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Renault investe na tecnologia para vender carros pela Internet

Dois anos depois de ter lançado um e-commerce exclusivo para vender o Kwid, a Renault Brasil expandiu o modelo de negócio e provou que, sim, é possível vender carros pela internet. Hoje, a montadora comercializa online todos os seus modelos e lançou a plataforma na Argentina e na Colômbia. Em breve, o México passará a contar com o e-commerce, fechando assim as quatro principais praças da Renault da América Latina, conforme contou Caio Nogueira, responsável por Digital e Inovação da Renault para a região, em uma palestra online no SAPPHIRE NOW.

O caso da implementação do e-commerce da montadora é conhecido na comunidade de usuários SAP, principalmente devido ao tempo recorde de implantação: apenas 44 dias. Além do curto período, o lançamento inovou o modelo de negócio de venda de carros em concessionárias que vem há décadas seguindo o mesmo padrão, ainda que o produto tenha evoluído. “A transformação digital não é tema de tecnologia, mas de revisão do modelo e da estratégica de negócio”, salientou Caio Nogueira.

Ele contou que o K-commerce nasceu a partir do entendimento da jornada de compra de veículos que, mesmo com advento da internet, se dava no modelo do ambiente físico, com o interessado fazendo pesquisas na internet, comparação de modelos, indo até uma concessionária, avaliando, negociando o usado, verificando o financiamento para, então, fechar o contrato. “A partir do entendimento desta jornada nasce o K-commerce em conjunto com o lançamento do Kwid, um carro que trazia a inovação no DNA”, disse.

O K-commerce levou toda a jornada e experiência do ambiente físico para o digital. E Nogueira faz um alerta: não existe processo da digitalização com o back-office manual. “O K-commerce nasce digital, com 15 sistemas de interfaces, e adotamos a solução da SAP para ser nosso motor e e-commerce, porque é robusta e poderosa”, ressaltou Caio.

A rapidez e o sucesso da implementação recorde se deu, segundo ele, por diversos motivos, tais como ter claro o objetivo da jornada; ter patrocínio do CEO da companhia; contar com equipes multidisciplinares e empoderar o time de talentos, uma vez que “e-commerce não é implementação de tecnologia, mas envolve times jurídicos, tributários, distribuição, engenharia e manufatura”. Além disso, um planejamento cauteloso, com definição clara e análise detalhada de onde se quer chegar, ter bons parceiros, apostar na metodologia ágil, manter o sentimento de que evolução continua e de que está constantemente em beta foram fundamentais.

“Hoje, o K-commerce virou o e-commerce da Renault, porque não vendemos apenas o Kwid de maneira online, mas todos os nossos carros, nas diversas versões, cores e modelos de forma online. A solução é mobile first, porque 90% dos clientes acessam pelo celular, e acrescentamos ferramentas, melhoramos a performance e coletamos informações analíticas”, ressaltou.

O e-commerce se tornou para a Renault uma poderosa ferramenta para geração de leads qualificados, disse Caio Nogueira. “Para se ter uma ideia da dimensão, durante o ano fiscal de 2019, comparado com as 300 lojas que temos no Brasil, a online foi a que mais vendeu Kwid no Brasil. É uma solução core business para Renault na América Latina”, disse.

Na apresentação, Nogueira também compartilhou alguns dos aprendizados dessa jornada. Segundo ele, é muito importante ter time de desenvolvimento extremamente capacitado, dentro de casa, atuando junto ao negócio; contar com o engajamento e a participação do negócio é fundamental, assim como explorar o máximo possível as funcionalidades e funções de CMS, melhorar atualizações do ambiente produtivo, e coletar dados para melhorar as tomadas de decisões.

“A Renault se antecipou a uma demanda do mercado para estreitar o relacionamento com a sua base de clientes e entregar uma nova experiência baseada nas soluções do portfólio de CX da SAP somada à consultoria do nosso time de projetos para criar uma solução funcional e integrada para a montadora”, explica Erick Buzzi, vice-presidente de Customer Experience (CX) da SAP Brasil. O executivo também destaca a importância do projeto ter sido desenvolvido por um time que incluiu as áreas de marketing, TI, vendas, supply chain e pós-vendas.

IBPI realiza segundo encontro sobre Lei de Propriedade Industrial

Com o intuito de fomentar a discussão em torno do Parágrafo Único do Artigo 40 da Lei de Propriedade Industrial (9.279/96), o IBPI – Instituto Brasileiro de Propriedade Intelectual promove um ciclo de debates online com diversos especialistas.

Em 28 de julho, às 10h30, acontece o segundo encontro virtual, focado nos impactos para estatais e políticas públicas com a manutenção ou retirada da regra, malefícios e benefícios, e as consequências em tempos de pandemia. O Prof. Dr. Walter Godoy será o mediador do webinar, que terá como expositores o Prof. Dr. Pedro Barbosa, o Prof. Dr. Calixto Salomão Filho e Prof. Dr. Gabriel di Biasi.

SERVIÇO

Quando: 28 de julho de 2020

Horário: 10h30

Tema: “Impactos Estatais e Políticas Públicas do parágrafo único do artigo 40 da LPI”

Inscrições: http://bit.ly/2BrtDXW

Mais informações: eventos@ibpieuropa.org

PROTESTE orienta consumidor sobre fraudes ao comprar pela internet

Nesta quinta-feira, 23, a PROTESTE, Associação de Consumidores, alerta os consumidores para as fraudes online durante a quarentena. Com a pandemia, houve um expressivo crescimento das operações de e-commerce. Afinal, com o isolamento social e os clientes mais tempo em suas casas, a alternativa para adquirir os produtos necessários para o dia a dia foi o comércio digital.

Em abril, houve um crescimento de 4 milhões novos consumidores digitais no Brasil, em comparação com o mês anterior. A maior alta das vendas on-line foi registrada durante o mês de maio, com aumento de vendas virtuais dos mais diversos produtos, como artigos esportivos, brinquedos e cosméticos.

Os dados são de um estudo elaborado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com a Konduto, uma empresa especialista em risco e prevenção à fraude no e-commerce e em pagamentos digitais. Para a ABComm, o comércio virtual deve continuar em expansão, mesmo após a pandemia.

