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Estudo da Visa revela salto de inovação na América Latina e no Caribe

A Visa publicou a segunda edição de seu estudo sobre inovação, Innovation Rising in Latin America: Lessons from Innovative Leaders Across the Region , relatório que detalha os progressos, os indicadores, as tendências e os padrões das empresas mais inovadoras da América Latina e do Caribe. Lançado 16 meses após o primeiro relatório da Visa sobre inovação, State of Innovation, publicado em março de 2019, o novo estudo revela um aumento de 24% no número de empresas nas fases Avançada e Madura/Inovadora Nata e que a pandemia de Covid-19 ajudou a impulsionar a tendência na região.

O Brasil despontou como líder absoluto, reunindo 43% das empresas mais inovadoras. Porém, a região tem outros fortes exemplos, incluindo mercados menores como Costa Rica e Uruguai. O estudo foi conduzido pela Americas Market Intelligence (AMI) e rastreou e avaliou mais de 100 empresas em mercados da América Latina e Caribe com base em cinco pilares de inovação: Apoio Interno à Inovação, Colaboração Externa, Execução, Uso de Tecnologia, e Impacto e Escala.

“Na Visa, estamos cientes da relação entre a experiência do consumidor e a inovação na América Latina e no Caribe”, disse Vanesa Meyer, head de Inovação e Design da Visa América Latina. “Nossos estudos com as empresas mais inovadoras deixam evidente que estamos entrando em uma nova era, onde os limites entre as empresas ficam indistintos: para avançarem, as empresas precisam ser mais do que instituições – elas precisam ser plataformas. Pagamentos totalmente integrados, instantâneos e interoperáveis estão se tornando realidade na região e o comércio acontece em todo e qualquer lugar”.

O estudo Innovation Rising in Latin America revela que, independentemente de seu porte, setor de atuação ou do fato de sua operação ser digital ou física, os pioneiros têm três características em comum:

1) Espírito inovador e um desejo sincero de melhorar a vida dos consumidores. As empresas mais inovadoras lançam produtos que melhoram a vida dos consumidores; querem criar valor agregado e ser as primeiras a resolver as dores dos seus clientes. Além de terem grandes ideias, sabem transformá-las em produtos e funcionalidades viáveis rapidamente.

• Sessenta por cento (60%) das pesquisadas têm uma equipe exclusiva de inovação, e 89% das grandes inovadoras integram a inovação no modelo de negócio da organização

• No grupo das grandes inovadoras, mais de 70% das equipes usam metodologia ágil para aprimorar e desenvolver produtos e serviços em menos tempo

• As grandes inovadoras lançaram 39% mais provas de conceito no mercado, o que dá uma média de 17 novos produtos por ano

2) Amplo uso de APIs e tecnologias avançadas. As grandes inovadoras usam praticamente o dobro de APIs que as outras empresas da amostra; além disso, usam biometria, tokenização, inteligência artificial (IA), aprendizado automático e Internet das Coisas (IoT) de forma inteligente para viabilizar experiências comerciais invisíveis e sem fricção.

• As grandes inovadoras têm uma média de 89 APIs externas ou abertas (o triplo da amostra total); as instituições financeiras foi o grupo que mais aumentou o uso de APIs – 182% desde o primeiro estudo.

• Setenta e sete por cento das empresas mais inovadoras usam biometria; 44% mais empresas estão usando IA desde o estudo anterior

3) As grandes inovadoras estão mais dispostas a se associar a fintechs e startups para evoluir seus produtos e serviços. As grandes inovadoras fazem parcerias para ter acesso a expertise e capacidades externas à sua área de domínio.

• As grandes inovadoras fizeram 50% mais parcerias do que seus pares no estudo; as 30 mais inovadoras têm uma média de 16 parcerias

 Cinquenta por centro das grandes inovadoras investiram em startups, contra 38% da amostra total; 40% tinham programas de incubação/aceleração, contra 28% da amostra total; 90% formaram parcerias comerciais com startups, contra 75% da amostra total.

Movidas por estruturas de trabalho ágeis, sistemas internos baseados em nuvem e a mentalidade de perguntar ‘como podemos ajudar?’ ao invés de ‘como iremos sobreviver?’, os insights revelaram que as empresas inovadoras se mobilizaram rapidamente para ajudar seus clientes. “No geral, empresas onde a digitalização e a inovação nos pagamentos já estavam adiantadas se mostraram mais aptas a reagir com rapidez e efetividade às necessidades do consumidor durante a Covid-19”, complementou Meyer.

Covid-19 motivou a inovação no comércio da região

Um estudo à parte da Visa confirma o papel da Covid-19, que pode ter sido o mais poderoso motivador da digitalização na América Latina e no Caribe. Três grandes tendências emergiram no novo estudo; a segunda onda do Latin America Covid-19 Consumer Sentiment Report, publicado pela Visa em julho:

1) As finanças pessoais estão apertadas, mas os consumidores priorizam experiências e relacionamentos. Metade dos consumidores diz que suas finanças foram prejudicadas durante a pandemia, o que os fez reavaliar o valor das coisas e perceber o quanto saúde, experiências e relacionamentos são importantes. Os consumidores estão priorizando a compra de itens de necessidade básica: equipamentos de proteção (58%), serviços de streaming (55%), produtos de limpeza doméstica (49%), produtos de higiene/beleza/cuidados pessoais (41%), e itens de mercearia (37%).

2) Os consumidores esperam e estão substituindo o dinheiro por outros métodos de pagamento. A pandemia acelerou a adoção de soluções de pagamento alternativas ao dinheiro – quase 70% dos consumidores estão usando menos dinheiro do que antes. Cinquenta e quatro por cento dos pesquisados afirmam ter usado cartões durante a pandemia e que pretendem continuar a fazê-lo com a mesma intensidade no futuro. O e-commerce se tornou um dos únicos canais de acesso a muitos produtos e serviços. A Visa relatou que, no Brasil, o número de credenciais de e-commerce ativas aumentou 11%, enquanto os gastos por credencial ativa aumentaram 12%. Em mercados onde o e-commerce não é tão desenvolvido, como Argentina, houve uma mudança impressionante na adoção e o número de cartões ativos no e-commerce cresceu mais de 100%. Além disso, alguns emissores inovadores começaram a oferecer serviços bancários via WhatsApp, aumentando o registro de contas on-line e as transações com cartões virtuais, o que demonstra a disposição do consumidor em adotar a digitalização.

3) Compras via mídia social. A pandemia também fez surgir muitas formas inovadoras de comprar e pagar por meio de plataformas de mídia social. Oitenta e dois por cento dos consumidores conheceram formas inovadoras de comprar produtos e serviços e mais de 80% afirmam que gostariam de usar o WhatsApp como método alternativo de pagamento. Um estabelecimento comercial inovador habilitou uma funcionalidade de vendas no WhatsApp para sua força de trabalho remota, elevando substancialmente as vendas do canal e-commerce.

“A grande prioridade das empresas inovadoras é oferecer mais valor ao cliente. Ao mesmo tempo, elas estão reconhecendo e capitalizando as oportunidades e demandas não atendidas que a pandemia despertou na região”, concluiu Meyer.

