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Uma nova era de preocupações e cuidados para o RH

Por Robson Campos, diretor de Produtos da TOTVS

 

Mesmo que sem querer, entramos em uma nova era de união mundial. Em decorrência do coronavírus, vivemos um momento de atenção redobrada, cuidados com o outro, novas regras meticulosas de higiene, contato físico e confinamento. E é justamente esse afastamento pessoal que nos une em prol da saúde de todos, já que a principal razão do confinamento é justamente não contrair para não contaminar. Por isso, a recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é que todos fiquem em casa.

Esse cenário nos desafia a lidar com outra mudança importante: o home office todos os dias. As empresas em todo o mundo estão tendo que se adaptar para não parar, com isso, uma infinidade de colaboradores que nunca haviam trabalhado em sistema remoto tiveram que aderir à prática, da noite para o dia, readequando suas funções e aprendendo a produzir a partir de seus lares. Um verdadeiro desafio para as empresas, equipes e para os gestores de RH.

Com esse novo modelo de trabalho, vieram diversas outras questões: como garantir que os funcionários estejam trabalhando dentro de suas cargas horárias e medir suas horas extras? E para aqueles que realmente necessitam estar fisicamente em suas rotinas de trabalho, o que podemos fazer para protegê-los? E, não menos importante, como fazer tudo isso atendendo as adequações das portarias 1510, que obriga todas as empresas com mais de 10 funcionários a adquirir um Registrador Eletrônico de Ponto, e a 373, que insere novas tecnologias na prática de controle da jornada dos colaboradores?

A resposta para quase todas essas perguntas está na tecnologia. As tecnologias que podem resolver de vez essas questões já existem e garantem essas adequações. Um bom exemplo disso é um aplicativo que permite registrar o ponto do funcionário a partir do reconhecimento facial, utilizando apenas o seu aparelho celular. Por meio de uma tecnologia de escaneamento facial e processamentos de deep learning, o app identifica, em frações de segundos, quem é aquele colaborador e onde ele está, sem a necessidade de que o dispositivo esteja conectado à internet. Uma facilidade que resolve as questões de registro da carga horária no modelo de trabalho remoto.

Já existem soluções que permitem também mobilidade para as rotinas de RH. O gestor passa a fazer o gerenciamento do seu time a qualquer hora e em qualquer lugar; já os colaboradores, ganham autonomia sobre suas próprias necessidades e informações, como recibo de pagamento, informe de rendimentos, solicitação de férias entre outros. Tudo isso sem a necessidade de qualquer deslocamento ou interação com o time de RH, como os tempos atuais pedem.

A nova realidade global exige que os departamentos de Recursos Humanos possam, cada vez mais, flexibilizar, rever processos e cuidar da saúde de cada um dos colaboradores. As reuniões presenciais, que no momento devem ser evitadas, estão sendo substituídas por encontros online.

Mas isso não significa que devemos nos afastar das nossas relações pessoais e amizades que temos no trabalho. Por que não marcar um café da tarde via videoconferência com seus colegas da empresa? Só não esqueça de levar a sua xícara para a frente do computador!

Em breve voltaremos à vida normal. Mas temos a oportunidade de, nessa volta, levar o que aprendemos de bom nesse tempo e resgatar o que não pudemos fazer. O equilíbrio entre os modelos será a grande chave para no futuro, estarmos mais preparados para uma situação difícil como esta. E a tecnologia, pode ser grande aliada. Pense nisso.

ACE disponibiliza gratuitamente todo seu conteúdo de aceleração e incentiva o empreendedorismo no Brasil

Pensando em diminuir o impacto econômico causado pelo avanço do novo coronavírus no país, a ACE, empresa de inovação, conhecida por ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de classe mundial, estará disponibilizando de forma gratuita e online, a partir de quarta-feira, 01, todo o seu conteúdo de aceleração, desenvolvido com a expertise de já ter acelerado mais de 400 startups.

A plataforma GrowthaholicfoStartups permite que os empreendedores, investidores e pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos em inovação e metodologias ágeis, tenham acesso a um ecossistema completo, com conteúdo de alto impacto (sem comprometer o equity) e com resultados comprovados, adaptados às realidades das startups que mais crescem no Brasil.

Ao se cadastrar na plataforma, o empreendedor terá acesso a 28 lições de conteúdos divididos em 4 blocos: validação, para definir as premissas básicas do seu negócio; produto, para ajudar a fazer um produto completo; marketing e vendas, para ganhar e reter clientes; e fundraising, para aumentar o capital.

“Estamos disponibilizando uma plataforma aberta, 100% gratuita para ajudar o mercado, neste momento difícil que atravessamos. Com isso, temos a certeza de que o ecossistema vai sair mais forte”, diz Pedro Waengertner CEO da ACE.

Pioneira no mercado de inovação, a ACE já foi eleita três vezes a melhor aceleradora da América Latina, sendo o melhor exit rate do mercado, com mais de 115 investimentos e 16 exits. Sendo assim, é importante ressaltar que o público-alvo da ação não são somente startups, mas principalmente, pequenos empreendedores, nesse momento de incerteza na economia.

Confira as áreas disponíveis para o público na plataforma:

Método ACE: Metodologia aplicada com mais de 450 startups para ajudar a vencer os desafios de crescimento do negócio. São mais de 30 lições de conteúdo com diversos treinamentos e materiais de apoio com templates, cases, playbooks etc.

Minha Startup: Área onde é possível atualizar as métricas e acompanhar de perto a evolução da empresa. São diversas métricas cadastradas para ficar por dentro do negócio e ajudar a ACE no acompanhamento desse processo para gerar as melhores oportunidades possíveis.

Fórum: Local para ficar de olho nas principais atualizações e para postar coisas relevantes para a rede, tirar dúvidas, ensinar e compartilhar. São diversos temas para explorar e as áreas são destravadas conforme o uso e compartilhamento de informações.

Parceiros: Para conhecer os benefícios e vantagens exclusivas para as startups ACE, que possui +50 parceiros de recursos econômicos e que juntos somam uma economia de R﹩ 1,5MM em ferramentas de cloud, marketing, gestão, etc. Liberada somente para startups com critérios mínimos e após preenchimento do algoritmo de avaliação.

Mentores: Espaço para se conectar com a rede de mentores e ajudar a encurtar jornada de aprendizado. São +150 especialistas prontos para te apoiar nos mais diversos desafios relacionados ao seu negócio. Essa área também é liberada apenas para startups com critérios mínimos e após preenchimento do algoritmo de avaliação.

Brasil é o segundo país mais preocupado com a pandemia de Covid-19

Segundo levantamento especial da Kantar, entre os países pesquisados, o Brasil é o segundo país mais preocupado com a pandemia do novo Coronavírus. Atrás somente da China, país onde teve início o surto de Covid-19, a maior preocupação do brasileiro está ligada, sobretudo, aos impactos econômicos.

Brasil: quais os primeiros impactos no comportamento do consumidor brasileiro? 