Um estudo da consultoria McKinsey, divulgado em maio, também aponta para a mesma direção: 75% dos consumidores que utilizaram a internet pela primeira vez para compras on-line durante a quarentena pretendem continuar usando esse canal. O trabalho destaca que, mesmo após a Covid-19, 35% das pessoas pretendem reduzir suas idas aos varejos físicos.

PROTESTE alerta sobre os riscos de fraudes virtuais

Como as compras on-line se tornaram tendência, alguns crimes virtuais passaram a ser mais frequentes. Por essa razão, Thiago Porto, especialista da PROTESTE, alerta para os cuidados necessários para o uso da rede com segurança.

“Existem vários programas maliciosos na Internet, que tentam roubar os dados dos usuários ou, pior, induzir compras (e pagamentos) por produtos que nunca serão entregues”, destacou. Segundo ele, os consumidores precisam ter muita cautela com websites falsos, que tentam reproduzir marcas conhecidas, mas que são criados com o único objetivo de fraude.

“Um golpe muito frequente é o phishing, que é uma espécie de isca, praticado por pessoas mal-intencionadas, que têm como objetivo obter informações pessoais dos consumidores, como senhas ou número do cartão de crédito, CPF e dados de contas bancárias”, exemplificou o especialista. Com esses registros em mãos, os criminosos conseguem induzir o consumidor a erro em outras circunstâncias, podendo, inclusive, roubar a identidade para usos ilícitos.

Além da captura ilegal de informações, outras práticas criminosas podem ocorrer na rede. Existem sites falsos, que inclusive fazem propagandas de produtos (com valores bastante atrativos) em redes sociais. A aparência do site é bastante semelhante a alguma rede conhecida e, frequentemente, o consumidor é induzido a erro, comprando uma mercadoria que não existe.

“Os ataques cibernéticos estão se tornando cada vez mais especializados. Com a tendência de aumento das vendas on-line, o risco é cada vez maior e os consumidores precisam se precaver”, disse Thiago. Também vale ter cuidado com o uso de meios digitais de pagamento .

Confira os cuidados para navegar com segurança

De acordo com o especialista da PROTESTE, algumas precauções são essenciais para minimizar o risco de problemas:

• desconfie de valores muito abaixo do mercado. Na dúvida, abra o site da loja diretamente no navegador, sem clicar no link do anúncio, ou entre em contato por telefone;

• mude suas senhas (de e-mail, acesso a redes sociais, cadastros em lojas ou serviços, entre outros) com frequência;

• tenha cautela com mensagens de caráter emergencial, que pedem que o consumidor clique em um determinado link para conferir uma compra, um rastreio de produto, um débito no cartão ou algo similar – neste caso, melhor entrar em contato diretamente com a empresa que está supostamente enviando o link, seja um banco ou uma loja;

• no caso de celulares, é importante ter uma senha no dispositivo e outra no chip. Assim, caso o aparelho seja perdido ou roubado, ninguém poderá ter acesso aos dados pessoais nem praticar golpes utilizando uma identidade falsa (como no caso de pedidos de ajuda em dinheiro pelo WhatsApp, supostamente feitos pelo titular da conta);

Para mais informações entre no site da PROTESTE: http://www.proteste.org.br

12 fintechs foram selecionadas para participar da aceleradora Village Capital Finance Forward América Latina 2020

Village Capital, com o apoio da MetLife Foundation, PayPal Moody’s, anunciou hoje as 12 startups de fintech selecionadas para participar do Finance Forward América Latina 2020. Como aceleradora, a Finance Forward América Latina 2020 dará às fintechs cinco semanas de treinamento focadas na melhoria dos modelos de negócios e na disponibilização de suas soluções para aqueles que mais precisam delas no atual cenário econômico.

As fintechs selecionadas trabalharão em estreita colaboração com mentores, clientes e parceiros em potencial, além de investidores, com o objetivo de aumentar seu impacto, usando ferramentas desenvolvidas para auxiliar na autoavaliação, como a Abaca, da Village Capital. As duas principais empresas selecionadas por seus pares serão elegíveis para receber 50 mil dólares em fundos da MetLife Foundation, e a terceira, a quarta e a quinta melhores classificadas receberão 16 mil dólares, para apoiar suas operações neste período desafiador.

“A pandemia do coronavírus causou efeitos financeiros devastadores em populações de baixa renda na América Latina. Agora, mais do que nunca, a inovação aliada à tecnologia pode estar à frente para auxiliar as pequenas empresas a se manterem nos negócios, as famílias a gerenciarem sua renda, e a economia a superar o que está prestes a ser uma recuperação desafiadora”, comentou Daniel Cossío, gerente regional da Village Capital América Latina. “Estamos entusiasmados em apoiar essas 12 fintechs que têm soluções inovadoras para alguns dos desafios mais importantes da região em cinco países diferentes”.

O Finance Forward América Latina 2020 faz parte de uma coalizão global liderada há alguns anos pelos sócios fundadores MetLife Foundation e PayPal, com o apoio regional da Moody’s, para apoiar empreendedores na criação de soluções de tecnologia para desafios relacionados à saúde financeira.

Mais de 140 empresários de 11 países da América Latina se inscreveram para fazer parte da aceleradora. A etapa final é composta pelas 12 principais empresas de cinco países diferentes (Colômbia, México, Chile, Brasil e Argentina). Mais de 80% das empresas selecionadas possuem uma ou mais fundadoras mulheres, e mais de 40% estão trabalhando fora dos principais centros de tecnologia da informação em quatro setores financeiros diferentes: gerenciamento financeiro, finanças alternativas, comércio eletrônico e pagamentos.

Conheça as 12 startups selecionadas para o programa na América Latina:

• Akredito (Brasil) paga, consolida e refinancia todas as dívidas de um inadimplente cujo registro em agências de crédito o impede de conseguir emprego, solicitando outro crédito e muito mais.

• Aplazo (México) permite que os consumidores do México parcelem as compras de comércio eletrônico em prestações iguais quinzenais, sem precisar de um cartão de crédito, evitando o endividamento.

