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Novo curso gratuito para empreendedores ensina a fazer anúncios no Google

Para ajudar os empreendedores a divulgar seus negócios na internet, a plataforma de educação online Collabplay lançou um novo curso. O treinamento Introdução ao Google Ads: Colocando sua primeira campanha no ar ensina a utilizar a ferramenta de anúncios do Google para impulsionar marcas e atrair clientes. O Collabplay foi criado pela HostGator, multinacional de hospedagem de sites e serviços para presença online. Todos os cursos são gratuitos e oferecem certificado de conclusão.

“Muitos empreendedores sabem que precisam ter presença digital para serem encontrados por seus potenciais clientes, mas não têm clareza sobre como fazer isso”, diz Ricardo Melo, gerente de Marketing da HostGator. Em uma sondagem feita pela HostGator em abril, com cerca de 2.500 participantes, 43% dos participantes afirmaram que já têm um site, mas estão encontrando dificuldades para atrair interessados nos seus produtos. “Chegar aos clientes envolve uma série de estratégias, e os anúncios online fazem parte delas”, afirma Melo.

Entre os conteúdos do novo curso está um passo a passo para fazer anúncios em texto na rede de pesquisa – do tipo que precede os resultados de uma busca realizada no Google. Além disso, os participantes aprenderão a criar sua primeira conta no Google Ads, configurar informações de faturamento, elaborar uma campanha, montar grupos de anúncios e gerar relatórios para acompanhar os resultados. O instrutor é Jorge Ávila, especialista na ferramenta.

Esse é o terceiro treinamento disponibilizado no Collabplay. O primeiro – Meu site WordPress no Ar – ensina a desenvolver um site no sistema de gerenciamento de conteúdo mais usado no mundo. O segundo é focado em Boas práticas para expandir um negócio na internet. Desde março, quando a plataforma foi lançada, mais de 25 mil pessoas já se inscreveram neles. Novos cursos online sobre tecnologia, negócios, marketing e design estão previstos para as próximas semanas.

Além da plataforma em que os cursos podem ser feitos, o Collabplay inclui ainda um canal no YouTube, em que a rede de influenciadores digitais parceiros da HostGator está em ação. Criadores de conteúdo como Diolinux, Código Fonte, Amarelo Criativo, Brainstorm Tutoriais, Ecommerce na Prática e Tati Uribe (Colômbia) publicam vídeos exclusivos e também treinamentos rápidos em habilidades específicas.

HSM University lança HSM University Code School

A HSM University, plataforma de cursos livres e pós-graduação 100% online, que integra a Ânima Educação, acaba de lançar uma nova escola, a HSM University Code School, que tem como objetivo formar profissionais para o mercado de tecnologia.

A iniciativa conta com a parceria de Silvio Meira, um dos principais nomes de tecnologia do País e Luciano Meira, Ph.D. em educação matemática, mestre em psicologia cognitiva e bacharel em pedagogia.

A HSM University Code School conta com uma metodologia diferenciada e exclusiva, baseada no conceito D³NA, criada por Luciano, que une diversão, diálogo e desafio a uma narrativa que leva o aluno a uma aventura de aprendizagem, e utiliza a plataforma APTA, que por meio do design instrucional única apresenta os conteúdos de maneira gamificada e dinâmica para os estudantes, tornando a jornada mais leve e atrativa. Além disso, durante o curso os alunos terão acesso a tutoria entre pares, uma ferramenta colaborativa que permite que os estudantes se ajudem entre si.

“O setor de tecnologia tem sido um dos mais crescentes nos últimos anos, e, com isso demandado, cada vez mais, por profissionais capacitados. Entendemos esse gap do mercado e queremos oferecer aos nossos alunos aulas diferenciadas e conteúdo exclusivo”, explica Fábio Figueiredo, Diretor da HSM University.

Os estudantes terão acesso a diferentes temas voltados para programação como, por exemplo, Lógica de Programação e OO, HTML+CSS/Sass, JavaScript, Angular, WebServices Client, Noções de UX Design, Data Analysis, Machine Learning e outros.

Os cursos encontram-se em pré-venda e começam em maio com três opções, sendo eles: Dev Full Stack, Dev Back-end, nos quais os alunos aprenderão a desenvolver arquiteturas de servidor, que interagem com aplicações web e aplicações cliente-servidor e o Dev Front-end, focando no desenvolvimento de interfaces web, ricas em visual e interação com o usuário para aplicações cliente-servidor.

Renato Goulart é o novo Diretor de Parcerias da VTEX

Renato Goulart é o novo Diretor de Parcerias da VTEX no Brasil. O executivo chega para liderar a estruturação e crescimento da área e tem como principal responsabilidade o sucesso dos clientes, fomentando a adoção de serviços, tecnologia e inovação do ecossistema da plataforma.
Formado em Business Administration com um Master pela Universidade do Sul da Califórnia (USC), e bacharel em Publicidade e Propagando pela FAAP, Goulart já integrou o time de renomadas empresas internacionais. Foi Head de Parcerias em Marketing do Facebook e Instagram na América Latina e Gerente de Parcerias para Microsoft na cidade de Seattle, nos Estados Unidos.

