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Com faturamento de R$ 273,5 bilhões, atacado distribuidor cresce 4,5% em 2019

O estudo do Ranking ABAD/Nielsen 2020 – ano base 2019, realizado pela ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores em parceria com a consultoria Nielsen, aponta que o setor atacadista e distribuidor atingiu em 2019 faturamento de R$ 273,5 bilhões, a preço de varejo, revelando uma participação de 53% no mercado mercearil nacional, que é avaliado pela Nielsen em R$ 516,2 bilhões em 2019. É o 16º ano consecutivo em que a participação do setor permanece superior a 50%, reforçando sua abrangência e importância na economia brasileira. No ano passado, o atacado distribuidor registrou crescimento nominal de 4,5% e real de 0,19% sobre o ano anterior. O dado real foi deflacionado pelo índice oficial de inflação (IPCA) calculado pelo IBGE para 2019, que foi de 4,31%.

O Ranking ABAD/Nielsen, publicado desde 1994 pela Revista Distribuição, analisa anualmente os resultados e a atuação dos agentes de distribuição de todo o país, com informações relevantes para orientar planos estratégicos e investimentos do Canal Indireto.

O estudo traz também uma radiografia individual de todas as empresas participantes do Ranking, que neste ano somam 667 respondentes. O faturamento conjunto dessa amostra em 2019 foi de R$ 123,4 bilhões (a preço de varejo), o que equivale a uma significativa fatia de 45,2% do faturamento do setor.

Para Nelson Barrizzelli, coordenador de projetos da FIA – Fundação Instituto de Administração, “o atacado distribuidor continua a desempenhar bem seu papel de levar produtos industrializados de amplo consumo aos mais de 5.500 municípios do país. Sem ele, não seria possível manter o abastecimento atual.” Ele também destaca que até mesmo com a competição mais acirrada e a queda do poder aquisitivo do brasileiro, o setor se fortaleceu e apresentou crescimento real.

Emerson Destro, presidente da ABAD, atribui a participação expressiva do setor no mercado à força do varejo independente. “É o canal indireto, fortalecido pela indústria, que abastece o pequeno e médio varejo, que está em crescimento. Esse movimento mostra a importância do setor atacadista distribuidor tanto no aspecto econômico quanto no social.”

Destro destaca ainda que a expectativa do setor antes da Covid-19 era positiva, com sinais promissores na economia, principalmente no início de 2020. “As empresas que atendem o varejo alimentar tiveram um primeiro quadrimestre positivo, de crescimento, embaladas pelo otimismo dos primeiros meses do ano e até pelo incremento provocado pela corrida da população aos supermercados no início da pandemia. Mesmo em abril, com o receio de desabastecimento debelado, o aquecimento se manteve”, ressalta.

A expectativa positiva, porém, deve começar a arrefecer no segundo quadrimestre, em razão do aumento do nível de desemprego e, consequentemente, do poder aquisitivo. “Acredito que o consumo será mais racional, mais voltado para produtos essenciais e de primeira necessidade. Já começamos a perceber esse movimento em abril, com uma escolha mais diversificada de marcas e itens de menor valor agregado”, afirma o presidente da ABAD.

Daí pra frente, segundo Destro, o desafio das empresas do setor estará na adequação do portfólio oferecido ao varejista, a fim de reduzir o impacto da crise no ambiente de negócios. “Como somos um setor essencial, que vende produtos de primeira necessidade, a expectativa, no fim do ano, é de equilíbrio no faturamento. Mas temos consciência de que é um ano totalmente atípico, e o tamanho do desemprego e, consequentemente, da confiança do consumidor, vão ser determinantes”, conclui.

TENDÊNCIAS DE CRESCIMENTO – Nesta edição do Ranking ABAD/Nielsen consolida-se a tendência de maior crescimento das empresas que atuam em apenas um estado. Se o crescimento médio do setor ficou em 4,5% a variação no faturamento das empresas que atuam em apenas um estado foi de 9,9%.

Já em relação ao porte das empresas, em 2019 o crescimento mais acentuado concentrou-se em empresas de porte grande e médio-grande, em todas as regiões do país.”Especialmente as empresas que faturam mais de um bilhão de reais registraram crescimento significativo”, confirma o professor Barrizzelli. Contrariando essa tendência, a região Sudeste é a única que apresenta maior crescimento das empresas pequenas e médias.

