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Solfácil capta mais de R$ 1,3 bi em 2021 para financiamentos em energia solar

A Solfácil, a primeira plataforma solar do Brasil, anuncia uma captação de R$ 1,28 bilhões para financiar dezenas de milhares de sistemas fotovoltaicos para produção de energia limpa. Com isso e em apenas um ano, a empresa se torna a 2ª maior emissora de green bonds (títulos verdes) do Brasil – atrás apenas do banco BTG Pactual – e a 4ª maior da América Latina, segundo levantamento feito pela Green Bond Transparency Platform mantida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O resultado reflete o êxito da fintech na captação de recursos em diversas frentes, inovando no mercado financeiro brasileiro e diversificando sua estratégia de captação. Esses recursos estão sendo usados para financiar as linhas de financiamento da Solfácil para pessoas físicas, para pequenos comércios, e para produtores rurais.

“Nossa missão é democratizar o acesso a energia fotovoltaica no país. Essa democratização passa por um financiamento a longo prazo desse ativo onde a parcela do financiamento é menor do que a economia de energia. Através de mais de 7.000 integradores solares parceiros homologados, nosso time de engenharia verifica que o projeto fotovoltaico entregará a geração e qualidade prometida”, ressalta Guillaume Tiret, diretor financeiro e co-fundador da Solfácil. “Graças a isso, a inadimplência dos nossos clientes é nitidamente abaixo da média do setor, o que nos permite captar volumes expressivos de dinheiro a custo competitivo e prazo alongado, e repassamos esses benefícios para nossos clientes”, conclui o executivo.

Todos os instrumentos recentes de captação de crédito (FIDC, debênture de securitizadora) nasceram com a certificação de “título verde”, chancelada pela Sitawi, organização reconhecida pelas certificações de títulos verdes. O rótulo de selo verde só é chancelado para produtos financeiros que investem em ativos com benefícios socioambientais comprovados. No caso da Solfácil, a certificação é feita tendo em vista que os recursos das captações são utilizados para financiar a compra e instalação de sistemas de geração de energia limpa e renovável.

Investimento no setor

Além dessas inovações financeiras, a startup criou o primeiro marketplace solar do País, que conecta distribuidores a integradores solares, em um só lugar. O marketplace oferece mais de 600 opções de kits para instalação de energia solar fotovoltaica, facilitando a cotação e busca por parte do integrador solar para cada projeto, seja residencial, comercial ou do agronegócio.

Os lançamentos fazem parte do plano pós rodada Série B de R$ 160 milhões captados recentemente, com foco em movimentar R$1 bilhão em novos projetos ainda em 2021, quase 10 vezes o volume movimentado em 2020. Para 2022, a estimativa é de R$2,5 bilhões, com mais de 115 mil clientes financiados nos dois anos somados.

160 startups apresentarão suas soluções a investidores no InovAtiva Experience 2021.2

Os ciclos de aceleração e conexão dos programas do InovAtiva, política pública de apoio ao desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo inovador no Brasil, estão chegando na reta final e se encerram com o InovAtiva Experience. O evento, que começa no dia 27 de novembro e segue nos dias 04, 05 e 06 de dezembro, conta com um número recorde de startups comparado à edição anterior do InovAtiva Experience, com 180 participantes, que terão a oportunidade de apresentar suas soluções a diferentes bancas de investidores, divididas entre os seus setores de atuação. O InovAtiva Experience é o resultado da união de todos os players do ecossistema de inovação, promovido com o objetivo de conectar as startups participantes do programa a investidores, mentores e grandes nomes do empreendedorismo inovador.

“Muito mais do que oferecer uma oportunidade única de alavancagem de negócios para muitos empreendedores, os programas do InovAtiva, por meio de eventos como o InovAtiva Experience, estão se consagrando como um marco para a evolução do ecossistema de inovação do país. O InovAtiva Experience vem crescendo e se transformando a cada edição, impulsionando a força empreendedora do nosso país”, disse Bruno Portela, Secretário Especial Adjunto de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (SEPEC/ME).

Inteiramente realizado no formato online, essa edição do InovAtiva Experience será uma experiência valiosa de conexão entre startups e stakeholders do ecossistema de empreendedorismo inovador do país, proporcionando oportunidades de networking e alto nível de capacitação em empreendedorismo, além de visibilidade para as startups participantes, já que, ao final do InovAtiva Experience, serão definidas as startups destaques dos programas InovAtiva.

Parte da programação do InovAtiva Experience será aberta ao público, com a realização de diversos painéis, com renomados profissionais do empreendedorismo de inovação no Brasil, além de conteúdo exclusivo aos empreendedores dos programas InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto Socioambiental. Na atual edição do evento, a programação ao público externo foi ampliada em mais um dia. Os interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia 3 de dezembro. Confira a seguir a programação do evento.

“Além de todas as capacitações e mentorias que receberam durante o programa, essa última etapa se consagra como o momento ideal para conexões e surgimento de a oportunidades, já que será aqui onde terão contato com o mercado, investidores, potenciais clientes e parceiros”, afirma o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.

Programação

27.11 – Demolation | 9h às 18h10

Atividade exclusiva aos empreendedores participantes dos ciclos InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto Socioambiental, o Demolation é um treinamento de pitch onde ocorre uma simulação das apresentações das soluções das startups aos investidores, em que os mentores ocupam o lugar dos investidores nas bancas avaliadoras. com a participação de mentores para que os empreendedores possam receber feedbacks sobre suas apresentações.

04.12 – Programação aberta | 14h às 18h15

14h00 | Abertura – Inovação aberta: as dores da empresa e as dores da startup. Apresentado por Marcos Medeiros (Ambev), Paulo Tenorio (CEO e fundador TRAKTO) e Felipe Massami (Diretor de Operações Ideia Gov).

15h00 | Painel – Papo de startup: Aplicando ESG na minha startup. Apresentado por Ezequiel Vedana da Rosa (CEO e Fundador Piipee) abordando diretamente as demandas e tendências da área.

16h15 | Painel de Growth. Parte I – Data driven: Como usar dados para tomadas de decisão. Apresentado por Michel Avila (Neoway) e Joni Hoppen (Aquarela), que abordarão estratégias e ações assertivas, levando em consideração padrões e tendências de análise de dados à estratégia dos negócios.

17h15 | Painel de Growth. Parte II – Preparando para escalar: as dores do crescimento. André Krummenauer (Co-founder and CEO | Involves) e Junior Borneli (CEO e Founder da StartSe) apresentarão o painel, explicando sobre as preparações necessárias antes do crescimento da startup, evitando que ela se desestruture no processo.

05.12 – Programação aberta | 9h às 13h

9h00 | Painel 1 – Tecnologias Emergentes: Dados, IoT, 5G, Blockchain. Apresentado por Fabiano Nagamatsu (Mentor e Alumni do Inovativa Brasil), Florêncio Cabral (Co-Fundador e CEO da Virtus Automation & AI.), Caroline Nunes (CEO/Founder da InspireIP) e Reinaldo Washington Moraes (Pesquisador N2 NASA. Pesquisador SpaceX).

10h00 | Painel 2 – Como usar o LinkedIn para alavancar resultados. Apresentado por Ana Letícia Rico (Innoscience Consultoria) e Anderson Diehl, Mentor InovAtiva.

11h00 | Painel 3 – Startups que apostaram na diversidade e geraram riquezas.

12h00 | Painel 4 – Workshop de Investimentos.

06.12 – Demoday e encerramento | 9h às 20h

O Demoday é o momento mais esperado pelos empreendedores participantes dos ciclos InovAtiva Brasil e InovAtiva de Impacto Socioambiental: uma atividade exclusiva para as selecionadas do ciclo, onde apresentam suas soluções para bancas de investidores. Serão cinco salas simultâneas, segmentadas em três blocos, entre 9h e 18h10.

Após um breve intervalo, a programação de encerramento iniciará às 18h30. Ela será aberta ao público com uma série de agradecimentos de membros da organização dos programas, o reconhecimento de membros da Comunidade InovAtiva e a divulgação das startups destaque de cada categoria. Em seguida, serão feitas entrevistas com os vencedores.

