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PicPay segue contratando e tem 75 vagas em SP e ES

Em meio à crise de Covid-19, o PicPay – maior carteira digital brasileira, com cerca de 18 milhões de usuários – continua contratando e tem 75 vagas abertas em São Paulo e Vitória. A fintech já admitiu 29 novos colaboradoresmesmo em home office.
CONTRATAÇÃO | Hoje, a empresa tem 75 vagas em aberto, para áreas essenciais ao negócio, sendo 72 em São Paulo e 3 em Vitória, cidade natal da fintech.

Em franca expansão, o PicPay viu seu time crescer de 200 pessoas em Vitória, no final de 2018, para 1.200 colaboradores no final do ano passado, após a abertura do escritório paulista, em julho.

Para 2020, a perspectiva é expandir para 1.800 pessoas até dezembro. Somente no primeiro trimestre deste ano, foram admitidos 181 novos funcionários.
ADMISSÃO ONLINE | O processo de onboarding dos novos 29 colaboradores aconteceu online e foi o primeiro nesse formato desde que a fintech instaurou o home office para todos os funcionários, em 11 de março.

Onboarding de 29 novos colaboradores do PicPay, realizado em 7 de abril. Imagem: Divulgação.
Segundo o VP de Pessoas e Cultura do PicPay, Dárcio Stehling, o trabalho à distância está fluindo muito bem, sem nenhum tipo de intercorrência operacional, as reuniões ficaram mais breves e o time tem relatado um sensível aumento na produtividade. Para aproximar os colegas de trabalho, happy hours por videoconferência também têm sido realizados.

Real Valor é selecionada para programa de aceleração do Google

A fintech Real Valor, plataforma gratuita que acompanha e controla investimentos em um só lugar, acaba de ser selecionada para o Google Launchpad Brasil, programa de aceleração do Google. O objetivo do programa é empoderar e capacitar startups brasileiras de tecnologia a escalarem seus negócios.

Foram selecionadas apenas 10 startups do Brasil para participar e, segundo o CEO e cofundador da Real Valor, Eduardo Belotti, estar entre essas startup significa muito para eles. “Será uma oportunidade única para nós. Participamos de outros programas ao longo de nossa história, mas ter a oportunidade de ser acelerado pelo Google vai nos trazer conhecimentos e aprendizados inesquecíveis, principalmente pela troca de experiência com empreendedores de outros países”, revela Eduardo.

O programa contará com as aulas 100% online, por conta do distanciamento social, e os empreendedores poderão contar com mentores de qualquer lugar do mundo. Além disto, alguns aspectos do programa serão transformados devido à pandemia, ou seja, o programa é focado em nuvem e IA, mas também vão dar suporte a outras áreas, entendendo o foco das empresas nesse novo momento.

Propostas de mudanças no mercado de EPIs aumentam as expectativas sobre a FISP

A importância dos equipamentos de proteção individual (EPIs) nunca esteve tão clara quanto neste momento de combate à pandemia. A falta de certos itens, de produção nacional escassa, tende a intensificar as discussões sobre mudanças no setor – algumas em curso mesmo antes da eclosão do novo coronavírus. Esse pano de fundo aumenta as expectativas em torno da 23ª edição da FISP – Feira Internacional de Segurança e Proteção, a ocorrer entre os dias 20 e 22 de outubro no São Paulo Expo.

Promovida pela Cipa Fiera Milano, a FISP é a principal feira do gênero na América Latina e a segunda maior do mundo, atrás apenas da alemã A+A. Conta com realização da Animaseg (Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção no Trabalho), da Abraseg (Associação Brasileira dos Distribuidores e Importadores de Equipamentos e Produtos de Segurança e Proteção ao Trabalho) e do Sindiseg (Sindicato da Indústria de Material de Segurança), acontecendo simultaneamente à 14ª Fire Show – International Fire Fair. Juntas, as feiras devem atrair um público de mais de 50 mil visitantes e 700 empresas expositoras.

“Como muitos sabem, diversos EPIs que estão em falta na área hospitalar são importados. Eles poderiam estar sendo fabricados aqui se houvesse, há anos, uma política de apoio à produção nacional”, observa Raul Casanova Junior, Diretor Executivo da Animaseg e da Abraseg. Das quase 1,3 mil empresas que compõem a nata do setor, apenas 5% trabalham com equipamentos de proteção respiratória. Outros 5% fornecem luvas hospitalares. “O setor está disposto a ouvir, propor e agir para o alinhamento de mudanças estratégicas”, afirma o porta-voz.

Novo registro de informações 

A abertura ao debate tem pautado a conduta da indústria de saúde e segurança do trabalhador no tocante à Medida Provisória 905, instituída em novembro de 2019. Entre outras ações, a MP visa instituir um novo modelo de certificação para os EPIs, em substituição ao Certificado de Aprovação (CA) – instrumento utilizado há mais de 40 anos no Brasil.

A AnimasegpoexemplocrioRA, registro voluntário para centralizar informações do EPI como laudos, certificados, indicações de uso, restrições e validade atestados por laboratórios ou Organismos de Certificação de Produto (OCPs). “O RA fornece dados e garantias a mais do que o CA, assegurando ao consumidor que o produto adquirido seja idêntico ao ensaiado”, afirma Casanova Junior.

A conversão da MP 905 em Lei segue em curso. O texto foi aprovado pelo Congresso em 14 de abril e agora depende do aval do Senado. O prazo para o término de todo o processo é 20 de abril. “A tendência é de aprovação. Por isso, estamos atentos e também mantendo o governo a par das nossas iniciativas”, diz o executivo da Animaseg e da Abraseg.

Os organizadores e realizadores da FISP confiam em medidas para aprimorar a proteção laboral no Brasil. De acordo com o Observatório Digital de Segurança e Saúde do Trabalho, de 2012 a 2018 o país registrou 4,7 milhões de acidentes de trabalho, ou um a cada 49 segundos. No mesmo período houve 17,2 mil mortes em razão de incidentes ou doenças ligados ao ofício (um falecimento a cada 3 horas e 40 minutos).

Assim como muitas indústrias, a de equipamentos de proteção individual (EPIs) vinha se recuperando após um recuo no conturbado biênio 2015-2016. A Animaseg pretende divulgar o balanço de 2019 durante a 23ª FISP, mas antecipa que o ano passado manteve a tendência de retomada. Em 2018, as associadas da entidade, que representam 85% do mercado nacional, movimentaram R$ 4,36 bilhões, com destaques para os segmentos de vestimentas e luvas de segurança.

