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Stone anuncia acordo para aquisição da Linx, líder no mercado de software, por R$ 6 bilhões

A Stone, fintech brasileira, líder em soluções para pequenos e médios empreendedores, anuncia nesta terça-feira um acordo para a aquisição da Linx, líder no mercado de software de gestão para o varejo com mais de 30 anos de experiência, possuindo mais de 70 mil clientes em sua base e 100 mil pontos de venda, que geram anualmente cerca de R$ 300 bilhões de GMV.

As soluções de software da Linx se estendem pelos principais segmentos do varejo, do pequeno ao grande negócio. Somadas às soluções de meios de pagamento e serviços financeiros da Stone, aceleram a estratégia da companhia de digitalização do varejo brasileiro através de uma solução completa para pequenos, médios e grandes varejistas, que poderão contar com mais produtos para gerir seu negócio, engajar clientes, integrar os canais de vendas online e administrar suas finanças.

A estratégia da Stone se consolidou por meio do desenvolvimento de soluções financeiras e distribuição proprietária em escala nacional. Recentemente, a companhia também adotou a estratégia de investimento em empresas de software para ampliar e fortalecer sua oferta.

Os investimentos, apesar de diversificados, possuem um padrão: fundadores alinhados à cultura da empresa, tecnologia escalável e canais proprietários de distribuição. Junto a esses empreendedores e aplicando as melhores práticas de arquitetura, integração e uso de dados em seus produtos, a Stone reforça seu principal valor de colocar o cliente no centro do negócio e apoiar os empresários em todos os momentos da jornada empreendedora.

“A Stone nasceu há oito anos com um propósito muito forte de ajudar empreendedores brasileiros a prosperar por meio da oferta de produtos inovadores e um serviço excepcional, feito por um time extremamente talentoso que sempre coloca os nossos clientes em primeiro lugar, ajudando o empresário brasileiro a transformar seus sonhos em resultados. Estamos muito felizes de juntar esforços com a Linx nessa jornada de transformar o varejo no Brasil”, afirma Thiago Piau, CEO da Stone Co.

Uma nova frente de negócio será criada a partir da integração da Linx ao atual portfólio de investimentos em software da Stone, que somente ocorrerá após as devidas aprovações regulatórias.

Para aconselhar as definições estratégicas e ajudar na construção dessa futura nova fase das duas companhias, será formado um conselho consultivo liderado por Alberto Menache, atual CEO da Linx.

A transação está condicionada à aprovação pelos acionistas das duas companhias e pelos órgãos regulatórios competentes, como SEC e CADE.

Pronampe vai liberar mais R$ 12 bilhões para empresas

Frente a dificuldade das empresas em obterem crédito no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), uma nova fase deve se iniciar no próximo dia 15 de agosto, quando passa a valer a ampliação da linha para R$ 12 bilhões.

Diante a crise enfrentada pelas empresas, o orçamento inicial do programa que era de R$ 15,9 bilhões, se esgotaram em menos de um mês. Com isso, essa alternativa que era tida como sendo a solução para as pequenas e médias empresas que necessitam de caixa para sobreviver, não chegou para a maioria das organizações.

Outro problema encontrado pelas empresas é a dificuldade encontrada para encontrar essa linha da primeira fase, sendo que poucas instituições oferecem o programa, tendo como principal caminho os bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal), o Itaú e instituições de menor porte.

“Para as empresas essa segunda fase do programa é bastante interessante, contudo é preciso se adiantar para conseguir esse crédito, dados apontam que, apenas na Caixa a demanda reprimida por essa linha é de R$ 5 bilhões, assim, o prazo para obtenção deverá ser curta novamente”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

O dinheiro dessa segunda abertura do PRONAMPE vem do Programa Emergencial de Suporte a Empregos (PESE), que buscava financiar salários, mas que teve baixa adesão. “Trabalhamos com muitas empresas que buscaram essa linha na primeira etapa, a grande maioria teve grande dificuldade em obter ou não conseguira o crédito. Um outro problema também é que existe muita desinformação nas instituições sobre o tema, o que eleva a agonia dos empresários”, explica Domingos.

Sobre o programa

As microempresas e as empresas de pequeno porte possuem essa nova linha de crédito para socorrer as finanças em meio à crise do Covid-19, a linha passou a ter validade com sanção da Lei nº 13.999/2020 pelo Governo Federal, que estabelece o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE).

O programa objetiva o desenvolvimento e o fortalecimento dessas organizações com linhas que cobram taxas de juros anual máximas igual à taxa Selic, acrescida de 1,25% sobre o valor concedido, os valores são abaixo dos oferecidos comumente pelo mercado.

“As taxas cobradas são realmente muito interessantes, agora é preciso ver se essa linha realmente chegará às empresas. Em linhas oferecidas anteriormente observamos muitas dificuldadesdos administradores conseguirem a liberação do crédito junto às instituições financeiras”, alerta o diretor tributário Richard Domingos.

O PRONAMPE é destinado às microempresas (ME) e às empresas de pequeno porte (EPP) que tiveram receita bruta total no exercício de 2019 de até R$ 4.800.000,00. Os microempreendedores individuais (MEI) também estão incluídos. Nesse grupo estão também as empresas do Lucro Presumido e do Lucro Real, desde que se enquadrem no limite de faturamento.

