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Cibersegurança no home office: um passo a passo para garantir a segurança da empresa

O Brasil sofreu mais de 2,6 bilhões de ataques cibernéticos na primeira metade de 2020, impulsionados pelo trabalho remoto adotado a partir de março, com o início da pandemia. Os dados são da empresa americana especializada Fortinet. Profissionais em home office são alvos fáceis porque não há investimento em cibersegurança em casa, como na empresa. Uma pesquisa realizada pela Kaspersky mostrou, por exemplo, que 73% dos trabalhadores não receberam treinamento de segurança em TI nessa transição e metade das organizações que permite  o uso de equipamentos próprios não estabeleceu protocolos para isso.

Para Ronald Glatz, administrador de redes e infraestrutura da Supero Tecnologia, empresa de soluções em TI e de alocação de mão de obra especializada, assim como em todas as outras áreas de segurança, minimizar as chances de sofrer ataques requer uma boa gestão de vulnerabilidades: “O trabalho não é eliminar todos os riscos, pois eles não são igualmente perigosos ou perigosos da mesma maneira. Além disso, as ameaças mudam a cada semana”. 

A bola da vez é o ransomware, que tem feito uma nova vítima a cada 10 segundos no mundo. No Brasil, pesquisa da Check Point Research (CPR) identificou que o país teve um aumento de 40% dessas invasões no terceiro trimestre de 2020. Ransomware é um software malicioso que criptografa e torna inacessíveis arquivos e documentos de uma rede ou servidor. É uma espécie de sequestro da rede, e as vítimas devem pagar um resgate, sob pena de terem informações vazadas ou deletadas.

“Muitas organizações pensam não ter muitas escolhas nesse caso: ou elas pagam ou assumem o ônus de reconstruir sua rede do zero, o que pode sacrificar o negócio. Mas não há garantias de que os dados serão realmente restaurados após o pagamento e os criminosos podem continuar exigindo novos resgates. A primeira medida deve ser contactar a polícia. Além da investigação criminal, acione especialistas em cibersegurança para localizar as áreas afetadas pelo vírus, adotar medidas para não proliferação e restaurar a infraestrutura afetada”, explica Glatz, da Supero Tecnologia.

Especialista na área, a consultora de Governança e Estratégia em Segurança da Informação nos Negócios Andréa Thomé explica que uma das razões para o aumento dos ataques é a presença do que ela chama de triângulo da fraude nas companhias:  há mais pressão, devido à necessidade de mudanças drásticas repentinas, decisões e ações rápidas e de cortes de custos; há oportunidade (a ida para o home office fragilizou a gestão de riscos cibernéticos) e um nível alto de racionalização (a atenção das pessoas está focada no coronavírus). Estes três fatores têm deixado empresas mais vulneráveis.

Pensando nesse tripé, Glatz sugere que as companhias atuem nas seguintes frentes:

  1. Identifique as fragilidades 

É preciso relacionar vulnerabilidade à criticidade para priorizar soluções urgentes e esclarecer a quais tipos de riscos e ameaças a organização está sujeita. Isso é possível identificando:

  • Que colaboradores estão usando máquinas próprias?
  • Como as informações estão sendo tratadas e armazenadas? 
  • Que ameaças estão colocando os processos e ativos da organização em risco e em que grau? 
  • Qual o nível de criticidade de cada um deles?
  1. Crie abordagens para sistemas de TI invisíveis

Os sistemas de TI invisíveis – não monitorados por não serem oficiais-, como e-mail, apps de troca de mensagens e de compartilhamento de arquivo, já são bem comuns e o uso cresceu no home office. É necessário rever se os canais oficiais são suficientes e adotar uma política de uso de sistemas invisíveis, determinando, por exemplo, o que só pode ser compartilhado por meio deles, e jamais por canais não oficiais.

  1. Estabeleça políticas de conexão segura

Adotar e assegurar o cumprimento de políticas claras para que os colaboradores tenham uma conexão segura, a partir de seus roteadores, evita riscos desnecessários. Por exemplo:

  • Separar a rede de trabalho da de outros dispositivos domésticos que se conectam à internet;
  • Adotar uma VPN para estabelecer uma conexão segura e criptografar a navegação é uma boa maneira de proteger ativos, mesmo que o roteador doméstico seja invadido;  
  • Reforçar procedimentos de autenticação, reavaliar procedimentos e optar pela autenticação por dois fatores para todos os programas críticos;
  • Reiterar a necessidade de criar uma senha forte e complexa – com pelo menos oito caracteres entre letras, números e outros sinais –, diferente das outras, para cada sistema e modificada de três em três meses.
  1. Aumente o nível de conscientização dos colaboradores

O elo mais fraco dos sistemas de segurança são os usuários. De recepcionistas a C-Suites, todos podem cair em um phishing, por exemplo, ameaça que teve um aumento considerável diante da Covid-19. Por isso, é necessário capacitar os colaboradores, justamente o que a pesquisa que da Kaspersky mostrou que não tem acontecido. A consultoria empresarial americana McKinsey sugere:

  • Faça uma comunicação seja criativa;
  • Foque mais no que fazer do que no que não fazer;
  • Aumente a consciência sobre comportamento humano e identifique e crie ações para usuários de alto risco;
  • O processo de educação sobre ameaças e como lidar com elas deve ser contínuo e jamais supor que os colaboradores o conhecem;
  •  Crie treinamentos específicos, evite os amplos e genéricos.

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Você conhece a Geração C?

Pela primeira vez na história temos uma geração conectada pelo comportamento de vida e mentalidade e não pela faixa etária: Geração C. Conexão, curadoria, criatividade e comunidade esses são os 4 C’s que unem essa geração, de acordo com o relatório “Gen C: Nova Sensatez Virtual”, estudo inédito realizado pela FleishmanHillard, agência global líder em Relações Públicas. O levantamento explora uma nova mudança cultural e traz percepções sobre como nossos comportamentos e expectativas de marca estão se transformando em meio à pandemia e devem permanecer no pós-covid.

Neste cenário 73% dos entrevistados dizem que a pandemia mudou a forma como eles veem o mundo, 52% pretendem que as mudanças em seus comportamentos de compra continuem quando a pandemia acabar, 39% estão se exercitando mais e 26% pararam de comprar delivery não saudáveis.

Geração C e o relacionamento com as marcas


A mudança de onde e como socializar, divertir, comprar e consumir está colocando diferentes demandas nas indústrias e continuará fazendo isso. Seja facilitando novos hobbies ou ajudando na aquisição de habilidades, as marcas precisam pensar estrategicamente sobre como criar impressões que podem se tornar associações positivas. O levantamento identificou 306% maior valor vitalício em clientes com relacionamento emocional com uma marca; e 71% mais propensos a recomendar uma empresa, em vez da taxa média de 45%.

Digital ou não, a pandemia oferece uma oportunidade de simplesmente pensar fora da caixa. As marcas estão sendo aplaudidas (e vaiadas) sobre se estão atendendo às expectativas de necessidade e união social: 62% das pessoas consideram como uma empresa se comporta ao responder a questões de raça ou gênero antes de comprar produtos e 32% dizem que é importante para o CEO tomar uma posição sobre as questões relacionadas à desigualdade social.

“A Gen C busca conexões autênticas e se envolve em todas as telas e mídias, ou seja, não há uma receita de como alcançá-los. Terão mais chances de conquistar o engajamento autêntico dos consumidores, as marcas que apostarem em amplificar seus valores em torno de inclusão e propósito”, informa Alessandro Martineli, diretor geral da FleishmanHillard.

Comportamento de compra da Geração C


Com o consumo priorizado de acordo com as necessidades mais básicas, houve o aumento da compra de categorias ter prioridade sobre a compra de marcas. Os consumidores estão comprando ativamente produtos de origem local e artesanais, enquanto apoiam as lojas da comunidade. As categorias de produtos com a maior taxa de teste para novas marcas são: 24% bens embalados e bebidas; 20% produtos de higiene doméstica; 13% alimentos frescos e orgânicos; e 13% produtos de cuidado pessoal.

Nas redes sociais, o relatório identificou que 25% das postagens referentes à compra online durante a pandemia foram relacionadas a problemas com entrega, estoque e disponibilidade. Sobre o comportamento de consumo: 70% continuariam com a frequência de pedidos de delivery pós-pandemia; 33% têm ou planejam apoiar empresas locais durante a pandemia; e 36% utilizaram serviço de entrega ou retirada.

Prioridades da Geração C


O levantamento ainda mostra que 16% das pessoas ouvidas planejam jogar menos videogames, passar menos tempo nas redes sociais, consumir menos TV ou filmes e não comprar itens não essenciais online, na contrapartida 20% dizem que planejam assistir a mais cobertura de notícias, mais serviços de streaming e vídeos; 26% planejam continuar socializando com a família; e 40% planejam continuar se exercitando após a pandemia.