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Tencent Cloud lança primeiro Data Center no Brasil

Impulsionando sua estratégia de fornecer serviços em nuvem de alto padrão, altamente confiáveis e estáveis em todo o mundo, a Tencent Cloud – o braço de computação em nuvem da Tencent, anuncia hoje o lançamento de seu primeiro Internet Data Center (IDC) em São Paulo, no Brasil. A adição do novo data center à rede global da Tencent Cloud, presente em 27 regiões e 68 zonas de disponibilidade, marca sua entrada oficial no mercado latino-americano e destaca o compromisso da companhia com a digitalização mundial. 

A inauguração do primeiro Internet Data Center da Tencent Cloud no Brasil visa atender à crescente demanda de digitalização no país e em toda a América Latina. Além disso, a entrada da companhia no Brasil apoiará o crescimento de empresas brasileiras e de outras organizações com base na América Latina no mercado chinês e na região Ásia-Pacífico por meio da integração perfeita de dados com suas principais operações em ambientes brasileiros e latino-americanos. O gasto total com infraestrutura como serviço em nuvem pública (IaaS) e plataforma como serviço (PaaS) deve chegar a US $ 3 bilhões em 2021 somente no Brasil, segundo a consultoria IDC1, um aumento de 46,5% na comparação ano a ano. 

O lançamento da Tencent Cloud em solo brasileiro também fornece acesso a um conjunto diversificado de soluções personalizáveis para diferentes setores. Em particular, para empresas de mídia, jogos, redes sociais e fintechs, como a companhia de games Level Up!, que utiliza os serviços da Tencent Cloud para alavancar sua tecnologia líder de mercado, garantindo experiências consistentes e confiáveis ao público final e ao consumidor B2B. Exemplos de serviços de alta qualidade da Tencent Cloud incluem mídia em nuvem, transmissão ao vivo de vídeos, desenvolvimento de sites e jogos e soluções de educação online. 

Poshu Yeung, vice-presidente sênior da Tencent Cloud International, comenta: “O Brasil é um mercado dinâmico e empolgante com um número crescente de empresas digitais de alto crescimento que buscam garantir experiências digitais consistentes e confiáveis para seus clientes e consumidores na América Latina e ao redor o mundo. Estamos muito entusiasmados com este anúncio e nossos planos futuros para o mercado”. 

Glaucio Marques, CEO da Level Up!, destaca: “Como parceira de negócios, a Level Up! espera dar as boas-vindas à entrada da Tencent Cloud no mercado latino-americano. Essa nova infraestrutura permite que nós e outras instituições em uma ampla gama de setores de negócios capitalizemos os anos de experiência da Tencent Cloud no fornecimento de soluções de rede estáveis e resilientes. Estamos felizes em aproveitar esse portifólio robusto de infraestrutura para otimizar a experiência dos jogadores e fornecer melhores serviços para nossos clientes”. 

Demonstrando os consistentemente e elevados padrões de confiabilidade e segurança com os parceiros brasileiros da Tencent Cloud, as instalações do data center em São Paulo adquiriram a certificação de design e infraestrutura Uptime Tier-III, com PCI DSS, ISO27001, entre outras credenciais. Ele também apresenta um alto padrão de conexões de fibra ótica de rede redundantes para muitos hubs de troca de rede em São Paulo. 

O Brasil é um mercado crítico para a Tencent Cloud e desempenha um papel fundamental na missão da empresa de fornecer serviços de nuvem pública seguros, confiáveis e de alto desempenho para clientes na região. 

Menor marca-passo do mundo chega ao Brasil

Inovação é da Medtronic e já está ao alcance dos pacientes da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo

Segundo dados do Censo Mundial de Marca-passos e Desfibriladores, cerca de 300 mil brasileiros utilizam marca-passos no país e aproximadamente 49 mil realizam o implante desse tipo de dispositivo por ano. Estigmatizado como um dispositivo que pode sinalizar possíveis limitações de saúde, os relatos de os pacientes que os utilizam apontam um outro conceito – a oportunidade de viver e exercer atividades que exigem esforços físicos, antes limitadas por um problema elétrico do coração.
Pioneira no desenvolvimento de marca-passo, a Medtronic, lança o primeiro dispositivo sem os cabos-eletrodos, ou seja, sem os condutores que levam o impulso elétrico. O tamanho do dispositivo impressiona. São apenas 20mm de comprimento, similar a uma cápsula de vitamina, e é o menor do mundo, pesando menos de 2g. O design minúsculo permite que o implante seja minimamente invasivo. Os marca-passos tradicionais deixam uma elevação visível na pele na região acima do coração. No caso do Micra, a discrição é preservada, dando liberdade aos pacientes que não ficam com traumas estéticos e possam praticar exercícios físicos.

A inexistência de eletrodos reduz o risco de infeção grave causada pelo contato dos cabos com a corrente sanguínea e elimina as infecções da pele do tórax no local do implante. Não é incomum alguns pacientes precisarem fazer a extração dos cabos-eletrodos por conta do grau de infecção, microfraturas ou tromboses causadas pelos extensos eletrodos. Entretanto, o maior benefício do Micra está na performance do equipamento, e de como ele preserva o sistema venoso, área responsável por transportar o sangue desoxigenado para o coração.

Isso quer dizer que, além de eliminar o risco de infecção, a área venosa fica conservada para a necessidade de tratamentos futuros, como hemodiálise ou quimioterapia. Outro destaque é a durabilidade da bateria, de até 12 anos. A maioria dos dispositivos convencionais têm durabilidade de 6 a 8 anos em média.

Para Carlos Eduardo Duarte, cardiologista especializado em estimulação cardíaca da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o dispositivo é uma grande revolução e aguardado há muitos anos pelos especialistas.

Segundo o Dr. Duarte, o marca-passo é indicado para reverter qualquer diminuição da pulsação cardíaca que põe a vida em risco. “O ser humano nasce com o ritmo normal de 150 batimentos por minuto. Com o passar dos anos, essa frequência costuma cair. Se chegar a menos de 50 batidas por minuto, pode ser indício de bradicardia e merece atenção. No entanto, nem toda braquicardia necessitará de reversão. É preciso considerar a rotina do paciente, se ele é um atleta ou uma pessoa sedentária, para diagnosticar a necessidade de intervenção”, explica.

A necessidade de implantação de marca-passos tem aumentado com o envelhecimento da população. No Brasil ainda impera um falso conceito de uso de marca-passo somente como última opção terapêutica. Se comparado aos países vizinhos, Argentina e Uruguai, o número de implantes do país é significamente menor, o que reflete diretamente no aumento de doenças cardíacas e óbitos.

“É importante ressaltar três pontos para conscientizar a população. Primeiro, a maioria das mortes causadas por diminuição da frequência cardíaca poderiam ser evitadas. Segundo, houve uma evolução no processo de implantação de marca-passos, hoje em dia, já não precisa abrir a caixa torácica e agora dispensará os cabos-eletrodos. Terceiro, o marca-passo não é um vilão, muito pelo contrário, depois de implantado há uma melhora significativa na disposição e qualidade de vida, além de prevenir fatalidades”, conclui o médico da BP, hub de saúde reconhecido como um dos melhores do mundo em cardiologia e um dos pioneiros no implante do Micra no Brasil.

O procedimento com o Micra foi realizado em outros países e tem se mostrado muito seguro e com baixas taxas de complicações durante o procedimento. O dispositivo é o mais revolucionário do mercado e, no Brasil, há poucos especialistas aptos a implantar esse equipamento, que será introduzido pelo acesso femoral. A inovação não está incorporada no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e nem no SUS (Sistema Único de Saúde).

Alerta

O cardiologista alerta para os sintomas de tontura, cansaço, perda de desempenho físico, convulsões, desmaios ou até perdas da consciência. São sinais que podem indicar braquicardia, com necessidade de implante de marcapasso. Casos esses sinais sejam identificados, é preciso procurar imediatamente um cardiologista especialista em arritmias cardíacas.

Huawei gera 96,5 mil empregos na América Latina e Caribe

A Huawei, empresa líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), é responsável por 96.500 empregos, diretos e indiretos, na América Latina e Caribe. Isso é o que aponta o estudo divulgado nesta quarta pela Oxford Economics, com base no ano de 2019. Segundo o report, a Huawei fomentou o emprego local na região trabalhando em conjunto com seus clientes e parceiros, além de empregar cerca de 3.500 pessoas diretamente.