Valor do crédito

Essa linha permite que as empresas tomem créditos de até 30% da receita bruta anual calculada com base no exercício de 2019, se a empresa tiver menos de 1 ano de funcionamento, o limite do empréstimo será de até 50% do seu capital social ou a até 30% da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.

Assim, uma empresa que teve Receita Bruta no ano de 2019 de R$ 100.000,00 o Limite do financiamento (30%) será de R$ 30.000,00. E o prazo para pagamento será de 36 meses. Segundo a lei que criou o PRONAMPE, não há previsão de carência para começar a pagar as parcelas, de modo que os bancos poderão adotar suas políticas contratuais de concessão de empréstimos.

“Ponto importante é que em um primeiro momento as empresas possuem menos de três meses para a contratação desse financiamento, sendo que os bancos participantes poderão formalizar operações de crédito até três meses após a 19 de maio, prorrogáveis por mais três meses”, explica o diretor da Confirp.

Para obter essa linha os gestores de empresas deverão procurar uma das instituições financeiras participantes. Até o momento são 12 as instituições financeiras cadastradas neste programa.

As exigências que as empresas precisarão cumprir para obter a linha são: garantia pessoal do solicitante em montante igual ao empréstimo contratado, acrescido dos encargos; para os casos de empresas constituídas e em funcionamento há menos de um ano, a garantia pessoal poderá alcançar até 150% do valor contratado, mais acréscimos.

Condições de contratação:

Segundo a lei, as ME e EPP que contratarem as linhas de crédito do PRONAMPE terão que concordar com as seguintes condições:

• assumirão contratualmente a obrigação de fornecer informações verídicas e de preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado em 19 de maio, no período compreendido entre a data da contratação da linha de crédito e o sexagésimo dia após o recebimento da última parcela da linha de crédito;

• o não atendimento a qualquer das obrigações mencionadas implicará o vencimento antecipado da dívida pela instituição financeira;

• fica vedada a celebração do contrato de empréstimo de que trata a referida lei com empresas que possuam condenação relacionada a trabalho em condições análogas às de escravo ou a trabalho infantil;

• os recursos recebidos no âmbito do PRONAMPE servirão ao financiamento da atividade empresarial nas suas diversas dimensões e poderão ser utilizados para investimentos e para capital de giro isolado e associado, não podendo ser a destinação para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

“A recomendação para empresas é que busquem essa linha em caso de real necessidade, lembrando que esse é um compromisso que deve ser planejado pelas empresas, sendo que impactará no caixa do negócio no futuro”, explica Richard Domingos.

O diretor da Confirp complementa que considerando a enorme burocracia exigida pelos bancos na hora de contratar um empréstimo (garantias, regularidade tributária, saúde financeira, finalidade do empréstimo, limites, carência, prazos etc.), pode ser interessante para quem tenha interesse buscar empresa especialista em negociação com bancos e organização de empresas para obtenção de empréstimos e financiamentos.

Pesquisa revela os principais problemas jurídicos enfrentados por Startups brasileiras

O Startups Legal Report 2020, pesquisa realizada pelo BVA Advogados com o apoio do Gestão 4.0, apresenta os principais problemas jurídicos encontrados em startups. O levantamento foi feito dentro de um pool de 100 startups investidas por fundos de investimento regulados pela CVM. Foram analisadas informações e documentos apresentados pelas empresas, com foco nas principais contingências jurídicas, especialmente no âmbito trabalhista, tributário, societário, contratual e de propriedade intelectual. Das startups analisadas, 38,46% são da área de SaaS, 30,77% são marketplaces ou plataformas de intermediação de negócios e 30,77% são fintechs ou empresas de serviços financeiros.

Segundo o Report, os problemas jurídicos encontrados mais frequentemente em startups são relativos a contratos, falta de proteção de direitos de propriedade intelectual, problemas de cadastro junto aos órgãos responsáveis, passivos trabalhistas decorrentes da pejotização e terceirização e a falta de declaração de pró-labore dos sócios. Todos esses problemas, claro, podem ser sanados. No entanto, se não forem adotadas as providências necessárias, as empresas podem ter que passar por ações de execução fiscal.

“O levantamento compila informações e experiências que são resultado de milhares de horas de trabalhos executadas pelos profissionais do BVA Advogados. O compartilhamento dessas informações tem o objetivo de disseminar conhecimento para empreendedores e gestores, que serão alertados sobre os principais problemas enfrentados nos estágios iniciais do negócio. Acreditamos que, desta forma, ajudaremos o ecossistema e o país a ter empresas mais sólidas, seguras e rentáveis, contribuindo para uma economia mais forte e uma sociedade mais feliz”, destaca Felipe Barreto Veiga, sócio-fundador do BVA Advogados.

“O report nos traz a interpretação de que por desconhecimento ou porque pensam em economizar, empreendedores acabam evitando a parte burocrática e fazem de qualquer jeito, da maneira mais rápida, porque não é o core do negócio. Muitas vezes, deixam de formalizar novidades ou softwares produzidos no computador da própria empresa, e isso é um erro, pois a inovação é uma propriedade da empresa. Essa é uma economia que custa caro depois”, afirma Bruno Nardon, sócio do Gestão 4.0 e ex-Rappi.