No tripé vida, trabalho e sociedade, a Gen C encontrou novas maneiras de viver, eles substituíram sucesso por equilíbrio, mobilidade por mutualidade, consumo por cultura e crescimento por propósito. A pandemia acabará por desaparecer, mas as memórias e emoções em torno de como as marcas agiram durante esse período não desaparecerão facilmente. Confira outros dados desse relatório pelo link http://web.fleishman.com.br/geracao-c.

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Pesquisadores brasileiros desenvolvem dispositivo portátil capaz de detectar em tempo real o Sars-Cov-2

O teste rápido é uma ferramenta fundamental no combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus no Brasil. Para contribuir com este monitoramento, a Biosintesis, empresa de pesquisa, desenvolvimento e inovação, criou um dispositivo portátil capaz de detectar o Sars-Cov-2, com análises em tempo real, o GRAPH Covid-19. Com rapidez, precisão de resultados e portabilidade, o novo produto pode colocar o país em um novo patamar tecnológico na batalha contra este vírus e também no controle de outras tipos de doenças.

A solução

O GRAPH Covid-19 é uma plataforma de Diagnostic On a Chip (DoC) baseada na tecnologia inovadora de biossensores avançados com nanocompósitos de óxido de grafeno.

Uma das vantagens é que a plataforma de diagnóstico GRAPH usa baixo volume de amostra biológica – como, por exemplo, uma gota de sangue -, sendo capaz de detectar e monitorar diversas doenças, tendo como prioridade testar a infecção por Sars-Cov-2. Além disso, o dispositivo terá produção nacional, dispensando a necessidade de importação de insumos e possibilitando alta escala de produção para atender rapidamente a demanda diagnóstica em todo o país.

Atualmente, os testes rápidos importados são realizados por imunocromatografia, método de baixa acuracidade e que traz grande preocupação com resultados falso negativo. Por isso, a chegada de biossensores como plataforma diagnóstica no setor clínico é uma evolução tecnológica disruptiva com grandes vantagens frente às soluções disponíveis.

De acordo com Fabiana Medeiros, doutora em Biotecnologia pelo Programa de Tecnologia Nuclear do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – IPEN / SP e sócia-fundadora da Biosintesis, os biossensores avançados associados a nanocompósitos de óxido de grafeno, podem ser usados para diagnóstico em tempo real e monitoramento de diversas doenças. “Esta tecnologia disruptiva traz benefícios significativos em relação a metodologias analíticas convencionais, tais como rapidez, alta sensibilidade e especificidade. Sua portabilidade permite diagnosticar a Sars-Cov-2 em qualquer local: postos do SUS, unidades de saúde, drive through, regiões remotas e até controle de portos e aeroportos”, explica.

“Os biossensores, quando aplicados em saúde, podem também detectar os diferentes tipos de biomarcadores prognósticos e diagnósticos associados ao câncer, diabetes, alzheimer, infecções virais (Zika, Dengue, Chikungunya, etc) e bacterianas, assim como vários tipos de técnicas de sensoriamento eletroquímicos utilizadas para a detecção precoce de potenciais biomarcadores para estas doenças”, ressalta Fabiana.

Diferenciais

• Método mais rápido disponível no mercado, com resultado em menos de um minuto;
• Produção 100% nacional, ou seja, não depende de importação de insumos (kits);
• Expectativa de redução de custo em torno de 25% em comparação aos testes atuais
• Não necessita de laboratório de biossegurança;
• Não precisa de mão de obra especializada para sua análise;
• 100% portátil, sem necessidade de usar ponto de energia, internet ou estrutura laboratorial;
• Solução de monitoramento da pandemia no Brasil;
• Potencial de exportação de tecnologia.

Parcerias

Sob a coordenação da Biosintesis, empresa residente na Incubadora USP/IPEN-Cietec, o projeto tem parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Conta com a participação de uma equipe de pesquisadores multidisciplinares, composta por quatro diferentes Centros de Pesquisas: Biotecnologia (CEBIO), a Ciência e Tecnologia de Materiais (CCTM), Combustível Nuclear (CECON) e Tecnologia das Radiações (CETER).

“Com a pandemia, as empresas e o governo estão ampliando os investimentos em projetos de inovação e automação de empresas, principalmente para produção de equipamentos hospitalares que podem ser usados no combate ao novo coronavírus. O momento é oportuno para startups voltadas à saúde, como a Biosintesis que está trazendo sua importante contribuição, por meio da criação deste dispositivo inovador”, afirma Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec.

Com foco no desenvolvimento de soluções para apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), o IPEN/CNEN tem incentivado e apoiado vários projetos de pesquisa na prevenção e no combate à Covid-19, os quais têm caráter inovador e propõem soluções criativas para o enfrentamento aos desafios desse momento de crise no País. “Muitas dessas pesquisas têm se revelado um sucesso, este é o caso da Biosintesis, que conta com a colaboração de pesquisadores de vários Centros de Pesquisa do IPEN, os quais, com suas expertises, têm dado grande contribuição para o sucesso do projeto. Esses recursos humanos altamente qualificados são motivo de muito orgulho para a nossa instituição”, avalia Isolda Costa, diretora de Pesquisa, Ensino e Desenvolvimento do IPEN.

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Grupo Boticário cria uma aceleradora de startups

Daniel Knopfholz, CIO do Grupo Boticário

O Grupo Boticário abre em novembro as inscrições para o GB Ventures, programa de aceleração de startups que tenham soluções para otimizar processos e reinventar a indústria da beleza. Serão selecionadas startups de base tecnológica em fase inicial, mas que já tenham suas soluções sendo testadas no mercado. As empresas selecionadas terão um acompanhamento dos times de inovação do Grupo Boticário para acelerar e escalar o seu negócio.

O GB Ventures vai propor três pilares com vários desafios para os quais as candidatas devem apresentar suas soluções: beautytech (que podem ser desde tecnologia de skincare, produtos customizáveis, até embalagens sustentáveis, entre outros); retailtech (soluções de canais de venda, omnichannel, indústria 4.0, social commerce, processos de crédito, antifraude, entre outros); e trendsetter (novos serviços, inteligência artificial adaptada para experiências sensoriais, ou ideias que ressignifiquem e que tragam disrupção para o mundo da beleza).

As inscrições acontecem de 15 de novembro a 18 de dezembro e estão abertas para startups de todo o Brasil. A partir do dia 21 de dezembro a 8 de janeiro o Comitê de Inovação do Grupo vai avaliar as candidatas, considerando quais soluções apresentadas melhor se encaixam aos desafios propostos. A partir de 11 de janeiro acontecem as entrevistas com os responsáveis pelas startups e a partir de fevereiro, os selecionados já terão a oportunidade de acelerar seus negócios. O programa será 100% online, permitindo a construção da sua startup de qualquer lugar e sem gastos adicionais. As inscrições serão pelo site www.gbventures.com.br.

As startups selecionadas receberão mentoria do Comitê de Inovação do Grupo Boticário, estrutura para desenvolvimento dos seus produtos com know-how das equipes técnicas, acesso às plantas industriais e aos laboratórios de experimentação, prototipação e design. Tudo para facilitar a construção e testes da sua solução. Ao final do programa, um eventual investimento poderá ser negociado, caso haja interesse do Grupo Boticário e da startup acelerada em continuarem a parceria.

“Por acreditar que a beleza está em todo lugar, o Grupo Boticário busca inovar a maneira que ela está nas nossas vidas de forma responsável e sempre resolvendo as dores dos nossos consumidores e parceiros de negócios. Por isso trazemos o GB Ventures, uma maneira de desenvolver a nova geração da beleza por meio da aceleração de startups”, disse Daniel Knopfholz, CIO do Grupo Boticário.

Grupo Sabin e Fleury criam fundo de Venture Capital de R$ 200 milhões

O córtex humano tem papel central em atividades complexas do cérebro. É ele o responsável por captar os impulsos produzidos pelas vias de sensibilidade e interpretá-las. É desse local também que tem origem os impulsos nervosos para comandar os movimentos. Não à toa, este foi o nome escolhido para batizar, em inglês, o Kortex Ventures, um dos maiores fundos de Corporate Venture Capital de saúde no Brasil.

Criado pelo Grupo Fleury e Grupo Sabin, o Kortex é um Corporate Venture Capital (CVC) que pretende atuar como um elo centralizador de informações, identificando oportunidades no mercado, analisando e tomando ações para gerar valor nas empresas investidas. O fundo pretende aportar R﹩ 200 milhões em empresas nascentes de tecnologia de saúde nacionais e estrangeiras, e seu principal objetivo é investir de forma minoritária em negócios de medicina diagnóstica, medicina personalizada e saúde digital, ajudando a promover o desenvolvimento dessas pequenas empresas. A meta é que em quatro anos o fundo seja sócio de 15 a 18 healthtechs.