Renato Goulart também já esteve à frente de startups ao longo de sua carreira de liderança na área de Digital, desde 1993. Ministrou palestras na Universidade de Stanford, no Vale do Silício, e em vários países como Argentina, Colômbia e México. Goulart chega em um momento de grande expansão e transformação da VTEX, que nos últimos anos tem apresentado uma média de crescimento de mais de 45%, com uma atuação internacional cada vez maior, principalmente nos Estados Unidos.

“O fato de a empresa ser originalmente brasileira, gerida em sua grande maioria por brasileiros, foi um convite irrecusável para mim, que sempre acreditei e trabalhei para a divulgação do potencial e talento da região. Uma oportunidade única de aplicar o que aprendi nas gigantes americanas de tecnologia”, comemora Goulart.

MCM Brand Group oferece dicas para empresas manterem seu rendimento durante a pandemia

Com o rápido avanço da epidemia do novo Covid-19, o Brasil precisou se adaptar com uma rotina nunca vista antes. Empresas precisaram mudar o regime presencial para home office e colocar em prática novas técnicas para motivar seus colaboradores. Com um olhar humanitário exercido por seus líderes, a MCM Brand Group dá dicas de como as empresas podem manter a sua produtividade com a ajuda de colaboradores incentivados neste período.

Para Mônica Schimenes, CEO e fundadora da MCM Brand Group, a liderança humanitária sempre foi tema para desenvolvimento dentro das empresas, mas com a chegada do Covid-19, os fatores externos aceleraram esse processo. “Criar empatia, visualizar todo o cenário, desenvolver a intuição, pensamento crítico e criatividade passaram a ser obrigatórios na nossa rotina, por isso acredito que a forma como passamos a liderar depois da pandemia nunca mais será a mesma”, comenta. “O pensamento sistêmico coletivo ganhou seu devido lugar, exigindo dos líderes rápido aprimoramento, assim sendo, não sobreviverá o mais forte e sim aquele que melhor se adapta às constantes mudanças”, completa.

Os benefícios dessa estratégia de liderança trazem leveza nas entregas e uma forte tendência de diálogos mais abertos e honestos, pois uma liderança baseada em confiança quebra obstáculos hierárquicos mantendo o respeito. “Atualmente é de extrema importância que a empresa tenha mapeado os tipos de liderança existentes, pois a responsabilidade de desenvolver o olhar humanitário deve ser de todos na companhia e no âmbito pessoal. Esse tipo de líder consegue enxergar o colaborador como outro ser humano, além dos resultados que precisam ser entregues, ele é consciente em alinhar as expectativas do que a empresa pode oferecer e o que o colaborador tem de planos”, finaliza Schimenes.

Sendo assim, como motivar seu colaborador?

• A arte de fazer perguntas: Os líderes precisam estimular seus colaboradores a sempre fazerem perguntas para explorarem diversos pontos de vista. Todas as perguntas devem ser bem-vindas, fazendo assim as pessoas perderem o medo de se comunicar.

• Feedback é um presente: Reconhecer o que os colaboradores fazem de bom e dar opções para melhorias é uma tarefa delicada e que exige prática. Comece com pequenas conversas, um café para entender como a pessoa está, separe um ponto bacana que você gostaria de elogiar, algo que a pessoa precise melhorar e pergunte o que ela acha disso? Se faz sentido e como ela gostaria da sua ajuda para avançar naquele ponto.

• Tudo bem pedir ajuda: Muitos líderes tem receio ou medo de pedir ajuda para o time ou pessoas de cargos menores que os seus por exporem sua vulnerabilidade, mas muito pelo contrário, ao pedir ajuda além de demonstrar valor pela opinião daquela pessoa você demonstra que também está em constante aprendizado e todos tem valor no processo.

• Hands on! Em tempos de Covid-19 todo mundo põe a mão na massa e o papel do líder em dar o exemplo é fundamental. Ajudar todos a remar mais forte com um rumo bem claro faz toda a diferença. Líderes de atitude tocam as emoções de seu time quando demonstram que estão juntos e mais ainda quando compartilham o conhecimento que possuem, afinal é por uma série de fatores que ele ou ela se tornou líder.

• Desenvolva novos líderes: Em tempos de crise, a gestão fica delicada porque as decisões ficam mais difíceis e tudo parece ganhar um peso maior. Um líder com visão humanitária é seguro para delegar desafios aos liderados confiando que eles poderão cumprir. Escolha pessoas chave que se destacam no seu dia a dia, alinhe se a liderança faz parte dos desejos desse colaborador e o desafie a ser melhor todos os dias.

Para mais detalhes, basta acessar: http://www.mcmbrandexperience.com/.

Assinatura digital é aliada dos advogados durante pandemia

A pandemia do novo Coronavírus está afetando não somente a saúde pública, mas, também, a manutenção dos negócios. Por conta da quarentena, que impôs o fechamento de estabelecimentos de comércio e serviços que não fossem de necessidade básica, muitas empresas tiveram que adaptar suas operações para o regime home office.

Inseridos neste contexto estão os advogados, sejam eles autônomos ou integrantes de um escritório. Em São Paulo, por exemplo, o governo do Estado havia aprovado uma medida que permitia que os escritórios funcionassem normalmente, recebendo clientes, mas foi revogada por questões de segurança. Fato é que as pessoas ainda dependem destes profissionais para abrir e acompanhar processos, para a elaboração de contratos, prestação de assessoria jurídica e outros serviços – até porque os fóruns continuam operando, mesmo que de forma restrita.

