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Kenzie Academy lança curso gratuito de Introdução à Programação

Com duração de 14 dias, Experiência Kenzie é 100% online, com suporte em tempo real e comunidade exclusiva aos participantes

A escola de programação Kenzie Academy promove, de 16 a 29 de novembro, o curso gratuito ‘Experiência Kenzie: Introdução à Programação com JavaScript’. O objetivo da escola é oferecer um primeiro contato com programação para quem quer começar do zero na área de tecnologia. 

O segmento de tecnologia terá mais de 3 milhões de novas vagas abertas até 2030, segundo a consultoria McKinsey. Além disso, os salários do segmento variam de R$ 4 a 15 mil. Quem participar do Experiência Kenzie, vai ter a oportunidade de iniciar uma jornada do zero, para a área mais promissora do mercado.

O curso introdutório será totalmente online e gratuito, com mais de 80 horas de conteúdo exclusivo, comunidade fechada para esclarecimento dúvidas e interação com outros participantes, lives diárias, demonstrações sobre o conteúdo e palestras sobre a carreira tech, além de suporte em tempo real do time de ensino da Kenzie, disponível das 9h às 18h.

Desenvolvida com o objetivo de tornar a navegação na internet mais rápida e fácil, Javascript foi a linguagem de programação escolhida para nortear o curso Experiência Kenzie de lógica de programação. Segundo ranking de recente pesquisa da empresa de análise SlashData, Javascript é a linguagem de programação mais popular no mundo (em 159 países, no terceiro trimestre de 2020), reforçando a relevância e a importância da mesma para o mercado de TI. 

“O curso terá aulas gravadas para que o interessado tenha flexibilidade de assistir quando puder, dentro do período do curso. Também vamos propor atividades e desafios na plataforma de ensino online, permitindo a realização prática de tudo o que for ensinado. Ao concluir as atividades, os participantes também terão direito a um certificado de participação gratuito”, explica Daniel Kriger, CEO da Kenzie Academy.

Vale destacar que o conteúdo do Experiência Kenzie não exige conhecimento prévio, nem formação em curso técnico ou de graduação. Também não é necessário ter anos de experiência na área de TI. Se a pessoa não sabe por onde começar, ou está trabalhando em uma área totalmente diferente, também consegue participar. 

“Nosso curso é interativo, com plantão de dúvidas para ajudar os participantes. Vamos oferecer lives sobre mercado e carreira, com especialistas do nosso time de Colocação e Sucesso do Aluno, para fornecer conteúdos, dicas e conselhos tanto para quem quer começar do zero na programação, quanto para quem pensa em uma transição de carreira”, explica o CEO.

Curso gratuito:

‘Experiência Kenzie: Introdução à Programação com Javascript’

Data: De 16 a 29 de novembro

Inscrições gratuitas com vagas limitadas: https://participe.kenzie.com.br/curso-javascript-16 

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Samsung comemora 10 anos de produção de notebooks no Brasil

Empresa mantém no país a sua única fábrica de notebooks fora da Ásia, oferecendo inovação e protagonismo no mercado com produtos que facilitam a vida do consumidor

A Samsung completa em 2020 uma década de produção de notebooks no Brasil. Uma trajetória de atuação ativa no mercado, marcada por inovação e que comprova a importância do mercado nacional como foco dos planos globais da companhia. O Brasil é o único local fora da Ásia a realizar a sua própria fabricação de computadores portáteis.
“Sempre colocamos o consumidor em primeiro lugar, desenvolvendo um portfólio com uma tecnologia de ponta que atenda a todas as necessidades dos brasileiros. Somos protagonistas no mercado nacional e temos a certeza de que continuaremos a cumprir o propósito da companhia: facilitar a vida das pessoas por meio da tecnologia”, afirma Sandra Chen, diretora da área de notebooks da Samsung Brasil.

De 2010 para cá, a Samsung esteve sempre próxima de seus consumidores, buscando, com estudos e pesquisas constantes, compreender comportamentos e necessidades específicas. Com isso, ao longo desses anos, disponibilizou inovações como computadores abastecidos com energia solar, Chromebooks e Ultrabooks e produtos mais finos, leves e multitarefas, garantindo ao mercado nacional de notebooks uma variedade de soluções para atingir diferentes perfis de usuários. Atualmente, existem opções para estudantes (linhas Flash e Chromebook), executivos (linha S51), gamers (linha Odyssey) e a versátil linha Books, que conta com oito modelos.

Também visando facilitar o dia a dia do consumidor, os notebooks da Samsung contribuem para a produtividade ao serem facilmente sincronizados a outros dispositivos, ampliando suas vantagens e tornando as rotinas mais eficientes e inteligentes ao se explorar ao máximo os benefícios dos produtos.

“Completamos dez anos de produção e atuação no mercado nacional de notebooks com a satisfação de ter ido além de garantir computadores de qualidade e alta tecnologia às linhas mais modernas disponíveis no exterior. Buscamos a perfeição para atender a todas as necessidades dos mais variados perfis do país, que são e sempre serão o centro de nossas decisões”, finaliza Sandra Chen.

RELEMBRE INOVAÇÕES DA PRODUÇÃO BRASILEIRA DE NOTEBOOKS DA SAMSUNG
2011 – Primeiro notebook que funciona com energia solar

Há nove anos, a Samsung foi a primeira a lançar no Brasil um notebook que funcionava com a energia solar: o NC215S, com sistema carrega uma hora de bateria a cada duas horas de exposição ao sol de um painel solar na tampa do dispositivo, chegando a uma autonomia de 14 horas seguidas.

2011 – Ultrabook

A Samsung foi a primeira empresa a fabricar no Brasil os Ultrabooks, notebooks mais finos, leves e com baterias de longa duração. Uma inovação que não parou de evoluir nos anos seguintes, com a companhia aprimorando a linha ao lançar os produtos mais finos, leves e multitarefas do mundo na linha S51.

2012 – Notebook+Tablet

Em 2012, foi lançado o Samsung Ativ Smart PC, com tela destacável que permitia aos consumidores ter um notebook e um tablet no mesmo equipamento. Este modelo contava com tela touchscreen, dando ao usuário a possibilidade de utilizar os próprios dedos ou uma caneta S Pen.

2014 – Chromebooks

Em 2014, a Samsung se tornou a primeira empresa a fabricar no país os Chromebooks, um produto voltado para a educação que tem revolucionado a forma de aprender, conquistando milhares de alunos e professores por ser leve, fino e possuir um sistema operacional veloz, além de bateria de longa duração.

2017 – Odyssey

No segmento gamer, a Samsung lançou no Brasil o primeiro notebook Odyssey em 2017. Após diversas análises e estudos para entender onde o consumidor, foi desenvolvido um aparelho com imagens mais realistas, com alto brilho e nitidez, alto desempenho e tela dinâmica, unindo potência e design a recursos exclusivos para oferecer uma experiência imersiva em jogos.

2019 – Flash

Em 2019, a Samsung produziu no país o Flash, um produto minimalista conectado com as tendências e com design retrô, especialmente desenvolvido para quem busca praticidade, conforto e bom desempenho em sala de aula.
2020 – Books

Em 2020, preocupada em oferecer ao brasileiro um produto que facilitasse a vida administrando casa, educação e trabalho em um único ambiente, a Samsung trouxe ao Brasil a produção do Book, um notebook 100% conectado com outros aparelhos, facilitando o home office e oferecendo, ainda, a fácil expansão de memória do dispositivo, sem necessidade de um técnico presencialmente.