Diante do cenário de pandemia, com o isolamento social causado pela quarentena e a necessidade de se adaptar ao home office, as mudanças no comportamento da população são várias e atingem diferentes setores. Preocupados com a saúde, crescem as vendas de analgésicos, vitaminas (especialmente a vitamina C) e antigripais. As saídas para a rua são cada vez mais raras e só acontecem em casos de necessidade extrema, como ir ao supermercado, bancos, farmácias (78%). Passeios comuns como shopping centers e parques deixaram de ser realidade para 71% enquanto outros 68% deixaram de frequentar bares e restaurantes. Em compensação, os pedidos de delivery cresceram 7%.

A cesta de bens de consumo massivo (FMCG) também apresenta crescimento, sobretudo nas categorias de alimentos saudáveis (frutas, verduras, legumes) e produtos de limpeza (água sanitária, álcool). A ideia de estocar itens de necessidade básica impactaram diretamente os setores de alimentos, higiene, limpeza e bebidas.

A penetração em atacarejos e hipermercados também registrou alta de 35% e 18%, respectivamente. O mesmo cenário otimista é observado no consumo online, já que 15,3% dos consumidores optaram por comprar itens de cuidados pessoais por e-commerce das redes.

Os influenciadores digitais, também cumprindo quarentena, seguem como referência na hora da compra. 80,6% buscam informações em blogs e mídias sociais, 83,3% por meio de opiniões de clientes e 82% nos sites das próprias lojas.

A mídia e os impactos do novo Coronavírus 

Já o consumo de mídia também apresentou mudanças no comportamento. O cinema, por exemplo, com o fechamento dos shopping centers, caiu significativamente em penetração, ao passo que os conteúdos de streaming, VOD e podcast dispararam.

Um dado muito impressionante é que 11 das 20 maiores audiências dos últimos cinco anos foram registradas durante a pandemia do Covid-19. Para 79%, a TV continua como o meio mais confiável para se obter informações sobre o novo coronavírus. A audiência durante a semana de 16 a 20 de março registrou aumento de 41 minutos na média consumida, e no fim de semana de 21 e 22 de março, o aumento foi de 1h26.

Entre os dez gêneros de maior audiência, aqueles que mais cresceram entre 16 e 20 de março em comparação a primeira semana de março foram Filme (36%) e Jornalismo (26%). Infantil cresceu 17% na semana de 16 a 20 de março em comparação a primeira semana do mesmo mês.

As audiências de periféricos (equipamentos que podem ser ligados à televisão) entre eles os videogames, registraram aumento de 8%. Segundo pesquisa Sponsorlink, o volume de fãs de e-sports (que declararam possuir interesse ou alto interesse pela modalidade) é de 31,2 milhões de internautas brasileiros com 18 anos ou mais.

Se readequar ao cenário para manter seus investimentos em mídia se mostra uma possibilidade para as empresas, que também precisam utilizar a publicidade como um canal de comunicação com seus clientes. Entre os anunciantes, 134 marcas veicularam campanhas dedicadas ao tema Covid-19. No período de 16 a 22 de março, 19% das inserções publicitárias falaram sobre o novo coronavírus, sendo que 78% foram realizadas pelo setor privado.

Mesmo nesse momento tão delicado, o consumidor brasileiro diz que quer ouvir o que as marcas estão fazendo e como podem contribuir para melhorar essa situação, uma vez que as marcas também podem ser agentes de mudança e exemplo para seus consumidores.

‘Angustiômetro’ da crise

Desde o início da crise, as pessoas no Brasil já estavam preocupadas com a saúde financeira: 7 em cada 10 sentem que a situação exige maior proatividade em relação ao seu planejamento financeiro e segurança para o futuro.

A análise do nosso “Angustiômetro” realizado através das ferramentas de Search & Social no Brasil, mostra a evolução da preocupação entre janeiro e março: em janeiro falava-se tanto em China quanto em Brasil e nos perguntávamos se o vírus chegaria aqui; em fevereiro, a preocupação já é com o Brasil confirmando a chegada do vírus Covid-19; e em março, a preocupação é Brasil e o presidente: a angústia já é ficar em casa para não matar ou morrer.

A China no epicentro da pandemia — o que podemos aprender? 

O surto de Covid-19 começou no dia 20 de janeiro na China, com a confirmação de transmissão de humano para humano. Em 23 de janeiro, a cidade de Wuhan entra em quarentena e, dois dias depois, o Governo emite Alerta Máximo de Saúde Pública em 30 províncias. Já em 27 de janeiro, o Conselho de Estado anunciou prolongar o feriado do Festival da Primavera (Ano Chinês) até 2 de fevereiro.

Por conta desse cenário, a economia chinesa sofreu impactos profundos, especialmente no setor de alimentos, com a queda no consumo decorrente da alta dos preços. Outro setor que demonstrou uma queda acentuada foi o de bens de consumo. A categoria acumulou queda de 23% durante as semanas de confinamento do Ano Novo Chinês, demonstrando recuperação somente em março.

Por conta do novo cenário de isolamento social, os consumidores tendem a cortar os supérfluos (maquiagens, fragrâncias, bebidas alcoólicas) para abastecer as despensas de itens essenciais, como alimentos (massas e sopas instantâneas) e produtos de limpeza sabonete líquido para mãos, lenços umedecidos). O consumo também migrou para as compras online e para mercados menores, de bairro.

Para aliviar o stress, também foi percebido um aumento no consumo de itens como sorvetes (+30%), snacks (+17%) e bebidas de auto preparo como cápsulas de café, chá, etc. (+7%). Outras categorias apresentaram incremento em função do isolamento social. Consultas online (+34%), ensino à distância (+33%) e softwares de trabalho remoto (+29%) são algumas delas.

O consumo de mídia também acompanhou o novo momento e registrou aumento nos downloads de apps para vídeos, notícias, e música online. Como legado, a China deixa três perspectivas, a curto, médio e longo prazos:

Curto prazo: durante a crise – Concentrar-se nas linhas de produtos principais para garantir que elas estejam bem estocadas, aproveitar totalmente o varejo social e comunitário, transmitindo ao vivo para recuperar as vendas de lojas offline, adaptar-se de forma ágil às mudanças das condições do mercado na cadeia de suprimentos / merchandising / ativação comercial.

Médio prazo: recuperação da demanda – Comunicar com cuidado e positivamente o valor da marca e diferenças significativas, aproveitar a recuperação da demanda de produtos e serviços de beleza, e adaptar-se à estratégia comercial ao novo distanciamento social normal.

Longo prazo: pronto para o futuro – Inovar ao explorar tendências saudáveis e de sustentabilidade, acelerar a transformação digital para garantir a demanda do consumidor com a implantação omnichannel, analisar o gerenciamento de marketing / faturamento para se preparar para a desaceleração econômica.

E o que aprendemos até agora? 

