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Forcepoint anuncia compra da Deep Secure

A Forcepoint, líder mundial em serviços de cibersegurança e proteção de dados, anunciou hoje a aquisição da empresa britânica Deep Secure, cujos produtos protegem organizações e governos de ciberataques oriundos de malwares. Um levantamento do Safe at Last mostrou que, em 2021, ataques de malware acontecem no mundo a cada 11 segundos.

Com a compra, a Forcepoint pretende aumentar as capacidades de seu portfólio de soluções integradas de proteção de dispositivos à distância, o Cross Domain Solutions, para aumentar a eficácia da proteção de informações confidenciais de países governos que a utilizam, como os Estados Unidos. Além disso, a empresa passará a contar com a renomada plataforma anti-malware da Deep Secure, protegendo grandes empresas e agentes estatais de todo o mundo de malwares e ransomwares.

A plataforma de remoção de ameaças da Deep Secure atua nos mais comuns vetores e origens de ataques cibernéticos, como downloads da web e e-mails, e é ideal para empresas que necessitam do mais alto nível de confiança para atuar. Trata-se de um serviço que não depende de detecção de ataques para atuar, e já se provou eficaz, com enfoque na experiência do usuário.

“A Forcepoint mantém a liderança nas soluções de Cross Domain há mais de 20 anos trabalhando de perto com governos, clientes e parceiros de tecnologia para termos a certeza de que nossos serviços oferecem a maior e mais robusta segurança possível”, afirma Sean Berg, presidente de Infraestrutura Crítica da Forcepoint. O executivo disse também que não vê a hora da fusão ser confirmada para poder integrar os serviços e equipe da Deep Secure ao portfólio da Forcepoint.

Dan Turner, CEO da Deep Secure, reforçou que o alinhamento de visões entre as duas empresas foi determinante para que o negócio fosse fechado. “Nossa missão compartilhada de dar prioridade aos dados antes de qualquer coisa ajuda a proteger a galinha dos ovos de ouro do mundo digital, e isso é fundamental para a integridade dos negócios hoje”.

WDC Networks, Huawei e HDT Energy fecham parceria para o mercado brasileiro de energia solar fotovoltaica residencial, comercial e industrial

A WDC Networks, focada em Technology as a Service (TaaS) e que atua no setor de energia solar com fabricação de geradores solares fotovoltaicos com a marca WDC Solar, anunciou uma parceria estratégica com a multinacional de tecnologia Huawei, líder mundial em inversores fotovoltaicos inteligentes e com a brasileira HDT Energy, sua operadora logística. Essa nova parceria tem como objetivo trazer para o mercado de solar novas soluções tecnológicas para os segmentos de alta-potência e sistemas híbridos (on-grid e off-grid), com uso de baterias de lítio para expandir sua atuação dentro dos segmentos de residências mais sofisticadas, comércios e indústrias de médio e grande porte, unindo a expertise de três grandes empresas da área para atender o mercado em franco crescimento. 

Estimativas da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) preveem para o ano de 2021 um aumento de 5,09 GW em potência instalada de energia solar fotovoltaica no Brasil, representando mais de 68% em relação ao acumulado até o fim de 2020. A WDC trabalha com uma linha de produção de geradores de vários tipos de potência, com todos os modelos de estrutura de fixação e inversores para instalação de energia fotovoltaica em residências, comércios e indústrias.

“O mercado de energia solar ainda vai passar por muitas transformações, a entrada de sistemas de maior performance com capacidade de agregar soluções de automação e armazenamento, são a grande aposta da WDC. A proposta da Huawei de oferecer soluções com o mais alto nível de proteção contra incêndios, otimizadores de alta performance e a capacidade de tornar os sistemas híbridos apenas conectando uma bateria, foram os grandes motivadores para a parceria. A estrutura global da Huawei, o apoio logístico da HDT e o foco na WDC em trazer soluções que melhorem a vida das pessoas formaram esta aliança que vai mudar o mercado brasileiro de energia solar”, comenta André Luiz de Paula Souza, diretor da divisão WDC Solar no Brasil.

No setor solar brasileiro, a Huawei vem contribuindo, significativamente, através de sua solução Smart Fusion Solar que integra seu expertise em tecnologia da informação digital (acumulada ao longo de 30 anos de história em P&D) com a indústria de energia solar fotovoltaica. Somente em 2020, no Brasil, foram mais de 1.9GW fornecidos e 30% do market share conquistado.

Ao todo são mais de 4 GW em projetos de energia solar com a solução Huawei (entregue ou em instalação), mais de 70 projetos solares de médio e grande porte que têm soluções da Huawei instaladas, que se diferenciam em performance de maneira, extremamente, competitiva. “Agora queremos expandir a marca Huawei para o cenário residencial, comercial e industrial no país. E a parceria estratégica com a WDC Networks e a HDT Energy, reforçará a nossa marca aliando tecnologia de ponta, canal de distribuição e logística para um perfeito go-to-market. Não somente nestes pilares, como também na assistência pós vendas e na capacitação técnica através de treinamentos gratuitos, fecham todo o ecossistema de valor em que a Huawei acredita,” afirma Fábio Mendes, diretor de canais e vendas para a América Latina, da Huawei.

A Huawei entra nessa colaboração como a líder mundial de distribuição de geradores e inversores de energia solar fotovoltaicos, juntamente à HDT, como operadora logística dos produtos. Finalmente, a WDC une os produtos e faz o contato direto com mais de 12.000 integradores. Com isso, as três empresas visam ampliar o conceito de sustentabilidade e de cidade inteligente, com reaproveitamento de energia que possibilita a otimização dos recursos para melhor servir à população. A energia solar em residências atua como uma das principais alternativas atuais, que aliam tecnologia sustentável ao melhor custo benefício.

“Além do crescimento natural do mercado de energia solar, a marca WDC Solar aposta na sinergia do negócio de solar com as demais áreas da empresa (Telecom, TI e Automação), pois todo o mercado tem buscado diminuição nas despesas com energia, redução na pegada de carbono e ações práticas de comprometimento com o meio ambiente. É um movimento sem retorno. Os consumidores, o Brasil e o mundo têm buscado cada vez mais o consumo inteligente, com soluções preparadas para o futuro. A WDC Solar está preparada para esta nova onda e a Huawei será fundamental neste cenário de mudança” conclui o diretor da WDC.

GM vai ampliar investimentos em carros elétricos e autônomos para US$ 35 bilhões até 2025

A General Motors Co. (NYSE: GM) anunciou hoje que aumentará seus investimentos em EV (electric vehicles, ou carros elétricos, em português) e AV (autonomous vehicles, ou carros autônomos, em português) para US﹩ 35 bilhões entre os anos de 2020 e 2025, o que representa um aumento de 75% em relação ao compromisso inicial anunciado antes da pandemia.

A intensificação desse compromisso da GM acelera sua estratégia de transformação para se tornar líder de mercado em EVs na América do Norte; líder global em tecnologia de bateria e célula de combustível por meio de sua plataforma de bateria Ultium e células de combustível HYDROTEC; e, por meio da Cruise, ser a primeira a comercializar com segurança a tecnologia de direção autônoma em grande escala.

“Estamos investindo fortemente em um plano abrangente e altamente integrado para garantir que a GM lidere em todos os aspectos a transformação para um futuro mais sustentável”, disse a Chair e CEO da GM, Mary Barra. “A GM tem como meta global a venda de mais de 1 milhão de veículos elétricos anualmente até 2025, e estamos aumentando nossos investimentos para ganhar escala mais rápido porque vemos que este é o momento propício para a eletrificação nos Estados Unidos, junto com a demanda dos clientes por nosso portfólio de produtos”.

