Page

Author admin

3M reabre Centro de Inovação com robô host interativo

A 3M do Brasil reabre este mês seu Centro de Inovação em Sumaré, Interior de São Paulo, que funcionará como um showroom de novas ideias e encantamento. Em uma área de mais de 4.000 mil metros quadrados, os visitantes poderão conhecer as inovadoras soluções para indústria 4.0 guiados por um robô de 1,20 metro de altura, que terá como função fazer um tour interativo para mostrar todas as soluções da 3M para a indústria 4.0.

Logo na entrada do novo Centro de Inovação, a exibição contará com o suporte de um outro robô no laboratório de abrasivos, responsável pela replicação do processo de abrasão, cujo objetivo será ensinar clientes a utilizar o produto em seus próprios maquinários. “O robô simula o processo de automação para dar suporte aos nossos clientes”, explica Renata Decourt, gerente de inovação da 3M.

O Novo Centro de Inovação da 3M renova o antigo centro técnico da empresa, inaugurado em 2005. Com a reforma, que contou com investimento de US﹩1,5 milhão, a unidade tornou-se o maior entre os sete centros de inovação da empresa na América Latina, com 14 laboratórios, que representam as várias divisões da 3M, e demonstração de tecnologias com automação robótica que podem ser testadas pelos clientes. No total, são 118 funcionários entre engenheiros e pesquisadores. A unidade será reaberta no dia 22 de outubro no evento Tech&Innovation, summit virtual de inovação e tecnologia que pretende levar a prática das soluções 3M para o mercado e que acontecerá anualmente a partir de agora.

“Estamos felizes de poder reabrir nosso centro de inovação e podermos contribuir para que o mercado avance no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para a indústria 4.0”, disse Paulo Gandolfi, diretor de Inovações da 3M para a América Latina. “A 3M sempre busca aproximar o público da ciência, e nosso novo centro de inovação cumpre esse objetivo ao mostrar todas as nossas soluções de forma totalmente interativa”, completa.

Vendas nos shoppings crescem 25,9% no Dia das Crianças e superam expectativas

As vendas no Dia das Crianças cresceram 25,9% nos shopping centers de todo o Brasil no período de 6 a 12 de outubro de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers). O resultado superou a expectativa inicial do setor, que previa um aumento de 18%. No período, o comércio nos shoppings movimentou R$ 3,9 bilhões, já descontada a inflação. Em relação ao período equivalente de 2019, a queda é de 14%.

O aumento não se limitou ao volume de vendas, já que o setor contabilizou um incremento no ticket médio, que atingiu R$ 214 neste ano, superando em 13,8% os R$ 188 do ano passado e acima da expectativa de R$ 200 para a data comemorativa.

O avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil aliado à segurança sanitária dos shoppings têm sido fundamentais para a recuperação das vendas do setor. “Neste ano, os consumidores foram seguros às compras e aos poucos retomam o hábito de frequentar shopping centers, com cada vez mais pessoas vacinadas o que garante maior tranquilidade e confiança a todos”, destaca Glauco Humai, presidente da Abrasce.

DO LADO DE FORA

No varejo de rua, o valor médio gasto em compras foi de R$ 124,00, uma queda de 0,8% frente aos R$ 125 registrados em 2019. Por fim, ao comparar o ticket médio das lojas de shoppings com as lojas de rua, a diferença foi de 72,6% em 2021.

PROTOCOLO DE NATAL

A ABRASCE já oferece aos seus associados um protocolo sanitário para o Natal 2021. O documento foi criado em parceria com a consultoria do Hospital Sírio-Libanês para dar continuidade às diversas regras de segurança já seguidas pelos empreendimentos e recomenda evitar aglomerações, manutenção constante da higienização de espaços e a fiscalização no uso de máscaras com o objetivo de garantir a tranquilidade no período de compras.

Dasa abre quase 200 vagas na área de tecnologia em todo Brasil

A Dasa, maior rede de saúde integrada do Brasil, está com quase 200 vagas abertas para profissionais da área de tecnologia. As oportunidades abrangem diferentes níveis de experiência e vão desde arquiteto de tecnologia, engenheiro de dados até gerente de TI Clouds. A listagem completa pode ser conferida na página da empresa dentro da plataforma de recrutamento, o Gupy. As contratações são em regime CLT com pacote de benefícios que inclui plano de saúde, vale-refeição e vale-transporte.

Um dos quatro pilares de atuação da Dasa, tecnologia que descomplica está diretamente relacionado à importância deste segmento para dar fluidez à jornada do paciente e garantir eficácia na operação. Os outros pilares, cuidado que acolhe, parceria que empodera e ciência que transforma completam a premissa da companhia de olhar o indivíduo de forma integral, cuidar dele ao longo da vida e estimular a ciência que transforma conhecimento em prática clínica.

“Nos tornamos uma healthtech, que conecta players para gerar, a partir do uso inteligente de dados, informações integradas e interoperáveis que sejam assertivas no propósito de transformar a saúde das pessoas, e não cuidar só da doença. Com presença phygital, nossa abordagem é focada no binômio high tech + high touch; um processo que começou há cinco anos e que envolveu mudança cultural, de mentalidade, e integração, com total envolvimento da liderança”, afirma Venâncio Guimarães, diretor de Produtos, Pessoas e Cultura da Dasa.

A Dasa, que em 2020 realizou aproximadamente 900 mil atendimentos hospitalares, passou de 353 colaboradores em tecnologia em 2019 para 850 em 2021. Atualmente, das 197 vagas disponíveis, 52 estão relacionadas ao NAV, plataforma lançada este ano que reúne desde consultas médicas a históricos de exames em um único ambiente digital, consolidando os dados dos pacientes que usufruem dos serviços da rede de saúde integrada da Dasa. O NAV acompanha a jornada, empodera e facilita a vida de médicos e pacientes, ao oferecer soluções e experiências únicas.

“Ao facilitar a navegação dos milhões de usuários que usam o ecossistema Dasa todo ano, integrando suas jornadas em todos os serviços da empresa, sejam eles físicos ou digitais, geramos inovação que traz acolhimento e humanização, mas que é pautada por inteligência de dados, respeitando integralmente a LGPD. Só trabalhando para o NAV, queremos chegar a mais de 300 colaboradores até o ano que vem. Estamos com uma média de 10 contratações ao mês, entre engenheiros, cientistas de dados e programadores”, diz Eduardo Sales, Head da plataforma NAV.  

Como se candidatar?

As candidaturas para as vagas da Dasa são online e o processo seletivo acontece de forma 100% remota. Caso o perfil seja compatível com o da vaga, o time de recrutadores iniciará a jornada para conhecer melhor o candidato, sob aplicação de mais algumas etapas. Dependendo da complexidade do cargo oferecido, podem existir as fases de desafio técnico, entrevista técnica e entrevista com gestor.

Tags

Pomelo capta R$190 M para expandir sua infraestrutura de pagamentos pela América Latina

Fundada no início de 2021 por executivos do Mercado Pago, Mastercard e Naranja X, a Pomelo anunciou hoje um investimento de R$190 milhões (USD35 M), um dos maiores Serie A na América Latina, e está lançando operações no Brasil e México, além da atual operação na Argentina. A rodada foi liderada pela Tiger Global e contou com a participação dos principais VCs como monashees, Index Ventures, Insight, QED, SciFi, Greyhound e Box Group, bem como dos fundadores da Affirm, Checkout, N26, Plaid e Ramp, entre outros.

A Pomelo permite que fintechs e empresas de tecnologia, desde startups a líderes do setor, incorporem serviços financeiros a seus negócios. Sua plataforma de APIs de nova geração permite que as empresas tenham processos de onboarding simples de integrar e seguros, abram contas virtuais conectadas aos sistemas financeiros locais e emitem cartões de débito e crédito pela América Latina. A Pomelo também faz todo o trabalho regulatório, possibilitando que seus clientes acelerem o tempo de lançamento no mercado e se concentrem em sua proposta de valor.

“A infraestrutura de serviços financeiros na América Latina está completamente obsoleta e altamente fragmentada. Cada mercado tem sua própria regulamentação e nuances, e os fornecedores antigos oferecem tecnologia obsoleta a preços caros. A maioria das empresas e equipes técnicas está frustrada com o status quo e não consegue dimensionar seus produtos com rapidez suficiente devido à falta de soluções regionais. Nosso objetivo na Pomelo é fazer com que a América Latina se pareça com a Europa, o que significa que vamos ajudar nossos parceiros a desbloquear vários mercados em um curto período de tempo, permitindo que eles escalem seus negócios em vez de se preocupar com regulamentações, dezenas de contratos e integrações de backend. A Pomelo permite que você crie uma fintech completa com um pacote de APIs, desde a integração de um novo usuário até a entrega de um cartão de crédito na sua casa”, explica Gaston Irigoyen, CEO e cofundador da Pomelo.

