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Índice de Confiança na Indústria alcança o maior nível desde abril de 2011

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 4,5 pontos em outubro, alcançado 111,2 pontos, o maior nível desde abril de 2011 (111,6 pontos). Em médias móveis trimestrais, o ICI avançou pelo quarto mês consecutivo, com variação de 7,1 pontos em relação a setembro.

“A sondagem de outubro mostra que o setor industrial está mais satisfeito com a situação atual e otimista que esse resultado será mantido nos próximos três meses. Chama a atenção, contudo, o retorno do NUCI a um nível próximo da média anterior à pandemia e o percentual de empresas indicando estoques insuficientes, o maior valor desde o início da série. Entre as categorias de uso, os Bens Intermediários merecem destaque por alcançarem o maior nível de confiança do setor, influenciado principalmente pela melhora dos indicadores de situação atual. Entretanto, a demora na recuperação do indicador de tendência dos negócios sinaliza uma certa preocupação dos empresários sobre a sustentação desse nível de otimismo por um período maior considerando o fim dos programas de auxílio emergencial”, comenta Renata de Mello Franco, economista do FGV IBRE.

Em outubro, 16 dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança. O resultado positivo do mês reflete principalmente a melhora da satisfação dos empresários em relação à situação corrente. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 6,4 pontos, para 113,7 pontos, o maior valor desde novembro de 2010 (13,8 pontos). O Índice de Expectativas (IE) cresceu 2,7 pontos, para 108,6 pontos, o maior desde maio de 2011 (110,0 pontos).

O indicador que mede o grau de satisfação dos empresários com a situação atual dos negócios exerceu a maior influência sobre o ISA, ao avançar 8,5 pontos, para 115,5 pontos, o maior valor desde junho de 2010 (116,4 pontos). A parcela de empresas que avaliam a situação atual como boa aumentou de 33,5% para 42,8% do total, enquanto a parcela das que a consideram fraca caiu de 21,0% para 15,4% do total. Já o nível dos estoques subiu 6,1 pontos, de 108,1 pontos para 114,2 pontos, enquanto o de demanda cresceu 4,1 pontos, de 106,2 pontos para 110,3 pontos.

O indicador que mede o otimismo dos empresários com a evolução do ambiente de negócios nos seis meses seguintes apresentou pelo segundo mês consecutivo a maior variação positiva entre os componentes do IE, passando de 96,5 pontos para 100,8 pontos, nível considerado neutro, porém abaixo de fevereiro (104,9 pontos). Neste mês, a parcela de empresas que preveem melhora aumentou de 39,9% para 45,7%, enquanto a das que projetam piora caiu de 13,6% para 11,0%. No mesmo sentido, os indicadores de produção e emprego previstos para os próximos três meses avançaram 2,5 pontos e 1,1 ponto, para 113,6 pontos e 110,9 pontos, respectivamente.

O Nível de Utilização da Capacidade instalada aumentou 1,6 ponto percentual, de 78,2% para 79,8%, maior valor desde novembro de 2014 (70,3%). Com esse resultado, o NUCI se aproxima do nível de 79,9%, correspondente à média observada entre janeiro de 2001 a fevereiro de 2020.

Salesforce: no Brasil, 94% esperam que empresas acelerem iniciativas digitais

A Salesforce, líder global em CRM, divulgou hoje a quarta edição de seu relatório “State of the Connected Customer”, que revela que, embora uma série de crises afetou todas as facetas da vida, incluindo um aspecto fundamental para a mudança na forma como os clientes se conectam com as marcas, fatores como empatia, personalização, conveniência e transformação digital são as chaves para o relacionamento com o cliente. À medida que esses mesmos clientes reavaliam o papel das empresas na sociedade, a noção de capitalismo de stakeholder é cada vez mais considerada nas decisões de compra.

“A demanda por conveniência digital em primeiro lugar está forçando as marcas a inovar em hipervelocidade”, comenta Fabio Costa, general manager da Salesforce Brasil. “Em meio a crises e incertezas, tão importante quanto a necessidade de se transformar digitalmente, há a expectativa de os negócios gerarem um impacto mais positivo. Movidos por objetivos e liderando com valores, cuidando de todos os stakeholders, as empresas podem ser a maior plataforma de mudança”, finaliza Fabio.

O relatório global captura insights de mais de 15 mil consumidores e compradores comerciais em 27 países, incluindo 650 entrevistados do Brasil, para ajudar as empresas a transformar a forma como impulsionam o sucesso do cliente. A pesquisa examina os resultados de entrevistas com quatro gerações de clientes: baby boomers, geração X, millennials e geração Z.

Novidade deste ano, dados interativos por país e geração estão disponíveis no Tableau, destacando as principais descobertas dos impactos da COVID-19, de consumidores e de compradores comerciais.

As principais tendências reveladas no relatório “State of the Connected Customer” deste ano são:

• As conexões com o cliente são essenciais em meio a crises
Os acontecimentos deste ano alteraram as relações entre clientes e marcas. Durante uma época em que a incerteza e a desordem reinam, as marcas têm a oportunidade de reforçar e reconstruir a confiança de clientes novos e leais de modo idêntico. No Brasil, 96% dos clientes afirmam que a maneira como uma empresa atua durante uma crise demonstra sua confiabilidade.

• Compreensão e diferenciação impulsionam a conveniência
À medida que cada indivíduo navega pelas mudanças e incertezas, a empatia e o apoio às necessidades, expectativas e desafios exclusivos dos clientes são tão críticos, quanto fornecer uma experiência conveniente e conectada que elimina fardos desnecessários em um momento estressante. Cerca de 58% dos clientes brasileiros dizem que geralmente têm a percepção que vendas, serviços e marketing não compartilham informações entre si.

• O imperativo digital chega ao seu momento da verdade
O comportamento digital em primeiro lugar veio para ficar, à medida que os clientes desenvolvem novos hábitos que durarão por muito tempo. Enquanto o engajamento digital cresce, os clientes esperam que as empresas digitalizem suas operações para interações multicanais de muitos pontos de contato. Isso depende em grande parte do uso de informações pessoais e os clientes estão exigindo mais transparência e administração. No Brasil, 81% dos clientes afirmam que a COVID-19 elevou suas expectativas de recursos digitais e 92% dos consumidores afirmam que a experiência é tão importante quanto os produtos e serviços.

• Os clientes exigem que as marcas demonstrem seus valores
Cálculos há muito atrasados com os males sociais, econômicos e ecológicos vieram à tona, e a sociedade está pedindo às empresas que façam sua parte para corrigir os erros. A falha em atender às responsabilidades para além dos acionistas ameaça os resultados financeiros. Cerca de 95% dos clientes brasileiros dizem que o papel social das empresas está mudando.

“O Banco Inter passou a priorizar os canais digitais, como mídia sociais e chat, durante o isolamento social”, explica Priscila Salles, diretora de CRM do Banco Inter . “Em comparação ao telefone, conseguimos ser 2 a 3 vezes mais eficientes desta forma, mais em linha com o comportamento do próprio cliente.”

Olhando para o futuro: lições de todos os setores e indústrias
Os clientes navegam por produtos, serviços e experiências de uma variedade de indústrias ao longo de seu dia a dia, cruzando entre o pessoal e o profissional, o digital e o físico, o essencial e o complementar. À medida que fazem isso, seus padrões são constantemente influenciados, com distinções entre setores muitas vezes confusos em suas mentes.

As empresas que buscam se diferenciar são sábias em olhar além de sua concorrência imediata e avaliar como suas capacidades se comparam a outras indústrias. Globalmente, 62% dos consumidores dizem que suas experiências com uma indústria influenciam as expectativas com as demais.

Metodologia


Os dados do relatório State of the Connected Customer são de um estudo em dupla ocultação de 12 mil consumidores e 3.600 compradores comerciais na América do Norte, América do Sul, Europa, África e Ásia-Pacífico. Os dados foram coletados entre 16 de julho e 18 de agosto de 2020. Todos os entrevistados são relatores terceirizados. Os países pesquisados incluem Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Índia, Irlanda, Itália, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Filipinas, Polônia, Cingapura, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Tailândia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos. A tendência cultural afeta os resultados da pesquisa. Os dados foram ponderados para representar com precisão a população geral.