“As atividades e serviços da Huawei têm efeitos amplos, impulsionando a economia em os setores, com reflexos em pesquisa e desenvolvimento ou treinamento”, disse Pete Collings, diretor de consultoria de impacto econômico para a Europa e Oriente Médio, no evento Digital Talent na Huawei: Atualidade e Perspectivas, que aconteceu na quarta-feira. Em um recorte, o relatório aponta que a Huawei foi responsável por 28.400 empregos no Brasil, 14.150 empregos na Colômbia e 13.150 empregos no México, respectivamente no período.

Michael Xue, vice-presidente da Huawei para a América Latina e Caribe, disse que a Huawei tem um sistema de recursos humanos que se baseia amplamente nas melhores práticas internacionais para incentivar os funcionários a trabalharem pelos interesses de longo prazo da empresa, ajudando seus stakeholders a construir um mundo conectado e inteligente.

“Foco no cliente, dedicação e investimento intensivo de longo prazo em pesquisa e inovação são os motores conhecidos do crescimento dos negócios em nossa empresa”, disse Xue, que está com a empresa desde 2001, atuando nos mercados chinês e internacional.

A Huawei tem presença global em mais de 170 países, mas também está comprometida em ter operações localizadas. Xue apontou que a empresa tem um plano de recrutar centenas de recém-formados na América Latina e no Caribe em um futuro próximo. Para ele, a ênfase da Huawei no talento vai além da empresa.

Por isso, o evento também contou com quatro alunos que participaram dos programas de talentos digitais da Huawei na região, como o Seeds for the Future, o Global ICT Competition e a Huawei Academy. Por meio desses programas, a Huawei conseguiu ajudar a treinar 50.000 alunos e professores na região, diminuindo a lacuna de talentos digitais na região à medida que os países da região experimentam uma transformação digital acelerada.

Michael Chen, diretor de comunicação corporativa da Huawei América Latina e Caribe, disse que a empresa produz bons incentivos com seu sistema de remuneração ao combinar os incentivos de curto, médio e longo prazo: “Temos os salários mensais, bônus de fim de ano e dividendos de ações e planos de unidade baseados no tempo que nossos funcionários receberão se permanecerem na empresa por mais de cinco anos e tiverem bom desempenho”, disse ele.

As histórias de quem vive o dia a dia da Huawei

Os funcionários do evento também compartilharam suas histórias de trabalho na Huawei. Luiz Gustavo Queiroz, vice-presidente de Delivery e Serviços do Enterprise Business Group da Huawei Brasil, compartilhou suas histórias de trabalho com a Huawei por 21 anos. Ele é conhecido por ser o funcionário mais antigo da Huawei no Brasil e está entre um grupo de funcionários que recebeu elogios por seu serviço e dedicação. “É uma longa história. É um caminho com muitos desafios”, disse.

Benjamin Silva, um especialista em tecnologia vencedor do Emmy (o Oscar da televisão), disse que foram cinco anos notáveis na Huawei. Ele agora trabalha como diretor digital para soluções de vídeo, mídia e entretenimento na Huawei América Latina. “É uma ótima experiência e tenho sido capaz de fazer muitas coisas interessantes”, afirmou, contando como escolheu trabalhar com a Huawei quando tinha muitas outras opções.

Tatiana Diaz, gerente de contas da Huawei Panamá, compartilhou sua experiência de trabalho, dizendo que a Huawei que ela conhece é voltada para a inovação e é uma empresa muito rigorosa no que diz respeito a garantir a segurança dos dados do cliente. “Não é uma empresa perfeita, mas é uma boa empresa e podemos alcançar muitos objetivos. As pessoas têm os pés no chão e colocam o atendimento aos clientes acima de tudo. Na verdade, sempre foi impulsionado ao longo dos anos”, concluiu.

TruePay anuncia novo aporte de R$ 176 milhões, um dos maiores Series A da história do Brasil

A TruePay, startup que criou uma solução de pagamentos inovadora para ajudar no acesso a crédito grátis e seguro para pequenos e médios varejistas, acaba de anunciar um aporte Series A, de R$176 milhões. Liderado pela Addition, o novo fundo de Venture Capital de Lee Fixel (ex-Tiger Global Management), o investimento é um dos maiores da América Latina para startups no mesmo estágio. O valor recebido será utilizado para continuar construindo tecnologia de ponta, para aumentar a capacidade de atendimento e, sobretudo, expandir o time. A fintech, que nos últimos meses cresceu 100% ao mês, agora projeta crescer 10 vezes até o fim de 2022.

Fundada por Pedro Oliveira e Luis Eduardo Cascão em dezembro de 2020 na cidade de São Paulo, a base de clientes da startup já chegou na casa dos milhares, operando em todos os estados brasileiros.

“Estamos honrados em contar com a confiança de alguns dos melhores investidores do mundo e das pessoas super talentosas que conseguimos trazer para a nossa missão. Para nós, um round desse tipo traz a dimensão do impacto que a TruePay vai fazer no mercado oferecendo crédito grátis para milhões de pequenos e médios varejistas no Brasil. O aporte também não deixa de ser uma confirmação do trabalho fantástico que nosso time está fazendo”, afirma Pedro Oliveira, CEO e cofundador da TruePay.

“Essa rodada será o combustível para continuarmos transformando a realidade dos pequenos e médios varejistas do Brasil. Nessa linha, a maior parte do investimento será usada para atrair e desenvolver os melhores talentos no Brasil e em outros lugares, com foco em profissionais de engenharia de software, produto, dados e design”, explica Luís Eduardo Cascão, COO e cofundador da TruePay.

A TruePay está melhorando as relações comerciais entre a indústria e os varejistas, permitindo que varejistas comprem mais e melhor e que a indústria venda mais, sem risco. Para tanto, a empresa está construindo uma rede de pagamentos parcelados entre empresas, onde os vendedores (indústrias) concedem crédito sem serem expostos à inadimplência (a TruePay garante o pagamento) e onde os compradores (varejistas) acessam crédito para comprar estoque de seus fornecedores sem nenhuma taxa. Ao usar a TruePay, os varejistas podem acessar melhores condições de pagamento com seus fornecedores, fazendo compras com mais limite e com prazo de pagamento mais longo – assim, liberando capital de giro de suas operações.

“A força da solução da TruePay reside na convergência de um enorme mercado potencial, com um problema real e inexplorado, e uma equipe incrível”, afirma Lee Fixel (Addition). “Não é fácil encontrar essa combinação, por isso estamos felizes em apoiar a companhia”, observa.

Não é somente o valor de R$176 milhões do aporte que impressiona. Em setembro deste ano a empresa despertou o interesse da Kaszek (Nubank, Creditas) e da Monashees (Rappi, Loggi), dois dos maiores fundos de venture capital da América Latina que co-lideraram a rodada seed de R$45 milhões – um dos maiores valores levantados no Brasil para uma empresa em estágio inicial. A rodada também contou com a participação dos fundos GFC e ONEVC.

“Os varejistas no Brasil são vítimas de um cenário onde eles demoram muito para receber e não tem prazo para pagar – carregando a economia do país nas costas sem nenhuma opção de capital de giro com preço justo para arcar com esse descasamento. Por isso, acabam recorrendo a soluções como antecipação de recebíveis a altas taxas nas adquirentes e à busca de crédito com juros descomunais nos bancos. Na outra ponta os fornecedores desses varejistas acabam tendo que escolher entre não vender ou dar crédito a eles, correndo o risco da inadimplência. A TruePay nasceu para quebrar esse bloqueio e transformar a relação em ganha-ganha”, conclui Cascão.

ADP Brazil Labs tem 80 vagas de emprego abertas em Porto Alegre

ADP Brazil Labs, centro global de desenvolvimento de produtos e inovação da ADP, companhia líder em soluções de gerenciamento de folha de pagamento e recursos humanos, segue ampliando o seu quadro de colaboradores e está com 80 vagas abertas para diferentes áreas e níveis no segmento de tecnologia. Elas se destinam para atuação na sede da empresa, localizada em Porto Alegre (RS). 

