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Cinco maneiras de cultivar a inovação no RH

Por Juliana Ferreira, diretora de RH da Access

Uma recente pesquisa realizada pela Access aponta, na visão dos líderes de RH, quais processos precisam ser otimizados para que seus departamentos possam cultivar a inovação e, a partir daí, terem mais tempo para assumir tarefas estratégicas. Entre os mais de 300 entrevistados, 52% indicaram a falta de tempo como uma barreira para cultivar a inovação, trabalhar de forma estratégica e buscar soluções para melhorar a eficiência.

Em primeiro lugar na lista de prioridades dos líderes de RH está a necessidade de automatizar processos. Cerca de 63% dos entrevistados apontaram que essa falta de automação é o principal desafio que eles enfrentam e que afeta, sobremaneira, a capacidade de cultivar a inovação. Eles afirmam que precisam identificar possíveis processos e sistemas que podem ser automatizados.

Em segundo lugar, é preciso eliminar o que não agrega valor – praticamente um entre quatro profissionais de RH diz que gasta mais de 60% de seu tempo em tarefas administrativas, mostrando que uma quantidade incrível de tempo e recursos são gastos em processos e fluxos de trabalho que podem não ser realmente valiosos para os negócios em geral.

Planejamento é chave para o sucesso

É preciso estar atento ao planejamento da jornada rumo à automatização de processos. Apesar de 59% dos líderes de RH entrevistados afirmarem que processos manuais ineficientes são a maior barreira para assumir um papel estratégico, é preciso um planejamento visando não eliminar de uma única vez todos os processos manuais. Selecione um para começar o projeto. Isso dará a oportunidade de ver se sua automatização leva a mudanças positivas.

Além disso, o RH é um setor que historicamente gera uma grande quantidade de documentos: arquivar, gerenciar e recuperar documentos leva muito tempo. De fato, 51% dos profissionais de RH pesquisados disseram que a papelada e as ações trabalhistas geravam uma perda significativa de produtividade. A solução está em identificar maneiras de melhorar seus processos de gerenciamento de documentos com a adoção de inovadoras soluções de gestão documental.

E, finalmente, a quinta maneira de cultivar a inovação no RH está na integração de todas as informações, o que é possível avaliando os sistemas em uso e buscando novas soluções, já que quase metade dos participantes da pesquisa (45%) cita a falta de integração tecnológica como um problema significativo que dificulta seu trabalho. Esses silos tecnológicos tornam a integração de recursos e pessoas mais complicada e demorada.

Pare um instante e analise se o seu RH está no caminho certo para cultivar a inovação. Caso contrário, avalie como essas 5 maneiras podem ajudar a sua jornada.

A Colaboração Virtual como apoio às políticas de isolamento

Por Robert Braga, gerente comercial de Metal & Mining da Engineering

A Realidade Aumentada é um dos pilares mais inovadores da Indústria 4.0 e consiste no uso de uma ferramenta que possibilita a projeção de textos e imagens sob a visão do mundo real. Para tal, o usuário necessita de dispositivos que possuam no mínimo três funcionalidades: aquisição de imagens (câmera), projetor (tela, projetores de luz ou de laser) e sistema de processamento.

Outras funcionalidades adicionais, como a aquisição de áudio, a geolocalização e a conexão wireless, tais como RFID, Bluetooth, Wi-Fi, GPRS, GPS, são geralmente encontradas nos dispositivos de Realidade Aumentada.

O sistema processa as imagens capturadas pelo dispositivo e projeta uma resposta visual sobre a imagem do mundo real. Este processamento ocorre no dispositivo ou num sistema externo (on premise, cloud ou híbrido) e pode contemplar a identificação de imagens com visão computacional, a leitura de códigos e comandos do usuário a partir da movimentação das mãos, cliques na tela e comandos de voz às integrações entre sistemas e o banco de dados, entre outras.

Outra funcionalidade poderosa cada vez mais utilizada neste universo digital é a Colaboração Virtual, que agrega todo o potencial de uso da Realidade Aumentada a uma ferramenta que possibilita a interação entre duas ou mais pessoas, estando uma na linha de frente e as demais remotas.

Neste caso, uma pessoa acompanha, por meio da tela de um computador, smartphone ou tablet, o vídeo e áudio que são captados em tempo real pelo dispositivo de Realidade Aumentada, que podem ser wearables, como os relógios e óculos inteligentes, que estão sendo usados por alguém em campo, possibilitando inclusive uma conversa de voz entre ambos usuários.

