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Magento cresce mais de 10x em faturamento durante o último ano

A Magento, plataforma de e-commerce líder de mercado e que foi adquirida pela Adobe em 2018, cresceu dez vezes em faturamento durante o ano fiscal de 2019, na comparação entre o primeiro e o último trimestre do mesmo ano. Presente em mais de 180 países, a companhia tem no Brasil o maior mercado da América Latina e mais de 15% da sua receita global.

Além do crescimento em faturamento, a Magento apresenta bons números também na quantidade de novos parceiros comerciais e de novos clientes. A companhia fortificou e consolidou a estratégia de parceiros, cujo número aumentou em mais de 40%. “Nossa estratégia não é ter uma quantidade enorme de parceiros, porque trabalhamos muito próximos de cada um. O que desejamos é selar parcerias que atuam em diferentes indústrias e regiões. Trabalhamos forte nisso durante os últimos meses e, hoje, temos uma sólida cadeia de parceiros”, explica Stella Guillaumon, general manager da Magento.

Durante o último ano, a empresa também conquistou clientes importantes no Brasil. Dentre os mais de 70 novos contratos estão marcas como Nestlé, Havan, Espaçolaser e Puma.

Stella afirma que os resultados são fruto de um esforço coletivo da companhia, e que, com a aquisição da Adobe, a marca Magento ganhou ainda mais força. “Já vínhamos desenvolvendo muito nossa tecnologia. Mas, com a Adobe, agregamos mais soluções dentro da nossa ferramenta. Lançaremos, nas próximas semanas, a inteligência artificial da Adobe, o Adobe Sensei, para recomendação de produtos em e-commerce. Além disso, a oferta de uma plataforma de comércio eletrônico com todos os recursos de marketing cloud da Adobe representa uma solução completa em experiência digital.”

A executiva conta ainda que, mesmo com a recessão por conta da pandemia, os planos e as metas da empresa não sofreram grande impacto. “A migração para o digital é um caminho sem volta. A quarentena em muitas cidades fez com que vários negócios passassem a atuar no comércio digital para se manterem em funcionamento. E mesmo depois que a crise do Covid-19 passar, essas empresas não deixarão de ter no on-line um importante canal de vendas”, finaliza Stella.

Medidas do Governo e a urgência do planejamento sucessório

Por Renata Mangueira

No momento em que a sociedade está preocupada com o COVID 19 e os noticiários buscam alertar a população sobre a pandemia, o Governo de São Paulo se junta com a oposição do PT e, sem os holofotes das coletivas diárias do Palácio dos Bandeirantes, tenta aumentar o ITCMD no Estado de 4% para 8%.

Não espanta a voracidade do Governo de São Paulo para aumentar os impostos! O que se estranha é que isso seja feito num momento ímpar e tão delicado, aproveitado pelos Deputados Estaduais Petistas para apresentar um Projeto de Lei propondo aumentar o imposto que incide sobre heranças e doações, sob a justificativa da desigualdade social.

Nem se diga que o imposto afeta somente os mais endinheirados, já que na Capital, a cidade mais afetada pelo COVID 19, a maioria dos imóveis supera o valor de isenção que passará a ser de 4.000 UFESPs (R$ 119.000,00) se for o único herdado ou 10 mil UFESPs (R$ 276.000,00) caso seja um imóvel residencial e os herdeiros nele residam e não tenham outra propriedade.

O Projeto de Lei nº 250/2020, além de alterar a alíquota atual do ITCMD de 4% para até 8%, prevê também a alteração da base de cálculo do imposto que passará para o denominado “valor de mercado”, contrariando o artigo 38 do Código Tributário Nacional que estabelece que a Base de Cálculo do ITCMD é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos, além de contrariar a pacífica jurisprudência do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Não bastasse a pretensão do Governo de aumentar a carga tributária, o mencionado Projeto de Lei nº 250/2020, contraria expressamente o disposto no art. 146 da CF/88, ao atribuir a responsabilidade solidária pelo recolhimento, às entidades de previdência complementar, públicas ou privadas, e as seguradoras, na hipótese de transmissão de valores e direitos relativos a planos de previdência complementar, tais como, PGBL ou VGBL.

Assim, aquele que conseguiu durante anos poupar para garantir uma aposentadoria um pouco melhor terá que dividir com o Fisco Paulista a poupança feita para a velhice.

Diante da ganância do Governo de São Paulo em franco e sorrateiro conluio com a oposição, torna-se cada vez mais necessário pensar no planejamento sucessório, pois no ano seguinte à aprovação do referido Projeto de Lei, em respeito ao princípio da anterioridade tributária, a mordida do ITCMD dobrará de tamanho.

E já que a justificativa do Projeto de Lei, segundo os Deputados Petistas autores do mesmo, é o COVID 19, que alterou nosso modo de pensar e introduziu reflexões importantes no nosso dia a dia, agora, mais do que nunca é importante refletir sobre a finitude da vida e tratar de certos assuntos de forma preventiva, diminuindo o desgaste dos entes queridos na abertura da sucessão.

