Page

Author admin

Easynvest está contratando 20 novos colaboradores em maio

A Easynvest, maior plataforma de investimentos independente do País, abriu 20 vagas no mês de maio, sendo metade delas para tecnologia e a outra metade distribuída entre áreas de operações e marketing. Com processo seletivo remoto e ágil, as contratações devem acontecer até o final do mês.

“Estamos mantendo nosso ritmo de contratações e priorizando algumas vagas estratégicas para o negócio”, aponta Simone Lima, gerente de RH Estratégico da Easynvest. “Estamos focando no bem estar dos colaboradores neste momento e preservando o trabalho de cada profissional, sem nenhum corte no quadro de funcionários”, reforça. Desde o início do ano, a plataforma contratou 105 profissionais.

Nos principais requisitos, Simone ainda ressalta “Buscamos pessoas que são fascinadas por encantar o cliente, trabalham de forma colaborativa, são focadas em gerar resultado com bastante censo de urgência e queiram se juntar ao nosso propósito de despertar o investidor em cada um dos brasileiros”. O processo seletivo é customizado a depender da área ou complexidade do perfil, mas será realizado completamente remoto. O salário é compatível com cada cargo no mercado e o pacote de benefícios inclui planos de saúde e odontológico, vale refeição, vale alimentação, vale transporte, dress code “venha como se sentir confortável”, day off no mês do aniversário, Gympass, subsídio para pós-graduação e cursos ou treinamentos, entre outros.

Para quem quiser indicar um amigo para a vaga, a empresa também lançou a campanha #IndiqueUmColega no LinkedIn, para que profissionais que perderam o emprego recentemente, principalmente devido à pandemia, possam encontrar mais facilmente oportunidades oferecidas pela Easynvest e outras companhias.

Após a aprovação do candidato, o onboarding será online e os materiais de trabalho, como notebook e kit boas-vindas, serão enviados ao endereço do novo colaborador.

Para se candidatar, acesse: http://bit.ly/carreiras-tec-maio

Indústria têxtil e de confecção reduz déficit da balança comercial

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), com base em dados oficiais do Ministério da Economia, revela que, nos primeiros quatro meses de 2020, em relação a igual período do ano passado, o déficit da balança comercial do setor apresentou queda de 16,63%. O saldo negativo, que era de US$ 1,65 bilhão, fechou o quadrimestre em US$ 1,38 bilhão.

As exportações cresceram 2,42%, avançando de US$ 286 milhões para US$ 293 milhões, com um volume de embarques que caiu de 60 mil para 56 mil toneladas (-6,89%). Verifica-se, portanto, uma valorização em dólares dos produtos nacionais.

As importações caíram 13,83%, recuando de US$ 1,94 bilhão para US$ 1,67 bilhão. Também houve uma redução no volume, de 483 mil para 451 mil toneladas (-6,70%). A maior parte continua sendo proveniente da China: US$ 984 milhões nos primeiros quatro meses de 2020, ante US$ 1,1 bilhão, no mesmo período de 2019, com uma queda de 11,64%.

Nutanix e Arcserve expandem aliança para o Brasil

A aliança global entre a Arcserve, o mais experiente fornecedor mundial em proteção de dados, e a Nutanix, a plataforma líder em soluções hiperconvergentes, chega ao mercado brasileiro permitindo que as modernas infraestruturas de TI reduzam suas complexidades – ao mesmo tempo em que incrementa a eficiência operacional. Essa parceria possibilita também o backup automático de máquinas virtuais AHV e a rápida recuperação das aplicações e dos sistemas após um desastre. Entre suas muitas vantagens estão a maior facilidade na migração de sistemas e de aplicações, e a realização de testes de recuperação de desastres – tudo sem a necessidade de interfaces adicionais, simplificando em muito a operação.

A Arcserve é o parceiro adequado aos clientes Nutanix AHV, uma vez que a solução Arcserve Unified Data Protection (UDP) é totalmente integrada ao ecossistema HCI, inclusive com Objects para a oferta de proteção de alto nível, sendo ideal para as organizações que querem migrar cargas de trabalho on-premises e na nuvem para Nutanix, protegendo seus dados e sistemas durante todo o processo de migração.

Além disto, a solução UDP também se integra à diversos ambientes (nuvem, virtual ou físico) e atende às demandas por segurança e disponibilidade de dados das empresas, independentemente do porte delas. Unificada, ela é facilmente implementada e sua operação no dia a dia se dá de forma simples e eficaz, viabilizando recursos de nuvem, disponibilidade absoluta, recuperação automatizada de desastre, bem como de ponto e de tempo de recuperação, e flexibilidade de licenciamento, tudo isso a um preço final muito competitivo.

“A parceria entre a Arcserve e a Nutanix no mercado brasileiro reforça nossa estratégia de prover soluções de proteção de dados e de recuperação de desastres para ambientes híbridos, integrando nossa tecnologia às líderes de mercado. Operando em conjunto, nossas tecnologias permitirão aos nossos clientes reduzir a complexidade na gestão dos sistemas e dados dos ambientes de TI que estão em contínua evolução”, analisa Daniela Costa, vice-presidente de vendas e canais para a América Latina da Arcserve, acrescentando que a aliança abre oportunidades de negócios nos mais diversos segmentos, entre os quais finanças, saúde, educação e manufatura.

Para a Nutanix, a Arcserve é uma parceira estratégica, principalmente no cuidado à proteção dos dados. De acordo com Leonel Oliveira, diretor de Vendas da Nutanix no Brasil, de forma complementar e integrada, as duas soluções abastecem as modernas infraestruturas de TI com os altos níveis de serviço de segurança de dados e simplicidade no uso. “A Nutanix entrega soluções construídas com tecnologia de infraestrutura hiperconvergente (HCI) que integra computação, virtualização, armazenamento, rede e segurança. Proteger esses ambientes virtualizados é um fator crítico para nós. Ficamos bastante satisfeitos com a aliança que agora é estendida ao mercado brasileiro”, aponta Oliveira.

ANFACER e Conecta Startup Brasil: mais inovação e tecnologia na indústria cerâmica

Como a inovação e a tecnologia podem resolver gargalos da indústria cerâmica em várias frentes de negócios?

Foi com essa dúvida que a ANFACER, por meio da Iniciativa ANFACER+Sustentável, foi selecionada pelo programa Conecta Startup Brasil. O projeto foi criado para promover o ecossistema de inovação brasileiro, em uma ação integrada de ideação, conexão, capacitação e que envolve um investimento de até R﹩ 200K.

“A participação da ANFACER no Conecta Startup Brasil é altamente estratégica porque contribui na construção e no fortalecimento da inovação, como potente instrumento para aumentar a competitividade das indústrias cerâmicas”, afirma Maurício Borges, CEO e Presidente-Executivo da entidade.