Via Varejo realiza aporte na plataforma de inovação Distrito

A Via Varejo conecta-se ao maior ecossistema de inovação aberta do Brasil. É dessa forma, vista pela empresa como um salto estratégico, que a companhia anuncia hoje o investimento no Distrito, plataforma que tem como propósito ajudar empresas a se transformar. Com o seu ecossistema de inovação aberta, fundamentado em dados e inteligência artificial, o Distrito conecta startups, grandes empresas, investidores e acadêmicos para gerar novos modelos de negócios, mais colaborativos, eficientes e sustentáveis. O aporte fortalece um importante movimento para ambas as empresas.

O anúncio do investimento marca mais um salto na jornada de transformação que a Via protagoniza desde o ano passado. “Não é um movimento óbvio. Olhamos lá na frente. Em vez de fazer uma simples aquisição, nos conectamos à maior rede de inovação do Brasil. Vai ser incrível para nós como companhia. Vamos poder viver e fomentar cada vez mais a cultura de mudança dentro e fora da Via, além de ter uma posição privilegiada no ecossistema de startups no Brasil. E, melhor ainda, vamos estimular o empreendedorismo, algo que será bom para todo o país”, afirma Roberto Fulcherberguer, CEO da Via Varejo.

Fundado em 2014, o Distrito possui mais de 300 startups conectadas à sua rede, por meio de um programa de desenvolvimento contínuo, que tem como intuito auxiliar estas jovens empresas em seus mais diversos estágios. Além de um time e de uma plataforma digital que permitem a conexão de qualquer startup a seu ecossistema, independentemente de sua localização, o Distrito mantém hoje quatro hubs físicos – três em São Paulo e um em Curitiba.

Para Gustavo Araujo, fundador do Distrito, a associação é um movimento único no país. “A Via traz um mundo de conexões e possibilidades, um universo enorme que chega para gerar valor às startups. Os empreendedores precisam de um player como a Via Varejo para validar seus produtos e tecnologias. Com a escala que a Via pode dar a esses empreendedores, não me surpreenderia se gerássemos alguns unicórnios em conjunto no longo prazo”, diz.

“É uma maneira muito inteligente, diferente, de investir em inovação. Distrito e Via, de maneira descentralizada, aberta, vão se conectar com milhares de empreendedores. Com a potência da Via, o sistema Distrito fica mais forte, sendo preservada a sua independência. O investimento, por sua vez, proporcionará uma aceleração maior em tecnologia, inteligência e estrutura”, complementa Gustavo Gierun, também fundador do Distrito.

No último ano, a Via Varejo realizou o maior turnaround do varejo brasileiro, com consistência e sustentabilidade. Após digitalizar-se, multiplicar a eficiência de suas operações e ter o foco dirigido à experiência do cliente, a companhia busca agora ir além do varejo tendo como prioridade clientes e colaboradores. Com a integração das plataformas internas de vendas, os vendedores vêm rompendo a fronteira da loja física com oferta de produtos do online, incluindo marketplace. O investimento no Distrito é um passo importante para consolidar a empresa como um sistema baseado em tecnologia, empreendedorismo e inovação.

SAP anuncia ampliação do portfólio de soluções cloud por tipo de indústria

ASAP SE (NYSE: SAP) anunciou a expansão do portfólio de soluções de nuvem para atender às demandas de três industrias: varejo, serviços profissionais e indústria de componentes e maquinário industriais. Desenvolvidas pela SAP e por parceiros sobre uma plataforma aberta oferecida como serviço, as soluções ajudam a adotar inovações rapidamente como parte do ambiente de TI dos clientes.

“A velocidade com que as empresas precisam inovar sua operação hoje exige que a tecnologia lhe proporcione agilidade. Conforme anunciado no SAPPHIRE NOW 2020, a SAP está empenhada na estratégia de Industry Cloud para prover soluções que poderão ser rapidamente adotadas por diferentes tipos de setores, adicionando uma camada de integração aberta para práticas de próxima geração e aplicações para aperfeiçoar a cadeia  de ponta a ponta e possibilitando também melhorias nos  processos de inovação e de planejamento”, afirma Valéria Kinguti, vice-presidente de Plataformas e Tecnologias da SAP Brasil.

Desenvolvimento de um ecossistema para inovação

As soluções de nuvem para esses setores foram desenvolvidas e executadas na SAP Cloud Platform (SCP) e usam tecnologias como inteligência artificial e análise avançada para proporcionar experiências atraentes aos usuários, além de digitalizar e automatizar operações. A SAP e seus parceiros se concentram em soluções para os principais negócios dos clientes em seus setores para contribuir com o aperfeiçoamento dos processos de ponta a ponta e permitir o desenvolvimento de novos modelos diferenciadores. As três novas ofertas abordam os desafios exclusivos das seguintes industrias:

·         Varejo: As empresas de varejo estão enfrentando uma pressão cada vez maior para investir em modelos de negócios inovadores, buscando novas maneiras de gerar valor para seus ecossistemas, especialmente com a maior exigência de um varejo direcionado à propósito e de expectativas por melhores experiências por parte dos consumidores. As soluções de nuvem específicas para o setor varejista incluem, por exemplo, algoritmos de aprendizado de máquina para descobrir demandas não declaradas e produzir ofertas mais relevantes e personalizadas. Saiba mais sobre os cenários de aplicação para o setor varejista.

·         Serviços profissionais: contemplando empresas que tem na sua essência a prestação de serviços e que inclui atividades como consultorias, serviços de engenharia, segurança, comunicação, advocacia e facilities, entre outras e, que costumam ser vistas como a vanguarda da transformação digital para clientes, mas que agora estão passando por uma ruptura com as principais tendências que afetam a forma como se relacionam com clientes, como estão estruturadas e com quem competem. As soluções de nuvem específicas para o setor de serviços profissionais permitem, por exemplo, que as empresas prestem serviços digitais por meio de plataformas de assinatura para garantir excelentes experiências a clientes e funcionários. Saiba mais sobre os cenários de aplicação para o setor de serviços profissionais.

·         Componentes e maquinário industriais: empresas líderes agora oferecem soluções sob medida em escala e também como serviço para atender às tendências mundiais que estão remodelando o cenário da produção industrial. Essas tendências incluem digitalização, clientes cada vez mais exigentes, um campo de atuação em constante mudança, globalização e o chamado right-shoring, localização das operações de manufatura em cidades ou países com a melhor combinação de custo e eficiência. As soluções de nuvem específicas para o setor de componentes e maquinário industriais fornecem, por exemplo, a capacidade de interagir com clientes continuamente por meio de vários canais, da web à conexão direta, e incluem conectividade com a Internet das Coisas (IoT). Saiba mais sobre os cenários de aplicação para o setor de componentes e maquinário industriais

“As soluções de nuvem por setor da SAP garantem uma maneira de fornecer extensões direcionadas que complementam estratégias empresariais inteligentes. Com um ecossistema robusto de parceiros capazes de oferecer aplicações inovadoras em conjunto com a SAP, essa iniciativa pode ajudar os clientes a terem sucesso em mercados em expansão”, explica Leslie Hand, vice-presidente do IDC Retail and Financial Insights.

Parceria para o sucesso

Os parceiros da SAP são um componente essencial da iniciativa de nuvem para setores específicos. Com APIs abertas, modelos de processos e dados, bem como uma grande variedade de tecnologias de nuvem nativas para inovar nas verticais, a nuvem da SAP está atraindo parceiros que procuram acelerar a inovação e o desenvolvimento de soluções. A SAP e seus parceiros estão criando em conjunto as “próximas práticas de negócios” para empresas e redes de negócios que ajudarão a acelerar o ritmo para atender às demandas de negócios em constante mudança. Consulte as soluções dos parceiros no SAP App Center.

