Page

Author admin

Os novos desafios de segurança digital do delivery brasileiro

Por Anderson França, CEO da Blockbit

Você já pensou em como o serviço de entrega de um restaurante pode impactar a sua privacidade? Saiba, então, que a segurança dos dados pessoais estará cada vez mais no centro das discussões de nossas vidas nos próximos anos, inclusive na hora de pedir o seu jantar. O tema é preocupante e se torna ainda mais importante agora, em tempos de isolamento social, já que estamos compartilhando informações para uma infinidade de empresas e de entregadores. Diante desse novo ambiente, até mesmo a compra daquela pizza de sexta à noite pode estar sendo alvo de um hacker. Já imaginou?           

Pode parecer exagero pensar assim, mas a segurança digital será um item prioritário para pessoas e empresas. A transformação imposta pela pandemia tem feito com que restaurantes e bares precisem se preparar para uma nova era no uso de informações, com registros específicos de clientes, armazenando dados e efetuando transações com segurança. Em outras palavras, à medida que os pedidos chegam pela web, eles precisam acompanhar o aumento de volume não apenas em suas cozinhas e fluxos de entregas, mas também na proteção de toda a estrutura digital.

Segundo pesquisas de consultorias nacionais, a área de entregas praticamente dobrou de tamanho no Brasil durante os primeiros meses da pandemia, impulsionada principalmente pelo setor de alimentação. Como resultado, temos presenciado uma explosão de novos aplicativos e serviços – que nem sempre entregam a segurança digital.

Motivos para vivermos essa ascensão do delivery, evidentemente, não faltam. O maior deles é que o uso dos aplicativos de entrega tem sido o caminho fundamental para a sobrevivência de vários restaurantes e bares que tiveram movimento reduzido por conta das medidas de restrição. Não por acaso, aliás, temos visto seguidamente o aumento no número de compras para entrega, até mesmo em ramos que, no passado, sequer planejavam esse formato de vendas.

Seja como for, empresários do mercado devem entender que ter atenção aos dados dos clientes é uma questão vital para a manutenção de suas operações em longo prazo. Estudos globais indicam, por exemplo, que mais da metade dos clientes que estão pedindo suas compras em casa deverão continuar com os pedidos on-line como uma forma de consumo mesmo após o fim da pandemia.

 Isso significa que bares e restaurantes já não podem mais se dar ao luxo de ficar off-line nem que seja por um minuto sequer. É preciso garantir alta disponibilidade das redes, com proteção sempre em dia. Empresários do setor deveriam entender, portanto, que a conexão de suas marcas e serviços com o público agora, definitivamente, inclui a segurança de dados e a experiência virtual de suas operações. Com o alto número de conexões e fluxos online em seus sistemas, garantir a disponibilidade das redes, além da segurança, é essencial.

Eles precisam se certificar, por exemplo, que as plataformas de delivery utilizadas realmente adotam as melhores práticas de cibersegurança e privacidade do mercado. Da mesma maneira, evidentemente, também é preciso que os restaurantes e bares adotem os sistemas mais adequados para suas operações internas, buscando sempre as soluções mais completas para garantir a segurança dos clientes diante das ameaças digitais.

Um caminho para isso é focar em pontos como o monitoramento ativo de todas as conexões com bloqueio de tráfego e conteúdo indesejado, segmentação das redes (separando o acesso para a parte administrativa da rede aberta para clientes) e, ainda, estabelecer configurações bem específicas para a gestão do ambiente como um todo. Nesse cenário, não há dúvidas de que as redes SD-WAN, definidas por software, são ótimas opções para conectar filiais com eficiência, reforçando a disponibilidade das redes e simplificando o gerenciamento centralizado de qualquer parâmetro de segurança relacionado à infraestrutura ou à rede.

 Investir em soluções mais modernas é, agora, o único jeito de acompanhar a transformação que temos vivido, com a era do delivery se tornando inquestionável. Isso porque a segurança cibernética está inserida como chave de sucesso nesse novo normal que estamos construindo. À medida que caminhamos para um mercado fígital (com a mescla do físico e digital em todos os nossos pontos de contato), é mandatório que as empresas compreendam a exigência trazida pela mobilidade e pela conectividade.

A crise do Covid-19 certamente pode ter forçado a expansão do e-commerce, mas o modelo de consumo das pessoas não voltará ao patamar anterior ao coronavírus. Isso implica dizer que o comércio eletrônico e o delivery continuarão a ser partes importantes da rentabilidade das operações. Do mesmo modo, cuidar da experiência dos consumidores e da segurança digital dos dados será uma das etapas do trabalho das empresas e estabelecimentos.

Vale destacar, ainda, que a necessidade de cuidar das informações é um parâmetro legal. É fundamental estar em acordo com as regras da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e do Marco Civil da Internet, que exigem novas práticas para proteger as informações sensíveis dos consumidores, sob risco de penalizações, como multas e bloqueios digitais.

Ao que parece, estamos cada vez mais dependentes dos serviços que levam as coisas do mundo para dentro de nossos lares. Imaginar o delivery do seu restaurante favorito como um dos envolvidos nessa jornada de transformação digital parecia algo desproporcional, mas não é – em um ambiente super conectado, todos temos responsabilidade em relação à segurança digital. É fundamental que os restaurantes e bares entendam isso rapidamente para não colocar em dúvida uma receita que tem tudo para fazer sucesso.

Tags, ,

Epson ganha prêmio internacional de design com robô industrial e impressora profissional

As impressoras de grandes formatos Epson SureColor P7570 e P9570 e o robô de automação industrial VT6L receberam o Red Dot Award: Design de Produto 2020. Criado em 1955, na Alemanha, prêmio é oferecido pelo Design Zentrum Nordrhein Westfalen e é considerado um dos mais importantes prêmios de design do mundo. As impressoras da Epson também receberam o Red Dot: Best of Best, pelo segundo ano consecutivo.

Os produtos são avaliados por uma banca de jurados especializados com base em nove critérios, entre eles estão: inovação, funcionalidade, ergonomia, compatibilidade ecológica e durabilidade. “A Epson é uma empresa comprometida com a inovação e qualidade. Receber este tipo de reconhecimento internacional é muito importante para nós”, comenta Cinthia Araújo, Gerente Regional de Marketing da Epson

Impressoras Surecolor P7570 e Surecolor P9570

Esses modelos são resultados de mais de 20 anos de pesquisa e aperfeiçoamento da tecnologia de impressão em grandes formatos. As SureColor P9570 e P7570 foram desenvolvidas para atender às mais diversas necessidades criativas, desde fotografias profissionais até provas de cor e design gráfico. Com a nova Tinta UltraChrome® PRO12, essas impressoras capturam todos os detalhes com precisão e brilho de cores inigualáveis. Já a cabeça de impressão PrecisionCore® de 2,6 polegadas proporciona maior qualidade de imagem e velocidade até 2,4 vezes maior do que as da geração anterior.

Robô de seis eixos VT6L

O VT6L é um robô de 6 eixos que possui design elegante com superfícies curvas e de fácil instalação, uma vez que a unidade principal e o controlador são integrados, economizando espaço e facilitando o uso do equipamento. Foi projetado para complementar a linha de produtos para automatizar as operações repetitivas que requerem precisão dentro de fábricas, laboratórios e linhas de montagem. Este robô não utiliza bateria, o que gera menos tempo de parada de linha para manutenção, além da redução de gastos operacionais.