“Empreendedores, startups em estágio inicial, empresas, parceiros, investidores, mentores se conectam a um mesmo objetivo: aumentar a densidade de startups alinhadas com os desafios do setor produtivo. Com isso, a intenção da ANFACER é saber como funciona esse ecossistema e como acontece a interação entre empresas e startups”, detalha Anderson Vieira, Consultor de Qualidade e Inovação da ANFACER e que está à frente da coordenação entre a entidade e a iniciativa.

Ele afirma que “foi por meio desse programa que a associação deu match com duas startups: a Big Bang A Força do Varejo e a Estant.pro. que podem, dentro de suas expertises, apresentar soluções importantes para reaquecer o comércio pós-crise COVID-19. A primeira tem o objetivo de estreitar a relação com o varejo e, a segunda, com especificadores, como arquitetos e designers de interiores”, complementa Anderson.

Vale ressaltar, que a Anfacer acredita no potencial de unir as práticas das startups com o ambiente das indústrias para incentivar novas soluções para o setor e possibilitar o crescimento das empresas mais inovadoras, porque o universo de produção de soluções das startups se conecta às necessidades da indústria para gerar os melhores resultados.
Nesse contexto, o Conecta Startup Anfacer irá realizar essa ponte para estimular um novo caminho de inovação. As ações do programa criam ambiente favorável para a disrupção, permitindo que as startups desenvolvam soluções de manufatura, novos negócios e produtos, melhorias de processos e serviços, gerando alto impacto no contexto industrial. “É uma forma potente de transformar a cultura e a mudança de mindset por meio de novos processos e olhares sobre a produção”, salienta Anderson.

Conheça um pouco de cada startup e como elas podem agregar valor, além de achar soluções práticas para a indústria cerâmica.

Big Bang A Força do Varejo

Trata-se de uma plataforma Business-to-Business (B2B) de compra coletiva, auxiliando os pequenos e médios comércios a renovar os estoques de maneira competitiva, incluindo reduções de custo de frete e prazos de pagamentos especiais, de acordo com o volume de produtos adquiridos, além de trazer as tendências do setor diretamente para o público final em um curto espaço de tempo.

Sediada em Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, “a startup foi criada para contribuir e colaborar com o desenvolvimento de donos de lojas de materiais de construção, que sentem o impacto do rápido crescimento do comércio online e também com a ampla margem de negociação das grandes redes varejistas”, adianta MezakGualberto, diretor comercial.

Estant.pro: os lançamentos de revestimentos em tempo real com o especificador

O Estant.pro foi criada para trazer as coleções mais atuais da indústria para o momento fundamental dos projetos de arquitetos e designers de interiores, ou seja, a hora de escolher os revestimentos do projeto e especificar os produtos. Trata-se de um plugin elaborado para ser instalado como uma das ferramentas do SketchUp, programa da Trimble largamente usado pelos profissionais para a criação de modelos em 3D.

“Dessa forma, o arquiteto já consegue visualizar os revestimentos para pisos e paredes aplicados diretamentenos ambientes e com as mais diversas opções criadas e lançadas pela indústria cerâmica”, revela Yasmim Macedo, arquiteta responsável, entre outras funções, pela experiência e relacionamento com o cliente.

Para as duas plataformas, a ANFACER contribui em fomentar negócios ao apresentar a indústria cerâmica a conhecer esses serviços. A intenção é fazer com que o mercado reaqueça em rodadas de negócios produtivase soluções que venham a facilitar o cotidiano de profissionais.

O Conecta Startup Brasil é realizada pela Softex, com os apoios da ABDI; do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e do CNPQ.

Rodobens abre inscrições para o Programa Jovens de Negócios 2020

A Rodobens, empresa com atuação nos segmentos financeiro e de varejo automotivo, abre nesta sexta-feira, 15/5, a quarta edição do programa “Jovens de Negócios”, destinado aos jovens que pretendem construir carreira na área comercial. A iniciativa é voltada para formados entre dezembro 2016 e junho de 2020. Todas as etapas do processo seletivo serão virtuais e a inscrição é gratuita e pode ser feita até o dia 14 de junho, pelo site http://www.jovensdenegocios.rodobens.com.br.

Com início em agosto deste ano e duração de seis meses, o Programa Jovens de Negócios oferece 20 oportunidades distribuídas nas regiões onde a Rodobens está presente: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Rondonópolis (MT), Sinop (MT), Cuiabá (MT), Rio de Janeiro (RJ), Itabuna (BA), São Paulo (SP), São José do Rio Preto (SP), Fortaleza (CE), Jaboatão de Guararapes (PE) e Vitória (ES). O processo seletivo inclui triagem de currículo, teste on-line, entrevista gravada, teste comportamental, desafio comercial e entrevista virtual.

Segundo Mônica Berbel, gerente de Treinamento e Desenvolvimento, a empresa busca recém-formados com perfil comercial, espírito empreendedor e disponibilidade para viagens. “O programa não define faixa etária, candidato de todas as idades podem participar. Nós buscamos, na verdade, pessoas de espírito jovem, talentos que buscam crescimento e conquistas profissionais. O objetivo deles, na Rodobens, será apoiar nossa estratégia de desenvolvimento comercial em um mercado em constante mudança”, explica.

Os selecionados terão um salário fixo de R$ 1.600,00, farão parte de um Programa de Participação de Resultados e terão direito a benefícios como vale transporte, refeição no local e/ou vale refeição, seguro de vida e assistência médica e odontológica. Após o programa, os jovens podem ser efetivados em três unidades de negócios: Consórcio, Varejo Automotivo ou Corretora de Seguros, em funções comerciais.

Durante todo programa, a Rodobens oferecerá treinamentos estruturados e realizados pela Universidade Rodobens, unidade de educação corporativa da instituição. O objetivo é desenvolver as principais competências técnicas e pessoais, que apoiarão os jovens talentos nos desafios atuais e futuros. “Fomos reconhecidos, por dois anos consecutivos, 2018 e 2019, entre as 150 Melhores Empresas Para se Trabalhar no Brasil.Acreditamos que nossos processos seletivos mais dinâmicos, que nossas ações para reconhecimento de desempenho e capacitação de colaboradores nos coloca nessa excelente classificação. Estes jovens talentos terminarão o programa prontos para os desafios atuais e futuros da organização”, afirma Mônica.

SAP HANA impulsiona transformação digital na Usina São João

A Usina São João, especializada na produção de açúcar, etanol e energia elétrica, decidiu inovar seus processos de negócios a partir da migração do seu banco de dados para o SAP HANA e melhorar a experiência e produtividade do usuário adotando SAP Fiori. O principal objetivo da empresa era unificar os dados e ganhar poder de processamento para gerar relatórios em tempo real como suporte à tomada de decisão.

