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Saiba o que é a nuvem híbrida e porque essa é a melhor aposta para as empresas

Ganho de eficiência e escala é a grande mina de ouro para a maior parte das empresas que querem operar de forma mais sustentável e assertiva financeiramente. E é justamente para ajudar companhias de todos os segmentos e portes que a Claranet CorpFlex acaba de implementar em seu portfólio no Brasil a tecnologia de nuvem híbrida, que une o melhor das clouds públicas e privadas, fazendo com que gestores consigam aproveitar os pontos positivos de cada uma, sem estourar o orçamento. De acordo com a companhia, a previsão é que, até o final de 2025, 100% de seus clientes estejam adaptados ao novo negócio.

A novidade só foi possível graças a recente fusão entre a Claranet e a CorpFlex, que tornou o Brasil o 4º maior país do Grupo, e que ainda tem muito potencial para expandir seus serviços. De acordo com Diogo Santos, CTO da companhia, ainda há situações específicas para nuvem pública ou privada, mas que o híbrido é um modelo que funciona para grande parte das empresas brasileiras. “Quando a aplicação exige baixíssima latência e está conectada a usuários e esteiras fabris, ou quando não é compatível com as nuvens públicas por causa de versão de SO (sistemas legados) ou requisitos técnicos muito específicos, as nuvens privadas (On-Premise ou Data Center) despontam como melhores soluções, pois tem o melhor custo-benefício para IaaS (Infrastructure as a Service). Já para as aplicações mais modernas, ou as que são viáveis tecnicamente e financeiramente de se modernizar,  as nuvens públicas são as mais recomendadas, pois possuem um vasto portfólio e com pagamento por uso (PaaS, SaaS, FaaS, etc), fora o fato de que este portfólio cresce a cada dia, tanto por desenvolvimento interno de cada nuvem, quanto através dos parceiros, permitindo uma verdadeira transformação digital dos negócios”, explica o executivo. 

Parte do portfólio, a Claranet Cloud Platform (CCP) acaba de ser lançada pela multinacional como plataforma de cloud híbrida de última geração. Os serviços disponibilizados envolvem melhorias em computação, armazenamento, rede e segurança no modelo “as a service”, que atribui ao fornecedor lidar com toda a estrutura de softwares e permite ao cliente pagar somente pelo serviço utilizado. Estão incluídos serviços de Infrastructure as a Service (Iaas) para SAP HANA e Oracle, que fornecem bancos de dados de alto desempenho.

O lançamento acontece uma vez que a nuvem híbrida se apresenta como modelo ideal tanto para empresas em crescimento, como empresas já consolidadas que buscam expandir seu ambiente digital de maneira econômica. “Em todos os setores do mercado, a nuvem híbrida melhora a capacidade de computação, armazenamento e inovação”, conta Diogo. Com a alta do dólar e suas consequências para o mercado brasileiro, a cloud híbrida desponta como vantajosa para reduzir custos em TI, pois exige uma análise minuciosa dos workloads e permite migrar para onde realmente tenha o melhor custo-benefício.

Dessa forma, a nuvem híbrida tem se mostrado eficiente ao oferecer as melhores soluções de cada um dos modelos de nuvem – reunindo o melhor das soluções. O papel das empresas parceiras em tecnologia é fazer a gestão das nuvens de forma única e exclusiva, segundo a Claranet CorpFlex. “A nuvem híbrida é uma solução que ainda permite a comunicação entre cada serviço distinto. Uma estratégia que usa essa nova dinâmica oferece às empresas maior flexibilidade, migrando as cargas de trabalho entre as soluções em nuvem, conforme as necessidades e a flutuação dos custos”, aponta. 

Além disso, a nuvem híbrida se adapta à carga de trabalho e permite que o serviço continue sem interrupções, fator importante para empresas que lidam com vidas, como na área da saúde, ou com volume de compras em datas comemorativas, como o comércio eletrônico. “Independente do setor, os nossos engenheiros ficam responsáveis pela construção de uma interface única para gerenciar todos os serviços em nuvem de forma integrada”, finaliza Santos. 

GRU Airport é o primeiro aeroporto do país a contar com infraestrutura para realização do teste para COVID-19

Passageiros, frequentadores e funcionários do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, já poderão realizar o exame para COVID-19 no laboratório remoto instalado no saguão de embarque do Terminal 3, onde estão concentradas as operações internacionais. A iniciativa, inédita em aeroportos no país, é fruto da parceria entre a GRU Airport, concessionária do aeroporto, e o Laboratório CR Diagnósticos, rede autorizada pelo Instituto Adolfo Lutz, que será responsável pela infraestrutura e tecnologia para coleta, análise, diagnóstico da doença e emissão de resultado, que será conhecido em até 4 horas.

O exame oferecido, homologado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é a RT-PCR: um teste molecular que detecta o vírus através da análise de uma amostra de secreção nasal e da orofaringe, coletadas por meio de um swab. Alguns países, como Portugal e França, exigem que os passageiros apresentem este tipo de teste para permitir a entrada em seus territórios.

“A iniciativa é mais uma facilidade e alternativa que o GRU Airport disponibiliza aos seus passageiros, principalmente, aos que têm destinos internacionais. O teste RT-PCR é, atualmente, exigido para entrada em diversos países e, agora, sem que seja necessário sair do Aeroporto, o solicitante terá o resultado emitido em poucas horas”, destaca Gustavo Figueiredo, presidente da GRU Airport.

Para auxiliar o passageiro que necessita apresentar este documento para viajar, ou até mesmo para quem deseja realizar o teste de forma rápida, o posto avançado de atendimento foi estruturado em uma área de 36m², e conta com quatro guichês para cadastro e oito cabines para coleta, que acontecerá em cerca de cinco minutos. Equipamentos de última geração, instalados no laboratório estruturado a poucos metros do posto, farão a análise do material e indicarão o resultado. O diagnóstico será validado por um médico responsável pela análise clínica.

“O exame vai permitir uma retomada gradual e com segurança das pessoas. A nossa equipe, que conta com o bioquímico, Dr. Carlos Santos, especialista em análises moleculares há mais de 30 anos, desenvolveu um protocolo baseado nas publicações do Centro Americano de Controle e Prevenção de Doenças, possibilitando trazer maior comodidade e agilidade para a realização da RT-PCR. Outro ponto fundamental é o laudo que sai em até 4 horas, representando um fato inédito e de grande orgulho para o laboratório”, finaliza Dr. Rene Pimenta, fundador do Grupo CR Diagnósticos.

Com funcionamento 24×7, o laboratório realizará mais de 90 exames por hora e contará com uma equipe de mais de 40 profissionais, divididos em turnos. Qualquer pessoa que tenha a necessidade de realizar a RT-PCR pode se dirigir ao local com documento de identificação com foto (RG, CNH ou passaporte) em mãos e solicitar o exame que custa 350 reais. Em até 4 horas o cliente receberá um alerta por SMS, podendo visualizar o resultado pelo próprio celular ou receber a versão impressa do laudo, em dois idiomas, português e inglês, em um dos guichês do posto avançado de atendimento.

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Como a pandemia está impactando o investimento em tecnologia nas empresas do Brasil

Por Roberto Arruda

O COVID-19, o distanciamento e isolamento social, trouxeram à tona uma nova realidade para as empresas brasileiras. Apesar de muitos segmentos, especialmente os de educação e varejo, sentirem um déficit por conta da pandemia, o mercado de TI de um modo geral mostra-se bastante otimista, tendo em vista que muitas companhias passaram a ver a tecnologia como ferramenta fundamental para sobreviverem à nova realidade. Recentemente, grandes empresas do segmento, como Apple e Amazon, reportaram seus balanços do segundo trimestre de 2020. A Amazon duplicou seu lucro em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo a incrível soma de US$ 5,24 bilhões, e a Apple teve alta de 12% no faturamento, chegando a US$ 11,25 bilhões. Mas, como a pandemia está impactando o investimento em tecnologia nas empresas do Brasil? É possível aumentar as vendas neste momento?

