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OutField Capital, Enzima e Ceará Sport Club lançam programa para startups

O mercado esportivo passa por momentos históricos, onde o empreendedorismo e a inovação finalmente começam a adentrar os campos de futebol. Um exemplo disso é o programa Vozão Conecta, iniciativa do Ceará Sporting Club em parceria com a ENZIMA e a OutField Capital , fundo de investimentos focado em startups ou empresas com soluções aplicáveis ao universo esportivo – o primeiro projeto de inovação aberto de um clube de futebol no Brasil!

O objetivo é dar oportunidade para que as startups tragam suas soluções para este universo e que possam participar mais efetivamente do segmento, mesmo em tempos de pandemia, já que o programa terá duração de 12 semanas e será realizado 100% de forma online. “O mercado de esportes sempre teve uma deficiência de investimentos, de soluções inovadoras, do que atenda de ponta a ponta desde a visão tecnológica e entendimento do consumidor até a bola no fundo da rede. Estamos buscando nessas startups o engajamento de torcedores, a produção de conteúdo, gestão e análise de redes sociais e novas tecnologias que tenham impacto na rotina do Clube”, conta Pedro Oliveira, cofundador da OutField.

As empresas interessadas podem se inscrever gratuitamente por meio do site oficial até o dia 16/11. Elas terão a oportunidade de trabalhar junto ao clube clube em projetos pilotos, além de usufruir de mentorias, networking, palestras e apoio em serviços jurídicos, contábeis e financeiros. Haverá ainda acesso a possíveis investidores do mercado, começando pela própria OutField Capital. Ao final do período, todos os participantes devem apresentar os projetos desenvolvidos durante um evento ao vivo – o Demo Day – que será transmitido nas redes sociais do Ceará. Elas também serão avaliadas pelo modelo de negócios, estágio de maturidade dos produtos e serviços e experiência.

As startups têm a chance de conseguir um contrato com o clube ou até investimento após o programa. “O Vozão Conecta é um programa pioneiro no futebol brasileiro e que, somado a diversas outras ações, coloca o Ceará Sporting Club como um grande clube inovador. Estamos fomentando um ecossistema de startups que vai favorecer ferramentas de inovação e tecnologia a serviço do clube. Ganha o mercado, ganha o clube. Estamos muito animados com esse projeto que estamos desenvolvendo em conjunto com a Enzima e com apoio da Outfield Capital”, Lavor Neto, diretor de comunicação e marketing do ceará Sporting Club.

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O meio jurídico precisa olhar pela lente tecnológica, afirma Richard Susskind

“A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) acelerou o processo de automação nos escritórios jurídicos, ao mesmo tempo que provocou um acúmulo de processos nos tribunais. O grande desafio hoje é o de de ampliar o acesso à tecnologia para superar este obstáculo. Todo o meio jurídico precisa olhar pela lente tecnológica”. Esse é o diagnóstico de Richard Susskind, autor mais citado no mundo sobre o futuro dos serviços jurídicos e presidente da Society for Computers and Law. Ele proferiu a palestra de abertura da Fenalaw 4.0 Xperience – Transformando o Setor Jurídico através do Digital, maior plataforma de conteúdo e de negócios do setor da América Latina, que acontece até quinta (15), em 100% digital .

O mundo, frisa Susskind, continua a trabalhar, mas não da maneira tradicional. “Agora, os escritórios tradicionais sofrem com as transformações e os advogados precisam conhecer os recursos digitais, pois tornou-se uma ferramenta essencial. Os gastos com tecnologia legal superam hoje US$ 1 trilhão de dólares em todo mundo em áreas como licenças e centros de processamentos. Ainda é pouco e estamos no início. As empresas têm que encontrar o seu caminho e investir. A tendência é que haja cada vez mais a automação setor”, aponta.

Richard Susskind reforça que a pandemia mudou, também, a maneira na forma que os advogados atuam, com a tendência de um maior uso das tecnologias para capacitação, mudando a experiência e a comunicação com o cliente. “Estamos saindo do aconselhamento individual, para o desenvolvimento de produtos e experiências legais mais abrangentes, como, por exemplo, resoluções online. As tecnologias vieram para ficar e a Covid-19 acelerou o processo”.

Tribunais


Com a pandemia, os tribunais foram fechados e os processos se acumularam. “Só 46% das pessoas têm acesso à justiça em todo o mundo e a crise ampliou o problema. Antes, já havia oito milhões de casos acumulados. Como resolver isso? Ampliar a utilização de plataformas digitais, assistência e tribunais remotos, audiências por meio de teleconferência. Assim teremos uma justiça mais justa e distributiva para toda a sociedade”, conclui.

Painel discute impacto da tecnologia nos escritórios

O tema também fez parte dos debates do painel “Tecnologia a favor da prestação de serviços jurídicos”, que integra a programação da Fenalaw 4.0 Xperience. O encontro reuniu Fernando Prado, gerente jurídico da Pepsico, Lisa Worcman, sócia da Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados, Benedito Vilela, gerente Executivo Sênior do Grupo CIMED, e Daniel Becker, sócio da Lima ≡ Feigelson Advogados.

“Nosso escritório já estava inserido em um conceito de Advocacia 4.0, antes da pandemia. Quando 1300 pessoas migraram para o home office do dia pra noite, a segurança da informação nas comunicações, os arquivos digitalizados e a utilização de muita inteligência artificial e automação foram essenciais na transição. De modo geral, a pandemia potencializou o olhar para a inovação”, destaca Lisa Worcman.

Para Daniel Becker, o caminho é o de sempre se reinventar na prestação de serviços jurídicos. “A dinâmica das empresas mudou. Hoje estamos atraindo profissionais de outros setores alheios aos serviços jurídicos, para promover a resolução de problemas. Temos uma aceleradora de startups que já financia mais de 15 empresas para fomentar a inovação”, salienta.

Fernando Prado, gerente jurídico da Pepsico, vai além: “O futuro prevê que o advogado saiba de tecnologia, não só preparando petições, mas programas. Na empresa, temos procurado construir materiais por meio do Visual Law, e não o material jurídico tradicional, que costuma ser muito mais denso. Visual para as pessoas entenderem a questão jurídica por meio de gráficos, imagens e temos recebido um apoio interno muito grande”.

A advocacia não pode se transformar em um produto de prateleira, afirma Ary Raghiant Neto

A atualização do Provimento 94/2000 da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que regula a publicidade, propaganda e a informação da advocacia, é uma das principais prioridades da entidade. A afirmação é de Ary Raghiant Neto, secretário-Geral Adjunto e Corregedor Geral da OAB Nacional, que participou do painel “MKT – Os Novos Rumos para a Publicidade na Advocacia”, coordenado por Juliana Pacheco, sócia-fundadora e consultora JP Gestão Legal, e que integra a programação da Fenalaw 4.0 Xperience.

“O provimento está desatualizado, principalmente por não abranger as mudanças promovidas pela transformação tecnológica. O texto precisa, também, levar em consideração as peculiaridades de cada região do país. O que interessa para advocacia dos grandes centros é diferente da advocacia no interior do país. Enquanto os jovens das capitais estão preocupados em utilizar as mídias sociais, no interior ainda a mídia tradicional como rádio e jornal é presente”, explica Raghiant Neto, que coordenou um grupo de estudos para renovar a publicidade na advocacia.

Ele reforça que o novo provimento deve abordar a utilização das ferramentas digitais, de forma que se possa alcançar um número maior de pessoas, mas alerta: os princípios do código de ética, que estabelecem limites para a publicidade, não podem ser afetados. “Temos que pensar em modelos dirigidos para segmentos. Não podemos transformar a advocacia em um produto de prateleira de supermercado”, aponta.

O coworking é viável na prestação de serviços jurídicos?

Organizar um grupo jurídico de trabalho, reunido profissionais independentes e em regime de coworking para atender determinado cliente, sem necessidade de abrir sociedade e livre de burocracias é possível? A provocação foi feita por Sérgio Fadel, diretor da Maxpromo, durante o painel “Como conquistar novos Clientes”, que integra a programação da Fenalaw 4.0 Xperience.

Para Charles Betito, CEO e founder da MINDstation, o formato é viável, mas precisa de alguns cuidados: “A grande questão é como comunicar isso para o cliente, como passar a percepção de valor em relação ao atendimento tradicional. A solução nova precisa vir acompanhada de certezas. Passamos por um processo de mudança muito intenso. A visão do especialista era muito importante e hoje temos um olhar mais sistêmico, juntando pessoas com formações diferentes”.

André Arcas, especialista em apresentações e persuasão, compartilha da mesma opinião. “O comprometimento com o resultado aumenta. Para trabalhar por projetos é fundamental que todo o processo esteja conectado. E se um dos envolvidos não cumpre um compromisso e afeta todo o trabalho. Eu teria cuidados com esta estratégia”, afirma.