Um dos problemas jurídicos mais peculiares e, frequentemente, encontrados nas estruturas e atividades das startups brasileiras está a ausência de assinatura em contratos pelas testemunhas ou pelas partes contratantes. O problema foi identificado em todas as empresas analisadas, em contratos celebrados com clientes e fornecedores, e até mesmo em contratos com investidores e colaboradores com contratos de vesting. Outra contingência identificada com relação aos contratos foi a data de assinatura, uma vez que os contratos indicaram uma data de celebração e apenas foram assinados posteriormente, pelo meio digital, problema jurídico foi em 15,38% das startups analisadas.

Ainda no âmbito trabalhista, a pesquisa mostra que 48,15% das empresas descumpriram a Convenção Coletiva de Trabalho e 15,38% até desconhecem a CCT que estão enquadradas. Foi constatado também que grande parte das startups possui contratos com prestadores de serviços, no entanto, as empresas deixaram de observar requisitos fundamentais do contrato de prestação de serviços, que geram o potencial de reconhecimento do vínculo empregatício com o profissional que deveria ser apenas um prestador

Outro ponto de atenção identificado foi a ausência de acordo de sócios na maioria das startups. De acordo com o estudo realizado, foi constatado que 76,92% das empresas não possuem acordo entre os sócios, o que aumenta a complexidade da saída de um sócio, caso necessário. Quanto à área tributária, a pesquisa demonstra que mais da metade das startups analisadas não realizam o recolhimento de contribuição previdenciária sobre o pagamento de pró-labore aos sócios, o que enseja risco fiscal, totalizando 53,85%.

No campo do direito autoral, considerando que as empresas analisadas possuem empregados ou prestadores de serviços para desenvolvimento de aplicativos e softwares, é necessário a celebração de um termo de cessão de propriedade intelectual com os respectivos desenvolvedores, a fim de resguardar os direitos da startup sobre a tecnologia em questão. No entanto, 69,23% das startups analisadas na pesquisa não seguiram com a celebração deste termo.

Além disso, a maioria das startups realizaram o pedido de registro de marca apenas na classe de sua principal atividade, deixando de realizar o pedido de registro de marca nas classes de atividades secundárias da sociedade. De acordo com o Report, 76,93% das startups realizaram o pedido de registro de marca apenas na classe principal. Já 7,69% das startups não realizaram o pedido de registro de marca na classe principal e classes secundárias. E um total de 15,38% não realizaram sequer o pedido de registro de marca.

Uma boa notícia se refere à necessidade de adequação das empresas para atender o previsto pela Lei Geral de Proteção de Dados. No total, 76,93% das empresas estudadas já estão adotando as medidas necessárias para o cumprimento da LGPD, o que não significa que todas estão adimplentes, mas sim que o assunto está sendo endereçado pelas empresas de tecnologia brasileiras.

Gerdau lidera ranking setorial de responsabilidade e governança corporativa do Brasil

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo, ocupa o 1º lugar no levantamento setorial de mineração, siderurgia e metalurgia do Ranking Merco de Responsabilidade e Governança Corporativa 2019. A companhia também está entre as 100 empresas mais responsáveis e com melhor Governança Corporativa do País, na 35ª colocação.

O levantamento anual, realizado pela Merco (Monitor Empresarial de Reputação Corporativa), utiliza uma metodologia de reputação dividida em quatro etapas: avaliação do Comitê de Direção de grandes empresas, parecer de especialistas, pesquisa com consumidores e benchmarking. Foram analisados ainda valores como comportamento ético, transparência, compromisso com o meio ambiente e contribuição à comunidade.

“Em 2019, avançamos na consolidação da nossa governança corporativa e em uma nova configuração do Conselho de Administração, que tem se dedicado ainda mais a questões de estratégia e definições de longo prazo. Entre elas, a incorporação de critérios ESG (ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês) na governança da Gerdau, que passaram a nortear nossas decisões estratégicas. Prezamos pela ética, transparência e integridade no relacionamento com todos os nossos públicos de interesse”, conclui Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.

Dia dos Pais: compras online aumentaram 22,2%

Dados do Índice Cielo de Varejo Ampliado, divulgados nesta terça-feira, mostram que o faturamento do e-commerce saltou 22,2% na semana do Dia dos Pais. Nesses dados do comércio eletrônico, não são levados em conta os números do setor de turismo e transporte, um dos mais atingidos pela crise.

Entre as categorias de presentes, a que mais se destacou foi a de varejo alimentício especializado, que inclui lojas de chocolate e vinho, por exemplo. O segmento teve aumento de vendas de 0,9% em relação a 2019.

Cosméticos e higiene pessoal (-16,4%), óticas e joalherias (-16,7%) e vestuários e acessórios (-21%) tiveram quedas de dois dígitos.

Enquanto o e-commerce teve crescimento em vendas, as vendas físicas do varejo encolheram 8,8% na semana do Dia dos Pais, na comparação com o mesmo período de 2019. Apesar do recuo, o dado também mostra que o setor vem se recuperando, já que os resultados negativos têm sido cada vez menos intensos.

“Algumas cidades no Brasil já iniciaram ensaios de liberação e volta do comércio de rua, com algumas limitações, principalmente em relação ao horário de funcionamento. Com isso, a experiência de compra física, está se tornando menos eficiente, e mais demorada, além dos riscos envolvidos. Dito isso, a saída com certeza será o universo digital, que tem surpreendido positivamente em relação a logística. Mesmo com o crescimento acelerado, os prazos de entrega dos principais sites de vendas no Brasil tem reduzido bastante”, explica Felipe Dellacqua, VP de vendas e sócio da multinacional de cloud commerce Vtex.