• CIGE Mexico (México) oferece uma solução de Inteligência Artificial que garante que os empresários tenham consultoria para gerenciar seus negócios, pois 80% das pequenas empresas da América Latina entram em falência nos primeiros dois anos de operações.

• Creci (Colômbia) é uma plataforma de investimento e empréstimo de impacto social.

 Imix (Colômbia) permite que pequenas empresas locais se tornem correspondentes bancários, transformando seus proprietários em prestadores de serviços bancários e permitindo que as instituições financeiras tenham um alcance mais amplo por um menor custo.

• ZIZU (Argentina) é um serviço de remessa de cartão para famílias argentinas que as permite controlar as remessas emitidas em outros países, e proporcionar às famílias a segurança de uma renda, usando o menor número possível de transações em dinheiro.

• Factcil (Colômbia) procura fornecer liquidez com serviços de factoring (fomento mercantil) a todos os trabalhadores independentes ou freelancers. Por conta da instabilidade no emprego dessas pessoas, muitas vezes é difícil encontrar entidades que forneçam os recursos necessários para que sejam financeiramente saudáveis.

• Finerio (México) ajuda fintechs, bancos e instituições financeiras a atualizar seus serviços e processar dados em informações relevantes para acelerar o bem-estar financeiro de seus clientes.

• Fundefir (Colômbia) dá a oportunidade para pessoas que não possuem contas em banco acessarem créditos, seguros e outros serviços financeiros em segmentos ligados a instrumentos como os ROSCAs (Associações Rotativas de Poupança e Crédito), proporcionando um benefício em sua digitalização.

• Nilus (Argentina) resgata alimentos saudáveis que seriam jogados no lixo e os entregam a vizinhos de baixa renda, a preços mais acessíveis.

• Quipu Market (Colômbia) é um marketplace para microempresas informais comprarem e venderem localmente sem dinheiro, usando um sistema de token comunitário.

• U-Zave (Chile) ajuda a América Latina a economizar para o futuro (como 56% das pessoas não o fazem), por meio de uma plataforma em que uma porcentagem de cada compra feita é coletada em um fundo mútuo.

Concentrix tem 150 vagas abertas

A Concentrix, multinacional de soluções de customer experience, está com 150 vagas abertas na capital paulista para contratação neste mês de julho. As oportunidades são para posições de agente de atendimento via chat e os requisitos variam de acordo com cada vaga. A empresa também pretende abrir mais 300 vagas no mês de agosto.

Diante do cenário atual, todo o processo de recrutamento está acontecendo de forma remota, desde a candidatura até as entrevistas, incluindo testes em tempo real, como o de digitação, por exemplo. De março a junho deste ano, a companhia já contratou mais de 1.500 novos profissionais, e também conseguiu manter todos os colaboradores que já tinha trabalhando normalmente nas operações, mas em home office.

“Faz parte da nossa cultura ser ‘fanático por nossos colaboradores’, e isso também inclui os candidatos. Por isso, adaptamos nosso processo com foco em engajar os candidatos e garantir uma boa experiência desde o primeiro contato”, explica Claudia Gimenez, vice-presidente e gerente geral da Concentrix Brasil.

Caso efetivado, o profissional também realiza todo o processo de envio de documentação, RH e treinamento de modo virtual. O novo colaborador deve ir ao escritório apenas para assinar o contrato e verificar as questões de ferramentas para trabalho.

“Temos percebido que este processo de recrutamento virtual também auxilia as pessoas, já que economiza tempo de deslocamento e gastos com transporte, sempre garantindo qualidade de vida”, comenta Kira Kimura, gerente de Aquisição de Talentos da Concentrix Brasil.

Outro ponto positivo é a oportunidade para pessoas que ainda não tiveram experiências profissionais e buscam desenvolvimento de carreira. Os candidatos contratados ainda contarão com assistência médica, seguro de vida, assistência odontológica, vale refeição/alimentação, vale transporte, parceria com universidades e escolas de idiomas, entre outros benefícios.

Kira também dá algumas dicas para candidatos que desejam aumentar as chances de conseguir uma nova oportunidade no mercado:

1. Continua sendo importante fazer uma leitura do cenário: que empresa é essa? O que tem de informação no mercado? A forma como a empresa se posiciona tem sinergia com o que acredito? Quanto maior for o seu conhecimento sobre a empresa, maior a probabilidade de sucesso.

2. Se prepare com antecedência: você não tem mais o tempo de deslocamento, mas precisa de tempo para checar se sua conexão de internet está boa, se o aplicativo utilizado na entrevista abrirá no seu computador etc.

3. Treine a entrevista: que perguntas podem ser feitas por um recrutador? Que tal você gravar as respostas com seu próprio celular? Assim terá a chance de “se ver” no processo e identificar possíveis erros em sua comunicação – Seja o seu primeiro validador!

4. Faça perguntas caso tenha dúvidas: é melhor entender tudo a respeito da nova atividade, isso ajuda a decidir se é esse o melhor lugar para o seu próximo passo de carreira.

Os interessados em participar da seleção devem acessar o site da Concentrix https://bit.ly/2CVr8JR ou pesquisar pela empresa em sites de emprego.

Solfácil recebe aporte de R$21 milhões liderado pelo Valor Capital Group

Reduzir a conta de luz de uma vez por todas, sem desembolso nenhum e de maneira sustentável. Foi essa proposta que levou o Valor Capital Group a investir na Solfácil, primeira fintech solar do Brasil. O investimento de R$21 milhões Series A foi também acompanhado pelos investidores anjos que apoiam a empresa desde o início. O fundo de venture capital, que já investiu em unicórnios como Stone, Gympass e Loft, agora direciona seus recursos para apoiar a Solfácil na democratização do acesso à energia solar fotovoltaica.

A fintech oferece os prazos de financiamento mais longos do mercado, de até 120 meses, e taxas de juros competitivas. De acordo com dados da Aneel e preços médios do mercado, somente em 2019 o setor de geração distribuída movimentou mais de R﹩6 bilhões em aquisições de sistemas solares. Isso representa um crescimento de 236% no número de instalações em comparação com 2018. No primeiro semestre de 2020 o crescimento foi de 90%, apesar do efeito Covid.