A GM compartilhou pela primeira vez sua visão de um mundo com zero acidente, zero emissão e zero congestionamento há quase quatro anos. Os principais fatores que mudam o cenário incluem forte adesão pública ao GMC HUMMER EV e HUMMER EV SUV, ao Cadillac LYRIQ e à picape elétrica Chevrolet Silverado; investimentos da GM e de revendedores na experiência do cliente EV; investimento público e privado em infraestrutura de carregamento de EVs; e o ambiente político global.

“Há uma convicção forte e crescente entre nossos funcionários, clientes, revendedores, fornecedores, sindicatos e investidores, além de legisladores, de que os veículos elétricos e a tecnologia de direção autônoma são a chave para um mundo mais limpo e seguro para todos”, disse Barra.

O anúncio de hoje baseia-se no compromisso inicial da GM anunciado em março de 2020 de investir US﹩ 20 bilhões de 2020 a 2025, incluindo capital, despesas de engenharia e outros custos de desenvolvimento, para acelerar sua transição para EVs e AVs. Em novembro de 2020, a empresa aumentou o investimento planejado para US﹩ 27 bilhões, considerando o mesmo período.

Esse investimento foi viabilizado graças a força dos negócios da GM, incluindo o recorde de EBIT ajustado nos últimos três trimestres. A GM agora espera entregar resultados melhores do que o esperado no segundo trimestre, apesar do impacto da escassez de semicondutores em toda a indústria.

Com base na melhoria da produção de curto prazo, combinada com forte demanda e resultados melhores do que o esperado na GM Financial, a empresa espera que seu EBIT ajustado fique entre US﹩ 8,5 bilhões e US﹩ 9,5 bilhões no primeiro semestre, seguido por fortes resultados no segundo semestre. A GM espera que o ambiente operacional no segundo semestre de 2021 continue complexo e fluido. A empresa fornecerá atualizações adicionais sobre seus resultados financeiros acumulados e perspectivas para o segundo semestre de 2021 durante a teleconferência de resultados do segundo trimestre, em 4 de agosto.

O diretor financeiro da GM, Paul Jacobson, também participará da conferência virtual de investidores do Deutsche Bank hoje, às 13h20 EDT. A GM também confirma que sediará o Dia do Investidor em Detroit, nos dias 6 e 7 de outubro.

Os investimentos adicionais e novas colaborações da GM são de longo alcance e projetados para criar vantagens competitivas ainda maiores para a empresa. Isso inclui:

• Acelerar a produção de células de bateria Ultium nos Estados Unidos: a GM está acelerando os planos de construir duas novas fábricas de células de bateria nos Estados Unidos em meados da década para complementar as fábricas da Ultium Cells LLC, em construção no Tennessee e em Ohio. Mais detalhes sobre essas novas fábricas nos EUA, incluindo os locais, serão anunciados posteriormente.

• Comercialização de baterias Ultium feitas nos EUA e células de combustível HYDROTEC: além de colaborar com a Honda para construir dois EVs usando a tecnologia Ultium – um SUV para a marca Honda e um para a marca Acura – a GM anunciou em 15 de junho que assinou um memorando de entendimento para fornecer baterias Ultium e células de combustível HYDROTEC para a Wabtec Corporation, que está desenvolvendo a primeira locomotiva 100% movida a bateria do mundo.

Separadamente, a GM fornecerá a célula de combustível HYDROTEC para a Navistar , Inc. , que está desenvolvendo caminhões pesados ​​movidos a hidrogênio para lançamento em 2024, e para a Liebherr-Aerospace, que está desenvolvendo unidades de energia auxiliar movidas a hidrogênio para aeronaves. A Lockheed Martin e a GM também estão se unindo para desenvolver a próxima geração de veículos lunares para transportar astronautas na superfície da Lua, aproveitando a experiência da GM em propulsão elétrica e tecnologia autônoma.

Hoje, a GM confirma os planos para lançar suas células de combustível HYDROTEC de terceira geração com densidade de potência ainda maior e custos mais baixos até meados da década. A GM fabrica suas células de combustível em Brownstown Charter Township, Michigan, em uma joint venture com a Honda.

• Expandindo e acelerando o lançamento de EVs para clientes de varejo e de frota: em novembro de 2020, a GM anunciou que entregaria 30 novos EVs em 2025 globalmente, com dois terços disso disponíveis na América do Norte. Por meio dos investimentos adicionais anunciados hoje, a GM adicionará a seu plano para a América do Norte novos caminhões comerciais elétricos e outros produtos que aproveitarão as oportunidades de design criativo e flexibilidade possibilitadas pela Plataforma Ultium. Além disso, a GM adicionará maior capacidade para a produção de SUV elétricos, nos EUA. Detalhes adicionais serão anunciados posteriormente.

• Implementando com segurança a tecnologia de direção autônoma em grande escala: a Cruise, subsidiária majoritária da GM, recentemente se tornou a primeira empresa a receber permissão dos reguladores para fornecer um serviço autônomo de transporte de passageiros, ou seja, sem motorista, para o público da Califórnia. A Cruise também foi recentemente selecionada como o fornecedora exclusiva de serviço AV (autônomo) para a cidade de Dubai e está trabalhando com a Honda para iniciar o desenvolvimento de um programa de testes AV no Japão. Além disso, a GM Financial fornecerá uma linha de crédito plurianual de US﹩ 5 bilhões para a Cruise escalar sua frota Cruise Origin. Desenvolvido por meio de uma parceria entre a GM, Honda e Cruise, o Cruise Origin será construído no Centro de Montagem Factory ZERO Detroit-Hamtramck da GM, a partir do início de 2023.

Patrícia Matzenauer é a nova Gerente de Marketing da Pmweb

A Pmweb, empresa que oferece tecnologia e serviços para marketing e CRM, vem consolidando o setor de marketing como um dos grandes pilares da companhia, que cresceu cinco vezes nesse último ano, mesmo em tempos de pandemia. Para coroar esse ciclo, a empresa gaúcha promoveu Patrícia Matzenauer, atual coordenadora de marketing, para o cargo de Gerente de Marketing. 

Patrícia tem mais de 15 anos de experiência no mercado e passou por empresas de diversos segmentos, como Dell, Vigor Alimentos, Proforma com as marcas Drogasmil e Farmalife, e Grupo Apisul. “Acredito que essa multidisciplinaridade de verticais e assuntos me deu uma visão mais global, holística e estratégica, me permite entender a necessidade de todas as frentes de marketing, os perfis dos clientes e os diferentes planos que precisam ser adotados”, explica a nova gerente.

Para Patrícia,os principais desafios de um líder de marketing são a liderança em si e o foco estratégico: “A liderança é essencial para extrair o máximo potencial da equipe, orquestrar diferentes perfis e frentes de entrega. Estratégia para garantir que o marketing tenha contribuição clara para os resultados da empresa. Esses dois focos foram essenciais na Pmweb desde a minha entrada há dois anos. Inicialmente, em 2019, com os desafios de estruturar uma área mais estratégica, que vai muito além da comunicação, gerando valor e resultados para o negócio.” 

No novo cargo, Patrícia será responsável por todas as frentes de marketing e seguirá com o desafio de contribuir para o crescimento acelerado e sustentável que a empresa vem conquistando. “Colocamos nossos clientes em outro patamar na relação com seus clientes finais, através de marketing e CRM, de forma escalável por meio de tecnologia, mas ainda assim personalizada, individualizada e humanizada. Dessa forma geramos resultados expressivos aos nossos clientes e consequentemente geramos oportunidades a todos os nossos times”, finaliza. 

Carreira de programador é uma das mais promissoras em 2021

A área de T.I foi uma das que mais cresceram nos últimos anos. Entre 2012 e 2020, os serviços de tecnologia da informação, mais que dobraram de tamanho, com cerca de 95,6%, de acordo com o IBGE. 