A internet que vamos usar no futuro próximo

Por Rafael Kohiyama – Área Técnica Fibracem

Pode ser que a leitura desse artigo tome alguns minutos do seu dia, mas certamente nesse mesmo tempo de leitura, se observarmos o que acontece no universo virtual da internet, vamos nos impressionar com a quantidade enorme de downloads, mensagens, logins, tweets, compras online, visualizações de vídeos, games, entre outras aplicações que ocorrem simultaneamente em 60 segundos de Internet, conforme podemos observar no infográfico abaixo.

Isso é um retrato da sociedade em que vivemos e não uma novidade relacionada ao surgimento do novo coronavírus, o qual seguramente alavancou certos comportamentos devido ao confinamento. As pessoas se viram obrigadas, de uma forma ou de outra, a recorrer às opções online de atividades que antes estavam acostumadas a fazer presencialmente. Exemplos disso são o crescimento do home-office, do EAD (Ensino à Distância) e até mesmo da telemedicina. Após sete meses desde o decreto da pandemia, muitos especialistas já vislumbram como será o cenário Pós Pandemia: home-office definitivo ou de jornada híbrida, educação remota, aumento de acessórios de smart homes (monitoramento, entretenimento, etc.).

Além disso, novas tecnologias emergentes como VR / AR (Realidade Virtual / Realidade Aumentada), games ou simulações (treinamentos) em holodecking (http://www.youtube.com/watch?v=lWp_k5bvNmw), transmissões em 8K são aplicações que exigirão velocidades mínimas na ordem de Gbps. Sendo assim, não é à toa que o plano estratégico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável por regularizar a internet no Brasil, anunciou seu objetivo de aumentar a velocidade média da banda larga fixa contratada pela população para 150 Megabits por segundo (Mbps), até 2023, um crescimento cerca de que três vezes maior que os 45 Mbps atuais.


O ponto em comum dessas tendências é o crescimento da demanda de largura de banda em redes fixas, por isso alguns definem esse fenômeno como “A Sociedade do Gigabit”, ou seja, o nível de serviço (largura de banda) antes exigido majoritariamente em meios corporativos está agora migrando para o meio residencial, onde estão a maioria dos usuários. Com o crescimento do consumo de dados, faz-se necessário melhorar também a infraestrutura que nos trazem esses dados. Por isso podemos observar (gráficos abaixo da @Omdia), por exemplo, a migração ao longo dos anos entre as tecnologias de acesso à banda larga tendendo para a fibra óptica.

Quais mudanças ainda estão por vir? E para os ISPs (Internet Service Providers)?Impossível, sem o uso de uma “bola de cristal”, dizer qual seria o aplicativo ou a principal funcionalidade da Internet que se tornará o novo Netflix, ou o novo Facebook nos próximos anos. Mas uma coisa podemos afirmar categoricamente, a tendência é que o uso de dados continue aumentando, pois a sociedade tem sede de estar conectada, cada vez mais e de diversas formas, sempre exigindo melhor qualidade das redes, que são os verdadeiros “portais” e nos levam para esse universo virtual da internet.

Para dar “vazão” a todo esse fluxo de dados, investimentos relevantes vem ocorrendo na melhoria da internet de banda larga (tanto na ponta dos clientes que contratam a internet via fibra, como na ponta dos provedores que estão melhorando os serviços ofertados).

Os ISPs já estão projetando suas redes com fibra óptica levando em contas as novas tecnologias disponíveis no mercado, como equipamentos (OLT/ONT) que trabalham com protocolos XG-PON ou XG(S)-PON e atingem velocidades de 2,5 a 10 Gbps por porta do equipamento, melhorando dessa forma as redes atuais baseadas no protocolo GPON (que ficam em velocidades de 1,25 a 2,5 Gbps por porta).

A grande vantagem é que para implementar essas novas tecnologias XG-PON e XG(S)-PON a infraestrutura de fibra óptica já construída (para rede GPON) será totalmente compatível. Como é possível observar na imagem, os comprimentos de onda (nm) por onde trafegam os dados são diferentes para os protocolos e, portanto, não se sobrepõem. Ou seja, a fibra óptica pode ser entendida como uma estrada contendo várias pistas e cada uma delas permitirá o tráfego em um único sentido (Up ou Down), de forma que não ocorram colisões.

Portanto, os ISPs estão relativamente tranquilos na questão de largura de banda suportada pela fibra óptica. Dessa forma, os esforços hoje encontram-se focados na melhoria da infraestrutura óptica, fazendo com que as redes sejam mais confiáveis quando estejam em operação, mas que também inovem com tecnologias de instalação e ativação dos clientes, possibilitando realizar de forma massiva as tão necessárias conexões ópticas que levam a internet do presente e do futuro aos usuários. Uma das formas de inovar nessa questão da infraestrutura é a utilização de tecnologias preconectorizadas para construção otimizada de redes ópticas.

Na Fibracem estamos totalmente focados em produzir um portfólio completo de produtos para construção de infraestrutura óptica, pois entendemos – e confirmamos com a pandemia desse ano – que cada vez mais é preciso pensar em itens que trazem soluções, que otimizam recursos, que facilitem o trabalho dos técnicos e tragam a satisfação no acesso à internet de hoje, e do futuro.

StartSe e JA Brasil realizam evento gratuito para ajudar empreendedores na criação de startups

Projetar e dar vida a um novo negócio é o primeiro grande desafio do empreendedor. E foi para apoiar jovens que buscam colocar em prática suas ideias, que a organização social JA Brasil e a escola de negócios StartSe promovem a Jornada JA Startup. Trata-se de um evento online, aberto e gratuito inspirado em um curso homônimo já realizado pelas instituições. Mais breve, a nova iniciativa tem como intuito apresentar aos participantes de forma objetiva conceitos e modernas ferramentas de inovação, tecnologia e empreendedorismo, guiando-os no processo de criação de modelos de negócios disruptivos. O programa ocorrerá entre os dias 10 e 30 de novembro, com aulas, entrevistas e palestras ao vivo, sempre de terça a quinta-feira, das 17h às 18h.

Ao longo das três semanas do programa, os participantes terão a oportunidade de trabalhar em cima de uma ideia de startup que vislumbram, modular um produto e modelo de negócios e, ao final, apresentar o pitch da sua startup. Estes projetos, por sua vez, poderão ser inscritos no Desafio JA Startup, que premiará o melhor deles com uma bolsa para o programa online da Founder Institute, uma das maiores aceleradoras de startups em estágio inicial do mundo, sediada no Vale do Silício. Uma primeira seleção será realizada pelos próprios organizadores da Jornada e os dez com maior destaque passarão por um júri com a instituição americana.

Apesar de direcionado a jovens de 15 a 29 anos, não haverá qualquer limitação etária, geográfica ou de nível de escolaridade. As inscrições poderão ser realizadas entre os dias 27 de outubro e 10 de novembro, através do site jastartup.online.

As aulas serão ministradas ao vivo por profissionais da linha de frente da StartSe como Junior Borneli, fundador e CEO; Cristiano Kruel, head de inovação; e Pedro Englert, sócio. O programa também contará com a presença de lideranças e grandes empreendedores do mercado brasileiro.

“Sem dúvida alguma, damos mais um passo em prol do ensino empreendedor, apresentando a jovens de todo o Brasil conceitos ligados à inovação e essa nova economia, já tão presente em nosso dia a dia”, afirma Bety Tichauer, diretora superintendente da JA Brasil. “Firmamos ainda uma parceria com o Founder Institute, justamente para ampliar as possibilidades para que essas startups idealizadas durante o programa ganhem o mundo”, conclui.