“A FISP vai novamente apresentar o que existe de mais moderno e inovador em trajes especiais, proteção da face, luvas, calçados e cintas, entre outros itens de segurança”, afirma Rimantas Sipas, Diretor Comercial da Cipa Fiera Milano. “E, como em edições anteriores, o evento também promoverá a capacitação de quem atua no setor. No Techshow, por exemplo, o público poderá participar de palestras gratuitas dos expositores, atualizando-se quanto a informações e tecnologias”.

Sipas pontua que, apesar de consolidada como o maior encontro de profissionais do setor de saúde e segurança do trabalho (engenheiros, médicos do trabalho, inspetores de risco, técnicos, cipeiros e bombeiros), a FISP também representa uma oportunidade importante para empresários e compradores em geral. “Números apontam que mais de 98% das empresas brasileiras são pequenas e não contam com alguém dedicado à prevenção. Conhecer o assunto é importante para todos”.

Qlik adquire RoxAI e amplia os recursos de Inteligência Artificial

A Qlik, líder em análise de dados, anuncia a aquisição da RoxAI e de seu software de alerta inteligente, Ping. Com isso, a empresa passa a fornecer recursos de automação de workflow e alertas self-service que aprimoram a capacidade dos usuários e sistemas analíticos de monitorar e gerenciar, em tempo real, dados de negócios para acelerar decisões orientadas por insights.

As organizações buscam acelerar seu valor por meio de dados, mas eles estão sempre mudando. Os alertas self-service inteligentes do Ping, integrados à plataforma líder de analytics da Qlik, podem notificar imediatamente os usuários em seus dispositivos móveis, e-mail e redes sociais, de alterações em seus dados e contexto, permitindo decisões e ações rápidas. Além disso, o software permite que qualquer usuário projete e crie seus próprios alertas de acordo com a sua necessidade – com base nos dados e dashboards existentes – sem precisar de um desenvolvedor ou administrador.

“A limitação da maioria dos dashboards e aplicações analíticas é que você precisa acessá-las para saber o que está acontecendo ou o que mudou”, afirma Mike Capone, CEO da Qlik. “O que precisamos é da integração total do ciclo entre alterações nos dados, analytics, alertas e notificações que são enviadas imediatamente aos usuários ou outros sistemas. A combinação do Qlik Data Integration, Qlik Data Analytics e agora RoxAI e Ping fornecerá aos clientes um ciclo de inteligência em tempo real que norteia as ações”.

Analytics de última geração abrangem um workflow completo, desde a preparação e integração inicial de dados (Qlik Data Integration), passando por insigths orientados por Inteligência Artificial (Qlik Sense®), até o compartilhamento operacional das conclusões. Com o Qlik Insight Bot™, a Qlik já aumenta a capacidade do usuário de explorar dados em um workflow via analytics conversacional. Com a RoxAI e o Ping, a empresa expande a possibilidade de fornecer insights em tempo real, orientado por dados, onde e quando possam ser um diferencial para os negócios.

A Qlik planeja integrar o Ping às soluções de workflow e RPA (Robotic Process Automation), por meio de APIs que irão acelerar ainda mais o valor de negócio dos dados dos clientes. As melhorias estão planejadas para incluir também a funcionalidade de “alertas baseados em proximidade”, nos quais, por exemplo, um fornecedor de produtos on-line pode alertar automaticamente um gerente regional com informações de desempenho quando o mesmo chegar ao local da loja.

O Ping pode aumentar a inteligência do usuário de analytics de várias formas, como design e criação de alertas self-service diretamente nos dashboards; alertas gerenciais avançados com base em tendências estatísticas e avaliação de outliers; compartilhamento predeterminado ou ad-hoc de alertas com colegas diretamente do celular ou e-mail; avaliação histórica de tendências com base em um repositório de métricas; e exploração guiada de dados em tempo real via celular ou computador, tendo como referência alertas que vão além dos relatórios de dados iniciais para gerar ações imediatas.

“À medida que os dados são democratizados, os usuários não querem apenas entender os dados, mas utilizá-los em tempo real para gerenciar seu negócio e automatizar os fluxos de trabalho”, destaca Ranjit Bahia, fundador da RoxAI. “Estamos empolgados com a oportunidade dos clientes da Qlik agora se beneficiarem dos alertas inteligentes que direcionam ações”.

RoxAI e Ping são bem conhecidos no ecossistema da Qlik como um parceiro já existente e um Trusted Extension Developer (TED), cuja solução é acreditada, garantindo segurança aos usuários pela qualidade e funcionalidade, e se beneficiando do framework de API’s abertas da Qlik.

O Ping está disponível hoje e será empacotado como uma solução da Qlik no primeiro semestre de 2020. Ao integrar esses recursos com o Qlik Cloud Services e acionar workflows em tecnologias de automação de terceiros, a Qlik fornecerá a mais completa solução de ponta a ponta para acelerar o valor de negócio dos dados.

Em tempos de coronavírus, entrevistas de emprego por vídeo chamada se tornam tendência; Veja dicas para estar bem preparado

Desde que a contaminação do COVID-19 se espalhou pelo mundo, a economia se desestabilizou principalmente por conta das medidas de confinamento para a contenção da transmissão do vírus. No entanto, na contramão da crise, muitos setores do mercado têm apresentado crescimento de vendas, precisando, inclusive, aumentar seus quadros de funcionários para atender o aumento das demandas.

Justamente por conta da recomendação do isolamento social, agora as contratações de novos funcionários estão acontecendo através de entrevistas por vídeo chamada. Este recurso, que até então estava apenas começando a ser utilizado pelos recrutadores e possuía potencial para se tornar tendência apenas daqui um tempo, com a pandemia, passou a ser uma necessidade imediata e a ser muito utilizada.

No entanto, de acordo com Mônica Camargo Tracanella, uma das sócias-fundadoras da Trilogie, empresa de branding e carreira, esse método pode ser muito mais desafiador do que uma conversa realizada pessoalmente. “Diferentemente da entrevista presencial, que pode prover naturalmente um momento inicial mais descontraído, com água, cafezinho e comentários despretensiosos sobre o trânsito, a entrevista online acaba sendo mais direta ao ponto, podendo ser iniciada imediatamente após a conexão, o que pode impactar nas primeiras impressões que o recrutador tem do candidato”, explica.

