Page

Author admin

5 atitudes esperadas dos líderes durante períodos de instabilidade

Em função da pandemia de coronavírus e da renovação das estratégias de planejamento das empresas, ohome office tem sido uma alternativa para garantir a continuidade das operações, ao mesmo tempo em que resguarda a saúde e o bem estar dos colaboradores, impactando na produtividade, na economia de recursos e na gestão de pessoas. Por outro lado, as lideranças e os profissionais de todas as áreas e hierarquias passaram a vivenciar o incerto e a ter de superar grandes desafios.

Para garantir bons resultados, o novo modelo de trabalho também exige novas formas de gestão, que sejam capazes de engajar seus times à distância, de manter canais de comunicação ativos e transparentes, de assumir a fragilidade do momento e, principalmente, de confiar e prezar por suas equipes.

Segundo Ricardo Basaglia, diretor-geral da Page Executive no Brasil, unidade de negócio do PageGroup especializada em recrutamento e seleção de executivos para alta direção (o chamado “C-Level”), a pandemia e a decorrente situação de crise pode ser mais uma oportunidade para evoluirmos como sociedade, como empresas e como profissionais, que precisam trabalhar cada vez mais a autonomia e a autorresponsabilidade para que todos cumpram com suas responsabilidades. “De modo geral, o fato é que as lideranças vão precisar evoluir e, com isso, o mercado de trabalho também progride. É preciso manter o olhar humano. Quando tudo chegar ao fim, talvez as equipes não se recordem de todas as instruções e projetos realizados, mas com certeza todos se lembrarão como os fizeram se sentir”.

Confira abaixo cinco recomendações do consultor para o bom desempenho dos papéis de liderança durante períodos de instabilidade:

• Considere todos os stakeholders para a tomada de decisões 

Em primeiro lugar, todos os líderes devem saber equilibrar as cobranças dos times, dos acionistas e dos fornecedores para estarem aptos a tomarem as melhores decisões. É natural que, em um primeiro momento, as maiores preocupações estejam centradas nas finanças da empresa, afinal, é com isso que empregos serão protegidos. No entanto, qualquer medida que não leve em consideração todos os grupos, pode desestabilizar a corporação. Todos os pontos de contato devem estar alinhados para que as deliberações sejam efetivas. Em um momento desafiador como o que estamos passando, é preciso engajamento.

• Esteja preparado para todas as etapas que times remotos enfrentarão 

Líderes de times remotos têm grandes desafios. No primeiro momento, a equipe considerará trabalhar de casa legal. É novo, diferente e mais cômodo. Mas é muito importante saber que essa fase passará. Com o decorrer das semanas e possíveis casos de suspeita ou infecção de familiares ou de pessoas próximas, haverá uma preocupação crescente com a saúde e a desestabilização psicológica, também decorrente do enclausuramento forçado. Os colaboradores ficarão com medo de perderem seus empregos, a preocupação financeira surgirá e vamos acabar em uma situação de pessimismo generalizado. É hora de engajamento total. Estabeleça conversas frequentes e honestas com seu time. Mantenha a boa energia e evite ao máximo as opiniões pessoais ou ser levado por emoções. Precisamos esclarecer fatos e dados e seguir à risca as regras e recomendações dos governos e órgãos de saúde para evitar expor os profissionais e garantir a satisfação com as atitudes tomadas pela empresa.

• Entenda as políticas da empresa 

Como líder, é importante ser referência no estabelecimento de normas e recomendações da empresa. Mesmo que não tenha certeza das decisões que precisará tomar e das informações que levará ao time durante o momento de incerteza, não deixe de manter contato e esclarecer o momento atual com as pessoas. Embora seja importante demonstrar que não temos todas as respostas prontas, a liderança nunca deve desaparecer. Se não mantiver a equipe atualizada, informações desencontradas podem surgir e afetar os negócios.

• Crie uma equipe para lidar com ondas de informações 

Uma quantidade enorme de informações sobre a pandemia e as consequentes crises é distribuída diariamente nas empresas. Por isso, é importante criar uma equipe para o gerenciamento do tema, que possa monitorar e dar retornos rápidos em relação aos acontecimentos internos. O ideal é que pelo menos um colaborador de cada área relevante para o funcionamento da corporação, como Recursos Humanos, Finanças, Atendimento ao Cliente, entre outros, faça parte do grupo, viabilizando diferentes olhares e novas soluções para os problemas.

• Estabeleça metas e confie no time 

Defina metas para que as pessoas possam trabalhar remotamente e dê votos de confiança. Nota-se que há uma necessidade constante de estar próximo para conferir se as pessoas estão trabalhando mas, nos momentos em que não há essa possibilidade, é preciso alterar a forma de gestão e confiar no time. Continue acompanhando o desempenho de cada um. Estabeleça uma relação diária e deixe claro tudo o que será preciso fazer para estar no caminho certo. Não se esqueça que todos estão no mesmo barco e que a humanidade é necessária para passarmos pelo momento. No início das reuniões, comece perguntando como todos estão, mostre cuidado com as pessoas. Confira se todos têm a infraestrutura necessária para trabalhar e se precisam de algo.

Trabalho remoto acelera a área de inovação da Stone

Com a pandemia do novo coronavírus (covid-19), empresas do mundo inteiro, das startups às gigantes globais, tiveram que adotar políticas de home office como medida de contingência para proteger os seus colaboradores e, assim, evitar a propagação do vírus. Antes mesmo deste cenário, em 2017, a Stone já havia se adaptado a esse modelo de trabalho, para que os primeiros desenvolvedores da área de Inovação pudessem trabalhar — cada um em sua casa — na criação da Conta Stone.

Em apenas três meses, a área responsável pela Conta Stone da fintech de serviços financeiros já tinha mais de 40 pessoas de diferentes cidades. E, à medida que a equipe crescia, aumentava o desafio de manter todos na mesma página, engajados no projeto e se sentindo parte do time.

Depois de muitos erros e acertos, a área chegou a um modelo de home office que tem se mostrado bastante eficiente desde então. “Adotar o trabalho remoto facilita o recrutamento, aumenta o nível técnico do time, estimula a organização e a documentação e traz flexibilidade para o dia a dia”, afirma Renata Zenaro, líder de pessoas da área de Inovação.

Hoje, o time já tem mais de cem pessoas, com aproximadamente metade delas podendo frequentar o escritório e a outra metade trabalhando no modelo de home office de diversas regiões do país, como Bahia, Sergipe, Goiás, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Como funciona o modelo de home office da área de Inovação da Stone:

Escritório virtual 

O time utiliza uma ferramenta única de trabalho, que permite reunir, além da comunicação, todas as tarefas, eventos e documentos em um único local. Assim, todos podem acessar e visualizar tudo de forma simples e centralizada.

Quem é quem 

Para que a comunicação à distância seja eficiente e para que cada novo colaborador remoto conheça parte do time com o qual irá trabalhar e entenda o tom de seus pares e líderes, o time realiza uma semana de integração presencial em sua sede, antes do início das atividades de fato.

Interação real 

A cada seis meses, o time todo se reúne no Rio de Janeiro, a fim de proporcionar a interação entre todas as áreas. São dois dias trabalhando juntos e um dia de festa, onde palestras e assuntos de trabalho dão lugar a esportes, jogos e dança.