A resposta é a tecnologia

Para esses profissionais, que lidam diretamente com questões jurídicas e de grande impacto na vida de pessoas e empresas, a tecnologia é uma grande aliada para que a rotina em casa seja tão produtiva quanto a do escritório. Um exemplo disso é o Certificado Digital, já conhecido dos advogados. Além de permitir o peticionamento eletrônico, ele pode ser utilizado para assinar digitalmente documentos de qualquer espécie com validade jurídica assegurada pela legislação brasileira.

“Assinar documentos pela internet é um grande benefício do Certificado Digital que se torna ainda mais relevante em tempos de pandemia. Além de o processo ser rápido e não demandar gastos com papel, impressora e transporte, evita o contato físico, eliminando, assim, a necessidade de sair do isolamento social”, explica Leonardo Gonçalves, diretor de Relações Institucionais da Certisign, a maior Autoridade Certificadora do Brasil.

Como assinar documentos com o Certificado Digital

Os advogados que são regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e que, portanto, tem um Certificado Digital OAB podem assinar qualquer tipo de documento no Portal de Assinaturas OAB. Para isso, basta acessar a plataforma, subir o documento e assinar com alguns cliques por meio do Certificado.

Devido à pandemia, a Certisign e a OAB estão disponibilizando 200 documentos para serem assinados gratuitamente no Portal. “Esta é uma forma de, minimamente, apoiar nossos profissionais neste período de quarentena. Sabemos da importância do advogado na manutenção dos negócios no país, seu impacto no dia a dia de incontáveis pessoas, bem como a extrema necessidade de adotarmos o trabalho à distância”, diz o executivo.

Certificado Digital precisa estar válido

Segundo Gonçalves, para realizar a assinatura de documentos, o Certificado Digital OAB precisa estar válido. “A renovação pode ser feita on-line, sem sair de casa, no site da Autoridade Certificadora da Ordem dos Advogados do Brasil (AC OAB), desde que o Certificado esteja elegível a isso”.

Uber cria fundos de R$ 32 milhões para investimento social mirando parceiros e comunidade

A Uber criou um fundo de R$ 25 milhões que está sendo usado para apoiar os mais de 1 milhão de brasileiros que usam o app como motoristas e entregadores para gerar renda. Um segundo pacote de investimentos, de R$ 7 milhões, está sendo dedicado a apoiar a comunidade em geral, com o custeio de viagens de Uber a doadores de sangue, viagens para profissionais de saúde e com o apoio a restaurantes cadastrados no Uber Eats.

Na semana passada, a Uber anunciou os números do investimento global – o apoio a parceiros monta a US﹩ 19 milhões (o equivalente a mais de R$ 100 milhões) em todo o mundo.

Presente em todos os estados e em mais de 500 cidades do país, a Uber está buscando mais e mais formas de apoiar os mais de 1 milhão de brasileiros que usam nossos apps para gerar renda. São motoristas e entregadores que têm sido considerados essenciais por diversas instâncias de governo, ajudando a mover o que é essencial nessa hora: médicos, enfermeiros, refeições e remédios.

Os fundos cobrem, entre outras iniciativas:

• Financiamento de produtos de limpeza, como álcool em gel – já adquirido por mais de 50 mil motoristas-, e criação de um fundo para fornecimento de até 1 milhão de itens para proteção pessoal.

• Criação de canal para doação de alimentos e kits de higiene para comunidades vulneráveis em parceria com a CUFA – Central Única das Favelas. Já foram doadas 73 toneladas de alimento e kits de higiene.

• Viagens gratuitas de doadores para bancos de sangue em 22 cidades em todas as regiões do país. 4,7 mil doadores já usaram a Uber com esse propósito, e a iniciativa será expandida para mais cidades em breve.

• Viagens gratuitas no Rio de Janeiro para que pessoas curadas da Covid-19 pudessem doar o plasma do sangue e participar de pesquisa para combater os efeitos do vírus em pacientes em estado grave.

• Ajuda financeira ao parceiro que precisa parar de dirigir por orientação médica

• Subsídio na contratação de um serviço de saúde que oferece consultas por videoconferência com médicos do Hospital Albert Einstein, entre outras facilidades

• Investimento de R$ 4 milhões para viabilizar entregas grátis para pedidos feitos em milhares de pequenos e médios restaurantes parceiros do Uber Eats.

• Em São Paulo, em parceria com o Itaú, foram oferecidas 200 mil viagens de Uber para os profissionais de saúde da rede municipal que estão na linha de frente no combate à Covid-19.

Confira os detalhes abaixo:

PARCEIROS

Desde o começo da crise, a Uber mantém um fundo para apoiar motoristas parceiros da Uber e entregadores parceiros do Uber Eats em qualquer lugar do país. A maior parte é dedicada a oferecer uma ajuda financeira aos parceiros forçados a parar de dirigir por recomendação médica. Os parceiros recebem o equivalente à média dos ganhos que tiveram nos últimos três meses.

O mesmo fundo também está financiando o reembolso por gastos com álcool em gel e com máscaras – cinquenta mil motoristas já compraram itens de limpeza com recursos oferecidos pela Uber, e a empresa pode custear até um milhão de itens. A empresa também passou a oferecer um subsídio na contratação de um serviço de saúde que oferece consultas por videoconferência com médicos do Hospital Albert Einstein, entre outras facilidades.