O Kortex já nasce carregando o conhecimento e a experiência de dois gigantes e reconhecidos players no setor de saúde brasileiro. Ao se tornarem sócias do fundo, as startups terão acesso à extensa rede de relacionamento, à estrutura técnica e científica das áreas de Pesquisa&Desenvolvimento e à longa trajetória de atuação das companhias, presentes em todas as regiões brasileiras. Para as aspirantes, também é a oportunidade de iniciarem sua jornada no mercado com Sabin e Fleury não apenas como parceiros, mas também como clientes.

Por sua vez, o Grupo Sabin e o Grupo Fleury estarão ainda mais conectados ao ecossistema de startups e healthtechs. Para eles, é a oportunidade de ver nascer negócios promissores e levar o que há de mais inovador aos seus clientes.

“O investimento no Kortex Ventures é mais uma etapa do planejamento do Grupo Sabin para fortalecer o ecossistema de saúde no País, posicionando a empresa como parceira estratégica de empreendedores e de negócios, que entrega, além do investimento, uma plataforma de conhecimento, desenvolvimento e validação de tecnologias, produtos e serviços para o mercado brasileiro com maior velocidade e maior consistência. As duas empresas possuem grande expertise médica e técnico-científica, bem como uma das maiores redes de relacionamento em saúde do Brasil, que é relevante porta de entrada para diversas regiões do País. Temos o objetivo de apoiar empresas que inclusive transcendam a medicina diagnóstica, contribuindo com soluções inovadoras para os cuidados integrados da saúde tanto do indivíduo como da população”, avalia Lídia Abdalla, presidente executiva do Grupo Sabin.

“Queremos preservar a independência, agilidade e espírito empreendedor das empresas investidas ao mesmo tempo em que aprendemos com elas e incorporamos ao nosso negócio suas melhores soluções. Pretendemos unir nossa experiência secular com a mentalidade das startups. O fundo irá acelerar exponencialmente esse movimento”, analisa Carlos Marinelli, presidente do Grupo Fleury.

Capital estratégico – O Kortex é um Corporate Venture Capital (CVC) com atuação e gestão independentes. O fundo foi formado a partir do investimento conjunto de R﹩ 200 milhões do Grupo Fleury e Grupo Sabin. Diferentemente de um Venture Capital puro, o CVC vai além do conceito “smart money” e se posiciona como um fundo de “strategic money”, ou capital estratégico. Isto significa que o Kortex Ventures pretende investir em healthtechs que tenham sinergias com os negócios de ambas as companhias, ajudando as empresas não apenas financeiramente como também oferecendo acesso à expertise e estrutura operacional do Fleury e Sabin.

No mercado de saúde nacional e internacional, o Kortex atuará identificando as startups promissoras e alinhadas estrategicamente aos seus valores. As healthtechs podem entrar em contato diretamente com fundo e se candidatar para receber os aportes: http://www.kortexventures.com .

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Cerca de 61% das empresas no setor financeiro precisam se adequar à LGPD, aponta estudo da ABES

Para assegurar a privacidade e proteção dos dados pessoais, que também garante o relacionamento entre negócios brasileiros e estrangeiros, foi criada a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), vigente desde setembro deste ano. Em meio à transformação digital acelerada por conta da pandemia, apenas 39,15% das corporações no setor financeiro estão em conformidade com as exigências da nova lei, é o que aponta o Índice LGPD ABES, ferramenta desenvolvida pela ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, em parceria com a EY, no qual mais de 2.050 empresas de diversos segmentos já responderam e tiveram seus diagnósticos. Com o objetivo de aumentar o número de companhias preparadas para a LGPD, o ABES Academy, área de educação e formação continuada da entidade, vai ministrar curso online sobre o tema .

O número preocupante não é exclusivo do setor financeiro, no cenário geral apenas 39,45% dos requisitos da LGPD são atendidos. Segundo o presidente da ABES, Rodolfo Fücher, estar em conformidade com a LGPD é um desafio de todas as áreas de uma empresa, recursos humanos, vendas, marketing, financeiro, administrativo, e principalmente o jurídico e TI, que precisam assegurar a existência de processos claros e recursos adequados para prevenir uso inadequado dos dados e evitar vazamentos de informações e ataques de hackers.

“A lei traz dois pontos fundamentais para a indústria financeira: transparência e consentimento. Por se tratar de empresas que lidam com contratos que podem conter muitos dados sensíveis dos clientes, é importante que essas informações sejam coletadas e tratadas com total aprovação da pessoa”, explica Fücher.

O índice também revela que o setor de finanças está distante dessa conformidade, já que 81,6% realizam a coleta dos dados sigilosos e 34,2% já sofreram incidente de violação nos últimos 2 anos. “Os dados são alarmantes, mas o objetivo da ABES é não apenas posicionar, mas principalmente oferecer ferramentas e referências com o propósito de ajudar as empresas em sua adequação diante das exigências da LGPD”, comenta o presidente da instituição.

Além de oferecer sugestões de como a empresa pode se adequar às conformidades após responder ao índice e gerar seu resultado, a ABES abriu inscrições para a quinta turma do curso Lei Geral de Proteção de Dados: Fundamentos e Implementação, do ABES ACADEMY, que será realizado de 9 a 19 de novembro, para disseminar mais conhecimento sobre o tema.

De acordo com Thomaz Côrte Real, consultor jurídico da associação, é importante fomentar o interesse das empresas no assunto para orientá-las sobre como cumprir a lei. “Esse curso é um dos poucos que contempla tanto as questões que envolvem a implementação jurídica quanto a técnica, então é uma ferramenta completa para quem precisa aprender e ficar em conformidade. Não há mais tempo a perder, as organizações precisam se adequar o mais rápido possível”, afirma.

Para acessar o índice e fazer o diagnóstico, clique aqui. A ferramenta é gratuita e está à disposição de todas as empresas, sendo associadas da ABES ou não. Já para se inscrever no curso do ABES ACADEMY, acesse o site do Sympla.

Índice LGPD ABES

A ABES e a EY criaram a ferramenta online Diagnóstico LGPD para que as empresas que estão em fase de adaptação de seus processos LGPD verifiquem seu nível de adequação ao projeto. A solução consiste em um questionário sigiloso por meio do qual as empresas podem fazer uma auto avaliação quanto aos diferentes pontos exigidos pela lei. Após o preenchimento, a ferramenta oferece um diagnóstico quanto ao grau de adequação da empresa com sugestões contextualizadas ao resultado.

Para utilizar a ferramenta, não é preciso e nem possível enviar informações pessoais ou referentes à empresa, como nome, CPF/CNPJ, entre outras. Após o preenchimento do questionário, o relatório em PDF é disponibilizado para download com informações referentes ao nível de adequação e com sugestões para melhoria – não é possível acessar este documento posteriormente. Os dados, enviados anonimamente, geram o Índice LGPD ABES sobre o cenário de compliance das companhias brasileiras em relação a nova lei.

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Aiqfome, iFood e Uber Eats são escolhidos como os melhores Deliverys do Brasil

Aiqfome, iFood e Uber Eats são os três melhores Deliverys do Brasil, segundo o voto popular do Prêmio iBest 2020. Além da votação aberta aos brasileiros, um time de especialistas e personalidades também escolherá seu campeão na categoria. Os finalistas, segundo a escolha técnica da Academia iBest, são iFood, Rappi e Uber Eats.

Na votação da Academia, aparecem os três serviços mais conhecidos do mercado brasileiro de delivery. Já o Top 3 da escolha popular tem como diferencial o Aiqfome, adquirido este ano pela Magazine Luiza. A inclusão aponta uma tendência de agregamento dos serviços de entrega como extensão dos negócios de e-commerce.

Top 3 Prêmio Popular:

Aiqfome
iFood
Uber Eats

Top 3 Prêmio da Academia iBest:

iFood
Rappi
Uber Eats

Os finalistas receberão o selo iBest, um troféu e certificação digital que mostra ao mercado e aos consumidores que a iniciativa se destaca por ter sido escolhida em votação aberta ou a especializada. E somente os campeões poderão ostentar o título de melhor do Brasil, objeto da disputa atual entre os Top 3.

“O iBest existe para apontar o que há de mais importante e melhor para os brasileiros em todo o Universo Digital”, afirma Marcos Wettreich, empreendedor e fundador do prêmio, “e as iniciativas que forem vencedoras poderão se utilizar por um ano desta certificação de excelência, outorgada pelos próprios brasileiros”.

Vale lembrar que, diferentemente de outras premiações, o iBest tem sua seleção baseada em algoritmos, tem mecanismos para aferição e confirmação de cada voto, e que somente aceita um voto por votante em cada categoria, o que reforça o caráter qualitativo do Prêmio iBest.

