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Pier, insurtech líder na América Latina, recebe aporte de US$ 14,5 milhões e se prepara para expandir sua operação

Os três fundadores da startup Pier. Igor Mascarenhas (mais alto), Lucas Prado e Rafael Oliveira (cabelo raspado). Foto: Andre Porto.

A Pier, insurtech líder em oferta full-stack para o mercado de seguros, acaba de receber investimentos de Série A, no valor de US$ 14,5 milhões, liderados pela monashees – fundo de venture capital pioneiro na América Latina, líder na criação de unicórnios. Também participaram da rodada de investimentos outros investidores como Canary, Mercado Livre (por meio do MELI Fund) e BTG Pactual (por meio do boostLAB). O percentual de cada fundo não foi divulgado. A Pier é insurtech líder na América Latina, utiliza inteligência artificial para levar uma experiência única aos usuários e conquistou consumidores apaixonados ficando conhecida pela contratação mais fácil e os reembolsos mais rápidos do mercado. 

“Os novos investimentos nos permitirão multiplicar consideravelmente as nossas vendas de seguro para celular e consolidar o produto do setor automotivo. A Pier possui uma tecnologia imbatível nessa área, oferecemos o melhor fluxo de contratação de seguro auto do mundo. Não existe ninguém, nem as empresas que são referência mundial, que consiga aprovar uma apólice de seguro auto tão rápido quanto nós e de forma tão simples. Isso porque temos uma tecnologia extremamente robusta, com uma capacidade preditiva antifraude muito refinada”, enfatiza Igor Mascarenhas, CEO e cofundador da Pier.

Para a monashees, o que mais contou na escolha de investir na Pier foi o fato da insurtech ser bastante disruptiva e com grande potencial de impactar positivamente o setor. Além disso, o fit cultural e o fato de a empresa utilizar tecnologia inovadora em um mercado com tanto potencial de crescimento. “O espaço de seguros é muito grande e apresenta várias oportunidades para inovação através do uso de tecnologia, seja na experiência dos clientes, desenho de produtos, distribuição e uso de sensores. Assim como em outros segmentos financeiros, esse mercado vai acelerar bastante. A Pier tem um time excelente e está muito bem posicionada para liderar esse movimento, oferecer grande valor para os clientes e se tornar uma empresa gigante”, afirma Marcelo Lima da monashees.

O Mercado Livre se surpreendeu com a tecnologia e o conceito de comunidade, o que traz dois fatores essenciais de sucesso: a retenção de clientes e prevenção de fraudes. Isso é feito por uma avaliação constante do comportamento do usuário (subscrição de risco) levando em conta mais de seis mil variáveis, enquanto o comum é de, no máximo, 20 critérios. “Vimos na Pier uma equipe diferenciada e com forte capacidade de inovação, em uma área ainda cheia de oportunidades, e isto se encaixa perfeitamente no DNA do Mercado Livre e na tese de nosso MELI Fund”, explica Renato Pereira do Mercado Livre. 

No caso do fundo Canary, além da tecnologia como ferramenta para gerar uma experiência melhor aos usuários, chamou a atenção do grupo a experiência e o conhecimento da equipe. “A Pier mostra como o setor de seguros pode ser mais flexível, tecnológico e focado no cliente. Além disso, tem um time excelente, a começar pelos cofundadores Igor Mascarenhas, Lucas Prado e Rafael Oliveira”, diz Marcos Toledo, Managing Partner do Canary.

A trajetória da Pier

“Com os recursos obtidos na época do lançamento da startup em 2018, construímos um time de pessoas altamente competentes, integrando conhecimentos de tecnologia e seguros. Consolidamos nossa participação no mercado de celulares e criamos um seguro em três cliques com uma experiência sensacional, não só na hora da compra, mas principalmente quando as pessoas mais precisam da gente. Vale lembrar que nosso atual recorde de tempo de pagamento de reembolso é de 38 segundos. Pretendemos bater esse recorde em breve, com pagamentos instantâneos”, explica Igor Mascarenhas.  

No mercado de celulares a Pier cresceu a passos largos desde a fundação, consolidou uma comunidade de mais de 15 mil clientes aos quais já pagou 5,6 milhões em reembolso. A empresa mostrou que o modelo de assinatura mensal é factível e muito bem aceito. 

A Pier atende nacionalmente com seguros de celular por assinatura, com vendas diretas pelo site, e oferta coberturas exclusivas, como as de celulares comprados fora do país e furto simples (a maioria das seguradoras cobre apenas roubo e furto qualificado, mesmo que o furto simples corresponda a mais de 90% do total de furtos). 

Além de alavancar o sucesso em celulares, os investimentos iniciais também ajudaram a insurtech a criar um novo produto, a assinatura mensal de seguros para automóveis. “Em março de 2020 lançamos o seguro auto e a primeira etapa do investimento usamos para testar o mercado, ajustar e aprender mais sobre nosso cliente”, conta Carlos Colucci, head de seguros da Pier. 

“Com o novo aporte que recebemos agora vamos expandir o time. Estamos trazendo mais profissionais seniores para o board, com um nível altíssimo de conhecimento, e nossa meta é crescer em dois anos mais de 50 vezes nossa base de clientes”, declara o executivo. O seguro auto da Pier hoje é ofertado para os estados de São Paulo e Minas Gerais. “Até o primeiro semestre de 2021 estaremos operando em todas as praças do Brasil, com seguro por assinatura mensal para auto, atendendo com coberturas que a maioria das seguradoras não oferece, como o seguro de carros oriundos de leilão”, completa Colucci.

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Fusão no mercado digital de RH: Enlizt, plataforma de recrutamento e seleção, adquire SinSalarial e Sinergia

O Enlizt, provedor de tecnologia e plataforma de recrutamento e seleção, adquiriu as empresas SinSalarial – especializada em pesquisas de cargos e salários – e a Sinergia Gestão de Pessoas – que realiza gestão estratégica de RH – incorporando, assim, inteligência de dados e serviço ao seu portfólio. Fundado em 2018, em Florianópolis, o Enlizt tem 240 mil profissionais ativos no seu Aplicativo Mobile de empregos e 200 empresas utilizando em seu processo de seleção como um ATS (Application Tracking System). Em média, são realizadas 1 mil entrevistas remotas semanalmente, resultando em 30 contratações diárias. O valor da negociação não foi divulgado pelas partes envolvidas. 

“Com estas duas aquisições, o Enlizt dá mais um passo na resolução dos problemas enfrentados pelas empresas no que diz respeito à contratação de pessoal. Essas aquisições fortalecem ainda mais a plataforma como uma solução diferenciada e inovadora, ao adquirir expertise na área de RH e possibilitar às empresas acesso aos valores de mercado dos mais variados cargos e práticas de benefícios, atualizadas periodicamente”, explica Rodrigo Zerlotti, fundador, investidor e adviser do Enlizt.  

Recentemente, o portal de recrutamento e seleção também lançou sua oferta no mercado americano, com foco nas empresas em fase de crescimento, que muitas vezes não têm uma equipe dedicada ao processo de contratação. A proposta é simplificada e focada na agilidade que a plataforma traz, podendo ser contratada de forma autônoma e 100% online, já contando com tutoriais de implementação e melhores práticas. 

Sobre as aquisições

A SinSalarial é uma das principais fornecedoras de dados de cargos e salários do país, especializada em pesquisas em nível estadual e nacional. Ela se junta ao Enlizt com o objetivo de enriquecer os processos e decisões do RH para proporcionar uma performance estratégica com base em dados. “As pesquisas salariais são parte importante dos projetos de RH, pois são um diagnóstico atual da empresa e de como ela está em relação ao mercado. Essa análise é importantíssima nos processos de recrutamento e seleção em um momento em que  empresas competem por candidatos das mais diversas localidades, com diferentes faixas salariais, para cargos semelhantes”, diz Carolina Farah, fundadora e CEO da SinSalarial e Sinergia. 

A SinSalarial tem mais de 1.000 empresas cadastradas em sua base de dados e que participaram de pesquisas salariais. São mais de 900 cargos pesquisados e mais de 180 mil informações salariais compiladas durante os seus seis anos de atuação.

A Sinergia Gestão de Pessoas é especializada em serviços e consultoria na área de recrutamento e seleção e de remuneração estratégica, ajudando as empresas com soluções para otimização de processos no RH. Possui um time de excelência e poderá auxiliar clientes do Enlizt a terem um contato mais próximo e direto com especialistas. Fundada em 2008, ela já abriu mais de 5 mil processos seletivos e atendeu mais de 1 mil clientes. “Agora no Enlizt, passaremos a oferecer para os clientes o serviço de consultoria e operação do seu processo de recrutamento e seleção, além de outros serviços como marketing de vagas, aplicação de testes comportamentais e entrevistas com os candidatos, fazendo com que os clientes tenham flexibilidade e personalização nos seus processos seletivos, de acordo com suas demandas”, finaliza a CEO das duas empresas adquiridas. 

