Page

Author admin

Nova tecnologia vai descontaminar até mil máscaras hospitalares em duas horas

Pesquisadores da Unidade EMBRAPII – Instituto de Física de São Carlos, da USP, desenvolveram uma câmara de ozônio capaz de descontaminar equipamentos de proteção individual para reutilização

A falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para profissionais de saúde é uma das preocupações da Organização Mundial de Saúde (OMS) no combate à pandemia do novo Coronavírus. Em busca de alternativas inovadoras que possam contribuir com a segurança dos profissionais de saúde, a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC), desenvolveu em tempo recorde, uma câmara de ozônio capaz de fazer a descontaminação de até mil máscaras no período de duas horas.

Pesquisadores da Unidade EMBRAPII do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, no interior paulista, estão à frente deste projeto atendendo a demanda da NSF, empresa parceira na área de descontaminação de alimentos. O objetivo é receber os EPIs de unidades de saúde da região para que sejam esterilizados e reutilizados.

O processo de descontaminação funciona assim: as máscaras são colocadas dentro da câmara, por onde passam por ciclos de vácuo (remoção do ar da câmara) e injeção de ozônio produzido por um gerador acoplado ao equipamento. O ozônio é conhecido como um dos mais rápidos e eficazes agentes microbicidas, tanto para bactérias quanto para vírus. Após vários ciclos, totalizando duas horas, todos os micro-organismos são eliminados e as máscaras prontas para serem usadas novamente. De acordo com os pesquisadores, quatro ciclos bastariam, no entanto, são feitos outros três como garantia adicional.

O projeto teve como objetivo inicial a descontaminação de alimentos, porém diante da pandemia de Covid-19, ele está sendo adaptado para ser utilizado em máscaras respiratórias e outros tipos de EPIs, materiais que passam por uma escassez em todo o mundo. Para o professor Vanderlei Bagnato, pesquisador coordenador da Unidade EMBRAPII IFSC, o projeto vai contribuir para aumentar a oferta destes equipamentos sem a necessidade de novas aquisições. “O financiamento e o modelo EMBRAPII foram fundamentais neste desenvolvimento. Certamente, o sistema vai ser muito importante na atual crise, mas também depois dela, se tornando um novo produto para a empresa”, afirma Bagnato.

Outras iniciativas EMBRAPII

A EMBRAPII adotou uma série de medidas que irão contribuir para o desenvolvimento de projetos emergenciais contra o Coronavírus com o objetivo de viabilizar soluções que unam a pesquisa ao setor empresarial. Tudo de forma rápida, flexível e sem burocracia. Veja algumas ações:

• R﹩ 6 milhões destinados para startups e pequenas empresas. Desse total, R﹩ 2 milhões vieram da parceria com o SEBRAE. As tecnologias podem incluir softwares, sistemas inteligentes, hardware, peças, equipamentos médicos, entre outros;

• O modelo tradicional da instituição, que arca com até 1/3 do valor dos projetos com recursos não reembolsáveis, foi flexibilizado. Para atender a esta demanda emergencial, o estímulo será maior e avaliado de acordo com a necessidade de cada proposta;

• R﹩ 20 milhões da parceria EMBRAPII, Senai e ABDI para projetos de aplicação imediata destinados à prevenção, diagnóstico e tratamento da Covid-19. As propostas podem abordar temas como ampliação do número de respiradores; desenvolvimento de testes de detecção do vírus, equipamentos de proteção individual (EPIs), componentes de UTIs, entre outros.

Google apresenta programa gratuito de mentoria para PMEs

Para ajudar as pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras durante a pandemia da COVID-19, o Google apresenta o programa de Mentoria Cresça com o Google Por meio dele, empreendedores terão a oportunidade de tirar dúvidas e receber orientação de profissionais sobre as principais áreas da rotina de uma empresa que foram impactadas durante a pandemia. 


O programa terá mais de 30 mentoras selecionadas por meio de uma parceria com a Rede Mulher Empreendedora (RME). Durante dois meses, os interessados poderão agendar reuniões de 30 minutos com as mentoras – no total, serão oferecidas 120 sessões de mentoria on-line diárias, totalizando 5 mil ao final do período. Os interessados poderão escolher entre seis temas: vendas on-line (e-commerce), finanças e contabilidade, inteligência emocional para empreendedores, inovação e modelos de negócio, apoio jurídico e marketing digital. 

 
Confira mais informações sobre cada tema: 

 
• Vendas on-line: Saiba como oferecer o seu produto na Internet, como funciona o processo de vendas on-line e quais técnicas você deve utilizar. Além de como montar uma estratégia de vendas e quando abrir uma loja virtual. 

 
• Finanças e Contabilidade: Receba dicas sobre planejamento financeiro, organização de fluxo de caixa e como ter acesso a créditos ou empréstimos. Entenda como as ações governamentais impactam autônomos, como MEIs. 

 
• Inteligência Emocional para Empreendedores: Aprenda a identificar as suas emoções e lidar com elas. Saiba como equilibrar trabalho e família, tomar decisões mais assertivas e exercer um papel de liderança nesse período. 

 
• Inovação e Modelos de Negócios: Tire suas dúvidas sobre quais inovações podem ser colocadas em prática agora. Aprenda como executar um novo modelo de negócio para aumentar a sua receita. 

 
• Apoio Jurídico: Receba orientação profissional sobre como proceder com contratos, como gerenciar fornecedores e colaboradores. Conheça mais sobre questões trabalhistas e tributárias. 

 
• Marketing Digital: Como melhorar a divulgação on-line do seu negócio, atrair novos clientes e fazer melhor uso das ferramentas disponíveis no mercado de acordo com o perfil da sua empresa serão alguns dos temas abordados nessa mentoria. 

 
A Mentoria Cresça com o Google foi criada especialmente para apoiar as PMEs no momento de incerteza gerado pelo surto de COVID-19. De acordo com um estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 13 milhões de PMEs sofrerão os impactos da crise ocasionada pela pandemia.Além disso, a Organização das Nações Unidas (ONU) já aponta que as empreendedoras estão sendo mais afetadas pela situação, já que o trabalho doméstico aumenta ao mesmo tempo em que a renda diminui. De acordo com a RME, 38% das empreendedoras brasileiras tem o seu negócio como principal fonte de renda da família. 

 
Dessa forma, a Mentoria Cresça com o Google auxiliará ambos os lados: os empreendedores que precisam de ajuda durante esse período de incerteza e as mentoras, que vão receber uma renda extra por participarem do programa. 

 
O Cresça com o Google tem como objetivo oferecer conteúdos e ferramentas para o aprimoramento de habilidades, carreiras e negócios. Desde de 2017, o projeto já capacitou mais de 100 mil pessoas presencialmente. “Com a pandemia do COVID-19, pequenas e médias empresas precisam, mais do que nunca, ajuda para manter seus clientes, receitas e funcionários. A Mentoria Cresça com o Google vem suprir essa demanda de conhecimentos técnicos e suporte emocional nesse momento tão difícil para os empreendedores brasileiros”, afirma Valdir Leme, head de marketing do Google Brasil. 

 
O agendamento para as sessões de mentoria já está aberto e pode ser feitos por meio do site g.co/EmCasa até o final de junho de 2020. É necessário ter uma Conta Google para realizar a inscrição e há o limite participação em uma mentoria por tema a cada 30 dias. Veja abaixo o passo a passo: 

 
• Acesse g.co/EmCasa; 

 
• Escolha um dos temas de interessevendas on-line, finanças e contabilidade, inteligência emocional para empreendedores, inovação e modelos de negócio, apoio jurídico e marketing digital. 