Já há indicadores no mercado mostrando que o uso de Realidade Aumentada com a Colaboração Virtual aumenta a taxa de sucesso de manutenção na primeira tentativa em 40%, a dos processos de manutenção em 60%, a produtividade dos técnicos assistidos no chão de fábrica em 50% e ainda diminuem erros de procedimentos em 70% e, principalmente, os acidentes e os incidentes de segurança em 20%.

Em períodos de contingência, como tivemos nas últimas semanas em decorrência do vírus Covid-19, podemos constatar a necessidade do uso de recursos que mitigam a alocação desnecessária de pessoas em ambientes de risco, sejam eles físicos, químicos, ergonômicos ou biológicos. Além de, por meio do uso da tecnologia, evitar que várias atividades sejam impactadas, como a manutenção de equipamentos, o levantamento de dados em campo para a elaboração de projetos e a aquisição de informações.

Neste contexto, a aplicação de soluções de Realidade Aumentada que incluem a Colaboração Virtual minimiza o contingente de colaboradores expostos a riscos. A segurança deles é ainda mais potencializada com o uso integrado às soluções de robótica.

Juntas, as tecnologias de Colaboração Virtual e Realidade Aumentada capacitam as empresas para otimizarem seus processos produtivos, assim como ampliam o engajamento e a motivação das equipes. Ou seja, os negócios são preservados, assim como o bem mais valioso das empresas, que são as pessoas!

NTT DATA e Microsoft anunciam colaboração estratégica para viabilizar novas soluções digitais

NTT DATA Corporation (NTT DATA), empresa líder global em serviços de TI, e Microsoft Corp. anunciaram que estão buscando em conjunto oportunidades como parte da aliança estratégica plurianual divulgada em dezembro do ano passado. As parceiras anunciaram uma expansão da aliança com o objetivo de acelerar a transformação digital dos clientes corporativos, utilizando preferencialmente o Microsoft Azure como uma solução de nuvem para ajudar a acelerar os negócios e aumentar a produtividade no local de trabalho.

Esta aliança combina os melhores serviços globais de TI da NTT DATA com a plataforma de nuvem altamente confiável da Microsoft, tecnologias de Inteligência Artificial (IA) e o conjunto de ferramentas de produtividade destinadas a ajudar os negócios a se transformarem digitalmente, aumentando a eficiência das operações de negócios e a produtividade.

Atualmente, no ambiente de negócios em constante transformação, há uma demanda crescente para que os clientes atinjam a transformação digital por meio de uma integração ágil de sistemas utilizando computação em nuvem e outras tecnologias. A NTT DATA fornece serviços completos de TI e negócios para clientes de todas as indústrias, incluindo consultoria em estratégia de TI e serviços gerenciados, bem como design, integração, operações e manutenção de sistemas. As tecnologias Microsoft que possibilitarão a transformação digital na nuvem abrangem o Microsoft Azure, Microsoft 365, Microsoft Teams e Dynamics 365.

“A NTT DATA está comprometida em ajudar as empresas a realizar suas iniciativas de transformação digital. A partir desta colaboração estratégica com a Microsoft, vamos combinar a plataforma em nuvem Azure da Microsoft e as tecnologias digitais com a experiência e conhecimento da NTT DATA na prestação de serviços de TI. Faremos isto por meio da oferta de soluções e serviços que contribuem para acelerar a transformação digital de nossos clientes corporativos”, disse Yo Honma, presidente e CEO da NTT DATA.

Segundo Alex Simons, vice-presidente Corporativo da Microsoft ID Program Management, por sua vez, “por meio dessa colaboração, a Microsoft combinará a infraestrutura global da NTT DATA e a experiência em serviços especializados em todas as indústrias com o poder do Microsoft Azure e suas ferramentas de produtividade para criar oportunidades e valor para nossos clientes, os ajudando a rapidamente transformar seus negócios digitalmente. “Juntos, continuaremos explorando as oportunidades de novas soluções e valor agregado para nossos clientes”, reforça Simons.

As principais iniciativas da aliança são:

• Transformação digital do cliente – as parceiras trabalharão em conjunto para implantando soluções e serviços criados com base no Microsoft Azure, bem como para potencializar o conjunto de ferramentas de produtividade Microsoft Microsoft 365 e Microsoft Teams. As empresas vão aprimorar a solução de gerenciamento de conhecimento da NTT DATA, everis knowler , e a ferramenta de automação de processos de robótica WinActor , com foco na otimização das operações de negócios e no aumento de produtividade e eficiência. A NTT DATA e a Microsoft vão aproveitar a área de solução que inclui o serviço de migração Azure e serviços gerenciados para sistemas de missão crítica, como SAP, e dar suporte à aceleração da transformação digital em todas as indústrias.