Antes da pandemia, a expectativa de crescimento para a área de tecnologia era de 20%, de acordo com pesquisa da consultoria Advance Consulting. Hoje, mesmo com tudo o que está acontecendo, o CEO da consultoria, Dagoberto Hajjar, ainda prevê crescimento de 10% em 2020, uma estimativa animadora levando em consideração o impacto negativo verificado em outros setores da economia.

E por que esta previsão positiva? Certamente por que empresas de diferentes segmentos, especialmente dos setores de educação, saúde e varejo, precisam urgentemente investir em novas tecnologias. No caso da educação, por exemplo, as universidades e escolas têm de se preparar para um ensino a distância de qualidade, que só é possível por meio da transformação digital. Segmentos como o de saúde, de extrema importância para a população, sentem a necessidade de recursos cada vez mais avançados, modernos, como a telemedicina. Outra área essencial e que necessita de aprimoramento tecnológico é o varejo. Hoje em dia, as marcas que não adotaram o comércio eletrônico, certamente estão um passo atrás em relação aos seus concorrentes. No entanto, apostar somente no e-commerce não bastará. Quando o isolamento social terminar, as lojas precisarão se reinventar no atendimento presencial, fazer uma nova análise dos consumidores e realizar investimentos em inteligência artificial.

O impacto foi o mesmo em todas as empresas de tecnologia?

Apesar de existirem muitas empresas de tecnologia vendendo bem, existem aquelas que estão sofrendo verdadeiramente com a crise. Isto acontece por que há muita polarização, já que existem empresas que conseguiram se modernizar, buscar novos clientes e novos produtos. Essas companhias cresceram e investiram na nuvem e reformularam sua infraestrutura. Por outro lado, temos aquelas que foram impactadas negativamente por uma série de fatores, seja falta de investimentos em TI, inovação, criatividade, marketing e vendas. 

Contudo, podemos observar que as principais características das empresas com alta taxa de crescimento incluem um bom planejamento, com objetividade e disciplina na execução. Aliado a avanços em inovação, com novas formas de oferecer os serviços. É importante aproveitar o momento para fazer novas reflexões e entender que agora o mercado muda a cada minuto. Por isso, a agilidade para buscar novos projetos e ações é crucial.

O que muda na estratégia de vendas das empresas de TI?

Primeiramente, é preciso analisar o funil de vendas (taxa de conversão, ciclo de vendas e ticket médio), apresentar uma boa estratégia para obter novos clientes, como por exemplo, apostar nas oportunidades de upsell e cross sell (estratégias de vendas visando aumento de receita e retenção de clientes). Além disso, é essencial rever frequentemente metas e objetivos, dores, soluções, concorrências e influências externas, para montar um plano de ação efetivo para o seu negócio.

A abordagem de venda, no entanto, deve ser diferente e precisa buscar ações de curto prazo com o objetivo de atrair o cliente. Hoje em dia, o argumento de que a tecnologia traz redução de custos para uma empresa não é efetivo. É preciso muito mais do que isso. Desta forma, é necessário ficar de olho no mercado, pesquisar o consumo em vários segmentos, pois tudo é volátil neste momento. Toda vez que existe uma crise, a indústria se altera, e consequentemente, muda o padrão de compras. Por isso, coloque em prática uma nova metodologia de vendas para a sua empresa. Dê preferência para ações de curto prazo e que deem resultado, negocie com o seu cliente, experimente mudar a abordagem e faça perguntas de alto impacto para mostrar valor e o real benefício do que você está oferecendo. Acima de tudo, não perca a oportunidade.  

Roberto Arruda, CRO da Sky.One, startup especializada no desenvolvimento de plataformas que automatizam e facilitam o uso da computação em nuvem

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A era dos restaurantes 4.0

Por Geison Correa

A necessidade do distanciamento social trazida pela pandemia de Covid-19 acelerou uma tendência que vinha se desenhando há anos em diferentes setores: a transformação digital, que vem utilizando soluções tecnológicas para facilitar a vida de empreendedores, administradores e do próprio consumidor. E no ramo alimentício não poderia ser diferente!

Infelizmente, os restaurantes foram os últimos da cadeia do foodservice a inserir a ferramentas tecnológicas no dia a dia na gestão e administração internas e, por isso, acabou sofrendo um impacto um pouco maior do que os demais. Mas, o cenário mudou: a nova geração que está comandando este segmento são pessoas com menos de 40 anos que já querem inserir QR Code de mesa, pagamento digital, entre outras possibilidades.

Isso tudo com um objetivo, trazer uma melhor experiência para o cliente. A tecnologia pode ser uma grande aliada na melhora da velocidade e qualidade dos pedidos no salão, quanto nos serviços de entrega, desde o autoatendimento, formas de pagamentos digitais, até na comunicação com o seu público por meio das redes sociais. Logo, os donos de restaurantes estão vendo a importância de oferecer essas praticidades para os seus consumidores, para não “ficar para trás”.

Nesse sentido, vale entender que os estabelecimentos alimentícios do futuro são aqueles que entendem a necessidade de adaptação e implementam essas novidades no dia a dia, derrubando barreiras físicas, seja figurando, por exemplo, em marketplaces – que respondem por 61% dos pedidos do foodservice, segundo a Food Consulting em parceria do Sebrae -; ou incluindo tecnologias para tornar o atendimento omnichannel .

Para auxiliar nessa questão, estão surgindo diversas startups que estão redesenhando suas soluções para atender a demanda. Mas não basta ter uma infinidade de ofertas tecnológicas se os estabelecimentos não estiverem preparados para implementar qualquer demanda inovadora que venha pela frente e repassar as vantagens para toda a cadeia.

Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes é a eficiência é que vai ditar a retomada dos negócios a partir de agora. A criatividade e investimentos em ferramentas que auxiliem no pós-pandemia com segurança é o que vão separar quem vai ter sucesso ou não nesse ramo. Afinal, hoje, mais do nunca, é preciso fazer de um limão, uma limonada.

Por isso, além de oferecer um produto gostoso, saudável, sustentável e confiável, é preciso entregar, mais do que nunca, serviços convenientes e práticos, além de uma boa experiência do início ao fim. E a tecnologia está aí para nos ajudar com isso! E você, já está pronto para incluir soluções tecnológicas na rotina do seu negócio?

Geison Correa , CEO e co-fundador da GrandChef, uma foodtech especializada na gestão completa de restaurantes, bares e similares

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Como as questões ambientais, sociais e de governança irão moldar o seu futuro?

Por Mariana Faria

O investimento em ESG (Environmental, Social and Governance) é um requisito imperativo tanto para a atualidade quanto para o futuro. Essa é a conclusão apontada pela publicação “Fifth global institutional investor survey – How will ESG performance shape your future?”, lançada pela EY em julho deste ano, que traz as quatro principais razões para esta visão: a maior aposta nas questões ambientais, sociais e de governança, por parte dos investidores; a desconexão entre o desempenho de ESG e a necessidade de dados concretos e padronizados; o uso destas informações para determinar o valor de um negócio; e o futuro da performance em ESG com base em transparência e credibilidade.

No entanto, para atuar nestas questões, é necessário que as empresas tenham a adequada visão, gestão e o reporte de riscos de ESG aos quais estão expostas. É de suma importância que as companhias tenham ciência das ameaças associadas a estas questões, assim como seus investidores, e que consigam entender as possíveis crises às quais estarão sujeitas caso não consigam realizar uma gestão adequada dos riscos relacionados.

De acordo com o Relatório de Riscos Globais 2020, do Fórum Econômico Mundial, os riscos referentes ao meio ambiente assumiram, pela primeira vez, as cinco primeiras posições do ranking no quesito probabilidade, além de serem listados como primeiro, terceiro e quarto lugares no quesito impacto. Vale ressaltar que a falha nas ações para as mudanças climáticas assumiu as posições 1 e 2 para impacto e probabilidade, respectivamente.

Outra importante razão que resulta neste olhar voltado para ESG é o fato de que 200 das maiores empresas do mundo já estimaram que as mudanças climáticas podem custar quase US$ 1 trilhão a elas, no caso de uma inércia em relação à questão. Além disso, reconhecem que há oportunidades significativas para o negócio, ao se adotar as estratégias corretas. Tanto essas companhias quanto os bancos centrais veem as mudanças climáticas como um risco sistêmico para o mercado de capitais global e reconhecem que não fazer nenhuma ação não é uma opção.