Sem interrupções 

A teleconferência é bem-vinda, mas não é regra na área. A regra é evitar interromper alguém durante o momento produtivo para falar sobre um assunto que pode ser tratado por escrito, de forma estruturada, e avaliado por todos posteriormente.

Todos na mesma página 

Semanalmente, todos os colaboradores recebem uma newsletter com tudo o que está acontecendo na área, desde a chegada de novos funcionários aos projetos em andamento, status da operação, produtos e parcerias.

Muita documentação 

O time é estimulado a documentar e compartilhar toda informação relevante. Esse hábito ajuda na visibilidade do trabalho para todos e contribui para a gestão do conhecimento (o que ainda ajuda na integração de novas pessoas).

Proximidade 

Sempre tem alguém do time de pessoas por perto e à disposição de todos (principalmente dos que trabalham de casa) para acompanhar como as pessoas estão e ajudar a resolver os problemas rapidamente.

A Internet das Contas e o futuro dos meios de pagamento

Por Alexandre Pinto, Diretor de Novos Negócios da Matera

Recentemente, metrôs, trens e ônibus de São Paulo passaram a utilizar o pagamento via NFC – um método de pagamento por aproximação – e, com isso, começamos a ver, de fato, os impactos da evolução deste tipo de meio de pagamento no dia a dia das pessoas. Contactless, QR Code dinâmico ou estático, movimentação de bancos tradicionais e bandeiras para se adaptarem às tendências mundiais: tudo isso mostra como a transformação digital chegou para democratizar o acesso ao sistema financeiro no Brasil.

O Banco Central tem adotado diversas medidas para trazer o pagamento instantâneo (“PIX”) para o nosso cotidiano, entre elas, a padronização do uso de QR Code. É um processo natural que surge com o avanço da tecnologia, afinal, se tudo ao nosso redor já é digital, por que a forma de realizar transações diárias não seria? Essa movimentação reforça a tendência mundial das carteiras digitais e está gerando grandes mudanças na maneira em que bancos, fintechs e bandeiras de cartões lidam com seus produtos, democratizando serviços financeiros e permitindo a entrada de novos players no mercado.

As fintechs, por exemplo, são beneficiadas pela interoperabilidade que passará a existir nesta nova rede de pagamentos. Assim, elas poderão conseguir mais escala, competir de igual para igual com os atuais incumbentes, e ter maiores chances de crescimento. Além disso, ao ampliar o leque de serviços oferecidos, excluem alguns intermediadores de pagamento, o que permite uma opção mais conveniente, ágil e barata.

Para bancos (que oferecem serviços tradicionais como TEDs, DOCs e boletos), bandeiras de cartões e suas credenciadoras, o pagamento instantâneo gera maior desconforto, já que o uso de algumas de suas ofertas mais lucrativas poderá cair drasticamente por conta dos benefícios, comodidade e rapidez do novo sistema. Ao olhar para isso, percebemos que a perda de receitas importantes obrigará os players tradicionais, que hoje dominam o mercado, a se adequar e buscar soluções tão inovadoras quanto o PIX para continuar relevantes neste novo mundo..

Estamos vivendo tempos em que as pessoas buscam cada vez mais produtos e serviços a baixo custo, sem abrir mão da qualidade. Com as novidades anunciadas pelo Banco Central do Brasil, temos tudo para que isso aconteça com os meios de pagamento já a partir deste ano. Hoje em dia, virtualmente toda a população tem um smartphone e consegue fazer uso do QR Code por meio da tela/câmera. Além disso, os novos players apresentam opções de pagamentos por NFC, reconhecimento facial, biometria, etc.: o que não falta é espaço para inovações! Dessa maneira, comerciantes, varejistas, empreendedores e consumidores serão incluídos em um único sistema, independentemente de porte, classe social ou de relacionamento com instituições financeiras tradicionais. Teremos, portanto, um sistema mais justo e eficiente, no qual todos terão muito mais oportunidades de acesso e de uso cotidiano de serviços financeiros.

Veja as principais linhas de créditos para empresas na crise do coronavírus

Com o agravamento da crise relacionada ao novo coronavírus, muitas empresas já estão encontrando dificuldade de honrar com seus compromissos financeiros, como pagamento de tributos ou folha de pagamento de funcionários. Em muitas situações a alternativa para as empresas é buscar linhas de créditos.

“O Governo Federal já apresentou várias medidas visando minimizar os impactos trabalhistas e tributários nesse período de dificuldade, contudo, muitas empresas não possuem dinheiro em caixa e vão precisar de recursos para manter as portas abertas e ter fluxo de caixa. Mas, a tomada de crédito deve ser alvo de uma análise prévia e de muito cuidado”, alerta o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

O especialista reforça que antes da tomada de crédito é preciso que a empresa faça uma avaliação sobre qual valor terá que solicitar para os próximos meses e também lembrar que deverá ter no futuro recursos para arcar com esses compromissos. Outro ponto fundamental é buscar linhas de créditos que ofereçam as melhores condições de pagamentos e menores taxas de juros.

Veja levantamento feito pela Confirp Consultoria Contábil com as principais linhas de créditos oferecidas às empresas:

Opções do programa Desenvolve São Paulo – o Banco do Empreendedor 

• Crédito Digital – BNDES Pequenas Empresas – direcionado à Micro e Pequenas empresas instaladas e sediadas no estado de São Paulo, com faturamento anual entre R﹩ 81 mil e R﹩ 4,8 milhões, com taxas dejuros a partir de 1,03% (0,63% acrescidos da TLP) ao mês, prazo de pagamento de 42 meses (incluindo a carência), a carência é de 9 meses e o valor máximo é de R﹩ 500.000, exigindo garantias. Para saber mais – http://www.desenvolvesp.com.br/empresas/credito-digital/credito-digital-bndes-pequenas-empresas/.

• Crédito Digital – Giro Rápido – direcionado às seguintes empresas instaladas e sediadas no estado de São Paulo: Micro, Pequenas e Médias empresas com faturamento anual superior a R﹩ 81 mil até R﹩ 90 milhões (desde que não seja Empresário Individual), e Empresários Individuais com faturamento anual superior a R﹩ 81 mil até R﹩ 16 milhões. Com juros a partir de 1,20% ao mês, podendo ser pago em 42 meses (incluindo a carência), a carência é de 9 meses. O valor máximo a ser tomado é de R﹩ 3.750.000, exigindo garantias. Para saber mais – http://www.desenvolvesp.com.br/empresas/credito-digital/credito-digital-giro/

• Crédito Digital – Audiovisual, Economia Criativa, Turismo e Comércio – direcionado às empresas que possuem CNAE específicos, instaladas e sediadas no estado de São Paulo, nas seguintes condições: Micro, Pequenas e Médias empresas com faturamento anual superior a R﹩ 81 mil até R﹩ 90 milhões (desde que não seja Empresário Individual), e Empresários Individuais com faturamento anual superior a R﹩ 81 mil até R﹩ 16 milhões – para saber os CNAE do programa é preciso acessa – http://www.desenvolvesp.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Lista-de-Cnaes-AVETC.pdf. A taxa de juros é de 1,20% ao mês, e o prazo de pagamento é de 60 meses. O valor a ser tomado é de até R﹩ 3.750.000, exigindo garantias. Para saber mais –http://www.desenvolvesp.com.br/empresas/credito-digital/credito-digital-audiovisual-economia-criativa-turismo-e-comercio/.