Ainda segundo Mônica, para o profissional estabelecer sintonia com o recrutador do outro lado da tela é necessário falar sobre sua experiência e evidenciar prontidão para a posição desejada, mas não apenas isso. Também é essencial tomar alguns cuidados prévios para que a entrevista seja realizada da melhor maneira possível. Confira:

Garanta toda infraestrutura necessária

Uma boa conexão de internet e um bom aparelho para realizar a entrevista (seja notebook, computador, tablet ou celular) são essenciais para que a conversa ocorra sem imprevistos e não correr o risco de perder a oportunidade.

Escolha um local apropriado

O ambiente precisa ser calmo, tranquilo e com um fundo o mais neutro possível. Uma dica importante é checar com antecedência a visão que o entrevistador terá do seu ambiente.

Tenha a certeza de que não será interrompido por ninguém ao longo da entrevista

Comunique o horário da entrevista para os outros moradores, evitando interrupções e barulhos durante a conversa.

Vista-se como se vestiria para uma entrevista presencial

Não é porque o candidato está em casa que ele não deve se arrumar. Pelo contrário: a entrevista continua sendo uma ocasião formal em que é necessário passar a imagem mais profissional possível. Logo, a dica é se vestir como se fosse para o local onde ocorreria a entrevista presencial.

Torne-se íntimo da ferramenta de vídeo chamada

Faça testes com antecedência e, caso necessário, treine a navegação para ter certeza de estar dominando suas principais funcionalidades. Esta é uma importante imagem do candidato a ser passada para o recrutador: que ele tem domínio da tecnologia.

Tenha papel, caneta e água por perto

Dessa forma, não será necessário pedir licença durante a conversa.

Redobre os cuidados com a comunicação

Durante a conversa online, podem ocorrer problemas de delay e entendimento. Sendo assim, espere sempre o entrevistador acabar de falar para você iniciar a sua fala. Dialogue com clareza e tranquilidade, tomando cuidado com a dicção.

Olhe sempre para a câmera

Na vídeo chamada, o tão importante “olhos nos olhos” de uma entrevista presencial é substituído pelo olhar diretamente para a webcam, tentando manter o objetivo de criar uma sintonia com o recrutador.

Prepare o conteúdo da conversa

Esteja preparado para contar sua história e construa seu discurso de forma a evidenciar tanto suas competências técnicas quanto comportamentais, comunicando seus diferenciais e demonstrando estar preparado para o desafio proposto pela vaga. No entanto, é importante manter a objetividade durante o diálogo – o que já é importante na entrevista presencial e torna-se imprescindível na vídeo chamada.

Informe-se previamente sobre a empresa

Demonstre ao entrevistador o seu interesse pelo local, pesquisando sua história, seu método de trabalho e quais são seus valores. Essas são informações que podem ajudar no desempenho do candidato durante a entrevista, além de ser uma das formas de mostrar entusiasmo pela oportunidade.

Cargill e USP promovem hackathon para apresentar soluções para Food Service no pós-pandemia

A Cargill e a Universidade de São Paulo (USP) estão com inscrições abertas para a 3ª edição da maratona tecnológica SancaThon, que neste ano acontecerá entre os dias 25 de abril e 13de maio, e desafiará estudantes, desenvolvedores, empreendedores, designers e entusiastas a criarem, em uma semana, modelos de negócios, produtos, serviços e tecnologias para o futuro do food service pós-pandemia de COVID-19. O desafio está sendo realizado em conjunto com parceiros de toda a cadeia do Food Service, como BRF (pelo BRF Hub), Bloomin’ Brands (Outback), Turn the Table, Abia, Abrasel, IFB, Grupo Alento, Arco Foods, Irmãos Avelino, Galunion, Food Consulting GS&Libbra, FCSI, Mintel, Fispal Food Service, Delivery do Bem, Zygo Tecnologia, Liga Ventures, Weme e Foodtech Hub.

Realizada anualmente de forma presencial, a 3ª edição do SancaThon será promovida 100% online em 2020, com engajamento de várias universidades de todo o país. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até dia24/04, diretamente pelo site do evento http://www.sel.eesc.usp.br/sancathon. Os grupos serão formados no início do desafio.

“Estamos vivenciando um momento de incertezas, onde teremos que buscar novas alternativas para antigos hábitos e negócios. Para auxiliar pequenas e médias empresas do ramo a enfrentarem esses e outros desafios, junto com a principal universidade do país, queremos trazer ideias e inovação para pensarmos sobre as tendências para o food service”, afirma Augusto Lemos, Diretor Geral da Cargill Foods para América do Sul.

São esperados participantes de todo o país, com perfis diversos, entre desenvolvedores, designers e negócios, e não é necessário nenhum conhecimento prévio do setor, uma vez que será oferecida uma imersão bastante completa com líderes e parceiros que são referência nacional em Food Service. Os participantes poderão competir em grupos de quatro a seis pessoas, sendo formados de forma multidisciplinar.

“A Engenharia é a arte de identificar problemas, e propor e desenvolver soluções para a preservação e melhoria da qualidade de vida da sociedade. A crise, como a pandemia que vivenciamos, exige, subitamente, novas soluções para problemas desconhecidos. Esse é o momento em que a criatividade humana leva a novas descobertas, inventos e estratégias, a partir do desafio, da aflição e da esperança. O Hackathon proposto, certamente, apresentará novas soluções de interesse imediato,” comenta o Prof. Edson Cezar Wendland, Diretor da Escola de Engenharia de São Carlos da USP.

Para a competição, os participantes terão acesso a sessões de conteúdo com diversos especialistas sobre o contexto e necessidades do atual cenário, apontando as principais demandas e dificuldades do setor. E, durante a maratona, os desafiados contarão ainda com a orientação de mentores das diversas áreas, que ajudarão a sanar dúvidas para acelerar o desenvolvimento de suas ideias.

O diferencial dessa competição será uma segunda etapa, também de uma semana, na qual até 20 equipes serão selecionadas e receberão uma ajuda de custo para testarem a sua ideia junto a operadores e distribuidores. E, após passarem por uma banca de jurados, formada por líderes e especialistas da Cargill, da USP e das organizações parceiras, os grupos poderão negociar a continuidade do projeto com interessados nasua implementação. Contando, ainda, com premiações financeiras, cursos, experiências, exposição no mercadoe indicações a banco de talentos dos parceiros.

A SancaThon é uma maratona de desenvolvimento de tecnologia que fomenta a cultura empreendedora e desperta o desejo dos participantes de desenvolverem projetos inovadores. Com uma proposta direcionada,oferece mentorias e treinamentos para auxiliar na elaboração de protótipos e modelos de negócios viáveis.

