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Coronavírus e o mercado B2B

Por Marcelo Pereira

Nos últimos meses, o mundo entrou em estado de alerta por causa do coronavírus. A primeira manifestação aconteceu no início de dezembro de 2019, na província de Wuhan, localizada na China. Em um curto espaço de tempo (pouco mais de dois meses), o Covid-19 chegou ao Brasil. No mundo, 80 países já registraram casos do novo vírus.

A rápida dispersão da doença tem impactado diversos setores da indústria, incluindo o mercado B2B. As empresas estão em busca de planejamento estratégico para manter suas cadeias de fornecimento ativas. No entanto, muitas delas estão se deparando com problemas de importação devido à cautela mundial diante do vírus. Em situações como essa é que entendemos a real importância de investir em uma gestão de riscos bem estruturada.

Nenhuma organização é intocável. As ameaças são inerentes a todos e, quando falamos sobre riscos, existem aqueles que conseguimos prever e evitar e os que nos surpreendem e nos forçam a atuar rapidamente para minimizar, o máximo possível, seus impactos nos negócios.

A partir disso, fica evidente a necessidade das empresas se preocuparem em ter um plano de contingência para tomar atitudes mais assertivas e eficientes ao enfrentar riscos inesperados. Na metodologia clássica dos cinco passos para gerir riscos estão previstas as seguintes etapas:

Identificação: mapeamento e compreensão dos riscos;

Análise qualitativa: definição do nível de importância de cada risco e a probabilidade de ele ocorrer;

Análise quantitativa: avaliação dos impactos e dos efeitos causados pelos riscos;

Planejamento de respostas: definição das ações, em caso de ocorrência da ameaça para minimizar os efeitos;

Monitoramento: acompanhamento dos processos de prevenção para garantir que estão sendo executados.

No caso do coronavírus, temos visto que o risco sequer havia sido mapeado. Já tivemos outras epidemias internacionais, inclusive com índice de letalidade superior, que não provocaram o desequilíbrio na economia global como estamos observando agora. Nesse cenário, é necessário revisitar os cinco passos da gestão de riscos, não só olhando para o risco primário da contaminação das pessoas, mas também os riscos secundários na cadeia de suprimentos e na economia mundial.

O planejamento das respostas deve incluir fontes alternativas de suprimentos e níveis de estoque, considerando também uma possível queda na demanda dos produtos ou serviços das empresas. A maior dificuldade hoje, dada às incertezas, é realizar a análise quantitativa que determina os potenciais impactos e efeitos para o negócio. De qualquer forma, é necessário desenvolver alguns cenários, ainda que hipotéticos, para o planejamento das ações e enfrentamento da crise.

Coronavírus e o mundo VUCA

A crise do coronavírus reforça o conceito VUCA, acrônimo da língua inglesa que corresponde às seguintes palavras em português: volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Esse termo surgiu no final dos anos 90, pós-Guerra Fria, para explicar diversas situações adversas no universo militar. Hoje, comumente utilizado nos negócios, o termo tem como objetivo elucidar o momento que estamos passando, marcado pela velocidade, imprevisibilidade, transformação e diferentes pontos de vistas sobre um mesmo fato.

O mundo VUCA é líquido e incerto e só o conhecimento é capaz de permitir que as organizações acompanhem tantas nuances. Essa crise reforça a importância de colocarmos em prática conceitos já bem difundidos no mercado, mas ainda pouco aplicados. É importante que as empresas busquem um alinhamento entre o discurso e a prática, ou seja, estabeleçam planos de gestão de riscos, e sejam coerentes, transparentes e eficazes.

Marcelo Pereira, Diretor de Gestão de Fornecedores do Mercado Eletrônico.

Felipe Gonçalves é o novo country manager da PayU no Brasil

A PayU, fintech e divisão de pagamentos digitais da Prosus, anuncia Felipe Espirito Santo Gonçalves como seu novo Country Manager no Brasil. Desde Julho de 2019. o executivo vinha atuando na companhia como Diretor de Desenvolvimento de Negócios Globais.

O movimento visa o fortalecimento das operações brasileiras da fintech, que já tem negócios estabelecidos em 18 mercados emergentes ao redor do mundo. Como Country Manager, Gonçalves terá como principal desafio ampliar e reforçar a presença da PayU no país em diferentes verticais, como o processamento de pagamentos locais e internacionais (Cross-border).

Com MBA pela INSEAD Business School na França e em Cingapura, o executivo possui mais de 12 anos de experiência em Pagamentos digitais, Fintechs e Desenvolvimento de negócios. Antes de ingressar na fintech, Felipe trabalhou em empresas de Pagamentos digitais e Ecommerces como Ayden e B2W Digital.

“Acreditamos que a tecnologia de pagamentos e serviços financeiros contribuem para um mercado cada vez mais democrático e acessível a todos. Por isso, estar à frente da gestão da empresa no Brasil e participar ativamente do desenvolvimento da operação local é bastante desafiador e, ao mesmo tempo, muito gratificante”, afirma Felipe Gonçalves, Country Manager da PayU no Brasil.

Epidemia, pandemia… e a economia, como fica?

Por Vladimir Fernandes Maciel

A insurgência do coronavírus (COVID-19) tem chamado a atenção do grande público, seja pela profusão de notícias, seja pelo tom alarmista de muitas delas. O que é sabido cientificamente, até o momento, é que a letalidade do vírus não é tão elevada quanto parecia nos primeiros casos, porém ele é altamente contagioso. Numa escala de preocupações, vale lembrar que a gripe comum mata milhares de pessoas todos os anos e que a dengue tem produzido um quadro de contágio e de letalidade muito maior em países como o Brasil.

O maior motivo de preocupação real, todavia, não tem merecido o devido destaque. As consequências econômicas das medidas tomadas para prevenir ou controlar a epidemia podem ser mais danosas à vida das pessoas do que os sintomas do vírus.

A contenção da disseminação do COVID-19 pelo governo chinês e o medo das pessoas devido ao desconhecimento inicial sobre a letalidade e a possibilidade de contaminação, paralisou a produção do “chão de fábrica” do mundo, a província de Wuhan. O alarmismo fez com que uma doença não tão letal se tornasse potencialmente muito letal, só que do ponto de vista econômico.

Os efeitos iniciais e diretos sobre as cadeias globais de valor vão em quatro sentidos. O primeiro efeito é a redução do nível de atividade industrial da China e do mundo como um todo, uma vez que milhares processos produtivos espalhados pelo globo dependem de insumos, peças, parte e componentes fabricados em Wuhan. A suspensão da produção da planta coreana da Hyundai, ou as férias coletivas forçadas nas plantas da LG, Samsung e Flextronics (fabricante dos celulares Motorola) no Brasil são exemplos imediatos. A Zona Franca de Manaus é uma das concentrações industriais do país com maior potencial de ser afetada.

O segundo efeito é sobre a atividade comercial. Importadores e comerciantes de produtos chineses sofrerão falhas de abastecimento e terão redução de venda por falta de mercadorias. Polos de varejo, como a 25 de março, em São Paulo, e o Saara, no Rio de Janeiro, são locais com grandes chances de perderem faturamento em relação ao ano passado.

Já o terceiro efeito é sobre as viagens de negócios e de turismo, o que afeta a cadeia que envolve a rede hoteleira, agências de viagens e companhias aéreas. Destinos como Ásia e Europa (especialmente a Itália — responsável pelos casos se manifestaram no Brasil) tendem a ter redução expressiva do fluxo de turismo e, portanto, queda nos negócios.

