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Centro Nacional de Supercomputação da Suíça, Hewlett Packard Enterprise e NVIDIA anunciam o supercomputador com IA mais potente do mundo

O Centro Nacional Suíço de Supercomputação (CSCS), a Hewlett Packard Enterprise (HPE) e a NVIDIA Enterprise anunciam que estão criando o que se espera que seja o supercomputador com IA mais poderoso do mundo. 

Planejado para entrar on-line em 2023, a infraestrutura do sistema “Alps” substituirá o supercomputador Piz Daint existente na CSCS e servirá como um sistema de finalidade geral aberto a toda comunidade de pesquisadores na Suíça e no resto do mundo.

O supercomputador possibilitará pesquisas inovadoras em vários campos, como clima, ciências de materiais, astrofísica, fluidodinâmica computacional, ciências biomédicas, dinâmica molecular, química quântica e física de partículas, além de domínios como economia e ciências sociais.

Os Alps serão construídos com HPE usando a nova linha de supercomputadores HPE Cray EX, que é uma arquitetura de computação de alto desempenho (HPC) de última geração projetada desde o início para aproveitar com eficiência os insights de grandes quantidades de dados complexos e sempre crescentes. Conta com o pacote de softwares HPE Cray, que garante uma experiência de supercomputação definida por software, e a plataforma de supercomputação NVIDIA HGX™, com GPUs NVIDIA, o SDK NVIDIA HPC e a nova CPU NVIDIA Grace™ baseada em ARM.

Com a integração entre as CPUs e GPUs da NVIDIA, o Alps poderá treinar o GPT-3, um dos maiores modelos de processamento de linguagem natural do mundo, em apenas 2 dias, 7 vezes mais rápido que o supercomputador Selene de IA de 2,8 exaflops da NVIDIA, atualmente reconhecido pelo MLPerf como o supercomputador líder para IA.

Os usuários do CSCS poderão aplicar esse excelente desempenho de IA em várias pesquisas científicas novas que podem se beneficiar da compreensão da linguagem natural. Eles poderão, por exemplo, analisar e adquirir o amplo conhecimento disponível em artigos científicos e gerar novas moléculas para a descoberta de medicamentos.

“Não é só um computador novo. Para possibilitar avanços científicos, reformamos o centro de computação ao longo de várias fases de expansão para ter uma infraestrutura de pesquisa orientada por serviços. O Alps usará a infraestrutura de supercomputação da HPE Cray EX baseada em uma arquitetura de software nativa em cloud para implementar uma infraestrutura de pesquisa definida por software, bem como a nova CPU Grace da NVIDIA para reunir tecnologias de IA e supercomputação clássica em uma única e potente infraestrutura de data center”, afirma Thomas Schulthess, pesquisador computacional no ETH Zurich e diretor no CSCS.

“A HPE colabora com o CSCS há muito tempo para desenvolver tecnologias de HPC e acelerar uma série de pesquisas científicas. Temos a honra de continuar esta jornada projetando um novo e poderoso sistema que amplia a missão da CSCS. Com essa ferramenta incrível, o CSCS pode gerar informações a partir de seus dados para realizar avanços no mundo”, declara Antonio Neri, presidente e CEO da HPE.

“Os desafios científicos gigantes de hoje exigem um novo tipo de supercomputador para realizar descobertas. Aproveitando nossa nova CPU Grace projetada para IA e HPC em escala gigantesca, a CSCS e a NVIDIA estão se unindo para abrir um novo caminho – construindo uma infraestrutura de supercomputação extraordinária, baseada na ARM, que permitirá aos mais importantes cientistas aplicar o poder da IA para fazer pesquisas que transformem o mundo”, explica Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA.

Investimento em Venture Capital acelera a captação de novos negócios

Invisto e ACATE têm fundo de R$100 milhões que pode ajudar a estimular o mercado

Apesar do recente aumento da Selic, a taxa básica de juros continua baixa, e o aumento no volume de aportes em startups, mesmo durante a pandemia, fez do Venture Capital o melhor investimento de 2020. De acordo com Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) e a consultoria KPMG, pela primeira vez os investimentos em venture capital superaram o volume gerado pelo private equity. Por exemplo, na Invisto, maior círculo de venture capital do sul do Brasil e localizada em Florianópolis, das oito empresas inovadoras que tem em seu portfólio, em conjunto, registraram um faturamento de R$82,6 milhões, o que representa um crescimento de 51% se comparado com 2019. 

Esta tendência pode trazer um grande impacto para o mercado de tecnologia nos próximos anos. “Há muita liquidez no mercado e a opção pelo Venture Capital está em destaque para os investidores”, conta Marina Leite, head de Relações com Investidores da Invisto. O círculo de investimento em conjunto com a ACATE tem um fundo de R$100 milhões para startups B2B. Marina ainda conta que a procura pelo fundo cresceu bastante nos últimos meses. Em média, oito startups são analisadas por semana em áreas muito boas como educação, logística, healthtechs e ESG.  