O evento é realizado em conjunto pela Cargill, EESCIn (Centro Avançado EESC para apoio à Inovação daEscola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo), Núcleo de Empreendedorismo da USP São Carlos (NEU-SC) e pela Semana da Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL).

Com novo e-commerce, testfy triplica suas vendas de testes de RT-PCR por meio de autocoleta

A testfy, startup de testes genéticos e clínicos por meio de autocoleta, vem aumentando sua relevância e presença, desde a implementação de seu e-commerce no início do mês. A expectativa é que através do novo canal os testes se tornem ainda mais acessíveis aos consumidores, fazendo com que eles não precisem sair de casa. Os números são expressivos, tendo em conta que a healthtech iniciou suas operações em janeiro de 2020.

“Já na primeira semana, o volume de aquisições pelo e-commerce triplicou comparado aos nossos demais canais de venda; telefone, e-mail e WhatsApp. Com o kit para detecção do covid-19 (método RT-PCR) lançado em abril, por exemplo, produzimos 3.200 análises na primeira quinzena”, explica o CEO Gustavo Janaudis. A empresa, habilitada pelo Instituto Adolfo Lutz para a realização deste tipo de diagnóstico, atualmente conta com a capacidade de realizar até 26.000 análises para este teste e prevê dobrá-la em meados de maio.

Dado o atual cenário, a startup tem feito o possível para focar no desenvolvimento de soluções inovadoras, que colaborem com a sociedade e ofereçam o máximo de praticidade, acessibilidade e segurança. Além disso, a testfy também disponibilizará nas próximas semanas o teste de anticorpos IgA e IgG para o covid-19. O diferencial está na capacidade de precisar a fase em que se encontra a infecção: aguda, crônica ou de imunização. No mês de maio a healthtech será capaz de realizar até 10.000 análises por mês neste método.

A testfy acredita que os produtos voltados à detecção do coronavírus podem corresponder a até 80% de sua demanda no próximo mês. “As coletas domiciliares são de grande auxílio para a contenção da pandemia neste momento, uma vez que não existe a necessidade da pessoa se deslocar a pontos de aglomeração, reduzindo a possibilidade de contágio”, acredita o CEO.

Para a realização da autocoleta, o cliente deve se registrar no site da testfy e ativar o seu kit através de seu código individual, assim tendo acesso a um portal com todas informações, incluindo vídeos explicativos e fichas clínicas muito intuitivas para fácil manuseio. Entre outros produtos oferecidos no portfólio da testfy estão testes para intolerâncias alimentares, além de testes genéticos ginecológicos, esportivos, dermatológicos, de microbioma intestinal e nutrigenético. “Todos os nossos métodos são validados e aprovados pelas autoridades sanitárias competentes”, conclui Janaudis.

 

Como o ecossistema de automação robótica pode ser um caminho para a geração de empregos?

Por Denis Pineda 

Você já pensou em ter um robô trabalhando ao lado de um ser-humano na linha de produção? Pois eu te digo que essa ideia apenas parece estranha. Quando olho hoje para o mercado, já é possível enxergar cada vez mais a presença da automação robótica dentro das indústrias, inclusive no Brasil, e a tendência é que isso sóaumente.

Segundo um relatório realizado pela Euromonitor, empresa de inteligência de mercado, indicou que a automação e robótica estavam na segunda posição entre as tecnologias que terão impacto nas organizaçõesnos próximos cinco anos e a explicação é simples, seus benefícios. A redução do tempo de produção de um produto, a diminuição das chances de defeito e de tempo de inatividade dentro das fábricas estão entre eles.

Algumas pessoas, entretanto, observam essa tendência e se perguntam: Isso significa que as indústrias vão substituir pessoas por robôs? E a resposta é não! E nem devem. Acredito que o segredo para o futuro não está na substituição de pessoas por máquinas, mas sim na colaboração entre esses dois players, o que só é possível graças aos “cobots”, ou robôs colaborativos. Ou seja, ferramentas projetadas para atuarem em conjunto com seres humanos e que podem ser manuseadas por eles sem qualquer tipo de perigo.

Para se ter uma ideia, um report da International Federation of Robotics (IFR) avaliou a presença desses equipamentos nos ambientes de trabalho do futuro. A maioria das pesquisas avaliadas por eles indicou que a substituição de vagas por automação não chegará a 10% dos casos. E não, a linha de produção não será totalmente automatizada. Ainda teremos robôs e trabalhadores coexistindo no chão de fábrica, mas a questão vai além disso!

O que deve ocorrer é uma importante transformação de tarefas: serão necessários trabalhadores mais qualificados e mais bem pagos, assumindo funções específicas – algumas já conhecemos, comodesenvolvedores, analistas e mineradores de dados, designers de robôs, além de especialistas em comunicação digital – e outras surgirão no futuro!

Em suma, o que o mercado nos mostra é que a Sociedade 5.0, em que máquinas e seres-humanos coexistem, já está batendo a nossa porta, mas precisamos nos preparar para recebê-la, seja qualificando os profissionais que virão ou preparando a nossa empresa para a automatização. O futuro já está aí, não o deixe passar!

Denis Pineda, gerente regional da Universal Robots na América Latina, empresa dinamarquesa líder na produção de braços robóticos industriais colaborativos

Como o RH pode ajudar a mitigar os efeitos de medo do novo coronavírus entre os funcionários

Por Paulo Oliveira, coordenador de marketing da Apdata

São diversos os desafios que o novo coronavírus está trazendo para as empresas, mas um dos mais difíceis de lidar é a incerteza e o medo, que levam a um aumento da ansiedade entre os colaboradores. Os receios envolvem desde a contaminação de si próprio e da família, até a insegurança com relação ao mercado de trabalho.

Ou seja, é um momento de muitas dúvidas e poucas respostas. Isso gera um aumento da tensão entre os funcionários. Portanto, o RH deve auxiliar a liderança a criar um clima organizacional em que as pessoas se ajudem e se apoiem.

Não é hora de deixar as opiniões e perspectivas impactarem nas relações de trabalho. Assim, algumas estratégias podem ser utilizadas pelo RH para ajudar a organização a mitigar os efeitos de medo do novo coronavírus entre os funcionários.

Valores

Utilize, nas tomadas de decisões, o discurso que sua empresa propaga. Se “bem-estar do colaborador” é um dos valores, então use-o para estimular as equipes a ficarem em casa sempre que possível e cuidarem de si mesmos e suas famílias.

Além disso, forneça todo o apoio necessário tanto para aqueles que precisam ir até o trabalho quanto para os que estão de home office.

