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Como unir a tecnologia ao setor de RH em uma empresa

Por Eduardo Hupfer, Product Manager da Connekt

No lugar de papéis, de currículos, de documento e contratos estão arquivos digitalizados. As pastas físicas, hoje, estão todas armazenadas nas nuvens da internet. No lugar da busca “a pé” de empregos e das dinâmicas e entrevistas de emprego presenciais, estão as plataformas inteligentes capazes de recrutar e pré-selecionar candidatos. O setor de RH passou por inúmeras transformações tecnológicas nos últimos anos e ficaria horas aqui para listar todas elas. Mas, uma preocupação recorrente deste movimento é: Para onde vai a humanidade dentro do novo cenário tecnológico dos RHs?

Apesar de assistirmos um setor cada vez mais alinhado com a transformação digital, posso afirmar que a área de ‘Recursos Humanos’ sempre contará conosco. A tecnologia entrou para o setor não para sumir com empregos ou substituir pessoas, como acreditavam que seria na Inglaterra durante a segunda metade do século XVIII, com a revolução industrial, mas para fazer com que as pessoas se dediquem mais a questões estratégicas e menos às questões operacionais.

Veja o momento que atravessamos com o avanço da pandemia do coronavírus e no reflexo dela no psicológico das pessoas, na economia e no mercado de trabalho. Dentro das empresas, por exemplo, as equipes de RH se uniram a outros setores como de TI e o financeiro e tomaram um papel fundamental no que diz respeito à responsabilidade corporativa, trabalhando em ações para cuidar dos colaboradores, reter talentos e diminuir custos. Sem dúvidas, as empresas que já tinham uma base tecnológica melhor estabelecida, saíram na frente.

Nas mais arcaicas, a barreira que existia entre tecnologia e setor causou danos à equipe, nas lideranças e, às vezes, na própria saúde financeira da empresas. Muitas não souberam migrar seus negócios para o ambiente virtual, não conseguiram modificar padrões de contratação de funcionários e mal se adaptaram ao home office, processos que já soavam como comuns em empresas mais atualizadas.

Como em outros segmentos, ressignificamos a pandemia a um momento de oportunidade, vimos ela acelerando processos que demorariam anos para de fato, ocorrer. Hoje, consigo ver o setor de RH mais desenvolvido e com perspectivas positivas para o futuro do que há seis meses eu via. As empresas voltaram a falar sobre as tecnologias, sobre adesão ao home office e o distanciamento de escritórios físicos. Além disso, sobre a importância de um setor de tecnologia bem formado e desenvolvido, a necessidade de atualização e aperfeiçoamento de processos, as atualizações de aplicativos e ferramentas que auxiliam no desenvolvimento do trabalho, com a personalização de tarefas e dando espaço a novas estratégias de Inteligência Artificial, analytics, big data, marketing de atração, geolocalização, vídeo conferências, entre outros.

A nova realidade do RH não é só a de selecionar colaboradores de maneira mais assertiva, de reunir documentos no espaço virtual ou incorporar conceitos de TI. Em resposta ao título do artigo, a tecnologia vem como uma ferramenta que permitirá que o foco das pessoas sejam em olhar uma para as outras. Na formação profissional, no desenvolvimento da carreira, saúde e inteligência emocional, trazendo valores como empatia, resiliência, parceria e conexão ao universo corporativo.

Será que agora estaremos inseridos em empresas um pouco mais humanas do que as que existiam na época de nossos pais? Mesmo que ainda tenha muito caminho pela frente, já estamos assistindo um novo movimento onde as empresas perceberam a relação de troca com os colaboradores, não apenas uma relação simplista de exploração de trabalho. ao substituir o trabalho repetitivo e sem significado, o RH está caminhando para um espaço que a tecnologia nunca tomará para si: o de pensar nas pessoas, afinal, a tecnologia vem como uma parceira em nosso trabalho, para servir de ferramenta para qualificar o que viemos fazendo até aqui e dar mais espaço aos Recursos Humanos.

Conheça as tentativas de fraudes e golpes financeiros mais comuns na quarentena e saiba como evitá-los

Com a pandemia do novo coronavírus, criminosos estão aproveitando o maior tempo online das pessoas e o aumento das transações digitais devido ao isolamento social para aplicar golpes financeiros. Mensagens de ofertas tentadoras e atrativas que, na verdade, direcionam para sites falsos, ou ainda o uso de avisos para que a pessoa recadastre urgentemente seus dados junto a uma instituição, escondem crimes que levam muita dor de cabeça e causam grande prejuízo financeiro para o consumidor.

Levantamentos feitos pela FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) mostram o crescimento de tentativas de várias modalidades de fraudes financeiras contra os brasileiros durante a crise da Covid-19. No período de quarentena, as instituições registraram aumento de 80% nas tentativas de ataques de phishing – que se inicia por meio de recebimento de e-mails que carregam vírus ou links e que direcionam o usuário a sites falsos, que, normalmente, possuem remetentes desconhecidos ou falsos.

O golpe do falso motoboy teve aumento de 65% durante o período de isolamento social. Já os golpes do falso funcionário e falsas centrais telefônica cresceram 70%. Recentemente, a FEBRABAN também revelou que no período da quarentena houve alta de 60% em tentativas de golpes financeiros contra idosos, o que resultou em uma campanha de alerta com o apoio da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, vinculada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, e do Banco Central.

A FEBRABAN e seus bancos investem constantemente em campanhas e ações de conscientização em seus canais de comunicação com os clientes para orientar a população a se prevenir de fraudes. “Queremos contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de prevenção a fraudes e do uso seguro dos canais digitais no país”, afirma Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

Ele ressalta que os bancos investem cerca de R﹩ 2 bilhões por ano em sistemas de tecnologia da informação (TI) voltados para segurança – valor que corresponde a cerca de 10% dos gastos totais do setor com TI para garantir a tranquilidade de seus clientes em suas transações financeiras cotidianas.

Atualmente, 70% das fraudes estão vinculadas à engenharia social, que consiste na manipulação psicológica do usuário para que ele lhe forneça informações confidenciais, como senhas e números de cartões para os criminosos. “Seja pelo telefone, por e-mail, pelas mídias sociais, SMS, o fraudador solicita dados pessoais do cliente, como números de cartões e senhas, em troca de algo, ou ainda induz o usuário a ter medo de alguma situação”, alerta Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN. “Os dados pessoais do cliente jamais são solicitados ativamente pelas instituições financeiras. Na dúvida, sempre procure seu banco para obter esclarecimentos.”

Entretanto, adverte que a população tem um comportamento de segurança no mundo digital diferente do mundo físico, em que as pessoas já se acostumaram a tomar cuidados com carteiras, pertences e celulares, quando estão em locais públicos e de grande movimentação. Conscientemente, as pessoas sabem o que podem ou não podem fazer, discernimento não tão comum no mundo digital.

Outro ponto que merece atenção no combate aos golpes financeiros é a ausência de uma lei federal que tipifique os crimes cometidos pelos meios digitais, o que gera grande prejuízo para toda a população brasileira, empresas privadas e o setor público. Atualmente, três projetos tramitam no Congresso, entre eles, o 2.638, que dispõe sobre a tipificação criminal de furto mediante fraude eletrônica, do deputado Marcelo Ramos (PR/AM).

“A certeza da impunidade gera um incentivo e um impulso ainda maior para que o crime aconteça. Caso o PL seja aprovado, existirá muito mais subsídios e condições de gerar uma punição mais efetiva contra os criminosos”, afirma Volpini.

Conheça os principais golpes aplicados e como eles devem ser evitados

Golpe do Falso Funcionário do banco

O que é: O fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário do banco ou empresa com a qual o cliente tem um relacionamento ativo. O criminoso informa que há irregularidades na conta ou que os dados cadastrados estão incorretos. A partir daí, solicita os dados pessoais e financeiros da vítima. Com os dados em mãos, o fraudador realiza transações fraudulentas em nome do cliente.

Como evitar: O cliente deve sempre verificar a origem das ligações e mensagens recebidas contendo solicitações de dados. É importante ressaltar que o banco nunca liga para o cliente pedindo senha nem o número do cartão e também nunca liga para pedir para realizar uma transferência ou qualquer tipo de pagamento. Ao receber uma ligação suspeita, o cliente deve desligar, pegar o número de telefone que está no cartão e ligar de outro telefone para tirar a limpo essa história.

Phishing (pescaria digital)

O que é: O phishing, ou pescaria digital, é uma fraude eletrônica cometida pelos engenheiros sociais que visa obter dados pessoais do usuário. A forma mais comum de um ataque de phishing são as mensagens e e-mails falsos que induzem o usuário a clicar em links suspeitos. Também existem páginas falsas na internet que induzem a pessoa a revelar dados pessoais. Os casos mais comuns de phishing são e-mails recebidos de supostos bancos com mensagens que afirmam que a conta do cliente está irregular, ou o cartão ultrapassou o limite, ou que necessita revalidar seus pontos nos programas de fidelidade, atualizar token ou, ainda, que existe um novo software de segurança do banco que precisa ser instalado imediatamente pelo usuário.