No momento, mais de 40 bancos já estão examinando como as mudanças climáticas podem ser integradas em seus aspectos econômicos e financeiros. De acordo com o Banco da Inglaterra, por exemplo, empresas de indústrias com base em matrizes não renováveis podem ir à falência se não entenderem o risco de seus modelos de negócio se tornarem obsoletos, à medida que os investimentos seguem para alternativas de emissão líquida zero de carbono. A comunidade de investidores também está respondendo aos riscos climáticos, com o lançamento da Net-Zero Asset Owner Alliance, convocada pela ONU.

Para endereçar estes riscos é necessário trabalhar nas seguintes frentes:

• Melhorar a conexão entre dados financeiros e não financeiros, já que investidores consideram que há um abismo entre eles;

• Construir uma abordagem mais robusta para os riscos de ESG, como o TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures), visto por investidores como uma abordagem valiosa para divulgação dos riscos;

• Adquirir maior disciplina nos processos e controles dos relatórios não financeiros, baseando-se em métricas específicas valorizadas pelos investidores, dentro da lógica de análise, visando gerar credibilidade e confiança.

Diante deste cenário, é primordial que governos e empresas identifiquem e priorizem os riscos das questões ambientais, sociais e de governança, desenvolvendo métricas e estratégias para gerenciá-los. Isso se tornará essencial não só para redução das emissões, mas também para desenvolver estratégias de adaptação coerentes, incluindo infraestrutura à prova de clima, preenchendo a lacuna de proteção do seguro e aumentando financiamentos de adaptação público e privado.

Mariana Faria, Gerente Sênior de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas, EY

Fontes:

Relatório de Riscos Globais 2020, do Fórum Econômico Mundial.
Fifth global institutional investor survey – How will ESG performance shape your future?

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Startup desenvolve detector de raio-x pioneiro no Brasil

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) apoiou o desenvolvimento de um detector de raio X, de última geração e inédito no mercado nacional, utilizado para realização de experimentos científicos. Através do uso de radiação Síncrotron, tipo de radiação eletromagnética de alto brilho, a tecnologia tem como objetivo estudar propriedades microscópicas. A iniciativa é da startup Pi-Tecnologia e foi desenvolvida com pesquisadores da Unidade EMBRAPII – Instituto Eldorado, em Campinas, no interior paulista.

O equipamento pode ser utilizado em diferentes situações, como por exemplo, com proteínas relacionadas a doenças, análise de rochas para exploração petrolífera, estudo de fósseis, aplicações em agricultura e até em pesquisas envolvendo bactérias e vírus, como por exemplo o SARS-CoV-2 (Coronavírus), para fins de desenvolvimento de medicamentos e vacinas.

Segundo os pesquisadores do Instituto Eldorado, atualmente este detector de raios X é utilizado nas instalações do CNPEM, em Campinas, por meio do LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncrotron), realizando pesquisas em materiais dos mais diversos tipos (orgânicos ou sintéticos). Este detector será utilizado no novo acelerador de partículas do Brasil, o Sirius.

“A grande inovação do projeto é ter tido a ousadia de desenvolver um equipamento de altíssimo desafio e complexidade tecnológica, que é utilizado nos mais modernos experimentos científicos. Atualmente, existem poucas empresas aptas à construção deste tipo de equipamento e a PITEC, além de conseguir desenvolver este produto, o fez de forma ainda mais atrativa, se comparado com os principais concorrentes internacionais. Destacam-se com principais características do produto, a capacidade de geração de 2 mil imagens por segundo e também o fato de oferecer uma grande área de sensores sem área inativa, permitindo desta forma obter inúmeras imagens de altíssima resolução, em curto espaço de tempo”, explica Fernando Idalirio, pesquisador responsável pela projeto da Unidade EMBRAPI – Instituto Eldorado.

Apoio para startups

A EMBRAPII é uma organização social que tem contrato de gestão com o Ministério da Educação (MEC), de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e Saúde. Em seis anos de operação, já apoiou quase 1000 projetos em parceria com empresas nacionais de diferentes portes e segmentos, totalizando R﹩ 1,5 bilhão em investimentos.

“É um diferencial muito grande este ecossistema que foi criado com a EMBRAPII. Os incentivos que recebemos nos ajudaram, principalmente no começo, para que conseguíssemos seguir em frente com nossas próprias pernas”, contou o empresário Julio Oliveira, da Pi-Tecnologia. “Com desenvolvimento tecnológico e gente competente é possível fazer e se destacar e o Brasil tem clusters capazes de competir a nível global.”

Em seu modelo operacional, os valores dos projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) são divididos entre a instituição, as Unidades EMBRAPII (centros de pesquisa credenciados) e a empresa demandante. Os recursos aportados são não reembolsáveis. No caso de projetos com startups, há linhas especiais de financiamento que diminuem a contrapartida das empresas e aumentam as facilidades para inovar. A instituição conta ainda com acordo com o Sebrae que amplia a abrangência dos recursos aportados para que o pequeno empreendedor possa compartilhar suas propostas tecnológicas no setor produtivo.

Empresas enfrentam desafio de atrair e reter profissionais da área da programação

A nova dinâmica de trabalho imposta às empresas por causa da pandemia do novo coronavírus e consequente aceleração no processo de transformação digital têm refletido na procura por profissionais especializados em programação. De acordo com levantamento feito pela Catho, a abertura de vagas para cargos como Programador ADVPL, C#, Web Developer, Programador JavaScript e de Python apresentaram crescimento de 157%, 144%, 107%, 36% e 17%, respectivamente, entre março e agosto de 2020, ante o mesmo período do ano passado.

Demandados por diversos segmentos antes mesmo do isolamento social, os programadores são profissionais chave no processo de digitalização das empresas que possuem o desafio de atrair e reter esses talentos. “Com a ampla oferta de mercado, o programador tem muitas opções e o que define a escolha da empresa onde irá trabalhar é o grau de aderência de seus valores ao propósito da empresa, aliado a um ambiente de trabalho flexível, com metodologia ágil que promova o desenvolvimento dos profissionais, bem como uma liderança que seja referência”, explica a diretora de Gente e Gestão da Catho, Patricia Suzuki.

Segundo a diretora, diante desse contexto, as corporações são desafiadas a promover processos de contratação diferenciados. “Todas as etapas do processo são muito importantes, desde o anúncio da vaga ao processo de seleção dos candidatos, a fim de promover mais elementos para a escolha assertiva do profissional e da empresa”, completa.

Conheça algumas práticas que costumam ser efetivas para a contratação e retenção de profissionais programadores:

Descrição das vagas: Primeiro contato do profissional com a empresa, a descrição da vagas é fundamental para atração dos profissionais de tecnologia. É importante que o anúncio seja coerente e que traga informações como senioridade, tecnologias que o desenvolvedor precisa conhecer e que irá atuar, o desafio que o cargo possui, possíveis problemas que ele irá ajudar a resolver, além de mais detalhes sobre a cultura da empresa.

Processo seletivo: O ideal é que a dinâmica de recrutamento seja curta e ágil, com etapas claras desde o começo. O programador precisa saber qual objetivo de cada estágio e como será feita sua avaliação. Ao longo do processo, procure manter uma comunicação constante com o candidato por canais que facilitem esse contato, como aplicativos de mensagens instantânea. Isso aumenta o engajamento do candidato com o processo de seleção e garante a transparência.

Apresentação da cultura: Como principal porta-voz da empresa, o recrutador deve ter consistência ao falar da cultura organizacional da companhia, principalmente ao ressaltar as qualidades de inovação e os desafios a serem enfrentados para tangibilizar ainda mais o que o profissional irá encontrar. Também é neste momento que tanto o recrutador quanto o candidato poderão avaliar a compatibilidade entre a empresa e programador.

Ambiente colaborativo e inovador: O profissional prima por empresas que tenham inovação e que possibilitem a colaboração entre equipes. Assim como sua área de atuação, o tradicional não é atrativo, por isso, além de um ambiente para descompressão, é importante estimular trocas entre colaboradores e dar ao desenvolvedor a possibilidade de testar o novo.