O quarto efeito afeta o volume (quantum) de exportações do país, principalmente as commodities e os bens intermediários brasileiros que são utilizados nos processos produtivos de outras nações. A redução do ritmo da produção industrial reduz a procura por itens importantes de nossa pauta de exportações, que já vinha sendo afetada pela guerra comercial da China com os EUA, a crise econômica na Argentina e a desaceleração da economia europeia.

Por isso tudo, o Brasil, que já contava expectativa de crescimento medíocre em 2019, tenderá a repetir o desempenho pífio de 2020. Não seria tão ruim se, desde de 2014, o país não estivesse enfrentando uma lenta recuperação da recessão de 2015 e 2016. Somente uma mudança profunda nas expectativas dos investidores (nacionais e estrangeiros) sobre as potencialidades de negócios em nosso território e uma renovação de otimismo sobre a capacidade do governo de entregar reformas econômicas e conduzir privatizações relevantes seria capaz de compensar os efeitos danosos do coronavírus à economia.

Porém, as coisas ainda podem ficar piores globalmente. Desde a Grande Recessão de 2008, as políticas monetárias das principais economias mundiais, em particular os EUA e a Zona do Euro, foram acentuadamente expansionistas com o objetivo de estimular o crescimento e a recuperação das economias — tais como o “quantitative easing” (flexibilização quantitativa) do Federal Reserve estadunidense.

As taxas de juros artificialmente baixas fizeram com que uma série de ativos relacionados a projetos de investimento outrora pouco rentáveis se tornassem atrativos. Alimentados pela injeção de liquidez, os mercados de capitais internacionais fugiram de taxas de juros negativas de vários títulos soberanos e passaram a buscar qualquer possibilidade de rentabilidade em projetos de retorno duvidoso. Em decorrência, os preços dos ativos nos mercados internacionais dispararam, o que pode se chamar de “inflação de ativos” e uma bolha parece ter sido gestada.

Pode ser que os desdobramentos econômicos do coronavírus e a queda de demanda agregada sejam tais que representem o “pontapé” inicial para uma ampla correção dos preços de ativos (o que levará a uma desvalorização das bolsas de valores e das taxas de câmbio) e a fuga de capitais para ativos reais, como o ouro — que desde de 2018 vem sendo cada vez mais negociado internacionalmente e com cotação crescente — o que indica uma apreensão já existente nos mercados. Neste caso, revelar-se-ia um excesso de oferta e de capacidade produtiva em diversos setores econômicos mundiais, encaminhando o mundo para mais uma crise global depois de pouco mais de 10 anos após o crash de 2008.

Portanto, se as repercussões mais negativas acontecerem, mais do que a apreensão com o COVID-19 pela esfera da saúde pública, devemos nos preocupar também com as consequências econômicas da doença e a quantidade de vidas que podem ser afetadas em termos de emprego, renda e oportunidades.

Vladimir Fernandes Maciel, mestre em economia e doutor em administração pública e governo. É Coordenador do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica e professor do Programa de Pós-Graduação em Economia e Mercados da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Cresce o corporate venturing na América Latina, com mais de 460 iniciativas de cooperação entre grandes empresas e startups em 2019

A IESE Business School e a Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica no mundo e da Vivo no Brasil, acabam de publicar um relatório inédito sobre o corporate venturing na América Latina, uma região promissora quanto à cooperação entre empresas estabelecidas e startups inovadoras, mas sobre a qual havia pouca informação disponível até o momento. O relatório Corporate Venturing Latam apresenta novos dados sobre a adoção dessa prática na América Latina. Além disso, analisa as empresas e mecanismos estabelecidos na região e oferece recomendações concretas, respaldadas por entrevistas com 133 diretores e líderes de inovação das principais empresas latinoamericanas.

Hubs de Corporate Venturing na América Latina:

Com foco nos hubs de corporate venturing da região, o relatório dedica uma atenção especial às empresas de maior tamanho que atuam nos seis países onde foram observados níveis mais altos de atividades de corporate venturing (Brasil, México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru). Nesse grupo, foi possível identificar que:

• Há 184 empresas em 19 cidades latinoamericanas liderando 460 iniciativas, entre as quais cabe destacar: desafios de inovação aberta, missões de scouting (descoberta) de startups, incubadoras e aceleradoras corporativas, espaços de coworking, corporate venture capital, venture builders e aquisições de startups. No Brasil, foram identificadas 66 empresas, que impulsionam 172 iniciativas e representam o maior número da região (38%).

• As empresas com receitas superiores a 25 bilhões de dólares estão adotando o corporate venturing em maior medida que aquelas cujas receitas oscilam entre 4 e 25 bilhões de dólares.

• Essas iniciativas de corporate venturing vieram acompanhadas do boom de investimento de venture capital na região que cresceu mais de 200% entre 2015 e 2018.

• O Brasil lidera em todos os estágios de investimento de venture capital na região, com 73% do investimento em dólares.

• Os setores com maior atividade nesse campo são serviços financeiros, tecnologia da informação, consultoria de negócios e telecomunicações.

Apesar da adoção dessas práticas estar aumentando na América Latina, ainda há espaço para crescer. O relatório indica que apenas 16% das maiores empresas da região possuem algum mecanismo formal de corporate venturing. Enquanto, 75% das empresas presentes na lista da Fortune 100 (que inclui as mais importantes dos EUA) investem ativamente em startups, considerando apenas corporate venture capital, um dos mecanismos de venturing capital.

O cenário acima ocorre em uma região onde:

• Os investimentos de venture capital em startups da América Latina quadruplicaram, crescendo para USD 2 bilhões entre 2016 e 2018.

• O capital de risco para startups locais cresceu mais de três vezes entre 2015 e 2018.

• Os fundos de capital de risco (venture capital + private equity) investiram R$ 7,4 bilhões em 115 startups no Brasil, nos primeiros seis meses de 2019.

• As aceleradoras de startups, inclusive as importantes iniciativas estatais e privadas, desenvolveram-se bastante.

• As empresas que contam com iniciativas de corporate venturing são principalmente de origem europeia (45% dos casos analisados), seguidas pelas latino-americanas (25%) e empresas provenientes dos Estados Unidos (24%).

Para obter mais informações sobre as conclusões do relatório, consulte o seguinte endereço: http://www.ieseinsight.com/doc.aspx?id=2273&idioma=2

Este relatório foi desenvolvido pela IESE Business School (Josemaria Siota e Julia Prats) com a colaboração da Wayra e apoio da CORFO (Corporación de Fomento de la Producción), agência governamental chilena de fomento à produção.

Matera abre mais de 200 vagas para o primeiro semestre de 2020

A Matera, empresa de tecnologia voltada para o mercado financeiro, fintechs e gestão de riscos, com mais de 30 anos de atuação no mercado, chegou em 2020 pronta para mostrar que tradição não é sinônimo de “parar no tempo”. Com o surgimento crescente de fintechs e bancos digitais, a empresa segue inovando os serviços oferecidos e participando da transformação do mercado em que atua. Pagamentos Instantâneos, QR Code para pagamento mobile offline, open banking, fintechs embarcadas, são algumas das novidades que a empresa tem atuado diretamente. Trazendo novas frentes de atuação para o mercado financeiro, a empresa registrou em suas operações de financial, fintechs e riscos, o crescimento estimado de 20% em 2019. Acompanhando esse ritmo, a Matera abrirá mais de 200 postos de trabalho somente no primeiro semestre.