Além disso, nesse período, toda vez que o usuário der um agradecimento extra em dinheiro a um motorista parceiro, a Uber irá complementar com o mesmo valor.

COMUNIDADE

Além das iniciativas voltadas aos seus parceiros, a Uber também investe em ações para apoiar a comunidade e restaurantes. A empresa fez parcerias com bancos de sangue em todas as regiões do país, bancando a ida e volta dos doadores, para ajudar a socorrer os baixos estoques de sangue no País, agravados com o isolamento social. Desde o início da ação, mais de 4,5 mil doadores já usaram a plataforma da Uber de graça para ir aos bancos de sangue.

No Rio de Janeiro, em parceria com o Hemorio, o hemocentro coordenador do estado, para oferecer viagens a pessoas curadas de coronavírus que queiram doar o plasma do sangue para pesquisa de combate ao vírus.

A Uber e o Itaú Unibanco anunciaram uma parceria para oferecer 200 mil viagens para profissionais de saúde da Prefeitura de São Paulo que estão atuando na linha de frente do combate à COVID-19. Esses profissionais terão direito a fazer viagens pela plataforma da Uber quando a origem ou o destino for um dos centros de saúde da cidade.

Essas medidas fazem parte do compromisso anunciado pelo CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, de fornecer em todo o mundo 10 milhões de viagens e entregas de alimentos gratuitas como forma de colaborar nos esforços de enfrentamento da pandemia.

A empresa também criou uma loja virtual no aplicativo de entrega de alimentos Uber Eats para permitir a doação de alimentos e kits de higiene para comunidades vulneráveis nas cidades de Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, direcionando todas as doações para a CUFA – Central Única das Favelas, ONG encarregada de cuidar da distribuição das doações. Até o momento, 35 toneladas de alimento e kits de higiene foram doadas.

Para auxiliar mulheres vítimas de violência doméstica durante o período da COVID-19, em

parceria com o Instituto Avon e Wieden+Kennedy, a Uber lançou uma assistente virtual que, por meio de um chatbot, oferece uma forma silenciosa das mulheres pedirem ajuda e receberem a orientação necessária dentro de suas próprias casas. Caso seja necessário buscar uma unidade de saúde ou delegacia, a mulher receberá um código promocional para solicitar uma viagem de forma gratuita no aplicativo da Uber.

RESTAURANTES

A Uber também anunciou medidas para apoiar pequenos restaurantes por meio do aplicativo Uber Eats. O aplicativo passou a oferecer entrega grátis para pedidos feitos em milhares de pequenos e médios restaurantes parceiros. Isso torna os pedidos mais baratos para o consumidor – e permite que ele consuma mais, ajudando os negócios a ganharem fôlego. Até o momento, o Uber Eats investiu mais de R﹩ 4 milhões nessa ação.

O Uber Eats também é o único aplicativo a oferecer a esses restaurantes parceiros pequenos e independentes a opção de receber repasses diários dos pagamentos em vez de esperar até o final da semana, para ajudar na manutenção do fluxo de caixa.

1 a cada 4 candidatos passaram a aceitar contratação PJ durante a pandemia

A Revelo, maior HR Tech da América Latina, fez um levantamento e constatou que desde o início da quarentena, fim de março, houve um aumento aproximado de 27% na busca por vagas com modelo de contratação PJ. No caso das empresas, o número de vagas publicadas para contratação no mesmo modelo aumentou cerca de 36%. Dados levam em consideração processos de recrutamento e seleção em todo Brasil.

O modelo de contratação por PJ chega em um momento de incerteza causado pela crise de saúde mundial e é visto como uma alternativa ao tradicional regime CLT. Preferido dos candidatos.

“Entendemos esse movimento de empresas e também de candidatos como uma tentativa de se adaptar a crise que estamos enfrentando. É uma maneira de flexibilizar a contratação ao invés de cancelar ou congelar a vaga. Os candidatos também entendem que para seguir com a busca de uma nova oportunidade , é necessário pensar em novos modelos de contratação. Quando houver uma retomada econômica significativa, este número pode voltar a cair e o modelo CLT passe a ter maioria, como estamos habituados na Revelo”, afirma Lucas Mendes, cofundador da Revelo.

Alessandra Silva, 32 anos, designer, é moradora de São Paulo e está em busca de uma nova carreira na plataforma da Revelo; ela conta que passou a aceitar a contratação PJ após o início da pandemia. “Eu entendi que isso poderia me ajudar a arrumar um novo emprego mais rápido e com o salário que julgo ideal no momento. Sei que a pandemia do coronavírus pode atrasar meus planos, mas não parei de buscar”, finaliza.

Levando em consideração ainda o levantamento, o nível hierárquico mais buscado, dentre todas as especialidade e carreiras presentes na plataforma, está a carreira sênior; ou seja, profissionais com sólida experiência nas descrições de atividades buscadas pelas empresas.

O levantamento levou em consideração as mais de 14 mil empresas cliente e mais de um milhão de candidatos na plataforma. No período entre março e maio deste ano.

Como preservar pequenas e médias empresas durante a crise?