A adoção do SAP HANA e do SAP Fiori trouxeram rapidez na geração de relatórios analíticos, além de prover capacidade mobile, que era uma das principais demandas da empresa. O projeto foi implementado pela T-Systems, que também respondeu pela adequação da infraestrutura e implementação do SAP Fiori para dar capacidade analítica para a Usina São João. O parceiro também responde pela hospedagem dos dados no datacenter da empresa.

Para a nova fase, a companhia se prepara para iniciar a migração do ERP SAP ECC para o sistema digital SAP S/4HANA. “Para fortalecer nossa jornada de transformação digital, criamos o programa ‘Aprimora+ Digital’ que marca nosso avanço rumo à inovação tecnológica tendo como base a atualização do SAP ERP e SAP HANA”, destacou Fabrício Liani, especialista em TI da Usina São João.

O digital levou empresas de todos os portes e setores de atuação a rever seus modelos de negócio. Não é tarefa fácil, considerando que essa decisão atinge o coração da cultura corporativa. Especialmente quando está apoiada em mais de 75 anos de atuação, como é o caso da Usina São João (USJ), sediada em Araras (SP).

Segundo Liani, o “Aprimora+ Digital” começou repensando a infraestrutura, modernizando o ambiente, apoiado em SAP HANA, para avançar, sempre considerando um fator importante: as pessoas. “Em uma empresa com 75 anos de atuação, as mudanças devem ser realizadas com todo o cuidado. Afinal, mexeríamos com tradições, crenças, mostrando os benefícios da transformação, proporcionando a melhor experiência possível”, completa.

Para pavimentar a primeira onda, foram necessários procedimentos como escalabilidade do negócio, estabelecer controles, integrar processos, atualizar equipes, incorporar melhores práticas e eliminar controles paralelos. O executivo também explica que um dos principais objetivos do programa foi o de conectar pessoas, processos e tecnologia.

“Para a SAP Brasil é muito importante participar do processo de transformação digital da Usina São João por mostrar o poder da tecnologia para tornar os processos mais eficientes em empresas de todos os setores. A migração dos processos para a plataforma SAP HANA amplia a capacidade analítica das empresas, potencializando os negócios”, explica Valéria Kinguti, vice-presidente de Plataformas e Tecnologias da SAP Brasil.

Codelco implementa Inteligência Artificial da IBM para ajudar a combater a COVID-19

Com a COVID-19 afetando as indústrias, incluindo a mineração, a Sixbell anuncia na América Latina um agente de inteligência artificial, baseado em IBM Watson Assistant, criado para ajudar os colaboradores da Codelco a responder perguntas sobre suas condições de saúde.

A solução é composta por um assistente virtual, baseado na nuvem pública da IBM, além de um teste para comprovar sintomas associados a COVID-19, visando prevenir contágios e monitorar a saúde de seus colaboradores. Está disponível em plataformas Web, Mobile Web e WhatsApp para oferecer maior comodidade aos usuários, contando com capacidade de reconhecimento de linguagem natural por voz.

O assistente virtual funciona como uma triagem inteligente para identificar os sintomas associados com a COVID -19, e também permite recomendações que podem ajudar a descartar ou confirmar a possível presença do vírus no organismo.

Para César Ortega, Diretor Comercial da Sixbell para a Região Andina, “a telemedicina será decisiva para controlar e reduzir infecções e descongestionar as salas de emergência. Estamos muito orgulhosos de que a Codelco decidiu incorporar esta solução para ajudar a proteger a saúde de seus colaboradores, peça fundamental do maior motor da economia do Chile”.

“Desde nossa fundação, nós desenvolvemos na IBM tecnologias para ajudar a resolver alguns dos desafios mais complexos da sociedade. Neste momento crítico, estamos comprometidos em ajudar as pessoas, governos e organizações a superar a COVID-19”, comentou Marcela Vairo, Diretora de Data and AI, IBM América Latina. “É nossa prioridade usar nosso conhecimento de indústria junto com a experiência em tecnologias avançadas, para ajudar as empresas na América Latina a usar a IA para obter informações críticas, visando apoiar seus clientes e funcionários neste momento importante”.

A Codelco é uma das primeiras empresas no Chile a adotar esta solução, que atualmente está sendo implementada por diferentes empresas e instituições de saúde nos lugares onde a Sixbell opera, como Brasil, México, Colombia, Peru e América Central com soluções que incorporam tecnologias de inteligência digital e artificial para ajudar as empresas locais a combater a pandemia de COVID-19.

À espera do 5G: o momento de investir em infraestrutura é agora

Por Cristiano dos Anjos

Já vemos no horizonte a chegada do 5G e a transformação digital que ele traz na bagagem. Muito em breve, mudaremos completamente nossa maneira de agir, de interagir, de trabalhar.

O 5G potencializará nossas vidas – velocidade, produtividade, eficiência, otimização. A digitização estará presente em tudo, no âmbito pessoal e profissional.

A internet das coisas deverá se aflorar em diversos setores da economia. Residências e prédios atingirão outro nível de inteligência. Distribuidoras elétricas, empresas de saneamento, data centers – os processos e os negócios não serão mais os mesmos. Empresas e fornecedores ficarão 100% conectados.

Veremos a nova revolução industrial 4.0, manufatura avançada e smart sendo utilizadas e potencializadas ao máximo

Mas a pergunta que fica é: estamos preparados para essa tecnologia? Temos condições de desfrutar todas as vantagens que ela poderá nos proporcionar?

Infraestrutura. Essa é a palavra-chave. Para que as “coisas” de fato se conectem à internet, investir em infraestrutura é condição sine qua non. E isso precisa ser feito agora.

As organizações devem apostar nas tecnologias digitais – nas suas telecomunicações, na sua logística, nas suas operações, no seu dia a dia.

Sem drama, mas também sem rodeios: quem não conectar suas infraestruturas já (já!), não terá como se ligar à cadeia de fornecimento global quando o 5G chegar. Ou seja, para esses, game over.

O que fazer para chegar lá

Você sabe o que a transformação digital pode fazer por uma companhia? Em última instância, será possível extrair e analisar dados, e decisões serão tomadas sem a interferência humana.

Em linhas gerais, isso significa: sugestões de melhorias em eficiência operacional, reduções de custos e consumos energéticos, até informações para manutenção preventiva e preditiva, tornando o ambiente realmente inteligente e completamente inserido na IoT.

Antes dessa fase, entretanto, é preciso investir no que chamamos de edge control: softwares para supervisão e controle dos produtos conectados.

E, assim, fazendo o caminho regressivo, chegamos ao primeiro passo dessa jornada obrigatória: tornar os produtos (ou as coisas) conectáveis. Ou seja, transformar o analógico em digital. Infraestrutura, meu caro. Infraestrutura.