Para a ACATE, participar de um fundo de investimento que busca startups focadas no mercado corporativo, com receita mensal entre R$100mil e R$150mil e que de preferência seja da região sul do país é uma estratégia que fortalece as empresas de tecnologia em expansão que não encontrariam no mercado outra forma de investimento que atenda esta faixa de faturamento.

Esta ação fortalece as empresas e o ecossistema local, o que contribuiu para fazer de Florianópolis a segunda melhor cidade do Brasil para se empreender em tecnologia e inovação, ficando atrás apenas de São Paulo, segundo dados do Índice de Cidades Empreendedoras da Endeavor em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Atualmente, a tecnologia é a principal atividade econômica da capital de Santa Catarina.

Ainda em 2021, duas startups devem receber aportes do fundo Invisto com ACATE e a expectativa é que outras façam parte deste grupo, pois já estão em processo avançado de avaliação. 

Nodo abre vagas no Brasil e EUA

A Nodo, especialista em mais de 300 soluções digitais personalizadas para diferentes setores, está com doze vagas abertas para atuação home-office por todo o Brasil e na Califórnia (EUA). Com um ambiente de trabalho descontraído e possibilidades de crescimento, a companhia oferece aos colaboradores em regime CLT ou PJ, plano de saúde, vale refeição ou vale alimentação, seguro de vida e vale transporte.

As vagas disponíveis são para atuar como desenvolvedor Front-End (React e/ou React Native), desenvolvedor Back-End (Node.Js), auxiliar administrativo, UX Designer, UX/UI Designer, gerente de projetos e desenvolvedor Full Stack. Além de salários compatíveis com o mercado de trabalho e uma carga horária de 40 horas semanais, a empresa conta com parcerias que permitem acesso a serviços da rede credenciada de turismo, esporte, academia, odontologia, cultura e lazer e aulas de inglês 100% custeadas pela Nodo.

Além disso, há uma vaga de Biz Dev (Business Developer) para trabalhar diretamente com a diretoria US nos Estados Unidos. Para a posição em específico é imprescindível poder trabalhar legalmente no país e morar na região da Califórnia (San Diego, Orange County ou Los Angeles). “Com o propósito de transformar negócios através da tecnologia, a Nodo está sempre em busca de profissionais movidos pelos resultados e excelência. Entendemos que o sucesso dos nossos esforços vêm de pessoas e por isso contamos com uma cultura de Feedback 360º e políticas adequadas de remuneração, capacitação e crescimento”, destaca Paulo Faulstich, cofundador e diretor de negócios da Nodo.

Com um time altamente qualificado dentro do ramo da tecnologia, a Nodo se empenha em manter seus profissionais motivados e em constante crescimento. Para isso, a empresa conta com uma gestão transparente, pesquisas de clima organizacional e programas de mentoria e incentivo profissional como o “Mandou Bem”, que empodera e estimula os colaboradores a produzirem artigos sobre sua área profissional. Além de um Culture Code que reúne crenças e valores pertinentes a empresa. “O desenvolvimento e a evolução do nosso time é uma prioridade da companhia. Acreditamos que nossos resultados são frutos do comprometimento e capacitação de toda uma equipe”, finaliza Paulo.

Para se candidatar e conferir mais informações a respeito das vagas, basta acessar o portal de carreiras da Nodo http://nodo.cc/pt/trabalhe-conosco. Para as vagas de atuação nos EUA, a aplicação deve ser feita através do Linkedin .

CEBDS e CEO´s de cerca de 30 empresas assinam documento com metas climáticas que podem gerar até US$ 17 bi ao Brasil até 2030

O Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) divulga hoje, com a assinatura de CEO´s de cerca de 30 empresas (veja lista completa abaixo), o posicionamento “Neutralidade Climática: Uma grande oportunidade”, que reitera que uma meta mais ambiciosa de neutralidade climática para 2050 trará ganhos ao Brasil em diversos segmentos: economia, com a geração de empregos verdes e investimentos crescentes em soluções de baixo carbono; comerciais, com poder de negociação mais sólido frente a seus principais competidores; ambientais, com incentivo à redução dos gases de efeito estufa (GEE); e reputacionais.

Seguir em direção à retomada verde é a única maneira adequada de sermos competitivos, segundo a presidente do CEBDS, Marina Grossi. “Economicamente falando, o CEBDS crê que um total de até US$ 17 bilhões possam ser gerados no País a partir de negócios com base na natureza até 2030. O setor já está engajado, buscando as escolhas certas agora e direcionando os investimentos para enfrentamento e recuperação da economia brasileira em um modelo de economia circular, de baixo carbono e inclusiva, em que os benefícios entre produzir e preservar são claros e representam ganhos para o Brasil”, afirma a presidente do Conselho.