Grupo Carrefour Brasil abre mais de 70 vagas para o Programa de Estágio 2021

O Carrefour está à procura de novos talentos para o seu Programa de Estágio 2021. Com 76 vagas disponíveis em diversas áreas, as oportunidades são para trabalhar na matriz da rede, no Banco Carrefour e no Carrefour Property nas cidades de São Paulo ou Barueri (SP). O processo seletivo será totalmente online, reforçando a preocupação da empresa com o bem-estar dos candidatos e alinhado aos pilares de transformação digital e expansão do Grupo Carrefour.

Em sua terceira edição, o Programa de Estágio do Carrefour é uma grande oportunidade de aprendizado e carreira para estudantes de graduação. Além de poder trabalhar na matriz da maior rede varejista alimentar do Brasil, há também a opção de atuar no Banco Carrefour, um dos maiores operadores de cartão de crédito do País e o único banco próprio de um varejista.

Apenas na edição 2020 do processo seletivo foram mais de 3400 inscritos para áreas como Comercial, Engenharia Civil, Marketing, Financeiro, entre outras. Jéssica Cristina Abreu do Nascimento, estagiária de Capacitação e Gestão do Conhecimento, foi um dos talentos contratados. “Estagiar no Carrefour tem sido incrível e uma experiência repleta de aprendizados. Para mim, é um privilégio atuar em uma empresa que, além de se preocupar com seus processos de ponta a ponta para garantir a melhor experiência do cliente, pensa também no seu colaborador, com iniciativas de desenvolvimento e um olhar bacana voltado para diversidade e inclusão”, conta ela.

Com o objetivo de desenvolver talentos para uma sucessão natural e consistente, o programa trabalha para aumentar ainda mais o índice de efetivação dos estagiários do Carrefour, que hoje é de 43%, o que reforça a estratégia de crescimento da organização. “Estamos buscando talentos que se conectem com o propósito da empresa de contribuir para um mundo melhor, possibilitando o acesso à alimentação para todos e proporcionando a melhor experiência ao cliente por meio da ominicanalidade do nosso ecossistema”, explica Cristiane Lacerda, diretora de Desenvolvimento Organizacional do Carrefour.

Braço financeiro do Grupo, o Banco Carrefour também possui vagas abertas para estudantes que tenham interesse em áreas, como Tecnologia, Financeiro, Marketing e Jurídico. São mais de 20 vagas dentro da instituição, que se destaca pelo seu DNA digital e de inovação, e pela aplicação da metodologia ágil em todas as etapas da jornada do cliente. Atualmente, o Banco Carrefour conta, além dos Cartões Carrefour e Atacadão, com um portfólio variado de produtos financeiros, que envolve empréstimos, seguros, entre outros.

Já no Carrefour Property, área imobiliária do Grupo Carrefour com mais de 50 anos de experiência no mercado, são 4 vagas para áreas como Obras, Ativos Imobiliários e Projetos. Essa unidade de negócio é responsável pela administração do patrimônio imobiliário do Grupo Carrefour Brasil e por desenvolver projetos de varejo multi-formato – como shopping centers, galerias de conveniência e retail parks. O Carrefour Property gerencia, atualmente, dois shoppings em São Paulo – o Jardim Pamplona Shopping e o Butantã Shopping – e cerca de 150 galerias em 14 estados brasileiros, dentro das operações do Carrefour e Atacadão. Os candidatos escolhidos terão a oportunidade de trabalhar para uma empresa conhecida por executar os mais ambiciosos projetos de varejo, não só no Brasil, mas ao redor do mundo.

O processo seletivo tem como premissa atrair talentos conectados ao propósito do Grupo Carrefour, independentemente de sua idade, faculdade e nível de idioma. Essa iniciativa ainda terá um diferencial de capacitação para todos os estudantes de qualquer local do Brasil. “Teremos 3 lives que ajudarão na busca pelo propósito profissional dos estudantes”, finaliza Lacerda.

Entre os benefícios, os novos estagiários contratados contarão com bolsa de estágio mensal de R$1.500,00, vale transporte, vale alimentação, assistência médica, seguro de vida e 5% de desconto no Cartão Carrefour.

Para se candidatar, os estudantes precisam estar cursando graduação em nível bacharel no período noturno e ter previsão de conclusão entre julho e dezembro de 2022. Além disso, ter disponibilidade para estagiar 30 horas semanais, inicialmente home-office, mas podendo ter necessidade de se apresentar nas unidades nas cidades de São Paulo ou Barueri. Inglês intermediário será considerado um diferencial, mas não é um item obrigatório. O início do estágio está previsto para fevereiro de 2021 e as vagas já estão abertas até dia 22 de novembro de 2020 no hotsite: https://www.99jobs.com/carrefour/jobs/94554-programa-de-estagio-carrefour-2021

EBANX se une com AWS, Microsoft, Tableau e Zendesk para oferecer conteúdo gratuito sobre programação e tecnologia

O EBANX se uniu a quatro grandes empresas de tecnologia para promover uma edição inédita do Code Your Way, evento online e gratuito que irá oferecer conteúdo sobre programação e tecnologia para desenvolvedores.

O evento, que está em sua quarta edição, é organizado pelo EBANX, fintech unicórnio com sede em Curitiba (PR), e neste ano tem a parceria de AWS, Microsoft, Tableau e Zendesk.

A programação acontece de 12 a 23 de novembro e as inscrições já estão abertas no site do Code Your Way. Profissionais das cinco empresas de tecnologia irão compartilhar seus conhecimentos em quatro trilhas de conteúdo, com os temas Programming Languages Applied (Linguagens de Programação), Software Architecture (Arquitetura de Software), Data Science & Data Architecture (Ciência e Arquitetura de Dados) e Cloud & SRE (Nuvem).
Os desenvolvedores também poderão participar de um desafio de programação, que irá premiar os 500 melhores com uma camiseta exclusiva.

Para fechar o evento, o meetup Mulheres na Tecnologia, no dia 23 de novembro, irá debater a presença feminina no setor, com a participação de representantes do EBANX, da Microsoft e da Resilia.

De acordo com o Diretor de Engenharia do EBANX, Kalecser Kurtz, o propósito do Code Your Way é falar sobre uma cultura de engenharia para além do código. “Programar, testar e melhorar sistemas são ferramentas que utilizamos para alcançar um objetivo maior, que é transformar a sociedade por meio da tecnologia. Com o Code Your Way, queremos promover a paixão por software e, acima de tudo, inspirar pessoas e mostrar que ainda temos muito espaço para fazer coisas incríveis em tecnologia.”

Bolsas de estudos

O EBANX e as empresas patrocinadoras do Code Your Way ainda irão doar cinco bolsas de estudos para mulheres em situação de vulnerabilidade social. As bolsas serão fornecidas através da Resilia, organização que promove cursos de desenvolvimento web full stack.

As bolsistas serão escolhidas pela Resilia após passarem por um processo seletivo específico, que será realizado até fevereiro de 2021. Serão elegíveis a este processo mulheres na faixa etária de 18 a 30 anos que moram em Curitiba e região metropolitana, e para a inscrição não há exigência de conhecimento prévio em programação.

A tecnologia é um importante veículo de empoderamento e incentivar a entrada de mulheres nesse mercado pode ser um caminho para diminuir a prevalência masculina nas equipes de tecnologia. Além disso, podemos incentivar que outras áreas da nossa sociedade também sejam mais igualitárias“, destaca a Coordenadora de Comunidade do EBANX, Michelle de Cerjat.

A tecnologia é um importante veículo de empoderamento e incentivar a entrada de mulheres nesse mercado pode ser um caminho para diminuir a prevalência masculina nas equipes de tecnologia. Além disso, podemos incentivar que outras áreas da nossa sociedade também sejam mais igualitárias“, destaca a Coordenadora de Comunidade do EBANX, Michelle de Cerjat.

