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Auster evolui um dos seus principais produtos com ajuda da Espresso Labs

A transformação digital veio a galope com a pandemia do COVID-19. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o fenômeno movimentará R﹩ 465,6 bilhões até 2023. E não só as grandes empresas que precisam se preocupar com Transformação Digital: se as pequenas e médias não se atualizarem, correm o risco de ficar para trás.

A Auster, empresa que desenvolve soluções comportamentais para gestão de crises e apoio aos colaboradores no mercado corporativo, atua há mais de 35 anos no mercado e sentiu a necessidade de inovar um de seus produtos, o Viva OK. Para isso, decidiu contratar uma consultoria e software house, a Espresso Labs, para conseguir desenvolver uma plataforma mais dinâmica e intuitiva para seus colaboradores e clientes.

O Viva OK é uma ferramenta que oferece artigos, cursos online, manuais informativos, testes, vídeos, podcasts, chat com especialistas, entre outras atividades, com o objetivo de proporcionar aos usuários autoconhecimento, bem-estar e uma melhor qualidade de vida, temas muito relevantes no contexto da pandemia do Covid19.

Quando a Auster nos procurou, estavam com a plataforma Viva OK desatualizada tanto visual quanto tecnicamente. Isso acarretava no desinteresse por parte dos clientes e eventuais instabilidades no sistema. Focamos em reformular toda a experiência e infraestrutura do sistema para entregar mais valor ao cliente final, afirma Eduardo Missaka, sócio-fundador da Espresso Labs .

O time da Espresso Labs, empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos, plataformas e software em geral junto com a equipe da Auster criou novas interfaces para o sistema, deixando – o mais organizado, acessível e moderno.

Após a primeira parte do trabalho, que envolvia o redesenho da parte visual da plataforma, ser aprovada pelo time da Auster, a equipe de desenvolvedores da Espresso Labs reconstruiu, de forma completa, a plataforma Viva OK, seguindo os padrões mais modernos de programação e de proteção de dados.

A segurança dos dados foi um ponto crucial no projeto. Trabalhamos para implementar medidas para proteger a integridade dos dados tanto on-line quanto off-line explica o sócio-fundador.

Resultados

Após alguns meses da reconstrução total da plataforma, é prática comum da Espresso Labs acompanhar a evolução dos resultados junto ao cliente para avaliar se a solução possui pontos de melhoria.

Com o tempo, recebemos o feedback de que o trabalho desenvolvido deu certo e superou as expectativas dos colaboradores, usuários e diretores. A Viva OK conta, atualmente, com mais de 50 empresas parceiras, que fornecem os conteúdos para a plataforma. Além disso, o fluxo de acessos às informações relevantes e direcionamentos importantes aumentaram o valor percebido pelos clientes-finais da Auster, comenta Eduardo.

Futuro da Espresso Labs

Além da Auster, a software house que foi fundada em 2018 pelos sócios Thiago Yukio, Bruno Miyamoto e Eduardo Missaka, já atuou também para Unilever, C&A, ResMed, Cruz Vermelha Brasileira, Dorel Juvenile, entre outros.

Os sócios acreditam que, por conta da pandemia do coronavírus, as empresas tiveram que ir atrás de repensar seus processos e isso fez com a Espresso Labs conseguisse um crescimento fora da curva. Desde 2018, quando decidimos criar a Espresso, vínhamos em um crescimento constante, pois acreditávamos que aos poucos as empresas iriam se digitalizar, mas a pandemia acelerou o processo e nós estávamos preparados para a alta demanda, afirma Eduardo.

Atualmente, a Espresso Labs conta com uma equipe de 25 profissionais entre designers, programadores e consultores que conseguem entregar projetos para diferentes nichos do mercado. A software house aposta no desenvolvimento de uma solução completa, do design ao código e em uma equipe multidisciplinar para oferecer o melhor para cada cliente. Por mais clichê que seja, cada caso é um caso. A solução que oferecemos a um cliente pode não funcionar para outro. É necessário adentrar na realidade e nos processos e no contexto do cliente para entender o que melhor funciona para ele.

Por conta do crescimento de 2020 e com as expectativas de que as empresas não vão recuar quando o assunto for transformação digital, os sócios projetam um faturamento de cerca de R﹩ 3,5 milhões em 2021, 84% a mais que em 2020.

BlackRocks Startups anuncia selecionadas para o Grow Startups

O BlackRocks Startups (BRS) – Hub de inovação que acelera startups lideradas por empreendedores negros – anuncia o resultado da seleção do Grow Startups – Cresça seu negócio – programa de aceleração de startups voltado para o crescimento econômico e escalável dos negócios liderados por empreendedores negros. Abaixo, a lista com os nomes das classificadas nesta edição, realizada em parceria com o BTG Pactual:

• Double Dash Studios (doubledashstudios.com/en/) – plataforma de criação de jogos culturais;


• Edukarnegócios (www.edukarnegocios.com) – Edtech focada em estratégia corporativa;
• FazerOrçamento.com (

fazerorcamento.mailchimpsites.com/home) – Plataforma de elaboração de orçamentos para profissionais liberais;


• Goodchef (goodchef.com.br) – plataforma para pequenos empreendedores da área de foodservice;

• GoPhone (https://app.gophonebrasil.com/) – solução de proteção para smartphones com serviços realizado em uma plataforma digital;


• OnePercent (onepercent.io) – Desenvolvimento de projetos baseados em blockchain;


• Smart Dispenser (smartdispenser.herokuapp.com) – Solução tecnológica em dispensers;


• Unicainstância (https://unicainstancia.com.br/) – Inteligência artificial responsável por predizer sobre ações judiciais de cobranças indevidas em contas de consumo;


• Viverde Casa (https://linktr.ee/viverdecasa) – Plataforma de capacitação e mediação de mão de obra para construção civil; e

• Trampay (https://trampay.com/) – Fintech de benefícios aos trabalhadores, conectando com empreendedores, ofertando descontos e produtos acessíveis

As empresas citadas acima terão acesso ao boostLAB, hub de negócios do BTG Pactual para as empresas Tech dedicado a conexão e potencialização de startups em tração – créditos de até US$ 5mil por dois anos em ferramentas e recursos da Amazon e ao programa de conexão das startups com grandes empresas. Tudo isso com o objetivo de fortalecer o networking desses empreendedores, bem como criar oportunidades de negócios e acesso aos fundos de investimentos.

Os encontros serão online e todas as selecionadas têm ao menos um fundador negro. “Queremos que negócios inovadores estejam no radar do ecossistema de startups no Brasil e que estes negócios tenham oportunidades de acesso e principalmente que mostrem seus diferenciais em um mercado que pouco valoriza nossa inteligência”, explica Maitê Lourenço.

O Grow Startups terá duração de 4 meses, com uma dedicação média de 15 horas semanais, quando serão realizadas reuniões tanto em conjunto com as demais startups participantes do programa, quanto de forma individual – sempre online. É necessário, ainda, que os fundadores estejam sempre presentes nesses encontros.

“Estamos muito felizes e esperançosos com essa parceria com a BlackRocks. Ficamos bastante satisfeitos com o número de inscrições e com a qualidade das startups escolhidas. Nossa expectativa é que este tipo de iniciativa motive cada vez mais empreendedores negros a lançarem novos projetos, com a certeza de que iremos apoiá-los em conjunto com a BlackRocks.”, afirma Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.

Dia Internacional das Pessoas com Deficiências: para 93% deles, pandemia tem dificultado procura por emprego

Celebrado no dia 3 de dezembro, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência é mais uma relevante data para reforçar a importância da inclusão da pessoa com deficiência em todos os ambientes da sociedade. E em meio à pandemia, a reivindicação por oportunidades de emprego se tornou ainda mais necessária. É o que mostra pesquisa da Catho realizada com mais de 1,4 mil profissionais com deficiência.

De acordo com o levantamento, a pandemia do novo coronavírus tem dificultado a procura por emprego para 93% dos respondentes. Para 69%, justamente, a falta de oportunidades é a maior barreira profissional enfrentada por eles.

“Os dados mostram que para essa significativa parcela da população, a pandemia piorou ainda mais a procura por trabalho desses profissionais. Por isso, é crucial que as empresas se conscientizem da importância e criem mecanismos de inclusão que vão além do cumprimento da Lei de Cotas”, destaca Ricardo Morais, gerente sênior da Catho.

O levantamento ainda mostra que a forma mais comum para procurar empregos por profissionais com deficiência tem sido a internet (83%), principalmente os sites de recrutamento – como a Catho -, que oferece gratuidade aos profissionais com laudo válido, desde 2016.

