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Tecnologia acessível: uma aliada do empreendedor para a gestão inteligente

Por Osvaldo Meneghel, diretor de marketing da Sage Brasil

No mundo corporativo, durante anos, todos benefícios da tecnologia eram restritos às grandes companhias, que tinham capital para investir em soluções modernas. Ou seja, um movimento de digitalização e digitização – processo de transformar o negócio analógico em digital – que excluía as pequenas e médias empresas, tanto pelas altas cifras envolvidas, quanto pelo modelo comercial dessas ferramentas.

Pensando em um formato tradicional, adotar uma ferramenta tecnológica é um processo caro para um pequeno empresário, uma vez que inclui: compra da licença do software, criação e manutenção de uma estrutura de hardware (servidores e máquinas) para suportar o uso da nova ferramenta e pagamento de taxas de atualizações.

Entretanto, com a popularização da computação em nuvem essa dinâmica mudou e o mercado passou a investir cada vez mais para tornar a tecnologia acessível também para as PMEs. Mas foi com a chegada do modelo SaaS (sigla em inglês para software como serviço) que a democratização da TI ganhou fôlego e está mudando a forma como os empreendedores lidam com a gestão do negócio.

E quando falamos de SaaS, a tendência é seguir crescendo exponencialmente, visto que o faturamento desse setor cresceu 161,7%, em três anos — de US$ 311 milhões, em 2015, para US$ 814 milhões, em 2018, segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). Esse salto foi impulsionado, em parte, pela demanda das PMEs.

Os números são expressivos, mas ainda tem espaço para o modelo SaaS crescer, justamente porque existe uma parcela grande de empreendedores que (ainda) não estão na Era Digital — dados do Sebrae, de 2019, apontam que cerca de 2,1 milhões de empresas fazem a contabilidade no papel.

Empreender não é uma tarefa fácil, mas manter o empreendimento vivo e financeiramente saudável é ainda mais complexo. Exige disciplina e tempo para cuidar de todos os detalhes da administração. E fazer tudo isso sem o apoio da tecnologia é uma aventura no escuro.

As soluções de TI existem para simplificar a rotina do pequeno empresário e liberá-lo para o que mais importa: a gestão do seu negócio. O controle de fluxo de caixa, por exemplo, com um software na nuvem já é possível controlá-lo sem precisar estar fisicamente no estabelecimento.

Também com a evolução da tecnologia, os empreendedores podem encontrar softwares de gestão financeira acessíveis e de acordo com o tamanho do negócio. Com um baixo investimento, é possível contar com uma solução que ofereça acuracidade e agilidade para auxiliar no controle financeiro.

Outro exemplo é a inteligência artificial, que já auxilia na hora de fazer uma precificação mais inteligente ou ainda dispositivos de Internet of Things (IoT), que aliados ao reconhecimento facial mapeiam o perfil do público que frequenta o estabelecimento. Em resumo, automatizando algumas tarefas, além do ganho em produtividade, o empreendedor tem insumos para pensar na estratégia do business e planejar o futuro.

É possível investir em inovação, sem impactar negativamente nas finanças. Porém, antes de adotar uma nova tecnologia, olhe para a sua operação e pense em todos os processos. Eles estão bem estruturados? Você tem um plano de negócios? Porque a inovação por si só, não faz milagre, mas amparada por uma estratégia organizacional, ela é capaz de conduzir a sua empresa para outro patamar.

A democratização da tecnologia é importante para ajudar as PMEs na sua jornada de transformação digital, mas também é parte do caminho para ajudá-las a ganharem escala, melhorar a sua eficiência operacional e assegurar a continuidade e o sucesso dos negócios.

Linx anuncia plataforma que automatiza as rotinas fiscais do varejo

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, acaba de anunciar o lançamento do Linx Dome, plataforma criada para facilitar o dia a dia dos varejistas com obrigações fiscais e tributárias, bem como auxiliar na redução de tempo e custos com burocracia, além de evitar o pagamento de multas por descumprimento de prazos e outros motivos.

O sistema faz parte do portfólio da Linx Bridge, uma suíte de soluções para atender as necessidades do posto à loja de roupas, do varejo físico ao digital, do pequeno ao grande.

“A Linx Dome veio para descomplicar a gestão tributária do varejo. Com ela, o varejista e seu time de contabilidade terão acesso a um painel integrado pra acompanhar suas movimentações de notas de entrada, saída, calendário de obrigações fiscais e alertas pra não perder o prazo do Fisco”, conta Ricardo Pinho, diretor executivo da Linx Bridge. “Tudo isso foi pensado para que os clientes da Linx automatizem o controle das suas obrigações fiscais, mitigando riscos e mantendo uma governança fiscal e tributária mais eficiente”, complementa.

Entre as principais entregas do software estão auditoria fiscal e tributária, insights para correções tributárias, automação de notas fiscais, além de um calendário completo com a rotina das obrigações que devem ser seguidas pelo comércio.

Por trás da Linx Bridge

Com o objetivo de repaginar a área que cuidava das ofertas Cross na Linx, a empresa deu uma nova cara à estrutura e ao portfólio que compunham essa divisão. O Linx Dome e as soluções de mensageria compõem os produtos de tecnologia fiscal. Além disso, serviços de conectividade também fazem parte da Linx Bridge, que já está em pleno funcionamento e tem como objetivo garantir experiências fluídas nos processos e na loja, por meio de tecnologia inteligente.

Infobip anuncia Aurora Volarevic como Chief Audit Executive

A Infobip, uma das maiores provedoras de serviços de comunicação do mundo, anuncia Aurora Volarevic como sua Chief Audit Executive (auditora chefe). Aurora se reportará ao board da companhia e futuros investidores, com a responsabilidade de fortalecer a governança interna a medida que a Infobip se fortalece para oportunidades de crescimento no futuro.

Esse cargo requer que Aurora institue protocolos e boas práticas para garantir que a Infobip tenha transparência corporativa total, além de criar esse papel de auditoria global.