O CEBDS tem liderado o setor empresarial brasileiro devido à urgência para mitigar riscos decorrentes das mudanças climáticas. “São muitos desafios, mas estamos convictos que metas mais ambiciosas trarão mais oportunidades para o desenvolvimento de negócios, resultando em mais investimentos, de recolhimento de tributos e de geração de renda ao setor privado, à sociedade brasileira e, consequentemente, ao País. O setor empresarial brasileiro entende ter papel fundamental na superação de tais desafios e que o caminho passa pelo diálogo transparente e direto entre governo, empresas e sociedade civil, que são cruciais para os avanços necessários”, reitera a presidente do CEBDS, Marina Grossi.

Entenda o cenário: o Acordo de Paris e a NDC brasileira

Com o único objetivo de reduzir o aquecimento global, o Acordo de Paris é um tratado mundial que foi negociado durante a COP21, em Paris, e foi aprovado em 12 de dezembro de 2015. Entrou em vigor oficialmente no dia 4 de novembro de 2016, tempo recorde para um acordo climático dessa envergadura. Suas medidas e metas passaram a valer para todos os 195 países signatários do Acordo a partir de 2020.

Faltando pouco tempo para a COP-26, prevista para acontecer em novembro, em Glasgow, o Brasil, que possui 20% da biodiversidade mundial, precisa assumir o papel de protagonista na agenda climática. Os oceanos e a atmosfera esquentam mais ano a ano por causa das massivas emissões de gases. Os maiores vilões nessa história são a queima dos combustíveis fósseis e o desmatamento das florestas (responsáveis por renovar o oxigênio).

Em 2015, o Brasil ratificou o Acordo de Paris para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. Esse compromisso é fundamental para obtenção de resultados concretos rumo à economia de baixo carbono. No Brasil, as principais metas da NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês), é conseguir reduzir as emissões de gás carbônico em 37% em relação às emissões de 2005. A data limite para isso é 2025, com indicativo de reduzir 43% das emissões até 2030

“Estamos em um ano decisivo para a questão climática, comparável ao que foi em 2015 em relação ao Acordo de Paris. O Brasil – tanto no Leaders Summit on Climate, com o presidente Biden, nos dias 22 e 23 de abril, quanto em Glasgow, em novembro – tem grande oportunidade para consolidar seu protagonismo nessa agenda e atrair capital internacional, protegendo sua floresta e gerando valor com a biodiversidade que temos.” “As signatárias sabem que as empresas brasileiras têm uma oportunidade inigualável nessa agenda, onde há um novo padrão de mercado com a demanda para produtos e serviços de baixo carbono e inclusivo, atendendo aos critérios ESG”, completa a presidente do CEBDS.

EMPRESAS PARTICIPANTES

CEO´s das seguintes empresas assinaram o documento: Bayer, Braskem, Bradesco, BRF, CBA, DSM, Ecolab, Eneva, EQUINOR, Icare, Ipiranga, Itaú, JBS, Lojas Renner, Lwart Soluções Ambientais, Marfrig, Michelin, Microsoft Brasil, Natura, Schneider Electric, Shell, Siemens Energy, Suzano, Ticket Log, Tozzini, Vedacit, Votorantim Cimentos, Way Carbon. A iniciativa conta com apoio institucional: Amcham Brasil, ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio, CEBRI – Centro Brasileiro de Relações Internacionais, Coalizão Brasil Clima – Florestas e Agricultura e ICC – Câmara de Comércio Internacional.

Startup liga pequenos produtores de café a fãs da bebida

O Brasil possui uma longa história com a produção de café, com as primeiras mudas plantadas em 1727 e se tornando o principal produtor em 1880, sustentando o título até os dias de hoje. Além do sucesso no exterior, a bebida é amada por muitos brasileiros. Uma pesquisa encomendada pela Jacobs Douwe Egberts (JDE), empresa possuidora de marcas como Pilão e L’or, apontou que o café é a bebida mais consumida pelos brasileiros – 3 a 4 xícaras por dia -, perdendo apenas para água.

O Brasil atualmente é o maior mercado consumidor e disparado o maior produtor de café do mundo. Apesar disso, na cafeicultura brasileira que é composta por mais de 300 mil produtores onde mais de 90% são considerados pequenos produtores e produtores de agricultura familiar, ainda assim a grande maioria desses produtores não têm nenhum acesso ao mercado e dificilmente conseguem ter visibilidade na cadeia onde ele é protagonista. Sem contar que esses mesmos produtores acabam ficando dependentes dos intermediários que acabam levando a maior fatia do lucro das produções.

Contudo, Gabriel Barruffini, em uma viagem para o exterior, percebeu o valor que o café tinha no mundo e resolveu voltar para o Brasil e investir criando novas formas de gerar oportunidade e transformação para os pequenos produtores de café e, com isso, criou a Veroo, uma marca nativa digital de cafés especiais, que nasceu com o propósito de criar soluções inovadoras para transformar e melhorar a cadeia de valor da produção cafeeira.