Opções do BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento Social 

• Crédito para folha de pagamento de MPMEs (financiamento de até 2 salários mínimos por empregado, por 2 meses) – esse é um crédito emergencial para empresas com faturamento anual entre R﹩ 360 mil e R﹩ 10 milhões, exclusivamente para pagamento da folha de salários de funcionários. A contrapartida desse crédito é a empresa não poder demitir, por dois meses, os empregados com salários financiados. A taxa de juros é de 3,75% ao ano (isenta de remuneração ao BNDES e aos bancos). O prazo de pagamento é de até 30 meses, tendo 6 meses para cobrança de juros. Para saber mais – http://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/linha-emergencial-folha-de-pagamentos-mpme

• Mais capital de giro – BNDES Crédito Pequenas Empresas – Como iniciativa de apoio ao enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do coronavírus, o BNDES expandiu a oferta de capital de giro desta linha de crédito para negócios com faturamento anual de até R﹩ 300 milhões até 30 de setembro de 2020, com limite de financiamento de até R﹩ 70 milhões por ano. Com livre negociação, o programa tem custo financeiro (TFB, TLP ou Selic), mais taxa BNDES de 1,25% ao ano e taxa banco conveniado. O prazo de pagamento é de até cinco anos, incluindo carência de até dois anos. Para saber mais – http://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/bndes-credito-pequenas-empresas

• Linha emergencial – setor de Saúde – crédito para ampliação de leitos e da oferta de equipamentos e materiais médicos e hospitalares, com possibilidade de tomada de até R﹩ 150 milhões por grupo econômico, a cada período de 6 meses. O valor mínimo de financiamento em operações será de R﹩ 10 milhões. A solicitação deve ser feita diretamente ao BNDES. A vigência é até 30 de setembro de 2020. Os valores a serem pagos incluem o custo financeiro (TLP), mais taxa BNDES de 1% ao ano e taxa de risco de crédito de até 4,26% ao ano. O parcelamento é limitado a 60 meses (incluindo a carência). A carência é de 3 a 24 meses

O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal também possuem medidas para apoiar franquias, micro e pequenas empresas, os juros e carências devem ser negociadas diretamente com os bancos. Os demais bancos do país também estão oferecendo “renegociação em condições especiais”.

Mercado Livre e Linx fecham parceria de solução omnichannel que aumenta opções de entrega ao consumidor final

O Mercado Livre, líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros na América Latina, e a Linx, especialista em software de gestão para o varejo, acabam de anunciar uma parceria para conectar o marketplace mercadolivre.com.br com marcas clientes da Linx. A novidade, que vale para todo o Brasil, transforma essas lojas em centros de distribuição de produtos comprados de forma online no marketplace, permitindo reduzir prazos de entrega e custos de frete.

Neste sentido, clientes da Linx que possuem a solução OMS (Order Management System) poderão usar o Mercado Livre como mais um canal de vendas, desfrutando de todas as possibilidades que uma operaçã oomnichannel oferece.

“Essa parceria vem ao encontro do nosso objetivo de ampliar o sortimento de produtos oferecidos no nosso marketplace e de fortalecer as ferramentas que já oferecemos para os vendedores. Isso também garantirá uma experiência ainda melhor ao comprador, que poderá receber o produto de forma mais rápida, barata e conveniente”, destaca Bruno Guarnieri, diretor de Marketplace do Mercado Livre no Brasil.

Para Jean Klaumann, vice-presidente da Linx Digital, “quanto mais integrada uma operação, maiores são as chances de sucesso de um determinado varejista. Esse é mais um movimento da Linx para modernizar o varejo brasileiro e colocar os lojistas no mesmo patamar de eficiência logística dos países desenvolvidos, pois poderão usar a omnicanalidade para impulsionar seus canais online e aumentar o fluxo de clientes em lojas físicas, o que pode ajudá-los a vender ainda mais”, conclui Klaumann.

Banco Inter garante emprego de seus 1.600 colaboradores

O Banco Inter segue com o compromisso de estar junto de seus clientes e também de seus funcionários neste período delicado, causado pela pandemia de Covid-19. Depois de adotar medidas que vão garantir um fôlego a mais para seus correntistas, a instituição também anunciou que irá manter todos os seus 1,6 mil empregos diretos pelos próximos dois meses.

“O compromisso com o nosso time continua sendo um valor inegociável, mesmo diante dos desafios que enfrentamos neste momento. Vamos manter os empregos diretos que geramos”, diz João Vitor Menin CEO do Banco Inter.

Para preservar a saúde e a segurança dos colaboradores, o Banco Inter está tomando todas as medidas necessárias, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS). A maioria de colaboradores diretos estão trabalhando em regime de home office, enquanto os terceirizados tiveram escalas reduzidas. Os atendimentos via chat, redes sociais foram reforçados para atender aos mais de 4 milhões de correntistas da instituição.

Medidas para os para clientes 

O Banco Inter aumentou o prazo de pagamento das faturas de cartão de crédito para correntistas com limite de crédito de até R$ 4.000, sem cobrança de juros ou multas. Além disso, o banco dobrou o cashback para todos os produtos adquiridos online por meio da plataforma de e-commerce da instituição, que conta com mais de 100 parceiros.

O banco digital também aumentou de 100 para 200 o limite de TEDs e boletos gratuitos para as contas PJ e MEI, com o objetivo de facilitar a gestão e reduzir custos de micro e pequenos empreendedores.

Outra novidade para o período é um canal de atendimento exclusivo para atender às necessidades de pessoas idosas, que são o principal grupo de risco. Para acessá-lo, basta entrar em contato via chat (www.bancointer.com.br) ou pelo telefone (3003-4070 nas capitais e regiões metropolitanas ou pelo 0800 940 0007 para demais localidades).

As medidas estão detalhadas na página www.bancointer.com.br/parceria, criada exclusivamente para informar sobre prevenção e combate ao coronavírus, bem como divulgar orientações de prevenção e combate à pandemia.

Não deixe o phishing ser um problema para o seu negócio

Por João Rocha, Head de Security da IBM Brasil

Com o mundo se acostumando a ficar em casa, a internet se tornou o principal meio para o trabalho, as compras e a comunicação. Essa situação criou um novo ambiente, vulnerável a ataques.

Agentes de ameaças que se especializam em spam e phishing sempre tomam vantagem de situações que podem reforçar seus esforços. De acordo com o último IBForcThreaIntelligencIndex, o phishing foi um vetor de infecção inicial bem-sucedido em 31% dos incidentes observados em 2019.

Agora, os agentes de ameaças continuam sua busca para espalhar softwares mal-intencionados, phishing, e outros ataques informáticos. Sua capacidade de criar e-mails que parecem autênticos com logos críveis, banners, textos e tópicos de interesse para o público-alvo pode enganar até os funcionários mais experientes em segurança, fazendo com que abram arquivos anexos ou clicando em links mal-intencionados.

O phishing pode ser um grande adversário, mas alguns pontos podem ajudar a mantê-los afastados na sua empresa:

· Os funcionários estão compartilhando mais do que deveriam online? Pessoas trabalhando para sua organização podem estar compartilhando informações demais na internet, do ponto de vista organizacional e pessoal. Informe aos funcionários sobre o risco associado com essas atitudes. Os atacantes mais bem-sucedidos gastam um tempo significativo pesquisando seus alvos, olhando seus rastros online e usando essa informação para criar mensagens muito bem customizadas.