Como o 5G impulsiona a transformação digital

Fato é que o 5G permitirá conectar “coisas” em níveis nunca antes possíveis.

Pensemos na indústria. Uma fábrica possui vários maquinários e precisa pagar um contrato de manutenção com uma empresa. Como está tudo conectado, é possível saber quais são os equipamentos que precisam de manutenção preventiva ou preditiva. Usando algoritmos de inteligência artificial, dá para evitar a quebra do ativo, realizando a troca de um componente antes da falha. E se falhar, o distribuidor pode adequar o estoque que está lá na ponta e colocar a equipe do parceiro para atender ao cliente de maneira muito mais rápida e mais efetiva em termos de custos.

Se olharmos para o chão de fábrica, teremos uma gestão muito mais eficiente. A gestão de energia da planta poderá ser realizada em tempo real, sem mais a necessidade de uma reunião para saber quantos quilowatts foram gastos. Esse dado já estará disponível, e os administradores poderão se comunicar com todos os setores da empresa de forma on-line para, juntos, tomarem as melhores decisões de negócios na mesma hora.

Só que nada disso será possível se não houver um preparo prévio. Nada disso será possível se não houver investimento na base.

O capital necessário

O que os executivos precisam fazer hoje é: adquirir equipamentos possíveis de conexão. Temos que pensar em infraestrutura conectável – não precisa estar conectada, mas, sim, deve ser conectável.

E ser conectável não significará trocar o ativo. Em muitos casos, já existem soluções que possibilitam tornar um equipamento inteligente. Isso vale para residências, prédios, hospitais, indústrias…

Moral da história: melhor investir em infraestrutura agora, antes que seja tarde demais. Até porque, se você não fizer isso, seu concorrente o fará.

Cristiano dos Anjos, Vice-Presidente para América do Sul da Schneider Electric.

Comércio brasileiro tem queda de 75% nos primeiros meses de isolamento social, aponta estudo da Accenture

No Brasil, o comércio sofreu queda de até 75% de seu faturamento por conta da cautela dos clientes, que passaram a diminuir gastos pessoais durante o isolamento social imposto para contenção do Covid-19. É o que mostra o mais recente estudo da Accenture que mapeia os impactos da pandemia na indústria de pagamentos pelo mundo.

Enquanto o Turismo liderou a baixa (-75%) ꟷ seguido por Vestuário (-66%) e Bares e Restaurantes (-60%) ꟷos supermercados viram seu faturamento crescer em 16%. A queda total no faturamento do varejo brasileiro no período, considerando desde o início de março até 13 de maio, é de 30,1%.

Setores mais impactados pela pandemia:


O estudo também projeto a recuperação da economia de forma distinta. Os setores de vestuário, produtos de beleza, eletrodoméstico, vendas diretas, serviços de mobilidade e serviços médicos, hoje em baixa demanda, deverão se recuperar em um ritmo mais avançado. Já os serviços de academias, eventos, turismo, bares e restaurantes, deverão avançar um ritmo mais lento.

“O que está sendo discutido nesse período de pandemia tende a ser mais digital, colaborativo e com menos contatos pessoais. Com isso, é possível que exista uma aceleração da tendência de digitalização dos serviços bancários e de pagamentos, assim como está sendo percebido em outras indústrias, como na implementação de telemedicina e fortalecimento do Ensino à Distância”, avalia Edlayne Burr, diretora-executiva e líder de Estratégia para Pagamentos da Accenture na América Latina.

Neste contexto, o setor de pagamentos precisou passar por uma revisão de suas projeções. Antes da pandemia, operava-se com a expectativa de crescimento de 24% no volume financeiro transacionado em cartões para 2020. Agora, os números registram uma retração de 12 a 15% em relação ao ano anterior, com uma receita potencial não capturada que pode chegar a R﹩16 bilhões. No longo prazo, o fator Covid-19 tende a acelerar e consolidar iniciativas de digitalização do dinheiro, como transações contactless e pagamentos instantâneos.

Startup líder em recrutamento digital capta R$ 40 milhões em meio à crise

Em momento de crise econômica em meio à pandemia, poucas empresas estão se destacando e conseguindo manter ou crescer conforme o previsto. Mas esse não é o caso da Gupy, startup líder em recrutamento e seleção de candidatos por meio de inteligência artificial, que acaba de captar R$ 40 milhões de reais.

Fundada em 2015 pela empreendedora Mariana Dias e outros 3 co-fundadores, a empresa recebeu, no auge da crise, um novo investimento da Oria Capital, gestora de fundos especializada em tecnologia, que investe em organizações de alto crescimento e já consolidadas em seus mercados. Desde sua fundação, a Gupy tem desenvolvido e aperfeiçoado constantemente seu software capaz de ajudar o RH a realizar contratações pelo menos 60% mais eficientes, o que, rapidamente, a tornou referência em processos seletivos inteligentes e remotos – essenciais para o atual cenário de isolamento.

Indo na contramão da crise, a Gupy cresceu 25% sua receita apenas no primeiro trimestre de 2020 e tem reunido ainda mais clientes e usuários em sua plataforma. “Neste período, as empresas precisam, mais do que nunca, digitalizar os processos de recrutamento e seleção. Conseguir contratar online e com Inteligência Artificial se provou além da alternativa mais segura para os colaboradores e os candidatos, a forma mais eficiente e precisa, o que tem nos ajudado a expandir os negócios, mesmo nesse cenário”, comenta Mariana Dias, CEO e fundadora da Gupy. “Para nós, este investimento é estratégico, porque permite expandir nossas soluções no momento que o mercado de RH mais precisa e prova que a nossa tese de transformação digital dessa área é essencial para este novo momento das empresas.”

Esses resultados que a Gupy é a capaz de oferecer aos seus clientes é viabilizado pelo coração da plataforma, sua Inteligência Artificial chamada de Gaia. Com mais de 10 milhões de usuários, o alto volume de dados aperfeiçoa constantemente seu algoritmo próprio para reduzir os vieses das contratações e torná-las mais diversas. Paulo Caputo, sócio da Oria Capital, afirma que a startup era a melhor opção de investimento para liderar o mercado de HRTechs no Brasil: “Enxergamos na Gupy diferenciais competitivos fortes para conseguir manter a liderança em contratações online e agregar ainda mais para a transformação digital do RH por meio de uma tecnologia robusta e um nível de serviço capaz de criar um alto valor agregado para os seus clientes.”

Com o montante captado nesta última rodada, a empresa vai aumentar os investimentos em tecnologia a fim de ajudar ainda mais o RH com a digitalização das contratações. “Temos um propósito muito grande de tornar a gestão de talentos no Brasil ágil, justa e encantadora e este investimento vai nos ajudar a oferecer mais ferramentas a um setor que, há anos, demandava por inovação. Viabilizar e impulsionar contratações online é, sem dúvida, um ponto essencial para a retomada da economia do país após a crise”, finaliza Mariana.