Ricardo Pieper, Engenheiro de Software da Ubots – startup especializada em chatbot que cresceu mais de 103% em 2020 – explica que pela alta demanda no setor, causada principalmente pelo cenário de pandemia mundial, os profissionais da área de T.I estão sendo cada vez mais requisitados, pois o “novo normal” está associado ao ambiente virtual. Pesquisas apontam que até 2024 haverá a criação de 420 mil vagas na área de T.I

O setor da tecnologia oferece várias oportunidades para quem deseja atuar no mercado, a carreira de programador é um exemplo. Com a principal função de projetar, construir e realizar manutenções em softwares, o programador precisa ter uma visão sistêmica do problema que está resolvendo, e precisa dar atenção aos detalhes. O profissional pode operar em um aplicativo de celular e até na criação de chatbots. 

Iniciar na carreira de programação 

O primeiro passo para entrar nesse mercado é estar ligado às novas tecnologias, as possibilidades de linguagem e principalmente nas tendências. Entre as principais habilidades do profissional estão: ter raciocínio lógico, ser curioso, habilidades matemáticas e persistência. 

“É uma área com grandes oportunidades, com salários bons e muitas vagas disponíveis. A pessoa que escolhe ser programador tem que gostar de programar, pois é uma profissão  que exige estudo e dedicação fora do ambiente de trabalho para se manter atualizado”, explica Pieper. 

Quando falamos de mercado de trabalho, muitas pessoas conseguem emprego ou estágio após um curso técnico e outras somente depois da faculdade, mas vale levar em consideração que algumas empresas estão dispostas a contratar pessoas que são completamente autodidatas, pois com a internet há muitos recursos disponíveis para aprender a programar profissionalmente por conta.

Para aqueles que desejam seguir na carreira acadêmica, é possível fazer uma pós-graduação, seja mestrado ou doutorado, com a possibilidade da formação fora do Brasil, no formato de “sanduíche”, em que o aluno passa um tempo fora do país para estudar e depois volta para o Brasil para completar a graduação. 

Mercado de trabalho

A conquista da vaga tão sonhada em programação pode vir de uma necessidade de mercado. No desenvolvimento web, normalmente,  Node.js, Golang, Python, PHP, Ruby, Java e C# são as mais requisitadas. 

No Brasil, a área de desenvolvimento de jogos também está crescendo, sendo comum a linguagem C# e o motor de jogos Unity, porém, isso varia de empresa para empresa. Já para sistemas de IoT, a chamada internet das coisas, as linguagens de baixo nível são as mais requisitadas, como C e C++. 

De acordo com Ricardo, nos próximos anos, a linguagem Rust pode vir a crescer. A linguagem é utilizada no navegador Firefox, e também em empresas como Microsoft e Amazon AWS. Essas empresas estão adotando a linguagem Rust cada vez mais, devido a sua performance e segurança. 

Abaixo, o Engenheiro de Software da Ubots dá algumas dicas para obter sucesso na carreira: 

É muito importante ter os princípios básicos de programação sempre afiados, ou seja, boas práticas de programação e também padrões de arquitetura de software. É um conhecimento que transcende linguagens de programação e pode ser aplicado em qualquer situação. 

Normalmente, as vagas de programação especificam quais as competências o programador deve ter, como de front-end, em que o profissional cuida da parte visual do sistema, da interface do usuário. Há capacidades de back-end, que o programador cuida do funcionamento “por baixo dos panos”. 

Além disso, há competências de DevOps, que o programador deve automatizar e acelerar processos do ciclo de vida de desenvolvimento, ou seja, do momento em que o código é escrito até colocar em funcionamento para o usuário final. Na prática, atualmente, o profissional de programação com vários anos de experiência entende um pouco de tudo, o que chamamos de “desenvolvedor full-stack”. 

Segundo o site vagas.com, a média salarial de um programador é de R$ 2.774,00. Vale ressaltar que a remuneração pode variar pela região, tamanho da empresa e experiência do profissional. 

Trajetória de um programador

Para ilustrar o cenário da carreira de programador, Ricardo Pieper conta sua história de aprendizados e conquistas na área de T.I.

Por volta dos 13 anos, eu queria aprender como criar jogos,  por isso optei por estudar programação. Acho que muita gente da minha idade deve ter passado por esse mesmo caminho. Iniciei um curso técnico aos 14 anos, junto com o Ensino Médio. Três anos depois consegui um estágio em uma startup que usava a linguagem de programação C#, no mesmo ano consegui a efetivação e fiquei nessa empresa até o final de 2013, que totalizou quase dois anos de experiência. Por volta dessa época, comecei minha faculdade em Sistemas de Informação. Ter feito o curso técnico antes da faculdade facilitou muito as coisas, pois eu já havia aprendido a programar. Dessa forma as cadeiras de programação foram bem tranquilas.

Depois dessa primeira oportunidade, fui para uma empresa que usava a linguagem Genexus e percebi que era uma linguagem com potencial bastante limitado para a minha carreira, visto que ela resolvia um problema muito específico e deixava a desejar como linguagem de propósito geral. Além disso, era uma tecnologia bastante engessada e fechada. Nessa empresa eu era uma das pessoas com mais conhecimento em C#, então consegui me posicionar de forma diferente, devido a isso, pude continuar aprendendo sobre C# ainda mais, mesmo não sendo a tecnologia principal da empresa. 

Por ter aprendido bastante C#, consegui uma vaga na região metropolitana de Porto Alegre trabalhando com ASP.NET e C#. Fiquei nessa empresa por um tempo, mas chegou a um ponto em que eu estava me sentindo estagnado na carreira. Também havia recém terminado a faculdade. Portanto, decidi ir atrás de outras oportunidades, mas não estava conseguindo passar em nenhuma entrevista, justamente por que ainda tinha muita coisa que ainda precisava aprender. 

Em uma dessas entrevistas, o avaliador, que era um desenvolvedor com mais experiência, me sugeriu algumas coisas para estudar, como código limpo e arquitetura de software. Após me aprofundar nesses assuntos, consegui entrar na Ubots como Engenheiro de Software. Além disso, realizei um mestrado na PUCRS, na área de programação paralela distribuída e meu trabalho foi avaliado com distinção. 

Em um ano, a Ubots conseguiu aumentar o time tech em 84%, de 26 colaboradores para 48. A expectativa da startup é construir uma equipe de 70 pessoas.  

Locaweb é parceira de inovação da Endeavor para estimular o crescimento de scale-ups no Brasil

A Locaweb, uma das empresas pioneiras em soluções para transformação digital de negócios no Brasil, anuncia patrocínio gold do programa de aceleração da Endeavor, rede global formada pelos empreendedores e empreendedoras à frente das scale-ups que mais crescem no mundo. O objetivo do Scale-Up Endeavor Soluções SMB, que está com inscrições abertas até 28 de julho de 2021, é viabilizar a aceleração de 12 empresas que estimulem a produtividade de PMEs.

O programa busca scales-up com modelo de negócio sólido e validado nos segmentos de Gestão de Processos e Tarefas, Gestão de Recursos Humanos, Tecnologia da Informação, Gestão de Clientes e Marketing e Gestão Financeira e de Capital.

Durante os cinco meses de aceleração, de agosto a dezembro de 2021, os empreendedores e empreendedoras serão acompanhados por uma mentora ou mentor individual para auxiliá-los nos desafios inerentes ao crescimento do negócio, além de encontros virtuais com grandes nomes do empreendedorismo e oportunidades de geração de negócios e navegação pelas empresas parceiras, como a Locaweb.