Diante deste contexto, é importante entender que a burocracia e a carga tributária de um Inventário podem ser amenizadas com o chamado planejamento sucessório.

E, ao falar nesse tipo de planejamento logo podem aparecer muitas dúvidas que vão além de questões legais, já que cada indivíduo deve refletir como deseja que o seu patrimônio seja transferido aos seus herdeiros ou legatários em caso de falecimento.

O planejamento sucessório consiste em definir previamente de que forma o patrimônio, resultado do esforço e dedicação de uma vida inteira de trabalho, será dividido deixando resolvidas muitas questões financeiras que poderiam gerar inseguranças e conflitos entre os herdeiros.

Além disso, planejar permite que o patrimônio seja preservado, na medida em que os impostos incidentes numa transmissão inter vivos, são sensivelmente inferiores àqueles que incidem no falecimento (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação), como já referido, além do fato de que os custos de um Inventário, seja judicial ou extrajudicial (se cumpridos os requisitos legais para tanto), são relativamente expressivos e muitas vezes ultrapassam 15% do valor da herança.

O COVID 19 nos fez rever nossas prioridades, nos ensinou que prevenir é sempre melhor e que devemos pensar no próximo. Portanto, pensar na nossa sucessão é prevenir muitos problemas, além de evitar que boa parte do patrimônio vá parar nas mãos do Governo do Estado.

Assim, o planejamento sucessório deve entrar na lista de prioridades e deve ser entendido como um projeto familiar, tal como a construção de uma casa, pelo qual após ponderar intimamente sobre como gostaria que fosse sua sucessão, deverá contar com a consultoria de um advogado especialista no assunto que, ao final, elaborará os documentos pertinentes observando todos os critérios e limites da legislação brasileira.

Logo, não basta só pensar! É necessário agir, colocar no papel de forma detalhada e obedecendo os aspectos legais, no que se refere à herança legítima, questões societárias, regime de bens, a quota disponível, etc. para evitar questionamentos futuros, já que no Brasil existem herdeiros necessários que não podem ser excluídos da sucessão.

Há diversas formas de se efetuar um planejamento sucessório, que serão escolhidas dependendo do perfil do cliente, tanto em relação à dimensão do patrimônio (imóveis, móveis, ativos financeiros) quanto em relação aos herdeiros, suas necessidades e características individuais, na medida em que as famílias são muito diferentes umas das outras.

Entre as opções mais comuns de planejamento sucessório estão o testamento, a doação em vida, a aplicação em fundos de previdência (VGBL), seguros, a constituição de uma “holding familiar”. No Brasil, o “trust”, ainda é pouco difundido devido à sofisticação do modelo e pela necessidade de transferir a Terceiros o poder de administração sobre o patrimônio.

A decisão de fazer um planejamento sucessório, para saber qual é o modelo mais adequado ao seu projeto familiar e que atende as necessidades de todos os envolvidos, exige que você consulte um advogado especialista no assunto que saberá colocar no papel os anseios finais, de uma vida bem sucedida, que rendeu frutos, soube amadurecer e lidar com os bons e maus momentos da existência.

Renata Mangueira Souza, Especialista em Processo Civil e Família, sócia do escritório Silva Nunes Advogados

Agrofy vence prêmio “Emerging Startup Awards 2020”

A Agrofy, startup argentina que busca ser o maior marketplace para o agronegócio do mundo, foi selecionada entre as “Startups Emergentes”, por pesquisa da AgriTech, no prêmio “Tracxn Emerging Awards 2020”, no dia 28 de maio.

O prêmio reconhece a Agrofy como uma das principais empresas agrícolas do mundo, sendo premiada na categoria “Minicorn”, que reconhece o desempenho das startups e elegem as que apresentam alto potencial para conquistar o título de unicórnio. “Estamos orgulhosos por esse reconhecimento, ainda mais pela nossa história e por levarmos o DNA agro da origem argentina da empresa para outros países e com serviços inovadores e adaptados para cada região”, destaca Rafael Sant’Anna, country mananger da Agrofy no Brasil.

Escolhida na categoria “Minicorn”, que elege os empreendimentos de alto crescimento em estágio inicial (Série A +) com competência de levar os negócios para o próximo nível, escalando em ritmo de crescimento acelerado. “Estamos muito felizes por sermos escolhidos e reconhecidos como uma das principais expoentes do setor ao promover novas tecnologias e soluções para os produtores rurais”, completa Sant’Anna.

O prêmio é organizado pela Tracxn, plataforma global projetada para investidores que rastreia empresas inovadoras em mais de 300 setores de tecnologia, com cerca de 800 temas emergentes em mais de 30 países. Os critérios de avaliação envolvem o acompanhamento das atividades das empresas presentes no ecossistema das startups pelo mundo, incluindo fundos de capital de risco, fundos de private equity e bancos de investimento, entre outros.

A plataforma destaca que o setor AgriTech é um dos mais atraentes para os investidores ao movimentar US $ 28,6 bilhões no mundo investidos em 2.200 empresas por ano. Confira a lista com todos os participantes da competição em http://tracxn.com/d/emerging-startups/agritech-startups-2020.