Deixamos aqui algumas conclusões e convidamos à reflexão para o seguinte:

Importância digital: marcas que não entendem como comercializar no mundo digital ficarão para trás;

Novos comportamentos: as marcas precisam ter sistemas para mudar no ritmo em que os consumidores estão mudando;

Liderança humana sem medo: marcas que assumem uma liderança de categoria centrada no ser humano, destemida e ousada serão notadas e valorizadas.

A terceira edição do Kantar Thermometer já está disponível no site http://br.kantar.com/covid-19/, que traz atualizações frequentes sobre os impactos do novo coronavírus. Assista à gravação do webinar especial sobre os impactos no consumo e nas marcas no Brasil, com análises de seis especialistas da Kantar, em http://bit.ly/2X6mVyY

Pesquisa revela: impacto da Covid-19 é maior entre profissionais liberais e microempresários

A pandemia da Covid-19 não está afetando apenas a área da saúde: ela mudou a rotina de milhões de trabalhadores em todo o mundo, trazendo muitas mudanças no cenário econômico e social. Com o objetivo de avaliar a percepção de profissionais e estudantes sobre os impactos da crise do coronavírus na sociedade brasileira, o Conselho Federal de Administração (CFA) realizou pesquisa de opinião. O estudo revelou que a maioria está preocupada com a situação e boa parte teve suas atividades profissionais paralisadas por conta do isolamento social adotado para mitigar o avanço da doença.

A pesquisa ouviu, de 28 a 31 de março, 1.353 pessoas de cinco grupos: profissionais liberais, empresários, servidores públicos, empregados privados e estudantes. A maioria – 30% – dos respondentes foi de servidores. Nesse grupo, boa parte foi liberada para fazer home office. Para 36% deles, a produtividade do trabalho em casa é a mesma e quase 72% não acreditam que a redução temporária de salário e de jornada de trabalho terá impacto positivo no combate à crise do coronavírus.

Preocupação entre profissionais liberais

Uma das categorias mais prejudicadas com a pandemia do coronavírus é a dos profissionais liberais. Segundo a pesquisa feita pelo CFA, 30% das pessoas desse grupo trabalham com consultoria e 27,4% recebem até dois salários mínimos. Além disso, 59,3% afirmaram que cessaram suas atividades em virtude de algum decreto, seja em nível federal, estadual ou municipal.

Para minimizar os prejuízos, o Governo Federal liberou uma ajuda financeira de R$ 600 reais. Alguns estados e municípios também adotaram medidas econômicas. Contudo, para 57,7% dos profissionais liberais a ajuda será parcialmente suficiente; 33,6% acreditam que o apoio, apelidado de “coronavaucher” é completamente insuficiente e apenas 7,9% concordam com o incentivo financeiro.

Empresários e empregados

A maioria – 77,9% – dos empresários que respondeu a pesquisa é microempresário, grupo que ficou de fora da linha de crédito emergencial liberada pelo Governo Federal e o Banco Central. Infelizmente, mais da metade (52,1%) deles não possui qualquer metodologia de Gestão de Riscos na empresa.

Para o diretor da Câmara de Gestão Pública do CFA, setor responsável pela pesquisa, Fábio Mendes Macedo, o planejamento estratégico de modo geral, aliado ao planejamento de riscos “é essencial para que as empresas passem por momentos de dificuldade e crises sem muitos prejuízos”.

Diante desse cenário, boa parte cogita dispensar funcionário e, para 39% dos empresários, um dos fatores que pesará na hora da demissão será o tempo de empresa, seguido do quesito “alto salário” – 13%.

Entre os empregados privados, a preocupação com o coronavírus é alta, mas a maioria está otimista. Dos 364 trabalhadores que responderam a pesquisa, 63,5% acreditam que não ficarão sem emprego nos próximos dois meses. Fábio explica que, como a maioria – 53,3% – está em home office, ou seja, continuam exercendo suas atividades, o risco do desemprego é reduzido.

Estudantes

A pesquisa também ouviu os estudantes. Para 51% das pessoas desse grupo, as aulas continuam por meio do ensino a distância. Entre os 211 que participaram do levantamento, 50,7% estuda em universidade pública; os demais são da rede privada. Os pais ou a família são os responsáveis pelo custeio de 37% dos alunos que responderam a pesquisa, mas a maioria informou que a renda familiar é de até dois salários mínimos.

A pesquisa está disponível, na íntegra, no site do CFA. Cliquaque confira.

7 orientações para delegar de forma correta no momento de crise

Nunca foi tão difícil ser um líder um em empresa como neste período de coronavírus. O cenário e de incertezas, medo e ao mesmo tempo é necessário adequar o mundo do trabalho e a comunicação a realidades como o home office ou grupos que estão virando dias trabalhando.

A posição de gestor em uma empresa é algo extremamente complexo, ainda mais neste momento. Infelizmente ainda se tem muita confusão entre qualidade técnica com capacidade de liderança e aí nasce um grande problema, principalmente em momentos como o que atravessamos, sendo que constantemente se observa gestores que acumular obrigações em função da dificuldade de delegar.

“Delegar as atividades em uma empresa é uma tarefa que requer muita dedicação do profissional, independentemente do tamanho do negócio, por isso que são constantes treinamentos e capacitações com pontos comportamentais. Essa dificuldade se reforça em relação às empresas pequenas, nas quais os quem tem a liderança ainda é muito próximo das atividades no dia a dia e principalmente no trabalho remoto onde muitas vezes não se tem ferramentas nem métricas”, avalia o diretor financeiro e de RH da Farmarcas e Febrafar, André Costa.

Normalmente, nas empresas de pequeno porte, o proprietário ou gestor é responsável pelos atendimentos,administração, negocia, recebe os pedidos, faz o planejamento de precificação dos produtos, executa o financeiro da empresa e participa do balanço e checagem do estoque.

E na hora que a empresa enfrenta dificuldades ele que manter essas funções, mas isso pode se tornarimpossível, gerando um grande desgaste para o profissional e até equipe. Mas como delegar a gestão para alguém de confiança? Veja pontos que o diretor da Febrafar e da Farmarcas detalhou, que podem auxiliar nesse processo de demandar:

• Tenha consciência da necessidade – Primeiro ponto é ter a certeza de que é preciso delegar as atividades para conseguir administrar o negócio com eficiência. Planejar as ações e colocar um responsável por projeto e/ou atividade é essencial para o sucesso do negócio. É preciso que o empresário ou gestor desenvolva o espírito empreendedor e incentive isso nos colaboradores para qualificar a maneira como que administra aempresa.

• Equipe correta – Não existe grande líder sem grandes profissionais, assim, um dos aspectos fundamentais para o sucesso de uma empresa é a capacidade de montar uma equipe eficiente. Para evitar a sobrecarga de trabalho, é preciso que o líder entenda a importância de delegar tarefas e de organizá-las de acordo com as qualificações de cada um. Assumir muitas responsabilidades é prejudicial para o direcionamento do negócio.

• Entenda como se tornar um gestor eficiente – O líder deve conhecer a si mesmo e a seus colaboradores, para que identifique o que deve ser feito por ele ou transferido para outras pessoas. Essa capacidade de entender as habilidades contribui não apenas para aliviar o trabalho, mas, principalmente, para garantir melhores resultados.

