia, coragem, criatividade, inovação, espírito de dono, colaboração, comprometimento e, principalmente, alinhamento com a cultura e com o propósito da empresa, de digitalizar para aproximar.

“Trabalhar na Vivo é estar sempre conectado com o impacto que temos na vida de milhões de brasileiros. Estamos em constante transformação, construindo um ambiente onde nossos colaboradores possam ser aquilo que desejam, expressar suas opiniões, apresentar ideias e trabalhar de forma colaborativa. O objetivo do programa será desenvolver jovens para atuar com foco nas áreas de negócios da Vivo e com cultura e transformação, fortalecendo clusters de marketing, comercial, produtos, estratégia, inovação, dados e inteligência artificial. Precisamos fortalecer nosso grupo de líderes dessas áreas, considerando os desafios futuros que temos”, destaca Niva Ribeiro, VP de Pessoas da empresa.

Na Vivo, milhares de colaboradores estão vivendo diariamente uma nova maneira de trabalhar através de métodos ágeis. Por isso, nesta edição do Programa de Trainee, o processo seletivo abordará um Laboratório Scrum, onde os candidatos serão capacitados e aprenderão a trabalhar nesse formato e também com OKRs (objetivos e resultados-chave). Os participantes terão acesso a conteúdo e experimentarão dinâmicas para aprender os conceitos e a prática, que já são realidades na cultura da empresa.

Startups brasileiras concorrem a US$ 20 mil em prêmio global da Shell

As startups brasileiras Safe Drinking Water for All (SDW) e EnGuia estão entre os 21 finalistas do Shell LiveWIRE Top Ten Innovators, premiação global que reconhece, anualmente, empreendimentos inovadores em três categorias: Energy Transition, Environment & Circular Economy e Local Prosperity. Os vencedores de cada tema vão receber US$ 20 mil, e os outros dois colocados, US$ 10 mil. Haverá ainda um prêmio de Realização Extraordinária de US$ 10 mil para uma empresa que tenha contribuído significativamente para combater os impactos socioeconômicos da Covid-19, fechando o Top 10.

A SDW, que concorre na categoria Local Prosperity, é um negócio de impacto social que busca mudar a vida de bilhões de pessoas no mundo que não possuem acesso à água potável, nem a saneamento básico. No Brasil, a startup já beneficiou mais 1,5 mil pessoas, totalizando 20 milhões de litros de água potável gerados. Já a EnGuia, que compete em Energy Transition, é uma plataforma que ajuda pessoas e pequenas empresas a gerenciarem o consumo de energia.

No total, 136 participantes de 15 países estiveram na seleção que chegou aos 21 finalistas, feita por uma banca com foco em projetos voltados para o tema “Criando um mundo mais habitável”. Entre os dias 7 e 16 de setembro, a premiação contará com uma votação popular, e o resultado será somado à decisão tomada por uma equipe de especialistas responsável por determinar os melhores colocados.

O prêmio é organizado pelo Shell LiveWIRE International, programa presente em 15 países e responsável por oferecer capacitação, suporte e estímulo a jovens empreendedores para que desenvolvam negócios sustentáveis. No Brasil, o projeto é chamado de Shell Iniciativa Jovem, que recebeu no ano passado os dois empreendimentos brasileiros participantes da competição internacional atualmente.

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Advent vende participação na Easynvest e se torna investidora do Nubank

A Advent International, um dos maiores e mais experientes investidores globais de private equity, anunciou hoje a venda de sua participação na Easynvest, maior plataforma digital de investimentos independente do Brasil, com 1,5 milhão de clientes, para o Nubank, maior banco digital independente do mundo.

“Ficamos muito orgulhosos com as conquistas da Easynvest desde que celebramos nosso compromisso de investimento, em março de 2017”, disse Mario Malta, Managing Director da Advent em São Paulo. “A empresa mais que quadruplicou sua base de clientes no período. Foi uma experiência incrível trabalhar ao lado do time de executivos e sócios da Easynvest, sempre com o objetivo de oferecer a melhor plataforma de investimentos do país, ajudando e ensinando os brasileiros a investir melhor e de uma forma descomplicada”.