Ele credita esse crescimento na região à intensa concentração de grandes redes de varejo, principalmente em pontos estratégicos, com lojas de proximidade de metragem reduzida e logística própria para abastecimento. “Esses players não exercem o mesmo impacto em outras regiões geográficas do país”, explica.

Na análise dos dados das empresas que responderam ao Ranking nas duas últimas edições (2019 e 2020), a região que apresentou melhores resultados foi o Centro-Oeste, com crescimento de 12,1%, seguido do Nordeste, com 11,1%. O Sudeste apresentou crescimento de 8,7%, o Norte evoluiu 8,1% e o Sul cresceu 6,5% no período estudado.

PEQUENOS VAREJOS – Os estabelecimentos com até quatro checkouts, o pequeno varejo cliente do atacado distribuidor, venderam R﹩ 111,1 bilhões, com alta de 4,6% em relação ao ano anterior e são atendidos quase totalmente (95%) pelo setor atacadista e distribuidor. O mesmo patamar de importância do canal indireto é detectado no varejo tradicional, que comercializou R﹩ 51,4 bilhões e cresceu 3,4%.

Outro levantamento da Nielsen, com base nas vendas em 1,1 milhão de pontos de venda (bares, lojas tradicionais, autosserviços, farmácias e perfumarias), registra a comercialização de 148 categorias de produtos. Nesse caso, destaca-se a importância dos alimentos na composição da cesta pesquisada. Representam 39,5% e são seguidos de perto pelo grupo das bebidas, com 38,7%. Por sua vez, os itens de higiene e beleza têm peso menor, de 14%, mas acima do grupo de produtos de limpeza (6,2%) e de bazar (1,6%).

No entanto, em tempos de combate ao Covid-19, e de quarentena, o consumo pelos brasileiros pode adquirir um contorno inovador, segundo Daniel Asp Souza, gerente de Atendimento de Varejo da Nielsen. “Com a pandemia, veio a retração econômica, que deverá impactar o consumo e mudar os hábitos de compra. Por exemplo, já detectamos maior procura por produtos de limpeza, higiene pessoal e vitamina.” Souza acredita que o consumidor tende a escolher estabelecimentos com bom sortimento e preços competitivos, e que ofereçam serviços como delivery e um ambiente constantemente higienizado e de atendimento com proteção.

TOP 10 EMPRESAS POR FATURAMENTO – BRASIL

E-commerce brasileiro praticamente dobra suas vendas (alta de 98,74%) em abril ante o mesmo mês do ano passado, aponta o índice MCC-ENET

As vendas realizadas pelo comércio eletrônico praticamente dobraram, com expansão de9 8,74% em abril em relação ao mesmo mês do ano anterior. O isolamento social, em função da pandemia do coronavírus, refletiu na forma de comprar do brasileiro. Outro dado positivo que evidencia essa mudança foi a alta de 81,64% no faturamento do setor, referente a esse mesmo período. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

“O e-commerce tornou-se no mês de Abril/20 o principal (ou único) canal de vendas para muitos varejistas. Dentro das mudanças que tem ocorrido em nossa sociedade após início da pandemia do COVID-19, o comércio eletrônico certamente é um dos setores da economia que mais cresceu. No comparativo diário das vendas dentro do período, foram registrados picos acima de 100% – um marco para história do e-commerce após mais de 20 anos no país.”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricasda camara-e.net e diretor executivo do Compre & Confie.

Vendas online – Regiões Sudeste e Nordeste lideram

Ao avaliar o desempenho das vendas no comércio varejista, de abril em relação a março de 2020, observou-se uma alta de 37,14%. No acumulado do ano, a variação continua positiva: 43,34%.

Na composição regional, pelo segundo mês consecutivo, o Sudeste se destaca. Ao comparar as vendas de abril de 2020 com o mesmo período do ano anterior, a região dobrou, com alta de 104,97%.Em segundo lugar, o Nordeste com 96,36%, seguido por Centro-Oeste (94,80%); Sul (79,71%); e Norte (66,68%).