 
• Preencha o formulário com seus dados pessoais, dados do seu negócio e suas principais dúvidas; 

 
• Escolha data e horário para receber a mentoria; 

 
• Aguarde o e-mail de confirmação e posteriormente o aparecimento do compromisso no seu calendário.

ThoughtWorks Brasil apresenta novo Head of Sales

A ThoughtWorks, consultoria global de software, oficializou hoje a contratação do novo Head of Sales para sua filial brasileira. Carlos Augusto Gordilho vai responder diretamente às diretoras-presidentes Caroline Cintra e Marta Saft, além do Global Commercial Officer – Sai Mandapaty e irá liderar o time comercial e de relacionamento com clientes do mercado local, com o objetivo de aprimorar as estratégias comerciais e expandir a presença da ThoughtWorks no Brasil.

Com mais de 20 anos de experiência na área comercial de serviços de Tecnologia e Consultoria, Carlos Gordilho esteve envolvido em projetos que definem estrategicamente as iniciativas digitais, aumentando o poder dos dados com análises, soluções cognitivas, aplicativos inovadores e serviços em nuvem. Gordilho passa a integrar a equipe da ThoughtWorks após passar por grandes empresas como IBM e Accenture Brasil e grupo Telefônica. Recentemente teve também uma rica passagens por startups de sucesso como a Mooven Consulting.

Carlos Gordilho é bacharel em Engenharia Civil pela PUC-BA, com MBA em Negócios pela FGV e especialização em Desenvolvimento de Negócios Latam pela Fundação Dom Cabral. Também possui formação executiva em análise de Indústria e Estratégias Digitais, pela Harvard Business School e Universidade de Columbia, respectivamente.

Magalu e Sebrae fecham acordo que pode digitalizar milhares de pequenos empreendedores em todo o Brasil

O Magalu e o Sebrae assinaram um acordo que pode trazer ao Parceiro Magalu, plataforma de digitalização de pequenos varejistas, milhares de novos empreendedores. O Sebrae terá um canal direto para inclusão de seus pequenos no canal do Magalu e também oferecerá cursos para capacitação.

Com essa parceria, o Magalu passa a contar com a marca forte que o Sebrae possui junto aos pequenos empreendedores, além da grande capilaridade da entidade no território nacional e o seu know how de capacitação e consultoria. “O comércio eletrônico é um processo irreversível em todo o mundo, mas que estava restrito aos médios e grandes estabelecimentos.

Modernizar e fortalecer o pequeno negócio tradicional, que atua na loja física e agora está com dificuldade de chegar ao cliente, é uma das principais missões do Sebrae neste momento de crise. Apostamos nesta parceria com o Magalu para oferecer uma ferramenta fácil e eficiente para ampliar as vendas e reforçar os caixas das empresas durante a pandemia”, ressalta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O Parceiro Magalu foi lançado no começo das restrições impostas pelo combate do Covid-19. A plataforma permite, de forma rápida e fácil, que o pequeno varejistas MEI ou pertencente ao Simples disponibilize seus produtos no site, app e, futuramente, lojas do Magalu (por intermédio do Mobile Vendas). Até 31 de julho deste ano, a empresa vai cobrar um percentual de 3,99% por venda, apenas para cobertura dos custos de operação.

“Levamos alguns anos para digitalizar o Magalu, e fomos bem sucedidos. Agora queremos digitalizar o Brasil, sobretudo os pequenos empreendedores — um propósito ambicioso que ganha ainda mais relevância num momento como este”, afirma Frederico Trajano, CEO do Magalu. “Contar com o talento e conhecimento do Sebrae nessa jornada nos dá mais segurança de que chegaremos lá”.

O Magalu tem como uma de suas principais bandeiras a digitalização do varejo brasileiro. A companhia, que nasceu em 1957 como uma pequena varejista do interior de São Paulo, é a que melhor conseguiu fazer a transição do mundo físico para o virtual. Em 2020, foi apontada pela revista americana Fast Company, referência em tecnologia, como a empresa mais digital do Brasil. Agora, com o Parceiro Magalu, a empresa quer dividir o que aprendeu nesse processo com todos os pequenos empreendedores do país.

A parceria com o Sebrae será realizada, inicialmente, em Pernambuco e São Paulo, como projeto-piloto. Depois, será expandida para um estado em cada região do país e, por fim, em todo o território nacional.

Digital Colony lança a Scala Data Centers S/A, plataforma latino-americana de Data Centers Hiperescaláveis

A Digital Colony Management, plataforma de investimentos de infraestrutura digital da Colony Capital, Inc. (NYSE: CLNY), anunciou hoje a implantação da Scala Data Centers S/A, uma plataforma de datacenters hiperescaláveis sediada em São Paulo, por meio da aquisição de ativos da UOL Diveo. Ao fechar o acordo de compra, Marcos Peigo, atualmente sócio da Digital Colony, se tornará também CEO da Scala. Dados financeiros da transação não foram divulgados.

Após a aquisição, a Scala se torna uma das maiores plataformas de Data Centers do Brasil e está preparada para crescer eficientemente por meio de crescimento orgânico e aquisições. Como a nona maior economia do mundo, o Brasil é um mercado atraente e sub atendido para infraestrutura de Data Centers. Além disso, a expectativa é que a demanda continue a crescer rapidamente, impulsionada por migrações para nuvem, terceirização de TI e adoção de novas tecnologias, como o 5G. Atenta a opções complementares de investimento, a Digital Colony enxerga na região uma indústria de infraestrutura digital e data centers com oportunidades multibilionárias.

Apesar das condições atuais do mercado, a Digital Colony mantém seu comprometimento em identificar oportunidades de investimento promissoras, dando apoio a fortes equipes de gestão e construindo negócios de ponta posicionados para usufruir um crescimento de longo prazo na economia digital. Essa transação se segue à recente aquisição da Zayo Group Holdings, Inc, fechada em março de 2020 por US$14,3 bilhões, assim como a expansão europeia da Vantage Data Centers por meio da aquisição da NextGeneration Data. A Scala é o segundo investimento da Digital Colony no Brasil e o quarto na América Latina. Anteriormente, a empresa adquiriu a Highline do Brasil em 2019, a Andean Telecom Partners em 2017 e a Mexico Towers Partners em 2013, por meio de sua afiliada Digital Bridge.

Com mais de 20 anos de experiência como líder em empresas de tecnologia e infraestrutura, Marcos Peigo traz conhecimento profundo sobre o mercado latino-americano. Recentemente, ele ocupou o cargo de Vice-Presidente de Value Creation da IBM para a América Latina, onde liderou as equipes de soluções de indústria, desenvolvimento de negócios, arquitetura e inovação. Antes disso, foi diretor-executivo e COO na UOL Diveo, empresa de serviços de tecnologia e data centers do UOL Diveo, fundador e CEO da Lemniscata Ventures, uma empresa de assessoria e investimentos focada em empresas que têm em seu cerne forte uso de TI, e CEO da Solvo S/A, uma empresa de serviços gerenciados focada em infraestrutura de missão crítica. Em 2017, Peigo foi nomeado Executivo de TI do Ano pela Korn Ferry/ IT Midia.

“Estamos muito felizes em receber o Marcos na equipe da Digital Colony e expandir nossa presença na América Latina. Com o seu histórico sólido, conhecimento em infraestrutura digital e rede de contatos em toda a região, é a melhor pessoa para liderar a Scala e supervisionar nossas estratégias de crescimento no continente”, afirmou Jon Mauck, Managing Director da Digital Colony. “Data Centers Hperscaláveis são mais necessários do que nunca e estamos certos de que a Scala, com suas instalações de ponta, capacidade de expansão notável e equipe de liderança experiente, entregará uma solução superior para o mercado. A operação está posicionada perfeitamente para apoiar o crescimento da demanda de serviços em nuvem e de terceirização de serviços de TI em toda a América Latina, atendendo às demandas de nossos clientes globais.