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Gartner: 69% dos Conselhos de Administração aceleraram iniciativas digitais por do coronavírus

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, estima que 69% dos Conselhos de Administração aceleraram suas iniciativas de negócios digitais em função dos impactos causados pela disseminação de COVID-19. De acordo com os analistas do Gartner, quase metade dos boards anteciparam a mudança do modelo de negócios de suas organizações como resultado da pandemia.

A pesquisa Gartner Board of Directors 2021 foi realizada de forma totalmente on-line, de maio a junho de 2020, com 265 membros de Conselhos de Administração de companhias internacionais. O estudo teve como objetivo compreender como os boards estão vendo a evolução dos modelos de negócios em suas empresas para uma nova era de negócios digitais, assim como avaliar qual tem sido o papel dos diretores de TI e de outros executivos líderes diante contexto da crise de COVID-19.

“Os boards desempenham um papel importante em ajudar a equipe de liderança executiva a pensar além dos riscos de curto prazo e associados a pandemia”, diz Partha Iyengar, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “A transformação digital impulsionada pela tecnologia pode e deve ser um grande facilitador para ajudar as empresas a saírem ainda mais fortes da crise, revisando de maneira ampla suas abordagens em relação a clientes, colabora dores e cadeia de suprimentos”.

A pandemia de COVID-19 está forçando mudanças nos orçamentos das empresas – A maioria dos boards (67%) espera por aumentos no investimento em tecnologia como resultado direto da pandemia, ao mesmo tempo que áreas como marketing e RH devem sofrer cortes orçamentários no curto prazo. Os entrevistados pela pesquisa projetam um aumento de quase 7% em seus orçamentos de TI para 2020. “A principal demanda dos conselhos administrativos durante a crise do COVID-19 é aprovar investimentos prospectivos, mesmo diante de potenciais quedas nas taxas de receita e lucros”, afirma Iyengar.

Segundo o analista, a expectativa é que as ferramentas de análise de dados e de Inteligência Artificial (IA) ganhem força como tecnologias que permitam a revolução dos negócios a partir dos eventos gerados pela pandemia, à medida que as empresas se apoiam nelas para conduzir a uma melhor tomada de decisões no novo ambiente de trabalho remoto primeiro.

Iniciativas de tecnologia digital no topo da lista de prioridades de negócios dos Conselhos de Administração – Impulsionadas pela crise aberta com a pandemia de COVID-19, as iniciativas de tecnologia digital servirão como a principal prioridade estratégica de negócios para os boards administrativos nos próximos dois anos, seguidas pelo avanço das iniciativas de envolvimento das companhias com os clientes e  de gerenciamento da força de trabalho remota.

A pesquisa indica que 86% dos entrevistados consideram a tecnologia como tendo um papel transformador na abordagem de prioridades estratégicas dos negócios, motivo pelo qual a maioria das organizações deve criar a função de “Diretor Digital” para responder ao COVID-19 a longo prazo.

“Os Conselhos de Administração devem adotar abordagens inovadoras para seus modelos de governança, aproveitando tecnologias e experiência em TI para acomodar os impactos que a pandemia está causando em suas agendas de transformação digital”, acrescenta o analista.

Boards identificam o diretor de TI como parceiro – Quase todos os entrevistados esperam que os líderes da operação colaborem uns com os outros durante a crise de COVID-19. Mais da metade acredita que os Chief Information Officers (CIOs) atuam como parceiros de líderes de negócios seniores, enquanto mais de um terço procura o CIO para liderar sozinho os problemas de negócios digitais. A renovação de longo prazo é uma área de foco importante para o Conselho, com 28% dos entrevistados se concentrando na fase “Renovar” da retomada. A gestão executiva está menos focada na renovação (18%) e mais focada na fase “Responder”, com pouco menos da metade relatando ser sua área de foco principal.

“Os CIOs e o restante da equipe de executivos devem se envolver com os Conselhos na criação de uma estratégia de longo prazo para renascimento – e até mesmo sobrevivência da companhias- após a crise”, diz Iyengar.

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Último trimestre de 2020 deve gerar mais de 400 mil vagas de trabalho temporário

Marcos de Abreu, presidente da Associação Brasileira do Trabalho Temporário

O Trabalho Temporário – no formato da Lei Federal 6.019/74 e do Decreto nº 10.060/2019 – será responsável por gerar 400 mil vagas temporárias no último trimestre do ano, segundo projeção da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM).

O presidente da associação, Marcos de Abreu, afirma que no mês de outubro o setor da Indústria ainda deve puxar as contratações para suprir a alta demanda do mercado, sendo que os principais segmentos que buscam reforços de trabalhadores temporários são: Alimentos, Farmacêutico, Embalagens, Metalurgia, Mineração, Automobilístico e Agronegócio.

Já nos meses de novembro e dezembro, Abreu reforça que o destaque será o Comércio, seguido pelo setor de Serviços para pessoas físicas.

“Com a proximidade do Natal, o comércio abrirá muitas vagas temporárias. Assim, quem está desempregado deve ficar atento a essas oportunidades que vão surgir”, afirma. “A grande dica para o trabalhador é procurar uma agência de Trabalho Temporário. No site da ASSERTTEM ele consegue ter acesso à lista de agências associadas e registradas no Ministério da Economia, dividas por estado”, completa.

De acordo com ele, por meio do Trabalho Temporário, o trabalhador pode adquirir mais conhecimentos e ter novas experiências no mercado, o que potencializa sua recolocação em uma eventual vaga permanente. “Neste período de pandemia, estimamos que 20% dos trabalhadores temporários serão efetivados. É um número bastante expressivo”, frisa o presidente da Associação.

Desempenho de setembro

Em setembro, as contratações realizadas por meio do Trabalho Temporário surpreenderam, mais uma vez, positivamente. Ao todo foram 186.940 novas vagas temporárias no mês, em 2020, um aumento de quase 42% frente às 131.761 de setembro do ano passado.

“O Trabalho Temporário torna seu legado nessa pandemia e assume o papel de protagonista como uma importante solução para a sobrevivência das empresas e o combate ao desemprego, ao ser utilizado para substituição transitória e para demanda complementar de serviços de forma rápida, eficaz e segura”, conclui o presidente da ASSERTTEM.

É fundamental ler contratos, termos de uso e políticas de privacidade

A cada aplicativo baixado ou site que se navega, as pessoas aceitam, expressa ou tacitamente, os termos de uso e as políticas de privacidade impostos pela plataforma. Mas acessam tantas páginas e manuseiam tantos aplicativos que ler todos os termos é impraticável e aceitam ser ler.

Esta realidade foi constatada em uma pesquisa realizada pela Deloitte em 2017, na qual 91% dos usuários dizem concordar com os termos de uso das plataformas que utilizam, sem nunca sequer terem lido, e quando se trata de pessoas jovens (entre 18 e 34 anos de idade) esse percentual chega a 97%.

Acontece que os Termos de Uso e as Políticas de Privacidade são dois contratos distintos, mas em sua maioria são encontrados no mesmo documento, como se fossem um só. Ou seja, ambos são contratos de adesão e bilaterais. “Isso significa dizer que existem obrigações para ambas as partes, mas que apenas uma delas elabora as cláusulas, enquanto a outra simplesmente adere ou não às condições já preestabelecidas” explica Tuffy Nader, advogado do escritório de direto empresarial e digital FASS.