Evento terá 80 horas de conteúdo até quinta (15)

A Fenalaw 4.0 Xperience – Transformando o Setor Jurídico através do Digital é referência para o mercado e o mais tradicional evento do setor jurídico há 17 anos. Até quinta (15), serão 80 horas de conteúdo em 79 painéis, quatro salas simultâneas e mais de 200 palestrantes em uma extensa programação voltada para Departamentos Jurídicos, Escritórios [PME], Marketing, Gestão de Pessoas e Liderança, Tecnologia e Inovação e Direito Digital.

O participante tem acesso aos painéis com transmissão ao vivo e apresentações exclusivas com especialistas renomados do setor, divididos em quatro salas virtuais com diferentes temáticas durante os três dias de realização; além da possibilidade da comunicação via texto, áudio e vídeo com os representantes das marcas patrocinadoras.

Com o uso da inteligência artificial, a nova plataforma Xperience, desenvolvida pela Informa Markets, organizadora de eventos responsável pela Fenalaw, há recursos de Matchmaking de acordo com os interesses de cada participante, recomendando interações com marcas patrocinadoras e outros participantes. A página feed também irá conter uma timeline ativa para posts e interações na rede social.

Para participar — As inscrições online e gratuitas para a Fenalaw 4.0 Xperience estão abertas diretamente na plataforma: fenalawxperience.com.br

Fenalaw 4.0 Xperience – Transformando o Setor Jurídico através do Digital
Data: 13 a 15 de outubro.
Horário: 9:30 às 17 horas.
Local: fenalawxperience.com.br

IBM, USP e FAPESP dão início às atividades de Centro de Inteligência Artificial no Brasil

IBM, Universidade de São Paulo (USP) e FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) dão início hoje às atividades do mais moderno Centro de Inteligência Artificial (C4AI) do Brasil, dedicado ao desenvolvimento de estudos e à pesquisa de ponta em IA para endereçar temas de grande impacto social e econômico. O novo centro terá sede no prédio do Centro de Pesquisa e Inovação InovaUSP, localizado no campus da USP em São Paulo.

O C4AI terá foco inicial em cinco grandes desafios relacionados à saúde, meio ambiente, cadeia de produção de alimentos, futuro do trabalho e no desenvolvimento de tecnologias de Processamento de Linguagem Natural em Português, procurando maneiras de melhorar o bem-estar humano e apoiar iniciativas para diversidade e inclusão.

Em paralelo, três comitês de acompanhamento serão criados para promover temas de interesse comum do país, com foco na indústria, ciência e sociedade. Esses comitês visam ampliar esses cinco desafios iniciais e conferir a eles uma aplicação real que seja útil para as empresas e a sociedade brasileira.

O Centro contará também com uma segunda unidade para capacitar estudantes e profissionais, disseminando conhecimento e transferindo os benefícios da tecnologia para a sociedade. Este local será instalado no Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC), no campus da USP em São Carlos.

“À medida que tecnologias como inteligência artificial e nuvem híbrida habilitam a transformação das empresas e da sociedade, vemos uma objetiva oportunidade de expandir seu estudo e aplicação em segmentos relevantes para o país. Com o Centro, estamos criando um ecossistema que engloba os setores produtivo, acadêmico e de inovação para que o valor real da inteligência artificial aumente a experiência e habilidades dos talentos humanos, colocando a tecnologia a serviço de governos, cidadãos e negócios em diversos setores da economia”, disse Tonny Martins, Gerente Geral da IBM Brasil.

“Esta é a realização de um projeto estratégico da Universidade de São Paulo, que considera a área de Inteligência Artificial obrigatória para acompanhar e participar dos desenvolvimentos que dominarão, com suas múltiplas aplicações, a sociedade moderna. A Pró-Reitoria de Pesquisa se sente vitoriosa por participar desse esforço tão bem-sucedido que é a criação de um Centro de Inteligência Artificial, agregando competências disseminadas na USP. Que isso seja apenas o começo de grandes transformações, como, de fato, esperamos”, destaca o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Canuto.

“A área de inteligência artificial (IA) é um infinito de possibilidades. Neste momento de intenso combate contra a covid, estamos tendo análises de milhares de moléculas, análises teóricas de potenciais vacinas, análises de centenas de milhões de dados, tudo com o apoio de IA, gerando mais efetividade e diminuindo o tempo para soluções corretas. Para a FAPESP, a parceria com uma empresa como a IBM é um marco em uma área estratégica para o futuro”, afirmou o diretor científico da FAPESP, Luiz Eugênio Mello.

Cinco Grandes Desafios iniciais

1) AgriBio – modelos de causa e efeito para processos de tomada de decisão com incerteza para o setor de agricultura

Os ciclos produtivos do agronegócio, sustentabilidade ambiental, mudanças climáticas e segurança alimentar são demandas atuais que desafiam as autoridades mundiais. Essa linha de estudo irá focar em modelos de causa e efeito para cadeias de produção de agricultura, em especial a de pequenos produtores. O objetivo será utilizar modelos de correlação avançados para a tomada de decisão baseada na causa e efeito, abordando muitas fontes de preocupações, como desperdício de água e alimento.

2) KEML (Knowledge-Enhanced Machine Learning) – Aprendizado de máquina integrado com conhecimento simbólico com foco na Amazônia Azul (Blue Amazônia Brain)

Combinando aprendizado baseado em dados e raciocínio baseado em conhecimento, o Blue Amazônia Brain (BLAB), como o projeto está sendo chamado, pretende abordar perguntas complexas sobre a Amazônia Azul, vasta região do oceano Atlântico na costa brasileira rica em biodiversidade e recursos energéticos.

O BLAB trabalhará com sistemas de conversa compostos por argumentos, causas, explicações, raciocínios e planos sobre tarefas específicas, trazendo respostas às perguntas mais diversas sobre o ecossistema marinho, como “o que causou o aparecimento de manchas de óleo na costa nordeste do Brasil?”.

3) Modelamento de AVCs usando técnicas multimodais de análise de redes para melhorar diagnósticos, tratamento e reabilitação

Os avanços do aprendizado de máquina na medicina são notáveis. No entanto, ainda existem questões importantes que precisam ser abordadas. Nesta frente de estudo, serão abordadas duas questões de grande importância: como integrar e selecionar recursos médicos relevantes (biomarcadores) de fontes heterogêneas e dinâmicas em grande escala e como interpretar decisões tomadas por algoritmos de aprendizado de máquina integrando inteligência humana e artificial.

A primeira fase do estudo terá duas frentes de pesquisa. Uma com o objetivo de melhorar o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação de pacientes de acidente vascular cerebral (AVC), com técnicas de análise de redes complexas em dados multimodais. E, a segunda, com foco em investigar formas de melhorar a escolha de protocolos de reabilitação em casos de AVC, o que trará uma importante contribuição social.

4) IA em países emergentes: políticas públicas e o futuro do trabalho

Essa frente de estudo vai envolver diversas áreas de humanas da USP, como economia, história, sociologia e ciências sociais, para mapeamento, compreensão e abordagem do impacto da IA em economias como a do Brasil. Existe um consenso significativo de que, no campo da IA, os países emergentes estão atrasados em relação aos países pioneiros, em particular, os EUA e a China.

Inicialmente, o C4AI focará em pesquisas relacionadas às políticas públicas para a inteligência artificial e à coleta e análise de dados sobre impacto da IA nos empregos e no futuro do trabalho.

5) PLN (Processamento de Linguagem Natural) de última geração para o português

Hoje em dia, existe pouca disponibilidade de ferramentas e dados para treinar sistemas de diálogo em português. O objetivo do Centro será habilitar o processamento de linguagem natural de alto nível para o português do Brasil, assim como já existe para outros idiomas, possibilitando sua melhor aplicação nas atuais demandas críticas da sociedade, como, por exemplo, aprimorar os serviços de atendimento ao cliente, o treinamento de assistentes virtuais, o monitoramento de redes sociais, bem como possibilitar a análise e a extração de conhecimento de grandes fontes de dados, entre outros.

Comitês de acompanhamento

O Centro de Inteligência Artificial também contará com três comitês distintos para fomentar temas de interesse comum da sociedade, relacionados à ciência, indústria e sociedade:

• Um comitê científico internacional, que terá como função avaliar o progresso científico do Centro.

• Um comitê de indústria e sociedade, que contará com a participação de representantes de empresas de diversos setores do Brasil, órgãos públicos e sociedade civil, que irão colaborar para que o Centro tenha o maior impacto possível na indústria, na economia e na sociedade do País.

• Um comitê de diversidade e inclusão, cuja função será promover e aumentar a participação de mulheres, afrodescendentes e outros membros da sociedade para que haja participação mais inclusiva no setor de IA, tanto na academia quanto na indústria.

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LinkedIn: índice de Confiança do Trabalhador no Brasil marca 60 pontos em setembro

A quarta edição do Índice de Confiança do Trabalhador no Brasil manteve a crescente de 3 pontos em setembro em relação a agosto. O LinkedIn, maior rede social profissional do mundo, traz o sentimento dos profissionais cadastrados na plataforma quanto a busca por emprego, renda e carreira. Nesta análise, realizada entre 24 de agosto e 20 de setembro, o Índice registrou 60 pontos num intervalo de -100 a +100, contra 57 no período anterior.