As vagas são principalmente para as áreas de tecnologia, recursos humanos, marketing, negócios e vendas e negócios financeiros e estão distribuídas entre os escritórios de Campinas, São Paulo, Maringá e Porto Alegre. Os interessados devem se inscrever pelo site .

Ao longo de sua trajetória, a Matera incorporou inovações ao mercado em que atua, implementando soluções capazes de habilitar instituições para se manterem competitivas mesmo diante da competitividade acirrada. “As transformações digitais estão cada vez mais em evidência no Brasil e, com isso, precisamos nos preparar para uma nova fase de tecnologia e empreendedorismo na qual as inovações vão ocorrer em todas as escalas da cadeia, agregando mais valor à vida das pessoas, além de gerar dinamismo nas empresas que estão se movimentando para acompanhá-las. Tudo isso acarreta novas possibilidades para observarmos as tendências, desenvolvermos novidades, nos adaptarmos e criarmos novas oportunidades para o mercado de trabalho”, explica Carlos Netto, CEO da Matera.

Outro pilar importante para o desenvolvimento da empresa é a diversidade. A Matera trabalha para tornar a inclusão algo cada vez mais natural no ambiente corporativo de todas as suas unidades – Maringá (PR), São Paulo (SP), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Waterloo (Canadá). Inovação, valores que vão além do discurso, projetos sociais, incentivo ao voluntariado, contribuem para a motivação de uma longa história e trajetória profissional dentro da empresa.

Synchro migra todos os dados para a segunda geração da Oracle Cloud

Após diversos testes e avaliações, a Synchro, maior provedora nacional de soluções fiscais, decidiu migrar todos os dados de missão crítica da sua base de clientes para a Oracle Cloud Infrastructure, infraestrutura de segunda geração na nuvem. A empresa transferiu as informações com transparência, segurança e controle necessários para garantir a confialibilidade e continuidade dos negócios sem riscos nem interrupções.

A Synchro tinha a necessidade de evoluir e inovar, a fim de atender novas demandas e exigências de mercado com performance, escalabilidade e agilidade, no tempo necessário para o lançamento de novos produtos/serviços e na ativação de clientes, além de rapidez e segurança nas aplicações de manutenções programadas.

A solução para esses desafios foi selecionar a infraestrutura da Oracle, que os ajuda a manter seus serviços de controle de riscos fiscais, seguindo a legislação e perfis de cada cliente e garantindo a máxima performance a todos.

Os ganhos com Oracle superaram as expectativas. Alguns exemplos comprovam essa realidade:

· Recuperações de ambiente, que anteriormente levavam até 4 horas, foram executadas em 9 segundos;

· As disponibilizações de novos bancos de dados e ativações de novos clientes, que anteriormente levavam 1h30min, agora são executados em 1 minuto;

· Rotinas operacionais críticas ao negócio passaram a ser executadas 3 vezes mais rápidas. Esta performance se mantém mesmo com acréscimo de novos volumes, garantindo o crescimento e os níveis de serviço ao cliente, além de resolver o problema de sazonalidade do negócio;

A equipe de TI da empresa também obteve resultados importantes, como maior acesso aos dados, alternativas de personalização dos clientes, conectividade, recursos avançados de segurança contra ataques cibernéticos, além do principal ponto de liberdade tecnológica.

“As capacidades de armazenamento, processamento e gerenciamento dos bancos de dados que a Oracle disponibilizou para nós na Oracle Cloud Infrastructure permitiu um salto de qualidade na prestação de serviço para nossos clientes, a um preço extremamente competitivo. Além disso, o faturamento no Brasil respondeu a uma demanda fiscal há muito tempo reclamada por nossa empresa”, afirma José Hime, diretor da Infraestrutura da Synchro.

“Com muito orgulho estamos junto com a Synchro neste projeto, o maior na América Latina com Oracle para uma empresa deste porte, atendendo todos os requisitos de segurança e regulatórios necessários para os negócios”, destaca Roberto de Souza, vice-presidente de Oracle Digital, Oracle América Latina.

Oracle Cloud Gen 2

O Oracle Cloud Generation 2 é construída e otimizada especificamente para ajudar as empresas a executarem suas cargas de trabalho mais exigentes com segurança. Com arquitetura e recursos exclusivos, o Oracle Cloud oferece segurança, desempenho e economia de custos incomparáveis. A Oracle Cloud Generation 2 é a única que executa serviços autônomos, incluindo o Oracle Autonomous Linux e Oracle Autonomous Database, o primeiro e único banco de dados autônomo do setor. O Oracle Cloud traz um portfólio abrangente de computação em nuvem, do desenvolvimento de aplicativos e análise de negócios ao gerenciamento de dados, integração, segurança, inteligência artificial (AI) e blockchain.

Líderes empresariais e especialistas debatem transformações globais no varejo e impactos no Brasil

Acompanhar o ritmo das mudanças tecnológicas, da economia global e do comportamento do consumidor é um desafio para todos os setores. Contudo, o varejo é o principal termômetro para essas mudanças. Um estudo que reflete o comportamento dos consumidores, realizado pela agência global Edelman, mostra que os clientes estão diante da transição da Era da Experiência para a Era da Confiança, com destaque ao impacto que as empresas possuem na sociedade. Com o mote de entender as transformações globais e seus reflexos no varejo brasileiro, será realizado, entre os dias 20 e 22 de março, o 8º FÓRUM LIDE DO VAREJO, um dos mais importantes eventos do segmento no País. Promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais com curadoria do LIDE Comércio, o encontro ocorre no Hotel Sofitel Jequitimar, em Guarujá (SP), com a presença de presidentes e executivos das maiores redes varejistas do Brasil.

A abertura do evento ocorre na sexta-feira (20) com uma apresentação especial do vice-governador do Estado de São Paulo, Rodrigo Garcia e do chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan. “É muito gratificante ver o Fórum LIDE do Varejo chegar à sua oitava edição com todo esse reconhecimento. Vemos que estamos alinhados com as tendências globais do setor, trazendo uma grande oportunidade de relacionamento que o evento sempre proporciona”, diz Celia Pompeia, Vice-Presidente Executiva do Grupo Doria.

Uma das novidades do evento em 2020 é o Prêmio Startup, que reconhecerá os melhores serviços e soluções oferecidos ao setor. As finalistas apresentarão um pitch de três minutos e o vencedor será premiado ao final do evento.

“Mercado, consumo e varejo estão em constante transformação. Com o avanço tecnológico, essas mudanças ocorrem cada vez mais rápido. Por isso, precisamos analisar sempre as tendências globais e, de maneira estratégica, trazer isso para o mercado brasileiro”, afirma Marcos Gouvêa de Souza curador do encontro, presidente do LIDE Comércio e do Grupo GS& Gouvêa de Souza.

No sábado (21), o evento terá três painéis: “As transformações no cenário global e seus impactos no consumo do Brasil”, “Como a tecnologia e o digital transformam o mercado”; e “A Revolução nos meios de pagamentos e os impactos no comércio brasileiro”. Entre os debatedores confirmados estão Angelo Duarte, chefe do Departamento de Competição do Banco Central, João Teixeira, da VTEX, Denis Piovezan, da Linx, e Pedro Chuamulera, da Clearsale, Roberto Giannetti, da Kaduna Consultoria, Bruno Bianco, Secretário Especial de Previdência e Trabalho.