“Nós desafiamos o status quo para criar uma nova geração de serviços financeiros, mais simples e centrada no consumidor”, disse David Vélez, fundador e CEO do Nubank. “O panorama do mercado de investimentos no Brasil é repleto de produtos complexos, caros e cercados de conflitos de interesse. Unir forças com a Easynvest vai nos permitir replicar nossa visão de levar simplicidade e eficiência a mercados complexos, usando a tecnologia e o foco no cliente para democratizar o acesso a serviços financeiros de qualidade para todos. Na Easynvest, encontramos um parceiro que não apenas compartilha nossa visão, nossos valores e nosso propósito, mas que também tem uma forte posição de liderança.”

A Advent e outros acionistas da Easynvest se tornarão investidores do Nubank.

“Ficamos muito impressionados com a equipe do Nubank e com o crescimento exponencial obtido pela companhia desde sua criação há sete anos, e é com enorme satisfação que a Advent se torna investidora da companhia”, diz Brenno Raiko, Managing Director da Advent. “Juntos, Nubank e Easynvest têm uma incrível oportunidade de transformar o mercado de serviços financeiros na América Latina utilizando o melhor da tecnologia em seu modelo de negócios 100% digital para encantar seus clientes e fãs.”

A venda da Easynvest e o investimento da Advent no Nubank estão sujeitos à aprovação pelo Banco Central do Brasil e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Os termos da transação não foram divulgados.

A Advent é um dos maiores e mais tradicionais investidores de private equity da América Latina. Nos últimos 24 anos, a Advent investiu US$ 6,8 bilhões em 64 empresas na região. A Advent abriu seu escritório em São Paulo em 1997 e, até hoje, investiu US$ 3,7 bilhões em 27 empresas no Brasil, em setores como serviços e serviços financeiros, saúde, industrial, varejo, consumo e lazer e tecnologia. Investimentos recentes incluem a CI&T, empresa global de serviços de transformação digital; Grupo BIG (antes Walmart Brasil), o terceiro maior varejista alimentar do Brasil; YDUQS (B3: YDUQ3), a segunda maior empresa de ensino superior do país; Fortbras, líder na distribuição e e varejo de autopeças; e Grupo Fleury (B3: FLRY3), maior grupo de serviços de diagnóstico premium do Brasil.

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Centro de Inovação e Tecnologia da GS1 Brasil será 360°

O CIT – Centro de Inovação e Tecnologia, da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil – considerado referência mundial em conhecimento, capacitação e experiência sobre automação, logística e cadeia de suprimentos – conta agora com todos os recursos de conteúdo 360°, com imagens e vídeos que têm um grande potencial comercial, de marketing e educacional. A previsão de lançamento do CIT 360º é para o início de outubro, e a expectativa da entidade é de atrair pelo menos 300 visitantes virtuais até o final do ano.

Na prática, significa que, muito além do uso em redes sociais, os conteúdos são fundamentais para o uso da realidade virtual e visitas virtuais, além de digitalização de espaços. Imagens e vídeos 360° são formatos mais simples e práticos de serem gerados e utilizados. Podem ser visualizados sem o uso dos óculos de realidade virtual, por meio de um computador, smartphone ou tablet. “O CIT agora está também incluído nesta nova tecnologia inovadora”, destaca Luiz Renato Martins Costa, assessor de educação da -GS1 Brasil.

Os softwares de modelagem 3D permitem a geração de imagens 360 graus. Esse processo de geração é conhecido como renderização e, para que ocorra, os softwares de modelagem precisam do auxílio de plugins, conhecidos como renderizadores.

Após a captação das imagens e a sua renderização, são incluídos no ambiente 360º em torno de 35 pontos de interação – fotos e vídeos – das soluções do CIT para trazer o ambiente físico já existente para a nova plataforma virtual!

O CIT é um espaço criado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil para demonstrar tendências tecnológicas capazes de otimizar os processos na cadeia de abastecimento. Instalado na sede da entidade, no bairro de Pinheiros, em São Paulo (SP), o CIT nasceu inspirado no Knowledge Center, da GS1 Alemanha, e foi inaugurado em 2014, com o objetivo de se tornar uma vitrine de soluções inovadoras de automação. A ideia é auxiliar as empresas a escolherem as melhores soluções para seus projetos de automação de processos.

