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Startup Home Agent abre mais de 80 novas vagas

Indo na contramão do aumento do desemprego que atinge o Brasil desde o início da pandemia do novo coronavírus, a Home Agent, primeira operação de atendimento do Brasil baseada totalmente em home office, abriu mais de 80 novos postos de serviço desde o início de abril. Todas as novas posições são em modelo home office e com contratos de trabalho CLT.

As novas contratações são resultado do aumento do quadro de clientes durante a crise do COVID-19: desde o início do período de isolamento, a empresa viu a busca pelos seus serviços aumentar em 50%. Nos últimos meses, a Home Agent percebeu a demanda do mercado e passou a não só terceirizar o atendimento como também a ajudar empresas a fazerem a transformação de sua operação própria de atendimento in loco para o formato home office com sua metodologia, processos, infraestrutura e até recrutamento de profissionais com perfil adequado para a modalidade.

Para Fabio Boucinhas, fundador e CEO da startup, os novos tempos aceleraram uma transformação digital nas empresas. “Percebemos que muitos executivos não estavam prontos para o cenário que surgiu na época da pandemia. Por isso criamos soluções para ajudar diferentes empresas a manter o atendimento ao cliente funcionando mesmo em tempos de isolamento social”, afirma. “Esse movimento permitiu que abríssemos novos postos de trabalho e mantivéssemos nossa previsão de aumento de faturamento de 120% em 2020”, completa o executivo.

A aposta de Boucinhas no home office, que era somente tendência até pouco tempo, tem se mostrado certeira. “Sei que a demanda por este tipo de serviço irá continuar crescendo mesmo após o fim da pandemia, pois o home office definitivamente já faz parte do ‘novo normal’”, afirma. A Home Agent tem tido uma procura muito grande por candidatos que querem trabalhar 100% do tempo de casa: a empresa recebe em média 3 mil novos contatos de possíveis candidatos por mês.

Vendas mundiais de e-commerce cresceram 209% em abril, revela pesquisa da ACI Worldwide

De acordo com uma análise da ACI Worldwide de centenas de milhões de transações de empresas mundiais de e-commerce, a crise causada pelo coronavírus continuou a influenciar as vendas de comércio eletrônico em abril, com o setor varejista geral experimentando um crescimento de 209% em comparação com o mesmo período do ano passado. O segmento de videogames e jogos eletrônicos veio na sequência, apresentando um salto de 126% em abril.

O aumento sustentado do volume de transações de e-commerce reflete um mês inteiro de amplas restrições às atividades do comércio presencial e de outras medidas relacionadas à Covid-19, o que fica evidenciado pelo crescimento de 5,3% no volume médio de transações em março de 2020, quando medidas de isolamento social começaram a ser implementadas.

“As tendências no comportamento de compras online que começamos a observar em março continuaram em abril, visto que centenas de milhões de consumidores ao redor do mundo passaram a se adaptar às restrições impostas para inibir a propagação do coronavírus,” disse Debbie Guerra, Vice Presidente Executiva da ACI Worldwide. “Consumidores estão cada vez mais fazendo uso das opções ‘clique e retire’ por conta da conveniência e da segurança – mas essa mudança nos padrões também atrai golpistas, o que resulta em um incremento significativo nas tentativas de fraude.”

A taxa de tentativas de fraude em abril alcançou 4,3% em abril, um pouco abaixo da taxa de 5,3% em março, mas ainda assim acima dos 3,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Tentativas de fraude focam nos segmentos que estão experimentando maior crescimento, como o de eletrodomésticos, com o preço médio das compras que tentam ser fraudadas subindo 26 dólares (150 reais). Opções como ‘clique e retire’ – ou ‘compre online, retire na loja’ – também contribuíram para o aumento nas tentativas de fraude. O valor de transação médio das tentativas de fraude aumentou 9,9%, refletindo a ênfase dada pelos golpistas a itens populares de alto valor, como laptops e televisores.

“Golpistas continuam a se aproveitar da ruptura do status quo para atingir consumidores desavisados e empresas despreparadas,” continuou explicando Guerra. “Embora a vigilância seja fundamental, comerciantes também precisam assegurar que estão examinando suas estratégias antifraude, a fim de adaptá-las a esse ambiente altamente dinâmico das vendas online.”

Principais descobertas:

Setores de venda online com volumes crescentes de transação em abril de 2020 (em comparação a abril de 2019):

• Vendas gerais: +209% (74% em março), Jogos eletrônicos: +126% (97,3% em março), Downloads digitais: +26% (5,4% em março), Venda online de bebidas (dados apenas para Austrália): +208% (85% em março)

Setores de venda online com volumes decrescentes de transação no mesmo período:

• Emissão de tickets de shows e espetáculos: -99%, Viagens: -91%, Apps de relacionamento: -5%

Tendências dos volumes de transações entre janeiro e abril de 2020 (em comparação ao mesmo período em 2019):

• Downloads digitais: +17%, Jogos eletrônicos: +60%, Vendas gerais: +24%

Tendências das fraudes:

• Estornos por razões não fraudulentas (ou “fraudes por engano”) aumentaram 25% no final de março, visto que as empresas enfrentaram desafios relativos ao processamento de ressarcimentos, à manutenção dos callcenters e à entrega de serviços e mercadorias. É importante ressaltar que as empresas de comércio eletrônico estão trabalhando ativamente para diminuir os volumes de estornos e os custos relacionados ao mesmo tempo em que procuram melhorar a experiência dos consumidores para resolução de problemas.

• O valor médio das compras feitas com tentativa de fraude aumentou 26 dólares (150 reais) em abril, impulsionado por compras de eletrônicos e pela popularização da opção ‘clique e retire’. Isso corresponde a um aumento de 9,9% no valor médio das transações fraudulentas. O valor médio de compras legítimas caiu 21 dólares (120 reais).

• A taxa de tentativas de fraude cresceu 1,6 pontos percentuais em abril de 2020, alcançando 5,3% no mês, uma lata em comparação ao 3,7% de abril de 2019.

“O comportamento dos consumidores está se alterando constantemente, com alguns setores prosperando enquanto outros estão focados em sobreviver aos impactos econômicos da pandemia,” concluiu Guerra. “Vimos vendedores online em diferentes setores e localidades inovarem e se adaptarem rapidamente – incluindo alterações nos métodos de pagamento aceitos -, mas o foco agora deve ser em prevenção a fraudes. Os volumes de transações estão crescendo ao mesmo tempo que o valor médio das compras está diminuindo, pressionando as margens de lucro e criando desafios para as cadeias de suprimento e logística. Tudo isso enquanto golpistas procuram fraudar itens mais caros que estão experimentando um pico de vendas.”

Dicas para Consumidores para protegerem sua identidade e informações pessoais durante a crise de Covid-19:

• Esteja atento a requisições online por informações pessoais. E-mails com a temático do coronavírusbuscando informações pessoais são potencialmente esquemas fraudulentos de phishing. Agências governamentais legítimas não irão pedir por informações. Exclua e-mails desse tipo.

• Verifique o endereço de e-mail ou link. Inspecione um link passando o mouse por sobre a URL para ver para onde você será direcionado. Algumas vezes é óbvio que o endereço eletrônico não é confiável. Mas tenha em mente que fraudadores podem criar links que se assemelham muito a endereços eletrônicos legítimos. Exclua e-mails com links assim.