Mutirão virtual de emprego oferece vagas de emprego e revisão de currículo

Atuando de maneira ativa na luta por inclusão há anos, no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, a empresa promove de maneira on-line e gratuita o Mutirão de Empregos #MinhaVagaPorDireito voltado exclusivamente para esse público com oferta de vagas e apoio de grandes empresas como Ambev, Burger King, Vivo, CCR, Grupo Almativa, Santa Causa, Consolidar e Santo Caos.

Neste ano, a programação do evento contará com workshop sobre como ter o currículo de sucesso, palestras com recrutadores e especialistas, além de painel com influenciadores e revisão de currículos.

O evento contará, também, o sorteio de consulta on-line (telemedicina). A ação visa aumentar o número de profissionais com laudo, visto que segundo pesquisa da Catho, 72% já tiveram problemas na hora de ser contratado devido ao documento.

Na segunda edição do evento, o mutirão tem como principal proposta colocar em prática o manifesto do Minha Vaga Por Direito, movimento da Catho que, desde 2018, reivindica mais oportunidades ao profissional com deficiência. Em 2019, na primeira edição, mais de mil vagas de emprego foram ofertadas.

“O mutirão tem o objetivo de tornar em ação efetiva nossos esforços com relação a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Para nós, o evento acontece como um impulsionador de empregabilidade para esse público que está em busca de oportunidades, é capacitado mas, esbarra, muitas vezes, na invisibilidade e discriminação. Sendo assim nosso propósito é contribuir para que esses profissionais sejam cada vez mais vistos, ainda mais agora com a pandemia e imposição de mais dificuldades”, afirma Morais.

Serviço:

Mutirão de Empregos #MinhaVagaPorDireito

Data: 3 de dezembro

Link para o evento:https:// www.minhavagapordireito.com.br/mutirao

Horário: 15h às 17h30

Entrada: Gratuita

Inscrição: www.minhavagapordireito.com.br/mutirao

Ipiranga promove aceleração de startups, por meio do Programa Scale-Up da Endeavor

A Ipiranga é patrocinadora da primeira edição do Scale-Up Endeavor Smart Cities, programa de aceleração da Endeavor que tem como objetivo selecionar 12 empresas de tecnologia que proponham soluções e desenvolvimento inteligente para cidades brasileiras. O Turbo, hub de inovação da Ipiranga, participará ainda de meetups e conexões que serão oferecidas aos empreendedores selecionados.

O Scale-up Endeavor Smart Cities tem como foco negócios que proponham soluções em áreas como mobilidade, logística, turismo, conectividade, economia circular, energia, água, lixo, govtech e segurança. Os empreendedores interessados, e que se encaixem no perfil procurado pelo programa de aceleração, podem acessar mais informações e se inscrever até o dia 15 de janeiro de 2021: https://endeavor.org.br/scaleup/smart-cities/.

Com a participação, o Turbo terá a oportunidade para avançar ainda mais nos pilares de Energia e Mobilidade, reforçando o propósito da Ipiranga de facilitar a vida e a mobilidade das pessoas, sempre apoiado em sua estratégia de sustentabilidade. Os Postos Ipiranga estão presentes em todos os estados do país, integrados ao dia a dia das cidades brasileiras, e ambicionam acelerar a transformação dos negócios para suprir a sociedade do futuro.

“Nós acreditamos em uma expansão estratégica de nossos negócios como um catalisador da Ipiranga do futuro, garantindo nossa entrada e relevância em mercados ainda pouco explorados”, afirma Marcelo Araujo, Presidente da Ipiranga. O programa permite uma conexão com players estratégicos nessa expansão, reafirmando a metodologia open innovation que vem direcionando a jornada do Turbo. As scale-ups têm um modelo de negócio sólido e validado, com uma operação robusta para escala acelerada, além de um time estruturado com velocidade de execução e escalabilidade.

A parceria com a Endeavor reforça a atual estratégia da Ipiranga, que vem construindo parcerias estratégicas junto a startups, gerando novos mercados para o seu negócio e fomentando o empreendedorismo no Brasil.

Black Friday: levantamento da PROTESTE ajuda consumidor a não cair em armadilhas

Na Black Friday, muitos consumidores estão aguardando oportunidades de compra com descontos reais. Porém, nem sempre isso acontece, pois muitas lojas fazem, antecipadamente, uma maquiagem nos preços, fazendo com que seus produtos pareçam verdadeiras promoções.

Para evitar armadilhas deste tipo, no período de janeiro a novembro, a PROTESTE acompanhou preços de algumas categorias de produtos, que estão entre os mais buscados pelos consumidores na internet, de acordo com dados do Google.

O consumidor também pode contar com a ajuda da associação para pesquisar outros itens de seu interesse, instalando em seu navegador a ferramenta Mais Barato , um comparador de preços exclusivo da PROTESTE.

O estudo considerou o histórico de preços de 42 lojas, para seis categorias – geladeira, máquina de lavar, micro-ondas, smartphones, televisão e ventilador. Acompanhe os resultados do levantamento e escolha com sabedoria. Além disso, em todos os casos, confira antes da transação o valor do frete!

Smartphones

Samsung S10 Plus 128GB: os preços, no período, oscilaram entre R﹩ 2.439 e R﹩ 5.899, o que significa uma variação de 141,86%. Na análise da PROTESTE, o produto só vale a pena na Black Friday se for vendido pelo valor de R﹩2.439 ou menor.

iPhone XR de 128 GB: assim como os outros iPhones, o produto apresentou um aumento do preço mínimo ao longo do tempo, provavelmente devido à alta do dólar. O preço online mínimo foi R﹩ 2.903 (em 27/03), enquanto o máximo foi de R﹩ 5.608,98 (7/11), uma variação de 93,21%. Encontrar o produto abaixo de R﹩ 3.000 vai ser bastante improvável, mesmo na Black Friday, pois em novembro o menor preço mínimo encontrado foi de R﹩ 3.678,99. Sendo assim, valores próximos de R﹩ 3.000 podem ser uma boa oferta para esse produto. Vale lembrar que o aparelho pode vir sem fone de ouvido e carregador, conforme a nova estratégia da Apple.

iPhone 11 de 64GB: o preço online mínimo foi R﹩ 3.499 (09/07), enquanto o máximo foi R﹩ 6.599 (30/10). A variação encontrada foi de 88,59 %. Com o aumento do dólar e o reajuste da Apple, vai ser difícil achar esse produto abaixo de R﹩ 4.000 – que também pode vir sem fone e carregador.

Motorola G8 Power: o preço online mínimo foi R﹩ 1.143,12 (26/03) e o máximo, R﹩ 2.199 (15/09), com variação de 92,36%.

Samsung Galaxy A31: o preço online mínimo encontrado foi de R﹩ 1.100 (12/11), enquanto o maior preço encontrado foi de R﹩ 2.399, em diversas datas (variação de 118,09%). Como houve queda em novembro, a PROTESTE considera que o aparelho pode chegar a esse valor de novo na Black Friday.

LG K41S: com variação de 138,25%, os preços do aparelho variaram entre R﹩ 839 e R﹩ 1.999. O preço mínimo desse celular teve um queda no mês de outubro e tem permanecido com esse preço de R﹩ 839 até então. Esse produto valerá a pena na Black Friday caso venha com alguma promoção que seja abaixo desse valor.

Televisores

LG OLED65E9PSA: apresentou diferença de 111,77% se comprarmos o preço mínimo de R﹩ 8.499,20 (09/08) com R﹩ 17.999, na mesma data, em outro site online. No final de outubro e no mês de novembro esse modelo tem se mantido no preço mínimo entre R﹩ 9.299 e R﹩ 9.499. Para valer a pena na Black Friday, o preço teria que ser de R﹩ 8.499,20 ou menor.

TV Samsung UN55RU7100G: apresentou aumento gradual do preço mínimo e médio ao longo do período. No início de janeiro, o preço mínimo dela era R﹩ 2.199, tendo chegado a R﹩ 2.999 em 15/11. Esse produto pode acabar gerando uma falsa sensação de promoção caso ele tenha uma oferta que seja maior que R﹩ 2.199.

LG 65SM8600PSA: o aparelho apresentou, no ano, um preço mínimo de R﹩ 4.499,99 (18/10) e o preço máximo de R﹩12.318,40 (variação de 173,74% no período). Foi possível identificar uma estabilização do preço mínimo nos meses de outubro e novembro no valor de R﹩ 4.899,99. Porém, a compra só pode ser considerada promoção de Black Friday com valores iguais ou abaixo de R﹩ 4.499.