· Mantenha o controle de seus domínios com erros de digitação. Um erro de digitação é muito similar ao domínio usado pelas organizações, mas eles são levemente alterados trocando caracteres, por exemplo, mudando o “L” minúsculo em um “i” maiúsculo. Algumas vezes as vogais mudam de lugar, os caracteres são omitidos e outros truques são usados para fazer nossos olhos lerem um nome de domínio crível. A maioria das pessoas deixa passar essas pequenas mudanças, e os atacantes sabem disso. Se o domínio com erro de digitação já estiver registrado por outra pessoa, é recomendado bloquear esse domínio para não se comunicar com a sua rede.

· Forneça educação constante aos funcionários com exemplos baseados nas atualizações técnicas de phishing por atacantes. Avise os funcionários que eles devem prestar atenção aos e-mails que criam um senso de urgência ou enviados por um endereço externo, além de orientá-los para não clicarem em links estranhos ou abrirem anexos de remetentes desconhecidos.

· Teste seus funcionários regularmente. Além de treinar os funcionários em como detectar e-mails de phishing, as equipes de segurança devem providenciar a oportunidade de detectar e reportar e-mails suspeitos através de campanhas e teste regulares.

· Utilize banners nos e-mails que irão sinalizar mensagens vindas de fora da organização e que permitam identificar potenciais falsos.

· Use controles de segurança de e-mails para sinalizar potenciais e-mails mal-intencionados vindos de uma lista negra de domínios, e-mails contendo anexos desativados ou e-mails de domínios com erro de digitação proposital.

· Use uma abordagem em camadas para segurança e considere incluir uma análise comportamental. Uma abordagem em camadas ajuda a detectar ameaças como o malware de “dia zero”. Adicionar componentes comportamentais é fácil com uma solução avançada de análise de comportamento do usuário (UBA), que ajudar a detectar atividades internas suspeitas por meios da informação de segurança e soluções de gerenciamento de eventos (SIEM) da sua companhia. Os antivirus também ajudam a evitar malwares de forma geral e é essencial manter todos os sistemas atualizados.

Como atrair clientes para a sua loja virtual

Ter sua própria loja virtual pode ser um desafio, caso você não saiba como conquistar o público. Para atrair e fidelizar clientes, é preciso compreender algumas formas de garantir acesso, como, por exemplo, fazer bom uso das redes sociais para atrair tráfego.

Além disso, através de buscadores e social ads, você pode optar por campanhas patrocinadas. Mas se seu desejo é gerar visitas orgânicas, o jeito é potencializar as técnicas de SEO implementadas na sua loja. “Ter tráfego orgânico em sua loja virtual pode fazer uma diferença enorme e contribuir muito para o seu sucesso. Além de ser mais qualificado, você não precisa gastar com anúncios”, explica Thiago Mazeto, diretor comercial e marketing da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb.

A Tray, por exemplo, possui recursos de SEO que favorecem a configuração pelo próprio lojista e facilita a utilização do Google Shopping e Facebook Ads. Segundo o especialista, essas estratégias de marketing se iniciam ao conhecer a sua persona, sabendo qual conteúdo ele consome, onde consome e quais são suas principais características e necessidades. “Com isso, é possível entender quais conteúdos, palavras-chaves e termos que podem ser utilizados na estratégia”, aponta ele.

Além disso, quando o intuito é atrair clientes para sua loja online, é importante pensar no que pode diminuir a taxa de abandono. E a estrutura do seu site pode ser a solução. Mazeto aponta sete dicas para sua loja virtual:

1. A velocidade é fundamental para SEO. Quanto mais demorar para carregar sua loja, maior será sua taxa de abandono.

2. Otimize sua loja para dispositivos móveis.

3. Escreva meta descrições atraentes que sua persona entenda e procure.

4. Adicione ALT tags em todas suas imagens, isso faz com o Google entenda mais sobre suas imagens.

5. Se você possui um produto esgotado, use o redirecionamento 301 da URL para uma nova página de produto.

6. Ofereça opções de navegação por categoria.

7. Otimize o tamanho do seu título para ficar entre 60 a 70 palavras.

Outra dica importante é com relação a atratividade do conteúdo. Segundo o especialista, as páginas de produtos precisam ter 1000 palavras em média, além de usar palavras-chave de 3 a 5 vezes. As descrições podem atrair mais clientes se tiverem casos de uso e é muito importante abrir o espaço para avaliações de usuários. “Incluir vídeos de pessoas usando o produto, pode fazer com que o usuário fique mais tempo na sua loja e, consequentemente, ganhará mais relevância no Google”, explica diretor comercial e marketing da Tray.

Por fim, para conquistar acessos, é necessário compreender que a loja virtual e a loja física não competem entre si. Por isso, é importante explorar as vantagens do meio online para que as duas sejam complementares. “Com o e-commerce, os benefícios são muitos. Não há limite físico para vender, podendo chegar no Brasil todo; as campanhas e operações são mais fáceis de metrificar; há uma maior comodidade para o comprador; disponibilidade 24 horas; um maior alcance e menor custo de operação; além da possibilidade de vender seus produtos em outras lojas e marketplaces”, finaliza Mazeto.

Data Science: a evolução do Data Analytics como aliado de Customer Experience

Por André Sousa, Diretor de Inovação da Meeta Solutions

É inacreditável, nos dias de hoje, pensar em uma empresa, seja qual for o segmento de atuação, que não se preocupe com a área de relacionamento com o cliente. Aprimorar a customer experience, ou CX, é cada vez mais mandatório no mercado em geral.

Isso está diretamente relacionado ao aumento da régua de exigência do cliente moderno e digital, que não admite mais ser tratado como massa genérica. Ademais, a transformação digital e a concorrência cada vez mais acirrada criam uma demanda cada vez mais necessária por conhecer o seu cliente.

Porém, por mais que as ferramentas analíticas tenham evoluído, desde o surgimento do Business Intelligence e o avanço do Data Analytics, as empresas vivem no completo caos da inundação de dados desconexos e, ao final, acaba faltando atenção a um aspecto vital: transformar dados em informação de valor.

E isso é Data Science, a ciência usada para coletar dados e organizá-los de forma aplicável, com benefícios diretos para os negócios.

As empresas hoje já não têm mais dúvida de quão crucial é a gestão de relacionamentos com cliente para suas operações. Isso não é mais um diferencial, é uma premissa.

Nos segmentos de telefonia, internet e TV por assinatura, por exemplo, é muito fácil perceber como a questão da individualidade faz a diferença e como se peca no sentido de não transformar dados em informação de valor.

Vamos imaginar uma hipótese: de um consumidor que deseja resolver um problema bem específico de internet fixa em sua residência, como uma disfunção no serviço de rotas da operadora, que pode apresentar grande instabilidade ao se conectar com um determinado servidor (problema muito comum para usuários de jogos online). Ele liga inúmeras vezes para tentar solucionar o mesmo problema e não obtém a solução.

Isso acontece porque, mesmo com um volume gigantesco de dados, o Data Analytics, em seu modelo tradicional, não permite entender o principal: quais são suas reais necessidades.

Um cliente jovem e digital precisa de um canal de atendimento rápido e móvel. Um executivo precisa ter a solução para o seu problema já no primeiro contato. Um idoso pode preferir um canal com maior acessibilidade com o apoio de um atendente humano.