Levantamento da XP Investimentos mostra que 89% dos investidores querem conhecer melhor os produtos alternativos

Com o objetivo de entender o interesse e o grau de conhecimento de seus clientes sobre investimentos alternativos, a XP Investimentos fez uma pesquisa com sua base de clientes qualificados e não qualificados com mais de R$ 300 mil investidos, totalizando 1.400 respostas, e descobriu que 87% deles nunca incluíram essa classe de ativos na carteira, sendo que mais da metade declarou ter baixo ou nenhum conhecimento sobre ela. O levantamento, realizado durante os dias 4 e 9 de setembro, revelou, por outro lado, que 89% têm interesse em conhecer melhor esses investimentos, o que reforça o potencial do segmento.

Os produtos alternativos constituem uma classe de ativos pouco conhecida dos investidores, que não são listados em bolsa ou mercado de balcão. Essas opções, que incluem Private Equity, Venture Capital, Special Situations, entre outros, são interessantes para investidores que prezam por boas chances de retorno em detrimento da liquidez.

“O resultado não surpreende já que esse mercado ainda é bastante incipiente no Brasil. Porém, o cenário que temos hoje, de taxa de juros em mínima história, é muito frutífero para o desenvolvimento dos fundos e aumento da captação, inclusive com capital local, que até então representa apenas 30% do total, e com mais de 81% dos investidores buscando retornos acima da média”, afirma Gustavo Pires, diretor de fundos de investimentos da XP. A estimativa, segundo ele, é que já em 2021 mais da metade da alocação em produtos alternativos será de investidores locais e não mais estrangeiros.

Em mercados mais desenvolvidos, essa classe de ativos tem uma penetração muito maior do que no Brasil, onde representa 0,2% do PIB, enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, representa 2% do PIB. Esse contexto demonstra que ainda há um longo caminho a percorrer no país.

Entre os investidores que já ingressaram nesse segmento, os fundos de Private Equity são os que mais atraem, com 7%, seguidos de Venture Capital, 2%, e Special Situations e Crédito Estressado empatados com 1%. Outros investimentos foram apontados por 3% dos respondentes. Para o desenvolvimento do mercado, Pires aponta três aspectos fundamentais: informação, para que o investidor entenda os riscos envolvidos, como a alta iliquidez, e a melhor forma de incluir os alternativos na carteira; oferta de produtos de qualidade pelas assets e curadoria para a distribuição das melhores opções nas plataformas de investimentos.

A fim de contribuir com as discussões sobre essa classe de ativos, até quinta-feira a XP realiza o Alternative Week, evento que reunirá gestores, diretores e empresários para debater o cenário e as oportunidades para os investidores no setor. Guilherme Benchimol, CEO da XP Inc., e o empresário Jorge Paulo Lemann estão entre os confirmados. A programação completa pode ser conferida aqui.

Tags,

Aumenta a maturidade do processo de gestão de riscos nas empresas brasileiras, aponta KPMG

A edição mais recente do estudo “Maturidade do processo de gestão de riscos no Brasil” realizado pela KPMG concluiu que houve um avanço sobre o tema nas empresas em comparação com a primeira versão publicada dois anos atrás. Considerando uma escala de cinco níveis de maturidade – fraco, sustentável, maduro, integrado e avançado – foi observada uma redução da quantidade de empresas com classificação abaixo de maduro, passando de 56% para 45%. Já o nível maduro permaneceu estável em 40% e houve um incremento de 5% e 6% nos níveis de maior maturidade, respectivamente. O levantamento foi conduzido, entre janeiro e março deste ano, por meio de uma plataforma web com a participação de respondentes em diferentes posições, incluindo executivos, membros de conselhos e comitês de 21 setores da economia brasileira.

“Apesar da elevação da maturidade sobre o assunto, é possível concluir que ainda existe uma grande parcela que não aderiu ao modelo esperado pela gestão de riscos, visando essa função como ferramenta de gestão, conforme indicam as boas práticas de mercado”, analisa o sócio de gestão de riscos e crise da KPMG, Luis Navarro.

Entre os cinco riscos que mais afetam as empresas, os principais continuam sendo o regulatório e o operacional representados por 64%. Completando a lista estão aqueles associados à execução de estratégia de negócios (passando de 31% para 42% ao se comparar com a primeira edição), relacionados às mudanças nas políticas governamentais sobre o setor que subiu no ranking apresentando agora 42% (em substituição aos riscos de tecnologia da informação, apontado nessa edição com 29% que deixou de fazer parte da lista prioritária). Em quinto lugar, estão os riscos de condições econômicas e de mercado que aumentaram de 30% para 33%.

“As empresas com o maior crescimento identificam oportunidades em situações que as demais veem como ameaças ou são ágeis enquanto outras não percebem as mudanças e disrupções a tempo de se adaptarem. Nesse cenário, quando entendido o verdadeiro conceito de risco, ou seja, o efeito da incerteza na consecução dos objetivos da empresa, o gerenciamento dos riscos passa a ser uma ferramenta poderosa para se destacar em meio ao mercado altamente competitivo que o Brasil está inserido”, afirma.

Ausência de uma cultura de gestão de riscos é o principal obstáculo:

Quando questionados sobre os principais obstáculos para implementação da gestão de riscos, a ausência de cultura sobre o tema se manteve como a mais apontada nas duas edições do levantamento passando de 65% para 67%; em segundo, falta de clareza em relação aos benefícios potenciais passando de 52% para 59%; e em terceiro, existência de outras prioridades se mantendo estável com 56%.


O estudo mostrou ainda que os principais fatores que influenciam as empresas na implementação da gestão de risco também sofreram poucas alterações. Entre eles, os principais são: desejo de reduzir a exposição ao risco em toda a empresa; melhorias nas práticas de governança corporativa e a necessidade de atendimento a requisitos regulatórios, motivador para a implementação da gestão de riscos que se destacou no ranking apenas na segunda edição.


De acordo com o Navarro, ao implementar um processo de gestão de riscos robusto, as empresas têm a oportunidade de se antecipar à perdas ou, caso estas sejam inevitáveis, prever a melhor estratégia de retomada.
“Um exemplo prático é o que estamos vivenciando agora. As empresas que já haviam investido em uma estrutura que possibilite o trabalho remoto tiveram vantagem neste período de isolamento, enquanto as demais atrasaram processos ou foram forçadas a se adequar ao ambiente remoto sem tempo hábil para estabelecer requisitos de segurança e medidas de proteção às redes corporativas para a atuação dos colaboradores”, esclarece.

Transporte, viagem e turismo lideram com 46%

Dos 21 setores pesquisados, 15 estão no nível maduro como transporte, viagem e turismo liderando com 46%. Em segundo, estão logística e distribuição com 43% seguidas por energia, recursos naturais e saneamento com 42%.


Já no segundo nível considerado fraco, estão seis segmentos liderados por educação (47%), entretenimento, mídia e editorial (46%) e varejo (43%). Por último estão terceirização com 40%, agronegócio com 38% e alimentos e bebidas com 32%.

Sobre a pesquisa:

A segunda edição da pesquisa “Maturidade do processo de gestão de riscos no Brasil” buscou entender o quanto as empresas estão preparadas para os desafios da nova realidade e comparar as mudanças observadas nesse processo ao longo do período de dois anos.


Foram contempladas 24 perguntas com foco nos sete elementos da metodologia de gestão de riscos da KPMG que considerou uma escala com cinco níveis: fraco, sustentável, maduro, integrado e avançado. Entre os entrevistados, 43% são executivos ou membros de conselhos e comitês, um aumento de 6% em relação à primeira edição da pesquisa.

Tags, ,

Mais de 500 startups inscritas no iImpact, que visa destacar inovações com impacto social na AL

Mais de 500 startups se inscreveram no projeto iImpact, que visa mapear e reconhecer empresas comprometidas com o desenvolvimento sustentável e cujas inovações já estejam gerando impacto na sociedade e no meio ambiente na América Latina.