A principal função deste documento é descrever detalhadamente sobre o que se trata o produto ou serviço ofertado, e em torno disso, estabelecer quais são as responsabilidades da plataforma, do usuário, e quais as garantias que ela confere para que você tenha os seus direitos assegurados. “A elaboração deste documento objetiva prevenir eventuais conflitos que possam emergir da relação usuário-plataforma”, diz Nader.

Por esta razão, os Termos e Condições de Uso de qualquer plataforma podem conter diversas cláusulas, mas existem seis delas que não podem faltar:

1. O objeto do contrato, ou seja, a descrição do que é o produto ou serviço que o usuário está consumindo.

2. As condições gerais de uso, isto é, como a plataforma deve ser utilizada e com o que o usuário está concordando ao utilizá-la.

3. O pagamento, se houver – em caso de não haver, o ideal é que a gratuidade da utilização esteja expressa.

4. A política de privacidade de dados (quando não for estipulada em outro documento), no qual deve constar como os seus dados são coletados e de que forma são utilizados – sejam dados cadastrais do usuário, de cookies ou de navegação, e ainda mecanismos para exclusão das informações pessoais do usuário, caso ele solicite (lembrando que a LGPD já está em vigor).

5. Responsabilidade (“Disclaimer”), no qual deixa claro para o usuário quais situações são de sua responsabilidade, e quais são da plataforma, a fim de evitar que ela seja responsabilizada por eventos que aconteçam dentro do seu domínio, e que, todavia, não tenha dado causa. Um exemplo clássico dessa cláusula é a imputação da responsabilidade ao usuário pelo conteúdo compartilhado por ele (comentários ofensivos, compartilhamento de imagens ou informação sem autorização das partes envolvidas, discurso de ódio, etc.).

6. Alteração Contratual, visto que, à medida que novas versões são lançadas e podem conter novas funcionalidades e, em razão disso, novas relações jurídicas podem emergir, ainda que a plataforma só tenha de informar o usuário que houve a mudança, e que se ele quiser continuar utilizando a mesma terá de aceitá-las.

“É claro que existe uma infinidade de situações que merecem ser melhor trabalhadas no caso a caso, até porque os modelos de negócios variam muito e todos os dias diversas inovações surgem no mercado. Mas para quem pensa em desenvolver um negócio online, seja ele qual for, é imprescindível que consulte um advogado especializado para a construção desses documentos, tendo em vista que somente a partir deles é que sua empresa poderá operar de forma segura em conformidade com a lei.”, alerta o advogado.

Porém, o usuário também precisa ficar alerta, porque sempre que assina um documento sem ler, pode estar abrindo mão de direitos e liberando a utilização de dados sem aviso prévio, podendo ter consequências desagradáveis ou eventuais contratempos por esta decisão de não ler o que assina. “Caso não leia, o usuário pode estar concordando em expor a sua imagem, seus dados pessoais e até prestando consentindo para que terceiros usem suas informações, sejam elas quais forem. Ou seja, é fundamental ler tudo que assina, pois trata-se da atribuição de direitos e obrigações, dos quais é preciso estar ciente”, conclui Nader.

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Eve, primeiro spin-off da EmbraerX, é lançada para conceber o futuro da Mobilidade Aérea Urbana

A Eve Urban Air Mobility Solutions, Inc. (Eve) foi lançada hoje como uma empresa nova e independente dedicada a desenvolver o ecossistema da Mobilidade Aérea Urbana (UAM). A Eve está desenvolvendo um portfólio completo de soluções para preparar o mercado de UAM e, em última análise, beneficiar a vida das pessoas, incluindo o desenvolvimento e certificação do veículo elétrico de decolagem e pouso vertical (eVTOL) da empresa, uma abrangente rede de suporte e serviços associados e a criação de soluções de gestão de tráfego aéreo urbano. André Stein, responsável pela estratégia da EmbraerX, foi nomeado CEO da Eve.


A Eve se beneficiará de maior foco, velocidade e agilidade, permitindo que a empresa inove e execute em um ritmo acelerado de forma a melhor aproveitar as oportunidades globais de UAM. Após ser incubada por quase quatro anos dentro da EmbraerX, este é o momento certo para estabelecer a Eve como uma empresa independente.


“Valorizamos o enorme potencial do mercado de UAM, pois representa um novo segmento de negócios no qual prevemos grandes oportunidades para a Embraer. Inovação e diversificação são pilares do novo plano estratégico da Embraer, que aumentará a receita e a rentabilidade nos próximos anos”, disse Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer. “Por isso, é uma grande satisfação anunciar a Eve, a primeira empresa formada a partir da EmbraerX. A Eve está preparada para conceber a nova fronteira no transporte com aeronaves inteligentes, ambientalmente amigáveis e autônomas, o amplo suporte associado e soluções de gerenciamento de tráfego aéreo urbano”.


Como parte da iniciativa da empresa para acelerar a revolução da mobilidade aérea urbana, a EmbraerX faz parte do projeto Uber Elevate desde o seu início, em 2017.


“O lançamento da Eve é um avanço importante na comercialização dos projetos eVTOL da Embraer, ao mesmo tempo em que se baseia na capacidade da Embraer de projetar, certificar e entregar aeronaves seguras e globalmente aceitas. Esperamos continuar nossa parceria para tornar o compartilhamento de viagens aéreas uma realidade”, disse Eric Allison, chefe do Uber Elevate.


Beneficiando-se de uma mentalidade de startup, apoiada na história de mais de 50 anos de experiência aeroespacial da Embraer, a Eve apresenta uma proposta de mercado única e valiosa. O projeto eVTOL da Eve, centrado no ser humano, representa o desenvolvimento de um produto real e certificável, conforme evidenciado pelo primeiro voo do simulador de engenharia em julho de 2020. A empresa está aproveitando a experiência da Embraer e da Atech, uma subsidiária do Grupo Embraer, no fornecimento de softwares de gestão de tráfego aéreo mundialmente reconhecido para criar as soluções que ajudarão a dimensionar com segurança a indústria de UAM daqui para frente.

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Quais os verdadeiros motivos para o abandono do carrinho virtual?

Atrair um consumidor para o seu e-commerce já é uma tarefa árdua. Mas, garantir que ele permaneça na página e finalize a compra também revela desafios para o empreendedor. O famoso abandono de carrinho acontece quando uma pessoa visita um site, pesquisa características do produto, preço,seleciona a mercadoria, mas, quando o processo parece estar chegando ao fim, o usuário desiste.
Essa ação é muito comum, já que o consumid

or costuma fazer uma extensa pesquisa na vitrine virtual para encontrar o melhor preço, compreendendo características, marcas e lojas. Ou seja, existe um longo caminho até a compra ser concluída de fato, mas quando a mercadoria chega no carrinho já é possível identificar um interesse.


Renato Galleti, gerente de marketing e inside sales da Yapay, unidade de meios de pagamento do Grupo Locaweb, reuniu abaixo 4 motivos principais para o abandono de carrinho, dando dicas de como combater o problema. Confira:

1 – Valor do frete


Essa é uma das principais razões para o cliente desistir da compra. Afinal, mesmo que a oferta seja boa, o acréscimo da entrega pode fazer a transação não valer a pena. “Neste caso, a solução pode envolver esforços maiores, como processos logísticos, negociando novos parceiros e soluções, ou até mesmo disponibilizando uma calculadora de frete na página de cada produto para que o consumidor avalie a opção logo de cara”, explica o gerente da Yapay.