Segundo o vice-presidente do ADP Brazil Labs, Julio Hartmann, a empresa é um dos sete centros de inovação que a ADP tem em todo o mundo. “Possuímos a missão de desenvolver soluções em software e infraestrutura para produtos tecnológicos da ADP nos mais de 140 países no qual a companhia atua. Por isso, os projetos desenvolvidos pelos profissionais do Labs têm escala global, permitindo a eles interação e troca de experiências com diversas regiões do mundo”, explica. 

As vagas abertas atualmente são para as áreas de UX, data science,  machine learning, back-end (Java, Node, Python, C# .NET), front-end (JavaScript: Angular, React),  product owner,  suporte à produção (N3),  agilidade e qualidade de software com automação. 

Como os profissionais trabalham de forma distribuída com colaboradores de outros países, o domínio do inglês é uma das exigências da empresa. Contudo, a falta dessa competência não deve ser vista como barreira pelos candidatos, já que o ADP Brazil Labs conta com programas internos para auxiliar os funcionários no aprimoramento de habilidades importantes para o seu crescimento profissional. 

“Nos últimos anos, o modelo de trabalho vem passando por bastante transformação, o que também tem demandado novas soluções tecnológicas para suprir as necessidades desse novo cenário. Por esse motivo, no ADP Brazil Labs, estamos crescendo de forma muito acelerada e permitindo que os nossos colaboradores subam em suas carreiras com a mesma velocidade”, destaca o vice-presidente. “Assim, o importante para nós é que as pessoas estejam realmente interessadas em atuar em um local guiado pela inovação e dispostas a fazer a diferença”, pontua o executivo. 

Benefícios

No ADP Brazil Labs, além de encontrar um ambiente de trabalho colaborativo – reconhecido pelo GPTW como melhor empresa para trabalhar na área de Tecnologia da Informação e para Pessoas com Deficiência –, com remuneração e benefícios compatíveis com o mercado, os funcionários contam também com programas que visam reconhecer o seu esforço. Um exemplo disso é que os colaboradores têm a possibilidade de patentear uma ideia inovadora e ser remunerado em dólar por isso. 

Além disso, o ADP Brazil Labs conta com uma plataforma de ensino onde os colaboradores podem realizar cursos e aperfeiçoar os seus conhecimentos e  parcerias com os principais players do mercado de tecnologia, que fornecem treinamentos, permitindo aos funcionários aprender sobre novas soluções e aprofundar o domínio em áreas específicas.

A empresa possui, ainda, oito comitês internos, focados em diferentes áreas, que oferecem aos colaboradores a possibilidade de refletir e trabalhar os mais variados temas, além de apoiar causas sociais. 

Para conferir as oportunidades em aberto, acesse através do link: https://tech.adp.com/careers/locations/brazil/#toggle-id-3 

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Com quase o triplo de colaboradores, Delivery Much tem novo escritório e segue contratando

Com um crescimento de 250% no número de colaboradores desde o início da pandemia, a Delivery Much, aplicativo de delivery que atua no interior do Brasil, acaba de inaugurar sua nova sede em Florianópolis, Santa Catarina. O espaço, com 1,8 mil metros quadrados, está localizado no Square Corporate 401 e faz parte da estratégia de expansão da marca, que amplia a atuação com franquias e operações próprias por todo o país e acaba de estrear no quick commerce, com o lançamento da primeira dark store. O novo conceito em vendas opera com entregas ultrarrápidas em menos de 15 minutos.

Impulsionada pelo crescimento do delivery durante a pandemia e após receber investimentos da fintech Stone, a empresa dobrou o seu faturamento em 2020 e está presente em mais de 300 cidades do interior de 20 estados, com 17 mil lojistas parceiros e 3,5 milhões de usuários da plataforma. “Os estabelecimentos precisaram fechar seu atendimento ao público e muitos tiveram que se transformar digitalmente de forma muito acelerada para poderem sobreviver e manter seus negócios. As soluções de delivery acabaram sendo uma das principais apostas neste sentido, fazendo com que empresas como a Delivery Much crescessem neste período”, analisa Pedro Judacheski, CEO e sócio fundador. 

A empresa, que acaba de completar 10 anos, está desde 2018 na capital catarinense. Fundada em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde mantém escritório com cerca de 60 funcionários, a Delivery Much mudou a sede para Florianópolis com o objetivo de se aproximar do ecossistema de tecnologia. “Precisávamos nos conectar com outros empreendedores, mirando a captação de recursos e a expansão dos negócios. A cidade é um paraíso para o empreendedorismo brasileiro, por isso, decidimos apostar nessa mudança e também investir na região, contribuindo com o crescimento do ecossistema”, afirma o CEO.  

Novo espaço 

Para estar ainda mais próximo de empresas inovadoras e de todo o ecossistema, a Delivery Much investiu em um imóvel localizado na chamada rota da inovação, na SC-401. O novo escritório tem capacidade para receber até 340 pessoas e foi pensado para que os funcionários se sintam confortáveis de estar novamente no ambiente corporativo. “Sempre foi muito forte na cultura da Delivery Much o calor humano, o estar próximo. Por isso, buscamos um local para receber nossa equipe novamente, mas em segurança, com um espaço acolhedor e divertido, com área de descanso e jogos”, explica Judacheski.

A nova sede ainda conta com uma réplica do primeiro escritório da Delivery Much, que ficava dentro da incubadora tecnológica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A antiga sala tinha apenas 16 metros quadrados e onde a empresa foi criada e funcionou nos primeiros anos. “Além de ser uma homenagem para as nossas origens, não queremos esquecer de onde saímos. Hoje, quando olhamos para o tamanho da Delivery Much, parece que sempre foi assim, mas não foi. Por isso, queremos olhar para a sala e lembrar como éramos e, ao mesmo tempo, conseguir imaginar como podemos continuar crescendo”.

A Delivery Much passou de 87 colaboradores no início de 2020 para mais de 300 atualmente e segue contratando. Hoje, está com mais de 30 vagas abertas, principalmente para a área de tecnologia. Com o retorno gradual ao escritório, que ocorre com o avanço da vacinação e mantendo todos os protocolos de prevenção, a empresa também adotou uma modalidade de trabalho flexível, podendo ser totalmente presencial, remoto ou híbrido dependendo da área de atuação. Hoje, parte da equipe já trabalha em outras cidades e estados.

Expansão

Além de mirar atingir novas cidades com o modelo de franquias e operações próprias, a Delivery Much também pretende ampliar as dark stores em 2022 para outros municípios onde o aplicativo já está em operação. O novo modelo de vendas, que se intensificou com a pandemia, funciona como se fosse um centro de distribuição e opera apenas para entregas de compras online. 

A primeira loja foi inaugurada em Santa Maria, em outubro, com centenas de itens de conveniência, como bebidas, alimentos e produtos de higiene e limpeza. O pedido é feito pelo próprio aplicativo e o cliente recebe a compra em até 15 minutos. “A Pulo (como é chamado o serviço da Delivery Much) é uma solução de compra rápida para itens de supermercado, com entrega ultrarrápida. Queremos tornar a vida das pessoas mais fácil, mostrar que não faz sentido sair de casa, enfrentar filas, pagar estacionamento, procurar itens na prateleira, se pode pedir pelo app e receber em casa por um preço justo. Essa inovação é uma resposta à mudança cultural pela qual a sociedade está passando e uma das principais dores dos nossos usuários, que é o tempo de entrega”, ressalta Judacheski.

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Computação de borda deve ser crucial na retomada econômica

Por Raymundo Peixoto, vice-presidente sênior e diretor-geral de soluções para datacenter da Dell Technologies na América Latina

É certo que a retomada no pós-pandemia não será algo rápido – e também longe de ser fácil – mas depois de encarar um dos mais difíceis desafios de nossos tempos, as empresas terão a chance agora de um verdadeiro recomeço. Com a intensificação da distribuição de imunizantes ao redor do mundo e reduções nos casos graves e circulação do vírus da Covid-19, a tendência é que as medidas de isolamento se tornem cada vez menos frequentes, permitindo a reabertura total da economia.

E se em 2020 as empresas precisaram se adaptar rapidamente, paralisando ou adaptando abruptamente suas operações, essa reta final da pandemia já nos mostra os próximos caminhos a serem seguidos.