Desenvolvido pelo Innovation Latam, o projeto é inédito e visa expor, validar e conectar as startups latino-americanas com empresas e governos da região. “O selo iImpact facilitará o match entre as empresas e as inovações”, afirma João Pedro Brasileiro, fundador da plataforma Innovation Latam.

Nessa fase do projeto o que mais chamou a atenção dos especialistas da Fundação Dom Cabral é que mais da metade (55,6%) das startups já está em fase de tração e escala e com clientes ativos, mas ainda esbarram na falta de investimento. Segundo elas, a falta de investimento (34%), a aquisição de clientes (16%) e a necessidade de exposição (13%) são as principais dificuldades para o crescimento. As startups inscritas (12%) também citaram a ausência de incentivos governamentais.

“É preciso dar visibilidade urgente para esse importante trabalho que está sendo desenvolvido pelas startups, principalmente, numa região tão carente de projetos e políticas públicas em conformidade com os 17 ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU”, afirma João Pedro.

Todas as empresas inscritas serão analisadas pela metodologia desenvolvida pelo Prof. Dr. Fabian Salum, da Fundação Dom Cabral, e submetidas a uma banca julgadora composta por docentes e mais de 70 executivos do alto escalão das principais empresas que atuam na América Latina e docentes. Entre elas: Aegea, IBM, Ambev, Grant Thornton, Grupo A.Yoshii Engenharia, MRV Engenharia, Dow, Electrolux, Gerdau, Oracle, Amazon, Bradesco, Cubo-Itaú, Banco Carefour, Roche,Saque-Pague e outras.

“É uma responsabilidade e ao mesmo tempo uma oportunidade de avaliar projetos de startups voltados para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentáveis, pois assim como a Aegea, essas iniciativas promovem inovação, geram impactos sociais relevantes e disseminem ações de sustentabilidade. A participação das startups auxilia empresas e governos nesse processo de incorporação do pensamento inovador”, afirma Marco Aurélio Silva, gerente de Eficiência e Tecnologia da Aegea.

Na etapa final, as startups aprovadas pela banca julgadora receberão o Selo iImpact e farão parte de um ebook com a descrição dos cases, estatísticas do setor e opinião de lideranças. Haverá ainda um evento de apresentação das startups e a divulgação no portal do projeto.

Tags, , ,

Startup cria plataforma de automatização de protocolos médicos

O escritor Peter Drucker aponta que não é possível gerenciar algo que não se pode medir e, seguindo esse raciocínio, o engenheiro biomédico e CEO da Mindify, André Ramos, criou um software para capacitar equipes de saúde no uso de protocolos de referência, que receberam o nome de Protocolos Automatizados.

“Atualmente, o prontuário eletrônico usado pelas equipes de saúde não facilitam o entendimento, muitas vezes eles geram uma burocracia que chega a tomar 70% do tempo dos atendimentos. Em uma situação de pandemia o tempo é precioso, logo, as equipes são obrigadas a deixar de usar o prontuário eletrônico em sua plenitude, mas esse movimento faz com que dados deixem de ser gerados e sem eles torna-se impossível promover uma assistência custo-efetiva. Nosso papel com os protocolos automatizados é facilitar o trabalho do dia a dia das equipes de saúde”, explica André Ramos.

Com o intuito de alcançar o maior número de hospitais públicos e privados do país, André tentou contato com os governos, pois sabia que sua ferramenta seria útil para os profissionais de saúde, principalmente nos atendimentos do coronavírus, mas teve dificuldade de conseguir o contato certo.

Por participar de inúmeros grupos de inovação, o CEO conheceu o programa IdeiaGov, um Hub de Inovação que traz soluções de mercado e da sociedade para desafios do Governo do Estado de São Paulo. Entre os desafios em andamento, encontrou o Edital de Ofertas Tecnológicas para o enfrentamento da COVID-19 e decidiu inscrever sua proposta. André percebeu que o IdeiaGov seria o melhor caminho para apresentar os Protocolos Automatizados para o governo.

“Vimos a oportunidade de demonstrar as facilidades da Mindify para as pessoas certas, dentro de um contexto adequado. Com isso, nos inscrevemos, passamos por todos os processos e fomos selecionados. O IdeiaGov nos deu a oportunidade de mostrar e de aplicar nossas inovações. Já tivemos uma primeira reunião e agora, minha expectativa é que os Protocolos Automatizados sejam implementados no Hospital das Clínicas”, comenta o CEO.

Os Protocolos Automatizados

Os protocolos foram definidos a partir da experiência prática de lideranças médicas e podem ser trocados ou customizados para as particularidades de cada hospital. A Mindify simplifica e valida a coleta de dados, tanto pelo paciente, quanto pelos Profissionais da Saúde, e os apoia nas tomadas de decisões com base em guidelines de referência e em serviços de Inteligência Artificial (IA).

A ferramenta estava pronta desde 2019, bastou que fossem parametrizadas os protocolos de combate ao coronavírus. O CEO explica que a primeira versão demorou apenas três dias para sair porque eles têm um robô que automaticamente faz toda a programação dos protocolos, depois os protocolos foram sendo atualizados a cada duas semanas, pois as diretrizes clínicas mudavam o tempo todo conforme o entendimento da Medicina sobre a doença evoluída.

A proposta da empresa é assistir toda a jornada do paciente desde a triagem, passando pela quarentena em casa com telemonitoramento, chegando até a ajudar médicos no diagnóstico e da definição do tratamento. Tudo isso gera dados valiosos que podem ser anonimizados e então compartilhados com as lideranças médicas responsáveis pela definição e melhoria contínua dos protocolos.

“Um dos maiores benefícios dos Protocolos Automatizados é que a ferramenta é intuitiva ao ponto de ser capaz de ajudar na capacitação das equipes de Saúde, além disso, é muito ágil. Tudo isso estimula a geração de dados clínicos do mundo real, mesmo no caos da pandemia, que por sua vez ajudam gestores hospitalares e pesquisadores a promover um custo-efetivo combate à pandemia”, finaliza Ramos.

Tags, ,

Locaweb anuncia aquisição da Etus

A Locaweb anuncia a aquisição da Etus, empresa que oferece a mais completa e robusta solução para gestão e marketing digital em redes sociais do mercado e já conta com mais de 100 mil marcas sendo atendidas. A plataforma ajuda empresas a fazerem essa gestão completa em um único ambiente, de forma simples e descomplicada.

“Sempre apoiamos as PME’s e já temos um grande volume de serviços para ajudá-los no processo de digitalização de suas operações, oferecendo soluções de Commerce (plataforma para loja virtual, meios de pagamento, integração com marketplaces, entre outros), Presença Digital e SaaS. A presença em rede social tornou-se de extrema relevância para clientes do perfil atendido pela Locaweb e encontramos na Etus a solução que melhor se integra em nosso portfólio. Sabemos que existe grande sinergia para os dois lados, pois os clientes da Locaweb precisam de soluções como as da Etus para venderem ainda mais e ampliarem a sua presença digital. Ao mesmo tempo, os clientes da Etus precisam das soluções que a Locaweb oferece. Como já temos um processo de cross-sell bem estabelecido na companhia, a Etus já chega podendo fazer uso imediato de todo esse potencial de vendas para a nossa base”, afirma Fernando Cirne, CEO da Locaweb.