“Admiro há muito tempo a Digital Colony por sua plataforma global de investimentos em infraestrutura digital, excelência operacional e relacionamento com empresas líderes em todo o mundo. Estou animado em começar a trabalhar em conjunto com a empresa e apresidir a Scala, que se beneficiará tremendamente da presença global e da liderança da Digital Colony nesta indústria, bem como de seu forte time de gestão”, afirmou Peigo. “A estratégia de investimentos da Scala na América Latina é bastante agressiva e seus data centers de qualidade viabilizarão a chegada da nova geração de conectividade e mobilidade na região”.

“A UOL Diveo tem a confiança de que a Scala, com suas instalações de ponta e histórico comprovado de performance, ao lado de seu experiente time de gestão e associação com a Digital Colony será o parceiro ideal para o nosso negócio, enquanto continuamos a escalar a nossa demanda de infraestrutura no longo prazo” comentou Gil Torquato, CEO da Compasso UOL. “A UOL Diveo continuará a prover serviços de infraestrutura baseados na parceria com a Scala, além de serviços gerenciados, multicloud, segurança, desenvolvimento de software e soluções digitais a partir de sua companhia de serviços, a Compasso UOL.”

WEG atualiza parque tecnológico com IBM para potencializar expansão internacional

A IBM se tornou a nova empresa fornecedora de soluções de tecnologia, como data centers, servidores e multi-cloud, da WEG, multinacional brasileira especializada na fabricação e comercialização de motores elétricos, transformadores, geradores, automação industrial e tintas. Com isso, a Big Blue terá a missão de ajudar a WEG em seu processo de transformação digital, o que resultará em melhorias de processos e performance.

A partir das mudanças, a nova infraestrutura vai permitir a modernização das aplicações da empresa e sua integração com outros ambientes de cloud multi-híbrida. Este é mais um importante passo no aumento de capacidade e escalabilidade de seu processamento. “Isso é fundamental para criação de novos produtos com ainda mais tecnologias embarcadas, além de uma nova plataforma de negócios, conectando mais facilmente clientes e parceiros à WEG e, ao mesmo tempo, sua expansão internacional”, ressalta Paulo Vicari, gerente de Systems Servers da IBM Brasil.

Entre as tecnologias adotadas pela WEG para otimizar suas operações no País estão os servidores IBM Power System E980, IBM Storage Storwize V7000 e IBM FlashSystem 9150, que foram adquiridos pela empresa após 10 anos em outros sistemas. O servidor Power System E980 oferece capacidade de cloud privada e capacidade sob demanda para processadores e memória, enquanto o Storwize V700 aprimora a disponibilidade de aplicativos e a utilização de recursos. Já o IBM FlashSystem 9150 oferece capacidade intensiva de armazenamento multi-cloud orientada por dados.

“Havia a necessidade de consolidação e atualização da tecnologia, preparando a empresa para um mundo hibrido e alinhado à transformação no portfólio de negócios, além de viabilizar sua expansão internacional”, explica Vicari.

A implementação das novas tecnologias começou em dezembro de 2019, sendo essa a primeira fase do projeto da WEG em conjunto com a IBM, que desenvolveu um plano de modernização da infraestrutura de TI para os próximos anos alinhado com as estratégias de negócios.

Para Paulo Sergio dos Santos, Diretor de Tecnologia da Informação da WEG, um dos fatores determinantes para a adoção das tecnologias da IBM foi a abrangência do portfólio e a visão em relação ao futuro das tecnologias, mais especificamente em relação à cloud híbrida e ao universo open source. “Levamos em consideração a capacidade de realização e suporte da IBM, considerando a complexidade da WEG, que está em constante crescimento, com operações globais, mais de 30 mil funcionários e 16 mil usuários de TI”, explica.

Sobre as tecnologias
IBM Power System E980: O servidor IBM Power System E980 oferece sistema modular com até 192 núcleos POWER9 e até 64 TB de memória. O servidor oferece capacidade de cloud privada, virtualização líder no mercado e capacidade sob demanda para processadores e memória, com o objetivo de fornecer crescimento contínuo e sem interrupções e maior flexibilidade para diversos sistemas em uma cloud corporativa.

IBM Storwize V7000: Sistema de armazenamento em bloco, o Storwize V7000 combina componentes de hardware e software para oferecer um ponto único de controle e ajudar a sustentar uma maior eficiência de armazenamento. A tecnologia foi desenvolvida para aprimorar a disponibilidade de aplicativos e a utilização de recursos ao possibilitar virtualização, consolidação e camadas em empresas de todos os tamanhos. O IBM Storwize agora faz parte da família IBM FlashSystem.

IBM FlashSystem 9150: A tecnologia reúne o desempenho do flash e do Non-Volatile Memory Express (NVMe) com a confiabilidade e a inovação da tecnologia IBM FlashCore e os recursos avançados do IBM Spectrum Virtualize, tudo em um sistema de armazenamento de 2U. Fornecendo capacidade intensiva de armazenamento multi-cloud orientada por dados, o FlashSystem 9150 está profundamente integrado aos recursos definidos por software do IBM Spectrum Storage, permitindo incluir facilmente soluções multi-cloud.

Braço tecnológico do HC cria núcleo de inteligência artificial para controle da covid-19

A inteligência artificial tem sido uma aliada importante na luta para o combate ao novo coronavírus. Nesta semana, o InovaHc, instituto dedicado à inovação do Hospital das Clínicas, lança a plataforma radvid19.hc.fm.usp.br que funcionará como central de banco de imagens de raios-x e tomografia computadorizada de pacientes suspeitos e confirmados com a covid-19. O sistema será utilizado para empresas e startups desenvolverem e testarem tecnologias baseadas em inteligência artificial.

A plataforma RadVid19 é uma ação dos radiologistas brasileiros apoiados pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) para coletar os exames de imagem e disponibilizá-los em nuvem para aplicação do algoritmo — cuja finalidade é auxiliar o radiologista neste diagnóstico e garantir a assistência rápida e avançada para os casos da COVID-19 por meio de ferramenta de colaboração clínica centrada no paciente, em que os médicos podem acessar e trocar informações sobre imagens e relatórios de qualquer parte do país.

Para o presidente do InovaHC e presidente do Conselho Diretor do Instituto de Radiologia e da Comissão de Inovação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), Giovanni Cerri, o objetivo é “desenvolver soluções eficazes e de rápida implementação para controle do novo coronavírus. A colaboração para a criação de um banco de dados robusto e a abertura de um espaço para testar as inovações vai nos permitir desenvolver ação rápidas para reduzir significativamente a taxa de crescimento do número de casos”.

Cerri conta que o projeto coloca o Brasil num estágio de maturidade em termos de uso de IA na área da saúde. “Estamos contribuindo com a formação de competências locais e com o desenvolvimento de startups brasileiras. De forma rápida, conseguimos um resultado que vai ser muito eficiente no tratamento dessa pandemia no Brasil e no mundo”.

Estão à frente da iniciativa o InovaHC e o Instituto de Radiologia (InRad), ambos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), Colégio Brasileiro de Radiologia, Amazon Web Services, GE Healthcare – Divisão de Enterprise Digital Solutions (EDS), Petrobras, Huaweii, Todos pela Saúde – Itaú, Deloitte, Hospital Sírio-Libanês, Grupo Fleury, Americas Serviços Médicos, Hospital do Coração (HCor), Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico e da Saúde.