Estamos falando da ciência de traduzir as informações que são produzidas em insights de valor. Não é mais sobre saber quantas reclamações de cliente a empresa recebeu e sim, sobre conhecer cada indivíduo e sua jornada na experiência com a empresa e compreender de fato o que o levou a insatisfação.

Erra-se ao não ter uma visão individual de cada cliente, já que geralmente as análises focam nos conjuntos maiores de dados e excluem as pequenas exceções.

Além disso, é muito comum desperdiçar o potencial dos dados olhando para o passado, sem preocupar-se em ser preditivo e presumir que as intenções do cliente podem ser previstas baseadas no seu histórico do seu comportamento, sem levar em conta as circunstâncias dinâmicas do novo momento.

Afinal, o que realmente agrega valor a customer experience é prever que aquele cliente está em processo de transformação do seu consumo e faz parte do compromisso da empresa prover recursos que a ajudem nesse processo, antecipando necessidades, apresentando soluções para os problemas e, desta forma, melhorando a experiência do cliente como usuário.

Também é preciso ter clara a ideia de que ferramentas por si só não são suficientes. A enorme diversidade de dados deve ser canalizada por ações de inteligência que produzam modelos de atendimento eficientes e personalizados.

Você pode ter a tecnologia de Data Analytics mais avançada do mundo, se não tiver Data Science por trás não conseguirá fazer uso da matéria-prima mais nobre da empresa: a informação.

Não basta apenas coletar os dados dos usuários, inclusive, é bastante comum encontrar empresas que reúnem dados sem nem saber o motivo e como usá-los. O que faz a diferença é transformar dados em informação de valor e mais do que isso, olhando para a individualidade de cada usuário.

Em suma, a transformação digital criou infinitas novas possiblidades para as gestões de relacionamento com o cliente. Os bancos, grandes varejistas, empresas de telecomunicações, provedores de conteúdo, transportes, e todos os grandes segmentos estão se reinventando para a nova era, na qual a experiência positiva do cliente é o grande diferencial, mais importante até do que o produto ou serviço que vendem.

Mas, para ter sucesso e aprimorar a customer experience em especial na era da transformação digital, é preciso unir tecnologia, metodologia e estratégia, o que representa na verdade o conceito puro de Data Science e de metodologias avançadas baseadas em sistemas cognitivos e que empregam a inteligência artificial. Inclusive, alguns setores da indústria estão fadados ao fracasso se não se adaptarem rapidamente a essa nova realidade.

Stefanini oferece ao mercado brasileiro solução israelense que pode auxiliar no controle de casos de coronavírus

Com o aumento do número de casos confirmados de coronavírus no Brasil e na tentativa de minimizar o impacto da pandemia, a Stefanini Rafael , venture do Grupo Stefanini especializada em soluções avançadas de Inteligência e de Cyber Defense, oferecerá ao mercado brasileiro uma solução desenvolvida em Israel, que pode auxiliar os órgãos do governo no mapeamento dos casos.

Batizada de Wisdom Stone, a tecnologia é capaz de identificar com precisão as localidades com maior incidência da doença e onde poderão surgir novos surtos do vírus. Utilizando inteligência artificial, aprendizado de máquina, algoritmos de análise de dados e mapas de conexões, a plataforma consegue monitorar bairros, cidades e país para alertar os responsáveis pelo Sistema de Saúde local. Dessa forma, os profissionais podem se preparar antecipadamente para receber nos hospitais um volume maior de cidadãos com suspeita de Covid-19 e até mesmo improvisar novas unidades de atendimento.

“Nesse momento, precisamos unir esforços para combater essa grande crise que se instalou no Brasil e no mundo. Temos que encontrar uma maneira de identificar, controlar o vírus e gerenciar essa pandemia com soluções robustas e alta eficácia. Aplicando nossa tecnologia, será possível integrar diferentes tipos de dados de várias fontes. Essa plataforma unifica a fusão de um grande volume de dados”, explica Leidivino Natal da Silva, CEO da Stefanini Rafael.

A ferramenta possibilita coletar, fundir e analisar dados massivos de diversas fontes, com diferentes tipos e formatos, e transformá-los em inteligência. O sistema tem capacidade de armazenamento de milhares de usuários e permite a visualização de informações de inteligência, dados analíticos, estatísticos e de desempenho; atividades de analistas e investidores, análise da rede e de linhas de tempo. Suporta mais de 10 petabytes de bases de dados, documentos e arquivos.

Privacidade

O sistema é protegido ciberneticamente e atende aos regulamentos de segurança e privacidade baseados nas melhores práticas e experiência da Rafael em projetos em Israel e no mundo. Todos os locais são salvos no telefone do usuário e não são enviados para o sistema central. A plataforma mantém a privacidade das informações, extraindo automaticamente apenas os dados relevantes.

O Wisdom Stone inclui um aplicativo que pode ser instalado por cidadãos voluntários ou por legisladores. O aplicativo permite transparência no tratamento das informações coletadas, dando aos cidadãos o direito de desconectar quando a crise terminar. Com o aplicativo, as pessoas poderão receber alertas pessoais enotificações, além de compartilhar informações diretamente com as autoridades. O sistema analisa os dados do aplicativo e apresenta informações aos órgãos de saúde envolvidos.

“Com a tecnologia é possível utilizar mapas de calor e prever surtos com base nos relatórios diários sobre condição de saúde dos usuários. Outra vantagem é a possibilidade de identificar pessoas que violaram os regulamentos de quarentena, tendências de contágio e áreas de propagação”, explica Natal.

A Stefanini Rafael conta em seu portfólio com ofertas avançadas de inteligência para lidar com o desafio de explorar grandes volumes de dados, além de sistemas avançados de monitoramento de imagens digitais.

FGV: Alimentos sobem em março com as famílias em quarentena

A pandemia do novo coronavírus, que mudou a paisagem de cidades do Brasil e do mundo, provocou rápida mudança nos hábitos de compra dos brasileiros. Com as famílias mais tempo em casa, houve aumento da busca por alimentos nos mercados. Segundo coleta de preços feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), a variação média dos preços de 20 itens básicos presentes na cesta saltou de 0,19% no início de março, para 1,64% no dia 26 deste mês.

“Dois pontos principais explicam o avanço dos preços. Além do aumento da demanda por alimentos, pois todas as refeições estão sendo feitas em residência, houve aumento da estocagem de alimentos por receio de que o vírus se propague mais e expanda o período de confinamento social”, analisou o economista André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE e responsável pelo estudo.

O arroz, que havia subido 1,17%, variou em 1,74%. O feijão carioca passou de -2,16% para um aumento de 0,58%, e o feijão preto foi de queda de 2,61% para aumento de 2,24%. Ovos (de 5,04% para 9,04%) e carnes bovinas (de -2,31 para 0,25%) também registraram acréscimos. Já o frango inteiro caiu de -1,47 para -2,20%.

De acordo com Braz, os serviços delivery em operação servem como alternativa para as famílias, mas o nível de preços da alimentação preparada fora de casa e maior que o da refeição preparada em residência. “Como o orçamento de várias famílias foi afetado pela paralização do comércio e dos serviços, muitas delas não dispõem de renda para arcar com os custos da alimentação fora de casa”, resumiu.