Como evitar: Sempre verifique se o endereço da página de internet é o correto. Para garantir, não clique em links: digite o endereço no navegador. Além disso, nunca acesse links ou anexos de e-mails suspeitos. Mantenha seu sistema operacional e antivírus sempre atualizados. Sempre prefira comprar em sites conhecidos, e nunca use computadores públicos para comprar algo no comércio virtual. Não repasse a outra pessoa nenhum código fornecido por SMS ou imagem de um QR Code enviado para autenticar alguma operação. Na dúvida, fale com seu banco.

Golpe do falso motoboy

O que é: O golpe começa com uma ligação ao cliente, de uma pessoa que se passa por funcionário do banco, e diz que o cartão foi clonado, informando que é preciso bloqueá-lo. Para isso, diz o golpista, bastaria cortá-lo ao meio e pedir um novo pelo atendimento eletrônico. O falso funcionário pede que a senha seja digitada no telefone, e fala que, por segurança, um motoboy irá buscar o cartão para uma perícia. O que o cliente não sabe é que, com o cartão cortado ao meio, o chip permanece intacto, e é possível realizar diversas transações.

Como evitar: Fique atento! Nenhum banco pede o cartão de volta ou envia qualquer pessoa ou portador para retirar o cartão na casa dos clientes. Então, desligue o telefone e ligue, de outro aparelho, para o banco, para verificar se realmente houve alguma irregularidade.

Golpe do falso leilão

O que é: O fraudador envia um link à vítima que simula um falso leilão. Para que possa ser dado um lance, a vítima tem que preencher formulários com seus dados pessoais e financeiros ou depositar um valor na conta do fraudador. Com dados como senha, número do cartão e CPF, o fraudador consegue fazer transações fraudulentas em nome do cliente.

Como evitar: O cliente nunca deve enviar dados, senhas e acessos a ninguém. É necessário sempre verificar a origem dos links recebidos antes de clicá-los. Além disso, deve-se verificar a veracidade do site de leilão e avaliações de outros usuários.

Golpe do WhatsApp

O que é: Os golpistas descobrem o número do celular e o nome da vítima de quem pretendem clonar a conta de WhatsApp. Com essas informações em mãos, os criminosos tentam cadastrar o WhatsApp da vítima nos aparelhos deles. Para concluir a operação, é preciso inserir o código de segurança que o aplicativo envia por SMS sempre que é instalado em um novo dispositivo. Os fraudadores enviam uma mensagem pelo WhatsApp fingindo ser do Serviço de Atendimento ao Cliente do site de vendas ou da empresa em que a vítima tem cadastro. Eles solicitam o código de segurança, que já foi enviado por SMS pelo aplicativo, afirmando se tratar de uma atualização, manutenção ou confirmação de cadastro. Com o código, os bandidos conseguem replicar a conta de WhatsApp em outro celular. A partir daí, os criminosos enviam mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, pedindo dinheiro emprestado.

Como evitar: Uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas” Configurações/Ajustes > Conta > Verificação em duas etapas). Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app. Essa senha não deve ser enviada para outras pessoas ou digitadas em links recebidos.

Golpe do extravio do cartão

Como é: No trâmite de entrega do cartão até a vítima, fraudadores furtam a correspondência contendo este cartão. Depois, ligam para a vítima se passando por um funcionário do respectivo banco informando que houve problemas na entrega do cartão. Para a resolução deste suposto problema, solicitam à vítima a senha deste cartão. Com os dados descobertos, fazem transações em nome da vítima.

Como evitar: O cliente nunca deve enviar dados, senhas e acessos a ninguém. Também nunca deve preencher formulários na internet com dados pessoais e financeiros sem verificar a origem. Caso o prazo de entrega do cartão se esgote, é preciso informar o gerente sobre o atraso.

Golpe do delivery

Como é: O cliente faz seu pedido via aplicativo. O entregador apresenta uma maquininha com o visor danificado ou de uma forma que impossibilite a visualização do preço cobrado na tela, sendo um valor acima do real cobrado. Só depois de algum tempo, a vítima percebe que efetuou um pagamento elevado.

Como evitar: O cliente deve sempre checar o preço cobrado no visor da maquininha e nunca deve aceitar maquininhas onde os valores que são cobrados não estejam visíveis. De preferência em fazer o pagamento via aplicativo e não no momento da entrega.

Magalu abre inscrições para programa de trainee exclusivo para pessoas negras

O Magalu, uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil, de acordo com o Great Place to Work Institute, abre inscrições, nesta sexta-feira, para seu programa de trainee 2021. A edição deste ano tem um formato inédito: aceitará apenas candidatos negros. O objetivo do Magalu com o programa é trazer mais diversidade racial para os cargos de liderança da companhia, recrutando universitários e recém-formados de todo Brasil, no início da vida profissional.

Serão aceitos candidatos formados entre dezembro de 2017 e dezembro de 2020, em qualquer curso superior. O conhecimento em língua inglesa e experiência profissional anterior não fazem parte dos pré-requisitos para a seleção. Candidatos de todo o Brasil podem participar, desde que tenham disponibilidade para se mudar para São Paulo. Caso o selecionado seja de fora da cidade, receberá um auxílio mudança.

O processo seletivo será dividido em seis etapas. A seleção começará com testes online, em seguida, eles passarão pela etapa que consiste na gravação de um vídeo de apresentação profissional e por entrevistas com o departamento de recursos humanos. Aqueles que seguirem no processo, serão entrevistados por diretores de área e, depois, pela Diretoria Executiva. Os finalistas participarão de uma conversa com Frederico Trajano, CEO da empresa.

Salário: R$ 6.600,00 + Bônus de contratação de 1 salário
Benefícios:
– PLR
– VR ou VA
– VT
– Plano médico e odontologico
– Gympass
– Univers
– Desconto em produtos
– Home Office híbrido
– Frutas no Escritório
– Liberdade pra se vestir como quiser
– Previdência Privada
– Bolsa inglês, além de uma grade de desenvolvimento
exclusiva para aceleração de carreira do trainee com Job Rotation e de sessões Mentoria


Duas das causas mais importantes do Magalu são a igualdade de oportunidades e a inclusão. Por enxergar a equidade racial e de gênero como uma ponte para ambientes empresariais mais bem-sucedidos e para um país mais igualitário, a companhia desenvolveu o primeiro programa de trainee exclusivo para negros do Brasil. Atualmente, o Magalu tem em seu quadro de funcionários 53% de pretos e pardos. Mas apenas 16% deles ocupam cargos de liderança. O alerta despertado por essa baixa participação fez com que o Magalu decidisse atuar, oferecendo oportunidades para quem ainda está começando a carreira.

“O Magazine Luiza acredita que uma empresa diversa é uma empresa melhor e mais competitiva”, diz Patrícia Pugas, diretora executiva de Gestão de Pessoas. “Queremos desenvolver talentos negros, atuar contra o racismo estrutural e ajudar a combater desigualdade brasileira.”

O programa de trainees 2021 foi desenvolvido em parceria com as consultorias Indique Uma Preta e Goldenberg, Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), Faculdade Zumbi dos Palmares e Comitê de Igualdade Racial do Mulheres do Brasil — todos dedicados ao combate ao racismo e à inclusão. Esses parceiros ajudaram a equipe do Magalu a fazer ajustes finos no processo, para que ele não tivesse barreiras para a seleção e desenvolvimento profissional.

As inscrições podem ser realizadas pelo site http://carreiras.magazineluiza.com.br/

Mercado Livre abre inscrição para capacitação online de profissionais com deficiência

O Mercado Livre, empresa líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros da América Latina, lança, em parceria com o Instituto da Oportunidade Social (IOS) e a consultoria Talento Incluir, a terceira onda do projeto Meli para Todos, que visa preparar pessoas com deficiência para o mercado de trabalho. Os cursos serão online, com módulos distintos para as áreas de Atendimento ao Cliente (CX) e Logística. Além de estarem capacitados para o mercado de trabalho, os formandos poderão concorrer a vagas dentro do próprio Mercado Livre. Na última edição do projeto, 70% dos formandos foram contratados pela empresa.

Melicidade, sede do Mercado Livre | Crédito: Sérgio Zacchi

Para o curso de CX, que tem duração de um mês, serão abertas 45 vagas. Já o módulo de Logística contará com duas turmas, com duração de uma semana e 45 vagas cada. Um dos módulos será exclusivo para pessoas da cidade de Lauro de Freitas, na Bahia, onde o Mercado Livre acaba de inaugurar um Centro de Distribuição. As inscrições acontecem até dia 23 de setembro, pelo link http://lnkd.in/eJvcWBN. As aulas terão início em 05 de outubro.

“O projeto nasceu do interesse do Mercado Livre em potencializar o perfil de profissionais com deficiência, tanto do ponto de vista técnico quanto de soft skills, para que tenham ainda melhores oportunidades de empregabilidade, seja no próprio Mercado Livre ou em outras empresas. E, também, da nossa vontade de termos processos seletivos organicamente diversos e de incluir mais pessoas com deficiência em nosso quadro de colaboradores”, explica Carolina Recioli Filgueiras, gerente de Talentos, Diversidade e Inclusão e Aquisição do Mercado Livre

A executiva ainda aponta que um dos principais diferenciais dos cursos é a aplicação de atividades semanais para que os alunos busquem soluções para desafios do dia a dia que existem dentro da companhia. “Com isso, desenvolvemos as habilidades pessoais de cada um, ao mesmo tempo que os convidamos para uma imersão na cultura da empresa, o que aumenta bastante a chance de serem contratados no final do processo”, conclui ela.