• Inovação no estilo de trabalho – a NTT DATA e a Microsoft promoverão inovação no estilo de trabalho com o uso de tecnologia digital para maximizar o poder organizacional, melhorando as capacidades dos colaboradores globalmente. Com esta iniciativa, a NTT DATA acelerará a transformação dos estilos de trabalho dentro da própria empresa por meio das ferramentas de segurança do Microsoft 365 e ferramentas de colaboração com o Microsoft Teams. Ao promover o desenvolvimento de ambientes internos de TI com o intuito de melhorar a produtividade, a NTT DATA irá transformar os estilos de trabalho em toda a organização e melhorar o desempenho com o compartilhamento das melhores práticas, visando melhores resultados. Com base nos resultados dessas atividades e no compartilhamento do conhecimento de implementação do sistema, ambas as empresas deverão propor mudanças no estilo de trabalho aos seus clientes em todos os setores.

• Desenvolvimento de Capacidades – as empresas trabalharão em conjunto para transformar e estabelecer a cultura organizacional da NTT DATA para promover o desenvolvimento e utilização das capacidades digitais da NTT DATA, utilizando uma série de casos de transformação digital que a Microsoft desenvolveu ao redor do mundo. Além disso, a NTT DATA planeja desenvolver aproximadamente 10.000 colaboradores em todo o mundo, qualificados com tecnologias digitais e certificações relacionadas às nuvens da Microsoft, possibilitando a transformação digital dos clientes.

• Tecnologia para o Bem – A NTT DATA explorará o programa filantrópico Microsoft AI for Health , capacitando a empresa para trabalhar na abordagem de alguns dos desafios mais difíceis na saúde global. A Microsoft AI for Health capacita pesquisadores e organizações utilizando IA para ajudar a melhorar a saúde de pessoas e comunidades ao redor do mundo. A NTT DATA estará focada em apoiar as metas de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas para as áreas dedicadas à imagem com o uso da IA.

“WinActor” é uma marca registrada da NTT Advanced Technology Corporation

Terceiro data center da Ascenty em São Paulo entra em operação

A Ascenty, empresa líder no mercado de data centers na América Latina, anuncia o início das operações do terceiro data center em São Paulo. A infraestrutura tem um investimento de R$ 150 milhões em 3.000 m² de área construída e 4 MW de energia.

Com a terceira instalação em São Paulo, a Ascenty contabiliza 22 data centers próprios no Brasil, Chile e México, sendo 15 em operação e sete em construção. A companhia mais que dobrou suas operações desde 2018, quando tinha oito unidades instaladas em território nacional.

O novo data center será destinado exclusivamente para atender clientes do varejo e operadoras de telecomunicações, em linha com a estratégia de ampliar a participação de médias e grandes empresas do segmento no portfólio da companhia.

“Estamos orientados em expandir nossa oferta de serviços de colocation, a fim de atender a alta demanda do setor por infraestrutura, que cresce juntamente com o mercado de provedores de cloud e as inovações tecnológicas”, comenta Chris Torto, CEO da Ascenty. O diferencial desse terceiro data center de São Paulo é que se trata de um NAP (Ponto de Acesso à Rede, na sigla em inglês), que oferece alto nível de conectividade e diversas opções para acessar as principais operadoras, provedoras e fornecedoras de conteúdo do mercado. Nessa unidade, diferentes provedores (ISPs) e empresas de telecomunicações montam seus POPs (Pontos de Presença), permitindo que qualquer empresa use os serviços de conectividade disponíveis.

“Além de provermos conexões bem-sucedidas por meio do NAP, através desse Data Center também oferecemos interconexão com todos os cloud providers, bem como com o ecossistema da empresa, permitindo que nossos clientes de qualquer data center tirem proveito dos seus benefícios para melhorar a conectividade. Dessa forma, os clientes Ascenty têm atendimento de excelência e diversas opções de conectividade com resiliência, baixa latência em um moderno Data Center Carrier Neutro.”, destaca Marcos Siqueira, Vice Presidente de Operações da Ascenty. A empresa também integra todas as instalações à sua rede de fibra óptica proprietária (4.500 km), garantindo conectividade direta aos principais provedores globais de nuvem e com os cabos submarinos de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará.

Febraban publica pesquisa sobre o brasileiro e a retomada econômica

Um levantamento aprofundado, que mapeia a visão da população sobre os temas que impactam o Brasil. Esse é o Observatório Febraban, um novo estudo mensal lançado nesta sexta-feira, 12 de junho. “O Observatório pretende se tornar uma relevante fonte de informações sobre as perspectivas da sociedade e o potencial impacto econômico-financeiro, ouvindo a população e estimulando o debate em diversos setores”, explica o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

A iniciativa é parte de uma série de medidas da Febraban para ampliar a aproximação dos bancos com a população e a economia real, de forma cada vez mais transparente.