UN43TU7000: o modelo faz parte da nova linha de TVs da Samsung e, por isso, é perceptível a queda do preço ao longo do tempo até se ajustar em um valor. O menor preço registrado em 2020 foi de R﹩1.844,10 (05/10) e o maior foi de R﹩ 2.899 (31/08 e em boa parte de setembro). O melhor valor para comprar desse produto na Black Friday é de R﹩1.844,10 ou menos.

Panasonic TC-32FS500B: o aparelho pode ser mais um modelo com potencial problema na Black Friday. O valor mínimo da TV era R﹩ 742,90 em janeiro e permaneceu assim pelo mês todo. O preço mínimo foi aumentando ao longo do ano até chegar em R﹩ 1.059, no fim de novembro. A variação do dólar pode ter influenciado, assim como a pandemia. Para ser uma boa promoção na Black Friday, seria importante esse modelo ter preços iguais ou mais baixos que R﹩742,90.

Micro-ondas

Brastemp BMS45: nos dois primeiros meses do ano, o preço mínimo era de R﹩ 396,90, mas a partir do dia 20/03 houve aumento. Atualmente, o preço médio deste produto é de R﹩ 573,90, portanto um valor promocional ideal seria abaixo de R﹩ 400, que representaria um desconto de 30% em relação ao preço médio.

MS3052R da LG: o preço médio deste modelo é de R﹩ 474,43. Ele teve um aumento do preço mínimo no dia 01/07, saindo de R﹩ 340 para R﹩ 499, o que pode ter sido influência do dólar alto. Porém, na última semana de pesquisa de novembro, o preço mínimo foi para R﹩ 409, o menor desde 21/07. Assim, uma oferta abaixo dos R﹩ 400 é uma boa oportunidade.

Brastemp BMJ38: o menor preço encontrado deste produto foi de R﹩ 599, enquanto o maior preço foi de R﹩ 1.369, uma diferença absoluta de R﹩ 770 – com este valor, poderia ser possível adquirir dois modelos. Um bom valor para adquirir esse modelo é abaixo de R﹩ 599.

Consul CM020: ao longo do período pesquisado, houve variação de preço de 189%, com o preço mínimo no valor de R﹩ 229,90; porém, o valor ideal para este produto na Black Friday é R﹩ 339, pois o preço médio subiu bastante desde março.

Consul CMS45: o valor médio é de R﹩ 531,25, sendo que o menor preço encontrado foi em janeiro (R﹩ 350,10) – valor considerado como ideal pela PROTESTE para compra na Black Friday, pois os preços aumentaram cerca de 33%.

Geladeiras

TF56, da Electrolux: o produto apresentou um preço online mínimo no valor de R﹩ 2.429,10 (25/09), enquanto o maior foi de R﹩ 4.836,90, uma variação de 99%. Por isso, é muito importante o consumidor pesquisar bastante antes de comprar. Neste caso, uma boa oferta seria abaixo de R﹩ 2.429,10.

Brastemp BRE80: o modelo apresentou um preço médio de R﹩ R﹩ 3.930,42, no ano. O preço mínimo encontrado para este modelo foi R﹩ 2.849,05, o que significa que o consumidor pode fazer uma boa compra, caso o preço seja inferior ou igual a este valor.

Electrolux DB53: o menor preço encontrado foi de R﹩ 2.699,10 e o maior, R﹩ 5.567,84, ou seja, uma economia de R﹩ 2.868,74, o que equivale uma variação de 106%. Com a diferença, o consumidor poderia comprar duas geladeiras, ao invés de uma, mostrando a importância de realizar uma ampla pesquisa antes de adquirir um produto.

Consul CRM51: o menor preço encontrado foi de R﹩ 1.619, e o maior, R﹩ 4.541,80 (com média de R﹩2.475,46). Para a PROTESTE, uma boa oferta de Black Friday seria no intervalo entre R﹩ 1.600 e R﹩1.800, sendo considerado como valor ideal abaixo de R﹩ 1.619.

Electrolux TF55: foram encontrados no dia 26/10 preços on-line de R﹩ 2.260,05 a R﹩ 3.499,90, uma variação de 55%. O preço considerado pela PROTESTE como uma grande oportunidade seria abaixo ou próximo do valor de R﹩ 1.899.

Brastemp BRM57AB: o preço médio encontrado no período foi R﹩ 3.411,44, apesar de, no intervalo entre 12 e 17/11/2020, o valor tenha sido de R﹩ 2.969,10, uma redução somente nesta semana de R﹩ 442,34, o que pode indicar a antecipação da Black Friday. Para a PROTESTE, uma boa oportunidade de compra é um valor abaixo de R﹩ 2.500.

Ventiladores

Arno Silence VF 40: de setembro a novembro, o preço médio saltou de R﹩ 169 para R﹩ 216, um aumento de 28%. Segundo a PROTESTE, o consumidor deve estar atento às promoções da Black Friday deste modelo, pois mesmo com o aumento dos últimos meses é possível encontrá-lo na faixa de R﹩ 150,00 a R﹩ 160,00.

Arno VF 55: houve um aumento do preço mínimo, que era de R﹩ 159 no começo do ano para R﹩ 197,91, em novembro, ou seja, 24,47%. Assim, uma boa compra não pode ser superior a R﹩ 197,91.

Britânia Mega Turbo 40 Six: não foram encontradas diferenças significativas durante o levantamento. Porém, é preciso pesquisar. Em 17/11, o menor valor encontrado foi de R﹩ 103 e o maior foi R﹩ 329, ou seja, uma diferença R﹩ 226. Assim, promoções com este produto deve levar em consideração o valor de R﹩ 103.

Britânia Ventus 40: apesar de um aumento do preço médio do começo de setembro ao final de outubro, passando de R﹩ 107 para R﹩ 137, em novembro o preço médio se estabilizou em um valor um pouco menor, R﹩ 124,00, o que pode indicar que não haverá grandes surpresas com este modelo. No dia 17/11, ele foi encontrado por R﹩ 85,00 (preço mínimo). Assim, o consumidor deve pagar no máximo este valor para uma boa compra.

Ventilador de mesa Mondial NV15: o aparelho teve o preço médio subindo desde junho, de forma constante, até atingir seu pico em novembro. Saiu de um patamar de R﹩ 79 (23/06) para R﹩ 100. O valor máximo saiu de R﹩ 114, em janeiro, para R﹩ 229 (03/11). O consumidor deve estar atento, pois foram encontrados preços abaixo de R﹩ 70,00 durante o mês de novembro até o dia 17 e que deve servir de referência máxima para uma promoção.

Philco Master Power ZES 40: foi notado um aumento significativo do preço médio de R﹩ 117, para R﹩ 190 (17/11), ou seja 62%. Para a PROTESTE, o patamar máximo ideal é R﹩ 104, preço mínimo em 17/11.

Máquinas de lavar

Brastemp BWD15: de setembro a novembro houve queda do valor do preço médio, saindo de R﹩ 3.269 para R﹩ 2.835, ou seja, 13% de diferença. O valor mínimo encontrado no dia 01/01 foi R﹩ 1.997, e em 17/11 foi R﹩ 2.469. Assim, o consumidor não deve ter surpresas com promoções envolvendo este modelo.

Brastemp BWJ09: o modelo apresentou preços mínimos (entre R﹩ 1.200 e R﹩ 1.400) e médios (R﹩ 1.500) bem constantes desde julho. Para a PROTESTE, R﹩ 1.200 é o patamar máximo para uma promoção.

Consul CWL16: O preço mínimo no início do ano (04/01), no valor de R﹩ 1.809, é um pouco maior do que o encontrado em 17/11, R﹩ 1.754. O preço máximo também não é tão diferente entre o começo e o fim do ano, variando entre R﹩ 1.300 e R﹩ 1.430. Assim, na Black Friday deve ser menor que R﹩ 1.754.

Electrolux LAC09: o modelo apresentou uma queda do preço médio entre julho e novembro, saindo de R﹩ 1.499 para R﹩ 1.294. Desde então, o preço tem apresentado queda. Assim, o consumidor deve ter como referência o preço de R﹩ 1.128 como valor máximo promocional na Black Friday.

Electrolux LAC11: a máquina também apresentou os seus preços mínimos e médios sem grandes alterações de julho em diante, ou seja, não foi identificado um aumento de preço que indique alguma estratégia para Black Friday. Como referência para a Black Friday, no dia 03/11 este modelo foi encontrado por R﹩ 1.286, que deve ser o valor máximo para uma boa compra.

Samsung WD 6000: também não apresentou diferença de preços mínimos e médios de julho em diante. Apesar disso, o menor valor encontrado para o produto foi R﹩ 2.700 (09/01), sendo R﹩ 1.190 mais barato que em 17/11. Assim, o preço máximo para uma boa compra é de R﹩ 3.390.