Endeavor busca empresas inovadoras e de alto crescimento para Programa Scale-up Alimentos e Bebidas

A Endeavor, organização global e sem fins lucrativos de fomento
ao empreendedorismo, acaba de lançar a edição 2020 do Scale-up Alimentos e Bebidas, programa de aceleração que oferece aos empreendedores mentorias e conexões com os maiores nomes da indústria. Com patrocínio de GPA e Nestlé, a iniciativa busca 15 scale-ups que estejam prontas para crescer, escalar ainda mais seus negócios e construir soluções inovadoras. As inscrições podem ser feitas no site do programa até o dia 2 de julho:
https://endeavor.org.br/scaleup/alimentos-bebidas.

No atual cenário de crise, conexões entre essas empresas podem ser uma das saídas para facilitar o acesso a mercados e clientes e manter o crescimento das scale-ups e, do outro lado, gerar velocidade na execução de projetos de inovação ou pivotagem do modelo de negócio das grandes corporações. Além disso, essa relação contribui para que as scale-ups adaptem seus serviços e produtos, inclusive para atender às novas demandas e desafios dessas grandes empresas.

“Vemos o Open Innovation como uma forma de apoiar o ecossistema e os empreendedores nesse processo de crescimento e, de fato, garantir que os dois lados – tanto o empreendedor, quanto a corporação – estejam crescendo, inovando e trabalhando juntos para alcançar resultados”, afirma Ilana Nasser, diretora de Engajamento de Rede da Endeavor. “Estamos muito felizes por ter esses dois parceiros, GPA e Nestlé, ao lado da Endeavor – eles que já tiveram uma experiência prévia de sucesso com inovação aberta vão agregar bastante, tanto um para o outro, quanto para a turma de empreendedores”, complementa.

Durante cinco meses de aceleração, os empreendedores selecionados de 15 empresas receberão o apoio dos mentores da rede Endeavor e de executivos do GPA e Nestlé – duas grandes empresas que reconhecem a importância de, além do trabalho e impacto que
entregam hoje, também investirem no que vai gerar valor no futuro – apostando em um programa de aceleração como o Scale-Up Endeavor. 

Em 2019, o impacto das conexões dos programas de inovação aberta, realizados pela Endeavor, resultou em mais de 200 scale-ups apoiadas, 240 executivos de grandes empresas impactados pelo contato com a cultura de inovação e agilidade, e mais de 80 negócios gerados entre as corporações e scale-ups. Entre as empresas aceleradas no programa de Alimentos e Bebidas em 2019 destacam-se a Desinchá, +Mu, Gold&Ko e Roots to go. Essa aceleração foi responsável, dentre os 80 negócios gerados no ano, por mais de dez parcerias entre os empreendedores da turma e os patrocinadores da edição de 2019. 

Com a Nestlé foram 8 parcerias de negócios, sendo que 5 permanecem ativas com excelentes resultados. Acreditamos que através deste novo programa vamos encontrar outros parceiros importantes para resolver desafios em tempo recorde, pois a inovação aberta nos coloca em contato com um grande leque de oportunidades. Estamos otimistas com os resultados", afirma Carolina Sevciuc, Head de Transformação Digital da Nestlé.

De um lado, segundo a Forbes Global 2000, mais da metade das 500 maiores companhias do mundo estão trabalhando com startups. Do outro, a maioria dos unicórnios (61,7%), listados pelo The Wall Street Journal, foi investida por, pelo menos, uma corporação. Programas de aceleração, como o Scale-Up da Endeavor, são um exemplo de como empreendedores podem trocar com quem vive desafios semelhantes e também como corporações podem exercer a prática de investir no ecossistema empreendedor com recursos, capital ou conhecimento.

Acreditamos na relação de benefício mútuo entre scale-ups e grandes corporações. No caso específico do GPA, a scale-up tem a oportunidade de escalar sua solução em uma empresa com mais de cem mil colaboradores, bem como trocar experiências com nossos executivos, impulsionando ainda mais o crescimento dos seus negócios. Para o GPA, além de identificar novas tendências e soluções disruptivas, a relação nos abre a possibilidade de identificarmos potenciais parceiros e maximizarmos nossa visão de ecossistema, afirma Otávio Thome, Head de Inovação do GPA.

SERVIÇO

Inscrições abertas para Scale-Up Alimentos & Bebidas – patrocínio gold de GPA e Nestlé

Até 2 de julho no link https://endeavor.org.br/scaleup/alimentos-bebidas

Segmentos procurados para o programa: Alimentos plant based, food tech, e-commerce/marketplace, bebidas funcionais, naturais e suplementares, alimentos tradicionais, alimentos funcionais, naturais e suplementares e bebidas tradicionais

Inscrições abertas para demais programas de aceleração da Endeavor
Disponível no link https://endeavor.org.br/scaleup/

Agibank abre 44 vagas para área comercial

Seguindo seu plano de expansão para 2020, o Agibank, banco digital omnichannel que tem o propósito de melhorar o dia a dia das pessoas e facilitar sua vida financeira, acaba de abrir 44 novas vagas. As oportunidades são para os cargos de supervisor e consultor, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Maranhão e Acre.

As novas posições dão continuidade a um movimento de expansão da rede física que já vem acontecendo. No início do mês, o banco havia preenchido 40 vagas, também no setor comercial, e a previsão é que siga contratando até o final do ano, uma vez que vai ampliar o número de pontos de atendimento em todo o Brasil. Para conferir as vagas basta acessarhttp://carreiras.agibank.com.br/ – opção Vagas Abertas.

Programa de seleção de desenvolvedores do Cubo Itaú abre segunda edição com mais de 160 vagas em startups

O movimento Cubo For Devs, lançado no fim de 2019 pelo Cubo Itaú com o objetivo de aproximar a comunidade de desenvolvedores ao universo do ecossistema de inovação, está com inscrições abertas para sua segunda edição, com mais 160 vagas de trabalho disponíveis nas startups que fazem parte do hub. Em meio à pandemia da Covid-19, que deixou a economia instável em todo o mundo, a programa mostra a força do setor de tecnologia – e será realizado 100% online.

Uma das propostas do movimento é o #TechTalents, iniciativa moderna de recrutamento e seleção feita em parceria com a Gama Academy. O programa contribui para troca e aprimoramento de experiências entre talentos do setor, bem como na diminuição da lacuna que existe hoje na busca por profissionais qualificados.

As inscrições – para profissionais de todo o Brasil – estão abertas e os candidatos podem realizar os testes até dia 28 de maio pelo site http://cubofordevs.gama.academy/. A feira de contratações online e as entrevistas acontecem no dia 2 de Junho. As 160 vagas disponíveis são alocadas em startups que fazem parte do Cubo, mais relevante hub de empreendedorismo da América Latina.