• Atente-se a erros gramaticais e ortográficos. Se um e-mail possui erros de grafia, pontuação ou gramática, há fortes indícios de que se trata de uma mensagem fraudulenta. Exclua e-mails com erros assim.

• Procure por saudações genéricas. E-mails fraudulentos tendem a não utilizar o nome de alguém. Saudação como “Prezado cliente” normalmente sinalizam que um e-mail não é confiável.

• Evite e-mails que insistem em ações imediatas. E-mails fraudulentos normalmente procuram criar uma sensação de urgência ou requerem que uma ação seja tomada imediatamente. Exclua e-mails assim.

Dicas para Empresas para manterem a segurança e garantir a entrega aos consumidores durante a crise de Covid-19:

• Mantenha a segurança e garanta uma ótima experiência para o consumidor, visto que o comportamento dos consumidores relativo às compras online – tanto as legítimas quanto as fraudulentas – mudou bastante.

• Por exemplo: entrega rápida e métodos como ‘clique e retire’ continuam a crescer, fazendo com que a velocidade e a precisão na decisão por efetuar uma transação tornem-se críticas.

• Use técnicas relativas aos diferentes perfis dos clientes e de time-on-file para manter uma boa experiência de usuário para clientes importantes e garantir que boas transações continuem aceitas.

• Espere um aumento de estornos por “fraudes por engano” como um resultado das crescentes dificuldades financeiras entre os consumidores. Uma fraude “por engano” ocorre quando o titular de um cartão de crédito recebe uma mercadoria, mas nega ter feito a compra ou quando um membro da família faz acompra mas sem autorização do titular.

• Monitore os sistemas e atualize-os conforme as necessidades. Ferramentas de inteligência de negócios e de monitoramento em tempo real ajudam a tomar decisões e dar respostas imediatamente.Adote uma postura de acesso rápido a informações sobre fraude para reportar imediatamente aos funcionários mudanças nos procedimentos de segurança.

• Entre em contato constantemente com os setores de gerenciamento de segurança de websites e aplicativos móveis. Forneça a essas equipes as ferramentas, técnicas e procedimentos para detectar, conter e mitigar ataques por robôs eletrônicos (botnets). E levando em conta a existência de bots bons e ruins para a empresa, implemente políticas corporativas que tratam dessa questão com clareza para todos os times.

Cuidados na relação startup-mentor (e vice-versa)

Por João Gabriel Chebante

O ano é 1977. Steve Jobs e Steve Wozniack estavam numa garagem do que hoje chamamos Vale do Sílcio numa noite de discursos sobre tecnologia aonde todos os presentes mostravam suas idéias e projetos para desenvolver o computador pessoa.

Depois da sua vez (e, segundo a lenda) uma aparição apática de Woz, Jobs sai do recinto e encontra uma pessoa que ficou previamente interessada no seu projeto. Mike Markulla era um profissional de longa data do mercado de tecnologia naquela região, se interessou pelos perfis dos fundadores da empresa e foi seu primeiro mentor.

Tempos depois, realizou o primeiro cheque (como investidor-anjo) e trouxe consigo o icônico fundo Sequoia momentos depois para rodadas seguintes. E foi conselheiro por toda a primeira etapa de Jobs na Apple, antes de ser demitido por John Sculley.

Para uma startup, a presença de um mentor pode ser um forte diferencial entre a vida e a morte do projeto, por tudo que uma pessoa mais experiente pode trazer: conhecimento do mercado de atuação, contatos, canal de atuação, conselhos técnicos, de gestão e de liderança. Não à toa boas startups logo constroem um conselho, com regras básicas de governança, a partir dos seus primeiros investidores ou mentores.

Mas cuidado: a startup deve estruturar estrategicamente sua rede de mentores. Quais as competências que faltam ou que precisamos buscar? Alguma pessoa experiente no nosso segmento pode agregar abrindo portas e reflexões? Como pretendo compor um grupo de pessoas que traga os pontos citados acima e catapultar o projeto somado a capacidade de execução da equipe?

A não reflexão sobre este prisma traz conseqüências diversas: pessoas que não conhecem o mercado e “palpiltam” sobre temas fora das suas competências, o que pode minar a gestão de expectativa da equipe sobre o projeto como um todo.

Acreditem: tem muito projeto bom, com equipe consistente, que desiste do projeto a partir de uma soma de feedbacks negativos vindos de gente que não são explorados dentro das suas devidas competências. E isso pode acontecer em qualquer momento: dos primeiros clientes a investidores-anjo, fundos e aceleradores.

No entanto nunca se demandou tanta a atividade de mentoria quanto nos últimos meses: se há insegurança quanto o cenário de macro e microambiente de mercado para as maiores empresas do mundo, que possuem liquidez e todos os recursos possíveis, imagina para negócios enxutos que nasceram para confrontar um momento de incerteza?

Fala-se muito das startups a partir de agora também terem um olho sobre o caixa e sua geração a partir de novos projetos e rodadas de investimento, mas também teremos como fator crítico a construção de uma consistente cultura organizacional (o branding será fundamental para sobreviver a ambientes de forte instabilidade), bem como as práticas de governança formatarão a rede de contatos estratégicos para pavimentar uma história de crescimento mais lento, porém consistente.

Geralmente o caos traz a criação de uma nova ordem. Ainda que tenhamos um mundo líquido, com taxas de juros reais negativas em boa parte do mundo (até no Brasil) e um apetite maior ao risco – o que deve gerar um forte crescimento mundial em 2021 – os fundamentos que constroem uma startups de sucesso são outros a partir de agora.

A começar de quem será a rede que vai te auxiliar a explorar este novo normal d oportunidades.

João Gabriel Chebante, fundador da Sucellos, responsável por levar inteligência aos processos de investimento, fusão e aquisição de empresas

Guia de sobrevivência para trabalhadores remotos

Por Glenn Le Santo, da Orange Business Services

O trabalho remoto é um assunto que divide opiniões. Para alguns, é altamente produtivo, libertador e ideal para alcançar um equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Para outros, o fato de trabalhar da sala de casa ou da cozinha traz incerteza e preocupação com os aspectos práticos e sociais. Enquanto uma pessoa torna-se mais produtiva, a outra pode cair em procrastinação.

Todos somos diferentes. Se você é novo no teletrabalho, deve receber muitos conselhos sobre o que funciona melhor. Desde o tipo de teclado a ser usado até qual máquina de café que você precisará na sua casa.

Trabalhar remotamente não é o mesmo que “não trabalhar”. Você tem a mesma carga de trabalho e as mesmas pessoas continuam dependendo de você. E você continua sendo avaliado sobre os resultados do seu desempenho. O trabalho remoto significa apenas que é mais provável que você precise fazer alguma tarefa doméstica quando estiver escrevendo uma apresentação.

Para algumas pessoas, isso é fácil. Eles apenas abaixam a cabeça e continuam em qualquer lugar, até mesmo em uma mesa de padaria. Para outros, a falta de um escritório real é uma desvantagem. Esses profissionais precisam de uma estratégia e hábitos que os façam sentir que estão trabalhando, para que possam se manter focados.

Se de repente você se encontra trabalhando remotamente, como pode ter certeza de que está dando conta de tudo? A seguir, trago algumas dicas técnicas e de bem-estar para se manter feliz e produtivo trabalhando de casa.