Com estas duas aquisições, complementa Zerlotti, o Enlizt conseguirá auxiliar as empresas a fechar o gap de procurar, identificar, qualificar e processar candidatos alinhados com suas vagas em todas as áreas: “Nossos clientes precisam tornar o processo de recrutamento e seleção rápido, eficaz e com melhor custo benefício. Apenas uma plataforma completa e focada neste processo consegue entregar isso”.

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Em que fase está a Indústria 4.0 no Brasil

Por Helio Hideo Sugimura, Gerente de Marketing da área de Automação Industrial da Mitsubishi Electric

Grande parte das empresas e até mesmo dos educadores, apontam que a Indústria 4.0 está baseada em Inteligência Artificial, Realidade Virtual, Realidade Aumentada e em outros recursos que exigem muito investimento. Com isso, até mesmo grandes empresas têm postergado o início dessa jornada, pois acreditam que é um patamar inatingível, ou muito difícil de se atingir.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que o Brasil melhorou quatro posições no Índice Global de Inovação (IGI), passando da 66ª. posição para 62ª. entre 2019 e 2020. O problema é que esse avanço no ranking, segundo o IGI, foi devido à queda mais acentuada da pontuação de outros países em relação ao Brasil, cuja pontuação também caiu. Esse índice, que avalia 131 países, é divulgado desde 2007 pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual.

Assim, o Brasil não consegue avançar tão rapidamente quanto poderia na jornada rumo à Indústria 4.0, ao passo que, se as empresas modernizarem suas linhas de produção por etapas, com casos de negócio consistentes, o caminho seria muito mais fácil. No país, convivemos com setores que já atingiram um alto nível de inovação e de maturidade digital, como o automobilístico, farmacêutico e o de alimentos e bebidas, e com outros que estão apenas começando essa jornada, mas ambos enfrentam muitos desafios. Esse é o caso do setor de agronegócio, que dispõe de tecnologia, mas muitas vezes não conta com conectividade, que é uma infraestrutura cara, para rodar as aplicações e entregar dados que vão medir a produção e gerar maior eficiência energética, entre outros índices.

Começar pequeno, pensar grande

A ideia de que é obrigatório investir em recursos e em avançadas tecnologias na linha de produção é um mito. O que você precisa é entender o seu desafio e utilizar a tecnologia que de fato vai melhorar a produção e trazer retornos econômicos.

Para otimizar a produção e implementar a Indústria 4.0, devemos primeiro pensar na automação, dividida em quatro camadas: coleta de dados, visualização, análise e otimização. Por isso, é importante ter um chão de fábrica com coleta de dados e conectado e pensar nessa jornada no médio prazo. A partir da coleta de dados será possível entender como está o nível de produtividade atual, o nível de scrap e de perda de produção, por exemplo. A partir dessa análise e da definição de indicadores, será possível identificar se a sua produção está performando mais ou menos em relação ao KPI definido anteriormente. Mas esse processo não acontece do dia para a noite.

Para cada caso, uma solução

Muitas empresas procuram implementar novas tecnologias nas operações no caminho para a Indústria 4.0, com pouco estudo dos benefícios para a produção ou o retorno sobre investimento (ROI).

Na verdade, o caminho deve ser o contrário: partir da coleta de dados, devemos criar um indicador de performance e, então, verificar se ao automatizar uma determinada linha, você terá uma redução de custos ou de tempo de produção, justificando, assim, essa jornada. Muitas vezes a simples implantação de multimedidores para gerenciamento de energia pode gerar muito mais benefícios no curto e médio prazo, representando uma solução prática e viável.

Apesar de não podermos dizer que o Brasil já entrou na fase da Indústria 4.0, o ponto positivo é que esse tema tem atraído muita atenção das indústrias e das instituições de ensino. Então, a maioria das escolas de ensino médio, técnico e superior já oferecem disciplinas ou cursos com matérias voltadas para a manufatura avançada e, também, já temos oferta de cursos de pós-graduação. A parte acadêmica e as indústrias não estão paradas, estão procurando entender e colocando as questões de produtividade, conectividade e visualização da produção no seu radar, não esquecendo que a tecnologia é uma ferramenta e não o objetivo para atingir a Indústria 4.0.

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Mais de 130 vagas abertas no setor de tecnologia

A pandemia está remodelando o formato de trabalho convencional. Algumas empresas, como a própria Google, optaram por decretar Home Office até junho de 2021. Por ser um dos setores capazes de se flexibilizar e oferecer oportunidades em trabalho remoto, empresas de tecnologia seguem com contratações. 

São mais de 130 vagas para profissionais de desenvolvimento de software, marketing, vendas, engenharia, jurídico e outras  posições. Confira todas as oportunidades disponíveis:

Área Central

Com sede em Rio do Sul (SC), a  Área Central — empresa especialista em gestão de redes e centrais de negócios — está com vagas abertas para desenvolvedor full-stack (sem limitação de candidatos) e coordenador de projetos (1). Além dos benefícios, como vale alimentação, vale transporte, plano de saúde e horários flexíveis, a organização ganhou o certificado GPTW de melhores empresas para se trabalhar, pelo terceiro ano consecutivo, se tornando um ótimo ambiente para crescimento profissional. Informações sobre as oportunidades em:  https://www.areacentral.com.br/quem-somos#venha-acelerar.

Asaas

Com sede em Joinville, o Asaas está com 9 vagas abertas: Assistente de Departamento Pessoal, Inside Sales, Analista de Dados, Desenvolvedor Front-End, Desenvolvedor Mobile, Desenvolvedor Web, Product Manager/Product Owner, Designer de Produto e Analista de Prevenção a Fraudes. A empresa desenvolve uma conta digital para empreendedores e está entre as 100 mais inovadoras da América Latina pela Innovation Awards Latam Ranking em 2019 e as 100 Startups to Watch de 2020, segundo as revistas Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época Negócios. O processo seletivo está ocorrendo de forma remota e entre os benefícios estão plano de saúde integral, vale refeição ou alimentação e subsídio para faculdade, cursos e atividades físicas. Inscrições: https://jobs.kenoby.com/asaas

BRy Tecnologia 

A BRy Tecnologia, em Florianópolis, está com 4 vagas abertas: Desenvolvedor Back End Pleno/Sênior, Desenvolvedor Front End Pleno/Sênior, Desenvolvedor Java Full Stack Júnior/Pleno e Estagiário para Administrativo/Financeiro. Todo o processo seletivo está acontecendo de forma remota. Entre os benefícios estão plano de carreira, vale refeição/alimentação e planos de saúde e odontológico. Fundada em 2001, a empresa é especialista no desenvolvimento de soluções para Identificação Digital, Formalização Digital e Registro Eletrônico de pessoas, processos e documentos. Informações sobre as oportunidades em https://www.bry.com.br/vagas-na-bry/.  

DOT digital group 

Tem 18 vagas abertas, todas para home office, sendo duas para estágio, nas áreas de Suporte,  Tecnologia, Administrativo, Operação EAD, Comercial e Desenvolvimento. A maioria tem como base de trabalho Florianópolis, onde fica a sede da empresa, mas também há oportunidade em São Paulo (SP). O DOT digital group é uma das maiores empresas de educação digital corporativa do Brasil. Mais de 10 milhões de pessoas já foram capacitadas com suas plataformas e ferramentas. Tem escritórios em São Paulo, Brasília e Lisboa, e mais de 250 colaboradores. Informações sobre as vagas e inscrições podem ser obtidas no link https://dotgroup.enlizt.me/.  

Effecti

A Effecti, startup de Rio do Sul (SC) líder em soluções de tecnologia para licitantes está com vagas abertas para Desenvolvedor de Software, Assistente Comercial Pré Venda – SDR, Analista em Marketing Digital e Assistente de Gente e Gestão. As vagas podem ser para trabalho remoto ou presencial. Para participar do processo seletivo é preciso se inscrever em https://jobs.solides.com/effecti

Softplan 

33 vagas abertas, nas áreas de Tecnologia, Suporte, Relacionamento com o Cliente, RH Marketing e Comercial, além de 2 vagas de estágio e oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência. As vagas são para Florianópolis (onde fica a sede da empresa), São Paulo e Bogotá. Os colaboradores da empresa estão em home office pelo menos até o dia 31/12/2020, mas também existem oportunidades de trabalho remoto. Há 30 anos no mercado, a Softplan é uma das maiores desenvolvedoras de software do país, e produz soluções tecnológicas de gestão para a indústria da construção, setor público, justiça e saúde. Mais informações sobre as vagas e inscrições podem ser obtidas neste link.