Confirmando o sucesso da última edição, o LIDE TALKS terá quatro encontros intimistas, interativos e dinâmicos, todos com uma hora de duração. Eles acontecerão simultaneamente no período da tarde, também no dia 21. A proposta é aproximar o público dos convidados por meio de conversas enriquecedoras, estabelecendo um diálogo construtivo e estimulando a troca de ideias e novas soluções aos negócios do setor.

As discussões serão lideradas por nomes como Sergio Borrielo, CEO da Pernambucanas, Rafael Furlanetti, sócio-diretor da XP Investimentos, Vander Giordano, vice-presidente da Multiplan e Héctor Núñez, CEO da RiHappy.

Entre os temas deste ano estão “Repensando negócios: como atuar com taxa real de juros próxima a zero”, “O que o digital pode ensinar para as lojas físicas”, “Mudanças com a reconfiguração dos shopping centers”, e “O que o negócio do varejo de alimentos muda com o crescimento da alimentação fora do lar”.

ABES remove mais de 83 mil conteúdos ilegais da internet em 2019 e sinaliza tolerância zero à pirataria

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) divulga os dados do monitoramento de internet realizado em 2019, que contabilizou mais de 83 mil conteúdos ilegais removidos. De acordo com a Associação, a oferta de softwares ilegais – programa de computador sem a autorização expressa do titular da obra – na internet caiu pelo segundo ano consecutivo no Brasil em 2019.

No ano passado, a associação removeu um total de 83.060 conteúdos ilegais da internet categorizados em 49.190 anúncios, 33.778 links e 92 sites para download. Em 2018, o total foi de 84.399, quase 1,6% a mais que no ano passado, sendo 43.378 anúncios, 40.944 links e 77 sites derrubados.

O levantamento mostra que o principal tipo de software removido da internet em 2019 foi de edição de imagens e/ou som (35,5%), seguido por aplicações de escritório (33,7%), softwares administrativos (24,3%), antivírus e outras aplicações de segurança (3%) e sistemas operacionais (2,2%). De acordo com a Associação, a remoção de materiais piratas da internet está diretamente relacionada à oferta desse tipo de conteúdo. Em 2018, as aplicações de escritório lideraram a oferta seguidas pelos editores de imagem e/ou som e softwares administrativos.

Os principais pontos de oferta de softwares ilegais foram os sites de leilão e os sites de comércio eletrônico, devido à facilidade da venda por meios digitais e da dificuldade de rastreio dos infratores e da procedência dos produtos. A remoção de anúncios de softwares em sites de leilão aumentou 13% e a de websites próprios 19,5% em 2019 na comparação com o ano anterior.
A estes canais de vendas somam-se redes sociais, blogs e domínios próprios (esses últimos não sendo monetariamente tão relevantes quanto os outros) onde a oferta de software ilegal também é feita gratuitamente via download.

“Apesar da queda percebida, o volume da oferta de conteúdos ilegais na internet ainda permanece altíssimo. Com o objetivo de acabar, ou diminuir ao máximo, com essa oferta, a ABES continuará com os seus compromissos de proteger a indústria de software e de sempre alertar os usuários quanto aos riscos envolvidos no uso de sistemas piratas, como vírus, malwares e sequestro de dados. Além destes, os softwares ilegais podem tornar os dispositivos vulneráveis a ataques de hackers e impossibilitar o suporte de assistências autorizadas”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

A remoção de links de acesso a softwares ilegais caiu 17,5% em relação a 2018. O Setor de Monitoramento da ABES, responsável pelo monitoramento e derrubada de conteúdos ilegais da internet, explica que isso se deve tanto à remoção de sites que ofereciam este tipo de download bem como à demora das hospedagens externas em remover os softwares ilegais.

A Associação realiza, proativamente e diariamente, o monitoramento contínuo da internet e quando identifica algum conteúdo que viole o Direito Autoral de Softwares de seus associados, notifica diretamente os respectivos portais para removam o conteúdo. Esse serviço faz parte da iniciativa “Uma Empresa Ética” da Associação, que visa promover a concorrência saudável e ética no mercado de tecnologia. Denúncias de ofertas de links, anúncios e websites irregulares podem ser feitas anonimamente através do link: http://www.abessoftware.com.br/propriedade-intelectual/denuncie-pirataria

“A ABES tem o propósito de colaborar na construção de um Brasil mais digital e menos desigual. Desta forma, entendemos que o uso de tecnologia de forma ética, como a utilização de software licenciado, é fundamental para que tenhamos um ambiente competitivo e propício à inovação”, complementa o presidente da ABES.

Veja abaixo os números dos últimos anos:

Evolução do total de anúncio em sites de leilão, links e websites removidos de 2009 a 2019:

Gráficos com resultados do Monitoramento de Internet em 2019:

75% dos clientes esperam que empresas usem novas tecnologias para melhorar suas experiências

Segundo o estudo “State of the Connected Customer”, realizado pela Salesforce, o ritmo da inovação está se acelerando, com 67% dos clientes esperando que as empresas ofereçam novos produtos e serviços com mais frequência do que antes. O relatório, baseado em uma pesquisa com mais de 8.000 consumidores e compradores profissionais em 16 países, demonstra uma tendência contínua de expectativas elevadas dos clientes.

A inovação tecnológica realça esse sentimento, com 75% dos clientes esperando que as empresas usem novas tecnologias para melhorar suas experiências e 67% dizendo que a maneira como uma empresa usa a tecnologia reflete como ela opera em geral.

A inteligência artificial desempenha um papel cada vez mais importante na definição das expectativas dos clientes. De fato, 62% dos clientes estão abertos ao uso da IA ​​para melhorar suas experiências – em comparação com 59% em 2018. E 76% dos clientes usam um dispositivo conectado, incluindo 29% dos consumidores que possuem um alto-falante inteligente em casa.

Os dados fazem parte do terceiro relatório “State of the Connected Customer” baseado em uma pesquisa com mais de 8.000 consumidores e compradores profissionais em 16 países.

Metodologia
Os dados usados no relatório State of the Connected Customer são de uma pesquisa de dupla ocultação realizada de 2 a 18 de abril de 2019 que gerou respostas de 8.022 indivíduos na Austrália/Nova Zelândia, Canadá, França, Alemanha, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, Singapura, Espanha, Suíça, Tailândia, Reino Unido/Irlanda e Estados Unidos. Todos os entrevistados são panelistas terceirizados.

Analisando dados de todos os tipos, geografias e gerações de clientes, a Salesforce descobriu quatro temas principais.

Corteva Agriscience e Cubo Itaú anunciam parceria em busca de soluções inovadoras para os desafios do agronegócio

A Corteva Agriscience é a mais nova empresa mantenedora do Cubo Itaú, mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina. O objetivo da companhia é estabelecer conexões com startups de diferentes setores, buscando soluções inovadoras para alguns dos desafios da indústria e da Corteva, que podem beneficiar produtores rurais, canais de distribuição, cooperativas e outros elos da cadeia.

“Somos uma empresa de inovação 100% focada em agricultura. Nesse momento, entendemos que era importante estabelecer uma parceria que nos permitisse contato com inovações adotadas em outros setores e, com isso, identificar soluções que possam ser estendidas ao nosso mercado”, explica Douglas Ribeiro, Diretor de Marketing da Corteva Agriscience.

Segundo Pedro Prates, co-head do Cubo Itaú, a parceria com a empresa trará novas possibilidades para expandir canais com startups do segmento. “A Corteva será a primeira empresa do ramo de agronegócio a integrar o Cubo, uma parceria estratégica para fortalecer o desenvolvimento de AgTechs no país. Essa parceria nos permitirá um olhar direcionado para o agronegócio, um cenário que é novo para o hub, estabelecendo conexões assertivas e de importância para o cenário nacional e mundial”.