“Nessa primeira pesquisa, o Observatório Febraban procurou identificar como as pessoas, na retomada das atividades, estão aos poucos superando medos e incertezas, dispostas a adquirir bens e serviços, a realizar seus sonhos antigos e também os novos que surgiram durante essa experiência inimaginável”, afirma o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe.

A primeira edição do novo Observatório identifica quais são as expectativas da população que possui contas em bancos para a retomada das atividades econômicas no período pós-pandemia. E revela que uma série de tendências de comportamento e consumo adotadas durante o período de isolamento social tendem a continuar no pós-Covid. O “novo normal” indica ser, dessa forma, cada vez mais normal no dia-a-dia desses brasileiros.

Entre outros dados, o estudo identificou que:

• 45% dos entrevistados afirmam que irão dedicar mais tempo à família e aos filhos;

• 30% pretendem aumentar as compras feitas via e-commerce;

• 28% planejam usar mais os serviços de delivery;

• 27% querem aumentar o trabalho na modalidade home office;

• 37% preveem, por outro lado, diminuir suas viagens – o que pode indicar receio de contaminação pela Covid-19.

O Observatório também mostra que existe otimismo entre a população bancarizada brasileira sobre a perspectiva de retomada financeira individual e familiar. Quase a metade – 49% – dos entrevistados acredita que suas finanças voltarão ao patamar de antes da pandemia em até 1 ano – dentre os quais 21% apostam que a retomada poderá se dar ainda mais rápida, em até seis meses.

Esses indicadores otimistas também se revelam em uma série de intenções de consumo – “uma pista de que existe uma demanda reprimida, que pode ajudar em uma recuperação mais rápida da economia”, afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban.

A pesquisa mostra que, por exemplo:

• 58% dos entrevistados pretendem manter ou aumentar seu volume de compras;

• 60% também querem manter ou elevar seu uso do cartão de crédito;

• 15% planejam usar crédito bancário na compra de material de construção para reformar seu imóvel;

• 15% têm intenção de financiar a compra de imóveis, apontando o potencial desse mercado;

• 14% dizem também que irão contratar financiamento para adquirir carros e motos

O levantamento vai além e mostra que há boas perspectivas para o comércio. Existe, por exemplo, intenção de manter ou aumentar a frequência aos supermercados em 78% dos pesquisados. Outros negócios também registram intenções elevadas de continuar ou elevar a frequência, como salões de beleza (66%), comércio de rua (55%), bares e restaurantes (47%) e shoppings (47%). “Sinal que pode haver um respiro a caminho dos varejistas”, complementa Isaac Sidney.

Realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) – uma das instituições mais respeitadas do setor, com 35 anos de atuação em estudos de mercado e de opinião pública -, a primeira edição do novo Observatório Febraban ouviu amostra de mil pessoas representativa da população adulta bancarizada, de todas as regiões do País, entre os dias 1º e 3 de junho.

O primeiro resultado do Observatório está disponível no portal de notícias Febraban nos endereços: news.febraban.org.br/ e http://portal.febraban.org.br/Noticias

Claranet Brasil anuncia home office permanente

A Claranet Brasil acaba de anunciar o home office permanente. A empresa, que é referência em tecnologia em nove países, deixará à cargo dos colaboradores decidirem se devem trabalhar presencialmente ou não. A equipe está 100% habituada ao home office desde antes do início da pandemia no país e não enfrentou dificuldades de adaptação ao modelo. A companhia vem oferecendo todo o suporte de benefícios do RH como apoio médico 24h, auxílio de psicólogos e à prática de exercícios físicos.

A empresa não tem planos de reduzir o escritório, mas continuará expandindo no segmento de cloud computing. Vagas já estão sendo ofertadas para profissionais de todos os estados, sem restrição à São Paulo. Mesmo antes da pandemia, as salas do escritório já eram adaptadas à conferências e reuniões virtuais, o que também facilitará que a rotina de trabalho continue.

“Percebemos que a nossa equipe aqui no Brasil aderiu muito bem ao home office total, por isso decidimos tomar esta decisão. O escritório não deixará de existir, mas será um local de convívio social, para reuniões importantes, para aqueles que optarem por trabalhar no escritório e para mantermos a cultura da nossa empresa, que é muito importante”, afirma Fábio Amigo, Diretor-Presidente da Claranet Brasil.