Capacitação contínua: Programadores costumam se identificar com empresas que propiciam sua capacitação contínua, já que a área da tecnologia se atualiza constantemente. Oferecer cursos, treinamentos internos, hackathons ou outras maneiras de capacitação podem ser cruciais para a retenção de talentos que desejam ter suas carreiras em desenvolvimento.

ABES cria Comitê de Desenvolvimento de Negócios

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software oficializou a criação do Comitê de Desenvolvimento de Negócios. Com o objetivo de fomentar e dinamizar parcerias e a troca de experiências, o fórum será coordenado pelo André Elias Gonçalves, da IN – Inteligência de Negócios, com o apoio da assessora dos comitês Carolina Marzano.

“Fico muito honrado em participar deste movimento. Nosso novo Comitê tem como objetivos o fomento de negócios e o desenvolvimento profissional. É impressionante constatar como a discussão de temas relevantes, a troca de experiências e a abertura para sinergias são geradoras de interesse e potencialmente ricas para beneficiar tanto as empresas como os profissionais. Contamos, agora, com a ampliação do envolvimento das associadas da ABES”, destacou André.

O comitê conta com a participação dos C-Levels e de profissionais das áreas comercial, de marketing e vendas das associadas, com o objeto explorar o potencial que a nova economia baseada em modelos digitais proporciona e como superar os desafios do mercado. Segundo o IDC (International Data Corporation), o setor de TI brasileiro cresceu 10.5% em 2019, comparado com um crescimento mundial de 5%. Em 2020, a expectativa é crescer 6%, enquanto o mundo deverá crescer cerca de 5.1%. Além disso, de acordo com o IBOPE, o nível de penetração da internet no Brasil é de 70%, representando o quinto maior mercado do mundo, com aproximadamente 149 milhões de internautas ativos, atrás apenas da China, Índia, Estados Unidos e Indonésia. Por outro lado, o relatório do Índice Global de Competitividade do Fórum Econômico Mundial de 2019, apontou que o Brasil está na 71ª posição de 141 países analisados, e na 8ª posição na América Latina. Tal índice demonstra que, apesar de algum avanço na última década, o Brasil ainda possui um complexo ambiente de negócios, devido à complexidade tributária, forte judicialização, e ao processo judicial caro e demorado.

“Diante desse cenário promissor e ao mesmo tempo desafiador, do mercado brasileiro, a ABES vem proporcionar um fórum para trocas de experiências e expectativas, com o intuito de ajudar seus associados a transpor a complexidade do mercado brasileiro, além de trabalhar junto aos principais stakeholders para melhoria do ambiente de negócios. Sendo assim, a ABES posiciona-se como uma plataforma, na qual os mais variados serviços e produtos são oferecidos aos associados”, destaca Rodolfo Fücher, presidente da entidade.

Outros comitês focados em assuntos de interesse do setor de tecnologia e de usuárias de tecnologia são mantidos pela associação. Com isso, a ABES tem o propósito de contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento, e a criação de novas oportunidades,

buscando proporcionar melhor qualidade de vida para todas e todos, de forma inclusiva e igualitária.

Acompanhando a evolução do mercado, recentemente a ABES ampliou o escopo de representatividade. Além das empresas de software e as que prestam, de alguma forma, serviços correlatos, que já eram tradicionalmente representadas, incluímos duas novas categorias de associados: (i) empresas que utilizam intensamente software e (ii) as interessadas no setor de tecnologia da informação de forma geral. Desta forma passamos a contar com a participação de empresas ligadas às plataformas digitais, incluindo as xTechs (EduTechs, HealthTechs, LawTechs, FinTechs, AgroTechs, etc.) e também incubadoras, aceleradoras e fundos de investimentos, por serem importantes agentes no fortalecimento da inovação e dinamismo do mercado brasileiro.

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Para 96,7%, benefício do home office será diferencial na hora de escolher um emprego

Quanto mais a pandemia se prolonga e algumas empresas estendem o home office, mais os colaboradores e gestores passam a enxergar o trabalho remoto como uma alternativa que veio para ficar. Dados do mais novo relatório da Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina, cujo levantamento foi realizado entre abril e maio, reforçam isso ao revelar que, 94,2% dos profissionais com carteira assinada gostariam de continuar trabalhando remotamente após a pandemia, e que para 96,7% deles, o benefício do home office será um diferencial na hora de escolher a empresa onde desejam trabalhar.

Trabalhar com foco em resultados é possível, bem como cumprir todas as tarefas sem a necessidade de estar em um escritório desprendendo oito horas por dia – sem contar o tempo gasto em deslocamento. Foi isso que apontaram 91% dos CLTs entrevistados para a pesquisa da Workana. E a opinião dos gestores não foi muito diferente: 84,2% deles pensam em promover o trabalho remoto, e acreditam que o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal é um aspecto que terão de priorizar, considerando também a flexibilidade de horários.

Para o country manager da Workana no Brasil, Daniel Schwebel, esses números altos e positivos sobre o home office mostram que os trabalhadores provaram uma nova realidade, e gostaram. “As pessoas têm se atentado mais à qualidade de vida, à importância de estar em um ambiente confortável, junto à família, e com mais liberdade”. Mas, por que todas as vantagens desta modalidade de trabalho não eram notadas antes?

Segundo a pesquisa da Workana, 59,1% dos líderes de empresa responderam que mesmo antes da pandemia sempre incentivaram o home office. Porém, isso não é o que os colaboradores dizem, tanto que só 36,3% dos profissionais CLT afirmaram que o trabalho remoto era incentivado nas empresas antes de entrarmos em isolamento social. Schwebel acredita que o motivo dessa diferença entre as opiniões e a resposta para a não adoção do trabalho à distância pode estar na dificuldade em abandonar padrões antigos – que até então mantinham todos na zona de conforto, num ambiente de trabalho controlado -, para identificar as novas necessidades dos líderes e colaboradores – sem esquecer do mercado – e se readequar.

As empresas que mudaram rapidamente seus padrões, ouvindo mais seus funcionários, foram as que demonstraram ter se adaptado mais facilmente ao novo normal. E, falando em ouvir os profissionais, para 35,2% deles, o trabalho ficará mais flexível e o sucesso da obra será medido pelo resultado oferecido, e não pelas horas trabalhadas; Para 17,2%, haverá mais liberdade e autonomia no trabalho e, mais do que nunca, os “chefes” terão que se tornar líderes; e 16,4% acreditam que a empresa deverá ter uma comunicação mais transparente para que o colaborador esteja alinhado com seus objetivos, mesmo à distância.

Da ótica dos gestores, os dados mostram que as prioridades e desafios daqui pra frente – que vem ao encontro das necessidades dos trabalhadores -, estão ligados exatamente à comunicação, mas também à empatia. Para 28,6% dos líderes, o desafio está em gerar mais flexibilidade nas horas de trabalho para garantir o equilíbrio entre vida e trabalho, e para 14,3% oferecer alguma solução para ajudar os pais que trabalham em casa com crianças .

Outra barreira encontrada por colaboradores e empresas diante dessas mudanças repentinas é o aprimoramento da tecnologia e da conectividade. Na atual conjuntura, a estrutura do departamento de TI, por exemplo – ou a falta dela -, pode ditar se o home office será uma experiência positiva ou não para um negócio. Ainda segundo o novo relatório da Workana, para que a continuidade do trabalho remoto se dê de forma eficiente, 35,7% das empresas disseram que precisarão melhorar a tecnologia e a conectividade e, para 7,1%, será prioridade atualizar computadores e servidores para que os funcionários possam usá-los normalmente em casa.

“Encarar e criar soluções para esta nova realidade pode parecer impossível num primeiro momento, porque a tendência é sempre cair no modelo antigo de trabalho ao qual fomos condicionados e isso faz parecer que rodamos, rodamos, e não saímos do lugar. No entanto, é aí que devemos persistir e nos desafiar a experimentar algo novo a cada dia, até encontrar uma rotina que se enquadre no nosso perfil”, conclui Schwebel.