Startup cria lista para compras de supermercado para evitar desperdício

 

Em tempos de quarentena, muitas pessoas estão realizando compras de mantimentos mais robustas, para evitarem idas constantes ao mercado. Sem um estratégia e experiência nisso, podem surgir dúvidas: qual a quantidade que devo comprar para durar um mês, evitando desperdício e também o esvaziamento desnecessário dos supermercados? Segundo levantamento da IZIO, uma das startups do Cubo Itaú, a maioria dos jovens adultos compram pontualmente itens que precisam, sem saber o que é necessário para um período mais longo. Por isso, ela cruzou dados de consumo e criou uma tabela para auxiliar nessa tarefa, com o objetivo de uma #compraconsciente.

“Com essa situação do Brasil, nos deparamos com notícias de pessoas no supermercado comprando 50 litros de leite para consumo caseiro, e isso não é necessário. Vimos histórias de pessoas estocando muita comida sem necessidade, pois a própria APAS (Associação Paulista de Supermercados) tranquilizou o público informando que teríamos supermercados com reposição, e não havia motivo para super estocagem”, diz Luana Souza, Head de Marketing da empresa. Diante desse cenário, a IZIO criou uma tabela para dar suporte aos consumidores sobre a quantidade de coisas a se comprar para se manter por longos períodos. Com três tipos de público – solteiros, casal e casal com criança – a iniciativa tem o objetivo de orientar a população para essa tarefa, e pode ser acessada aqui .

“É muito importante que o ecossistema de empreendedorismo crie alternativas para fortalecer todo o setor, como a sociedade de uma forma geral. As empresas de tecnologias têm o perfil de pensar de forma rápida e apresentar uma solução para algum problema atual. Esse é o caso das startups do Cubo Itaú e do ecossistema de uma maneira geral, que estão usando suas expertises para ajudar neste momento”, afirma Renata Zanuto, co-head do Cubo Itaú.

Conheça as startups selecionadas para participar do “Desafio Covid-19: soluções digitais para o agronegócio”

Nos últimos quatro meses, os impactos da pandemia do novo coronavírus começaram a estabelecer novas formas de relacionamento no mundo todo. No Brasil, estes efeitos passaram a ser vivenciados mais especificamente, a partir do mês de março, quando medidas de isolamento social foram implementadas em estados e municípios. Diante deste cenário e também ciente de que, o agronegócio precisa manter suas atividades para garantir o abastecimento e o acesso da população aos alimentos, a Bayer, em parceria com Sicredi, Orbia e o AgTech Garage, lançou, em 31 de março, o “Desafio Covid-19: soluções digitais para o agronegócio “. A iniciativa foi criada com o objetivo de promover a difusão e a adoção de soluções confiáveis e de alto impacto desenvolvidas por startups para produtores rurais.

A partir de agora, as soluções destas 20 empresas selecionadas já estão disponíveis na plataforma Orbia para acesso gratuito. As ferramentas funcionarão desta forma facilitada para os produtores rurais de todo Brasil,pelos próximos dois meses, auxiliando-os durante o período de isolamento social ocasionado pela Covid-19.

Conheça as startups selecionadas

Agrare – empresa especializada em solução de gestão agrícola e pecuária permitindo ao produtor ter melhor rentabilidade do negócio, com informações que ajudarão na melhor tomada de decisão.

AgriConnected – ajuda aos pequenos e médios produtores agrícolas no gerenciamento das atividades no campo e na otimização da frota de máquinas e implementos agrícolas com o uso de inteligência artificial, informações de cultivo e geolocalização. Tornando mais eficiente todo o planejamento e a utilização do maquinário, levando a uma diminuição considerável dos custos de operação e melhora na qualidade do produto final.

AgriQ – startup especializada em emissão de receituário agronômico de maneira digital.

Agromove – através de um software, a empresa utiliza diversos parâmetros para indicar tendências do mercado e sinalizar aos produtores os melhores momentos para comprar e vender boi gordo, bezerro, soja e milho.

Atomic Agro – oferece uma ferramenta de digitalização do processo de escolha de insumos, gestão da safra como planejamento e acompanhamento do manejo, e uma rede colaborativa com mais de 6.000 produtores usando o aplicativo.

Bart Digital – empresa que apresenta uma solução online para realização de operações de barter. Auxilia nos processos de financiamento agrícola, em especial aqueles relativos à emissão de recebíveis e garantias. Além de facilitar a busca de informações necessárias à avaliação das garantias, realiza conexão de parceiros de negócios e monitoramento das operações.

Brain Agriculture – ferramenta de automação na busca documental, evitando a necessidade de procurar órgãospúblicos, escritórios de contabilidade e jurídico, levando agilidade e segurança para as demandas do dia a dia.

E-ctare – plataforma para a liquidação de safra. A empresa oferece a antecipação de recebíveis e crédito com base na safra depositada em armazéns credenciados. O produtor com acesso ao aplicativo pode vender, pagar e receber à distância, sem qualquer contato com compradores da sua safra e vendedores de máquinas, equipamentos e insumos agrícolas.

Elysios – por meio de um software agrícola, a empresa oferece soluções de gestão de propriedade, integração de produtores e controle de cultivos. Focada na gestão e na rastreabilidade para produtores de frutas, legumes e verduras.

Farm ox – a agtech faz a gestão operacional das fazendas com o auxílio de uma ferramenta, com a qual é possível controlar a operação desde a janela de plantio, as ameaças das lavouras (pragas, doenças, plantasdaninhas, clima, atrasos operacionais), estoques, colheita, além de melhorar a comunicação entre as equipes.

Fito app – especializada na emissão de documentos eletrônicos com validade legal para o agronegócio, em especial emissão de receituário agronômico por meio de dispositivos móveis com assinatura eletrônica ou digital.

JetBov – startup que trabalha com um software de gestão que permite o controle zootécnico para pecuária de corte e gestão da atividade garantindo maior rentabilidade ao produtor rural.

Luckro – empresa que desenvolveu uma ferramenta que trabalha com fotos certificadas, permitindo a troca de imagens entre compradores e vendedores facilitando rastreabilidade e transações de compra e venda de forma remota.

MyFarm – oferece uma solução de gestão agrícola permitindo ao produtor ter melhor rentabilidade do negócio, com informações que serão insumos para a melhor tomada de decisão. Além de cumprir as obrigações legais do negócio, como controle de notas fiscais, por exemplo.

Nutrir – a plataforma permite ao produtor familiar vender online seus produtos em grandes centros urbanos. O produtor vende e negocia diretamente com o cliente como indústrias, distribuidoras, mercados, mercearias, restaurantes e serviços de delivery, através da plataforma online.

Sensix – especializada no monitoramento de plantação através de drones e satélite permitindo a comparação entre safras, o acompanhamento do desenvolvimento da cultura e criação de estratégias de aumento de rentabilidade.

Smart ranja – oferece um software de gestão zootécnica que auxilia o avicultor de corte a maximizar o resultado dos lotes, sem depender da visita da equipe técnica para saber se a evolução está como o esperado.

Sumá – plataforma digital que possibilita aos agricultores venderem a produção diretamente ao cliente final,como hotéis, restaurantes e cozinhas industriais, que desejam comprar alimento fresco. Além disso, oferece cursos de formação para os pequenos e médios produtores.

Timbeter – empresa especializada em medições digitais e controle online de estoques e inventários de madeiras através de fotos.

Trucker – automatiza o processo de cotação e contratação dos fretes. O produtor indica na plataforma sua necessidade de frete e as transportadoras cadastradas disponibilizam seus serviços permitindo ao produtor escolher aquela que é mais viável para a execução.