“Estamos animados em divulgar ao mercado mais uma importante aquisição depois da abertura de capital, que ocorreu em fevereiro deste ano. Como sempre fazemos em nossas aquisições, fomos extremamente cautelosos e avaliamos centenas de empresas para chegar até a Etus. Estamos falando de um produto de assinatura, tecnicamente muito bem estabelecido, com potencial de cross-sell e com fundadores que continuarão conosco na operação. É a receita que gostamos. Uniremos nossos esforços e seguiremos ainda mais firmes no propósito de fazer negócios nascerem e prosperarem por meio da tecnologia “, completa o CEO.

Criada em 2015, a Etus oferece para todos os tamanhos de empresas e agências uma plataforma completa e robusta para a gestão de redes sociais e marketing digital em um mesmo ambiente. Nela, é possível agendar e impulsionar posts, gerenciar interações com perfis das redes, captar leads, ter relatórios completos de todas as ações e muito mais. Possui funcionalidades avançadas para garantir excelente posicionamento, o que aumenta sensivelmente o sucesso dos clientes, a conversão e melhora no pós-vendas.

A maioria das empresas que entram nas redes sociais precisa de perfis nas principais como: Facebook, Instagram, Linkedin, Pintrest, Twitter entre outras. Fazer uma gestão de todas essas redes separadamente é extremamente complicado e ineficaz. A plataforma da Etus vem para facilitar a vida das empresas, que apostam nesse meio e sabem da importância dele para vender mais, divulgar seus produtos e serviços e estar mais próximo dos seus clientes e prospects.

Com um modelo de negócio SaaS (software as a service), a Etus oferece tudo isso e o cliente paga um valor mensal pelo uso da plataforma, mesmo modelo adotado pela Locaweb nos seus serviços. A companhia já vem crescendo organicamente de forma muito expressiva nos últimos anos, agora poderá acelerar ainda mais esse crescimento graças às integrações com a Locaweb.

“A Etus nasceu para resolver o problema que a maioria das empresas possui no marketing digital, a gestão de suas redes sociais aliada a produtividade e resultados. Meus sócios e eu atuávamos como publicitários com especialização em marketing digital desde 2010 e perdíamos muito tempo gerenciando as redes sociais dos nossos clientes. Precisávamos de algo completo e robusto para ajudar nessa tarefa. Desenvolvemos a solução e com isso tivemos mais tempo para evoluir e escalar os nossos negócios”, conta o cofundador e CEO da Etus André Patrocínio.

“Escolhemos a Locaweb porque enxergamos uma sinergia enorme entre o que a companhia oferece aos clientes e o que podemos complementar nesse portfólio para proporcionar uma presença digital completa para as empresas. Também nos identificamos com a cultura da companhia assim como o propósito de ajudar a pequena e média empresa na digitalização dos seus negócios”, afirma.

Seguindo o modelo de atuação da Companhia em outras aquisições, os fundadores André Patrocínio, Márcio Garcia e Bruno Rafael Nery permanecerão responsáveis pela operação da Etus.

Uma das pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, a Locaweb nasceu para ajudar empreendedores e negócios a desenvolverem sua presença online e prosperarem na web. Ao longo dos últimos anos, a empresa realizou seis aquisições, fortalecendo a atuação em diversos mercados como o de e-commerce, marketing cloud, hospedagem, cloud computing, pagamentos e aplicativos mobile. A Locaweb possui mais de 1,5 mil funcionários, quase 400 mil clientes e 19 mil desenvolvedores parceiros. Com 22 anos de atuação, a empresa segue crescendo e inovando por meio de desenvolvimento e aprimoramento interno de produtos bem como de aquisições.

Fligoo anuncia aporte Series A de R$ 40 milhões

A Fligoo, startup de análise avançada de dados, com sede em São Francisco, no Vale do Silício, e clientes como Coca Cola, Itaú, Walmart e B2W, anuncia aporte de R$ 40 milhões, liderado por family offices americanas e brasileiras. O investimento será dedicado ao crescimento das operações da empresa, tendo o Brasil como um dos principais focos. A Fligoo usa inteligência artificial, big data e machine learning para fornecer informações preditivas sobre o comportamento do consumidor e otimizar estratégias de negócio. Grandes empresas de mercados como o financeiro, de bens de consumo, varejo, educação e telecom confiam na Fligoo e seus mais de 4 mil algoritmos proprietários para tirarem proveito do recurso mais valioso do nosso tempo: os dados.

“Diferentemente de muitas startups, temos uma operação que apesar do nosso crescimento acelerado gera caixa. Na Fligoo não acreditamos no modelo de encher o cofre de dinheiro de venture capitalists para logo ser refém dos seus ‘terms’. Preferimos crescer o nosso business global a passos naturais e por meio do nosso network”, afirma Carlos Naupari, CEO da Fligoo no Brasil. A operação local da startup cresceu 400% na pandemia. “Depois dos Estados Unidos, em que já temos toda a operação rodando, o Brasil é o país mais importante para nós no momento e é aqui que está o maior potencial para nos tornamos o próximo unicórnio.”

A Fligoo nasceu em 2013, logo depois de um dos fundadores usar o seu conhecimento em computação para fazer um experimento diferente: analisar o comportamento online da mãe da sua então namorada. O objetivo? Descobrir o presente de Natal ideal. O perfume escolhido caiu em cheio no gosto da sogra que se tornou uma das principais apoiadoras do casamento que aconteceria anos depois. O episódio foi o embrião da Fligoo que ao longo dos anos evoluiu de um mecanismo capaz de indicar os melhores presentes a amigos e familiares para um framework proprietário de 4 mil algoritmos, desenvolvido com engenheiros do MIT, que ajuda grandes empresas a usar seus dados de forma segura para incrementar vendas, reduzir a perda de clientes, prevenir fraudes e otimizar processos, como análises de crédito.

A tecnologia da Fligoo se integra aos servidores existentes do cliente de forma remota e entrega resultados que conseguem superar o ROI de projetos ou iniciativas desenvolvidos internamente. A Fligoo usa AI para criar modelos preditivos do comportamento do consumidor. Esses usam vários métodos, incluindo florestas de decisão aleatórias, redes neurais e aprendizagem profunda, que permitem determinar qual produto é melhor para qual tipo de cliente, quando este deve ser oferecido, de que forma e por qual canal. O sucesso dessa abordagem é vista nos resultados comerciais que, em média, saltam 25%. Caso de um dos maiores bancos do Canadá que em dois anos de parceria registra mais de US$ 300 milhões em incremento de venda do seu cartão de crédito.

Parte da operação da startup se baseia em Córdoba na Argentina. É lá que ficam os gênios da Fligoo, os seus cientistas de dados, responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia da startup. São cerca de 40 pessoas dedicadas a treinar, testar e aprimorar os seus algoritmos. “Os clientes enxergam os nossos produtos como soluções holísticas que resolvem os seus maiores problemas para crescer e reter clientes . Somos uma alternativa bem vinda ao trabalho das consultorias tradicionais que dizem trabalhar com AI mas no final das contas entregam apenas belos PowerPoints”, afirma Naupari.

Ao longo dos anos, a Fligoo vem chamando a atenção do mercado. Em 2019, por exemplo, a empresa foi uma das sete selecionadas do programa Start Path, da Mastercard, que passou a apresentá-la à sua base de clientes. Hoje, além do hub em Córdoba, a empresa tem operações nos EUA (São Francisco, Nova York e Miami) e em Londres. Por lá, a startup integra o Scale Fintech, iniciativa da PwC para startups financeiras, e do programa de aceleração do Royal Bank of Scotland. Com vagas abertas e crescimento acelerado, a história da Fligoo está apenas começando.