Já é certo que a transformação digital, que foi quase que forçadamente acelerada nos últimos 20 meses, é agora a grande impulsionadora do crescimento econômico. O momento é de uma corrida para se adequar às novas necessidades e tendências, com uma chance de poder alinhar alta performance, conectividade e mobilidade de rede com segurança, uma demanda que já era vista como forte tendência no mercado, mas que ganhou ainda mais força.

Um bom indicativo disso foi a constatação de que 42% das pequenas e médias empresas brasileiras apostaram na adoção de novas tecnologias. O dado, que foi revelado em uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria e marketing Edelman em parceria com a Microsoft, apontou que 83% dos entrevistados apostam que as novas tecnologias vão liderar o caminho rumo à recuperação econômica.

Um dos efeitos mais visíveis do momento atual é ver a computação de borda (edge computing) atuando como impulsionadora de uma revolução na forma como coletamos, armazenamos e processamos dados, agora feita por meio de data centers localizados na ‘borda’ de uma rede, eliminando a latência. Em vez de transitar por uma pequena quantidade de data centers centralizados, por dados gerados a partir de todas as câmeras, sensores e outras ferramentas de Internet das Coisas (IoT) alimentados por inteligência artificial, os dados agora podem ser processados diretamente na fonte ou perto da fonte.

A consultoria IDC estima que, até 2024, haverá um crescimento de 800% no número de aplicativos lançados para computação de borda. Com a possibilidade de fornecer processamento e análise instantânea, com maior velocidade analítica, a computação de borda permite que as organizações automatizem operações, melhorem experiências, reduzam o uso e o desperdício de energia e melhorem as medidas de segurança de seus negócios.

A computação de borda desempenha um papel fundamental nessa jornada de transformação digital, proporcionando otimização de rede e tecnologia. Todo o potencial das velocidades 5G só pode ser realizado se a latência da rede for reduzida processando dados próximos ao usuário final. Os resultados possibilitados pela combinação da computação de borda e do 5G prometem produzir soluções mais eficientes em termos de energia do que as tecnologias atuais, melhorando a eficiência operacional e a infraestrutura.

Revolucionando onde e quão rápido podemos processar e analisar dados, a tecnologia de borda oferece enormes oportunidades para países que vão além da fase de recuperação e em busca de crescimento e sustentabilidade a longo prazo.

Para perceber todo o potencial da computação de borda, governo e indústria precisarão trabalhar juntos. Alcançar uma infraestrutura escalável e confiável para lidar com enormes volumes e complexidade de dados exige o desenvolvimento de novas abordagens para equilibrar transparência, confiança e segurança e exigirá investimentos para promover colaborações públicas-privadas significativas.

Com essa sinergia, o futuro da economia no Brasil e no mundo certamente terá um novo rumo. E quanto mais cedo isso acontecer e com mais empresas inseridas nesse objetivo, novos e promissores capítulos da retomada serão escritos, com a computação de borda sendo fundamental em diversas frentes deste processo.

Encontro Nacional ABRINT 2021 debate questões regulatórias e transformação digital

A Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (ABRINT) promove a 12ª edição do seu Encontro Nacional de Provedores, considerado o principal e maior evento do setor na América Latina, nos dias 8 a 10 de dezembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Após o período de isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19, que impossibilitou a realização presencial em 2020, o evento seguirá a tradição dos últimos anos e, em três dias, debaterá o futuro das telecomunicações pós-Leilão 5G; o futuro do compartilhamento de postes; os desafios e oportunidades das redes neutras; tendências de fusões e aquisições de ISP; gestão 4.0 e diferenciação de marcas; e o futuro das fusões e aquisições. A programação e inscrições estão disponíveis no site oficial do evento .

Como de costume, o Encontro Nacional de Provedores traz as principais autoridades do segmento de Telecom, entre elas representantes do governo, associações, empresas e especialistas, para dialogar e debater sobre os rumos, desafios e oportunidades para o setor. Esse ano, foram convidados nomes como o Presidente da República Jair Bolsonaro; Fábio Faria, ministro das Comunicações; Carlos Baigorri, Moisés Moreira e Vicente Aquino, Conselheiros da Anatel; Efrain Pereira da Cruz, Diretor da Aneel; Sandro Furlanetto, Presidente da Asociación ISP del Paraguay (ASISPY) e Marcelo de Ambrosio, presidente da Cámara Argentina de Pequeños Proveedores de Internet (CAPPI), entre mais de 60 palestrantes. O evento terá mais de 180 expositores e vai respeitar todos os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19.

“2020 foi um ano de crescimento para o mercado brasileiro de telecomunicações, com as mudanças de hábitos geradas pelo isolamento social que demandaram maior capacidade de atendimento e eficiência das empresas do setor. E 2021 foi marcado pelo Leilão do 5G, cujo edital a ABRINT participou ativamente de todas as etapas da discussão com a Anatel, o TCU e o Congresso Nacional. Agora, precisamos discutir o que está por vir e, por isso, seguimos firmes em nosso compromisso de levar cada vez mais conhecimento e networking para todos os provedores de internet. Para compensar todo esse tempo em que ficamos longe, ampliamos nosso espaço de evento, oferecendo mais comodidade para o credenciamento, um terraço que servirá como área de convivência e algumas novidades”, adianta Alessandra Lugato, Diretora-Executiva da ABRINT.

Diretrizes de acesso ao evento

Atendendo ao decreto do estado de São Paulo, haverá no evento a disponibilização de álcool gel, o uso de máscara será obrigatório, bem como a apresentação, na entrada do evento, do Certificado Nacional de Vacinação Covid-19, identificando as duas doses ou a dose única. O certificado pode ser gerado pelo site ou aplicativo Conecte SUS .

Em caso de uma ou nenhuma dose da vacina, deve ser apresentado o teste negativo para Covid-19 do tipo PCR, realizado com até 48 horas de antecedência, ou o teste do tipo antígeno, realizado com até 24 horas de antecedência. Caso o congressista esteja positivo para Covid-19, poderá solicitar o reembolso do ingresso pelo e-mail ingressoseventonacional@abrint.com.br, mediante envio dos dados e do teste de Covid-19.

Programação do evento

Durante os três dias de evento, serão abordados os temas mais relevantes para o atual momento das telecomunicações. No dia 8 de dezembro, primeiro dia do encontro, pela manhã, acontecerá o painel “O que vivemos, como estamos e para onde vamos?” e a palestra “Gestão 4.0” com Bruno Nardon. Às 14h ocorrerá a abertura oficial do evento, seguida da palestra “A nova realidade das fusões e aquisições” e do painel “Experiência do Cliente” .

O segundo dia do evento, 9 de dezembro, será aberto com o painel “O futuro do compartilhamento de postes”, seguido pelo debate “Redes Neutras – Desafios e Oportunidades”. Após a pausa para o almoço, será realizado o painel “América Latina Conectada”, a palestra “Diferenciação das Marcas” com Pedro Superti e o painel “Reforma Tributária”.

E na sexta-feira 10 de dezembro, último dia do encontro, a ABRINT trará os painéis “O futuro das telecomunicações: o pós-Leilão 5G” (com presença confirmada de Fábio faria, ministro das Comunicações), o painel da Câmara ABRINT Mulher, intitulado “Substantivos Femininos”, e “Acesso ao Crédito: Convênio BRDE”, além da palestra “Mega Tendências 2022: Tecnologias & Negócios com foco na Hiper Conveniência” com Arthur Igreja. A programação completa, com os nomes dos palestrantes e mediadores para cada tema, e informações sobre inscrições podem ser acessadas aqui .

Abstartups lança estudo sobre cleantechs

Em busca de compreender o ecossistema em suas diversas atuações, a Associação Brasileira de Startups , entidade sem fins lucrativos que, promove o ecossistema brasileiro de startups, em parceria com a EDP , empresa que distribui energia elétrica nos estados de São Paulo e Espírito Santo, lançou o Mapeamento Cleantech 2021 – Estudo das cleantechs no Brasil.

O recente estudo veio para atualizar as informações sobre o segmento e conhecer melhor os desafios que as cleantechs do país enfrentam neste momento. Com todo o contexto social da importância de maiores cuidados com o meio ambiente, é um momento de destaque para as startups de tecnologia limpa – isso é o que aponta Felipe Matos, Presidente da Abstartups. “Com uma maior conscientização sobre temas voltados para a preservação do meio ambiente, é um momento crucial para que as cleantechs possam crescer e colaborar com um desenvolvimento da sociedade voltada para a sustentabilidade”, aponta Felipe.