CGI.br celebra 25 anos com relevantes contribuições para o desenvolvimento da Internet no Brasil

 

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) completou ontem, 31 de maio, 25 anos de atividades e relevantes contribuições para o desenvolvimento da Internet no Brasil. Desde sua criação, o CGI.br trabalha na elaboração de diretrizes e estratégias relacionadas ao desenvolvimento da rede no país, promovendo diversas ações como a Gerência da Porta 25, a publicação do Decálogo de Princípios para a Governança e Uso da Internet, além das contribuições fundamentais que culminaram na elaboração e aprovação do Marco Civil da Internet, e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

“Em seus 25 anos de trajetória, o CGI.br tem atuado em decisões cruciais para o desenvolvimento da Internet como a conhecemos hoje. É exemplo democrático de governança da Internet, elogiado internacionalmente, com representação de todos os setores da sociedade e decisões baseadas em consenso, que buscam a contínua evolução da Internet”, destaca Maximiliano Martinhão, coordenador do CGI.br.

Um dos momentos relevantes da história do CGI.br se deu numa ação de combate ao spam, conhecida como “Gerência da Porta 25”, nome dado ao conjunto de políticas e tecnologias implantadas em redes de usuários finais ou de caráter residencial que procura separar as funcionalidades de submissão de mensagens, daquelas de transporte de mensagens entre servidores.

A adoção da gerência da Porta 25 tem sido tema nos Fóruns de Internet Mundiais desde 2000, e é recomendação formal de diversos órgãos internacionais como OECD, FTC e MAAWG, como forma de combate ao envio de spams a partir de computadores atacados. No Brasil a medida foi recomendada pelo CGI.br através de sua resolução “CGI.br/RES/2009/02/P“, em 2009. A adoção desse gerenciamento traz inúmeros benefícios para a sociedade, como dificultar o abuso da infraestrutura da Internet para atividades ilícitas e aumentar a rastreabilidade em casos de abusos e diminuir aborrecimentos aos usuários.

“O Brasil era considerado um dos maiores emissores de spam do mundo por conta do grande número de máquinas com software desatualizados. Por isso, a criação de uma Comissão de Trabalho Antispam no CGI.br e uma estratégia para o combate desse cenário foi extremamente importante e fundamental para o uso correto da rede, evitando com isso que a porta 25 seja tão facilmente utilizada por spammers. Em decorrência desses esforços do CGI.br, o país deixou o posto de estar entre os ‘reis do spam’ e passou a servir de exemplo internacional de articulação entre os setores para a solução de um problema de abuso da infraestrutura de Internet”, ressalta Henrique Faulhaber, conselheiro do CGI.br e um dos autores do livro fruto deste trabalho, “Combate ao spam na Internet no Brasil: Histórico e reflexões sobre o combate ao spam e a gerência da porta 25 coordenados pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil“.

Valorizando o modelo multissetorial na criação de suas resoluções e considerando a necessidade de embasar e orientar as ações e decisões do Comitê segundo princípios fundamentais, o CGI.br aprovou em 2009 oDecálogo de Princípios para a governança e uso da Internet, que englobam direitos como liberdade, privacidade, universalidade, diversidade, neutralidade e inimputabilidade da rede, entre outros.

“O Brasil foi pioneiro, por meio do CGI.br, ao elaborar um conjunto de princípios que contemplam contextos técnicos, sociais, econômicos, políticos e culturais da governança e uso da Internet. Essa Declaração foi e continua sendo uma referência não apenas nacional, mas internacionalmente, inspirando países a terem as suas próprias Declarações que prezem por uma governança democrática. Não a toa, o decálogo representa um dos principais feitos do CGI.br”, reforça Hartmut Glaser, secretário-executivo do Comitê Gestor, que lembra ainda que o documento foi aprovado em consenso pelos diversos setores representados no CGI.br.

O Decálogo serviu como base para a criação do Marco Civil da Internet, Lei n° 12.965/2014, em que o CGI.br teve grande participação na apresentação, tramitação, debate e aprovação. O Marco Civil da Internet foi sancionado pela Presidente da República em 2014, durante a abertura da Reunião Multissetorial Global Sobre o Futuro da Governança da Internet, também chamada de Netmundial, evento organizado pelo CGI.br em parceria com entidades internacionais envolvidas com a governança da Internet.

“O decálogo de Princípios do CGI.br, somado à aprovação do Marco Civil da Internet, ganharam repercussão nacional e internacional, levando o Brasil a ocupar posição de destaque por ter uma organização de caráter multissetorial de governança da Internet, e também pela elaboração de um marco regulatório que define os princípios-chave para uma Internet livre e aberta, que considera regras de proteção ao usuário”, esclarece Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br e representante do notório saber no CGI.br.