Por Pedro Waengertner, fundador e CEO da ACE

Estão circulando em grupos de whatsapp e emails dezenas de cartilhas para as empresas lidarem com a crise. As dicas são praticamente as mesmas em todas as versões: proteja o caixa, revise os custos e prepare-se para o pior. Acredito que estes conselhos fazem todo sentido em um ambiente incerto como o que vivemos hoje. Entretanto, é preciso lembrar que existem vários tipos de empresas e que elas são impactadas de formas diferentes.

A maioria das pequenas e médias empresas brasileiras não possuem reserva de caixa para suportar mais do que um mês sem faturamento, cenário semelhante aos EUA. Ao mesmo tempo, estas organizações empregam boa parte das pessoas no Brasil e correspondem a uma fatia muito relevante do PIB.

As startups também são impactadas de forma grave. Além de utilizarem diversos insumos atrelados ao dólar (nuvem, outras soluções SaaS), também possuem poucas reservas para se manter sem faturamento. Os investidores entram na mesma espiral de pânico do restante do mercado e deixam de investir durante a crise, afetando estratégias de captação.

Ao receberem a cartilha, os executivos das grandes companhias também abraçam as mesmas medidas: estabelecem uma meta de cortes e as derivam nas demais estruturas corporativas. As equipes saem cortando indiscriminadamente.

Infelizmente, o percentual estabelecido não leva em conta o impacto do outro lado da mesa. Enquanto a maioria das grandes corporações possui reservas e linhas de crédito para sobreviver à crise, o mesmo não acontece com os milhares de varejistas, empresas de serviço, pequenas indústrias e startups pelo Brasil.

A reação em cadeia que este tipo de decisão causa é brutal, ocasionando desemprego, quebradeira generalizada e muito mais tempo para retomarmos o crescimento do Brasil após a crise passar.

Como proteger as pequenas empresas?

Gostaria de fazer um apelo aos empresários e tomadores de decisão corporativos: conversem com seus times e peçam que ajudem seus pequenos fornecedores. Muitas vezes impactam pouquíssimo na estratégia de cortes e podem ter um significado enorme na vida de milhares de pessoas.

Entendam o lado humano da situação e não apenas a questão da eficiência. Espero que novas versões da cartilha de como se portar em tempos de crise levem em consideração o ambiente no qual estamos inseridos, não apenas o nosso próprio umbigo. Este não é um problema individual e sim um problema sistêmico.

As intervenções trabalhistas, as ações de crédito do BNDEs e outros bancos de fomento, além de diversas outras atividades do governo podem aliviar um pouco o problema, mas a ação consciente dos executivos de grandes corporações pode ter um impacto muito maior. Vamos cuidar de quem faz nossa economia gerar e emprega os brasileiros.

Pedro Waengertner, CEO e fundador da ACE, empresa de inovação que investe em startups e desenvolve projetos de consultoria para grandes empresas

Mais de 60% dos brasileiros não conhecem os sistemas de social rating

Pesquisa da Kaspersky mostra ainda que há equilíbrio entre os brasileiros quanto ao uso de programas de avaliação social por autoridades para monitorar as atividades dos cidadãos para os manter seguros.

Mais de 60% dos consumidores brasileiros não sabem ou nunca ouviram falar em social rating (ou sistemas de classificação social). Este é um dos resultados da pesquisa global ‘Créditos sociais e segurança: adotando o mundo das avaliações’ realizada pela Kaspersky para entender a percepção das pessoas sobre as avaliações sociais e se elas estão preparadas para participar destes sistemas. A pesquisa mostra ainda que os consumidores estão dispostos a compartilhar dados particulares para obter vantagens específicas. Por outro lado, muitos deles têm dificuldades para entender como estes sistemas acionados por dados funcionam.

Incialmente usados por instituições financeiras e lojas online para auxiliar na tomada de decisão na aprovação de uma transação ou compra virtual, os sistemas de social rating tiveram uma grande expansão e passaram a ser aplicados em distintas áreas. Estes sistemas trabalham com algoritmos automatizados que se baseiam no comportamento e na influência dos usuários na Internet. Por exemplo, para combater a pandemia da Covid-19, muitos governos ao redor do mundo implementaram este sistema para acompanhar a movimentação urbana de pessoas, sua capacidade de comprar mercadorias ou o acesso delas a serviços sociais. A questão que a Kaspersky queria mais entender era se as pessoas estão realmente prontas para isso.

De acordo com o relatório, 61% dos consumidores brasileiros não sabem (11%) ou nunca ouviram falar (50%) dos sistemas de social rating. Apesar desses sistemas já serem bastante usados e estarem cada vez mais conhecidos, os consumidores não sabem muito bem sobre sua operação e a eficiência com que eles estão sendo implementados. Tanto que, dos brasileiros que o conhecem, 39% tiveram dificuldades para entender como estes sistemas funcionam. Entre as principais dúvidas estão como descobrir sua pontuação, como ela é calculada e como pode ser corrigida em caso de imprevisto.