O mapeamento classifica as cleantechs em oito categorias: Transporte, Indústria Limpa, Energia Limpa, Eficiência, Água, Ar e Meio Ambiente, Agricultura, e Armazenamento de Energia. Sendo que apenas as categorias Ar e Meio Ambiente e Energia Limpa são responsáveis por mais de 65% das cleantechs do país.

Ana Flávia Carrilo, coordenadora de Informação da Abstartups e responsável pelo estudo, ressalta a necessidade de investimentos nos segmentos, já que apenas 33% das startups receberam investimentos: “As cleantechs são bastante promissoras e o mercado sabe disso, mas ainda não há investimentos significativos. É preciso entender que o cuidado com o meio ambiente é um pacto global e investir em cleantechs é uma das maneiras de participar desse pacto” finaliza.

Principais insights do Mapeamento de Cleantechs 2021:

– Foram mapeadas pela Abstartups, 102 cleantechs ativas em todo Brasil

– 44% das cleantechs mapeadas estão em fase de tração e escala

– 39% das cleantechs atuam no segmento de ar e meio ambiente, ou seja, tecnologias que mitigam o impacto de substâncias poluentes ao meio ambiente.

– 33% das cleantechs mapeadas já receberam investimentos

– 54% atuam no mercado B2B, ou seja, vendem produtos ou prestam serviços para outras empresas

– 72% do setor é majoritariamente composto por empreendedores homens

Para ter acesso ao estudo completo, clique aqui

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Locaweb lança primeiro programa de estágio

Ingressar no mercado de trabalho muitas vezes é um desafio, principalmente para quem está iniciando na carreira. Pensando em contribuir nesse momento difícil para os estudantes, durante o mês de novembro, a Locaweb lança o primeiro programa de estágio, voltado para universitários que estejam cursando o 5º semestre a partir de janeiro de 2022.

Simony Morais, diretora de Gente & Gestão da Locaweb fala sobre a primeira edição do programa ‘’Aqui no Grupo Locaweb desenvolver vai muito além da tecnologia. A primeira edição do Programa de Estágio vem para reforçar isso, assim como para ampliar nossos horizontes. Temos muitas vagas, para que o estudante possa atuar com uma equipe experiente, ágil, acolhedora e apaixonada por desenvolver carreiras. Tudo isso em um ambiente onde ele é livre para ser quem é’’.

Contemplando diversas áreas, as vagas são destinadas a qualquer curso de graduação no formato bacharel e para quem tem disponibilidade para uma jornada de 30h semanais. Além da própria Locaweb teremos oportunidades para as unidades de negócio: Bling, Etus, Octadesk, Ideris e Credisfera

As vagas são para os modelos presenciais, híbridos e 100% remotos, ou seja, não é preciso necessariamente residir em São Paulo para participar do processo seletivo, que será 100% online. Além disso, o programa oferece um contrato de 12 meses, sendo possível estender para mais um ano, e conta com alguns benefícios oferecidos especialmente para os estagiários:

• Plano de saúde e odontológico;

• Vale-Transporte ou Estacionamento gratuito;

• Serviço gratuito de vans do terminal João Dias para a Locaweb;

• Vale Refeição:

• Seguro de Vida;

• Máquinas de café a vontade;

• Gympass;

• Programa de Qualidade de Vida e bem-estar;

• Oferta de cortesias dos produtos LOCAWEB.

O pacote de benefícios será detalhado durante as etapas seletivas. As inscrições acontecem de 08 a 30 de novembro de 2021, e podem ser feitas através deste link .

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Carteira de crédito das instituições financeiras de desenvolvimento para inovação totaliza R$ 24 bilhões

Valor foi citado pelo presidente da ABDE, Sergio Gusmão Suchodolski, durante o webinar “Desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade”

As Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFDs) contam com uma carteira de crédito de R$ 24 bilhões para financiamento à inovação. Foi o que revelou o presidente da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), Sergio Gusmão Suchodolski, durante o webinar “Desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade”, realizado nesta quarta-feira. O evento contou com a parceria entre a ABDE, Pacto Global, Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Há um papel muito relevante para as instituições financeiras de desenvolvimento brasileiras. Nós temos hoje uma carteira de crédito de R$ 24 bilhões para o financiamento à inovação. O Brasil possui uma das redes mais robustas de financiamento ao desenvolvimento do mundo. Estamos falando de inovação relacionada à sustentabilidade nos campos da engenharia, arquitetura e ciências em geral”, afirmou Suchodolski.

Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral, os instrumentos de financiamento à inovação são necessários para o Brasil seguir como um dos países com a matriz mais renovável do mundo e dar conta do aumento da demanda por energia dos próximos anos.

“Até 2050, o Brasil pode ter que duplicar a oferta de energia como um todo. Mais de R$ 90 bilhões em investimentos estimados nos próximos 10 anos em energia distribuída e mais de R$ 100 bilhões de investimentos em transmissão. Precisamos acelerar os investimentos em fontes renováveis e limpas e preparar os terrenos para continuar nessa trajetória. E isso significa a necessidade de investimentos em inovação”.

Segundo o empresário-líder da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) da CNI, Pedro Wongtschowski, estimular o financiamento à inovação, tanto público, quanto privado, é fundamental para impulsionar o desenvolvimento sustentável no país.

“Essa demanda representa o desafio grande para as empresas brasileiras, que vão precisar sim de soluções financeiras inovadoras, como foi a criação da Embrapii, que permitiu a criação de uma rede muito qualificada de instituições de ciência e tecnologia, que passaram a ter melhores soluções com foco muito grande na sustentabilidade”.

Nesse cenário de crescente interesse e necessidade por inovação e sustentabilidade, a diretora do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da UnB, Marileusa Chiarello destaca que a ciência é peça-chave para colocar esses projetos em prática. “O papel da universidade é preponderante, porque são os locais onde mais se produz conhecimento científico e tecnológico. A universidade também tem a responsabilidade pela formação dos recursos humanos qualificados que vão ter que comparecer na hora que conseguirmos financiamento para essas obras de infraestrutura”.

Plano ABDE 2030

O webinar fez parte da série de debates realizados pela ABDE desde o fim de outubro visando a construção do Plano ABDE 2030 de Desenvolvimento Sustentável. Durante o ciclo de debates foram discutidos temas como financiamento à biodiversidade, cidades sustentáveis, o papel das Instituições Financeiras de Desenvolvimento na mobilização de recursos para meta de Carbono Zero e desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O Plano ABDE 2030 será lançado em março de 2022, durante o Fórum do Desenvolvimento. O documento terá ações e propostas concretas para contribuir com o país no cumprimento das metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), e será entregue às principais lideranças políticas do país, incluindo presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, de órgãos de controle, governadores e também aos presidenciáveis.

ABRH Brasil promove encontro “Desafios da gestão de pessoas pelo mundo”

Evento online e gratuito acontece amanhã e contará com a participação de convidados renomados

Amanhã, 25 de novembro, das 9h às 17h30, acontece a segunda edição do “Desafios da gestão de pessoas pelo mundo”, evento online realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos – ABRH Brasil e que visa o compartilhamento de experiências significativas entre líderes de RH e C-Levels brasileiros localizados ao redor do mundo.

Em sua primeira edição, a iniciativa contemplou a agilidade na transformação digital e cultural que as organizações estão enfrentando e o papel da liderança para apresentar soluções assertivas e manter o engajamento. Neste ano, o evento busca trazer a discussão acerca de mudanças eficientes que podem ocorrer de maneira rápida, com exemplos práticos de soluções ágeis, criativas e, acima de tudo, humanas.

Para isso, contará com uma plataforma interativa onde os participantes terão espaço para exporem suas práticas no enfrentamento do atual cenário desafiador de pandemia em grandes empresas e suas estratégias de RH para vencer os obstáculos impostos. “A iniciativa é uma oportunidade de antecipar questões cruciais sobre a prática dos novos modelos de trabalhos, além de discutir aprendizados, tendências e inquietações da maioria dos líderes”, afirma Marcelo Pirani, diretor da ABRH Brasil e coordenador do evento.