Com mais de 20 anos de experiência em auditoria e gerenciamento de risco, Aurora fez parte da equipe global da Deutsche Telekom e também liderou as auditorias internas, de controle e de risco das empresas Croatian Telekom Group e Montenegro Telekom. Também assumiu vários cargos de gestão na indústria financeira, incluindo a Sumitomo Mitsui Banking Corporation em Nova York, o grupo UniCredit e o Kentbank (grupo Suzer). Ela é formada em Engenharia pela Universidade de Zagreb, na Croácia, com mestrado em Auditoria pela mesma faculdade e uma certificação em Data Science pela Universidade de Harvard.

“A Infobip quer dobrar seu quadro de colaboradores nos próximos anos e expandir seu portfólio de alta tecnologia em cada canto do mundo”, afirma a executiva. “Estou feliz de fazer parte de uma equipe que apoia essa estratégia e quero implantar uma abordagem baseada em risco para melhorar os processos e o controle de uma empresa que tem uma meta de crescimento ambiciosa”.

“A Aurora tem uma trajetória profissional de sucesso, que inclui vários projetos de auditoria, de administração e de detecção de fraudes complexos e globais em empresas de finanças e TI. Ela tem as habilidades e a experiência para levar a Infobip para outro patamar”, conclui Silvio Kutic, CEO da Infobip.

Mercado Pago reforça liderança com novas diretoras

O Mercado Pago, fintech do Mercado Livre, anuncia a chegada das diretoras Heloisa Ifanger e Elaine Shimoda, que se unem à Daniel Davanço, diretor de pagamentos on-line, Gabriela Szprinc, diretora de Point, e Rodrigo Furiato, diretor de carteira digital, para expandir os negócios nas frentes de conta digital, pagamentos e serviços financeiros com foco em consumidores e vendedores:

Heloísa Ifanger irá liderar a Diretoria de Conta Digital e Cartões. Com 15 anos de experiência no setor de serviços financeiros, Heloísa acumula passagens por diversas empresas do segmento, como Via Varejo, liderando a construção do banco digital banQi, e os bancos Real e Santander. Entre seus desafios está a missão de fomentar uso da Conta Mercado Pago e ampliar a prateleira de produtos e serviços, contribuindo para democratização do acesso ao dinheiro e à inclusão financeira. Heloísa Ifanger é formada em Administração e possui MBA pela Kellogg School of Management.

Elaine Shimoda, como Diretora de Operações, irá liderar o desenvolvimento de novas soluções e melhorias para a operação do Mercado Pago no País. Entre seus desafios está a condução de projetos que envolvam inovações e aprimoramentos em pagamentos e maior escalabilidade e eficiência dos processos atuais. Com sólida experiência no setor de serviços financeiros e meios de pagamentos, Elaine acumula passagens pela Mastercard, Afiniti, McKinsey & Co., A.T. Kearney e Serasa Experian. Elaine Shimoda é formada em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e possui MBA pela Universidade de Chicago – Booth School of Business.

Fórum das Américas promove Conferência Internacional Brasil-Estados Unidos em Miami

No dia 10 de março, a partir das 8h30, a cidade de Miami será palco da Conferência Internacional Brasil-Estados Unidos, que irá destacar um novo prisma das relações de parcerias e investimentos entre os dois países. O evento, realizado no InterContinental Hotel, é promovido pelo Fórum das Américas, idealizado pelo empresário Mario Garnero, e terá a participação do Presidente da República do Brasil, Jair Bolsonaro, na abertura.

Além do Presidente, a comitiva brasileira terá entre os presentes empresários, representantes do poder público e outras autoridades brasileiras e americanas. O evento terá como destaque no período da tarde painéis dedicados à discussão de temas ligados à tecnologia, economia e negócios na Amazônia.

Confira programação abaixo:

Conferência Internacional | InterContinental Miami | 10 de março de 2020

BRASIL-ESTADOS UNIDOS: UM NOVO PRISMA NAS RELAÇÕES DE PARCERIA E INVESTIMENTOS

08.30-09.30| Recepção e Credenciamento

09.45-09.55 | Palavras Inaugurais – Mario Garnero, Presidente, Fórum das Américas

09.55-10.15 | Abertura Oficial – Francis Suarez, Prefeito de Miami

10.15-10.30 | Palavras do Senhor Presidente – Jair Bolsonaro, Presidente do Brasil

10.30-11.00 | Inovação e Tecnologia: Alianças para a prosperidade

Paulo Alvim, Secretário de Empreendedorismo e Inovação, MCTIC

11.00-11.50 | Painel 1 – Oportunidades para Indústria e investimentos no Brasil

Robson Andrade, Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Neal Kaufman, Diretor Executivo do ThinkEquity/Fordham

Moderador: Antonio Primo, Sócio-Diretor, VC Capital

11.50-12.15 | Brasil-EUA: Perspectivas para o Mercado Financeiro e Comércio Internacional

Marcos Troyjo, Secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais/ Min. da Economia

12.15-13.45 | Almoço

13.45-14.15 | A Amazônia Legal e seus Aspectos Institucionais Multinacionais

Senador Nelsinho Trad, Presidente da Comissão de Relações Exteriores, Senado Federal

14.15-14.45 | A Farmácia Amazônica

Senador Ogari de Castro Pacheco

14.45-15.30 | Painel 2 – Transformação Digital Bancária no Brasil: perspectivas e desafios

Pat Carroll, CEO e Chairman, ValidSoft

Heloisa Duarte, CEO, Technetium Brasil

Moderador: Joxel Garcia, CEO, Ambitna

15.30-16.00 | Saúde Pública: Cooperação Internacional, Inovações e Tecnologias – TBC

Luiz Henrique Mandetta, Ministro da Saúde do Brasil

16.00 | Encerramento

10 sinais de mentira no trabalho

Existem alguns sinais normalmente praticados por quem está prestes a contar uma mentira, escondendo alguma informação ou não tem certeza do que está falando. “O contexto da conversa é muito importante para avaliar o comportamento do interlocutor. Muitas expressões corporais podem sugerir que o discurso é mentiroso, mas principalmente se for uma reunião estratégica com muita coisa em jogo, ou um feedback não tão positivo assim”, explica Mário da Silva Júnior, diretor do IPRC, Instituto de Pesquisa do Risco Comportamental. Confira abaixo os dez sinais de que alguém pode estar mentindo.