Para a Locaweb, existe o entendimento de que esta iniciativa é fundamental para suprir demandas e superar dificuldades geradas pelo impacto econômico da pandemia do novo coronavírus. Com fluxo de caixa reduzido e entraves de investimento, este apoio viabiliza aos empreendedores e empreendedoras um horizonte de possibilidades por meio da digitalização de seus negócios, criando canais alternativos de venda dos seus produtos e serviços.

“A parceria entre a Locaweb e Endeavor já dura anos! Criamos juntos o primeiro programa de aceleração com patrocinadores da Endeavor, que hoje virou um dos principais produtos de open innovation da rede global para apoiar o ecossistema e contribuir com a geração de negócios entre grandes empresas e as scale-ups do Brasil. É muito rica a troca que temos no programa, principalmente neste momento desafiador para as pequenas e médias empresas. ” destaca Fernando Cirne, CEO Locaweb.

Em sua totalidade, o programa de aceleração da Endeavor já acelerou ativamente mais de 2.000 empreendedores e empreendedoras de mais de mil empresas em programas por todo o Brasil. Mais da metade das empresas aceleradas em 2020 cresceu a taxas de 75% ou mais, com uma receita agregada de R﹩ 4.4 bilhões.

As inscrições para a o programa Scale-Up Endeavor Soluções SMB podem ser feitas por meio da página do programa: https://endeavor.org.br/scaleup/solucoes-smb

4º Simpósio Internacional de Segurança abre espaço para startups desenvolverem novas tecnologias no combate à criminalidade

Com o objetivo de descobrir novos projetos de tecnologia na área de segurança, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), lançou o II Desafio SINTSP – InTeSeg (Inovação, Tecnologia e Segurança), a partir de um chamamento público destinado a startups do Brasil inteiro. A competição, que aconteceu pela primeira vez no ano passado, visa apoiar iniciativas de desenvolvimento tecnológico e inovação para a modernização e melhoria da efetividade na segurança pública do país. Entre os critérios de grande relevância estão as tecnologias voltadas para a identificação, mapeamento, seleção e apresentação de empreendimentos do país .

A ação integra o cronograma do 4º Simpósio Internacional de Segurança, que será realizado no Distrito Federal dos dias 30 de agosto a 2 de setembro. O objetivo é ser um espaço totalmente focado em apresentar e demonstrar as mais modernas soluções tecnológicas de segurança existentes e já desenvolvidas. O evento é organizado pela ADPF e tem o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal e Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). Para o Delegado Federal Luciano Leiro, Vice-Presidente da ADPF, Diretor Regional da ADPF-DF e coordenador do simpósio, o II Desafio SINTSP- InTeSeg é uma forma de incentivar e descobrir novas soluções tecnológicas para segurança pública.

“Precisamos ainda debater muito sobre esse tema. Há uma escassez notória de recursos humanos, logo, a tecnologia tem suma importância no combate à criminalidade. Portanto, mais uma vez teremos a oportunidade de conhecer novos projetos, novas ideias e até aplicá-las em nosso sistema futuramente. Então, se você tem uma empresa ou startup e está com um projeto nessa área, se inscreva, mande sua proposta para nós. O espaço está 100% aberto”, explica.

Sobre o desafio

Podem participar do desafio startups de todo o país e, quem ainda não se enquadra no conceito pode apresentar uma ideia que será avaliada pela comissão, a fim de verificar sua viabilidade para a competição, conforme requisitos do edital. As iniciativas inscritas devem se enquadrar nos seguintes temas da área tecnológica: Segurança Pública, Fronteiras, Crimes Cibernéticos, Sensoriamento Remoto e Smart Cities. Há possibilidades de criação de projetos voltados para sistemas inteligentes que auxiliem no combate à criminalidade, programas de software e automação para monitoramento de cidades inteligentes, entre muitos outros.

As inscrições para o II Desafio SINTSP – InTeSeg devem ser feitas até o dia 30 de junho, com envio da proposta no e-mail desafio@sintsp.com.br. Os projetos serão julgados em alguns quesitos como originalidade, aplicabilidade, relevância, entre outros, por uma banca definida pela organização do evento, composta por representantes de empresas e entidades da área de segurança pública, entre 01 e 15 de julho. O resultado sairá no site do simpósio no dia 20 de julho e os vencedores participarão de um painel dentro da programação do simpósio apresentando suas ideias.

Para este ano, uma novidade importante: haverá uma premiação em dinheiro para os três primeiros colocados, R$ 25 mil, R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. O edital completo com todas as informações pode ser conferido no www.simposioseguranca.com.br.

Outra informação a se destacar é que os participantes da edição de 2020 podem voltar à disputa esse ano, desde que seja apresentado um novo projeto. É o caso do empresário Otávio Soares, vencedor do I Desafio InTeSeg, liderando a startup GoLeadger. O produto vencedor desenvolvido foi o GoBio, uma plataforma de integração de bases de dados biográficas e biométricas de diversas organizações, que cria um documento de identificação nato-digital, ou seja, um “ID digital”, capaz de armazenar informações históricas e de indicar o registro ideal de um cidadão.

“A participação no Desafio foi muito importante primeiramente para validar a solução. Nada melhor do que ter uma equipe de especialistas em Segurança Pública avaliando e aprovando nosso produto. Adicionalmente a isso, temos toda a exposição da empresa no segmento e o relacionamento que foi feito”, conta o empresário que é graduado em Processamento de Dados e pós-graduado em Desenvolvimento de Sistemas.

Para a competição deste ano, o especialista irá apresentar um projeto focado no combate de crimes cibernéticos transnacionais. “Para nós, é sempre um motivador adicional. Depois que você ganha o primeiro, fica a expectativa do que vai apresentar na sequência. Não podemos decepcionar”, finaliza.

Sobre o Simpósio

A 4° edição do Simpósio Internacional de Segurança, com o tema “As Inovações Tecnológicas no Combate à Criminalidade”, reunirá diversos especialistas em segurança pública e inteligência, empresários do setor, representantes de instituições policiais e organizações da sociedade civil de 30 a 31 de agosto em formato presencial e de 31 de agosto a 2 de setembro de forma online, com gravação em um estúdio preparado especialmente para o evento. A expectativa é de que mais de 3 mil pessoas participem do simpósio.

Serviço:
II Desafio SINTSP – InTeSeg (Inovação, Tecnologia e Segurança)
Inscrições até 30 de junho no email desafio@sintsp.com.br
Resultado: 20 de julho de 2021

Sabemi lança programa de parcerias com startups

A Sabemi, uma das principais seguradoras do Brasil, lançou nesta semana o Inova, Programa de Inovação Aberta e Disruptiva, que busca conectar startups às estratégias de negócio da companhia. A iniciativa tem por objetivo possibilitar trocas que promovam inovação e projetos disruptivos, de modo a alavancar o crescimento de fintechs e insurtechs e, ao mesmo tempo, fortalecer os objetivos de médio e longo prazo da Sabemi.

Inspirado no mindset das startups, o programa busca agregar valor à seguradora, trazendo a inquietude de promover inovações no negócio. O Inova é estruturado a partir de quatro pilares centrais: eficiência operacional, aumento de receita, melhor experiência do cliente e otimização e personalização da oferta de produtos. Para se candidatar ao programa, as startups devem preencher o formulário disponibilizado no site da Sabemi e preparar um pitch de 10 minutos para o Speed Dating, encontro virtual para apresentação das startups.

“A Sabemi é uma empresa sólida, com quase 50 anos de mercado, mas tem alma de startup. O programa Inova faz parte da esteira de transformações que iniciamos em 2020 na companhia para estarmos sempre alinhados ao mercado e às inovações do mundo digital”, explica Marcia Ferla, Head de Marketing da empresa.