2 – Prazo de entrega


Aqui, mais um caso da importância da transparência antes do checkout. É fundamental que o cliente saiba quanto tempo irá demorar para receber o produto antes de finalizar a compra. Neste ponto, é preciso ter cuidado com a logística, principalmente com gestão de estoque da loja para evitar oferecer algo que está em falta. Uma boa estratégia é informar quando se trata de pré-venda, assim o consumidor já estará ciente que o prazo de entrega será maior que o habitual.

3 – Falta de confiabilidade


Da mesma forma que o abandono do carrinho é frustrante para o vendedor, instabilidades no site são desmotivantes para os compradores. Pensando nisso, é fundamental escolher uma boa plataforma de e-commerce, que tenha uma infraestrutura de servidores adequada para o tráfego da loja e cuide da programação com muito carinho para evitar erros na página de pagamento.
Outra dica valiosa: aposte em certificados e selos de segurança, evidenciando-os para visitantes em banners ou ícones na página. Oferecer informações sobre as ferramentas usadas pela loja para preservar os dados dos usuários, como criptografia ou sistemas antifraude, sejam eles próprios ou de terceiros — como os dos intermediadores de pagamento – aumenta a segurança do cliente.

4. Problemas de usabilidade


“Uma boa loja virtual precisa ter usabilidade simples, com informações claras e etapas de cadastro e compra curtas. Para isso, evite formulários longos demais e invista em processos de checkout rápidos, com páginas que possam ser acessadas a partir de poucos cliques, como gmail, facebook etc”, explica Galletti.
Também é importante ter botões bem visíveis para ações-chave, como a própria finalização da compra, principalmente para dispositivos móveis”, completa.
Vale lembrar que o site deve ser responsivo, ou seja, otimizado para visitantes que escolhem acessá-lo via mobile.

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Inovação brasileira no combate à Covid-19 é finalista da maior premiação científica do mundo

A empresa brasileira de nanotecnologia Nanox está entre as finalistas de uma das premiações científicas mais importantes do mundo, a Falling Walls Breakthroughs Of the Year. O concurso faz parte da conferência de inovação Falling Walls da Alemanha que teve início em 2009, na data em que a queda do muro de Berlim completava 20 anos. Desde então, ideias transformadoras criadas por estudantes, instituições acadêmicas, pesquisadores, startups, profissionais e empreendedores de diversos campos de conhecimento vem ganhando reconhecimento global.

Representada por seu CEO, Gustavo Simões, a Nanox está concorrendo na categoria ‘Life Sciences’ (Ciências da Vida) pela invenção de um aditivo de micropartículas de prata que inativa 99,9% do SarS-CoV-2 – agente causador da Covid-19 – em até dois minutos após o contato. Esta tecnologia inovadora vem sendo aplicada industrialmente em materiais como tecidos, plásticos, tintas de parede, pisos laminados, sprays de ambientes, entre outros.

“Estamos muito felizes e orgulhosos em participar desta premiação com uma tecnologia desenvolvida no Brasil ao lado de projetos, iniciativas e invenções que resultam em tantos benefícios para a sociedade como um todo. Ter esta oportunidade, nos mantém ainda mais motivados para seguirmos o trabalho científico que desenvolvemos na Nanox há mais de 15 anos e nos dá a certeza de que podemos competir globalmente”, afirma Gustavo.

Fundada por químicos e pesquisadores formados pela Universidade de São Carlos, em São Paulo, a Nanox concorre com outras diversas inovações científicas de todo mundo que também se classificaram para a final. A premiação recebeu, em suas dez categorias, mais de 1000 nomeações de 110 países.

A conferência deste ano acontecerá em formato virtual entre 1 a 10 de novembro com acesso gratuito no site http://falling-walls.com/remote2020/ (é preciso se registrar para ter acesso ao conteúdo). Participarão do evento importantes pesquisadores e pensadores, além de líderes mundiais em ciência, política e negócios, convidados a debater a questão central da Falling Walls: “Quais serão as próximas paredes a cair na ciência e na sociedade”?

Os vencedores das dez categorias serão anunciados no dia 9 de novembro a partir das 20h (horário de Brasília), após avaliação de um júri de especialistas internacionais.

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BR do Mar: não podemos perder essa oportunidade de promover o desenvolvimento do país

Por Alberto Machado Neto

A expansão da cabotagem na matriz de transporte é esperada há muito tempo pela sociedade e indústria brasileiras e, considerando a dimensão continental do Brasil, existe um imenso potencial para a navegação em seu litoral.

Para incrementar essa atividade, o Governo Federal enviou ao Congresso um Projeto de Lei, conhecido como “BR do Mar”, que propõe uma solução para o incremento da cabotagem, mas que, infelizmente, por focar no afretamento de embarcações estrangeiras, acaba por prejudicar a indústria brasileira.

Ao abrir o mercado para embarcações estrangeiras, o Projeto de Lei desconsidera que a indústria nacional convive com grandes assimetrias quando comparada à indústria de outros Países que é o Custo Brasil, cuja existência é aceita por todos, inclusive pelo governo federal. Os preços nacionais são menos competitivos devido a fatores como a alta carga tributária, taxas de juros, logística pouco eficiente e cara entre outros fatores, que estão fora do alcance e do poder de decisão dos industriais brasileiros

O Projeto de Lei desconsidera as várias assimetrias que temos com a média dos países da OCDE e resulta em tratamento não isonômico entre navios estrangeiros afretados e navios produzidos no Brasil. Isso vale também para reparos, manutenções e jumborizações (obras para aumento de capacidade).

Assim, de modo a não prejudicar ainda mais a indústria nacional e garantir a diminuição da taxa de desemprego no país bem como melhoria de renda, entendemos que alguns dispositivos devem ser ajustados. Por exemplo: devem ser mantidas a exigência de propriedade de embarcação para habilitação como Empresa Brasileira de Navegação e a participação da indústria naval nacional quando do afretamento a casco nu de embarcação estrangeira, deve ser eliminada a possibilidade de liberação escalonada de novos afretamentos a casco nu nos termos indicados no PL – permissão de dois afretamentos em 2021, três em 2022 e liberação total em 2023, entre outras. Se forem mantidos os citados dispositivos, na prática, as indústrias naval e de navipeças brasileiras serão alijadas das oportunidades decorrentes do incremento das atividades de cabotagem, eliminando postos de trabalho existentes e comprometendo a geração de novos empregos.

Existem pontos propostos que exacerbam a citada assimetria. A título de exemplo, citamos o fato de os navios afretados estarem submetidos ao regime de admissão temporária, que pressupõe a suspensão de impostos, condição diferente da aplicada aos navios construídos localmente, que terão que pagar impostos. Ou seja, importados não pagariam tributos que nacionais pagariam!

Ao mesmo tempo, a possibilidade de uso de recursos do Fundo de Marinha Mercante para aquisição de bens no exterior prevista na proposta contraria a finalidade para a qual o FMM foi criado, qual seja, desenvolver a indústria de navegação e de construção naval no País. Seria um subsídio dado para empresas do exterior!?