Agora inicia-se a fase final da votação para a escolha da vencedora, em premioibest.com até o dia 2 de dezembro.

Ame Digital, Nubank e PicPay são escolhidos como as melhores Fintechs do Brasil

Ame Digital, Nubank e PicPay são as três melhores Fintechs do Brasil, segundo o voto popular do Prêmio iBest 2020. Além da votação aberta aos brasileiros, um time de especialistas e personalidades também escolherá seu campeão na categoria. Os finalistas, segundo a escolha técnica da Academia iBest, são Nubank, PicPay e Stone.

O resultado da votação mostra que os grandes bancos tradicionais ainda não se firmaram no novo filão das empresas focadas em financial technology (fintechs), que oferecem serviços novos ou otimizados em finanças. Tanto na escolha Popular quanto na da Academia, predominam os concorrentes do ramo do varejo, com exceção da fintech Nubank.

Top 3 Prêmio Popular:

Ame Digital
Nubank
PicPay

Top 3 Prêmio da Academia iBest:

Nubank
PicPay
Stone

Os finalistas receberão o selo iBest, um troféu e certificação digital que mostra ao mercado e aos consumidores que a iniciativa se destaca por ter sido escolhida em votação aberta ou a especializada. E somente os campeões poderão ostentar o título de melhor do Brasil, objeto da disputa atual entre os Top 3.

“O iBest existe para apontar o que há de mais importante e melhor para os brasileiros em todo o Universo Digital”, afirma Marcos Wettreich, empreendedor e fundador do prêmio, “e as iniciativas que forem vencedoras poderão se utilizar por um ano desta certificação de excelência, outorgada pelos próprios brasileiros”.

Vale lembrar que, diferentemente de outras premiações, o iBest tem sua seleção baseada em algoritmos, tem mecanismos para aferição e confirmação de cada voto, e que somente aceita um voto por votante em cada categoria, o que reforça o caráter qualitativo do Prêmio iBest.

Agora inicia-se a fase final da votação para a escolha da vencedora, em premioibest.com até o dia 2 de dezembro.

Diversidade em conselhos é fundamental para sucesso das empresas, diz chairman global da Microsoft no 21º Congresso do IBGC

O relato pessoal de uma história de sucesso e inclusão, e a visão de liderança do chairman de uma das maiores empresas do mundo. Foi esse o resumo do painel de abertura do 21º Congresso IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), que aconteceu na noite desta terça-feira (3). O presidente do conselho de administração da Microsoft, John W. Thompson, falou sobre como as mudanças culturais devem resultar em novos posicionamentos das organizações e sobre a necessidade de as corporações serem mais inclusivas em todos os âmbitos, não apenas na dimensão racial ou de gênero.

“Acredito que a diversidade representa a base de consumidores e, consequentemente, de oportunidades. Se não temos uma equipe de colaboradores e um conselho diverso, então não conseguimos atender as demandas e entender as respectivas necessidades”, declarou Thompson, que também é sócio da Lightspeed Venture Partners. A conversa foi conduzida pelo presidente do conselho de administração do IBGC, Henrique Luz.

O executivo contou que quando buscava um novo CEO para a Microsoft, o conselho da empresa identificou alguns aspectos fundamentais de mudança. O primeiro era necessidade de uma estratégia de recuperação para a empresa e o segundo, urgência de uma transformação cultural. “Sabíamos que precisávamos dessa transformação. Precisávamos de uma nova corporação, inovadora, inclusiva e diversa”, disse Thompson sobre o processo que culminou com a escolha do indiano Satya Nadella, que comandava o setor de computação em nuvem da companhia, para suceder o presidente executivo, Steve Ballmer. “Por isso, atualmente focamos em nossas ideias e em como colocá-las em prática. Hoje, temos cinco mulheres em nosso conselho, antes eram apenas três. Conseguimos nos tornar mais diversos, não apenas em gênero e raça”, relatou.

Enquanto representante de conselho de uma das maiores empresas de tecnologias do mundo, Thompson ressaltou que o papel desses membros é permitir que a empresa evolua e quanto mais diversos forem, conseguem mais assertividade nas ações: “A governança é fundamental para montar esses conselhos e permitir esse crescimento”.

Transformação digital

O presidente do conselho de administração da Microsoft acredita que toda empresa, independentemente do ramo de atuação, será uma empresa de tecnologia em um futuro próximo. Para ele, a pandemia acelerou muitos processos e mostrou como a preparação para os diferentes cenários impacta nos resultados financeiros das corporações. Nos últimos dois anos, três novos membros ingressaram no conselho da Microsoft e com a pandemia de Covid-19 percebeu-se como é possível mudar os processos e a inclusão desses novos membros. A tecnologia ajudou a vislumbrar essas novas possibilidades e como aprimorar as metodologias.

“Esse é o momento em que as velhas empresas podem repensar onde estão e para onde vão, e as novas podem crescer e aproveitar as oportunidades que surgem. Sem criatividade e reinvenção não vamos sobreviver”, afirmou Thompson.

25 anos da governança corporativa no Brasil

A conversa com John W. Thompson aconteceu durante abertura oficial do 21º Congresso IBGC, cuja programação vai até 27 de novembro. Ao longo de todo o mês de novembro, ocorrerão ciclos de palestras com temáticas semanais, divididas em: Conselhos em transformação; ASG – Desafios e Oportunidades; Evolução da Governança – Um olhar para o futuro; e Governança ao Redor do Mundo.

“Somente conseguiremos aprimorar as práticas adotadas e a regulação brasileira se trabalharmos juntos, tendo como principal objetivo a construção de uma sociedade melhor. Cada um de nós, que vivenciamos a evolução da governança nesses últimos 25 anos, temos histórias que influenciaram e transformaram, para melhor, as empresas que atuam no país e, consequentemente, nossa comunidade”, declarou Henrique Luz, presidente do conselho de administração do IBGC.

O Congresso deste ano é a primeira edição 100% digital, com público recorde de 1.200 participantes e tem um significado especial, pois marca o aniversário de 25 anos do IBGC. “Iniciamos o ano com o desafio de colocar o Instituto em direção à transformação digital, que, agora, caminha a passos largos para mais investimentos em tecnologias inovadoras que possibilitem a construção da melhor experiência aos associados e estudantes”, relatou Luz. “25 anos depois, o IBGC se tornou o principal centro de reflexão, educação e influência sobre governança corporativa no país”, concluiu.

21º Congresso IBGC
Quando: 3 a 27 de novembro
Onde: Plataforma Virtual Congresso IBGC

CONSELHOS EM TRANSFORMAÇÃO
06/11 – 8H30 ÀS 15H – Sessões Plenárias
ESG DESAFIOS E OPORTUNIDADES
13/11 – 8H30 ÀS 15H – Sessões Plenárias
EVOLUÇÃO DA GOVERNANÇA – UM OLHAR PARA O FUTURO
19/11 – 8H30 ÀS 15H – Sessões Plenárias
GOVERNANÇA AO REDOR DO MUNDO
27/11 – 8H30 ÀS 13H – Sessões Plenárias

Para conferir a programação completa, basta acessar: http://ibgc.org.br/congresso

Renner abre seleção para Programa de Trainee em parceria com startup Eureca

A Renner, maior varejista de moda do Brasil, está com vagas abertas para o programa de Trainee de Produto 2021. Nesta edição, a marca terá pela primeira vez a parceria da Eureca, uma startup de recursos humanos especializada no público jovem.

A proposta é ir além do objetivo de recrutar talentos, oferecendo uma verdadeira jornada de aprendizado para os candidatos – paralela ao processo seletivo -, com desafios e workshops que proporcionarão visão ampla de negócio e oportunidade de trocas com lideranças da varejista.

O programa é organizado pelo Circuito Renner, projeto que prevê uma agenda contínua de colaboração com parceiros nas áreas de educação e inovação, para compartilhar conhecimento e promover iniciativas que contribuam com o mercado e a sociedade.

“Mais do que selecionar talentos, queremos proporcionar uma profunda experiência de aprendizado e conexão, contribuindo para que os profissionais que se identificam com a Renner terminem este processo mais preparados para seguir suas carreiras. Estamos comprometidos em gerar impacto positivo para o ecossistema em que estamos inseridos, de forma colaborativa”, diz Clarice Martins Costa, Diretora de RH da Lojas Renner.

Como funcionará o programa? Os candidatos selecionados participarão da jornada inicial de aprendizado, 100% online, junto com o time do Circuito Renner e com lideranças da Companhia. Esta fase dura 2 meses. Os talentos que mais se destacarem e mostrarem aderência à cultura corporativa vão avançar na seleção que elegerá os integrantes do programa de Trainee de Produto 2021, com duração de 12 meses.