Supero Tecnologia

A Supero Tecnologia tem 24 oportunidades abertas para profissionais de TI (analistas, arquiteto de software, assistente, desenvolvedor, engenheiro, executivo de contas e inside sales), para trabalho em home office, Blumenau e Florianópolis. A empresa está há 17 anos no mercado e fornece soluções sob medida em Tecnologia da Informação, atua com alocação de profissionais especializados e também trabalha com projetos sob demanda, Data Science, Sustentação, e Lean. Inscrições em https://www.supero.com.br/oportunidades/.  

Transfeera

Com sede em Joinville (SC), a Transfeera está com 15 vagas abertas. A fintech open banking desenvolve uma plataforma completa para gestão e processamento de pagamentos, e está concorrendo como startup revelação no Startup Awards 2020, a principal premiação nacional da área de startups. A fintech já movimentou mais de 3 bilhões de reais para seus clientes em pouco mais de 3 milhões de pagamentos e liquidou mais de 100 mil boletos, chegando a marca de 45 mil pagamentos em um único dia. As vagas disponíveis são para Joinville (SC) ou para trabalho remoto, nas áreas de vendas, produto, engenharia e jurídico. As inscrições podem ser feitas na página de carreiras: https://transfeera.com/carreiras/. Para o primeiro trimestre de 2021 a fintech deve contratar mais 20 pessoas.

Payface

A Payface, startup catarinense de tecnologia que usa reconhecimento facial para proporcionar um pagamento rápido e seguro em varejos físicos, está com 2 vagas, para UX Designer e Analista de Testes de Software, além de estar com seu Talent Pool aberto. Localizada em Florianópolis, a empresa está contratando pessoas de qualquer região que tenham interesse em se mudar para a capital catarinense, e terá as entrevistas feitas por videochamada. Você pode conferir mais informações em: https://payface.abler.com.br  

WK Sistemas

A WK Sistemas, empresa de Blumenau referência em softwares de gestão empresarial (ERP), tem vagas abertas para Analista de Infraestrutura, Analista de Marketing, Desenvolvedor de Software C++ e Desenvolvedor Front End ReactJS, além de uma vaga para estágio em marketing. O processo seletivo está sendo feito de forma online, e algumas oportunidades estão disponíveis para atuação remota. Inscrições pelo site: https://go.wk.com.br/ybkleh.

Hexagon 

A Divisão de Agricultura da Hexagon, com sede e fábrica em Florianópolis (SC), está com 4 vagas abertas. A empresa está em busca de profissionais para as áreas de UI Design (estágio e efetivo), Projeto Eletrônico e Desenvolvimento de Software (Pleno/C++). Líder global em sensores, software e soluções autônomas, a Hexagon atua em 50 países e possui cerca de 20 mil funcionários. A Divisão de Agricultura foi criada em 2014, a partir da junção de três empresas que já tinham mais de 20 anos de experiência no mercado. Hoje, desenvolve a plataforma HxGN AgrOn, que integra uma série de soluções digitais para empresas agrícolas e florestais, além de fabricantes de máquinas e implementos agrícolas. Mais informações sobre as ofertas no site.  

Kyte

A Kyte, startup que oferece uma plataforma de vendas e gestão para digitalizar pequenos comércios, está com 2 vagas abertas: de Desenvolvedor Backend Node.js Sênior e de Especialista em Marketing de Performance e Mídias Pagas. O processo seletivo é remoto e a empresa aceita candidatos de todo país. Entre os benefícios oferecidos estão plano de saúde, vale refeição ou alimentação, auxílio home office e verbas para cursos e treinamentos. Atualmente, o app da Kyte tem 40 mil usuários ativos em 143 países. Mais informações sobre as vagas no site: https://www.kyte.com.br/vagas

Leonardo Palhares é reeleito presidente da camara-e.net

A Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) anunciou, nesta quinta-feira, 22, a reeleição do presidente Leonardo Palhares, sócio do Almeida Advogados, para o biênio 2021-2022. Marcelo Lacerda, do Google, assume a vice-presidência de Estratégia e Leonardo Elias, da Via Internet, a vice-presidência de Finanças e Controle. Em função do isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19, neste ano, a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária foi realizada por vídeo conferência.

Palhares, que está no cargo desde agosto de 2016, diz que a camara-e.net, cada vez mais, tem um importante papel na economia digital do País, em função do seu constante crescimento e na geração de novas oportunidades. “Este ano tem sido muito desafiador para os brasileiros como um todo. A crise tem refletido no aumento do desemprego e muitos encontraram soluções na Economia Digital”, afirma.

Sobre a atuação da camara-e.net para o biênio 2021-2022, Palhares conclui: “Vamos intensificar a atuação da entidade em relações governamentais e continuaremos trabalhando na construção e implementação de políticas públicas que consolidem o Brasil como um país digital e conectado”.

Confira abaixo, o novo quadro do Conselho Administrativo da camara-e.net:

Presidente -Leonardo A. F. Palhares (Almeida Advogados)

Vice-presidente de Estratégia -Marcelo Lacerda (Google)

Vice-presidente de Finanças e Controle -Leonardo Elias Moreno da Silva (Via Internet)

Vice-presidentes – AnahiLlop (OLX), François Martins (Mercado Livre), Gustavo Dias (Expedia), Joana Almeida (Amazon), Murillo Laranjeira (Facebook), João Sabino (iFood) e Flávio Jansen (Locaweb)

Suplentes -Daniel Mangabeira Dantas (Uber), Demi Getschko (NIC.br), Stephane Engelhard (Carrefour)

Membros ex-officio – Felipe Brandão (camara-e.net), Ludovino Lopes (Ludovino Lopes Advogados), Gastão Mattos (GMattos)

Alterações no Estatuto Social

Além da eleição do Conselho Administrativo, a camara-e.net anunciou a alteração de sua denominação para a Câmara Brasileira da Economia Digital.

BizCapital recebe novo investimento da Oikocredit de R$ 20 milhões

A BizCapital, fintech que oferece soluções financeiras para micro e pequenas empresas, acaba de receber um novo aporte de R$ 20 milhões, dessa vez da Oikocredit, investidor de impacto baseado na Holanda. O valor é um complemento da série B, que agora já soma R$ 85 milhões. O dinheiro será utilizado no desenvolvimento de novos produtos para apoiar micro e pequenos empresários, além do investimento em novos canais de distribuição que permitam alcançar ainda mais empreendedores nessa nova fase da empresa.

Em junho de 2020, a BizCapital já havia levantado R$65 milhões, como o início da série B, liderada pelo DEG (Deutsche Investitions – und Entwicklungsgesellschaft), braço de investimento internacional do banco de desenvolvimento alemão KfW, em conjunto com o MELI Fund, fundo de corporate VC do Mercado Livre. A nova rodada vem para reforçar a confiança de investidores internacionais na capacidade de inovação da BizCapital no mercado de crédito.

Um dos pontos que mais chamou a atenção da Oikocredit para a rodada foi ver o impacto social que a BizCapital tem no Brasil. “Sabemos que as pequenas empresas foram diretamente afetadas pela crise e o investimento colabora para trazer novas soluções para esses empresários. Ou seja, a BizCapital é vista como um dos motores que vai ajudar todo um ecossistema a se reerguer diante da atual situação”, analisa Francisco Ferreira, sócio-fundador da BizCapital. Prova disso foi o crescimento no número de empréstimos concedidos, que saltou de 6 mil, no início de junho deste ano, para aproximadamente 10 mil, no final do mês de setembro.

O investimento total da série B levantado pela BizCapital é maior que a soma das duas rodadas anteriores da startup. A fintech já havia recebido aportes da monashees, Chromo Invest e 42K Investimentos, em janeiro de 2018, no valor de R$ 15 milhões. E, em setembro do mesmo ano, houve uma segunda rodada liderada pelo fundo de investimentos Quona Capital, especializada em fintechs em mercados emergentes, no valor de R$ 20 milhões.

Desde sua fundação, em 2016, a BizCapital já cresceu 18 vezes em tamanho e possui mais de 7 mil clientes. A empresa busca desburocratizar o acesso ao crédito, oferecendo aos pequenos empreendedores uma forma rápida de conseguir capital para potencializarem seus negócios, com linha de crédito de até R$ 200 mil para pessoa jurídica.