Madrugador vs. Coruja

Se você conversar com uma dúzia de pessoas acostumadas a trabalhar remotamente sobre suas rotinas, provavelmente apenas uma dirá que trabalha todos os dias estritamente no horário comercial. Ou seja, a maioria dos funcionários remotos buscam uma flexibilidade extra em suas rotinas de trabalho, de acordo com seus estilos de vida e personalidades.

Alguns desfrutam de um início mais cedo, sentam-se em suas mesas ao nascer do sol e trabalham duas ou talvez três horas antes do café da manhã. Outros podem chegar em suas mesas mais tarde, mas continuarão a trabalhar quando a noite cair. Essa é uma das grandes vantagens do teletrabalho. Sua programação profissional pode corresponder melhor não apenas ao seu estilo de vida, mas também ao seu relógio biológico, permitindo que você trabalhe quando se sentir melhor.

Mantenha-se organizado, mantenha-se disciplinado

Não importa que tipo de pessoa você seja – madrugador ou noturno – as rotinas são importantes. Mantenha um cronograma, trabalhe em listas de tarefas e mantenha-se organizado. Não permita que amigos e familiares pensem que trabalhar em casa significa não trabalhar. Essa pode ser uma das partes mais desafiadoras do teletrabalho – explicar às pessoas ao seu redor que, enquanto estiver em casa, não estará disponível para conversar e tomar um café.

A procrastinação não é um problema apenas para trabalhadores remotos. Mas não há como negar que trabalhar em casa pode oferecer muitas oportunidades para a “estratégia” de evitar o trabalho. Sempre há uma geladeira que precisa de limpeza profunda ou a busca online sem fim de uma lâmpada de mesa perfeita.

Uma boa estratégia para lidar com a procrastinação é uma lista de tarefas, principalmente se for cronometrada. Seja claro sobre o que você precisa fazer e quando. Seja realista e não exagere no otimismo para evitar o estresse causado por não corresponder às expectativas.

Evite distrações desconectando-se das redes sociais e desativando as notificações no seu telefone. Mantenha a TV desligada, sintonize o rádio ou um aplicativo de música. Mas não se esqueça de desativá-los para videochamadas.

Você está sentado confortavelmente?

Se o trabalho remoto significa que você trabalha regularmente em sua própria casa, é uma boa ideia configurar uma estação de trabalho permanente – se o espaço permitir. Por exemplo, é improvável que você tenha uma sala que possa dedicar exclusivamente ao trabalho. Se o espaço é um privilégio para você, tente pelo menos estabelecer-se onde não há distrações.

Qualquer que seja a opção de assento escolhida, vale a pena prestar atenção à sua postura. Ajuste a tela para a altura correta e use uma boa cadeira de escritório com suporte lombar adequado e uma boa faixa de ajuste.

Lembre-se de conexões pessoais

A conexão à rede é uma parte intrínseca do seu trabalho, mas a conexão com as pessoas também é vital. Os trabalhadores remotos devem colaborar com suas equipes para garantir que o trabalho seja realizado, mas também para manter viva a conexão humana.

Hoje, existem vários aplicativos de colaboração que nos ajudam a trabalhar juntos, como bate-papo na web, videoconferência e compartilhamento de documentos. Existem até soluções que reúnem essas ferramentas e aplicativos para fornecer conectividade contínua e uma experiência colaborativa dentro das equipes. No entanto, mesmo com essas sofisticadas ferramentas de colaboração, atender o telefone para uma chamada de voz ainda tem um grande valor. Às vezes, um problema que não pode ser resolvido com um grande número de e-mails é resolvido em alguns minutos em uma ligação telefônica de pessoa para pessoa.

Descanse

É fácil ser sedentário ao trabalhar em casa, já que você pode ficar sentado em um lugar por horas. Por isso, pausas regulares precisam fazer parte da sua rotina. Faça uma caminhada pela casa e alongamentos tanto quanto possível.

Manter o foco na tela por longos períodos sem descanso ou deslocamento pode causar fadiga ocular e até dores de cabeça. É uma boa prática alterar regularmente seu foco, olhando além da tela. Talvez olhar pela janela durante o dia não seja um mau hábito.

Sua rotina diária também deve incluir um tempo de desconexão. Estabeleça a sua, desligando as ferramentas sempre que possível, para evitar a perda de controle da linha entre o tempo profissional e o privado. Caso contrário, você ainda poderá responder e-mails e trabalhar até tarde da noite.

Relaxe e aproveite seu trabalho

Independentemente do tipo de trabalhador remoto que você seja, é importante encontrar o que melhor lhe convier e permitir que você entre na rotina de trabalho fora do escritório.

O ambiente em que você trabalha, a tecnologia que utiliza, as pessoas com quem interage, as horas que mantém – todas elas impactam sua produtividade e bem-estar. Se você obtiver todos os elementos certos, poderá relaxar e aproveitar sua experiência de trabalho remoto.

Rumo lança edital para projetos de inovação voltados à segurança ferroviária

Engajada em ações que contribuam para fortalecer a segurança na convivência entre a população e as ferrovias, a Rumo lança nesta segunda-feira (dia 18) as inscrições para o Fuse – Edital Rumo de Aceleração. Pioneiro no setor, o programa busca desenvolver alternativas e soluções inovadoras com foco na redução de abalroamentos (colisão envolvendo trens e veículos automotivos) e atropelamentos. Startups, empreendedores e estudantes têm até 26 de junho para inscrever gratuitamente seus projetos.

Após as etapas de qualificação, serão selecionadas quatro ideias para assinatura de um contrato de até R﹩ 200.000 em investimentos no desenvolvimento do protótipo. Trata-se de um programa de aceleração equity free, ou seja, sem cobrança de participação societária ou assinatura de contrato de exclusividade entre a Rumo e as equipes selecionadas.

“Estamos levando para a sociedade uma discussão sobre um trânsito mais seguro, questão primordial que impacta todas as ferrovias do país”, diz Roberto Rubio Potzmann, diretor de Tecnologia da Rumo. “Fizemos investimentos de grande magnitude em questões que envolvem a segurança na ferrovia. O edital é mais uma iniciativa focada em soluções para que a incidência de atropelamentos e abalroamentos seja reduzida”.

Desafio global

A segurança nos cruzamentos entre a linha férrea e as vias urbanas (chamados de “passagens em nível”) é debatida de forma recorrente por ferrovias no mundo todo. Em seus cerca de 14 mil quilômetros de trilhos, a concessionária registra ocorrências relacionadas ao desrespeito das leis de trânsito e sinalizações ou à desatenção de motoristas e pedestres nas travessias, além de práticas irregulares como pegar carona no trem ou pular vagões.

“A ideia do programa de aceleração é avaliar quais medidas efetivas podem ser adotadas para solucionar essas problemáticas”, destaca Rubio. “Estamos vivenciando uma era de constantes transformações tecnológicas na Indústria 4.0, e a ferrovia não parou no tempo. Hoje, aplicamos uma tecnologia robusta para ter uma operação ferroviária eficiente e segura. Queremos que ela seja cada vez mais”.

Imersão, desenvolvimento e aceleração

Finalizado a fase de inscrição no Fuse, serão selecionadas 20 propostas, sendo metade para redução de atropelamentos e as outras 10 para abalroamentos. Na etapa seguinte, de imersão, os participantes e suas respectivas equipes terão acesso a dados técnicos e poderão contar com mentorias para aprofundar os estudos e o desenvolvimento de seus projetos.