Esta nova rodada de R$190 milhões (USD35 M) ocorre apenas cinco meses após o anúncio de seu Seed Round de R$55 milhões (USD10 M). Pomelo tem uma lista impressionante de fundos VCs, incluindo Tiger Global, monashees, Index Ventures, Insight Partners, Sequoia, QED, SciFi, Greyhound, Box Group, FJ Labs, Latitud e Future Positive, bem como anjos de alto calibre como Max Levchin, Biz Stone, Martin Varsavsky, Jackie Reses, Angela Strange, Hans Tung, e os fundadores da Marqeta, Checkout, N26, Plaid, Kavak, Rappi, Auth0 e Loft entre outros unicórnios.

“O cenário de tecnologia da América Latina está crescendo e algumas startups emergentes estão transformando setores por inteiro. Fintech é um exemplo claro e vimos alguns produtos de consumo surpreendentes mudarem a lógica de bancos de varejo, empréstimos e seguros nos últimos anos. Agora estamos entusiasmados com a parceria com a Pomelo devido a sua perspectiva única sobre a América Latina, sua visão para uma nova infraestrutura regional de fintech e uma equipe forte capaz de executar com os mais altos padrões”, disse John Curtius, sócio da Tiger Global Management.

“Nós acreditamos que a Pomelo está construindo e escalando a plataforma de infraestrutura fintech que será uma das líderes na América Latina. A equipe tem experiência e talento únicos para expandir esse negócio e atender a uma base diversificada de empresas e parceiros do ecossistema. A rodada do Series A foi altamente competitiva devido à combinação de equipe, oportunidade de mercado e plataforma de produtos diferenciada. Portanto, estamos animados por fazer um investimento significativo na rodada”, disse Nikhil Sachdev, Managing Director da Insight Partners.

A construção de uma fintech na América Latina normalmente requer de 12 a 18 meses, milhões de dólares e grandes equipes dedicadas desenvolvendo integrações específicas e dedicadas com operadores locais. Além disso, expandir-se para novos mercados significava passar pelo mesmo processo doloroso em todos os países. Este é um problema que os fundadores sofreram na pele durante a construção do Mercado Pago e Naranja X, e agora estão dedicados em resolver criando a mais nova infraestrutura de pagamentos regional.

“Tendo participado da construção e escala de fintechs e players financeiros no passado, o time da Pomelo entende o que precisa ser entregue para os clientes para que atenda suas necessidades. Através do forte propósito de simplificar o uso de serviços financeiros dos seus clientes, eles recrutaram um time completo de talentos das principais fintechs da região que combinam expertise em tech e em finanças com a missão de mudar a forma como o mercado opera os tornam únicos – estamos seguros que o reconhecimento dos clientes consolidará a Pomelo entre os players mais relevantes no Brasil em um espaço curto de tempo.” diz Caio Bolognesi, Partner na monashees.

O aporte da rodada será destinado à expansão da Pomelo no Brasil e no México, bem como na contratação de mais 150 pessoas para acelerar o lançamento de produtos e desenvolvimento de novos negócios. A empresa é bem conhecida por sua marca empregadora, tendo contratado mais de 100 especialistas em fintech em menos de seis meses, incluindo Bruno Martucci e Raymundo Guerrero, que lançaram os cartões do Mercado Pago no Brasil e no México, respectivamente, e Andres Tossounian que trabalhou no time de produto na N26.

“Atualmente, encontrar o equilíbrio ideal entre velocidade e adequação do produto ao mercado é chave”, afirma Mark Fiorentino, Principal na Index Ventures. “Muitas vezes, a capacidade de fornecer uma solução de qualidade que se adapte às necessidades de cada sub-região na América Latina é ignorada por empresas globais ou mesmo empresas mais tradicionais. Seguimos extremamente impressionados com a capacidade da Pomelo em contratar os melhores talentos, executar sua visão de produto e conquistar clientes regionais conhecidos. Este aporte permitirá que a Pomelo possa expandir sua operação no Brasil e no México, entregando um pacote de produtos e funcionalidades feitos sob medida para cada um desses países.”

A Pomelo acredita que toda empresa será uma fintech, e ainda mais na América Latina, onde a penetração dos smartphones é massiva, porém onde cerca de 40% da população ainda não tem acesso a serviços financeiros. “As empresas de tecnologia dedicadas ao varejo, entrega, mobilidade e viagens estão incorporando produtos fintech para aumentar o envolvimento do cliente e desbloquear novas linhas de receita”, diz John Paz, COO & GM do Brasil, que anteriormente trabalhou no Boston Consulting Group e liderou a operação da Lime no Brasil.

Créditos de Carbono: como preparar seu negócio para as metas de reduções climáticas

Para entrar em um mercado estimado em mais de 80 bilhões no Brasil, organizações buscam normas internacionais para efetuar o Cálculo da Pegada de Carbono

O Brasil possui potencial de mais de 80 bilhões em uma área inédita, que pode ainda contribuir para uma maior sustentabilidade do planeta e aumento da competividade industrial. Este será um dos temas principais da Conferência do Clima (COP 26), que reunirá mais de 190 países no fim deste mês, em Glasgow, na Escócia, e que debaterá a regulamentação da chamada Pegada de Carbono e sua aplicabilidade prática nos países.

Por esta razão, conhecer na prática como calcular a Pegada de Carbono – metodologia que nasceu para medir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) de um indivíduo, evento, organização ou produto – de uma indústria passa a ser crucial para entender qual será o impacto em um negócio. Referências internacionais para o trabalho nesta área, a Greenhouse Gas Protocol e ISO 14064 são os caminhos iniciais para adentrar um setor que movimentará mais de 160 bilhões em todo o mundo a partir de 2030.

A diretora-executiva da APCER Brasil, empresa portuguesa líder na área de certificação, Alessandra Gaspar Costa, acredita ser indispensável para o setor industrial o cálculo detalhado da emissão de gases de efeito estufa. “Além de construir uma consciência socioambiental, traz para a empresa credibilidade no setor e possibilidade de se preparar para o mercado de Crédito de Carbono. É uma iniciativa que não dá para adiar mais”, explica. “Usamos o Greenhouse Gas Protocol e a ISO 14064, medidas internacionais, para um cálculo assertivo e que crie uma base sólida para estabelecer estratégias que reduzam ou neutralizem emissões de GEE”, completa a diretora.

A norma ISO 14064 fornece diretrizes para que as empresas calculem, tenham conhecimento e relatem suas emissões de GEE, identificando possíveis reduções e oportunidades de participação no mercado de Crédito de Carbono. Já o Greenhouse Gas Protocol estabelece estruturas padronizadas globais para gerenciamento e medição de gases de efeito estufa (GEE), com aplicação em setores públicos e privados, cadeias de valor e ações de neutralização e/ou redução.

Com o cálculo da Pegada de Carbono é possível traçar uma estratégia viável para redução e neutralização – como o uso de energias alternativas e plantio de árvores, por exemplo. Cada tonelada de redução de emissão de GEE é convertida em um certificado para a empresa ou país, chamado Crédito de Carbono. A ideia de comercialização internacional consiste em quando um país ou indústria não atingir as metas de redução de GEE, podem comprar esses créditos de quem os possui em abundância. As regulamentações para esse mercado estarão no centro das discussões da Conferência do Clima (COP 26).

As emissões de gases de efeito estufa em grande quantidade prejudicam o meio ambiente e influenciam diretamente no aquecimento global, pois esses gases são responsáveis por reter o calor na Terra. No Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), a região com maior emissão de GEE é a Norte, e a mudança no uso da terra e das florestas, que geram o desmatamento, é o setor que mais despeja gases nocivos ao ambiente.

O Acordo de Paris, da área Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC), que une mais de 190 países, incluindo o Brasil, em busca da diminuição de emissão de GEE estabeleceu em 2020, a meta de assegurar que o aumento da temperatura média da Terra fique abaixo de 2º, motivo pelo qual o cálculo detalhado da Pegada de Carbono da indústria e o comprometimento com a redução das emissões de GEE são agendas cruciais para o cumprimento deste objetivo.

Sólides abre mais de 200 posições em tecnologia e outras áreas

Nos últimos anos, RHs de todo o Brasil se veem cada vez mais frente ao desafio de se mostrarem ágeis, estratégicos e inovadores quanto à atração e retenção de talentos e gestão comportamental; em um cenário onde começam a se fortalecer as iniciativas de retomada da economia no novo normal, o uso da tecnologia se mostra ainda mais essencial, propiciando dados relevantes e suportando a tomadas de decisão no mercado corporativo.

Nesse cenário, a Sólides, HRTech que mais cresce no segmento, segue expandindo sua atuação, oferecendo uma plataforma com tecnologia que atua de ponta a ponta na gestão do RH das empresas. Entre os processos suportados pela solução estão os 4 pilares principais para os gestores da área: Atração e Gestão de Talentos, Desenvolvimento & Performance, Engajamento & Retenção e Benefícios & Serviços Financeiros.