Para a Head do programa JA Startup, Renata Tomazeli, a jornada é uma oportunidade mais abrangente para atender pessoas ainda não alcançadas pelo programa . “Nesta edição, não teremos restrições. A Jornada será aberta a todos que tenham interesse e queiram desenvolver as habilidades do agora. Lembrando que os empreendedores nunca tem todos os recursos ou prazos necessários, geralmente trabalham sem as condições ideais o que exige muita criatividade, determinação e resiliência. Exercitamos tudo isso no JA Startup”, diz.

Da ideia para a realidade

Camila Moyano, de 23 anosfoi uma das participantes do programa JA Startup realizado em agosto deste ano. Na ocasião, ela e seu namorado, Felipe Guerra, idealizaram a Feltroca, uma startup de trocas de brinquedos de feltro por assinatura. A iniciativa tem como objetivo incentivar nas crianças um novo olhar para o brincar, de modo mais consciente e sustentável para o planeta.

“Durante a pandemia, comecei a criar brinquedos de feltro como forma de distração, sem um propósito muito certo de negócio. Depois, ficamos sabendo do programa JA Startup e nos inscrevemos. O curso veio na hora certa e potencializou em nós o empreendedorismo. Passamos a acreditar e nos apaixonar pela Feltroca, um projeto totalmente inspirado no que a maternidade e paternidade trouxe para nossas vidas”, conta Camila, que é mãe de um menino de 5 anos.

Feltroca saiu do papel e atualmente atende famílias de dois bairros do Rio de Janeiro. A startup disponibiliza para os clientes dois planos de assinatura, que variam de R$ 20 a R$ 30 mensais, de acordo com a quantidade de trocas e de números de brinquedos disponibilizados para a criança.

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Última semana de inscrições para fintechs e startups participarem da 3ª edição do Prêmio Ideia ABBC

Esta é a última semana de inscrições para fintechs e startups participarem da 3ª edição do Prêmio Ideia ABBC. O prazo é até sexta-feira  (30). A iniciativa da Associação Brasileira de Bancos (ABBC) tem como objetivo aproximar as mais de 90 instituições financeiras associadas a empresas inovadoras, com o propósito de otimizar modelos de negócio e reduzir custos operacionais, colaborando, assim, para o desenvolvimento de tecnologias que fortaleçam o ambiente competitivo, a inclusão financeira e a sustentabilidade econômica do país. 

Entre as novidades da edição, além das fintechs será permitida a participação de startups. Já na premiação, este ano, os 3 (três) cases que mais se destacarem ganharão um troféu de reconhecimento e também 3 (três) sessões individuais de mentoria, de até 90 minutos cada. Essas mentorias serão realizadas por profissionais de conhecimento técnico e notório saber em áreas de business, tecnologia ou marketing, de acordo com a necessidade dos vencedores. 

Para participar, fintechs ou startups brasileiras devem submeter um case real, com pelo menos um cliente pagante do produto ou serviço a ser apresentado (em produção, operacionais ou pré-operacionais) com um dos seguintes aspectos:  

  1. Soluções voltadas à otimização do trabalho remoto; 
  2. Soluções para inclusão financeira da população; e  
  3. Soluções financeiras digitais para micro e pequenos empreendedores. 
     

As inscrições são exclusivamente pelo link: https://conteudos.abbc.org.br/10 .

O regulamento do prêmio está no site (http://ideiaabbc.org.br/). 

Na sequência, os cases inscritos serão analisados pela curadora do Prêmio, Fintechlab, um hub para conexão e fomento do ecossistema de fintechs nacional.Serão selecionados os 9 projetos finalistas. Nessa fase, uma banca escolherá as melhores soluções e que apresentem maior aderência ao escopo de atuação dos associados ou dos clientes dos associados da ABBC. Os 9 melhores cases farão um pitch de negócio das suas soluções para a Comissão Julgadora em novembro de 2020, em formato a ser definido pela ABBC. 

Vale ressaltar que o mercado brasileiro já conta com mais de 10 mil startups, segundo levantamento da Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Essas empresas, conhecidas por serem dinâmicas, geralmente com baixo custo operacional e com potencial de boas margens de lucro, podem ajudar o sistema financeiro nacional ao oferecer tecnologia e promover ainda mais a competição bancária. Todos esses aspectos ajudam na inclusão financeira e, consequentemente, no crescimento econômico do país. 

Gove recebe aporte de R$ 8 milhões, maior investimento de venture capital em uma govtech brasileira

Com rodada promovida pela Astella, empresa quer multiplicar por 10 a base de municípios que atende por meio de sua plataforma de inteligência

Gove, a plataforma de inteligência que aumenta a eficiência das finanças municipais, acaba de receber um aporte de R$ 8 milhões realizado pela Astella Investimentos. Essa é a maior rodada seed já levantada por uma govtech no Brasil.

“O investimento é um marco no ecossistema de govtechs, criando melhores condições para destravar um mercado que, por exemplo, nos EUA movimenta R$ 200 bilhões por ano só considerando compras de tecnologia de governos locais – no Brasil, as compras de tecnologia por parte de governos movimentam aproximadamente R$ 25 bilhões por ano. A entrada das govtechs no mainstream de investimentos de Venture Capital facilitará a criação de grandes empresas e tem potencial para aumentar, de maneira muito direta e rápida, a competitividade do país em si”, comenta Rodolfo Fiori, cofundador da Gove.

Para resolver o problema da alta ineficiência das finanças públicas municipais causada por, dentre outros motivos, informações descentralizadas e decisões pouco embasadas em dados e evidências, a empresa lançou, em 2018, uma plataforma de inteligência pioneira que melhora a eficiência das finanças municipais e facilita o dia a dia dos gestores públicos.

Segundo Edson Rigonatti, sócio da Astella, “encontramos na Gove os elementos que tornam as empresas tech grandes ícones da nossa sociedade: um time incrível com muita experiência, um produto dez vezes melhor do que qualquer alternativa e um processo de venda eficiente e escalável”.

Mirando expandir sua atuação, a Gove usará o investimento para aumentar a equipe de vendas em regiões estratégicas para a empresa e triplicar o time como um todo. Com isto, a empresa projeta, até o final de 2022, escalar seu impacto e negócio “multiplicando a quantidade de clientes, as cidades brasileiras, por 10”, sinaliza Fiori.

Segundo dados da startup, as secretarias de finanças municipais relatam, já no primeiro mês de uso do software de inteligência da Gove, uma melhora nas rotinas de gestão das finanças e, principalmente, conseguem identificar e implementar melhorias nas receitas e despesas do municípios. Teve casos, como conta Ricardo Ramos, também cofundador da Gove, em que “o uso da plataforma quadruplicou uma das receitas tributárias municipais”. Ao todo a govtech já contribuiu para o aumento da eficiência financeira de seus clientes em mais de R$ 100 milhões.

Em um momento crucial para o uso inteligente de recursos como é o caso da pandemia da Covid-19, que colocou pressão sobre as finanças públicas, a Gove conseguiu ajudar os municípios que já usam sua plataforma proprietária a administrar os cofres públicos de forma a atender melhor às necessidades da população. Entre alguns exemplos de ineficiências cruciais corrigidas pela Gove estão os preços na aquisição de medicamentos pelos municípios por valores acima do melhor disponível no mercado e identificação e utilização de recursos financeiros municipais esquecidos em contas correntes.

A Gove tem atuação nacional, e já implementa a solução em todas as regiões do país. A plataforma de inteligência auxilia desde municípios pequenos como Cotiporã (RS), São Bonifácio (SC) e Una (BA) até municípios de maior porte, como Blumenau (SC) e Araguaína (TO).

A empresa acredita que gestores públicos empoderados com dados e evidências podem tomar melhores decisões e aumentar a eficiência dos recursos financeiros, melhorando assim a qualidade dos serviços oferecidos ao cidadão.