Na última fase, de aceleração, os quatro finalistas têm à disposição a estrutura da Hards, aceleradora brasileira de software/hardware instalada no Sapiens Parque, em Florianópolis (SC). Em parceria com o Instituto da Indústria, pertencente à Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), e a Produza (especializada em montagem de placas eletrônicas), os participantes poderão utilizar de forma gratuita o laboratório da Hards, que conta com uma infraestrutura completa para prototipar, testar e fabricar lotes pilotos.

O edital e descrição de todas etapas do Fuse – Edital Rumo de Aceleração, estão disponíveis no site http://www.projetofuse.com.br.

Quatro possíveis razões para vulnerabilidades de segurança na nuvem

Por Aloísio Marinho, especialista de segurança da Trend Micro

Estamos todos indo para a nuvem por questões de velocidade, agilidade, escalabilidade e eficiência de custo e percebemos que isso exige um gerenciamento de segurança igualmente poderoso. À medida que a nuvem continua atraindo mais empresas, as equipes de segurança estão passando noites sem dormir protegendo a infraestrutura.

Em algum lugar, um hacker te definiu como alvo e está pacientemente esperando para infiltrar sua segurança. Gerenciar sua postura de segurança é tão crítico quanto usar protetor solar, mesmo que o sol esteja se escondendo atrás de uma nuvem. Você pode não sentir o calor instantaneamente, mas ele definitivamente deixa uma queimadura que você descobre mais tarde.

Analisando o volume de problemas através da base global de clientes do Trend Micro Cloud One – Conformity mostra claramente que o pilar de “segurança” no Well-Architected Framework requer especial foco e educação para os clientes. Provedores de nuvem como a AWS oferecem uma infraestrutura segura e as melhores práticas, no entanto, muitos clientes não estão cientes de seu papel no modelo de responsabilidade compartilhada. A conformidade ajuda a identificar e remediar essa lacuna de conscientização.

De acordo com um estudo interno em junho de 2019, mais de 50% dos problemas pertenciam ao pilar de “segurança”.

Podemos definitivamente reduzir o número de problemas de segurança que afetam a infraestrutura da nuvem, mas primeiro precisamos entender as possíveis razões para vulnerabilidades de segurança.

1. Não verificar as suas contas com regularidade suficiente

Se você utiliza serviços e recursos várias vezes ao dia, deve verificar todos os seus ambientes e instâncias continuamente em intervalos regulares. Ferramentas como o Conformity Bot escaneiam suas contas levando em consideração 530 regras de cinco pilares do Well-Architected Framework para ajudá-lo a identificar potenciais riscos de segurança e priorizá-los. Você pode até mesmo configurar a frequência das análises ou executá-las manualmente conforme necessário.

2. Não investir em medidas preventivas

Erros de configuração aparentemente inofensivos podem causar danos enormes que podem rapidamente aumentar e resultar em uma violação de segurança. Você pode evitar riscos de segurança potenciais de entrar em seus ambientes investindo algum tempo na verificação de suas contas de teste antes de lançar quaisquer recursos ou serviços. Você pode usar um Template Scanner para verificar as configurações da sua conta com o Cloudformation Template e identificar quaisquer problemas de segurança e compliance antes da implantação.

3. Não monitorar a atividade em tempo real

As catástrofes não esperam! Pode levar alguns minutos até que alguém invada sua infraestrutura de nuvem enquanto você está fora no fim de semana. Você precisa ficar de olho na atividade em tempo real para agir contra ameaças sem demora. Uma ferramenta como o Real-Time Monitoring Add-on rastreia a atividade da sua conta em tempo real e aciona alertas para atividades suspeitas com base em configurações definidas. Por exemplo, você pode configurar alertas para monitorar a atividade da conta de um país ou região específica.

4. Não comunicar os riscos no tempo certo

A informação presente nos seus controles de monitoramento é inútil até que você obtenha as pessoas certas para agir rapidamente. Uma das melhores práticas para manter operações de segurança sem problemas é mesclar o fluxo de atividades e eventos de segurança em canais de informação. O Conformity permite que você integre suas contas AWS com canais de comunicação , por exemplo Jira, email, SMS, Slack, Pagerduty, Zendesk, Servicenow ITSM e Amazon SNS. Além disso, a configuração de triggers de comunicação envia notificações e alertas para definir equipes através dos canais selecionados.

A AWS oferece serviços e recursos para hospedar seus aplicativos e infraestrutura, mas lembre-se – Segurança é uma responsabilidade compartilhada na qual você deve assumir um papel ativo.

SAP lança SAPPHIRE NOW em formato virtual

O SAPPHIRE NOW, principal conferência da SAP para clientes, está se tornando virtual, numa edição batizada de Reimagined – mais um reflexo do modo como todas as organizações estão adaptando seus negócios ao novo ambiente. Com a mudança para o digital, a programação do evento global estará ainda mais completa, com conteúdos exclusivos que já começaram a ser disponibilizados no site do evento, além de uma programação de sessões concentradas entre os dias 15 e 18 de junho e que contará com keynote de abertura do CEO da SAP, Christian Klein.

Por meio de um programa digital com palestras de executivos, histórias de clientes, demonstrações, mesas-redondas e muito mais, a experiência virtual do SAPPHIRE NOW trará partes iguais de inspiração, insights e aprendizado. Especialistas abordarão os mais recentes desafios e compartilharão orientações práticas, extraindo exemplos de líderes de mercado que já estão adaptando seus negócios durante estes tempos difíceis.

O SAPPHIRE NOW Reimagined estará mais acessível a todos os clientes, parceiros e partes interessadas do ecossistema da SAP. “Para o evento puramente digital neste ano, queremos que as pessoas tragam suas curiosidades e seus compromissos de inovar para que juntos possamos explorar as oportunidades nesse inédito ambiente de negócios”, explica Fernando Migrone,vice-presidente de marketing da SAP Brasil.

De fato, o que emergiu depois que a COVID-19 passou a afetar empresas e economias foi o valor decisivo da transformação digital. Veja aqui como essa experiência virtual se desenrolará nos próximos meses.

SAPPHIRE NOW Unplugged: Primeiros conteúdos já disponibilizados

Apresentadores e executivos de negócios da SAP, líderes de pensamento, autores de best-sellers, atletas renomados e profissionais inovadores participarão de conversas francas sobre o futuro dos negócios e um mundo que está mudando diante de nossos olhos. Cada pequeno episódio colocará os espectadores na sala virtual com expoentes que compartilharão suas ideias sobre questões que vão desde o futuro da colaboração no local de trabalho até como líderes e gerentes precisam pensar de maneira diferente sobre o envolvimento com suas equipes e dicas para manter nossa melhor versão em momentos difíceis.

O grupo contará com uma variedade interessante de palestrantes. Já é possível conferir os episódios com o escritor Malcolm Gladwell, a modelo e entusiasta da programação Karlie Kloss, o presidente do time de futebol americano San Francisco 49ers Al Guido e o comissário da NBA Adam Silver, entre outros. Saiba mais sobre a série aqui.