A turma de trainees vai aprender na teoria e na prática sobre gestão de negócios, produto e inovação, com o acompanhamento do diretor presidente da Companhia, Fabio Faccio, e envolvimento em discussões estratégicas.

Existente há quase 30 anos e responsável pela formação de cerca de 80% dos executivos da Lojas Renner, o programa de trainees formou sua primeira turma online durante a pandemia, focada na área de gerência de loja. No último ano, foram 14 mil inscritos.

Nesta edição, as vagas são para profissionais que atuarão como designer gráfico, designer de produto, planner e buyer. Os principais pré-requisitos são: ensino superior completo ou em fase de conclusão de janeiro de 2014 a dezembro de 2020; inglês avançado; identificação com moda; e disponibilidade para residir em Porto Alegre (RS), onde fica a sede administrativa da varejista. As inscrições podem ser feitas até 8 de novembro em http://oportunidades.eureca.me/oportunidade/traineeproduto-circuito-renner .

A HPE vai construir um dos computadores mais rápidos do mundo

 A Hewlett Packard Enterprise (HPE) acaba de anunciar um contrato de mais de US$ 160 milhões com a European High Performance Compu ting Joint Undertaking (EuroHPC JU) para construir um dos supercomputadores mais rápidos do mundo, que ficará baseado na Finlândia. O novo supercomputador, ao qual a EuroHPC JU se refere como LUMI, ajudará pesquisadores europeus e organizações públicas e privadas a avançarem significativamente em R&D e impulsionarem a inovação em áreas como saúde, previsão do tempo e produtos habilitados para IA.

O LUMI da EuroHPC JU é caracterizado como um sistema “pré-exascale” que terá um desempenho máximo teórico de mais de 550 petaflops, o que é equivalente ao desempenho de 1,5 milhão de laptops combinados.

Além disso, por meio de sua colaboração com a EuroHPC JU, a HPE está expandindo os recursos de supercomputação para acelerar o roteiro europeu a alcançar a computação exascale, que é o próximo salto significativo na supercomputação, que fornecerá um desempenho 5 a 10 vezes mais rápido do que os sistemas atuais.

“Estamos honrados por sermos selecionados para o LUMI e alavancar nossas tecnologias da era exascale para construir um dos supercomputadores mais rápidos do planeta”, diz Peter Ungaro, vice-presidente sênior e gerente geral de Computação de Alto Desempenho (HPC) e Soluções de Missão Crítica (MCS) da HPE. “Estamos empenhados em apoiar a European High Performance Computing Joint Undertaking (EuroHPC JU), aproveitando as oportunidades da supercomputação de próxima geração para apoiar a pesquisa científica, promover a inovação e desbloquear o crescimento econômico. Estamos entusiasmados em colaborar com a EuroHPC JU e, por meio de nossa parceria com a AMD, alavancar nossos recursos exclusivos em computação, rede de alto desempenho, armazenamento e software para ajudar a melhorar a maneira como as pessoas vivem e trabalham.”

HPE capacita um dos supercomputadores pré-exascale mais rápidos do mundo para a Europa

O LUMI da EuroHPC JU será alimentado por supercomputadores HPE Cray EX com CPUs AMD EPYC™ de última geração e GPUs AMD™ Instinct, a fim de oferecer desempenho sem precedentes e recursos de aprendizagem profunda direcionados para avançar a combinação de modelagem, simulação, análise e cargas de trabalho de IA, visando resolver desafios complexos.

O LUMI da EuroHPC JU será hospedado no CSC – IT Center for Science , em Kajaani, na Finlândia, e compartilhado por dez países europeus como parte do consórcio LUMI recém-formado. O consórcio inclui Bélgica, República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Finlândia, Islândia, Noruega, Polônia, Suécia e Suíça. O novo sistema estará disponível em meados de 2021.

Uma vez operacional em meados de 2021, o supercomputador LUMI será um dos supercomputadores mais competitivos e verdes do mundo!”, avalia Anders Dam Jensen, Diretor Executivo da Empresa Comum EuroHPC. “Esse sistema de classe de liderança apoiará os pesquisadores europeus, a indústria e o setor público a melhor compreenderem e responderem a desafios complexos e transformá-los em oportunidades de inovação em setores como saúde, previsão do tempo ou planejamento urbano e rural.”

“A AMD tem o orgulho de se juntar à HPE para capacitar o supercomputador LUMI a avançar em pesquisa científica em inteligência artificial, previsão do tempo, descoberta farmacêutica e muito mais”, comenta Forrest Norrod, vice-presidente sênior e gerente geral do Centro de Dados e Grupo de Sistemas Incorporados da AMD. “Nossas CPUs AMD EPYC de próxima geração e GPUs AMD Instinct, juntamente com as tecnologias exclusivas de supercomputação da HPE, estão alimentando novos recursos em computação de alto desempenho, e estamos entusiasmados em fortalecer a comunidade de pesquisa europeia por meio de nosso suporte.”

HPE acelera o caminho da Europa para alcançar a computação exascale

A HPE está entregando tecnologias poderosas de supercomputação e IA para promover a missão da EuroHPC JU de adotar a supercomputação de próxima geração, que inclui sistemas pré-exascale e exascale. O LUMI da EuroHPC JU é o segundo sistema para cuja construção a HPE foi contratada. O primeiro foi o sistema Euro_I4TI para o Centro Nacional de Supercomputação IT4Innovations, que será o supercomputador mais poderoso da República Tcheca.

A HPE também expandirá sua cadeia de suprimentos de supercomputação na Europa, fabricando supercomputadores HPE Cray EX com refrigeração líquida e sistemas HPE Apollo em sua fábrica de Kutná Hora, na República Tcheca. Além disso, a HPE estabelecerá um Centro de Excelência na Europa que fornecerá ferramentas de R&D e experiência para desenvolver e testar aplicativos, programação, processadores e outras soluções necessárias para construir um programa de prontidão exascale.

Por meio do investimento nesses sistemas e tecnologias, a EuroHPC JU visa apoiar a R&D e a inovação para fazer avançar a ciência, impulsionar a competitividade industrial e garantir a soberania tecnológica da Europa.

HPE capacita LUMI da EuroHPC JU com supercomputação de ponta a ponta e soluções de IA

O LUMI da EuroHPC JU será construído usando supercomputadores HPE Cray EX , que também serão usados ​​nos três próximos sistemas exascale para o Departamento de Energia dos EUA: Aurora no Argonne National Laboratory, Frontier no Oak Ridge National Laboratory e El Capitan , em Lawrence Livermore National Laboratory. Os supercomputadores HPE Cray EX vão integrar as seguintes tecnologias de computação, armazenamento, rede e resfriamento, que são desenvolvidas especificamente para a Era Exascale , para alimentar o LUMI:

• Computação poderosa com recursos de IA direcionados usando CPUs AMD EPYC ™ de última geração e CPUs AMD ™ Instinct;
• Armazenamento expandido para suportar cargas de trabalho complexas em modelagem, simulação e IA usando o sistema de armazenamento Cray ClusterStor E1000 da HPE;
• HPE Slingshot para rede HPC construído com o propósito de atender às demandas de maior velocidade e controle de congestionamento para cargas de trabalho com muitos dados;
• Recursos sofisticados de resfriamento direto a líquido para sistemas em grande escala para aumentar a eficiência geral no uso de eletricidade e água usadas para operar o sistema.

Para obter mais informações sobre o LUMI, incluindo o Consórcio LUMI, visite http://www.lumi-supercomputer.eu .

Generosidade no trabalho: o novo mindset buscado pelas organizações

Por Tatiana Herculano

Uma das habilidades mais subestimadas no ambiente de negócios, mas ainda imprescindível para líderes e profissionais em qualquer nível de atuação, é a generosidade. Um atributo que, em geral, é relegado à vida pessoal e, no trabalho, ainda observado com desconfiança pelas pessoas.

Quando falamos em gestão, o ato de liderar surge como algo que pouco tem a ver com gentileza e que tudo é sobre os resultados, mas os líderes inspiradores, que realmente motivam e engajam pessoas e times, são os que praticam a generosidade no seu dia a dia, seja no momento de um feedback negativo ou na contratação de um novo colaborador.

Mas afinal de contas, o que é ser generoso e por que as empresas buscam cada vez mais essa qualidade em suas equipes? Em primeiro lugar, generosidade é sobre tratar os outros com dignidade e respeito. Logo, ela está relacionada ao ambiente de trabalho que criamos a nossa volta, como nos relacionamos e colaboramos em grupo. Profissionais valiosos para as organizações são aqueles capazes de cooperar, de conectar-se com as necessidades alheias – seja o outro o seu cliente ou colega de trabalho – e de liderar pessoas de maneira eficaz.