Consumo responsável 

O economista aponta que é natural que os preços subam um pouco, já que são definidos pelo equilíbrio entre oferta e demanda. “Tem famílias que vão ao supermercado e compram demais, aí acaba faltando para as outras que não estão fazendo essa compra antecipada, ou porque não têm dinheiro ou porque tem consciência de que outras pessoas vão precisar também”, avaliou.

Braz dá algumas dicas de como as famílias podem ajudar na economia e no controle dos preços, para que todos passem por esse período com um pouco mais de tranquilidade.

1 — Planeje as suas compras. Como o objetivo é circular menos, vale se programar para ir ao mercado uma vez por semana;
2 — Pesquise os preços pela internet e escolha o mercado que ofereça as melhores opções e preços, de acordo com a sua cesta de compras;
3 — Leve uma lista com tudo o que precisa;
4 — Não compre em excesso, mas o que for necessário para uma semana. Lembre-se de outros também vão precisar e que faltando os preços aumentam;
5 — Por fim, é uma fase que vai passar com mais tranquilidade se fizermos também nossa parte.

Supermercados online, plataformas de ensino a distância e farmácia online são as categorias que mais conquistam usuários, segundo pesquisa

De acordo com pesquisa realizada pelo Opinion Box e divulgada neste mês de março, as categorias que mais conquistaram novos usuários, em plena crise devido ao novo coronavírus no Brasil, foram: supermercado online, plataformas de ensino a distância e farmácia online.

Em relação ao supermercado online, o crescimento de usuários foi de 25%. Já em relação às plataformas de ensino a distância e cursos online o aumento foi de 18%. Enquanto isso, aumentou em 17% aqueles que começaram a acessar farmácias online.

O estudo também avaliou que a intensidade entre usuários de streaming de filmes e séries tanto pagos como gratuitos, TV fechada e plataformas de ensino à distância também cresceu. Os serviços de streamig gratuitos tiveram aumento de 8%, a televisão aberta de 6% e os serviços de streaming pagos de 5%.

Em relação a mudanças de hábito, 32% das pessoas começaram a jogar jogos online, 26% passaram a pedir delivery de comida, 18% começaram um curso online novo, 15% começaram a fazer compras de farmácia pela internet, 14%passaram a fazer compras de supermercado pela internet e 15% passaram a fazer atividades físicas online.

“É inegável que a população enclausurada dentro de casa e trabalhando de forma remota, irá aumentar o acesso a internet e principalmente a sites de comércio eletrônico. Hoje a compra ocorre por dois motivos, uma por necessidade e outra por impulso”, afirma Felipe Dellacqua, sócio da VTEX, multinacional brasileira de tecnologia desenvolvedora de plataformas de e-commerce e que tem clientes como Sony, Ambev, Nestlé e Coca-Cola.

Ainda de acordo com ele, com a evolução da logística entregando cada vez mais rápido e mais barato, esse canal poderá continuar em alta mesmo após a crise.

“Comprar online é um hábito, se a experiência desse hábito for cada vez mais positiva, certamente teremos um engajamento maior e uma preferência por esse canal mesmo após a crise do coronavírus”, diz Felipe.

Delivery Direto vê crescimento da demanda e facilita o dia a dia de quem está em casa

A comodidade e praticidade dos aplicativos de comida sempre foram os pontos mais atrativos para estimular as vendas. Porém, no atual cenário de pandemia ocasionada pela proliferação do coronavírus e de decisões de órgãos públicos, além das recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), evitar aglomerações tem sido um dos grandes motivos para cada vez mais pessoas optarem por serviços de entregas.

Nesse contexto, o Delivery Direto, que pertence a Locaweb e atua como uma plataforma alternativa e econômica em relação aos marketplaces que exigem comissões dos restaurantes, tem percebido um aumento na demanda dos estabelecimentos clientes da plataforma. Para se ter uma ideia, a empresa que recebe cerca de 350 mil pedidos por mês de seus 1,8 mil clientes já teve um aumento de 10% nas demandas nos últimos dias.

Dentre as cidades em que a plataforma opera, o Rio de Janeiro registra o maior volume de entregas, com 22,6%. O município é seguido por São Paulo (15,5%), Belo Horizonte (4%), Curitiba (3.9%), Porto Alegre (2.8%) e Recife (2.6%).

“O delivery tem se consolidado como uma tendência para o consumidor que busca comodidade e praticidade, no entanto, no atual cenário, vemos o serviço também como uma opção tanto para o restaurante que precisa manter sua operação saudável e pode contar com uma plataforma para ter maior organização e autonomia de operação, quanto para o cliente que quer receber suas refeições em casa. Além disso, no caso dos nossos clientes, ajudamos a manter o funcionamento de estabelecimentos que empregam cerca de 18 mil profissionais”, explica Allan Panossian, cofundador e CEO do Delivery Direto.

Salesforce Care: soluções gratuitas de resposta rápida para ajudar as empresas a passar pelo COVID-19

A Salesforce, empresa líder em CRM, anuncia a expansão do Salesforce Care com soluções gratuitas adicionais para ajudar as empresas de qualquer setor a se conectarem com seus stakeholders, mesmo quando todos estão trabalhando remotamente.

A solução Salesforce Care para a Indústria de Saúde foi anunciada no dia 11 de março, voltada para sistemas de saúde e projetada especificamente para provedores de assistência médica que sofrem um alto fluxo de solicitações devido ao COVID-19. As soluções Salesforce Care estão disponíveis imediatamente e podem ser configuradas muito rapidamente.

Permanecer conectado e receptivo aos clientes, funcionários, parceiros e as comunidades é sempre importante,mas absolutamente vital neste momento em que as informações do COVID-19 estão mudando a cada hora. Ser atualizado com informações em tempo real pode ajudar a aumentar a segurança e o bem-estar, além de reduzir as dúvidas durante esse período de incerteza.

As soluções recém-adicionadas do Salesforce Care incluem:
Funcionário e Clientes 
• Salesforce Care para Engajamento com Colaboradores e Clientes: um aplicativo de central de ajuda, atendimento ao cliente e centro de contatos pré-configurado para responder às questões rapidamente e manter clientes e funcionários informados.
Bots, comunidades e portais do Einstein estão incluídos, capacitando funcionários e clientes a realizar um auto atendimento. Ferramentas de engajamento digital ajudam os agentes a lidar com o crescente volume de questionamentos que estão recebendo em canais como chat, SMS, WhatsApp e Facebook. O Salesforce Maps fornece um feed de dados interno com monitoramento de hot spot onde ocorreram surtos. A plataforma de aprendizado myTrailhead capacita as organizações a fornecer rapidamente conteúdo digital e informações importantes relacionadas ao COVID-19 para funcionários, clientes e parceiros.

• Salesforce Care para Engajamento em Redes Sociais: o acesso ao Marketing Cloud Social Studio permite que as empresas monitorem as conversas sobre COVID-19 relevantes e se envolvam com suas comunidades nas redes sociais para garantir que estejam informadas e conectadas.

Pequenos negócios e startups 
• Salesforce Care para Startups e Pequenas Empresas: o Salesforce Essentials, nosso CRM para pequenas empresas, estará disponível para apoiar os esforços de vendas e atendimento ao cliente de pequenos negócios.

• Tableau for Salesforce Care: a Tableau permitirá que pequenas empresas tomem decisões sobre os seus desafios comerciais, de forma mais ágil e com base em dados.