Apesar da alta no otimismo geral, os profissionais que têm saído de casa para trabalhar na pandemia seguem preocupados com questões de saúde e segurança.

Cenário se mantém positivo

A alta da confiança está sendo puxada principalmente pelos funcionários de grandes corporações, que estão apresentando uma confiança crescente frente às finanças e progressão na carreira. Já os profissionais de pequenas empresas tiveram, mais uma vez, queda na expectativa de melhoria deste cenário se considerarmos os mesmos assuntos. A avaliação geral entrevistou 2.681 pessoas.

Remoto ou In loco?

Os registros mostram que os funcionários de grandes empresas são mais propensos a estarem trabalhando remotamente no momento (41%) se compararmos com os de pequenas empresas (25%). Por outro lado, pequenas empresas têm mais chance de adotar um modelo híbrido no futuro pós-pandemia: 46% delas esperam que parte dos funcionários volte a frequentar o escritório algumas vezes por semana, enquanto os demais farão home office permanente. Entre negócios de maior porte, a taxa cai para 29%. 

Cerca de 44% dos brasileiros que têm saído de casa para trabalhar na pandemia têm medo de se contaminar com colegas que negligenciam medidas de prevenção.Outras preocupações ligadas ao trabalho presencial incluem a falta de apoio do empregador para políticas de home office e licença por doença (36%), exposição a aglomerações em reuniões e espaços compartilhados (34%) e falta de higienização adequada do espaço de trabalho (32%).

Metodologia

Cerca de 44% dos brasileiros que têm saído de casa para trabalhar na pandemia têm medo de se contaminar com colegas que negligenciam medidas de prevenção.Outras preocupações ligadas ao trabalho presencial incluem a falta de apoio do empregador para políticas de home office e licença por doença (36%), exposição a aglomerações em reuniões e espaços compartilhados (34%) e falta de higienização adequada do espaço de trabalho (32%).

As pontuações do índice de confiança são calculadas atribuindo uma pontuação a cada respondente (-100, -50, 0, 50, 100) com base no quanto eles concordam ou discordam de cada uma das três declarações e, em seguida, localizando a pontuação média composta em todas as declarações. As pontuações são calculadas em média em duas ondas de coleta de dados para garantir uma leitura precisa das tendências. As três declarações são: [Segurança no emprego] Sinto-me confiante em minha capacidade de conseguir ou manter um emprego agora; [Finanças] Sinto-me confiante em minha capacidade de melhorar minha situação financeira nos próximos 6 meses; [Carreira] Sinto-me confiante em minha capacidade de progredir em minha carreira no próximo ano.

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Cinco capítulos para transformar o pitch em um roteiro de sucesso e garantir investimento

Por Laércio Morato

Você, provavelmente, já deve ter ouvido alguém falar sobre um pitch deck ou mesmo ter visto um. Usualmente, chama-se de pitch deck as apresentações de empresas que estão em busca de investimentos para seus projetos e ideias. Mas, a verdade é que se pode elaborar um pitch para diversos outros motivos: apresentações institucionais, propostas de iniciativas de inovação, projetos de melhoria ou redução de custos, entre outros.

Um pitch pode ser comparado a um roteiro de um filme ou de um livro de ficção: traz um vilão (o problema ou desafio enfrentado), um herói (a ideia de resolução de problema), os aliados do herói (time envolvido) e a aventura do herói para derrotar o vilão (forma com que se planeja solucionar o problema).

É recomendado que esse pitch tenha cerca de 10 a 15 slides. Abaixo detalharemos, em 5 capítulos, como elaborar esse material.

Capítulo 1. O problema – 2 ou 3 slides

Em primeiro lugar deve-se apresentar o desafio enfrentado e qual a sua relevância. Ou seja, introduzir ao público quem é o vilão a ser derrotado.

Nesse momento, é muito importante convencer o público que o desafio é real e relevante. Pense em Star Wars sem Darth Vader, um Senhor dos Anéis sem Sauron ou Os Vingadores sem Thanos.

Para estruturar a apresentação, prepare 1 slide mostrando qual o tamanho do problema ou da oportunidade: tente buscar informações do tamanho do mercado que se pretende atacar, qual o custo de não resolver o problema apontado, quantas pessoas sua solução irá impactar, entre outros critérios que considerar relevante. Importante trazer dados concretos e a fonte de onde foram coletados.

Pense também, em um slide ilustrando quem é o público consumidor do seu produto ou serviço, qual área da empresa é impactada pelo problema e quais as principais dores enfrentadas.

Pode-se ainda, adicionar um slide extra mostrando porque o momento de resolver esse problema é agora. Não é um slide obrigatório, mas importante para o processo de convencimento.

Capítulo 2. A solução – 2 a 4 slides

Conhecido o vilão, vamos ao herói. Nessa sessão, é importante mostrar como será solucionado o problema ou o desafio apresentado.

Costuma-se mostrar em 1 ou 2 slides:

Uma apresentação de um modelo de negócios deve ilustrar qual será a forma de atuação (quais produtos e serviços irá vender) e qual será sua forma de receita. É de extrema importância mostrar uma ligação entre sua solução e a dor dos clientes.

Para projetos é válido mostrar como será estruturado o projeto (etapas) e quais as entregas esperadas em cada uma dessas etapas.

Caso esteja apresentando uma solução em andamento, vale trazer um slide contendo dados, histórico ou qualquer informação que dê a sensação de evolução da solução.

Outra parte importante a ser especificada nesse momento, caso haja informações suficientes, é em relação à forma de solucionar o problema. Por exemplo, mostrar o detalhamento da tecnologia a ser empregada, as etapas do projeto, os principais atributos do produto entre outros.

Afinal, se o seu herói já iniciou o treinamento para evoluir seu superpoder, por que manter isso em sigilo?

Capítulo 3. O mercado – 1 slide

O público deve saber onde se dará a épica batalha entre o bem e o mal. Crie um slide mostrando os substitutos à solução proposta. Ou seja, como o público resolve seus problemas atualmente, a quais produtos/serviços eles recorre e de qual concorrente costumam adquirir esse tipo de serviço.

Pode-se mostrar um mapa com os competidores, os processos que a área de sua empresa utiliza atualmente etc.

É importante evidenciar, nesse slide, qual o seu diferencial frente às soluções existentes.

Capítulo 4. O time – 1 ou 2 slides

Todo super-herói tem um time de apoio: a Comitiva do Anel, Han Solo, Chewbacca, Princesa Léia, Ron, Hermione entre muitos outros.

Logo, prepare um ou dois slides (dependendo do tamanho do seu time) mostrando quem está por trás da ideia, qual o papel de cada um na implementação e porque estão capacitados(as) para desempenhar aqueles papéis.

Caso haja investidores, patrocinadores, conselheiros ou qualquer outro tipo de apoio para a ideia/projeto é importante mostrar nessa sessão.

Capítulo 5 – O plano – 2 ou 3 slides

Por fim, deve-se mostrar ao leitor como se dará o plano da esperada batalha.

Monte um slide mostrando quais serão seus próximos passos, mostrando o que será feito em uma linha do tempo. Usualmente, mostra-se uma linha de 3 a 5 anos.

Por fim, deve-se mostrar uma projeção financeira (em 1 ou 2 slides), deixando claros o investimento necessário para tirar a ideia ou projeto do papel, como será utilizado esse recurso e qual o retorno esperado.

Gran Finale – 1 slide

Por fim, voltaremos ao começo. Pode parecer confuso, mas explicaremos melhor.

Ao terminar a elaboração da apresentação, vale um esforço para criar 1 slide resumo para mostrar sua ideia principal. É um slide extremamente relevante que para captar o interesse do seu público. Ele costuma conter uma breve explicação da solução e pode também abordar como será implementada essa solução.

Pense nele como um pequeno resumo da sua história que vai incentivar seu público a continuar atento à apresentação que vem a seguir (da mesma forma que um bom trailer faz com que queiramos assistir ao filme).

Fato é que a apresentação dos slides fará toda a diferença na hora de convencer a plateia de que o seu roteiro (sua ideia) é incrível, mas a simplicidade pode ser uma aliada e tanto da arte. Assim, coloque o que realmente for necessário em cada tópico e dê destaque às estatísticas, que são importantes para o investidor (o público-alvo). Não se esqueça que o principal objetivo do slide deve ser o de complementar o seu discurso. Este sim precisa ser o protagonista.

Laércio Morato, consultor da Play Studio, consultoria de inovação e venture builder

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Gestão do tempo: do trabalho à vida pessoal, o que é prioridade no seu dia a dia?

Por Ana Rocha

A organização da rotina, que já não era uma tarefa fácil para muitas pessoas, parece ter ficado ainda mais complexa com o trabalho remoto. Reservar um tempo para os cuidados pessoais e para a família, participar de muitas reuniões online e, por fim, conseguir executar todas as tarefas planejadas para o dia é o sonho de quem sofre para fazer a gestão do tempo funcionar.