Confira a pesquisa completa no site da PROTESTE: www.proteste.org.br

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E-commerce brasileiro segue em boom e tem alta de 54,79% nas vendas online em outubro de 2020

As vendas registradas pela internet seguem em alta no Brasil. Ao comparar os meses de outubro de 2020, em relação ao ano passado, o crescimento do setor foi de 54,79% nas vendas. Já no faturamento, a expansão foi de 64,13%, usando o mesmo período de comparação. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust | Movimento Compre & Confie.

“As vendas do mês de outubro tiveram crescimento abaixo dos meses anteriores de 2020, mais ainda bem acima se comparado com o ano passado. Este cenário pode ser facilmente explicado pelo fator dos consumidores estarem aguardando para realizar compras de itens de maior valor agregado na Black Friday e Natal”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e Fundador do Neotrust | Compre & Confie.

Vendas online

Mesmo com o varejo físico aberto, os consumidores brasileiros criaram o hábito de comprar online. Apesar de o movimento ter se intensificado, ao observar a comparação de vendas online em outubro com setembro, a variação foi negativa de (-2,67%). Porém, nota-se que o acumulado do ano segue positivo: 44,63%.

A composição regional, nas vendas online em outubro deste ano frente ao mesmo mês de 2019 ficou da seguinte forma: Nordeste (82,69%); Centro-Oeste (57,87%); Norte (56,73%); Sul (53,25%) e Sudeste (49,84%).

Já no acumulado do ano, a avaliação regional ficou assim: Nordeste (67,90%); Sul (53,39%); Centro-Oeste (43,83%); Norte (42,24%) e Sudeste (39,23%).

Faturamento

Ao observar a métrica de faturamento, na comparação entre outubro e setembro de 2020, esta também teve queda (-2,29%). Porém, no acumulado do ano, seguiu em alta de 48,47%.

Os dados regionais de faturamento, na observação entre outubro deste ano, ante o mesmo período de 2019, ficaram da seguinte forma: Nordeste (88,52%); Centro-Oeste (74,33%); Norte (72,53%); Sul (67,36%) e Sudeste (56,47%).

No acumulado do ano, por sua vez, os desdobramentos foram: Nordeste (71,70%); Sul (58,46%); Sudeste (42,78%); Centro-Oeste (41,80%) e Norte (37,99%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em setembro, o e-commerce representou 9,4% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 8,6%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 11 de novembro.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento, em setembro, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,8%); móveis e eletrodomésticos (24,5%); e tecidos, vestuário e calçados (12,5%). Na sequência, outros artigosde usos pessoal e doméstico (8,6%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,1%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,3%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,2%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de julho a setembro de 2020, 17,9% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma queda de 0,3 p.p em relação ao trimestre anterior (18,2%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (11,3%), houve crescimento de 6,6 p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no paísa partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pela Neotrust | Movimento Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: https://www.mccenet.com.br/

Pesquisa do Twitter aponta preferência do consumidor por compras online e pagamentos via aplicativos bancários

Os pagamentos por aplicativos bancários vêm ganhando cada vez mais espaço e importância na vida financeira dos consumidores, e as pessoas estão cada vez mais comentando sobre as suas facilidades. As compras online já são a preferência e o caminho para o universo digital é uma tendência definitiva, inclusive depois da pandemia.

Uma pesquisa realizada pelo Twitter no Brasil, aponta como os consumidores estão dando preferência para esse tipo de tecnologia para fazerem seus pagamentos: de acordo com o levantamento*, 27% dos entrevistados mencionam preferência pelos aplicativos bancários – para atividades como transferências, pagamento de contas, entre outros. Na sequência, aparecem cartão de crédito (23%), dinheiro (16%), cartão de débito (14%), boletos (9%) e carteiras digitais – PicPay, PayPal, PagSeguro etc. (7%). Ainda segundo as pessoas que responderam à pesquisa, os motivos de suas escolhas são*:

• 52% – Agilidade no pagamento / tempo que demora para ser compensado

• 43% – Praticidade

• 36% – Hábito

• 25% – Segurança

• 22% – Organização financeira

• 20% – Isenção de tarifas / descontos

• 12% – Parcelamento de compra

• 6% – Pontos / milhas / benefícios

Para se ter uma ideia, quase metade dos comentários referente a meios de pagamento** fazem relação com meios digitais – 49%. Esta forma ultrapassou até mesmo meios mais bem estabelecidos como cartões de débito e crédito (44%). Apenas 4% falam em boletos e 3% em dinheiro vivo.

Este assunto ganhou ainda mais repercussão por conta da pandemia de Covid-19 e da necessidade de isolamento social. Foram registrados quase dois milhões de Tweets sobre meios de pagamento entre 2019 e agosto de 2020, o que representa crescimento de 104% entre o ano passado e este ano (Volume de Tweets de Janeiro até Agosto para cada ano)**.

Sem a possibilidade de visitar lojas, por exemplo, as pessoas utilizaram ainda mais as compras online, preferência para 68% das pessoas no Twitter, enquanto outros 32% ainda se sentem mais confortáveis em aquisições feitas em lojas***. E esta tendência deve se manter mesmo quando a pandemia finalmente for controlada. Mais da metade das pessoas (55%) pretendem continuar fazendo compras online mais frequentemente; 44% declaram que seguirão usando mais serviços de pagamento mobile, 37% utilizarão dos deliverys de comida mais frequentemente (iFood, Uber Eats etc) e 36% pretendem trabalhar de casa mais vezes.****

*Fonte: Meios de pagamento durante o COVID-19, Outubro 2020, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados do Twitter Insight Survey (TIS) 23/09/2020 a 28/09/2020 [n=473]. Q1: “Qual dos meios de pagamento abaixo é o seu preferido?” e Q2: “Quais são os fatores que te fazem preferir esse meio? (selecione todos que se apliquem)”

**Fonte: Meios de pagamento durante COVID-19, Outubro 2020, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados da BrandWatch 01/2018 até 08/2020

*** Fonte: Meios de pagamento durante o COVID-19, Outubro 2020, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados de Global Web Index Q1 e Q2 2020 | “Tipicamente, qual das seguintes você prefere fazer?”

****Fonte: Meios de pagamento durante o COVID-19, Outubro 2020, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados de Global Web Index Q1 e Q2 2020 | “Após a pandemia acabar, você acha que fará alguma das seguintes ações?”

INPI cria escritórios regionais em centros de pesquisa (Unidades EMBRAPII) de inovação industrial

O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) instalou novos centros de Propriedade Industrial, Negócios e Inovação em sete Unidades EMBRAPII, centros de pesquisas credenciados pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) para inovar com a Indústria. A intenção é permitir o uso mais eficiente do sistema de propriedade intelectual e, consequentemente, a geração de patentes industriais. No último ano, houve crescimento de 25% nos pedidos de Propriedade Intelectual (PI) pelas Unidades EMBRAPII.

A instalação dos polos regionais é resultado do primeiro ano do acordo entre as instituições. Essa e outras iniciativas do acordo serão divulgadas em cerimônia no Ministério da Economia, nesta quinta-feira (26).

O diretor de Planejamento e Relações Institucionais da EMBRAPII, José Luis Gordon, destaca que a proximidade vai gerar maior sinergia entre os pesquisadores em relação às ferramentas de proteção, gestão e exploração financeira das patentes. “A parceria vai proporcionar maior rapidez e agilidade na geração de patentes às empresas. A estratégia contribuiu para que o país aumente o número de volume de PI, algo que o Brasil precisa evoluir: se comparado ao tamanho de sua economia, a quantidade de patentes é desproporcionalmente modesta”, diz.

Segundo Felipe Oliveira, coordenador-geral de Disseminação para Inovação do INPI, o instituto tem apostado na inserção nos principais clusters de inovação. A estratégia consiste em oferecer suporte técnico para o desenvolvimento de negócios e promover uso eficaz de sistema de PI. “O caso da EMBRAPII é emblemático. A gente observa um potencial muito grande para geração de ativos econômicos. Diferentemente de outros ecossistemas, há uma demanda de mercado muita clara na EMBRAPII: os projetos de inovação atendem a necessidades do setor empresarial. São realmente inovações, que se tornarão novos produtos e processos industriais, que trarão benefícios sociais e econômicos ao Brasil”, destaca.

A instalação de centros regionais nas Unidades EMBRAPII é resultado do primeiro ano da parceria entre a Embrapii e o INPI. As contempladas são: Instituto Federal do Ceará (IF CE), em Fortaleza; Senai Cimatec, em Salvador (BA), Instituto Senai de Inovação em Metalurgia e Ligas Especiais, em Belo Horizonte (MG), o Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (CEIA/UFG), em Goiânia e o Instituto Federal do Espírito Santo (IF ES), em Vitória.