• Confie nas pessoas – A confiança na equipe é primordial para que esse processo funcione, já que o líder não pode dar conta de tudo sozinho. Tarefas simples devem ser facilmente desempenhadas por outras pessoas. É preciso ter em mente que o operacional deve ser delegado a outros colaboradores. O gestor deve ter o foco no planejamento de outros projetos estratégicos e focar no desempenho dos resultados. No caso de atividades muito demoradas, uma boa ideia é transferir a parte mais mecânica, de modo que o gestor realize apenas a aprovação. Assim é possível dar a atenção necessária às tarefas mais decisivas para a empresa.

• Capacite seus funcionários – Outro tipo de atitude que contribui para delegar as atividades é dividir a carga de trabalho. Com isso o gestor consegue dedicar parte do seu tempo para ensinar os colaboradores a realizar algumas tarefas. Isso demonstra que o gestor tem interesse genuíno pelo desenvolvimento da equipe e pode ajudar na identificação das pessoas com postura pró ativa e mais comprometidas.

• Acompanhe as atividades – Delegar as atividades não significa abandonar as entregas. Para garantir a qualidade do serviço desempenhado, o líder precisa estar atento ao que os funcionários estão fazendo e acompanhar frequentemente as atividades. Muitas vezes o gestor comete o erro de delegar as tarefas e se esquece de auxiliar a equipe para fazer os ajustes necessários.

• Melhore a sua comunicação – Para delegar atribuições e atividades é verificar se a pessoa que recebeu a ordem a entendeu corretamente. Principalmente quando o assunto inclui a entrega de trabalhos dentro de prazos determinados. Muitas vezes a mensagem emitida pelo líder não ficou totalmente clara. Então fica mais difícil cobrar uma entrega se se não tem ideia do que o colaborador realmente compreendeu.

“Enfim, como pode ser visto, evitar a centralização das atividades é essencial para o desenvolvimento da qualquer organização. Quando o gestor trabalha verdadeiramente lado a lado com seus subordinados, consegue melhorar a qualidade dos resultados da empresa, facilitando no combate de crises”, finaliza André Costa, que complementa que é importante que essa crise vai passar e teremos que utilizar o que aprendemos com ela.

UNICEF lança chatbot para responder principais dúvidas sobre coronavírus

Diante da pandemia do novo coronavírus, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com a empresa de tecnologia e engajamento digital Talk2U e a empresa de inteligência artificial e automação de comunicação Ilhasoft, lança uma experiência interativa virtual em que usuários podem tirar suas dúvidas sobre a Covid-19.

Por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp (http://wa.me/556130351963?text=oi), os usuários podem fazer perguntas e receber respostas baseadas nas orientações e dados das comunicações oficiais do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do UNICEF. Entre as dúvidas que podem ser respondidas, estão formas de contágio, sintomas, quando consultar um médico, comunicação com crianças sobre o tema e até como lidar com o estresse.

O chatbot é lançado como forma de promover um ambiente online de informações seguras e confiáveis, em combate às notícias falsas que circulam nas redes. “É essencial que as famílias tenham acesso a informação de qualidade diante desta situação, para que as medidas necessárias possam ser tomadas em prol do bem-estar e da saúde de suas crianças e seus adolescentes”, explica Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.

Para isso, o chatbot busca abrir um canal de diálogo de fácil acesso com a população. “Nossa contribuição foi gerar uma conversa que qualquer pessoa possa acompanhar e entender com facilidade, dentro de uma ferramenta com acesso rápido às informações e que alcance um impacto positivo na adesão a comportamentos preventivos que retardam o avanço do coronavírus”, diz Gastón Gertner, sócio-fundador e diretor de Operações da Talk2u.

A utilização de tecnologia para o combate do novo coronavírus também é um destaque do projeto. “Nossas plataformas são muito flexíveis e podem ser aplicadas de uma forma muito simples e rápida. É essencial utilizarmos tecnologias inteligentes para diminuir os efeitos de uma situação de crise como esta”, completa Yves Bastos, líder de Expansão Internacional da Ilhasoft.

Instituto Mauá de Tecnologia promove Desafio Acadêmico para combate à Covid-19

Com o intuito de promover soluções frente à crise gerada pelo novo coronavírus, o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) lança o “Desafio Acadêmico Mauá contra o Coronavírus”. A iniciativa será aberta a todos alunos e a comunidade, em geral, de forma gratuita.

Segundo Claudia Facca, coordenadora do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia, o objetivo do desafio é fomentar e estimular boas ideias, conceitos, análises, estudos, propostas e soluções para problemas e necessidades que surgiram ou vêm se apresentando neste período de pandemia mundial causada pelo novo coronavírus.
“A participação no desafio já está aberta a toda a comunidade interna (alunos, colaboradores e egressos), assim como à comunidade externa. Cada participante poderá enviar quantas propostas desejar, de forma individual ou em equipes, sendo necessário que ao menos um membro da equipe seja estudante ou colaborador do IMT”, explica.

A coordenadora lembra que o participante pode enviar o projeto em texto, gráfico, desenho feito a mão ou no computador, infográfico, podendo ser um produto ou até mesmo serviço para conectar pessoas que precisam ser atendidas. “Não precisa ser sofisticado, o importante é a gente entender a proposta. Uma vez que temos muitas empresas parceiras, podemos oferecer alguns desses projetos, desde que o autor permita, para tentar torná-los viáveis”, conclui Claudia.

Desafio Acadêmico Mauá contra o Coronavírus 

Data: Envio de projetos até 15 de abril
Objetivo: Fomentar ideias, conceitos, análises, estudos, propostas ou soluções para problemas relacionados ao coronavírus.
Contato: desafiocoronavirus@maua.br
Regulamento Completo: http://maua.br/email-mkt/2020/DesafioAcademicoMauaContraCoronaVirus/assets/pdf/MauaContraoCoronavirus-Regulamento_rev01.pdf

 

Unisys é nomeada pela Gartner líder em serviços gerenciados de local de trabalho pelo segundo ano consecutivo