Empresas nacionais e internacionais vem adotando o modelo e anunciando a novidade para os colaboradores, mesmo antes de quarentena encerrar. Os outros escritórios da Claranet espalhados por países como Portugal, França, Alemanha e Itália, por exemplo, também pretendem expandir a política de home office. Ao todo, são cerca de 2 mil e 200 colaboradores do grupo que desfrutarão da jornada de trabalho mais flexível.

“Durante o home office, realizamos uma pesquisa de opinião para os nossos colaboradores, e identificamos a satisfação ainda maior da jornada de trabalho durante a quarentena. Estamos felizes com o retorno da equipe sobre a decisão e buscamos sempre aperfeiçoar a relação entre empresa e colaborador”, ressalta Tâmara Costa, Diretora de recursos humanos na Claranet Brasil.

Cadastro Positivo ajuda credor a conhecer melhor o bom pagador em tempos de crise econômica

É fato que a pandemia de Covid-19 traz uma imprevisibilidade na economia global, e o mercado de crédito teme taxas históricas de inadimplência. Diante desse cenário, a informação qualificada se torna uma aliada nas tomadas de decisões para os negócios e para o credor: o mercado de crédito no Brasil agora tem uma vantagem, o Cadastro Positivo, um banco de dados com informações de pagamento de consumidores e empresas, que amplia a exatidão na análise de concessões de crédito e minimiza a probabilidade de inadimplência futura, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas .

Com o Cadastro Positivo mais de 20 milhões de novos consumidores, que hoje não são bancarizados, poderão ter acesso ao crédito, aumentando a quantidade de clientes potenciais para os negócios. A partir do aumento da procura por crédito e da inadimplência – que em abril cresceu 5,8¨% segundo dados da própria Boa Vista -, são imprescindíveis análises mais robustas para tornar as vendas a crédito mais seguras, ainda mais em um cenário de crise econômica ocasionado pelo novo coronavírus .

“Pelo que estamos observando junto aos nossos clientes, a atual crise está funcionando como um acelerador da adoção ao Cadastro Positivo. Este novo cenário está encurtando o tempo de utilização desses dados nos processos decisórios dos credores. São mudanças que elevarão e muito o poder de “identificação dos bons clientes” e que não devem sofrer retrocesso”, revela Dirceu Gardel, presidente da Boa Vista.

Ainda segundo o executivo, o processo de análise de dados não teve alteração em função da pandemia. Os scores (notas de crédito) continuam usando as mesmas informações anteriores à Covid-19 e as prorrogações do pagamento das dívidas oferecidas pelos bancos e instituições financeiras, como medidas para ajudar os clientes, estão sendo refletidas na base de dados enviadas ao bureaus, como é o caso da Boa Vista . Os scores positivos não estão, portanto, punindo ou melhorando os consumidores que aderem à prorrogação.

“Os credores que passam a utilizar os scores positivos da Boa Vista nesse contexto de aumento de inadimplência estão sendo mais certeiros na concessão de crédito. Atualmente, já são mais de cinco mil empresas que concedem crédito para pessoas físicas e jurídicas usando o positivo, e quanto melhor a tomada de decisão funcionar agora, menos problemas de inadimplência essas empresas enfrentarão no futuro. Além é claro, de manterem suas vendas nesse momento crucial”, explica Gardel.

A Boa Vista, empresa que fornece informações com inteligência analítica para companhias e consumidores fazerem bons negócios, acompanha as discussões do Cadastro Positivo desde o início. É uma de suas precursoras e participou ativamente da criação e de sua implementação, inclusive da nova lei que entrou em vigor o ano passado.

Além do Cadastro Positivo, a Boa Vista possui o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), um banco de dados de mais de 60 anos com informações de débitos de empresas e consumidores. É com base nas informações desses dois bancos de dados que realiza cerca de 15 milhões de consultas por dia, e tem capacidade analítica para transformar todos esses dados em orientações para a tomada de decisão do credor. A partir do conhecimento do comportamento de pagamento de empresas e consumidores, a Boa Vista ajuda os credores quando precisam tomar uma decisão creditícia, dando aos mesmos uma visão completa do comprometimento e histórico dos seus clientes .

People-centric, soft skills e os benefícios para a carreira profissional

Por Fernanda Pauletti, gerente de RH da KingHost

Quando buscamos por profissionais de tecnologia para trabalhar com a gente, sempre tentamos equilibrar avaliando tanto o perfil técnico quanto o humano de cada um dos candidatos. Prezamos pelo cuidado, qualidade de trabalho e relações interpessoais, focando em colaboradores que tenham os valores pessoais alinhados com os valores da empresa. Isso é fundamental para construirmos um ambiente saudável, com boa comunicação e engajamento.