Mercado Livre recebe autorização do Banco Central para atuar como instituição financeira

O Mercado Livre recebeu hoje, 09/11, a autorização do Banco Central para atuar como instituição financeira. A partir dessa decisão, a empresa ganha, por meio da instituição Mercado Crédito, maior autonomia para formular produtos e serviços financeiros e de crédito, inclusive com distribuição via marketplace e por meio da fintech Mercado Pago.
“A licença de instituição financeira permitirá reforçar o foco da companhia em expandir as operações de crédito dentro de seu ecossistema. Desde o início da oferta em 2017, o grupo já concedeu mais de R$ 4 bilhões em créditos no Brasil, em um total de mais de 10 milhões de transações. Essas operações de crédito alcançaram principalmente consumidores e empreendedores sem acesso ao crédito no sistema financeiro tradicional”, explica Tulio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago.

“Esse movimento reforça também a estratégia da companhia em se consolidar como uma das principais fintechs da América Latina. Prevemos acelerar o alcance da conta Mercado Pago, chegando ao maior número possível de brasileiros, fomentando a inclusão financeira de maneira completa, inclusive com acesso a crédito digital e facilitado”, finaliza Tulio.
Além dos benefícios para as operações de crédito, a licença de instituição financeira permitirá ao Mercado Pago acessar fontes de financiamento diferentes, que complementarão a estratégia de funding da companhia: “Ter um rol de instrumentos de financiamento mais completo beneficiará de forma estrutural toda a área de fintech e trará maior solidez, além de resiliência para o negócio”, completa Pedro de Paula, diretor do Mercado Crédito no Brasil.

Câmara de Comércio Árabe-Brasileira impulsiona negócios com tecnologias de Cloud e Blockchain da IBM

A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB) – organização que atua há mais de 68 anos com o propósito de conectar empresas brasileiras e árabes – anuncia a implementação da IBM Blockchain Platform rodando em IBM Cloud para digitalizar, acelerar e trazer mais segurança a processos de exportação entre o Brasil e os 22 países da Liga Árabe e, assim, continuar ajudando no desenvolvimento econômico, social e cultural da relação bilateral. O projeto é parte do sistema Ellos, plataforma desenvolvida pela CCAB para apoiar seus associados e parceiros.

A adoção de tecnologias que possibilitam a transformação digital é chave para diversos modelos de negócio. De acordo com o recente IBV COVID C-Suite Study, 64% dos executivos em todo o mundo reconhecem uma mudança para mais atividades de negócios baseadas na nuvem devido à pandemia (1). Ao mesmo tempo, a IDC espera que os gastos com blockchain na América Latina sejam de USD 200 milhões até 2023.

De acordo com o secretário-geral da Câmara Árabe-Brasileira, Tamer Mansour, a plataforma vai integrar dados de toda cadeia exportadora para os países árabes. Numa fase piloto, o projeto será implementado nos fluxos comerciais envolvendo o Brasil e a Jordânia, país que está fazendo um grande esforço de digitalização governamental e busca se reposicionar como um hub de acesso à região para outros países. “Temos um negócio baseado em relacionamentos e confiança. Oferecer uma experiência melhor e serviços com excelência para facilitar as operações dos nossos clientes é primordial. A IBM nos trouxe uma metodologia e as tecnologias necessárias para darmos um passo além nas operações, com agilidade para fazer a inovação acontecer”, comenta Tamer.

A solução também inclui o desenvolvimento de uma aplicação baseada em IBM Blockchain, oferecendo aos usuários dos serviços da CCAB mais agilidade, praticidade e transparência aos processos de exportação, atendendo os requisitos de qualidade e de compliance das diferentes legislações de importações e exportações de bens vigentes em cada país. A solução vai permitir ao mesmo tempo mais flexibilidade, estabilidade, escalabilidade e segurança para o despacho de cargas.

A CCAB também migrou seu ambiente de TI que, até então, era todo on premise, para a IBM Cloud, o que trouxe mais agilidade para o desenvolvimento de novas aplicações e possibilitou melhorias em manutenção, custos e esforços das equipes, que enfrentavam desafios diários por conta de sistemas legados e complexos.

Para Joaquim Campos, VP de Cloud e Cognitive da IBM Brasil, o acordo com a CCAB traz orgulho e mostra que a organização está avançando em seu processo de transformação digital. “Conseguimos consolidar uma parceria muito forte e próxima com os profissionais da CCAB e reforçar a IBM como um parceiro confiável de tecnologia, capaz de dar suporte aos desafios de forma completa, desde a modernização de infraestrutura em Cloud até o desenvolvimento de aplicações envolvendo Blockchain, Microsserviços e DevOps”, ressaltou o executivo.

A CCAB viu o potencial dessas tecnologias para implementar no seu serviço um processo digitalizado e rápido para os agentes do comércio bilateral entre o Brasil e os países árabes. Com isso, as organizações envolvidas nos processos de importação ou exportação passam a ter mais agilidade sobre as operações em um movimento inovador que fortalece o ecossistema de comércio exterior.

Todo o projeto foi executado pela IBM Garage, usando a metodologia que promove o desenvolvimento e implementação de ideias em conjunto com o cliente para acelerar o processo de transformação digital da CCAB.
(1) https://www.ibm.com/thought-leadership/institute-business-value/report/covid-19-future-business

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Impressão 3D ajuda a revolucionar a medicina com modelos anatômicos super realistas

Um ano após o lançamento de sua impressora 3D J750™ Digital Anatomy™, a Stratasys Ltd. (NASDAQ: SSYS) anunciou que vendeu e instalou o sistema com sucesso em instituições de saúde e prestadores de serviços médicos nos principais mercados do mundo, incluindo Estados Unidos, China, Itália, Espanha e Austrália.

A impressora 3D J750 Digital Anatomy produz modelos anatômicos que imitam a sensação real e a capacidade de resposta e biomecânica da anatomia humana. Os modelos podem ser perfurados, suturados, cortados e manipulados fisicamente como tecido humano real. Essa capacidade minimiza o uso de animais e cadáveres para ensaios clínicos e treinamento cirúrgico. Hospitais, instituições de saúde e escolas médicas podem usar esses modelos 3D realistas para melhorar a avaliação clínica para uma ampla gama de patologias, bem como trazer novos dispositivos médicos ao mercado mais rapidamente.

Nos Estados Unidos, o Hospital Infantil de Seattle, por exemplo, adquiriu uma impressora 3D no início deste ano e a instalou em seu novo laboratório. A principal motivação para obter a impressora foi a capacidade de criar modelos muito suaves internamente para reproduzir partes do corpo, como vias respiratórias, fígados e corações. “As primeiras impressões usando o material TissueMatrix foram fundamentais para a compreensão do ajuste ideal para um tubo de traqueostomia personalizado, algo que teria sido impossível com os melhores materiais aos quais tínhamos acesso há apenas seis meses”, diz Seth Friedman, Ph.D, Gerente de Innovation Imaging e Simulation Modeling no Departamento de Melhoria e Inovação.

Já o Hospital Infantil Nicklaus, em Miami, que atualizou o laboratório de impressão 3D com a aquisição da nova impressora J750 Digital Anatomy, utiliza a tecnologia como uma parte crítica do planejamento cirúrgico. “É muito valioso ser capaz de abrir um modelo para ter uma visão muito clara do que veremos na sala de cirurgia. Acreditamos que este é um avanço significativo que nos permitirá reduzir o trauma de pacientes submetidos a cirurgias cardíacas complexas. Além disso, a nova impressora 3D abre caminhos completamente novos no ensino e no atendimento ao paciente”, conta Dr. Redmond Burke, chefe de Cirurgia Cardiovascular e codiretor do Programa do Coração.