1) Cabeça apoiada na mão

Isso pode significar desinteresse com o assunto, mas por muito tempo, pode simbolizar que o tema da conversa está deixando a cabeça “pesada” e por isso ela precisa do suporte da mão.

2)Acenar negativamente de forma frenética

Durante a reunião de área, você percebe que tem alguém acenando negativamente a cabeça, de maneira rápida e repetitiva. Isso indica ansiedade, como se a pessoa quisesse se livrar logo do papo ou reafirmar a veracidade do discurso com um aceno frenético de cabeça.

3) Mão tapando a boca

Quando em uma conversa, um dos interlocutores fica com a mão tapando a boca, saiba que trata-se de um gesto de quem está tentando ganhar tempo para formular uma resposta. Também indica espanto, vergonha e apreensão,como se a mão fosse uma barreira para impedir a fuga da verdade.

4) Esfregar, tocar o pescoço, desafrouxar gravata

Justo o responsável por entregar os resultados do mês está esfregando ou tocando o pescoço e isso mostra que aquele trabalho é sensível e ele está se sentindo sufocado. Por isso, ele tenta se livrar da sensação, afrouxando a gravata ou desabotoando o colarinho.

5) Pernas inquietas

Aquela pessoa que não para de mexer as pernas após o início de uma determinada conversa mostra que o assunto lhe causou receio e estresse.

6) Rir em assunto ruim/sério

O seu núcleo foi chamado para uma reunião de feedback negativo, mas um de seus colegas não consegue parar de sorrir. Essa incongruência entre expressão e assunto mostra que algo está errado.

7) Repetição do “não, não, não” na resposta ou “nunca”

Para sustentar um discurso mentiroso, o interlocutor acaba repetindo muitas vezes seguidas a palavra “não” ao invés de resposta simples e objetiva. Ele está manifestando verbalmente a sua ansiedade. Essa é uma espécie de “muleta” para segurar um discurso inverossímil até para si mesmo.

8) Aumento do volume da voz

O seu colega de núcleo está numa ligação e, de repente, aumenta o volume de voz. Esse é um sinal comum a quem está precisando de atenção, é controlador, competitivo, hostil e socialmente inconsciente. É a insegurança em estado bruto.

9) Choro frenético

Se tudo que é necessário são dados para fechar um relatório e a pessoa responsável começa a chorar freneticamente, isso mostra a sua insatisfação dela com a conversa e uma busca por perdão a todo custo.

10) Fala excessivamente rápida

Durante o almoço, a conversa segue um determinado ritmo. Mas quando a pergunta passa para o andamento de uma concorrência a fala do interlocutor muda repentinamente e vira um rápido fluxo de consciência. Isso demonstra que ele quer se livrar o mais rápido possível do assunto.

Igualdade salarial entre homens e mulheres é questão de decisão – simples assim!

Por Paula Paschoal, diretora geral do PayPal Brasil

No caso do PayPal, bastou que nosso CEO, Dan Schulman, resolvesse acabar com a diferença salarial entre eles e elas. Corria o ano de 2016. Numa reunião com o board as coisas simplesmente aconteceram. “Done”. Este é um tema particularmente caro para nós, porque, desde 2015, quando nos tornamos uma empresa independente, isso nos permitiu criar uma estrutura de interesses coletivos e políticas internas.

E um dos itens dessa estrutura era que homens e mulheres que ocupam cargos similares deveriam receber o mesmo salário. Simples assim!

Em minhas palestras pelo Brasil, sempre que tenho oportunidade (e também quando não tenho), gosto de falar sobre o tema. Porque precisamos investir mais tempo e dedicação a essa questão, que não poderia – ainda – ser polêmica. O estágio da desigualdade salarial em muitas empresas nacionais e globais, nas quais homens recebem até 30% a mais do que mulheres na mesma posição hierárquica, é inexplicável e indefensável.

É questão, pura e simples, de se fazer justiça. Levando-se em consideração que as mulheres são maioria em cursos de graduação, mestrado e doutorado desde o começo desta década (de acordo com dados recentes do Capes), creio que podemos cobrar, já na próxima década, no mínimo a equidade.

As mulheres estão cada vez mais preparadas, intelectual e emocionalmente, para alcançar o sucesso pessoal e profissional – trata-se de um fato. Então, por que continuam a receber menos?

Nem vou citar a capacidade multifuncional das mulheres ou a sensibilidade feminina, o que não significa que estou negando as duas qualidades, muito pelo contrário. Só não acho que é preciso enaltecer características inatas para provar que merecemos tratamento igual em qualquer lugar e em qualquer ocasião.

Não somos melhores do que ninguém e não deve ser esse o objeto da discussão. O que queremos é, apenas, respeito pela verdade dos fatos, pela verdade que estamos escrevendo há décadas.

Sei bem o quanto nos custa, como mulheres, cada conquista. E também o quanto ainda temos para conquistar, apenas para nos equipararmos em direitos aos homens. De nossa parte, o que precisamos mudar (aliás, isso já deveria ter acontecido) é a consciência da própria mulher, consciência de que pode ser o que quiser, escolher o próprio caminho, ser feliz consigo mesma. Esse talvez seja o maior desafio, porque estamos lidando com a autoestima, tão minada através dos séculos.

Esse é mais um motivo pelo qual me dedico, diariamente, à causa. Porque, ao analisar minha experiência pessoal, notei a falta de incentivo às mulheres interessadas em seguir carreira executiva por causa do mito do inalcançável equilíbrio entre vida pessoal feliz e trajetória profissional de sucesso. E, infelizmente, ainda faltam exemplos de casos bem-sucedidos mostrando o chamado “caminho das pedras” para elas.

O atual cenário me comove também por um outro motivo: empresas com mulheres em cargos de liderança têm resultados melhores, inclusive na rentabilidade. Essa é a conclusão de um relatório chamado Women in Business and Management: The Business Case for Change, divulgado no ano passado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), órgão da ONU. De acordo com a pesquisa, quanto maior o número de mulheres, sobretudo em posições de chefia, melhores são os resultados de uma organização.

Para chegar a essa conclusão, o relatório analisou mais de 70 mil empresas em 13 países. Entrevistados relataram ganhos em produtividade, rentabilidade, criatividade e inovação em equipes com maior diversidade de gênero. Além disso, 57% dos pesquisados disseram perceber melhorias na reputação, ou seja, na imagem pública da empresa.