O bilionário e empreendedor Mark Cuban, mais conhecido por sua participação na versão norte-americana do programa Shark Tank, disse uma vez que a generosidade é um segredo oculto para o sucesso. “Uma das habilidades mais subestimadas nos negócios agora é ser generoso. Eu não gostaria de fazer negócios comigo quando tinha vinte anos. Eu tive que mudar, e mudei, e realmente valeu a pena.”

Praticar a generosidade no ambiente de trabalho nem sempre será uma tarefa simples. Essa é uma ação que demanda integridade, coragem, vontade de ir contra a norma e altos níveis de inteligência emocional. Em compensação, os atos de bondade nos orientam a lidar com as difíceis conversas e negociações de uma maneira mais harmoniosa, já que alteram a nossa perspectiva dos problemas.

A generosidade pode também incomodar quem a recebe de forma gratuita, uma vez que ela incentiva os outros a serem melhores, a experimentem tarefas que não têm certeza se podem realizar e se irão gostar.

Um colaborador generoso é aquele disposto a ajudar aos demais, principalmente aos sobrecarregados, comemora as conquistas alheias, sabe ouvir com atenção, é honesto sobre as suas limitações e busca viver em harmonia com os seus pares, sempre pautado pela ética e pelo respeito às diferenças entre as pessoas.

Um líder generoso é transparente em seus feedbacks, ajuda as pessoas a se adaptarem às mudanças, é facilitador do crescimento estimulando a tomada de riscos, estabelece limites e metas com clareza, sempre subsidiado em valores organizacionais. Ele se interessa pelas pessoas de forma genuína, pois sabe que os grandes resultados acontecem quando o time está conectado com os mesmos objetivos. Para ele, todos são tratados como o CEO da empresa.

A generosidade nunca esteve tão em alta nos negócios. Ela é o que buscamos e o que devemos ser para crescer profissionalmente e inspirar pessoas a nossa volta.

Tatiana Herculano, Diretora de Operações da Concentrix, multinacional de soluções de customer experience.

Associação Brasileira de Startups anuncia nova diretoria para biênio 2021-2022

Em Assembleia Geral Ordinária realizada em 30 de outubro, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade sem fins lucrativos que representa o ecossistema, realizou eleições para definir a nova Diretoria da Associação, cujo mandato será válido por dois anos a partir de janeiro de 2021. Em chapa única inscrita, a votação se deu por aclamação na Assembleia com associados.

Na ocasião, Felipe Matos Sardinha Pinto, founder da 10kDigital foi apresentado para assumir o cargo de presidência, tendo Ingrid Barth, founder da Linker, como sua vice presidente, e Cristiano Fernandes de Freitas, sócio da Syhus Contabilidade, como novo diretor financeiro. José Muritiba segue como diretor executivo, cargo que assumiu no início de 2020.

Mestre em Empreendedorismo pela USP e Autor do livro “10 Mil Startups”, Matos é sócio da 10K Startups, consultoria em empreendedorismo, transformação digital e aceleração de ecossistemas de inovação para startups, empresas e governos, e já apoiou mais de 10 mil startups no Brasil. Foi fundador da aceleradora Startup Farm, COO do programa governamental Start-Up Brasil no MCTI e co-fundador do venture builder Instituto Inovação; e de outras iniciativas que o levaram a trabalhar com inovação em mais de 10 países.

“Me sinto honrado pela confiança que o ecossistema de startups depositou em mim para liderar a Abstartups. Para o futuro, pretendo fortalecer o papel da associação como uma das principais vozes de representação do setor junto à sociedade e ao poder público, atuando para avançar em políticas públicas e iniciativas que possam dinamizar o segmento. Também pretendo avançar na produção de dados mais completos e abrangentes, na formação de talentos qualificados, na promoção da diversidade e inclusão e no desenvolvimento das comunidades locais de startups pelo Brasil, que já são uma marca forte da história da entidade”, pontua o novo presidente da Abstartups.

Bacharel em economia e finanças pela Universidade Metodista de São Paulo e com MBA em Neuroeconomia e Economia Comportamental pela ESPM, Ingrid Barth tem larga experiência em vendas e coordenação de operações de crédito e gestão de tesouraria, bem como conhecimento em negociações contratuais relacionadas a operações cross boarder de derivativos e empréstimos. Em 2018, fundou a Linker, o 1º banco digital 100% focado em startups e seus empreendedores, onde atua como COO. Atualmente, também é CEO da ABFintechs, faz parte do Comitê de Jovens Empreendedores na FIESP, entre outros.

Já o novo diretor financeiro da Abstartups é empreendedor e compartilha seus conhecimentos como palestrante oficial da ContaAzul e mentor do Founder Institute, Eretz.bio, Liga Ventures, Parque Tecnológico de Sorocaba e mais de outras 10 aceleradoras/incubadoras pelo Brasil. Desde 2013, busca construir um legado de inovação no mercado contábil como fundador e CEO da Syhus, hub de serviços contábeis especializado no mercado de tecnologia e novos modelos de negócio.

Até a posse em 01 de janeiro de 2021, o presidente Amure Pinho segue no comando da entidade.

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Worldline incorpora Ingenico e cria líder do mercado de meios de pagamentos

Ao juntar-se com a Ingenico, a Worldline torna-se o novo líder do setor de serviços de pagamentos na Europa, entrando para o rol das maiores empresas globais do segmento. A Worldline tem como missão oferecer soluções que promovam um crescimento econômico viável e reforcem a confiança e a segurança no âmbito social. Com sua presença global e foco em excelência, inovação e sustentabilidade, a Worldline pretende agilizar o desenvolvimento da indústria de pagamentos na Europa, desenvolvendo novos recursos para facilitar os processos de pagamentos, o dia a dia e os negócios dos usuários de seus serviços. 

A Worldline é a maior empresa de serviços de pagamentos da Europa e a quarta maior do mundo. Em 2019, a empresa registrou € 5,3 bilhões de faturamento pro forma.  Oferece aos clientes, onde quer que estejam, soluções sustentáveis, confiáveis e seguras em todas as etapas da cadeia das operações de pagamento, contribuindo assim para o crescimento das empresas. Com uma equipe de 20 mil colaboradores, desenvolvendo novos recursos para facilitar os pagamentos. A empresa presta serviços a aproximadamente 250 mil clientes de e-commerce e sites comerciais, aceitando mais de 350 meios de pagamento e trabalhando com mais de 150 adquirentes locais. Mundialmente reconhecido, seu gateway oferece funções digitais customizadas, disponíveis para comerciantes do mundo inteiro. 

A empresa é número um na Alemanha, tem sólida presença nos Países Nórdicos e uma ampla rede de parcerias com bancos e varejistas na França. Graças a esse extenso alcance geográfico, a Worldline oferece importantes vantagens para comerciantes que atuam em diferentes países, como o Brasil, proporcionando aos clientes alternativas internacionais de transações, com foco em eficiência operacional e inovação.  

Com o acordo, varejistas poderão contar com soluções e serviços que promovam seu crescimento, além ter acesso a uma vasta gama de soluções de pagamento digitais para melhorar a eficiência operacional e engajamento do cliente por meio de soluções de pagamento de última geração, tecnologia de ponta, avançada capacidade de inovação e sólida presença global. 

Segundo Gilles Grapinet, CEO da Worldline, “este é um momento único para a Worldline, especialmente por reforçar a proposta de valor do nosso negócio. Com o potencial de escala e presença global, redesenhamos todo o nosso Grupo para, mais do que nunca, sermos o melhor parceiro para nossos clientes, comércio e bancos, principalmente por oferecer serviços de pagamento eletrônico de última geração para alavancar o crescimento de seus negócios e para ajudar na transformação digital. Dessa forma, estamos ainda mais comprometidos em contribuir para um crescimento sustentável dos lugares onde operamos com o mais alto nível de responsabilidade social e ambiental. Apesar do período desafiador que todos estamos enfrentando, nunca estive tão animado com o potencial do Grupo, dos nossos 20.000 colaboradores e do futuro que temos pela frente”.  

 Presente em mais de 50 países, a Worldline é a única empresa europeia com atuação global capaz de competir com outros grandes players do setor. A oferta de soluções da Worldline cobre todo o ecossistema de pagamentos, desde a autorização de operações nas lojas até o processamento pelos adquirentes. Agora, com esse novo perfil ampliado, a Worldline passa a ter maior acesso ao mercado americano, mais visibilidade nos mercados da América Latina e na região da Ásia-Pacífico e maior potencial para expandir suas operações em países onde o uso de cartões ainda é baixo. 