A criação da Lei Geral de Proteção de Dados também contou com grande apoio do CGI.br. O assunto vem sendo discutido desde 2011 no “Seminário de Proteção à Privacidade e aos Dados Pessoais”, promovido anualmente pelo CGI.br, e que se tornou o principal palco para debates sobre o tema no país, sediando a articulação e os estudos para a existência da lei no Brasil. “O seminário já se consolidou como um dos eventos mais importantes sobre o tema e promove debates ricos e de extrema relevância para o desenho de políticas públicas e leis para disseminar a efetiva cultura de proteção de dados no país”, finaliza Getschko.

Umas das mais recentes contribuições do CGI.br, atento ao cenário de quarentena e isolamento social imposto pela pandemia Covid-19 e intensificação do uso da Internet, foi sua manifestação, por meio de nota públicacom recomendações ao Executivo e ao Legislativo, aos usuários de forma geral, às empresas de TIC, ao terceiro setor e à comunidade acadêmica. Também se posicionou nas últimas semanas sobre tratamento de dados pessoais e vigilância neste período de isolamento social.
Comemoração
Embora o período não seja de comemorações, para marcar seus 25 anos, o CGI.br promoveu na última sexta-feira, dia 29 de maio, um evento on-line que discutiu as conquistas do multissetorialismo para a governança da Internet, a importância da rede durante o isolamento imposto pela Covid-19 e o futuro da rede, além de destacar realizações do Comitê em todos estes anos. Também foram anunciados no evento os homenageados na primeira edição do “Prêmio DESTAQUES em Governança da Internet no Brasil“. O evento pode ser revisto aqui: http://www.youtube.com/watch?v=1Vb0lwUnSu4.

ABES e ABGI trazem MCTIC e empresas para debater a Lei do Bem e competitividade empresarial

Sancionada no ano de 2005, a “Lei do Bem” (Lei 11.196) tem a missão de promover incentivos fiscais para que as empresas invistam em pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias. Empreendimentos de diversos setores podem utilizar desse incentivo, desde que estejam tributadas pelo lucro real, tenham lucro fiscal no ano base de utilização e Certidões Negativas de Débito em dia. Dentro da competitividade mercadológica, essa lei permite que as empresas ganhem mais destaques nas áreas de pesquisa.

Especialmente durante uma pandemia, essa lei ganha importância entre os instrumentos de estímulos às empresas, principalmente para aqueles que desejam investir em pesquisas de inovações tecnológicas. “A Lei do Bem trouxe oportunidade e concessões nos incentivos fiscais para que os empreendimentos possam realizar pesquisas e desenvolver novas tecnologias. O crescimento de uma nação precisa de investimento em pesquisa, desenvolvimento e tecnologia”, comenta Dr. Manoel dos Santos, diretor jurídico da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software.

Para discutir o tema, a ABES, em parceria com a ABGI – consultoria especializada em incentivos fiscais, fomento, processos, gestão da inovação e gestão financeira, reúne especialistas para analisar os impactos da legislação na competitividade global e os desafios que o mercado terá que enfrentar durante e após a pandemia. O evento, em formato de webinar, acontece no dia 3 de junho, às 14h30, as inscrições gratuitas estão disponíveis no site http://www.sympla.com.br/ABESSOFTWARE.

“É importante que as empresas tenham o conhecimento dessa lei e da forma que opera, assim elas poderão buscar novidades nos negócios e traçar novos objetivos no mercado”, explica Santos.

Para a representante da consultoria ABGI, Pollyana Souza, “a Lei do Bem é um dos principais mecanismos financeiros que tem contribuído para o estímulo no investimento em projetos de PD&I no Brasil. No momento atual, a Lei do Bem se apresenta como um importante instrumento de apoio às empresas na redução dos impactos da pandemia: uma alternativa para redução dos custos tributários, manutenção da área de inovação e de empregos. Nesse sentido, é extremamente relevante para retomada da competitividade das empresas.”

“O propósito principal da Lei do Bem é fomentar a inovação. Porém, nesses quase 15 anos desde a sua edição, o cenário mudou. Se hoje as empresas estão inovando por meio de inovação aberta com startups, é natural que seja necessário revisitar o arcabouço legal para refletir essa nova realidade, permitindo que a Lei do Bem possa cumprir seu papel de incentivo à pesquisa tecnológica no Brasil por meio de investimento em Fundos de Investimento em Participações da categoria Capital Semente (FIP – Capital Semente, nos termos da Instrução CVM nº 578/16) “, comenta Franklin Luzes, Vice-Presidente da Microsoft Participações

Na mesa de debate, estarão presentes:

Pollyana Souza

Diretora de Operações da ABGI

Jorge Mário Campagnolo

MCTIC – Diretor do Departamento de Apoio à Inovação

Francisco Silveira dos Santos

MCTIC – Coordenador de Incentivos e Transferência Tecnológicos

Andriei Gutierrez

Coordenador do Comitê Regulatório da ABES e do Movimento Brasil, País Digital

Franklin M. Luzes Jr.

Vice-Presidente – Microsoft Participações. É o idealizador do FIP BR Startups e do FIP Inova WE, o qual tem como objetivo fomentar o empreendedorismo feminino no Brasil.