A lição que se pode tirar de tudo isso? Invistam nas mulheres. É um autêntico ganha-ganha para todos.

Um feliz Mês da Mulher!

Consumo consciente tem sido regra em casas pelo Brasil

A preocupação com o consumo consciente já faz parte da rotina dos brasileiros. Esse é o resultado de uma pesquisa realizada pelo Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País. O estudo questionou a existência de regras nas casas dos consumidores e quais são as normas estabelecidas.

Entre os entrevistados, 91% afirmam seguir algumas regras em suas residências. Desses, 10% moram sozinhos, 36% vivem com um/a companheiro/a e 54% moram com sua família ou em um grupo de pessoas. Dos que não possuem normas (9%), a maioria mora em grupo ou acompanhado (84%) e, apenas, 16% vive sozinho.

A regra mais comum em todos os grupos é apagar as luzes ao sair de um cômodo. Ela prevalece em lares de quem mora sozinho (86,05%), casais (91,56%) ou grupo de pessoas (92,27%). A segunda norma mais adotada é “colocar lâmpadas que gastam menos energia”. Finalizando o ranking, “acumular roupa suja para encher a máquina de lavar” é apontada como a terceira regra mais comum nos lares brasileiros.

Outro destaque do estudo foi a preocupação de muitas famílias em separar os materiais recicláveis, seja morando sozinho (59,3%), em casal (48,25%) ou em grupo (47,21%). Assim como a escolha de eletrodomésticos que gastem menos energia, com índices de preferências em 56,98%, 48,05% e 53%, respectivamente. Além disso, a preferência por produtos ecofriendly também foi apontada por muitos, junto com a questão de monitorar as contas básicas, para verificar e identificar aumentos nos gastos.

Dos entrevistados, 26% são da faixa etária de 20 a 30 anos, 29% têm entre 31 e 40, 22% possui de 41 a 50, e os outros 23% são maiores de 50 anos. A maioria vive em São Paulo (48%), seguido de Rio de Janeiro e Minas Gerais, ambos com 10%, e Paraná (9%), enquanto os demais estão espalhados pelo Brasil

Mulheres no poder: pesquisa da KPMG destaca opinião de executivas líderes sobre economia, negócios, mercado, inovação e transformação digital

A maioria absoluta das mulheres executivas em cargos de liderança (99% das brasileiras e 96% das estrangeiras) afirmam que, nos próximos três anos, será necessário melhorar processos de inovação nas empresas em que atuam. Além disso, para 80% das brasileiras e 71% das demais executivas, os avanços tecnológicos são uma oportunidade e não uma ameaça. No Brasil, 71% delas afirmam que as empresas em que trabalham têm estruturas de gestão que amparam os processos de inovação. No restante do mundo, 69% apontaram o mesmo.

Essas são algumas das conclusões da pesquisa “Visão Global das Líderes Femininas” (Global Female Leaders Outlook, em inglês), conduzida pela KPMG. O conteúdo foi produzido a partir de entrevistas realizadas com 1.124 executivas de 16 países, sendo 82 brasileiras.

As líderes brasileiras e estrangeiras também estão causando disrupção em seus mercados, com 73% das brasileiras acreditando que o crescimento das suas organizações estará na capacidade de causarem disrupção nos negócios. Outro dado relevante é que 55% das brasileiras entrevistadas declararam que suas empresas estão mudando de maneira ativa seu segmento e não esperando a disrupção causada pela concorrência.

“A análise comparativa entre a amostra de entrevistadas brasileiras e a de outros países favorece a interpretação de tendências, comportamentos e transformações que estão impactando empresas de todos os setores. Os dados evidenciam que o mundo corporativo está mudando, mas as mulheres ainda batalham para equilibrar diversos elementos de suas realidades na vida profissional e pessoal”, afirma Patricia Molino, sócia de Cultura e Change Management, bem como Líder do Comitê de Inclusão e Diversidade da KPMG no Brasil.

O conteúdo da KPMG também abordou o otimismo das entrevistadas em relação à economia mundial nos próximos três anos, tendo 51% das brasileiras confiantes no crescimento contra 37% no restante do mundo. Sobre a expansão da economia nacional, 49% das brasileiras estão confiantes, um pouco mais que a proporção do grupo global, que atingiu 44%.

De maneira geral, as mulheres estão confiantes quanto ao crescimento das empresas em que atuam e, especificamente, em relação à expansão dos negócios, mais da metade aposta no crescimento orgânico, seguido por alternativas de alianças estratégicas com terceiros e por fusões e aquisições.

“Aspectos sobre economia, negócios, mercado, diferença salarial, preconceito e até assédio são elementos presentes na realidade das mulheres executivas. Diversos estudos têm revelado que a participação feminina em cargos de gestão cresce a cada ano, mas há ainda uma série de interrogações sobre a questão de gênero no universo profissional”, afirma Estela Zanata, sócia-diretora da KPMG no Brasil.

As entrevistadas também foram questionadas sobre liderança e ambiente de trabalho: 50% das brasileiras e 57% das estrangeiras definem seu estilo como estratégico; 23% das brasileiras e 18% do grupo internacional definem seu estilo como democrático; 16% das lideranças nacionais e 20% das estrangeiras optaram pelo estilo ágil, focado em projetos.

Ainda nesse assunto, as mulheres acreditam que uma atmosfera de trabalho positiva tem o poder de aumentar a satisfação dos funcionários. Elas também querem mais possibilidades de equilibrar vida e trabalho, por exemplo, com jornadas mais flexíveis.

A questão da resiliência também foi abordada nas entrevistas. Para mais de 80% das entrevistadas, a empresa resiliente é capaz de se adaptar rapidamente às mudanças no ambiente de negócios.

Em relação aos desafios e às habilidades em tecnologia, a Inteligência Artificial (IA) ainda é considerada emergente na maioria das empresas, com 41% das brasileiras e 37% do outro grupo afirmando que não implementaram recurso do gênero. Sobre o papel estratégico da segurança da informação, 66% das brasileiras e 70% das estrangeiras destacam que cuidar desse aspecto é uma vantagem competitiva.