Na Espanha, duas instituições de tecnologia investiram na impressora 3D Digital Anatomy para serem pioneiras na oferta de serviços médicos, e ambas citam o ultrarrealismo incomparável e a natureza tátil dos modelos como uma vantagem competitiva significativa.

“Antes não conseguíamos produzir modelos que replicassem os materiais orgânicos frequentemente solicitados pelo setor médico, muito menos simulando de forma realista o comportamento do tecido humano. Além disso, o mais notável é que a impressora oferece resoluções mais altas do que as obtidas com uma tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que geralmente são acima de meio milímetro. Já estamos observando um vasto interesse de uma ampla gama de médicos por esses tipos de modelos em aplicações do mundo real”, relata Nacho Sandoval, líder de fabricação de aditivos do instituto Tecnológico AIJU.

Já Gorka Baqueriza, Gerente de Projetos de Fabricação de Aditivos da Instituto para a Inovação do Sistema de Formação Profissional e Educacional do País Basco (Tknika), acrescenta que “essa tecnologia tem um impacto significativo em várias áreas da saúde – desde o treinamento médico até o planejamento pré-cirúrgico e o atendimento ao paciente”.

Por fim, na Itália, a BIO3DModel está vendo muito interesse do mercado em utilizar modelos feitos pela J750 Digital Anatomy no treinamento cirúrgico. “Essa tecnologia permite uma redução drástica no tempo de treinamento dos cirurgiões, em particular a capacidade de investigar quaisquer condições patológicas específicas antes da cirurgia real. Por exemplo, se antes da J750 não era possível produzir sistemas vasculares ocos com espessura de parede e diâmetro de até 1 mm, agora essa tecnologia pode ser a diferença entre a vida ou a morte de um paciente”, afirma Roberto Rizzo, presidente da empresa.

Emanuele D’Angeli gerente geral da Medilife, outra empresa italiana que adotou a tecnologia da Stratasys, destaca que os modelos produzidos na impressora 3D Digital Anatomy oferecem o mesmo toque suave e densidade variável dos tecidos e órgãos humanos reais, o que hoje é impossível de alcançar com qualquer outra tecnologia de impressão 3D existente. “Atualmente, estamos testando várias aplicações, incluindo a criação de um membro artificial. O objetivo é reproduzir a aparência externa natural do membro em termos de textura e tonalidade de cor, ao mesmo tempo que reproduzimos a sensação física natural que experimentamos com o toque humano”, conclui.

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Agibank abre vagas exclusivas para 50+

Nunca foi tão rápida como agora a transformação que se vê na pirâmide etária brasileira. Até poucos anos, o volume de jovens até 14 anos era muito maior do que o contingente com 50 anos ou mais. Mas hoje essa pirâmide está se invertendo. Para dar conta de abraçar essa transformação da sociedade e entender cada vez melhor os maduros, o Agibank – banco digital omnichannel que tem o propósito de melhorar o dia a dia das pessoas e facilitar sua vida – está abrindo vagas de trabalho exclusivas para pessoas 50+.

Além de incluir a população 50+ digital e financeiramente por meio de produtos, serviços e atendimento voltado as suas necessidades, o Agibank agora parte para reforçar a sua atuação como marca empregadora para esse público. A iniciativa chega como um projeto-piloto e vai ajudar a instituição a se aprofundar melhor no tema e estruturar o modelo internamente. Além disso, nada melhor para compreender as necessidades e comportamentos dos 50+ do que tê-los nas equipes. “A inclusão do público maduro está na essência do Agibank. Agora queremos ampliar a sua presença no quadro de colaboradores, tanto como forma de dar oportunidade de trabalho para essas pessoas como para aprender com elas e, assim, entregar soluções totalmente aderentes ao que precisam e esperam”, afirma Paulo Henrique Walendorff, gerente de Pessoas e Cultura do Agibank.

Inicialmente, serão cinco vagas de atendimento abertas exclusivamente para pessoas 50+ nos estados de São Paulo, Pernambuco e Paraná. Para conferir as vagas, basta acessar carreiras.agibank.com.br.

Rumo anuncia startups finalistas do edital de inovação

Lançado no começo deste ano, o Fuse – Edital Rumo de Aceleração chega à reta final com o anúncio das quatro equipes selecionadas para a fase de aceleração do pioneiro programa desenvolvido pela Rumo, maior concessionária de ferrovias do País. Até dezembro, os projetos com foco no desenvolvimento de propostas para reduzir o número de acidentes em ferrovias, serão acompanhados pela HARDS, primeira aceleradora brasileira de software/hardware instalada no Sapiens Parque, em Florianópolis (SC). Além do suporte da HARDS, parceira contratada para apoiar a fase de aceleração, as equipes selecionadas receberão R$ 200 mil como subsídio para o desenvolvimento de protótipo e testes das soluções em campo. Durante todo o processo, contarão ainda com o apoio de especialistas da própria concessionária.

Entre as equipes selecionadas, a Harpia, de Divinópolis/MG, propõe a utilização de drones na ferrovia para alertar maquinistas sobre o movimento nas passagens em nível (PNs). O projeto da UTrem (Almirante Tamandaré / PR) busca reduzir o índice de abalroamentos por meio do uso inteligente de estímulos visuais aos motoristas que passam pelas PNs. A Lastro (Florianópolis / SC) pretende pôr em prática estratégias para a disseminação de uma cultura de segurança próxima às vias férreas. Já a Tribuzana (Florianópolis / SC) pretende unir inteligência artificial e dados para prevenção de atropelamentos, por meio da análise de imagens de quase acidentes processadas por câmeras digitais nas locomotivas.

“Estamos felizes em ver a apresentação de projetos significativos para o combate a uma das maiores questões em ferrovias no mundo todo: a segurança nos cruzamentos entre a linha férrea e as vias urbanas”, diz Roberto Rubio Potzmann, diretor de tecnologia da Rumo. “Foram mais de 180 inscrições, inclusive internacionais, e mais de 60 colaboradores da Rumo envolvidos diretamente no programa para que pudéssemos chegar à etapa final com iniciativas capazes de contribuir para a melhoria do setor como um todo por meio da inovação aberta”.

Da seleção à aceleração

Lançado em maio, o Fuse teve mais de 180 inscrições recebidas até o início de julho – incluindo projetos vindos de Israel, Canadá, Portugal e Suíça. Daí saíram as 20 propostas selecionadas para avançar à etapa de imersão e desenvolvimento. Metade delas chegou à fase de idealização, que teve duração de cinco semanas e contou com o apoio de dezenas de mentores de diversas áreas da Rumo. “Oferecemos todo o suporte para que as equipes chegassem preparadas ao Demo Day e pudessem demonstrar os planos de trabalho já munidos de todo o conhecimento que a Rumo detém sobre a operação em ferrovias”, afirma Potzmann.

Das 10 equipes participantes da fase de idealização, quatro chegaram à etapa final de aceleração. A partir de agora, Harpia, UTrem, Lastro e Tribuzana têm à disposição a estrutura da HARDS. Os participantes poderão utilizar de forma gratuita o laboratório da Hards, que conta com uma infraestrutura completa para prototipar, testar e fabricar lotes pilotos. A empresa mantém parcerias com o Instituto da Indústria (que pertence à Federação das Indústrias de Santa Catarina) e a Produza (especializada em montagem de placas eletrônicas).

Incentivo ao empreendedorismo

O Fuse representa o compromisso da Rumo com a busca por soluções tecnológicas e inovadoras para ocorrências que estão, em sua maioria, ligadas ao desrespeito às leis de trânsito e sinalizações ou à desatenção de motoristas e pedestres nas travessias. Além disso, o edital tem exercido um papel importante para o desenvolvimento de negócios.