Neste primeiro momento, a chegada da Corteva ao Cubo Itaú estará focada em três grandes desafios vivenciados pelos produtores rurais do Brasil: o acesso a crédito, utilização de Barter e a capacitação de pequenos agricultores.

Crédito e Barter

Uma pesquisa encomendada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), conduzida com produtores rurais de todo o país em 2019, mostrou que para quase 60% dos entrevistados o crédito rural é a demanda mais importante para o campo. Em complemento a esse dado, de acordo com um estudo encomendado pela Corteva e realizado pela consultoria Spark sobre jornada de compra, 50% dos produtores precisam dispor de recursos próprios como principal fonte de financiamento na compra de insumos, sementes e defensivos agrícolas.

A dificuldade de acesso ao crédito é uma barreira ao desenvolvimento do agronegócio no Brasil, seja pelo alto grau de burocracia e exigências, prazo para recebimento do dinheiro ou ainda pela dificuldade de avaliação do perfil de risco, principalmente considerando um setor que é tão dependente de fatores climáticos, como o agronegócio.

“Como indústria, temos o desafio de buscar modelos de negócios mais ágeis, modernos e digitais para facilitar o acesso ao crédito pelo produtor rural, com ferramentas que permitam avaliações de risco diferenciadas, considerando fatores como histórico de produtividade, perfil da região, média de inadimplência, e não só dados financeiros. E aqui, as startups podem nos ajudar com soluções que já foram implementadas em outros setores, por exemplo”, comenta Douglas Ribeiro.

Ainda na linha de acesso a financiamentos, o Barter é outro desafio da indústria. No agronegócio, ele consiste em um mecanismo de financiamento no qual o pagamento pelo insumo é feito por meio da entrega do grão na pós-colheita, sem a intermediação monetária. É uma ferramenta que mitiga risco e negocia na moeda do produtor.

Mas o Barter também enfrenta uma série de desafios. Os processos ainda são muito burocráticos e envolvem diversos players, o que dificulta o acesso a essa ferramenta por parte dos agricultores. Ainda segundo o estudo da Corteva, nas revendas e cooperativas pesquisadas, o Barter representa cerca de 20% da forma de pagamento utilizada. “Nesse sentido, a colaboração das startups do Cubo Itaú pode ser fundamental na criação de instrumentos que nos ajudem a promover um fluxo de trabalho eficiente, ágil e digital. Podemos, inclusive, desenvolver soluções que podem ser levadas para outros países”, complementa Ribeiro.

Capacitação de pequenos agricultores

O terceiro grande desafio, que será foco da Corteva no Cubo Itaú, é dar escala a um projeto social-econômico chamado Prospera, que tem como objetivo capacitar pequenos agricultores, que trabalham com milho (grão) e silagem.

O programa começou em 2017, em Pernambuco, com um grupo de 45 participantes. Devido ao grande impacto proporcionado na produtividade de suas lavouras e comercialização da produção, em 2018 o programa capacitou 428 participantes e, em 2019, chegou a 927 participantes.

Com o Prospera, pequenos produtores tiveram acesso a conhecimento técnico de alto nível que permitiu melhorias em suas lavouras de milho e na comercialização de sua produção. Esta transformação proporciona a expansão de renda dos agricultores, com um salto de produtividade de 10 sacas/ha no início do programa para 80 sacas/ha, em média. Destaque para um agricultor que, em 2019, bateu o recorde de 125 sacas/ha.

“Ainda há um número expressivo de produtores com baixo conhecimento técnico no Brasil, sem acesso a mercados e linhas de financiamentos. Estes fatores travam o desenvolvimento da produção agrícola nestas regiões e diminuem a qualidade de vida nas comunidades. Nosso objetivo é dar escala ao Prospera e capacitar 50 mil pequenos agricultores e conecta-los com cadeia de valor para produção e comercialização de milho. Mas, para isso, precisamos de ferramentas que nos auxiliem nesse processo. E aqui, mais uma vez, entra a nossa parceria com o Cubo Itaú e as startups residentes do hub”, completa o executivo da Corteva.

A parceria da Corteva Agriscience com o Cubo Itaú é mais um passo rumo ao propósito de melhorar a vida de agricultores e consumidores, garantindo progresso para as gerações futuras.

EBANX lança documentário sobre a história do primeiro unicórnio do Sul do Brasil

No mês em que o EBANX completa oito anos de fundação, a fintech especializada em pagamentos lança o documentário The Crazy Blue Ones, que conta a história da empresa desde o seu surgimento até a conquista do título de unicórnio, no ano passado.

O filme, realizado internamente pelo time de produção audiovisual do EBANX, envolveu uma equipe de aproximadamente 50 pessoas, que trabalharam na captura das imagens e na edição do material durante seis meses, até chegar ao resultado apresentado no lançamento, em fevereiro. O documentário traça um paralelo entre a história do EBANX e o Circus, evento anual que traduz a cultura da empresa, presente tanto nos materiais internos quanto no contato com clientes e parceiros.

“The Crazy Blue Ones” é a produção mais recente do time que se dedica diariamente à criação de conteúdos criativos e informativos da fintech, um investimento estratégico para atingir os diversos públicos da empresa. São 12 pessoas pensando em roteiros, layouts, mensagens e imagens que transmitam a cultura da fintech em cada material produzido.

“A produção de conteúdo é algo levado muito a sério pelo EBANX. Nossos materiais querem não somente munir nossos públicos de informação, mas criar valor para a empresa, nossos parceiros e o consumidor final, sempre em sintonia com nossos valores e nossa missão de promover acesso”, afirma André Boaventura, sócio e CMO do EBANX.

O time de produção audiovisual trabalha para atender a três demandas: endomarketing, cliente final e merchants. As linguagens são diferentes, mas a aposta em conteúdos em vídeo se sobressai.

Temas como empregabilidade trans, inovação investimento em cultura já foram alvo de campanhas do EBANX. Dúvidas de consumidores relativas a pagamentos e compras online são respondidas por meio de vídeos explicativos, disponíveis na Central de Ajuda do EBANX e em canais como YouTube e Vimeo. A equipe também produz materiais destinados às empresas globais que são clientes do EBANX e usam as soluções de pagamento da empresa para atuarem na América Latina: um dos produtos mais emblemáticos, por exemplo, explica o funcionamento dos Correios e os desafios logísticos do Brasil.

“Todas as áreas da equipe de marketing se conversam e produzem este conteúdo de forma colaborativa, atacando as principais perguntas e dores dos nossos clientes e consumidores finais. A estratégia é ser mais do que uma processadora de pagamentos, mas uma fonte de informação, uma referência na área”, diz Boaventura.

O recém-lançado documentário “The Crazy Blue Ones” reforça o espírito de comunidade e a missão de promover acesso, que move o EBANX desde seu início.

 

 

 

Novo Coronavírus: Especialistas analisam impactos e riscos jurídicos para empresas

Os impactos políticos e econômicos provocados pelo Novo Coronavírus (ou COVID-19) no Brasil e no mundo já podem ser mensurados, mas estão longe de uma contabilidade final. O ainda crescente número de casos registrados globalmente obriga administradores a analisarem a extensão e a profundidade desses impactos sob diversos aspectos.