Estimule o diálogo

O novo coronavírus é o assunto que mais está sendo falado por todos. Porém, cada pessoa tem acesso a uma diferente fonte de informação e reage de modos diversos.

Estimular o diálogo aberto e transparente é uma forma da organização garantir que os colaboradores falem sobre seus medos e o que esperam da empresa. Essas conversas aproximam as pessoas e mostram que elas não estão sozinhas nesse enfrentamento, de forma que a empatia e colaboração entre todos aumenta.

Além disso, é uma oportunidade para a liderança avaliar se as atitudes que a organização está tomando estão de acordo com o que o funcionário espera e deseja.
Quem toma as decisões finais sobre como lidar com o novo coronavírus dentro da companhia é a gestão, mas em momentos de crise é fundamental que elas estejam alinhadas às expectativas de todos.

Comunique regularmente

Já foi dito que as informações são oriundas de diversas fontes, e sabemos que uma grande parte delas é falsa. Portanto, como compromisso ao colaborador e estratégia para evitar o pânico, a empresa deve providenciar meios de informar dados reais.

O RH deve trabalhar para divulgar informações oficiais sobre o cenário atual e de combate ao coronavírus. Um informativo especial sobre o assunto pode ser enviado diariamente a todos, bem como é importante ter uma estratégia pré-definida para comunicar qualquer emergência.

Forneça suporte

Muitos dos colaboradores estão, pela primeira vez, trabalhando remoto ou em horários flexíveis. Juntando a inexperiência ao medo da pandemia, é preciso entender que uma adaptação se faz necessária.

Assim, a empresa deve ser compreensiva nesse momento e guiar o processo da forma mais sadia possível para todos os envolvidos. É importante acompanhar o desempenho individual e, caso haja queda na produtividade, entender como a organização pode ajudar o funcionário a se adaptar ao modelo.

Softex lança campanha #EstamosJuntos reunindo startups que contribuem para superar os desafios gerados pelo coronavírus

Dezenas de startups integrantes dos programas operados pela Softex, e também pertencentes ao ecossistema de inovação, estão desenvolvendo soluções que atendem diversas das demandas da sociedade nesse momento de união no combate à expansão do COVID-19.

A partir desta constatação, a entidade decidiu reunir essas iniciativas através da #EstamosJuntos, permitindo um acesso rápido dos interessados a todo um universo de soluções.Uma delas é a plataforma de Healthcare desenvolvida pela Tyaro. Seu diretor, Paulo Sérgio Rangel Garcia, explica que ela combina diversas tecnologias de baixo custo “e permite que pacientes, cuidadores, médicos e familiares compartilhem todos os dados relevantes como frequência e dosagem dos medicamentos e históricos, incluindo exames tradicionais e de imagem”.

Segundo Paulo Rangel, a solução permite que todos os interessados “possam estar na mesma página em relação a qualquer uma das fases do tratamento, reduzindo a exposição aos riscos de contágio dos idosos e/ou pessoas com imunidade reduzida, além de diminuir os deslocamentos até hospitais e consultórios, através de teleconsulta”.

A Tyaro é Integrante do Conecta Startup Brasil da Softex e, segundo Paulo Rangel , o programa “tem grande importância não só ao viabilizar o acesso a recursos, uma vez que o desenvolvimento de uma solução exige mão de obra qualificada, mas também ao dar uma validação à nossa ideia, que passou a ser vista sob a perspectiva de um negócio com potencial de retorno financeiro”.

Participante do Projeto Setorial Brasil IT+, desenvolvido pela Softex e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a paranaense Chkout.me desenvolveu um aplicativo de carteira digital que permite realizar pagamentos com QR Code em estabelecimentos físicos e lojas virtuais, através do saldo disponível na conta digital ou por meio de cartão de crédito.

Seu CEO, Daniel Rigotti, lembra que a Chkout participou de diversas iniciativas da Softex, desde o planejamento inicial até o go to market, e que a empresa vem crescendo de forma sólida nos seus dois anos de presença no mercado. “O atual cenário representa uma oportunidade adicional ao favorecer o pagamento sem contato físico”, analisa Daniel.

Um número expressivo de segmentos está contemplado na Campanha #EstamosJuntos: Logística e Rastreabilidade (Amachains, LotsApp, Zumpy); Educação online (AulaLivre, EiTV); E-commerce, Varejo, Negociação e Fidelização (BigBang, Conatus, ShowKase); Pagamento Digital, Doações (Chkout.me, Risu); Home Office, Comunicação e Treinamento Remoto (Citrus Squade, Immail, Inevent, Leadfind, Virti); Medicina à Distância (Doctor Konnect, Fjsoft, Medbloc, Receita Digital, Rfid Brasil, Salutho, S3ND, Tail Technology, Techpain, Tyaro HealthCare); e Serviços de Limpeza e Higienização (Dona Rita, Sli Technology).

Saiba mais em http://softex.br/estamosjuntos/

O que a COVID-19 pode nos ensinar sobre planejamento da cadeia de suprimentos?

A pandemia de COVID-19 vem provocando quedas na fabricação e interrupções na cadeia de suprimentos de muitas empresas globalmente. Embora a prioridade imediata seja manter o suprimento e atender às necessidades dos clientes – geralmente através de um trabalho manual rigoroso – os líderes também devem analisar os problemas atuais para poderem se preparar para futuras interrupções.

A maioria dos líderes de supply chain ainda estão na fase reativa de como lidar com essa pandemia. Isso inclui combater o medo e a incerteza em torno da escassez e medir o impacto geral que o coronavírus terá nas operações da cadeia de suprimentos e de logística. Porém, dados os custos extraordinários que muitas empresas estão enfrentando, elas deveriam começar a identificar ações que irão melhorar sua resiliência.

Ninguém pode prever o futuro. Mas podemos estar muito mais preparados e fortalecer a cadeia de suprimentos, se aproveitarmos toda a capacidade da Inteligência Artificial (IA) e de outras tecnologias emergentes que podem ajudar as empresas a manter a continuidade dos negócios em meio a interrupções e incertezas. De acordo com um novo relatório do IBM Institute for Business Value “COVID-19 and Shattered Supply Chains” (COVID-19 e cadeias de suprimentos abaladas), as cadeias de suprimentos devem ser dinâmicas, responsivas e interconectadas ao ecossistema e aos processos de uma organização. Isso requer visibilidade de ponta a ponta, insights em tempo real e ações decisivas – principalmente em situações de escalada.