Conforme demonstrado, um PL unicamente voltado ao estímulo à navegação provoca um aumento da desvantagem competitiva para a indústria local, quando o ideal seria, na medida do possível, combinar a desejada expansão da cabotagem com o desenvolvimento amplo da construção naval no Brasil e de toda a cadeia de valor envolvida. Também é necessário explicitar como o Fundo de Marinha Mercante pode contribuir com maior eficácia para o aumento da competitividade da indústria local.

Importante esclarecer que estamos cientes de que o PL em questão não tem como objetivo implantar uma Política Industrial no Brasil. No entanto, isso não significa que, a pretexto de estimular a cabotagem, possa produzir efeitos contrários à existência de uma indústria de construção naval brasileira, que devido à extensa cadeia de valor envolvida, pode contribuir substancialmente para o desenvolvimento nacional.

O Brasil dispõe de estaleiros modernos e bem equipados, hoje ociosos, e que foram construídos com financiamento provenientes de verbas públicas, ou seja, pagos com o dinheiro de todos os brasileiros. Contamos com uma complexa e moderna indústria de máquinas, equivalente a existente nos países mais industrializados. Logo, nada mais correto e coerente do que buscar utilizá-los, gerando renda e empregos no País.

Estudos mostram que a participação do custo das embarcações no custo total da cabotagem gira em torno de 5%. Portanto um navio em torno de 10% mais caro por conta das assimetrias do Custo Brasil impactariam negativamente nos fretes na ordem de 0,5% e, em contrapartida, gerariam um efeito positivo na economia do país.

Sabemos também que o governo brasileiro tem um compromisso em reduzir o Custo Brasil com as tão sonhadas reformas. Se conseguir seu intento, a produção nacional de embarcações, máquinas e equipamentos não vão onerar o frete.

Por fim cabe ressaltar que a ampliação da necessidade de fretes está diretamente atrelada à demanda crescente da indústria nacional. Não há demanda para frete se não há produto para transportar! Assim, para criarmos um ciclo virtuoso que nos conduza a uma rota de crescimento é fundamental usar o PL para estimular ao desenvolvimento nacional. Não podemos perder mais essa oportunidade.

Alberto Machado Neto, Diretor de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Petroquímica da ABIMAQ

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Contratações via whatsapp aumentam 53% desde o início da pandemia

De acordo com levantamento do Banco Nacional de Empregos (BNE), o número de empresas usando o whatsap para entrevistas de empregos e para realizar contratações dobrou 53% de março a setembro deste ano. Dentro do site do BNE, na página dos currículos dos candidatos, existe um ícone do whatsapp que direciona o recrutador diretamente para o bate-papo com o interessado pela vaga. Segundo o site, em março foram 1448 cliques e em setembro 2723, neste ícone.

Segundo o CEO do BNE, Marcelo de Abreu e Silva, cada vez mais os recrutadores estão optando pelo whatsapp. “É evidente que se tornou necessário busca por ferramentas que representam agilidade e praticidade. O whatsapp deixou de ser apenas uma rede social, é uma ferramenta de trabalho”, explica.

Ainda segundo o executivo, com a utilização do whatsapp, a entrevista e a contratação são realizadas de forma mais ágil.

Confira abaixo os números de cliques na ferramenta mês a mês:

• Janeiro: 2904

• Fevereiro: 1941

• Março: 1448

• Abril: 1614

• Maio: 1220

• Junho: 1900

• Julho: 1879

• Agosto: 1835

• Setembro: 2723

“O que os dados mostram também é que o aumento de cliques começou aumentar após a flexibilização do isolamento social, sendo março e maio os meses com mais baixa procura de candidatos. Já no segundo semestre é notável um aumento gradual do mercado de trabalho”, diz.

Samsung lança a Sam, nova assistente virtual para compras em sua loja online

Em busca de estreitar cada vez mais o relacionamento com os consumidores, a Samsung lançou a Sam, sua nova assistente virtual para quem estiver comprando ou pesquisando produtos como smartphones, tablets, smartwatches e fones de ouvido sem fio na loja online da empresa. Dinâmica, objetiva e com um vasto repertório de respostas, a solução de Inteligência Artificial auxilia os usuários com diversas informações sobre os mais variados tipos de dúvidas.

“A Samsung coloca o consumidor no centro de suas decisões, seja ao desenvolver um dispositivo, um serviço ou um recurso. A Sam oferece às pessoas uma nova maneira de interação, facilitando a busca por produtos e contribuindo, de maneira direta, com informações e explicações que sejam interessantes aos usuários. Nossa nova assistente virtual é mais uma opção em nosso amplo portfólio de serviços de atendimento, permitindo ao consumidor optar por aquele que seja mais conveniente para suas necessidades”, afirmou Jannos Artusi, head de e-commerce da Samsung Brasil.

Ao acessar a página principal da loja online , o usuário pode visualizar no canto inferior direito o ícone com o rosto da Sam, que dá acesso ao chat com a assistente virtual. Após digitar o seu nome, o consumidor pode fazer perguntas sobre especificações de dispositivos das categorias de smartphones, tablets, smartwatches e fones de ouvido sem fio, encontrar promoções, monitorar o status do pedido para compras feitas na loja online, tirar dúvidas sobre formas de pagamento, falar com os nossos Galaxy Experts (promotores online) e saber mais sobre os nossos serviços.

Outros canais de atendimento
Além da assistente virtual, a Samsung disponibiliza aos consumidores diversas plataformas de atendimento, como chat online, FAQ, e-mail, telefone e atendimento em Libras. Basta acessar: http://www.samsung.com/br/support/contato/ .

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Sennheiser celebra 75 anos de história com lançamento exclusivo e limitado

Referência no desenvolvimento de soluções futuristas em áudio, empresa alemã é pioneira no segmento desde 1945


Para comemorar seu 75º aniversário, a Sennheiser, marca alemã, inventora dos fones de ouvido abertos e conhecida mundialmente pela entrega de alta qualidade, anuncia o lançamento da Edição de aniversário do Momentum True Wireless 2 eleito o melhor fone da categoria sem fio de 2020 e 2021. Com design exclusivo todo em preto e com o logo vintage da marca em todos os acessórios que o acompanham, o produto foi criado como um agradecimento aos clientes de longa data, além de ser uma homenagem aos anos de existência da companhia.

A Sennheiser surgiu em uma casa na cidade de Hanover na Alemanha, logo depois da segunda guerra mundial. E em menos de 10 anos, a empresa já havia se consolidado no mercado de áudio profissional, abrindo caminho para o desenvolvimento de diversos produtos que são utilizados até hoje nas principais produções de TV, cinema e grandes espetáculos pelo mundo. No Brasil, a marca desembarcou em 1971 com a chegada de seu primeiro microfone Shotgun, característico do segmento cinematográfico.

“Desde a nossa chegada no país até hoje, evoluímos muito e ajudamos a desenvolver o segmento de audiovisual. Nossa missão, determinada pelo fundador Dr. Fritz Sennheiser, sempre será ‘moldar hoje o futuro do áudio de amanhã’. Somos orientados por inovação e muitas vezes criamos produtos tão à frente do nosso tempo, que acabam sendo lançados apenas anos depois, pois a tecnologia dos gadgets não está apta para utilizá-los. Não à toa, os principais festivais de música, os principais artistas e as principais produções e emissoras brasileiras usam Sennheiser”, completa Daniel Reis, sócio da Sennheiser no Brasil.