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Matera abre mais de 100 vagas para todo Brasil

A Matera , empresa de tecnologia voltada para o mercado financeiro, fintechs e gestão de riscos, com mais de 30 anos de atuação no mercado, chegou em 2020 pronta para mostrar que tradição não é sinônimo de “parar no tempo”. Com o surgimento crescente de fintechs e bancos digitais, a empresa segue inovando os serviços oferecidos e participando da transformação do mercado em que atua. Pix, Open Banking, fintechs embarcadas e QR Code para pagamento mobile offline são algumas das novidades que a empresa tem atuado diretamente.

Ao longo de sua trajetória, a empresa incorporou inovações ao segmento em que atua, implementando soluções capazes de habilitar instituições para se manterem competitivas mesmo diante de um mercado acirrado.

Certificada pelo GPTW como uma das melhores empresas para se trabalhar do país, a empresa conta com 700 funcionários e segue contratando. Recentemente, abriu mais de 100 vagas para Analistas de Testes, Desenvolvedores, Analistas de Implantação e Analistas de Sistemas, entre outras. Os interessados podem ver detalhes das vagas e se candidatar pelo link: http://jobs.kenoby.com/matera . “Uma grande parcela das vagas que estão abertas hoje são o resultado de processos de recrutamento interno. A Matera é o lugar certo para as pessoas que estão em busca de seu autodesenvolvimento pessoal e seu crescimento profissional. Desde o primeiro dia na empresa o materano é desafiado a se conhecer melhor e a buscar o conhecimento que precisa para desempenhar sua atividade exercendo todo seu potencial. Todos crescemos aqui, está no nosso DNA. ” Victor Xavier, Gerente de Gente & Gestão.

A companhia está com modelo de trabalho home office, atendendo interessados de todo Brasil. Ao ser contratado, o colaborador pode combinar com o gestor se deseja permanecer em home office, fazer idas intercaladas ao escritório ou trabalhar in loco.
Durante a pandemia, para manter o time engajado e unido, a Matera desenvolveu uma série de atividades como lives entre equipes, abordando tecnologia, dia a dia da empresa e saúde. Além dessa iniciativa, disponibilizou um programa de saúde mental, Gympass, meditação e ginástica laboral semanalmente e happy hour virtual.

Sempre valorizando a equipe, a companhia possui o Prêmio Inspiração, no qual reconhece talentos que representam os valores fundamentais da empresa. Outro pilar importante para o desenvolvimento da organização é a diversidade. A Matera trabalha para tornar a inclusão algo cada vez mais natural no ambiente corporativo de todas as suas unidades – Maringá (PR), São Paulo (SP), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Waterloo (Canadá). Inovação, valores que vão além do discurso, projetos sociais, incentivo ao voluntariado, contribuem para a motivação de uma longa história e trajetória profissional dentro da empresa.

“Com a pandemia fomos desafiados a desenvolver uma perspectiva completamente nova sobre as pessoas e suas interações no trabalho. Já estávamos abertos a receber um amplo espectro de diversidades na Matera, agora podemos acolher qualquer pessoa, da forma que vier, de qualquer lugar do mundo.” , conta Victor Xavier.

A 24ª edição do GPTW – Great Place to Work – contou com mais de 3168 empresas inscritas, reconhecendo os melhores lugares para se trabalhar em âmbito nacional. Toda a análise é feita com base nos relatos de quem de fato pode avaliar com propriedade: os funcionários.

Mais de 56% das empresas de tecnologia precisam se adequar à LGPD, aponta índice da ABES

Diante da transformação digital acelerada vivida neste momento de pandemia, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigência desde setembro deste ano, se torna cada vez mais necessária para assegurar proteção e privacidade dos dados pessoais. De acordo com esse cenário, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software desenvolveu, em parceria com a EY, o Índice LGPD ABES, que permite o diagnóstico de empresas em relação à sua adequação à nova lei. Dentre as mais de 2.050 empresas, de diversos segmentos, que responderam, apenas 43,93% dos negócios em tecnologia estão em conformidade com as exigências. Com o intuito de apoiar na implementação das normas, o ABES ACADEMY, área de educação e formação continuada da entidade, vai ministrar curso online sobre o tema .

Mesmo abaixo da média, o setor tecnológico apresenta números superiores ao do cenário geral, no qual apenas 39,45% atendem aos requisitos da LGPD. Segundo o presidente da ABES, Rodolfo Fücher, estar em conformidade com a LGPD é um desafio de todas as áreas de uma empresa, recursos humanos, vendas, marketing, financeiro, administrativo, e principalmente o jurídico e TI, que precisam assegurar a existência de processos claros e recursos adequados para prevenir uso inadequado dos dados e evitar vazamentos de informações e ataques de hackers.

O mercado tecnológico é um dos que mais crescem anualmente, somente no Brasil a ascensão chegou a 10,5%, atingindo R﹩ 161,7 bilhões, de acordo com o estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendência 2020”, publicado pela ABES em parceria com o IDC. Com isso, a adequação às normas estabelecidas é essencial para essas empresas, que são influência para as demais quando se trata de LGPD. “Nos dias atuais, não podemos debater estratégias para o desenvolvimento econômico e social de uma nação sem mencionar Inteligência Artificial, big data, blockchain, computação quântica e realidade aumentada, por exemplo. A tecnologia está presente em todos os âmbitos sociais, então, companhias do setor que não estão em conformidade com a LGPD podem facilmente perder a credibilidade”, explica Fücher.

O índice também revela que o setor está distante dessa conformidade, já que 70,3% realizam a coleta dos dados sigilosos e 30,9% já sofreram incidente de violação nos últimos 2 anos. “Ao bater de frente com dados preocupantes, a ABES se vê no papel de alertar, e também oferecer ferramentas e referências com o propósito de ajudar as empresas em sua adequação diante das exigências da LGPD”, comenta o presidente da instituição.

Além de oferecer sugestões de como a empresa pode se adequar às conformidades após responder ao índice e gerar seu resultado, a ABES abriu inscrições para a quinta turma do curso Lei Geral de Proteção de Dados: Fundamentos e Implementação, do ABES ACADEMY, que será realizado de 9 a 19 de novembro, para disseminar mais conhecimento sobre o tema.

De acordo com Thomaz Côrte Real, consultor jurídico da associação, é importante fomentar o interesse das empresas no assunto para orientá-las sobre como cumprir a lei. “Esse curso é um dos poucos que contempla tanto as questões que envolvem a implementação jurídica quanto a técnica, então é uma ferramenta completa para quem precisa aprender e ficar em conformidade. Não há mais tempo a perder, as organizações precisam se adequar o mais rápido possível”, afirma.

Para acessar o índice e fazer o diagnóstico, clique aqui. A ferramenta é gratuita e está à disposição de todas as empresas, sendo associadas da ABES ou não. Já para se inscrever no curso do ABES ACADEMY, acesse o site do Sympla.

Índice LGPD ABES

A ABES e a EY criaram a ferramenta online Diagnóstico LGPD para que as empresas que estão em fase de adaptação de seus processos LGPD verifiquem seu nível de adequação ao projeto. A solução consiste em um questionário sigiloso por meio do qual as empresas podem fazer uma auto avaliação quanto aos diferentes pontos exigidos pela lei. Após o preenchimento, a ferramenta oferece um diagnóstico quanto ao grau de adequação da empresa com sugestões contextualizadas ao resultado.

Para utilizar a ferramenta, não é preciso e nem possível enviar informações pessoais ou referentes à empresa, como nome, CPF/CNPJ, entre outras. Após o preenchimento do questionário, o relatório em PDF é disponibilizado para download com informações referentes ao nível de adequação e com sugestões para melhoria – não é possível acessar este documento posteriormente. Os dados, enviados anonimamente, geram o Índice LGPD ABES sobre o cenário de compliance das companhias brasileiras em relação a nova lei.

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Safra lança o AgZero, o seu banco digital

Em mais um movimento estratégico de ampliação do seu portfólio de produtos e serviços, o Banco Safra anuncia o lançamento do AgZero, banco totalmente digital. O AgZero, como o nome sugere, já denota a proposta de ser um banco sem agências, voltado aos clientes que desejam a praticidade e eficiência do autosserviço bancário.