No atual cenário do café no Brasil, existe uma lacuna muito preocupante que deve ser preenchida e viemos para mudar essa história. Por anos e anos, o acesso às principais informações, técnicas e estratégias comerciais eram privilégio apenas dos grandes produtores que têm condições de investir nessas vertentes, porém, a mudança do comportamento do consumidor e a chegada das tecnologias que torna as soluções cada vez mais acessíveis e exponenciais, essa história começa a mudar.

“É o que fazemos na Veroo, entendemos o mercado de uma forma que muitas vezes nos chamam até de loucos, pois trabalhamos na total contramão do mercado, pois tentamos vender com o preço mais acessível possível para o consumidor final, mas pagando o máximo ao produtor, traduzindo na prática, hoje uma saca de café é vendida na média pelo mercado de commodity a R﹩700,00, mas aqui na Veroo estamos pagando em média 50% a mais, do outro lado, quando se vê alguma cafeteria ou marca que trabalha com cafés de alto padrão (+83 pts SCA) esse café custa muito caro, em média mais de R﹩ 140,00 por kg, e aqui na Veroo vendemos esses café por R﹩70,00 por kg e já com frete incluso. Isso é só o começo da transformação que queremos operar, acreditamos que quanto mais pessoas abraçando o nosso propósito, mais impacto poderemos gerar. Hoje ainda atuamos com uma quantidade pequena de produtores, mas temos perspectiva de um aumento exponencial nos próximos anos” , afirma.

Por fim, estamos literalmente propondo uma revisão da cadeia de valor, sabemos que é muito desafiador enquanto a maioria olha de uma forma ainda muito dentro da caixa, mas acreditamos que será muito positiva para todos os atores dentro dela”, explica Gabriel Barruffini, fundador e CEO da Veroo, ao lado de Rodrigo Saraceni, co-fundador.

Covid-19 desencadeia onda de inovação nos setores de consumo, mostra novo estudo da Accenture

A pandemia de Covid-19 mudou a forma como as pessoas vivem, trabalham e se relacionam, acelerando a demanda por inovação. Empresas de varejo, bens de consumo e viagens deixam de apenas reagir à crise e passam a reinventar produtos e serviços. É o que mostra o novo levantamento global da Accenture (NYSE: ACN).

Depois de um ano de isolamento social, 95% dos entrevistados afirmam ter feito ao menos uma mudança de estilo de vida que deve ser permanente. O trabalho de casa, mudanças nos padrões de viagens e aumento na busca por produtos locais desafiam setores a repensar a forma como irão atender o consumidor que teve que se adaptar à pandemia. O mais recente estudo feito com mais de 9.650 pessoas em 19 países corrobora dados anteriores da Accenture: de que muitas mudanças de comportamento provavelmente serão de longo prazo.

“Os efeitos em cascata da pandemia serão sentidos por algum tempo e irão reforçar a necessidade das empresas voltadas ao consumidor de serem mais ágeis, resilientes e responsivas às mudanças”, afirma Oliver Wright, diretor sênior e líder do grupo para o setor de bens de consumo global da Accenture. “Grandes catástrofes sempre trazem oportunidades e a pandemia desencadeou uma onda de inovação. À medida que as empresas repensam as formas de fazer negócios que geram crescimento, muitas passam a usar recursos para a realização de análises avançadas a fim de identificar, responder e direcionar as tendências de consumo em constante mudança. Um exemplo é a cervejaria britânica Brewdog, que foi ágil e criativa durante toda a crise. Além de destinar parte de sua estrutura para a produção de álcool em gel, a empresa criou bares virtuais e o Brewdog Drive-Thru, além de ressignificar suas instalações físicas para a abertura do espaço de co-working Desk Dog”.

A pandemia de Covid-19 levou a uma transformação profunda, com empresas implantando mudanças simultâneas em diversas áreas e requalificando seus funcionários no que antes seriam programas de longo prazo. Muitas empresas voltadas ao consumidor reorganizaram seus negócios na nuvem, enfrentaram as pressões de custo e seguiram investindo em resiliência e segurança, implementando a infraestrutura necessária para permitir a inovação e posicioná-las para o sucesso futuro.

O surgimento do “terceiro espaço”

Com o início da pandemia, muitos funcionários passaram a trabalhar de casa e já ficou claro que para grande parte a possibilidade de decidir como e onde trabalhar deve ser permanente, mesmo após o fim da pandemia. Entre os entrevistados, 79% gostariam de eventualmente trabalhar a partir de um “terceiro espaço” – um lugar que não seja nem a casa e nem o escritório – e mais da metade estaria disposta a pagar até US﹩ 100 por mês do próprio bolso para poder trabalhar de um café, bar, hotel ou outro local com espaço dedicado. Isso indica uma série de oportunidades potenciais para o aumento de receita nos setores de hospitalidade e varejo.