Em comemoração aos 75 anos da marca, a Sennheiser lança uma edição limitada da segunda edição de seu primeiro fone de ouvido in-ear sem fio para consumidor final, lançado em 2019. O Momentum True Wireless 2 Anniversary Edition está disponível para venda no Brasil, a partir de R$ 2499,00. Como um tributo à herança da Sennheiser, o MTW2 possui uma bateria de 7 horas de duração, que pode ser estendida até 28 horas se carregado no estojo. Pesando apenas 6g, o fone possui cancelamento ativo de ruído para aqueles que querem ou que precisam se isolar do ambiente externo, mas também traz a função de Transparent Hearing, que garante que o som ao redor também seja ouvido para trazer atenção do ouvinte, caso ele esteja na rua, por exemplo.

Além do MTW 2, a expectativa da Sennheiser para o final de 2020 é lançar mais uma edição especial e dois novos produtos neste mesmo segmento para o cliente brasileiro, além de focar totalmente na estratégia de omnichannel dando destaque aos produtos voltados para o consumidor final. “Tínhamos planos de abrir uma loja conceito para comemorar os 75 anos da marca e com a pandemia tivemos que rever essa estratégia. O que não nos desmotivou, muito pelo contrário. Estamos preparando toda nossa estrutura para oferecer ao cliente uma experiência que vá muito além da compra. Queremos trazer o perfeccionismo dos nossos produtos a toda jornada do consumidor”, completa Reis.

Com mais de 14 mil produtos em seu portfólio, a Sennheiser já conquistou prêmios internacionais como o Scientific and Engineering Award – “Oscar Técnico” em 1987 pelo microfone shotgun MKH 816; em 1996 o Emmy Award, mais importante prêmio da televisão americana, com os microfones sem fio de radiofrequência; no ano de 2013, a marca foi homenageada com o prestigioso prêmio Philo T. Farnsworth na última noite do 65° Prêmio Emmy de Engenharia em Hollywood; e agora em 2020/2021, o MTW2 foi eleito melhor fone do mundo na categoria de fones sem fio pela Associação Europeia de Imagem e Som.

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Comércio entre Brasil e Estados Unidos atinge a pior marca em 11 anos, aponta estudo da Amcham Brasil

O comércio bilateral entre Brasil e Estados Unidos até o mês de setembro registrou em 2020 o pior resultado dos últimos 11 anos. Segundo estudo da Amcham Brasil, o valor das trocas comerciais entre janeiro e setembro de 2020 foi de US﹩ 33,4 bilhões, uma redução de 25,1% em relação ao mesmo período de 2019. O Monitor de Comércio Brasil-Estados Unidos da Câmara Americana de Comércio, foi divulgado nesta quarta-feira (14/10).

“A contração de ¼ da corrente de comércio entre Brasil e Estados Unidos é um golpe duro no comércio bilateral, sendo o pior resultado para o período desde a crise econômica de 2009”, afirma Abrão Neto, vice-presidente executivo da Amcham Brasil, entidade que representa cerca de cinco mil multinacionais brasileiras e americanas.

O relatório aponta três fatores principais para explicar a forte redução das trocas bilaterais. “A combinação dos graves efeitos da crise econômica causada pela pandemia, da queda do preço internacional do petróleo e de restrições comerciais em setores específicos, como o siderúrgico, respondem por grande parte da contração do comércio bilateral”, contextualiza Abrão Neto.

Exportações e Importações em baixa

Segundo análise da Amcham Brasil, no acumulado do ano, as exportações brasileiras para os EUA caíram 31,5% em comparação com igual intervalo de 2019, alcançando o total de US﹩ 15,2 bilhões. É o menor valor para o período desde 2010. Em termos relativos, os EUA foram o mais afetado entre os 10 principais destinos de exportação do Brasil em 2020.

“Foram sete bilhões de dólares a menos em exportações. Como o perfil do comércio bilateral é composto principalmente por produtos de maior valor agregado, a atual crise econômica atingiu em cheio nossas exportações para os Estados Unidos. A taxa de queda foi quatro vezes maior do que a redução das exportações totais do Brasil para o mundo”, explica Abrão Neto.

Por outro lado, as importações brasileiras vindas dos Estados Unidos despencaram neste terceiro trimestre, com redução de 41,6% em relação a 2019. Entre janeiro e setembro de 2020, as importações totalizaram US﹩ 18,3 bilhões, uma queda de 18,8%.

Cenário de déficit

Como resultado do encolhimento das exportações e importações, a tendência é que o Brasil registre o maior déficit comercial com os Estados Unidos dos últimos cinco ou seis anos, aponta a projeção feita pela Amcham Brasil. Até o momento, o saldo negativo foi de US﹩ 3,1 bilhões em desfavor do Brasil.

Apesar da forte redução do comércio bilateral, os EUA seguem como o segundo principal parceiro comercial do Brasil (12,3% do total de suas trocas com o mundo). A China se mantém em 1º lugar, tendo aumentado sua fatia para 28,8%, segundo dados do estudo publicado na integra no portal www.amcham.com.br e disponível aqui neste link.

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Home office: buscas na internet têm aumento de 2300% em 2020

A modalidade de home office ganhou força no Brasil durante a pandemia do coronavírus, já que empresas optaram por manter seus colaboradores em casa para a diminuição do contágio. As pessoas têm passado mais tempo em casa, seja trabalhando ou realizando atividades como a jardinagem, por exemplo. Pensando nisso, a SEMrush , líder global em marketing digital, realizou um levantamento, que aponta o aumento significativo nas buscas por artigos para home office em 2020. Em março deste ano, o termo “home office” teve um crescimento de 2300% comparado a março do ano passado.

De acordo com a pesquisa, a “cadeira gamer” teve 550 mil buscas em março de 2020, com aumento de 49% em relação a fevereiro do mesmo ano. Já a palavra “teclado” alcançou uma média de 336 mil buscas, no período de março a agosto deste ano, tendo um crescimento de 124% em relação ao mesmo período de 2019. Houve também um aumento de 49% na procura por “escrivaninha”, sendo 301 mil pesquisas em março do ano passado e 450 mil no mesmo mês de 2020.

A quarentena também provocou um aumento nos cuidados com jardins e plantas dentro de casa. Segundo levantamento realizado pela SEMrush, no mês de março, a palavra “terra” bateu a marca de 5 milhões de buscas, enquanto que em fevereiro foram 3,3 milhões de pesquisas, tendo um aumento de 66% de um mês para o outro. Já a palavra “planta” subiu 110% na média mensal de buscas, comparando os períodos de maio a agosto de 2019 e 2020. Um termo bastante pesquisado recentemente tem sido “jardim vertical”, sendo 194 mil buscas no ano passado (de maio a agosto) contra 540 mil pesquisas neste ano, na mesma época, dando um salto de 177%.

Não só as buscas por produtos aumentaram, mas também a procura por empresas que oferecem artigos para home office e home garden. Entre os meses de maio e agosto de 2020, o Mercado Livre, referência em e-commerce na América Latina, teve uma média mensal de 45,5 milhões de pesquisas, com crescimento de 34% comparado ao mesmo período de 2019. Já a grande varejista brasileira Magazine Luiza recebeu uma média mensal de 12,3 milhões de buscas este ano (de maio a agosto), 72% a mais em relação ao ano passado. Nesses mesmos meses, o estudo mostra que a empresa Casas Bahia teve um aumento bastante significativo nas pesquisas por itens para home office, chegando a 101%, com média mensal de 6,1 milhões de buscas em 2019 e 12,3 milhões em 2020. Entretanto, a Lojas Americanas subiu 50% nas pesquisas por produtos para home garden, com média mensal de 5,2 milhões de buscas, entre abril e agosto de 2020.