Além de contar com um time de tecnologia de ponta, a Sólides possui dois Laboratórios de Ciência de Dados e Inteligência Artificial próprios, que antecipam futuros e criam tendências, que se traduzem em aprimoramento de suas soluções e criação de projetos inovadores para a gestão do RH das PMEs.

Em um momento de rápido crescimento, a Sólides anuncia a abertura de mais de 200 vagas em seu time, com oportunidades nas áreas de Tecnologia, DI, Estratégia, Marketing, Gestão, Inside Sales, Customer Success e Gente & Cultura; em geral, as posições são voltadas para perfis de liderança e senioridade técnica. O modelo de trabalho é híbrido ou completamente remoto, aceitando também candidaturas de profissionais de qualquer parte do mundo.

“O nosso grande propósito na Sólides é transformar as empresas por meio das pessoas, porque sabemos que esta pode ser a diferença entre a vida e a morte do negócio, em especial na PME. Nós apoiamos o empreendedor e seu RH em toda a jornada e geramos um impacto significativo para eles: nossa plataforma proporcionou mais de R﹩100 milhões em redução no custo de turnover, além da otimização e ganho de eficiência ao concentrar em uma única plataforma, o que antes o RH só conseguia fazer usando diversos players.

Dobramos de tamanho nos últimos dois anos e conseguimos manter nossa taxa de crescimento mesmo com a pandemia, porque as empresas entendem cada vez mais a essencialidade da gestão de pessoas e o quanto a diversidade comportamental reduz custos, gera lucro e potencializa a eficiência. Para nós é uma honra e uma responsabilidade sermos reconhecidos como parte essencial do dia a dia dos nossos clientes. Com a ampliação do time, mais empresas em todo o Brasil vão poder vivenciar nosso DNA transformador”, comenta Mônica Hauck, CEO e cofundadora da Sólides.

“Nosso time de tecnologia está em um momento único. Temos um desafio que ninguém no mundo oferece e o propósito de impactar as pessoas por meio de uma gestão de recursos humanos mais eficiente e totalmente inovadora. A excelência técnica é um dos nossos pilares, nossa estrutura é ágil e trabalhamos com times autônomos com foco no cliente e no atendimento de suas necessidades através do produto. Temos um programa de desenvolvimento técnico e comportamental que potencializa o que as pessoas possuem de melhor”, comenta Caio Pereira, VP de Tecnologia, que tem ampla experiência com tecnologia e inovação em projetos de empresas como C6 Bank, Globo.com, LATAM, Medallia, Qualtrics e Localiza.

Os interessados em aplicar para as vagas devem acessar o site da Sólides https://solides.solides.jobs/. O processo seletivo consiste em quatro etapas: entrevista online com time de RH, análise de perfil comportamental, entrevistas técnicas e com lideranças e, por fim, o teste de fit cultural. As vagas já estão abertas e o início, após a aprovação, é imediato.

Tags

No Japão, turistas fazem pagamentos apenas mostrando o rosto

Um projeto-piloto no balneário japonês de Shirahama, a 600 km da capital Tóquio, vai permitir que turistas façam pagamentos apenas mostrando o rosto nos estabelecimentos da localidade.

De acordo com Norihiko Ishiguro, vice-presidente sênior da NEC, que desenvolve a tecnologia de reconhecimento facial por trás da inovação, o objetivo inicial é integrar os estabelecimentos do aeroporto local, o resort Nanki Shirahama, o parque temático adjacente ao hotel, além dos restaurantes e lojas de souvenirs existentes do complexo. “Os consumidores desses estabelecimentos vão poder usufruir de uma série de serviços sem sacar o cartão de crédito”, explicou o executivo no NEC Visionary Week, showcase tecnológico da empresa japonesa. “Nossa plataforma de biometria permite que se façam pagamentos em todos esses locais utilizando apenas reconhecimento facial”.

Ishiguro disse ainda que, “num futuro próximo”, a tecnologia vai estar disponível nas demais lojas da cidade, barracas da orla e até nos táxis de Shirahama. “À medida que a tecnologia 5G avançar na região, teremos condições de proporcionar uma experiência de consumo realmente fluida”, afirmou.

O projeto integra os esforços da NEC para dar à tecnologia de reconhecimento facial novas aplicações. Se antes da pandemia um de seus usos mais importantes era na área de segurança aeroportuária, com a covid-19 ela passou a ser empregada com fins sanitários. O reconhecimento facial da empresa já é usado nos aeroportos do Hawaii (Estados Unidos), no de Narita (o maior do Japão a servir a capital Tóquio), de Frankfurt e Munique (Alemanha).

Nessas aplicações, o objetivo foi automatizar o embarque e desembarque de passageiros sem que eles tivessem de tirar máscaras, tocar superfícies, manipular cartões de embarque e ter contato com pessoas potencialmente expostas ao vírus.

As possibilidades, no entanto, agora incluem o uso da identidade biométrica para gerenciar o processamento de certificados de vacinação e testagem nos aeroportos da era covid-19 e como ferramenta de pagamento durante toda viagem. “Nossa solução de biometria sempre teve como princípio seu uso dentro e fora dos aeroportos”, explica Jeffrey Goh, CEO da Star Alliance, entidade que reúne 26 aéreas globais, que tem projetos de biometria nos aeroportos de Frankfurt e Munique.

O executivo ambiciona que todos os passageiros da Star Alliance utilizem a biometria facial para dispensar o processo de assinatura de contrato de aluguel de carros ou mesmo o check-in do hotel, mas com garantia de privacidade e autonomia. “Na nossa solução, o cliente decide quando e onde quer usar a identidade biométrica. Também armazenamos o mínimo possível de informação para limitar o dano em caso de vazamento, além de usar o que há de mais moderno em segurança”, diz Goh.

Suprevida abre oferta pública de crowdfunding e atinge 30% da meta em apenas 1 dia

Financiamento coletivo da healthtech ocorre na plataforma da Kria, voltada para investimento em startups

A Suprevida, ecossistema digital que conecta pacientes com fornecedores de produtos, serviços e informações de saúde, lançou no último dia 19, Dia da Inovação, sua oferta pública de crowdfunding de investimento na plataforma Kria – voltada para investimento em startups. Em 24 horas, a empresa já atingiu 30% da meta mínima de captação na rodada, que é de R$ 993.500,00. Esse montante faz parte de uma rodada Seed total de R$ 3.090.000. 

“Os participantes se juntarão a Eurolife Investments, dedicada a investimentos em healthtechs, Insper Angels e outros investidores estratégicos. O propósito é calibrar o modelo de escala, melhorando a performance e experiência do usuário, ampliando a rede de sellers e buyers, entre outras ações. Decidimos por esse formato para finalizar a rodada e pulverizar as participações com uma coletividade de investidores porque conexão e comunidade estão no nosso DNA”, afirma Rodrigo Correia da Silva é CEO Fundador da Suprevida.

Segundo o IBGE, 52% da população adulta do país foi afetada com pelo menos uma doença crônica em 2019, sendo crucial que esses pacientes tenham acesso a produtos médicos especiais que não são comercializados em drogarias e indisponíveis em 80% dos municípios brasileiros. Dados do IBGE apontaram que em 2018 as famílias gastaram mais de R$ 9 bilhões de reais com esses produtos. É para atender a essa demanda que a Suprevida foi criada. Além do marketplace de produtos de saúde, que é o núcleo do ecossistema, a empresa também conta com um blog de conteúdos especializados, plataforma de anúncios para profissionais de saúde e solução de cashback coletivo. Com esses pontos, se consolida com uma estrutura de inteligência de dados e acesso para os vendedores da plataforma.

Nos últimos meses, a healhtech encontrou estratégias economicamente eficientes de aquisição de clientes e geração de awareness, demonstrando alto nível de tração. Em setembro deste ano, a empresa registrou transações pela plataforma em valor quase 3 vezes maior que os registrados em junho. A Suprevida também já recebeu diversos reconhecimentos por sua atuação: foi escolhida pela Distrito, maior ecossistema de startups do Brasil, como uma das 10 apostas para 2022; eleita pelo Amcham Arena 2021 como uma das 6 melhores startups de saúde e vencedora da Batalha das Startups, do canal R7, em sua versão piloto.

Tags

SouSmile, startup brasileira de alinhadores dentais, capta R$ 100 milhões em rodada Série B

SouSmile, startup brasileira de alinhadores dentais, anuncia rodada Série B de R$ 100 milhões liderada pelo fundo Kaszek, seguido por Chromo Invest, GFC, sócios da Atmos Capital, Allievo e Endeavor Scale-up Ventures. O valor será aplicado para acelerar o crescimento da empresa através de investimento em marketing, expansão do canal de distribuição de dentistas parceiros e tecnologia, bem como o lançamento de novos serviços oferecidos. Com a captação a empresa espera crescer o faturamento 400% em 2022.