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Estão abertas inscrições para o Programa Trainee Ipiranga 2021, com salário de R$ 7 mil por mês

As inscrições para o Programa Trainee Ipiranga 2021 estão abertas até o dia 14 de outubro. O programa, que oferece remuneração de R$ 7 mil aos selecionados, será realizado no Rio de Janeiro e está aberto para candidatos de todo o país, que se formaram entre dezembro de 2016 e dezembro de 2020, em qualquer graduação. A Ipiranga busca jovens talentos que sejam motivados por desafios, tenham capacidade de adaptação, proatividade e interesse por inovação e aprendizado contínuo. Disponibilidade para residir em diferentes cidades e inglês a partir de intermediário também são pré-requisitos. As inscrições podem ser feitas no link http://www.traineeipiranga.com.br

O Programa Trainee Ipiranga 2021 terá duração de 12 meses com ações de desenvolvimento que incluem ecossistema de aprendizagem, mentoria com executivos, atuação transversal, envolvimento em projetos de inovação, dentre outros. Além das oportunidades de capacitação, os selecionados terão benefícios como participação nos resultados, previdência privada, horário flexível, home office parcial e plano de saúde. Os candidatos admitidos neste processo ingressarão na empresa em janeiro do ano que vem, para atuar nas áreas Comercial, Tecnologia, Inovação e Novos Negócios, Sustentabilidade, Planejamento e Finanças e Operações.

Nesse ano, a seleção será totalmente online, sem necessidade de deslocamento durante as etapas. Além disso, o processo de inscrição é bastante ágil, através de chatbot e poderá ser feito no próprio celular do candidato.

Para avaliar o perfil dos candidatos, serão utilizadas algumas ferramentas dentre as quais um um game de competências. A partir da simulação de situações do dia a dia, ele aponta o grau de adaptabilidade, cooperação, liderança, inovação, entre outras habilidades do candidato.

“Queremos formar jovens talentos para a construção da Ipiranga do Futuro, com um time diverso e inovador que acredite em nosso propósito: inspirar a sociedade a evoluir, com nossa paixão por facilitar a mobilidade e a vida das pessoas. O nosso programa de trainee acontece de forma estruturada, para que o profissional participe de uma jornada de aprendizagem e atue com protagonismo, em diferentes iniciativas estratégicas da empresa. Essa turma vem para entregar, junto ao nosso time, soluções completas para toda a sociedade.”, explica Luciana Domagala, Diretora de Pessoas e Organização da Ipiranga.

As etapas de seleção incluem teste de lógica, fit cultural, game de competências, entrevista gravada, dinâmica online e painel final com gestores.

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Startup Creators acelera mudanças no mercado de comunicação e é nova investida do Google For Startups

Nohoa Arcanjo e Rodrigo Allgayer no Google For Startups

CREATORS propõe uma nova forma de contratar e receber trabalhos, sendo uma HR Tech que fornece trabalho criativo sob demanda. O foco da startup é estruturar o modelo freelancer, para que profissionais se sintam apoiados a entregar seu trabalho criativo sem preocupações, promovendo acordos claros e seguros entre os profissionais e os clientes.

Fundada em 2017 por Rodrigo Allgayer, o capital para desenvolvimento inicial foi de R﹩ 50 mil das reservas pessoais dos fundadores. Em 2019 a CREATORS recebe Nohoa Arcanjo, profissional de marketing com ampla atuação no mercado de comunicação e de moda, passa a ser sócia da startup, sendo responsável por Marketing, Vendas e Líder de Comunidade. Em maio deste ano, a plataforma foi escolhida para a 5ª turma do Programa de Residência do Google para Startups, e agora em setembro a Creators foi uma das 3 startups investidas pelo Black Founder Fund , iniciativa do Google para investimento em startups fundadas e lideradas por empreendedores negros e negras no Brasil.

Transformando o modelo de contratação de talentos criativos sob demanda

Em meio a incertezas globais e transformação do mercado de trabalho, a indústria da comunicação se vê em uma posição de reestruturação das modalidades de produção criativa. Nessa onda de reformulação, é fato que o mercado tem se tornado cada vez mais dependente de profissionais sob demanda que tenham habilidades específicas e que garantam a entrega de um resultado satisfatório. Neste contexto, a busca por esses perfis não tem sido confiável e estruturada, afinal quanto maior a oferta mais difícil fica encontrar a pessoa certa.

A plataforma recebe apenas profissionais sênior, selecionados por recrutadores humanos e chancelados por um time de curadores renomados no mercado da comunicação – que trazem para a rede freelancers com quem já trabalharam – e fazem a seleção dos melhores currículos e portfólios. Dentre os principais diferenciais, a Creators aconselha os contratantes em relação ao briefing, escopo e valor de cada de trabalho, fornece canal de comunicação para que contratante e candidato conversem e possui gateway de pagamento integrado, evitando que o freelancer se preocupe em cobrar o cliente.

INSPIRAÇÃO

Após passar por agências nacionais e multinacionais, o publicitário Rodrigo Allgayer experimentou trabalhar de forma mais independente e liderou projetos onde contratava outros profissionais freelancers. Ao perceber que o mercado dispunha de muitos profissionais de qualidade e muita demanda de projetos, Allgayer decide investir na ideia de uma rede que conecta os dois lados de forma confiável e segura.

“Vivenciei as dores da informalidade nas contratações sob demanda e percebi um gap na relação freelancer e empresa, e por isso queria oferecer um serviço seguro e confiável para ambos. Assim surgiu a CREATORS: em 24 horas o freelancer dá match com a empresa que está oferecendo o job. Unimos profissionais qualificados e empresas renomadas em uma única plataforma”.

NEGÓCIO

A startup usa algoritmos que identificam as habilidades requisitadas e em 24 horas promove um match perfeito entre profissional e cliente, fazendo a mediação da relação entre profissional e empresa contratante do início ao fim do projeto.

A plataforma fornece ao contratante uma lista com os perfis disponíveis e interessados no projeto e oferece o suporte de um recrutador de talentos para ajudar nas seleções mais especializadas. Caso o match não tenha funcionado bem, a Creators garante a substituição do profissional. Para o freelancer, a plataforma oferece o pagamento proporcional aos dias trabalhados em caso cancelamento do contrato. Entre os profissionais mais requisitados da plataforma estão os Redatores (24,8%), os Diretores de Arte (24,5%), , Designers Gráfico (10,0%), Planners (9,7%) e Programadores (6,6%) e em três anos de operação a startup transacionou mais de 2.8 milhões em contratações para comunidade freelancer, possui cerca de 2.000 profissionais validados e mais de 50 clientes, dentre eles marcas como Pernod Ricard, Vice, UOL, e agências como Soko, Live e Cubocc.

“A curadoria de talentos da CREATORS é realmente muito boa. A seleção feita para cada demanda corresponde ao briefing lançado na plataforma. Além de tudo acontecer de forma rápida e prática”, comenta Leandro Sousa, project Director CUBOCC. “Encontrar e contratar freelancers pode ser uma tarefa longa e desgastante. A CREATORS agiliza esse processo e facilita a comparação entre perfis, além de cuidar da edição de contratos, programação de pagamentos e trocas de e-mail”, pontua Mariana Feniman da ONG Transparência Internacional.

Entre os curadores da rede, estão grandes profissionais de conteúdo, criação e planejamento. Gabriel Klein, Head of Creative, Vice Brazil e Monique Evelle, empreendedora e criadora de conteúdo são alguns deles.

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Como a carreira de automação vai migrar e agregar conhecimentos de outras áreas para contribuir mais

Por Thiago Turcato, coordenador de suporte técnico da Mitsubishi Electric

Após um longo período de estagnação que compreende especialmente as décadas de 70 e 80, o campo educacional brasileiro das áreas ligadas à tecnologia, em especial a engenharia e suas especializações, vem se atualizando constantemente, em paralelo à evolução tecnológica global, uma vez que a área técnica é intimamente ligada à tecnologia e suas mudanças. Essa rápida aceleração tecnológica das últimas duas décadas vem exigindo das instituições de ensino, uma atualização constante em todos os aspectos, em especial na grade curricular, corpo docente e na infraestrutura.