O encontro está segmentado em cinco pilares de conteúdos distribuídos em seis painéis: ESG, saúde, workplace, inteligência artificial e talentos, que discutirá a escassez de mão de obra e desafios sob a ótica dos CEOs. A plataforma contará ainda com acesso gratuito por 30 dias após o evento, com diversos conteúdos, como o hall de convivência para networking, feira virtual, balcão de informações, totem de programação, totem para emissão de certificado, exposição de marcas, chat interativo, entre outras opções.

“No mundo pós-pandemia, entendeu-se que houve uma aceleração de mudanças. As pessoas entenderam que não havia uma fórmula pronta e foram em busca de alguma solução que pudessem servir suas companhias. O evento surge para que possamos compartilhar as melhores práticas, dentro de erros e acertos vivenciadas por suas companhias num momento de muita incerteza. Apesar das realidades no mundo serem diferentes, o vírus que enfrentamos é o mesmo e, por isso, queremos saber e dividir como as pessoas estão lidando com as relações humanas, com as tecnologias, da aceleração do mundo digital no mundo todo”, destaca Marcelo.

O evento é totalmente gratuito e para se inscrever basta acessar o site.

Com olhar mais plural, 60% das pessoas da Gen Z creem que o mundo seria melhor se as mulheres estivessem no comando

Segundo as pessoas da Geração Z que usam o Twitter, a maioria das mulheres deveriam estar em posições de liderança ao redor do mundo. Estudo realizado pelo Twitter no Brasil em 2021 utilizando diversos tipos de dados encontrados nas conversas e também questionários direcionados aos jovens que fazem parte da Geração Z constatou que 60% dos nascidos entre a segunda metade dos anos 1990 e o início dos anos 2010 acreditam que o mundo seria melhor se as mulheres estivessem no comando – número 25% maior se comparado aos Millennials.

Com um olhar muito mais plural do que as gerações anteriores, os chamados Gen Z afirmaram se importar com a diversidade: 67% das pessoas que responderam à pesquisa concordam que deveria haver uma maior aceitação de gênero que vá além de “homem” e “mulher”. Esse número é, por exemplo, quase 20% maior do que o da geração anterior, evidenciando a mudança no pensamento.

A busca por referências diversas, o abraço às diferenças e o valor visto na autenticidade são definitivos para essa geração. Foi registrado, no ano passado, um aumento de 165%, em comparação com o ano anterior, nas menções a termos de gênero neutro e similares entre pessoas da Geração Z; além de um crescimento de 134% nas menções à negritude e palavras correlatas.

Além disso, o levantamento mostra que essa geração é muito mais aberta que as anteriores quando o assunto é saúde mental, já que metade dos Gen Z no Twitter se identificou como propensa a ter ansiedade. As conversas mais abertas sobre saúde mental já eram tendências antes da pandemia. Com o isolamento, isso se acelerou: no ano passado, foram registrados mais de dois milhões de Tweets de pessoas da geração Z sobre saúde mental no Brasil.

Estas descobertas fazem parte de um estudo preparado pelo time de Marketing Insights & Analytics do Twitter no Brasil em 2021 para entender os comportamentos da Geração Z, a partir de dados de conversas, questionários e relatórios.

ABBC divulga os 10 finalistas da 4ª edição do Prêmio Ideia ABBC

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) acaba de divulgar os dez finalistas da 4ª edição do Prêmio Ideia ABBC. São eles: ACERTPIX; BITSHOPP; FIRGUN; LINA INFRATECH; NETLEX; OPENB; QUANTO; QUASAR SEGURANÇA E TELECOMUNICAÇÕES; ROIT BANK e WEVO. A seleção foi feita pelo Núcleo de Inovação ABBC e pela Curadoria ACE – tricampeã como melhor aceleradora na América Latina.

Participaram do prêmio as startups e fintechs com cases de soluções voltadas para: Automação Financeira, Cibersegurança, Open Banking e PIX. As três vencedoras ganharão troféu, mentorias e encontros para apresentarem as suas soluções ao Conselho de Administração e à Diretoria da Associação Brasileira de Bancos. Elas serão anunciadas em transmissão no dia 2 de dezembro, no canal da ABBC no Youtube. Os interessados em assistir devem fazer a inscrição neste link.

Conheça um pouco mais sobre cada finalista: ACERTPIX − análise de documentos de identificação (RG e CNH), de forma automática através de visão computacional; BITSHOPP − fintech focada em infraestrutura tecnológica e blockchain; FIRGUN − desenvolvimento de tecnologias e serviços de microcrédito para organizações terceiras; LINA INFRATECH − implementar soluções brasileiras de conformidade regulatória e gestão de consentimento para o compartilhamento e consumo seguros de dados e transações no Open Finance Brasil; NETLEX − automatiza a elaboração de documentos e cria workflows inteligentes que aceleram todo o ciclo de vida dos documentos, desde a elaboração até a gestão, passando por revisão, negociação, aprovação, assinatura e inteligência; OPENB − plataforma que explora os dados abertos, opendata, do Open Finance; QUANTO – é a plataforma que facilita a conexão de pessoas e empresas com o Open Banking; QUASAR SEGURANÇA E TELECOMUNICAÇÕES − soluções integradas de controle de acesso por meio de reconhecimento facial; ROIT BANK − desenvolve soluções para contabilidade, gestão fiscal e financeira de médias e grandes empresas, oferecendo contabilização, auditoria fiscal de entradas em tempo real e pagamentos na própria plataforma; e WEVO − plataforma em nuvem para integração de dados entre APIs e sistemas como ERP, CRM, BI, Chat, E-commerce etc.

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inovabra e 100 Open Startups reconhecem as 10 startups que se destacaram por suas práticas ESG em 2021

O inovabra e a 100 Open Startups reconhecem 10 startups brasileiras que se destacaram quanto às suas contribuições em iniciativas e soluções focadas no meio ambiente, em responsabilidade social e boas práticas de governança corporativa. O Reconhecimento inovabra ESG foi divulgado na Open Innovation Week | Oiweek ESG inovabra, principal encontro de inovação aberta do Brasil, promovido pela plataforma 100 Open Startups para a troca de conhecimento, cocriação de soluções e geração de negócios em inovação.

Foram reconhecidas as empresas Cerensa, CUBi Energia, GreenPlat, Horus, Kidopi, Lemobs – Soluções em Tecnologia da Informação, Um Grau e Meio, Prosas | Grantmaking Platform, Trashin e VGR Gestão de Resíduos Online. Essas startups receberão o convite para se tornarem membros do inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, e ter acesso aos desafios de negócios lançados pelas corporações, além de participar dos eventos de conexão físicos ou remotos.

Entre os critérios do Reconhecimento inovabra ESG, estão a elegibilidade para o Ranking 100 Open Startups (quantidade e intensidade de relações de inovação aberta desenvolvidas com corporações) e a elegibilidade inovabra habitat (maturidade da solução e aplicação ao mundo B2B e B2C com foco em digital). Além disso, foi realizada uma análise com critérios de sustentabilidade, levando em consideração o alinhamento da missão e o potencial de produtos ou soluções na geração de impacto positivo direto na agenda ESG, análise do produto ou solução considerando seu potencial no atingimento de metas dos ODS e análise de cases de sucesso como evidência do impacto ESG e ODS.

“Essa é uma oportunidade para unirmos inovação e sustentabilidade, fomentarmos boas práticas ESG, que, mesmo alcançando visibilidade nos últimos tempos, ainda requerem investimentos e um olhar cuidadoso na quantificação dos resultados”, pontua Fernando Freitas, superintendente executivo do Departamento de Pesquisa e Inovação do Bradesco.

De acordo com o executivo, o inovabra, em seu propósito de promover a inovação e gerar novos negócios, em parceria com a área de Sustentabilidade do Bradesco, estão atuando estrategicamente para o engajamento e atuação das startups em prol dessa agenda de impacto positivo. Hoje, 42 habitantes oferecem serviços e produtos focados em ESG e outras 148 contam com soluções com potencial de aplicação nesse sentido. “As startups, com a sua visão inovadora e tecnológica, são muito importantes para desenvolver soluções para os dilemas que a sociedade e o mercado enfrentam dentro dos pilares de ESG e, por isso, reconhecer esses 10 nomes é tão importante para estimular esse movimento. Essa é uma posição em linha com o que o Bradesco vem fazendo, potencializando o seu propósito e protagonismo em prol do Desenvolvimento Sustentável”.