“Podemos dizer que 30% das ideias iniciais que recebemos vieram de equipes formadas por pessoas físicas que reuniram colegas e amigos para propor soluções para o setor”, diz o diretor de tecnologia da Rumo. “Chegamos à fase final com 75% das equipes se tornando empresas de verdade e que estão prontas para desenvolver negócios transformadores e escaláveis”, conclui o diretor de tecnologia da Rumo.

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Novo consumidor: a Black Friday é apenas o começo da corrida

Por Samantha Schwarz, gerente de e-commerce da Infracommerce

Como uma das datas mais importantes e estratégicas para o cenário do varejo, a Black Friday, que já é muito esperada, ganha ainda mais expectativa em 2020. O que todas empresas esperam? Que esse ano seja melhor que o anterior e que 2020 nos traga todas as condições favoráveis para isso.

A atual situação econômica que a pandemia trouxe fez o comércio eletrônico disparar e 40% dos brasileiros passaram a comprar mais por e-commerces, mesmo com os cortes de salários. Mas 2020 também foi o ano da primeira compra online para 13% dos brasileiros, segundo pesquisa da Nielsen.

Diante disso, a pergunta que não quer calar: o que esperar da Black Friday 2020? A resposta não é simples e nem objetiva, mas o fato é que podemos esperar uma das maiores datas da história e que vai marcar o começo de uma corrida pelo consumidor. Para se ter uma ideia, o varejo online atingiu inclusive os idosos, uma classe que pouco utilizava esse tipo de tecnologia antes da pandemia. Nos últimos meses, 82% desse grupo etário consumiu digitalmente e, desses, 18% também fizeram sua primeira compra neste universo, segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.

Dada a largada, são muitos consumidores novos, o que gera para as empresas uma infinidade de clientes e outros mercados para explorar. Dentre os produtos que serão os mais procurados, estão roupas e acessórios (31%), smartphones (30%), eletrônicos (30%) e calçados (26%), também de acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo. Ou seja: o varejo tem a faca e o queijo na mão sabendo inclusive o que as pessoas querem comprar.

Mas vale ressaltar que deter a informação não é o bastante. O importante é saber o que fazer com ela. Se as empresas estão esperando mais e novos consumidores, o que eles querem das marcas? Com certeza uma experiência melhor do que nunca! O cliente é hoje multicanal, ágil e exigente, que busca praticidade e conexão entre todos os pontos de vendas. Ele quer fazer contato com as lojas por meio de todos os canais existentes, seja ele no site, nas redes sociais, no celular ou na loja física. E mais, quer integração entre eles.

Quem realmente está de olho nas movimentações de mercado já percebeu que a Black Friday vai ser só o primeiro degrau na escalada das compras online. Essa tendência deve ser mantida no cenário pós-pandemia. É a hora das marcas varejistas não perderem a oportunidade de dialogar com os novos consumidores recém-chegados e conquistá-los.

Os artifícios usados para isso vão desde a criação de novas estratégias de negócios, o aperfeiçoamento da relação com o cliente, a unificação de todos os canais de vendas em prol da multicanalidade até a oferta personalizada de descontos e promoções para cada um deles. Além disso, tem também os investimentos em novos atributos tecnológicos para a sustentação dos e-commerces em períodos de pico e a escalabilidade das vendas, como a ligação eficiente dos marketplaces a todas as lojas off-line. E você, está levando aos seus clientes o que você esperaria de uma marca na posição de consumidor?

WhatsApp Business API: cuidado para não ser banido

Por Marcos Abellón

Infinitas possibilidades do WhatsApp Business são capazes de animar empresas de todos os tamanhos. Mas é preciso tomar cuidado com sua implantação. 

O WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais popular do mundo e suas estatísticas são igualmente impressionantes. Com mais de 5 bilhões de instalações apenas na Google Play Store, são cerca de 2 bilhões de usuários mensais, sendo 5 milhões deles usuários da plataforma WhatsApp Business.

O Brasil é o segundo maior mercado mundial, ficando atrás apenas da Índia. Segundo do SEBRAE, a versão Business está presente em 72% dos micro e pequenos negócios.

Fundamental para os empreendimentos brasileiros, o aplicativo ganhou ainda mais importância a partir da pandemia. Com as portas físicas fechadas os comerciantes descobriram no aplicativo uma excelente maneira de continuar trabalhando, minimizar os prejuízos e fazer a economia girar.

E os consumidores responderam da melhor forma possível. Acostumados a utilizar o WhatsApp para conversar com amigos e a família, foi mais do que natural começar a fazer pedidos, tirar dúvidas e ser atendido das mais diversas formas.

O interessante é que a plataforma é super aberta aos diversos tipos de utilizações – inclusive inovações como a possibilidade de realizar treinamentos, aplicar provas, posicionar sobre o andamento de encomendas e utilizar como uma agenda virtual, marcando consultas e reuniões.

Isso leva o WhatsApp a ser adotado por outros tipos de negócios que inclusive podem nem lidar com vendas diretas, como os de Educação, Logística e Saúde, entre muitos outros.

As infinitas possibilidades são capazes de animar empresários de todos os tamanhos, principalmente pelo custo acessível, mas acende a luz amarela para uma importante questão: é preciso tomar muito cuidado com a sua implantação.

Todos os recursos citados acima são possíveis a partir do uso da API do WhatsApp Business. Sigla para Application Programming Interface, que significa em tradução para o português Interface de Programação de Aplicativos, a API conecta os sistemas da empresa (que contém as informações necessárias) ao WhatsApp.

A questão é que não é qualquer desenvolvedor ou profissional de tecnologia que é capaz de realizar essa operação. Bom, ele até pode, a questão é que o aplicativo não permite e aprova essa ação.

O correto é procurar uma empresa autorizada, homologada pelo WhatsApp, e realizar uma integração oficial. Esse parceiro é especializado na aplicação e sabe muito bem o que está fazendo.

Somente como uma operação realizada por uma empresa homologada é possível ter a segurança para integrar todos os seus sistemas à ferramenta e ter acesso aos templates de mensagem, por exemplo.

E isso sem dizer que apenas o autorizado é capaz de seguir todos os passos recomendados pelo WhatsApp: sendo que alguns deles precisa da participação do time técnico da própria ferramenta.

Mas aí você pode me falar: Mas Marcos, eu conheço um cara fera que faz rapidinho e baratinho! Bom, você pode até tentar e o resultado ser ótimo.

A questão é que ele (ou ela) não conhecem em profundidade os meandros da parte técnica e nem as melhores práticas recomendadas pelo Facebook, a dona da ferramenta.

Sim, o senhor Zuckerberg faz questão de tudo seja feito de maneira correta quando se trata do seu aplicativo. Não sei se você se lembra quando o WhatsApp ainda era apenas para pessoas físicas, não sendo permitido o uso por empresas.

Vários negócios foram simplesmente banidos por desrespeitarem essa importante regra. O mesmo pode acontecer com a sua empresa caso use os serviços do ‘cara fera’.

É, simplesmente, violar os termos de serviços do WhatsApp, tornando a sua utilização ilegal – o que pode levar a até um processo. Não é isso que você quer, não é mesmo?

Aposto que só a ideia de perder – além do investimento feito no desenvolvimento – sua base de clientes e todos os dados que ela traz, causa arrepios.

Então resista à tentação e faça o certo! Seu negócio agradece.

Marcos Abellón, criador da AnnA, plataforma que conecta pessoas a sistemas através do WhatsApp, Telegram e Messenger

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A Ética apenas na teoria inviabiliza a Integridade na prática

Por Carolina Marzano

A Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) instituiu no Brasil a responsabilização objetiva administrativa e civil das pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, o que gerou uma grande preocupação por parte do setor empresarial, em face da possibilidade das empresas serem condenadas a penas bastante severas no âmbito processual. Em contrapartida, referida Lei considera mecanismos de ética e integridade efetivamente adotados pela empresa que esteja sofrendo um processo de responsabilização como fator atenuante, quando da mensuração da eventual pena a ser aplicada.