A partir da década de 90, época de abertura inédita do mercado nacional para importações de produtos, o Ministério da Educação (MEC) atualizou uma série de regulamentações, o que possibilitou o aumento da variedade de cursos técnicos e superiores na área de Engenharia, ampliando a oferta de vagas nas instituições pública e privadas. Segundo matéria do Guia do Estudante, hoje existem 34 tipos de cursos de Engenharia, que vão de Acústica a Têxtil, sem contar outros cursos correlatos, como Automação Industrial, Robótica, entre outros.

Porém, essa alta quantidade de cursos não vem refletindo em uma melhor qualidade dos profissionais formados. Segundo estudo de fevereiro de 2020 da Confederação Nacional da Indústria (CNI), cinco em cada dez indústrias brasileiras têm dificuldade em contratar por causa da falta de trabalhador qualificado. A pesquisa relata que a função com maior carência de trabalhador qualificado é a de operador, que afeta 96% das empresas consultadas, seguida de empregados de nível técnico, com 90%. Ou seja, a vaga ao recém formado existe, mas a empresa não consegue preenchê-la adequadamente.

Além disso, o mercado que antes buscava um perfil de profissional técnico voltado para atividades especificas a serem desempenhadas, hoje está atrás de um profissional mais plural, que além da parte técnica, conheça e desempenhe tarefas de outras áreas, como marketing, vendas, logística, administração, entre outras. Portanto, há uma necessidade latente de atualização nas grades curriculares a fim de que os novos profissionais estejam mais habilitados a essa nova demanda do mercado.

Dessa forma, a solução aos recém formados é a capacitação extra curricular, ou seja, a aquisição de conhecimentos além da formação, algo que hoje em dia é muito mais fácil que a décadas atrás, umas vez que a disponibilidade de fontes e canais de consulta e conhecimento globalizada através da Internet abrem possibilidades quase infinitas não somente de conhecimento técnico mais aprofundado de novas tecnologias, mas também conteúdos de outras áreas. Assim, esses novos profissionais, poderão contribuir, com uma visão mais ampla, na solução de problemas e na proposição de inovações dentro das empresas.

Especificamente sobre a carreira de automação, ela vem passando por essas transformações mencionadas, ou seja, do trabalho técnico específico para uma atuação mais dinâmica, plural e corporativa. Além disso, há uma interrelação íntima da área de Automação com a área de Tecnologia da Informação (TI), evidenciado por exemplo, no uso de novas tecnologias como a IoT (Internet das Coisas).

Dessa forma, cabe ao novo profissional de Automação a capacidade analítica de, por exemplo, aplicar tecnologias de IoT através da automação, impactando na aquisição de dados que podem gerar conhecimento sobre como recursos naturais, como água, são consumidos e de que forma podem ser otimizados, trazendo impactos sobre qualidade e finanças. Por outro lado, essa mesma tecnologia, pode gerar conhecimento sobre como um operador opera uma máquina, trazendo a necessidade de melhor treinamento, impactando o RH na melhoria profissional colaboradores, assim como na produção.

Considerando a questão da pandemia, ou seja, um cenário de crise e cada vez mais competitivo, o papel da Automação torna-se ainda mais relevante. Uma pesquisa do McKinsey Global Institute com mais de 500 executivos chegou à conclusão de que as empresas que implementam tecnologias de automação podem obter ganhos substanciais de desempenho e assumir a liderança em seus setores. Ou seja, o que era um processo ainda lento de implementação da automação em diversos setores, foi acelerado de forma colossal com a pandemia, mudando também o seu enfoque que foi de cortar custos trabalhistas ou ganhar em eficiência para minimizar ao máximo o contato entre humanos, evitando a disseminação rápida do novo coronavírus.

Portanto, o profissional de automação que já tinha boas perspectivas de carreira, passa com a evolução do mercado e com a chegada da Pandemia, a se tornar ainda mais valorizado, cabendo a ele estar sempre atualizado e cada vez mais multidisciplinar para ocupar ótimas posições no mercado de trabalho.

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Meta oferece 350 vagas com foco em profissionais de tecnologia

Processo seletivo contempla 21 posições para atuação em projetos internacionais em países da América Latina, Canadá e Espanha.
Mais informações sobre as vagas estão disponíveis no site meta.com.br/talentos

A Meta, empresa de soluções tecnológicas com sede em São Paulo e unidades de negócios em seis Capitais do país, reforça o seu time de profissionais com a abertura de 350 vagas para especialistas do segmento de tecnologia.

O processo seletivo acontece de forma 100% remota e os participantes podem residir em diversos locais do Brasil e do mundo, desde que cumpram os perfis profissionais de cada uma das vagas disponíveis no site meta.com.br, na seção Talentos. Entre as especialidades prioritárias, destaque para as posições de Analista de Automação de Testes, Desenvolvedor Java e React e Scrum Master. 

No ano em que completa três décadas, a Meta amplia suas operações internacionais e contrata posições para atuação em projetos fora do país, com 21 vagas para América Latina, Canadá e Espanha. Para o atendimento de clientes globais, estão sendo selecionados os seguintes perfis profissionais: Engenheiros de Dados, Analista de Requisitos, QA Backend, Backend Developer, Release Manager, Cloud Architect, Especialista APIGEE e Consultos SAP MDM, entre outros.

“O cenário de crise tem acelerado a necessidade de reinvenção por parte de muitas organizações e a Meta está aqui para apoiá-las neste processo de transformação digital. Para ajudar pessoas e empresas a repensarem seus modelos de negócios de forma ágil estamos ampliando nosso quadro de especialistas e promovendo uma contratação recorde de profissionais”, explica Telmo Costa, CEO da Meta.

Pelo segundo ano consecutivo, a Meta foi certificada como uma excelente empresa para se trabalhar no setor de tecnologia pela Great Place To Work, consultoria global que avalia o clima no ambiente de trabalho.  

A empresa oferece como benefícios a carga horária flexível, a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da companhia, plano de saúde e odontológico, seguro de vida, vales alimentação, refeição e transporte, além da manutenção do formato de home office, pelo menos até o final do ano. A Meta investe fortemente no desenvolvimento de seus profissionais e conta com programas de formação de estagiários, trainees, e com programa que forma lideranças e aprimora habilidades técnicas, o Meta Academy. 

Vagas internacionais

O cenário de crise não representa apenas desafios, mas também oportunidades para as empresas do segmento de tecnologia e inovação.

Com escritórios em seis Estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – e mais de 1.200 colaboradores, a Meta viu seu faturamento crescer em 57% no primeiro semestre de 2020, em comparação ao mesmo período do ano anterior, pela alta demanda por projetos de transformação digital.

Ao longo do primeiro semestre, a Meta intensificou o seu o processo de internacionalização com a abertura de uma operação no Canadá, que se soma à entrada nos Estados Unidos, onde está presente desde 2017.

A nova unidade de negócios está disposta no corredor de inovação canadense em Waterloo, cidade próxima a Toronto, hub que concentra grande volume de startups e fintechs e é reconhecido como um dos principais polos tecnológicos mundiais, em áreas como inteligência artificial, tecnologia financeira e robótica. 

As vagas internacionais disponibilizadas dão suporte a esta estratégia de expansão global que visa levar o conhecimento adquirido em 30 anos de atuação em grandes companhias do Brasil para novos mercados.

Iniciativa global une multinacionais para redefinir o papel dos negócios na sociedade

Baseado na sua missão de usar os negócios para gerar impacto positivo, o B Lab anunciou o lançamento da iniciativa B Movement Builders. Inspirados pela liderança de pensamento da comunidade de Empresas B Certificadas, a coalizão une empresas multinacionais de capital aberto que visam transformar a economia global para contribuir com a valorização de longo prazo de todos os seus públicos. A iniciativa é inédita e seus fundadores somam mais de 60 bilhões de dólares e 250 mil funcionários em todo o mundo.