Descubra as 5 profissões que mais cresceram neste ano

Segundo o levantamento do Banco Nacional de Empregos (BNE), algumas profissões tiveram um grande crescimento de vagas devido a mudança comportamental do empreendedor e do consumidor. O estudo mostra que as vagas de desenvolvedor aumentaram cerca de 168,5%, entregador 73,44%, ajudante geral 28,81%, motoboy 17,80% e analista de marketing digital 15,91%.

Segundo o Presidente do BNE, Marcelo de Abreu, a pandemia do novo coronavírus moldou uma tendência para o mercado de trabalho. “Durante a pandemia muitos consumidores optaram por serviços delivery, internet e e-commerce, ou seja, são áreas que as empresas estão ampliando e, consequentemente, crescem na oferta de vagas”, conta.

Durante este período de pandemia, ainda é possível encontrar vagas nos setores que tiveram acréscimo de demandas, como os setores de logística, comércio e tecnologia. “Algumas mudanças de consumo talvez tenham vindo para ficar, os candidatos devem ficar atentos pois, talvez possa ser o momento de experimentar novas oportunidades no mercado de trabalho. Já as empresas precisam estar atentas para expandir o atendimento e considerar que agora terão novos consumidores”, finaliza Abreu.

• Desenvolvedor – 168,5 % Vagas: 300

• Entregador – 73,44% Vagas: 222

• Ajudante geral – 28,81% Vagas: 228

• Motoboy – 17,80% Vagas: 225

• Analista de marketing digital – 15,91% Vagas:102

Positivo lança cinco modelos de computadores “tudo em um”

Design, praticidade e produtividade. Com esses atributos, os computadores ‘tudo em um’ da família Positivo Union caíram no gosto do consumidor. Com CPU e monitor integrados, menos cabos e menor consumo de energia, eles oferecem a eficiência de um desktop em um design compacto, ocupam pouco espaço e têm preços imbatíveis. Agora, para atender tanto a empresas que precisam otimizar seus espaços e prover o distanciamento de seus funcionários, bem como a usuários que querem trabalhar, estudar ou se divertir em casa de maneira mais confortável, a Positivo está ampliando a linha com cinco novos modelos Positivo Union, e todos já vêm também com teclado e mouse sem fio para facilitar ainda mais a limpeza do espaço. As novidades estão disponíveis no varejo físico e online de todo o Brasil, pelo preço sugerido a partir de R$3.049,00.

Em comum, os cinco modelos têm monitor de LED de 22″, com 7,2 mm de espessura e qualidade de imagem em todos os ângulos garantida pela tecnologia Full HD com tecnologia IPS. A 8ª geração de processadores Intel Core está presente em todos eles, para mais desempenho e menos consumo de energia. As máquinas também contam com memória DDR4, que permite mais transferências e downloads de arquivos em menos tempo, além de licença de software de antivírus gratuita por 30 dias. As diferenças entre os modelos estão no sistema operacional, na versão do processador, na quantidade de memória RAM e na capacidade do armazenamento.

O Positivo Union i3 4500B é a versão inicial com processador Intel Core i3, Windows 10, HD de 500 GB e 4 GB de memória RAM. Há também o Positivo Union i3 41TB e o Positivo Union i3 41TBi que possuem as mesmas especificações do Union i3 4500B, mas com HD de 1 TB e sistema operacional Linux, respectivamente. Já o Positivo Union i3 81TB tem Intel Core i3, Windows 10, HD de 1 TB e 8 GB de memória RAM. E, por fim, o Positivo Union i3 81TBi é o mais avançado por apresentar especificações semelhantes às do Union 81TB com o diferencial do processador na versão i5.

Pequena empresa tem 5 bilhões de reais

Por Francisco Camargo

Apesar de as leis vigentes no Brasil apoiarem as empresas menores, existem muitos entraves ao desenvolvimento das chamadas MPMEs – Micro, Pequenas e Médias Empresas. Mesmo que a Constituição Brasileira, no seu artigo 179, estabeleça o papel do Estado no incentivo a essas companhias, a realidade sempre foi bastante diferente. Por isso, desde 2017, em diversos contatos com o governo e suas agencias, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software tem recomendado especial atenção ao problema das garantias exigidas das MPMEs e a pouca capilaridade dos programas governamentais.

Criar e dirigir uma MPME não é tarefa fácil. É necessário conquistar clientes, conseguir o capital necessário para investimento e capital de giro, e ainda enfrentar a falta de segurança jurídica, que tem prevalecido em duas áreas-chave: a tributária e a trabalhista.

Não basta existirem vários programas de financiamento e fomento, como os elencados no Guia de Fomento da ABES , se na hora da necessidade as empresas enfrentam alguns problemas com os agentes repassadores, sua burocracia, a exigência de garantias reais (hipoteca, fiança bancária) e a falta de capilaridade desses agentes.

Para acesso às linhas de crédito para projetos, do BNDES ou FINEP, citando dois exemplos, é preciso passar por um processo longo e com altos custos, especialmente quando se contrata uma consultoria para ajudar na formatação. Se aprovado o projeto, vem a exigência de garantias reais, hipotecas ou fiança bancária.

Para as grandes empresas que possuem departamentos dedicados ou contam com consultorias, esses entraves burocráticos e as garantias não costumam ser um problema. Mas, quando o assunto é a micro ou pequena empresa, a situação, na prática, é diferente da teoria. E a importância dessas empresas é inegável: elas respondem por boa parte dos empregos e do PIB – Produto Interno Bruto brasileiro. Somente no universo de duas mil empresas associadas e conveniadas da ABES, mais de 75% são MPMEs que enfrentam problemas similares ao exposto.