O poder preditivo da IA

Usando a IA, as organizações podem transformar em tempo real dados não estruturados em insights que ajudam a prever interrupções e vulnerabilidades, fornecendo visibilidade em curto prazo. Com a IA, os profissionais de supply chain podem otimizar pedidos com base em fatores como realocação e priorização de estoque. Isso permite que as equipes reajam mais rapidamente e reduzam centenas de horas de trabalho manual de coleta de dados para que possam se concentrar nesse trabalho de maior valor.

“As cadeias de suprimentos evoluíram para uma rede de centenas de fornecedores, subcontratados e centros de distribuição, espalhados por todo o mundo. Mesmo os menores transtornos podem ter um efeito enorme, afetando toda a rede de suprimentos. Na última década, muitas organizações foram impactadas por problemas que causaram oscilações em toda a cadeia de suprimentos global. O que aprendemos é que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de não ter uma estratégia de suprimento dinâmica e multidimensional capaz de responder a interrupções”, diz Felipe Posada, líder de IBM Sterling para a América Latina.

À medida que as organizações continuam avançando em direção a cadeias de suprimentos inteligentes e auto-ajustáveis, três estratégias devem ser consideradas:

•Reavaliar a estratégia de fornecimento e redesenhar a rede de fornecedores: equilíbrio entre o nível de risco que a empresa pode tolerar e a quantidade de flexibilidade operacional que deseja alcançar. Usar a IA para analisar dados não estruturados em tempo real para fornecer alertas que ajudem a prever rupturas e vulnerabilidades e prover insights sobre as ações corretivas recomendadas. Por exemplo, a Master Lock Company, maior empresa de cadeados e cofres pessoais do mundo, integrou recentemente um número significativo de parceiros globais adicionais. A empresa escolheu a IBM para migrar seu EDI (Electronic Data Interchange) para o IBM Sterling Supply Chain Business Network, uma solução altamente segura e baseada na nuvem para integração de parceiros comerciais.

•Criar modelos mais inteligentes de cadeia de suprimentos e análise de cenários: usar digital twins tanto para fornecer avaliação imediata, quanto para poder avaliar continuamente no longo-prazo o bom equilíbrio entre operações enxutas e mitigação de riscos. Usando ferramentas de análise, IA e visualização, é possível modelar e depois incorporar flexibilidade e opcionais às cadeias de suprimentos estruturais.

•Oferecer novos modelos de execução: permitir que seus clientes tenham ainda mais opções ao realizar transações com você, como retirada na loja ou no depósito, por exemplo. Isso diminuirá o impacto no lado da demanda da cadeia de suprimentos, além de melhorar a experiência do cliente.

“Os profissionais de supply chain estão e continuarão lidando com os desafios imediatos que enfrentam durante essa pandemia. As organizações estão aprendendo a gerenciar, prever e limitar melhor a gravidade das interrupções, desenvolvendo as capacidades necessárias para responder a eventos futuros com rapidez e segurança”, conclui Felipe.

Conta Azul lança movimento para ajudar as Pequenas Empresas e Empresas Contábeis durante a pandemia

A Conta Azul, fintech de gestão B2B mais inovadora do Brasil, lança o movimento #pequenagrande que tem como objetivo ajudar a mitigar os impactos da crise nas pequenas empresas e nas empresas contábeis. O mercado brasileiro é formado por 97% de pequenas empresas que geram mais da metade dos empregos formais do país, o movimento destaca que é a Pequena Empresa que faz o Brasil grande, e a Conta Azul tem como principal responsabilidade neste momento auxiliar os donos de negócios a superar a crise. A ação conta com o apoio da Endeavor Brasil.

Entre conteúdos e cursos práticos, gratuitos e 100% online, o movimento de apoio aos donos de negócios das pequenas empresas tem também um Guia prático de como superar os desafios de equilibrar contas e manter o caixa. O material em formato de “auto-consultoria” com soluções rápidas, práticas e de curto prazo, explica conceitos de administração e gestão financeira das contas patrimoniais que vão desde o nível introdutório até o avançado para auxiliar no corte de custos de forma inteligente e prepara o empreendedor para o momento pós-crise, que muitos devem enfrentar o endividamento gerado pelos adiamento dos pagamentos e captação de recurso com instituições financeira.

Para Vinícius Roveda, CEO da Conta Azul, quem estiver preparado sairá melhor da crise e a empresa tem esse papel de instruir os contadores e os donos de negócios diante de um cenário tão complexo e cheio de incertezas. “Nossa responsabilidade nesse momento é preparar o pequeno empreendedor e dar todas as ferramentas necessárias para que ele tenha o total controle da sua empresa, mesmo neste momento de grande incerteza. Não tenha dúvidas de que, com isso, muitas empresas sairão mais fortes, mais eficientes e produtivos”, reforça Vinícius.

Para ter acesso aos conteúdos basta acessar www.pequenagrande.com.br.

FGV In Company firma parceria para o uso de laboratórios virtuais Microsoft em aulas de Big Data e Data Science

O FGV In Company firmou uma parceria para o uso de recursos de laboratórios virtuais da Microsoft , possibilitando que softwares avançados sejam utilizados por meio do modelo de computação em nuvem para aulas à distância dos cursos de Big Data e Data Science. Com a suspensão das aulas presenciais por conta da COVID-19, esse laboratório será utilizado, a princípio, pelas turmas do MBA de Big Data da FGV em SP, RJ e Brasília. Mas, as empresas instaladas fora do eixo Rio-SP também poderão se beneficiar do laboratório e oferecer aos seus colaboradores cursos na área de Big Data, sem ter que sair da sua cidade.

O laboratório é composto por vários softwares instalados pelos professores, além de espaço de armazenamento para que os alunos salvem seus trabalhos. O acesso será por link. Dessa forma, todos os alunos têm à disposição a mesma configuração e capacidade de processamento, sem a necessidade do uso de um computador tecnicamente avançado, basta ter internet de banda larga. Isso é possível pois os alunos poderão acessar o laboratório virtual na nuvem da Microsoft, no qual é possível, por exemplo, criar máquinas virtuais com grande capacidade de processamento.

De acordo com o diretor do FGV In Company, João Lins, o laboratório virtual é uma revolução no ensino de Big Data no país. “Muitas empresas não fechavam cursos corporativos nessa área porque estavam fora de São Paulo e do Rio de Janeiro e não dispunham de tempo nem de orçamento para pagar os deslocamentos até uma das unidades da FGV ou para montar um laboratório físico. Agora essa barreira geográfica foi quebrada, e tanto o empresário da Amazônia quanto o do extremo sul do país terão acesso à mesma plataforma e recursos.”