O primeiro grupo de B Movement Builders é formado por: a empresa de processamento de vegetais Bonduelle, a siderúrgica Gerdau, a fabricante de fragrâncias e aromas Givaudan e a varejista Magalu; sob a mentoria da indústria alimentícia focada em saúde Danone North America e o grupo de fabricantes de cosméticos Natura&Co. Embora não seja uma certificação de seu desempenho, as B Movement Builders são escolhidas a partir de uma triagem inicial de elegibilidade e os esforços contínuos previstos pelo programa serão supervisionados pelo Conselho Consultivo Independente do B Lab.

As B Movement Builders podem ter subsidiárias que são Empresas B, estar no processo de obter a Certificação B ou usar seus negócios para gerar impacto positivo, seguindo os passos e colaborando com as Empresas B. Todos os apoiadores do Movimento B são empresas com pelo menos US$1 bilhão de receita anual, comprometidas com os princípios do Movimento B, ou que realizem ações coletivas que coloquem em prática esses princípios. As mentoras também são corporações multinacionais e de capital aberto cujos negócios globais tem pelo menos 30% de certificação e vão orientar as B Movement Builders sobre como incorporar e seguir os princípios do Movimento B: desempenho, transparência e responsabilidade.

Mantendo o compromisso do B Lab com critérios estritos e transparência, as B Movement Builders se comprometem a:


• Viabilizar a assinatura do CEO da Declaração de Interdependência do B Lab;


• Usar a Avaliação de Impacto B para medir e gerenciar os impactos sociais e ambientais;


• Produzir e compartilhar publicamente uma avaliação de materialidade;


• Estabelecer metas e mostrar progresso em direção ao cumprimento de pelo menos três metas aspiracionais vinculadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Coletivamente, as empresas devem:


• Compartilhar publicamente o compromisso de cada empresa em cumprir os três princípios fundamentais;

• Apoiar o Movimento B;


• Colaborar com outras empresas e stakeholders que invistam nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável;


• Assinar uma declaração conjunta com outros B Movement Builders sobre a governança de stakeholders;


• Se envolver com os principais acionistas e o poder legislativo para a adoção mais ampla da governança de stakeholders.

Transformar os princípios operacionais e a governança de grandes empresas exige tempo, comprometimento e coragem. As empresas que estão passando por essa evolução na governança, nas políticas e procedimentos internos precisam de apoio e colaboração mútua, sendo que o princípio de que empresas ajudam outras empresas é a essência do programa do B Movement Builders.

A maioria das Empresas B certificadas são de pequeno e médio porte, com menos de 250 funcionários. Para cumprir a visão do B Lab de uma economia mais inclusiva, justa e regenerativa, as empresas multinacionais devem se juntar ao movimento e muitas estão procurando fazer isso.

“A pandemia de COVID-19 e a consequente crise econômica provaram que nosso sistema econômico não é tão resiliente quanto precisamos. Para chegar lá, precisamos redefinir a economia para que seja inclusiva, igualitária e regenerativa, e que funcione para todos e a longo prazo. Para acelerar essa mudança, também precisamos de grandes multinacionais a bordo. Tenho muito orgulho do senso de liderança e da ousadia das B Movement Builders – é o tipo de liderança que precisamos no setor privado se quisermos fazer com que o capitalismo de stakeholders seja significativo e duradouro”, comenta o cofundador e CEO da B Lab Global, Andrew Kassoy.

CEO da Bonduelle, Guillaume Debrosse: “Esperamos atrair mais empresas multinacionais para este movimento, ressaltando a necessidade e a importância de se ter uma governança clara com um alinhamento forte e contundente desde os acionistas, passando pela gestão, aos parceiros e stakeholders. Os negócios podem ser uma potência que gera mudança positiva e compromisso coletivo. Fazer o bem não é mais algo bom de se ter, mas uma obrigação.”

CEO da Gerdau, Gustavo Werneck: “Fazer parte do B Movement Builders é mais uma etapa do compromisso da Gerdau com o desenvolvimento sustentável. A sustentabilidade faz parte do alicerce do nosso futuro e reflete o propósito da empresa, incentivando as pessoas e a indústria a deixar um legado positivo para a sociedade.”

CEO da Givaudan, Gilles Andrier: “Junto à vontade da Givaudan de se tornar uma Empresa B certificada, acreditamos na importância das empresas trabalharem juntas para criar mudanças. Temos orgulho de ser um membro fundador deste movimento progressista, que reforça nosso compromisso de ser uma empresa bem-sucedida com objetivos específicos, usando os negócios como uma força do bem.”

CEO da Magalu, Frederico Trajano: “Ao longo da nossa história de mais de 60 anos, sempre nos preocupamos em gerar impacto positivo para todos os stakeholders. Ser parte do Movimento B tem nos ajudado a subir essa barra. Porque melhorar o desempenho em sustentabilidade não é hoje um imperativo apenas para o Magalu, mas para todos os negócios que têm na empresa uma fonte de inspiração.”

CEO da Danone North America, Emmanuel Faber: “Há cinco anos, a Danone trabalha em parceria com o B Lab para promover o Movimento B entre as grandes empresas que visam causar um impacto positivo em seu modelo de negócios, criando valor para todos. Aplaudimos esse grupo de B Movement Builders e incentivamos outras empresas a segui-lo.”

CEO da Natura&Co, Roberto Marques: “Agora, mais do que nunca, precisamos trazer outras pessoas a bordo para ajudar todos nós nesta jornada para criar um impacto econômico, social e ambiental positivo, promovendo uma mudança sistêmica. Ser parte dos B Movement Builders nos permite compartilhar e co-criar soluções disruptivas e inovadoras para uma economia mais sustentável”.

Mais do que nunca, as empresas precisam trabalhar coletivamente e de forma interdependente para formar um sistema que seja realmente inclusivo, equitativo e que empodere todas as pessoas. O mundo conclama às empresas a agirem de maneiras significativas e autênticas para enfrentar a desigualdade galopante e a crise climática cada vez mais críticas e que ameaçam os principais sistemas dos quais dependem todas as vidas e negócios: a natureza e a interdependência humana.

O Programa B Movement Builders foi desenvolvido com o apoio generoso de um doador anônimo, juntamente às organizações Partners for a New Economy, Prudential Foundation, and the Skoll Foundation.

Outras organizações multinacionais de capital aberto são convidadas a saber mais sobre se juntar à iniciativa B Movement Builders e ao movimento pela mudança dos sistemas econômicos. Visite http://bcorporation.net/b-movement-builders.

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TIVIT no SAP NOW Brasil 2020: nuvem como acelerador da transformação digital, customer experience e segurança de dados no mundo digital

A TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, participará da edição 2020 do SAP NOW Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e negócios da América Latina. No evento, que neste ano acontece entre os dias 14 e 18 de setembro de forma virtual, a TIVIT participa com três palestras. Os temas são computação em nuvem, customer experience e o gerenciamento de dados no mundo digital.

No dia 15 de setembro, Felipe Kraus, Diretor Comercial de Digital Sales da TIVIT, e Marcos Caruso, Digital Business Executive da TIVIT, palestram sobre “O impacto do Customer Experience na cadeia de valor”, a apresentação vai mostrar como aliar métodos e diferentes soluções de tecnologia para fazer a transformação acontecer e chegar em quem mais importa: o consumidor. Os executivos irão abordar dificuldades como: Como tocar uma iniciativa nova – normalmente estruturante – em paralelo com o business que já está rodando, e a falta de alinhamento das áreas que trabalham muito departamentalizadas ou em silos.

No dia 16, André Frederico, Diretor Executivo e Head of Cloud Solutions da TIVIT, e Daniel Galante, Diretor de Public Cloud e Growth Business da TIVIT, falam sobre “A nuvem como base para a jornada digital, inovação e disrupção dos modelos de negócio”. Os executivos irão analisar o papel da computação em nuvem na transformação digital, formas de impulsionar o ambiente corporativo e como prepará-lo para operações rodando na nuvem, com geração de dados e inteligência para a tomada de decisões. A nuvem pública é um dos pilares de crescimento no planejamento atual da TIVIT, que tem parcerias com Google Cloud Platform, Microsoft Azure, AWS e SAP.