O projeto Meli para Todos começou no início deste ano no estado de São Paulo, com aulas presenciais para a primeira turma. A partir do início da quarentena, na segunda onda do projeto, o curso foi adaptado para o formato online e disponibilizado para todo o país. O Meli para Todos já formou + de 60 pessoas com deficiência, sendo que 27 delas foram contratadas pelo Mercado Livre. Os demais estão sendo apoiados pelo Programa IOS de Oportunidades, que busca vagas de empregos, principalmente entre as empresas parceiras da instituição.

Parceiros

O IOS será responsável pelo conteúdo técnico dos treinamentos (hard skills e acompanhamento psicossocial dos alunos). Em seus 22 anos de atuação e com o apoio de empresas privadas como a TOTVS – sua fundadora e principal mantenedora – a organização já inseriu 36 mil profissionais no mundo corporativo, nos mais diversos diversos setores, como Tecnologia da Informação, Administração, RH e Atendimento ao Varejo.

Já a Talento Incluir – consultoria que promove a relação entre profissionais com deficiência e o mercado de trabalho e que já proporcionou emprego a mais de 7 mil pessoas com deficiência em seus 12 anos de atuação – ficará responsável pelo treinamento de soft skills – habilidades e competências relacionadas ao comportamento humano, fortalecendo os conceitos de empatia, ética, liderança, resolução de conflitos, flexibilidade e gestão de equipes no ambiente corporativo. Além disso, a Talento Incluir também apoia o Mercado Livre na busca dos candidatos para o curso.

“Parcerias como esta reforçam a importância de nossa missão de formar profissionais com deficiência para tornar as empresas cada vez mais inclusivas, com profissionais preparados para o mercado de trabalho, por meio de uma solução eficiente e de baixo custo”, destaca a superintendente do IOS, Kelly Lopes.

“Uma iniciativa como esta mostra que para ser inclusiva, uma empresa precisa saber olhar ao redor e formar parcerias importantes para realizar uma inclusão séria, completa e efetiva, muito além das exigências da Lei de Cotas. Um exemplo a ser multiplicado no mercado”, conclui a CEO da Talento Incluir, Carolina Ignarra.

Evento do EBANX debate inovação no mercado digital com marcas que cresceram na crise

O EBANX, unicórnio de Curitiba que processa pagamentos de empresas globais na América Latina, promove uma semana de conhecimento de 21 a 25 de setembro. Após lançar o EBANX F5, série de cursos online gratuitos com especialistas da empresa para falar sobre os caminhos da economia criativa, a fintech convida outras marcas para compartilharem seus cases de crescimento durante a EBANX F5 Week.

Entre os convidados, estão marcas que ganharam muito espaço em canais digitais, seja na área de ensino, como a Conquer e a Rhavi Carneiro Fluency Academy, ou oferecendo soluções tecnológicas como a Doctoralia e a OmniChat. Além desses cases, a influencer Mariah Luz, que comanda o perfil de Instagram “O que Fazer Curitiba”, vai trazer exemplos de como algumas marcas, que fizeram parceria com ela, se reinventaram para sobreviver à crise.

A semana é liderada pelo EBANX com apoio da Endeavor e do SEBRAE/PR, além das startups HeroSpark e How Bootcamps. As inscrições são gratuitas e estão abertas pela página oficial do F5 – http://ebanxbeep.com/ebanxf5 . Os inscritos receberão o link para acessar as lives no dia do evento. A mediação das conversas será feita por Maria Musa, gerente de Business Growth da Endeavor; Marcela Milano, consultora de inovação do SEBRAE/PR; Michelle de Cerjat, coordenadora de Comunidade do EBANX; Camila Galvão, editora do The Shoppers (portal de notícias sobre tecnologia, geek, estilo de vida e compras do EBANX); e Mariana Domakoski, do time de relações públicas do EBANX.

“Criamos o EBANX F5 para compartilhar conhecimento com a comunidade e promover discussões sobre como serão os negócios daqui para frente. A EBANX F5 Week estende essa missão e convida estas marcas para falarem sobre suas próprias experiências. Acreditamos muito que esse compartilhamento pode ajudar na retomada dentro deste cenário tão diferente que estamos vivendo”, diz de Cerjat, do EBANX.

Josef Rubin, cofundador da Conquer, irá apresentar o case da escola e como eles vêm crescendo em meio a pandemia. “A gente sabe que não existe especialista em coisa inédita. Neste momento tão diferente que estamos vivendo, levamos essa frase como mantra, reinventamos o nosso negócio e crescemos”, diz. Rhavi Carneiro, fundador da Rhavi Carneiro Fluency Academy, também vai contar um poucos sobre como o momento atual mudou a forma de ensinar novos idiomas. “Sempre tive o desejo de democratizar o ensino de idiomas e mostrar que não precisa ser tão difícil aprender uma nova língua. Durante este momento sensível que estamos passando, estamos nos reinventando todos os dias e conseguimos desenvolver novas formas de aprendizado e continuamos nesta jornada de fazer a diferença no ensino de idiomas”, afirma.

SERVIÇO:
EBANX F5 Week
21 a 25 de setembro de 2020
Inscrições gratuitas, pelo site http://ebanxbeep.com/ebanxf5

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Gerdau Ventures acelera startups e apoia formação de empreendedores em parceria com a StartSe

O primeiro processo seletivo da Ventures Gerdau, recém-criada aceleradora de startups da Gerdau Next, braço de novos negócios da Gerdau, continua com inscrições abertas até o dia 30 de setembro, com foco em empreendedorismo na indústria da construção civil. Além da possibilidade de parcerias e potencial desenvolvimento em conjunto dos negócios, a StartSe firmou parceria com a Gerdau para potencializar, ainda mais, o desenvolvimento das construtechs que forem selecionadas.

Com a parceria da StartSe, as startups aceleradas terão vagas garantidas nos programas internacionais no Vale do Silício (Estados Unidos), China ou Israel e seus líderes participarão do programa de formação de líderes StartSe Executive Program. Além disso, serão realizadas duas sessões de mentoria em grupo, por mês, a partir das unidades internacionais da startup de educação e a realização de 6 MasterClass com experts da StartSe e de mercado sobre temas relevantes para construção, aceleração e escala de negócios.

“A aceleradora Ventures Gerdau entrega uma proposta de valor customizada para cada startup selecionada, de acordo com o seu estágio de maturidade, desafios de negócio, segmento de atuação e demanda dos seus clientes. Estamos conectados com empresas líderes em inovação e tecnologia, como a StartSe, permitindo um desenvolvimento colaborativo exclusivo aos empreendedores e realizando conexões com os principais ecossistemas globais de inovação”, afirma Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau.

As startups de construção são fundamentais para o desenvolvimento do setor. Elas trazem o uso de novas tecnologias, modificam processos há muito estabelecidos e solucionam problemas. No programa de aceleração da Gerdau Ventures, as construtechs poderão empreender com a segurança e chancela de uma empresa experiente e reconhecida no mercado”, afirma Junior Borneli, CEO e fundador da StartSe. “Além disso, por meio da parceria Gerdau e StartSe, é a primeira vez no Brasil que um programa de aceleração oferece conteúdos de capacitação e mentoria para os líderes e times das startups selecionadas vindo dos três maiores polos de inovação do mundo: Vale do Silício, China e Israel”, completa.

A seleção de startups

Lançada no final de agosto, a primeira edição da Ventures Gerdau busca fomentar o empreendedorismo na indústria da construção civil, por meio de soluções que promovam a digitalização e inserção de tecnologia disruptiva no setor, que colaborem com a sustentabilidade e segurança na construção, aumentando a produtividade do segmento e contribuindo para a redução do déficit habitacional do Brasil.

As startups interessadas, independente do estágio em que se encontram, devem se inscrever no programa até 30 de setembro por meio do site da Ventures Gerdau . Serão selecionadas até 10 startups, que, além dos benefícios oferecidos por essa parceria, participarão de um pitch day com a diretoria executiva da Gerdau, para avaliação de um potencial desenvolvimento em conjunto dos negócios e de oportunidades de investimentos nas participantes aceleradas.

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Engineering reforça práticas ágeis com Centro de Excelência

A Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação, acaba de criar um Centro de Excelência para assegurar e alavancar as suas práticas ágeis. O LACE (Lean-Agile Center of Excellence), como é denominado no mercado, será liderado por Rodrigo Silva, que tem o propósito de promover mudanças organizacionais e impulsionar a adoção de metodologias ágeis em toda a empresa.

“O objetivo do LACE é estimular a capacidade ágil da Engineering de se adaptar rapidamente ao mercado e ao ambiente para entregar produtos e serviços contínuos e com o máximo de valor e qualidade”, explica Silva.