SAPPHIRE NOW Vision: 15 de junho de 2020

Participe de uma jornada virtual de inovação ao lado do CEO da SAP, Christian Klein, e outros membros do Conselho Executivo da empresa, que mostrarão como líderes de mercado estão não apenas inovando, mas traçando um caminho para o futuro. O grupo de convidados especiais contará com clientes e parceiros falando sobre como utilizaram as soluções SAP para enfrentar seus desafios específicos e explorar novas oportunidades para gerar resultados reais para os negócios.

SAPPHIRE NOW Converge: A partir de 15 de junho de 2020

Programação digital ao vivo e sob demanda com especialistas da SAP compartilhando inovações e mapas de produtos da empresa, enquanto clientes de todos os setores destacarão resultados de negócios que se basearam nessas soluções. Os tópicos girarão em torno da gestão de experiências para garantir visibilidade e ação de ponta a ponta em toda a empresa, incluindo pessoas, compras, clientes e finanças. Os participantes também receberão informações sobre atualizações na Plataforma de Tecnologia para Negócios, o portfólio da empresa com tecnologias e soluções integradas que acelera a inovação ao transformar dados em valor para os negócios.

 

Enquanto empresas em todo o mundo seguem reinventando a maneira de fazer negócios, o programa digital virtual da SAPPHIRE NOW Reimagined ajudará os participantes a superar obstáculos imediatos e começar a construir um futuro melhor agora.

John Deere acelera transformação digital e lança hub interativo

A John Deere está transformando a forma de interação com os clientes. Para dar início a essa nova maneira de se relacionar com os produtores rurais e operadores das áreas de construção e infraestrutura, a marca inova e lança seu primeiro hub digital de conteúdo, o John Deere Conecta, que combina o virtual com o real, onde o cliente interage com todo o ecossistema John Deere e tem acesso às melhores condições de compras e conversa com seu concessionário direto de seu computador ou celular.

A iniciativa reforça a relação de confiança e credibilidade da marca com o agronegócio e o setor de infraestrutura. “O nosso ecossistema tecnológico é cada vez mais inteligente e avançado”, pontua Paulo Herrmann, presidente da John Deere Brasil. Para ele, os setores agrícola e de construção estão cada vez mais aderentes às novas tecnologias. “O produtor já está preparado para a inovação. Ainda com alguns desafios estruturais no País, as máquinas estão mais intuitivas e, quando somadas ao conhecimento do cliente, trazem um grande ganho de produtividade e economia. No geral, todos ganham. Além de ser um espaço para se conectar com a marca, promover debates e tendências, o hub mantém nossa fortaleza: o relacionamento de confiança com os agricultores e construtores, especialmente nesse momento de distanciamento social”, avalia.

Este é mais um importante passo alinhado a seu DNA inovador. A plataforma inédita permite ao cliente fazer um tour entre produtos e soluções, além de contar com todo o suporte dos concessionários e especialistas da companhia. O ambiente digital será uma vitrine da empresa e apresentará tendências, máquinas e serviços. O canal também terá palestras de especialistas e conteúdos em vídeo.

“Há alguns anos, apresentamos o conceito “John Deere Conecta” para dar aos nossos clientes o benefício de ter em suas mãos, de uma única vez, o melhor da produtividade de máquinas e suas tecnologias, com o suporte e consultoria que a marca e a rede podem oferecer”, lembra Herrmann. O próximo passo da companhia é evoluir para o conceito “Ecossistema John Deere”: a inteligência gerada por cada item do sistema integrado via nuvem. A partir daí, todas as pontas da equação ganham em conhecimento, análise e disponibilidade no campo, uma vez que falhas, condições adversas e condições favoráveis para melhor performance são aprendidas, antecipadas e resolvidas.

Neste ecossistema, além do benefício das integrações entre máquinas John Deere (hardwares e softwares) que por si só geram mais produtividade, seus dados se consolidam no Centro de Operações, onde se analisam e processam os melhores cenários para a execução das operações, inclusive com a conexão de outras plataformas e profissionais autorizados, que podem aportar dados importantes para a atividade, como prescrições mecânicas, operacionais e agronômicas.

As vantagens de ter seus hectares conectados vão além do apoio especializado que a rede John Deere pode realizar: chega na conexão das máquinas (Iot) e o aprendizado gerado em cada operação e cada safra. Assim, a operação completamente conectada evolui à medida que aprende quais são os melhores caminhos para a produtividade.

Neste novo passo para a transformação digital, a companhia busca avançar e se aproximar das novas gerações no campo. “A John Deere investe em inovação desde sua fundação. Em 2020, estamos conectando nossos clientes em uma plataforma única. A agricultura brasileira evoluiu e nós evoluímos juntos”, afirma Cristiano Correia, diretor de Marketing para América Latina.

O John Deere Conecta poderá ser acessado pela internet e pelo aplicativo exclusivo. O ambiente virtual se assemelha a um pavilhão de exposições e é dividido em quatro ambientes: Máquinas, Pós-venda, Agricultura de Precisão e Informações sobre a empresa, além de contar com um chat para contato com concessionários, consulta de soluções financeiras como o Banco e o Consórcio John Deere e acesso a cupons de descontos.

No hub, cada produto contará com informações técnicas,vídeos de especialistas e ofertas promocionais quando vigentes. Em breve, as máquinas terão imagens de realidade aumentada e o cliente terá visão de dentro da cabine. Os visitantes também poderão acessar uma agenda de palestras, lives e reuniões virtuais. O John Deere Conecta estará disponível nas versões web e app. Acesse e viva esta experiência virtual em:conecta.deere.com.br.

Bruno Morari é o novo Diretor de Marketing, Produtos e BI no Grupo TPV

Há 12 anos atuando na estratégia de portfólio de produtos para o Brasil para as marcas AOC e Philips, Bruno Morari assume a diretoria dos times de Marketing,

Produtos e Business Intelligence no Grupo TPV para o Brasil a partir de 18 de maio.

Morari é graduado em marketing pelo IMES, possui MBA em Gestão Empresarial pela FGV.

Antes da TPV, passou por outras empresas de eletrônicos como Itautec e Gradiente.

Substitui André Romanon, que deixou a empresa após 11 anos.

 

Vivo tem 130 novas vagas e já contratou 400 durante a pandemia

A Vivo continua atuando para garantir o funcionamento remoto do país. Como parte importante das atividades consideradas essenciais durante esta pandemia, segue tanto atendendo a demanda de seus clientes, como também com os seus processos seletivos. Só nos meses de abril e maio, a empresa contratou remotamente mais de 400 novos colaboradores de diversos setores, incluindo as áreas administrativas. No momento, está em busca de analistas, consultores, especialistas e gerentes para preencher mais de 130 vagas abertas. A maior parte das oportunidades está concentrada nas áreas das Tecnologia (TI), Cyber Security e Comercial B2B para atuação em São Paulo (SP) e Curitiba (PR).

Todas as etapas do processo seletivo na Vivo, desde o recrutamento até a admissão, são feitas por meio de ferramentas digitais. A iniciativa, adotada há cerca de dois anos pela companhia, ganhou um reforço diante da pandemia: na admissão, a assinatura do contrato foi realizada de forma digital e o processo de integração com a equipe está sendo feito virtualmente, por meio de uma conferência na qual os novos colaboradores são recebidos por um executivo da empresa e pelo time da área de Pessoas.