Com o modelo de evento digital, algumas palestras ficarão disponíveis para acesso On Demand. A TIVIT participa também deste modelo, com uma apresentação sobre gerenciamento de dados no mundo híbrido e digital, e que será ministrada por Armando Amaral, CyberSecurity Business Director da TIVIT. Na ocasião, o executivo fala sobre a complexidade trazida pelo volume de dados crescente. Ele oferecerá informações sobre como gerir esses dados de forma segura e como obter insights de negócios a partir deles.


Palestra: O impacto do CX na cadeia de valor

Data: Terça-feira, 15 de setembro

Horário: 15h50

Palestrantes: Felipe Kraus, Diretor Comercial de Digital Sales, e Marcos Caruso, Digital Business Executive

Palestra: A nuvem como base para a jornada digital, inovação e disrupção dos modelos de negócio

Data: Quarta-feira, 16 de setembro

Horário: 16h20

Palestrantes: André Frederico, Diretor Executivo e Head of Cloud Solutions, e Daniel Galante, Diretor de Public Cloud e Growth Business

Palestra: Como gerenciar dados em um mundo híbrido e digital

Acesso sob demanda por meio da plataforma SAP NOW e YouTube

Palestrante: Armando Amaral, Cyber Security Business Director da TIVIT

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Estudo IBM: mais de 50% dos entrevistados no Brasil desejam manter o home office após a pandemia

Enquanto o mundo continua lidando com a pandemia global, as empresas devem reconhecer as visões de seus consumidores e funcionários, e perceber que pode haver grandes diferenças em atitudes individuais em relação à COVID-19, de acordo com a faixa etária da pessoa e a localidade no mundo em que ela vive.

Esse é o resultado do mais recente estudo mensal COVID-19 Consumer Study, do IBM Institute for Business Value (IBV), realizado em agosto, que entrevistou 14.500 adultos no Brasil e em sete países (Alemanha, China, Espanha, Estados Unidos, Índia, México, e Reino Unido).

“Os indivíduos estão exigindo padrões mais elevados de transparência e flexibilidade de seus empregadores à medida que navegam pelo longo período do impacto da COVID-19”, comenta Carlos Capps, líder das indústrias de Consumo, Saúde e Life Science para IBM Services na América Latina. “As empresas brasileiras devem estar preparadas para ter uma comunicação clara e entender as novas necessidades e preocupações dos funcionários em relação ao home office e ao retorno ao local de trabalho. No que diz respeito ao consumidor, existem alguns novos comportamentos de compra e experiências virtuais que estão chamando a atenção e devem ser mantidos após a pandemia também”, diz Capps.

No Brasil, cerca de 42% dos entrevistados conhecem alguém que foi infectado, em comparação com apenas 9% na China e 13% na Alemanha. 55% dos entrevistados também compartilharam que sua saúde mental foi afetada pela pandemia, e 58% disseram que a situação atual afetou pelo menos uma pessoa de sua família.

O estudo também revela as principais preocupações dos consumidores brasileiros pesquisados em relação à família e ao trabalho:

• Trabalho remoto após a pandemia. 52% desejam continuar trabalhando exclusivamente em casa ou com idas ocasionais ao local de trabalho; 25% querem voltar, mas ainda desejam poder trabalhar de casa ocasionalmente. Apenas 10% querem voltar a trabalhar todos os dias no escritório.

• Grandes expectativas de transparência e flexibilidade das empresas. 87% acreditam que é necessária uma comunicação clara sobre as condições sanitárias adequadas no local de trabalho físico. E cerca de 86% dos entrevistados gostariam que fosse obrigatório o teste de COVID-19 a todos os funcionários e um mecanismo de reporte dos casos positivos que fossem identificados.

• Comportamento de compra de produtos e estabelecimentos locais. 36% dos entrevistados disseram que estão comprando mais produtos feitos localmente e 32% estão comprando mais de lojas locais. Para 34% e 26%, respectivamente, não houve uma mudança no hábito relacionado a esse tema e o restante está comprando menos ou não está comprando produtos locais ou em lojas locais.

• Novas experiências de compra. 54% dos entrevistados já utilizaram ou gostariam de utilizar um caixa de self-checkout na loja, ou autoatendimento, no comércio; 69% realizaram ou gostariam de fazer um pedido via aplicativo móvel; 58% já interagiram ou gostariam de receber atendimento virtual via chat. Segundo os consumidores pesquisados, apenas 29%, 43% e 20%, respectivamente, utilizaram esses tipos de serviços antes da pandemia. Isso indica que uma abordagem flexível e multicanal, com personalização baseada em inteligência artificial, pode ajudar as empresas a prosperar nesse ambiente.

Percepções de diferentes gerações
Em todo o mundo, as opiniões dos consumidores sobre o impacto da pandemia variam amplamente por faixa etária.

• 69% dos millennials (idades entre 25-39) estão preocupados com sua segurança no emprego e 60% disseram que a pandemia afetou sua saúde mental, uma porcentagem mais alta do que todas as outras faixas etárias.
• Os baby boomers (com idades entre 55 e 70 anos ou mais) são os mais pessimistas sobre a recuperação econômica, com sete em cada dez relatando que acreditam que a economia de seu país continuará a sofrer uma desaceleração ou declínio significativo.
• A geração Z (idades entre 18 e 24 anos) é a mais otimista em relação à economia, com mais da metade afirmando acreditar que a economia se recuperará ao estado anterior à COVID-19 nos próximos meses.

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2,2 trilhões de dólares: o valor de mercado dos bens que circulam pelas instalações da Prologis em todo o mundo

A Prologis, líder global em condomínios logísticos, fechou parceria com a consultoria Oxford Economics para analisar o impacto econômico da indústria de armazenamento, especialmente com o crescimento do e-commerce. A pandemia acelerou a mudança do varejo tradicional para as compras online, gerando um boom dos centros de distribuição.

“Estamos impressionados com a forma como as pessoas na América Latina mudaram seu comportamento em relação ao consumo e às compras. Tempos de mudança exigem agilidade e conseguimos nos adaptar a essas novas condições. Como resultado, esperamos um incremento nas receitas de até 0,8% frente aos últimos três anos. A Prologis reforça seu compromisso com o mercado latino para atender a uma demanda cada vez maior de mercadorias”, declara Luis Gutierrez, presidente da Prologis Latin America.

Os destaques incluem:

• O valor de mercado atual dos bens que circulam pelas instalações da Prologis em todo o mundo é de US $ 2,2 trilhões;

• Este montante representa 2,4% do PIB mundial. Em 2017, quando a Prologis conduziu este estudo pela primeira vez, representava 1,7%;


• 850.000 pessoas trabalham atualmente nas instalações da Prologis, o que representa um aumento de 57,4% em relação a 2017.

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E-Commerce brasileiro cresce 78% no mês de julho, segundo Mastercard SpendingPulse

No Brasil, de acordo com o Mastercard SpendingPulse, índice que rastreia as vendas gerais de varejo em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque, as vendas pelo e-commerce* cresceram 78% em julho e a média de crescimento dos últimos três meses (maio, junho e julho) mais do que dobrou. Ambos os dados são na comparação com o mesmo período do ano passado.

“O crescimento do comércio eletrônico segue acelerado devido às mudanças de comportamento de compra impostas pelo distanciamento social. A pandemia acelerou a tendência de usar pagamentos digitais em vez de dinheiro físico, alavancando as plataformas de e-commerce”, diz Cesar Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

Vendas Totais
O Mastercard SpendingPulse registrou que o volume total de vendas (excluídas as vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) no varejo brasileiro teve expansão de 2,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este é o primeiro mês desde março em que o crescimento das vendas no varejo é positivo na comparação anual.

Quatro setores tiveram crescimento acima do indicador de vendas totais: supermercado, móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos e artigos de uso pessoal. Os setores de vestuários e combustíveis tiveram desempenho abaixo do indicador.

As regiões Sul (3,1%), Sudeste (2,8%) e Centro Oeste (2,7%) tiveram crescimento acima da média, enquanto Norte (2,2%) e Nordeste (1,9%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

*Vendas no comércio eletrônico são vendas de bens e serviços nas quais o comprador faz um pedido ou o preço e os termos da venda são negociados pela Internet, em dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange), correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

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