Para esta estratégia, a companhia continuará a capacitar e orientar as equipes, a partir de seus líderes, no aprendizado de habilidades que promovam autonomia na resolução de problemas, engajamento no desenvolvimento de inovação e melhoria contínua a partir da identificação da causa raiz das ineficiências.

Adicionalmente, para a entrega de resultados, a proposta é estabelecer fluxos contínuos de trabalho baseados em feedback e ajustes constantes, que permitem a entrega de valor mais ágil.

Para garantir a efetividade do programa de agilidade, a área atuará em três níveis: squads, equipe de gestão de mudanças e portfólios, que, juntos, habilitarão o Business Agility da empresa, ou seja, a escalada da cultura orientada à mentalidade ágil.

“O DNA de agilidade da Engineering é uma providência nativa da nossa especialização, que é levar Transformação Digital aos processos das organizações. Por isso, a criação do LACE reforça e garante a efetividade de uma metodologia que já praticamos”, finaliza Silva.

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Maior evento de empreendedorismo jovem acontece online pela primeira vez

A 27ª edição do maior evento de empreendedorismo universitário do Brasil irá acontecer online pela primeira vez em sua história. Realizado pela Brasil Júnior, Confederação Brasileira de Empresas Juniores, o ENEJ (Encontro Nacional de Empresas Juniores) acontecerá entre os dias 9 e 11 de outubro e já conta com mais de sete mil inscritos, número maior do que na edição presencial do ano anterior.

O encontro ocorre em formato televisivo e traz palestras, cases, workshops, simultâneos apresentados em formato de programa de TV, com temas sobre autoconhecimento, liderança, vendas, engajamento de time, gerenciamento de projetos, metodologias ágeis, inspiração, inovação e impacto. Entre os palestrantes confirmados estão Franklin Luzes, COO da Microsoft e o Mauricio Louzada, mergulhador que ficou preso em uma caverna por 44 horas. Empresas com grande nomes de mercado como o Bradesco, Heineken, XP inc., Movile, Ambev, Natura, Nescau, DHL, Neston, Stone, Azul, Dasa, entre outras, também estão confirmadas.

“Neste ano teremos um evento tecnológico e conectado, para podermos cumprir com o nosso papel de potencializar o impacto das empresas juniores no país. Preparamos trilhas de conteúdos com games, vídeos, podcasts e e-books, em uma plataforma lúdica e gamificada. Além disso, teremos três dias de evento ao vivo, com workshops, palestras e em formato televisivo com programas matinais, game show, programa de variedades e talk shows”, afirma Ana Beatriz Cesa, Presidente Executiva da Brasil Júnior.

No ano passado, o ENEJ reuniu cerca de cinco mil jovens em Gramado/RS e movimentou mais de R$12 milhões. O evento também representa o impacto do Movimento Empresa Júnior (MEJ). No Brasil, existem mais de 1.100 empresas juniores e 22 mil empresários juniores deste perfil em mais de 210 universidades. O movimento já impactou R$70.000.000 na economia brasileira, que são reinvestidas, integralmente, na educação empreendedora dos estudantes e a Brasil Júnior atua com o objetivo de incentivar o empreendedorismo para tornar o país mais competitivo, ético, educador e colaborativo.

Para participar, adquirir um ingresso ou obter mais informações sobre o ENEJ 2020, é preciso acessar o link.

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Com a LGPD entrando em vigor este mês o que as empresas devem fazer?

Por William Faria

Quando todos esperavam que o acordo costurado na Câmara dos Deputados para adiar a entrada em vigor da LGPD para o dia 31/12/2020 fosse confirmado, o Senado Federal, usando de uma manobra de regimento, fez uma mudança brusca e colocou a entrada em vigor da LGPD para este mês. Independente da sanção ou veto presidencial, o que irá prevalecer é a data original da LGPD que estabelecia a vigência no dia 14 de agosto de 2020.
O que as empresas devem fazer agora?

As companhias precisam se adequar imediatamente, logo que correm o forte risco de exposição a inúmeros processos jurídicos. Embora as sanções da ANPD só possam ocorrer em agosto de 2021, nada impede que outros órgãos o façam, tais como Procon ou Ministério Público Estadual e Federal.
Um titular de dados que entenda que seu direito esteja sendo agredido pode, amparado pelo Código de Defesa do Consumidor, entrar com um processo na esfera cível. O próprio STF já considera em seus julgamentos a existência e realidade da LGPD.

É sabido de todos os embates entre o Executivo e Legislativo e da existência de um acerto entre os parlamentares para que a MP 959/2020 venha a caducar. Com isso, a LGPD entraria em vigor em 14 de Agosto de 2020 e as suas sanções via ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) somente em 1º de agosto de 2021.

Resumidamente, em até 18 de setembro as empresas poderão sofrer uma enxurrada de processos e fiscalizações por não cumprirem com as normas da LGPD, o que, em termos financeiros e de imagem, são muito mais gravosos que as sanções da ANPD que ficarão para agosto de 2021

O que fazer então:

As empresas que não iniciaram seus preparativos devem nomear imediatamente um Encarregado de Proteção de Dados(DPO) para começar o programa de adequação à LGPD. O Encarregado de Proteção de dados deve estar apto para receber e responder todas as solicitações dos titulares de dados e das entidades fiscalizadoras;

Disponibilizar um canal de atendimento às demanda dos titulares de dados, seja por um e-mail , telefone , whatsApp ou página da Web;

Criar, mesmo que de forma manual, procedimentos para atender os direitos dos titulares;

E, por fim, disponibilizar de maneira clara na internet a política de privacidade.

Após essas medidas emergenciais, as companhias têm que iniciar as etapas de implantação de um programa de adequação à LGPD, com foco no término até agosto de 2021, quando começaram a ser aplicadas as sanções da ANPD.

Listei abaixo as principais atividades a serem executadas dentro deste período e que devem começar imediatamente.

  1. Realização de um assessment para entender quais processos tratam dados pessoais e quais estão mais expostos para eventuais demandas judiciais

2. Mapeamento de dados e inventários para que se possa identificar onde estão as informações pessoais na empresa e como podem, mediante à solicitação do titular de dados, prestarem acessos aos dados e direitos

3. Implantar um portal de direitos dos titulares tais como: confirmação da existência dos dados da pessoa física na instituição; relatório detalhado dos dados da pessoa física na instituição; coleta e gestão das autorizações para uso dos dados (Consentimento); eliminação dos dados identificáveis; não autorização para tratamentos de legítimo interesse; portabilidade completa de dados; atualização dos dados e pedido de revisão das decisões tomadas por processos automatizados

4. Treinamento com os colaboradores

5. Políticas de Privacidade detalhadas

6. Análise de impacto de Privacidade (DPIA)

7. Tratamento de Dados para segurança e privacidade: controles da ISSO 27001; mascaramento; criptografia; monitoramento nonimização; portabilidade; processo de Gestão de Privacidade.

William Faria, DPO (Data Protection Officer) e especialista em segurança da informação da GFT Brasil.

TecBan é reconhecida em prêmio de inovação de TI

A 20ª edição do prêmio “As 100+ Mais Inovadoras no Uso de TI” premiou a TecBan, administradora do Banco24Horas, na categoria Serviços Financeiros. A empresa foi representada por Robert Baumgartner, Diretor de TI. A premiação foi realizada pela IT Mídia, em parceria com a PwC. Os ganhadores foram revelados virtualmente durante o primeiro dia do IT Forum Anywhere, na última quinta-feira, dia 10 de setembro.

Neste ano, o prêmio recebeu 241 inscritos. A TecBan foi premiada com o case Inclusão de Fintechs no Sistema Financeiro Brasileiro – HubDigital + Saque Digital. No ranking geral, a TecBan ocupou a 16ª posição. No total, 22 executivos receberam o troféu de mais inovador na categoria em que participaram.

O projeto da TecBan escolhido como mais inovador foi o HubDigital, uma plataforma de integração criada para acelerar a entrada de novas instituições de pagamento, como fintechs e banco sociais ao Banco24Horas. Além do Saque Digital, uma solução de integração entre o físico e digital por meio da disponibilização de APIs que viabilizam a conexão entre os sistemas da TecBan e essas empresas de forma rápida, fácil e segura. Os clientes dessas instituições não necessitam de um cartão físico para efetuar saques no Banco24Horas.

Ao receber a notícia da premiação, Robert Baumgartner, que participou do evento de forma online, agradeceu aos organizadores e também parabenizou sua equipe. Na inscrição do case, o executivo destacou que a inovação tecnológica, que já vinha ocorrendo de forma acelerada, tornou-se ainda mais importante para a competividade das empresas durante a pandemia.

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HPE adquire Cray e fica com 40 supercomputadores na lista dos top 100

De olho no futuro e em todo o potencial que os High Performance Computers (HPC, ou supercomputadores) representam, a HPE – Hewlett Packard Enterprises – finalizou a compra da Cray este ano, após o anúncio da aquisição há cerca de um ano.

HPC, apesar de não ser um conceito exatamente novo (está em desenvolvimento há 60 anos), é um mercado em constante atualização e representando o que há de mais moderno e potente em computação. Atendendo às constantes demandas do mercado, as máquinas precisam de cada vez mais poder de computação para oferecer resultados cada vez mais rápidos e precisos.