Um dos segredos para isso é entender a importância das chamadas soft skills.

A expressão em inglês nada mais é do que o conjunto de competências da personalidade e comportamento do profissional. Por exemplo: inteligência emocional; habilidade de se relacionar com os outros e com suas próprias emoções; saber como lidar com situações que nem sempre saem como o esperado, entre outras. Nesse contexto, aqueles profissionais que conseguem desenvolver tanto o lado profissional quanto o pessoal, possuem um diferencial na sua carreira.

Valorizamos essas habilidades no momento da seleção de novos talentos e incentivamos os colaboradores a potencializá-las durante sua trajetória profissional. Principalmente por que temos um direcionamento focado em pessoas, o que chamamos de people-centric, ou seja, estamos nos adaptando às mudanças que a sociedade vem realizando. Mas como esse direcionamento bateu à nossa porta?

Se pararmos para pensar, inicialmente, lá no final da Revolução Industrial, o foco das empresas era diretamente nos produtos, o chamado “product-centric”. Elas estavam preocupadas em serem eficiente, exclusivamente, em produzir um produto bom e distribuí-lo. Até porque naquela época não tinha tanta concorrência entre elas.

Depois, com o avanço da globalização, as empresas focaram no cliente e veio a era do “customer-centric”, na qual o poder de escolha era algo que estava em evolução, ganhando bastante força.

Finalmente, com a internet e a tecnologia, abriu-se um espaço para que se trabalhasse o lado humano nas empresas, então as organizações people-centric ganharam força, já que entenderam que a construção de relacionamentos humanos gera muito mais frutos para quem investe nisso. E, se pararmos para pensar, faz bastante sentido empresas de tecnologia serem organizações voltadas também para o desenvolvimento do lado humano dos profissionais, ou seja, atentas às soft skills de seus colaboradores e candidatos.

Existem diversas pesquisas que reforçam que as soft skills trazem mais foco, engajamento, motivação e produtividade em times e temos o privilégio de poder observar isso na prática. Isso por meio de, por exemplo, de treinamentos que realizamos para o desenvolvimento de lideranças; análise transacional; comunicação não-violenta; foco na gestão agile e a transparência na comunicação interna. Tudo priorizando em uma gestão horizontal que certamente nos ajuda a construir um ambiente receptivo à valorização das soft skills.

Claro que, além disso, é fundamental reforçar que, cada vez mais, trabalhamos com pessoas e muitos times, portanto entendemos a importância de saber lidar com diferentes perfis, backgrounds e histórias diversas, assim como necessidades ímpares de cada colaborador faz parte da sua empresa. Além de uma grande variedade de processos, que estão em constante atualização e evolução, é preciso também desenvolver habilidades a mais para acompanhar e liderar todas as pessoas.

Etapas a serem percorridas rumo ao mundo pós-pandêmico

Por William Boulding

Uma das questões mais discutidas em vários países, inclusive no Brasil, nesta situação sem precedentes criada pela Covid-19, é o timing do isolamento social e da retomada de todas as atividades econômicas. Nesse contexto, porém, não há dúvida de que os líderes de negócios precisam colocar a saúde e a segurança de seus stakeholders e colaboradores em primeiro lugar.

Além da indiscutível prioridade de preservar a vida, é preciso considerar algo decisivo para cada empresa e a economia em geral: quanto mais tempo demorar a contenção do contágio em escala do novo coronavírus, mais se prolongarão os problemas de funcionamento dos mercados, cadeias produtivas, comércio e indústria. De nada adiantará termos empresas abertas e autorizadas a operar, se numerosas pessoas continuarem sendo infectadas, internadas ou morrendo. Não haverá normalidade possível se não tivermos consumidores seguros de que podem ir às ruas e trabalhadores confiantes de que não ficarão doentes.

Assim, se a segurança da saúde não for colocada em primeiro lugar, simplesmente se prolongarão as dificuldades causadas pela pandemia e os problemas econômicos serão contínuos. Os líderes empresariais precisam ser muito sensíveis quanto a essa situação. Saber proteger a saúde e segurança de suas equipes é parte importante da estratégia para minimizar as interrupções nos negócios.

Essa é uma etapa importante na caminhada em direção ao mundo pós-pandemia. Outra atitude significativa, na medida do possível, é manter os membros da sua equipe neste momento. Isso dará a eles um sentimento de pertencimento e os estimulará a enfrentar os grandes desafios presentes. Atuando em home office ou em atividades essenciais que exigem sua presença física, as pessoas precisam mostrar criatividade real e trabalhar com empenho para manter as empresas viáveis.