“O movimento Cubo For Devs foi pensado em função da forte demanda por desenvolvedores que o mercado enfrenta, mas quando fizemos o lançamento em 2019 não podíamos imaginar o que viria pela frente. Se ele já era de extrema importância para o fortalecimento da economia, que necessita de profissionais da área de tecnologia, imagina agora? Lançar a segunda edição do #TechTalents neste momento sensível se torna ainda mais importante, pois não resta dúvida sobre a importância da transformação digital nas empresas, que veio para ficar”, afirma Renata Zanuto, co-head do Cubo Itaú. Para ela, é de extrema relevância mostrar que existe um mercado aquecido, que demanda e precisa contratar, mesmo em meio a tantas incertezas na economia.

As startups com vagas abertas são das mais diversas áreas, de RH à educação. Entre elas estão Abstartups, B2Blue, Cosmobots, Dootax, Eskolare, Eunerd, Guiando, Manipulaê, Mol, Pin People, Quatro Logística 4.0, Revex e Talent Academy. As vagas são para front-end, back-end, full-stack e cientista de dados, em todos os níveis de senioridade, desde estágio a profissionais com mais de cinco anos de experiência. As ofertas de trabalho variam entre vagas remotas, presenciais em São Paulo e também para fora da cidade.

O processo seletivo #TechTalents traz dinamismo, conteúdo, capacitação e diversidade na forma de trabalhar, sendo composto de meetups, eventos, conteúdo para capacitação e contratação na última etapa do processo. Com a situação de distanciamento social exigida pelo momento atual, todo o processo será realizado online, com o mesmo conteúdo.

“Um dos principais diferenciais no programa é o conteúdo que compartilhamos com os candidatos ao longo da jornada. Continuamos a parceria com a Gama Academy, que além de trazer novidades no teste online também irá entregar conteúdos por e-mail para o desenvolvimento dos Devs, dicas para o processo seletivo e entrevistas, entre outros”, explica Renata.

Serão realizadas três lives com conteúdo para os candidatos durante o processo seletivo, nos dias 13, 20 e 27 de maio. Entre os temas abordados estão as principais skills necessárias de um programador diante das exigências do mercado de trabalho e como prezar pela qualidade da área no mercado de trabalho com a demanda de desenvolvedores em alta.

Datas e cronograma:

·Inscrições e realização de testes até dia 28 de Maio: http://cubofordevs.gama.academy/.

·Lives com conteúdos para os candidatos nos dias 13, 20 e 27 de maio

·Feira de contratações online e entrevistas no dia 2 de junho

Cenário de tecnologia no Brasil:

Segundo pesquisa desenvolvida pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual, entre 129 países o Brasil é o 66º mais inovador (Índice Global de Inovação – IGI). Estima-se que daqui a 10 anos haja uma transformação digital que irá impactar 30 milhões de pessoas no mundo, mudando as relações de trabalho. O mercado nessa área está aquecido, mas a mão de obra especializada ainda é muito escassa.

Outro estudo, desenvolvido pela Gama Academy e focado no desenvolvimento profissional para o mercado digital, aponta que havia, somente em janeiro desse ano, cerca de 2.849 vagas em aberto para desenvolvedores. O mapeamento, intitulado “Tech Jobs Report”, pesquisou vagas disponíveis em startups brasileiras. Foram mapeadas 352 startups, o que não representa nem 1% do total em todo o Brasil – o último levantamento feito pela Associação Brasileira de Startups apontou mais de 13 mil.

VRMonkey é uma das 10 selecionadas para a última fase do programa de aceleração FIEMG LAB 4.0

A VRMonkey, startup graduada e residente na Incubadora USP/Ipen-Cietec, está entre as 10 empresas selecionadas para a última fase do FIEMG LAB 4.0, ciclo de aceleração promovido pela FIEMG, com suporte no desenvolvimento de tecnologias e modelos de negócios de startups com foco de atuação na indústria. A VRMonkey participa do programa desde o primeiro semestre de 2019, por meio da proposta de um simulador industrial que usa tecnologia de realidade virtual para promover maior produtividade e segurança.

A solução

Com a solução o aprendizado prático é 7 vezes mais efetivo do que métodos expositivos tradicionais, aumentando a retenção do conhecimento, reduzindo, simultaneamente, tempo improdutivo dos processos, por meio de sua natureza digital, simplificando a logística e reduzindo custos desnecessários. “Essa é tecnologia já é utilizada por empresas dos Estados Unidos e Europa. No Brasil, a VRMonkey foi selecionada pelo FIEMG Lab, além dos editais FINEP Startup 2019 e Conexões para inovação do Sebrae/Petrobras, para acelerar a adoção da tecnologia no país”, informa Pedro Kayatt, Co-founder da VRMonkey.

O programa

O programa também conta com o apoio de empresas como: Vale, CEMIG, Gerdau e RHI Magnesita, que possuem interesse nas soluções desenvolvidas pelos participantes. Com adesão de mais de 100 companhias, as startups passaram por uma rigorosa seleção, sendo que 50 apresentaram sua solução, 20 foram selecionados para uma primeira fase de capacitação e apenas 10 chegaram a fase final, recebendo recursos para o desenvolvimento de sua tecnologia, além de mentoria para o desenvolvimento de seus negócios e conexões com a indústria.

Time multifuncional brasileiro desenvolve o VW Play

Há três anos, um grupo multifuncional formado por diferentes profissionais de diversas áreas entendeu que, após o lançamento do Active Info Display, apresentado pela primeira vez no VW Polo, e sua excelente receptividade, estavam em um caminho sem volta. Mais de 50 profissionais de Design, Engenharia, Qualidade, Tecnologia de hardware e software, Modelação, Mecânica, Protótipo, Manufatura, Compras, Planejamento de Projetos, User Experience unidade Anchieta, em São Bernardo do Campo/SP, e América Latina, somado a centenas de fornecedores e parceiros da América do Norte, Europa e Ásia começaram, nesta época, a projetar o VW Play, apresentado no último dia 29 de abril.

“O brasileiro é muito conectado e a tecnologia já era um fator de decisão importante na aquisição de um automóvel. Já tinha ultrapassado, por exemplo, o quesito ‘potência do motor’”, lembra Matheus Arantes, gerente de engenharia elétrica e eletrônica da Volkswagen do Brasil e líder do projeto VW Play. Mais do que isso, por meio de pesquisas e clínicas com consumidores, constataram que o desejo deles era ter no carro a mesma experiência de uso de tecnologia que já usufruíam no dia-a-dia. Por esta razão, por exemplo, fazia mais sentido, ao invés de desenvolver um programa de GPS ou de música, criar uma loja de aplicativos – VW Play Apps – e fechar parcerias com aquelas empresas ou marcas nas quais as pessoas já estivessem familiarizadas e acostumadas em utilizar em seus respectivos mercados. “Esta tendência nós apostamos lá atrás e fomos abrindo portas para as parcerias mais relevantes e que fizessem sentido para o mercado brasileiro”, explica Arantes.