Para todo o ecossistema 

• A Salesforce acaba de lançar o AppExchange COVID-19 Resource Center , um recurso dedicado para atender às necessidades dos colaboradores, clientes e comunidades durante a crise do COVID-19, com aplicativos criados por parceiros e pela Salesforce Labs, além de conteúdo informativo.

A Salesforce também oferece suporte, treinamento e orientação 24 horas gratuita com especialistas da Salesforce para ajudar os clientes a implantar e usar com sucesso as soluções Salesforce Care.

Todas as soluções Salesforce Care e suporte que o acompanham estarão disponíveis gratuitamente para clientes e não clientes por pelo menos 90 dias. Após o período gratuito de 90 dias, as empresas terão a opção de contratar essas soluções ou descontinuar os serviços.

Magalu lança plataforma digital para que pequenas empresas e autônomos vendam sem sair de casa

O Magalu lança, nesta terça-feira, o PARCEIRO MAGALU, uma plataforma digital de vendas para ajudar micro e pequenos varejistas e profissionais autônomos a manter seus negócios e obter renda durante o período de isolamento social imposto pela pandemia de covid-19. O Brasil tem hoje 5 milhões de empresas varejistas — a maior parte delas com faturamento de até 5 milhões de reais ao ano. Desse total, apenas cerca de 50 000 vendem seus produtos digitalmente. 

Sem poderem abrir as portas desde o agravamento da crise do coronavírus, parte dos micro e pequenos perderam suas fontes de renda. “Nossa plataforma permitirá que esses milhões de brasileiros possam continuar a trabalhar, sem sair de casa e sem correr riscos. Digitalizar o varejo e os brasileiros faz parte da nossa estratégia de negócio e do nosso propósito como empresa — e ele nunca se mostrou tão necessário quanto nesses tempos que estamos vivendo”, diz Frederico Trajano, CEO do Magalu. “Por isso, fizemos em cinco dias o que estava planejado para ser feito em cinco meses. Sabemos que podemos enfrentar instabilidades no sistema, mas achamos que era preciso correr o risco.” 

O PARCEIRO MAGALU inclui duas plataformas digitais. Uma desenvolvida para novos cadastros de pessoas jurídicas, que operam como Microempreendedores Individuais (MEI) — com faturamento anual de até 81 000 reais — e no Simples, para empresas com receitas inferiores a 5 milhões de reais ao ano. E a outra para pessoas físicas. 

Para as Pessoas Jurídicas 

Na plataforma para pessoas jurídicas, pequenos empresários e comerciantes podem, por meio de um aplicativo, oferecer seus estoques de produtos no site, no app e — no futuro — nas mais de 1 000 lojas físicas do Magalu. Dessa forma, passam a ter acesso aos mais de 20 milhões de clientes da companhia, localizados em todo o país. 

A entrega das mercadorias vendidas é feita por meio dos Correios, sem custo para o lojista. A plataforma gera a nota fiscal da venda e oferece ao comerciante dados a respeito das operações realizadas. A cada venda concretizada, o PARCEIRO MAGALU pessoa jurídica pagará, até 31 de julho deste ano, uma taxa de 3,99%. 

Para as Pessoas Físicas 

No caso das pessoas físicas — sobretudo trabalhadores informais e autônomos — o PARCEIRO MAGALU permite que todos os produtos hoje oferecidos pela companhia sejam vendidos por meio de redes sociais individuais, como Facebook e Instagram e Whatsapp. A plataforma permite que essas pessoas criem sua próprias lojas virtuais, sem custo algum. 

Para cada venda realizada por esses parceiros, o Magalu paga uma comissão que pode variar entre 1% e 12%, a depender do produto, da categoria a que ele pertence e do volume total vendido pelo parceiro. A partir de 50 reais acumulados em comissões, o parceiro está apto a receber o valor, que poderá ser depositado em uma conta bancária própria, em uma conta fácil, ou em uma conta digital, em até 34 dias. 

Após criar a loja no site parceiromagalu.com, o parceiro terá acesso ao catálogo da empresa, dos mais de 15 000 sellers do marketplace e dos pequenos empreendedores. É um universo que totaliza mais de 7 milhões de produtos para venda. Após o fim das restrições, ele também poderá fazer vendas de porta em porta, com pagamento no local, por meio de um aplicativo. 

 

Em época de COVID-19, o que podemos aprender com a China sobre colaboração entre homem & tecnologia e o que isso tem a ver com sua carreira?

Por Nora Mirazon Machado

De certa maneira, a crise que estamos vivendo em função do novo coronavírus nos permite vislumbrar o que até agora estávamos chamando de “futuro do trabalho”, sem nos atentarmos corretamente ao quão prontas, disponíveis e acessíveis estão algumas iniciativas homem-máquina à serviço da sociedade.

A protagonista aqui é a China, que, depois de alavancar a tecnologia com maestria para construir dois hospitais em menos de dez dias com transmissão em tempo real do progresso da obra, está expandindo seis iniciativas de alta tecnologia que nos permitem não só ver, como também experimentar o tal “futuro do trabalho” no qual homens e máquinas trabalham lado a lado em busca de agilidade, produtividade e proteção ao homem.

Esta crise, por mais assustadora e problemática que seja, está nos permitindo ver homens e máquinas trabalhando lado a lado a serviço das necessidades humanas, com atividades complementares. Como bem disse o CEO do Alibaba, Daniel Zhang, “o novo corona vírus também oferece às pessoas a chance de experimentar uma nova maneira de viver e trabalhar.”

Estamos vendo o homem se superando, aprimorando e usando e a tecnologia para combater a propagação de um vírus. Genialidades como a construção dos dois hospitais estão acontecendo, e acabam trazendo o dito futuro para o presente. Uma prova de que a tecnologia não precisa necessariamente roubar postos de trabalho, mas que ela demanda profissionais que tenham sensibilidade para captar necessidades, visão do que pode ser criado, e também que saibam desafiar as máquinas inteligentes a fazer coisas nunca antes feitas, que saibam programá-las, dirigi-las e operá-las.

Veja abaixo quais são as iniciativas de alta tecnologia que vêm sendo utilizadas atualmente na China e que servem de exemplo de como será o “futuro do trabalho”

1. Consultas Online

Nesta época de crise, as consultas on-line cresceram exponencialmente na China com médicos se aliando à tecnologia da Inteligência Artificial em plataformas de serviços online para oferecer diagnóstico remoto e assim atender à população com sintomas do novo coronavírus. Desta forma eles conseguiram evitar visitas desnecessárias a hospitais, locais que, além de aumentarem o risco de infecção, estão sobrecarregados.

Análises feitas com IA são capazes de detectar a infecção pelo vírus com uma taxa de precisão de 96% em processos de reconhecimento em 20 segundos. Como ter mais produtividade, agilidade e segurança do que isso?

2. Robôs autônomos

Os robôs autônomos, que, como o próprio nome já diz, são operados remotamente, são os responsáveis por serviços de entrega sem contato para distribuição de medicamentos, suprimentos, bebidas e alimentos como legumes, verduras e frutas frescas para pessoas infectadas. Ou por levar dispensadores de álcool gel pelos corredores dos shoppings. É a chamada “distribuição de contato zero”, que está atendendo de shoppings a hospitais em comunidades em quarentena — tudo sem nenhum risco ao homem.