Enquanto algumas pessoas organizam-se de forma natural, outras parecem estar condenadas a viver pedindo um tempo extra para concluir seus deveres. Aos desorganizados e procrastinadores, nem tudo está perdido! Pequenas mudanças de hábitos podem te ajudar a ter mais qualidade de vida, aumentar sua produtividade e, por fim, eliminar a ansiedade de não concluir projetos diários porque você simplesmente não viu a hora passar outra vez. O segredo está em deixar de tentar gerir o tempo, sobre o qual definitivamente não temos controle, para gerir suas tarefas.

A primeira etapa para quem quer mudar a relação com o relógio é o estabelecimento de metas que irão lhe ajudar a progredir em direção a um destino ou sonho. Você pode ter metas para o dia, semana, mês ou ano, como desejar. Sem esses objetivos, não há direcionamento de tarefas ou prioridades, por isso eles são fundamentais.

Muitas vezes pode ser difícil saber o que priorizar, especialmente quando tudo é considerado extremamente relevante, mas aprender a identificar o que é, de fato, urgente, e o que é realmente importante, pode ajudá-lo a priorizar suas tarefas.

Um dos métodos que costumo usar com as equipes e na minha rotina de organização pessoal é o SMART – Specific, Measurable, Attainable, Relevant Time-Bound, em tradução livre: específico, mensurável, alcançável, relevante e tempo limite.

Você pode usar métodos como este no trabalho ou em tarefas do dia a dia, como também pode utilizar essa organização do tempo para atingir objetivos pessoais, como uma viagem, conseguir praticar exercícios físicos e estar mais presente com a família.

Na prática, o conceito pode ser aplicado da seguinte forma: faça uma lista das suas tarefas/metas, classificando-as entre urgente/não urgente e importante/não importante.  O que for urgente e importante, você deve fazer agora; o que não for urgente, mas for importante, você pode agendar para outro dia; o que for urgente, mas não for importante, pode ser delegado a outro profissional; e o que não é urgente e também não é importante, deve ser eliminado da sua lista, já que irá tomar o seu tempo, embora não tenha relevância.

Embora muito útil, o SMART não poderá resolver todos os seus problemas com a gestão do tempo se você se sobrecarregar com mais do que humanamente pode fazer, mas essa técnica poderá te colocar mais perto do que é importante para o seu futuro, irá te ajudar a delegar tarefas e a deixar de lado o que não acrescenta nada na sua vida. 

Com metas mais definidas, você poderá ter mais clareza dos seus objetivos, tornando-os mensuráveis e passíveis de prazos. As suas tarefas são o caminho para atingi-los!

O tempo é um recurso finito, escasso e talvez um dos mais importantes ativos que todos temos em vida. O que fazemos com o nosso tempo nos define, nos aproxima ou afasta das pessoas, nos orienta e molda o nosso estilo de vida. Usá-lo sabiamente e como um aliado do dia a dia é o que, por fim, nos aproxima ou distancia dos nossos sonhos. 

Ana Rocha, diretora de Operações da Concentrix, multinacional de soluções de customer experience.

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Inteligência Artificial não é um robô que vai fazer todas as atividades do advogado

A Inteligência Artificial (IA) é uma tecnologia promissora para aperfeiçoar os processos nos escritórios de advocacia no país, aponta Caio Santos, CEO da Data Lawyer, empresa especializada em ciência de dados para o meio jurídico. “O Brasil ainda está em uma fase inicial de estudos e classificação de informações, que tem ajudado muito em estatísticas e extração de partes específicas dentro dos textos. Claro que, após este big data organizado, vamos evoluir bastante em ampliação de automação, peças automáticas e auxílio na tomada de decisões”, explica.

Caio participa, junto com Alexandre Zavaglia, sócio e diretor da Legal Score – Data-driven Consultancy, e Ricardo Fernandes, chief legal researcher da Neoway, do painel “Oportunidades das Aplicações de Inteligência Artificial para o Setor Jurídico”. O encontro será transmitido dia 13 (terça), a partir das 10h30, na programação da Fenalaw 4.0 Xperience – Transformando o Setor Jurídico através do Digital, encontro referência para o mercado jurídico e o mais tradicional evento do setor há 17 anos, que será 100% digital e gratuito em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Para Caio, a implantação de IA em escritórios de advocacia passa pela superação de dois desafios: educação e redução de custos. “O primeiro desafio é educacional. Por isso, eventos como a Fenalaw são fundamentais para passar para o mercado o que é mito e o que é verdade. Explicar que a IA não é um robô que vai fazer todas as atividades do advogado e que vai, sim, resolver problemas pequenos que vão possibilitar ganho de produtividade”, frisa. O segundo, destaca, é o custo: por ser contabilizado em dólar, ainda tem um preço final significativo, apesar de começar a se tornar mais acessível.

Conhecimento

Com o objetivo de difundir o conhecimento técnico, a Fenalaw 4.0 vai discutir os temas atuais ligados ao campo jurídico e promover o encontro dos principais players do mercado com advogados, consultores jurídicos e gestores. “Em um momento atípico como esse não poderíamos deixar de reunir a comunidade jurídica para discutir os desafios presentes e futuros do segmento e do país. É nosso compromisso oferecer um conteúdo de excelência para gestão, tecnologia e áreas específicas do Direito, buscando atender às necessidades de todo o mercado e de seus profissionais”, afirma a business director do evento, Maria Juliana do Prado Barbosa.

A programação está dividida nos hubs como: Departamentos Jurídicos, Escritórios [PME], Compliance & LGPD, Marketing, Gestão de Pessoas e Liderança, Tecnologia e Inovação, Direito Digital.

Estrutura

Desenvolvida pela Informa Markets, organizadora de eventos responsável pela Fenalaw , a nova plataforma Xperience é um modelo inédito no mercado, e traz uma revolução ao mundo dos eventos empresariais e feiras de negócios. O novo formato apresentado para a Fenalaw por meio da Xperience deverá garantir a entrega de um evento de alto nível, mantendo a qualidade e o alcance da audiência, contemplando os 3 principais pilares deste tradicional encontro para todo o ecossistema jurídico: conteúdo de qualidade, networking e bons negócios.

Quanto ao Conteúdo, o participante terá acesso aos painéis com transmissão ao vivo e apresentações exclusivas; com especialistas renomados do setor, divididos em quatro salas virtuais com diferentes temáticas durante os 3 dias de realização; além da possibilidade da comunicação via texto, áudio e vídeo com os representantes das marcas patrocinadoras.

As oportunidades de Relacionamento estão por toda a parte. Com o uso da inteligência artificial da plataforma vamos oferecer recursos de Matchmaking de acordo com os interesses de cada participante, recomendando interações com marcas patrocinadoras e outros participantes. A página feed também irá conter uma timeline ativa para posts e interações na rede social dos participantes da Fenalaw 4.0.

Bons Negócios ganham novos formatos em nossa exposição virtual com ambiente de pronto atendimento, promoção e exposição de produtos e serviços dos principais fornecedores do setor; disponibilidade de salas de reuniões, e contatos via chat/call, com texto, áudio e vídeo entre públicos-alvo; e o Matchmaking 365, uma ação de inteligência artificial que irá conectar compradores a vendedores selecionando a audiência certa para cada negócio.

5º Fórum Internacional da Tributação

A Fenalaw 4.0 Xperience terá, pelo segundo ano consecutivo, uma sala virtual exclusiva para a realização do 5º Fórum Internacional da Tributação – FIT. O objetivo do encontro é promover a interação da comunidade jurídica na organização política, social e econômica sugerindo modelos de tributação mais modernos e atuais, alterando paradigmas antes considerados como alicerces do sistema tributário. A proposta visa, com isso, dar maior competitividade e atualidade ao modelo nacional vigente e, ainda, contribuir para políticas de desenvolvimento econômico-financeiro por meio da política fiscal.​

Para participar — As inscrições online e gratuitas para a Fenalaw 4.0 Xperience estão abertas no site: fenalaw.com.br

Fenalaw 4.0 Xperience – Transformando o Setor Jurídico através do Digital
Data: 13 a 15 de outubro.
Horário: 9:30 às 17 horas.
Local: fenalawxperience.com.br

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Safeway e ServiceNow anunciam parceria para soluções de segurança da informação

A Safeway, consultoria especializada em Segurança da Informação, Riscos e Cibersegurança, anuncia parceria comercial com a ServiceNow, empresa global líder em fluxos de trabalho digitais. Pelo acordo, a consultoria passa a comercializar e implantar as soluções de Segurança de Operações e de GRC (Governança, Risco e Compliance) da desenvolvedora.

O responsável pela área de GRC e sócio da Safeway, Eduardo Camolez, lembra que a proposta da companhia é oferecer as melhores tecnologias para seus clientes. “Nós estabelecemos os processos, oferecemos os treinamentos e buscamos essas tecnologias em parcerias como a que estamos anunciando agora”, afirma, lembrando que as soluções da ServiceNow são líderes no mercado.

Para Camolez, o potencial da solução ServiceNow unido à experiência de implementação da Safeway constrói um diferencial pouco visto no mercado brasileiro. “É uma oferta com tremendo valor agregado. Nós entendemos a realidade do cliente e podemos desenhar o melhor processo possível, customizando a solução de forma que ela traga os melhores resultados”, diz, ressaltando que a solução oferece as excelentes funcionalidades e a consultoria conta com as melhores práticas para customiza-las de acordo com as necessidades de cada cliente.