Home garden

Tráfego

A movimentação de usuários que navegam por sites na internet teve uma alta expressiva durante o período de isolamento social. Tanto no segmento de home office quanto de home garden, podemos notar um aumento no acesso a sites de grandes varejistas. Confira o crescimento de tráfego nos sites das três principais empresas brasileiras, comparando o período de março a agosto de 2019 à mesma época de 2020:


Magazine Luiza – 354%
Lojas Americanas – 207%
Mercado Livre – 173%

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Smartphone é o dispositivo mais utilizado e valorizado pelos brasileiros

O smartphone é o principal aliado da vida conectada dos brasileiros, mas também é um dos responsáveis pelos maiores índices de frustração quando se fala em itens eletrônicos entre os consumidores. Esse foi um dos destaques da Pesquisa “A Década Conectada 2020”, realizada pela primeira vez no Brasil pela Assurant, líder global em produtos e serviços de proteção ligados a vida conectada. Aqui no país foram ouvidos 1.071 adultos acima de 18 anos, além de mais de 5 mil participantes em outros cinco países – Estados Unidos, Canadá, Japão, Reino Unido e Alemanha. O objetivo foi entender os principais anseios e necessidades dos consumidores em cada localidade, para poder atendê-los de maneira assertiva na oferta de soluções e proteção de seus bens.

O estudo acontece no contexto em que a população está conectada 24 horas por dia e isto mudou completamente as interações humanas, potencializando as relações. Para termos uma ideia, três em cada quatro brasileiros acessam a internet e o principal meio é pelos celulares e smartphones, o que equivale a 134 milhões de pessoas conectadas, de acordo com último levantamento da TIC Domicílios, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Essa ampliação do acesso a tudo e a todos com apenas alguns cliques vêm alterando o comportamento social e o grau de importância desses dispositivos na vida das pessoas. Na pesquisa conduzida pela Assurant no Brasil, o destaque para o smartphone como item mais valorizado pela população, também revelou que 55% dos entrevistados demonstraram já terem tido problemas relacionados à manutenção e performance do dispositivo. Aproximadamente 30% tiveram gastos adicionais relacionados a solução dos problemas nos equipamentos e, além dessas pessoas outros 10% não conseguiram ter o seu problema resolvido apesar de terem despendido alguma quantia para essa finalidade.

“Nessa jornada do consumidor brasileiro, novas necessidades influenciam a reinvenção das ofertas das organizações. Por isso, ao longo da próxima década, a Assurant continuará a analisar e a compartilhar percepções sobre os comportamentos de compra do consumidor conectado, buscando direcionar esforços em busca de inovações e transformar essas percepções em programas viáveis que aprimoram a experiência dos usuários com a vida conectada”, ressalta Federico Bunge, Presidente da Assurant na América Latina.

Proteção de smartphones: algo pouco difundido no Brasil

No levantamento, 48% dos entrevistados não adquiriram nenhum serviço de proteção. Deste total, 75% afirmaram não ter feito por falta de conhecimento sobre a oferta, entre outras razões.

“Esse cenário abre oportunidade para oferta de novos serviços que atendam às expectativas dos consumidores. Embora o Brasil ainda tenha baixos índices de adesão a seguros e prevenção de forma geral, a cultura do seguro vem crescendo a cada ano, principalmente pela percepção de comodidade e economia quando eventos inesperados acontecem. No caso dos smartphones, seja para um simples reparo ou até a necessidade de reposição do bem, a conclusão a que se chega é que o custo-benefício é bastante vantajoso, em especial quando oferecido por empresas especializadas e de confiança”, complementa Ricardo Fiuza, Presidente da Assurant no Brasil.

Ao levar em consideração que, de acordo com a pesquisa, a principal preocupação está relacionada à performance dos aparelhos, próximo a 70% dos entrevistados demonstraram interesse em adquirir um plano de proteção ou garantia estendida que considere a cobertura de danos ou falhas mecânicas em todos os equipamentos conectados que possuem. Ao mesmo tempo que relataram vulnerabilidades relacionadas ao uso de dados pessoais. Cerca de 50% dos entrevistados afirmaram se preocupar com delitos digitais, como roubo de identidade ou de dados relacionados ao cartão de crédito, por já terem vivenciado tal situação.

“Ao entender seus anseios e temores, buscamos sempre ofertar soluções que tragam mais segurança aos consumidores. Mantemos nosso compromisso com a confidencialidade de informações para garantir os melhores serviços de proteção dos bens, seguindo todos os protocolos de proteção de dados e em linha com todas as determinações dos órgãos reguladores”, complementa Fiuza.

A Assurant tem uma longa trajetória de inovação, juntamente com um foco implacável nas necessidades do consumidor – e continuará a evoluir sua estratégia e visão por meio de pesquisas contínuas do consumidor, desenvolvimento de novos produtos, melhorias na experiência do cliente e investimentos estratégicos que proporcionam a evolução contínua das necessidades desses consumidores. A pesquisa completa, assim como análises e dados mais aprofundados estão disponíveis no Portal: www.assurant.com.br

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Contratações de profissionais de energias renováveis crescem 35% em 2020, revela Michael Page

A crescente busca das empresas por novas oportunidades de investimento em energias renováveis ou pela aquisição de projetos em desenvolvimento no setor provocou uma onda de contratações de profissionais no segmento de energia limpa. É o que aponta levantamento realizado pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, parte do PageGroup. De acordo com a consultoria, a busca por executivos cresceu 35% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo Guilherme Filgueiras, gerente executivo da Michael Page, a pandemia de covid-19 intensificou o investimento das empresas em setores que fortaleçam a saúde e o bem-estar, reduzindo possíveis vulnerabilidades econômicas. “São vários os benefícios de se aplicar a energia renovável. Evita a disseminação de gases de efeito estufa, que induzem às mudanças climáticas e reduz custos empresariais fixos em até 80%, por exemplo. As energias limpas são importantes para investirmos em uma retomada econômica sustentável e as empresas já estão atentas a isto”, conclui.

Confira a relação dos cargos mais demandados pelas empresas:

Gerente de desenvolvimento de projetos

O que faz: busca novas oportunidades de negócio e realiza o desenvolvimento do projeto até o início de sua implementação. As oportunidades podem ser greenfields (projetos de Capex), ou seja, quando o produto do projeto é realizado a partir do zero, em situações em que não se conta com instalações e facilidades pré-existentes, ou brownfields (M&A), quando o produto do projeto é realizado para se somar a algo já existente.

Perfil da vaga: o profissional deve conhecer muito do mercado de energia e regulatório. É importante que tenha experiência no desenvolvimento dos projetos, principalmente na prospecção de terreno, regularização e análises de viabilidade. Também deve ter habilidade em gerenciar os stakeholders envolvidos. Geralmente, abrange profissionais com conhecimentos em Engenharia, Finanças e Vendas.