Saiba mais sobre o “Desafio Covid-19: soluções digitais para o agronegócio”

O “Desafio Covid-19: soluções digitais para o agronegócio” é uma iniciativa criada pela Bayer, Sicredi, Orbia e o AgTech Garage, que reúne startups interessadas em oferecer, de maneira gratuita, soluções digitais para empoderar o produtor rural e contribuir para a produção e distribuição de alimentos para a população,assegurando o abastecimento e o fortalecimento da economia.

“A evolução do novo coronavírus no Brasil é uma preocupação também para o mercado agrícola, pois a Covid-19 impactou não apenas a área da saúde, ele tem afetado diversos setores da sociedade. Para minimizar os efeitos da pandemia, medidas restritivas de circulação foram adotadas na maioria dos Estados, de maneira que estas estratégias de isolamento social mudaram o nosso estilo de viver, de trabalhar, de consumir, de se locomover, enfim, mudou tudo”, explica o responsável pela iniciativa, Dirceu Ferreira Junior, diretor do Centro de Expertise em Agricultura Tropical da Bayer Brasil.

Para Cesar Bochi, diretor de administração do Sicredi, a iniciativa é fundamental neste momento em que a sociedade brasileira, como um todo, necessita de ações colaborativas. “Nossa presença fixa no AgTech Garage tem como objetivo justamente identificar oportunidades de apoiar nossos associados ligados ao agronegócio com o fomento de soluções inovadoras que auxiliem no seu dia a dia, e o engajamento no ‘Desafio Covid19’ tem total sinergia com esse propósito. Temos uma forte ligação com o meio rural, o qual tem um papel fundamental na nossa sociedade, e onde atuamos majoritariamente por pequenos e médio agricultores, que precisam de todo o apoio possível para a continuidade da sua atividade neste momento desafiador”, explica Bochi.

A iniciativa visa contribuir para a manutenção da produção, permitindo que os agricultores continuem a garantiro abastecimento e o acesso da população aos alimentos. “A Orbia é especializada em fazer a conexão entre osagricultores e uma rede de fornecedores, a fim de facilitar seus processos, fazer negócios e gerar valor”, reforça o CEO da joint-venture, Ivan Moreno.

De acordo com José Tomé, CEO do AgTech Garage, um dos principais hubs de inovação do agronegócio brasileiro, “a inovação aberta, através das startups, já é realidade no agronegócio brasileiro, principalmente pelo potencial inovador e agilidade que essas empresas nascentes de tecnologia proporcionam para o mercado. Essas são características essenciais para o momento que vivemos. Estamos otimistas com essa ação, para conectar de forma massiva os produtores com as startups e minimizar os impactos do coronavírus noagronegócio”, conclui o executivo.

As soluções das startups já estão disponíveis na plataforma Orbia. Para saber mais, acesse:http://www.orbia.ag/Products/46039/desafio-covid-19.

Eventos online abordam as principais medidas empresariais do Governo para conter a pandemia

A pandemia da COVID-19 trouxe desafios para os negócios de todos os setores e portes. A forma de cuidar da gestão também está mudando. Pensando nisso, a IOB, marca referência nas áreas contábil, fiscal, tributária e trabalhista, promove a Jornada de webinars: enfrentando a crise, que acontece de 22 a 24 de abril, às 14h.

Durante três dias, sempre às 14h, os especialistas da IOB mostrarão quais são as principais medidas trabalhistas, tributárias, fiscais e contábeis e quais os impactos delas no enfretamento da crise. “Essa iniciativa é uma forma da IOB ajudar as empresas. É muito importante para quem está no dia a dia da gestão entender tudo o que pode ou não ser feito nesse período de pandemia”, afirma Elton Donato, diretor da unidade de negócios de conteúdo da ao³.

Para participar, basta acessar o link http://bit.ly/3eCdPjA e fazer o cadastro. A participação é gratuita.

Jornada de webinars – IOB

Quando: 22 a 24 de abril
Horário: 14h
Link: http://bit.ly/3eCdPjA

Agenda

22/04 – “Enfrentando a crise: principais medidas trabalhistas para controle da pandemia”

23/04 – “Enfrentando a crise: principais medidas tributárias para controle da pandemia”

24/04 – “Enfrentando a crise: principais medidas fiscais e contábeis para controle da pandemia”

*Os conteúdos foram gravados entre os dias 16 e 17 de abril de 2020. O participante deve ficar atento às mudanças constantes da legislação, que estão acontecendo devido ao período da pandemia.

Habilidades digitais fazem diferença em um mercado cada vez mais tecnológico

Em um mundo mergulhado em mudanças tecnológicas constantes a aquisição de novas habilidades, principalmente digitais, é um fator muito valorizado na hora da contratação ou quando pretendemos reciclar nossos conhecimentos. A Afferolab, empresa líder no País no setor de aprendizagem Corporativa, entende que os conceitos de qualificação (upskiling) e requalificação (reskilling) não são algo novo, mas são necessários para o momento atual onde, segundo pesquisa da Digital House, 88% das empresas afirmam que precisam de profissionais com habilidade digitais.

Dados apontam que as empresas estão atentas a importância de novas aptidões e demandam um profissional cada vez mais atualizado com as exigências do mercado digital. No relatório “Agenda 2020: Expectativas do empresariado para o país e os seus negócios”, da Deloitte, as informações apontam que 33% das empresas pretendem manter o seu quadro de funcionários com substituições, enquanto apenas 9% diminuirão o quadro de funcionários. Dentro desse universo, os números confirmam que dos motivos para demissões e/ou substituições 45% são para a substituição de um profissional mais qualificado e 35% para aplicar a robotização e/ou automação de processos.

A pesquisa da Digital House mostrou que o setor de comércio é o que mais demanda profissionais digitais (92%), seguindo do setor industrial (91%) e serviços (89%). (Fonte: A demanda por habilidades e profissionais digitais. Digital House)
Dentre as áreas que mais demandam profissionais digital TI fica em primeiro lugar no ranking com 67%, seguido de finanças com 64% e lógica com 58%. (Fonte: A demanda por habilidades e profissionais digitais. Digital House)
Estudo do LinkedIn aponta que dentre as 15 profissões emergentes do Brasil, grande parte gira em torno do mercado digital como gestor de mídias sociais, engenheiro de cibersegurança, cientista de dados e especialista em inteligência artificial
Contratar novos profissionais ou investir na equipe ?
O investimento em qualificação da força de trabalho e desenvolvimento de capital humano é um investimento benéfico mesmo na ausência de escassez de habilidades, sendo considerada uma vantagem competitiva. Orientar o seu colaborador nas escolhas de qualificação pode ser uma grande vantagem para a empresa que ganha em conhecimento e aperfeiçoamento dos serviços.No que diz respeito ao desemprego tecnológico, o trabalhador não precisa competir com as máquinas, mas deve saber usá-las para viabilizar o desenvolvimento socioeconômico e ambiental.

Investimentos em sistemas para relacionamento com o consumidor e supply chain puxam crescimento da SAP no primeiro trimestre

A SAP Brasil manteve o crescimento nas vendas de soluções em nuvem no primeiro trimestre de 2020. As adoções em cloud se concentraram principalmente na oferta de aplicações de SAP Qualtrics e SAP Customer Experience (SAP CX), e que reúnem sistemas de relacionamento com clientes, e-commerce e marketing cloud, com sólido crescimento de três dígitos. Os resultados apontam maior preocupação das empresas com sistemas de gerenciamento da cadeia de suprimentos e relacionamento com fornecedores. A linha de produtos de Digital Supply Chain e SAP Ariba (gestão de fornecedores) também registraram aumento de três dígitos em relação ao mesmo período de 2019.