Para o sócio de Arbitragem e Contencioso do Cescon Barrieu Advogados, Carlos David Albuquerque Braga, os impactos nos contratos são um relevante ponto de atenção nesse ambiente. Para uma boa gestão, a administração da companhia deve saber a quais riscos está exposta no presente momento. Discussões sobre coberturas de seguros, caso fortuito, força maior, onerosidade excessiva, revisão e até rescisão dos contratos são temas que certamente entrarão na pauta do dia-a-dia das empresas.

Todos os tipos de contrato estão na lista de alerta, segundo Braga, inclusive contratos com administração pública, que podem ser impactados por possíveis obrigações adicionais. A manutenção do equilíbrio dos referidos contratos pode estar vinculada a questionamentos sobre custo de implementação das medidas e das recomendações de interesse público.

Quando a questão é Governança, a recomendação às companhias abertas é sobre a importância e necessidade de ficar atento ao nível de disclosure que deverá ser adotado por administradores em suas atividades de supervisão e orientação geral. “É essencial estar atento à responsabilidade dos administradores de companhias abertas diante da obrigação de prestar informação clara e objetiva aos seus investidores”, explica Carlos Augusto Siqueira, sócio do Cescon Barrieu em Mercado de Capitais, Societário e Governança Corporativa.

“A regulamentação da CVM imputa aos administradores de companhias abertas o dever de comunicar imediatamente à bolsa e ao mercado eventos que possam influir na decisão dos investidores de vender ou comprar valores mobiliários emitidos por ela”, completa Siqueira.

Com a aproximação do período de divulgação de informações obrigatórias anuais e do primeiro trimestre, as companhias devem avaliar se a linguagem de seus fatores de risco é suficiente para informar o investidor sobre o possível impacto que o Novo Coronavírus poderá ter em seus resultados, e também como disponibilizar essa informação de forma correta, verdadeira e precisa. Diante disso, o desafio é atualizar o mercado de forma completa e robusta com base nas informações existentes até o momento, evitando alarmismo.

Para isso, o recomendável é que a companhia faça uma análise profunda dos possíveis cenários e impactos, e também avalie cuidadosamente o que deve e precisa ser objeto de divulgação, considerando inclusive as eventuais ações que adotou – ou venha a adotar – para mitigar os impactos identificados no curto, médio e longo prazo.

Já para a área Trabalhista, a sócia Gisela Freire ressalta que é importante as empresas adotarem uma política de saúde e de segurança do trabalho clara e específica, sem prejuízo do que regem as normas e restrições impostas pelo poder público considerando o cenário de uma epidemia que pode ser transmitida no ambiente de trabalho ou em função do trabalho.

Eventuais alterações de regras de ordem pública vão cobrar dessas empresas uma rápida adaptação aos termos, e deverão estar atentas para fazer esse movimento com agilidade. Já para as empresas privadas, metas de vendas e critérios de pagamento de bônus, por exemplo, também devem ser afetados e, por isso, precisam ser considerados em função do contexto e do melhor interesse de todos stakeholders.

Quite.Já entra para o Scale-Up, o programa de aceleração da Endeavor

A Quite.Já , plataforma digital de recuperação de crédito, é uma das empresas participantes do Scale-up Endeavor, plataforma de aceleração através de conexões que transformam empreendedores e negócios. O programa seleciona empresas duas vezes por ano, em sete estados brasileiros, incluindo o Paraná. A organização de estímulo ao empreendedorismo está presente em 18 países, com foco em nações emergentes.

Dentre os critérios de seleção estão o alto potencial de crescimento, os diferenciais competitivos claros e os modelos de negócio comprovados pelo mercado. De acordo com Luiz Henrique Garcia, CEO da Quite.Já, este é um momento muito especial para a empresa. “O programa Scale-up tem um processo seletivo criterioso que busca não só empresas de algo crescimento nos últimos anos, mas também de grande impacto nos mais diversos segmentos da sociedade. Integrar este seleto grupo nos oferece a oportunidade de alinhar as diretrizes da empresa às melhores práticas de gestão aplicadas hoje em dia e nos permite estar ainda mais preparados para enfrentar os desafios do mercado”, analisa.

Atuando no Brasil desde 2000, com operações ativas em oito estados, a Endeavor já apoiou centenas de empreendedores de alto impacto, fomentando o ecossistema empreendedor brasileiro. “O programa nos permite ter contato com profissionais de altíssimo nível que nos orientam a superar alguns dos problemas que hoje são a realidade da empresa, as dores do alto crescimento, como gosto de comentar. Manter a empresa em constante crescimento, contratando, buscando novos desafios e permitindo que todos os colabores estejam dentro de um mesmo ideal é algo extremamente complexo”, completa Luiz.

Quem compartilha da mesma opinião é Rafael Abreu, sócio-fundador da Quite.Já. Abreu afirma que o Scale-up é um marco na história da empresa. “Tudo isso é resultado de um processo de expansão que estamos vivendo. O programa é importante por apoiar empreendedores a acelerarem o crescimento de suas empresas e formar uma nova geração de exemplos para o Brasil. A troca de experiências que ele possibilita entre os empreendedores é fundamental porque gera conexão com pessoas que fazem parte do nosso ciclo de contratação dos serviços prestados, além de proporcionar o surgimento de novos negócios”, finaliza.

Capgemini nomeia Natalia Zimerfeld como nova vice-presidente de marketing e comunicação no Brasil

A Capgemini nomeou hoje Natalia Zimerfeld como sua nova Vice-Presidente de Marketing e Comunicação no Brasil. Natalia tem 26 anos de experiência em posições de liderança com marcas globais e em uma ampla variedade de projetos dedicados ao setor de serviços nas disciplinas de marketing e comunicação e inovação estratégica.

“Continuamos a expandir nosso foco em serviços de TI e recentemente crescemos em práticas como Inteligência Artificial, Experiência do Cliente e em projetos de Transformação Digital. Nos últimos anos, investimos em nossa equipe, com novas contratações de liderança estratégica, além de capacitar nossos funcionários. A experiência de Natalia será importante para consolidar esse movimento com a criação de projetos inovadores de marketing e comunicação em toda a região”, afirmou Maurizio Mondani, presidente da Capgemini no Brasil e na Argentina.

Natalia liderou equipes multidisciplinares em diferentes países e tem uma vasta experiência na criação de estratégias de marca, gerenciamento integrado de comunicações, plataformas de marketing e digital, CRM, marketing experimental, relações públicas e patrocínio, entre outros.

“Estou muito feliz por ingressar na Capgemini em um momento tão especial para a empresa e animada por poder contribuir para a transformação e crescimento do Grupo. Estamos na fase de planejamento de uma série de projetos importantes que colaborarão com a evolução do posicionamento da marca e dos negócios no Brasil”, afirmou Natalia

A executiva possui graduação e Pós-Graduação em Serviços de Negócios e Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Possui especializações em Gestão de Negócios na Internet, Aceleração Digital, Comunicação em Mídia Digital e Transformação Digital.

Natalia iniciou sua carreira na consultoria KPMG e liderou as iniciativas de rebranding e posicionamento do HSBC, quando a instituição financeira adquiriu a Bamerindus no Brasil. Ela esteve no Citibank por 10 anos, onde assumiu o cargo de Chefe de Canais Digitais e, posteriormente, trabalhou na Mastercard por 7 anos como Diretora de Marketing, onde trabalhou na mudança do portfólio da marca, na introdução de novos produtos e no reposicionamento de ofertas. Recentemente, ela esteve na Hyper Island, empresa de consultoria sueca, onde trabalhou em projetos de transformação digital e cultural.