VW Play foi desenvolvido pensando no cliente

Todos os processos, conceitos e protótipos foram sendo compartilhados ao longo do trabalho e validado pelos clientes, que apontavam os feedbacks para que a equipe fosse aplicando as melhorias e de fato desenvolvesse uma central multimídia de acordo com o desejo dos consumidores. Um exemplo prático foi a concepção do botão de volume do VW Play. Inicialmente, ele foi projetado para ser na vertical, mas durante as clínicas, a usabilidade mostrou que na horizontal seria a melhor opção. O teste também ia além, pois era preciso garantir, por exemplo, que mesmo se o veículo estivesse passando por uma rua com buracos ou em alguma trepidação, a sensibilidade de aumentar o volume precisava ser “compreendida” pelo sistema.

Foram mais de sete mil horas de entrevistas quantitativas e qualitativas e pesquisas em nove estados brasileiros, que incluiu capitais e cidades do interior do Brasil. Mais 700 clientes foram ouvidos e mais de 25 clínicas de usabilidade foram realizadas.

Outra premissa importante que também norteou o grupo que trabalhou neste projeto foi a democratização da tecnologia. Prova disso, é que o “Modo Vallet”, presente em veículos de luxo, agora também é oferecido no VW Play. Isso foi possível graças à qualidade da Estratégia Modular MQB dos veículos unido ao fato da equipe de Engenharia da Volkswagen conseguir viabilizar esta funcionalidade dentro do sistema. “Os clientes também manifestaram a preocupação com a privacidade de seus dados e conseguimos responder a esta demanda com essa nova função”, afirma Arantes.

Para utilizar o “Modo Vallet”, basta clicar no ícone desta função (é possível também programá-la para entrar em funcionamento automaticamente todas as vezes que se abre a porta do motorista, por exemplo) que o sistema bloqueará todas as informações. O VW Play só desbloqueará o sistema se a senha de quatro dígitos (definida previamente) for inserida.

Importante também destacar a robustez e a capacidade de software, com um sistema de armazenamento interno de 10 GB para salvar mídias e aplicativos (esse espaço é suficiente para armazenar 25 aplicativos do tamanho do Waze, por exemplo). Um ótimo benefício de conveniência e conforto, sem falar que poupa bateria e espaço do seu smartphone.

O VW Play é uma das principais inovações do modelo Nivus, que vai revolucionar o mercado e inaugurar um novo segmento ainda neste primeiro semestre de 2020. Esse novo veículo foi desenvolvido no Brasil e será produzido em São Bernardo do Campo e também na Europa. Assim como o Nivus, o VW Play estreará no Brasil e, em breve, estará em muitos mercados no mundo.

Por que terceirizar a logística last-mile pode ajudar o negócio a crescer?

Quando falamos em cadeia logística de uma empresa, há diversos processos envolvidos, tornando esta uma das etapas mais complexas de um negócio. É preciso ter uma estratégia muito bem feita para que todos os itens cheguem a seu destino com pontualidade e segurança.

Normalmente, em um processo de produção e comercialização a primeira parte é a mais longa: o trajeto – feito em aviões, navios ou caminhões – das fábricas até portos, aeroportos e centros de distribuição. A segunda é menor, mas ainda mais importante: o transporte dos produtos até as mãos do cliente, em um processo conhecido como “last-mile”, em português última milha.

Apesar de ser a rota mais curta do processo, o last-mile é responsável por 53% dos custos da cadeia logística, de acordo com uma pesquisa da Business Intelligence. Considerando que 100 bilhões de pacotes devem ser transportados no mundo em 2020, segundo um estudo da McKinsey, é importante levar esses custos em consideração.

Segundo Albert Go, da Lalamove, plataforma online de soluções em entregas que conecta usuários e empresas a motoristas parceiros com carretos, utilitários, minivans, SUVs e motocicletas próprios, a explicação para os altos custos da cadeia de logística, principalmente do last-mile, está na necessidade de agilidade e qualidade, pois os consumidores querem que suas entregas sejam feitas rapidamente. “É uma etapa que exige transparência, ou seja, cada vez mais é preciso que as empresas estejam preparadas para mostrar aos clientes exatamente onde seu produto está a todo momento.” explica o diretor regional da empresa na América Latina.

Outro fator importante é que as entregas last-mile são um serviço mais complexo. Os profissionais do setor fazem muito mais que transportar produtos de um lugar a outro. Eles também lidam com pessoas e precisam atendê-las com excelência

Para manter elevado o padrão do serviço last-mile há empresas que criam frotas próprias de veículos, uma escolha que também eleva os custos e pode, inclusive, colocar em risco a sobrevivência do negócio como um todo. Por isso, as empresas estão constantemente buscando um equilíbrio entre oferecer um serviço last-mile de qualidade e manter as finanças saudáveis.
A solução para manter essa balança estável é a terceirização da logística last-mile. A flexibilidade é um dos principais benefícios disso. “As demandas das empresas podem ser flutuantes, com períodos com mais entregas e outras épocas mais calmas. Não é fácil prever como serão as demandas em momentos como o que estamos vivendo, por exemplo. Por isso ao repassar a estratégia last-mile, a empresa não precisa se preocupar com o número de veículos disponíveis e nem com a contratação de mais pessoas.” explica Albert.

Além disso, a rapidez ao conseguir um entregador pela plataforma também influencia positivamente a imagem que os clientes terão da empresa. As entregas ficarão mais rápidas do que a dos serviços tradicionais ou outras transportadoras e poderão ser acompanhadas em tempo real pelos clientes.

A Lalamove atua em 260 cidades do mundo, com uma base de mais de 2 milhões de motoristas parceiros, que já percorreram mais de 1 bilhão de quilômetros fazendo entregas desde a criação da startup. A empresa conecta usuários e empresas a motoristas parceiros com carretos, utilitários, minivans, SUVs e motocicletas próprios, sem nenhuma mensalidade ou pagamento adicional.

A startup também oferece um suporte especialmente feito para empresas, com um gerente de conta dedicado a atender as demandas e um time de atendimento ao cliente, o Lalajuda, altamente preparado para ajudar caso necessário.

Os empreendedores, por sua vez, ganham uma alternativa rápida, mais barata e que se adequa à sua demanda, ao contrário de quem tem uma frota própria ou um contrato fechado com uma transportadora. “Além disso, nesses dois modelos usados por empresas, os motoristas acabam ficando ociosos em períodos de baixa demanda. Nós também trouxemos uma solução para esses profissionais, que passam a encontrar oportunidades de renda em nossa plataforma.” completa o executivo.