“Queremos continuar a ampliar ainda mais a oferta dos nossos produtos, auxiliando o empreendedor, ainda mais em um ano tão difícil para os brasileiros. Com a crise econômica causada pela pandemia do coronavírus, a BizCapital se mostrou uma empresa atuante em seu mercado e capaz de trazer novas oportunidades para que os empresários consigam se reinventar e continuar em atividade”, explica Francisco Ferreira, CEO da BizCapital.

Mulheres no poder: conheça 3 atitudes para ganhar destaque no mercado empresarial

Segundo pesquisa intitulada “Sem atalhos: transformando o discurso em ações efetivas para promover a liderança feminina”, lançada a partir de uma parceria entre LinkedIn e Bain & Company, as mulheres representam apenas 3% dos cargos de presidência das 250 maiores empresas nacionais. Apesar disso, os dados coletados também mostram que elas ainda são mais da metade dos estudantes em universidades – porcentagem que se mantém semelhante entre a população ocupada com nível superior.

Diante deste curioso, contraditório e preocupante cenário, torna-se possível afirmar que Daniela Verdugo, sócia-fundadora e Headhunter na THE Consulting, é uma das exceções à regra. A empresária, que se lançou no meio empreendedor em 2015 e chegou a usar sua própria casa como escritório, lista três dicas essenciais para quem deseja galgar espaços no mercado e nas organizações.

Invista na formação acadêmica

É como dizem por aí: conhecimento nunca é demais. Ainda que os números pareçam desanimadores, vale se dedicar a cursos nas áreas em que se deseja atuar. “Formação acadêmica, especializações e certificações são itens indispensáveis para quem busca pelo desenvolvimento profissional. Quem quer sair na frente, deve ter foco em aprimorar suas habilidades e superar suas fraquezas”, afirma Daniela.

Atualize-se, sempre

Profissionais atentas às tendências do mercado são objeto de desejo para toda e qualquer empresa que possua metas audaciosas de crescimento. “É preciso acompanhar de perto as mudanças e novidades. Deve-se estar antenada em tudo o que acontece, tanto âmbito nacional, quanto internacional. Uma ferramenta interessante, atualmente, são os webinários, que encurtam distâncias transmitindo o mesmo conhecimento de encontros presenciais”, declara a empresária.

Apoie outras mulheres

Indique, contrate e profissionalize mulheres. “Hoje em dia, inclusão e empatia são palavras-chave para empresas que querem se destacar no mercado. É importante oferecer oportunidades de desenvolvimento para boas profissionais, afinal, valorizar seu público interno é tão importante quanto pensar nas necessidades de seu público externo”, ressalta a sócia-fundadora da THE Consulting. “O ideal é que os cargos de liderança na companhia também tenham representatividade em diversidade, uma vez que isso serve como motivação extra para o time de base querer fazer carreira no local”, conclui Daniela.

Portanto, conclui-se que, seguir as dicas apontadas por Dani Verdugo pode ser uma excelente estratégia para aqueles líderes que almejam chegar o mais próximo possível da equidade em suas equipes.

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Zoop participa de painel de debate sobre PIX na Futurecom Digital Week

Fintech líder em tecnologia para serviços financeiros, a Zoop estará presente no painel de debate com o tema “PIX: A Chegada do Pagamento Instantâneo no Brasil e Seus Múltiplos Usos”, que acontece às 14h20 no dia 26 de outubro, primeiro dia do evento Futurecom Digital Week .

O diretor de Estratégia e Produtos da Zoop, co-fundador e conselheiro de fintechs do setor de meios de pagamento, Alessandro Raposo, participará do painel com Breno Lobo, Chefe de Subunidade no Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central do Brasil e Giancarllo Melito, Sócio Advogado da Barcellos Tucunduva Advogados, sobre o cenário da chegada do PIX no Brasil e as vantagens da tecnologia para o setor financeiro.

Um dos destaques do debate é o panorama de como o novo sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central simplifica o processo de pagamentos, transferências e recebimentos de forma segura, e as aplicações dessa inovação para o mercado, que trazem benefícios como a rapidez no recebimento de pagamentos e a diminuição dos custos das transações.

Serviço: Painel de debate “PIX: A Chegada do Pagamento Instantâneo no Brasil e Seus Múltiplos Usos”

Data: Segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Horário: 14h20 às 15h50 (horário de Brasília)

Inscrições: http://www.futurecom.com.br/pt/digital-week.html#inscreva-se

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C&A Brasil abre mais de 400 vagas em todo o país para atendimento ao cliente via WhatsApp

A C&A Brasil, uma das principais empresas do varejo de moda omnicanal do país, continua acelerando a digitalização de suas plataformas de vendas e dá mais um importante passo para reforçar a sua área de vendas e atendimento ao cliente via WhatsApp. Incorporada pela C&A em maio deste ano, a modalidade oferece um novo ponto de contato digital com o consumidor, ajudando-o em sua jornada de compra. Este canal tem caído cada vez mais no gosto das clientes, com crescimento de três dígitos no faturamento mensal, sendo uma das mais promissoras da companhia.

Para dar suporte a este momento de transformação, a companhia anuncia a abertura de mais de 400 vagas em todo o país para Consultor de Vendas Diretas nas lojas (via Emprego Ligado) e 6 vagas para Supervisor de Vendas Diretas (via kenoby) ambas para atuar com as vendas via WhatsApp. Somadas aos associados que já estavam na empresa e passam a atender também neste canal, ao todo a C&A vai contar com cerca de 700 atendimentos.

Dentre as funções do Consultor de Vendas Direto está o envio de mensagens, promoções e ações especiais para clientes C&A pré-cadastrados convidando-as a conhecer as novidades da marca, no atendimento proativo e ativo. Já o Supervisor de Vendas Diretas irá dar suporte aos 700 associados em loja. As oportunidades são para início imediato e o regime de trabalho é presencial em lojas selecionadas da C&A, com todos os protocolos e medidas de segurança em linha com as determinações das autoridades e órgãos de saúde do país. Candidatos de todo o Brasil podem se inscrever até o final de outubro por meio da plataforma “Kenoby” para supervisores: http://jobs.kenoby.com/cea; e “Emprego Ligado” para Consultores: http://cea.empregoligado.com.br/pt-br/empresa/2347/canda

Os salários são compatíveis com os de mercado. Como diferencial, a empresa oferece benefícios como férias semestrais (a partir de seis meses); ambiente diverso, inovador, jovem e divertido; restaurante no local, bônus anual, assistência médica e odontológica e desconto em produtos C&A.

A companhia está em busca de profissionais que possuam segundo grau completo para Consultores de Vendas Diretas ou formação superior em cursos de tecnologia para supervisor de vendas, boa comunicação verbal e escrita, identificação e interesse com moda, conectada com tecnologias, facilidade em relações interpessoais, empatia e sensibilidade para humanização das relações por meio digital e focado em resultado e qualidade no atendimento. Além disso, o candidato deve se identificar com a cultura da empresa – ousada, jovem, alegre, dinâmica – e atender aos seguintes pré-requisitos:

• Segundo Grau completo para Consultores de Vendas Diretas nas lojas;
• Formação Superior Completa para supervisores;
• Conhecimento em Informática;
• Experiencia com vendas online/Whats App

Após a inscrição online, os candidatos terão seus currículos analisados, e os aprovados serão convocados (sempre via e-mail cadastrado na plataforma, por onde toda a comunicação será realizada durante o processo) para as próximas fases do processo seletivo.

Vagas para supervisores
• São Paulohttp://jobs.kenoby.com/cea/job/supervisor-de-venda-direta/5f7fa46ea3879142efa8f27a
• Rio de Janeiro:http://jobs.kenoby.com/cea/job/supervisor-de-vendas-diretas/5f808288d21b1c42f40c9f94
• Salvadorhttp://jobs.kenoby.com/cea/job/supervisor-de-venda-direta/5f80848aec53152a51ac4745
• Belém: http://jobs.kenoby.com/cea/job/supervisor-de-venda-direta/5f80859caf76b642d919091c
• Belo Horizonte:http://jobs.kenoby.com/cea/job/supervisor-de-vendas-direta/5f8083932e91476ec632d8e9
• Vagas gerais:http://jobs.kenoby.com/cea

Vagas gerais e para Consultores de Vendas Digital
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Segurança nas transações financeiras com o PIX

Por Marco Aurélio Rodrigues, Diretor de Software e Serviços Profissionais da Diebold Nixdorf no Brasil

A Transformação Digital já é uma realidade para muitas organizações e isso não seria diferente para os bancos. Antes mesmo da pandemia causada pelo COVID-19, as atividades bancárias ao redor do mundo buscavam formas de otimizar a jornada de seus usuários com o uso de tecnologias como reconhecimento facial, acesso a caixas eletrônicos sem cartão, aplicativos com biometria, assistentes virtuais e aplicativos para dispositivos móveis.