Dr. Manoel dos Santos

Diretor jurídico da ABES

Webinar: O uso da Lei do Bem para a competitividade das empresas

Data: 3 de junho

Hora: 14h30

Inscrições: http://www.sympla.com.br/ABESSOFTWARE

Como preparar o coworking para o pós-pandemia

Embora ainda tumultuado por conta do cenário de pandemia, escritórios de coworking já começam a vislumbrar dias melhores quando a propagação do Covid-19 estiver contida. Enquanto alguns ainda estão pensando como farão a reabertura de seus espaços, outros já estão em um passo à frente e fazendo os preparativos para retomada do trabalho presencial.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo ISE Business, 80% dos gestores afirmam gostar da nova maneira de trabalhar. Apesar de alguns colaboradores celebrarem o fato de poder trabalhar no conforto de suas casas, a prática possui algumas desvantagens para as organizações e acreditar que as empresas passarão a adotar 100% o trabalho remoto é uma utopia para Bruna Lofego, especialista no segmento e curadora do curso “Como montar um coworking de sucesso”.

Segundo a especialista, existe a necessidade de uma interação entre colaboradores e absorção cultural da empresa, que a forma remota gera um pouco o afastamento. “Embora quase tudo possa ser feito online, o olho no olho ainda faz diferença para muitas empresas, principalmente o sentimento de você estar dentro da companhia e no direcionamento, controle e motivação das equipes de trabalho”, diz.

Assim, reabrir escritórios após um período tão longo pode ser uma tarefa difícil com a qual muitos líderes de negócios nunca tiveram que lidar antes. Para ajudar quem deseja preparar o coworking para o pós-pandemia, Bruna Lofego lista dicas valiosas para organizar o ambiente.

Conscientização dos colaboradores

Desde março, as empresas se viram obrigadas a fechar suas portas e conceder o home-office aos seus funcionários. Após o término da pandemia, os coworkings deverão ter a preocupação de conscientizar os usuários do ambiente. “Eu prego a higiene através da conscientização das pessoas, que precisarão por um período usar máscaras, luvas e álcool em gel. Além disso, será importante a manutenção das mãos limpas e a orientação de não entrar em uma sala de reunião sem máscara”, pontua Bruna.

Acompanhamento multitarefas

Quando os funcionários forem orientados a voltar para suas atividades no escritório, o papel dos empresários será o de fazer com que os colaboradores se sintam seguros “Eu prego o retorno imediato com o acompanhamento multitarefas das equipes para se manterem seguros. Medir temperatura, avisos de lavar a mãos, revezar o horário de almoço e, principalmente, se sentiu mal, fique em casa”, aconselha a especialista.

Atenção com os suprimentos

Muito tempo passou desde que os escritórios tiveram que fechar suas portas, mas e como ficaram os mantimentos, como papel higiênico, café, água, papel para impressora, sacos de lixos? “Não deixe para fazer essas compras de última hora, pode não dar tempo de conseguir todos os suprimentos básicos e garantir o bem-estar dos colaboradores”, esclarece Bruna.

Cautela na tomada de decisões

De acordo com Bruna, o período difícil vivenciado por todos pode ser usado para que o empresariado olha para dentro de seus negócios e tenha cautela nas tomadas de decisões. “Analise como está seu portfólio de produtos, como está seu custo fixo, se o CMV (Custo das Mercadorias Vendidas) representa mais de 40% do seu negócio. Caso sua empresa não possua uma renda fixa, é hora de acender uma luz amarela. Gaste energia com aquilo que você tem controle”, alerta Bruna.

Busque diferenciais

Sobre o futuro dos coworkings, Bruna acredita que o setor será solução para quem perdeu emprego ou vai querer reduzir os custos operacionais de suas empresas. Aos empresários que desejam surfar na onda do setor como um facilitador, a especialista orienta na busca por diferenciais. “Além de investimento em centrais telefônicas, internet com velocidade e capacitação de colaborador, os espaços compartilhados deverão incluir outros serviços para atrair o cliente.O serviço de comunidade e conexão entre as empresas é o que vai atrair a alavancagem do nosso no negócio”.

Associação com outras empresas

O novo coronavírus mudou completamente a maneira como as relações pessoais são feitas. Um dos grandes diferenciais do coworking, o networking, poderá ficar ameaçado uma vez que as pessoas evitarão uma proximidade física maior. Para Bruna, a saída é utilizar um conceito chamado ‘associação entre empresas’. “A partir do momento que economia colaborativa for alavancada dentro deste ecossistema, a margem de lucro de uma empresa tende a escalar de uma forma que todos se beneficiem”, encerra.

Boehringer Ingelheim anuncia novo Head de Digital no Brasil

Germano Duarte assume a liderança da área de Digital na Boehringer Brasil, onde terá como principal desafio consolidar o processo de transformação digital da companhia. Nessa posição, o executivo será responsável pelo relacionamento com as áreas de negócio, trazendo novas ferramentas e plataformas para dar suporte aos profissionais de saúde.

Reportando-se para a área de Commercial Operation, o executivo também atuará na entrega de soluções que tornem o papel do representante cada vez mais estratégico, auxiliará na sustentação e criação de novos modelos de negócio e crescimento de share of voice das marcas em diferentes canais, de acordo com a estratégia de marketing.