O desejo de poder trabalhar a partir de um “terceiro espaço” vem acompanhado de uma série de mudanças também em relação às viagens de negócios. Entre os participantes do estudo, 46% não têm planos de viajar a negócios após a pandemia ou pretendem diminuir os antigos custos com viagens pela metade. Ainda é incerto quanto tempo essa nova tendência irá durar, mas atualmente acredita-se que o mercado de viagens a lazer será o primeiro a retornar, trazendo adaptações ao setor para uma operação mais eficiente a fim de compensar a perda de rendimento do período.

“A pandemia forçou o surgimento do que chamamos de ‘pragmatismo criativo’, especialmente entre empresas de viagens e hospitalidade que tiveram que buscar novas fontes de rendimento durante a crise”, explica Emily Weiss, diretora geral e líder do grupo para o setor de viagens global da Accenture. “Alguns hotéis transformaram seus quartos em restaurantes temporários, já outros testaram a oferta temporária de suas áreas de escritório para os clientes em busca de um ‘terceiro espaço’ para trabalhar. Embora tenha havido experiências com inovação em áreas bem específicas, as empresas precisam dimensionar esses novos serviços e levar em conta o novo foco dos viajantes em saúde e segurança, por exemplo, usando a nuvem para a implantação de interações totalmente livres de contato”.

Mudanças nos hábitos de consumo vieram para ficar

Não foram só os hábitos de trabalho e de viagens que mudaram de forma permanente, muitos também acham que seus hábitos de compra evoluíram consideravelmente nesse período. O levantamento mais recente reforça os dados divulgados anteriormente pela Accenture de que o aumento significativo no e-commerce provavelmente irá permanecer ou crescer ainda mais. Por exemplo, a proporção de compras online de produtos como alimentos, itens de decoração, moda e artigos de luxo por usuários de comércio eletrônico antes pouco frequentes – definidos como aqueles que usavam canais online para menos de 25% das compras antes do surto de Covid-19 – cresceu 343% desde o início da pandemia.

De acordo com Jill Standish, diretora sênior e líder do grupo para o setor de varejo global da Accenture, “os principais varejistas se adaptaram rapidamente ao aumento do comércio eletrônico e estão usando a tecnologia para atender seus clientes de novas formas. Muitos adotaram tecnologias disruptivas, como realidade aumentada, recriando a experiência da loja física e ajudando o consumidor a visualizar melhor o móvel ou a roupa que deseja comprar. Já outros adaptaram as lojas fechadas para servirem como centros de abastecimento locais com tecnologia de separação e embalagem. Mesmo em um mundo pós-pandemia, as empresas terão que satisfazer o apetite dos consumidores por compras online com entrega rápida e ser mais conscientes acerca dos seus investimentos em pessoas, cadeias de suprimentos, lojas físicas e canais digitais. Só assim estarão prontas para impulsionar o crescimento”.

Sobre o estudo


O levantamento Covid-19 Consumer Research da Accenture acompanha as mudanças de atitudes, comportamentos e hábitos dos consumidores do mundo todo por conta das adaptações à pandemia causada pelo novo coronavírus. As últimas entrevistas foram conduzidas entre 28 de novembro e 10 de dezembro de 2020 e entre 25 de fevereiro de 5 de março de 2021 com 12.487 e 9.653 consumidores respectivamente, em 19 países espalhados por cinco continentes: Alemanha, Arábia Saudita, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, EAU, Espanha, EUA, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Reino Unido, Rússia, Suécia e Suíça.

GOL aprimora comunicação com o Cliente no WhatsApp

A GOL, pioneira e inovadora, investe continuamente em produtos e serviços que melhorem a experiência e otimizem o tempo dos Clientes. Pensando nisso, a Companhia se uniu à Inbenta, empresa global especializada em ferramentas para o atendimento e autoatendimento nos canais digitais, e aperfeiçoou a ferramenta de atendimento no WhatsApp. Ainda inédita no mercado, a solução, que na sua primeira versão permitia a consulta de informações e o contato humano, agora possibilita ao usuário realizar todo o processo de check-in pelo aplicativo, além de gerenciar reservas, consultar horários e status de voos, informações sobre bagagens, assistências especiais, selecionar assentos, entre outros serviços.

“A Inbenta e a GOL reuniram esforços para ampliar os recursos da GAL, assistente virtual da Companhia, no WhatsApp”, comenta Ángel Trujillo, country manager da Inbenta Brasil. Com a nova versão é possível reduzir o contato físico, possibilitando ao usuário evitar totens ou atendimento em balcão, sem a necessidade de baixar um aplicativo específico com o autoatendimento via comunicador.

Segundo Trujillo, trata-se de um projeto desafiador, que envolveu a Inbenta globalmente, e vem gerando interesse de outras companhias aéreas, inclusive, de fora do país. Além disso, o executivo fala sobre as dificuldades de transformar a aplicação em algo simples para o consumidor, de fácil uso, com desenvolvimento de ponta por trás. “Foi um grande trabalho da equipe, com esforços para tornar a experiência do usuário agradável, totalmente integrada com a GOL, resolvendo demandas em poucos segundos, usando o máximo potencial da ferramenta Inbenta”, comenta Trujillo.