Michael Ruah, CEO e co-fundador da SouSmile, explica que o investimento vai permitir que a startup volte a acelerar o ritmo de crescimento, mesmo durante a pandemia, em que houve uma pausa nos planos de expansão, a empresa dobrou seu faturamento. “O mercado odontológico brasileiro é enorme tanto do ponto de vista da oferta quanto da demanda. Temos 350 mil dentistas altamente qualificados que podem se beneficiar da tecnologia para oferecer uma experiência melhor aos seus pacientes. Este investimento nos permite dar mais um passo na direção de ajudar as pessoas a revelarem os seus sorrisos”, explica.

A SouSmile foi fundada em 2018 com o objetivo de oferecer aos brasileiros, de forma inovadora, tratamentos dentários estéticos, a um preço acessível. No Brasil existem 43 milhões de pessoas com má oclusão nos dentes e 2 milhões de casos ortodônticos são realizados por ano. Os aparelhos da SouSmile permitem que o alinhamento dos dentes seja uma experiência rápida, confortável e transparente. O grande diferencial da empresa é o modelo direct to consumer, onde o contato acontece direto com o consumidor, sem a necessidade de intermediários, assim a startup oferece sempre um atendimento humanizado e de qualidade, e com o melhor preço.

No ano passado, a startup criou o SouParceiro, programa onde dentistas parceiros realizam o tratamento da SouSmile em suas clínicas. “Esse projeto surgiu no início da pandemia quando estávamos buscando formas para continuar crescendo sem consumir capital e aumentar as regiões de atendimento com parceiros que conhecem os seus mercados locais melhor do que ninguém”, afirma Ruah.

O Brasil possui hoje mais de 50 mil clínicas odontológicas, com média de 40% de ociosidade. O projeto possibilita que esses profissionais atendam os clientes da SouSmile nos horários livres. Nesse formato a SouSmile capta o cliente, faz a avaliação online e encaminha para o dentista parceiro. Como benefício os dentistas conseguem mais movimento na clínica, preenchendo os horários ociosos, além da oportunidade de conquistar o cliente para que faça outros tratamentos. Hoje a startup conta com 25 dentistas parceiros e o objetivo para o próximo ano é aumentar este número para 200.

Também em outubro a SouSmile implementou um conselho consultivo, selecionado de forma estratégica, para reunir profissionais de alta qualificação nas áreas da saúde e negócios, tendo como objetivo orientar a empresa em relação ao mercado e crescimento futuro.

O time de conselheiros conta com a expertise de Dirceu Barbano, que trabalhou como diretor presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa durante 6 anos; Ronaldo Hirata, PHD em estética dental, professor de biomaterial e biomimética na Universidade de Nova York; Maurício Casa, que é ex-diretor clínico da Invisalign no Brasil e na América Latina; Mauro Figueiredo, que foi CEO do grupo Fleury, OdontoPrev e DaVita, e Orlando Marques, que foi presidente e CEO do grupo Publicis, no Brasil.

“A grande experiência desses líderes renomados em nosso conselho consultivo nos ajudará a firmar um padrão elevado de qualidade e experiência no segmento da odontologia, além de nos desafiarem a explorar novas oportunidades de crescimento da marca”, finaliza Michael Ruah.

A SouSmile já recebeu outras duas rodadas de aporte em 2019 e 2020 e os valores foram investidos principalmente em tecnologia. A empresa possui fábrica própria automatizada que permite a produção em escala. A partir do conhecimento técnico de engenheiros de diferentes segmentos – de mecatrônica a games – eles criaram um robô que faz a manipulação 3D dos alinhadores.

O exame pré-tratamento realizado pelos clientes consiste em um escaneamento da boca que cria uma imagem 3D. Essa imagem permite que o time de ortodontistas seniores planejem o caso digitalmente. Esse planejamento prevê a sequência de movimentação dos dentes em cada etapa do tratamento. O time técnico imprime essa sequência de posições dos dentes e estampa um poliuretano importado em cima dos modelos. Por último, a SouSmile utiliza o robô para cortar os alinhadores. O robô diminui em 90% o tempo de recorte e garante qualidade e padronização em escala.

“Estamos cada vez mais investindo em áreas estratégicas dentro da empresa com o intuito de democratizar o setor. Nossa missão é entregar saúde e bem-estar aos pacientes, os ajudando a revelar seu melhor sorriso. Queremos proporcionar a melhor experiência de cuidado dental, com uma jornada que preza pelo atendimento ao cliente, produtos inovadores e tecnologia tudo de um jeito prático, acessível e moderno”, finalizou Ruah.

Tags

A importância da Diversidade Cognitiva nas empresas

Por Claudio Tancredi, Country Manager da Hitachi Vantara Brasil

Equipes mais diversas pensam melhor. Esse aspecto já foi comprovado em relação à diversidade de gênero e raça. Pesquisas indicam que companhias mais diversas geram até 19%¹ a mais de lucros resultantes de inovações. Esse é um dado significativo em um mundo no qual a inovação é a palavra-chave para o desenvolvimento de empresas alinhadas às demandas tecnológicas e de sustentabilidade que cada vez exigem mais flexibilidade e equilíbrio das equipes. 

A Diversidade Cognitiva olha para um fator mais subjetivo no quesito diversidade, que é o modo de pensar e de criar processos mentais para lidar com situações complexas. De forma sintética, podemos considerar que um time cognitivamente diverso é aquele em que pessoas que pensam de maneiras diversas compõem as equipes. Trata-se de incorporar a divergência de olhares como um mecanismo criativo contínuo, que não deixa a empresa cair em posturas confortáveis mas pouco produtivas.

Como criar uma equipe com diversidade cognitiva?

A diversidade cognitiva não é tão simples de identificar como as questões de gênero e raça. Ela requer novas abordagens na contratação e enfrenta um ponto em comum de muitas empresas: a tendência a unir pessoas que pensam parecido ao redor de um objetivo em comum².

Existem muitos fatores em jogo para reconhecer pessoas que pensam diferente mas que ainda são compatíveis com a proposta da empresa. Entre eles, podemos considerar preferências culturais, círculo de amizades e o modo de reflexão a respeito da realidade. Além disso, algumas pessoas simplesmente abordam questões complexas a partir de pontos de vista que chegam a ser contrários aos de outras. 

Para Harvard Business Review³, o psiquiatra e consultor de negócios, Peter Robertson, propõe uma abordagem baseada em como as pessoas encaram a mudança. Os dois principais vetores são:

  • Modo de processar o conhecimento: ao enfrentar situações novas, o indivíduo prefere aplicar o conhecimento existente ou criar uma nova forma para solucioná-lo?
  • Perspectiva: a pessoa prefere aplicar sua própria expertise na resolução de um problema ou opta por orquestrar as ideias de outras pessoas?

Esse simples ponto de vista ajuda a discernir entre dois grupos de pessoas que podem ocupar lugares estratégicos em uma equipe multifacetada. Nenhum deles é superior ao outro, pois a maioria dos problemas complexos exige uma resposta balanceada entre o conhecimento consolidado e novas formas de lidar com a questão. 

Muitas vezes é possível identificar a diversidade significativa em conversas informais ou até mesmo em posturas aparentemente polêmicas  a respeito de como encarar determinado tópico. Criar equipes diversas significa, inclusive, trazer mais desses atritos para o centro dos embates criativos da empresa, ao invés de considerar traços divergentes como incompatíveis. 

Cultura empresarial preparada para a diversidade cognitiva

A diversidade cognitiva não é apenas importante no momento de recrutar novos profissionais, mas especialmente no dia-a-dia da empresa. 

Podemos considerar que um quadro de funcionários possui naturalmente certa diversidade cognitiva, especialmente em áreas que não são homogêneas e que já priorizam a inclusão social. No entanto, culturas empresariais enrijecidas podem minar essa variedade, forçando que as pessoas se enquadrem em uma forma de pensar. 

Uma boa perspectiva para líderes em busca de aproveitar as qualidades individuais de seus colaboradores é valorizar abertamente a divergência de opiniões, especialmente quando todo mundo parece concordar sobre um tema. 

É preciso criar um espaço seguro para que as pessoas apresentem livremente seus pontos de vista, encorajando que modos de pensar distintos sejam aplicados na criação de estratégias e na aplicação de conhecimento. Isso significa que uma opinião diferente não será vista como motivo de repreensão ou de desqualificação mas, pelo contrário, como uma postura desejável e que será considerada em suas potencialidades. 

A chave para o futuro da diversidade são espaços mais amplos para que a diferença possa trazer todos os seus benefícios para um mercado mais alinhado para o mundo em que queremos viver. 