Com 10 anos de experiência na Indústria Farmacêutica nas áreas de Marketing, Digital & Multi-Channel e Inteligência de Mercado, Duarte é Farmacêutico-Bioquímico pela USP e tem MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela FIAP. Já atuou em empresas como Takeda, Lilly e Ferring e nos últimos 4 anos participou da construção da nova área de Aceleração Digital na Sanofi.

Ranking 2020 de melhores equipes executivas da América Latina traz os destaques do setor de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações

A Institutional Investor publicou os vencedores de uma análise franca de mais de 600 analistas de carteira, gestores financeiros e pesquisadores de mercado na pesquisa Equipe Executiva América Latina. A pesquisa nomeou os melhores diretores executivos, diretores financeiros e profissionais de Relações com Investidores em 16 setores de negócios da região.

“A Institutional Investor está muito feliz em apresentar o mais recente feedback da comunidade de investimentos focado na América Latina”, comenta Ursula Kizy, Diretora de Relações com Investidores das Américas da Institutional Investor.

“À medida que as companhias gerenciam as amplas e variadas implicações da COVID-19 em seus negócios, suas equipes de Relações com Investidores devem fornecer atualizações financeiras minuto-a-minuto, incluindo os impactos de curto e longo prazo da pandemia, tudo isso em um ambiente imprevisível e incerto. Comunicação oportuna, bem elaborada e concisa da intenção e direção da empresa, bem como um forte acesso corporativo são agora mais necessários do que nunca para acalmar os medos e tranquilizar os acionistas. Tendo conversado com muitos profissionais de RI bem posicionados na pesquisa Equipe Executiva América Latina, eles, juntamente com seus CEOs e CFOs, estão enfrentando o desafio e, em muitos casos, obtendo sucesso na novidade da comunicação virtual constante.”

“Nossos resultados da pesquisa Equipe Executiva América Latina definem os CEOs, CFOs e equipes de RI da região mais bem sucedidos em atender as demandas da comunidade de investidores.”

Analistas de carteira, gestores financeiros e pesquisadores de mercado em empresas de valores imobiliários e instituições financeiras que cobrem a região foram solicitados a identificar a excelência em relação a vários critérios:

• Relações com Investidores bem informadas e autorizadas
• Rapidez e rigor na divulgação de informações financeiras
• Resposta rápida a solicitações
• Conference calls
• Qualidade em eventos/ apresentações de NDR/ Divulgação de resultados

Abaixo estão algumas das companhias com o melhor desempenho na pesquisa Equipe Executiva América Latina 2020:

São Martinho (Brasil)
Arca Continental (México)
Randon (Brasil)
Hapvida Participações e Investimentos (Brasil)
Cemex (México)
Vale (Brasil)
Cogna Educação (Brasil)
Petrobras (Petróleo Brasileiro) (Brasil)
ENGIE Brasil Energia (Brasil)
Suzano (Brasil)
Itaú Unibanco Holding (Brasil)
Multiplan Empreendimentos Imobiliários (Brasil)
IRB Brasil Resseguros (Brasil)
Magazine Luiza (Brasil)
MercadoLibre (Argentina)
Localiza Rent a Car (Brasil)

CEOs com melhor desempenho:

Aurélio Pavinato – SLC Agricola (Brasil)
Daniel Raul Randon – Randon (Brasil)
Fernando Gonzalez Olivieri – Cemex (México)
Rodrigo Calvo Galindo – Cogna Educação (Brasil)
Eduardo Antonio Gori Sattamini – ENGIE Brasil Energia (Brasil)
Sérgio Agapito Lires Rial – Banco Santander (Brasil) (Brasil)
José Carlos Cardoso – IRB Brasil Resseguros (Brasil)
Arturo Gutierrez Hernandez – Arca Continental (México)
Irlau Machado Filho – Notre Dame Intermédica Participações (Brasil)
Eduardo de Salles Bartolomeo – Vale (Brasil)
Roberto da Cunha Castello Branco – Petrobras (Petréleo Brasileiro) (Brasil)
Walter Schalka – Suzano (Brasil)
Martin Andres Jaco – BR Properties (Brasil)
Frederico Trajano Inácio Rodrigues – Magazine Luiza (Brasil)
Dennis Herszkowicz – TOTVS (Brasil)
Eugenio Pacelli Mattar – Localiza Rent a Car (Brasil)

CFOs com melhor desempenho:

Felipe Vicchiato – São Martinho (Brasil)
Paulo Prignolato – Randon (Brasil)
Jose Antonio Gonzalez – Cemex (México)
Jamil Saud Marques – Cogna Educação (Brasil)
Manuela Molina Peralta – Infraestructura Energetica Nova (México)
Angel Santodomingo Martell – Banco Santander (Brasil) (Brasil)
Fernando Passos – IRB Brasil Resseguros (Brasil)
Emilio Marcos Charur – Arca Continental (México)
Marcelo Marques Moreira Filho – Notre Dame Intermédica Participações (Brasil)
Luciano Siani Pires – Vale (Brasil)
Andrea Almeida – Petrobras (Petróleo Brasileiro) (Brasil)
Marcelo Feriozzi Bacci – Suzano (Brasil)
Armando D’Almeida Neto – Multiplan Empreendimentos Imobiliários (Brasil)
Roberto Bellissimo Rodrigues – Magazine Luiza (Brasil)
Pedro Arnt – MercadoLibre (Argentina)
Mauricio Fernandes Teixeira – Localiza Rent a Car (Brasil)