Vale destacar que o laboratório virtual elimina gastos com compra de hardware e software, configuração e execução de datacenters locais, além de aumentar a produtividade.

“A parceria é de suma importância, pois trará aos alunos do FGV In Company a facilidade de acesso e agilidade para que, mesmo remotamente, consigam ter os recursos necessários para a aprendizagem e odesenvolvimento de projetos em cursos que demandam grande processamento de dados”, afirma Vera Cabral, diretora de educação da Microsoft Brasil.

Riachuelo mais que dobra vendas no e-commerce

Lançado em 2017, o e-commerce da Riachuelo apresenta resultados sólidos e desde o primeiro ano de atividade tornou-se um dos principais canais de vendas da rede, em volume de vendas. No centro dos negócios da companhia, o site aliado aos demais canais digitais, como o novo aplicativo da Riachuelo, tiveram investimento superior a R﹩ 168 milhões, em 2019.

Segundo o Diretor de Tecnologia e Inovação, Carlos Alves, as ações de transformação digital da companhia visam, sobretudo, se aproximar ainda mais do consumidor, esteja ele onde estiver. “Queremos estar próximos dos nossos clientes, independentemente do canal. Considerando que estamos a pouco mais de 100 km de qualquer residência, ter nossa capilaridade apoiando a qualidade do serviço que prestamos aos consumidores, presencialmente ou remotamente, fará toda diferença”, afirma.

Afirmação que ganha ainda mais peso, diante do cenário atual com combate ao novo coronavírus. Com todas as lojas físicas fechadas, a Riachuelo reforçou suas ações nos canais digitais e investiu em upgrades de navegabilidade e agilidade para melhorar a experiência de compra. No período de 4 a 12 de abril, a Riachuelo registrou aumento de 124% nas vendas do e-commerce, além do crescimento de 56% no tráfego do site, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Outra ação que alavancou a marca no digital foi o investimento em conteúdos que estão “quebrando a internet”: as lives. Cantores sertanejos, grupos de pagode e DJs passaram a transmitir seus shows pela plataforma do Youtube e do Instagram e vêm quebrando recordes na intenet, acumulando milhões de espectadores. Com isso, se abriu um novo espaço para investimento de marca. Após o patrocínio nos shows da cantora Marília Mendonça, que teve 3.2 milhões de acessos simultâneos, e de Gusttavo Lima, que durou 7 horas e 30 minutos, a Riachuelo registrou mais de 50 mil downloads do aplicativo da Riachuelo.
“Temos buscado diversas maneiras de manter o contato e a proximidade com nossos clientes, pois esse é um dos difereciais da Riachuelo. Encontramos nas lives um jeito inovador de nos comunicar de forma leve e objetiva. Além da divulgação das peças e do fomento das vendas nos canais digitais, tão importante para sustentabildiade da companhia nesse período incerto, também conseguimos contar as ações e o exercício do papel social da companhia, durante as transmissões”, comenta Elio Silva, Diretor de Marketing da varejista.
Além de vestir a cantora de sertanejo Marília Mendonça e a esposa do cantor Gusttavo Lima, Andressa Suita, a Riachuelo utilizou o espaço para comunicar suas principais iniciativas no combate ao novo coronavírus, em que está produzindo e doando 500 mil itens hospitalares para profissionais de saúde e população. Marília, inclusive, recebeu ao vivo a notícia de que a varejista estava doando 50 mil máscaras de proteção para uma instituição de sua escolha.

Inovar é preciso; regular é impreciso

Por Philipe Moura

O período em que estamos vivendo tem se mostrado um dos maiores aceleradores da transformação digital dos últimos tempos. Isso se torna mais um desafio para empresas de todos os portes e setores, que já vêm se esforçando, em ambientes cada vez mais conectados e competitivos, para gerar negócios e mitigar riscos.

Aos governos, cabe a difícil missão de reduzir as falhas de mercado e viabilizar as condições para uma competição saudável – ou seja, de produzir regulamentos que tragam como subproduto segurança jurídica, padronização e confiabilidade em serviços e produtos, sem engessar os mercados.

Essa missão, no entanto, muitas vezes se equipara à pedra de Sísifo; quando o regulamento entra na pilha de “feito” e começa a valer, há boas chances de já estar desatualizado, ou, pior ainda, de causar consequências não pretendidas, e esse regulamento volta (ou precisa voltar) para a pilha de “a fazer”. Vale, então, um breve retorno ao título parafraseado de Fernando Pessoa e que nos possibilitou essa reflexão: mais que nunca, a inovação é inexorável (ou seja, tê-la é preciso); a atividade regulatória, por sua vez, não é uma ciência tão exata assim (ou seja, regular é impreciso).

A transformação no setor privado frequentemente acontece em ambientes de inovação aberta; isso significa que a mudança pode acontecer em qualquer departamento de qualquer empresa e em qualquer lugar do país ou do mundo. E não raro essas inovações, ou minimamente o princípio por detrás delas, tornam-se disponíveis para melhorias incrementais por outros agentes de mercado quase que instantaneamente. Em contraste, o dever regulatório é, por definição, uma tarefa centralizada. Por si só, isso já ajuda a explicar a diferença de agilidade da transformação em cada um dos casos.

Felizmente, reguladores já lançam mão de fóruns governamentais internacionais ou regionais nos quais são discutidas melhores práticas regulatórias. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), por exemplo, participa de reuniões da Comissão Interamericana de Telecomunicações da Organização dos Estados Americanos e, também, da União Internacional de Telecomunicações. A realidade de cada país, no entanto, dificulta ou impossibilita que regulamentos pensados no exterior sejam plug-and-play no Brasil, e a assimetria de informação entre os setores privado e público permanece.

Existem algumas ferramentas disponíveis para o regulador mitigar o risco de a pedra rolar rapidamente para o começo da montanha, tais como análise de impacto regulatório (AIR) e a transparência do processo de criação e revisão de regulamentos, incluindo a possibilidade de ampla participação do setor privado e da sociedade como um todo para contribuir com suas diferentes visões. Mais recentemente, alguns órgãos reguladores vêm testando modelos de sandbox regulatório – tal como estruturas feitas em uma caixa de areia, essas ferramentas criam ambientes controlados para testar ideias inovadoras em pequena escala e avaliar o impacto da regulação (ou da ausência dela).