Cabotagem e transporte aquaviário protagonizam crescimento no Brasil

O Brasil é um país que favorece a prática da cabotagem para transporte e escoamento de carga. Fatores como clima e uma extensa costa, de aproximadamente oito mil quilômetros, influenciam favoravelmente essa modalidade. O transporte por vias aquaviárias é positivo por ser mais seguro e por encontrar altos números de portos estruturais no País. Além disso, oferece baixo consumo energético e é menos poluente ao meio ambiente, além de possuir alta capacidade de armazenamento e transporte de cargas de uma única vez.

A tonelagem de cargas transportada em linhas de cabotagem no Brasil, no primeiro semestre do ano passado, cresceu 24,7%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados integram estudo da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

A movimentação em portos cresceu 3% de 2017 para 2018. Cerca de 1,12 bilhão de toneladas foram transportadas nas instalações portuárias brasileiras em 2018. O maior aumento aconteceu na movimentação de carga geral solta (5,8%), seguido de carga conteinerizada (5,6%). Granel sólido subiu 2,7% e granel líquido e gasoso, 2,2%, de acordo com o último Anuário dos Transportes, divulgado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

Mudanças regulatórias – O Ministério da Infraestrutura está avaliando o envio de uma proposta à Câmara e ao Senado para o fomento do transporte marítimo no País, internamente o projeto é chamado “BR do mar”. A proposta visa aumentar a competitividade e impulsionar o transporte marítimo no Brasil como alternativa ao rodoviário. O projeto tem como linha central a desburocratização do setor e a busca por reduções de impostos de combustível e desoneração da importação de embarcações. Outro tema é a autorização do fretamento de embarcações estrangeiras para cabotagem, pois atualmente as empresas só podem operar com navios próprios construídos no Brasil ou comprados no exterior que, automaticamente, são mais caros por conta da taxa de importação.

O projeto está sendo avaliado pelo ministro Tarcísio Gomes, que considera o assunto urgente e, junto à uma comissão do Congresso, estuda se é mais viável ser enviado em formato de Medida Provisória ou em Projeto de Lei. Com essas mudanças aprovadas, empresas do setor apostam em um crescimento de até 30% ao ano.

No dia 18/03, Diogo Piloni, secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários, irá palestrar sobre o projeto “Br do Mar” e ações de incentivo à cabotagem. O encontro acontece às 13h30 em parceria com a ABTRA – Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados, durante a 26ª Intermodal South America.

Intermodal 2020 – A Intermodal South America 2020, que acontece de 17 a 19 de março, no São Paulo Expo, traz novidades exclusivas para o setor de portos e transporte aquaviário e soluções para embarcadores de todo tipo de carga. Em um comparativo com 2019, o número de expositores do segmento de transporte marítimo cresceu 55%, os terminais portuários 28% e portos 25% em números de estandes. Além de empresas do modal marítimo, a Intermodal atrai expositores de todos os segmentos da logística, intralogística, transporte de carga e comércio exterior.

Para o diretor do portfólio de Infraestrutura da Informa Markets, Hermano do Amaral Pinto Jr, o setor de transporte aquaviário da Intermodal é sempre uma atração renomada e muito aguardada. “Os expositores de portos, cabotagem, armadores e afins são muito procurados durante a feira por representarem um modal forte e consolidado na cadeia logística. São referências nacionais e internacionais que apresentam, durante o evento, o que há de mais novo em tecnologia, embarcações, custos, pagamentos e tudo que envolve o transporte de carga. Além de representantes dos principais complexos portuários do País, teremos empresas de diversos países como Portugal, Alemanha, Argentina, Espanha, Bélgica, entre outros, que virão à essa edição da Intermodal”

Confira algumas das marcas participantes:

PORTO DE IMBITUBA
A SCPar Porto de Imbituba é uma empresa pública do estado de Santa Catarina. Exerce a autoridade portuária do complexo portuário de Imbituba e, portanto, é responsável por administrar a infraestrutura e fiscalizar as operações do porto. A empresa participa desde 2013 da Intermodal. “O propósito é construir e ratificar nossa presença no mercado portuário, apresentando ao público o que temos a oferecer em termos de estrutura, capacidade e operações. Assim, buscamos também capitalizar, construir e impulsionar contatos com os principais stakeholders do mercado nacional e internacional”, comenta o gerente comercial do Porto de Imbituba, Rui Roberti. O gerente acrescenta que, nas edições passadas, o porto de Imbituba se fez presente na feira Intermodal e obteve bons resultados para a solidificação do nome da instituição. Além disso, garantiu promissoras oportunidades por meio das inúmeras reuniões e contatos com representantes do setor.

PORTOS DE PORTUGAL
Alguns dos Portos de Portugal já participam na feira há mais de 15 anos, sendo que, em 2020, será a terceira edição em conjunto. “A Intermodal é um momento fundamental para a estratégia de desenvolvimento das ligações marítimas com a América do Sul, é um momento de construir pontes que serão a base de novas e maiores trocas comerciais entre Portugal e o Brasil”, informou a Associação dos Portos de Portugal. “Este ano, os complexos portuários lusitanos vão se apresentar mais uma vez como a porta preferencial de entrada na Europa para os produtos provenientes da América do Sul.

GRUPO IMETAME
Uma das novidades na área de exposição deste ano é a Imetame Logística Porto. Com conceito multipropósito, o porto, que será construído em Aracruz (Espírito Santo), terá foco na movimentação de contêineres e cargas gerais, granéis sólidos, líquidos e gasosos e também atenderá a operações offshore. Além disso, toda a programação será eletrônica, desenhada para uma operação 100% automatizada, com serviços de retiradas e recebimentos online, área 100% alfandegada e apta para a próxima geração de navios do Brasil, como New Post Panamax e Suezmax.

LOG-IN
A Log-In Logística Intermodal é uma empresa de soluções logísticas integradas para movimentação de cargas no Brasil e no Mercosul, por meio marítimo (cabotagem), complementado por ponta rodoviária para serviços porta a porta, bem como pela movimentação portuária e armazenagem de carga em nossos Terminais Portuário e Intermodais.

Com a aquisição do mais novo navio, o Log-In Polaris, que fez sua primeira viagem em dezembro de 2019, a Log-In reforça o respeito e a preocupação com o meio ambiente. Moderno e sustentável, o navio tem os mancais do eixo propulsor resfriados e lubrificados com água ao invés de óleo lubrificante. Além disso, economiza combustível por meio da pintura do casco com fricção reduzida e pela potência do motor principal adequada à velocidade de operação da cabotagem.

Em 2019 a Log-In tornou-se empresa membro do PLVB (Programa de Logística Verde Brasil) firmando o compromisso com as questões sócio ambientais.

POSIDONIA
Na Intermodal, a Posidonia apresentará o navio multipropósito Posidonia Bravo, primeira embarcação da companhia construída com recursos próprios e que chega para atuar em operações especiais de lavra e de transporte de minerais no oceano. A embarcação tem capacidade para transportar 3 mil toneladas, contando ainda com sistema de descarte sustentável e bombas de dragagem, que suportam até 55 mil m³ diários.

“O Posidonia Bravo é uma embarcação diferenciada e que agrega muito valor aos embarcadores. Diante da flexibilidade do projeto sobre o qual foi concebido, foi facilmente ajustado à operação de extração, armazenagem e transporte de fertilizantes marinhos. Prova disto é que já está empregada em contrato de cinco anos”, explica o sócio da Posidonia, Abrahão Salomão.