O diretor de Alianças da ServiceNow, Marcus Santos, destaca que a parceria vai ao encontro da estratégica de ampliação do ecossistema da companhia. “A Safeway possui o know-how que buscávamos e, ao selecioná-los, poderemos expandir ao mercado nossas ofertas de GRC e CyberSecurity”, lembra. De acordo com o executivo, as oportunidades existentes aqui são bastante promissoras.

Santos ainda ressalta que a parceria deve alavancar estas vendas, uma vez que a Safeway domina a linguagem de segurança. “É uma linguagem e abordagem diferente daquela tradicional dos profissionais de TI. Por isso contamos com a expertise e a visão consultiva da Safeway. É um parceiro que, além de vender licenças, vai vender conhecimento. Poderá atender clientes em projetos de ponta a ponta, do assessment à sustentação”, prevê o executivo.

Soluções de segurança

A parceria entre a Safeway e a ServiceNow envolve a comercialização e implementação das seguintes soluções:

• Security Operations – a solução é comercializada em três pacotes, sendo que o mais completo conta com funcionalidades de resposta a vulnerabilidades; resposta a incidentes de segurança; círculos de segurança confiáveis; inteligência de ameaças; gerenciamento de eventos; análise de desempenho para operações de segurança; tempo de execução da orquestração; pacotes de orquestração; e conformidade de configuração.

• Governança, risco e compliance (GRC) – também conta com três pacotes. O mais completo conta com funcionalidades como gerenciamento de políticas e compliance; gerenciamento de riscos; análise de desempenho; gerenciamento de auditoria; aceleradores de casos de uso; agente virtual (chatbot); inteligência preditiva; e gerenciamento de riscos operacionais;

Camolez lembra que a Safeway atua com força em setores regulados, como finanças, telecomunicações e governo e que a aprovação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) vai estimular novos negócios. “Estamos fazendo muitos projetos de assessment para mostrar aos clientes onde eles devem atuar por causa da LGPD e as soluções da ServiceNow vão atender a todos esses clientes”, prevê.

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Órgãos da Administração Federal contrataram quase R$ 880 milhões em TI até agosto

De janeiro a agosto de 2020, diferentes órgãos da Administração Federal já assinaram mais de 1000 contratos de serviços de Tecnologia da Informação, no valor de R$ 874,6 milhões. Este valor é 25% maior do que os contratos do mesmo período em 2019, que chegou a aproximadamente R$ 702 milhões. Os valores foram levantados pela Effecti, empresa especializada em tecnologia para licitantes com base em contratos públicos divulgados no Portal da Transparência e Diário Oficial da União dos últimos três anos

No comparativo com o mesmo período no último ano, é possível perceber que houve um decréscimo no número de contratos (1.625 em 2019 e  1.011 em 2020), porém alguns contratos com altos valores puxaram o número para cima. A média de valores em  2020  está em R$ 865.140,09, praticamente o dobro do mesmo período em 2019, quando atingiu R$ 432.142,95. Já a mediana dos contratos de 2020 (valor central da distribuição de dados) ficou em R$  43 mil, cerca de R$ 2 mil  acima da mediana verificada em 2019. 

Entre os maiores contratos realizados em 2020, destaca-se um de R$ 82 milhões do Ministério do Desenvolvimento Regional, para serviços de solução de planejamento, gestão, monitoramento e apoio à fiscalização da Operação Carro-Pipa. Em segundo lugar está um contrato fechado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) com a IBM, de R$ 73 milhões, para cessão de direito de uso e suporte de serviços de nuvem e inteligência artificial, entre outros de produtos.

O Comando da Aeronáutica ocupa o terceiro e quarto lugar no ranking de maiores contratações, com dois contratos para tecnologias envolvidas na manutenção, assistência e suporte dos Sistemas de Tecnologia da Informação Operacional implantados no Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e Sistema Integrado de Torre de Controle (SITC) que somam R$ 83 milhões.

Somando os valores, os cinco maiores contratantes de TI em 2020 até o mês de agosto são o Comando da Aeronáutica, com contratos que somam R$ 164.548.902,99; seguido do Ministério da Economia (R$ 98.767.146,48); Ministério do Desenvolvimento Regional (R$ 85.239.217,42); Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) R$ 84.880.725,63; e Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 72.300.620,17).

O CEO da Effecti, Fernando Salla, destaca que a pandemia de coronavírus também teve seu papel nas contratações de TI. Para operacionalizar os benefícios do programa emergencial de manutenção do emprego e renda, o Ministério da Economia realizou com a Dataprev um contrato de R$ 29 milhões, o quinto maior do período analisado. “Ainda é possível verificar entre os 10 maiores contratos outros relacionados à necessidades tecnológicas para processamento de dados para o pagamento do auxílio emergencial”, explica Salla.

Assim como a iniciativa privada, o governo se deparou com situações desde o início da pandemia e precisou acelerar suas transformações digitais. Em declarações  no 1º Fórum Digital de Empreendedorismo, Negócios e Transformação, Luiz Felipe Monteiro, secretário de governo digital do Ministério da Economia, explicou que digitalizar serviços é uma das metas do governo federal. Mais de 58% dos serviços que antes da pandemia eram ofertados pelos órgãos federais somente presencialmente já foram digitalizados, e a previsão é atingir 100% até o fim de 2022. Entre janeiro de 2019 até o início de agosto, 840 serviços foram digitalizados, evitando o equivalente a 65 milhões de atendimentos presenciais no país. 

Também está em andamento um edital do Ministério da Economia para a contratação de 350 profissionais de TI, que segundo o Governo, irão atuar em processos de transformação digital. 

O levantamento realizado pela Effecti considerou contratos públicos divulgados no Portal da Transparência e Diário Oficial da União dos últimos três anos.  A partir dos dados, foi feito um recorte com base na atividade econômica principal das empresas contratadas para determinar se encaixa no setor de tecnologia, considerando serviços de informática e telecomunicações. Alguns contratos e empresas foram retirados da análise por conta das atividades secundárias envolvendo o CNPJ que não se enquadram no objetivo do levantamento. 

Mapa da Visa mostra que transações por aproximação cresceram 40% no primeiro semestre de 2020

O uso do pagamento por aproximação tem crescido nos últimos meses, principalmente por conta do trabalho intenso da indústria e do comércio bem antes da pandemia, que acabou por reforçar seus benefícios como segurança e agilidade nas compras realizadas presencialmente. A nova edição do “Mapa dos pagamentos por aproximação do Brasil”, criado pela Visa Consulting & Analytics, consultoria da Visa, mostra esse comportamento, e destaca um crescimento em junho de quase 40% em relação aos números de transações Visa por aproximação em janeiro de 2020.

O uso acentuado tem feito com que a tecnologia por aproximação ganhe mais representatividade frente ao total dos pagamentos eletrônicos no país. Entre janeiro e junho, a penetração praticamente dobrou. Alguns estados como Distrito Federal, Santa Catarina, Amapá, Paraná e Tocantins se destacaram por apresentar uma média de uso da tecnologia superior à média brasileira. No caso do Distrito Federal, teve uma penetração do pagamento por aproximação quase 3 vezes superior ao visto no Brasil.

Disponível em cartões, celulares, pulseiras e outros dispositivos móveis, a solução vem redefinindo a forma de comprar e vender produtos e serviços, principalmente a partir da propagação do coronavírus. Com mais praticidade e segurança tanto para o consumidor quanto para os estabelecimentos comerciais, o uso do pagamento por aproximação é mais rápido e pode ser mais higiênico, em alguns casos bastando apenas aproximar o dispositivo da maquininha, evitando assim qualquer contato físico.

O crédito por aproximação ainda é maioria, concentrando 65% das transações Visa em junho, com um ticket médio de gastos de R﹩ 86. Porém, nota-se um crescimento do débito por aproximação maior a cada mês, mais que dobrando se compararmos os resultados de junho e janeiro de 2020. Essas transações registraram um ticket médio em torno de R﹩ 46 em junho. Segundo análise do time da Visa Consulting & Analytics, isso demonstra que o brasileiro passa a ter mais clareza dos benefícios do pagamento por aproximação ao utilizá-lo cada vez mais no dia a dia. “O aumento do limite nas transações por aproximação sem senha de R$ 50 para R$ 100, que se espera acontecer em breve, vai permitir que mais pessoas efetuem pagamentos com a tecnologia, aumentando o ticket médio que vemos hoje. Percebemos que quando o consumidor tem a primeira experiência com este tipo de pagamento, ele assimila os benefícios e o incorpora em seu cotidiano”, conta Oscar Pettezzoni, diretor da Visa Consulting & Analytics.