A necessidade de ação para assegurar, para além do papel, a efetivação e o acesso das MPMEs aos benefícios a quem têm direito motivou a ABES a desenvolver um trabalho junto ao Governo Federal e suas agências de fomento para equacionar o grave problema das garantias para obtenção de crédito. Uma das propostas era a de utilizar os diversos fundos de garantia do governo, de forma unificada, para que que eles assegurassem (dando aval) uma parte substancial dos financiamentos tomados pelas MPMEs junto aos bancos comerciais, públicos ou privados.

Com isso se resolveriam três problemas principais:

• Capilaridade, os bancos comerciais têm mais de 20 mil postos de atendimento espalhados pelo território nacional;

• Garantias, pois o aval dos fundos garantidores é muitas vezes melhor que a exigência de garantias reais;

• Recursos, o governo federal não precisaria transferir recursos do Tesouro para o BNDES, a fim de suprir as necessidades de financiamento do sistema, mas apenas dar a garantia para o risco representado pelas MPMEs.

Os Fundos e o BNDES dariam somente a garantia do risco de crédito, como fazem outros organismos modernos. Um exemplo é a francesa COFACE (Compagnie Française d’Assurance pour le Commerce Extérieur), que alivia a necessidade de caixa do governo federal, especialmente neste momento crítico para o orçamento da união.

Depois de algum tempo de peregrinação da ABES para viabilizar essa recomendação, a equipe da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade ouviu e entendeu o alcance da demanda. A solução ficou a cargo da Secretaria Adjunta de Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços e da Subsecretaria de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, que, finalmente, criaram o Programa Emergencial de Acesso a Crédito, por meio da MP 975, bem como outros do BNDES/FINEP.

Melhor do que exercer o direito de ser ouvido, que está previsto no Artigo 5º., Inciso XXXIV, item A, da Constituição Federal, é saber que as recomendações eram legitimas e foram adotadas. Estas medidas defendidas pela ABES beneficiaram todas as micros, pequenas e médias empresas do Brasil, sem necessariamente estarem ligadas a uma associação ou sindicato ou a determinado setor. Efetivamente, vemos que as recomendações da ABES serviram como alerta para a criação da solução que possibilitou que as MPMEs tenham acesso à linhas de crédito, muito necessárias nesta época de Covid-19.

A ABES espera que esse sistema seja aperfeiçoado para épocas mais “normais”, por meio da criação de um Sistema Brasileiro de Garantias e Avais, que por meio da coordenação de todos os fundos de avais, da União, Estados, Municípios, Bancos, Associações, permita reduzir o risco sistêmico pela compra e venda de Swaps de Credito. O sistema será mais seguro e barato, quando os fundos de avais também puderem receber, direta ou indiretamente, contragarantias convencionais (recebíveis, etc.) e não-convencionais (ações ou quotas, marcas, patentes, sistemas, etc.), das empresas beneficiadas, reduzindo o custo cobrado por esses avais.

A ABES tem como propósito contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, pois acreditamos que a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades, melhorando a qualidade de vida de todos, de forma inclusiva e igualitária, assegurando um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico e competitivo globalmente.

A ABES agradece a todos os envolvidos por terem encontrado a solução em tão curto espaço de tempo.

*Francisco Camargo é presidente do conselho da ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software e fundador da CLM, distribuidora latino-americana de valor agregado.

Por Francisco Camargo*

Apesar de as leis vigentes no Brasil apoiarem as empresas menores, existem muitos entraves ao desenvolvimento das chamadas MPMEs – Micro, Pequenas e Médias Empresas. Mesmo que a Constituição Brasileira, no seu artigo 179, estabeleça o papel do Estado no incentivo a essas companhias, a realidade sempre foi bastante diferente. Por isso, desde 2017, em diversos contatos com o governo e suas agencias, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software tem recomendado especial atenção ao problema das garantias exigidas das MPMEs e a pouca capilaridade dos programas governamentais.

Criar e dirigir uma MPME não é tarefa fácil. É necessário conquistar clientes, conseguir o capital necessário para investimento e capital de giro, e ainda enfrentar a falta de segurança jurídica, que tem prevalecido em duas áreas-chave: a tributária e a trabalhista.

Não basta existirem vários programas de financiamento e fomento, como os elencados no Guia de Fomento da ABES , se na hora da necessidade as empresas enfrentam alguns problemas com os agentes repassadores, sua burocracia, a exigência de garantias reais (hipoteca, fiança bancária) e a falta de capilaridade desses agentes.

Para acesso às linhas de crédito para projetos, do BNDES ou FINEP, citando dois exemplos, é preciso passar por um processo longo e com altos custos, especialmente quando se contrata uma consultoria para ajudar na formatação. Se aprovado o projeto, vem a exigência de garantias reais, hipotecas ou fiança bancária.

Para as grandes empresas que possuem departamentos dedicados ou contam com consultorias, esses entraves burocráticos e as garantias não costumam ser um problema. Mas, quando o assunto é a micro ou pequena empresa, a situação, na prática, é diferente da teoria. E a importância dessas empresas é inegável: elas respondem por boa parte dos empregos e do PIB – Produto Interno Bruto brasileiro. Somente no universo de duas mil empresas associadas e conveniadas da ABES, mais de 75% são MPMEs que enfrentam problemas similares ao exposto.