Para Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups, os modelos atuais de desenvolvimento colocam o país em risco, e as empresas já percebem o impacto no dia a dia dos seus negócios. Contudo, as corporações também reconhecem o seu poder de transformação da sociedade. “A prática de open innovation com startups vem auxiliando as corporações para se tornarem mais competitivas e, somada à pauta do ESG, a prática da inovação em colaboração com startups – como essas que estão sendo reconhecidas nessa premiação – eleva o impacto a uma dimensão acima, de não apenas transformar as corporações, mas de transformar a própria sociedade”, destaca.

Além do Reconhecimento e da Oiweek, o inovabra e a 100 Open Startups firmaram parceria com o propósito de escalar o número de conexões entre empresas e startups, fomentar e estimular o acesso de novos players à inovação aberta e potencializar a geração de negócios sustentáveis no ecossistema. Por meio do acordo, o ecossistema de inovação do Bradesco se tornou o patrocinador oficial e parceiro estratégico da principal categoria do Ranking 100 Open Startups, a TOP 100 Open Startups.

Sobre as startups reconhecidas:

Cerensa
Plataforma Integrada de Governança em Sustentabilidade. Automatiza as demandas ESG, centralizando a gestão e integrando com outros sistemas.

• CUBi Energia
A CUBi torna a energia elétrica visível ao gestor da indústria ao oferecer uma solução completa de gestão e otimização do consumo de energia.

GreenPlat
A startup desenvolveu uma arquitetura SaaS ESG baseada em Blockchain, que gerencia KPIs ambientais, faz a completa gestão de resíduos, incluindo controle de licenças ambientais e outros documentos, trazendo benefícios financeiros, eficiência, aterro zero, e aumento da reciclagem.

• Horus
Desenvolve soluções inovadoras para acelerar e empoderar a tomada de decisão das empresas, utilizando drones, softwares, robôs, imagens de satélite e inteligência artificial.

• Kidopi
Jornadas centradas no paciente exige personalização e estratégias omni-channel. O CleverCare, ferramenta da Kidopi, permite essa ação de maneira fácil e direta.

• Lemobs – Soluções em Tecnologia da Informação
Sistemas inteligentes de gestão pública que auxiliam no processo de transformação digital das cidades brasileiras.

• Prosas | Grantmaking Platform
Prosas é uma plataforma para seleção e monitoramento de projetos utilizada por grandes investidores sociais privados e organizações públicas.

• Um Grau e Meio
Inteligência a serviço da redução das emissões de CO2 originadas por incêndios florestais.

• Trashin
A startup simplifica o processo de gestão de resíduos e logística reversa, da coleta à destinação adequada, realizando a logística, valorizando o resíduo e gerando renda através da economia circular.

• VGR Gestão de Resíduos Online
Oferece soluções para otimizar o processo de gestão das empresas que geram resíduos, promovendo a destinação correta, facilitando o entendimento da legislação ambiental e acelerando o desenvolvimento sustentável.

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KPMG lista as startups Emerging Giants no Brasil

A KPMG anuncia o lançamento das primeiras turmas do Programa Emerging Giants no Brasil, iniciativa criada com o objetivo de apoiar empreendedores de startups com destaque em suas jornadas de crescimento. O Programa é destinado a startups convidadas e contemplará as seguintes frentes de atuação: mentoria com profissionais da KPMG de diferentes especialidades e setores com uma trilha de conteúdos exclusivos; conexão com outras Emerging Giants e com a KPMG para fomentar parcerias e negócios; participação em eventos exclusivos; prestação de serviços customizados sob demanda.

“Emerging Giant é o nome dado a uma startup que possui destaque não apenas no setor em que atua, como também participaram de rodadas relevantes de investimento e têm se consolidado no mercado. As que estão nesse nível geram receitas mais robustas e com elevado potencial de crescimento. Além disso, entendemos que as startups são muito mais que boas oportunidades de investimento, são empresas com o propósito de resolver problemas reais e o sucesso não depende somente do capital”, afirma Diogo Garcia, sócio-diretor e líder do Programa Emerging Giants da KPMG no Brasil.

Ao todo, foram mapeadas 105 startups brasileiras, em relatório produzido pelo Distrito, plataforma de inovação aberta, e já foram convidadas as seguintes para as primeiras turmas do Programa, indicadas por ordem alfabética:

99jobs
Agendor
Agrosmart
Amaro
Ambar
Apptite
Arquivei
Asaas
Auvo
Bcredi (Creditas)
Biz Capital
BomPraCrédito
bxblue
Cargobr
Clicksign
Enotas
Escale
Exact Sales
FinanZero
Getninjas
HeroSpark
idwall
Incognia
Intelipost
Involves
JetBov
Kenoby
Kovi
Linker
LogComex
market4u
MOL – Mediação On Line
Movidesk
Nexoos
Niduu (Gupy)
Open & Co
Propz
Quero Quitar
Ramper
Recargapay
RunRun .it
Sanar
Solinftec
Squid (Locaweb)
Truckpad
Unico IDTech
Warren
Wellbe
Zenvia

Entre o total das 105 Emerging Giants no Brasil mapeadas pela KPMG, as FinTechs são a maioria, representando 27,6% do total de empresas com esse perfil. A vice-liderança é das AdTechs (12,4%), seguida por RetailTechs (10,5%), HealthTechs (5,7%), EdTechs (5,7%) e HRTechs (4,8%). No final da lista, estão AgTechs (2,9%), InsurTechs (1%), GovTechs (1%), ConstruTechs (1%) e AutoTechs (1%). A região Sudeste do Brasil concentra 78,1% das Emerging Giants, seguida das regiões Sul (18,1%), Nordeste (1,9%) e Centro-Oeste (1,9%).

“Vemos o ecossistema de startups como um excelente motor de desenvolvimento da cultura de inovação e empreendedorismo no Brasil. As Emerging Giants, em geral, são empresas jovens, que utilizam muita tecnologia e estão em crescimento acelerado. Entre as principais características delas, há fundadores que criam negócios inovadores e disruptivos, produtos adequados às necessidades do mercado, tração e atração de investimentos de risco”, afirma Jubran Coelho, líder da prática de Private Enterprise na KPMG do Brasil e na América do Sul.

De acordo com a apuração, o boom dessas 105 startups é visível de 2012 a 2016, sendo que, em média, elas operam há 7 anos. O período de fundação das Emerging Giants mapeadas é o seguinte: 2000 a 2010 (16,2%), 2011 a 2015 (62,9%), e 2016 a 2018 (21%).

“O Distrito desenvolveu uma metodologia inédita baseada em dados para gerar indicadores que possibilitaram ao corpo executivo da KPMG tomar as melhores decisões para o Programa Emerging Giants no Brasil. Utilizamos algoritmos de inteligência artificial a partir de nossa base de dados proprietária, com mais de 10 milhões de data points. Além disso, integramos aproximadamente 180 variáveis ao longo dos últimos 24 meses, de cada uma das mais de 15 mil startups nacionais monitoradas em tempo real. Sabemos a importância da inteligência de dados para decisões estratégicas, como essa da KPMG”, afirma Gustavo Araujo, CEO do Distrito.

Juntas, elas já empregam mais de 15 mil pessoas. Mais de 40% têm entre 100 e 200 funcionários. Quase metade dos fundadores têm pós-graduação e/ou tiveram experiência acadêmica fora do Brasil e 47% têm ao menos um fundador que já empreendeu antes. Em média, cada startup com esse perfil recebeu 2,4 investimentos e, desde 2011, mais de US$ 1,3 bilhão já foi investido nas Emerging Giants com operação no Brasil.

A iniciativa não vai parar nesta turma em si. O ecossistema pós-covid provavelmente será muito diferente e as próximas turmas devem sofrer influências neste sentido. Além disso, há muitas startups com altíssima qualidade, mas que, por um motivo ou outro, não foram contempladas nesta edição.

Mais informações sobre as iniciativas da KPMG direcionadas para as Emerging Giants e Startups estão disponíveis neste link .

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