TC conecta startups a investidores-âncora do mercado financeiro

O TC – plataforma de educação financeira, análise de dados e inteligência do mercado de capitais – lança o TC Ventures. O programa promove a conexão entre empreendedores e investidores-âncoras da base de clientes Private da companhia (com mais de R$ 5 milhões investidos na Bolsa). A iniciativa funciona como um espaço de networking, apresentação e avaliação de empresas em early stage, ou seja, em estágio inicial, avaliadas entre R$ 10 milhões e R$ 100 milhões. As inscrições para a primeira etapa da seleção vão até esta sexta-feira, dia 22 de outubro.

“O TC Ventures é um programa que queríamos fazer há muito tempo. Sabemos como é difícil para os empreendedores encontrarem investidores que acreditem na sua empresa. Temos na nossa comunidade mais de 150 investidores dentro do plano TC Private que buscam projetos com potencial de crescimento todos os dias. Conseguir facilitar e fazer essa conexão entre quem quer investir e quem procura investimento é mais um passo da nossa plataforma para democratizar o acesso à informação e impulsionar o empreendedorismo no Brasil”, comenta Pedro Albuquerque, CEO do TC.

Para participar do programa, os empreendedores precisam passar por três fases. Na primeira, de inscrições, eles devem encaminhar um vídeo de até cinco minutos, no qual apresentam a empresa, resumem a oportunidade de mercado mapeada e a solução que propõem, já destacando a inovação do modelo de negócio. Também é necessário fazer uma avaliação financeira, demonstrando conhecimento e capacidade de execução. Nessa etapa, também é possível anexar informações complementares sobre a operação da startup no formato de apresentação.

Em seguida, os inscritos passarão por uma fase de seletiva, no qual os diretores, sócios e contribuidores do TC escolherão os projetos com maior potencial. Os empreendedores escolhidos serão convidados para um encontro de perguntas e respostas sobre os planos de crescimento futuro das empresas.

“Toda essa etapa de seleção é essencial para podermos conhecer melhor as empresas e os empreendedores e, assim, poder oferecer uma conexão mais certeira com os investidores da nossa comunidade. Em sua grande maioria, nossos clientes Private são gestores, CEO’s e bankers que atuam ativamente no mercado. Facilitar esse processo agiliza a escolha de projetos e aumenta a taxa de sucesso na captação de investimentos pelas startups”, completa Albuquerque.

Na terceira fase, o TC irá promover um encontro de apresentação e defesa dos cases selecionados para os mais de 150 assinantes do TC Private. A plataforma irá oferecer o espaço e a conexão com os investidores, e as empresas que mais atraírem a atenção dos investidores-âncora poderão receber aportes financeiros.

“Queremos colocar as empresas em contato direto com os investidores, mostrando a força e o potencial do networking promovido na comunidade TC. Esse contato é necessário para o crescimento de empresas, facilitando a obtenção de capital e tornando o futuro das companhias ainda mais rentável e competitivo”, finaliza Albuquerque.

Qualquer empreendedor com mais de 18 anos e que possua uma empresa early stage avaliada entre R$10 e R$100 milhões pode participar do TC Ventures. As inscrições vão até 22 de outubro e podem ser feitas pela página do programa: tc.com.br/venture-capital. Para mais informações sobre regras e critérios de participação, acesse o regulamento disponível no site oficial.

Tags

Em fórum sobre banda larga, Huawei apresenta contribuições para indústria

Ryan Ding, diretor executivo do Conselho e Presidente do Grupo empresarial de operadoras, Huawei, falou na UBBF 2021

O 7º Fórum Ultra Banda Larga (UBBF 2021), produzido pela Comissão de Banda Larga da ONU, em conjunto com a Huawei, foi realizado em Dubai. Sendo a maior cúpula do mundo no campo de rede fixa, a UBBF deste ano tem como foco o tema “Estender a conectividade, impulsionar o crescimento”. No evento, as principais operadoras globais e fornecedores de equipamentos trocaram ideias sobre uma ampla gama de tópicos, incluindo construção de infraestrutura de rede, economia digital regional, aplicação de soluções bem-sucedidas e expansão do espaço de crescimento do setor. Eles também compartilharam as melhores práticas e discutiram como aprofundar a cooperação empresarial.

A UBBF deste ano ocorreu ao longo dos dois últimos dias, durante os quais vários discursos e sessões focadas em redes fixas são realizadas simultaneamente. Profissionais de governos, empresas, operadoras e academia discutiram e trocaram ideias relacionadas ao status atual do desenvolvimento de redes de ultra banda larga e aos novos desafios enfrentados, ao mesmo tempo em que compartilharam insights relacionados e histórias de sucesso.

“A conectividade é mais do que apenas uma expansão de funções; mais importante, é um vínculo emocional”, disse Ryan Ding, diretor executivo e presidente do Carrier Business Group da Huawei. “Há mais de 170 anos, o primeiro cabo submarino do mundo foi colocado, enviando o primeiro sinal de comunicação através do oceano. Este foi um grande passo para a humanidade. Cerca de 20 anos atrás, as velocidades de conexão excediam 32 Kbps, e o vídeo começou a superar o texto como a principal forma de tráfego, permitindo uma comunicação inédita”, acrescentou. Para Ding, a conectividade “torna o mundo um lugar melhor”.

O valor da conectividade está sendo redefinido pela sociedade, e o desenvolvimento da indústria está aumentando. Em seu discurso, Peng Song, presidente do Departamento global de Vendas de Marketing & Soluções da Huawei, analisou o modelo de Cobertura/Arquitetura/Fusion (C.A.F) da Huawei. Peng destacou como a conectividade deve ser estendida dentro de cada casa e empresa e como deve convergir com a nuvem para “atender tanto aos requisitos presentes quanto futuros”. Construir a competitividade da conectividade com base no modelo C.A.F é a chave para um novo crescimento.”

Cobertura: A conectividade que se estende a cada cômodo melhorará significativamente o valor da banda larga doméstica. As demandas de casas e empresas em constante mudança exigem que as operadoras ampliem a conectividade a cada cômodo, dispositivo e sistema de produção empresarial, e transformem linhas privadas em redes privadas assim que uma cobertura mais ampla se tornar disponível. Isso aumentará o número de conexões, a aderência do usuário e, finalmente, criará mais oportunidades de negócios.

Arquitetura: A arquitetura de rede é o pilar para o sucesso dos negócios, tanto agora quanto no futuro. A nova arquitetura orientada para o futuro requer redes mais flexíveis, serviços mais sustentáveis e opex (custos operacionais) mais baixos. A Huawei continuará a explorar novas tecnologias — como OXC, SRv6 e ADN — para fortalecer a base da arquitetura.

Fusão: A conectividade trará grandes oportunidades. A construção da competitividade da rede com base no modelo C.A.F é fundamental para os operadores. A digitalização é a maior oportunidade para a indústria de TIC. Evoluiu de conceito para prática. É inegável que a nuvem seja o núcleo da digitalização, mas a conectividade também desempenha um papel fundamental. Sem ela, “a nuvem se tornaria apenas uma grande ilha de dados”. Segundo Peng, o “Fusion” é importante porque a conectividade precisa ser centrada na nuvem e ajudar as empresas a migrar para a ela. Conectividade e nuvem precisam ser convergentes. Os operadores podem desempenhar um grande papel nesse processo.

Kevin Hu, presidente da linha de produtos de comunicação de dados da Huawei, explicou que a digitalização, ao mesmo tempo em que foi conveniente, também introduziu muitos desafios às redes existentes. Por exemplo, devido ao espaço limitado dentro de uma sala de equipamentos de CO, é difícil para instalações existentes fornecerem recursos abrangentes de processamento de serviços. As relações fixas entre recursos e redes tornam desafiador organizar de forma flexível o tráfego inter-DC.

As operações de serviços híbridos das redes existentes estão mal equipadas para atender aos requisitos de serviço diferenciados atuais. Para enfrentar os desafios de rede encarados pelos clientes durante a transformação digital, a Huawei introduziu sua Solução Inteligente de Rede em Nuvem com quatro novos recursos — CO super-edge de todos os serviços, corte rígido em nível de inquilino, programação de rede alimentada por SRv6 e integração de rede em nuvem. Essa solução maximiza o valor dos recursos de rede das operadoras e as vantagens complementares da nuvem e da rede, ajudando as operadoras a construir uma arquitetura de serviço DICT que apresenta integração nuvem-rede.

Na conferência, Kevin Hu também introduziu os roteadores inteligentes da série NetEngine para todos os cenários, ajudando as operadoras a construir redes de nuvem inteligentes na era digital. Esses dispositivos incluem roteadores inteligentes de acesso à nuvem (série NetEngine A800), roteadores de agregação de todos os serviços (série NetEngine 8000 M) e roteadores backbone inteligentes (NetEngine 8000 X16).