“Sabemos que não é um momento fácil, estamos todos aprendendo, junto com nossas equipes e famílias, a viver o distanciamento social e a trabalhar remotamente o tempo todo. Por isso, competências como empatia, colaboração, adaptabilidade, espírito de dono e confiança são consideradas diferenciais nos nossos processos seletivos. Além disso, temos o compromisso com uma cultura mais inclusiva, valorizando profissionais com diversidade de pensamentos, de ideias e de experiencias”, destaca Niva Ribeiro, VP de Pessoas da Vivo.

Os profissionais interessados terão acesso a uma empresa que pratica a cultura de inovação e a melhorar experiência do cliente, em um ambiente em constante transformação e com desafios constantes. Para entrar no clima, há uma estratégia forte de desenvolvimento e aprendizagem para todos os colaboradores e também para a liderança, com práticas ágeis, metodologia lean e autoconhecimento. Para as novas vagas, o salário é compatível com o que é oferecido no mercado. Entre os benefícios, estão celular corporativo com plano de voz e dados; vale refeição e transporte; plano de saúde; seguro de vida; day off de aniversário. Os benefícios variam de acordo com o cargo.

Além de oportunidades em São Paulo e Curitiba, há vagas para outras cidades, como Brasília (DF), Recife (PE), Goiânia (GO), Bauru (SP), Belo Horizonte (MG), Feira de Santana (BA), Fortaleza (CE), Maringá (PR), Piracicaba (SP), São José dos Campos (SP), São Luís (MA) e Sinop (MT). Para concorrer a uma das vagas, os interessados podem acessar o vivo.gupy.io e fazer o cadastro. Os selecionados começarão a trabalhar na companhia, em home office, em função da pandemia provocada pelo Covid-19.

Cuidados internos para a saúde e o bem-estar no combate à Covid-19

A empresa implementou uma série de iniciativas para assegurar a qualidade de vida e bem-estar de seus colaboradores durante o período de pandemia. Além de adotar todas as recomendações apresentadas pelo Ministério da Saúde e instruir os cerca de 33 mil funcionários diretos a seguirem as práticas sugeridas, boa parte de seus colaboradores (cerca de 20 mil pessoas) está em home office, inclusive a operação de Call Center.

O serviço de Pronto Atendimento Virtual -Telemedicina foi disponibilizado para os funcionários e seus dependentes no plano de saúde. A empresa oferece ainda o programa “Conte Comigo” para atendimentos relacionados a aspectos sociais, psicológicos e psicopedagógicos.

Como integrar pagamentos nas lojas online

Por Renato Galletti, gerente de marketing e inside sales da Yapay

Ter uma boa experiência de usuário é fundamental e está diretamente relacionada à otimização dos procedimentos. Quando se trata do pagamento de compras online, é importante pensar em quais formas você irá disponibilizar para seu público. Por isso, é fundamental conhecer algumas dicas sobre como integrar os pagamentos nas lojas online de forma prática e segura. Abaixo, explico melhor algumas questões.

Pense nas formas de pagamento utilizada pelo seu público – Segundo o Serviço de Proteção ao Crédito – SPC – 77% dos brasileiros utilizam cartão de crédito para realizar suas compras . Esse pode ser um dado decisivo ao se pensar em como viabilizar o pagamento em lojas online. Entretanto, é necessário observar esses hábitos para que sua medida gere um maior alcance de consumidores. Não adianta se precipitar, é fundamental identificar como seu público consome no seu site e, principalmente, como ele prioriza seu tipo de serviço ou conteúdo.

Evite possíveis fraudes – Poder realizar uma compra de forma segura é fundamental para fidelizar um cliente. Ao optar por uma forma de pagamento online para seu negócio, procure um serviço que possa garantir a segurança necessária. Dados do Sebrae revelam que fraude é um dos motivos mais recorrentes que ocasionamo fechamento do e-commerce no primeiro ano de funcionamento. Assim, optar por uma empresa especializada pode combater riscos na segurança.

Além disso, esse é um processo que pode criar um vínculo com o consumidor a partir do momento em que ele conhece como funciona o pagamento na sua plataforma. Assim, fica mais fácil desse comprador se planejar para consumir na sua página de forma segura.

Aposte na padronização de processos – Essa é uma maneira de facilitar o caminho que o usuário percorrerá no seu site. Além de reduzir os esforços, pode viabilizar a compra, já que um procedimento confuso na hora dopagamento pode fazer o consumidor evadir da página. Por isso, integrar o pagamento online às tecnologias de e-commerce pode deixar a navegação mais intuitiva. A experiência do usuário tem sido cada vez mais um ponto de atenção e um fator de preocupação em relação ao desempenho das plataformas.

Avalie o melhor mecanismo para o seu negócio – As formas de pagamento online são diversas. Então, é necessário compreender suas necessidades e prioridades. Com o Intermediador de Pagamentos, por exemplo, o proprietário do e-commerce faz um cadastro no intermediador como vendedor e passa a ter licença para usar todos os métodos de pagamento disponíveis na plataforma. Quando o consumidor fecha a compra e chega ao checkout, é redirecionado para o ambiente do intermediador de pagamentos, devendo preencher alguns dados de cadastro e então optar pela melhor forma de pagamento.

Essa é uma das maneiras de viabilizar o processo de compra e, além de tudo, tornar o caminho mais fluido para o usuário. Dentre as vantagens das ferramentas, está o fato de simplificar o sistema de cobrança e ter um bom custo-benefício, já que acaba saindo mais viável do que um recurso próprio para a ação de pagamento.

Analise seu volume de vendas – Antes de decidir a forma de pagamento online ideal para seu negócio, avalie a movimentação da sua página, compare as vantagens de cada método e priorize o que faz mais sentido para sua loja online. A fase do pagamento é extremamente delicada e pode ser decisiva para fidelizar clientes. Portanto, analise os planos, tarifas e taxas de cada opção disponível para identificar o que contempla o consumidor e suas demandas.

Renato Galletti, gerente de Marketing e Inside Sales da Yapay.

WEWORK: Como serão os espaços de trabalho após a pandemia?

 

A disseminação da contaminação pelo novo coronavírus (COVID-19) levou mais de 4 bilhões de pessoas a aderirem ao isolamento social em todo o mundo. À medida que a curva de contaminação diminui, países lançam planos de reabertura da economia, buscando atingir uma nova normalidade. Para esse momento pós-pandemia, a WeWork, maior rede de coworking do mundo, presente em 37 países, desenvolveu um plano de retorno para o trabalho, com implementação prevista em todas as suas unidades à medida que os governos de cada país iniciarem as ações de retomada das atividades econômicas. Para tanto, a empresa tem adequado as áreas comuns e espaços privativos de seus prédios, buscando garantir padrões elevados de saúde e segurança, alinhados às orientações fornecidas pelo Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos – CDC, pela Organização Mundial da Saúde – OMS e pelas organizações locais de saúde.

Sandeep Mathrani, CEO da WeWork, explica que as medidas serão implementadas em nível global para garantir que os membros tenham um espaço seguro para trabalhar. “Estamos trabalhando para implementar melhorias na saúde, segurança, limpeza e, principalmente na construção e design de espaços. Desenvolvemos um plano focado em três pilares principais: distanciamento profissional, limpeza e sinalização indicativa”, conta. O objetivo é facilitar a transição dos membros para a volta ao escritório, priorizando seu bem-estar, conforto e segurança.