Dentre as estratégias tecnológicas para buscar o crescimento, as mulheres defenderam produtos e serviços disponíveis em plataformas digitais. Além disso, para que as empresas estejam preparadas para o futuro, destacaram a relevância da modernização da força de trabalho.

As entrevistadas também foram questionadas sobre questões de gênero. Sobre esse item, 57% das brasileiras e 56% das demais já presenciaram o uso de estereótipos e julgamentos enviesados. As ocorrências são relacionadas a comportamentos gerais, qualificações, problemas de comunicação e assédio sexual.

A pesquisa revelou ainda que a equidade de gênero em postos de comando deve aumentar se depender do empenho das líderes. A maioria delas revelou que tiveram mais apoio de homens do que de mulheres em suas trajetórias profissionais. Mesmo assim, a cultura de apoio entre as mulheres parece estar se fortalecendo, especialmente no Brasil, uma vez que 30% das brasileiras e 19% das demais afirmaram que, no momento de passar o cargo a outra pessoa, escolherão uma mulher.

5G no Brasil: assunto urgente ou uma realidade ainda distante?

Por André Gatti

Em meados de 2019 havia grande expectativa de que o leilão de licenças das frequências para a tecnologia 5G seria realizado em março de 2020, mas o que ocorreu não foi exatamente isso. Somente no mês de fevereiro a Anatel submeteu a consulta pública a proposta de edital para o leilão do 5G. Com isso, a expectativa agora é que o leilão se dê no fim deste ano ou até mesmo em 2021.

Apesar desse cronograma mais demorado, parece haver consenso no mercado de que realmente existem alguns pontos importantes a ser resolvidos para que o leilão seja bem-sucedido.
Um deles, que parece ter sido endereçado no edital submetido a consulta pública pela Anatel, é a previsão de leilão de blocos regionalizados, reservando espectro para prestadores de pequeno porte (PPPs) e também para possíveis novos entrantes. Isso permitirá que a tecnologia 5G chegue mais rapidamente a regiões que não seriam atendidas inicialmente pelas grandes operadoras, as quais, naturalmente, devem focar investimentos iniciais nas áreas mais populosas e rentáveis.

Outro ponto que não está diretamente ligado ao leilão, mas tende a afetar o volume de investimentos das operadoras no 5G, é a possibilidade da migração do modelo de concessão para o modelo de autorização pelas operadoras de telefonia fixa, pois isso pode liberar investimentos em fibra, essenciais para a infraestrutura de transporte do 5G. Nesse ponto, foi aprovado em 2019 o PLC 79, que ainda precisa ser regulamentado, incluindo a definição de como serão calculados os valores dos bens reversíveis.

O edital da Anatel também trata de um tema polêmico ao citar que a “utilização da faixa de 3,5 GHz por sistemas móveis terrestres implica potencial interferência dos sinais de TV aberta e gratuita recebida por meio de sinais de satélites, fazendo-se necessária a adoção de medidas para seu tratamento”. A resolução dessa questão é essencial para a liberação de espectro para o leilão, mas existem divergências em relação ao número de domícilios que seriam afetados, qual a melhor estratégia para tratar o problema e os custos envolvidos.

A quantidade de domicílios que utilizam a TV aberta por satélite varia entre regiões (áreas com menor cobertura da TV aberta dependem mais do satélite), não existem controles por parte das emissoras de TV ou do Estado sobre quem utiliza antenas parabólicas para recepção dos canais via satélite (as antenas são compradas livremente no mercado) e existem domícilios que também têm o sinal de TV via DTH (ou seja, TV paga via satélite). Por isso a dificuldade de calcular a quantidade de domicílios que seriam realmente afetados, embora estimativas mais recentes apontem para cerca de 3 milhões.

Quanto à solução a ser adotada, foram feitos progressos importantes em testes recentes e se constatou a possibilidade da utilização de filtros para mitigar as interferências do 5G na TV aberta por satélite, evitando a necessidade de migração do sinal de TV para outra banda de satélite, a banda Ku, o que significaria a necessidade de um equipamento novo para os usuários da TV aberta via satélite. De qualquer forma, o edital prevê que os custos para solução desse problema sejam pagos pelas empresas vencedoras do leilão do 5G.

As operadoras também aguardam com grande expectativa uma definição sobre a legislação para instalação de antenas, que, atualmente, é de responsabilidade dos municípios e vista como uma grande barreira para o 5G, que exigirá um número muito maior de antenas do que o utilizado pelas tecnologias atuais. Uma alternativa em análise é a do silêncio positivo, que nada mais é do que, na ausência de resposta para uma solicitação de licenciamento de antena, as operadoras poderiam iniciar a instalação em caráter provisório. Também se discute a necessidade de licenças para pequenas antenas, que podem ter papel importante no 5G.

Além de todas essas questões, as operadoras ainda tentam influenciar o governo para que o leilão não tenha caráter arrecadatório, onerando o valor das licenças, mas exista um foco maior em contrapartidas de investimentos e de cobertura por parte dos vencedores.

Por todos esses fatores, o leilão vai demorar mais do que o previsto para ser realizado. As operadoras também já declararam publicamente que não pretendem fazer uma corrida por causa do 5G, e, em anúncios recentes de algumas operadoras sobre o plano de investimentos, não foram indicadas variações significativas para 2020 por causa do 5G.

A pergunta que fica é: o que as operadoras devem fazer para se preparar para quando esse momento chegar?
Apesar de ainda não existirem modelos de negócio muito claros para monetização do 5G, é fato que essa tecnologia permitirá a criação de aplicações com os mais diversos requisitos de conectividade, incluindo velocidade e latência, e também será o viabilizador para o IoT. O conceito de network slicing (fatiamento de rede) também permitirá a priorização de serviços na rede, de acordo com a característica de cada serviço. Mesmo sabendo que, inicialmente, o 5G deve atender a demandas específicas de algumas indústrias, todas as operadoras já têm feito testes relacionados ao 5G.

Além dos testes tecnológicos, é essencial que as operadoras utilizem esse tempo para planejar modelos de negócio que possam monetizar seus investimentos. Aquelas que deixarem para avaliar o potencial da tecnologia somente após a aquisição de licenças certamente estarão atrasadas em relação a suas concorrentes. O momento é de avaliar as novas possibilidades de serviços e parcerias que serão viabilizados com o 5G.