No Brasil, a atual expectativa de inovação para os meios de pagamentos está atrelada ao lançamento do PIX pelo Banco Central, com entrada em operação anunciada para novembro. Com a promessa de ser o primeiro sistema brasileiro de transferências monetárias eletrônicas instantâneas, o PIX – ou Sistema de Pagamentos Instantâneos – visa substituir os procedimentos TED e DOC vigentes. Na prática, a ferramenta utiliza uma rede em funcionamento constante para agilizar transações como pagamentos e depósitos que, de acordo com as determinações do BC, agora precisarão estar disponíveis 24 horas por dia, inclusive em finais de semana e feriados. Além disso, a solução d eve reun ir uma gama maior de instituições financeiras, ampliando assim a quantidade de serviços.

De fato, o PIX será uma revolução do modo como as pessoas utilizam os serviços bancários e de pagamento. Porém, da mesma maneira que pensamos as possibilidades promovidas pela ferramenta, é mandatório também nos preocuparmos com a segurança das operações desde o primeiro dia. Quando tratamos de um cenário altamente digital, os modelos mais convencionais de prevenção de fraudes podem acabar se tornando obsoletos rapidamente.

As instituições financeiras geralmente possuem recursos limitados para filtrar dados e identificar anomalias em seus sistemas on-line, por isso buscam parceiros experientes para ajudá-las a analisar e usufruir ao máximo do ambiente em rede, sem correr maiores riscos. O PIX oferece um ecossistema único e 100% conectado, de fácil acesso para usuários de dispositivos móveis, e necessitará de agilidade e adaptação para um gerenciamento efetivo da segurança.

Já existem no mercado modelos baseados em Inteligência Artificial e presentes em Nuvem que fornecem a melhor alternativa para as instituições, uma vez que promovem a automação e instantaneidade necessários para não prejudicar a experiência dos clientes, combatendo eventuais fraudes de forma centralizada e eficiente, resiliente a falhas e melhorando continuamente o tempo de resposta para possíveis anomalias.

As organizações ainda poderão aproveitar soluções com capacidade de efetuar a análise e o cruzamento de informações geradas por múltiplos canais e fontes de dados, identificando comportamentos suspeitos por meio do gerenciamento desses materiais. Assim, as ameaças podem ser mitigadas com antecedência, antes de se converterem em prejuízos ao usuário final. Além disso, é indicado que empresas do setor financeiro busquem plataformas centradas no cliente e na experiência do usuário, e orquestradas com chaves de segurança e regras de acesso exclusivas.

Para ter certeza de que a segurança está cobrindo os processos de ponta a ponta, é necessário realizar a checagem das informações, a análise comportamental de perfis e, ainda, contar com diferentes formas de autenticação. Essas medidas compõem uma abordagem assertiva de combate a fraudes que visa tornar as operações do PIX mais confiáveis e inteligentes.

Essa é a melhor maneira de aproveitar os benefícios proporcionados pela tecnologia para permitir que os clientes tenham uma experiência positiva e completa. As companhias que souberem realizar essa tarefa estarão um passo à frente dos concorrentes e, sem dúvida, em destaque no mercado.

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Delivery dobra participação e cresce captura mista de pedidos e adoção de dark kitchens em franquias, mostra pesquisa da ABF

O segmento de franquias de Alimentação Fora do Lar já vinha em uma jornada de transformação, mas ganhou um impulso sem precedentes com a pandemia. Para entender melhor essas mudanças, a ABF – Associação Brasileira de Franchising realizou uma edição especial de sua tradicional Pesquisa de Food Service, em parceria com a consultoria Galunion. O estudo, realizado em agosto, mostrou que o Delivery dobrou sua participação no faturamento das redes entrevistadas, passando de 18% para 36%, assim como cresceu a captura mista de pedidos (uso de canais próprios e marketplaces) que passou de 45% antes da pandemia para 73%. Outros movimentos importantes detectados foram a criação de novos canais/formas de venda, incluindo as cozinhas virtuais (dark kitchens), ajustes no cardápio/oferta de produtos e a digitalização nas interações com o consumidor. A pesquisa teve a participação de 85 marcas, representando R﹩ 20,6 bilhões e cerca de 15 mil unidades em todo o País. Os resultados foram apresentados no Seminário Setorial de Food Service, evento integrante da ABF Franchising Week 2020 .

“Nosso estudo mostra que as franquias de alimentação vinham em um bom primeiro trimestre e, com a pandemia em março, acabaram tendo um resultado semelhante ao mesmo período de 2019. No segundo trimestre, o impacto foi maior, mas a expectativa das marcas entrevistadas é encerrar 2020 com uma redução de 26%, consideravelmente menor do que a expectativa de bares e restaurantes no geral que é de cerca de 35%. Este melhor desempenho certamente se deve a forte agenda de adaptação e digitalização implantada pelas franquias no período, sendo que nosso estudo aponta os principais caminhos adotados”, afirma Antonio Moreira Leite, vice-presidente da ABF.

Em relação ao Delivery, a pesquisa também identificou um aumento significativo de 42% nos serviços próprios e de parceiros logísticos para entrega Last Mile e que 23% do faturamento por delivery já vem de canais próprios dos operadores, apontando tendência relevante para o segmento. Dentre as plataformas, o iFood se destaca com 62% das vendas. “Entendemos que, no atual cenário, não se trata de uma decisão de qual canal ou marketplace acessar, mas sim de fazer uma combinação estratégica e estar presente aonde o cliente deseja, sem exclusividade. Sem dúvida, investir e fortalecer a plataforma própria da marca é fundamental para ter acesso aos dados das preferências e demandas dos consumidores”, disse o vice-presidente da ABF.

Sobre alterações no modelo de negócio, além do Delivery, as franquias entrevistadas apontaram operações de Take Away, Grab’n Go, Drive Thru e Vendas de Produtos no Varejo Alimentar como as principais oportunidades a serem exploradas. “Fora as duas primeiras opções, as demais têm porcentagens ainda baixas o que mostra um grande potencial a ser explorado”, ressalta Simone Galante, diretora da consultoria Galunion responsável pela pesquisa.

Para expansão, os restaurantes virtuais (dark kitchens), ou seja, que operam apenas Delivery, são a principal estratégia.

Tamanha mudança no mercado e no comportamento do consumidor levou também a adaptações no cardápio e a criação de novas ofertas ou produtos, principalmente visando o Almoço (43%) e Lanches (37%). “Mesmo com a pandemia, a pesquisa mostrou que o setor de franchising continua inovando também na sua oferta culinária, além dos ajustes dos novos canais de vendas e dos investimentos em tecnologia”, ressalta Simone Galante.

Para o coordenador da Comissão de Alimentação da ABF, João Baptista Junior, “a agenda de adaptação das franquias de alimentação foi ágil e abrangeu vários aspectos, além da digitalização. Algumas redes, por exemplo, criaram outros canais além do delivery, transformando suas lojas em mini centros de distribuição. Por isso também as adaptações no cardápio e mix de produtos, a fim de se adequar a experiência de cada canal. Nesse sentido, se torna ainda mais importante a captura, capacidade de analisar os dados e transformar tudo isso em experiências atrativas ao consumidor”.

Os produtos para lançamento por tempo limitado (LTOs) ainda são importantes na estratégia, com 39%. Cresceu também o interesse por pratos saudáveis e veganos, e cardápios realmente específicos para delivery.

A pesquisa indica também que houve uma adoção acelerada de formas novas de interagir com o consumidor, como WhatsApp, Menu QRCode e aplicativos de pagamento. Além disso, a agilidade (tanto operacional, como na gestão) está no topo da agenda de transformação, e outros itens relevantes citados são painéis de gestão e segurança da informação com o advento da LGPD.

Por fim, a Pesquisa Setorial de Food Service questionou quais os principais desafios das redes até o final do ano. No topo da lista, ficou a agenda para recuperação do faturamento e a relação franqueado-franqueador. Ficou claro também que o momento pede atenção para a manutenção de custos competitivos, seja imediatamente focado na negociação com shoppings, seja na manutenção do CMV (Custo de Mercadoria Vendida).

“Já vínhamos acompanhando esse movimento no dia a dia, mas o estudo deixou claro que as franquias abraçaram a mudança e já estão colhendo frutos. Não por acaso, identificamos inclusive redes que registraram aumentos no faturamento. Ficou claro também a importância de ter o cliente no foco das mudanças, da entrega final e o uso de dados para abordagens mais assertivas”, conclui o coordenador da Comissão de Alimentação da ABF.