Tags,

Abrir MEI: termo cresceu 222% nas buscas do Google

Uma pesquisa realizada pela SEMrush, líder global em marketing digital, mostra que o termo “abrir MEI” teve um aumento de 222% nas buscas no Google no mês de agosto de 2020, comparado ao mesmo mês no ano anterior. Este aumento, reflete os impactos da pandemia, já que o comparativo da quantidade de microempreendedores individuais cadastrados no Portal do Empreendedor, do Governo, no mesmo período, saltou de 8 milhões em 2019 para mais de 10 milhões agora em 2020.

O mesmo levantamento mostrou que março, mês que deu início a pandemia do coronavírus, registrou 74 mil buscas do mesmo termo, enquanto em agosto deste ano o dado pula para 110 mil. Outros termos que tiveram 100% de aumento nas buscas no Google, segundo levantamento da SEMrush foram: CNPJ, MEI, DAS MEI, CNPJ Receita, MEI boleto, consulta CNPJ, portal do MEI, busca ou cartão CNPJ, simples nacional MEI e situação cadastro MEI.

Alexandre de Carvalho, contador há mais de 20 anos e um dos fundadores do Easymei, aplicativo de auxílio e gestão para microempreendedores, explica que a busca reflete a dificuldade do empreendedor em abrir facilmente sua empresa e gerir seu negócio. “Ainda há falta de informação e processos muito burocráticos para abertura da empresa. Com isso, o mercado conta hoje com aplicativos que facilitam o processo e ajudam na abertura via internet, com o objetivo de auxiliar o microempreendedor a formalizar seu negócio e aumentar sua renda”.

A taxa de desemprego no país atingiu em agosto, segundo o IBGE, seu maior patamar desde maio, contabilizando 13,7 milhões pessoas. “Com isso, a formalização do MEI pode ser uma ótima alternativa a regulamentação profissional e criar novas oportunidades no mercado de trabalho”, explica Carvalho.

E como alternativa ao desemprego muitas pessoas tem buscado abrir seu próprio negócio e com isso, o micro e pequeno empreendedor tem ganhado espaço no país. Segundo pesquisa do Sebrae com a FGV, 30% do valor adicionado do PIB no Brasil, corresponde a micro e pequenas empresas. “Hoje o MEI é uma das portas de entrada para a abertura do seu negócio no Brasil, por ser uma das formas mais simples e baratas. O empresário só terá a obrigação de pagar o imposto da guia DAS, mensalmente, no valor aproximado de R$55, fazer o relatório mensal e realizar a sua declaração anual” explica Carvalho.

Mas o que poucos empreendedores sabem é sobre os benefícios que abrir sua empresa MEI traz. “Em contrapartida das obrigações, o empresário terá direito com seu CNPJ a diversos benefícios como auxílio emergencial, licença maternidade, contribuição para aposentadoria, crédito com taxas atraentes em bancos, acesso ao cartão BNDES, plano de saúde empresarial e até desconto oferecido por montadoras para compra de carros 0km”, pontua o executivo.

Tags,

Safira Energia abre inscrições para seu programa de aceleração de startups

A Safira Energia, uma das principais empresas do ecossistema de energia do país, abre inscrições de 1º de outubro a 15 de novembro de 2020 para o Si9 (Safira Inove), o programa de aceleração da empresa, que chega a sua segunda edição e busca investir em startups das categorias de fintechs e cleantechs.

Podem participar do processo seletivo as startups que já possuem o Produto Mínimo Viável (sigla MVP, em inglês) construído e que já tenham superado a fase de ideação. Serão critérios de avaliação: a heterogeneidade da equipe, com pessoas que possuem conhecimentos distintos e complementares; os aspectos relacionados à tração, como geração de receita e taxa de crescimento; a capacidade de execução da startup, que engloba o grau de comprometimento e maturidade dos empreendedores, e a aderência entre as fintechs e cleantechs com o programa Si9.

“A tecnologia e as aplicações das mais variadas categorias contribuem para a modernização e o desenvolvimento do setor energético brasileiro, de modo que queremos identificar projetos relevantes e inovadores, e investir neles, fornecendo todas as condições para que atinjam a maturidade e sejam colocados em prática”, afirma o diretor executivo da Safira Energia, Mikio Kawai Junior.

O programa Si9 terá duração de um ano, período em que as startups selecionadas serão assessoradas pelo time de mentores de diferentes áreas da Safira e externos (experts das mais variadas verticais). Além da mentoria, as fintechs e cleantechs ainda terão como benefícios um investimento, espaço colaborativo em São Paulo e o networking com startups já aceleradas.

A Enercred, pioneira no modelo de assinatura de energia limpa para consumidores residenciais; a BMS, que nasceu com o propósito de aumentar a produtividade da indústria por meio da automação de softwares industriais, e a Gasola, que conecta empresas e postos de combustível através de uma plataforma 100% digital, são exemplos de startups já aceleradas pela Safira.

As empresas interessadas em participar do programa devem se cadastrar no site http://acelerasi9.com.br/main. Após o período de inscrições, haverá uma pré-seleção e, o Pitch Day. Entre 1º a 15 de dezembro é o período de entrevistas com as finalistas e a divulgação das aceleradas será em 04 de janeiro de 2021.

Tags,

Startup Agrofy abre vagas de emprego

A Agrofy, startup argentina que busca ser o maior marketplace para o agronegócio do mundo, está com vagas abertas para a América Latina e oferece oportunidades de carreira em várias áreas.

Essa é a oportunidade para quem busca atuar em uma das principais Agtechs da América Latina, que está trilhando seu caminho para ser o primeiro unicórnio do segmento. Confira as 8 vagas mescladas entre administração, vendas e marketing:

No Brasil, estão abertas as vagas para Digital Account Executive Jr; Customer Insights Specialist; Key Sales Executive Senior; Sales Corporate Manager; Sales Executive Senior; e Agro Payments Development. Para a Argentina, a oportunidade é para a posição de Inside Sales Executive Jr.

Acesse www.agrofy.com.br/profissionais, conheça a história da Agrofy e confira todas as informações sobre as vagas ofertadas.

Tags

Souza Cruz abre programa de estágio e apresenta a BAT Brasil

Estão abertas as inscrições para o programa de estágio da BAT Brasil, novo nome da empresa Souza Cruz, que atua há 117 no país e que há mais de cem anos faz parte do Grupo British American Tobacco (BAT). Reconhecida como uma das empresas que oferece os melhores benefícios e qualidade no ambiente de trabalho, a BAT Brasil vai selecionar 40 estagiários, distribuídos pelas áreas de Marketing, Operações, Finanças, Tecnologia da Informação, Tabaco e Recursos Humanos, entre outras, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná.

Para garantir a segurança de todos os participantes, nesta edição do programa, a BAT Brasil preparou um processo seletivo 100% online, constituído por quatro etapas: seleção de currículos; vídeo-entrevista, no qual o recrutador envia perguntas que deverão ser respondidas em um vídeo gravado pelo participante; dinâmica de grupo, onde os candidatos são apresentados à empresa e à vaga em questão e, na sequência, desafiados a resolver um case em grupo com a apresentação de soluções. E, por fim, a entrevista individual, também feita por videoconferência.

“Este é o primeiro processo seletivo para estagiários já com a nova marca corporativa – BAT Brasil. Nós mudamos de nome, mas a cultura que faz da empresa uma das melhores para se trabalhar se mantém. O programa de estágio continua sendo uma das principais portas de entrada para a BAT Brasil e para o desenvolvimento de carreira desses universitários. Buscamos jovens talentos que sejam inovadores, e que possuam espírito de liderança para fazer parte do nosso time. Desta vez, com a seleção realizada 100% à distância, a criatividade dos candidatos será o grande diferencial”, declara Fernanda Shugastru, gerente de Recursos Humanos da BAT Brasil.