Finalmente, as operadoras precisam também planejar os impactos que o 5G trará para seu ambiente de TI, pois o time-to-market será importante para recuperar investimentos que não devem ser baixos.

André Gatti, diretor de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia da Cognizant no Brasil

Shoppings iniciam ano com alta de 9,1% nas vendas

O mês de janeiro registrou alta de 9,1% nas vendas dos shoppings, de acordo com o Índice Cielo de Varejo em Shopping Centers (ICVS-Abrasce). O resultado demonstra uma melhora na comparação com o mesmo período do ano anterior, com um acréscimo de 2 pontos percentuais, já que em janeiro de 2019 a alta havia sido de 7,1%. O desempenho dos shoppings também ficou acima das vendas das lojas de rua, que tiveram um aumento de 6,6%.

“Nosso setor começa 2020 com uma ótima performance. Estimamos que o crescimento no ano será de 7% e os resultados de janeiro reforçam nossas expectativas. O crescimento das vendas, a redução da inflação, após forte aceleração no final do ano passado, em função do aumento do preço da carne, aliado ao aumento no fluxo de visitantes nos shoppings são sinais muito positivos para o começo do ano”, afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce.

As regiões que mais se destacaram no mês, com crescimento das vendas acima da média nacional, foram o Norte, o Nordeste e o Centro-Oeste, com índices de 13,3%, 12,2% e 9,7%, respectivamente. As demais regiões também tiveram uma performance positiva: Sudeste, com 9,0%, e Sul, com 4,4%.

O ticket médio em lojas de shopping também teve destaque positivo, fechando em R﹩ 94,20, valor 27% maior do que o desempenho das lojas de rua, que fecharam o mês em R﹩ 73,80.

Fluxo de visitantes

Segundo o Iflux, indicador que mede o fluxo de visitantes em shoppings centers no Brasil, janeiro registrou crescimento de 2,6% em comparação ao mesmo período de 2019, o que reforça o quadro positivo em janeiro.

Telefónica reforça investimento em venture capital com parceria da Redpoint eventures no Brasil

A Telefónica reposiciona sua estratégia de investimento em fundos de venture capital e anuncia novos aportes em mercados-chave para a companhia: Espanha, Estados Unidos, no Vale do Silício (Alter Venture Partners), Israel (Vintage Investment Partners) e Brasil. No país, o investimento será realizado no fundo da Redpoint eventures, gestora de venture capital que investe em startups de tecnologia na América Latina.

O objetivo é investir em empresas que gerem mais retorno e impacto para o grupo de telefonia, seja com tecnologias inovadoras para aumento de receita com novos produtos ou para melhorar a eficiência interna, como um fornecedor.

Os investimentos em fundos são feitos por meio do Telefónica Innovation Ventures, veículo de corporate venture capital da Telefónica que também investe diretamente em startups. Os aportes diretos acontecem desde 2007 e o portfólio atual possui 10 startups dos EUA, Espanha, Canadá, Israel e França. Já as parcerias com gestoras de fundos são desde 2012 e acumulam mais de 80 startups investidas em 12 fundos, incluindo dois da InvestTech no Brasil.

“A nova estratégia é uma evolução da primeira geração de fundos, Amérigo (2012-2018), cujo objetivo era fomentar os ecossistemas de inovação da Espanha e América Latina. Agora, o foco principal é dar suporte às principais áreas da operadora”, explica Guenia Gawendo, diretora global do Telefónica Innovation Ventures.

De acordo com a executiva, as gestoras parceiras trabalharão junto com equipes locais da operadora e/ou da Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica, para buscar e integrar startups que façam sentido na cadeia de valor da companhia. “As startups nos trazem tecnologia, novos produtos e serviços para nos diferenciar, além de contribuírem na agilidade de lançamentos ao mercado”, completa Guenia.

As áreas prioritárias são digital consumer, transformação digital, redes 5G e as próximas gerações, cibersegurança, nuvem, inteligência artificial, IoT, Blockchain, Fintech entre outras.

“Estamos animados com o fortalecimento de nossa parceria com a Telefónica/Vivo. Além do pioneirismo global da companhia em iniciativas de inovação e colaboração com o ecossistema de startups, a Telefónica é conhecida por ser referência, desde a época em que comecei a trabalhar no setor de venture capital há 17 anos. É um prazer e um privilégio tê-los como um de nossos investidores. Existe uma oportunidade enorme para explorarmos juntos”, afirma Anderson Thees, Managing Partner da Redpoint eventures.

Wayra Brasil dobra o ticket e investirá até R$ 1 milhão por startup
Como parte da estratégia global em open innovation da Telefónica, a Wayra dobra o valor dos aportes e passa a investir até R$ 1 milhão (250 mil euros) por startup. Os investimentos acontecem durante o ano todo, sem períodos específicos para inscrição, que pode ser feita a qualquer momento pelo site.

“Essa nova estratégia reforça o interesse da Telefónica em inovar com a colaboração externa e também o quanto acreditamos no potencial do ecossistema brasileiro. Trabalharemos ainda mais próximos da Redpoint para identificar as startups com grande potencial para fazer negócios com o grupo, além de oportunidades de coinvestimentos e investimentos em rodadas subsequentes”, comenta Renato Valente, diretor de inovação aberta da Telefónica e country manager da Wayra no Brasil.

A Wayra atua no ecossistema de empreendedorismo como um micro Corporate Venture Capital, ou seja, um fundo de investimento corporativo de capital semente. As áreas mais buscadas são de Data Analytics/Big Data, Inteligência Artificial, Cibersegurança, IoT, Realidade Virtual e Aumentada, além de fintechs, agtechs e edtechs.

Para conhecer todas as empresas do portfólio atual, acesse http://br-pt.wayra.com/startups.

Gofind é selecionada para o Scale-up Endeavor, em SC

A Gofind está entre as selecionadas para o Scale-Up Endeavor, importante programa de aceleração, realizado pela maior organização de apoio a empreendedores de alto impacto do mundo, que pela primeira vez terá uma turma em Santa Catarina. Durante cinco meses, a startup de Joinville irá participar de workshops e mentorias especializadas, com o objetivo de melhorar a capacidade de gestão e liderança da empresa, para ajudá-la a se tornar ainda mais competitiva.