Futurecom: CommScope apresenta soluções inéditas e aborda temas como 5G, Saúde 5.0 e IoT

A CommScope, umas das líderes globais em soluções de conectividade para redes de comunicação, participará da Futurecom Digital Week, evento virtual e totalmente gratuito que será realizado de 26 a 30 de outubro, com uma ampla programação, que destaca produtos e temas como novas soluções para arquitetura de acesso distribuído (DAA), 5G, Wi-Fi 6 e 6E, IoT e a crescente demanda por conectividade, entre outros.

O evento, que terá mais de 60 horas de conteúdo disponíveis online, deve receber cerca de 10 mil visitantes virtuais.  “A Futurecom é uma ótima oportunidade para apresentarmos nossa visão sobre as principais tendências no mercado de tecnologia e nosso completo portfólio para infraestrutura de rede”, explica Adriana Antonelli, gerente de marketing para América Latina.

No dia 26/10, às 10h30, o destaque é a entrevista com o vice-presidente sênior de service providers para as regiões da América Latina e Caribe da CommScope, Marcos Takanohashi, que falará sobre os desafios nas áreas de Infraestrutura e Conectividade. No mesmo dia (26/10, às 14h20), Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe, comanda o webinar A crescente demanda por conectividade e seu impacto na infraestrutura e qualidade da entrega

Já no dia 27/10, às 11h, Ramos fala ao vivo sobre o tema 5G – Interconectando tecnologias e serviços, transformando negócios. E ainda no dia 27/10, às 16h30, Ricardo Wassermann, executivo de contas da CommScope comanda um MeetUp (encontro virtual que reúne executivos do setor para debater tecnologia e gestão) sobre um tema muito relevante no cenário atual: Saúde 5.0: o paciente empoderado e protagonista do cuidado.

No dia seguinte (28/10 às 9h40), Eduardo Oliveira, executivo de contas da CommScope RUCKUS, será o responsável pelo MeetUp Governo: Importância da digitalização das instituições públicas alinhada às necessidades dos cidadãos. No mesmo horário passa a estar disponível online o podcast IoT e 5G, com o especialista Hugo Amaral Ramos, diretor de tecnologia da CommScope para as regiões da América Latina e Caribe.

Nesse mesmo dia (28/10, às 16h30) o tema será o MeetUp Promovendo maturidade para Indústria 4.0: Rumo à fábrica inteligente, em um encontro virtual com executivos do setor que terá a mediação dos executivos da CommScope Marcelo Oliveira e Lucio Marques. No dia 29/10, às 9h40, Gustavo Barros, executivo de contas da CommScope RUCKUS, fala sobre um tema extremamente importante no cenário atual no MeetUp Varejo: redesenhando a experiência do consumidor no mundo Low Touch

Além de acompanhar todas essas atividades, os visitantes virtuais poderão conhecer novos produtos da CommScope, que acabam de ser lançados pela empresa no exterior,   como os três novos equipamentos que capacitam as operadoras globais a dar o próximo passo em direção ao 10G na última milha, com o uso das mais recentes tecnologias de Remote PHY (R-PHY), Remote MACPHY e do conceito de Arquitetura  de Acesso Distribuído (DAA). Entre eles está o E6000n RD2322 RxD, que tira proveito da base instalada de nós de fibra das operadoras como a base para conduzir o poder de processamento mais próximo das instalações do cliente, com maior eficiência operacional, operações simplificadas de headend e facilidade para a virtualização.

Para ter acesso aos conteúdos exclusivos oferecidos pela CommScope no evento, visite https://commscopenofuturecom.com.br

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Liga Ventures anuncia novo ciclo de aceleração com participação do Banco Carrefour e Grupo Boticário

A Liga Ventures, plataforma de inovação aberta que facilita e potencializa interações entre startups e empresas, está com as inscrições abertas para o novo ciclo de aceleração do Liga Emerging Technologies , programa que prospecta, seleciona e acelera startups de tecnologias emergentes. Desta vez, o programa contará com a parceria do Banco Carrefour, além do Grupo Boticário.

O Banco Carrefour entra no Liga Emerging Technologies com um foco na experiência de seus clientes e busca startups que possam ajudar a revolucionar as soluções financeiras e construir o posicionamento da marca centrado no consumidor. Dentre os temas de interesse estão o de tratamento de dados, o fortalecimento do engajamento com a marca e, também, o uso dos aplicativos do Cartão Carrefour e Cartão Atacadão. Em resumo, a base está em oferecer experiências, que vão muito além de transações financeiras.

“Temos no nosso DNA a inovação e a transformação digital e nada faz mais sentido para este nosso olhar do que criar um ambiente de troca e aprendizado com startups de todo o Brasil. Estamos ansiosos para essa nova iniciativa, que será um marco para a história do banco”, afirma Charles Schweitzer, head de inovação do Banco Carrefour.

O processo de aceleração das startups escolhidas terá duração de 4 meses e ao longo deste período os empreendedores receberão mentorias e terão a chance de desenvolver projetos em conjunto com as corporações parceiras desta edição, buscando sinergias e explorando oportunidades de negócios, com todo o suporte oferecido pela Liga Ventures.

“O objetivo da Liga Ventures é conectar empresas referências no mercado a startups de tecnologia para que explorem inúmeras oportunidades de negócio. É uma satisfação enorme alcançar nosso propósito por meio desse novo ciclo do programa Liga Emerging Technologies, agora, junto ao Banco Carrefour e nosso parceiro Grupo Boticário. Isso reafirma nosso posicionamento e tenho certeza de que estamos no caminho certo para promover a inovação aberta no país” comenta Daniel Grossi, sócio-fundador da Liga Ventures.

“No Grupo Boticário somos inquietos, buscamos constantemente a vanguarda da beleza. Participar do Emerging Techonologies nos aproximou do ecossistema de startups, permitindo a implementação de soluções inovadoras mais rapidamente. Esperamos desfrutar ainda mais desse relacionamento na segunda rodada do programa”, afirma Nato Porte, Diretor da Mooz – unidade de serviços financeiros do Grupo Boticário.

O programa está com inscrições abertas a partir de 20 de outubro de 2020 e as startups interessadas poderão se cadastrar na página do programa até o dia 29 de novembro.

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Crescimento de IPOs no Brasil aumenta procura por seguro específico para oferta pública

Nos últimos meses, diversas empresas demonstraram interesse em abrir capital na bolsa brasileira. Estima-se que cerca de 40 companhias pretendem protocolar o pedido de IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) até outubro, quando se encerra o prazo para a solicitação. Com esse mercado bastante aquecido, o setor de seguros tem verificado também um grande aumento na procura pelo seguro POSI (Public Offering Securities Insurance), apólice de Responsabilidade Civil para oferta pública de valores mobiliários. O produto visa conceder cobertura à emissora e seus diretores e administradores em relação a qualquer oferta de valores mobiliários que possua prospecto ou outros documentos da oferta, entre eles IPOs.

“Ao longo do ano, vimos a procura aumentar, sendo que registramos um número recorde dos pedidos de cotação entre os meses de julho e agosto”, contou Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG. “A procura pelo seguro está concentrada em empresas buscando IPOs ou ofertas subsequentes (follow ons), com oferta pública de ações ou emissão de dívidas, e existe uma maior procura das empresas em busca da emissão de valores mobiliários como alternativa para fortalecimento de caixa, o que resulta em maior demanda pelo POSI”, completa.

Uma das líderes do segmento no Brasil, a AIG lançou o Seguro para Ofertas de valores mobiliários em meados dos anos 2000. Neste ano, considerando os dados do primeiro semestre, a seguradora manteve uma estabilidade no produto, porém teve uma maior procura por parte dos clientes, principalmente pelo aumento das ofertas públicas.

“A conscientização sobre a importância deste seguro tem resultado na sua contratação sempre que a empresa vem a público com o interesse de abrir capital ou realizar oferta subsequente. Por isso, falar em crescimento do seguro POSI deve ser relacionado com a retomada dos planos de abertura de capital no Brasil que se fez mais visível nos últimos meses. E esse indicador parece não ter volta, pois mesmo neste momento em que estamos em uma situação econômica instável, é crescente o número de empresas fazendo esse movimento em busca de captação de recursos”, explica Flavio.

A principal vantagem da contratação do POSI em separado do seguro de D&O (apólice voltada para executivos) é o fato de o segurado ter a possibilidade de contratar um limite específico para a operação, não ligado ao dia a dia da companhia.