Como acontece em todas as iniciativas do Safra, o AgZero traz o diferencial de uma instituição que jamais deixa de olhar à frente, que se reinventa constantemente e sempre prioriza a excelência do serviço que presta e a segurança nas operações que realiza.

Entendendo que a digitalização é um caminho sem volta, esse movimento vinha sendo planejado há muito tempo. Para o Safra, transformação digital é uma pauta perene, por isso é importante sempre evoluir nesse sentido, já que no mercado financeiro a mudança é constante. O AgZero receberá investimento expressivo e compatível com a estratégia e a ambição de ser um player relevante no ecossistema digital brasileiro.

A plataforma terá como foco atender às necessidades dos clientes pessoa física digitais de varejo e chega para complementar o posicionamento já consolidado do Safra nos segmentos de alta renda – Individual Bank e Private Bank -, nos quais a proximidade e a orientação especializada do gerente são essenciais. A ambição do AgZero é oferecer uma experiência digital de excelência, sem a necessidade de atendimento presencial, entregando toda a expertise financeira do Banco Safra para um público mais amplo.

O lançamento do AgZero visa alcançar, com uma marca independente, um perfil de cliente que valoriza uma relação simples, ágil, onde tudo se resolve pelo App, mas que não dispensa a segurança de uma organização sólida e confiável para cuidar do seu dinheiro. Para entregar tudo isso, o Safra construiu uma plataforma digital que permite uma experiência diferenciada, e que vai evoluir constantemente, trazendo inovações e soluções alinhadas ao comportamento e demandas dos clientes definidos como público potencial.

O AgZero, além de contar com o diferencial da solidez e expertise financeira do Safra, terá investimentos robustos em tecnologia. A criação do AgZero é para o Safra uma ampliação de rotas, que agora decide navegar por novos mares. Adaptar-se às mudanças de cenários e ingressar em novos segmentos de negócios é uma capacidade que está no seu DNA.

Inicialmente, o AgZero terá um cardápio de produtos e serviços que contempla cartão múltiplo, crédito pessoal, crédito consignado, seguro prestasmista, saque na rede 24 horas, portabilidade de salário e os diversos serviços de banking, como transferências, pagamentos, cobranças, débito automático, débito direto autorizado (DDA) e Pix. Nos próximos meses, serão acrescentadas diversas outras funcionalidades, inclusive não bancárias, a partir das demandas dos clientes.

Além do AgZero, o Safra está ampliando sua estratégia digital também para o segmento alta renda, ao transformar a conta digital de investimentos em uma conta completa. O objetivo desse movimento é ampliar a base de clientes que valorizam o modelo híbrido de banco: digital, mas com atendimento humano de excelência, com uma plataforma de produtos e investimentos de alta performance e com toda a expertise dos especialistas. O AgZero e a conta digital completa são verticais diferentes, para personas distintas, mas que integram um propósito maior de tornar os canais digitais do Safra uma alavanca de negócios cada vez mais forte. Para o Safra, a vontade do cliente é soberana, é ele quem sempre decidirá o melhor modelo e banco para suas necessidades.

Com mais de 500 startups investidas, Bossa Nova vence prêmio Startup Awards

A Bossa Nova, micro Venture Capital que investe em Startups com atuação em todo território nacional, venceu na última sexta-feira, o prêmio Startup Awards, na categoria Venture Capital, a maior premiação do segmento no Brasil, organizado pela Associação Brasileira de startups. Essa é a primeira vez que essa categoria está no prêmio.

Em um ano atípico como 2020, a Bossa Nova seguiu apostando em startups dos mais diversos segmentos. Só no primeiro semestre a empresa investiu mais de 80%, comparado ao primeiro semestre de 2019 e planeja investir R﹩10 milhões em startups no estágio de seed e pre-seed até o fim do ano. Além disso, o ano já garantiu mais um recorde para a gestora, que ultrapassou a marca de 500 startups investidas no portfólio.

“Nós queremos conhecer as próximas grandes startups antes de todos. Por isso, investimos no Seed e Pre-Seed que é um estágio muito carente de investimentos no Brasil, mas extremamente rentável. Investindo nessa fase conseguimos ajudar as startups e diversificar nosso portfólio. Esse prêmio é um grande reconhecimento que estamos ajudando as startups e o ecossistema a crescer”, afirma Rafael Ribeiro Head de operações da Bossa Nova.

Somente esse ano, a Bossa Nova avaliou mais de 900 startups em todas as regiões do Brasil. É um escaneamento completo para garantir que o micro VC consiga ver oportunidades onde quer que elas estejam. “Tenho certeza que é essa postura de sair fora da bolha e abrir oportunidades para boas startups em todo Brasil que nos fez ganhar esse prêmio e tem feito nosso portfólio crescer”, afirma Rafael.

Ainda em 2020, a Bossa Nova lançou sete novas iniciativas de captação verticalizadas com comitês especializados para avaliar e apoiar as startups. A expectativa é de que em 2021 esse número cresça mais para que a empresa consiga diversificar em mais setores. O micro venture capital já foi eleito pela CBInsights o mais ativo da América Latina e quer ser o top of mind na Latam em investimentos em estágios iniciais.

A premiação ainda consagrou o Sócio da Bossa Nova, João Kepler como Investidor anjo do ano, o Rafael Ribeiro, Head de Operação como Mentor do ano e a Transfeera, aportada pela Bossa Nova, como Startup revelação.

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Como será o período das férias ​​para os varejistas no Brasil?

Embora a pandemia tenha causado um aumento nas compras online, uma nova pesquisa da Oracle Retail mostra que muitos clientes estão prontos para se aventurar de volta às lojas nesta temporada de férias. Quatorze por cento dos compradores pesquisados ​​planejam fazer a maior parte de suas compras na loja, com 47% planejando dividir as compras online e físicas. Ainda outros 9% planejam retirar suas compras no estacionamento (drive-thru). Apesar do ano desafiador, 43% dos consumidores esperam gastar o mesmo ou mais nas compras de Natal do que no ano passado.

Os clientes, no entanto, não querem lidar com o incômodo das devoluções. Enquanto no ano passado 87% dos consumidores da América Latina planejavam fazer pelo menos uma volta, neste ano esse número caiu para apenas 45% para o Brasil.

“As férias prometem testar a capacidade do varejista de atender aos clientes como e onde eles desejam comprar”, disse Mike Webster, vice-presidente sênior e gerente geral da Oracle Retail. “Com os clientes comprando on-line e na loja fisica, e aproveitando as novas opções de recuperação, como retirada na calçada, os varejistas terão que usar todos as suas armas para atender às expectativas do cliente em um ambiente já difícil. “

A pesquisa entrevistou 510 consumidores no Brasil, junto com milhares de outros nos Estados Unidos, Austrália, China, México, Itália, França, Alemanha e Emirados Árabes Unidos em setembro de 2020 sobre seus hábitos e planos de compras durante a pandemia do COVID-19 para as festas de fim de ano. Abra uma cópia gratuita do relatório aqui .

Lista de presentes de Natal

Com as viagens limitadas e o desejo de evitar devoluções, não foi surpresa ver os vale-presentes como um das três principais opções de Natal neste ano. Aqui está o que os consumidores disseram que planejam gastar mais neste ano:

• 57% – vestuário e necessidades;

• 42% – eletrônicos;

• 24% – cartões-presente;

• 14% – artigos esportivos / hobbies;

• 9% – artigos de luxo (bolsas, moda e joias).

“Com mais consumidores evitando devoluções, o resgate de vale-presentes será a próxima grande oportunidade para os varejistas envolverem os clientes e estenderem as vendas após o feriado”, observou Webster.

Sem estoque, sem sorte

A falta de estoque e atrasos inesperados serão as principais maneiras de os varejistas entrarem na lista deste ano.

• 35% dos entrevistados disseram que mercadorias fora de estoque e 56% que funcionários despreparados estavam no topo da lista do que poderia causar uma experiência de compra ruim.