Ao todo serão dez startups catarinenses, selecionadas pelo alto potencial de crescimento, diferenciais competitivos claros e um modelo de negócios comprovado pelo mercado, que terão a oportunidade de discutir e aprimorar questões como contratação de lideranças, acesso a capital e estratégia. Serão realizados workshops com foco nas dores do negócio, a partir das metodologias da Endeavor. Cada startup terá o acompanhamento de um mentor e padrinho e os empreendedores terão acesso ao Day1 e ao Scale-Up Summit, maiores eventos do país para empresas de alto crescimento.

“O ano de 2020 tem tudo para ser ainda mais positivo para a Gofind. Já passamos por outras acelerações e entendemos o quanto esse processo é enriquecedor para o nosso negócio. As empresas que participam do programa estão no momento certo para escalar e colocar em prática os conselhos dos mentores para crescer mais e de forma acelerada”, avalia Fernando Farias, CEO da Gofind.

Como se preparar para as profissões do futuro?

Com as mudanças significativas do mercado de trabalho e a tecnologia influenciando cada vez mais o ambiente corporativo, muito tem se falado sobre a transformação das carreiras, influenciada principalmente pela tecnologia. Por isso, é essencial que os profissionais continuem se atualizando e focando em desenvolver novas capacidades, que vão além das habilidades cognitivas.

Pensando nisso, a HSM University elencou as principais características de cada área e como os profissionais devem se preparar para o futuro.

• Gestor de inovação

A principal função desse profissional é empreender dentro do ambiente corporativo, usando suas ideias inovadoras para garantir resultados melhores para o negócio. Quem se forma nessa área também está apto para fazer não apenas uma gestão de pessoas, mas também uma gestão emocional dos liderados. Esse profissional terá uma média salarial de R﹩ 16 mil.

• Cientista de dados

Empresas data driven são o futuro do mercado de trabalho. O uso massivo de redes sociais e de outras ferramentas da internet, como as próprias buscas no Google, tem proporcionado um grande volume de dados para os negócios. Diante desse cenário, é necessário incorporar profissionais que saibam transformar essas informações em insights decisivos para as organizações. Como consequência, é possível otimizar os serviços e produtos para que atendam melhor às necessidades dos consumidores. A remuneração média dos cientistas de dados é de R﹩ 7 mil.

• Advogado de proteção de dados

Além dos cientistas de dados, as empresas vão precisar também de advogados que lidem com a proteção dessas informações. Muito dessa nova forma de enxergar os dados de internet se dá graças à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em agosto de 2020. Existem companhias que pagam até R﹩ 50 mil para advogados de proteção de dados.

• Perito forense virtual

Ainda que a internet seja um espaço de prosperidade tanto para negócios quanto para profissionais, ainda existem alguns desafios a serem contornados. Um deles consiste em crimes cibernéticos, fraudes, espionagens, invasões a servidores ou máquinas e assim por diante. Enquanto os desenvolvedores buscam maneiras de proteger esses sistemas, o perito forense digital vai em busca de respostas.

Esse profissional, que deve ter inglês fluente e muito conhecimento tecnológico, pode receber até R﹩ 20 mil por mês. Reconhecer padrões e ter persistência são competências presentes no perfil do perito forense, cuja função é rastrear minuciosamente as ocorrências citadas acima.

“Independentemente da área escolhida o mais importante é que os profissionais estejam abertos às mudanças em um cenário disruptivo, entendendo o timing das transformações combinado ao autoconhecimento e a constante reciclagem educacional”, finaliza Paulo Lira, coordenador e supervisor acadêmico da HSM University.

Goodyear divulga seu mais recente pneu-conceito recarregável

A Goodyear lançou em Bruxelas (Bélgica) um conceito revolucionário de autorregeneração de pneus que pode se adaptar e mudar para atender às necessidades individuais de mobilidade. “A Goodyear quer que o pneu seja um colaborador ainda mais poderoso para atender às necessidades específicas de mobilidade dos consumidores”, disse Mike Rytokoski, vice-presidente e diretor de marketing da Goodyear Europa, que completou: “Foi com essa ambição que nos propusemos a criar um pneu-conceito preparado para o futuro da mobilidade elétrica personalizada e conveniente “.

O conceito do novo pneu inclui vários recursos inovadores, elaborados em torno de três pilares:

Personalização

No centro do novo pneu conceito está um composto de piso recarregável e biodegradável que pode ser recarregado com cápsulas individuais, simplificando radicalmente o processo de substituição dos pneus. Preenchidas com um composto líquido personalizado, essas cápsulas permitem que a banda de rodagem se regenere e o pneu se adapte ao longo do tempo às circunstâncias climáticas, às condições da estrada ou simplesmente à maneira como os condutores desejam viajar/ dirigir. E, graças à inteligência artificial, é possível criar um perfil de motorista em torno do qual o composto líquido seria personalizado, gerando uma mistura composta sob medida para cada indivíduo.

Sustentabilidade

O composto em si seria feito de um material biológico e reforçado com fibras inspiradas em um dos materiais naturais mais complexos do mundo, a seda de aranha. Isso o tornaria extremamente durável e 100% biodegradável.

Sem complicações

Além de simplificar radicalmente o processo de substituição dos pneus por cápsulas recarregáveis, o piso seria suportado por uma estrutura leve e não pneumática e uma forma alta e estreita. Essa é uma construção fina e robusta de baixa manutenção que eliminaria a necessidade de manutenção de pressão ou tempo de inatividade relacionado a perfurações. “O novo pneu-conceito da Goodyear, suporta a mobilidade elétrica personalizada, sustentável e sem complicações”, concluiu Sebastien Fontaine, designer líder do Centro de Inovação da Goodyear em Luxemburgo.

Salão do Automóvel é adiado para 2021

A Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotivos, ANFAVEA, e a REED Alcântara Machado comunicam que a edição 2020 do Salão do Automóvel de São Paulo será adiada para 2021.