Além das soluções em entregas, a plataforma disponibiliza diversos meios de pagamento, assinatura digital, rastreamento em tempo real e agendamento de entregas.

Como ataques fileless funcionam e persistem nos sistemas

Por Tales Casagrande, Sales Engineer na Trend Micro

Conforme as medidas de segurança melhoram na identificação e bloqueio de malwares e outras ameaças, os hackers modernos estão constantemente criando técnicas sofisticadas para evitar as suas detecções. Uma das técnicas de evasão mais persistentes envolve ataques fileless, que não exigem software malicioso para invadir um sistema. Em vez de confiar em arquivos executáveis, essas ameaças usam ferramentas que já estão no sistema para iniciar os ataques.

O relatório annual security roundup de 2019, elaborado pela Trend Micro, mencionou o quão comum as ameaças fileless se tornaram. Ao rastrear indicadores não baseados em arquivo e por meio de tecnologias como detecção e resposta de endpoints, bloqueamos mais de 1,4 milhão de incidências fileless no ano passado. A tendência era esperada dada a discrição e persistência que ameaças dessa natureza podem conceder a um atacante. Também foi evidente, com base nas inúmeras campanhas de malwares observadas usando componentes e técnicas fileless em seus ataques.

O que é um ataque fileless? Como os atacantes infiltram sistemas sem instalar software?

O termo “fileless” sugere que a ameaça ou técnica não requer um arquivo, que vive na memória de uma máquina. Funcionalidades fileless podem estar envolvidas em execução, roubo de informações ou persistência; uma cadeia de ataques não precisa necessariamente ser verdadeiramente “fileless”, pois algumas partes podem necessitar apenas de técnicas fileless de alguma forma.

Ataques do tipo não deixam nenhum rastro após a execução, tornando a detecção e remoção um desafio. As técnicas fileless permitem que os atacantes acessem o sistema possibilitando, assim, atividades maliciosas subsequentes. Ao manipular explorações, ferramentas legítimas, macros e scripts, os atacantes podem comprometer sistemas, elevar privilégios ou se espalhar lateralmente pela rede.

Ataques fileless são eficazes em evitar a detecção de softwares de segurança tradicionais, que procuram por arquivos escritos no disco de uma máquina para analisá-los e avaliar se eles são maliciosos. Tais ameaças não são tão visíveis, pois podem ser executadas na memória de um sistema, residir no registro ou abusar de ferramentas comumente listadas como PowerShell, Windows Management Instrumentation (WMI) e PsExec.

Muitas ameaças fileless abusam do framework de automação de tarefas e gerenciamento de configuração PowerShell, que é um recurso embutido em muitos sistemas operacionais Windows. O framework da Microsoft acessa interfaces de programação de aplicações (APIs) que executam funções cruciais de sistema e aplicação. Os atacantes acham essa ferramenta atraente porque ela lhes permite distribuir payloads e executar comandos maliciosos de forma fileless.

WMI, por outro lado, é outro aplicativo conhecido do Windows que é usado para realizar tarefas do sistema para endpoints, o que o torna ideal para a condução de ataques. Os atacantes abusam do WMI para execução de código, movimento lateral e persistência; repositórios WMI também podem ser usados para armazenar scripts maliciosos que podem ser ativados em intervalos de tempo regulares. PowerShell e WMI são normalmente usados por redes empresariais para automação de tarefas de administração de sistemas. Os atacantes geralmente aproveitam essas ferramentas porque elas podem ser usadas para evitar sistemas de detecção baseados em assinatura, manter a persistência, extrair dados e outros motivos maliciosos.

Como as organizações podem se defender de ameaças fileless?

A variedade de técnicas fileless permite que os ataques sejam persistentes, o que por sua vez pode afetar a integridade da infraestrutura de negócios de uma organização. Apesar da falta de um binário discreto ou executável, ameaças fileless ainda podem ser barradas por usuários e empresas.

Combater ataques fileless requer uma abordagem multicamadas ou defense-in-depth que não dependa de contramedidas tradicionais baseadas em arquivos para mitigar ameaças. As organizações devem proteger os sistemas, desinstalar aplicativos não utilizados ou não críticos e monitorar o tráfego de rede.

Empregar mecanismos de monitoramento de comportamento permite monitorar modificações incomuns de softwares e aplicações como PowerShell e WMI. Sandbox personalizado e sistemas de detecção de intrusão e prevenção também podem ajudar a deter o tráfego suspeito, como a comunicação C&C ou a exfiltração de dados.

Plataforma desenvolvida por universitários auxilia PMEs de Porto Alegre


Com o cenário da pandemia do coronavírus que se instalou globalmente, a realidade de muitas empresas mudou e uma das mais afetados são as PMEs. Visando auxiliar os pequenos empresários, a Brasil Júnior, instância que representa as Empresas Juniores brasileira, acaba de lançar a nova versão da plataforma “Unidos pelo Brasil”, com o objetivo de oferecer ajuda gratuita para este público.

“Frente a atual crise, entendemos nossa oportunidade e responsabilidade. Oportunidade de, através do que acreditamos, auxiliar centenas de pequenos empreendedores a passar com o mínimo de danos possível por esse momento, e nossa responsabilidade em colocar em prática o poder de 15 mil jovens frente a uma crise sem precedentes e assim, colocar a educação empreendedora como uma importante ferramenta na formação de lideranças capazes de mudar o país”, afirma Ana Beatriz Cesa, presidente da Brasil Júnior.

O suporte acontece por meio de uma metodologia desenvolvida pela Brasil Júnior com auxílio de parceiros e mantenedores – que são empresas que fazem doações e que tornam esse projeto viável. O objetivo para 2020 é auxiliar mais de 100 pequenos empreendedores em todo o Brasil.

Neste ciclo, os focos das mentorias serão com temas sobre contingenciamento de custos e oportunidades de crescimento. Todo o processo acontecerá de forma online, pela plataforma do “Unidos pelo Brasil” Esse formato também impulsiona os resultados antecipados para o pequeno empreendedor, mesmo durante o período de quarentena e isolamento social.

Para os Pequenos Empreendedores que buscam receber o auxílio, podem se inscrever por meio do link. Para se inscrever os candidatos precisam ser PME e será feito uma triagem, para verificar a existência do CNPJ. Será então realizado um pré-diagnóstico da situação da empresa, para que a mentoria seja melhor direcionada na solução dos problemas que esses empreendedores vem enfrentando.

Já para realizar uma doação para o projeto é necessário clicar no mesmo link. Pessoas físicas ou jurídicas podem apoiar o “Unidos pelo Brasil”. Esse projeto já uniu mais de 600 empresas juniores e 20 mil empresários juniores que auxiliaram, em média, 11 mil projetos de 27 federações no País.