Quando analisado o crescimento de uso da aproximação entre janeiro e junho nas soluções disponibilizadas pela Visa, é possível ver um crescimento em todos os segmentos. Vê-se um salto exponencial em categorias como Gold e Classic acima de 100%. E as categorias premium continuam nesse mesmo movimento: Visa Infinite e Platinum cresceram em torno de 70%. “Vemos que a tecnologia tem sido adotada por diferentes perfis da população, que passaram a incluir a inovação em seus hábitos de compra. Em parceria com importantes instituições financeiras, bancos digitais, estabelecimentos comerciais, credenciadores e segmentos como o transporte, a Visa tem trabalhado para que todos possam ter acesso à tecnologia”, conta Pettezzoni.

O “Mapa do pagamento por aproximação do Brasil” também verificou a penetração do uso por estado. Em relação ao crescimento no primeiro semestre, os dados da Visa Consulting & Analytics mostram que o Amapá se destacou com o uso da inovação, apontando o maior crescimento do país: 161%. Seguido pelo Rio Grande do Norte (147%), Tocantins (144%), Mato Grosso do Sul (136%) e Rondônia (114%).

Nos primeiros seis meses de 2020, os segmentos que mais se receberam pagamentos Visa por aproximação foram:

• Mercados e lojas diversas relacionadas à alimentação como hortifruti, conveniências, cafeterias, entre outros (não incluindo restaurantes e fast food)
• Postos de gasolina
• Farmácias
• Padarias

Sendo que o segmento de mercados/alimentação recebeu o triplo de pagamentos por aproximação em relação ao segundo setor, postos de gasolina.

O “Mapa do pagamento por aproximação do Brasil” foi elaborado pela Visa Consulting & Analytics com base nas transações Visa realizadas com a tecnologia no Brasil entre janeiro e junho de 2020.

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LGPD e seus impactos na relação de emprego

Por Juliana Callado Gonçales, sócia do Silveira Advogados e especialista em Direito tributário 

A Lei nº 13.709/2018,conhecida como “Lei Geral de Proteção de Dados” ou “LGPD” interconecta-se com o direito do trabalho, na medida em que as relações de emprego, desde o seu momento prévio (recrutamento/seleção) até o período de vigência e rescisão contratual, exigem a realização de tratamento de dados pessoais.

Por força do contrato de trabalho, o empregado concede informações ao empregador (dados pessoais), tais como: nome completo, números de documentos, dados bancários, nome de familiares, endereço, data de nascimento, e até dados considerados como sensíveis pela LGPD como tipo sanguíneo, filiação de sindicato, dados biométricos e religião etc.

A partir da vigência da LGPD os empregadores deverão aditar os antigos contratos de trabalho e adaptar os novos para garantir a conformidade com a Lei. Dentre as suas cláusulas deverão conter informações sobre o tratamento de dados que será realizado, informações sobre o compartilhamento e a obrigação do colaborador em seguir as Políticas de Segurança da Informação e Proteção de dados da empresa.

Com a LGPD, outra cautela que deverá ser tomada pelo empregador é a observância do princípio da necessidade na coleta de dados pessoais. Assim, o empregador deve coletar apenas os dados do empregado que sejam estritamente necessários para a execução do contrato de trabalho/prestação de serviço.

Também deverá ser observado o princípio da finalidade, ou seja, os dados dos empregados devem ser utilizados exclusivamente para fins da execução do contrato de trabalho, não podendo ser destinado para outros fins, ainda que dentro da empresa, exceto se houver consentimento do empregado nesse sentido

Outra obrigação do empregador será garantir a segurança dos dados dos seus colaboradores, seja tomando as medidas para salvaguardar tais informações de ataques cibernéticos e acessos não autorizados, seja acautelando-se em compartilhar tais dados apenas com terceiros que também obedeçam aos comandos da LGPD.

Desse modo, o empregador também deverá aditar os contratos que mantém com parceiros comerciais onde há o fornecimento de dados pessoais dos seus colaboradores (ex: empresa que fornece vale-alimentação, escritórios de contabilidade, escritórios de advocacia, operadora de convênio médico, empresas cadastradas nas políticas de benefícios etc).

O aditamento contratual é importante na definição da responsabilidade dos agentes de tratamento de dados. A LGPD, no seu art. 42, fixa a responsabilidade dos agentes de tratamento de dados pessoais no caso de a atividade causar dano de ordem material, moral, individual ou coletivo.

Os agentes de tratamento ainda estão sujeitos as multas previstas no art. 52 da lei: de até 2% (dois por cento) do faturamento da pessoa jurídica de direito privado, grupo ou conglomerado no Brasil no seu último exercício, excluídos os tributos, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração; suspensão da atividade de tratamento de dados, eliminação dos dados, dentre outras.

Cumpre esclarecer que, pelos termos da LGPD, no cenário em questão, o empregador será considerado como controlador dos dados de seus empregados ou prestadores de serviço. O art. 5º, inciso VI da LGPD define controlador como a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais. Ou seja, é o empregador que determinará como o dado pessoal do seu colaborador será tratado e por quem será tratado, daí a grande responsabilidade.

Para bem delimitar a sua responsabilidade, o empregador deve tomar, dentre outras, as seguintes cautelas: (i) exigir que os parceiros comerciais com quem compartilha os dados dos seus colaboradores também esteja em conformidade com a LGPD. Estes são chamados de operadores pela lei geral de proteção de dados; (ii) – delimitar contratualmente como estes operadores devem tratar os dados pessoais e (iii) fiscalizar como o tratamento está sendo realizado.

A importância de elaborar cláusulas contratuais bem definidas é justamente para buscar a mitigação da responsabilidade, dentro do legalmente possível, haja vista que a LGPD impõe, como regra, a responsabilidade solidária entre controlador e operador, ou seja, entre o empregador e os seus parceiros comerciais com quem compartilha dados dos seus colaboradores.

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G-Shock: principal divisão da Casio ganha força e cresce no Brasil

A G- Shock , principal divisão da fabricante de relógios Casio, tem tido bons motivos para comemorar. Mesmo com o impacto da pandemia, a reconhecida linha de resistência absoluta vem ganhando força no mercado brasileiro e já figura entre as principais marcas de relógio do país. Os modelos da divisão G-Shock representam cerca de 60% da receita da Casio, globalmente, que é da ordem de US﹩ 3,4 bilhões. No Brasil, a marca G-Shock corresponde a 50% do faturamento da companhia e a expectativa é crescer 25% até 2021, quadruplicando de tamanho nos próximos cinco anos.

De acordo com Rodrigo Garavelli, Gerente de vendas da Divisão G-Shock no Brasil, o país é um mercado prioritário para a companhia. “Por tratar-se de um mercado emergente, é muito importante para nossa estratégia de crescimento. Estamos na contramão de outras marcas, pois enquanto a concorrência sofreu muito com a pandemia, a G-Shock apresentou um significativo crescimento e um maior reconhecimento de marca em 2020”, destaca o executivo.

Fazendo história

A empresa, que iniciou a comercialização da linha G-Shock em 1983 , tinha como objetivo oferecer ao mercado um novo tipo de relógio que fosse praticamente indestrutível, rejeitando o senso comum de que os relógios de pulso eram sempre frágeis e fáceis de quebrar. Depois de mais de 200 protótipos e um processo de desenvolvimento de dois anos, o primeiro modelo com uma estrutura resistente a impactos foi lançado e, desde então, a marca segue evoluindo embasada no conceito de “resistência absoluta”.

O lançamento do primeiro G-Shock desmistificou a ideia de fragilidade dos relógios de pulso e estabeleceu uma nova categoria de produto: o “relógio resistente”. Ao longo dos anos, a linha foi aprimorando-se e inovando ao prover modelos com tecnologias controladas por rádio, com calibração de tempo de seis estações no mundo, energia solar, suporte ao choque, força centrífuga e vibração, além de compatibilidade com Bluetooth que pode vincular-se com dispositivos móveis.

Casio assume distribuição no Brasil

Até setembro de 2020, parte da distribuição da linha G-Shock no Brasil era realizada por terceiros. Assumir a totalidade da comercialização está alinhada à estratégia da Casio de aumentar o market share e a identificação com o consumidor brasileiro.

Hoje, o público da G-Shock no país é 76% masculino e 24% feminino, especialmente na faixa dos 18 aos 44 anos. Dentre os modelos mais consumidos, a linha de maior preferência é a DW, com o design igual ao primeiro G-Shock lançado em 1983. “Além do melhor preço de mercado, essa linha possui um forte engajamento sentimental pelo público “, esclarece Rodrigo.

O executivo ressalta que o Brasil possui suas especificidades. “O mercado de relógios é conhecido por seu perfil mais conservador e tradicional, acarretando maior faturamento através de lojas físicas. Nesse sentido, apesar da pandemia ter impactado um pouco, já que nosso principal canal de vendas são as lojas físicas, percebemos uma rápida readequação do consumidor, que passou a utilizar amplamente o marketplace. Houve um crescimento significativo nos canais digitais”.

Entre os desafios para o crescimento no mercado brasileiro, Rodrigo Garavelli destaca a pirataria e o preço. “Além de enfrentarmos o mercado paralelo, o consumidor ainda faz o comparativo com marcas nacionais, não tendo a percepção de que ao comprar um G-Shock está fazendo um investimento de longuíssimo prazo, visto que nenhuma outra marca oferece tamanha resistência “.