No acumulado do ano a composição muda. Em primeiro, ficou o Nordeste (51,87%), seguido por Centro-Oeste (50,74%); Norte (41,97%); Sudeste (41,84%); e Sul (41,04%).

Faturamento

O índice de faturamento do setor acompanhou as boas movimentações das vendas. Em abril, ante o mês de março de 2020, a ascensão foi de 28,86%. No acumulado do ano, a variação positiva foi de 36,07%.

A comparação do faturamento, de abril de 2020 em relação ao mesmo mês do ano passado, ficou da seguinte formapor região: Sudeste (85,87%); Centro-Oeste (82,40%); Nordeste (81,34%); Sul (69,12%); e Norte (57,12%).

No acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (47,51%); Centro-Oeste (36,82%); Sudeste (34,55%); Sul (33,15%); e Norte (28,67%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

No mês de março, o comércio eletrônico representou 7,2% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 6,1%.Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 13 de maio.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmentos,em março, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,1%); móveis e eletrodomésticos (24,5%); e tecidos, vestuário e calçados (12,4%). Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (10%);artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,3%);hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,8%);e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (1,9%).

Consumidores Online

O MCC-ENET revela também que, no primeiro trimestre do ano de 2020, 12,3% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma queda de 1,4p.p. em relação ao trimestre anterior (13,7%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 2,1p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no paísa partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.mccenet.com.br/

A importância do rastreamento em momento de instabilidade

Por Frederico Menegatti

No último dia 11, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o novo coronavírus (Covid -19) como uma pandemia mundial. A doença, que já atingiu mais de 110 países e mais de 350 mil casos de contágio, vem deixando o mundo em estado de alerta. Como tem provocado diversas formas de paralisação, a economia mundial, em diversos setores, já sente os efeitos da quarentena.

Em uma entrevista concedida pelo Angel Gurría, secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE, ou clube dos países ricos), à BBC, o choque econômico já é maior do que a crise financeira de 2008 ou a de 2001, após os ataques de 11 de setembro daquele ano. A previsão dele é que tenhamos apenas um crescimento global de 1,5%, – o que para mim já soa otimista demais.

Aqui no Brasil, já podemos ver sinais de alertas. Na última semana o varejo teve uma queda de 25,2% das vendas em relação à semana anterior ea Via Varejo, marca dona da rede de lojas Casas Bahia e Ponto Frio, teve que fechar mais de mil lojas. Se ela, um dos maiores players varejistas do país, já sentiu esse baque, imagina os pequenos e médios empreendedores que mais do que nunca precisam continuar em operação?

Acredito que nesse momento, mesmo que tenebroso, não se pode deixar a peteca cair e devemos buscar alternativas para perder o menos possível. Além disso, é preciso buscar alternativas cabíveis que permitam um gerenciamento de atividades à distância, já que toda a população está proibida de sair de casa, até a segunda ordem. Para quem precisa continuar na atividade e acompanhar a chegada e saída das mercadorias, as tecnologias de rastreio têm muito a agregar e ajudar a sanar esses e outros possíveis gargalos no mercado atual.

Graças à interne e a conectividade, já existem disponíveis ferramentas de rastreamento que oferecem a melhor comodidade para o gerenciamento dos automóveis e das frotas. Por meio de tais soluções, empresários de quaisquer segmentos podem acompanhar o veículo de forma remota, sem a necessidade de contato físico, algo que precisamos evitar nesse momento.

A busca de serviços de rastreamento era, até então, algo ainda incipiente e pouco procurado, mesmo diante de um vasto mercado que temos no Brasil. Mas aos poucos esse cenário tem mudado e esse momento de incertezas e onde os serviços de entregas se tornaram essenciais para ajudar a roda da economia a girar, pode ser algo benéfico para os players de rastreamento. Felizmente já é possível encontrar soluções completas e pouco complexas que oferecem uma gama rica de informações e processos que irão, não apenas sanar as dúvidas de quem começou a tatear o serviço de frotas recentemente, mas também a sanar possíveis gargalos em diferentes verticais.

Por isso, se você não quer se ver na situação da grande Via Varejo e quer melhorar sua produtividade e processos, ganhar eficiência na sua gestão de produtos e frotas, retendo lucratividade, precisa contactar uma empresa que oferece serviço de rastreamento já. Caso contrário, irá continuar vivendo na incerteza atual que a pandemia está “impondo” para todos. Pense nisso!