Em geral, um sistema de energia solar dá um retorno sobre o capital investido superior a 10 vezes mais o rendimento atual da poupança. Além disso, segundo o Ibope, no Brasil, mais de 90% das pessoas querem produzir sua própria energia por meio de sistemas solares. No entanto, de acordo com pesquisa da Anbima, somente 8% poupam dinheiro, o que limita em muito a capacidade para investir neste tipo de sistema. Por isso, a Solfácil criou uma linha de financiamento específica para solucionar esse problema. Por meio desta solução, o cliente adquire o sistema sem necessidade de investimento inicial. A economia é imediata, pois o cliente substitui grande parte da conta mensal de energia elétrica por uma prestação ainda menor, ou seja, o cliente já tem um ganho imediato e um ganho ainda maior quando o financiamento se encerrar.

“A aquisição do sistema solar permite que o cliente passe a produzir imediatamente toda a energia que precisa. Além de gerar economia, a escolha também beneficia o meio ambiente”, afirma o CEO da Solfácil, Fabio Carrara. “Entre os nossos diferenciais, estão a capacidade de oferecer um financiamento 100% digital, de avaliar e trabalhar com os melhores integradores, validar o projeto, verificar a instalação, além de termos a capacidade de monitorar a performance do sistema por meio de um IoT proprietário”, complementa.

Para ajudar no fomento deste mercado, a Solfácil irá investir os recursos captados nesta rodada em tecnologia, expansão comercial e novos produtos financeiros. O objetivo é acelerar o crescimento da fintech em um dos setores mais promissores do Brasil. Somente 0,3% das unidades consumidoras no País possuem esse tipo de tecnologia. Na Austrália a adoção residencial é superior a 20%, nos EUA, é de 3%, segundo dados da PV Magazine.

No início de 2020, a fintech realizou sua primeira emissão pública de debêntures no valor de R$120 milhões. Além disso, ela pretende financiar mais de R$300 milhões nos próximos 12 meses, em títulos verdes. Alguns dos principais fundos de crédito do Brasil, com ativos sob gestão superior a R$20 bilhões, têm comprado as debêntures da Solfácil. A carteira de crédito da fintech não sofreu com perdas e possui índices de atraso bastante baixos para o padrão da indústria.

“Estamos animados em apoiar a Solfácil e o seu crescimento sustentável no Brasil, um dos mercados mais atrativos do mundo para energia solar e fintechs. Dada a experiência do time no setor e a resiliência do seu modelo de negócios, é uma oportunidade para reduzir o custo de energia para consumidores e empresas. No Brasil, onde o sol brilha durante o ano todo, a Solfácil tem um mercado fértil para construir um negócio amplamente transformador.”, afirma Scott Sobel, sócio-fundador da Valor Capital Group.

ELSYS lança segunda geração de câmeras inteligentes e linha profissional CFTV

Pensando no conceito de segurança que todos querem para as famílias e patrimônios, a ELSYS, empresa brasileira de tecnologia, lança novas soluções para o mercado corporativo e para o consumidor final. São as linhas de câmeras profissionais e a segunda geração das câmeras inteligentes, que contam com inovação de funções e aplicações, ampliando a atuação da marca no segmento de segurança.

Os lançamentos chegam em um momento oportuno, já que o setor projeta um crescimento a partir do terceiro trimestre. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), são gerados mais de 250 mil empregos diretos e mais de 2 milhões de postos indiretos de trabalho. O surgimento desses novos campos de trabalho acontece por causa da ascensão do mercado de segurança eletrônica, que faturou mais de R$ 7 bilhões no ano passado e, mesmo com a pandemia, prevê uma expansão de 12% em 2020.

Câmeras inteligentes

Os produtos, que já fazem parte da linha de segurança da ELSYS, ganham uma importante atualização, que torna mais precisos os alertas de movimento.

A segunda geração que traz câmeras Wi-Fi inteligentes tem como novidade a detecção de pessoas, alarme com frases, sons e iluminação; a função evita que haja falsos alertas. Os modelos são voltados para ambientes internos e ganharam agilidade na câmera robô, imagem com resolução Full HD e auto tracking.

Já a câmera para áreas externas inclui alto-falante, LEDs de iluminação para alertas visuais, além de ser resistente à chuva.

 

Em todos os modelos, a visualização das imagens das câmeras é através do smartphone ou tablet, por meio do aplicativo ELSYS Home.

Câmeras profissionais

Neste ano a ELSYS entrou no mercado de câmeras e gravadores de circuito fechado de televisão (CFTV), como de costume, a empresa trouxe inovação ao setor com a tecnologia chamada ANPOE que unifica a alimentação e sinal de vídeo em um único cabo de rede em sistemas analógicos, dispensando qualquer acessório, o que torna a instalação muito mais rápida, fácil e limpa. A linha inicial consta com 4 modelos de câmeras 4×1 Full HD, à prova d’água e dois gravadores 5×1 de 4 e 8 canais Full HD 1080p.

“Consolidada no mercado com produtos de segurança para residências, a ELSYS mergulha no segmento profissional do setor, mais uma vez inovando com dispositivos completos para o monitoramento de empresas, condomínios e comércios. Com isso, acreditamos que a previsão de vendas desta linha de negócios tenha um crescimento exponencial”, projeta Claudio Blatt, diretor comercial da ELSYS.

Todos os produtos da Linha de Segurança ELSYS estão disponíveis pelo e-commerce e são entregues em todo o País. Para conhecer mais sobre as câmeras, acesse http://www.elsys.com.br/seguranca/camera.

AMAZÔNIA: Bradesco, Itaú e Santander lançam plano conjunto para desenvolvimento sustentável da Amazônia

Os três maiores bancos privados do País, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, divulgam hoje um plano integrado com o objetivo de contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O material inclui 10 medidas, construídas a partir de três frentes de atuação identificadas como prioritárias para a região: conservação ambiental e desenvolvimento da bioeconomia; investimento em infraestrutura sustentável; e garantia dos direitos básicos da população da região amazônica.