Outros resultados alcançados com a parceria foi o desenvolvimento do estudo “Clusters de Inovação em Saúde no Brasil”, que colaborou para a contratação de 15 projetos aplicados na área da saúde, totalizando mais de R﹩ 7,2 milhões em investimento em P, D&I. Além disso, também foi implementada a expansão do programa de Telementoria em PI. O curso se inicia no dia 30 de novembro e deve atender 70 profissionais de 32 Unidades EMBRAPII.

Wayra investe na edtech Alicerce Educação

A Wayra, hub de inovação aberta da Vivo no Brasil e da Telefónica no mundo, anuncia investimento no Alicerce Educação, empreendimento social que tem como missão oferecer ensino acessível e de qualidade no contraturno escolar a crianças a partir de 5 anos e jovens de até 25 anos. Atualmente, a startup já conta com investidores como o fundo Good Karma Ventures e anjos como Luciano Huck e Jair Ribeiro. A novidade faz parte da estratégia da Wayra em realizar investimentos em startups mais maduras e escaláveis que tenham sinergia às áreas prioritárias de negócios da Vivo, como o setor de educação.

Fundado em 2018, o Alicerce Educação conta com uma base de mais de 5 mil alunos e tem por objetivo ampliar e incentivar a educação de qualidade para mais de 4 milhões de jovens pelo Brasil e, consequentemente, suas famílias e redes de apoio. Além da educação, a startup tem como missão conectar os jovens e apoiá-los no preparo para obter melhores oportunidades de primeiro emprego, ou oportunidades de acesso a universidades públicas e programas de bolsa de estudos.

De acordo com Paulo Batista, CEO e um dos fundadores da startup, o Alicerce tem tido resultados de aprendizagem muito chamativos, recuperando em média o equivalente a 1.2 ano de conteúdo escolar a cada 60 dias em seus alunos. Com isso, tem sido cada vez mais acessada por grandes empresas buscando qualificar sua mão-de-obra.

“A Wayra e a Vivo vêm buscando parcerias para levar educação digital à distância e contribuir com a sociedade. Esse investimento no Alicerce reforça nosso propósito, apoiando a melhoria da qualidade da educação das crianças e jovens do nosso país”, diz Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil. O objetivo da Wayra é conectar a edtech com a Vivo e outros parceiros para apoiá-la a escalar o impacto da startup no país.

O Alicerce possui 82 unidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará e Paraná, e oferece um complemento de qualidade ao ensino básico oferecido pelas escolas regulares, com aulas de português, matemática, inglês e programação. O método da empresa, inspirado nas melhores práticas de educação do mundo, integra o desenvolvimento dessas competências ao desenvolvimento de conhecimentos gerais, mindfulness, habilidades socioemocionais e projeto de vida, despertando no jovem a consciência nas oportunidades ao seu alcance.

Na pandemia, o método foi completamente adaptado para o meio online, e passou a ser oferecido como “Alicerce em Casa”, ampliando muito o alcance da solução para todo o Brasil de forma ainda mais ágil e escalável. “Quando notamos que o nosso método funciona muito bem de forma remota, a parceria com a Vivo e Wayra se tornou imprescindível para juntos trabalharmos a acessibilidade de dados para a educação. 93% dos jovens brasileiros têm acesso a device, mas apenas 34% têm acesso a internet ilimitada. Resolver esse problema de forma eficiente é uma grande oportunidade de impacto e de negócio.”, declara o fundador.

Com a nova investida, a Wayra passa a ter 34 empresas em seu portfólio atual que, juntas, têm valor de mercado de cerca de R$ 1 bilhão. Cerca de 40% delas fazem ou fizeram negócios com a Vivo. Já o portfólio de inovação aberta global do grupo Telefónica conta com mais de 500 startups ativas.

Live #edtechs

Para reforçar ainda mais seu posicionamento na área de educação, a Wayra, em parceria com o Distrito, realizará uma Live no dia 01/12, às 18h, sobre o cenário de educação. A discussão será baseada no lançamento do Edtech Report feito pelo Distrito Dataminer.

O painel “Inovar para educar: desafios, conquistas e tendências das edtechs no Brasil” terá a moderação da Livia Brando, Country Manager da Wayra, com a participação do Eduardo Bayer Knopman, Dataminer do Distrito, Nathalia Bustamante, da Fundação Estudar, Paulo Batista, fundador e CEO da startup Alicerce Educação, e Iona Szkurnik, da Education Journey. Inscrições gratuitas aqui.

WhatsApp é a ferramenta mais usada nas vendas online, revela estudo da Abrasce

De acordo com estudo inédito realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), 54% dos shoppings do país oferecem algum tipo de canal de vendas online, sendo a modalidade Compre Online a mais comum, adotada por 91% dos empreendimentos. Esse tipo de venda reúne no site ou no perfil do Instagram dos shoppings informações sobre todas as lojas. Ao se interessar por alguma marca, o cliente acessa o canal disponibilizado pelo lojista e combina diretamente com ele a forma de entrega e o pagamento. Entre os canais de contatos oferecidos nessa modalidade, 99% utilizam WhatsApp, 53% e-commerce e 17% redes sociais.

“O setor de shopping center já estava atento e acompanhando o movimento de transformação digital, principalmente no que diz respeito aos modelos de compra disponibilizados aos consumidores. Com o fechamento de todos os shoppings do Brasil e restrições de horário de funcionamento em decorrência da pandemia, observou-se uma aceleração digital no setor de shopping center, trazendo uma maior utilização dos canais de vendas online, o que comprova que a inovação sempre foi um dos pilares de atuação do setor”, afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce.

Em segundo lugar, aparece o tipo de venda chamado Vitrine Virtual, adotado por 23% dos shoppings. Seu conceito é análogo à vitrine física, ao possibilitar que o consumidor visualize produtos selecionados das lojas do shopping com seus respectivos preços. Alguns empreendimentos apresentam uma vitrine completa, pois além de exibir produtos e valores, direcionam o cliente para a conclusão da compra, utilizando para isso algum canal de contato online.

Na terceira posição, estão os marketplaces, a plataforma mais completa de vendas online, já que o cliente pode visualizar produtos e preços, realizar a compra, decidir a forma de pagamento e a modalidade de entrega em uma única página virtual. Atualmente, 15% dos shoppings possuem uma plataforma do tipo. “Por ser a mais completa, ainda é a menos utilizada, visto que a sua operação é mais complexa e depende de uma integração entre as plataformas das lojas e dos shoppings, mas temos visto muitos investimentos neste tipo de iniciativa”, explica Humai.

Nas vendas online, quatro modalidades de entrega são adotadas. A retirada pelo Drive-Thru surgiu durante a pandemia e é a mais utilizada (81%), seguida pelo tradicional Receba em Casa (80%). Outras formas, como disponibilização do produto pelo Locker (armários inteligentes de autoatendimento) e Retirada na Loja têm representação menor, com 8% e 7%, respectivamente. As categorias de produtos mais oferecidas nos canais de vendas online são vestuário, alimentação, calçados, perfumaria e cosméticos, além de relojoaria e joalheria.

Categorias de produtos mais oferecidas nos canais de vendas online. Fonte: Abrasce

Google Brasil abre inscrições para programa de estágio em 2021

O Google Brasil abre esta semana as inscrições para a 11ª edição do programa de estágio Business Internship Program. Estudantes de qualquer universidade do país podem se candidatar, independente da graduação que estejam cursando, com previsão de formatura entre dezembro de 2021 e março de 2022. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de dezembro neste link . As entrevistas ocorrem entre janeiro e maio de 2021 e serão realizadas virtualmente ou por telefone.

Nesta edição, o programa de estágio poderá ser feito de forma 100% remota, o que vai permitir que estudantes que residam fora de São Paulo participem mais facilmente, sem a necessidade de se mudar para a capital paulista. O período do estágio será de 5 meses, entre julho e dezembro de 2021.

Durante o processo de seleção, os candidatos serão avaliados de acordo com suas habilidades e competências, e não necessariamente pelas áreas em que estudam. “Valorizamos pessoas que têm mais chances de demonstrar seu potencial em diversas áreas, o que é muito importante para alcançar essa pluralidade de perfis que impactam diretamente a forma como a empresa opera”, afirma Lia Romano, Coordenadora de Programas de Estágios do Google.