No pilar de distanciamento profissional, a WeWork realizou ajustes no design dos os espaços compartilhados, com assentos escalonados e áreas vazias, a fim de manter uma distância física saudável entre membros e colegas de equipe. Em higienização, as medidas de limpeza foram aprimoradas para garantir a saúde e o bem-estar de todos os membros, com desinfecção mais frequente nas áreas comuns e fornecimento de produtos de higienização nas unidades. Por fim, os novos protocolos de capacidade serão reforçados com sinalizações estrategicamente posicionadas a fim de evitar aglomerações em corredores e áreas comuns. Espaços como cafeterias e recepções, que possuem uma grande movimentação, contarão com sinalizações nas paredes e pisos para que todos mantenham uma distância segura.

Estudo da FGV Projetos propõe alternativa de crédito para micro e pequenas empresas

Estudo inédito da FGV Projetos propõe um mecanismo inovador e factível, em curto espaço de tempo, para fazer o crédito chegar às micro e pequenas empresas (MPEs) em tempos de pandemia: a constituição de Fundos Garantidores de Crédito com lastro em ativos imobiliários públicos. De acordo com o estudo, a constituição de um FGC lastreado em Fundos de Investimento Imobiliários tem a capacidade em oferecer aos empresários desses segmentos maior flexibilidade nas negociações em prazo, juros, carência e tipos de produto.

“Apesar das medidas anunciadas pelo governo para evitar o estrangulamento das micro e pequenas empresas, as instituições bancárias que disponibilizaram linhas de financiamento para esse segmento apresentam taxas de juros que variam entre 0,41 % a 10,99% ao mês. Háainda exigência de avalistas, cartas de garantia de Sociedades Garantidoras de Crédito (SGC), fiança, além de recebíveis e ativos das empresas. Nesse formato, o dinheiro não chega às empresas que mais precisam”, afirma o gerente técnico da FGV Projetos e autor do estudo, Maurício Wanderley Estanislau da Costa.

Por outro lado, o levantamento feito mostra que só no governo federal, sem levar em conta os ativos de estados e municípios, há 700 mil imóveis disponíveis, que totalizariam um valor em torno de R﹩ 1 trilhão. “Apenas 10% desse total já seria amplamente suficiente para a constituição de um Fundo que, ao oferecer garantias para o setor financeiro, agilizaria e baratearia drasticamente o crédito para as MPEs, tornando-se uma ferramenta decisiva para atravessar a crise econômica atual”, explica Costa.

De acordo com o autor do estudo, já existem projetos que podem ser votados em breve no Congresso definindo regras mais claras e eficientes para viabilizar esse processo. “Dentre as inúmeras vantagens apresentadas, seriam evitados gastos diretos do governo, aliviando as contas públicas e cumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal, e se avançaria nos processos de regularização fundiária, o que pode trazer enormes benefícios – e recursos – para o Estado, no período pós pandemia”, acredita.

Para Costa, outra vantagem é que esta alternativa pode ser implantada com celeridade. O motivo, ele acrescenta, é que estados como São Paulo e Minas Gerais já possuem fundos imobiliários próprios e a constituição de fundos garantidores de crédito se daria de maneira cumulativa. Pode-se começar com os ativos de maior solvência, com acréscimo paulatino de novos imóveis.

SAS promove debate sobre cenário pós-pandemia com executivos de mercado

O SAS, líder mundial em analytics, realizará, na próxima terça-feira, 19, uma live com executivos de mercado para abordar o cenário pós-pandemia e seus impactos nas empresas. O evento, primeiro da série SAS Minds Live, será gratuito e contará com a participação de Guga Stocco, cofundador da DOMO Invest, e de Paulo Corrêa, CEO da C&A Brasil. Participarão também Marvio Portela, vice-presidente do SAS para América Latina, e Renato Fiorini, gerente de soluções de Risco para América Latina da companhia.

Nesta primeira edição, os executivos irão debater sobre os impactos da pandemia em seus negócios e as soluções encontradas até o momento para driblar a crise que acompanha o momento. Além disso, abordarão a importância dos sistemas analíticos – como os como testes de estresse de cenários – e seu papel para ajustar os rumos dos negócios neste momento.

Live: #SASMinds – Cenários pós-pandemia

Data:19/05, terça-feira, às 17h
Duração: 1h
Inscrições gratuitas pelo site http://bit.ly/2LrM5kC

Moki ingressa no Cubo Itaú

O Moki, software de gestão de informação utilizado para apoio a tomada de decisões mais assertivas nas empresas, por meio de tecnologias como Big Data e loT (Internet das Coisas), passa a integrar o time de startups do Cubo Itaú, maior hub de empreendedorismo tecnológico da América Latina.

Se destacando como uma solução inovadora no mercado, o Moki é o único software que possui o Intelligent Check, que ajuda empresas a gerar insights para seus negócios a partir do cruzamento, e o compartilhamento via app, de indicadores operacionais e financeiros, checklists de auditoria de processos, redes sociais, plataformas de e-commerce, plataformas de delivery, ERP, serviços de reputação, dispositivos IoT, e qualquer outro serviço que esteja em cloud. As equipes passam a atingir resultados diferenciados ao integrar checklists, Indicadores, ferramentas de análise preditiva e inteligência de dados em um só sistema.

“Somos uma empresa de tecnologia e atuamos no setor há mais de 15 anos. Estar no maior hub de empreendedorismo tecnológico é muito gratificante, pois temos certeza que iremos nos conectar com empresas parceiras para oferecer nossa solução e ter novos insights, assim como gerar novos negócios e aprimorar o nosso conhecimento”, diz Guilherme Werneck, CEO e founder do Moki.

Como iniciar uma videochamada com o Google Meet?

Agora, qualquer pessoa que tenha um e-mail pode fazer uma reunião de vídeo segura e de alta qualidade utilizando o Google Meet – e não é preciso ser cliente G Suite para isso. Para começar a usar a ferramenta, basta ter uma conta Google gratuita ou ainda criar a sua de graça. Ou seja: se você já tem uma conta (aquela com um endereço que termina com @gmail.com), pode acessar meet.google.com e utilizar a plataforma – vamos explicar já já como funciona. Caso ainda não tenha uma conta Google gratuita, é possível abrir uma em apenas um minuto. Você só precisa ter um endereço de e-mail pessoal ou profissional (solicitamos esse endereço como medida de segurança, e essa parte do processo deve ser feita uma única vez).

Existem várias formas de iniciar uma videoconferência. Por meio de um computador, acesse meet.google.com ou clique no link de videochamada que vem num convite enviado pela Agenda Google. Não é necessário baixar nenhum arquivo. Em aparelhos móveis, como celulares com sistema operacional Android ou iOS, é preciso baixar o aplicativo do Google Meet.

•Começar reuniões diretamente no Meet
O Google Meet pode ser acessado a partir de qualquer navegador. Depois de acessar o site, você logo vai ver a opção “Iniciar uma reunião”. Em seguida, dê um nome à reunião ou espere o Meet criar automaticamente um código seguro para a chamada por vídeo, composto por dez letras. Clique em “Continuar”. Depois já é possível entrar na reunião e adicionar mais pessoas, de duas maneiras: “copiar informações sobre como participar”, que permite obter as informações da reunião e enviar para quem você quiser chamar, ou clicar em “Adic. pessoas” para convidar os participantes por e-mail.