Unisys Corporation (NYSE: UIS) anunciou hoje que a Gartner, consultoria estadunidense presente em 85 países, posicionou a empresa global de tecnologia entre as líderes de seu Quadrante Mágico para Serviços Gerenciados no Local de Trabalho — América do Norte.A Gartner define os serviços gerenciados no local de trabalho (MWS, na sigla em inglês) como “um subconjunto do mercado de TI, que inclui a terceirização tradicional do usuário final, bem como novos serviços digitais no local de trabalho para fornecer suporte automatizado e integrado à nuvem para os usuários finais”.
Segundo o relatório, a terceirização de usuário final tradicionalmente adotava uma abordagem centrada em Tecnologia da Informação. No entanto, a natureza do trabalho mudou drasticamente, pois “a maioria dos empregos hoje exige um uso intensivo da tecnologia”, no qual “eles exigem que a maioria dos trabalhadores seja produtiva em vários locais, em vez de apenas em um escritório designado e, em muitos casos, fora do horário comercial”. À medida que o número de pessoas trabalhando remotamente aumenta, os líderes de negócios são desafiados a fornecer abordagens de sucesso sobre o trabalho da empresa, além de fazem de replicarem experiências comuns do consumidor.
“Este é um momento mundial sem precedentes na história, em que cada vez mais pessoas estão sendo solicitadas para trabalhar em casa”, diz Eric Hutto, presidente e diretor de Operações da Unisys. “Para ter sucesso trabalhando remotamente, as empresas precisam fornecer personalização, processos contínuos e ativação móvel. Acreditamos que o reconhecimento da Gartner ressalta nossa capacidade de oferecer uma experiência digital segura no local de trabalho, que assegura produtividade e colaboração independentemente de onde a pessoa esteja sediada”, acrescenta.
O conjunto de Serviços Digitais no Local de Trabalho da Unisys permite que os clientes transformem seus processos, serviços e produtividade de negócios usando soluções centradas em dispositivos móveis, baseadas na nuvem, que facilitam a inovação e garantem a produtividade, além de reduzirem os custos de TI. A plataforma Unisys InteliServe™ é alimentada por automação e inteligência artificial (IA), transformando o local de trabalho tradicional em uma plataforma inteligente que oferece experiência ao usuário e serviços de campo superiores.
“Acreditamos que esse posicionamento reflete os investimentos estratégicos que a Unisys está fazendo para impulsionar a IA em seu portfólio completo de ofertas de serviços no local de trabalho, inclusive por meio de sua plataforma de automação no local de trabalho, a InteliServe”, afirma Mickey Davis, vice-presidente global de Serviços Digitais no Local de Trabalho da Unisys. “Ao integrar novas tecnologias, como IA, automação de processos robóticos, análises avançadas e machine learning, somos capazes de mudar verdadeiramente as experiências do usuário nos serviços tradicionais, como service desk ou serviços de campo”, completa.
Uma cópia gratuita do Quadrante Mágico da Gartner para Serviços Gerenciados no Local de Trabalho, América do Norte (publicada em: 25 de fevereiro de 2020; de autoria de: Daniel Barros, Mark Ray, Stephanie Stoudt-Hansen, Tobit Bet) pode ser acessada aqui.
Para obter mais informações sobre os serviços digitais no local de trabalho da Unisys, clique aqui.

Mantendo o barco à tona em águas turbulentas

Por Marvio Portela, vice-presidente do SAS para América Latina

A maioria dos gestores deve conhecer o conceito de “jogo infinito”, de Simon Sinek, que faz muito sentido, considerando o território desconhecido pelo qual estamos atravessando neste momento. Então, pensei em compartilhar alguns pensamentos sobre essa ideia, que é parte das ferramentas que tomadores de decisões podem usar para manter a embarcação à tona apesar dessa turbulência. Afinal de contas, estamos todos no mesmo barco.

Para aqueles que não tiveram a chance de ler ou ouvir a respeito das ideias de Sinek, um bom resumo é que, até recentemente, nós sabíamos quem o então chamado “inimigo” era. Nós conhecíamos as regras. Quem marcasse mais pontos ganhava a partida, ponto final. Mas isso não é mais verdade.

O fato de que jogadores invisíveis podem surgir do nada é evidente mesmo nas ocorrências mais simples da vida. Outro dia, no Brasil, depois do almoço, comprei alguns doces caseiros de uma moça que os vendia em uma esquina na rua. Nós tivemos uma breve conversa, e ela me contou que seus negócios vinham diminuindo nos últimos tempos.

De volta à minha mesa, no mesmo dia, me ofereceram doces parecidos, mas lindamente embrulhados, produzidos pelo marido de uma colega de trabalho. Isso me fez pensar na moça de antes, que não fazia ideia do porquê de suas vendas estarem diminuindo ou de quem é sua concorrência. Isso reforça que o jogo não tem mais regras ou jogadores definidos.

A certeza sobre o que você precisa para vencer não existe. E isso nunca acabará. 

No contexto atual, é muito provável que a gestão de muitas empresas entre em pânico ou se deixe distrair dos objetivos que ainda precisam ser alcançados para simplesmente manter o barco em movimento ou para oferecer caminhos para as equipes seguirem, apesar dos desafios.

É muito difícil, principalmente em um contexto de trabalho remoto, não seguir a evolução da tragédia humana trazida pelo novo coronavírus. Mas talvez a mudança atual na ordem mundial e o movimento em direção a um jogo ainda mais infinito possam trazer algumas lições valiosas que devemos manter na nossa mente conforme nós enfrentamos tudo isso.

Apesar de eu não querer ser determinista em um cenário tão desafiador, vale a pena pensar no que manterá as empresas à tona em tempos assim. Para isso, eu vou, novamente, utilizar as reflexões de Simon Sinek que datam de alguns anos atrás.

Na sua famosa palestra “Comece pelo por que”, no TED Talk de 2013, Sinek propõe um argumento muito atraente sobre propósito, começando pela pergunta “por que”. Por que sua empresa existe? Por que você consegue agregar valor para o cliente? Por que eles deveriam se importar?

No SAS, nós acreditamos que a curiosidade é o motor que aciona tudo que fazemos – e, nesse contexto, “por que” é nossa pergunta mais frequente. E esse é o motivo de termos passado pelos altos e baixos da economia global por mais de 40 anos. É o que nos mantém no jogo, que, até onde sabemos, sempre esteve em evolução.

Entretanto, perguntar “por que” não é o único ponto relevante ou mesmo o mais importante na situação que enfrentamos atualmente. O “quem”, neste momento, deveria ser a preocupação primordial de qualquer tomador de decisões. Os indivíduos que estiveram com você por toda a jornada até agora.

As pessoas da organização são o elemento mais poderoso e crucial para lidar com o jogo infinito. 

Assim como manter a comunicação, os objetivos e o espírito de equipe consistentes mesmo trabalhando separados, gestores também precisam proporcionar liderança baseada em valores que vão além de números para garantir que isso permaneça sustentável.

Quando se trata do jogo infinito, isso significa ser capaz de adotar uma abordagem colaborativa, ágil e flexível, necessária para garantir a continuidade do jogo. Não é necessariamente jogar para vencer, mas, sim, jogar para permanecer no jogo. Para fazer isso, você precisa colocar suas melhores habilidades humanas em uso, como a de ouvir todos os envolvidos – funcionários, clientes, parceiros – para que as necessidades em evolução possam ser consideradas e todos possam ter uma chance de jogar.

Mas, acima de tudo, nós precisamos ser gentis uns com os outros. Vivemos tempos preocupantes, em que muitos dos nossos colegas, seus amigos e familiares podem, a qualquer momento, ser afetados pela propagação do novo coronavírus. Bondade é o recurso mais poderoso que você pode usar para continuar fazendo seu trabalho o mais humanamente possível – e é algo pelo qual você definitivamente será lembrado quando, finalmente, deixarmos este momento para trás.