O CIT possui equipamentos de automação de processos logísticos para lojas de varejo, e-commerce e rastreabilidade de medicamentos, que funcionam com soluções suportadas por tecnologias e padrões como código de barras, GS1 DataMatrix, GS1 DataBar, EPC/RFID entre outras tecnologias de captura, identificação e compartilhamento de informações.

O espaço é constantemente renovado com o apoio de patrocinadores e provedores de soluções tecnológicas, a fim de acompanhar a rápida evolução do mercado. O CIT se destina a visitas de empresas associadas, profissionais do mercado, universidades e escolas. A iniciativa foi tão positiva que a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil abriu um espaço semelhante em seu escritório em Brasília (DF).

O que você pode ver no CIT

• Soluções para logística
• Transelevador
• WMS (Warehouse Management System), ou sistema de gerenciamento de armazém
• Sistema de separação/picking por voz
• Soluções para indústria
• Linha de produção automatizada
• Impressora RFID
• Soluções RFID
• Inventário usando coletor portátil
• Espelho inteligente
• Soluções para o varejo
• Self Checkout
• Coletor e impressora
• Sistemas para controle de produtos e ruptura
• Espaço Saúde
• Espaço com três estações – farmácia hospitalar, leito hospitalar e farmácia varejo -, onde são simulados o uso de diferentes tecnologias e padrões GS1

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Banco Carrefour convida Startups e organiza hackathons com desafios para áreas de autoatendimento digital e seguros

As startups que possuírem soluções para o mercado financeiro têm uma nova possibilidade de inovar e fazer negócio. O Banco Carrefour iniciou, no dia 10 de setembro, uma série de Hackathons focados em duas das principais etapas da jornada do cliente: autoatendimento digital e seguros. Ao todo, serão 4 dias de maratona com 12 startups já selecionadas.

O objetivo principal do projeto é criar soluções e estimular a inovação e a competitividade dos negócios. Tudo isso a partir de desafios definidos de forma colaborativa para cada uma das Squads.

Para Charles Schweitzer, Head de Inovação do Banco Carrefour, esta é uma grande oportunidade, tanto para a instituição, quanto para as Startups envolvidas impactarem positivamente seus negócios, ao mesmo tempo em que geram mais facilidades para milhões de consumidores em todo o país. “Além de criar e executar rápido sempre pensando em nossos clientes, nós nos colocamos um outro desafio importante, que é estar aberto para trocar ideias e experiências. Por tudo isso, estamos muito animados com que está por vir”, afirma.

As startups participantes poderão receber até R$ 10.000,00 pelo desenvolvimento dos projetos, além ganhar visibilidade e ter contato com diferentes áreas dentro do Grupo Carrefour Brasil.

“É muito bacana realizar um projeto de inovação aberta com o Banco Carrefour. Construir pontes entre startups e corporações é uma das principais habilidades da Kyvo. Além do outsourcing de processos de inovação, nossa equipe transdisciplinar, juntamente com o time Carrefour, buscam não só gerar valor para o negócio, mas também para todo o ecossistema”, ressalta Hilton Menezes, CEO e fundador da Kyvo.

Atualmente, o Banco Carrefour, único banco próprio de um varejista no Brasil, já é responsável pela emissão e administração do Cartão Carrefour, Cartão Atacadão e pelos serviços da plataforma Carrefour Seguros e Serviços.

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Tecnologia em alta: conheça as fintechs que lideram o setor financeiro

A flexibilidade trazida pelo novo ambiente digital, com a regulamentação do compartilhamento de dados bancários (open banking) e as soluções de pagamento instantâneo (fast payments), vai acelerar ainda mais a transformação do setor financeiro, descentralizando o antigo ecossistema. A inovação tecnológica – base das fintechs – já criou inúmeros novos serviços e competidores de peso na arena de negócios digitais, e não mais necessariamente dentro dos grandes bancos. Na lista das dez mais importantes iniciativas brasileiras com esse perfil, que acaba de ser divulgada pelo Prêmio iBest, apenas três são ligadas a instituições tradicionais.