Além das dificuldades conceituais, existem questões técnicas que dificultam esta compreensão, pois os algoritmos destes sistemas usam machine learning e é difícil saber quais escolhas serão feitas. Isso torna quase impossível confiar nelas, especialmente em termos de segurança. De acordo com a análise da Kaspersky sobre a segurança dos sistemas de social rating, esses programas podem ser especialmente vulneráveis à manipulação artificial, como reduzir a pontuação de alguém para diversos fins. Além disso, como qualquer outro sistema, eles estão suscetíveis a diferentes tipos de ataque, seja na implementação técnica e de programação, seja na mecânica do sistema. O último poderia levar ao surgimento de um novo tipo de mercado clandestino, em que as pontuações dos usuários seriam convertidas em dinheiro real e vice-versa.

No entanto, isso não impede que as organizações continuem coletando dados, especialmente quando as pessoas estão dispostas a permitir. O relatório da Kaspersky mostra que mais de 43% dos respondentes no Brasil compartilhariam dados particulares sigilosos para garantir melhor classificação, desconto ou para receber serviços customizados. Além disso, esses consumidores estão ainda mais dispostos a compartilhar seus perfis de mídias sociais por outros benefícios, como:

A pesquisa perguntou ainda se os entrevistados estariam satisfeitos caso um governo monitorasse suas atividades nas mídias sociais para manter os cidadãos seguros* e os brasileiros responderam da seguinte maneira: 37% dos pesquisados disseram concordar com isso, 33% discordaram e 30% não souberam responder.

“Governos e organizações estão se digitalizando e temos que defender os benefícios que a tecnologia proporciona, porém sem que ela ponha em risco nossa segurança e privacidade. Por isso é preciso estar claro o nível de acesso às informações pessoais e às vidas digitais destes programas de social rating e, o mais importante, como eles processarão e protegerão estes dados. Isso é especialmente crítico na atual situação de isolamento em que vivemos, quando as pessoas não têm outra opção além dos serviços online. É necessário ter o devido controle hoje para não perder o controle amanhã – tanto dos consumidores sobre seus dados, quanto das empresas/governo sobre os dados de terceiros”, afirma Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky no Brasil.

Para Genia Kostka, professora de política chinesa na Freie Universität Berlin, as sociedades precisam discutir de maneira sincera e transparente se e como pretendem usar essas tecnologias e, mais importante, quem fará isso e com qual intenção. “No passado, agências reguladoras e estrategistas na maioria dos países não conseguiam acompanhar a rápida velocidade de adoção dos sistemas de social rating. Hoje em dia, ao mesmo tempo que eles estão cada vez mais presentes em nossas vidas, é importante discutir os riscos que os acompanham, como de violações de privacidade, discriminação e preconceito.”

*Esta pesquisa foi realizada pela Toluna em nome da Kaspersky globalmente e escutou 10.500 consumidores entre janeiro e fevereiro de 2020 em 21 países diferentes: Austrália, Áustria, Argentina, Brasil, Chile, China, Colômbia, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Peru, Portugal, Arábia Saudita, África do Sul, Espanha, Suíça, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Estados Unidos e Vietnã. A amostra de cada país foi formada por adultos com 17 anos ou mais com cotas representativas nacionalmente definidas para sexo, idade e região. Todos os entrevistados precisavam ter acesso à internet para participar da pesquisa.

Embora o atual cenário digital possa fazer parecer que seja inevitável compartilhar informações pessoais na internet, ainda é possível proteger a privacidade, tanto na vida virtual, quanto na real. A Kaspersky recomenda que os consumidores tomem as seguintes medidas de proteção:

• Tenha consciência dos dados pessoais que você compartilha online. Lembre-se que todas as informações postadas nas redes sociais correm o risco de cair nas mãos erradas e/ou poderão ser usadas para autorizar/negar seu acesso a um determinado serviço no futuro.

• Sempre exclua sua conta e seu histórico quando parar de usar um aplicativo ou um serviço online.

• Verificar quais serviços estão conectados a suas contas online e quem tem acesso a elas. Você pode usar o Privacy Checker da Kaspersky para descobrir como alterar as configurações de privacidade nos serviços online e assumir o controle de seus dados pessoais.

• Para ter proteção abrangente contra diversas ameaças, use uma solução de segurança, como o Kaspersky Security Cloud. Ela conta ainda com vários recursos para proteger sua privacidade on-line, como um bloqueador de rastreadores de comportamento online

KPMG: empresas de Consumo e Varejo devem voltar ao normal e retomar o crescimento

As empresas de bens de consumo cíclico, varejo alimentar, farmácias, alimentos e bebidas devem passar por um processo de retorno ao normal ou de retomada de crescimento nos negócios após a pandemia. Esse é o caso de organizações que, embora sofram com os efeitos do distanciamento social, são vistas como essenciais e devem se recuperar mais rapidamente quando a demanda dos consumidores retornar em volumes semelhantes. Nesse perfil, também estão empresas que estão executando transformações relevantes em seus negócios e terão a capacidade de atrair investidores interessados na ampliação de um modelo mais digital, assertivo e personalizado. Vale ainda ressaltar que o comércio eletrônico e os serviços de entrega estão entre os segmentos que estão mais se beneficiando do momento atual e vão sair mais fortalecidos na nova realidade, no pós-crise.

Essa conclusão está alinhada ao conteúdo apresentado por Fernando Gambôa, sócio-líder do setor Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul, no webcast “Resiliência e retomada: Consumo e Varejo”. De acordo com ele, “nesta nova realidade teremos novos hábitos de consumo, o varejo seguro será a regra e as empresas estarão muito mais digitalizadas, com adoção intensa de tecnologia para viabilizar novos modelos e oferecer experiências cada vez mais diferenciadas e personalizadas para os consumidores”.