Luiz Carlos Moraes, Presidente da ANFAVEA, destaca: “O Salão do Automóvel é um evento que precisa evoluir e refletir o momento de disrupção tecnológica que nosa indústria está vivendo. Em conjunto com a REED, tomamos a decisão de adiar a edição do Salão de 2020 para reduzir custos e termos tempo de avaliar novos formatos. A revisão do Salão não é um movimento local, está acontecendo em todos os países do mundo e pelos mesmos motivos”.

Cláudio Della Nina, Presidente da REED Alcântara Machado, declara: “A REED possui o grande desafio de propor um novo Salão do Automóvel alinhado com as expectativas do público visitante e com a nova realidade das montadoras. Estamos focados na solução deste desafio e comprometidos com a entrega da melhor edição do Salão do Automóvel em 2021.”

Coalizão Indústria manifesta apoio à política econômica do governo

Apesar da retomada do crescimento econômico do Brasil ainda não ter ocorrido na velocidade e intensidade desejada e necessária, a Coalizão Indústria – que congrega entidades representativas de 13 segmentos da indústria de transformação e da Construção Civil, responsáveis por 45% do PIB industrial -, manifestará hoje (06/03), no Rio de Janeiro, ao Ministro da Economia Paulo Guedes seu apoio à política econômica do Governo.

Tal posição deve-se ao fato da política econômica do Governo ter compromisso com a melhoria da competitividade sistêmica do país e, em especial, da indústria. A Coalizão pretende reiterar ao Ministro total apoio à agenda de reformas do Governo, por considerar que são essenciais para o desenvolvimento de forma sustentada do país.

Após a aprovação da reforma da previdência e da Lei da Liberdade Econômica no ano passado pelo Congresso Nacional, os setores que integram a Coalizão Indústria pedem maior celeridade na tramitação da Reforma Tributária, em razão de ser este um ano de eleições municipais, o que dificultará a discussão de matérias no Congresso Nacional no 2º semestre.

A Coalizão Indústria apresentará ao Ministro Paulo Guedes as medidas que entende como imprescindíveis na reforma tributária: o equilíbrio das cargas tributárias intersetoriais, o fim da cumulatividade de impostos com a mudança do conceito de crédito físico para crédito financeiro, a desoneração das exportações, dos investimentos e da folha de pagamento, e a simplificação e a redução dos tributos.

O extrato SINCOR e os créditos tributários federais desconhecidos pelas empresas

Você confia na sua contabilidade? Você desconfia que a sua empresa pagou (e continua pagando) valores a maior de tributos federais nos últimos 5 anos? Você sabe o que é o extrato SINCOR/CONTACORPJ? Não? Recomendamos que você solicite o quanto antes esse documento para a Receita Federal!

A Receita Federal realiza o controle dos recolhimentos efetuados (DARFs pagos) pelos contribuintes por meio do Sistema de Conta Corrente de Pessoa Jurídica – SINCOR e CONTACORPJ, sendo que nesse sistema também é realizado o controle de todos os pagamentos efetuados nos últimos 5 anos que estão sem a vinculação com débitos (pagamentos sem correlação a débitos existentes).

Esse extrato consolida as informações de praticamente todos os tributos federais, assim como relaciona qual foi o número do pagamento, a qual título ele foi realizado (código de receita), em qual data ocorreu o recolhimento, qual foi o valor efetivamente recolhido e, inclusive, se o valor (ou parte do valor) foi vinculado a algum débito ou se o valor está sem a vinculação com débitos.

Todos os valores que não foram alocados nos últimos 5 anos poderão representar para a empresa um crédito, até mesmo porque, a princípio, não haveria débito vinculado. Isso pode ocorrer por diversos motivos, dentre eles o erro no preenchimento dos documentos de arrecadação, pagamentos em duplicidade, pagamentos a maior, dentre outros (são erros extremamente comuns quando há transição de equipes, mudança de empresa de contabilidade, grande volume de informação fiscal, etc.).

Para materializar a questão, divulgamos abaixo como é esse extrato na hipótese em que os créditos foram devidamente alocados aos débitos (valores recolhidos corretamente pela empresa):

Nesse cenário, todos os pagamentos efetuados pela empresa possuem débitos correlacionados e foram vinculados a eles. Esses valores estão devidamente alocados no sistema da RFB (não podem ser objeto de restituição).

Por outro lado, verifique abaixo um exemplo de extrato na hipótese em que existem créditos não alocados (possíveis valores recolhidos indevidamente):

 

 

Os valores constantes na coluna vermelha representam pagamentos efetuados pela empresa que não possuem débitos correlacionados. Esses valores estão “soltos ” no sistema da RFB.

O grande problema é que esse documento não é disponibilizado para os contribuintes, especialmente porque, no entendimento da Receita Federal, trata-se de documento sigiloso, utilizado para controle interno dos referidos débitos/créditos.

A boa notícia é que a matéria já foi apreciada com repercussão geral pelo STF (RE nº 673.707 – TEMA 582[1]), oportunidade em que foi definido que o extrato deve ser disponibilizado aos contribuintes. 

Supreendentemente, no entanto, a RFB segue descumprindo essa determinação judicial. Justamente por isso, primeiro é necessário apresentar um requerimento administrativo e, após a negativa por parte da Receita Federal, faz-se necessário impetrar um Habeas Data para acessar o referido extrato.

Considerando o volume de informações fiscais e que muitas vezes os valores dos tributos recolhidos pelas empresas são expressivos, entendemos que é interessante acessar o referido extrato para verificar se ocorreram pagamentos indevidos nos últimos 5 anos e até mesmo para identificar a regularidade do trabalho desenvolvido pela área contábil. Afinal, caso sejam identificados créditos não alocados (pagamentos indevidos), a empresa poderá (i) atualizar os valores e ingressar com pedido administrativo de restituição e (ii) eventualmente adequar os seus procedimentos fiscais/contábeis.

Ah, ponto importante: o Habeas Data é um procedimento judicial gratuito (não tem custas judiciais e também não tem honorários de sucumbência) e eventual indeferimento do pedido de restituição não enseja a aplicação de qualquer tipo de penalidade à empresa.

 

Por Eduardo Silveira, sócio do Silveira Advogados e especialista em Direito Tributário

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