Enquanto antigamente as empresas precisavam fazer seus testes fisicamente – como aviação, cálculos financeiros, previsão do tempo, etc – hoje os supercomputadores são capazes de resolver em segundos problemas reais através de simulação, utilizando técnicas de inteligência artificial, ferramentas de modelagem, Analytics e algoritmos de cruzamento de dados, entre outros.

Como a computação de alto desempenho (HPC) é uma área que demanda muito poder computacional, interconexão de baixa latência, poder de armazenamento e serviços especializados para seus clientes, a compra e a incorporação da Cray ao portfólio HPE caiu como luva, fazendo da empresa um dos maiores players nesse concorrido mercado. Hoje, os computadores HPE Cray ocupam 40% das posições no ranking dos top 100 supercomputadores do mundo, de acordo com a TOP500 .

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Mastercard une líderes da tecnologia para lançar associação “Tech for Good” na América Latina

A Mastercard anunciou nesta quinta-feira, 17, o lançamento da iniciativa “Tech for Good Partnership”, um acordo sem precedentes do setor privado que reúne líderes em serviços financeiros e de tecnologia, com o objetivo de acelerar a inclusão digital e financeira na região da América Latina.

Apoiados no conceito de “Doing Well By Doing Good”, os parceiros da “Tech for Good Partnership” comprometem-se a usar seus recursos, ativos e conhecimentos para priorizar os esforços de inclusão digital e financeira pós impactos da Covid-19. Os parceiros incluem os bancos Bancolombia, Galicia e Citibanamex e as fintechs Mercado Livre e PayPal.

Nas atividades iniciais, os parceiros se concentrarão no desenvolvimento de iniciativas concretas em mercados específicos para expandir serviços financeiros básicos, como acesso a crédito e ajuda financeira, além de ferramentas e recursos educacionais para milhões de latino-americanos atualmente vulneráveis.

Com o tempo, a aliança compartilhará de maneira ampla, por meio de eventos virtuais, white papers e publicações, as melhores práticas e os resultados da iniciativa com o setor de serviços financeiros para a melhoria do ecossistema. A aliança entre essas empresas líderes foi amplamente inspirada na Parceria do CEO para Inclusão Econômica (CEOP), e estende para a região latino-americana os objetivos, esforços e aprendizados estabelecidos pela primeira vez pelo CEOP global.

O boom tecnológico observado na América Latina nos últimos anos tornou-se um facilitador para muitos terem acesso a bens e serviços durante esse período de distanciamento social. No entanto, muitas microempresas ainda não têm a capacidade de vender seus produtos online. Como parte dos esforços da Associação, o grupo trabalhará para desenvolver programas de resiliência digital para milhões de micro e pequenas empresas que não conseguem retomar os negócios.

Segundo pesquisa da Mastercard, o comércio eletrônico cresceu exponencialmente na América Latina, apontando que 54% dos colombianos, 52% dos brasileiros e 46% dos mexicanos pretendem comprar mais online.

“A tecnologia tem um poder transformador, que nos auxilia a enfrentar os desafios desse momento adverso. Com o desenvolvimento da economia digital, espera-se que as grandes empresas reúnam suas melhores mentes, recursos e esforços em prol da construção de uma economia mais inclusiva”, afirma João Pedro Paro Neto, Presidente Mastercard Brasil e Cone Sul.

“À medida que indivíduos e pequenas empresas navegam nas implicações econômicas e de saúde da pandemia, eles precisam de ferramentas financeiras digitais que os orientem para a segurança financeira de longo prazo”, disse Michael Froman, vice-presidente da Mastercard. “A ideia por trás da “Tech for Good Partnership” é que os líderes do setor privado possam se reunir e alavancar seus melhores ativos – ferramentas, tecnologia, conhecimento e experiência – para fazer a economia digital funcionar para pessoas e pequenas empresas da região. Estamos ansiosos para trabalhar com todos os nossos parceiros em um momento em que a inovação e as soluções digitais são necessárias mais do que nunca”.

No início deste anoa Mastercard se comprometeu a trazer um total de um bilhão de pessoas e 50 milhões de micro e pequenas empresas para a economia digital até 2025. Como parte desse esforço, haverá um foco direto em fornecer soluções para que 25 milhões de mulheres possam expandir seus empreendimentos. A parceria desempenhará um papel crítico no trabalho em direção a esse objetivo global. O Centro de Crescimento Inclusivo da Mastercard, com sua experiência em alavancar serviços financeiros digitais para potencializar oportunidades econômicas para empreendedores e comunidades, também apoiará os esforços de inclusão financeira na América Latina.

Os integrantes da ‘Tech for Good Partnership’ representam as grandes organizações que operam na América Latina sob um foco sólido: aproveitando a inovação e a tecnologia para impulsionar um crescimento inclusivo significativo e sustentável. A iniciativa representa um acordo sem precedentes do setor privado que tem como objetivo acelerar a inclusão digital e financeira na América Latina. Os parceiros já vinham realizando esforços de forma independente e agora estão comprometidos em aproveitar os pontos fortes um do outro em tecnologia e inovação para criar modelos de negócios transformadores e melhorar a vida financeira das pessoas.

Aqui está o que alguns de nossos parceiros ‘Tech for Good Partnership’ disseram:

“Esta união de diversas capacidades fortalece o impacto do nosso propósito de promover o desenvolvimento econômico sustentável para o bem-estar de todos, desta vez promovendo a inclusão financeira como uma ferramenta chave para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Com esta iniciativa, esperamos continuar beneficiando os mais de 3.000.000 de colombianos que atendemos hoje com nossos modelos de inclusão financeira, entre os quais se encontram mais de 200.000 pequenas empresas independentes que, diante da situação atual, requerem maior acompanhamento para sua reativação econômica”, afirmou Juan Carlos Mora, presidente do Bancolombia.

“Por mais de uma década, o Banco Galicia vem introduzindo conhecimentos financeiros fundamentais em 800 escolas em todo o país, chegando a mais de 500 mil estudantes e suas famílias e comunidades através deles. Em um país onde parte de sua população não possui contas bancárias e onde uma fatia de sua economia é informal, acreditamos que isso seja essencial. Assim que surgiu a crise da Covid-19, tentamos ajudar nossos clientes a compreender o banco digital e seus benefícios. Fizemos isso com upload de tutoriais em suas operações bancárias diárias e aumentando a assistência por meio de canais digitais e redes sociais. No entanto, este é apenas o começo. Hoje, o Banco Galicia continua determinado a desenvolver inovadoras soluções digitais para indivíduos e empresas, e esperamos fazer parte dessa força colaborativa que ajudará a América Latina a se recuperar do impacto da Covid-19”, disse Fabián Kon, CEO do Banco Galicia.

“O Citi vem promovendo a inclusão financeira como um fator fundamental de crescimento e desenvolvimento nos países onde o Banco opera. No México, através do Citibanamex, nossa parceria com a Tech for Good nos permitirá continuar a facilitar e expandir o acesso a produtos e serviços financeiros, especialmente para a população de baixa renda e pequenas e médias empresas. Continuaremos a promover o acesso a serviços bancários e a inclusão financeira como fatores-chave para um maior crescimento econômico, desenvolvimento mais equitativo e justo, além de padrões de vida mais elevados para todos no país. Além disso, essa parceria nos dará a oportunidade de alavancar a presença e os recursos do Citi na América Latina para expandir nosso papel nessas iniciativas e fazer um impacto maior na região”, disse Ernesto Torres Cantú, CEO da Citi Latin America.

“Entre as realidades trazidas pela Covid-19 está a necessidade acelerada de serviços financeiros digitais em todo o mundo e especialmente em países emergentes. Os métodos de pagamento eletrônico e sem contato são importantes, especialmente nas lojas, onde a troca de dinheiro físico é maior. Além disso, além dos pagamentos, é essencial que mais pessoas tenham acesso a outros serviços financeiros, como crédito e poupança”, disse Osvaldo Giménez, CEO do Mercado Pago. “Graças a essa parceria, temos a possibilidade de acrescentar esforços visando à inclusão financeira, o que apresenta uma oportunidade de desenvolvimento e crescimento para a América Latina”, concluiu Giménez.

“Por meio dessa aliança, o PayPal reforça seu compromisso de promover a inclusão financeira na América Latina, especialmente em tempos de incerteza. Queremos oferecer maior acesso a soluções a clientes vulneráveis e com uma ampla gama de necessidades financeiras em todo o mundo. Dadas as preocupações com a saúde devido ao COVID-19, devemos intensificar e continuar a trazer novas oportunidades de negócios com segurança, facilidade e conforto. Entendemos perfeitamente que, com a pandemia, os pagamentos digitais se tornaram fundamentais para pequenas, médias e grandes empresas da região, e continuaremos trabalhando para melhorar nossa oferta e usar nossos recursos para beneficiar os mais necessitados”, afirmou Federico Gómez Schumacher, GM PayPal Latin America.