Por favor, cuide-se.

Aplicativo auxilia nas vendas sem cobrar taxas

App é ideal para vendas após paralisação pela Covid-19

 

Com medidas restritivas para o funcionamento de atividades de comércio e serviços, na tentativa de evitar a disseminação do coronavírus, muitas empresas e autônomos sofrem grandes perdas.

 

Lançado recentemente, o aplicativo PluzApp auxilia no atendimento e vendas pelo WhatsApp sem cobrar taxas de quem vende ou adquire produtos e serviços pela plataforma e pode ajudar muitos empreendedores.

 

O empresário Eduardo Aguiar, idealizador da novidade, explica que “a ferramenta elimina o custo alto imposto pelos aplicativos de delivery tradicionais”, o que pode ser decisivo para a sobrevivência dos empreendedores na crise atual, criada pelos cuidados com a Covid-19.

 

Para vender com o PluzApp, basta baixar o aplicativo, escolher a categoria em que deseja atuar – Food, Store ou Service, preencher o cadastro e aguardar aprovação. Em seguida, já é possível organizar a exposição de produtos e serviços e passar a vender.

 

Eduardo Aguiar ressalta que não é necessário ter empresa com CNPJ para vender pelo PluzApp. Autônomos também podem fazer vendas e serviços atendendo e recebendo na condição de pessoa física. “O aplicativo é ideal para quem faz comida em casa e entrega, para ambulantes que vivem do que conseguem vender pelas ruas, artesãos que dependem de feiras que estão suspensas, lojistas de espaços que foram fechados como centros comerciais e mercados municipais e prestadores de serviços que podem agendar atendimento nas casas das pessoas”, explica Eduardo.

 

O PluzApp já tem cerca de 300 parceiros utilizando o aplicativo e conta com a eficiência do EBANX para pagamentos com a solução EBANX Pay da fintech, que se tornou gigante, na América Latina, ao viabilizar compras pela internet em empresas internacionais com métodos locais de pagamento.  

 

Para baixar o PluzApp:

 

Google/Android:

https://play.google.com/store/apps/details?id=solutions.infinitus.pluzap

 

Apple/Ios:

https://apps.apple.com/br/app/pluzapp/id1475651798

Lei que altera o incentivo fiscal de IPI pode impactar o setor de Tecnologia da Informação em todo o Brasil

Apesar das diversas alterações tributárias editadas pelo Governo em virtude do Covid-19, a Lei 13.969, publicada no fim de dezembro de 2019, entrou em vigor nesse mês. De acordo com a Mazars, auditoria e consultoria empresarial, ela pode afetar negativamente a carga tributária de empresas industriais que investem em pesquisa. “Isso poderia mudar a decisão das empresas de manterem este tipo de investimento”, afirma Luis Carlos dos Santos, diretor da Mazars, responsável pela área tributária.

A Lei muda significativamente às regras do Processo Produtivo Básico (PPB), incentivo fiscal de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) das empresas industriais do setor de tecnologia que investem em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

“O benefício fiscal é um dos mais importantes para o setor de informática e automação, responsável por alavancar os investimentos em pesquisa no Brasil. A medida pode acabar impactando os investimentos nos institutos de pesquisa, que normalmente realizam os trabalhos”, acrescenta Rafael Lima, gerente tributário da Mazars.

Com a nova medida, a redução das alíquotas de IPI será substituída por crédito financeiro calculado sobre o dispêndio com pesquisa, sendo revogadas as disposições que concedem suspensão do IPI nas importações eisenção ou redução de alíquota na saída do produto beneficiado.

“Nos termos da nova legislação, os titulares do PPB devem apresentar trimestralmente ou anualmente ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o valor do crédito financeiro com a memória de cálculo, valor do faturamento bruto e o valor do dispêndio com pesquisa, desenvolvimento e inovação no período de apuração para fazer aproveitamento do benefício”, afirma Lima.

Santos ainda acrescenta que “um detalhe importante é que o crédito financeiro do PPB será devolvido a título de IRPJ e CSLL – 20 e 80%, respectivamente -, que podem ser utilizados para compensação de débitos federais próprios. Por se tratar de uma possível receita de subvenção governamental, tal valor deveria ser contabilizado como receita contábil, mas, de acordo com a nova legislação, esta receita não seria tributada pelo PIS, COFINS, IRPJ e CSLL”.

Com a Lei, alguns contribuintes podem ser mais afetados que outros. “A limitação da utilização do benefício com IRPJ e CSLL pode acabar deixando de ser tão atraente. No fim das contas, é certo que a viabilidade deste benefício teria que ser estudada para uma correta avaliação do possível retorno do benefício”, finaliza Luis Carlos.

Hospital das Clínicas da USP lança plataforma própria de captação de doações

Hospital das clínicas da Faculdade de medicina da Universidade de São Paulo – HCFMUSP lança hoje uma plataforma própria para captação de doações por parte da sociedade civil. Em um movimento espontâneo de diversos setores, pessoas físicas, organizações e empresas vêm se mobilizando para contribuir com o Hospital no enfrentamento da pandemia. Agora há um canal oficial para que essas doações sejam feitas.

Desde janeiro, o HCMFUSP vem se preparando para a chegada do Coronavírus por meio de seu comitê de crise. Entre outras iniciativas, reservou um instituto inteiro, com 900 leitos, para receber pacientes com COVID-19, e adquiriu insumos como máscaras e luvas em grande quantidade, de modo a prover os materiais de proteção para garantir a segurança de pacientes e colaboradores. Em um momento delicado como esse, em que o uso de materiais hospitalares e outras necessidades cresce muito, a ajuda de todos os setores da sociedade é uma excelente forma de manter o HCFMUSP forte e funcionando no seu melhor.

Por isso, muitos vêm procurando a instituição para saber como podem contribuir com recursos que possam ser revertidos em máscaras cirúrgicas ou N-95, luvas, óculos, testes de detecção do vírus, entre outras tantas necessidades. Em paralelo a isso, alguns de nossos residentes também se mobilizaram, lançando o movimento (#VEMPRAGUERRA), buscando angariar doações para o HCFMUSP utilizar nos próximos meses. Iniciativas como esta merecem todo nosso reconhecimento e agradecimento.

No entanto, devido à urgência das demandas que dispararam frente à crise do Coronavírus, a direção do HCFMUSP optou por ter sua própria plataforma de arrecadação de doações. Através do HCFMUSP, InovaHC, e Fundação e Faculdade de Medicina (FFM), estamos lançando um canal próprio de recursos –www.viralcure.org/hc – uma plataforma de código aberto que não faz custódia de fundos e não cobra taxas, direcionando a totalidade das doações para depósito direto na conta da FFM – entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida por seu caráter filantrópico, criada em 1986 por alunos da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) para atuar na promoção do ensino, pesquisa e assistência em saúde, e apoiar nas atividades da FMUSP e do HCFMUSP.