A necessidade de ação para assegurar, para além do papel, a efetivação e o acesso das MPMEs aos benefícios a quem têm direito motivou a ABES a desenvolver um trabalho junto ao Governo Federal e suas agências de fomento para equacionar o grave problema das garantias para obtenção de crédito. Uma das propostas era a de utilizar os diversos fundos de garantia do governo, de forma unificada, para que que eles assegurassem (dando aval) uma parte substancial dos financiamentos tomados pelas MPMEs junto aos bancos comerciais, públicos ou privados.

Com isso se resolveriam três problemas principais:

• Capilaridade, os bancos comerciais têm mais de 20 mil postos de atendimento espalhados pelo território nacional;

• Garantias, pois o aval dos fundos garantidores é muitas vezes melhor que a exigência de garantias reais;

• Recursos, o governo federal não precisaria transferir recursos do Tesouro para o BNDES, a fim de suprir as necessidades de financiamento do sistema, mas apenas dar a garantia para o risco representado pelas MPMEs.

Os Fundos e o BNDES dariam somente a garantia do risco de crédito, como fazem outros organismos modernos. Um exemplo é a francesa COFACE (Compagnie Française d’Assurance pour le Commerce Extérieur), que alivia a necessidade de caixa do governo federal, especialmente neste momento crítico para o orçamento da união.

Depois de algum tempo de peregrinação da ABES para viabilizar essa recomendação, a equipe da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade ouviu e entendeu o alcance da demanda. A solução ficou a cargo da Secretaria Adjunta de Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços e da Subsecretaria de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, que, finalmente, criaram o Programa Emergencial de Acesso a Crédito, por meio da MP 975, bem como outros do BNDES/FINEP.

Melhor do que exercer o direito de ser ouvido, que está previsto no Artigo 5º., Inciso XXXIV, item A, da Constituição Federal, é saber que as recomendações eram legitimas e foram adotadas. Estas medidas defendidas pela ABES beneficiaram todas as micros, pequenas e médias empresas do Brasil, sem necessariamente estarem ligadas a uma associação ou sindicato ou a determinado setor. Efetivamente, vemos que as recomendações da ABES serviram como alerta para a criação da solução que possibilitou que as MPMEs tenham acesso à linhas de crédito, muito necessárias nesta época de Covid-19.

A ABES espera que esse sistema seja aperfeiçoado para épocas mais “normais”, por meio da criação de um Sistema Brasileiro de Garantias e Avais, que por meio da coordenação de todos os fundos de avais, da União, Estados, Municípios, Bancos, Associações, permita reduzir o risco sistêmico pela compra e venda de Swaps de Credito. O sistema será mais seguro e barato, quando os fundos de avais também puderem receber, direta ou indiretamente, contragarantias convencionais (recebíveis, etc.) e não-convencionais (ações ou quotas, marcas, patentes, sistemas, etc.), das empresas beneficiadas, reduzindo o custo cobrado por esses avais.

A ABES tem como propósito contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, pois acreditamos que a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades, melhorando a qualidade de vida de todos, de forma inclusiva e igualitária, assegurando um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico e competitivo globalmente.

A ABES agradece a todos os envolvidos por terem encontrado a solução em tão curto espaço de tempo.

Francisco Camargo, presidente do conselho da ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software e fundador da CLM, distribuidora latino-americana de valor agregado.

Faturamento do agronegócio deve aumentar em até 25% este ano, diz KPMG

Uma pesquisa realizada pela KPMG apontou que, para 33% dos empresários do setor de agronegócio do Brasil, o faturamento das empresas que lideram deve aumentar entre 10% e 25% este ano. Segundo o estudo, outros 33% dos entrevistados esperam por um resultado próximo ao obtido no ano anterior. Essas são algumas das conclusões da “Pesquisa nacional sobre o impacto da covid-19 nos negócios” que avalia as perspectivas do mercado setorial durante a pandemia.

De acordo com os dados divulgados pelo levantamento, para 66% dos entrevistados o faturamento das empresas do setor cresceu nos meses de abril e maio deste ano, se comparado com o mesmo período do ano anterior. Já para outros 33%, no entanto, o nível de receitas obtidas permaneceu o mesmo nos dois meses.

“Apesar dos desafios enfrentados durante a pandemia, a pesquisa mostra que o setor de agronegócio, por ser fortemente demandado no Brasil, conseguiu sobreviver bem à crise durante esse período”, afirma o sócio-líder de clientes e mercados da KPMG no Brasil e na América do Sul, André Coutinho.

Com relação à previsão de faturamento para o ano que vem, 33% dos empresários do setor acreditam que também haverá um aumento de 10% a 25%. Para outros 33% deles as receitas das organizações devem crescer mais de 25% no próximo ano.

“A pesquisa retrata não apenas a resiliência do agronegócio diante da pandemia, mas também a importância do setor para a retomada da economia do Brasil, com expectativas robustas de crescimento do faturamento para 2020 e 2021”, avalia a sócia-líder do setor de agronegócio da KPMG no Brasil, Giovana Araújo.