Indispensável esclarecer que toda e qualquer empresa brasileira está submetida à Lei Anticorrupção, podendo ser sancionada em sua completa extensão. É absolutamente equivocado o pensamento de que referida Lei somente é aplicável às empresas que negociam com o Governo, uma vez que, para estarem aptas a operar, todas as empresas devem se relacionar com Órgãos Públicos, seja no cumprimento de suas responsabilidades fiscais, na contratação de serviços ou na obtenção de licenças e alvarás. Um outro equívoco recorrente é assumir que apenas multinacionais e grandes empresas são afetadas pela Lei Anticorrupção quando, na verdade, o mercado é quem exige, atualmente, que terceiros e prestadores de serviços tenham um Programa de Integridade implementado para que estejam aptos a serem contratados.

Nesse cenário, seja para se precaver e ter uma eventual pena atenuada, para participar de licitações públicas, para poder prestar seus serviços ou fornecer seus produtos, muitas empresas começaram a implementar Programas de Integridade apenas no papel, porém, sem efetividade na prática. Códigos de Ética e Conduta passaram a ser escritos proforma e arquivados, apenas para constar que existem, sem que fosse criada e disseminada uma cultura de estimular a atitude de se atuar dentro de um padrão ético de comportamento, atendendo às leis e regramentos internos e externos. “Compliance” passou a ser um termo muito adotado na teoria, mas nem sempre se reflete na rotina das empresas, onde não vemos seus princípios básicos sendo aplicados.

O Decreto nº 8.420/2015 trouxe a definição de Programa de Integridade em seu art. 41: “Programa de integridade consiste, no âmbito de uma pessoa jurídica, no conjunto de mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades e na aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta, políticas e diretrizes com objetivo de detectar e sanar desvios, fraudes, irregularidades e atos ilícitos praticados contra a administração pública, nacional ou estrangeira.” Ausentes esses elementos, não há que se falar em um Programa de Integridade efetivo e, portanto, nos benefícios decorrentes do mesmo, ou seja, a mitigação de eventuais sanções administrativas e a construção de uma imagem positiva da empresa, gerando oportunidades de negócio e reduzindo custos.

Visando estar em conformidade com a Lei Anticorrupção e demais dispositivos legais vigentes, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software foi uma das primeiras entidades de classe a implementar seu Programa Interno de Integridade. Em seguida, no intuito de promover a Ética e a Integridade no Setor de TIC, disseminando e fortalecendo esses conceitos entre as empresas associadas, criou o Programa “Uma Empresa Ética” (https://www.umaempresaetica.com.br), que conscientiza e estimula suas associadas a adotarem, formalmente, os mais altos padrões éticos no trato de seus assuntos, internos ou externos; aprimorarem o padrão de comportamento no relacionamento com os clientes, fornecedores, concorrentes, colaboradores e agentes governamentais; e a criar normas formais para implementar estes padrões. O programa conta com três pilares fundamentais: Template de Política de Compliance; Treinamentos e Canal de Denúncias Independente, oferecidos gratuitamente às Associadas. Além disso, coloca à disposição das empresas o aconselhamento da área de Compliance e do Departamento Jurídico da entidade para dirimir dúvidas quando desenvolverem seus próprios Programas de Integridade.

Muito além de possibilitar o fechamento de contratos e atenuar eventuais penalidades, a cultura da ética e da integridade deve ser implementada, de fato, em uma empresa por respeito às Leis, à concorrência leal e a um ambiente de negócios idôneo. Empresas comprometidas com a disseminação e o cumprimento de seus valores são cada vez mais reconhecidas pelo mercado e pelos consumidores. Em um mundo onde a corrupção não é mais aceita, a ética deixou de ser um simples conceito e passou a ser um ativo corporativo.

Carolina Marzano, Compliance Officer e assessora de Comitês da ABES.

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Startup desenvolve robô capaz de vistoriar tubulação de petróleo

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), a Unidade EMBRAPII COPPE/UFRJ e a startup Integral Monitoramento e Inspeção se uniram e estão desenvolvendo uma tecnologia para aprimorar a vistoria de risers, dutos usados nas perfurações das petrolíferas, tornando o processo mais econômico e a avaliação mais precisa, uniforme e veloz.

Os risers, durante sua vida útil, precisam ser avaliados a cada dois anos quanto aos desgastes (principalmente em relação à corrosão e defeitos como trincas). Atualmente, a vistoria é feita em terra, manualmente por um operador, e um equipamento que conta com apenas um sensor.

A tecnologia vai trazer automação ao processo. O robô contará com 16 sensores, controlados remotamente, que orbitarão ao redor do próprio eixo, oferecendo uma resolução quatro vezes maior, ou seja, equivalente a 64 sensores. O robô entrará nos risers para fazer medições de espessura dos tubos e identificar possíveis falhas estruturais com uso de ultrassom.

A automação também vai tornar o processo de avaliação possível em plataforma ou em embarcações próximas, evitando o trânsito de peças em perfeito estado e os custos de translado. Tradicionalmente, a avalição é feita em terra e tem uma logística cara e demorada às empresas exploradoras de petróleo: os dutos são desmontados e retirados do mar, colocados na plataforma, transportados por um navio e, finalmente, por uma carreta até um galpão onde é feita a inspeção.

Além dos custos operacionais menores, ao possibilitar a avaliação no mar, a ferramenta traz outro benefício que é a redução no tempo de parada destes equipamentos. A inspeção seria feita em uma lacuna de tempo entre o uso dos tubos em perfurações diferentes.

Contrato com o Sebrae

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mantêm contratos para garantir recursos não reembolsáveis aos projetos de Pesquisa Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de pequenos empreendedores. Mais de 130 empresas já foram beneficiadas, gerando R﹩ 85 milhões em 139 projetos.

O papel dos gestores de saúde e da tecnologia na qualidade do cuidado e segurança do paciente em períodos de crise

Por Fabio Miyagawa

A pandemia da Covid-19 trouxe mudanças expressivas e impactou a sociedade como um todo. Na saúde os impactos foram muito mais profundos. Aumento de demanda, escassez de recursos, fazer mais com menos e ainda lidar com uma doença desconhecida. Além, é claro, de garantir a qualidade e a segurança do paciente.  Tudo em um mesmo cenário.   A lição que talvez tenha sido aprendida é que, para evitar colapsos em situações extremas como essa,  é fundamental estar sempre preparado. 

Mas, como as instituições de saúde podem estar mais fortes para lidar com outras situações similares? Quais aspectos devem estar no olhar de um gestor para garantir a qualidade do cuidado e a segurança do paciente, mesmo com as adversidades?

Levando em consideração que ao final tudo converge em um único ponto: a qualidade do cuidado e a segurança do paciente, sem dúvida, o gestor de saúde precisa ter um olhar amplo, identificando tanto gargalos nos aspectos de atendimento ao paciente como administrativos.

 Existem alguns pontos primordiais. Do ponto de vista de gestão, em especial em hospitais com programas de residência e de internato, despertar nos jovens médicos uma consciência gestora é um aspecto importante quando o assunto é preparar para o futuro. Em algum momento da formação eles têm que ter acesso a noções de competências, competitividade, entender o que é um fluxo de caixa, as burocracias com as quais ele irá lidar em um futuro, etc.

Já do aspecto do atendimento clínico em si, é parte do papel do gestor de saúde municiar o seu time com soluções e tecnologia, que garantam a efetividade clínica e agilidade do atendimento. Os meios digitais e ferramentas tecnológicas são os responsáveis por conduzir a transformação digital na área da saúde. São fortes aliados na diminuição da variabilidade indesejada do cuidado e na busca por melhor efetividade clínica, qualidade do cuidado e segurança do paciente.