Por isso, o Inova tem o olhar voltado às fintechs e insurtechs, modelos de negócio em constante crescimento no Brasil. Segundo dados do Distrito Dataminer, atualmente, o país conta com 876 fintechs em atividade, sendo que, em 2020, as empresas captaram cerca de 1,9 bilhão de dólares. As insurtechs, por outro lado, constituem modelo mais incipiente no país. Essas startups, voltadas para o mercado de seguros, estão muito presentes em São Paulo. No total, há 113 insurtechs no Brasil, e 52% delas estão no estado de SP, conforme pesquisa da FIA – KPMG.

Consorciei levanta rodada de investimentos de mais de 30 milhões

A Consorciei, que tem a missão de ajudar milhões de brasileiros consorciados a atingirem seus objetivos financeiros, acaba de levantar uma rodada de investimentos Series A de pouco mais de R﹩30 milhões. Liderada pela Tera, family-office dos fundadores do Pátria, a rodada teve participação da Tarpon, que já era acionista da companhia, e outros family-offices.

Os recursos da rodada serão utilizados para acelerar o crescimento, com foco principal em novas contratações e marketing. Em 2020, a companhia cresceu 10x em relação ao volume de 2019, e pretende manter um ritmo de crescimento alto nos próximos anos. Fundada em 2018 por Alexandre Caliman Gomes, João Prado e Pedro Amoroso Lima, todos com mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, a startup se propõe a transformar o mercado de consórcios, um dos poucos segmentos do mercado financeiro que não acompanharam, na mesma intensidade, a onda de inovação tecnológica do mercado.

A Consorciei surgiu com o propósito de oferecer uma solução simples e justa para os milhões de brasileiros que desistem de seus consórcios e acabou por impulsionar a transformação digital na indústria de consórcios como um todo. Ela permite que um consorciado que deseja desistir do seu consórcio possa realizar a venda da cota em poucos minutos em sua plataforma, sem a necessidade de esperar até o final do grupo ou a contemplação para ter acesso ao dinheiro.

A fintech é hoje o player mais relevante no mercado secundário de consórcios e já transacionou mais de R﹩200 milhões, estabelecendo parcerias com algumas das maiores administradoras de consórcios do Brasil, como Itaú, Santander, Porto Seguro, Magalu, Randon, Canopus e outras. Além disso, se orgulha de manter um indicador NPS de satisfação dos usuários da solução acima de 90.

Além de escalar o mercado secundário, a fintech criou recentemente um novo segmento, que, ao que tudo indica, deve virar padrão na indústria: trata-se de empréstimos com garantia nas cotas de consórcio. “É um produto totalmente inovador e oferece uma opção a mais para o consorciado que precisa de liquidez, mas não deseja se desfazer de sua cota”, afirma Alexandre Caliman Gomes, sócio-diretor e um dos fundadores.

Mercado primário

Nesta jornada de modernização, a Consorciei agora mira o mercado primário de consórcios. Em 2020, mais de 3 milhões de novas cotas de consórcio foram comercializadas no país e isto gerou em torno de R﹩5 bilhões de comissões pagas a corretores no setor, segundo estimativas da empresa. A maior parte destas vendas foram feitas “offline”. A fintech vê, nesse cenário, oportunidade de replicar o que fez no mercado secundário: criar um processo 100% online, seguro, simples e rápido, gerando benefícios para os clientes e maior eficiência para o sistema.

Na visão dos fundadores, o consórcio, apesar de ser um produto já existente há algumas décadas, traz elementos supermodernos de finanças comportamentais. “Poupar é um desafio no mundo inteiro. De forma geral, não somos muito capazes de postergar gratificação, e por conta disso temos dificuldade de tomar decisões alinhadas com nossos objetivos mais importantes. O consórcio possui um elemento de poupança forçada muito poderoso que pode nos ajudar a atacar este problema. O produto não é perfeito, mas acreditamos que, com alguns ajustes, é possível transformar o consórcio em uma solução escalável globalmente”, afirma Pedro Amoroso Lima, sócio-diretor e um dos fundadores.

Diferente de outras fintechs, importante ressaltar que a Consorciei não está no mercado para competir com os incumbentes, mas sim apoiá-los na jornada de transformação digital. Segundo João Prado, sócio-diretor e um dos fundadores, “a Consorciei está aqui para somar. Acreditamos que conseguimos ajudar os players atuais, nossos parceiros, a melhorarem o produto que eles já oferecem. Queremos ser o partner-of-choice das administradoras”.

Cinco motivos que reforçam a importância da gestão de recursos em TI durante a pandemia

Por Otto Pohlmann, CEO da Centric Solution

Sem ela, a vida seria muito mais difícil durante a pandemia de covid-19. Suspender atividades e eventos presenciais trouxe impactos negativos, sem dúvida, mas a tecnologia permitiu que as pessoas pudessem comprar, trabalhar, aprender e até se divertir sem ter que sair de casa. Isso implica maior presença das diversas soluções nas relações sociais – e no ambiente corporativo não é diferente.

A transformação digital, que já era tendência importante nas empresas antes do novo coronavírus, tornou-se vital atualmente. Mais do que investir em ferramentas, as organizações precisam administrar adequadamente todos os seus recursos tecnológicos para conseguir extrair o máximo de eficiência sem comprometer ainda mais seus processos. A gestão de TI, como se vê, nunca foi tão importante quanto agora. Veja cinco motivos que reforçam isso:

1 – É preciso fazer mais, com (muito) menos

Em um primeiro momento, a pandemia suspendeu a grande maioria dos negócios, que foram retomados de forma gradual nos meses seguintes. A despeito das incertezas econômicas, as empresas precisaram continuar produzindo e vendendo, mesmo com grandes quedas nas receitas. Em outras palavras: foi preciso ser certeiro e eficiente, entregando o mesmo resultado com menos custos para não comprometer a operação. Isso só foi possível com o apoio adequado de soluções tecnológicas, capazes de automatizar processos e permitir que a produtividade continuasse em alta.

2 – Agilidade e rapidez na tomada de decisão

Antes até era recomendado aos empresários refletirem sobre os cenários e analisarem o maior número de dados possível antes de tomar uma decisão. Hoje ter esse tempo disponível é praticamente um luxo. As transformações são cada vez mais rápidas, e as empresas precisam acompanhar essa velocidade se quiserem aproveitar todas as oportunidades. Com a gestão dos recursos de TI, é possível direcionar – e utilizar – as ferramentas nas áreas mais necessitadas, permitindo resolver problemas e extrair insights rapidamente para embasar as melhores decisões.

3 – Maior segurança de dados 

As relações sociais, incluindo o trabalho, estão mais dependentes da tecnologia. Isso traz maior eficiência, sem dúvida, mas também novas ameaças ao mundo corporativo. A principal delas é o ataque de cibercriminosos, que buscam roubar dados sigilosos das organizações, seja para receber valores financeiros, seja para simplesmente arranhar sua imagem no mercado. A maior proteção das informações e da estrutura depende de uma gestão completa da infraestrutura de TI, identificando quais equipamentos estão mais vulneráveis e monitorando possíveis invasões em todos os locais.

4 – Mudança de papel da TI nas empresas

O avanço do novo coronavírus suplantou de vez nas corporações o papel secundário que o gerenciamento de TI tinha na estratégia do negócio. Antes esse departamento era visto como algo complementar às áreas mais importantes, dando suporte de equipamento à produtividade e à operação da empresa. Agora a situação se inverteu. Não importa o porte ou o segmento de atuação: todas as companhias precisam colocar as soluções tecnológicas em posição de destaque em suas estratégias. Vai ser por meio delas que irão superar a fase difícil da pandemia e crescer quando a situação se normalizar nos próximos anos. 