Conheça o os TOP 10 Brasil em Fintechs que concorrem ao Prêmio iBest:

Ame Digital
Banco Next
C6 Bank
Mercado Pago Brasil
Neon
Nubank
PagSeguro
Picpay
Stone
Superdigital Brasil

Os dez finalistas em cada uma das categorias do Prêmio iBest foram selecionados pela sua relevância na internet como um todo. Para isso, o iBest utiliza um algoritmo exclusivo, que analisou a presença e engajamento de marcas e influenciadores no Instagram, Twitter, Facebook, Youtube, sites e aplicativos.

Depois de marcar época na internet, o Prêmio ressurge com uma dinâmica renovada e um alcance maior. Ao todo, o prêmio contempla 54 categorias, com duas premiações em cada uma delas: Popular (onde todos brasileiros maiores de 16 anos podem votar) e o Oficial (escolhido por um grupo de especialistas e personalidades).

“Estamos trazemos de volta um selo de qualidade que continua a apresentar o que há de mais importante e interessante para os brasileiros”, afirma Marcos Wettreich, empreendedor e fundador do prêmio. “E é importante observarmos as mudanças de interesse dos consumidores, pois se há poucos anos o influencer competia com a mídia tradicional pela preferência da audiência, hoje na maior partes das vezes o influencer já lidera em vários segmentos. Nos resultados do iBest deste ano já podemos atestar claramente esta tendência ao analisar as relações dos dez maiores.”

Os campeões, assim como os finalistas (Top 10 e Top 3), receberão o selo iBest, um troféu digital que mostra ao mercado e aos consumidores que a iniciativa se destaca em relação aos demais competidores por sua relevância, e no Prêmio Popular com a distinção única e inequívoca de ter sido definida por votação aberta pelos brasileiros. “Entre tantas ótimas alternativas para os consumidores, chegar ao topo não é para qualquer um. É uma realização que merece reconhecimento e visibilidade para a marca”, explica Wettreich.

História

Criado pelo empreendedor e entusiasta do mundo digital, Marcos Wettreich, o iBest nasceu com a missão de estimular e reconhecer os melhores e mais influentes projetos da então nascente web brasileira. Entre 1996 e 2008, o prêmio foi a bússola para o reconhecimento das melhores iniciativas pioneiras na internet. Com milhões de votantes, foi considerado a maior premiação do gênero em todo o mundo e impulsionou os primeiros empreendimentos nacionais, revelando as empresas que se tornaram líderes na década inicial da internet no Brasil.

O Prêmio iBest foi desenvolvido pela Mantel Marketing, empresa de Marcos Wettreich. O iBest passou a ser uma empresa independente em 1999, quando GP Investimentos tornou-se sócio. Em 2001, a Brasil Telecom ingressou como acionista da empresa, tendo assumido a totalidade do controle em 2003. Em 2020 Wettreich criou a iBest Global, nova empresa que tem a missão inicial de desenvolver o novo iBest.

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Avanade anuncia Rodrigo Caserta como novo presidente de Growth Markets e Fabio Hasegawa como General Manager para o Brasil

Avanade , consultoria líder em transformação digital especializada no ecossistema Microsoft, anuncia hoje a nomeação de Rodrigo De Queiroz Caserta como o novo presidente da área de Growth Markets. Ele substitui Anna Di Silverio, que assumirá o papel de presidente de área para a Europa.

Rodrigo ingressou na Avanade Brasil em 2015 como Líder de Vendas e tornou-se Country Manager em 2016. Sob sua liderança, a Avanade Brasil experimentou um crescimento consistente de dois dígitos e expandiu o tamanho da equipe para mais de 1.100 pessoas. Como membro do conselho de cidadania corporativa da Avanade, Rodrigo ajudou a expandir o programa de Bolsas de Estudos STEM no Brasil e lançou uma nova iniciativa para formar e empregar profissionais maduros (50+). Em 2019, a Avanade Brasil foi reconhecida pela Glassdoor como um dos Melhores Lugares para se trabalhar no país.