Com o lançamento desta plataforma, a campanha com a hashtag #HCCOMVIDA irá divulgar em diferentes mídias as missões que compõe a plataforma, criadas a partir de demandas reais, levantadas pelas equipes de gerenciamento de crise do HCFMUSP.

Convidamos a todos para que participem. Doando, compartilhando, e divulgando esta ação.

O #HCCOMVIDA é mais que um convite, é uma missão, para manter o HC vivo, e a população ainda mais forte.

Demanda de brasileiros por máscaras aumenta 5 vezes no AliExpress

O AliExpress, mercado global de vendas on-line do Grupo Alibaba, registrou um aumento na procura por máscaras e produtos de proteção de higiene pelo consumidor brasileiro desde março. A plataforma registrou 200% a mais de vendas de produtos voltados para higiene pessoal e de proteção à saúde, principalmente máscaras protetoras, que apresentaram um aumento de 500%. As consultas relacionadas a máscaras foram quase três vezes maiores em comparação a fevereiro.

Pensando no consumidor, o AliExpress passou a assegurar preços justos em sua plataforma, através da adoção de medidas contra vendedores que tentarem inflar os preços desses tipos de produtos durante o cenário atual. O AliExpress também está entrando em contato e auxiliando nas necessidades de entrega de distribuidores e fabricantes certificados na China para facilitar o fornecimento de equipamentos de saúde e proteção, como máscaras e luvas, a um preço de custo.

Uma pesquisa realizada pela NZN Intelligence, plataforma de pesquisa de mercado do NZN Group, apontou que a demanda de produtos de higiene pelos brasileiros se tornou uma prioridade para 80% das pessoas, passando na frente, inclusive, na procura por alimentos e remédios. Segundo o mesmo levantamento, 49% dos brasileiros consideram reavaliar seus gastos, sendo que 71% afirmam que pretendem aumentar o volume de compras online.

“À medida que o COVID-19 continua se desenvolvendo no Brasil e no mundo, produtos para ajudar a prevenir a contaminação e a disseminação desse vírus, como luvas e máscaras, são essenciais. No AliExpress, continuamos pensando em alternativas, planos e esperamos ajudar continuando com as entregas no Brasil”, afirma o líder do AliExpress para a América Latina, Ken Huang.

“Estamos vivendo uma situação muito incomum onde o mundo inteiro precisa permanecer unido. O AliExpress entende e se sensibiliza pela situação que o Brasil vem enfrentando nos últimos dias. Desejamos força e alegria para esse povo acostumado a sorrir”, completa Huang.

Apoio ao PME

Além dos problemas de saúde pública, o COVID-19 está afetando a economia mundial e comerciantes menores estão entre os grupos mais afetados pela crise. Segundo a Organização Mundial do Comércio, em 2018, pequenas e médias empresas representavam cerca de 70% do emprego global no mundo corporativo.

O AliExpress quer garantir que seus consumidores ainda consigam receber serviços e produtos de qualidade dos vendedores durante esse período difícil e, portanto, a companhia está monitorando a situação e implementando iniciativas para apoiar os PMEs (Pequenas e Médias Empresas) da plataforma, criando iniciativas que incluem taxas reduzidas ou isentas da plataforma, empréstimos com juros baixos e até sem juros, além da criação de vagas flexíveis de emprego.

O AliExpress sempre acreditou no papel fundamental das PMEs no desenvolvimento do comércio eletrônico e da economia mundial em todo o mundo. Desde o seu lançamento, a plataforma ajudou empresas menores a serem mais competitivas através dos benefícios do comércio mundial e, em 2019, abriu seu sistema para permitir que comerciantes estrangeiros se inscrevam e realizem vendas locais e globais, ajudando assim, a quebrar barreiras comerciais em todo o mundo para facilitar os negócios em qualquer lugar.

 

Convenia lança portal reunindo principais medidas trabalhistas que atingem as empresas brasileiras

Convenia, empresa de soluções voltadas para automatização do departamento pessoal, em parceria com a Zancaner, Salla e Faustino Advogados , escritório de advocacia conhecido pelo método Corelaw, que torna a linguagem jurídica mais simples e direta, acabam de lançar o portal Notícias Convenia.

O site traz, em tempo real, todas as medidas emergenciais realizadas pelo Governo federal, que afetam diretamente as áreas de Recursos Humanos e o Departamento Pessoal das empresas no Brasil. As mudanças fazem parte de ações do Estado para minimizar o impacto econômico que a chegada do novo coronavírus vem causando no país.

“Nós queremos que as empresas saibam quais medidas estão ou não valendo nesse momento. Que o conteúdo responda para o tomador de decisão o que pode fazer com relação aos seus funcionários: Pode adiantar férias? Diminuir salário? Promover férias coletivas?”, explica Marcelo Furtado, CEO e co- fundador do Convenia.

A iniciativa contará com apoio de profissionais como Thiago Carvalho, advogado especialista nas áreas de Direito do Trabalho e Empresarial; Jessica Leite é administradora e com sólido conhecimento em Departamento Pessoal e Marcelo Furtado, CEO do Convenia e vasto repertório em liderança e gestão de pessoas.

Acesse e acompanhe: coronavirus.convenia.com.br 

Startup lança sistema de delivery próprio para restaurantes no Brasil

Diante da crise decorrente do Covid-19, entre os mais diversos setores da indústria de serviços, o gastronômico é certamente um dos mais afetados. Porém, o uso tecnologia pode ser determinante para a sobrevivência deste mercado. Pensando nisso, a Tagme Food Solutions, startup que cria soluções tecnológicas restaurantes em 50 cidades do Brasil, está lançando um sistema de delivery próprio para cada um deles. Com taxas competitivas, e geração de novas bases de clientes para os restaurantes, a ferramenta chega para ajudar as empresas durante o período de retração do mercado.

Pioneira na criação de ferramentas digitais de hospitalidade para restaurantes, como serviços online de reservas, gestão de filas, captação de clientes e fidelização e CRM, essa é a primeira ação da Tagme voltadapara vendas fora do restaurante. “Diante do quadro do Coronavírus, houve um congelamento neste modelo de negócios, e vimos a necessidade de criar uma solução de delivery próprio para cada restaurante, com maior eficiência, menores taxas e geração de CRM para os estabelecimentos”, afirma João Paulo Alves, sócio-diretor da Tagme.

Ao contrário do modelo tradicional de marketplace, o serviço da Tagme cataloga informações sobre cada cliente para os restaurantes, possibilitando uma maior fidelização no futuro através de campanhas de engajamento. Com isso, os estabelecimentos poderão personalizar o atendimento e oferecer vantagens específicas para cada perfil de consumidor.

Serviço não necessita de download e oferece repasses mais rápidos aos restaurantes

Com um layout intuitivo e de fácil operação, a nova ferramenta pode ser incorporada nas redes sociais,whastapp, Google e sites dos restaurantes, facilitando a comunicação com o cliente e aumentando a agilidade nos pedidos, sem que haja a necessidade de o usuário baixar um aplicativo. Para a entrega, o estabelecimento pode optar por uma logística própria ou terceirizar com um parceiro de logística indicado pela Tagme. Outra vantagem é a velocidade do repasse, feito em cinco dias.