• 75% disseram que não gostariam de esperar que um item voltasse ao estoque antes de tentar outra marca.

“Na pandemia, o estoque de muitos varejistas nas lojas foi totalmente esgotado”, acrescentou Webster. “Durante as férias, será fundamental para os varejistas abasteçam as prateleiras e usarem seus locais físicos tanto para atender os clientes quanto como centros de distribuição para lidar com pedidos online e enviar as remessas rapidamente”.

Os shoppings funcionam, mas as precauções de segurança e as máscaras são cruciais

Embora tenha havido muita discussão sobre como os shoppings fechados se sairão na pandemia, os clientes não estavam preocupados com a local, desde que as devidas precauções de segurança estivessem em vigor..

• 12% dos compradores se sentem mais seguros em um shopping interno; 27% em estabelecimentos comerciais ao ar livre; e 61% estavam satisfeitos com as precauções de segurança adequadas;

• 92% disseram que era importante ver funcionários e outros clientes usando máscaras;

• 94% disseram que era importante ver os esforços de limpeza visíveis;

• 74% dos compradores observaram que o checkout sem contato era importante;

• 86% apontaram os níveis de ocupação reduzidos nas lojas como chave;

• 35% dos compradores também disseram que a falta de distanciamento social faria com que tivessem uma experiência de compra ruim.

Os consumidores se socializam com novas marcas

Como os consumidores passaram mais tempo comprando online durante o COVID-19, a pesquisa constatou que 34% descobriram novas marcas nas redes sociais. Este é um sinal claro para os varejistas de que o aumento da publicidade social neste período de festas pode impactar as vendas.

• 72% desses compradores descobriram uma nova marca via Instagram;

• 69% via Facebook;

• 60% via YouTube;

• 13% via TikTok.

O pesadelo da entrega antes do Natal

Enquanto os varejistas experimentam opções alternativas de recuperação, a entrega em domicílio ainda é a principal escolha entre os consumidores. Isso pode representar um pesadelo para a entrega, pois o tempo de envio será naturalmente estendido devido ao volume. Para aliviar a ansiedade, 91% dos consumidores disseram que atualizações em tempo real sobre a localização do item durante o processo de entrega são importantes. Veja como os compradores planejam recuperar suas compras online:

• 76% dos entrevistados preferem entrega em domicílio;

• 15% irão comprar online e retirar na loja;

• 9% irão comprar online e retirar por meio do clique e retire pelo sistema drive-thru.

“Todos os pais que aguardam a chegada do presente de Natal de seus filhos vão atestar que a transparência dos varejistas é uma necessidade absoluta”, observou Webster. “As marcas precisam ter sistemas para se comunicar com os clientes em cada etapa do processo – do pedido à entrega”.

Mudança do navegador para o comprador

Ao fazer compras online ou na loja, os consumidores citaram estes motivos para mudar de um navegador para um comprador:

• 71% um ótimo preço;

• 51% de ofertas ou descontos especiais (como compre um e ganhe outro grátis);

• 35% de disponibilidade imediata e entrega rápida.

Para saber mais sobre como o Oracle Retail está ajudando seus clientes e varejistas a terem um feliz Natal, visite: http://www.oracle.com/retail

Estão abertas as inscrições para mais de 100 vagas dos Programas de Trainee e Estágio da Whirlpool

Whirlpool, dona das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, abre hoje suas inscrições para os novos Programas de Estágio e de Trainee 2021, em busca de estudantes e recém-formados para ocupar as 90 vagas abertas de estágio e 12 de trainees. Os selecionados irão atuar nas unidades de São Paulo (SP), Rio Claro (SP), Manaus (AM) e Joinville (SC).

Com o objetivo de desenvolver habilidades de liderança, o Programa de Trainee tem como foco pessoas recém formadas , diferente do Programa de Estágio, que busca estudantes em formação para desenvolver novos talentos.

“Nossa busca é por pessoas com origens, formações e estilos diferentes. Nós sabemos que quanto mais diversificado for o nosso time, mais rico será nosso ambiente como empresa e melhor o desempenho da Whirlpool. Por isso, trabalhamos diariamente para construir um ambiente inclusivo para que todos tenham espaço para desenvolver seu potencial ao máximo”, explica Andrea Clemente, vice-presidente de RH da Whirlpool Latin America.

Oportunidades para Trainees

As oportunidades para trainees são para aqueles que se formaram entre dezembro de 2017 a dezembro de 2020, em todos os cursos de bacharelado. Também são requisitos fundamentais o conhecimento intermediário em inglês e disponibilidades para possíveis viagens.

O programa tem a duração de dois anos e foi desenhado para desenvolver habilidades de liderança, amplo conhecimento da organização, além de proporcionar autonomia para desenvolvimento de projetos pelos participantes. É uma oportunidade de vivenciar experiências que transformam o potencial em resultados, proporcionando novas perspectivas para a carreira, em um ambiente que permite inúmeros desafios.

Em complemento ao aprendizado prático, no primeiro ano, os trainees contam com uma trilha de desenvolvimento que foca no desenvolvimento de habilidades de liderança e competências como, mindset digital e gestão de projetos.

Programa de Estágio

O Programa de Estágio Whirlpool 2021 tem como objetivo proporcionar uma experiência de trabalho real em um ambiente dinâmico, inovador e em constante transformação, desenvolvendo e inspirando nossos talentos para nos ajudar a seguir nossa visão: ser a melhor companhia de cozinha e lavanderia, em constante busca por melhorar a vida dos nossos consumidores, em casa.

Com duração de 2 anos, o Programa de estágio insere os selecionados em um ambiente dinâmico e desafiador, além da oportunidade de trabalhar em um projeto que contribui com o resultado da Organização.

Processo Seletivo e Benefícios

Para o programa trainee, as etapas de seleção contemplam inscrições, testes online, Interview Online, Business Case Online e Hack Day (painel e entrevista presencial com gestores).

Já o processo seletivo para o programa de estágio contempla inscrições, Game de Competências, Entrevistas online (sem vídeo), Dinâmicas em Grupo Online, Entrevistas e aprovação.

As inscrições do Programa de Trainee ficarão abertas entre 22 de outubro e 13 de novembro.

Já as do Programa de Estágio abrem dia 22 de outubro e se estenderão até o dia 12 de novembro.

Entre os benefícios estão possibilidade de horário flexível, vale transporte, seguro de vida, previdência privada, estacionamento, desconto em produtos, assistência médica, home office 2 vezes por semana, short friday uma vez por mês, gympass, berçário nas unidades e auxílio creche.

MIDITEC divulga 13 startups selecionadas em processo seletivo

O MIDITEC, incubadora da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com o SEBRAE/SC, anunciou na última sexta-feira (23) as novas empresas participantes do programa. Foram selecionadas 13 startups de diferentes áreas de mercado, como saúde, agronegócio e energia. Akropoli, Aplicatify, Digital Engage, Donc!, Leevo, Rentsy, Auten, PecSmart, Aquila, Food Analytics, Next Fit, Panora e Panthro Tec terão a oportunidade de participar de uma jornada inovadora, abrangente e completa para o desenvolvimento dos seus negócios. 

A incubadora MIDITEC, eleita em 2018 e 2019 pela UBI Global como uma das cinco melhores incubadoras do mundo, recebeu 58 startups no processo seletivo. 61,7% optaram pela modalidade não residente e mais de 50% das empresas que se candidataram já haviam participado de outros programas da ACATE. Além disso, mais de 40% das startups inscritas eram de fora da região da Grande Florianópolis, inclusive uma dos Estados Unidos. 

Ao apresentar os selecionados, o presidente da ACATE, Iomani Engelmann destacou a sua própria experiência como empresário no programa, como foi fundamental para o desenvolvimento de sua empresa no mercado.  “A incubadora, MIDITEC, resume o que a ACATE prega e como queremos trabalhar com o ecossistema e transformar as pessoas e os negócios”, disse.