TP-LINK lança roteador com tecnologia Wi-fi 6


A TP-Link, marca global líder em conectividade, lança no Brasil o roteador Archer AX10, equipamento com a inovadora tecnologia Wi-Fi 6, a sexta geração do Wi-Fi, que garante, além do aumento da velocidade, maior capacidade de dispositivos conectados ao mesmo tempo sem congestionar a rede.

O Wi-Fi 6, também conhecido como “AX Wi-Fi” ou “802.11ax” Wi-Fi, foi desenvolvido e aprimorado com base no atual padrão Wi-Fi 802.11ac. O Wi-Fi 6 surgiu como resposta ao crescente número de dispositivos no mundo. Para quem tem vários aparelhos conectados em casa como Smart TV, Smartphones, tablets, assistente virtual e vídeo games, a tecnologia Wi-Fi 6 é a melhor opção em Wi-Fi para esse perfil de usuário.

Além de mais rápido, o AX10 aumenta a eficiência e melhora a transferência de dados, se comprado aos roteadores de gerações anteriores, uma vez que foi totalmente projetado para aumentar a velocidade e a eficiência, reduzindo o congestionamento em cenários de alto consumo de internet.

De acordo com Marcello Liviero, Diretor Comercial da TP-Link Brasil, a tecnologia Wi-Fi 6 estabelece um novo padrão para redes sem fio oferecendo mais agilidade, segurança, economia de energia e facilidades no uso simultâneo de conexão de internet. Entre as principais características do roteador dual band Archer AX10, o destaque é para a velocidade de até 1.5 Gbps (1201 Mbps na banda de GHz e 300 Mbps na banda de 2.4 GHz).

“O bom desempenho da velocidade ainda é garantido pelas Portas Gigabit e CPU com três núcleos de 1.5 Ghz, garantindo resposta instantânea às atividades na rede”, esclarece.

Outra vantagem do Archer AX10 são as quatro antenas e a tecnologia Beamforming, que concentra o sinal individualmente para cada dispositivo conectado, melhorando a experiência de navegação de todos os usuários. Já os recursos OFDMA e MU-MIMO permitem mais conexões simultâneas sem queda de velocidade. Ou seja, mais capacidade para cada vez mais dispositivos conectados à rede Wi-Fi.

O executivo ressalta ainda que o Archer AX10 pode ser facilmente configurado pelo celular através do aplicativo Tether, exclusivo da TP-Link, que é intuitivo e prático. “Esse lançamento no Brasil faz parte do nosso objetivo de sempre inovar e ofertar as melhores soluções em conexão sem fio ao mercado, melhorando a experiência e conectividade dos usuários”, conclui.

Banco PAN anuncia Fabio Jabur para comandar Dados, Marketing e CRM

O Banco PAN anuncia a chegada de Fabio Jabur como novo CDO (Chief Data Officer) e superintendente executivo de Marketing e CRM. Fabio tem experiência consolidada no setor financeiro, com passagens em grandes bancos e instituições financeiras no Brasil e nos Estados Unidos, incluindo Bank of America e BankBoston.

Fabio terá o desafio de comandar as iniciativas de inteligência artificial e ciência de dados do Banco, permitindo a geração de modelos e insights de negócios a partir de dados estruturados e não estruturados.

As frentes de Marketing e CRM também estarão sob sua responsabilidade. Ambas são intimamente ligadas ao uso de dados assertivos para geração de valor sobre produtos, serviços e a própria marca do Banco, além de permitirem a definição de estratégias a partir da análise da interação de clientes e prospects com a instituição.

BRQ Digital Solutions amplia contratação e cuidados com funcionários em meio a pandemia

Segundo estudo feito pelo Sebrae, 30% das empresas já demitiram os funcionários ou cogitam essa hipótese, mas na contramão desses números, a BRQ Digital Solutions, uma das maiores empresas de tecnologia do país, anuncia a abertura de vagas e cria um plano de contingência priorizando o time para garantir boas condições de trabalho em home office durante o período da quarentena.

Como os colaboradores já trabalhavam ao menos um dia da semana remotamente, o processo de colocar todos os funcionários da empresa em home office, em apenas sete dias, foi facilitado, mas não deixa de ter seus desafios. “Este isolamento social nos possibilitou um grande mergulho no digital e, quanto mais tempo confinados, mais temos aprendido nesse lockdown. Trabalhar com toda a operação em home office foi uma quebra de paradigma, mas que tem dado muito certo, tanto que, nosso objetivo é adotar o trabalho 100% home office de vez” explica o CEO e fundador da empresa, Benjamin Quadros.