Entre outras características observadas durante a seleção estão a capacidade analítica e o interesse em resolver desafios dos negócios; interesse no digital e habilidades organizacionais, além da capacidade de atuar em ambientes diversificados. “No Google, não apenas aceitamos as diferenças – nós a celebramos, apoiamos e prosperamos para o benefício de nossos funcionários, produtos, usuários e comunidade”, observa Lia.

Os participantes também passarão por uma triagem de currículos, entrevista com o time de recrutamento do Google e, na última fase, por entrevistas com a equipe na qual possivelmente serão alocados.

Inscreva-se no nosso site de carreiras e nos ajude a encontrar a próxima geração de Googlers.

Danone Nutricia promove primeiro datathon focado em nutrição do Brasil

A Danone Nutricia, divisão de nutrição especializada da Danone, anuncia a abertura das inscrições para o primeiro datathon (desafio de dados) focado em nutrição do Brasil. Com o intuito de melhorar o entendimento sobre o universo da suplementação nutricional no idoso, o desafio será voltado para profissionais da ciência de dados, da saúde e também das áreas de negócios e marketing.  As inscrições podem ser realizadas até o dia 30 de novembro.

De acordo com Fernando Lopes, Diretor de Marketing da Danone Nutricia, o desafio visa estimular novos olhares sobre o impacto da nutrição na saúde da população 60+, além de gerar novos insights e análises clínicas, científicas, econômicas e sociais. Projeções do IBGE apontam que, até 2060, a população brasileira contará com mais idosos do que jovens, o que reforça a importância de investir neste perfil de público para o desafio. O Brasil tem mais de 28 milhões de pessoas nessa faixa etária, número que representa 13% da população do país.

Essas novas leituras podem ajudar a embasar o desenvolvimento de novos produtos e serviços da empresa, assim como promover a melhoria da saúde e da nutrição dos clientes da Danone Nutricia. “O objetivo da maratona é incentivar uma criação colaborativa, na qual as equipes irão propor alternativas baseadas em dados analisados de maneira livre, independente e criativa”, explica.

Segundo Márcia Schontag, Diretora da Área Médica e de Acesso, o Datathon é uma forma de propor e desenvolver soluções de inteligência para a saúde e nutrição. A iniciativa é uma proposta inovadora de aproximar a cultura de analytics e a nutrição, por meio da fomentação de dados clínicos e econômicos do setor, e vai de encontro com a proposta da companhia em investir em inovação e conduzir o negócio de maneira sustentável a médio e longo prazo. “Nesta perspectiva, convidamos a comunidade acadêmica, e demais pessoas interessadas em análise de dados, em construir, de forma colaborativa, soluções tecnológicas e de big data que podem contribuir para ampliar o impacto da nutrição”, comenta Márcia.

O Datathon Danone Nutricia será realizado em parceria com a Distrito, ecossistema de inovação independente que conecta empresas ao setor formado por profissionais de tecnologia e startups. Cientistas, engenheiros, arquitetos e analistas de dados, assim como desenvolvedores, nutricionistas e médicos poderão se inscrever no desafio. As atividades serão realizadas de forma 100% online e os profissionais podem participar individualmente ou em times de 2 a 5 pessoas. A seleção dos participantes será realizada por ordem de inscrição.

O Datathon será dividido em quatro fases – cadastramento, análises, apresentações e avaliação e premiação. Os times terão 14 dias para completar as atividades e entregar a apresentação e um pitch em vídeo com os resultados obtidos. No dia 18 de dezembro, as equipes apresentarão seus trabalhos para uma banca avaliadora composta por profissionais ligados a nutrição, saúde e negócios, além de especialistas em tecnologias e ciências de dados. Serão levados em consideração inovação, originalidade, impacto e domínio técnico dos projetos. Os 1º e 2º lugares ganharão prêmios de R$ 7.000 e R$ 3.000, respectivamente.

Para acessar o regulamento completo, obter mais informações e realizar o cadastro para participar do Datathon, acesse: https://conteudo.distrito.me/datathon-danone.

A nuvem híbrida, a infraestrutura do futuro

Por Ana Zamper, vice-presidente de infraestrutura de TI da IBM para a América Latina

De acordo com o IDC, entre 2020 e 2023, o investimento direto global das organizações em transformação digital aumentará a uma taxa anual de 15,5%. Essa transformação se acelerou, em decorrência da pandemia, para atender às demandas do mercado e dos próprios cidadãos e consumidores.

Hoje, as empresas precisam de uma infraestrutura resiliente, flexível e segura para gerenciar suas operações e transações, ao mesmo tempo que entregam valor e novas experiências aos clientes. E é aqui que a nuvem híbrida desempenha um papel fundamental em ajudar empresas de todos os setores e portes a conseguir a reinvenção de seus negócios, levando em consideração 3 pilares:

1. Experiência digital. O uso de inteligência artificial baseada em nuvem no fluxo de trabalho do negócio, como atendimento ao cliente, detecção de fraude, consultoria, vendas online, entre outros, proporcionará valor agregado aos clientes, no formato digital, e ajudará a trazer a experiência da loja física para a loja online.

2. Migração de cargas de trabalho de missão crítica. Anteriormente, o foco da nuvem estava nos aplicativos do usuário; por exemplo, o uso do smartphone para verificar o saldo bancário. Porém, essas cargas de trabalho representam apenas 20% das cargas totais. Neste novo capítulo, veremos a migração dos 80% restantes das cargas para a nuvem híbrida, em um ambiente multicloud. Cargas úteis de missão crítica nas quais os clientes dependem para administrar seus negócios e que são muito ricas em dados – dados de negócios – irão para a nuvem híbrida ou precisarão se conectar à nuvem de alguma forma. Isso irá acelerar novos modelos de negócios, bem como aumentar a produtividade.

3. Integração dos sistemas tradicionais com novos sistemas. Segundo o IDC, na América Latina, a tendência é que, após o COVID-19, 59% das empresas invistam em nuvem híbrida, principalmente para cargas de trabalho de missão crítica, enquanto 25% invistam na nuvem privada e 16% na nuvem pública. Nem tudo é público, nem tudo é local, porque existe uma solução adequada para cada necessidade de negócios; a nuvem híbrida tem 2,5 vezes mais valor para as empresas do que uma estratégia de nuvem tradicional.

A estratégia de nuvem híbrida permite inovação mais rápida, entregar uma experiência melhor aos clientes, entrar em novos modelos de negócios e fazer a transição para novas tecnologias, como Inteligência Artificial, para obter maiores insights dos clientes e do negócio.

Uma pesquisa conduzida no Brasil pela IDC, a pedido da IBM, apontou que, atualmente, 33% das empresas já integram ambientes de nuvem de distintos tipos e provedores, em uma abordagem de nuvem híbrida. Outras 17% apontam que planejam fazer isso nos próximos 12 meses, com grande foco em aprimorar a modernização e mobilidade de aplicações.

É por esse motivo que as empresas exigem uma nova geração de hardware e software que seja mais inteligente, mais seguro e projetado especificamente desde o início para alimentar cargas de trabalho avançadas em ambientes híbridos, como IA, Blockchain e IoT para acelerar a inovação.

A base dessa inovação continua sendo sua infraestrutura de TI – servidores escalonáveis e seguros, bem como armazenamento corporativo em contêineres – que, por meio da nuvem híbrida, permitirá que as empresas sejam mais inteligentes na forma como operam, mais resilientes para responder às mudanças no ambiente e mais flexíveis para otimizar a produtividade.

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Dock abre mais de 90 vagas na área de tecnologia

A Dock , startup que ajuda outras empresas a construírem e escalarem soluções financeiras para seus clientes, está com mais de 90 vagas abertas para atuar nas áreas de desenvolvimento – backend e full stack, produtos, recursos humanos e customer success .

A cultura da empresa preza por um ambiente de liberdade na tomada de decisão durante o dia-dia e sem hierarquias organizacionais que impactam no processo criacional e de intraempreendedorismo. “Nosso time está constantemente evoluindo e, consequentemente, elevando o nível de suas entregas. Na Dock, acreditamos que tudo pode ser aprimorado: desde os nossos produtos e serviços até mesmo, nesse sentido, o próprio Docker (colaborador da Dock) que está em constante transformação”, afirma Camila Shimada, Head de People da startup.

Os “Dockers” – como são chamados os colaboradores – possuem muita autonomia para trabalhar, sugerir e executar ideias, construindo laços de confiança em um ambiente que proporciona o aprendizado contínuo e muitas oportunidades de crescimento profissional e pessoal.