5 – Política de governança em dia

Se a área de TI vai ocupar papel central nas estratégias de negócio, evidentemente é preciso ter políticas de boa governança em relação ao uso de todas as soluções. Compliance é um termo ainda novo, mas já ganha espaço no ambiente corporativo justamente por fornecer esse controle e respeito às normas e regras do setor. Deve-se garantir que os sistemas estejam alinhados às boas práticas e sejam capazes de entregar os melhores resultados respeitando sempre os consumidores e demais stakeholders das organizações.

ThoughtWorks anuncia mudanças em sua gestão e consolida atuação na América Latina

Marta Saft e Caroline Cintra. Crédito: Vini Dalla Rosa

A ThoughtWorks, consultoria global de tecnologia, anuncia mudanças na liderança da empresa no Brasil e na América Latina. Caroline Cintra é a nova diretora-presidente da empresa na América Latina, cargo criado para reforçar a presença da companhia na região, que além do Brasil atualmente também engloba Chile e Equador. Como diretora-presidente da ThoughtWorks no Brasil permanece Marta Saft, que compartilhava o cargo com Caroline desde 2018.

Durante a presidência no Brasil, Caroline e Marta conquistaram excelentes resultados, sendo responsáveis pela rápida expansão da empresa, com crescimento na ordem de 50% nos três anos de gestão conjunta, ultrapassando a marca de 1.000 colaboradores no último mês.

A movimentação de Caroline para o mercado latino-americano é resultado do crescimento econômico através da transformação digital esperado para a região nos próximos anos. “Sabemos que podemos contribuir para a demanda por novas soluções inovadoras nestes mercados emergentes, apoiando nossos clientes, muitos deles já baseados também na América Latina, em seu crescimento”, ressalta Caroline.

Segundo dados recentes do IDC (International Data Corporation), existe a previsão de que a região alcance um crescimento de 7,7% para este ano em TI e que, até 2022, 40% do PIB esteja digitalizado.”A minha parceria de sucesso com a Marta continuará, visto que ela está à frente de um dos principais países em desenvolvimento digital”, ressalta Caroline.

Sizmek anuncia Marcelo Barros como novo Country Manager para o Brasil

A Sizmek by Amazon, plataforma mundial de tecnologia para monitoramento de campanhas online e criativo dinâmico, acaba de anunciar a chegada de Marcelo Barros como novo Country Manager para o Brasil. Após dez meses como Client Partner, ele passa a ocupar o novo cargo na companhia com o objetivo de elevar as operações.

O profissional tem mais de 30 anos de carreira no mercado publicitário, atuando em agências, editoras e empresas de eventos, e também foi sócio e cofundador do Waves, um dos maiores portais esportivos no segmento surfe na América Latina.  

A nova posição do executivo tem como função liderar as operações dos serviços da Sizmek, incluindo a nova plataforma de adserver SAS (Sizmek Ad Suite) e suas ferramentas de criação e monitoramento de campanhas (Ad Builder, DCO, Modelo de Atribuição, Brand Safety Verification), que conta com a novidade denominada Better Together, onde as plataformas Sizmek e Amazon trabalham integradas levando o desempenho de campanhas nestes ambientes ao próximo nível. O profissional também comandará um time de colaboradores experientes, com o desafio de manter o alto nível e atender a demanda crescente por serviço em clientes e agências.

Barros tem como um dos principais objetivos a elevação do nível de posicionamento da Sizmek no mercado. “Estou bastante otimista com as perspectivas e muito contente com a oportunidade de contribuir com a Sizmek em um momento tão vibrante do marketing digital”, ressalta. “Nosso principal desafio é ganhar território atendendo às necessidades crescentes por credibilidade de dados, insights, ferramentas e serviços que contribuam para um melhor desempenho das campanhas dos nossos parceiros no ambiente digital”, completa.

AutomationEdge firma parceria com a Proative Technology

A Proative Technology, empresa especialista em serviços gerenciados, anuncia parceria com a AutomationEdge, fornecedor de soluções de Hyperautomação, Robotic Process automation e IT Automation. A parceria contempla a comercialização de soluções completas de RPA, bem como também da recente solução de RPA “Pay as you Use”, RPA como serviço, disponível para empresas de qualquer porte ou vertical de negócio. “A Proative foi nomeada pela AutomationEdge como parte do plano de crescimento da empresa no Brasil. Queremos aumentar a nossa capilaridade e ampliar o relacionamento com empresas de diferentes verticais no Brasil”, explica Fernando Baldin, Country Manager da AutomationEdge no Brasil.

A Proative Tecnhnology atende clientes de diversos segmentos com soluções customizáveis e que permite entregar serviços gerenciados para empresas de pequeno médio e grande porte. “Navegamos no universo de infraestrutura e segurança da informação. Nosso principal objetivo é alinhar a Tecnologia da Informação aos requisitos do negócio, levando em consideração soluções que agreguem valor, com garantia de continuidade dos serviços”, explica Bárbara Tropea, Diretora Comercial da Proative Technology.

Desafios e perspectivas de mercado com a parceria:

De acordo com a AutomationEdge, aplicar RPA (Robotic Process Automation) ou Automação Robótica de Processos é uma das principais estratégias de transformação digital, pois apresentam resultados imediatos para o curto, médio e longo prazo em ganhos de performance, qualidade, redução de riscos, custos e mais agilidade na entrega ao cliente final. “Por isso, acreditamos que Proative Technology, poderá embutir em seus projetos nossas soluções, principalmente devido a sua capacidade técnica”, explica Baldin.

A Proative Technology explica que a parceria com a Automation Edge está chegando em um momento bastante importante para a empresa, pois está  expandindo a sua  capacidade de entrega e busca soluções que complementem seus serviços e assim, gerando ainda mais valor para os  clientes, que estão buscando evoluir nessa intensa jornada que é a transformação digital. “Depois de uma aproximação e prova de conceito para conhecer os benefícios que o Automation Edge poderia trazer tanto para nosso ambiente como para os processos dos nossos clientes, o desafio foi internalizar a solução e testá-la.  Travessia feita, testes realizados e aprovados, agora estamos prontos para compor em nossa Suíte Proative One® soluções ainda mais robustas e completas, incluindo ITPA, RPA, Data integration com dezenas de API’s prontas além de inteligência Artificial cognitive”, explica Bárbara, da Proative.

Bárbara Tropea, da Proative comenta ainda que as inovações tecnológicas estão avançando em ritmo acelerado, exigindo que as empresas se transformem e considerem a adoção de recursos com IA (Inteligencia Artificial), além de soluções de RPA cada vez mais presentes nos processos de transformação digital. A RPA está ganhando força e impactando o mercado, impulsionando operações e mostrando novas perspectivas. “E nossa missão em todo esse processo é levar todos esses benefícios e novas perspectivas para as organizações, que ainda não tiveram a possibilidade de conhecer as infinitas possibilidades de crescimento. Entregaremos os serviços mais plataforma com flexibilidade para diversas modalidades, porque o objetivo sempre será adequar as necessidades dos nossos clientes e viabilizar projetos que impulsionem as operações de negócios e de TI”, finaliza Bárbara da Proative.

A AutomationEdge é fornecedor de soluções de Hyperautomação, Robotic Process automation e IT Automation. Seu RPA inteligente altamente avançado, reúne todos os recursos essenciais necessários para automação empresarial, como inteligência artificial, machine learning, chatbot, ETL, integrações de API prontas e automação de TI.

Itaú Unibanco e Instituto Unibanco anunciam vencedores do hackathon Batalha de Dados Social

Itaú Unibanco e Instituto Unibanco anunciam os vencedores da Batalha de Dados Social –  hackathon focado na aplicação de soluções de tecnologia para ajudar gestores públicos e profissionais da educação no enfrentamento aos principais desafios da área. A iniciativa é fruto da parceria entre o Instituto Unibanco e a diretoria de Engenharia de Dados do Itaú, que disponibilizou a plataforma de tratamento de dados desenvolvida como parte do programa Todos pela Saúde para a área da educação, que também vem sofrendo os efeitos decorrentes da pandemia. 