26ª Intermodal South America
Data: De 17 a 19 de março de 2020.
Horário: Das 13 às 21 horas.
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda, São Paulo — SP.

Magalu é eleita pela Fast Company como a empresa mais inovadora do Brasil

O Magalu, maior plataforma de compras e vendas do Brasil, foi eleito pela revista americana Fast Company como a empresa mais inovadora do Brasil e a terceira na América Latina, no ranking Most Innovative Companies, divulgado anualmente pela publicação.

A revista salientou as ações do Magalu para digitalizar o varejo brasileiro, se posicionando como principal marketplace do país. As soluções do Magalu As a Service também foram destacadas pela publicação.

No ano passado, o Magalu ficou em quarto lugar. Como parte de sua estratégia de inovação, a varejista tem investido na criação de um grande ecossistema digital para simplificar a experiência do brasileiro ao realizar compras e integrar canais de venda física e digital. A companhia reportou um crescimento de 51% no total de vendas em 2019 — alcançando R$ 27,3 bilhões.

O Marketplace do Magalu foi um dos destaques de crescimento, atingindo 15 mil sellers. Criado em 2017, ano em que o Magalu teve o atendimento ao cliente e experiência de compra como prioridade, o marketplace faturou 3 bilhões de reais em produtos vendidos (GVM) em 2019, um crescimento de 216% em relação a 2018.

O super aplicativo do Magalu — um dos aplicativos de comércio eletrônico mais baixados no mundo segundo a consultoria App Anie — alcançou a marca de mais de 20 milhões de usuários ativos em 2019. Com a compra de Netshoes, Zattini e Estante Virtual, a companhia transformou o superapp em uma plataforma de vendas com um catálogo de mais de 20 milhões de produtos. Uma das metas do Magalu é se tornar uma loja virtual que sirva às necessidades de qualquer cliente — um modelo de “one stop shop”.

O Magalu começou pelos pontos de venda físico. Hoje, em um universo de milhões de potenciais consumidores navegando pela Internet, a empresa adotou um modelo de venda que mistura o e-commerce com lojas físicas. O Retire na Loja, presente em maior parte da rede da varejista, permite com que o cliente resgate produtos comprados online em pontos físicos de venda. O modelo omnichannel tem sido parte importante da inovação da varejista e tem impulsionado o e commerce da empresa, que cresce bem acima da média nacional. O Magalu viu seu e commerce crescer 93%. O varejo eletrônico já é responsável por 48% das vendas.

A varejista expandiu também, em 2019, sua malha logística. O tempo médio de entregas feitas com sua própria rede — o Magalu Entregas — é de 48h. Lojas abertas pelo Magalu em 2019, em estados como Pará e Mato Grosso, funcionam como mini centros de distribuição e estoque de produtos próprios, que aumentam a capilaridade da varejista fora de grandes centros urbanos. As 159 novas lojas do Magalu inauguradas no ano passado venderam acima da expectativa, elevando o crescimento total em 13%.

 

Empresas do Rio Grande do Sul podem reduzir carga tributária em mais de R$ 100 milhões

Um levantamento da Becomex, empresa de consultoria e tecnologia especializada na área tributária, fiscal e aduaneira, aponta que as empresas do estado do Rio Grande do Sul podem reduzir a carga tributária em mais de R$ 100 milhões utilizando os regimes especiais de forma integrada. Os benefícios vão desde a redução de custo tributário na importação, suspensão de tributos nas aquisições de mercado interno, benefício de caixa com a postergação do momento de pagamento dos tributos, monetização de créditos tributários acumulados, aproximação do momento de recolhimento de tributos com o faturamento, dentre outros.

Em todo país, a Becomex já conquistou mais de R$ 1 bilhão em benefícios fiscais e mais de R$ 600 milhões em recuperação de impostos obtidos para seus clientes.

“Nosso objetivo é trazer receita, reduzindo os custos dos nossos clientes por meio de uma metodologia que combina regimes aduaneiros e gestão tributária integrada com tecnologia sob medida para cada perfil de negócio. Além disso, estendemos esse ‘olhar’ minucioso buscando oportunidades por toda a cadeia de fornecimento dos nossos clientes. Assim, é possível aumentar a competitividade da empresa e, consequentemente, dos seus fornecedores de forma sustentável e agregando valor estratégico aos negócios sem nunca descuidar do compliance”, destaca o diretor da filial Sul da Becomex, Gustavo Correa.

Inaugurada em 2017, a filial do Rio Grande do Sul da Becomex já triplicou seu faturamento e responde por 12% de participação nos resultados da Becomex nacionalmente. Para 2020, a unidade atuará com novas iniciativas e serviços em razão de recentes alterações na legislação como RECOF-SPED e Certificado de Origem Digital, DUIMP e o catálogo de produtos, com o olhar atento às oportunidades e os resultados que beneficiam os mais de 70 clientes na região.

A Becomex está presente em 10 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal e atende mais de 40 segmentos, com mais de 900 clientes. A empresa atua com consultoria estratégica tributária e tecnologia exclusiva – incluindo inteligência artificial e big data – capaz de cruzar, por exemplo, mais de 60 milhões de dados imputados diariamente pela Receita Federal, e otimizando a utilização dos regimes especiais aduaneiros e tributários para seus clientes.

Falconi abre inscrições para programa de trainee e estágio

O Programa Jovem Falconi, oferecido pela maior consultoria de gestão do Brasil, está com inscrições abertas. Podem participar do processo candidatos que estejam cursando ou tenham concluído recentemente qualquer curso de graduação. O programa busca pessoas que queiram atuar em diversos segmentos do mercado, viajar para dentro e fora do país em projetos desafiadores e, acima de tudo, produzir resultados reais. Os interessados devem se cadastrar por meio do link: http://jovemfalconi.com/.

Para se candidatar às vagas de estágio é necessário ter disponibilidade para residir nas cidades de São Paulo, Brasília ou Belo Horizonte e ter inglês avançado. Além disso, o candidato deve ter previsão de concluir o curso entre dezembro de 2020 e julho de 2022. Após a inscrição, o processo terá três fases: etapa online, entrevista presencial e avaliação oral em inglês.

Já os candidatos às vagas de trainee devem ter disponibilidade para morar em São Paulo, Brasília ou Rio de Janeiro e precisam ter concluído o Ensino Superior entre julho de 2017 e julho de 2020. É esperado que o trainee tenha inglês avançado e disponibilidade para viagens constantes. O processo seletivo completo inclui etapa online, entrevista presencial, avaliação oral em inglês e banca executiva com alguns sócios da empresa.

Os selecionados receberão além de bolsa-auxílio/remuneração, benefícios como plano de saúde e odontológico integral, vale-refeição, vale-transporte, seguro de vida e convênio com academias em todo o país.

Programa Jovem Falconi

Por meio do programa de trainees, a CEO da Falconi, Viviane Martins, iniciou a construção de sua carreira na empresa, há quase 20 anos. Assim como Viviane, outros colaboradores que alcançaram altos cargos na consultoria entraram na organização pelo programa Jovem Falconi. “Em nossa empresa, o estagiário tem a oportunidade de trabalhar em projetos reais e nosso trainee não é um aprendiz como em outras empresas, é como um consultor contratado, que pode desenvolver sua carreira no Brasil e no mundo e ser reconhecido de acordo com seu desempenho”, explica o sócio Fernando Ladeira, Diretor de Gente e Gestão da Falconi.