3. Drones

Desde o começo da crise, os drones estão minimizando o risco de infecção secundária, sendo usados para medir a temperatura de pessoas infectadas – e/ou com risco de infecção – compartilhar informações, entregar medicamentos, desinfetar áreas remotas, transportar amostras, etc. Sempre operados remotamente pelo homem e sem nenhum tipo de toque humano durante as operações.

4. Trabalho remoto

Quando as empresas restringiram a ida de seus funcionários aos escritórios, plataformas de comunicação e colaboração totalmente digitalizadas passaram a ser usadas como rede de informações e comunicação em tempo real para o trabalho, conferências de vídeo e voz, além de funcionalidades de escritório variadas. Uma prova de eficiência que a máquina e homem trabalham lado a lado para manter a produtividade mesmo em situações em que todos os colaboradores passam a trabalhar remotamente.

5. Varejo automatizado

Além do e-commerce, que na China já tem índices de adoção muito superiores aos vistos em outras partes do mundo, a crise expandiu não só a oferta como a adoção de supermercados de autoatendimento e de postos de gasolina que colocam as compras feitas em suas lojas de conveniência diretamente no porta-malas do carro sem nenhum tipo de contato humano, sem nem mesmo os consumidores terem que sair de seus carros ou abrir janelas. Novamente homem e máquina trabalhando juntos pelo bem comum.

6. Ensino à distância

A necessidade promoveu a volta ao “ensino em casa” como regra, que por sua vez provocou um crescimento sem precedentes das plataformas de educação online com professores chegando aos alunos usando toda a tecnologia de plataformas de transmissão. Inúmeras empresas de educação à distância estão compartilhando cursos online gratuitos, o que não só é uma prova de compaixão e civilização, como também ajudará, como prova irrefutável no futuro, a mostrar quão eficiente o sistema EAD pode ser. Essa experiência eventualmente passará a ser usada como referência para mitigar as restrições naturais ao EAD, para uma vez superada a crise, fazê-la virar uma nova prática.

Agora é hora de refletir

O novo coronavírus está mudando o mundo do jeito que o conhecemos: a forma de trabalhar, a forma de nos entretermos, nos comunicarmos, consumirmos. Quais são as implicações para seu trabalho, provocadas pelo avanço significativo e aceleradíssimo da tecnologia? Se o futuro que imaginávamos só para daqui a um tempo já está aqui como nosso presente, o que você deve fazer hoje por sua carreira para se preparar e ter um melhor amanhã?

Boa reflexão!

Nora Mirazon Machado, Administradora de Empresas pelo Mackenzie, com MBA em marketing pela FGV e especializada em liderança pela Harvard Business School. Tem 25 anos de experiência como executiva de Marketing e atuou em empresas renomadas como Pepsico, Adams e Danone. Após deixar o mercado corporativo, decidiu dedicar sua experiência para orientar profissionais na gestão mais consciente e estratégica de suas carreiras. Empreendeu, fundando, com as sócias Silvia Berger e Mônica Camargo Tracanella, a Trilogie, empresa de Branding e Carreira.

Airbnb pagará US$ 250 milhões a anfitriões para ajudar a cobrir custos de cancelamentos por COVID-19

O CEO do Airbnb, Brian Chesky, anunciou a criação de um fundo de US$ 250 milhões para ajudar os anfitriões a cobrir o custo dos cancelamentos relacionados à pandemia de coronavírus (COVID-19). Para as reservas feitas até 14 de março, e com check-in entre 14 de março e 31 de maio de 2020, cujo cancelamento é elegível de acordo com a Política de Causas de Força Maior, o anfitrião receberá 25% do valor a que teria direito pela política normal de cancelamento. “Esse custo será coberto inteiramente pelo Airbnb”, disse Chesky, em carta e pronunciamento feito nesta segunda-feira (30/03). Esses pagamentos começarão a ser feitos em abril.

O Airbnb também criou outro fundo para ajuda aos Superhosts, anfitriões mais experientes e bem avaliados da plataforma, de US$ 10 milhões. A partir de abril, a empresa vai oferecer um subsídio de até US﹩ 5.000, sem necessidade de reembolso, aos super anfitriões que alugam suas próprias casas e precisam de ajuda para pagar aluguel ou hipoteca, além de anfitriões de Experiências de longa data. “Nossos funcionários começaram este fundo com doações que somam US$ 1 milhão, e eu e os demais fundadores, Joe e Nate, estamos contribuindo pessoalmente com os US$ 9 milhões restantes”, ressalta Chesky.

O Airbnb deixou de cobrar, de anfitriões e hóspedes, todas as taxas de serviço relacionadas a cancelamentos relacionados à COVID-19 contemplados na Política de Causas de Força Maior. Nesses casos, a plataforma reembolsa as taxas ou fornece um crédito de viagem em valor equivalente.

A plataforma também criou um recurso que permite que hóspedes possam fazer contribuições financeiras diretamente a anfitriões de acomodações que já utilizaram. “Sabemos que um gesto como este pode ajudar muito neste período desafiador”, disse Chesky.

Iniciativa de médicos voluntários dá atendimento online gratuito a pessoas que têm duvidas sobre coronavírus

De acordo com balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira, 25, o Brasil chegou a 2.433 infectados pelo coronavírus (causador da doença Covid-19) e, ao todo, já são 57 vítimas da doença infecciosa. Diante deste cenário, líderes de todo mundo todo vêm seguindo orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e incentivado o isolamento social como medida de combate à proliferação da doença.

No Brasil, várias administrações estaduais e municipais estão seguindo as recomendações para combater o coronavírus e optaram pelo fechamento de escolas, incentivo ao distanciamento social e ainda o fechamento de negócios não essenciais.

Iniciativas individuais também vêm surgindo neste momento para ajudar aqueles que têm dúvidas se têm ou não a doença sem que precisem se deslocar até o hospital. O Missão COVID (www.missaocovid.com.br) – projeto idealizado por médicos e profissionais de tecnologia — é uma dessas ações e visa acolher especialmente a população de baixa renda que não possui muitas alternativas.

Depois que o Conselho Federal de Medicina autorizou, em caráter de excepcionalidade, o uso da telemedicina para atendimento de casos de COVID-19, a plataforma Missão COVID foi criada para abraçar a causa reunindo médicos com CRM ativo de todas as especialidades e realizar atendimento gratuito da população pela internet. Até o momento já são cerca 250 médicos que aderiram ao projeto como voluntários.

Para utilizar como paciente, basta acessar o site, fazer um breve cadastro e aguardar que um dos médicos entre em contato por chamada de vídeo para fazer as devidas orientações àqueles que possuem sinais e sintomas que levem a suspeita do COVID-19. O tempo de espera até o atendimento é de cerca de 10 minutos.

O objetivo da ação é atender a população para evitar o deslocamento desnecessário aos hospitais, o que acabaria por sobrecarregar o sistema de saúde, principalmente o público. Sendo assim, qualquer pessoa que esteja com dúvidas e até mesmo sintomas relacionados ao coronavírus pode obter auxílio de maneira simples, prática e sem sair de casa.

A velocidade de contágio do coronavírus no país tem avançado cada vez mais rapidamente. A marca dos 600 infectados foi superada em 19 de março. Em 21 de março já foram registrados 1.128 casos e, quatro dias depois, chegou a mais de mais 2.000 casos. Sem fins lucrativos e com médicos voluntários, o Missão COVID tem o objetivo de prestar assistência a saúde por meio da tecnologia e da humanização neste momento sem precedentes na história.