Atualmente, as operadoras globais estão continuamente aumentando seu investimento em fibras ópticas, melhorando a qualidade da banda larga e desenvolvendo serviços como fttr e linhas privadas premium da OTN para aumentar a receita de redes fixas. Como um elemento fundamental das cidades sustentáveis e inteligentes, as redes de alvos totalmente ópticas gradualmente se tornaram um consenso do setor. No entanto, no processo de construção de redes de destino totalmente ópticas para cidades inteligentes, as operadoras ainda enfrentam dificuldades como custos elevados, provisão lenta de serviços e difícil gestão da construção do FTTH ODN. Além disso, a implantação de dispositivos, a evolução da rede e o novo desenvolvimento de serviços também representam preocupações urgentes.

Na conferência, Bill Wang, vice-presidente da Linha de Produtos Ópticos Huawei, disse: “Para superar esses desafios, a Huawei lançou os produtos digitais QuickODN (DQ ODN) e Edge OTN. Esses produtos foram projetados para ajudar as operadoras a construir rapidamente redes totalmente ópticas que são visíveis e gerenciáveis de ponta a ponta, reduzir consideravelmente os custos da operadora O&M e fornecer uma entrada de alta velocidade para o mundo digital para várias indústrias e famílias. Elas podem ajudar as operadoras a expandir o mercado corporativo, melhorar a experiência de banda larga doméstica, reduzir custos e aumentar a receita.

Na conferência, os palestrantes compartilharam seus insights e casos de aplicação bem-sucedidos de soluções e produtos Huawei no domínio de rede fixa. São eles Doreen Bogdan-Martin (Diretora do Departamento de Desenvolvimento de Telecomunicações da ITU), Bocar A. BA (CEO do SAMENA Telecommunications Council), Ricardo Varzielas (CFO da MTN GlobalConnect), Per Morten Torvildsen (Presidente do Conselho global de Telecomunicações), Bader Abdullah Allhieb (vice-presidente do Departamento de Infraestrutura da STC), Alaa A. Malki (CTO da Mobily Etihad Etisalat) e Waqar Mahmood (CTO da Comissão de Educação Superior do Paquistão).

Copa do Mundo de desenvolvimento de jogos avança para etapa de incubação com cerca de 100 projetos classificados

Segunda fase da GameJamPlus, que inicia em novembro, contará com palestras, mentorias exclusivas e workshops voltados para os games

Realizada nos dias 8 a 10 de outubro, a primeira etapa da GameJamPlus recebeu mais de mil participantes de 60 sedes ao redor do planeta. Foram desenvolvidos mais de 200 projetos nestas 48 horas, e agora as equipes que se destacaram seguirão em frente nesta que é a maior maratona competitiva de desenvolvimento de games do mundo.

Para a segunda etapa, os 100 jogos que mais se destacaram irão passar para o período de incubação. “Cada ano que passa, a competição fica mais acirrada. Os participantes deste ano vieram com muita criatividade e talento. Os jurados têm a tarefa, cada ano mais difícil, de selecionarem os melhores projetos. Sempre nos surpreendemos com a qualidade dos jogos criados em tão pouco tempo na primeira fase!”, conta Ian Rochlin, CEO da GameJamPlus.

Para esta nova fase da maratona, os participantes poderão participar de palestras e oficinas com profissionais renomados do universo gamer. Terão também uma área dedicada a networking com os demais competidores de todo o mundo, além de um calendário especial onde poderão solicitar mentorias exclusivas para tirarem dúvidas mais específicas.

Serão 4 meses de atividades, até que os projetos estejam devidamente prontos para serem novamente avaliados em fevereiro, quando jurados de todo o mundo irão jogar cada um dos games criados e desenvolvidos pelas equipes. “Nosso corpo de jurados vai testar um por um, avaliando as qualidades técnicas de cada projeto, o quanto evoluíram da primeira etapa para a segunda e o quanto está bem estruturado o plano de negócios para a comercialização do jogo no futuro. Dessa avaliação sairão os semifinalistas, que são classificados para a grande final da nossa maratona”, explica Felipe Alvarenga, diretor de comunicação da GameJamPlus.

Nesta 5ª edição, a GameJamPlus alcançou mais de 20 países, como França, Filipinas, Cabo Verde, Estados Unidos e Bolívia, entre outros. Só no Brasil, mais de 17 estados possuem sedes com suas equipes concorrendo a premiações diversas, além do título de Melhor Jogo do Ano. Se para os desenvolvedores, essa corrida já começou, para os amantes e entusiastas do cenário indie de games, é hora de fazer as apostas.

Quase 80% dos brasileiros gostariam de deixar de usar dinheiro no futuro; e 93% adotariam criptomoedas emitidas por um Banco Central

Índice é o mais alto entre os países pesquisados pelo PayPal; estudo também aponta que dinheiro permanece como método de pagamento preferido de metade da população

O consumidor brasileiro é entusiasta de um futuro livre do uso de dinheiro físico para pagamentos. É o que aponta a pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech”, realizada pelo PayPal, líder mundial em pagamentos eletrônicos. Ao todo, 79% dos respondentes brasileiros disseram gostar da ideia de não ter de usar dinheiro, índice acima dos demais mercados pesquisados – 72% dos chineses gostariam do futuro sem cédulas e moedas, seguidos por 58% dos estadunidenses e 40% dos alemães. Mais de um terço de todos os respondentes relatou altos níveis de entusiasmo em eliminar o dinheiro físico de suas vidas.

A pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech” foi realizada pela equipe de Política Pública e Pesquisa do PayPal e envolveu um público de 4.000 pessoas em quatro mercados – EUA, China, Brasil e Alemanha. A pesquisa buscou entender melhor como os consumidores estão acessando serviços financeiros; como a evolução das tecnologias pode melhorar o acesso financeiro e a saúde financeira; e as condições e requisitos para inovação responsável e equitativa no setor de fintech.

“O PayPal é considerado a primeira fintech do mundo, criado em 1998, no Vale do Silício, na Califórnia. Desde então, a empresa vem moldando seu modelo de negócios e abraçando novas tecnologias, sempre oferecendo a seus clientes experiências de pagamentos que se integrem aos novos hábitos e demandas. Esta pesquisa aponta caminhos e contribui para a construção dos próximos pilares da digitalização da economia e do setor de pagamentos digitais”, analisa Leonardo Sertã, Head de Desenvolvimento de Mercados do PayPal para a América Latina.

Criptomoedas dos Bancos Centrais

Os respondentes da pesquisa nos quatro mercados expressaram pontuações esmagadoramente altas ao se classificarem como “extremamente” ou “de certa forma propensos” a usar uma moeda digital de um Banco Central (Central Bank Digital Currency – CBDC), embora os totais fossem mais altos na China e no Brasil em comparação com EUA e Alemanha (Figura 2). Enquanto os consumidores mais jovens – especialmente os Millennials (pessoas nascidas entre 1981 e 1996) – foram os mais propensos a querer usar a CBDC, uma maioria substancial de quem prioriza dinheiro atualmente também indicou certa ou extrema probabilidade de usar a CBDC. Este último ponto apoiaria o potencial para um futuro sem dinheiro e ressalta a importância de trazer atributos semelhantes ao dinheiro físico para o dinheiro digital emitido pelo governo.

“É importante ressaltar a influência do contexto local. Estamos acompanhando o grande entusiasmo com o PIX, que pode ter influenciado positivamente a percepção acerca da digitalização, deixado a população mais aberta e interessada por uma criptomoeda de um Banco Central”, analisa Sertã.

Apesar das altas pontuações para uso futuro de CBDC, os entrevistados expressaram níveis mistos de entusiasmo por soluções de identidade digital em substituição às carteiras de identidade físicas, algo que se tornaria pré-requisito para o uso geral de CBDC. Novamente, os brasileiros e os chineses se mostram entusiastas da digitalização em comparação com outros mercados – 57% dos consumidores no Brasil e 70% dos consumidores na China indicaram preferência por carteiras de motorista digitais, por exemplo. Já cerca de 71% dos entrevistados nos EUA e na Alemanha indicaram uma preferência por portar uma carteira de motorista física em vez de uma versão digital.

Essa descoberta pode indicar uma maior prontidão para soluções digitais em países não pertencentes à OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) e ressalta uma tensão com um futuro sem dinheiro nos EUA e na Alemanha, em países em que o conforto advindo dos pagamentos digitais pode se aplicar à noção de CBDC, mas não necessariamente à identidade digital. A ampla adoção da identidade digital provavelmente exigirá mais ações de marketing e educação dos setores público e privado no Ocidente.

Dinheiro ainda é o método preferido de pagamento

Com a aceleração da digitalização, incluindo compras online e pagamentos sem contato (contactless), muitos esperavam que a pandemia de COVID-19 acabasse com o domínio do dinheiro. No entanto, o dinheiro continua a ser importante e resiliente: os entrevistados pela pesquisa relataram que usam dinheiro físico ou moedas para pagar por itens do dia a dia em quase 50% das situações. No Brasil, o índice fica na casa de 38%.