O plano foi apresentado nesta quarta-feira (22) ao governo federal e, a partir de agora, os três bancos trabalharão em conjunto no detalhamento das iniciativas e no estabelecimento de metas. Entre as ações que farão parte desse plano, estão:

• Estimulo às cadeias sustentáveis na região (ex: cacau, açaí e castanha) por meio de linhas de financiamento diferenciadas e/ou ferramentas financeiras e não financeiras

• Viabilização de investimentos em infraestrutura básica para o desenvolvimento social (ex: energia, internet, moradia e saneamento) e ambiental (ex: transporte hidroviário)

• Fomento de um mercado de ativos e instrumentos financeiros de lastro verde

• Atração de investimentos e promoção de parceiras para o desenvolvimento de tecnologias que impulsionem a bioeconomia

• Apoio para atores e lideranças locais que trabalhem em projetos de desenvolvimento socioeconômico na região

Para que as ações sejam efetivas, é fundamenta que ocorra uma intensificação das medidas de proteção da floresta Amazônica. Por isso, a atuação dos bancos será coordenada com o governo, e as ações serão implementadas em alinhamento com as iniciativas públicas, potencializando, assim, o impacto das ações para o desenvolvimento social e econômico da região.

“Este projeto une Bradesco, Itaú e Santander pelo propósito de contribuir para um mundo melhor. A ideia é que todos precisam assumir sua parcela de compromisso com as futuras gerações. Por isso, lançamos uma agenda objetiva que pretende defender e valorizar a Amazônia, suas riquezas naturais, florestas, rios e cultura diversificada. Queremos dar passos concretos para tornar discurso em realidade. A Amazônia não é um problema. O ato de proteger a Amazônia guarda boa parte das respostas corretas para um mundo que tem dúvidas e incertezas”, afirma o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior.

“Temos presente a nossa reponsabilidade como agentes importantes do sistema financeiro e compartilhamos as mesmas preocupações a respeito do desenvolvimento socioeconômico da Amazônia e da conservação ambiental. Acreditamos que os três bancos têm forças complementares e, atuando de forma integrada, vemos grande potencial de geração de impacto positivo na região”, afirma Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco.

“A dimensão do desafio impõe uma atuação firme e veloz a todos os atores que puderem participar da construção de um modelo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia, que inclua as necessidades da população e de preservação dos nossos recursos naturais. Com a união de esforços da nossa indústria, conseguiremos fazer ainda mais por essa região, que tem um valor inestimável não só para o País, mas para todo o planeta”, diz Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil.

Os bancos estabelecerão, agora, um conselho de especialistas com diferentes experiências e conhecimentos sobre as questões sociais e ambientais envolvendo a Amazônia. Esse grupo será responsável por auxiliar nos desdobramentos dos planos, cujas ações estão previstas para começar ainda este ano, e na criação de métricas e objetivos alinhados aos desafios locais.

Tecnologia em tempos de quarentena: como aproximar as relações com seus colaboradores

Antes de entrarmos em um cenário atípico como o isolamento e distanciamento social, há quem dizia que a tecnologia afastava os ciclos sociais e o convívio entre as pessoas. Porém, mediante a um cenário totalmente diferente do que todos estavam habituados, ela foi a responsável em aproximar e auxiliar a população, principalmente às empresas, que precisaram se reinventar e se adaptar dia após dia.

Para Mônica Schimenes, CEO da MCM Brand Group, a tecnologia mudou a forma como as pessoas se relacionam e, consequentemente, como pensam a respeito do tema. “Para muitas empresas o trabalho remoto era algo ainda distante e acabou se transformando cotidiano para diversas delas. Mas, para que tudo isso fosse possível, todos passaram por um turbilhão de emoções, levando em consideração que a realidade dentro da casa de cada pessoa é única”, comenta a empresária.

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Cushman & Wakefield, 73,8% das empresas multinacionais que atuam no Brasil pretendem adotar o home office como prática definitiva no país. Este dado afirma o quanto a tecnologia e a nova maneira de se relacionar com os colaboradores, com um olhar mais humano e acolhedor, pode ser benéfica e positiva para os negócios. Essa mesma pesquisa afirma que para 25,4% dos executivos, a experiência do teletrabalho foi positiva, enquanto outros 59% perceberam mais pontos positivos do que negativos. “Todas essas mudanças que vêm ocorrendo em 2020 trazem valor tanto para as empresas, quanto para a vida das pessoas, impactando diretamente no desenvolvimento pessoal e profissional de todos. Com isso, vemos – inclusive – que nunca foi tão importante se atualizar, aprender e ensinar. Esse processo todo de transformação tem o seu lado doloroso e sabemos disso, mas sem esforço não há conquistas”, destaca Schimenes.

Entretanto, com tamanha liberdade que a tecnologia traz, as companhias precisam ser cautelosas e assumir um papel de persona, tanto nas suas interações, como em suas linguagens e horários. Essa adequação será essencial a todas as marcas que querem permanecer no mercado, principalmente com a nova proposta de reformulação do B2B e B2C para H2H – conhecido como humanos para humanos -, onde a tecnologia entra como uma ferramenta essencial aos envolvidos.

“Na MCM Brand Group, todos os projetos possuem um propósito e, para que ele se concretize, as expectativas sempre são alinhadas com os clientes. Somos, inclusive, bastante procurados para realizar ações que visem o desenvolvimento de colaboradores de grandes marcas. Atualmente temos uma solução que atende exatamente este tema que se chama ‘Apaixonados pela marca’ e é um programa de destaque para colaboradores que amam onde trabalham e um reconhecimento por parte da empresa”, acrescenta a CEO.

Vivemos, atualmente, na era do antropoceno – onde o ser humano é o foco do negócio – e a tecnologia vai continuar avançando ao passo que as pessoas consigam desenvolver seus comportamentos e atitudes. Para isso, é importante quantificar e analisar toda a efetividade de competências humanas, mais conhecidas como soft skills. Desta maneira, será possível medir a produtividade de cada nova ação implementada e como cada colaborador tem se sentido durante o processo, fazendo com que as empresas possam escolher os melhores modelos de negócios para se adaptar e manter o sucesso.

Mas como implementar esses novos modelos dentro das empresas?