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Consumidores estão exigindo embalagens mais sustentáveis no e-commerce de moda

Uma nova pesquisa conduzida pela Smurfit Kappa, líder global de embalagens, revela que os consumidores estão exigindo embalagens mais sustentáveis ​​das marcas antes de realizarem compras online de moda. Esta pesquisa foi conduzida em quatro países europeus e apontou que 41% deste público se tornou mais consciente ecologicamente ao realizar as últimas compras desde o início da pandemia.

A pesquisa conduzida na Alemanha, Irlanda, Holanda e Reino Unido revelou também que quase metade dos consumidores compram itens de moda online uma vez por mês ou mais, refletindo uma popularidade crescente entre os compradores do sexo feminino (44%) e do masculino (43%).

Os consumidores estão agindo

Os consumidores estão fazendo escolhas conscientes quando se trata de compras de moda online, indicando que tomaram medidas nos últimos seis meses para garantirem que suas aquisições sejam o mais ecologicamente consciente possível.

A pesquisa demonstrou que:

• 23% dos consumidores de moda pesquisaram uma marca online para avaliar seu nível de sustentabilidade;

• 35% deles afirmou que não faria uma compra online de uma empresa de moda se descobrisse que sua embalagem não era ecológica

• 23% dos entrevistados recompraram de uma marca de moda com base em suas credenciais de sustentabilidade

Segundo Arco Berkenbosch, VP de Inovação e Desenvolvimento da Smurfit Kappa: “Os consumidores desejam que as marcas de moda online ajam com responsabilidade e considerem os impactos sociais e ambientais de seus negócios. As marcas de moda, inclusive todas as marcas, precisam se adaptar às demandas dos consumidores sobre sustentabilidade ou correm o risco de perderem os clientes. “Vale destacar ainda que nos quatro mercados pesquisados, o sentimento do consumidor e o foco na sustentabilidade são consistentes, destacando seu anseio de que as marcas devem continuar a priorizar e se comprometerem a melhorar suas práticas de sustentabilidade, mesmo durante a atual crise econômica.”


1. Consumidores de moda online são definidos como entrevistados que compraram itens de moda online uma vez por mês ou mais. Os consumidores gerais referem-se à amostra representativa natural pesquisada de cada mercado.Os consumidores estão ávidos para aprenderem mais

No entanto, os compradores de moda online estão enfrentando obstáculos quando se trata de fazer uma escolha sustentável. A pesquisa constatou a falta de informações acessíveis (34%), a falta de opções sustentáveis ​​(32%) e o custo (30%) como as principais barreiras para que ele atue de forma mais sustentável ao fazer compras online. Mais da metade dos entrevistados (57%) disseram que gostariam de ouvir mais sobre os esforços dos varejistas de moda online para serem sustentáveis ​​nas embalagens. Isso destaca o nível de influência da sustentabilidade no comportamento de compra dos consumidores e como os esforços das marcas podem ampliar ou corroer sua base de clientes.

Os consumidores estão pensando de forma mais ampla sobre a sustentabilidade de suas compras, incluindo a embalagem. Já as marcas devem repensar a sustentabilidade de suas embalagens se quiserem atender essas mudanças nas expectativas de seus consumidores.

Embalagem sustentável é uma consideração fundamental

A pesquisa descobriu que os consumidores de moda eram mais propensos a avaliarem a sustentabilidade das embalagens como um impacto positivo na impressão de sua compra em relação às técnicas tradicionais de marketing.

A maioria dos entrevistados afirmou que o uso eficiente de materiais (62%), a utilização de materiais sustentáveis ​​ (61%) e avaliar as credenciais de sustentabilidade de uma marca (56%) contribuem para uma impressão positiva de sua compra online assim que recebem a embalagem. Dois terços dos consumidores (66%) acreditam que os varejistas de moda online são responsáveis ​​por garantirem que suas embalagens sejam sustentáveis.

e-Commerce Fashion Portfólio

Em resposta ao crescimento contínuo do e-commerce e as expectativas do consumidor, a Smurfit Kappa expandiu sua gama de embalagens sustentáveis ​​projetadas para o mercado de varejo eletrônico de moda.

Com mecanismos de design inovadores que permitem fácil abertura e selagem nas devoluções, o e-Commerce Fashion Portfólio oferece uma ampla gama de soluções de embalagem flexíveis e com design diferenciado para produtos de todos os formatos e tamanhos. Ele são monomateriais e facilmente recicláveis ​​e biodegradáveis. Totalmente desenvolvido em papel, este portfolio oferece uma alternativa responsável às marcas à medida que a conscientização do consumidor e as preocupações com o desperdício de embalagens continuam crescendo.

“Os resultados apontam que a embalagem pode ter uma grande influência sobre os clientes e suas decisões de compra, tanto na oportunidade de fidelidade à marca para empresas que priorizam a sustentabilidade quanto as consequências potenciais para as companhias que não o fazem”, afirma Berkenbosch.

“Estamos trabalhando com nossos clientes de moda online para desenvolvermos soluções inovadoras de embalagens sustentáveis, ​​que se adequem ao formato de cada item, que protejam o produto durante o transporte, mas também se conectem com o consumidor quando ele chegar. Se quisermos reduzir o nível de resíduos de embalagens que não são sustentáveis, todos nós, incluindo as marcas, os consumidores e os fornecedores de embalagens, temos que trabalhar juntos para ter um impacto real”, conclui Berkenbosch.

Varejo Online de Moda no Brasil

Com a pandemia do Covid-19, o e-commerce no Brasil atingiu altos patamares assim como no mundo inteiro. Como as lojas físicas que estavam fechadas durante este período, o Varejo Online de moda não ficou atrás.

De acordo com um estudo realizado pela Conversion, consultoria de performance&SEO, que analisou o tráfego de mais de 200 maiores sites do Brasil, em 15 categorias, o setor de Moda e Acessórios obteve um crescimento de 65,52% durante a pandemia (jul – fev/ 2020).

“Todos os dados obtidos com a pesquisa e-Commerce Fashion Portfólio que realizamos demonstram que os consumidores estão cada vez mais conscientes ao optarem não apenas por produtos e serviços que sejam eticamente sustentáveis, mas também estão preocupados com toda cadeia de produção, inclusive as embalagens”, afirma Manual Alcalá, CEO da Smurfirt Kappa.

“No Brasil, tivemos um incremento do 1º para o 2º trimestre, de 148%, impulsionado, principalmente, pelos clientes dos segmentos de varejo e bebidas e agora estamos também conduzindo projetos para empresas do segmento de moda, que também tiveram um crescimento expressivo neste período e estão acelerando a venda por canais digitais de forma a transmitir uma experiência que o consumidor teria na loja física na sua casa por meio da embalagem”, complementa.

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C&A usa tecnologia QR Code em camisetas para otimizar a jornada de compra da cliente

Para atender à crescente demanda das brasileiras por uma moda confortável, atemporal e que combina com os mais diferentes perfis, a C&A Brasil reinventa e amplia a sua categoria de Básicos e lança serviços e soluções digitais inéditos no varejo de moda brasileiro para oferecer o sortimento com ainda mais comodidade e praticidade às suas clientes.

A partir de agora, as camisetas básicas femininas e masculinas da C&A contarão com o projeto Básico Muito Digital. Trata-se de um QR Code estampado no interior da peça para conferir mais praticidade na hora da compra, já que, ao escanear o símbolo com a câmera do celular, a consumidora será direcionada à nova landing page da categoria hospedada no site e aplicativo da C&A com apenas um clique, além de ter acesso às mais variadas cores, tamanhos e modelagens de camisetas e outros produtos para compor o look. A tecnologia é mais uma solução omnincanal da C&A para levar comodidade à rotina das suas clientes, que passarão a ter acesso ao sortimento com mais agilidade.

As camisetas Básico Muito Digital também contam com tags do movimento #VistaAMudança – conceito global da C&A para comunicar suas iniciativas de sustentabilidade, em que a companhia reforça seu compromisso em ampliar o uso de algodão mais sustentável em seus produtos com essa matéria-prima. Atualmente, cerca de 80% do algodão utilizado companhia já é adquirido como mais sustentável, contribuindo para a redução do impacto ambiental e uso de água de forma eficiente. O projeto piloto estará disponível para todo o Brasil em setembro e a companhia prevê ampliá-lo para outras peças da categoria.

Vending Machine e descontos especiais


Ainda para conferir mais comodidade às clientes e garantir que ela encontre a peça básica C&A onde e como quiser, a marca lança ainda mais dois projetos pilotos. Nos próximos meses, os consumidores que estiverem pela capital paulista terão a oportunidade de comprar camisetas C&A em pontos inéditos da cidade em vending machines da C&A. Basta escolher a peça, tamanho e cor desejado na máquina e realizar o pagamento com cartão de crédito. Cada máquina contempla 480 peças, com seis cores e tamanhos que vão do P ao GG, no corte masculino e feminino. Inicialmente, o projeto está disponível no Extra Anchieta, ABC Paulista e, em breve, estará disponível em uma estação de metrô de São Paulo.

A outra novidade da categoria é a venda de kits de camisetas básicas com descontos especiais. Cada kit terá duas camisetas iguais na mesma cor ou em cores diferentes para a cliente que não abre mão da praticidade na hora da compra nas lojas físicas da C&A.