MAPFRE patrocina desafio universitário do mercado de venture capital e startups

A MAPFRE é uma das patrocinadoras do VC Challenge, competição destinada a estudantes de graduação interessados no mercado de venture capital e de startups. O objetivo da disputa é permitir aos alunos conhecer de perto o dia a dia de um investidor de Venture Capital e do empreendedor de uma startup de tecnologia.

Para isso, a disputa é dividida em duas etapas. Na primeira, os universitários assumem o papel de um investidor e terão de escolher em qual startup investiriam, entre as apresentadas, justificando sua decisão para um comitê avaliador. Na segunda fase, os grupos finalistas devem atuar como CEOs da startup escolhida e desenvolver um plano de negócios. Todo o processo conta com a mentoria de executivos de grandes empresas.

Durante a competição, realizada pela gestora de Venture Capital KPTL, a MAPFRE realizará três palestras. Dentre elas, o diretor de inovação disruptiva, Joan Cusco, falará sobre a estratégia da MAPFRE sob uma perspectiva global. (Madrid), Flávia Varga, Nikolaus Maack e Rogerio Hashimoto abordarão os desafios digitais para o mercado de seguros.

“A universidade é um espaço de inovação e quando as empresas se conectam a esse público podem usufruir das ideias disruptivas que ele oferece. Ao unir o conhecimento dos estudantes à estratégia de negócios é possível promover as transformações que são essenciais à sobrevivência das empresas e capazes de impactar positivamente toda sociedade”, acredita Flávia Varga, head de Inovação da MAPFRE Brasil.

Para participar, os universitários devem formar grupos de até 4 pessoas e se inscrever até 22 de outubro pelo link http://vcchallenge.kptl.com.br/cadastre-se. A competição acontece online entre os dias 24 de outubro e 7 de novembro.

O grupo vencedor ganha viagem para Europa e ingressos para o Web Summit 2020, um dos principais eventos de tecnologia do mundo.

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Gartner: vendas mundiais de PCs aumentaram 3,6% no terceiro trimestre de 2020

Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia pesquisa sobre vendas mundiais de PCs, que totalizaram 71,4 milhões de unidades no terceiro trimestre de 2020, o que representa um aumento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2019. Segundo a análise, a demanda dos consumidores por PCs, em função das necessidades de entretenimento doméstico e aprendizado à distância duran te a pan demia, assim como o mais forte crescimento do mercado dos Estados Unidos visto nos últimos dez anos, são os principais fatores para explicar o impulso do mercado global neste segmento.

            “Este trimestre teve a maior demanda de consumo de PCs que o Gartner viu em cinco anos”, diz Mikako Kitagawa, Diretor de Pesquisa do Gartner. “O mercado não está mais sendo medido pelo número de PCs por domicílio. Em vez disso, a dinâmica mudou para contabilizar um PC por pessoa. Por isso, embora as interrupções na cadeia de suprimentos de PCs ligadas à pandemia da COVID-19 tenham sido amplamente resolvidas, houve neste trimes tre uma escassez de componentes-chave, como painéis, como resultado dessa alta demanda do consumidor”, afirma.

            Segundo o analista, apesar dos números em ascensão, a situação tem sido diferente no cenário corporativo. “O mercado de PCs empresariais teve uma dinâmica mais cautelosa neste período. As empresas continuaram a comprar computadores para trabalho remoto, mas o foco mudou da aquisição urgente de dispositivos para a otimização de custos. No entanto, os gastos das empresas permaneceram fortes, principalmente onde existiu o financiamento do governo para ensino à distância e trabalho remoto, como nos Estados Unidos e Japão.”

            Embora o Gartner não inclua as remessas de Chromebooks em seus resultados de mercado de PC tradicionais, as vendas de Chromebooks cresceram aproximadamente 90% no terceiro trimestre de 2020, em comparação com um ano atrás. Essa demanda foi impulsionada pelo ensino à distância devido à pandemia, especialmente no mercado de educação norte-americano. Incluindo os Chromebooks, o mercado mundial total de PCs cresceu cerca de 9% na relação ano após ano, com os Chromebooks representando cerca de 11% do mercado combinado de PCs / Chromebooks.

            Os três principais fornecedores no mercado de PC tradicional permaneceram inalterados em comparação ao trimestre anterior. Ainda assim, a Lenovo ampliou sua liderança sobre a HP, atingindo um volume recorde de remessas. Fornecedores voltados para o consumidor, como Apple, Acer e Asus, viram um crescimento que ultrapassou o resto do mercado no terceiro trimestre de 2020.

Estimativas preliminares de vendas de PCs em todo o mundo para o terceiro trimestre (3T20)

(em milhões de unidades)

FornecedorVendas 3T20Participação de mercado 3T20 (%)Vendas 3T19Participação de mercado 3T19 (%)Crescimento 3T20-3T19 (%)
Lenovo18.31025,716.90324,58,3
HP Inc.15.44721,615.33522,30,7
Dell10.82715,211.34316,5-4,6
Apple5.5137,75.1397,57,3
Acer Group5.0857,13.9285,729,5
ASUS4.7476,74.2066,112,9
Outras11.44816,012.01417,4-4,7
Total71.37710068.8691003,6

Observações: os dados incluem PCs baseados em desktops, notebooks e ultramobile premium (como o Microsoft Surface), mas não Chromebooks ou iPads. Todos os dados são estimados com base em um estudo preliminar. As estimativas finais estão sujeitas a alterações. As estatísticas são baseadas em remessas vendidas em canais. Os números podem não somar aos totais mostrados devido a arredondamentos.

Fonte: Gartner (Outubro de 2020)

            A Lenovo manteve a liderança com sua a posição número 1 do ranking no mercado mundial de PCs, registrando pela primeira vez vendas trimestrais acima de 18 milhões de unidades. Assim como outros fabricantes, a Lenovo experimentou um declínio na comercialização de desktops, mas o declínio não foi tão acentuado quanto aqueles experimentados pela HP e Dell, já que a demanda de desktops da Lenovo foi sustentada por um sólido crescimento na China.

            A HP, por sua vez, viu um crescimento abaixo do mercado, sendo que as vendas de desktops diminuíram 30% no comparativo anual, resultando em um crescimento de apenas 0,7% no terceiro trimestre de 2020. A HP teve um desempenho relativamente bom no mercado dos Estados Unidos, onde as remessas cresceram mais rápido do que a média regional, mas experimentou desafios na região da Ásia-Pacífico e no Japão. Além disso, vale salientar que a companhia também anunciou, em agosto de 2020, que sua operação tinha um forte acúmulo de notebooks devido às contínuas restrições da cadeia de suprimentos geradas pela pandemia, fato que limitou as remessas no trimestre. A HP tinha um forte foco em Chromebooks, permanecendo como o principal forn ecedor n este segmento.

            Após 17 trimestres consecutivos de crescimento ano após ano, a Dell encerrou este trimestre com um declínio de 4,6%, refletindo seu foco nos negócios sobre PCs de consumo. As vendas de PCs móveis da Dell cresceram, mas quedas acentuadas na área de desktop impactaram este crescimento. A queda nos números da Dell é um indicador de gastos cautelosos por compradores empresariais como uma reação às atuais economias fracas na maioria das nações desenvolvidas.

Visão Geral – Regional – O mercado dos Estados Unidos teve um trimestre particularmente forte, com crescimento de 11,4% ano a ano, sendo que este trimestre foi a primeira vez em dez anos que a região teve um crescimento de dois dígitos. A robusta expansão dos notebooks, com alta de 29% na relação ano a ano, foi compensado por um grande declínio nas vendas de desktops. “A demanda por PCs móveis nos Estados Unidos aumentou conforme a troca dos computadores de mesa por notebooks tornou-se uma prática comum em empresas públicas e privadas, mesmo com muitas organizações trazendo parcialmente seus funcionários de volta ao escritório”, analisa Kitagawa. “A demanda de PCs no mercado norte-americano também foi apoiada pela recuperaç&at ilde;o e conômica gradual ao longo do trimestre, incluindo uma recuperação no emprego e um índice de confiança do consumidor melhorado.”

            A HP garantiu o primeiro lugar no mercado de PCs dos Estados Unidos com base nas remessas, atingindo 30,8% de participação de mercado. A Dell veio em seguida, com 25% da participação nas vendas.