Em março, como reflexo da pandemia, a startup adotou o modelo de trabalho remoto para 100% do seu time e, desde então, vem estudando possibilidades de implementar o anywhere office como parte de sua cultura. Uma pesquisa interna realizada com os Dockers em outubro, mostrou que 97% do time pretendia adotar o teletrabalho ou o home office como parte de sua rotina. Por isso, atualmente, os esforços da liderança da startup estão totalmente voltados não para a adaptação do escritório físico – que se encontra fechado – mas sim para tornar o anywhere office um benefício real para os seus funcionários.

Desde sua fundação, em 2018, a Dock vem apresentando um crescimento acelerado, passando de 5 para mais de 200 colaboradores em menos de dois anos. “Apesar da rápida expansão, colocamos sempre nossa cultura em primeiro lugar, sempre valorizando a transparência nas nossas ações e comunicações com o time. Priorizamos o desenvolvimento interno da equipe para assumir as novas posições de liderança”, comenta Camila.

As vagas estão disponíveis no link: dock. tech / careers onde também o profissional pode visualizar um pouco mais sobre a cultura da startup e o perfil desejado para as posições. A contratação é regime CLT e conta com diversos benefícios como: vale-alimentação ou refeição, assistência médica e odontológica, previdência privada, assistência psicológica, auxílio educacional através do reembolso de cursos e livros, além da possibilidade de trabalho remoto.

Natura inaugura Centro de Inovação em Cajamar

A Natura comemorou, nesta terça-feira (24), a abertura de seu novo Centro de Inovação, que expandirá a capacidade científica da companhia para aprofundar seus estudos de ingredientes naturais com foco na biodiversidade brasileira. Localizado em meio à natureza exuberante da sede de Cajamar (SP), o novo parque tecnológico, um dos mais avançados da América Latina, foi apresentado às comunidades científica e acadêmica, autoridades governamentais, jornalistas e formadores de opinião em um tour virtual, o primeiro realizado pela Natura.

O empreendimento, que consolida a posição da empresa na vanguarda da inovação em cosméticos com ingredientes naturais, reúne laboratórios e equipamentos distribuídos ao longo de quatro andares e conectados por uma torre de armazenagem. A tecnologia aumenta a eficiência dos estudos ao facilitar o armazenamento e manuseio de protótipos pelos pesquisadores, que agora serão capazes de manejar mais de 2 mil exemplares ao mesmo tempo. A torre também garante o sigilo dos itens para estudo, manipulados unicamente pela equipe de P&D a partir de um check-out eletrônico, sistema de login que permite rastrear os estudiosos responsáveis tanto pela armazenagem quanto pela movimentação de qualquer material.

Outra novidade é a tecnologia plug and play, conceito de customização da infraestrutura física que permite ao espaço readequar diferentes configurações de maneira imediata: as bancadas são móveis e a infraestrutura é aérea, o que aumenta a flexibilidade para atender diferentes processos de desenvolvimento de produtos, bem como internalizar rapidamente novas tecnologias, reduzindo o tempo de entrega das inovações.

“Queremos estar prontos para assimilar rapidamente qualquer inovação com potencial de gerar impacto positivo em nossos processos e nos mantermos na vanguarda. Com equipamento disponíveis apenas nos maiores centros de pesquisa do mundo, o novo Centro de Inovação alavanca a inovação e o desenvolvimento de fórmulas naturais com ingredientes seguros, potentes e exclusivos da biodiversidade brasileira, especialmente amazônica, sem a utilização de testes em animais para a comprovação da segurança e eficácia de nossos produtos”, explica Roseli Mello, head global de P&D da Natura.

Entre os benefícios do novo empreendimento, se encontram a redução do tempo de prototipagem, melhor gestão do conhecimento e uma grande otimização de fluxos de trabalho. “A beleza do Centro de Inovação é que passa a integrar décadas de inteligência e tecnologia da Natura para gerar, com maior eficiência e em menor tempo, mais valor para a sociedade, o que jamais ocorre de maneira isolada”, acrescenta Roseli. A executiva reforça que, nesse sentido, o conceito de inovação aberta é um dos norteadores do projeto do novo Centro, que, a partir de agora, expande o potencial de cocriação de fórmulas e embalagens, assim como testes de protótipos.

Pensando nisso, o segundo andar abriga o espaço maker e salas para realização de encontros e hackatons, o que permitirá a consultoras e consumidores participar in loco de processos de elaboração, amadurecimento e aperfeiçoamento de protótipos. “Neste novo parque tecnológico, os convidados podem ser recebidos em um ambiente com formato de arena, que pode ser conectado com outros times de P&D sediados em diversas partes do mundo”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marca, Inovação, Internacionalização e Sustentabilidade da Natura. “A Natura é uma empresa que acredita e investe na ciência e na natureza há muitos anos e tem um compromisso com a geração de valor para a sociedade. Esse é nosso grande diferencial. O Centro que inauguramos é um testamento a essas crenças que guiam nosso trabalho e que nos inspiram a seguir na vanguarda de inovação ligada à natureza, preservando-a e sendo constantemente inspirados por ela”, complementa.

Andrea relembra que a empresa já atua com inovação aberta há cerca de 20 anos em colaboração com uma rede de parceiros globais. Nos últimos cinco anos, esse ecossistema passou a contar com 575 organizações, como empresas, universidades, centros de pesquisa, agências de fomento, startups entre outras. “Com as novas estruturas, podemos ampliar ainda mais o nosso potencial de estabelecer projetos conjuntos”, completa.

Os dois últimos andares abrigam equipamentos de última geração para conhecer em profundidade a vocação dos ativos e os processos da natureza, suas estratégias e soluções, para transformar o conhecimento em ciência aplicada aos produtos, com máxima performance. O quarto andar, que já havia sido inaugurado em 2019, foi totalmente readaptado para barrar o contágio e cuidar de sua rede durante a pandemia. Para isso, a empresa reduziu a circulação diária de pesquisadores, intensificou a recorrência de sanitizações e reforçou o uso de EPIs, entre outras medidas preventivas. Os sistemas nativos de filtração de ar e pressão negativa dos ambientes também deram maior segurança para que as equipes pudessem seguir conduzindo atividades essenciais.

É nesses espaços que ocorre o desenvolvimento de novos ingredientes naturais, cujo processo começa com a bioprospecção na floresta e o estabelecimento da cadeia produtiva sustentável das espécies selecionadas, passando por processos de extração que seguem os princípios da química verde, até chegar à comprovação pré-clínica dos ingredientes ativos nestes laboratórios, usando pele 3D, por exemplo.

Entre os equipamentos de ponta utilizados nesses processos estão sequenciadores de DNA, biorreatores (para transformação de células, enzimas ou microorganismos) e cromatógrafos gasosos e líquidos, que separam, identificam e quantificam compostos de óleos essenciais e bioativos. Uma das últimas aquisições da empresa foi um cromatógrafo acoplado a um acessório que consegue absorver o cheiro do ar e identificar quimicamente os compostos presentes no aroma. “Com isso temos inúmeras possibilidades de criação, como, por exemplo, recriar o cheiro de uma floresta. O equipamento também permite estudar a duração de um perfume e conhecer as notas de saída, corpo e fundo”, acrescenta Roseli.

Outro equipamento de alta sensibilidade é o espectrofotômetro de massa, capaz de identificar compostos que estão presentes em quantidades muito pequenas e que podem possuir benefícios para o consumidor. Com esta técnica, a Natura descobriu ao longo dos anos mais de 40 compostos inéditos com propriedades biológicas exclusivas.

Entre as inovações de destaque se encontram a pesquisa de benefícios de ativos como Ucuuba, altamente hidratante, e embalagens feitas 100% de PET reciclado, na linha Ekos; uso de prebióticos, como os presentes nas linhas Chronos e Tododia, além de ideias disruptivas como a aplicação da tecnologia pró-teia dos produtos da linha Lumina, para força e resistência do fio capilar.

Atualmente, o time de P&D da Natura reúne 253 colaboradores e o valor aplicado pela empresa em inovação, todos os anos, é de cerca de 2,4% de sua receita líquida. Apenas em 2019, foram lançados 330 produtos e publicadas 27 patentes. No ano passado, o Índice de Inovação – participação da venda de produtos lançados nos últimos 24 meses sobre a receita bruta total do ano – alcançou 58,4%, mostrando o impacto das inovações no negócio.

EDP desenvolve primeiro ônibus elétrico movido 100% a energia solar

A EDP, empresa de energia que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico, desenvolveu o primeiro ônibus elétrico brasileiro totalmente movido a energia solar. Idealizado na UTE Pecém, no Ceará, o modelo conta com o uso de um banco de baterias que garante autonomia de 300 quilômetros no transporte do veículo. Com um investimento de R﹩ 4,85 milhões, o projeto-piloto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O veículo, projetado pela área de Pesquisa & Desenvolvimento da Usina, está sendo utilizado para fazer o transporte de colaboradores entre Fortaleza e São Gonçalo do Amarante, onde fica a usina térmica da EDP. Durante o percurso de 70 km, o veículo consome a energia armazenada no banco de baterias. A recarga das mesmas é feita no estacionamento da empresa, utilizando um carport montado com placas solares.