Em sua nova função, Rodrigo será responsável por impulsionar o crescimento de negócios da Avanade na Austrália, Brasil, China, Hong Kong, Japão, Malásia e Singapura, liderando uma equipe de quase 3.000 profissionais. Rodrigo se reportará diretamente à Pamela Maynard, CEO Global da Avanade, e fará parte do Comitê Executivo da Empresa. O profissional também irá se mudar de São Paulo e ficará baseado em Singapura.

A Avanade também anunciou a nomeação de Fabio Hasegawa como o novo General Manager da Avanade no Brasil. Fabio liderará uma equipe de mais de 1.100 funcionários em quatro localidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Nova Lima) e alimentará o crescimento contínuo de nossos negócios e capacidades na região. Baseado em São Paulo, Fabio se reportará diretamente a Rodrigo Caserta, Presidente da Área de Growth Markets da Avanade.

Desde que Fabio ingressou na Avanade Brasil em 2013, ele assumiu várias funções-chave, incluindo a de Líder Regional de Clientes, Líder de Serviços Financeiros e, mais recentemente, liderando duas áreas focadas em soluções: Aplicações & Infraestrutura e Aplicações Comerciais. Fabio tem um sólido histórico de sucesso, entregando fortes resultados comerciais para a Avanade e clientes, liderando com sucesso a equipe da Avanade para a construção de projetos premiados de arquitetura em nuvem, bem como programas de Arquitetura Moderna Azure específicos da indústria.

PIX e Open Banking vão revolucionar a vida dos brasileiros

Por Ralf Germer


O Banco Central do Brasil (Bacen) tem trazido atualizações necessárias para levar o ecossistema bancário brasileiro a um novo patamar de inovação e equipará-lo aos mercados mundiais mais avançados. Termos como PIX e Open Banking estarão cada vez mais presentes em nosso dia a dia, uma vez que prometem transformar a forma como lidamos com as transações financeiras. Não é preciso ser especialista para entender que essas resoluções vão incentivar a inovação e competição entre as instituições financeiras e, consequentemente, quem se beneficiará serão os consumidores.


A primeira novidade são os pagamentos instantâneos, iniciativa prevista para chegar em novembro e que visa trazer mais praticidade. O PIX vai permitir que as transações sejam efetivadas em até dez segundos, sem restrição de datas e horários, reduzindo significativamente os custos das operações e abrindo um leque de possibilidades para o varejo e os consumidores. Por meio da tecnologia, pagadores e recebedores movimentarão o seu dinheiro de forma online e imediata para toda e qualquer entidade, empresa e pessoa física.


Já o Open Banking é uma revolução maior e, sem dúvida, um grande avanço para o mercado nacional. Com um sistema aberto e transparente, os cidadãos vão poder acessar seus dados e histórico financeiro, hoje mantidos pelos grandes bancos, e compartilhar com qualquer empresa regulada pelo BC se assim desejar. Os clientes passam a ter controle das suas informações e podem escolher por entidades do setor que tenham serviços mais adequados ao seu perfil.


Imagine, por exemplo, que uma pessoa queira conquistar um crédito pessoal para quitar suas dívidas. As fintechs do setor, bastante procuradas em épocas de crise, vão conseguir acessar as operações financeiras desse cliente, avaliar e negociar propostas que possam ser interessantes, além de terem um risco operacional menor, identificando bons e maus pagadores. Vale dizer que a regulamentação do Open Banking vem ao encontro da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).


Como comentei inicialmente, toda essa adaptação será importante não só para a evolução do mercado como um todo, mas também para proporcionar aos consumidores uma oferta maior de produtos e serviços. Por meio da tecnologia, será possível adquirir crédito pessoal com taxas de juros mais baixas, isso porque todas as instituições poderão ter acesso ao histórico de pagamento do cliente, se assim ele permitir.

Por fim, acredito que todo o dinamismo que os pagamentos instantâneos e o Open Banking irão proporcionar para o mercado financeiro, fará com que ele se torne mais competitivo e menos engessado. E nessa corrida pelo digital e disruptivo, sobrevive quem acompanha o mercado e sai na frente dos demais.

Ralf Germer, CEO e cofundador da PagBrasil

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