“O básico ganhou uma nova representatividade no guarda-roupa da mulher brasileira. Hoje, ela quer conforto, versatilidade, qualidade e estilo e não abre mão da comodidade e praticidade na sua jornada de compra, seja ela online ou offline”, explica Mariana Moraes, gerente sênior de Marketing da C&A Brasil. “Ouvimos as nossas clientes e para atender o seu novo momento reinventamos a categoria de Básicos. Ampliamos o sortimento, inovamos a forma como comunicamos e oferecemos esses produtos nas nossas lojas e e-commerce, assim como incorporamos novas formas de venda para deixar a sua experiência ainda mais relevante e próxima das suas necessidades atuais. O projeto Básico Muito Digital reforça essa estratégia, já que por meio da tecnologia QR Code oferece mais praticidade à rotina das nossas clientes”, complementa a executiva.

Cliente no centro da estratégia


A renovação da categoria de Básicos e os novos serviços e soluções omnicanais foram idealizados a partir de uma extensa pesquisa realizada pela companhia junto a clientes em linha com o posicionamento de marca “C&A Muito Eu”, que coloca a consumidora no centro da estratégia. Para cerca de 59% das mulheres ouvidas, a peça básica é aquela que combina com tudo e é ideal para diversas ocasiões, apresentando, portanto, grande relevância em seu guarda-roupa e, consequentemente para a C&A. Na hora da compra, por sua vez, o caimento e a boa qualidade desses produtos foram os fatores prioritários para maioria das entrevistadas – pilares já oferecidos nos básicos C&A e valorizados, ainda mais, neste novo momento da categoria, que não abre mão também de estilo e conforto em todo o sortimento.

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iugu recebe investimento de R﹩ 120 milhões em rodada liderada pela Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs

A iugu, fintech brasileira de meios de pagamentos e plataforma de automação financeira para empresas, anuncia que está recebendo 120 milhões de reais por meio de uma rodada de investimentos liderada pelo Merchant Banking do Goldman Sachs, braço de investimentos proprietários do banco. A rodada, prevista para ser inicialmente menor, foi ampliada após poucos meses, em função do forte desempenho da empresa e dos planos para acelerar o seu crescimento. Para o Merchant Banking do Goldman Sachs, que é um dos principais investidores em fintechs no mundo, esse será o primeiro investimento no equity de uma empresa desse segmento no Brasil. Os recursos desse aporte permitirão que a iugu amplie a oferta de produtos, acelere a contratação de talentos e fortaleça a sua estrutura de capital.

“Desde a nossa fundação, temos como propósito fundamental descomplicar a gestão financeira para as empresas no Brasil, através de uma plataforma inteligente e de fácil uso. Acreditamos que, tendo o Goldman Sachs como investidor, conseguiremos acelerar nosso próximo ciclo de crescimento. Trabalhar com eles tem sido desde já uma experiência incrível. O time do Goldman tem nos apoiado em todas as iniciativas relevantes, de atração de talentos até conexões com outras companhias do seu portfólio pelo mundo, passando também pela adoção das melhores práticas globais em diversos tópicos. São investidores que realmente dedicam tempo de qualidade no processo de criação de valor em conjunto conosco”, afirma Patrick Negri, fundador da iugu.

A iugu fornece soluções automatizadas para clientes corporativos ao longo de todo o ciclo financeiro, incluindo emissão de boletos, processamento de pagamentos e reconciliação de faturas pagas com contas a receber. A plataforma da fintech processa diversos métodos de pagamento e oferece serviços de split de pagamentos e recorrência de cobranças, todos automatizados por meio de APIs ou em ambiente em nuvem. As soluções da iugu são flexíveis e facilmente adaptáveis ​​a diferentes modelos de negócios e empresas, independentemente de tamanho ou nível de maturidade tecnológica delas.

“Estamos muito impressionados com o trabalho de toda a equipe. O desempenho de todos eles e o foco constante na melhoria da experiência do cliente são os grandes diferenciais da iugu. Estamos honrados em termos a oportunidade de investir na empresa e apoiar seu crescimento”, diz David Castelblanco, diretor responsável por investimentos em Private Equity na América Latina para a Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs.

“O que, inicialmente, nos atraiu na iugu foi a sua impressionante plataforma de pagamentos. No entanto, na medida em que avançamos em nosso entendimento sobre a proposta de valor, percebemos que o sucesso da companhia é impulsionado por seu DNA de solucionador de problemas para os clientes, em vez de ser simplesmente um provedor de meios de pagamento. Estamos muito contentes por trabalhar com o Patrick e sua equipe”, afirma Cristiano Camargo, diretor da Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs no Brasil.

Em 26 de agosto, o Banco Central autorizou a iugu a operar no Brasil como Instituição de Pagamentos regulamentada, um marco importante para a empresa. Com essa licença, a fintech poderá oferecer diretamente novos serviços por meio de sua plataforma, como recebimento de transferências eletrônicas e pagamento automático de contas e impostos, além da opção de um cartão de débito.

Nos últimos anos, a iugu vem aumentando rapidamente seu volume de transações processadas e espera uma aceleração do seu crescimento como resultado do novo investimento e da licença recentemente concedida pelo Banco Central.

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Stefanini anuncia Maratona de Desenvolvimento 2020

A Stefanini , multinacional brasileira referência em soluções digitais, anunciou a abertura das inscrições para sua Maratona de Desenvolvimento 2020, que tem como objetivo capacitar, engajar e aproximar desenvolvedores de todo o País. A multinacional brasileira, que completou 33 anos esse ano, investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais do mercado e auxilia seus clientes no processo de transformação digital.

Devido à pandemia que estamos passando e prezando pela saúde e segurança dos participantes e envolvidos no processo, todas as etapas ocorrerão de forma on-line, por meio da plataforma Teams, da Microsoft. Nela, o candidato terá acesso a conteúdo exclusivo referente às linguagens de programação que serão trabalhadas durante os 21 dias e, ao final de cada semana, participará de um desafio baseado nas tecnologias abordadas. Além da possibilidade de ser contratado pela empresa por meio do projeto “Stefanini Everywhere” e integrar o time de desenvolvedores de forma remota, os candidatos também vão conseguir trocar experiências com outros profissionais, conhecer diferentes áreas de atuação e desenvolver networking com pessoas de todo País.

O projeto “Stefanini Everywhere” busca identificar e contratar talentos em qualquer lugar, mesmo que não haja escritório da multinacional na cidade de origem do candidato. Todo o processo de seleção e recrutamento é feito on-line, garantindo ao novo colaborador uma experiência 100% digital. A iniciativa planeja colocar 50% de seus profissionais em home office após o fim da pandemia. A ideia é trabalhar com três modelos: um de home office total, um parcial e um de flexibilidade em relação a horários.

Rodrigo Pádua, VP Global de Gente e Cultura do Grupo Stefanini, comenta que recentemente a multinacional figurou entre as empresas mais inovadoras do País. “Ficamos entre as top 3 mais inovadoras na categoria Indústria Digital – TI e Telecom no disputado ranking das 100+ Inovadoras no Uso de TI do Grupo IT Mídia. Esse novo reconhecimento reforça ainda mais nossos objetivos como companhia de promover cada vez mais a carreira de novos talentos dentro da Stefanini”.

Em decorrência da Covid-19, mais de 90% dos 25 mil colaboradores da Stefanini em todas as regiões adotaram o home office. Mas o que inicialmente aconteceu de maneira forçada se transformou também em aprendizado. A situação imposta acelerou a transformação digital em todos os negócios e mostrou que trabalhar a distância pode trazer alguns benefícios, como engajamento, aumento de produtividade e redução de custos.

Confira abaixo a programação completa da Maratona de Desenvolvimento 2020 e fique atento para não perder nenhuma das etapas:

29/09 – último dia para inscrição

30/09 – Avaliação de entrada

02/10 – Convocação para Maratona

05/10 – Início da Maratona

27/10 – Desafio final

Tecnologias envolvidas para seleção de perfis Júnior e Pleno: java, javascript, html, css, quarkus, docker e kubernetes.

Os interessados podem conferir aqui todos os detalhes sobre a Maratona Stefanini.

Estudo da LLYC antecipa como serão os líderes do futuro

O surgimento da COVID-19 evidenciou uma crise de liderança tradicional e acelerou a demanda da sociedade global por novos modelos de liderança. Para antecipar-se a esta evolução, a LLYC, empresa global de consultoria de comunicação e relações públicas, em colaboração com a Trivu, um ecossistema global que promove oportunidades para jovens talentos, apresentou o projeto Future Leaders (Futuros Líderes), um estudo pioneiro (baseado na tecnologia NLP e Inteligência Artificial) sobre a nova geração de líderes abaixo dos 30 anos de línguas espanhola e portuguesa.

Assim, a partir de uma análise exaustiva da pegada digital discursiva (textos, publicações sociais, vídeos etc.), esta pesquisa esclarece as tendências e traços de personalidade dos Future Leaders e estabelece um contraste com as características dos líderes atuais. O sólido sentido de disciplina, a forte tendência para a ação, a firme orientação para a cooperação e o coletivo, uma liderança resiliente, positiva e emocional são algumas das dimensões que definem o perfil desta jovem geração e a distinguem dos líderes contemporâneos.