Sobre a pesquisa:

A “Pesquisa nacional sobre o Impacto da covid-19 nos negócios” foi feita no mês de junho, deste ano, com empresários dos seguintes setores: agronegócio (6%); consumo e varejo (18%); energia e recursos naturais (12%); governo (4%); saúde e ciências da vida (2%); mercados industriais (11%); infraestrutura (8%); ONGs (2%); serviços (9%); setor financeiro (19%); e tecnologia, mídia e telecomunicações (9%). Já a distribuição geográfica dos entrevistados foi 65,93% no Sudeste, 18,68% no Sul, 9,89% no Centro Oeste, 4,4% no Nordeste e 1,1% no Norte.

O conteúdo está disponível na íntegra no link:

http://home.kpmg/br/pt/home/insights/2020/07/pesquisa-nacional-impacto-covid-19-nos-negocios.html.

Uber lança plano de assinatura

Chega nesta terça-feira ao Brasil o novo e mais abrangente plano de assinatura da Uber até hoje. O Uber Pass reúne todos os serviços de intermediação digital que compõem a plataforma da Uber e é o mais recente passo da empresa rumo à meta de se tornar um app que faz parte do dia a dia de quem mora em uma cidade grande.

Por R$ 24,99 por mês, o assinante do Uber Pass recebe:
• Entrega grátis em todos os pedidos de Uber Eats de mais de R$ 30;
• Entrega grátis em todos os pedidos de Cornershop de mais de R$ 100;
• 10% de desconto em todas as viagens de UberX, em qualquer cidade do país;
• Atendimento preferencial nos canais de suporte da Uber.

E, para comemorar a novidade, quem assinar o plano dentro dos próximos 30 dias ainda vai ganhar um mês de teste grátis e 10% de desconto em um pedido do Uber Eats.

“Acreditamos que o Uber Pass tem potencial para ser um divisor de águas na trajetória da Uber no Brasil”, diz George Gordon, diretor da Uber para a América Latina. “Com o Uber Pass, tanto o UberX quanto todos os outros serviços que fazem parte da nossa plataforma ficam mais acessíveis a um maior número de pessoas.”

“É muito promissor lançar um produto como esse em um momento em que todos nós estamos olhando para as nossas contas e controlando o orçamento”, completa. “As consequências da pandemia da COVID-19 estão cada vez mais reais, e a Uber tem um papel importante na recuperação das cidades e dos indivíduos.”

O UberX é o produto da Uber mais famoso no país, presente em mais de 500 cidades e com 22 milhões de usuários ativos.

O Uber Eats é a plataforma de delivery que mais cresce no mundo e, desde março, vem se reinventando para dar apoio aos restaurantes e entregadores parceiros atingidos pela pandemia e também para passar a atender novos setores da economia, incluindo lojas de conveniência, farmácias, pet shops e até floriculturas.

E a mais nova adição é a Cornershop, uma start-up integrada aos apps da Uber e do Uber Eats há menos de um mês e já presentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Salvador, Recife, Goiânia e Campinas. Além do Brasil, a Cornershop também já está presente no Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México e Peru.

Inovação vai reter vírus em sistemas de ar-condicionado

Com a retomada gradual das atividades presenciais ao ambiente de trabalho, aumenta a preocupação em relação ao risco de contágio da Covid-19, principalmente em ambientes fechados onde há maior risco de transmissão do vírus. Diante desta necessidade, a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) está apoiando o projeto da parceria entre as empresas Loygus e Ecoloy para o desenvolvimento de um filtro capaz de dissipar cargas biológicas em ambientes refrigerados.

A inovação está sendo desenvolvida por pesquisadores da Unidade EMBRAPII – Senai Cimatec, referência como centro de pesquisa aplicada, e tem como objetivo criar um protótipo de filtro reutilizável a ser instalado em aparelhos de ar-condicionado para atuar como barreira no fluxo de ar e reter nanopartículas que tenham tamanhos próximos aos de agentes virais. Com a retenção, é possível evitar que estas partículas se espalhem pelo o ambiente por meio da ventilação artificial.

Atualmente, os modelos de ar-condicionado disponíveis no mercado possuem diferentes tipos de filtros, cada um com seu nível de eficiência, mas apenas atuando como barreira mecânica a poeiras ou partículas maiores suspensas no ar.

Segundo a pesquisadora Bruna Machado, do Senai Cimatec, esta solução vai suprir uma demanda da indústria, já que os equipamentos comerciais não retêm nanopartículas com essas características. “Esse projeto terá um grande impacto para evitar a disseminação de diferentes partículas virais, incluindo o SARS-CoV-2 (novo coronavírus), e dessa forma atuar como uma importante barreira para reduzir contaminações em diferentes ambientes e promover maior segurança para as pessoas”, afirma. “A nossa parceria permitirá o desenvolvimento de mais uma solução que beneficiará de forma direta a indústria e toda a sociedade.”

Outro ponto de destaque do projeto é a facilidade para ser implementado na linha de produção e escalável para os diversos modelos de aparelhos de ar-condicionado já existentes, quesitos fundamentais diante do cenário emergencial de pandemia.

Iniciativas EMBRAPII contra o Coronavírus

A EMBRAPII é uma Organização Social com contrato de gestão com os Ministérios de Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações (MCTIC), Educação (MEC) e Saúde. A instituição adotou uma série de medidas que irão contribuir para o desenvolvimento de projetos emergenciais como este com o objetivo de viabilizar soluções que unam a pesquisa ao setor empresarial. Já são mais de 50 projetos apoiados no combate à pandemia. Tudo de forma rápida, flexível e sem burocracia.