Como citado anteriormente, com a grande expertise da empresa em desenvolver ações com colaboradores, Mônica Schimenes listou algumas dicas de como manter essa nova relação dentro das empresas. Confira abaixo:

Mudanças: Esteja sempre aberto para elas, pois surgem quando a gente menos espera.

Prepare novos líderes: Liderança é uma construção baseada em confiança e potencial.

H2H (human to human): Teste pensar em projetos e processos centrados no ser humano.

Empatia: Item essencial no dia a dia. Seja empático em todas as relações.

Pandemia fortalece estruturas familiares e dá mais poder às mulheres, aponta Observatório FEBRABAN

Depois de quatro meses de isolamento social, as famílias brasileiras passaram pelo teste de fogo do confinamento e sairão fortalecidas desse período. Ao mesmo tempo, as mulheres assumiram maior responsabilidade, não apenas no sustento da casa, mas também na gestão do orçamento doméstico. A crise sanitária, que pegou o mundo desprevenido e mudou subitamente as rotinas das pessoas, trará consequências importantes para as estruturas familiares, que tendem a se unirem mais e se preocuparem mais com a saúde.

É o que revela o segundo levantamento Observatório FEBRABAN, pesquisa FEBRABAN-IPESPE, feito entre os dias 7 e 15 de julho, com 1,5 mil chefes de família, homens e mulheres responsáveis pelo sustento da casa (isoladamente ou de forma compartilhada), de todas as regiões do país.

“Seguindo seu propósito de ser um levantamento aprofundado, que mapeia a visão da população sobre os temas que impactam o Brasil, a nova pesquisa Observatório FEBRABAN revela algo interessante: apesar do aumento da carga de trabalho doméstico e do convívio intenso em meio à pandemia, não foi relatada intensificação de conflitos familiares”, diz Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

“Embora estejam pagando um preço alto na pandemia, afetadas pelo desemprego e sobrecarregadas com tarefas domésticas, as mulheres sairão dessa fase histórica mais empoderadas. Essa segunda rodada do Observatório Febraban mostra que o isolamento social, ao forçar a reconfiguração da agenda nos lares, aumentou o seu papel na gestão do orçamento e no planejamento do futuro das famílias “, diz o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe.

O Observatório FEBRABAN, pesquisa FEBRABAN-IPESPE, é parte de uma série de medidas da FEBRABAN para ampliar a aproximação dos bancos com a população e a economia real, de forma cada vez mais transparente. Sua divulgação será mensal. A primeira edição do novo Observatório, lançada em junho, identificou as expectativas da população que possui contas em bancos para a retomada das atividades econômicas no período pós-pandemia.

Abaixo os principais resultados do segundo levantamento:

Papel das Mulheres nas famílias

Na administração do orçamento doméstico, as mulheres dominam: 56% das entrevistadas declararam assumir essa função, contra 44% dos homens. Chama atenção a equivalência entre homens (47%) e mulheres (45%) em relação ao gerenciamento da poupança e investimentos da família. Além do papel de gestoras do orçamento e da poupança familiares, as mulheres absorveram, na sua maior parte, o aumento da carga de trabalho doméstico em meio à pandemia.

Famílias fortalecidas

Considerando que 88% dos entrevistados afirmam ter cumprido o isolamento social durante algum tempo, o levantamento mostra que em 71% dos lares brasileiros não houve aumento de brigas, discussões e conflitos familiares. Em 8% deles as brigas até diminuíram e em apenas 13% aumentaram.

Houve aumento ou manutenção da satisfação com a moradia após a experiência de passar mais tempo em casa. Mesmo em confinamento, quase 90% dos entrevistados aumentaram (31%) ou mantiveram (56%) a satisfação com seus lares no mesmo patamar de antes da Covid-19.

Crianças e adolescentes mais preparados

O Observatório Febraban revela ainda que as crianças e adolescentes são os que melhor estão conseguindo lidar com a pandemia – adultos (26%) e idosos (24%) estão tendo maior dificuldade de enfrentar os efeitos cotidianos da pandemia, enquanto 16% dizem ser as crianças e 11% os adolescentes. Para 13%, todos os membros da família estão conseguindo atravessar a pandemia sem maiores dificuldades de ordem emocional.

Mais atenção à saúde e à solidariedade pós pandemia

O estudo revela ainda que a expectativa dos chefes de família sobre a vida após a pandemia está profundamente marcada pela ideia de mudança. Mais da metade preveem que os hábitos de suas famílias não serão os mesmos quanto à: forma de estudar (60%); de trabalhar (57%); e ao modo de fazer compras (55%).

No mundo pós-pandemia, a grande maioria dos entrevistados acredita que suas famílias irão dedicar maior atenção à saúde (67%) enquanto 29% dizem que esse cuidado continuará do mesmo jeito de antes. Investir mais tempo em ações de solidariedade com os mais carentes (48%) é outra tendência de comportamento e para 45% ficará igual. A prática de exercícios físicos também ganhará força entre os hábitos (42%), permanecendo o mesmo para 46%.

Alerta para novas formas de trabalho

Sobre o trabalho, empresários e autônomos têm elevada expectativa de digitalização no trabalho e estudo (ambos 59%), ao passo que apenas 35% dos desempregados esperam isso. Esse último dado sugere um alerta: os desempregados estarão menos preparados para os desafios e mudanças do mercado de trabalho no mundo pós-pandemia.

Como reconhecem que a digitalização dos serviços educacionais é um fato inescapável, 35% expressam a pretensão de fazer (ou outras pessoas da família) cursos online. Os mais jovens (46%), os de instrução Superior (40%) e os homens (39%) se mostram os mais predispostos a investir na qualificação por via digital.

Estudo on line agrada, mas preocupa

O nível de satisfação dos entrevistados que fazem aulas online ou estão acompanhando familiares nessa jornada encontra-se dividido: 47% estão satisfeitos contra 46% de insatisfeitos. Mas, a despeito da razoável satisfação com as aulas online, como é uma atividade nova para as escolas e para as famílias, um expressivo percentual de 83% teme prejuízos de aprendizagem para os estudantes.