Também é importante demonstrar às pessoas que a empresa se importa com elas e que está sendo transparente e correta. Tal postura das lideranças contribuirá para desbloquear e estimular o potencial dos colaboradores e seu interesse em somar forças na busca das soluções adequadas para os problemas.
É preciso considerar que, em meio a uma pandemia tão grave, todos estão muito sensíveis e pensando nos parentes e amigos que perderam, nos prejuízos que já tiveram e no que ainda podem enfrentar. E já perdemos muito, principalmente a conectividade humana.

Por outro lado, também ganhamos bastante em aprendizado. Precisamos tirar lições deste triste momento vivido pela humanidade e pensar que há oportunidades de inovação e criatividade. Afinal, muitas atividades que estão se desenvolvendo e soluções criadas para enfrentar a crise poderão tornar-se permanentes quando o mundo voltar à normalidade. É fundamental um grande empenho para superar a crise atual e manter as empresas em condição sustentável para agregar valor à sociedade, à medida que avançamos para um mundo pós-covid-19.

Wiliam Boulding é reitor da Fuqua School of Business, escola de negócios da Duke University

Como o RH pode aumentar a eficiência da gestão de documentos

Por Juliana Ferreira, diretora de RH da Access

O RH é um departamento que, pela natureza de sua função, acumula um grande volume de documentos com variados ciclos de vida e níveis de criticidade e de confidencialidade. Por isso, manter esses documentos em pastas, gavetas e armários é um cenário que não pode existir em qualquer empresa, independentemente do seu porte. Sem um sistema de gestão de documentos, problemas de segurança e ineficiências nos fluxos de trabalho serão inevitáveis.

E qual será o primeiro passo para aumentar a eficiência da gestão de documentos? Implantar um sistema de gestão, claro. O melhor seria perguntar quais são as etapas, nossa experiência mostra que a primeira etapa é identificar como os registros em papel estão sendo gerados e armazenados e como serão transferidos para um formato digital e integrados a uma plataforma centralizada de gestão.

É necessário identificar quais documentos são os mais sensíveis para os processos internos, com maior necessidade de acesso e também os que devem ser armazenados por mais tempo. Digitalizar, por exemplo, um documento que pode ser descartado dentro de um ano certamente não vale o esforço.

Antes de digitalizar os documentos, para garantir uma maior eficiência da gestão de documentos é preciso estabelecer uma estrutura única de indexação e classificação, para que o upload dos arquivos para a plataforma seja realizado de forma consistente, em conformidade com as políticas de governança da informação em vigor na empresa.

Sem uma eficiente gestão de documentos, certamente o RH estará “imerso” em papéis, burocracia e tarefas repetitivas, e certamente não sobrará tempo para atrair, reter, integrar e propiciar formas criativas e inteligentes de desenvolvimento humano, tarefas que realmente devem ser o principal foco de atuação.

Por isso, a melhor estratégia a ser adotada para aumentar a eficiência da gestão de documentos no RH é a implantação, junto com um parceiro com expertise comprovada, de uma solução de gestão de documentos capaz de fornecer controles rigorosos de confidencialidade, recuperações precisas, tempo de resposta rápida e gerenciamento de todo o ciclo de vida dos documentos, desde a sua digitalização, armazenamento, guarda até a destruição segura. E liberar os líderes de RH para assumirem tarefas mais estratégicas e construírem uma nova força de trabalho, mais produtiva e engajada.

ABES promove webinar sobre futuro das vendas de serviços e produtos de TI

Nos últimos anos o mercado vem mostrando sinais de mudanças nos processos de vendas nos serviços e produtos de TI. Empresas buscam por soluções que vão além dos conceitos de marketing, vendas e serviços, para mitigar os problemas dos clientes e estabelecer relacionamentos comerciais duradouros.

Por outro lado, os avanços tecnológicos têm mudado os hábitos de consumo social, muitas lojas passaram a ser buscadas pela internet, blogs ou redes sociais. Ou seja, para as organizações conquistar corações e mentes dos clientes, terão que fazer parte da rotina virtual deles. E as medidas de isolamento para conter os avanços do Covid-19, apenas fortaleceu o conceito e forçou a migração dessas empresas para um novo campo de atuação.

Diante as transformações provocadas pela pandemia, será que o mercado de vendas está apto para encarar o “novo normal”? A Associação Brasileira das Empresas de Software – ABES, convida consultores e executivos para abordar as expectativas do setor diante esses novos comportamentos. A roda de conversa virtual acontece no próximo dia 17 de junho, às 14h30, as inscrições gratuitas são realizadas no site http://www.sympla.com.br/ABESSOFTWARE .