O serviço já foi adotado por 120 restaurantes, nas principais capitais do país, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Brasília e Teresina. Esse número tem potencial de crescimento alto, visto que a empresa atende hoje 800 clientes, em mais de 55 cidades, espalhadas por todas as regiões do Brasil.

Entre os clientes que já aderiram ao serviço estão nomes consagrados no setor, como Le Vin e Vokos, no Rio de Janeiro, Pobre Juan, Serafina, La Piadina, em São Paulo, e Amado, em Salvador. O sistema está disponível também para outros modelos de negócios, como lojas de conveniência e boxes do CEASA.

57% dos profissionais de RH estão confiantes em uma retomada positiva nos próximos dois meses

Com o objetivo de compreender os impactos da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) nos processos seletivos, a Catho realizou uma pesquisa com 800 recrutadores para mapear as perspectivas de contratação em tempos de quarentena. Segundo o levantamento, 57% dos profissionais de RH estão confiantes em uma retomada positiva nos próximos dois meses.

Ainda segundo a pesquisa, 50% acreditam na efetividade do processo seletivo virtual durante a quarentena. Dentre os métodos utilizados para realizar o recrutamento estão videochamada (79%), ligações (63%), e-mail (33%), SMS (7%) e WhatsApp (2%).

Para Regina Botter, diretora de Operações da Catho, a adaptação é a palavra para este momento, uma vez que situações de crise também levam a oportunidades. Segundo a profissional, o universo empresarial sairá diferente após a pandemia, a partir de iniciativas que começam desde agora.

“Já observamos uma movimentação de mercado, principalmente entre os setores de comércio e de serviços, os mais impactados nesse momento inicial, que já deram os primeiros passos rumo à adequação de seus processos, como o sistema delivery, pedidos por aplicativos, implantação de e-commerce, entre outras iniciativas”, explica.

Ainda segundo a pesquisa, dentre as medidas que têm sido tomadas para manter o fluxo de trabalho em casa estão o uso de ferramentas de comunicação (80,5%), reuniões periódicas (50%), compartilhamento de documentos via nuvem (45%), utilização de ferramentas de gestão (21%) e treinamentos profissionais (15,5%).

Botter ressalta que o momento é de aprendizagem para muitas organizações, afinal, é a primeira vez que muitas estão se adequando para criarem seu escritório virtual. No entanto, a especialista pontua que existem diversas metodologias que auxiliam na proximidade entre lideranças e equipes.

“Muito mais do que as ferramentas de trabalho, o ponto chave para manter as operações funcionando está concentrado no colaborador. Diante de um momento em que a recomendação é o isolamento, atividades como café matinal, almoço em grupo e happy hour digitais são momentos que trazem essa sensação de unidade e de companheirismo, indispensáveis para esse momento”, afirma.

A profissional ainda destaca outras metodologias que auxiliam na rotina de trabalho e que foram adotadas pela Catho desde o início da quarentena, tais como: #MomentoPet, em que os profissionais tiram um período do horário de trabalho para ficarem com seus bichinhos, #MomentoKids, para brincar e curtir os filhos,#MomentoFamília, para ter tempo de qualidade com todos aqueles que convivem na casa e a #SalaVirtual, que permite momento de interação com toda a equipe de trabalho ao longo do dia.

Empresas passarão pela crise, mas precisarão de ajustes, aponta pesquisa LIDE com empresários brasileiros

Durante os dias 22 a 25 de março, 398 empresas das 1.700 filiadas ao LIDE – Grupo de Líderes Empresariaisresponderam formulário on-line sobre suas percepções, impactos e projeções sobre a crise causada pela pandemia de Covid-19, o novo coronavírus. Para 43,2% deles, a empresa irá passar pela crise, mas precisará fazer ajustes para sobreviver. A opinião é parecida para 31,2%, que afirmam que a companhia terá grandes dificuldades, mas passará pela crise. Apenas 1/5 dos líderes afirmam que suas empresas estão preparadas para enfrentar a crise em termos de fluxo de caixa, e 5,8% que dizem não ter nenhum preparo face à situação.

De acordo com a pesquisa promovida pelo LIDE, mais da metade dos respondentes projetam perdas entre 25 e 50% das suas receitas futuras. Dentro deste cenário, o estudo aponta que o corte de custos é o primeiro caminho a ser trilhado para 77,1% das empresas. Em nenhuma hipótese será possível manter o fluxo de pagamento e modelo operacional. A expectativa em relação à duração da crise é de 90 dias para 27,6%, enquanto que 23,6% dos líderes estimam um período mais curto: 60 dias.

Sobre as medidas econômicas anunciadas pelo Governo Federal, 57,8% dos líderes empresariais consideram boas, mas que precisam de um pacote mais abrangente. Para 28,9%, as medidas são insuficientes e de pouco impacto e 7,3% consideram ruins e precisam ser revistas. Apenas para 6% as medidas são suficientes para a crise. Em relação às medidas dos governos estaduais, as percepções são parecidas: 44,6% consideram boas; 29,2% acham insuficientes; 19,1% entendem como ruins e apenas 7,1% acreditam serem suficientes.

“Sabemos que a tarefa dos empresários brasileiros não será fácil. Há um longo caminho à frente. Entender o impacto inicial e as projeções dos líderes brasileiros é um movimento importante para que exista colaboração neste momento tão difícil”, afirma Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE, sobre a pesquisa. Todas as respostas com os líderes empresariais de quatro regiões do Brasil foram analisadas em tempo real pela equipe durante o período de coleta.

Para mais resultados da pesquisa LIDE, acesse bit.ly/pesquisaLIDE .

SONDA muda liderança executiva global

Com mais de 38 anos dedicados à SONDA, sendo 15 como CEO Global, Raúl Véjar deixa o cargo para se candidatar ao Conselho Administrativo. Durante o período em que esteve na liderança da companhia, Véjar realizou projetos significativos, como o processo de IPO, a ampliação do portfólio de soluções e serviços de TI – mais alinhado com as necessidade e desafios dos clientes, a consolidação da presença regional da SONDA em dez países da América Latina, o crescimento em receita e a execução dos planos trimestrais orientados à expansão da empresa.

Para substituir Raúl Véjar, o Conselho Administrativo da SONDA nomeou José Orlandini Robert como o novo CEO. Ele atuava como vice-presidente corporativo da Divisão de Serviços.

Orlandini é engenheiro civil eletricista, formado pela Universidade do Chile, e possui 34 anos de experiência na SONDA, tendo liderado, nos últimos anos, a área de negócios de Serviços em nível regional. Em sua carreira na companhia, liderou projetos emblemáticos na América Latina, como os de automatização de transporte público em Santiago e na Cidade do Panamá.

José Orlandini será responsável por consolidar os planos da empresa e manter a liderança da SONDA como a maior empresa de serviços e soluções de TI na América Latina, agregando valor e transformando os negócios dos clientes.