A apresentação da KPMG também apontou as principais tendências e os desafios para o setor no atual cenário de pandemia da Covid-19, que fez com que medidas de isolamento social fossem adotadas, levando ao fechamento da maior parte das lojas do comércio tradicional, a priorização de artigos essenciais por parte dos consumidores e uma migração massiva ao varejo online como resposta a esta nova realidade.

Segundo o levantamento, alguns dos principais desafios enfrentados por empresas de consumo e varejo em virtude da pandemia são:

– Comércio Tradicional: O fechamento da lojas trouxe perda de contato com os clientes, queda nas vendas e de fluxo. Precisou rapidamente se adaptar à nova realidade, redefinindo o papel das lojas, dos vendedores e viabilizando novos modelos. Busca refazer o caixa por meio das medidas governamentais e linhas de crédito. Onde foi possível reabrir as lojas, isso está sendo feito de acordo com o conceito de Varejo Seguro.;

– Varejo online: com as medidas de restrição houve um aumento na utilização deste canal, que precisa repensar sua logística urbana, frente ao novo patamar de volume, além de incorporar conceitos do Varejo Seguro. Houve uma aceleração de adesão do consumidor a este canal, com novos entrantes no mundo digital. Como todo canal digital, o e-commerce está exposto a muitas vulnerabilidades, precisa rapidamente adotar e estar preparado para ataques cibernéticos.

– Alimentos e bebidas: Fechamento dos restaurantes e bares afetou severamente este segmento. Frente ao novos hábitos de consumo, mais conscientes e saudáveis, precisa entender e rapidamente adequar o portfólio atual de produtos. Além disso, deve desenvolver substitutos para matéria prima importada.

– Bens de Consumo: Deve ajustar seus planos e programas de produção frente a cancelamentos e postergações feitas pelo varejo. Ajustar a cadeia de suprimentos, desenvolvendo novos fornecedores locais, garantindo fornecimento contínuo de itens estratégicos. Além disso, precisa desenvolver novas estratégias de preços e promoções, para incentivar vendas.

Já as principais tendências para o setor destacadas pelo estudo são as seguintes – Para o Varejo:

-Vendedor Digitalizado, vende de qualquer lugar a todo momento
– Varejo Seguro
– Redefinir o papel das lojas no “Novo Normal”
– BOPIS ou “Click & Collect”, Clique & Retire Drive Thru
– Mini Hubs – Estratégia “Ship from Store”, permitindo entregas em menor tempo e com menor custo
– Logística urbana, com foco em “Last Mile”
– Ferramentas analíticas, para entender os novos hábitos de consumo, respeitando a privacidade dos usuários
– Adoção de Cibersecurity
– Maior presença de Marketplaces, com maior controle nos sellers
– Maior investimento em marketing digital, usando influenciadores
– Programas de fidelidade para aumentar vendas
– Maior adoção de pagamentos digitais

Pelo lado dos fabricantes de Alimentos, Bebidas e Bens de Consumo:

– Marcas mais engajadas socialmente, com maior preocupação com reputação e sustentabilidade (ESG)
– Produtos mais saudáveis e sustentáveis, em embalagens recicláveis
– Revisão de categorias e portfólio de produtos frente aos novos hábitos de consumo
– Revisão de embalagens frente cada tipo e tamanho de mercadoria, para otimizar a logística
– Estratégias Direct-To-Consumer (DTC).
– Maior utilização de canais online pelos fabricantes
– Uso mais extensivo de plataformas / marketplaces
– Supply Chain mais inteligente, integrado e responsivo
– Novas estratégias de vendas, posicionamento de marca e distribuição dos produtos

O webcast completo da KPMG sobre Consumo & Varejo pode ser acessar no link – http://midia.kpmg.com.br/digital-marketing/Videos/webcasts/maio-2020/customer-and-retail.mp4

Dotz implementa Salesforce e integra canais de relacionamento com o cliente

A Dotz, programa de fidelidade líder do varejo brasileiro, conta hoje com mais de 40 milhões de clientes que utilizam o programa em milhares de estabelecimentos comerciais de todo o Brasil. Um ponto importante da operação da empresa é o relacionamento com o cliente. Foi o que fez a companhia investir na implementação das soluções Salesforce Community e Service Cloud, que entraram em operação em 2019.

A Product Owner (PO) dos projetos da área de relacionamento com os clientes da Dotz, Viviane Freitas, lembra que a companhia contava anteriormente com uma solução de CRM (Customer Relationship Management), mas esta não acompanhou o crescimento da empresa. “Sentíamos falta de funcionalidades como follow de fornecedores e de relatórios que fossem além da tabulação das chamadas recebidas pelo call center”, lembra.

Além disso, havia a necessidade de unificar os canais de relacionamento com os clientes, até ali divididos pelas diferentes plataformas responsáveis por cada um deles, tais como redes sociais, e-mail, chat e telefone. “Por isso, decidimos procurar uma solução mais completa e a Salesforce nos chamou a atenção pela flexibilidade, visão omnichannel e pela possibilidade de integrar diferentes canais de relacionamento”, afirma.