Do ponto de vista da operação, a SAP respondeu rapidamente às mudanças no ambiente de negócios, adotando uma estratégia de vendas virtuais e implementação remota. “A rápida adaptação dos nossos times foi fundamental para garantir o atendimento aos nossos clientes, principalmente nas últimas semanas de março, quando o país registrou um agravamento da crise provocada pelo novo coronavírus”, explica Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

“As equipes SAP e todo o nosso ecossistema de parceiros seguem trabalhando arduamente para desenvolver mais ofertas, explorando os principais produtos da SAP que possam ajudar empresas, governos e instituições nesse momento em que todos enfrentam fortes desafios operacionais e buscamos desta forma contribuir com soluções que ajudem na reação diante deste cenário desafiador”, completa Cristina.

Os primeiros três meses do ano também marcaram a continuidade dos projetos de adoção ou migração para o sistema de gestão SAP S/4HANA, o ERP digital da empresa. Esse é o caso da Cogna Educação, holding que engloba marcas como Kroton e Somos Educação. Maior empresa privada de ensino do Brasil em número de estudantes e atuando há mais de 50 anos em todos os segmentos educacionais, como pré-escola, ensino fundamental, ensino médio, graduação profissional e pós-graduação –, em um esforço para evoluir na transformação digital, adotou o SAP S/4HANA e a SAP Cloud Platform para apoiar sua expansão, melhorar o crédito a estudantes, sistemas de pagamentos e otimizar a governança corporativa.

A SAP também registrou crescimento de dois dígitos em venda de licenças, com projetos de migração para o SAP S/4 HANA, bem como nas soluções que integram a SAP Business Technology Platform, como o banco de dados in memory SAP HANA e aplicações de tecnologias inteligentes, por exemplo Machine Learning, IoT e Big Data. Esses projetos apresentaram bons resultados na modalidade cloud, com avanço de três dígitos.

Entre os setores que mais demandaram projetos no período, forte destaque para o varejo, telecomunicações e educação, com adoção de soluções tanto na nuvem como na venda de licenças.

SAP celebra com clientes as implementações concluídas no primeiro trimestre 

No primeiro trimestre de 2020, a SAP concluiu boa parte da implementação de projetos durante a quarentena do Covid-19. Entre os destaques, está o Assaí Atacadista, um dos maiores distribuidores atacadistas do Brasil, que confiou na SAP como parceiro estratégico de TI para acompanhá-lo em seus processos de transformação digital. A empresa, com mais de 160 lojas e mais de 40 mil funcionários, adotou o SAP S/4HANA Cloud e entrou em operação sem nenhuma interrupção nos negócios. Com o ERP inteligente na nuvem, o Assaí é capaz de gerenciar seu back-office e oferecer suporte à entrada no mercado com uma forte integração e alinhamento.

Com sede no Brasil, a operação da Furukawa Electric LatAm – fabricante japonesa de soluções completas para infraestrutura de redes de comunicação e energia – iniciou sua transformação digital na área de compras em 2019, quando escolheu o SAP Ariba para ajudar a melhorar o gerenciamento de suas fábricas e aumentar a eficiência das atividades de compras. A empresa concluiu a implantação bem-sucedida das soluções neste primeiro trimestre, automatizando e padronizando seus processos relacionados a abastecimento, desempenho e ciclo de vida de fornecedores, com expectativa de obter maior produtividade e redução de custos, dentro de alguns meses.

Nexa, empresa de mineração global que faz parte da multinacional brasileira Votorantim, procura transformar a experiência de seus funcionários e encontra na SAP um importante parceiro de TI. A implementação do SAP SuccessFactors irá aperfeiçoar a interação entre equipes, usando uma interface simples, unificada e mais conectada.

Já a Mercedes-Benz do Brasil, subsidiária da marca alemã de veículos, recorreu à SAP para estruturar uma solução móvel para simplificar e mobilizar os recursos de manutenção da sua fábrica de caminhões e chassis de ônibus de São Bernardo do Campo (SP). A empresa expandiu suas capacidades no SAP ERP com a adoção da SAP Cloud Platform, trazendo uma solução por meio do SAP App Center, preparando a empresa para um ambiente mais integrado, dando acesso a análises e adicionando outras tecnologias inteligentes aos seus processos.

Receita global sobe 7% e nuvem vai a 27%

O crescimento da empresa no primeiro trimestre de 2020 foi de 7% em receitas totais na comparação com o mesmo período do ano passado. Nas receitas das soluções em nuvem, o resultado foi de 27%, e os lucros subiram 1%. “Partindo do bom desempenho no fim de 2019, tivemos os primeiros dois meses do trimestre de um forte e saudável crescimento. Com os desafios da Covid-19, nos beneficiamos da inerente resiliência de nosso modelo de negócios e a relevância do portfólio. A ênfase em criar mais previsibilidade de receita e a amplitude de setores e geografias nos deixou bem posicionados para o período que vem pela frente”, declarou o CEO Christian Klein.

A receita previsível da SAP cresceu quatro pontos, passando a 76%, como resultado da aposta no modelo em nuvem. Também por isso, a fatia de software sob licença caiu 31%. A margem operacional caiu 1,3 ponto percentual, para 22,7%. A empresa contabilizou €36 milhões em prejuízos por conta da não realização de eventos físicos, como o Sapphire NOW.

Crescimento forte em nuvem na América Latina

A SAP reportou o 19º trimestre consecutivo nas soluções em nuvem, de dois dígitos, impulsionado principalmente por Brasil e México, suas maiores unidades. A companhia tem focado nos desafios da nova conjuntura e redobrou seu compromisso para apoiar seus clientes a transitar pelo novo cenário com soluções que tornam as operações mais inteligentes, aumentam a eficiência e adotam novas práticas.

“Nesta conjuntura sem precedentes, nosso foco principal é apoiar nossos mais de 46.800 clientes na região na continuação de suas operações e na adaptação rápida às necessidades do mercado”, afirmou o presidente regional para América Latina e Caribe da SAP, Claudio Muruzabal. “Uma lição que aprendemos nesta crise global é que a inovação e tecnologia, quando aplicadas para que o mundo funcione melhor, são indispensáveis para se adaptar e navegar qualquer cenário”, completa Noemie Heuland, CFO da região.

Usando o Zoom? Saiba como manter sua empresa segura

Por Franzvitor Fiorim, diretor técnico da Trend Micro Brasil

Os cibercriminosos estão sempre procurando por novas oportunidades de lucrar e roubar dados, e eventos globais como a pandemia da covid-19 são uma forma comum de fazer isso. A pandemia está provocando uma onda de phishing, comprometimento de email empresarial (BEC), extorsão, ransomware e tentativas de violação de dados. E, à medida que um número crescente de pessoas em todo o mundo passa a trabalhar casa, surgem novas oportunidades para comprometer aplicativos de videoconferência.

Apesar de não ser o único alvo, o Zoom tem sido o assunto de alguns dos incidentes mais importantes até o momento neste ano. Felizmente, há coisas que você pode fazer para manter sua empresa segura.

Debaixo do microscópio

O aplicativo de videoconferência é, em muitos aspectos, uma vítima de seu próprio sucesso. Preocupações de segurança foram levantadas no passado, depois que pesquisadores revelaram uma falha de dia zero no cliente Mac Zoom que poderia ter permitido que hackers espionassem usuários através de suas webcams. Mais tarde, no mesmo ano, uma pesquisa revelou um ataque de enumeração direcionado à API afetando a plataforma.

Acredita-se que nenhuma dessas falhas tenha sido explorada, porém, agora as coisas mudaram: com grande parte do mundo usando a plataforma para realizar reuniões de negócios e videochamadas pessoais, a análise minuciosa da sua postura de segurança nunca foi tão grande.