A Worldline oferece serviços de pagamento do mais alto padrão, incluindo pagamentos on-line, soluções omnichannel, um amplo portfólio de terminais de pagamentos, banco digital e operações de emissão e aquisição. A empresa atende 1 milhão de comerciantes e 1.200 bancos e instituições financeiras, promovendo seu crescimento com base em sólidas economias de escala e expertise operacional diferenciada.  

Com a união entre as duas empresas, a Worldline alia, por um lado, sua ampla cobertura da cadeia de valor e sua expertise como adquirente em operações internacionais, e, por outro lado, a visibilidade global da Ingenico no segmento de e-commerce. A Worldline é a parceira ideal para os comerciantes, oferecendo uma cobertura incomparável em toda a cadeia de valor de pagamentos, com uma associação exclusiva de soluções para transações on-line, em estabelecimentos comerciais e em outros setores.  

A nova Worldline oferece aos clientes soluções para necessidades locais e globais. Em diversos países, a empresa está presente desde que surgiram os primeiros pagamentos eletrônicos, exibindo um longo histórico no cenário nacional de operações de pagamento em países como Bélgica, Luxemburgo, Suíça e Áustria. Cerca de 180 mil estabelecimentos dos setores de varejo, hotelaria e serviços poderão continuar confiando nos serviços de alto padrão prestados pela Worldline. Para os novos clientes, a integração será mais rápida e mais simples, graças às soluções digitais para PMEs e à plataforma de autenticação sem hardware.  

Com acesso imediato a alguns dos mais avançados terminais de pagamentos da indústria, a Worldline oferece ampla cobertura global e know-how quando se fala em autenticação em lojas e operações de pagamento. Disponibilizando soluções customizadas de autenticação de pagamentos para estabelecimentos comerciais e iniciativas inovadoras, a Worldline passa a oferecer aos clientes a melhor experiência no setor, em qualquer lugar do mundo.  

Na qualidade de maior processadora de pagamentos da Europa e com um bem-sucedido histórico de parcerias estratégicas com instituições financeiras, a Worldline lidera a nova geração de serviços de pagamento, que inclui inovações como pagamentos direto na conta e pagamentos instantâneos. A aliança com a Ingenico expande o volume de pagamentos da Worldline, potencializando as oportunidades de parceria com outras instituições financeiras, além das 1.200 instituições com as quais a Worldline já trabalha, processando cerca de 5,6 bilhões de operações de compra por ano.  

Para ajudar a desenhar o futuro do setor de meios de pagamentos e apoiar os clientes para adaptarem seus negócios aos novos hábitos de consumo provocados pela Covid-19 e por outros fatores, a Worldline compromete-se a impulsionar a inovação de produtos e reforçar sua capacidade de investimento, aumentando em € 300 milhões as verbas destinadas ao setor de P&D. Para criar novas formas de facilitar os pagamentos, o dia a dia e os negócios dos usuários de seus serviços, a Worldline continua explorando as possibilidades que o futuro oferece em diversas áreas, como terminal de pagamento próprios, novos métodos de pagamento em lojas, Social commerce / voice commerce, novas plataformas de pagamento, serviços de dados, venda eletrônica de ingressos e soluções de pagamento que promovem um crescimento econômico sustentável.

 A Worldline tem como missão desenvolver e oferecer transações e soluções de pagamento digitais que promovam um crescimento econômico sustentável e reforcem a confiança e segurança na nossa sociedade. Com a integração da Ingenico, a Worldline continuará a cumprir seu papel como parceira na área de pagamentos, oferecendo serviços confiáveis, seguros e que gerem menor impacto ao meio-ambiente. No atual cenário de grandes desafios econômicos e sociais, a nova Worldline deseja agilizar a transição para uma economia menos dependente de pagamentos em espécies, mediante um processo sustentável, responsável e socialmente inclusivo.  

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AlmavivA tem 1,3 mil vagas abertas no país

O desemprego no Brasil bateu recorde, chegou a 13,8% no trimestre encerrado em julho, maior marca da série histórica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Na AlmavivA do Brasil, no entanto, as contratações não pararam. A empresa, que é uma das maiores do setor de contact center/customer experience do país, é exemplo de evolução contínua dos negócios, que resultou no aumento da oferta de empregos. Em 2020, de janeiro a outubro, a companhia contratou quase 10 mil novos profissionais e tem, atualmente, 1.373 vagas abertas em diferentes localidades do país.

Somente no Estado de São Paulo são 514 vagas, em quatro unidades operacionais. Em Sergipe, 330, Alagoas, 134, Piauí, 200 e Minas Gerais, 195. Todos os postos de trabalho são para atividades de atendimento a clientes, em regimes presencial e também em home office – a empresa está com 60% de seus colaboradores em regime de teletrabalho.

Para participar do processo seletivo, os candidatos devem ter mais de 18 anos, Ensino Médio completo e boa comunicação. Os benefícios incluem assistência médica e odontológica, vales refeição e transporte, seguro de vida, auxílio creche, convênio com instituições de ensino superior e academias.

Os interessados devem acessar a página Faça Parte no site oficial da empresa http://www.almavivadobrasil.com.br.

Tecnologia no recrutamento

Com o intuito de facilitar o processo de seleção, no estado de São Paulo, a AlmavivA implementou uma ferramenta que faz uso de inteligência de dados (Big Data) e gamificação para recrutar, o que reduz em até cinco vezes o tempo de preenchimento de uma vaga. Por meio dela, os participantes são apresentados a um quiz, em formato de jogo, que revela aos recrutadores seus conhecimentos, aspectos comportamentais e habilidades, além de traçar um perfil de cada um.

A partir disso, aqueles que tiverem as características necessárias para preencher a vaga são convidados a participar de entrevistas e dinâmicas. “A ideia é que esse processo mais tecnológico seja aplicado para a seleção de pessoas em todo o país”, afirma Fernando Braga, Superintendente Executivo de Recursos Humanos.

Aumento da demanda

Considerado serviço essencial, o atendimento a clientes não parou mesmo durante a pandemia, e a AlmavivA, que conquistou 5 novos clientes nos últimos meses, registrou também um aumento de contatos diretamente relacionado à utilização de canais digitais. No segmento mobile, por exemplo, foram quase 1 milhão de chamadas adicionais de pessoas que antes buscavam atendimento em lojas físicas e deixaram de contar com essa opção, de maneira abrupta, precisando recorrer também aos canais digitais de atendimento.

Outra operação, que atende a uma grande empresa do segmento financeiro, antes da pandemia apresentava uma média de dúvidas por contato de 1,7, durante o isolamento, passou a 2,9. Isto é, quase dobrou. A grande maioria dessas novas dúvidas está relacionada a como acessar a fatura do cartão de crédito e parcelamento de pagamentos via app .

Volkswagen lança programa de carro por assinatura

A partir de hoje, a Volkswagen do Brasil, em parceria com a Volkswagen Financial Services e Assobrav, estreia o VW Sign&Drive, um serviço de assinatura com contratação on-line criado para atender a maneira contemporânea de se consumir carros. Inicialmente, o programa estará disponível no estado de São Paulo com os modelos T-Cross 200 TSI e Tiguan Comfortline.

“A VW vive uma Transformação Digital sem precedentes e o Sign&Drive é mais uma opção de mobilidade que trazemos ao mercado para os clientes desfrutarem dos nossos modelos. Todos os dias, nossos especialistas estão pensando em formas inovadoras de conquistar esse consumidor que quer cada vez mais conveniência e um tratamento diferenciado. Com essa e outras tantas opções que estamos lançando, temos certeza de que levaremos a VW a mais garagens de todo o País. Em seis passos no nosso website, é possível aderir ao programa por assinatura da VW”, destaca Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen América Latina.

O programa VW Sign&Drive permite que o cliente assine de forma digital, no website da VW, o serviço por um período de um ou dois anos (a depender do modelo escolhido) e possa usufruir um veículo Volkswagen. Estão inclusos na assinatura: documentação (IPVA, licenciamento e emplacamento), seguro, manutenção preventiva e franquia de 1.800 km para rodar por mês. “Estamos oferecendo um valor de assinatura bastante competitivo e disponibilidade do veículo em até sete dias úteis. Temos certeza de que vamos atrair novos clientes, movimentar as lojas e gerar receita adicional para nossa rede. Além disso, ao final da assinatura, vamos incentivar que o cliente troque por outro modelo e plano, fidelizando-o à nossa marca”, afirma Gustavo Schmidt, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil.

O programa é desenvolvido em parceria com a Assobrav e com a Fleet Solutions Brasil, empresa da Volkswagen Financial Services que atua na terceirização e gestão de frotas. Esta fase do programa tem duração até o fim dos estoques.

“Nós buscamos de forma contínua oferecer mais eficiência e inovação na prestação de serviços, e este é um projeto do qual nos orgulhamos muito. Novos modelos de negócio são essenciais no cenário atual e, para atender esta demanda da melhor forma possível, unimos esforços em prol de oferecer um serviço completo aos clientes”, complementa Jörg Pape, Managing Director responsável pelas operações da Volkswagen Financial Services na América do Sul.