Estimativas preliminares de remessas de PC nos Estados Unidos para o terceiro trimestre

(em milhões de unidades)

FornecedorVendas 3T20Participação de mercado 3T20 (%)Vendas 3T19Participação de mercado 3T19 (%)Crescimento 3T20-3T19 (%)
HP Inc.5.11130,84.42829,815,4
Dell4.13825,03.90126,26,1
Lenovo2.53415,32.29415,410,5
Apple2.40514,52.24715,17,0
Acer Group7134,34693,252,0
Outras1.67010,11.53110,39,1
Total16.57010014.87010011,4

Observações: os dados incluem PCs baseados em desktops, notebooks e ultramobile premium (como o Microsoft Surface), mas não Chromebooks ou iPads. Todos os dados são estimados com base em um estudo preliminar. As estimativas finais estão sujeitas a alterações. As estatísticas são baseadas em remessas vendidas em canais. Os números podem não somar aos totais mostrados devido a arredondamentos.

Fonte: Gartner (Outubro de 2020)

            O mercado de PCs da Europa permaneceu relativamente estável no terceiro trimestre de 2020, com apenas 0,4% de crescimento, com 19,5 milhões de unidades comercializadas. A região também viu uma forte demanda por PCs para consumidores finais, liderada pelas vendas de notebooks com preços agressivos para crianças e estudantes, bem como máquinas de jogos de última geração para atender às necessidades de entretenimento das famílias.

            A região da Ásia-Pacífico mostrou um crescimento moderado de 3,3% de ano a ano, mas a área também apresentou um forte crescimento de trimestre a trimestre, com alta de 16,5%, indicando uma recuperação consistente após o declínio significativo visto no início de 2020. A China continuou a mostrar força, mostrando que a área tem se recuperado rapidamente do impacto da COVID-19, inclusive com os setores público e privado retomando as compras que foram adiadas no primeiro trimestre do ano.

            Esses resultados são preliminares. As estatísticas finais estarão disponíveis em breve para os clientes do programa PC Quarterly Statistics Worldwide do Gartner, que oferece uma visão abrangente do mercado mundial de PCs, permitindo que as empresas mantenham suas áreas de planejamento, distribuição, marketing e vendas de produtos informadas sobre temas importantes e implicações futuras em todo o mundo.

Investidores brasileiros consideram investir até 25% do patrimônio em ações no exterior, diz pesquisa da XP Inc.

Uma pesquisa realizada pela XP Inc. (XP Investimentos, Rico e Clear), com 48 mil clientes, demonstra o apetite dos investidores brasileiros em investir em ações de empresas listadas no exterior. Segundo o levantamento, 85% dos clientes da XP estariam dispostos a investir até 25% do patrimônio em ações de empresas fora do país.

O setor de Tecnologia é o que atrai a maior atenção dos investidores brasileiros, com 86% declarando ter interesse em empresas do setor. Entre as companhias mais citadas estão: Amazon, Apple, Alphabet (dona do Google), Microsoft, Facebook e Tesla, por exemplo. Outros setores que tiveram destaque foram: Farmacêutico (39,8%), Financeiro/Bancos (37,4%) e Energia (36,6%).

O ponto principal para que os investidores diversifiquem ainda mais os seus investimentos é a educação. Sete em cada dez investidores que participaram da pesquisa disseram que tem interesse em conhecer mais o tema.

Ontem (20), a B3 anunciou que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aprovou as últimas mudanças no Regulamento para Listagem de Emissores. Com isso, a partir desta quinta-feira investidores pessoas física poderão investir em ações de empresas listadas no exterior via BDRs (Brazilian Depositary Receipts).

Para Fernando Ferreira, estrategista-chefe e Head de Research na XP, a nova regra coincide com um movimento sem precedentes de brasileiros migrando para a renda variável, estimulados pela taxa de juros em patamares historicamente baixos. “O acesso a oportunidades de investimento antes restritas aos investidores qualificados significa que todos os brasileiros poderão agora investir em empresas globais e diversificar seus investimentos para além das fronteiras do país, se beneficiando das mais de 600 opcões de BDRs já listadas na B3, além das que ainda estão por vir”.


BDRs
Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts), também conhecidos como CDVM (Certificado de Depósito de Valores Mobiliários), são valores mobiliários emitidos no Brasil que representam outro valor mobiliário emitido por companhias abertas com sede no exterior. Na prática, os BDRs refletem a variação de preço das ações estrangeiras às quais estão atreladas, só que aqui no Brasil e em reais.

Anteriormente, os BDRs estavam restritos apenas a investidores qualificados, aqueles que possuem mais de R$ 1 milhão em investimentos. Com a nova norma, esse tipo de investimento está liberado para qualquer investidor na Bolsa.

Para Betina Roxo, Estrategista Chefe da Rico Investimentos, a nova regra é mais um movimento importante para democratização dos investimentos, que pode ser adquirida com corretagem zero na Rico. “Em um cenário de juros baixos, a migração de renda fixa para renda variável deve continuar ganhando força. E agora, todas as pessoas poderão não só investir nas empresas listadas no Brasil, como em empresas globais, diversificando ainda mais a carteira, virando sócias de grandes negócios”, afirmou.

O Estrategista Chefe da Clear Corretora, Roberto Indech, enxerga a iniciativa como uma transformação cultural. “A nova regra vai mais do que dobrar a disponibilidade de ativos para o investidor brasileiro. Além disso, ela permitirá que jovens que são atraídos e identificados por marcas como Facebook, Amazon, Netflix, Apple, veja uma possibilidade mais palpável de participar deste mercado”, conclui.

Modelo tecnológico de cobrança viabiliza a Reforma Tributária

A cada pagamento de nota fiscal, o brasileiro estará pagando automaticamente seus impostos. Sem burocracia ou cálculos complicados. O mesmo vale para as empresas. Será, segundo maior especialista de software do Brasil, Miguel Abuhab, o fim da inadimplência e da sonegação, que custam ao Brasil, juntamente com a renúncia fiscal, cerca de R$ 1,172 trilhão a cada ano.

A tecnologia para viabilizar essa cobrança automática de impostos sobre a base consumo já existe no país, trata-se do Modelo Eletrônico de Cobrança IBS 5.0 que está à disposição do governo, sem qualquer custo. De acordo com Abuhab, graças ao avançado sistema dos meios de pagamento atuais, é possível vincular os impostos nas transações.

O modelo está incluído na PEC 110, proposta de autoria intelectual do tributarista e economista Luiz Carlos Hauly para a Reforma Tributária. “Reforma sem revolução tecnológica é um retrocesso”, declara Hauly.

Todos os serviços poderão ser taxados – Engenheiro formado pelo ITA, Abuhab tem participado dos debates sobre a reforma tributária com a visão da tecnologia que permitirá uma abrangência maior da medida.

Um dos pontos mais discutidos é a taxação de serviços digitais, como o Facebook, e aplicativos, como o Uber. Para Abuhab, a tecnologia permitirá que qualquer serviço prestado seja passível de taxação. “A inteligência artificial pode até identificar perfis de pagamentos envolvendo apenas pessoas físicas, para efeito de fiscalização”, completa.

A expectativa de Abuhab é que o sistema definitivo a ser operado nacionalmente seja desenvolvido por meio de licitação.

Como funciona – O Modelo Eletrônico de Cobrança IBS 5.0, é uma ferramenta que permite desconto do imposto devido a cada transação comercial, seja. Para tanto, bastará incluir um único campo com o número da nota fiscal no meio de pagamento – seja ele cartão, boleto, transferência ou outro.

O dinheiro do imposto vai diretamente para o governo, uma vez que a tecnologia vincula a transação ao Fisco e automaticamente gera, a partir do débito referente ao pagamento do cliente, os créditos de tributação, tanto para o fornecedor que vendeu o produto ou serviço, quanto para o próprio Fisco, que vai redistribuir o tributo arrecadado entre a União, Estados e municípios. O sistema considera o valor agregado a cada operação.

O objetivo é acabar com a burocracia e a complexidade dos cálculos contábeis que envolvem a taxação de impostos sobre a base de consumo. De quebra, dentro do espírito da reforma, a tecnologia praticamente elimina a possibilidade de sonegação a cada transação de negócios, bem como a inadimplência.

Com o modelo, o contribuinte não tem mais o trabalho de calcular o imposto devido. O desconto do tributo será automático no pagamento de cada nota fiscal.

A cobrança automática e eletrônica dispensa o contribuinte da obrigação de preencher formulários e cumprir por iniciativa própria o recolhimento dos impostos, como acontece no sistema atual.

Registrando de forma eletrônica cada transação e fazendo a cobrança automática de imposto, o modelo acaba com as distorções entre o que de fato circula de dinheiro na economia e o que é registrado, sem dar margem para o “jeitinho” na emissão da nota fiscal. Isso elimina a informalidade e permite o aumento na arrecadação, sem a necessidade de se aumentar as alíquotas de impostos.