Com o lema #juntosdigitalmente, utilizados nas ferramentas de comunicação interna da empresa, a BRQ tem valorizado ainda mais seus talentos “Cada um dos nossos profissionais é protagonista da história da BRQ e não podemos deixá-los desamparados nesse momento de crise. Adequamos todas as nossas ações internas para estarmos ainda mais engajados neste período de isolamento.

Queremos fortalecer o sentimento de pertencimento neste momento, principalmente nas ações de saúde, bem-estar e qualidade de vida, para todos se sintam parte de uma empresa de tecnologia humana e que valoriza cada profissional”, comenta a gerente de marketing e endomarketing, Ligia Marcondes. Para manter o cuidado com as equipes, a BRQ dividiu o plano de contingência em três pilares:

Saúde Física

Pensando na saúde física de seus colaboradores, além de investir em Cartilhas e Lives com médicos para tirar dúvidas em relação ao Coronavírus, a empresa disponibilizou novos benefícios:

Telemedicina – serviço de orientação médica online: em abril, a empresa passou a disponibilizar um serviço disponível 24 horas, sete dias por semana, para colaboradores e dependentes. A ferramenta conta com médicos treinados no mais atualizado protocolo de atendimento contra o Covid-19 e são disponibilizados pediatras, das 10h às 22h, para quem tem crianças. É possível solicitar atestado médico e prescrição eletrônica, com certificação digital.

Dentista Online: Serviço de atendimento odontológico virtual. A conexão com especialistas é feita por vídeo que podem esclarecer dúvidas relacionadas a tratamentos, realizar consultas ou, até mesmo, receber orientações de procedimentos dentários.Tudo isso sem precisar sair de casa. Online de segunda à sexta, das 8h30 às 17h.

Campanha de Vacinação contra a Gripe para todos os funcionários e dependentes.

Aula ao Vivo de Ginástica para promover atividade física. Começamos com o treino funcional do atleta profissional de MMA Allan Popeye e já estamos programando as próximas”, comenta Ligia.

Desafios “fitness” – A ideia é promover uma competição saudável, que vale prêmios aos participantes que postam seus desafios no Workplace. A empresa também dispõe do Gympass que oferece também uma plataforma para fazer os treinos em casa.

Saúde Mental

Quando o isolamento social é uma realidade é preciso cuidar da saúde mental também e nem todas as ações precisam de investimento financeiro:

Café com os colegas – A ideia dessa ação foi aproximar líderes de seus times, propondo uma videoconferência descontraída de 20 minutos, uma vez por semana, para “tomar um café” e bater um papo sobre como eles estão. “O foco não é falar sobre trabalho, é perguntar como eles estão se sentindo neste período de isolamento,, assim poderemos ir além e identificar quem mais precisa da gente nesse momento, acionando a cadeia de ajuda se necessário”, afirma Ligia.

Happy Hour Digital – com foco em Entretenimento para a família, a BRQ tem investido em lives intimistas com cantores e artistas nas quais os funcionários podem participar via Workplace (enviando perguntas ou pedindo suas músicas preferidas) ou Instagram (convidando ainda os amigos para participar também). Às sextas-feiras, o happy hour já contou com a participação de Ricardo Japinha (CPM 22) e Thiago Castanho (Charlie Brown Jr.). A próxima atração será com funcionários.

Meetups Online de Saúde Mental – É possível tirar dúvidas com psicólogos e discutir assuntos preventivos; A gerente de endomarketing da empresa reforça que em breve, será lançado um Canal de Atendimento Psicológico 24h.

Incentivo ao comércio local

Como forma de ajudar os comerciantes de todo Brasil, a BRQ disponibiliza uma ferramenta para indicar profissionais em determinadas regiões que estão os colaboradores. “Essa e todas as demais iniciativas do plano de contingência foram pensadas para diminuir o impacto da crise nos profissionais. Nosso objetivo é manter nosso time engajado, produtivo e colaborativo, cada vez mais juntos digitalmente”, comenta Paula Molina, a coordenadora de Endomarketing responsável por desenvolver as novas ações.

Agibank anuncia novo Diretor de Relações com Investidores

O Agibank, banco digital omnichannel que tem o propósito de melhorar o dia a dia das pessoas e facilitar sua vida financeira, acaba de anunciar Thiago Souza Silva como seu novo diretor de Relações com Investidores.

Thiago é ex-Diretor Financeiro da Caixa Econômica Federal, tem quase 20 anos de atuação no mercado financeiro, onde ocupou posições de liderança nas áreas de administração, finanças, controladoria e relações com investidores. “Chego para intensificar as iniciativas de governança corporativa no Agibank e tornar ainda mais próxima a nossa relação com o mercado de capitais, sempre importante e ainda mais necessária no atual cenário”, comenta Thiago.

O executivo, que é graduado em Ciências Contábeis pela Universidade de Brasília e Mestre em Economia pela FGV/SP, cuidará da estrutura de RI, e também dos times administrativo, de estratégia, tesouraria, controladoria e finanças da instituição.