A vida vai melhorar

A pesquisa anterior do Observatório FEBRABAN já havia registrado com surpresa a expectativa elevada (45%) dos entrevistados de dedicarem mais tempo aos filhos e à família após a fase de isolamento. A nova pesquisa comprova que a maioria das famílias tem esperança na recuperação: 60% dos entrevistados acreditam que a vida das suas famílias vai melhorar (25%) ou pelo menos voltar à situação pré-pandemia (36%). Um terço espera dias mais difíceis (para 32% a vida vai piorar).

Como atestado no levantamento de junho, em relação ao futuro, a expectativa predominante é a de manutenção dos gastos no patamar anterior à pandemia (53%) ou até de aumento dos mesmos (27%). Apenas 17% preveem cortes no orçamento familiar. Os mais jovens (18 a 24 anos) manifestam a mais elevada expectativa de aumento de despesas (47%).

Segundo os dados levantados, a alimentação será priorizada nas despesas das famílias (37%), seguida das contas de serviços básicos, como energia, água e gás (15%).

A íntegra do segundo levantamento Observatório FEBRABAN pode ser acessada neste link

Conheça startups de saúde que lançaram tecnologias para prevenção da Covid-19

A Vertical Saúde da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) reúne diversas soluções que auxiliam o trabalho do governo e dos profissionais de saúde.

A corrida para encontrar uma vacina contra a Covid-19 ainda não gerou resultados concretos, porém, enquanto isso, recursos tecnológicos estão sendo grandes aliados da sociedade e dos governos no combate e prevenção ao vírus. A pandemia impulsionou a transformação digital e levou até mesmo o segmento de saúde a se reinventar, desenvolvendo novas plataformas e produtos junto à empresas inovadoras.

De frente à um cenário que demanda cada vez mais soluções inovadoras para conter a pandemia, em Santa Catarina, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) vem reunindo diversas empresas da área de tecnologia para saúde para atuação conjunta contra a doença. “Essa crise, como nunca antes vista, demonstrou a importância de um ecossistema bem organizado e de uma sociedade que trabalhe em conjunto com as autoridades políticas em busca de soluções”, explica Walmoli Gerber Junior, diretor da vertical de saúde da Associação Catarinense de Tecnologia.

Confira oito tecnologias que estão acelerando o combate ao coronavírus:

Innovasens

A empresa dedicada a sensores óticos lançou um projeto para medida de temperatura corporal automatizada e com reconhecimento facial. Trabalhado com câmeras de análises térmicas, que medem a temperatura das pessoas que circulam no seu campo de visão, a solução permite que estabelecimentos com grandes fluxos de pessoas, como colégios, aeroportos e indústrias, possam medir a febre dos transeuntes à distância e de forma automatizada. Com o uso da biometria facial, é também possível identificar o indivíduo com alteração, recebendo um alerta imediato sobre o caso.

CogniSigns

Com o objetivo de identificar indícios de estresse, ansiedade e depressão em colaboradores — doenças que tendem a crescer pelo momento de pandemia —, a CogniSigns, desenvolvedora de um software capaz de diagnosticar o autismo em crianças e adultos, criou a V.E.R.A. (Virtual Empathic Robot Assistant) Saúde Mental. A ferramenta é, além de um suporte ao RH, uma plataforma digital preditiva que identifica e apoia indivíduos fragilizados, auxiliando em ações individuais de busca por atendimento especializado e permitindo a criação de estratégias corporativas educativas que previnem o desenvolvimento de comportamentos prejudiciais em equipes.

Anestech

Um dos profissionais de saúde com maior risco de contaminação pela Covid-19 é o anestesiologista, que lida com a via aérea e é chamado para intubar os pacientes em estados avançados. Para evitar que, assim como em outros países, esses profissionais se tornem o maior número de infectados dentro da área de saúde, a Anestech lançou novas configurações para a solução AxReg, aplicativo desenvolvido para dar apoio ao trabalho de anestesiologistas, que passa a divulgar orientações específicas para que os procedimentos sejam realizados com mais segurança. Além disso, a empresa lançou uma releitura de um modelo de respirador comum entre os anos 50 e 80 no Brasil. O ventilador não substitui dispositivos mais robustos para pacientes em estado grave, mas permite que um primeiro atendimento de ventilação mecânica seja feito fora da UTI.

Rentsy

O aluguel de equipamentos mostra-se ainda mais relevante neste momento para clínicas e hospitais, já que a demanda por aparelhos como ventiladores e monitores multiparamétricos é temporária. A Rentsy, plataforma de aluguel de equipamentos hospitalares, fechou recentemente uma parceria para ofertar aos profissionais de saúde a locação de equipamentos de proteção individual (EPI) — as máscaras com respiradores, que regulam o fluxo de ar com o próprio padrão de respiração do usuário. O equipamento, que é novo no Brasil, torna a rotina dos médicos e enfermeiros mais confortável e prática, já que, por conta da pandemia, precisam usar máscaras ao longo de todo o expediente. O foco da empresa no momento é trazer outros aparelhos que possam fazer a diferença durante este período crítico, proporcionando mais segurança no tratamento de pacientes. Além de ir atrás das tecnologias, o marketplace permite que instituições e profissionais de saúde que têm dispositivos seminovos parados também os anunciem gratuitamente para locação na plataforma.

Ciclix

Em hospitais, é essencial que pacientes com doenças infectocontagiosas fiquem isolados para evitar a transmissão da doença. E, em uma pandemia, os riscos envolvidos no não cumprimento dessa medida são ainda maiores. Caso o paciente infectado entre em contato com pessoas externas, a identificação dessas deve ser feita o mais rápido possível. Pensando em facilitar esse trabalho e reduzir os custos no ambiente hospitalar, a Cliclix desenvolveu uma ferramenta de rastreamento para ser usada em hospitais. Por meio de uma pulseira, a localização interna de todos os pacientes que entram no local é registrada. Assim, os ambientes pelos quais ele passou e os equipamentos e as pessoas com que ele teve contato são rastreados e ficam à disposição dos profissionais de saúde. O sistema também permite que funcionários tenham acesso simultâneo à localização de equipamentos, otimizando o tempo para tratamento dos pacientes.