Mercados esportivo e premium

Sucesso absoluto entre os amantes de relógios, a linha G-Shock sempre esteve ligada ao universo de surfe, skate, esportes radicais e moda urbana. No entanto, os modelos cativam outros estilos e a companhia vem intensificando esforços para ampliar o público consumidor. “Nossa intenção é reposicionar a marca para que também seja uma opção de produto premium. Design inovador, elementos refinados e estilo também estão entre nossos pilares e hoje a marca está muito ligada à moda e ao mercado de luxo. Queremos atingir cada vez mais consumidores com o conceito de que existe um G-Shock para você”, diz Rodrigo.

Com aproximadamente mil modelos já lançados desde a sua criação, em 2019 a G-Shock atingiu a marca de 100 milhões de modelos vendidos no mundo. No Brasil são disponibilizados aproximadamente 25 modelos novos todo ano e, ainda este ano, a companhia trará muitas novidades ao mercado brasileiro.

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Andre Chaves é novo Vice-presidente Sênior do Mercado Livre

O Mercado Livre, líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros da América Latina, anuncia Andre Chaves como Vice-presidente Sênior de Estratégia e Novos Negócios da companhia. Com mais 17 anos de experiência em varejo online e offline e serviços financeiros, o executivo passa a liderar a área que responde pelas frentes de Estratégia, Novos Negócios, M&A, Parcerias, Relações com Investidores e pelo MELI Fund, fundo de investimento do Mercado Livre em startups, com um escopo de atuação que envolve todas as nossas áreas de negócios na América Latina.

Entre seus principais desafios estão análises de oportunidades de mercado que possam contribuir com as estratégias de negócios da empresa em toda a América Latina, em linha com a missão do Mercado Livre e do Mercado Pago de democratizar o comércio e os serviços financeiros em toda a região.

O executivo trabalhou 14 anos na consultoria americana Bain & Company, onde atuou como Membro Sênior para Varejo, Serviços Financeiros e Práticas Digitais, na qual liderou a prática de Ciência de Dados para a América do Sul. André cursou Economia na Universidade Federal de Minas Gerais e concluiu MBA pela Northwestern University – Kellogg School of Management.

Saiba por que as novas tecnologias para manufatura impulsionam a inovação

Por Luciano Rodrigues Costa, Product Manager da Atech

Novas tecnologias, certamente, suportam e impulsionam a inovação. Os avanços tecnológicos podem permitir que o setor de manufatura crie produtos de alta qualidade mais rapidamente do que antes, com menos custos, e ajudar a realizar operações mais eficientes para se tornar mais competitivo. A inovação pode levar a novos modelos de negócios, ao desenvolvimento de novos processos e serviços e à melhoria dos produtos existentes.
Líderes inovadores buscam sempre aprimorar as tecnologias existentes para atender às necessidades não atendidas, fornecer produtos para mercados inexplorados e, o mais importante, para permanecer à frente da concorrência.

Essas novas tecnologias permitem que a manufatura integre os mundos físico e digital, combinando hardware com software, sensores, conectividade e grandes quantidades de dados e análises para implantar processos mais eficientes, ganhar mais eficiência em toda a linha de produção e entregar produtos mais inteligentes. Esse novo cenário enfatiza a velocidade, flexibilidade, customização e a capacidade de orquestrar e sincronizar cadeias de suprimentos globais, substituindo o antigo modelo onde a produção estava localizada onde o custo fosse mais baixo, em detrimento da qualidade do produto final.

Quais tecnologias vão levar inovação à manufatura?

Imagine um local de trabalho onde os equipamentos conectados possam se comunicar via Internet e os equipamentos possam “conversar entre si” e enviar / receber notificações sobre as condições de operação. Depois que um problema é detectado, uma notificação é enviada para outros dispositivos em rede para que todo o processo possa ser ajustado automaticamente. O resultado final será menor tempo de inatividade, melhor qualidade, menos desperdício e custos mais baixos. Já identificou qual é essa tecnologia? Claro que é a Internet das Coisas Industriais (IIoT).

E a IIoT está baseada na computação na nuvem, a cloud computing, que usa serviços remotos conectados à rede para gerenciar e processar dados. As empresas estão aumentando o uso dessa tecnologia em várias localizações geográficas para compartilhar dados e tomar melhores decisões de negócios. A computação em nuvem ajuda a reduzir custos, melhorar o controle de qualidade e reduzir o tempo de produção.

E também temos a fabricação aditiva, que é o processo de criar objetos sólidos tridimensionais a partir de modelos digitais – a impressão 3D. As impressoras 3D têm potencial para transformar indústrias e modelos de negócio de forma significativa. Como o resultado final é uma réplica de alta precisão de um design original, há menos desperdício durante o processo de produção e redução de custos.

Ao final, todas essas inovações estão relacionadas aos avanços das tecnologias cognitivas, que se enquadram em três principais aplicações: produto, processo ou Analytics, incorporando, em primeiro lugar, a tecnologia em um produto ou serviço para fornecer benefícios ao cliente final. Já nos processos incorporam a tecnologia no fluxo de trabalho de uma organização para automatizar ou melhorar as operações. E os aplicativos de Analytics usam tecnologias cognitivas – recursos analíticos avançados, como aprendizado de máquina – para descobrir insights que permitem tomar decisões operacionais e estratégicas mais assertivas em uma organização.

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Golpe do Pix: cadastro do Pix é isca de sites falsos para roubar dados

Um golpe envolvendo o Pix, novo modelo para pagamentos eletrônicos do Banco Central, tomou as redes nesta semana em que foi liberado o cadastro para a chave do novo serviço. Criminosos se aproveitaram da adesão por bancos em todo o Brasil, para aplicar golpes de phishing e roubar dados pessoais de vítimas.

Engenheiros da ISH Tecnologia, que está há 24 anos no mercado de segurança de dados brasileiro, detectaram domínios falsos com o termo “pix”, o que mostra a intenção de cibercriminosos de usar a novidade como isca para aplicar golpes. Site assim, criados para ataques cibernéticos, muitas vezes são compartilhados pelas pessoas como se fossem confiáveis, o que é o mais preocupante, comenta o diretor de Inovação da ISH Tecnologia e especialista em segurança de dados, Allan Costa.

“Na maioria das vezes, os golpes acontecem no compartilhamento de algum link, com nosso próprio consentimento, por e-mail ou por WhatsApp”, diz Allan. O WhatsApp está presente em 99% dos smartphones do país. “O brasileiro confia no WhatsApp. O que chega por mensagem, as pessoas tendem a acreditar que é legítimo”, explica o diretor de inovação da ISH.

Aumento ataques

Durante a pandemia, os golpes cibernéticos cresceram significativamente. Com o Pix, haverá mais uma onda de ataques. “A gente tem observado, nos nossos centros de operação de segurança, um aumento de 300% nos incidentes de segurança nos meses de pandemia. Sempre usando palavras de assuntos do momento. Antes, COVID e coronavírus, e agora o pix”.

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SUSEP divulga lista com startups que poderão criar seguros inovadores

A Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) divulgou o resultado da seleção de empresas de tecnologia focadas em seguros (insurtechs em inglês) para sua experiência de Sandbox Regulatório. O Sandbox Regulatório é um ambiente controlado para testes de inovações e tem como objetivo flexibilizar os requisitos legais para novas seguradoras. As empresas selecionadas terão uma licença de seguradora, válida por três anos. Neste período elas poderão testar produtos, serviços e modelos de negócios inovadores.

O foco principal da iniciativa são produtos massificados e de curto prazo. Seguros complexos como previdência, resseguros ou grandes riscos não poderão ser criados pelas empresas selecionadas. As onze startups selecionadas foram: 88i.io, Coover, Emotion, Flix, Iza, Komus, Mag, Pier, Split Risk, Stone e ThinkSeg.

Segundo Rodrigo Ventura, fundador da insurtech 88i “antes do sandbox tínhamos que adaptar os produtos de seguradoras tradicionais para oferecer aos nossos clientes. Este processo pode ser muito demorado e caro. Agora poderemos criar seguros de forma mais eficiente e totalmente focado no que os clientes precisam”. A startup que hoje oferece seguros de celular aos clientes de empresas como Picpay, 99 e Allugator se propõe criar produtos para atender a dois mercados. O primeiro são bancos digitais e fintechs que passam a poder oferecer seguros diversos a seus clientes.

O segundo mercado são as empresas de delivery e entregas, que poderão cobrir perda de renda dos seus entregadores parceiros que adoeçam ou fazer a cobertura de danos a aparelhos celulares usado pelos trabalhadores, por exemplo.


A iniciativa da SUSEP é uma das pioneiras no mundo. Hoje poucos países como Cingapura, Austrália e China se utilizam de sandbox para incentivar a inovação no mercado financeiro.

Além da iniciativa em seguros, o Brasil também possui programas para incentivar inovação em investimentos, liderado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e há também uma iniciativa do Banco Central para fomentar inclusão financeira.