O programa de incubação pode durar de 12 a 36 meses, dependendo da maturidade da startup selecionada, e é composto por duas fases: Startlab – que contempla as etapas de validação e geração de demanda; e Growthlab – que abrange as etapas de tração de vendas e escala.

O processo seletivo para incubação no MIDITEC durou mais de um mês e foi realizado em quatro etapas: inscrições, avaliação dos candidatos, entrevistas e banca final. Alguns fatores analisados foram as soluções tecnológicas competitivas dos candidatos, o tamanho de mercado e potencial de escalabilidade; viabilidade econômica e financeira; estratégias para operacionalizar o negócio e modelo de monetização, e o perfil dos empreendedores (experiência de mercado, alinhamento com  cultura da incubadora e habilidades e competências para desenvolvimento do negócio).

As selecionadas terão acesso a consultores especializados, uma rede de mentores com mais de 50 membros, qualificações, networking, acesso a investidores e apoio contínuo da equipe para apoiar a evolução da startup.


Saiba mais sobre as as selecionadas para o Startlab:

Aquila: empresa especializada no fluxo de mamografia digital e que utiliza inteligência artificial, conhecimento médico e processos inovadores para aumentar a produtividade e qualidade desses serviços;

Food Analytics: startup de tecnologia especializada em dados de comportamento e operação para melhorar a gestão dos restaurantes de pequenas à médias empresas do foodservice;

Panora: fintech que nasceu com o propósito de tornar fácil e ágil o investimento em ações para quem está iniciando, desde a tomada de decisão até a gestão da carteira;

Panthro Tec: startup que possui solução para resolver problemas de atendimento em bares e restaurantes, por meio de QR Code;

Akropoli: solução em Analytics e que provê tecnologia para empresas alavancarem a experiência dos clientes a partir de dados;

Aplicatify: startup que possui solução SaaS de Marketing de Contexto, para aumentar a conversão de base de leads engajada em até 44%;

Digital Engage: focada em aumento da performance dos colaboradores e retenção de talentos nas empresas;

Leevo: plataforma para aluguel de veículos pelo períodos de seis horas para pessoas que desejam ser motoristas de aplicativo mas não possuem recursos financeiros para comprar um carro ou arcar com os custos de aluguéis tradicionais;

Rentsy: plataforma para locação de equipamentos hospitalares e que atua no formato marketplace. Viabilizam o aluguel de aparelhos de alta complexidade, como monitor multiparamétrico, tomógrafo e ultrassom.

Conheça as selecionadas para o Growthlab:

Next Fit: startup que oferece sistema de gestão e apoio para academias;

Donc!: startup que oferece a plataforma White Label para empresas gerenciarem serviços de campo, como montagens, entregas e assistências técnicas;

Auten: startup que é uma imobiliária de usinas de energia renovável;PecSmart: startup com solução de inteligência para a produção 4.0 de suínos e aves. A tecnologia fornece insights para identificação do melhor momento de intervenção no manejo e logística, redução de custos e melhoria da eficiência. 

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Accenture Bravers Awards reconhece empresas com negócios disruptivos e impacto social no País

Empresas dedicadas a desenvolver serviços e soluções com potencial de transformar os setores de saúde, educação, social e finanças no País terão até 18 de novembro para se inscrever no Accenture Bravers Awards, iniciativa organizada pela Accenture em parceria com a HSM. Com transmissão online e ao vivo, a premiação será realizada em 3 de dezembro de 2020, durante o encerramento da HSM Expo Now.

Uma banca examinadora formada por patronos e mais de 20 especialistas avaliará as iniciativas capazes de melhorar a realidade de milhares de brasileiros.

“Ao reconhecer a bravura e a responsabilidade das organizações, em época de intensa volatilidade do mercado, o Accenture Bravers Awards valoriza o talento brasileiro, cria oportunidades de networking únicas e demonstra como tecnologia e criatividade são os insumos para redesenhar nossa realidade, seja no trabalho ou na sociedade”, enfatiza Vinícius Fontes, líder da Accenture Ventures no Brasil.

“As empresas vencedoras do Accenture Bravers Awards reforçarão seu papel de líderes em suas indústrias, demonstrando a capacidade de antecipar tendências, unindo tecnologia e engenhosidade humana”, explica Reynaldo Gama, CEO da HSM – plataforma de educação corporativa líder no país.

A entrega dos prêmios será realizada pelos patronos, em conjunto com o CEO da Accenture para Brasil e América Latina, Leonardo Framil, e Reynaldo Gama, CEO da HSM. Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, será a co-host. Confira abaixo os detalhes da premiação e acompanhe as notícias e próximas etapas do concurso no site http://accenture.hsm.com.br/ .

Accenture Bravers Awards

Inscrições (até 18/nov): http://accenture.hsm.com.br/

Agenda

• 21/out a 18/nov: período de inscrições;

• 18/nov a 20/nov: seleção das 10 melhores empresas por categoria;

• 23/nov a 27/nov: seleção das três empresas premiadas;

• 3/dez: cerimônia de premiação no encerramento da HSM Expo Now.

Categorias

• Saúde: empresas que ampliam o acesso à informação, ao cuidado e à prevenção e/ou viabilizam a inclusão no sistema, em complemento aos serviços públicos de saúde;

• Educação: organizações que promovem e ampliam a educação de qualidade, preparando o cidadão para o mercado;

• Financeiro: empresas que estimulam o bem-estar financeiro por meio de soluções que permitem inclusão e educação financeira, bancarização, acesso ao crédito ou microcrédito e planejamento financeiro (individual, familiar e/ ou comunitário);

• Social: organizações que ajudam a diminuir a desigualdade por meio de soluções que suportam a geração de renda, empreendedorismo e ações que fomentam a empregabilidade.

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Concentrix tem 700 vagas abertas

A Concentrix, multinacional de soluções de customer experience, está com 700 vagas abertas na capital paulista para contratação neste mês de outubro. As oportunidades são para posições de agente de atendimento (voz, e-mail e chat), e todo o processo de recrutamento é realizado virtualmente. Até o fim do ano, a empresa também vai abrir mais 1.500 vagas.

Os requisitos variam de acordo com cada vaga. Ter inglês fluente e ensino superior são obrigatórios para candidatar-se para algumas posições, porém há outras funções que não necessitam dessas exigências. Outro ponto positivo é a oportunidade para jovens que ainda não tiveram experiências profissionais e buscam desenvolvimento de carreira.

Os candidatos contratados contarão com assistência médica, seguro de vida, assistência odontológica, vale refeição/alimentação, vale transporte, parceria com universidades e escolas de idiomas, entre outros benefícios.

Os interessados em participar da seleção devem acessar o site da Concentrix https://careers.concentrix.com/latam/brazil ou pesquisar pela empresa em sites de emprego. Os candidatos também podem acompanhar novas oportunidades nas redes sociais da empresa: @concentrixbr.

2020: o easter egg do mercado de games e mobile

Por Antonio Affonseca, general manager da Liftoff para o Brasil

Se há algo que vamos nos lembrar quando falarmos de 2020 será o distanciamento social ao qual tivemos que nos submeter. E, até por causa desta característica, há outro fator que marcou este ano: a alta dos games para mobile. Nunca antes os jogos de celular foram tão baixados e o faturamento desse setor nunca esteve tão alto quanto neste momento. Um estudo da Techjury.net aponta que 43% do tempo de uso dos smartphones são para essa finalidade. A quarentena influenciou as pessoas a passarem mais tempo se dedicado ao entretenimento online, em substituição a eventos ao ar livre.

Esse mesmo levantamento revela que o mercado de Mobile Games movimentará quase US ﹩80 bilhões em 2020, globalmente. Um dos fatores desse aumento pode ser verificado pelo incremento de 24% nas transações in-app em jogos de 2020, em comparação com 2019. De todos os downloads feitos, jogos representam de 20 a 25%, tanto em Android quanto em iOS.

Na quarentena, as pessoas passaram a usar mais seus celulares, o que levou a um aumento na instalação de aplicativos. O cenário gerou um aumento no número de impressões, o que reduziu o CPM (custo por impressões). Esse valor de CPM abaixo do padrão foi rapidamente explorado pelas empresas. O índice de downloads foi exponencial.