Projeto da Coppe/UFRJ, apoiado por FURNAS, é selecionado para programa de empreendedorismo internacional do MIT

Projeto de inovação e empreendedorismo apoiado por FURNAS acaba de ser selecionado para o REAP, programa de aceleração de startups coordenado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). A iniciativa do Laboratório de Inovação Tecnológica (LabrInTOS) da Coppe/UFRJ tem o objetivo de estimular a criação e o desenvolvimento de startups focadas nos setores de energia e sustentabilidade e, com isso, transformar o Rio de Janeiro no “Vale do Silício” destas áreas, por meio da aplicação da metodologia do MIT REAP aos atores e contexto locais.

O investimento previsto para implementação do projeto é R$ 3,2 milhões. FURNAS aportará R$ 1,3 milhão. O restante dos recursos serão aportados por empresas do setor de energia e orçamento da União. A expectativa é, a partir do início da implementação das ações, atrair cerca de R$ 200 milhões em novos investimentos para o estado do Rio de Janeiro, incluindo inversões em startups, em projetos de P&D e difusão de novas tecnologias.

“A nossa participação no projeto selecionado pelo MIT REAP vai ao encontro da atuação da empresa no sentido de adotar iniciativas de inovação com o objetivo de desenvolver novos produtos, otimizar procedimentos e reduzir custos. Ao fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo de impacto na sociedade e ao mesmo tempo manter a relevância da empresa no mercado de energia, criamos uma relação de benefício mútuo entre empresa, iniciativa privada e sociedade”, declara Pedro Brito, presidente interino e diretor de administração de FURNAS.

De acordo com o presidente da Eletrobras Wilson Ferreira Júnior, participar de um projeto selecionado pelo MIT para acelerar a transformação do Rio de Janeiro por meio da energia e da sustentabilidade é, para a companhia, uma tradução perfeita da visão de futuro, descrita no Plano Estratégico para o período de 2020 a 2035: ser uma empresa inovadora, de energia limpa, reconhecida pela excelência e sustentabilidade. “Temos orgulho em transformar a realidade à nossa volta, enquanto perseguimos esta ambiciosa meta. Por isso a satisfação em ter nossa subsidiária FURNAS integrando tão importante iniciativa”, enfatizou.

Programa

Anualmente, o REAP seleciona até oito regiões do mundo para um programa de treinamento com dois anos de duração. O projeto selecionado deve engajar, desde o envio da proposta, os atores previstos pela metodologia: universidades, corporações, governo, empreendedores e investidores de venture capital, também conhecido como capital de risco ou capital empreendedor.

“O Rio de Janeiro é uma região com grande potencial. Temos condições para transformar o estado em um polo global de inovação nas áreas de energia e sustentabilidade com a ajuda do MIT REAP. Contamos com grandes empresas do setor – tanto em petróleo & gás como energia elétrica -, temos universidades de excelência nessas áreas e instituições governamentais fundamentais tanto para o setor de energia como para o apoio à inovação de maneira geral”, destaca Hudson Mendonça, coordenador e pesquisador do LabrInTOS, da Coppe/UFRJ.

O programa é dividido em quatro fases: diagnóstico, elaboração da estratégia de ação, implementação das ações e estratégia de sustentação. Ao completar o programa, os integrantes do grupo têm o compromisso de disseminar o conhecimento na região selecionada, que passa a fazer parte do REAP Global. Estão previstos, ainda, a criação do programa pesquisador empreendedor e um espaço onde se concentrarão as startups aceleradas na iniciativa.

Uma das principais oportunidades será a criação de novas startups focadas nos setores de energia e sustentabilidade. Hoje, das 12.700 startups da base da ABStartups (Coppe/UFRJ), apenas 157 são ligadas a esses setores, em todo o Brasil.

Foco em inovação

Com 63 anos de operação e corpo técnico com expertise atestada na construção, operação e manutenção de 21 usinas hidrelétricas e 30 mil km de linhas de transmissão espalhados em 15 estados e o Distrito Federal, FURNAS quer ser reconhecida também por sua capacidade de inovação.

Incentivada pela atual gestão da empresa, foram criadas iniciativas e programas de inovação que já resultaram em mais de 80 projetos, parcerias com startups e entidades como o SENAI/RJ, além de um P&D com financiamento de R$ 30 milhões. Tudo isso para que a expertise do seu corpo técnico seja revertida em novos produtos e procedimentos que possam ser escalados para todas as unidades da companhia e até para outras empresas do setor elétrico.

“Incentivamos nossos colaboradores a adotar iniciativas de inovação e estabelecer uma nova forma de pensar, uma verdadeira cultura de inovação. FURNAS é uma empresa de técnicos que conhecem seu ofício de geração e transmissão de energia elétrica como poucos hoje nesse mercado. Foi necessário apenas um empurrão para que novas ideias e projetos começassem a surgir e já possamos colher os primeiros resultados”, reforça o Presidente Interino da empresa, Pedro Brito.

Representantes do Governo, empreendedores e investidores

A metodologia do MIT REAP exige a presença de pelo menos um dos participantes representando o Governo. Isso porque muitas ações estratégicas necessárias para o desenvolvimento de i-Ecossistemas são relacionadas a medidas governamentais. Nas edições passadas, 28% das ações estratégicas envolviam parcerias público-privadas e 12% estavam ligadas a políticas públicas. A formação do i-Ecossistema demanda, ainda, a inclusão de empreendedores e fundos de investimento.