“Os novos tempos chegam com novos conceitos e tecnologias, e todos precisam estar preparados para essas mudanças. Quanto mais cedo adaptar as formas de vendas e equipes, melhor. Esse movimento pode ser um novo desenho de fazer negócio e estreitar ainda mais o relacionamento com os nossos clientes”, comenta o presidente da ABES, Rodolfo Fücher .

Para o CEO da Advance Consulting Dagoberto Hajjar, “Cada vez que temos uma grande crise no mercado, mudam os padrões de comportamento das pessoas e, necessariamente, temos que mudar a forma de vender. Em especial o Corona-Vírus colocou os vendedores e os compradores em home office e está colocando a economia em uma situação de guerra. Temos que aprender novas táticas de vendas” .

Novos Tempos: Abordagem de vendas

Data: 17 de junho

Hora: 14h30

Convidados

Ines Precivalle – Sócia da Advance;

Carlos Carnevali – Consultor de vendas, considerado pela revista Consumidor Moderno “O Rei da Internet”;

Dagoberto Hajjar – CEO da Advance Consulting;

Ricardo Brandão – Sócio-fundador da SkyOne .

Lifelong learning: a habilidade de aprender vai formar os profissionais do futuro

Por Bárbara Camargo, Gerente de Talent Experience do Grupo Movile

A sabedoria popular de “ser um eterno aprendiz” está refletida no termo em inglês lifelong learning, muito citado em discussões sobre carreira e recursos humanos. Lifelong learning pode ser definido como a habilidade de aprender a aprender e continuar pela vida toda. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a Educação é e permanecerá sendo um ponto crítico para o crescimento da economia e para promover a inclusão de oportunidades futuras para todos. Por isso, é importante pensarmos nela no contexto atual e no seu impacto no mercado de trabalho.

Os avanços na tecnologia vêm modificando as relações profissionais, que vão exigir inovações na educação e no perfil das pessoas. Nesse cenário, lifelong learning e iniciativas de reskilling (requalificação) serão chaves para garantir oportunidades para os trabalhadores e também para as empresas, que precisarão ter acesso a talentos qualificados para atuar nos novos campos.

Indo por esse caminho, um estudo feito pelo Institute For The Future (IFTF) mostra que 85% dos trabalhos/funções profissionais que existirão em 2030 ainda não foram criados. Para dar conta desse cenário, é preciso que a educação formal não seja considerada única fonte de conhecimento, pois ela não atende sozinha toda a necessidade atual. É preciso ter consciência de que, no mundo em que vivemos, a aprendizagem é infinita, cenários mudam o tempo todo, e devemos acompanhar as evoluções. De acordo com uma pesquisa da Korn&Ferry, pessoas com capacidade de aprender rápido têm duas vezes mais chance de serem promovidas, por acompanhar melhor as transformações que ocorrem com frequência.

Por falar em mudanças, vivemos um momento inédito de quarentena, mas que pode ajudar quem deseja colocar em prática o aprendizado constante. Uma grande parcela da população está em casa e com isso pode conseguir um pouco mais de tempo para se dedicar aos estudos. O que não faltam são lives, eventos e conteúdos para estudar e se atualizar.

Nesse cenário, empresas também podem – e devem – contribuir, incentivando o aprendizado dos funcionários e fornecendo ferramentas e materiais de qualidade que os ajudem nessa jornada. Um exemplo disso é compartilhar conteúdo em diversos formatos, elaborado para esse fim, como podcasts, cursos online ou e mails informativos com a base de colaboradores. Promover trocas de conteúdo entre as equipes, com indicações de links, vídeos e livros é outra forma simples de ajudar no desenvolvimento de todos.

Entram também ações como promover a participação dos colaboradores em eventos (online neste momento, mas também os presenciais em outros períodos) e incentivar líderes a criarem planos de desenvolvimento mais robustos com todos os tipos de aprendizagem, não focando somente nos métodos formais.

Para quem quer começar essa jornada, minhas dicas são: escolher bem as fontes de estudo, ter claras as habilidades que são necessárias para seu desenvolvimento e, por fim, optar por temas que poderão ser colocados em prática no curto prazo. O estudo teórico é apenas 10% do aprendizado. O que vai fazer com que você realmente aprenda um assunto é aplicá-lo.

Uma dica final é: sempre que possível, una tudo isso a seus gostos e interesses pessoais, com temas que te despertem a vontade de saber mais, que gerem curiosidade. Assim, a tarefa que parece assustadora, de aprender constantemente, se torna um hábito prazeroso e recompensador.