Para se inscrever no Programa de Estágio da BAT Brasil, os candidatos devem ter previsão de formatura a partir de dezembro de 2021, disponibilidade para estagiar por, no mínimo, 1 ano e conhecimento de inglês a depender da vaga. O pacote de benefícios inclui plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, vale transporte, restaurante ou ticket refeição, Gympass, entre outros. A remuneração pode chegar a R$ 1.736,00 a depender da carga horária e da localidade.

Serão aceitos todos os cursos de graduação que estejam em linha com as vagas em aberto, como Direito, Propaganda e Marketing, Comunicação, Psicologia, Administração, Informática, Tecnólogo em Informática, Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas da Informação, Economia, Ciências Contábeis, Engenharia Química, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Administração, Comércio Exterior e Relações Internacionais.

As inscrições estão abertas até 19 de outubro e poderão ser realizadas pelo site da BAT Brasil no link http://bit.ly/estagiobatbrasil

Programa de Estágio BAT Brasil
Inscrições abertas até 19/10
Site:http://bit.ly/estagiobatbrasil
Áreas de interesse: Marketing, Operações, Finanças, Tecnologia da Informação, Tabaco, Recursos Humanos, entre outras.
Requisitos: Previsão de formatura a partir de dezembro de 2021, bons conhecimentos em inglês (a depender da área) e disponibilidade para estagiar por, no mínimo, 1 ano.

Tecnologia permite coletar dados de testes de coronavírus em até 3 minutos

A Fundação CERTI desenvolveu um sistema inédito no Brasil, capaz de coletar dados de testes de coronavírus em até 3 minutos e registrar informações de 5 mil exames em um só dia. Todos os 56 mil testes moleculares realizados pela startup Biomehub em pessoas assintomáticas em Santa Catarina, dentro do Projeto Iniciativa Covid-19, foram cadastrados por meio da plataforma da CERTI. Uma dessas ações de testagem em massa foi realizada em parceria com a prefeitura de Florianópolis, em 6,5 mil profissionais do setor produtivo, entre trabalhadores do comércio e de Educação Física de academias da capital. 

Os aplicativos integrados ao sistema desenvolvido pela CERTI dispensam o uso de planilhas de preenchimento pelos profissionais que coletam as amostras, agilizando o processo. Ele também pode ser usado pelo paciente que será examinado. A pessoa testada pode baixar o aplicativo, que terá um QR Code para ser escaneado pelo agente de saúde que realiza a coleta. Dessa forma, poderá acessar o resultado de seu exame assim que ficar pronto. Além da agilidade, outra vantagem é a rastreabilidade, que ajuda a reduzir contaminações. Por meio do aplicativo é possível, por exemplo, rastrear a geolocalização e identificar quem teve contato com pessoas contaminadas pela Covid-19, para que também sejam testadas. 

“Com esta solução, o paciente tem a garantia de que receberá o resultado do exame de forma rápida, segura e digital, ao contrário de processos manuais que são passíveis de erros e atrasos. Atualmente, a coleta de dados de Covid-19 num laboratório ou em campo leva cerca de 20 minutos. Com o app, é possível fazer a coleta e liberar o paciente em até 3 minutos”, explica Maurício Dobes, diretor de Convergência Digital da CERTI. 

De acordo com a organização, o sistema oferece segurança no diagnóstico e mantém em sigilo as informações sensíveis dos pacientes, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que já está em vigor. O software também armazena um histórico de exames e pode ser integrado aos bancos de dados do laboratório, podendo ser usado para coleta de outras amostras de materiais biológicos, além de detectar Covid-19. 

“Um sistema como esse facilita ações da saúde pública, pois permite que prefeituras e laboratórios criem processos próprios para vacinas e exames epidemiológicos em larga escala, já que qualquer cidadão poderá ter seu próprio QR code. O governo, por exemplo, poderá usufruir do legado desse software para futuras campanhas de saúde”, diz Dobes. 

Os testes realizados pela BiomeHub, por meio do Projeto Iniciativa Covid-19, tratam-se de uma parceria com CERTI, SESI e Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), para proporcionar a retomada da economia de forma segura e monitorar a evolução das contaminações pelo vírus. Para isso, foram realizadas testagens moleculares tipo RT-PCR – os mais precisos para detectar o vírus ativo num indivíduo – em grande escala e com baixo custo de aplicação – entre 20 a 25% do custo do mercado. 

“Nesta etapa de retomada, é a realização dos protocolos de segurança, juntamente com a testagem em massa recorrente, que vai fazer com que consigamos isolar mais rapidamente os indivíduos infectados. Neste contexto, chamo a atenção para os infectados assintomáticos, pois apesar de não terem sintomas, possuem carga viral semelhante aos sintomáticos e, logo, o mesmo potencial de transmissão”, observa o doutor em Genética e Biologia molecular Luiz Felipe Valter de Oliveira, CEO da BiomeHub.

Tags,

Cresce demanda por notícias nos meios digitais durante a pandemia

Nova pesquisa publicada nesta semana pela Luminate, organização filantrópica global, constatou que durante a pandemia COVID-19, 65% dos leitores de veículos digitais no Brasil aumentaram o consumo de notícias. A pesquisa mostra que 92% dos consumidores acessam notícias por meios digitais (veja a pesquisa completa aqui) pelo menos duas vezes por semana, com 83% pelo menos uma vez por dia. A pesquisa também mostra que as plataformas digitais agora respondem por mais da metade (59%) de todo o conteúdo de notícias consumido, destacando o crescente domínio das plataformas digitais1 como fontes primárias de notícias e informações.

Junto com o aumento da demanda por notícias, a pesquisa, que entrevistou 8.570 pessoas de 18 a 65 anos na Argentina, Brasil, Colômbia e México, descobriu que os consumidores no Brasil estão dispostos a pagar por conteúdo digital, 16% deles já pagando por pelo menos uma assinatura de notícias ou serviço. Embora relativamente modestos, esses números mostram que a disposição de pagar por notícias digitais entre os consumidores no Brasil é maior do que em alguns outros países, incluindo mercados estabelecidos como o Reino Unido (8%) e Alemanha (10%) e não está muito atrás dos EUA (20%)2 .

A pesquisa identificou uma série de fatores-chave que influenciam as decisões dos consumidores de pagar por uma assinatura ou serviço de notícias digitais. Para os consumidores que atualmente pagam por notícias, dois dos fatores mais importantes são a capacidade de fornecer conteúdo de alta qualidade (34%), seguida de perto pela credibilidade do veículo como fonte de informações sérias e confiáveis​​(31%). Além desses fatores, a metodologia MaxDiff3 descobriu que para todos os participantes da pesquisa, incluindo aqueles que atualmente não estão pagando pelas notícias, a independência do veículo em relação a interesses políticos ou outros interesses velados também foi importante (4.7 MaxDiff).

1 Sites on-line de veículos de notícias tradicionais, veículos de mídia digitalmente nacional, mídia social e YouTube

2 Reuters Institute for the Study of Journalism, Digital News Report 2020

3 Na análise MaxDiff ou “melhor-pior escala”, os participantes escolhem o mais importante / melhor e o menos características importantes / piores de uma lista de itens. Isso resulta em medidas de escala de intervalo que são baseadas em julgamentos comparativos que podem ser facilmente realizados, mesmo quando o número de atributos não é pequeno.