“No Itaú, estamos construindo uma cultura em que o trabalho com data analytics não é visto como algo restrito a apenas números e padrões, ele é feito por profissionais que reconhecem que possuem ferramentas capazes de resolver dores e demandas reais das pessoas”, comenta Moisés Nascimento, Chief Data Officer do Itaú Unibanco. “O que fizemos nesta Batalha de Dados Social foi compartilhar um pouco dessa nossa cultura – presente em todas as hackathons que organizamos – com outras pessoas que também respiram tecnologia no dia a dia e têm vontade de pensar em alternativas que ajudem a solucionar os problemas sociais do País”, completa.

Para selecionar os vencedores, foi realizada uma maratona que contou com 90 participantes entre desenvolvedores, UX designers, engenheiro de dados e construtores de modelo. Durante a competição, os envolvidos deveriam buscar soluções para dois desafios elaborados em parceria com as Secretarias Estaduais de Educação do Ceará e de Goiás, parceiras do Instituto Unibanco no programa Jovem de Futuro. São eles: como reduzir a taxa de abandono e evasão escolar dos alunos do Ensino Médio regular, dada a maior utilização do ensino à distância; e como aprimorar o acompanhamento das competências e habilidades dos alunos de escolas estaduais a fim de reduzir uma potencial defasagem de aprendizagem em português e matemática com base na série histórica das avaliações externas.

No dia 2 de junho, houve a escolha dos cases vencedores. Em Goiás, o primeiro lugar ficou com Hacka Go Ensino, que trouxe como solução uma plataforma gamificada capaz de analisar dados de educação e recomendar conteúdos com o objetivo de auxiliar o aluno. O Hacka Edu, um aplicativo que conecta alunos e educadores voluntários para tirar dúvidas, foi premiado em segundo lugar. Já o vencedor do Ceará foi o Hacka Fan, que desenvolveu uma ferramenta de acompanhamento e nivelação que possibilita que professores e gestores da educação visualizem e combinem dados dos estudantes de Ensino Fundamental e Médio a partir de um dashboard intuitivo. O segundo lugar ficou para o Hacka Ana, que criou uma assistente de navegação de aprendizagem capaz de fazer uma transformação digital pedagógica, conectando o sistema educacional cearense.    

“Os resultados desse hackathon evidenciam como uma jornada estruturada no uso de dados tem alto potencial de contribuir de forma objetiva para enfrentar os grandes desafios educacionais e direcionar a tomada de decisão do gestor público”, reforça Ricardo Henriques, superintendente-executivo do Instituto Unibanco.

Os times vencedores foram premiados com acesso completo à plataforma de cursos ALURA pelo período de seis meses, bolsa integral para cursos Shift na FIAP e também com o cartão de crédito Itaucard Click com 10 mil pontos no IUPP, nova plataforma de compras e programa de pontos do Itaú Unibanco, além de vouchers para compras online no valor individual de R$ 3.500. Para os segundos colocados, foram oferecidos três meses de acesso completo à ALURA, três meses de acesso aos Nano Courses da FIAP e vouchers de R$ 1.500.

A QADS, Plataforma de Analytics e Decision Science da Qintess, e a Amazon Web Services também são parcerias da iniciativa, com a disponibilização de programas de desenvolvimento e das máquinas virtuais.

Esta é a segunda edição aberta da Batalha de Dados, hackathonque reúne periodicamente, há quatro anos, times de tecnologia do banco em torno de algum desafio interno. Com o tempo, o objetivo principal deixou de ser a resolução de um problema tecnológico puro, e o foco passou a estar nas demandas dos clientes e nas respectivas soluções de tecnologia que podem atendê-las. 

Capital humano aliado à tecnologia para auxiliar a gestão pública  

Lançado em abril do ano passado, com aporte inicial de R$ 1 bilhão, o Todos Pela Saúde é uma inciativa do Itaú para combater o coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira. A contribuição do banco foi além do aporte financeiro e mobilizou o time de tecnologia para a criação de uma solução com banco de dados único, com informações organizadas e consolidadas. “O nosso desafio em ciência de dados foi enorme: criamos uma nova infraestrutura em cloud, testamos um novo escopo de modelagem epidemiológica e trabalhamos com situações novas, como o contexto de open source e a colaboração com profissionais de saúde. Ainda assim, criamos uma solução em tempo recorde que teve boa performance de predição para controle de EPIs e leitos hospitalares, entre outros ganhos, muito acima das demais iniciativas existentes”,conta Moisés.

Gartner prevê que a maioria dos produtos e serviços de TI será desenvolvida por profissionais de fora da área de tecnologia até 2024

Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia pesquisa que mostra que, até 2024, 80% dos produtos e serviços de TI serão desenvolvidos por profissionais que não são da área de tecnologia.

Essa tendência é impulsionada por uma nova categoria de compradores que não faz parte da área de TI. Outros departamentos estarão em breve comprando produtos e serviços de TI mais do que os executivos da própria área de tecnologia. Prova disso é que atualmente os gastos de TI liderados pelas áreas de negócios já representam cerca de 36% do orçamento total do setor de TI.

“Os negócios digitais são tratados como uma atividade de equipes pelos líderes e não mais como domínio exclusivo da área de TI”, diz Rajesh Kandaswamy, Distinto Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “O crescimento de dados digitais, ferramentas de desenvolvimento e aplicações com Inteligência Artificial (IA) estão entre os muitos fatores que permitem a democratização do desenvolvimento de tecnologia além dos profissionais de TI.”

COVID-19 impulsiona o desenvolvimento de novos produtos e serviços – Além disso, a invasão da tecnologia em todas as áreas de negócios e entre os consumidores está criando demanda por produtos e serviços que surgem fora dos departamentos de TI. As necessidades desses compradores nem sempre se encaixam perfeitamente nas ofertas técnicos dos fornecedores tradicionais.

Isso foi agravado pela crise do COVID-19, que apenas expandiu a quantidade e o tipo de casos de uso que a tecnologia. Em 2023, o Gartner prevê que US$ 30 bilhões em receita serão gerados por produtos e serviços que não existiam antes da pandemia.

Os analistas do Gartner destacam que a rápida expansão dos serviços em Nuvem (Cloud), iniciativas de negócios digitais e serviços remotos abriu os negócios para novas possibilidades de integração e otimização.

Mais de um terço dos fornecedores de tecnologia competirão com empresas de ‘não-tecnologia’ até 2024 – A COVID-19 também reduziu as barreiras para quem está fora de TI e busca criar soluções baseadas em tecnologia, fornecendo possibilidades de entrada para qualquer pessoa que possa consiga oferecer soluções para as necessidades geradas durante a pandemia. Esses participantes incluem profissões não-tecnológicas dentro das empresas – ou “tecnólogos de negócios” – incluem desenvolvedores sociais, cientistas de dados e sistemas de Inteligência Artificial.

Os fornecedores de tecnologia estão cada vez mais entrando em mercados relacionados ou em concorrência com empresas não-tecnológicas, incluindo novas companhias que inovam em serviços financeiros e no varejo. Vale destacar que o varejo está criando soluções voltadas para TI com mais frequência e com mais ambição à medida que mais empresas continuam seus esforços de transformação digital para manter as vendas apesar da pandemia. Por isso, o Gartner espera que os anúncios de lançamentos de tecnologia feitos por empresas não-tecnológicas proliferem nos próximos 12 meses.

“A disponibilidade de tecnólogos de negócios fornece novas fontes de inovação e a capacidade de realizar novos trabalhos. Assim, os fornecedores de tecnologia e serviços precisarão estender o fornecimento de ideias e o desenvolvimento de tecnologia para novas comunidades, sejam elas baseadas no desenvolvimento dos cidadãos, em suas próprias comunidades de clientes ou outras fontes”, avalia Kandaswamy.