De bugs a bombing

Há vários riscos para se estar ciente. O primeiro é a descoberta de diversas novas vulnerabilidades na plataforma, uma das quais poderia permitir que hackers roubassem senhas do Windows, e outras duas que poderiam permitir que atacantes instalem malware remotamente em Macs afetados e escutem reuniões.

A maior parte das notícias, no entanto, é focada em “Zoombombing” – quando usuários não convidados interrompem reuniões. Isso muitas vezes acontece quando eventos semi-públicos de grande escala são realizados e IDs de reunião são compartilhados nas mídias sociais. Se não houver senha para a reunião e os participantes não forem selecionados, os Zoombombers podem aparecer. Uma vez na reunião, eles frequentemente postam comentários ofensivos, transmitem conteúdo adulto ou fazem outras coisas para interromper o evento.

As mesmas técnicas podem ser usadas por hackers para escutar ou interromper reuniões de negócios. É tudo sobre tirar proveito de configurações não seguras no aplicativo (e, possivelmente, usando ferramentas de força bruta para conseguir IDs de reunião).

Com acesso a uma reunião, os hackers podem coletar informações corporativas altamente sensíveis e/ou críticas de mercado ou até mesmo espalhar malware através de um recurso de transferência de arquivos.

A ameaça final são ataques de phishing. Hackers sabem que os usuários estão procurando em massa por maneiras de se comunicar durante a quarentena. Ao criar links e sites Zoom que pareçam legítimos, eles poderiam roubar detalhes financeiros, espalhar malware ou coletar números de identificação Zoom, permitindo que eles se infiltrem em reuniões virtuais. Uma empresa descobriu que 2.000 novos domínios foram registrados em março, mais de dois terços do total do ano até agora.

O que você pode fazer

A boa notícia é que existem várias coisas que você pode fazer para mitigar os riscos de segurança associados ao Zoom.

As mais simples são:

• Certifique-se de que o Zoom está sempre na versão de software mais recente

• Crie consciência sobre os golpes de phishing elo Zoom em programas de treinamento de usuários. Os usuários devem apenas baixar o Zoom de um site confiável e verificar se há algo suspeito na URL da reunião antes de entrar nela

• Garantir que todos os trabalhadores em home office têm instalado um aplicativo anti-malware, que inclua detecção de phishing, de um fornecedor com boa reputação

Também é importante revisitar configurações administrativas no aplicativo para reduzir as oportunidades para hackers e Zoombombers.

Felizmente, as senhas geradas automaticamente agora são ativadas por padrão e o uso de IDs pessoais é desligado, o que significa que o Zoom criará um ID aleatório e único para cada reunião.

Estas configurações devem ser mantidas como estão. Mas as organizações podem fazer mais, incluindo:

• Garanta que você também gere um ID de reunião automaticamente para reuniões recorrentes;

• Defina o compartilhamento de tela como “somente anfitrião” para evitar que hóspedes não convidados compartilhem conteúdo perturbador;

• Não compartilhe nenhum ID online;

• Desabilite “transferências de arquivos” para mitigar o risco de malware;

• Certifique-se de que apenas usuários autenticados podem participar de reuniões;

• Bloqueie a reunião assim que ela começar para evitar que qualquer novo usuário entre;

• Use o recurso de sala de espera, para que o anfitrião só possa permitir participantes que têm um registro pré-atribuído;

• Tocar um som quando alguém entra ou sai da sala;

• Permitir que o anfitrião coloque os participantes em espera, removendo-os temporariamente de uma reunião se necessário.

ABDI promove debate virtual dia 24 de abril às 11h

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) promove, na próxima sexta-feira (dia 24), um webinar para discutir as principais vulnerabilidades cibernéticas observadas em nível global nos últimos meses, e apresentar sugestões de mecanismos para o aumento da proteção.

Para acompanhar o evento on-line, INSCREVASAQUI.

Participarão do debate o presidente da ABDI, Igor Calvet; Carlos Rust, Presidente da RustCon; Almir Meira Alves, Officer Academia CECyber; Leidivino Natal da Silva, CEO da Stefanini Rafael e Alessandro Dantas, Presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAPDF).

Os temas discutidos serão: vulnerabilidades cibernéticas no momento atual de intensificação de trabalho e atividades remotas; novo perfil de uso da internet e dados de utilização e de ataques em curso (Proteção individual: procedimentos simples que podem evitar ataques e Proteção empresarial: o que pode ser adotado).

O evento virtual tem o apoio da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Associação Brasileira da Industria Eletrica e Eletronica (Abinee) e do sistema da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

Serviço
Data: 24.04
Hora: 11h
Onde: canais oficiais da ABDI. Acesse:

FACEBOOK

TWITTER

YOUTUBE

Pesquisa aponta que 84% das pessoas mudaram hábitos nas últimas semanas

O mundo vem enfrentando uma situação atípica e inesperada. Tal realidade fez com que muitas pessoas mudassem seus hábitos e rotina. Pensando nisso, o Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, realizou uma pesquisa com seus usuários para entender até que ponto a pandemia afetou a mudança de hábitos dentro de suas casas.

De acordo com a amostra, 84% das pessoas adquiram novas práticas e costumes para se preservar. Desses, 89% passaram a lavar as mãos com mais frequência, 83% estão saindo de casa apenas em urgências, e 70% trocam todas suas roupas e sapatos assim que retornam ao seu lar. Além dessas questões, 64% apontaram higienizar maçanetas, interruptores e outros locais básicos com álcool gel, assim como 63% se preocupam com a limpeza das embalagens de novos alimentos, e apenas 43% dos entrevistados estão em home office.

A pesquisa aponta que muitas pessoas estão adotando novos costumes e tarefas durante a quarentena. Segundo o levantamento, 58% estão utilizando seu tempo livre para ver séries e filmes, 51% estão colocando alguns afazeres em dia, 50% aproveitando para passar mais tempo ao lado da família e 49% planejando e pensando em finanças e planos futuros. Há também os que se preocupem mais com seu futuro profissional, 28% estão focando mais no trabalho e 27% estão usufruindo desse tempo para fazer cursos on-line.

De acordo com a amostra do Imovelweb, dos 16% que disseram que não mudaram seus hábitos neste período, 46% deles trabalham em locais essenciais, como hospitais, supermercados, farmácias, entre outros. Mesmo assim, 91% ainda continuam acompanhando as notícias sobre o assunto.

TecBan registra recorde de transações no Banco24Horas em 2019 e amplia presença no Nordeste

A TecBan, administradora do Banco24Horas, encerrou o ano de 2019 com 2,1 bilhões de transações, o que representa um aumento de quase 10% em comparação ao volume alcançado no ano anterior. O período também ficou marcado pela ampliação do parque de máquinas do Banco24Horas, com 750 novos caixas eletrônicos instalados em todo o Brasil, ampliando o acesso aos serviços bancários para 117 novas cidades e cerca de 4,5 milhões de pessoas. A região Nordeste recebeu 46% dos novos equipamentos, ao longo do último ano.

Além da ampliação da capilaridade, com mais de 23,7 mil equipamentos em todo o Brasil, o ano também foi marcado pelo lançamento de soluções inovadoras. O Saque Digital, por exemplo, permite a retirada de dinheiro sem a necessidade de biometria ou cartão do banco. No total, a solução, lançada em 2019, já somou mais de 80 mil transações pelos aplicativos de instituições financeiras como Safra e PicPay.

“Em 2019, investimos em novas tecnologias, ampliação da capilaridade e soluções que compartilham valores com a sociedade. O elevado volume de transações reforça a importância do Banco24Horas na vida das pessoas. Na atual conjuntura, de isolamento social, é fundamental estarmos próximos da população para oferecer serviços financeiros essenciais e temos cumprido essa função”, afirma Marcos Mazzi, gerente executivo da TecBan.