Finalmente, e não menos importante, existe a autorregulação. Essa possibilidade traz algumas relevantes vantagens, como: redução da assimetria de informação, compartilhamento de responsabilidade social e jurídica, e maior especificidade, agilidade e relevância na revisão ou proposição de novos regulamentos. Para o setor privado, a autorregulação é uma oportunidade para padronizar entendimentos, abordar particularidades de um setor, e, ao mesmo tempo, gerar segurança jurídica e reduzir os custos do compliance.

A autorregulação é, inclusive, prevista na Lei Geral de Proteção de Dados. E a proteção de dados é um tema fundamental para o sucesso de uma transformação digital. Do ponto de vista do regulador, editar normas concernentes a áreas tão distintas como saúde, telecomunicações e mobilidade, por exemplo, será uma tarefa de Sísifo se não houver autorregulação. Já que inovar é preciso, é, pois, tempo de vermos protagonismo dos agentes privados também em temas regulatórios; isso ajudará a reduzir a imprecisão (e, consequentemente, aumentar o sucesso) da atividade regulatória. É um cenário de ganha-ganha.

Philipe Moura, mestre pela Universidade da Califórnia e sócio-diretor da KPMG no Brasil.

Camara-e.net promove a capacitação gratuita e online sobre comércio eletrônico

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) promoverá um ciclo de palestras gratuitas sobre vendas online, no dia 30 de abril, a partir das 9h. Em função da pandemia do coronavírus, neste primeiro semestre, toda a capacitação será ao vivo e online. O Ciclo MPE, como é chamada a iniciativa, acontece há 17 anos e de forma presencial. Esse será o segundo encontro online do ano. Osinteressados em participar devem se cadastrar pelo link http://www.ciclo-mpe.net. Os inscritos receberão o link de acesso à sala do evento por e-mail e, através da plataforma digital, poderão tirar as dúvidas e receber mentorias em tempo real.

“O primeiro evento, em tempos de quarentena, totalmente online foi um sucesso. Capacitamos 610 pessoas e esperamos continuar promovendo o conhecimento, principalmente em um período tão crítico e de crise como estamos vivendo. Sem dúvida,o e-commerce pode ser a salvação para o microempreendedor que está com sua loja fechada neste momento. O setor está em expansão e a expectativa é que esses resultados positivos se mantenham após a crise”, afirma Renata Carvalho, coordenadora do Ciclo MPE.

O evento é dividido em quatro áreas, que representam os pilares para a construção de uma empresa: infraestrutura, gestão de crise, operação e marketing. Dessa forma, os participantes poderão aprender como planejar, como funciona a logística, meios de pagamento, entre outros temas relacionados ao e-commerce.

Com todo o conteúdo teórico apresentado aos participantes, o Ciclo MPE também ensina todo o processo demontagem de uma loja virtual na prática. “Em apenas 40 minutos, temos um e-commerce funcionando”, declara Renata.

O Ciclo MPE está em sua 17ª edição, é promovido pela camara-e.net e apoiado pelo CDL – BH, neste segundo evento online.

SERVIÇO

O que: Ciclo MPE 2020

Quando:30 de abril – das 9h às 17h

Para acessar a programação completa e inscrever-se, acesse o site do Ciclo MPE 2020 (http://ciclo-mpe.net)

CUFA fecha parceria com Uber Eats para incentivar doação de cestas básicas

A Central Única das Favelas (CUFA) anuncia hoje uma parceria com a Uber e Uber Eats para doação de cestas básicas e kits de higiene a comunidades vulneráveis afetadas pelo coronavírus em [São Paulo]. As doações podem ser feitas por meio da loja virtual “A comunidade nos move”, disponível no aplicativo Uber Eats.

“Nossas favelas estão sofrendo muito com o impacto da quarentena e por isso ficam ainda mais vulneráveis”, afirma Celso Athayde, fundador da CUFA. “Para nós, é fundamental reforçar a rede de apoio da CUFA por meio de parcerias para levar itens básicos de alimentação e higiene a essas pessoas, dando um pouco de alento a elas nesse momento de pandemia”, complementa Athayde.

Como funciona:
•Entre no aplicativo do Uber Eats.
•Dentro do aplicativo, procure pela loja A comunidade nos move.
•Selecione os produtos que quer doar e finalize a compra.
(O usuário não precisa fazer nenhuma alteração no endereço de entrega. A Uber receberá o pedido e fará a entrega diretamente aos centros de distribuição da CUFA)

As cestas serão entregues ao longo das próximas semanas em centros de distribuição coordenados pela CUFA, que fará a entrega para as famílias. Além de São Paulo, as demais cidades atendidas pela ação são Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador.

Empresas contratam novos colaboradores de maneira totalmente online

Em época de isolamento social e quarentena, processos seletivos estão sendo realizados pela internet, incluindo a contratação e o envio de documentos

Estamos todos nos adaptando a uma nova realidade social e isso inclui o modo como trabalhamos: a pandemia de Coronavírus já mudou a rotina nas empresas. Enquanto parte dos trabalhadores está em home office, outros estão indo trabalhar porque sua profissão não permite o isolamento. A boa notícia é que mesmo com a crise, as empresas estão abrindo oportunidades de emprego – e usando a internet como aliada para a contratação de colaboradores.

“Ajustes estão sendo feitos para atravessar esse momento sem grandes prejuízos, por isso decidimos contratar novos profissionais e realizar todo o processo seletivo de maneira online. As entrevistas e todas as etapas que seriam presenciais, foram migradas para a internet. Assim, estamos conseguindo ampliar nosso quadro de funcionários sem deixar de lado as recomendações de ficar em casa”, comenta Giovanna Dutra, COO da TG Core.

A empresa do setor financeiro está com mais de 14 vagas abertas, em diversos segmentos, como analista de incorporação, assistente de relacionamento e advogado de negócios imobiliários. “O objetivo é reforçar nosso time para que todas as operações continuem funcionando normalmente. A contratação também será 100% online, portanto, os novos colaboradores poderão entregar todos os documentos digitalizados”, comenta Giovanna.

Diante do momento atípico, as oportunidades de trabalho dão um gás na economia e garantem segurança para quem perdeu o emprego por conta da crise ou já estava buscando um novo horizonte profissional. “A escolha pelo processo digital garante a segurança do candidato e também dos gestores que estão efetuando a contratação”, finaliza a CFO da TG Core.

A TG Core disponibilizou a relação de vagas através do site http://grupotrinus.gupy.io/. A seleção começou nesta semana e as vagas permanecerão abertas até o preenchimento total dos cargos.