TOTVS anuncia abertura de 300 vagas para profissionais de TI e outras áreas

A TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil que oferece soluções para aumentar a produtividade dos negócios, anuncia a abertura de 300 oportunidades de emprego. Das vagas, 200 são voltadas para profissionais de Tecnologia da Informação e outras 100 divididas entre as áreas comercial e corporativa.

A maior parte das vagas disponíveis são voltadas para profissionais de tecnologia de diversos níveis e áreas de conhecimento, como desenvolvimento de software, infraestrutura, ciência de dados e agilidade, mas também existem oportunidades nas áreas de marketing, RH, suporte, prospecção de negócios, vendas e UX (User Experience).

Neste primeiro momento, a empresa vai realizar todas as entrevistas, bem como receber os novos colaboradores de maneira online, com direito a integração com os colegas feita de maneira remota e ao vivo. As atividades presenciais nos escritórios devem retornar de forma gradual.

“Nas nossas seleções, se destacam os profissionais que buscam constantemente o conhecimento, que atuem de forma colaborativa, visualizem e antecipem as necessidades em suas entregas, focados no sucesso e na produtividade do cliente. É importante saber identificar oportunidades de agregar valor ao negócio das empresas que atendemos. E diante desse cenário de constante inovação e adaptação, ser protagonista no ambiente de trabalho é também super importante para nós”, comenta Izabel Branco, vice-presidente de Relações Humanas da TOTVS.

As informações sobre cada uma das vagas, bem como as inscrições, devem ser feitas pelo site: https://totvs.gupy.io/

Sinqia lança Programa de Estágio Be The Next com 76 vagas

A Sinqia, , fintech que oferece softwares e soluções tecnológicas para o mercado financeiro brasileiro, anuncia seu novo Programa de Estágio 2021, O Be The Next – Programa de Estágio Sinqia 2021. O programa de estágio conta com 51 vagas em tecnologia e 25 para área corporativa.

As inscrições têm início dia 14 de junho e vão até dia 04 de julho para a área corporativa e até 11 de julho para as vagas de Tecnologia. As inscrições estão abertas no site Kenoby e o processo seletivo é conduzido pela Eureca, consultoria que conecta jovens ao mercado de trabalho.

As vagas administrativas são todas em São Paulo e as vagas de tecnologia estão distribuídas entre: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Florianópolis e durante o período de pandemia toda a empresa está atuando de forma remota.

Por conta da pandemia, o processo de seleção e admissão seguirá o formato 100% virtual. O Programa de Estágio da Sinqia é uma porta de entrada para quem busca construir uma carreira na área de tecnologia e no mercado financeiro. A empresa já foi eleita pela Great Place To Work como uma das melhores empresas para trabalhar. E a ideia do programa de estágio é preparar o candidato para construir uma carreira na empresa e através do desenvolvimento de novas competências, formar excelentes profissionais.

São 76 vagas no total. Sendo 51 para área de tecnologia e 25 para área corporativa. Nas áreas Tech as posições são para desenvolvimento back-end e front-end e corporativa nas áreas People (RH), Marketing e Inovação, Comercial, Financeiro, Jurídico, Relações com Investidores e Fusões e Aquisições (M&A). Um dos pré-requisitos para fazer parte do Be The Next – Programa de Estágio Sinqia 2021 é a data de formação. É muito importante que você tenha pelo menos 1 ano para realizar o estágio, por isso é necessário que a pessoa se forme a partir de 2022.

Os benefícios são: Bolsa de estágio, Day off no aniversário, Horários flexíveis, Vale refeição , Vale transporte, Seguro de vida, Gympass, Just dress no code (sem código de vestimenta!), Clube de parcerias, Move to flex (trabalho remoto), Vídeo games, Pebolim, Copa (afinal, tem dias que a gente quer a nossa comida, né?!) e Ginástica laboral. As inscrições são no link:

Vagas Tech: https://jobs.kenoby.com/sinqia/job/bethenext-tecnologia/60c796e3ffb24c72d31df894?utm_source=website

Vagas Corporativas: https://jobs.kenoby.com/sinqia/job/bethenext-corporativo/60bea57db934d04a3e9d3c62?utm_source=website

MARQUE NA AGENDA

Vaga Corporativa

14/06/2021 – Início das inscrições
04/07/2021 – Encerramento das inscrições e último dia para completar as etapas
05/07 a 16/07 – Triagens e dinâmicas online
19/07 a 30/07 – Entrevistas e avaliações
02/08 a 10/08 – Propostas e Documentos
24/08: Onboarding

Vaga Tecnologia

14/06/2021 – Início das inscrições
11/07/2021 – Encerramento das inscrições e último dia para completar as etapas
12/07 a 30/07 – Triagens e dinâmicas online
02/08 a 20/08 – Entrevistas e avaliações
28/08 a 02/10 – Formação em Tecnologia pela Let’s Code
30/08 a 10/09 – Propostas, documentação e contratos
05/10: início na Sinqia

Carla Santos é a nova diretora de Cloud e Soluções Digitais da Ingram Micro Brasil

A Ingram Micro Brasil acaba de anunciar Carla Santos como nova diretora de Cloud e Soluções Digitais, em substituição a Flávio Moraes, que assumiu como presidente da distribuidora no país. “Tenho plena confiança de que a Carla fará um trabalho incrível em nossa vertical de Cloud. Além de ser uma excelente profissional, tem amplo conhecimento do mercado e dos parceiros, promove inovações constantes e apoia a adoção de novas tecnologias“, ressalta Flávio.


Na empresa desde 2011 como Business Unit Manager de Software e Cloud, Carla recebe a nova função com a missão de dar continuidade à trajetória de sucesso da Ingram Micro Brasil em uma das verticais de negócio mais estratégicas para a companhia no momento.


Cloud é uma Unidade de Negócios globalmente muito relevante e estratégica na Ingram Micro e, partindo de um negócio que cresce rapidamente, podemos atrelar este sucesso ao nosso time de associados altamente qualificados, comprometidos e engajados. Acompanhamos o movimento acelerado de tecnologias SaaS e agora estamos vivendo o momento de adoção massiva de Infraestrutura como Serviço – IaaS, o que traz novas oportunidades de segurança em nuvem“, diz Carla. “Foco no canal, integridade e trabalho em equipe são valores importantíssimos nesta construção e tenho certeza que estarão presentes nessa jornada contínua de trabalho“.


Atualmente, a Ingram Micro conta com um extenso portfólio de soluções que complementam sua estratégia e catálogo de ofertas em Cloud e Soluções Digitais. O Ingram Micro Cloud Marketplace, por exemplo, é um habilitador em escala para soluções como Infraestrutura, Data & IA, Analytics, Colaboração, Comunicação Unificada, Plataformas, Cyber Security, ERP etc., e será um dos focos do trabalho de Carla. A plataforma possibilita ainda o uso de repositórios de Marketing, aceleração de escala via White Label, geração de leads e faturamento em moeda local.


Motivada pelos desafios apresentados pelo mercado neste momento de grandes mudanças de comportamento, Carla se considera privilegiada pela oportunidade de participar ativamente da transformação digital pela qual o mundo está passando. “As prioridades da minha gestão estarão diretamente ligadas a inovação, expansão de portfólio, serviços e foco na melhor experiência do usuário. O nosso objetivo é estar sempre à frente, oferecendo ao mercado as melhores tecnologias, profissionais e oportunidades de negócios. O canal pode contar com o time talentoso e ético da Ingram Micro para suportar as demandas e, juntos, garantirmos a melhor e mais rápida adoção de novas tecnologias“, finaliza.