Incentivar e reforçar constantemente nos futuros profissionais a importância de valer-se do conhecimento científico na hora de estabelecer tratamentos também é algo que deve estar no radar. É preciso quebrar os paradigmas de que os médicos têm todas as respostas e acabar com o cenário de que eles devem tomar duas decisões por convicção. Isso ficou inclusive muito claro no atual cenário de pandemia, no qual medicamentos, sem comprovação científica, passaram a ser largamente utilizados da noite para o dia., sem embasamento científico.

Exatamente por isso que, no Brasil e no mundo, entidades de classe e especialistas em educação médica começam a discutir aprimoramentos que talvez sejam necessários para deixar os futuros médicos mais adaptados para lidar com esse tipo de desafio.  Ou seja, reforçar o quão importante são as evidências no dia a dia do médico.

 Mas, como proporcionar esse acesso à informação? Vamos antes lembrar que profissionais da saúde, além de extremamente ocupados, assumem inúmeras responsabilidades concomitantemente.  Alguns estudos enfatizam que, para cada hora de atendimento direto ao paciente, outras duas são necessárias em frente ao computador para desempenhar essas tarefas, sejam elas burocráticas ou relacionadas a pesquisas.

 Desta forma, facilitar o acesso à informação e reduzir a quantidade de textos científicos que devem ser lidos para atualização é a maneira mais prática e eficiente. E isso, de fato, pode ser feito melhorando a experiência de navegação e permitindo que médicos acessem de maneira fácil, sem esforço e sem barreiras, as informações de qualidade que necessitam.  Ou seja, entregar o melhor da informação médica que os ajude a lidar com situações mais complexas.

Em suma, os recursos de suporte à decisão clínica emergem como uma excelente alternativa para ajudar os gestores a traçarem suas perspectivas sobre a qualidade do cuidado e segurança do paciente. Sua missão é responder de forma clara e sucinta questões clínicas importantes baseadas na melhor evidência. E isso, se já faz a diferença em situações normais, quem dirá em meio a uma pandemia.

Fabio Miyagawa, gerente de marketing para a América Latina da Wolters Kluwer Health

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Astrazeneca e InovaHC selecionam startups para projetos de aceleração e inovação na saúde

A “Jornada do Pulmão”, projeto de otimização da jornada dos pacientes com doenças pulmonares desenvolvido em uma parceria entre a AstraZeneca e o InovaHC – o Centro de Inovação do HC FMUSP-, entra em uma nova fase com a seleção de quatro startups que desenvolverão, nessa parceria, soluções para essa jornada: Predict Vision, Philo Care, MaChiron e Analytix.me.

Em comum, o uso da inteligência artificial na busca de formatos que possam auxiliar milhares de pessoas que pertencem ao ciclo de doenças pulmonares altamente impactantes e pouco priorizadas, como a asma e câncer de pulmão. Essas startups passarão por um processo de aceleração que está sendo desenvolvido pela AstraZeneca através de uma parceria com o C.E.S.A.R., um dos maiores centro de pesquisa em inovação do país, com mais de 20 anos de experiência acelerando startups.

“Almejamos com esse projeto combinar inovação, novas tecnologias e a experiência de profissionais de saúde para ter um ecossistema capaz de promover um efetivo cuidado do paciente, olhando para toda sua jornada, por isso demos o nome de Jornada do Pulmão. Poderemos impactar a vida de 5 milhões de pacientes nos próximos quatro anos”, diz Bruno Pina, diretor de Inovação e Tecnologia da AstraZeneca Brasil.

O projeto, lançado há um ano e agora em uma fase de evolução, está baseado em quatro pilares: prevenção e conscientização com incentivo ao fim do tabagismo e conhecimento dos sintomas; diagnóstico e estadiamento precoces por meio do uso da inteligência artificial; acesso e tratamento; e manejo e bem-estar, baseado no gerenciamento de dados clínicos e laboratoriais. Para a diretora médica da AstraZeneca Brasil, Maria Augusta Bernardini, “os quatros pilares olham de forma atenta para todas as etapas da jornada do paciente, o que possibilita a criação de propostas mais assertivas”.

Além disso, o gerente de Inovação do Hospital das Clínicas, Ivisen Lourenço, pontua que “apesar das startups terem a Inteligência Artificial como um ponto em comum, cada uma tem suas especialidades, que juntas agregam no projeto como um todo. Por isso, o In.Pulse, programa de aceleração do InovaHC, busca integrar as áreas, dando todo o suporte necessário para a execução dos formatos propostos”.

Para Marco Bego, diretor do InovaHC, ter a união do setor privado e público com as suas expertises é o melhor caminho para o desenvolvimento de ferramentas com soluções de impacto em todos os níveis da área da saúde. “Acreditamos muito em poder disponibilizar serviços eficientes, já que de um lado temos profissionais do hospital das Clínicas e da Faculdade de Medicina da USP, no quadrilátero da maior instituição de saúde da América Latina, e de outro a AstraZeneca, uma biofarmacêutica global, voltada para inovação, com foco principal no desenvolvimento de medicamentos”.

Veja abaixo os perfis das startups

• Predict Vision – Plataforma baseada em nuvem que apoia as decisões médicas e consultoria de inteligência artificial;

• Philo Care – Oferece monitoramento de saúde a baixo custo, graças ao uso de inteligência artificial em sua tecnologia proprietária;

• MaChiron – Utiliza a inteligência artificial e o aprendizado da máquina (Machi) aliados a uma expertise humana interdisciplinar para oferecer soluções em saúde;

• Analytix.me – Busca democratizar o acesso a dados públicos e privados com automação de processos e visualização de dados focada em planos de ação.

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Folha desonerada viabiliza um milhão de empregos em telecom e informática

Vivien Mello Suruagy, presidente da Federação Nacional de Instalação e Manutenção de Redes de Telecom e Informática (Feninfra), salienta que a preservação dos empregos de 500 mil trabalhadores, que seriam demitidos, e a possibilidade da contratação de mais 520 mil pessoas , totalizando 1,02 milhão de postos de trabalho, são as principais consequências positivas da derrubada do veto à desoneração da folha de pagamentos no Congresso Nacional. Para ela, a decisão foi importante no sentido de contribuir para a recuperação da economia, pois os 17 setores contemplados representam parte expressiva do PIB e são geradores de mão de obra intensiva.

“Nossa entidade, por exemplo, é representativa de 137 mil empresas, que empregam 2,2 milhões de trabalhadores”, salienta Vivien, ponderando que a crise da Covid-19 segue grave e com cenários permeados de incertezas, exigindo medidas que possibilitem um mínimo de equilíbrio no fluxo de caixa e previsibilidade. “Prevaleceu o bom senso na avaliação da matéria pelo Parlamento, pois a oneração da folha seria um ônus que causaria imensa dificuldade e provocaria um agravamento do desemprego, cujas taxas já são alarmantes no País”.

A dirigente explica que a pandemia gerou um aumento da demanda por serviços de internet e TI, com milhões de pessoas trabalhando em home office e crescimento de compras, eventos e transações on-line, além das aulas remotas adotadas em todos os níveis do ensino público e privado. “Cresceram os serviços, mas também a inadimplência, criando-se um descompasso no custeio e fluxo de caixa das empresas do setor, que não terão como arcar com os ônus relativos à oneração da folha”, pondera.

— Sem a desoneração da folha, o setor precisaria demitir 500 mil trabalhadores em 2021. Com a desoneração mantida, além de preservar esses postos, pode abrir outras 520 mil vagas — diz.