Outros Lançamentos

Ainda no universo digital, o HubDigital foi lançado no segundo semestre para acelerar a entrada de fintechs, bancos sociais e instituições de pagamento no Banco24Horas. A solução conta com mais de 15 fintechs e bancos sociais conectados, além de outras 108 em processo de ingresso. Desde o início do ano, a plataforma já movimentou mais de R﹩ 13 milhões sacados.

O Mídia Banco24Horas, por sua vez, também faz parte do portfólio de produtos da TecBan e nasceu como uma plataforma inédita de mídia digital out of home (DOOH). As telas de 27 polegadas e alta definição instaladas no topo dos caixas eletrônicos exibem inserções publicitárias e informações institucionais personalizadas. Grandes marcas do setor de alimentos, automobilístico e autoridades municipais, estaduais e federais já fazem parte do portfólio do produto, que deverá movimentar R﹩ 180 milhões em anúncios, nos próximos cinco anos.

Outro destaque em 2019 foi a solução móvel do Banco24Horas: os caixas funcionam em um pequeno caminhão adaptado e visualmente identificado, que leva os caixas eletrônicos onde o cliente está, facilitando o acesso ao seu banco e atendendo com agilidade demandas emergenciais e/ou temporárias. Por fim, ainda no quesito inclusão financeira, o interior do Piauí recebeu o Espaço Multibanco Banco24Horas. Inaugurado na cidade de Parnaíba (PI), o local é o primeiro do país a oferecer, em um único lugar, acesso a clientes de mais de 100 instituições financeiras conectadas ao Banco24Horas.

Veículo-Elétrico Latino-Americano reformula sua proposta de evento e apresenta o E-MOB

Com as constantes transformações tecnológicas que estamos vivendo nos últimos anos, muito mudou nas cidades e no comportamento dos seus cidadãos. Uma dessas transformações é como as pessoas enxergam a mobilidade, por isso, o Veículo Elétrico Latino-Americano evoluiu e apresenta uma nova estrutura de evento, novo nome e nova data.

O Veículo Elétrico Latino-Americano acompanha as transformações que a tecnologia e a sustentabilidade trouxeram à mobilidade e dá espaço ao E-MOB – Salão de Mobilidade Elétrica & Cidades Inteligentes. O evento será pautado em três pilares: mobilidade elétrica, infraestrutura & cidades inteligentes e conectividade & tecnologia. Esses pilares, de acordo com especialistas do setor, formam a tríade do futuro das cidades.

Seguindo as tendências mundiais em formato de salões, o E-MOB será muito mais do que uma exposição de veículos e suas tecnologias e sim um evento focado na cadeia de valor da mobilidade, trazendo os principais debates para que as cidades se tornem mais inteligentes, sustentáveis e conectadas.

“Carros elétricos conectados, autônomos, MaaS (Mobility as a Service), sharing, micromobilidade são apenas alguns dos avanços que o futuro nos proporcionará e acreditamos que o futuro já começou. Os avanços que estamos presenciando nos últimos anos estão impactando a maneira como as pessoas se locomovem e alterando a paisagem urbana”, explica Rodrigo Afonso, responsável pelo E-MOB na NürnbergMesse Brasil.

O já consolidado C-MOVE – Congresso da Mobilidade e Veículos Elétricos está alinhado com o novo momento do evento, promovendo compartilhamento de conhecimento e discussões nos segmentos da cadeia de valor da mobilidade. Serão dois dias de conteúdo, com macrotemas já confirmados como: geração e distribuição de energia; veículos levíssimos, leves e pesados; baterias e componentes; regulamentação; cidades inteligentes; conectividade, entre outros. Serão mais de 300 congressistas em 20 horas de debates com os principais especialistas da mobilidade.

O E-MOB também trará experiências aos seus visitantes, que conhecerão as últimas inovações em produtos/serviços no test ride, test-drive, e-kart, painel acadêmico e área flight. Tudo isso para mostrar como a mobilidade do futuro é multimodal e como as tecnologias irão contribuir para o crescimento de quem decidir embarcar no futuro.

E ainda na área de novidades, o evento também acontece em nova data, 03 a 05 de novembro, no Transamérica Expo Center, um dos centros de convenções mais modernos da cidade de São Paulo. “Acreditamos que essas transformações vêm ao encontro do que o segmento demanda sob quem atua nele, que é enxergar essas transformações como parte já existente de um processo ainda maior, que resultará em um futuro mais conectado, responsável e sustentável”, conclui Afonso.

E-MOB – Salão de Mobilidade Elétrica & Cidades Inteligentes

Quando: 03 a 05 de novembro de 2020
Onde: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04757-020

Data Center ou Cloud? O que muda para a minha empresa em meio à pandemia de Covid-19

Por Daniel Reck

Um dos principais ativos que uma empresa possui são os dados e informações relevantes dos clientes. Sem um gerenciamento abrangente da nuvem, qualquer empresa fica suscetível a ameaças de segurança, perda de dados e tempo de inatividade oneroso. E, em tempos de pandemia da Covid-19, as empresas precisam estar atentas à segurança destas informações na nuvem de uma maneira ainda mais minuciosa, enxergando a opção de gerenciar os seus dados em nuvem, o que pode ser feito de forma remota e segura.

Mas afinal, o que muda para a minha empresa? A resposta vem de bate pronto: muita coisa! Quando estamos falando de data center, a parte financeira parece ser o primeiro fator que vem a mente. O investimento, que muitas vezes fica na casa dos milhões, que foi feito para adquirir equipamentos de rede, servidores, storage ou licenciamento, pode ser que se torne desnecessário, caso a economia de um determinado setor esfrie. Ou pode ser pouco, caso seu segmento esteja em alta. Mas, vamos considerar que é um momento de pouco crédito nos bancos e as fábricas estão fechadas para entregar esses equipamentos.

Já para quem é usuário de Cloud, o cenário é outro: o ambiente é elástico, preparado para crescer ou diminuir de acordo com as demandas. Também não é preciso preocupação com os colaboradores se deslocando para desligar fisicamente um servidor que travou, por exemplo, ou até mesmo correr para realizar um backup, quando um servidor resolve “morrer”.

Essas situações que descrevi acima são apenas exemplos entre muitas outras que podem acontecer. É certo que há diferenças básicas entre os dois modelos. Investir em Cloud é ter a certeza de mais flexibilidade. Já os Data Centers são modelos tradicionais que nos obrigam a sustentar quase um ecossistema vivo.

Em um cenário prático, vamos imaginar as implicações logísticas de ter um Data Center in house. Primeiro ponto que é preciso se preocupar com: manutenções preventivas, corretivas e emergenciais. Além disso, existe todo um processo cotidiano: tirar e colocar fitas de backup, trocar HD, desligar servidores quando travarem, contato com técnicos. Enfim, em meio a um cenário de pandemia, no qual muitas empresas estão sendo diretamente afetadas, quanto menos dor de cabeça, melhor.

Enquanto isso, observando o outro lado da moeda, os gigantes provedores de Cloud Pública também possuem todas essas preocupações, mas quem usa os serviços, não! Quem usa, paga pelo uso. Quem não precisa, pode desligar. As necessidades são atendidas com aumento ou diminuição da capacidade. E um ponto importante: nunca é preciso ir fisicamente até os workloads e banco de dados, além de ter acesso ao backup online e sem fitas.

O fato é que estamos passando por um momento muito delicado quanto a economia do país e ao cenário das empresas no geral. Grande parte das companhias precisarão se adequar ao modelo de trabalho home office e começaram a perceber o valor do Cloud. E a sua empresa, já entendeu a diferença entre Cloud e Data Center?

Daniel Reck, Business Account Manager na Claranet Brasil