Em princípio, a solução foi implementada com uma série de customizações. As demandas iniciais foram atendidas, mas, segundo Viviane, muitas das novas necessidades surgidas no dia-a-dia do uso da solução dependiam de novos desenvolvimentos para serem atendidas. Foi nesse momento que a Triscal entrou no projeto.

“Queríamos entender melhor como funcionava a solução e, com a Triscal, descobrimos que grande parte dos desafios que estávamos enfrentando vinha do fato da solução ser customizada”, explica. A decisão então foi eliminar as customizações e utilizar as soluções em sua forma nativa, processo todo realizado pela Triscal.

Resultados

A mudança levou três meses para ser realizada. O projeto começou em março de 2019 e, em junho do mesmo ano, a Dotz já contava com todos os sistemas de relacionamento com o cliente integrados e funcionando dentro das soluções Salesforce Community e Service Cloud. Hoje a Dotz tem cerca de 140 usuários da solução, divididos pelo call center, times de backoffice, redes sociais e canais digitais, além de parceiros e fornecedores da Dotz.

“Ganhamos visibilidade dos volumes de clientes atendidos por canal e passamos a criar dashboards que nos permitem criar métricas e acompanhar sua evolução de forma instantânea”, ressalta a executiva, lembrando que a solução oferece também uma visão de todos os canais integrados, tais como Instagram, Twitter, Facebook, LinkedIn, chatbot via WhatsApp, formulários preenchidos no site da Dotz, entre outros. “Esses canais eram apartados, com uma plataforma específica para cada um deles”, diz, lembrando que a centralização aumentou a produtividade dos operadores, que hoje não precisam acessar diferentes sistemas simultaneamente para acessar o histórico de um cliente.

E a agilidade não está somente no acesso ao histórico, o atendimento também ficou mais rápido, uma vez que o Salesforce Service Cloud da Dotz também está integrado a outros sistemas internos da companhia. Com isso, a área de relacionamento consegue atender os clientes sobre diferentes serviços, como envio de tokens, consulta de extratos, pedidos e alteração de dados cadastrais, acessando somente o Salesforce. “Com a integração, estes sistemas internos fluíram para o Salesforce, dando mais agilidade ao atendimento”, afirma Viviane.

Para a executiva, os principais diferenciais da solução são a visão omnichannel e a flexibilidade do que pode ser feito, como o follow up. “A parceria com a Triscal foi fundamental para enxergarmos o que não usávamos da ferramenta e que poderia ser usado. Foi fundamental para chegarmos onde estamos hoje, utilizando tudo o que a ferramenta tem de disponível”, comemora.

Com os resultados obtidos até aqui, a Dotz planeja ampliar o uso das soluções. Uma das possibilidades em estudo é o uso da base integrada para a realização de estudos de mercado. “O objetivo é colocar cada vez mais funcionalidades no Salesforce para que tenhamos uma visão completa do cliente e ela se torne a única solução utilizada pela área de relacionamento com o cliente”, prevê.

CEO da Amcham comenta decisão dos Estados Unidos de restringir viagens de estrangeiros provenientes do Brasil

O governo dos Estados Unidos anunciou neste último domingo (24/maio) a suspensão da entrada em seu território de viajantes que tenham estado no Brasil em período anterior a 14 dias, com o objetivo de evitar o aumento de transmissões do novo coronavírus nos Estados Unidos.

“A nossa expectativa é que essa medida seja breve e o trânsito bilateral de passageiros seja restabelecido com agilidade, assim que as condições o permitirem. Neste sentido, defendemos a intensificação do diálogo e da cooperação entre Brasil e Estados Unidos no enfrentamento à pandemia do coronavírus”, comenta a CEO da Amcham Brasil, Deborah Vieitas, que lidera a entidade com cerca de 5 mil empresas, sendo a maior entre 117 existentes fora dos EUA.

De sua parte, “a Amcham Brasil seguirá mobilizando empresas de ambos os países para minimizar os impactos sociais e econômicos do Covid-19, em particular por meio da sua plataforma do bem (Movimento Soma ), que já contabiliza mais de 140 projetos e R﹩ 661 milhões em doações”, conclui a CEO da Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil).

A MEDIDA

A medida valerá a partir do próximo dia 29 de maio, às 00h59, do horário de Brasília, não se aplicando a pessoas a bordo de aeronaves com destino aos Estados Unidos que tenham decolado antes desse horário. A decisão exclui de seu alcance determinadas pessoas, como cidadãos norte-americanos, seus cônjuges e residentes permanentes legais nos Estados Unidos.

Cumpre esclarecer que a medida não proíbe voos do Brasil para os Estados Unidos e não restringe o comércio bilateral de mercadorias. Por sua vez, o fluxo de passageiros em ambas as direções já se encontrava bastante reduzido, caracterizando-se principalmente por nacionais e residentes retornando a suas casas.

Os Estados Unidos já havia imposto restrições imigratórias semelhantes para viajantes provenientes de outras origens com número expressivo de casos confirmados do novo coronavírus, como China, Irã, Reino Unido, Irlanda e maioria dos países da União Europeia. O Brasil, por sua parte, também adota restrições à entrada de estrangeiros, inclusive dos Estados Unidos, em seu território, por motivos de saúde pública.

Acesse aqui a íntegra do Informativo da Embaixada e dos Consulados dos Estados Unidos sobre a medida.