SaveLivez

Pensando na volta das pessoas ao trabalho pós-quarentena, a SaveLivez lançou a ferramenta Livia.bot, um robô inteligente que usa dados para gerenciar o risco de contaminações dentro das empresas. Por meio de um aplicativo web, os colaboradores podem visualizar orientações dos empregadores, tirar dúvidas de forma automática 24h por dia e ter acesso aos serviços de saúde oferecidos pela empresa. A solução também permite que os negócios exijam um check-in para qualquer entrada no local por meio de de uma triagem automática que verifica o risco de contaminação da pessoa e autoriza ou não sua entrada. Além disso, caso alguém seja contaminado, é possível saber com quem o colaborador teve contato nos últimos dias e assim fazer exames de forma direcionada — evitando uma contaminação em massa.

Aquarela Advanced Analytics
Com o surgimento do novo coronavírus, ficou evidente a necessidade de antecipar demandas, crescimento de casos e mudanças de indicadores, impulsionando a importância de se encontrar padrões e achar saídas ainda não vistas. Sendo assim, a Aquarela Advanced Analytics oferece uma ferramenta de inteligência artificial para encontrar relações de causa e efeito sistêmicos a partir da análise da progressão dos pacientes, em conjunto com o histórico, tratamento e quadro clínico dos mesmos. A empresa está à frente de um projeto de análise de dados em um dos maiores hospitais do país, que prevê o movimento de pacientes e a necessidade e complexidade de leitos.

EpHealth

Logo no início da pandemia, a healthtech lançou uma tecnologia de alerta aos profissionais de saúde. Em um primeiro momento, o aplicativo dos agentes tornou possível reportar informações sobre casos confirmados, suspeitos e descartados de Covid-19 aos enfermeiros e médicos. Aproximadamente 25 mil notificações foram emitidas na primeira fase do alerta. Hoje, o sistema já possui uma ficha mais completa, com a opção de registrar assintomáticos respiratórios e inserir todos os sintomas do paciente. Mais de 250 mil notificações foram emitidas por essa nova ficha. Além disso, 51 prefeituras clientes da EpHealth, distribuídas por 10 estados, passaram a ter seus relatórios digitalizados, podendo visualizar tudo por meio de  um dashboard que contém informações como sexo, idade e condição de saúde pré-existente dos pacientes assintomáticos respiratórios.

Concurso gratuito vai ajudar startups e grandes corporações se conectarem

Em meio à pandemia do coronavírus, conquistar um grande cliente é o sonho da maioria dos empreendedores, especialmente, dos pequenos negócios inovadores e estreantes no mercado.

Para ajudar as startups brasileiras a conquistar networking comercial com grandes compradores e vencer também sua primeira grande crise, a Câmara Americana de Comércio abriu inscrições para o Amcham Arena, competição nacional que conecta multinacionais a soluções e inspirações que revolucionem seus negócios, mantendo assim o espírito de inovação vivo no mercado brasileiro. A inscrição no Arena é gratuita e abrange startups de todo o território brasileiro. O formulário para participar está disponível no site www.amcham.com.br/arena até o dia 02/08.

“Ter visibilidade com grandes empresas já era o maior desafio de 65% das startups brasileiras no final do ano passado. O isolamento comercial potencializou ainda mais essa dificuldade de interação de ecossistemas, especialmente, para as startups que estão enfrentando sua primeira grande crise.

Enquanto isso, do outro lado da pandemia econômica, temos grandes corporações perdidas em busca de inovações e ferramentas tecnológicas das mais variadas funcionalidades. O Arena conecta esses dois mundos – gerando uma interação direta entre grandes executivos e lideranças de startups de todos os segmentos e cantos do país”, explica a CEO da Amcham Brasil, Deborah Vieitas, entidade que reúne mais 5 mil empresas associadas em todo o País e 800 startups já mapeadas no projeto.

QUEM PODE?

O Amcham Arena é um concurso gratuito e aberto a participação de startups em estágio operacional, ou seja, com produtos e serviços já em circulação. Empreendedores de todo o País podem participar, além das cidades em que estamos presentes fisicamente (Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Goiânia, Salvador, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, São Paulo e Uberlândia).

VOTO POPULAR

Uma das novidades neste ano é a abertura de votação das melhores startups para associados da Amcham. Com mais de 5 mil empresas associadas e 90 mil executivos em sua base, as avaliações são mais uma oportunidade para aproximar negócios mais consolidados das startups. A nota dos executivos ajudará a eleger quem são os empreendedores que vão prosseguir na competição.

POR QUE PARTICIPAR?

Sair do isolamento comercial provocado pela pandemia e se conectar com uma rede de empreendedores de todo o País, além de grandes executivos e nomes importantes do setor privado.

Para sobreviver no mercado, relacionamento é fundamental. O Arena traz o seu negócio para o holofote em frente a altos executivos das maiores empresas do País, que podem ajudar a potencializar a sua solução de produto e serviço. A banca de avaliadores trará insights importantes e pode alavancar o seu negócio.

Sua startup estará visível para os mais de 90 mil executivos associados à Amcham. Uma parte da avaliação do Arena envolverá a votação pelo júri popular – ou seja, são diversos empresários olhando a sua solução para dar nota.

Acesso a premiações nacionais e regionais que irão alavancar sua startup (conheça aqui o regulamento e premiações).

ETAPAS

As startups serão avaliadas através da plataforma por nossa base de associados (mais de 90 mil empresários) e banca de especialistas, composta por jurados de grandes empresas. A nota dos jurados (75%) será somada a do público (25%). As startups com melhor avaliação participarão de um evento para networking e apresentação de seus negócios para convidados especiais.

Em setembro, acontecem as finais locais por SEGMENTO de atuação. Serão realizadas oito finais temáticas por segmento: Finanças; Cadeia do Varejo; Cadeia da Indústria; saúde e bem estar; Agrobusiness, meio ambiente e sustentabilidade; construbusiness, mobilidade e smart cities; serviços; e GovTech.

Em paralelo, acontecem as finais locais por REGIONAL, ou seja, as cinco melhores startups de cada cidade de atuação da Amcham, escolhidas pelo voto popular.

Escolhidos esses vencedores, as campeãs por regional e por segmento de atuação irão para a semifinal nacional. As seis melhores notas classificarão as startups para a final nacional: um evento digital em que será escolhido o grande vencedor.