No entanto, a audiência não conhecia muito bem os apps, o que, na contramão desse fluxo, gerou uma proporcional taxa de desinstalação (algo categorizado por nosso setor como baixa retenção). Essa oportunidade nos CPMs também foi muito bem explorada pelo setor de e-commerce, que viu nessa oportunidade um potencial de alavancar suas vendas on-line em substituição às quedas nas vendas das lojas físicas.

Uma das preocupações, em um segundo momento pós-instalação de múltiplos aplicativos, é a retenção do usuário. Após baixar, experimentar e se acostumar a usar um aplicativo X, o usuário acaba desinstalando outros aplicativos da mesma categoria. Esse processo costuma ser classificado em algumas etapas: descoberta, retenção e, por fim, monetização. Esse último estágio varia bastante de formato, conforme o país ou a região. Atualmente, já se nota uma desaceleração nos downloads, talvez devido à flexibilização no isolamento e à ligeira retomada da vida social.

Ao entrar em detalhe sobre o mercado na América Latina, percebe-se que a região possui o menor CPI dentre todas as outras regiões, algo avaliado como positivo, ao mesmo tempo em que possui os menores ROAS (retorno de investimento em publicidade) e retenção, obviamente fatores desfavoráveis. O mercado em si é bem desafiador, o consumidor é exigente e a adesão a opções freemium é bem alta. Em geral, as compras in-app em jogos são baixas e, por causa disso, é mais comum que a monetização seja feita por publicidade. Concluindo, devido a esses desafios, se um jogo emplaca com o usuário latino-americano, será possivelmente bem-sucedido em qualquer outro lugar.

Atualmente, o mercado de marketing para aplicativos conta com modelos de otimização para a monetização dos jogos levando em consideração tanto a receita por publicidade (Ads Revenue) quanto os “eventos” de compras (CPA ou ROAS). Para que isso aconteça, é preciso investir em ações de retenção – fatores responsáveis pelo aumento da exposição à publicidade – que, consequentemente, incrementam receita.

Recentemente, divulgamos nosso relatório anual com foco nesse tema – o “Mobile Gaming Apps Report” – com dados globais sobre esse segmento, inclusive com abas específicas para o consumo brasileiro. Foram analisados 314 milhões de engajamentos de anúncios, mais de 303 milhões de instalações e 6,5 milhões de compras em 697 apps de jogos entre junho de 2019 e maio de 2020.

Para não atribuir essa alta somente à quarentena, outro relatório de relevância para o setor – o “Hyper Casual Gaming in 2020”, da Adjust – mostrou que o crescimento dos downloads começou mesmo antes da declaração da pandemia global. Tais dados só nos levam a crer que, seja em casa ou nas ruas, o mercado de jogos se encontra em plena ascensão mundialmente.

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Número de desbancarizados no Brasil caiu 73% durante a pandemia, indica Mastercard

Segundo o novo estudo “Aceleração da inclusão financeira durante a pandemia da Covid-19” realizado pela Americas Market Intelligence em parceria com a Mastercard, o número de brasileiros desbancarizados, ou seja, que não possuem conta em bancos e fintechs, diminuiu 73% nos últimos cinco meses. Esse aumento se dá, principalmente, pela necessidade dos brasileiros em utilizarem serviços online para realizarem suas transações, por conta do distanciamento social.

O estudo, realizado com consumidores do Brasil, México, Argentina e Colômbia, mostra que os primeiros subsídios governamentais foram essenciais para aumentar o acesso ao sistema bancário em toda a região. O Auxílio Emergencial no Brasil, o Ingreso Solidario na Colômbia e o Ingreso Familiar de Emergencia da Argentina impulsionaram a criação de contas bancárias pelos usuários para o depósito do auxílio. O estudo revela que devido aos programas de benefícios sociais criados para minimizar os impactos da Covid-19, a população não bancarizada em toda a América Latina teria sido reduzida em 25%.

O Auxílio Emergencial, entregue pelo Governo Brasileiro, sofreu mudanças importantes desde sua implementação em maio desse ano. A criação de uma norma que proíbe a transferência ou saque da conta por 30 dias foi um divisor de águas na forma como os consumidores estavam utilizando o benefício. Enquanto em maio menos de 5% das transações eram realizadas de forma digital e cerca de 35% das transações eram de saque, em agosto, as transações digitais realizadas pelo aplicativo atingiram a marca de 63% e os saques caíram para 15%.

Além disso, a quarentena estimulou o comércio eletrônico e o uso de novas tecnologias pelos consumidores brasileiros. Por meio de fintechs e bancos digitais, os pagamentos por aproximação e pagamentos em tempo real, passaram a fazer parte do cotidiano da população. A pandemia também mudou a relação do brasileiro com suas finanças pessoais e o planejamento de longo prazo: o foco na poupança, tradicionalmente associado à riqueza, se estendeu para famílias de baixa renda.

“Acreditamos que a inclusão financeira e digital ajuda as pessoas a prosperarem, serem mais produtivas e viverem com mais estabilidade. A chave para o crescimento da inclusão financeira – e, consequentemente a redução do uso do papel moeda- é o aumento da inclusão digital, que deve desempenhar um papel importante nos esforços de recuperação pós pandemia”, afirma João Pedro Paro Neto, Presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.

América Latina e Caribe
Um levantamento do Banco Mundial indicou que apenas 55% de adultos latino-americanos – 207 milhões de pessoas – possuíam conta em instituições financeiras em janeiro de 2020. Devido aos auxílios disponibilizados e o maior acesso à fintechs e bancos digitais, 40 milhões de pessoas na América Latina criaram contas em instituições financeiras nos últimos cinco meses. No Brasil, a população desbancarizada foi reduzida em 73%, enquanto Argentina diminui 18% e Colômbia 8%, resultados expressivos em apenas cinco meses.

Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada na América Latina entre junho e agosto de 2020, focada, principalmente, nos consumidores do Brasil, México, Argentina e Colômbia. O estudo consiste numa intensa avaliação de dados divulgados por governos e instituições financeiras, bem como entrevistas com 18 instituições financeiros, incluindo os mais tradicionais bancos e fintechs dos quatro países.

SiteMercado, do Grupo iFood, abre 80 vagas para área de tecnologia e produto

O SiteMercado, líder em e-commerce para supermercados no Brasil que faz parte do Grupo iFood, está com 80 vagas para contratação imediata de diversos níveis na área de tecnologia e produto. Entre as posições abertas estão analista de dados, UX designer, desenvolvedor(a) Full Stack, desenvolvedor(a) mobile, coordenador(a) técnico(a). Para conferir mais detalhes sobre as vagas, é só acessar vagas.sitemercado.com.br e enviar o currículo para vagas@sitemercado.com.br .

“Crescemos mais de 200% nesse último ano, chegando a mais de mil parceiros, e ainda há um grande potencial de crescimento do setor de mercado, frente a necessidade de digitalização. Estamos fortalecendo nosso time de tecnologia para dar continuidade aos nossos planos de expansão e diferenciação. As oportunidades estão concentradas em São José do Rio Preto e região, mas estamos abertos a possibilidade de trabalho remoto. Com isso, talentos de todo o Brasil podem se candidatar”, afirma Davi Costa, fundador da empresa.

O SiteMercado é uma plataforma brasileira que atua há 5 anos no mercado, liderando o e-commerce para supermercados no país. Recentemente, passou a integrar o Grupo iFood, foodtech líder na América Latina, e juntas, as empresas vão ajudar mercados de diversos tamanhos a se digitalizarem, oferecendo soluções em tecnologia e inteligência artificial para alavancar seus negócios. Todo trabalho de padronização do catálogo de produtos é feita pela empresa, que hoje conta com uma base de mais de 250 mil produtos com foto e outras informações para auxiliar o consumidor final na compra e também otimizar o tempo de ativação da loja online do supermercado.