“Lançamos este serviço com muita satisfação pois passaremos a atrair e atender o público que possui necessidades bastante específicas em relação ao uso do veículo. O VW Sign&Drive é a solução da marca que vem ao encontro das características de consumo que este tipo de cliente valoriza”, destaca Rodrigo Capuruço, Managing Director da Volkswagen Financial Services Brasil.

Os planos variam de acordo com o modelo desejado (conforme tabela do mês de novembro de 2020):


– O SUV T-Cross 1.0 200 TSI nas cores cinza platinum ou preto ninja a partir de R$ 1.899/mês no plano de 12 meses.
– O SUV Tiguan Comfortline nas cores branco, prata pyrit e preto mystic a partir de R$ 3.659/mês no plano de 24 meses.

Como funciona o VW Sign&Drive


Será possível contratar o serviço de duas formas: on-line ou presencialmente na concessionária. De forma simples, rápida e digital, em seis passos o cliente pode assinar pelo seu VW no www.vw.com.br/signanddrive, basta 1) selecionar o modelo, 2) customizar o plano, 3) se cadastrar, 4) fazer o upload dos documentos, 5) confirmar os dados e, por último, 6) assinar digitalmente. Após a contratação, a retirada do veículo é feita na loja mais próxima indicada.

O cliente também pode dirigir-se até uma concessionária Volkswagen do estado de São Paulo. Ele contará com a ajuda do vendedor para indicar os modelos disponíveis e auxiliá-lo a registrar seu pedido na plataforma VW Sign&Drive. Depois disso, o cliente aguarda até sete dias o veículo para retirada na loja. As manutenções necessárias poderão ser realizadas em qualquer concessionária da rede Volkswagen. Ao final dos 12 ou 24 meses, o concessionário pode oferecer um novo contrato de assinatura.

“O programa VW Sign&Drive chega para complementar a grande gama de iniciativas que a marca oferece para atender aos diferentes públicos, como o financiamento, o leasing, ou por meio de programas específicos para frotistas, taxistas, produtores rurais, pequenos empresários e locadoras”, finaliza Cesar Moura, presidente da Assobrav.

Votorantim S.A. abre vagas de estágio para atuação no mercado financeiro

A gestora de portfólio e holding investidora Votorantim S.A. anuncia o Programa de Estágio 2021, direcionado a estudantes que buscam experiência no mercado financeiro. Com processo de seleção totalmente online, as inscrições poderão ser feitas entre 4 e 25 de novembro pelo site http://www.votorantim.com.br/talentos/eu-na-votorantim.

As cinco vagas são para atuação na cidade de São Paulo e abertas a candidatos que estejam, preferencialmente, nos dois últimos anos da graduação, independentemente do curso. Os selecionados farão parte das áreas de Investimento e Gestão de Portfólio, Relações com Investidores, Planejamento Tributário, Riscos e Compliance e Informações Gerenciais e Tesouraria.

Pelo segundo ano consecutivo, não há apreciação de currículo na seleção. O novo time de estágio será formado com base na análise de alinhamento cultural e comportamental com a empresa, além da realização de desafios e entrevista com o gestor. Além disso, para incentivar a equidade de gênero, serão selecionadas para a etapa final ao menos 50% de candidatas mulheres.

O valor da bolsa-auxílio é compatível com o mercado e os benefícios incluem vale refeição, plano de saúde, seguro de vida, vale transporte e plano de academia. No total, são 145 horas por ano dedicadas para aprendizados, com cursos ministrados por líderes da Votorantim e profissionais convidados, além da possibilidade de receber formações técnicas específicas. “Estagiárias e estagiários da Votorantim S.A. participam de um programa de desenvolvimento profissional. Por meio de encontros, são estimulados a ter foco em autoconhecimento e autoliderança e a realizar aprendizado on the job“, explica Dimitriu Bezerra, coordenador de Atração e Seleção.

Processo de seleção

O processo de seleção é dividido em três etapas eliminatórias. A primeira inclui a inscrição online, onde o time de recrutamento seleciona os candidatos que passam para a próxima fase conforme o atendimento dos pré-requisitos. Na segunda etapa, os candidatos respondem um questionário de fit cultural e comportamental, que será analisado pelos recrutadores. Dependendo da vaga, há ainda um desafio prático realizado online.

Na terceira e última fase, os candidatos selecionados passam por um workshop prévio de capacitação profissional, para prepará-los para o melhor desempenho no processo seletivo, e são entrevistados individualmente pelos gestores de cada área contratante. Nesta etapa, está garantido o mínimo de 50% de candidatas do gênero feminino.

Votorantim – Programa de Estágio 2021

Inscrições: de 4 a 25 de novembro

Vagas: Investimento e Gestão de Portfólio, Relações com Investidores, Planejamento tributário, Riscos e Compliance e Informações Gerenciais e Tesouraria

Empresa: Votorantim S.A.

Pré-requisitos: Estudantes matriculados em qualquer curso de graduação preferencialmente nos dois últimos anos, sem restrições quanto à faculdade ou universidade

Inscrições e mais informações: http://www.votorantim.com.br/talentos/eu-na-votorantim

Como a inovação aberta pode fortalecer o ecossistema de startups?

Por Mariana Yazbéck

Inovar é preciso! Prova disso é que o número de startups que tem a inovação como parte de seu DNA vem aumentando consideravelmente ao longo dos anos. Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), temos hoje 13.478 iniciativas mapeadas por todo o Brasil, em 2011 esse número era de apenas 600.

Com a chegada da pandemia do Covid-19, ficou ainda mais evidente a necessidade de apostar na inovação dentro das empresas. Prova disso é um estudo da agência FleishmanHillard, que apontou que 80% dos entrevistados acreditam que o coronavírus mudará de maneira irrevogável a forma como veem o mundo. Além disso, de acordo com o artigo “Knowing When to Reinvent“, da Harvard Business Review, em média, 80% dos executivos de grandes companhias reconhecem que é preciso se transformar. Ou seja, mais do que nunca, precisamos falar sobre o assunto e conhecer novas formas de trazer mudanças para dentro das organizações, principalmente aquelas que atuam em verticais mais tradicionais.

Neste contexto, é necessário falarmos em inovação aberta. Segundo Henry Chesbrough (2003), esse termo se refere ao uso de entradas e saídas intencionais de conhecimento para acelerar a inovação interna e expandir os mercados pelo uso externo da inovação, respectivamente. Ou seja, esse tipo de metodologia permite a troca de conhecimentos entre empresas em prol da transformação, principalmente no âmbito tecnológico.

Se olharmos para o mercado, podemos ver diversas iniciativas neste sentido e que têm prosperado. Um exemplo disso foi a parceria entre a Cargo Sapiens, startup acelerada pela FIEMG Lab, e a Usiminas, Líder no Mercado de Aços Planos no Brasil, para a otimização do processo de contratação do frete internacional das operações de importação.

Por meio de plataforma própria, a solução da Cargo Sapiens eliminou cerca de quatro meses de trabalho envolvido no processo de licitação de frete internacional (BID) e gerou redução de custo global de 13,48%. A iniciativa trouxe ainda simplificação e agilidade ao processo, além de ter elevado o nível de governança e compliance, se tornando o case de inovação com startup de maior destaque na Usiminas em 2019.

Outra parceria que podemos destacar é a da Termica Tech Solutions, startup Digitalização de Processos Térmicos e a Fiat Chrysler Automobiles (FCA), um dos maiores grupos automotivos do mundo, que teve como objetivo aumentar a produtividade no processo de tratamento térmico das peças do câmbio da FCA. A solução apresentada pela Termica analisa os dados históricos para a identificação de ganhos potenciais. A partir disso, levantou-se um potencial de aumento da produtividade de até 20% em uma linha de tratamento térmico.

Esses são apenas alguns exemplos entre muitos que existem atualmente no mercado e que não só podem, como devem ser replicados. A utilização de soluções criadas por startups permite que muitas organizações incorporem inovações que jamais teriam sido implementadas, por uma série de fatores como falta de tempo, conhecimento ou recursos disponíveis.

Ao mesmo tempo, criar parcerias com essas empresas altamente tecnológicas permite que todo o ecossistema seja fortalecido, ou seja, é uma relação de ganha-ganha, onde todos crescem durante o processo. Por isso, afirmo sem medo que a inovação aberta é um caminho altamente vantajoso e que pode ser utilizado em diversos setores, promovendo transformações positivas e potencializando o crescimento de todos os envolvidos. Aposte nessa ideia!

Mariana Yazbéck, gerente do FIEMG Lab, maior hub de inovação aberta de startups industriais

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