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Fintech oferece soluções de gerenciamento a distância

Desejo de muitos brasileiros, abrir o próprio negócio muitas vezes é sinônimo de muito trabalho e dores de cabeça. A gestão financeira, controle de estoque, saber a quantidade exata de produtos que se deve adquirir para não ter prejuízos, ainda em meio à pandemia, cuidados redobrados desde o atendimento até a entrega do produto são apenas alguns exemplos que podem tirar o sono dos proprietários de pequenas e médias empresas. Diante disso, buscando facilitar a vida do empreendedor, a iZettle , fintech sueca de gestão e meios de pagamento, oferece diversas soluções de gerenciamento de negócios.

Ao se tornar um parceiro iZettle, o empreendedor pode começar a gerir seu negócio de qualquer lugar, usando apenas um smartphone ou tablet. O sistema de gestão está disponível gratuitamente nas versões para aplicativo em smartphones e tablets (Android e iOS), e para web, pelo portal my.izettle.com. Além da segurança de ter seus dados criptografados, é possível ter acesso a todo o histórico de transações já cadastrado no sistema, como reembolsos realizados com cartão ou dinheiro. A vantagem é que o cliente pode obter todas as informações a respeito das movimentações de forma simples e rápida, já que a plataforma da iZettle possui uma interface simples e bastante intuitiva. Havendo qualquer dificuldade, o parceiro pode contar com suporte em diferentes canais, seja pela central de telefonia da rede, por e-mail e até mesmo pelas redes sociais da empresa (Instagram e Facebook), sem nenhum custo adicional.

Cliente há cinco anos, Marcela Novaes possui um estabelecimento de impressão fotográfica e acredita que o sistema oferecido pela iZettle, facilita a administração do seu negócio. “Além do melhor atendimento e transparência, usar o sistema de gerenciamento pelo celular me possibilita acompanhar todo o meu negócio, mesmo estando longe. O sistema também agilizou o atendimento no momento de receber os pagamentos das minhas vendas. Assim, passamos mais credibilidade e atenção aos nossos clientes”, afirma.

O sistema de gestão também oferece uma galeria de produtos. Assim como Marcela, o parceiro também poderá realizar a venda de mercadorias e serviços, oferecendo mais agilidade no atendimento e integração com outros setores, como o controle do estoque com imagens, descontos para itens específicos (ou para todos os produtos) e organização por categorias. Para cada item criado na galeria, é possível disponibilizar informações detalhadas dos produtos, como imagem, preço, cor, peso etc. O desempenho de vendas também é fornecido, facilitando na decisão de manter ou não a disponibilidade de cada produto. Para colaborar com a rotina do empreendedor, o sistema envia um alerta sempre que algum item estiver com baixo estoque, permitindo a reposição e evitando a perda de negócios por falta de mercadoria. O sistema inteligente da iZettle é capaz de fazer com que o parceiro tenha respostas imediatas do quanto faturou na semana passada ou qual é o tamanho do seu estoque, por exemplo. Quanto mais o empreendedor tiver essas informações à disposição, melhores serão suas decisões.

A iZettle também oferece opções de relatórios de vendas, por dia ou por mês. Para empresas que trabalham com produtos sazonais, é possível ainda entender quais itens foram mais vendidos por dia, mês e ano. Essa é uma das facilidades que auxiliam o dia a dia do empreendedor Leandro Gonçalves, que possui uma micropadaria artesanal. Segundo ele, foi possível até aumentar o volume de vendas após se tornar parceiro da fintech.

“São três anos de pura satisfação. À primeira vista, o design da maquininha de cartão me chamou atenção. Depois fui pesquisar e me encantei com as facilidades do aplicativo. E por último, fiquei satisfeito com as taxas para operações de débito e crédito praticadas. Hoje uso todos os recursos disponíveis, o sistema de gestão me ajuda em vários aspectos. Sei quais são os melhores horários para produzir e vender cada produto, além do banco de dados dos clientes que me ajuda a oferecer um atendimento mais exclusivo e até mesmo oferecer promoções e divulgar meu negócio”, conta.

O sistema de gerenciamento também possibilita o acompanhamento do desempenho da equipe. É possível criar contas para cada membro e o colaborador pode checar o desempenho individual e o seu histórico de transações. De acordo com Leandro, com a iZettle fica muito mais fácil acompanhar o desempenho dos colaboradores em diferentes pontos de venda.

São muitas as vantagens que o sistema de gerenciamento da iZettle oferece aos parceiros e a emissão de nota fiscal, NFC-e, NF-e ou NFS-e, de forma gratuita, é mais um diferencial no mercado. Além das notas fiscais, o sistema também realiza o envio de recibos. É possível imprimir o recibo para entregar ao cliente ou enviar via e-mail. Caso o cliente prefira, o recibo pode ser emitido por SMS. E se no momento da venda o parceiro não tiver uma impressora disponível e o cliente não possuir e-mail ou um número de celular, é possível fornecer um recibo escrito à mão, com os dados da empresa, número do recibo, valor e data da venda e os últimos quatro dígitos do cartão de crédito.

Gartner: receita mundial com software de automação robótica de processos será de cerca de US$ 2 bilhões em 2021

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, prevê que a receita global do mercado de software para automação robótica de processos (RPA – de Robotic Process Automation, em inglês) deverá atingir a marca de US$ 1,89 bilhão em 2021, número que representa um aumento de 19,5% em relação a 2020. De acordo com a mais recente pesquisa do Gartner, apesar das pressões econômicas causadas pela pandemia de COVID-19, o segmento de RPA ainda deve crescer em taxas de dois dígitos até 2024.

“O principal motivador dos projetos de RPA é a capacidade de melhorar a qualidade, velocidade e produtividade dos processos, ganhos que são cada vez mais importantes para as empresas, principalmente à medida que as organizações tentam atender às demandas de redução de custos por conta dos impactos  gerados pelo COVID-19”, diz Fabrizio Biscotti, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “As empresas podem avançar r apidamen te em suas iniciativas de otimização digital investindo em software de RPA, e essa tendência não irá desaparecer tão cedo”.

A receita mundial do setor de software de RPA deve chegar a US$ 1,58 bilhão em 2020, o que representa um aumento de 11,9% em relação a 2019 (ver Tabela 1). Até 2020, porém, os preços médios de RPA deverão diminuir de 10% a 15%, com quedas anuais de 5% a 10% esperadas em 2021 e 2022, criando forte pressão de reduç&at ilde;o d e preços.

Tabela -Receita mundial de software para RPA (em bilhões de dólares)

 201920202021
Receita ($)1,4111,5791,888
Crescimento (%)62,9311,9419,53

Fonte: Gartner (Setembro de 2020)

COVID-19 aumenta interesse das empresas por soluções de RPA – A pandemia e a recessão que se seguiu aumentaram o interesse de muitas organizações em soluções de automação robótica de processos. Os analistas do Gartner preveem que 90% das grandes companhias em todo o mundo terão adotado o RPA de alguma forma até 2022, já que buscam capacitar digitalmente processos de negócios críticos por meio de resiliência e escalabilidade, enquanto recalibram o trabalho humano e o esforço manual.

“O Gartner avalia que a demanda de RPA deverá crescer e os provedores de serviços precisarão oferecer soluções de RPA de forma mais consistente a seus clientes, devido ao impacto do COVID-19”, destaca Cathy Tornbohm, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “A diminuição da dependência de uma força de trabalho humana para uma rotina de processos digitais será mais atraente para os usuários finais, n&atild e;o apen as pelos benefícios de redução de custos, mas também para garantir seus negócios contra impactos futuros como esta pandemia”.

Expectativa é que as organizações aumentem suas capacidades de lidar com soluções de RPA – Até 2024, as grandes organizações triplicarão a capacidade de seus portfólios existentes de RPA. A maior parte dos gastos “novos” virá de grandes organizações que estão adquirindo capacidade adicional de seu fornecedor original ou, ainda, de parceiros dentro do ecossistema.

“Conforme as organizações crescem, elas precisarão adicionar licenças para executar o software de RPA em servidores adicionais e adicionar núcleos para lidar com a carga”, explica Biscotti. “Esta tendência é um reflexo natural das crescentes demandas colocadas na ‘infraestrutura em todos os lugares’ (‘everywhere infrastructure’, em inglês) de uma organização”.

Os futuros clientes de RPA virão de compradores que não são da área de TI – A adoção das soluções de RPA aumentará à medida que a conscientização sobre as vantagens desses serviços aumentar entre os usuários comerciais. Na verdade, em 2024, o Gartner prevê que quase metade de todos os novos clientes RPA virão de compradores comerciais que não façam parte, especificamente, de uma equipe ou organização de TI.

“Os principais fornecedores de software RPA têm como alvo os diretores financeiros e operacionais, em vez de apenas executivos da área de TI. Esses profissionais de outras áreas são os que devem melhor aproveitar a implementação rápida de automação via low code e no code. O desafio dos fornecedores será integrar o RPA com sucesso, em ambientes heterogêneos e em mudança, que é onde a TI pode fazer a diferença”, diz Biscotti.

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