Para isso, foram instaladas 183 placas solares na usina, garantindo independência em relação à energia da geração da UTE e do sistema de distribuição. As placas carregam as baterias do ônibus nos intervalos entre as viagens. A troca do combustível fóssil por uma fonte 100% limpa é mais um esforço da UTE Pecém para se tornar cada vez mais sustentável.

O veículo, com chassi da BYD e carroceria da Marcopolo, está sendo operado diariamente pela empresa Gertaxi, que realiza o transporte dos funcionários até a usina. Antes de iniciar os testes, a EDP e os parceiros promoveram treinamentos a fim de capacitar motoristas quanto ao sistema do veículo e características peculiares, como a distribuição da carga de energia elétrica.

“A EDP tem como objetivo liderar a transição energética no País, e a mobilidade elétrica tem recebido atenção especial da Companhia. O ônibus elétrico solar é uma inovação que mostra o potencial dessa solução sustentável para o transporte urbano e rodoviário de massa”, afirma Cayo Moraes, gestor executivo de operação na EDP no Brasil.

Geração de energia durante o percurso

A segunda fase do projeto prevê a aplicação, no teto do veículo, de filmes fotovoltaicos orgânicos (Organic Photovoltaic – OPV), compostos por células capazes de gerar energia elétrica a partir da luz do sol. Por sua flexibilidade, essa tecnologia permite a instalação em diversos locais e superfícies, como janelas, móveis, portas e paredes.

As células no teto do ônibus serão testadas nas condições climáticas existentes no Nordeste com a finalidade de abastecer parte do consumo dos serviços no interior do ônibus, como o carregamento de celulares e outros periféricos tecnológicos.

Mobilidade urbana de massa

O projeto da EDP de um ônibus 100% elétrico abastecido por energia solar reforça o investimento da companhia no segmento do transporte coletivo. Outro projeto-piloto da empresa, em parceria com a VIX Logística, do Grupo Águia Branca, desenvolveu um sistema de recarga para frotas de ônibus elétricos no Espírito Santo. O objetivo é contribuir para a melhoria do transporte coletivo no Brasil com a redução da emissão de gases poluentes. Atualmente, o Brasil possui uma frota com cerca de 500 mil ônibus em circulação. Dentro do mercado de mobilidade elétrica, o segmento de ônibus elétricos é o que possui o maior potencial de benefícios socioambientais, retorno financeiro e oportunidades no setor de energia.

A iniciativa no Espírito Santo, com duração de cerca de dois anos e investimento total de R﹩ 6,6 milhões, foi contemplada na Chamada Pública da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o tema Mobilidade Elétrica Eficiente, via fundo de Pesquisa e Desenvolvimento. O projeto-piloto é composto por um ônibus elétrico e por quatro estações de recarga, operando de forma integrada por meio de uma plataforma de gestão, que possibilitará a realização de testes de funcionalidade e do modelo de negócio.

Mecânica do ônibus elétrico solar

Quantidade de motores: 2
Potência do motor: 110KW/148CV
Torque de 2x56KGFM – 10000 rotações por minuto

Dimensões carroceria
Comprimento: 12900 mm
Largura externa: 2600 mm
Largura interna: 2480 mm
Altura externa com Ar Condicionado: 3750 mm
Altura interna: 1930mm
Capacidade de passageiros: 44
Modelo de carroceria: Viaggio 1050 Clp

Fundep expande atuação com escritório no inovabra habitat

A Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), uma das principais gestoras de Ciência e Tecnologia do Brasil, com 45 anos de história, conecta-se a novas frentes de inovação aberta por meio do seu novo espaço localizado no inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, em São Paulo (SP).

A Fundep tem em seu portfólio de instituições apoiadas a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – considerada uma das principais da América Latina e bem classificada entre as melhores nos rankings mundiais – e também outros mais de 30 reconhecidos centros de ciência e tecnologia de diversas áreas do conhecimento.

Em destaque, entre a gestão e coordenação de projetos, a fundação está à frente da articulação, juntamente a UFMG, do Programa Cooperativa de Laboratórios (CooLabs), premiada iniciativa que corresponde pela testagem de um terço dos pacientes com Covid-19 em Minas Gerais.

Entre outras ações, destaca-se também a transformação do conhecimento gerado na universidade em um negócio inovador, por meio da Akwan, empresa desenvolvida no Departamento de Ciência da Computação (DCC) da UFMG que atraiu o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Google na América Latina para Minas Gerais. O projeto, organizado por um grupo de professores e pesquisadores do DCC e que teve o apoio da Fundep, tem a essência da fundação de proporcionar o trânsito entre a universidade e o mercado.

Neste momento, a expertise proveniente de Minas Gerais por meio da Fundep encontra novas oportunidades em São Paulo, por meio do inovabra habitat, que oferece atuação física e digital, dedicada à geração de negócios de alto impacto baseado em tecnologias digitais como Blockchain, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Open API, Plataformas Digitais, Computação Imersiva e Open Data.

A atuação da Fundep no inovabra habitat tem o intuito de expandir a sua prospecção de negócios e parcerias, além de participar dos desafios de negócios apresentados por corporações representantes de 20 setores da economia, bem como as demandas específicas das várias áreas de negócios do Bradesco.

Instalada no espaço desde abril de 2020, a fundação ocupa uma sala exclusiva no 8º andar. O habitat é formado por 10 andares e em cada um deles encontra-se a presença de empresas, startups, investidores, consultores e mentores, que trabalham lado a lado para inovar e gerar negócios por meio de networking e colaboração. Também são promovidos eventos com o propósito de ampliar o conhecimento nas áreas relacionadas à tecnologia, sociedade e negócios, por meio de palestras, treinamentos, painéis e workshops.

Novos horizontes

O estado de São Paulo, de acordo com a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, concentra 25% do total de instituições de educação superior do país, a maior rede gratuita de ensino técnico e profissionalizante e três universidades públicas, consideradas as melhores do Brasil, com reconhecimento internacional. Além disso, é o maior polo comercial e industrial, contribuindo com 32% da receita nacional de comércio, com grande oferta e demanda de serviços, que o caracterizam como o maior polo do setor terciário nacional.

Entre as frentes de atuação da Fundep em sua nova casa estão a prospecção nos setores automobilismo, por meio do projeto Rota 2030 – iniciativa do governo federal formada por cinco linhas, das quais duas são geridas pela fundação – e, também, agronegócio e saúde, temas importantes neste momento e que permitirão a inserção da fundação no ecossistema de inovação de São Paulo.

Para o business development partner da Fundep Edilson Zenatti, responsável pelas atividades em terras paulistanas, “as novas parcerias permitirão ampliar as possibilidades de negócio no contexto da inovação aberta para a fundação”.

ZUP abre mais de 100 vagas para profissionais seniores

A Zup , empresa de tecnologia que há mais de dez anos atua na transformação digital de grandes organizações, está com mais de 100 vagas abertas para profissionais seniores especializados em Angular, iOS, Java, QA e Tech Lead. A companhia, que teve uma evolução acelerada durante a pandemia, contratou mais de 800 pessoas no período e recentemente aderiu ao trabalho remoto permanente. As etapas do processo seletivo consistem na análise de fit comportamental e cultural, técnico e com a equipe, a fim de identificar se o candidato e o seu futuro grupo de trabalho combinam.
De acordo com Caio Jardim, Talent Management and Aquisition Director da Zup, o grande desafio dessas oportunidades é que elas são para profissionais que queiram fazer parte da transformação digital no Brasil, trazendo tecnologia como protagonista da mudança e crescimento. “Estamos revolucionando os negócios em uma velocidade exponencial e buscamos pessoas incríveis que estejam conectadas com o propósito de transformar o país em um grande polo criador de tecnologia”, conta.
Com um time de gestores altamente qualificado e reconhecido no mercado, a Zup propicia um ambiente exponencial para que as pessoas possam explorar o máximo de seu potencial e desenvolve profissionais de alto impacto em tecnologia. “Temos um ambiente jovem, fora das formalidades convencionais e que proporciona desenvolvimento e autonomia. Além do home office e do horário flexível, fornecemos auxílio educação para cursos, programas internos de aceleração de carreira e benefícios que vão além do Vale Refeição, Alimentação e Transporte”, explica Gustavo Debs, Chief Operation Officer (COO) da Zup.