Além das opções iniciais da assistente para o usuário, este pode encaminhar perguntas abertas e em linguagem natural no dispositivo. Neste momento, a solução da Inbenta utiliza sua poderosa IA Conversacional, que compreende o significado. O bot analisa as perguntas para entender o contexto e obter o significado por trás das palavras – considerando os erros de digitação, ortografia, gírias ou jargões.

A experiência do Cliente também foi cuidadosamente pensada e levada em consideração. Por exemplo, para a seleção de assentos, foram utilizados emojis para conseguir uma experiência visual, sem a necessidade de ter que gerar imagens, complicadas de gerar e transmitir, e sem quebrar o fluxo conversacional.

“A GOL já nasceu com o DNA de inovação e tecnologia e há 20 anos vem revolucionando o mercado de aviação comercial no Brasil e no mundo com seu pioneirismo. Lançamos no final do ano passado esta tecnologia pelo WhatsApp e estamos aperfeiçoando a ferramenta para trazer mais comodidade ao nosso Cliente. Cerca de 35% das pessoas que precisavam fazer o check-in conseguiram concluir por meio desta solução. Estamos muito felizes com a parceria com a Inbenta e creio que ainda vamos trabalhar em mais novidades juntos”, diz Elisa Midore, gerente de relacionamento com o Cliente da GOL.

A GOL foi a primeira Companhia a vender bilhetes pela internet no Brasil, facilitando e agilizando os processos de viagem. Com a pandemia, estamos incentivando nossos Clientes a utilizarem os canais digitais para compra de passagens, escolha de serviços, alterações, check-in e aquisição de serviço de bordo.

Digisystem abre 41 vagas na área de tecnologia em parceria com a Kenoby

Como parte do processo de transformação digital do setor de RH, a Digisystem, companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios de tecnologias avançadas, firmou parceria com a Kenoby para abertura de 41 novas vagas relacionadas à área de tecnologia, para atuação em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Desta forma, a transformação no setor de recursos humanos visa melhorar o processo de recrutamento, seleção e atração de novos talentos para a empresa, através de uma plataforma moderna e ágil. A expectativa da Digisystem é que as novas vagas sejam preenchidas até o final do mês de maio.

De acordo com a Diretora de RH da Digisystem, Mirian Macedo, a parceria possibilita a redução no tempo de contratação, melhora a eficiência dos processos e oferece uma experiência ainda melhor aos candidatos. “Parcerias como essa ajudam os times de recrutamento e seleção a encontrar os candidatos mais bem capacitados para as oportunidades, em menos tempo e de forma ágil e assertiva. Além disso, facilita o processo de inscrição nas vagas para os candidatos, que podem importar o seu CV de forma automática”, esclarece.

O acordo foi firmado em janeiro de 2021 e a parametrização necessária teve início no mês seguinte. De um modo geral, o processo de implementação da tecnologia teve duração de 45 dias e no mês de março já estava finalizado. Ao todo, serão investidos R$ 50 mil na parceria, durante o ano de 2021.

Vagas em aberto na Digisystem

Atualmente, a Digisystem conta com os seguintes cargos disponíveis para atuação em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília: Administrador de Infraestrutura de TI Sênior; Administrador de Redes Pleno; Analista Desenvolvedor Junior; Analista de Testes; Analista de Testes Pleno; Analista de Testes Sênior; Analista Desenvolvedor RPA Pleno; Analista de Infraestrutura; Analista de Monitoramento Junior; Analista de Processos Pleno; Analista de Segurança da Informação Pleno; Analista de Suporte; Analista de Suporte Bilíngue; Analista de Suporte Junior; Analista de Suporte Linux Pleno; Analista de Suporte Pleno; Analista de Suporte Residente Junior; Analista de Suporte Residente Pleno; Assistente Comercial; Desenvolvedor – IOS ; Desenvolvedor Android; Desenvolvedor Peoplesoft; Desenvolvedor Pleno – DBA; Desenvolvedor de Sistemas Sênior – IOS; Coordenador de Operações; Consultor Funcional Pleno – Tasy; Consultor Funcional Sênior – Tasy; Consultor Tasy; Consultor Técnico – Datastage; Desenvolvedor RPA Pleno; Especialista ODM; Gestor de Contas e Técnico de Suporte.
As vagas abrangem o modelo de trabalho remoto e presencial e a remuneração dos cargos varia entre R$ 1.688,00 e R$ 14.000,00. Todas as oportunidades encontram-se na página de carreiras da Digisystem, Powered by Kenoby. As vagas ficarão abertas enquanto estiverem disponíveis na plataforma.

De acordo com Mirian, aqueles que não se enquadram nas vagas disponíveis poderão disponibilizar o currículo para oportunidades futuras. “Caso o perfil não se enquadre em nenhuma das oportunidades em aberto, é importante a realização do cadastro do CV no nosso banco de talentos. Sempre buscamos candidatos que já estão no nosso banco para novas oportunidades” finaliza.