Os resultados agregados da pesquisa indicam que a pandemia diminuirá o uso de dinheiro, mas talvez não tão drasticamente como alguns especialistas previram. Embora uma preponderância de entrevistados nos quatro mercados esteja usando menos dinheiro agora devido à COVID-19 e queira usar menos dinheiro daqui para frente (Figura 3), houve uma sólida minoria que indicou querer usar mais dinheiro em 2021 (26% dos respondentes brasileiros). Parte desse desejo poderia ser interpretado como entusiasmo por voltar a uma certa normalidade no pós-pandemia.

Para transações presenciais, o dinheiro continua sendo a forma de pagamento preferida em geral, embora os consumidores mais jovens relatem um uso relativamente maior de pagamentos eletrônicos. Em conjunto, essas descobertas indicam que, mesmo enquanto a sociedade caminha para o fim do dinheiro, há razões para acreditar que ele continuará popular entre os consumidores, pelo menos no curto a médio prazo.

Os principais motivos para usar dinheiro incluem o fato de ele não sofrer cobrança de taxas, a facilidade de uso em qualquer lugar, a capacidade de controlar melhor os gastos e o anonimato. Essas características do dinheiro são importantes para os usuários e devem fornecer um contexto importante para que possamos considerar as formas futuras de moeda.

“Sabemos que o uso do dinheiro físico é ainda uma necessidade, dada a grande parcela da população que ainda é desbancarizada. Temos de ter isso em mente ao pensarmos em soluções que fomentem a digitalização, reforçando sua simplicidade e compreensão – e precisamos ser capazes de continuar a promover a democratização dos serviços financeiros”, adiciona Sertã.

Por que “Terceira Onda de Inovação Fintech”?

Se pensarmos no início dos anos 2000, podemos traçar o contorno da primeira onda de fintechs no contexto do estouro da bolha das pontocom; a ascensão da internet comercial; a abordagem do governo de Bill Clinton para a regulamentação da internet baseada em princípios; e a criação de empresas como PayPal, Klarna e Xero. A segunda onda de fintech começou na esteira da crise financeira global em 2008, seguida por uma ampla revisão do sistema regulatório financeiro dos EUA e a ascensão da internet móvel, promovendo o crescimento de start-ups de próxima geração, como SoFi, Kabbage e Venmo.

Ao mirarmos adiante, novas capacidades e modelos de negócios serão resultantes de uma série de inovações tecnológicas emergentes, como machine learning, blockchains e a futura computação quântica. Os avanços tecnológicos estão gerando maior automação e novas funcionalidades que mudarão os fundamentos e o fornecimento de serviços financeiros. Se a fórmula anterior de crise combinada com mudanças no ambiente regulatório e novas capacidades tecnológicas se mantiver, podemos, de fato, estar no início de uma terceira onda de inovação em fintech, e haverá grandes implicações para consumidores, empresas e governos em todo o mundo.

“A mudança para opções de pagamento digital ou mesmo criptomoedas emitidas por um Banco Central exige uma demonstração clara de segurança e benefícios associados ao dinheiro, como isenção de taxas, usabilidade em qualquer lugar, capacidade de controlar melhor os gastos e o anonimato”, conclui o executivo, lembrando que a questão da democratização dos serviços financeiros é premente.

ACATE lança plataforma para medir nível de inovação das empresas

Por meio de análise de dados, Innoway permite identificar a maturidade da companhia em cultura de inovação, além de apontar caminhos para avançar

Já imaginou uma empresa que incentiva os colaboradores a exercer a criatividade, por meio da liberdade e autonomia, para transformar a forma de fazer negócios? Uma companhia que esteja aberta à experimentação, de forma que os erros cometidos sejam tolerados e se tornem aprendizados? Essas características podem indicar que a empresa tem uma cultura de inovação consolidada. Identificar o nível de maturidade e verificar pontos para serem aprimorados nesta cultura é um dos objetivos do Innoway, uma plataforma de inteligência digital lançada pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), em parceria com a Modo8, durante o Startup Summit 2021. 

“Esse trajeto rumo a uma cultura de inovação consistente é fundamental para que as companhias atinjam um desempenho maior e tornem-se ainda mais competitivas, com protagonismo no cenário nacional e internacional. Além disso, certificar que a empresa tem um nível de maturidade alto nesse quesito é mais um diferencial importante na hora de atrair talentos, investidores ou concretizar negócios e parcerias”, reforça o presidente da ACATE, Iomani Engelmann.

Com o auxílio dessa ferramenta de diagnóstico e orientação, as empresas poderão identificar falhas, conhecer deficiências da equipe, aprimorar processos, comparar-se a outros players do mercado e traçar planos para torná-las mais ágeis, competitivas e inovadoras. 

O processo de diagnóstico do Innoway começa a partir de uma pesquisa online com líderes e colaboradores da companhia. Por meio de inteligência digital e análises de experts, a plataforma avalia 170 atributos. Após o cruzamento de dados, a ferramenta permite fazer 28 mil correlações e apontar um diagnóstico personalizado. Depois de apenas cinco semanas, são apresentados os resultados, com o nível de maturidade da companhia nesta área, além de dados para a gestão de uma cultura de inovação de sucesso e pontos para evoluir de patamar. 

“Estabelecer uma cultura de inovação tem como objetivo valorizar e melhorar a vida dos colaboradores, garantir adaptabilidade em um mercado competitivo, conduzir a organização à longevidade e gerar riquezas, oportunidades, além de soluções para os problemas. Todas as pessoas são aptas a inovar, não apenas um time ou uma equipe, por isso é essencial observar as necessidades dos colaboradores, da comunidade e do ambiente em que a indústria se insere”, reforça Daniel Alves, CEO da Modo8 e um dos idealizadores do Innoway.

ArcelorMittal avança com ferramenta 

A plataforma tem uma metodologia exclusiva e já conta com sete projetos em andamento entre as corporates do LinkLab. Uma das companhias foi a ArcelorMittal, case apresentado durante o Startup Summit 2021, evento realizado pelo Sebrae e ACATE nos dias 14 e 15 de outubro. O Innoway foi aplicado na ArcelorMittal Vega, unidade em São Francisco do Sul (SC). Na escala de maturidade em cultura de inovação, a siderúrgica ficou no nível avançado, apenas um abaixo do mais alto (fluente). Caso seja avaliada nestes dois níveis mais elevados, a empresa recebe o Selo ACATE Innoway, o que pode auxiliar na atração de talentos, por exemplo. 

“Com o diagnóstico, podemos nos preparar melhor para esse mercado diante de tantas incertezas. A gente só controla aquilo que a gente mede, então foi fundamental mensurar nosso nível para saber onde estamos e como avançar”, afirmou Lincoln Rezende, gerente de Inovação Digital da ArcelorMittal, durante o painel do Startup Summit 2021.

Por meio de inovação aberta, através do Linklab,  a companhia foi conectada a uma startup que utilizará inteligência artificial para mapear novas áreas e oportunidades de atuação para a siderúrgica, para assim aumentar seu desempenho  e avançar ainda mais em sua cultura de inovação. 

Como participar

As empresas que queiram fazer uma avaliação no Innoway podem entrar em contato pelo email modo8@modo8.me. Além disso, é possível fazer um diagnóstico inicial em uma versão gratuita da ferramenta, disponível neste link https://innowayfree.questionpro.com/ ou acessar um e-book, também gratuito, sobre cultura de inovação neste link https://sc.acate.com.br/ebook-cultura-de-inovacao-esg.

Tags

Ball Corporation anuncia 1º Laboratório de Economia Circular do país em Fernando de Noronha

Ocupando a liderança mundial de embalagens sustentáveis de alumínio, a Ball Corporation anuncia a construção do laboratório VADELATA Pelo Planeta em Fernando de Noronha, que será o 1º Laboratório de Economia Circular do país e centralizará a coleta das latas de alumínio da Ilha a partir de um modelo inovador e totalmente sustentável. Uma cerimônia solene realizada na manhã desta quarta-feira marcou o início das obras do laboratório, cujo projeto é realizado em parceria com a Administração de Fernando de Noronha e o Consórcio Noronha Pelo Planeta. 

O Lab VADELATA Pelo Planeta está sendo implantado em uma área de 18 mil m2, com a maior parte reservada para preservação da biodiversidade nativa, localizada no entorno do aeroporto da Ilha e próximo à Praia do Bode e ao mirante Dois Irmãos. O prédio, que conta com projeto de arquitetura baseado nos conceitos mais atualizados do ponto de vista da sustentabilidade ambiental, terá cerca de 400 m², podendo chegar a 800, a partir de outras expansões, e o laboratório servirá como referência para novos modelos de economia circular. Na prática, além de ser um local para pré-processamento das latas para reciclagem, o laboratório será um espaço multiuso, onde serão realizadas diferentes atividades socioeducativas – como palestras, cursos, exposições, salas de debate etc. – com foco em questões ambientais prioritárias para o planeta, como a poluição dos oceanos, por exemplo.  O laboratório servirá ainda como base para demonstração de novas tecnologias que suportam a transição para uma economia sustentável e de baixo carbono.   