•Programar reuniões de vídeo na Agenda Google
É muito fácil programar chamas no Meet usando a Agenda Google. Basta clicar em “Criar” e chamar outras pessoas na aba “Adicionar convidados”. Depois de fazer isso, é preciso escolher a opção “Adicionar videoconferência do Google Meet” ou “Entrar com Google Meet”, e clicar em “Salvar”. Para encerrar, clique em “Enviar”. Com isso, os convidados automaticamente receberão um e-mail com um link e um número de acesso para a reunião.

•Começar reuniões a partir do Gmail
Para iniciar uma chamada por vídeo usando o Gmail, vá até a barra lateral à esquerda e clique em “Iniciar uma reunião”, na seção reservada para o Meet. A seguir, uma janela do Meet abrirá, e você deve escolher se deseja participar usando microfone e câmera do computador – basta selecionar “Participar agora”. Se preferir, você pode usar o microfone e o alto-falante do celular, clicando em “Participar e usar um telefone para falar e ouvir o áudio”.

Quando já estiver na reunião, você pode escolher uma das duas opções a seguir para adicionar participantes: copiar os dados de acesso e enviar para as outras pessoas o código da reunião ou “Adicionar participantes” colocando os endereços de e-mail dos convidados e em seguida enviando o convite.

Também é possível agendar reuniões de vídeo em smartphones com sistema operacional Android ou iOS a partir do aplicativo Agenda ou abrindo o Meet.

Startup Doctoralia abre novas vagas de emprego

Considerada a maior plataforma de saúde do mundo e responsável por mais de 2 milhões de agendamentos de consultas por mês, a Doctoralia está com inscrições abertas para 16 vagas de empregos.

Serão destinadas 15 vagas para o Programa de Estágio 2020, englobando cursos como Administração, Marketing ou Direito, e uma vaga para Pré-Vendas, na qual o profissional realizará o primeiro contato comercial, com o objetivo de prospectar novos clientes. Para realizar a inscrição, os candidatos devem acessar os seguintes links: Pré-vendas (SDR) e Programa de Estágio 2020. Os selecionados vão trabalhar na sede da empresa, em Curitiba (PR).

Pesquisa realizada pela Falconi com centenas de empresas aponta efeitos da COVID-19 no setor privado

A Falconi, maior consultoria brasileira de gestão, entrevistou executivos de 408 empresas para entender a visão dessas companhias sobre os impactos da COVID-19 em seus negócios. Os entrevistados responderam questões sobre a atual situação de suas empresas, quais medidas estão sendo adotadas para superar a crise e qual o sentimento com relação à retomada da economia.

A pesquisa revelou que cerca de 80% das empresas já teve sua receita impactada pela crise, e 44% não espera crescimento ou retomada no faturamento nos próximos 6 a 12 meses. Ao todo, 71% dos entrevistados se diz muito preocupado com a recuperação da economia após a pandemia. O maior grau de insegurança está entre as microempresas, segmento em que 44% dos respondentes se dizem extremamente preocupados com a sobrevivência de seu negócio. Entre as pequenas e médias são 37%. Já entre as grandes, apenas 20%.

Os setores de vestuário, turismo, indústria e siderurgia são os mais pessimistas com relação ao futuro. Nos demais, prevalece o sentimento de confiança. Entre as empresas do segmento de alimentos e bebidas, por exemplo, 67% estão confiantes no crescimento do faturamento pós-crise. O otimismo foi confirmado ainda por 67% das farmacêuticas, 67% das consultorias, 63% das empresas de saúde, 56% das companhias do setor automotivo e 51% das instituições de educação.

Com relação às medidas adotadas para superar os desafios impostos pelo coronavírus, o estudo apontou que 48% das empresas já buscaram a ajuda de instituições financeiras, seja para renegociação ou para aquisição de novos empréstimos. Entre as companhias que pediram mais crédito estão 9% das microempresas, 19% das pequenas e médias e 23% das grandes empresas. Vale destacar ainda que 38% dos entrevistados não tomou nenhuma medida neste sentido e 14% deles não encontrou solução viável.

Transformações

Apesar da preocupação com os impactos financeiros, há também uma tendência de inovação – e reinvenção – entre as empresas que participaram do estudo. Com a mudança no comportamento do consumidor, o setor privado entendeu que precisará se adequar para atender às eventuais novas demandas. Para 39% das empresas, as ações para ampliação da carteira de clientes foi desacelerada, dando lugar às estratégias para a retenção dos atuais fregueses. Já 29% das companhias estão apostando na mudança do mix de canais ou até mesmo em novos produtos e serviços para uma adaptação rápida à mudança de comportamento dos compradores.

A pandemia também acelerou o processo de transformação digital em 78% das empresas respondentes. De acordo com o estudo, estas companhias tiveram que responder rapidamente aos desafios impostos pela crise, adaptando-se ao trabalho remoto, organização de equipes e rotinas, mudanças nos modelos de negócio e adaptação na forma como consomem e ofertam produtos e serviços.

“As empresas que estiverem dispostas a integrar ainda mais os conceitos do digital, da inovação, da criação e da economia colaborativa aos seus negócios, se tornarão protagonistas do novo contexto socioeconômico. Esse levantamento deixa clara a tendência de mudança e indica que recorrer a tecnologia é uma boa opção para garantir a sobrevivência do negócio”, explica Flávia Maia, Associate Manager da Falconi e organizadora da pesquisa.

Engajamento com a sociedade

O estudo apontou grande engajamento do setor privado com o impacto que a COVID-19 tem causado à sociedade. Cerca de 59% das empresas respondentes já executou algum tipo de ação em prol da sociedade. A maioria delas busca ajudar com seus ativos, ou seja, oferecendo serviços de maneira gratuita, por exemplo.

A Falconi está entre as empresas que colocou em prática medidas de apoio, focadas principalmente nos pequenos e médios empreendedores. O Falconi Juntos, programa realizado pela consultoria, realiza mentoria gratuita para 50 pequenos e médios negócios. Por meio da FRST Falconi, empresa de desenvolvimento de competências do grupo, foi oferecida formação online gratuita para colaboradores de trê mil companhias. Além destas iniciativas, a Falconi também é parceira do Covid Radar do Pacto Global da ONU, coletivo de mais de 40 empresas que coordenam esforços para enfrentar os desafios da Covid-19 no Brasil; Compre do Bairro, movimento sem fins lucrativos, que visa a melhoria da rentabilidade e gestão dos pequenos negócios; Todos pela Saúde, atuando no auxílio da gestão e governança dos recursos da iniciativa;

Perfil das empresas entrevistadas

• 408 empresas entrevistadas, representadas por seus CEOs ou presidentes.

• 21 segmentos (Agronegócio, Alimentos e Bebidas, Automotivo, Construção, Consultoria, Educação, Engenharia, Entretenimento, Farmacêutico, Indústria, Informática, Saúde, Siderurgia e Metalurgia, Serviços Financeiros, Serviços Gerais, Serviços Pessoais, Telecomunicação, Transporte, Turismo, Vendas e Marketing, Vestuário).

• Foram entrevistadas empresas de todos os portes: microempresas com faturamento até R﹩ 360 mil; pequenas com faturamento até R﹩ 4,8 milhões; médias com faturamento até 300 milhões; e grandes com faturamento acima de R﹩ 300 milhões