“O jornalismo independente é uma condição para democracias saudáveis, e a disposição em pagar por notícias é central para esta independência. Nesse contexto, o alto consumo e a grande abertura de brasileiras e brasileiros em pagar por assinaturas ou realizar doações a meios de comunicação são boas notícias, tanto para redações como para a democracia brasileira” argumenta Rafael Georges, representante da Luminate no Brasil

Embora a pesquisa destaque uma série de oportunidades para veículos digitais, ela identificou duas barreiras que os empreendimentos de mídia deverão considerar ao buscar atrair novos consumidores pagantes. Em primeiro lugar, a relevância do conteúdo é fundamental. Dos entrevistados que atualmente não pagam por notícias digitais, 90% dos participantes afirmaram que as informações não eram suficientemente relevantes ou não traziam diferenciais que justificassem um pagamento quando comparados a outras fontes de informação. Em segundo lugar, o custo é um grande problema, com 90% afirmando que simplesmente não estariam dispostos a pagar, especialmente se podem acessar notícias gratuitamente em outro lugar.

Outros dados notáveis ​​da pesquisa são:

• Para 1 em cada 4 consumidores R$ 30 por mês é considerado um pagamento aceitável em compra de notícias digitais

• Em média, o período de assinatura de um serviço de notícias digitais é mantido por pouco mais de dois anos (24,5 meses)

• 26% dos consumidores no Brasil estão dispostos a fazer doações voluntárias a veículos digitais.

A pesquisa foi encomendada pela Luminate – uma das principais financiadoras da mídia independente em todo o mundo, inclusive na América Latina – para fornecer informações adicionais aos veículos de notícias à medida que desenvolvem suas ofertas digitais e procuram aumentar a receita por meio de assinaturas e outros serviços pagos. Esta pesquisa é uma continuidade do trabalho iniciado com o relatório Inflection Point publicado pela Luminate e pela SembraMedia em 2017, que explorou a saúde da mídia digital na América Latina, e o lançamento do programa Velocidad em 2019, acelerador que fornece financiamento e consultoria para novas startups de jornalismo operando na América Latina.

Grupo Carrefour Brasil acelera digitalização do RH e implementa jornada flexível de trabalho

O Grupo Carrefour Brasil anunciou hoje, XX, que, a partir de agora, todos os funcionários em funções administrativas terão jornada de trabalho flexível permanente. Este é um movimento disruptivo para o segmento de varejo alimentar e está alinhado à agenda de transformação cultura da companhia, que tem como ambição valorizar as pessoas e atrair uma geração de novos talentos. No novo modelo de trabalho, os profissionais que tiverem agendas no escritório, podem atuar no máximo 60% do tempo de forma presencial. Além disso, o Grupo está testando novos modelos de contratos, incluindo o trabalho 100% remoto. A nova política da empresa é válida para os colaboradores que atuam na matriz do Grupo e no escritório do Banco Carrefour, em São Paulo.

Além disso, a companhia aposta em novos modelos de contrato de trabalho e anunciou recentemente a abertura de 50 vagas de trabalho totalmente remotas para a área de TI do Banco Carrefour, dando a possibilidade de que profissionais de diferentes regiões do país possam se candidatar a uma dessas oportunidades. Estas iniciativas são resultados dos avanços que a empresa vem alcançando na digitalização do seu ecossistema, tanto no que diz respeito às operações quanto internamente, principalmente pela área de Recursos Humanos.

“A aceleração digital é um dos pilares centrais do Grupo Carrefour globalmente e acreditamos que para promover uma profunda transformação cultural em nossa empresa, precisamos combinar a adoção de tecnologia e ferramentas com novos modelos de trabalho, simplificação de processos e um novo jeito de pensar e agir”, afirma João Senise, Vice-Presidente de Recursos Humanos do Grupo Carrefour Brasil.

A digitalização da área de Recursos Humanos já é uma realidade no Grupo Carrefour Brasil e impacta positivamente todas as etapas da jornada do colaborador. Logo no início da pandemia, a companhia realizou a contratação de 5 mil pessoas para sua operação de varejo por meio de processo seletivo online, além de registrar 150 mil acessos em sua plataforma de treinamentos em apenas 4 meses. Outro ponto da digitalização da companhia é o onboarding de novos funcionários, que foi feito de maneira 100% digital.

O processo de transformação do RH acontece desde 2018, quando o Carrefour criou o ConectaRH, projeto que conta com especialistas da área de Recursos Humanos e Tecnologia da Informação dedicados à implementação de uma nova plataforma de gestão de pessoas, com revisão de sistemas, políticas e processos, tendo o colaborador no centro das decisões, proporcionando também acesso direto e simplificado aos processos e informações de RH aos gestores e colaboradores. O ConectaRH conta com cinco squads multifuncionais, que promovem maior integração entre áreas: Recrutamento Digital, Admissão Digital, Metas e Desempenho, Novo Portal de RH e LMS (Learning Management System). Essas ferramentas tem sido implementadas para trazer mais agilidade, autonomia e simplicidade na gestão das pessoas, contribuindo também para a transformação cultural.

Além disso, a empresa conta com parceria com startups para o desenvolvimento de soluções inovadoras que respondam com eficiência à digitalização de processos internos. No início da pandemia, por exemplo, o Carrefour identificou a necessidade de contração de 5 mil pessoas para suporte às operações. Com apoio da 99jobs, uma das startups parceiras do ConectaRH, implantou um novo modelo de recrutamento digital. Outro avanço foi a implantação da admissão digital, por meio da plataforma da Acesso RH, que é responsável por todo este trâmite eletrônico de envio de documentos.

Além da facilidade para o candidato, que não precisa sair de casa para realizar entrevistas com diferentes gestores, o ConectaRH trouxe resultados expressivos internamente para o Carrefour. Mais de 300 mil pessoas se cadastraram na 99jobs, que ajuda a fazer um filtro de candidatos de acordo com as funções do cargo e cultura da empresa. Além disso, o tempo de admissão foi reduzido em 8 dias, o que gerou ganhos de eficiência.

Para os próximos passos, o Carrefour espera que o ConectaRH possibilite a redução adicional do tempo e dos custos de contratação, maior eficiência em treinamento, redução de turnover e custos de recisão, bem como uma melhora na eficiência dos processos da área de Recursos Humanos, dando a possibilidade para que os profissionais da área tenham mais tempo para se dedicar a outras funções que são extremamente importantes para a companhia, mais focadas nos resultados dos negócios e menos nos temas transacionais.

Tags

CASE Startup Summit 2020 anuncia palestrantes nacionais e internacionais

Associação Brasileira de Startups (Abstartups), a ACATE e o SEBRAE anunciam a programação completa do CASE Startup Summit 2020, maior evento de startups e empreendedorismo da América Latina, que acontece entre os dias 19 e 23 de outubro. Para gerar tração e engajamento, o encontro apresentará conteúdos 24h por dia com a participação de fundadores e CEOs dos atuais e potenciais unicórnios brasileiros, além de palestrantes internacionais.

Pela manhã, os visitantes digitais poderão acompanhar conteúdos administrados pelos patrocinadores Ambev, sobre marketing, vendas, transformação digital e Customer success; inovabra Bradesco, que abordará temas como investimento, crescimento e internacionalização; Dínamo, que compartilhará discussões sobre o ecossistema/comunidades, Gov/Policy e Corporate; e Salesforce, que trará especialistas para falar sobre cultura e talentos, tecnologia, produto e hardware.