Como o Open Banking irá impactar todos os momentos da sua vida?

Por Carlos Kazuo Missao

Tem se discutido muito sobre a implementação do Open Banking no Brasil, e de forma correta, fala-se muito em como se adequar às fases deste marco regulatório. É uma adoção complexa tanto do ponto de vista jurídico, onde há diversas intersecções com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), quanto de tecnologia para exposição das informações através de APIs (Application Programming Interface) e de infraestrutura e segurança cibernética.

Esses importantes pontos são apenas o primeiro passo da implementação do Open Banking. Vamos observar o que Banco Central discorre sobre os objetivos do sistema: incentivar a inovação e o surgimento de novos modelos de negócio; melhoria na experiência dos usuários e uma melhor oferta de produtos e serviços; e por fim, mais transparência e liberdade para o usuário final. Também se prega que o Open Banking vai diminuir a assimetria do mercado, a partir do compartilhamento de dados compulsório para os maiores participantes do sistema financeiro.

Estamos apenas no início desta jornada. Muitas instituições ainda estão se adequando às necessidades regulatórias citadas e talvez nem todos pensem na melhor forma de explorar novos negócios, linhas de receita e novas formas de conhecer e fidelizar os clientes. Num primeiro momento, todos estes benefícios já soam como algo inovador, mas é a longo prazo que veremos a enorme gama de oportunidades na vida das pessoas com a adoção do Open Banking.

Com a evolução desse sistema, a tendência é que o seu impacto esteja presente em todas as jornadas dos consumidores, seja na aquisição de bens materiais como em viagens, estudos e cuidados com a saúde. À medida que as instituições tiverem mais acesso e conhecimento sobre a vida de um determinado cliente, elas poderão contribuir com ofertas e conteúdos mais personalizados de uma forma automatizada, sem a necessidade de solicitar informações adicionais. Este impacto, que estará presente ao longo de toda a jornada do consumidor, é algo que as instituições financeiras atualmente almejam e poucas de fato conseguiram executar de forma satisfatória.

Se pensarmos na cadeia de valor dos consumidores e clientes dos bancos, podemos expandir essa corrente para uma jornada mais completa e ampla, o que convencionou-se chamar de Momentos de Vida (Life Moments). Em grandes linhas, os participantes do Open Banking têm a oportunidade única de obter dados de clientes (e também de potenciais clientes), trabalhar a informação e transformá-la numa oferta hiper personalizada – não apenas aderente ao perfil estático dos consumidores, mas também seu perfil temporário, dinâmico, sem “momento de vida”.

Costumamos dizer que assim os clientes de uma instituição financeira consumirão serviços financeiros de uma forma diferente, praticamente sem perceberem que estarão interagindo com a plataforma de um banco, pois a experiência será fluida ao longo da jornada. O banco torna-se invisível na cadeia e, paradoxalmente, mais presente desde o seu início. Ou seja, através do uso de dados disponíveis com o Open Banking, as jornadas dos clientes serão repensadas e recriadas.

Hoje, um exemplo comum de benefício quando falamos de Open Banking é o da oferta de empréstimos com taxa de juros menores ao entender o perfil de renda e de comportamento de um determinado cliente. O potencial, no entanto, vai muito além. Com os processos de negócios focados nas dinâmicas dos clientes e com o uso de tecnologia, como machine learning, inteligência artificial, realidade aumentada, as instituições podem desenhar jornadas muito mais ricas e fluidas, transformando-se em grandes parceiras dos seus clientes.

Já imaginou ter uma proposta 100% digital de seguro de vida, customizada a partir da análise dos dados disponibilizados pelos seus wearables? Ou conversar com assistentes virtuais, como Alexa ou HomePod Mini, sobre as contas do dia a dia e a melhor forma de economizar recursos para adquirir determinado item para a sua casa, sugeridos com informações baseadas no que você gosta de observar em suas mídias sociais?

Esses são apenas alguns dos exemplos que já conseguimos projetar para o Open Banking neste momento da história. Ou seja, as oportunidades são enormes. Com a criação de novos modelos de negócios, a partir da adoção plena deste sistema nos próximos anos, teremos muito a explorar em soluções, pensando tanto do ponto de vista das grandes instituições quanto nas startups dos mais diversos segmentos.

E o mais excitante destas projeções é que os insumos para tornar essas oportunidades em realidade já existem e estão disponíveis: a tecnologia para extrair e processar grandes volumes de dados, com automação e inteligência artificial; a criação de jornadas personalizadas para os clientes, explorando canais diversos, com tecnologias inovadoras, seguras e convenientes. Somam-se a isso, a inteligência de negócio e ambiente competitivo que o Open Banking já está estimulando, e temos um cenário promissor para o sistema financeiro brasileiro.