“A entrada da Ball na Ilha tem como base o relacionamento com a comunidade local e reforça o conceito de que não há fronteiras no oceano. Está tudo interligado e nossas ações refletem na sociedade e, especialmente, no meio ambiente como um todo”, explica Fauze Villatoro, Vice-Presidente Comercial e de Sustentabilidade da Ball para a América do Sul. “Fernando de Noronha foi o primeiro território brasileiro a banir plásticos descartáveis e vem trabalhando na implementação do Programa Noronha Carbono Neutro. A lata de alumínio é a embalagem mais reciclada do mundo e, porque acreditamos em um mundo com mais consciência, queremos colaborar com o esforço da Ilha para construir um espaço de convivência sustentável e que pode funcionar como uma experiência de um modelo de vida mais amigo do meio ambiente, não só para moradores, mas como para turistas que o frequentam e que poderão espalhar aprendizado ao retornar para suas casas. Ao formar uma grande rede de consumo consciente, fomentamos uma economia circular, e podemos avançar como um planeta cada vez mais saudável.” 

Com previsão de inauguração para o primeiro semestre de 2022, a expectativa do projeto é de reciclar cerca de 50 toneladas de alumínio no primeiro ano pós-pandemia. Tudo isso por meio de um modelo de coleta completamente inovador no Brasil: pontos de entrega voluntária disponíveis para consumidores e grandes geradores, como bares, hotéis e restaurantes, agendamento de coleta por meio de aplicativo móvel, transporte de latas em ecobags retornáveis e veículos elétricos. Ao serem levadas para o Lab VADELATA pelo Planeta, as latas serão limpas e prensadas, para então serem transportadas para uma planta da Ball em Recife e, em seguida, para um centro de reciclagem da Novelis em São Paulo, onde serão transformadas em novas bobinas para latas, garantindo o reaproveitamento total dos resíduos de alumínio que, em apenas 60 dias, serão uma nova lata nas prateleiras dos mercados. Além disso, todo o valor da venda da sucata de latas será revertido para financiar a própria coleta, desonerando a Administração de Noronha, e ainda a realização de projetos sociais e educacionais para a comunidade de Noronha.  

“Com a chegada do primeiro laboratório de economia circular do país, Noronha reafirma seu compromisso com o meio ambiente, uma prioridade do Governo do Estado. Essa parceria com a Ball é um passo importante dentro desse grande projeto de sustentabilidade para a ilha, que já conta com os programas Noronha Plástico Zero e o Noronha Carbono Zero entre outras ações voltadas para a proteção ambiental. O laboratório traz um conceito que precisa ser cada vez mais difundido no Brasil e no mundo, unindo cuidado com o meio ambiente e geração de renda para a economia local. As atividades realizadas nesse espaço também vão ajudar bastante na conscientização de todos os que vivem na ilha ou a visitam, nos ajudando a preservar o nosso ecossistema”, afirma Guilherme Rocha, Administrador de Fernando de Noronha. 

O projeto também prevê capacitação e informação para os ilhéus; parceria com pousadas e restaurantes para garantir destino correto às latas de alumínio; instalações interativas, sinalizações, lixeiras e totens educativos para trilhas, praias e sítio histórico. Entre outros impactos positivos, a Ball estima que, ao longo do projeto, cerca de 500 empreendedores locais poderão divulgar seus serviços e produtos no aplicativo  que está sendo desenvolvido, promovendo a economia da ilha; e, além disso, centenas de estudantes e jovens serão beneficiados com as ações educativas e de capacitação a serem realizadas no laboratório.  

Além da parceria com a Administração de Fernando de Noronha e o Consórcio Noronha Pelo Planeta, o VADELATA Pelo Planeta é co-patrocinado pela Novelis, maior recicladora de alumínio do mundo; AMA, água mineral da Ambev, e Minalba. Ambas marcas de água que já distribuem seus produtos em latas de alumínio sustentáveis. 

“Waterlution BRK Acelera” abre inscrições para programa de apoio a startups na criação de negócios inovadores direcionados ao saneamento básico

A BRK Ambiental, concessionária privada de saneamento básico presente em mais de 100 municípios brasileiros, em parceria com a ONG canadense Waterlution e o centro de inovação CESAR, abrem inscrições para o Programa Waterlution BRK Acelera, iniciativa que apoia startups e empreendedores na criação de soluções direcionadas ao setor de saneamento básico.

As inscrições estão abertas até 14 de novembro pelo site: https://materiais.cesar.org.br/brk-acelera. O objetivo do projeto é conectar startups e empreendedores a mentores e profissionais experientes do setor de saneamento. A proposta é estimular novas ideias para o desenvolvimento de soluções tecnológicas capazes de sanar os problemas relacionados aos serviços de água e esgoto no Brasil.

Para participar do projeto, as equipes devem ser compostas por pelo menos duas pessoas. No ato da inscrição, os interessados em participar do Waterlution BRK Acelera devem apresentar suas sugestões de projetos no formulário eletrônico disponibilizado no site do programa.

A partir das inscrições, os projetos serão avaliados de acordo com perfil e disponibilidade do time, aderência ao projeto, grau de viabilidade de aplicação, grau de impacto, modelo de negócio e gestão, maturidade da solução e alinhamento com as diretrizes Waterlution. Entre essas diretrizes estão facilitar e estimular a colaboração regional e global, ampliar a mobilização global do conhecimento sobre a água/saneamento e apoiar a comunidade global para avançar em direção aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU) relacionados a saneamento, segurança hídrica, clima e equidade.

No total, seis equipes serão selecionadas para participar do programa. Os projetos escolhidos serão apresentados em 24 de novembro. Após a seleção, ao longo de aproximadamente três meses, os participantes acompanharão uma série de atividades on-line, com transmissão ao vivo e focadas na aceleração dos projetos e validação das ideias e soluções. O objetivo dos encontros virtuais é estabelecer contatos com outros empreendedores e especialistas do setor, por meio de workshops e mentorias individuais e coletivas focadas em temas profissionais e técnicos.

Promoção da inovação

A partir dos encontros, de acordo com a viabilidade das ações, os projetos serão avaliados individualmente, e podem receber apoio financeiro dos organizadores do Waterlution BRK Acelera ou serem convidados para ações de parcerias.

“Valorizamos muito as parcerias com as startups no sentido de promover a inovação nas nossas operações, principalmente quando relacionadas às práticas de ESG, e destacamos a oportunidade de oferecer uma visão corporativa abrangente e prática aos empreendedores, a partir da nossa expertise como uma das empresas líderes em saneamento no país”, afirma Carlos Almiro de Magalhães Melo, head de Sustentabilidade e Gestão de Riscos da companhia.

“Durante os cinco anos de trabalho da Waterlution no Brasil, experimentamos diretamente o incrível conhecimento técnico, a capacidade de inovação e o compromisso dos jovens líderes da água e do clima do país na vanguarda das mudanças. Nossa parceria de longa data com a BRK Ambiental e o CESAR se aprofunda com este novo programa e aumenta nossa capacidade de colaborarmos juntos, o que aumentará nosso impacto coletivo e soluções com as startups incluídas no BRK Acelera”, afirma Karen Kun, Presidente e Fundadora da Waterlution.

“O programa trabalha inovação aberta na prática juntando BRK, Waterlution, CESAR e startups para acelerar oportunidades de inovação, baseadas em desafios reais da sociedade. Assim, ampliamos a oportunidade para quem empreende nessa área, que terão seus projetos apoiados por especialistas das mais diversas áreas de inovação, empreendedorismo e especialistas do Setor”, destaca Renata Sellaro, coordenadora de Projetos de Empreendedorismo do CESAR.

Tags

Lucree recebe R$ 50 milhões em investimento de gigante brasileira do setor de baterias

A Lucree, fintech de maquininhas de cartões e soluções financeiras, acaba de firmar uma parceria com o Grupo Moura, maior empresa de baterias da América Latina, que garante R$ 50 milhões em investimentos para o desenvolvimento de seu plano de crescimento bilionário.  

Com o acordo, Moura passa a ser sócia minoritária da Lucree. As duas empresas já atuavam em conjunto na operação de uma joint venture para oferecer soluções financeiras a revendedores da marca de baterias. A negociação contou com assessoria jurídica do escritório Urbano Vitalino Advogados.  

O capital investido na Lucree será utilizado para financiar seu plano de expansão. A fintech, que deve transacionar R$ 1 bilhão até o fim de 2021, pretende alcançar a marca de R$ 5 bilhões nos próximos 3 anos.  

Hoje, a empresa atua em seis mercados diferentes, e almeja chegar a mais de 20 com a criação de experiencias financeiras customizadas para PMEs, que incluem soluções de financiamento, parcelamento de compras e venda de seguros e consórcios de carros, com destaque para crédito no valor da entrada para aquisição de veículos parceladas em até 18 vezes no cartão de crédito.