À tarde, o público terá a oportunidade de participar dos painéis principais em quatro palcos simultâneos trazendo discussões sobre aceleração, internacionalização, unicórnios e trajetórias, abordados por speakers de algumas das maiores startups do ecossistema nacional, tal como Alphonse Voigt, cofundador e CEO do Ebanx; Ariel Lambrech: Cofundador da 99; Augusto Lins, presidente da Stone Pagamentos; Fabricio Bloisi, CEO do iFood; Eric Santos, cofundador e CEO da Resultados Digitais; Florian Hagenbuch, Cofundador e CEO da Loft; Sergio Furio, fundador e CEO da Creditas; Stelleo Tolda, Cofundador e COO do Mercado Livre, e Eric Scaramozzino, head de Estratégia de Produto e Operações do Nubank.

Entre os palestrantes internacionais, estão Christine Tsai, CEO da 500 Startups; Brad Feld, Cofundador da Techstars; Marc Nager, cofundador do Startup Weekend; Alexander Theuma, fundador e CEO da SaaStock; Tracy Mann, international Business Development da SXSW; e Charles Adler, cofundador da KickStarter e fundador e CEO da LostArts.

Além disso, na edição 2020, a Abstartups, a ACATE e o SEBRAE irão selecionar representantes de empresas, que terão a oportunidade de participar de sessões exclusivas de mentorias ao vivo com as principais aceleradoras nacionais: Inovativa Brasil ACE Startups Darwin Startups .

Para acessar a programação completa do evento, basta acessar o app exclusivo do CASE Startup Summit 2020, disponível gratuitamente para smartphones com sistemas iOS ou Android .

Serviços
CASE Startup Summit 2020
Data: de 19 a 23 de outubro
Inscrições e informaçõeswww.casestartupsummit.com.br

Tags, ,

Sandro Magaldi e José Salibi Neto lançam Estratégia Adaptativa

Após o enorme sucesso dos livros Gestão do Amanhã e O Novo Código da Cultura, com mais de 75 mil exemplares vendidos, Sandro Magaldi e José Salibi Neto completam a Tríade da Gestão Exponencial com a obra Estratégia Adaptativa, que chega às livrarias em outubro, pela Editora Gente.

Os modelos estratégicos desenvolvidos no passado foram importantes para um mundo mais linear, agora os autores apresentam, pela primeira vez, um novo modelo de pensamento estratégico muito mais alinhado com as demandas exponenciais do mundo atual.

“No mundo da vantagem competitiva transitória a estratégia deve ser flexível, capaz de contribuir para que as organizações tomem decisões com agilidade em resposta às movimentações cada vez mais velozes do mercado”, explica Sandro Magaldi.

Para ajudar o leitor no processo de adaptação bem-sucedida de sua organização a esse novo contexto, Magaldi e Salibi trazem neste livro o modelo da estratégia adaptativa primordial para fazer as inovações necessárias e se manter competitivo no jogo atual, com a análise de três cases de sucesso deste novo modelo: Netflix, Amazon e XP Investimentos.

“Em nenhum momento da história da humanidade houve tantas e tão intensas transformações, como as que vivemos agora”, afirma José Salibi Neto.

Neste novo livro são abordados temas como:

• O novo modelo estratégico e como tornar sua organização mais apta a lidar com a complexidade do atual ambiente empresarial;

• Como se relacionam os quatro elementos presentes na estratégia adaptativa: obsessão pelo cliente, cultura organizacional, agilidade e gestão de dados;

• Como colocar o cliente no centro da jornada de criação de valor e tomar decisões originais e criativas mais rapidamente para melhorar a experiência como um todo;

• Como a estratégia adaptativa é usada em organizações líderes na nova economia e como aplicar essa modelagem de modo prático e assertivo;

• Como obter a agilidade necessária para manter-se competitivo perante os novos protagonistas que se movimentam de maneira ágil e dinâmica;

• Como transformar seu negócio em um dos modelos de negócios mais bem-sucedidos da atualidade: as Plataformas de Negócios.

Tags, , ,

EMBRAPII reúne startups brasileira e israelense para desenvolver inovação na área de saúde

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) uniu duas startups: a brasileira Laura e a israelense ATLASense, para desenvolverem, em conjunto, um produto hospitalar inovador e de baixo custo capaz de monitorar pacientes e detectar suspeita de Sepse, também conhecida como infecção generalizada, potencialmente fatal quando o organismo não consegue controlá-la.

A Sepse responde por 18 mil mortes no Brasil por ano e figura entre as 10 primeiras colocações no ranking de mortalidade de causas naturais. A alta taxa pode ser explicada por uma série de fatores: dificuldade de diagnóstico e atendimento médico tardio. O diagnóstico é feito com base na identificação do foco infeccioso e na presença de sinais de mau funcionamento de órgãos. Na maioria dos casos, ocorre em quem já está hospitalizado.

A solução é um dispositivo vestível (wearable) que usa computação cognitiva para coletar, analisar e fazer correlações de dados dos sinais vitais dos pacientes. Dessa forma, consegue-se prever riscos de deterioração clínica e gerar alertas para a equipe médica. O processo será automatizado, sem a necessidade do paciente ser checado periodicamente. Com a proposta, a expectativa é ajudar a salvar em média 12 vidas por dia em hospitais brasileiros. Pesquisadores da Unidade EMBRAPII em Sistemas Embarcados e Mobilidade Digital – Instituto Federal do Ceará, atuam no desenvolvimento da tecnologia.

“O monitor vestível é uma evolução da startup Laura e vai permitir que os hospitais consigam acompanhar o estado de saúde do paciente e prever riscos de maneira antecipada e com menor custo, além de atender os pacientes de home care. O dispositivo capta informações de sinais vitais, como pressão arterial e frequência cardíaca e envia para um aplicativo no celular”, explica o CEO da startup Laura e mestre em Inteligência Artificial, Cristian Rocha.

A ATLASense Biomed será responsável por construir o hardware (parte física) do produto. Em Israel, a empresa desenvolve soluções de monitoramento remoto para idosos e pacientes com doenças crônicas.

EMBRAPII na Saúde

O projeto é resultado de uma parceria bilateral, selecionado no edital de cooperação entre Brasil e a Autoridade de Inovação de Israel para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras na área de Internet das Coisas (IoT). A EMBRAPII vai financiar 50% do desenvolvimento do projeto do lado brasileiro. A parceria entre as startups se iniciou em abril de 2019 quando a empresa brasileira foi convidada pela EMBRAPII a ir a Israel para intercâmbio de experiências na área de inovação e participar de rodadas de negócios com potenciais parceiros.

“A área da saúde é uma das que mais busca o modelo EMBRAPII para o desenvolvimento de novas tecnologias, processos e equipamentos hospitalares. Fortalecer este segmento traz ganhos tecnológicos e econômicos, potencializando a competitividade da indústria, além de sociais ao país, ao impactar diretamente na vida das pessoas”, destaca José Luis Gordon, diretor de planejamento e gestão da EMBRAPII. “É fundamental neste momento fomentarmos o setor disponibilizando o que há de melhor em IoT, Inteligência Artificial, Machine Learning, entre outras tecnologias que nossas unidades estão aptas a desenvolver.”

O modelo operacional da EMBRAPII permite rapidez, flexibilidade e risco reduzido no apoio a projetos de PD&I de empresas. A organização usa recursos não-reembolsáveis para financiar parte dos projetos e faz a ponte entre o setor produtivo e uma rede de Centros de Pesquisa credenciados (Unidades EMBRAPII). Cerca de 700 empresas foram apoiadas pela EMBRAPII, resultando em mais de 870 projetos apoiados que somam R﹩ 1,5 bi em investimento em inovação. Atualmente, há projetos em desenvolvimento conjunto com empresas de Israel, República Tcheca e Reino Unido. Também há um edital aberto para empresas brasileiras que queiram desenvolver projetos com empresas suíças.

Tags, ,