Temos desafios pela frente como o da segurança, é verdade, mas as lições que estamos aprendendo com outros mercados mais maduros na implementação desse modelo nos apontam para grandes conquistas e avanços. As companhias que conseguirem agregar e investir em alta tecnologia, segurança de dados e conhecimento dos seus clientes terão vantagens competitivas muito fortes neste novo mundo criado pelo Open Banking.

Carlos Kazuo Missao, Diretor de Soluções de Inovação para Clientes da GFT Brasil

Pmweb tem mais de 60 vagas abertas

 A Pmweb, empresa de serviços e tecnologia para marketing e CRM, consolidada no mercado há 24 anos, atua no mercado B2B oferecendo produtos e serviços que proporcionam relacionamentos únicos em escala. Mesmo durante a pandemia, a companhia segue crescendo e está com diversas vagas em aberto. São mais de 60 oportunidades para trabalhar em São Paulo (SP) ou em Porto Alegre (RS), inclusive com posições remotas e de estágio.

Entre as principais áreas para trabalhar estão programação, business analytics, customer success e recursos humanos. As inscrições para os processos seletivos podem ser feitas no site Pmweb.

Sediada em Porto Alegre (RS) e com escritório em São Paulo, a empresa, parte do Grupo WPP, que tem como expertise a integração de dados para impulsionar a experiência das marcas com seus consumidores, atende grandes players do mercado de diferentes segmentos, como moda, varejo, hotelaria, banco, companhias aéreas e indústria, como Além disso, a Pmweb é GPTW e vencedora de Markie Awards e Adrian Awards.

Pagar.me abre mais de 30 vagas para as áreas de tecnologia e comercial

Enquanto a pandemia tem impactado negativamente as atividades de serviços como um todo, o setor de tecnologia cresceu, puxado, principalmente, pelo avanço do home office, do comércio eletrônico e pela a urgência das empresas de digitalizar suas operações. O Pagar.me, por exemplo, empresa do Grupo Stone Co. focada em tecnologia de pagamentos digitais, tem previsão de contratação de mais de 200 pessoas neste primeiro semestre. Atualmente, são 30 vagas abertas nas áreas comercial e tecnologia.

As vagas estão disponíveis no portal http://boards.greenhouse.io/pagarme/ e pessoas de qualquer lugar do Brasil podem se inscrever, já que todo o processo seletivo e de onboarding são realizados on-line. Além disso, especialmente no caso das posições de tecnologia, o trabalho também seguirá de forma remota.

As vagas contam com salário fixo + variável relacionada ao cumprimento de metas, no caso dos profissionais da área comercial. Além disso, a empresa oferece vale alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia.

“Buscamos pessoas com energia e disposição para nos ajudar a construir tecnologias que facilitem a vida dos nossos clientes – que são nossa razão de ser -, alinhadas aos valores da companhia e que tenham o desejo de empreender com o Pagar.me. O setor da tecnologia é extremamente promissor, o crescimento do nosso time em todos os cantos do país é mais uma prova disso”, afirma Rodrigo Rolim, Líder de Gente.

Fiesp e Embrapii incentivam projetos inovadores de startups

Projetos de PD&I selecionados pelas Unidades EMBRAPII serão cofinanciados e terão apoio de pesquisadores desde o desenvolvimento tecnológico até chegada ao mercado.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) vão abrir seleção para projetos de Pesquisa Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de startups que apresentem um forte potencial inovador. O objetivo é contribuir para que as startups brasileiras decolem no país e no mundo.

Após serem selecionados pelas Unidades EMBRAPII (centros de pesquisa de ponta), os projetos de inovação terão até 50% do valor financiado com recursos não reembolsáveis da Embrapii e o auxílio de pesquisadores qualificados em todo o ciclo da inovação: desde o desenvolvimento tecnológico, passando pelo desenvolvimento do produto ou serviço, até o acesso efetivo ao mercado.

As inscrições para o projeto já estão abertas no site da Fiesp (http://bit.ly/FiespEmbrapii_InovaçãoStartups) e o prazo para que interessados se inscrevam termina no dia 05 de maio. Os detalhes da parceria e sobre o modelo de apoio serão apresentados em um workshop no dia 23 de abril, às 10 horas, no YouTube da Fiesp.

Podem se candidatar para seleção, startups com Receita Operacional Bruta (ROB) menor que R﹩16 milhões com até seis anos de constituição jurídica. Os projetos podem envolver áreas como Inteligência Artificial, Mobilidade, Bioeconomia, Grafeno, Biofármacos, Manufatura 4.0, entre muitas outras áreas de competência das 64 Unidades EMBRAPII.

O modelo EMBRAPII é de cofinanciamento. A organização aporta até 50% do valor do projeto de PD&I com recursos não reembolsáveis de forma ágil e flexível, e o restante é dividido entre Unidade Embrapii e empresa. Existe a possibilidade de a startup buscar o apoio adicional para a contrapartida das empresas no projeto, por meio da linha Embrapii – Sebrae, que pode arcar com até 70% dos recursos da parte que cabe às empresas, também de forma não-reembolsável.