“Não há dúvida de que esse ambiente VUCA, acelerado pela pandemia, nos colocou diante da maior mudança de paradigma em termos de reputação e valor social das lideranças tradicionais. Para nos anteciparmos a essa transformação, conduzimos uma investigação disruptiva em torno do elemento mobilizador por excelência de um líder: sua comunicação. Com este projeto, buscamos um duplo objetivo: por um lado, oferecer uma visão da nova geração de líderes que, adaptando-se à situação atual, serão capazes de inspirar a sociedade do futuro; e, por outro lado, reunir uma seleção desses jovens que, em toda a sua diversidade, já estão dando passos para mudar o mundo”, explicou José Antonio Llorente, presidente da LLYC.

Por sua vez, Cleber Martins, Sócio e Diretor Geral da LLYC no Brasil, acrescenta ainda que “a análise permite identificar uma mudança estrutural na forma como devem ser a liderança e a comunicação no futuro. A pandemia acelerou esta tendência que já se formava: de uma comunicação mais humana, mais próxima, com um propósito claro e muito focada na ação. É precisamente isso que será exigido destes líderes do futuro”.

UMA GERAÇÃO DE LÍDERES MAIS EMOCIONAIS E COM VOCAÇÃO SOCIAL

O ‘retrato do robô’ gerado pelo modelo psicométrico deste estudo retrata os Future Leaders como uma comunidade que respeita o bem-estar dos outros, com a necessidade de transcender a si mesmo e priorizar o coletivo. Nessa linha, a análise morfossemântica confirma que esta geração possui um discurso muito mais voltado para os valores comunitários e sociais e ancorado na importância do team-play / atuação em equipe (substantivos como “Pessoas”, “Família”, “Amigos”, “Equipe” e “Apoio” ou verbos como “Ajudar”, “Compartilhar” e “Participar” são muito recorrentes em suas intervenções).

Também o uso dos adjetivos “Público”, “Climático” ou “Social” estão entre os mais usados ​​pelos líderes mais jovens. O estudo aponta que as referências aos campos sociais, como “Educação” e “Saúde”, são muito mais relevantes para os Future Leaders.

Em relação às qualidades de sua liderança, os Future Leaders se destacam por defender uma liderança altamente apaixonada e mais sensível. Especificamente, as técnicas de processamento linguístico indicam que o uso de palavras emocionais é 45% mais abundante na fala dos Future Leaders e que, em 78% das vezes, elas têm caráter positivo.

Nessa linha de pensamento, adjetivos como “Incrível”, “Maravilhoso”, “Favorito” e “Positivo” aparecem no top 50 dos mais comuns na nova geração de líderes, como também contrastam com a linguagem usada pelos líderes de hoje, que poderia ser descrita como mais fria e muito mais profissional e técnica. Por exemplo: os termos “Legislativo”, “Comercial”, “Logístico” ou “Econômico” são apenas parte do acervo dos líderes contemporâneos. São também os únicos que recorrentemente fazem alusão a conceitos como dinheiro (“Dólares”), corporações (“Empresa”) ou estruturas políticas tradicionais (“Campanha”, “Presidente”, “Município” ou “Deputado”).

A PALAVRA “OBRIGADO” E O “FAZER” ANTES DO “DIZER”: A MARCA DE UMA GERAÇÃO

O relatório também conclui que, na sua função de líder, os mais jovens apresentam maior tendência à disciplina, maior sentido de dever e maior respeito pela ordem e rotinas. De fato, a análise verbal dos discursos das duas gerações mostra uma maior tendência à ação por parte dos Future Leaders. Assim, mostra que os mais jovens utilizam o verbo «Fazer» (segundo verbo mais utilizado) com maior frequência do que o verbo «Dizer» (frequência invertida no caso da geração atual). Além disso, a nova geração recorre com mais frequência à ação de “Trabalhar” e palavras como “Alcançar”, “Criar” e “Gerar” .

Uma das diferenças mais marcantes entre as duas gerações é o uso da palavra “Obrigado”. Especificamente, a análise coloca esta expressão como a mais utilizada pelos Future Leaders; ao passo que, no caso dos líderes atuais, ela cai para a metade da tabela (posição 25). Isso reforça a ideia de que novos líderes estão mais bem posicionados no eixo indivíduo-comunidade.

Além disso, uma das facetas mais distintas dos Future Leaders é a sensibilidade para o externo, para o que transcende o ‘eu’ individual. A sua impressão discursiva mostra que os mais jovens têm maior predisposição para compreender o que os rodeia e que atribuem maior importância à aprendizagem. Verbos como “Aprender”, “Encontrar”, “Saber”, “Pesquisar”, “Entender” e “Ouvir” são muito mais comuns em suas intervenções públicas.

DEZ FUTURE LEADERS NO BRASIL QUE SINALIZAM PARA UM NOVO MUNDO

A partir da definição do modelo de liderança transformacional, a LLYC e a Trivu desenvolveram uma seleção que identifica 120 jovens de língua espanhola e portuguesa, chamados a ser os Future Leaders. Nascidos a partir de 1990 e oriundos de 12 países, reúnem referentes das mais diversas esferas de influência: desde a tecnologia, a medicina e o ambiente até questões sociais, o empreendedorismo e a gastronomia.

No Brasil, os dez perfis selecionados foram Anielle Guedes (Empreendedora; fundador de Urban 3D), Anna Luisa Beserra (Empreendedora social; CEO de Safe Drinking Water for All.) , Lawrence Murata (Empreendedor social; chefe de plataformas de Inteligência Artificial e Ciência de Dados em Nauto.), Lincoln Ando (Empreendedor; fundador de idwall), Maisa Silva (Cantora, apresentadora e atriz; ganhadora da categoria canal de Youtube Favorito em Meus Prêmios Nick 2018), Matheus Goyas (Empreendedor; criador de AppProva), Nátaly Neri (Ativista e comunicadora; criadora do canal Afros e Afins) , Philippe Magno (Empreendedor; cofundador e sócio de The HandsFree Institute), Tallis Gomes (Empreendedor; cofundador e CEO de Plataforma Saúde) e Vinicius Silva (Consultor financeiro; cocriador do canal Favelado Investidor). Para a sua seleção, foram considerados três critérios básicos: ter uma finalidade, seu potencial de mobilização e, por fim, sua capacidade de influenciar.

Pode consultar a lista completa dos líderes do futuro aqui.

UMA INVESTIGAÇÃO BASEADA EM TECNOLOGIA DISRUPTIVA

A análise de personalidade e as técnicas de criação de perfil usadas neste estudo têm bases científicas sólidas. Com base na Trait Theory (Teoria dos Traços), LLYC e Trivu utilizaram o modelo Big Five de análise psicométrica. Além disso, durante a pesquisa, técnicas de NLP e Inteligência Artificial foram implementadas – o que tornou possível processar, entre outras, 1.017.391 palavras, 11.771 tweets, 8.931 postagens no Instagram, 81 discursos completos no YouTube por líderes de todas as gerações de idiomas espanhol e português.

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Liga Ventures promove evento de inovação aberta on-line e gratuito

Liga Ventures , pioneira no mercado de aceleração corporativa focada em conectar grandes corporações e startups para geração de negócios, irá promover nos dias 22, 23 e 24 de setembro, o Liga Open Innovation Summit , um dos principais eventos de inovação aberta no Brasil, que pela primeira vez será 100% online, gratuito e aberto ao público.

Durante os três dias, os participantes terão acesso a mais de 24 horas de conteúdos com mais de 80 executivos de grandes empresas falando sobre os projetos gerados em suas frentes de inovação; sessões exclusivas de cases de sucesso; discussões sobre o Liga Insights ; área virtual com mais de 60 startups expondo suas soluções para os principais players do ecossistema.

Além disso, o Liga Open Innovation Summit contará com a presença do keynote Alexander Osterwalder, empreendedor suíço, conhecido por seu trabalho em modelagem de negócios e autor do best seller Business Model Generation. Na ocasião, Osterwalder apresentará conceitos do seu mais recente livro, Invincible Company. Também estarão presentes executivos da BREX & OYO discutindo cultura e competências exponenciais, além de outros keynotes internacionais.

Segundo, Rogério Tamassia, cofundador da Liga Ventures, o evento será uma oportunidade de grandes empresas que ainda não entraram no movimento de inovação aberta se aprofundarem no tema e nos benefícios do engajamento com startups.

“A Liga Ventures é uma facilitadora da conexão entre esses dois polos, por isso, durante o Liga Open Innovation Summit, o público terá a chance de ouvir das próprias empresas os resultados possíveis de serem alcançados investindo em inovação aberta. É uma oportunidade imperdível de troca de conhecimento e informação que colabora com o avanço da inovação em nosso país, que é cada vez mais destaque no tema”, explica Tamassia.

Serviço:

• Data e horário – 22, 23 e 24 de setembro das 09 h às 18 h

• Custo – gratuito

• Inscrições – ligasummit.com

• Onde acontece – 100% online através do link do evento (disponibilizado mediante cadastro)

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