Motivo para a alta: atentas aos benefícios de uma retomada econômica sustentável, as empresas estão buscando novas oportunidades de investimento em energias renováveis no Brasil ou na aquisição de projetos em desenvolvimento.

Média salarial: R﹩ 15 mil a R﹩ 25 mil

Gerente/diretor de projetos

O que faz: responsável pela execução de projetos. Recebe a demanda dos times de desenvolvimento e responde pela parte de construção, instalação e comissionamento.

Perfil da vaga: o profissional deve conhecer bem o mercado de energia e dominar tecnicamente o conceito de projetos de infraestrutura. Existe um grande número de trabalhadores de grandes obras migrando para projetos de energias renováveis, já que oferecem menos complexidade. É preciso ter experiência em projetos de grande porte.

Motivo para a alta: O crescimento do investimento em energia renovável se traduz em novos ativos de geração e são os profissionais de gestão de projetos que serão demandados para a construção desses empreendimentos.

Média salarial: R﹩ 15 mil a R﹩ 25 mil

Gerente/diretor de organizações e métodos

O que faz: responsável pela gestão das operações e manutenção dos ativos de geração de energia renovável.

Perfil da vaga: trata-se de um perfil raro no mercado, já que o número de ativos ainda é baixo. Assim, há espaço para a participação de profissionais de outros setores, desde que consigam se adaptar rapidamente a uma nova realidade. É essencial ter conhecimento técnico do maquinário, a exemplo de aerogeradores, módulos solares, trackers, entre outros, além de senso de urgência e prontidão.

Motivo para a alta: um levantamento realizado pela Bloomberg aponta que o investimento total em nova capacidade de energia renovável foi de US﹩ 132,4 bilhões no primeiro semestre de 2020, um aumento de 5% em relação aos US﹩ 125,8 bilhões revisados ​​no mesmo período de 2019. Assim, o aumento de ativos vai demandar progressivamente estes perfis, principalmente no que diz respeito à energia solar.

Média salarial: R﹩ 15 mil a R﹩ 25 mil

Drummond Ventures e Bossa Nova lançam comitê de investimento com foco na internacionalização de startups

Seguindo sua missão de ser a micro venture capital mais ativa da América Latina, a Bossa Nova Investimentos, gestora que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo território nacional, anuncia o lançamento de um comitê de investimentos internacional em parceria com a Drummond Ventures, braço de investimentos do Grupo Drummond que atua como uma venture builder americana para negócios no Brasil e nos EUA. Juntas, as empresas pretendem investir entre US﹩ 100 e US﹩150 mil em cada startup que queira iniciar seu processo de internacionalização.

O comitê será liderado por João Kepler, Diretor da Bossa Nova Investimentos, e por Bruno Drummond, CEO da Drummond Ventures, que vão estar ao lado de co-investidores. Ao todo, entre 10 e 13 startups devem ser selecionadas para o projeto, que tem como missão ajudá-las no processo de internacionalização, criando mais tração para que elas expandam seus negócios para outros países e se consolidem no exterior.

Drummond comemora a parceria e prevê ótimos resultados. “Estamos extremamente felizes e orgulhosos em poder estar ao lado da Bossa Nova Investimentos, a grande responsável por movimentar e aquecer o universo das startups na América Latina, em uma iniciativa que certamente trará mais oportunidades e inovação ao mercado. Nossas expectativas não poderiam ser melhores”, afirma.

Segundo Kepler, esse novo projeto vai ao encontro com as ambições da Bossa Nova, que é cada vez mais fortalecer o ecossistema brasileiro dentro e fora do país. “Acreditamos muito no potencial das soluções criadas aqui e sabemos que com recursos elas podem chegar muito longe. Receberemos inscrições tanto de startups que já foram aportadas por nós anteriormente, como outras que estão no mercado buscando essa expansão. E ter a Drummond como parceiro, que irá auxiliar em todo o processo burocrático que a internacionalização exige, é um excelente diferencial para o projeto”, conta o Diretor da Bossa Nova Investimentos.

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Inscrições para regional Brasil da Startup World Cup 2020 estão abertas

Estão abertas as inscrições para a Regional Brasil da Startup World Cup 2020, a maior competição de startups do mundo, promovida em mais de 50 países pela Pegasus Tech Venture. A edição deste ano da competição está focada em Agtechs, Foodtechs e startups que ofereçam soluções para problemas específicos do agronegócio. A Startup World Cup 2020 – Regional Brasil está sendo realizada com o apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e da Invest SP – Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade.

A startup vencedora da etapa brasileira concorrerá a um investimento de US$ 1 milhão no Vale do Silício em 2021. A Startup World Cup Brazil deste ano tem como propósito apoiar o desenvolvimento e o crescimento de ecossistemas de inovação voltados a soluções para o agronegócio.

“O Brasil vem se destacando como um dos ecossistemas mais propícios à inovação no agronegócio e a Startup World Cup representa uma grande oportunidade de reconhecimento e visibilidade a iniciativas que trazem soluções disruptivas e ágeis aos desafios do setor”, destaca o Secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Gustavo Junqueira.

As startups interessadas em participar da Startup World Cup podem se inscrever até o dia 15 de novembro de 2020 pelo site http://tinyurl.com/startupworldcupbrazil

As 10 startups finalistas farão seus pitches (apresentações curtas) em inglês em dezembro de 2020. O evento poderá ser acompanhado de maneira online e gratuitamente.

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Nobel de Física e EMBRAPII debatem estratégia para indústria de grafeno no Brasil

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Consultoria Planar, especializada em grafeno, firmam acordo para criar uma rede de inovação entre as Unidades EMBRAPII voltadas para o desenvolvimento de P&D com o grafeno. A assinatura ocorre, em evento online nesta quarta-feira (14), com a presença do Konstantin Novoselov, Prêmio Nobel de Física pelo isolamento do material, e do secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim. Disponível no Canal Inovação: http://youtu.be/7x1NhNsyFg8

“O Grafeno terá um grande impacto na indústria, capaz de transformar modelos de negócio, padrões de concorrência e estruturas de mercado. Com a parceria, pretendemos promover a colaboração recíproca, agregar conhecimento e promover a inovação com o uso do Grafeno em nossas Unidades EMBRAPII. Assim, poderemos atender a um amplo espectro de setores industriais potencialmente beneficiados pela exploração de tecnologia, tornando nossa indústria mais forte e competitiva”, destaca o diretor de Operações da EMBRAPII, Carlos Eduardo Pereira.

O grafeno tem incríveis propriedades físicas, além de ser o mais leve e fino material existente, é duzentas vezes mais forte do que o aço e considerado o melhor material condutor de calor e de eletricidade. Somam-se ainda à lista de características a alta flexibilidade, impermeabilidade e transparência do material. Para Ricardo Schaefer, Ceo da Planar, a combinação única de propriedades superlativas do grafeno, o torna uma plataforma tecnológica que impacta dezenas de setores industriais.

“Neste sentido, a parceria com a EMBRAPII significa poder elevar o nível de maturidade tecnológica relativo ao uso do grafeno por meio de projetos cooperativos de P&D que busquem identificar e criar novas rotas para o desenvolvimento de inovadoras aplicações comerciais”, reforça Schaefer.

O Brasil é um dos países com maior reserva de grafite, fonte do grafeno, ao lado da China e do Canadá.

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