Frederico Menegatti, CEO e fundador da Getrak, maior provedora de tecnologia para rastreamento da América Latina

Como as metodologias ágeis podem auxiliar seu projeto?

Iniciar um novo projeto requer organização e planejamento. Por isso, é necessário pensar onde se pretende chegar e traçar as estratégias. Em relação a isso, as metodologias ágeis podem ser um diferencial na sua organização.

“Além de estabelecer os processos internos que visam garantir a documentação de como executar as atividades, a qualidade e a consistência na entrega de valor, a melhor forma para o gerenciamento de projetos, atividades internas ou externas é o uso de métodos ágeis”, explica Marcos Rocha, responsável pelo gerenciamento de portfólio na Locaweb Corp, unidade de negócios da Locaweb com estrutura e equipes dedicadas ao mercado corporativo.

A metodologia de planejamento surgiu na indústria da tecnologia, mas vem conquistando um grande público que busca gerenciar projetos de forma mais clara e com alinhamento entre equipes e clientes. Baseada em pilares de comunicação, praticidade e flexibilidade, a metodologia ativa foca em ciclos mais curtos, entregas bem definidas e prioriza a melhoria contínua a cada novo processo.

Segundo Rocha, é necessário avaliar o propósito do projeto e quais informações iniciais você tem em mãos para definição da metodologia a ser colocada em prática. Dentre as mais utilizadas pelo especialista, estão SCRUM e KANBAN. A primeira consiste na formação de uma lista de prioridades, que é conhecida como backlog, ao lado de alguém que determina os interesses do cliente. Já a segunda é uma planilha com as tarefas que precisam ser feitas, as que estão em andamento e as que já foram realizadas.

A partir dessas técnicas, a equipe inteira tem uma visão do todo: “ao mesmo tempo em que dá foco na entrega parcial, temos no acompanhamento diário o comportamento da sprint, que são os intervalos de tempo de desenvolvimento. Então, qualquer desvio é prontamente corrigido ou alinhado com o cliente”, explica Marcos Rocha.

Essa agilidade, consequentemente, ocasiona um desenvolvimento mais efetivo dos resultados do projeto, o alinhamento do time e redução de riscos. E, segundo Rocha, a entrega de valor para os clientes através das ferramentas ágeis desde a estruturação do escopo, até o final são aderentes ao modelo de negócio da Locaweb Corp Cluster2GO.

O novo boom das fintechs e a consolidação do setor frente à crise econômica

Por Thomas Barth, Head de Fintechs do Grupo Movile

Vivemos um cenário único na economia global, e ainda estamos apenas começando a avaliar seu impacto no mercado de fintechs. Em meio a uma pandemia que afeta, em maior ou menor grau, todos os setores, vemos a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendar pagamentos por aproximação para reduzir o risco de contaminação, além das lives de artistas popularizando o uso de QR Codes para doações.

Paralelamente, o Banco Central prepara o Open Banking e os pagamentos instantâneos, importantes para avançarmos com novos modelos de negócios, com a implementação prevista para outubro de 2021. A Associação Brasileira de Fintechs estima que 700 novas fintechs nasçam com a consolidação dessas tecnologias, quase dobrando o número atual.

Tivemos um primeiro boom de fintechs em um momento mais estável da economia. Muitas dessas empresas oferecem serviços semelhantes e são ligadas a grandes instituições financeiras, pela dificuldade em conseguir licenças para atuar de forma independente. Isso limita o quanto elas podem ser disruptivas. Hoje, com o início previsto do PIX (sistema de pagamentos instantâneos) e terminais POS que já aceitam mais de 10 QR Codes diferentes, estamos nos aproximando de uma ampla disputa pela aquisição de usuários.

Um dos grandes desafios deste novo cenário, que vai determinar a consolidação das empresas do ramo, é que a forma de atrair e fidelizar clientes está mudando. O mercado se apoiou muito no cashback e em serviços gratuitos para atrair usuários. Agora, o cliente começa a fazer escolhas levando em conta a experiência de consumo, onde se sente melhor atendido e mais confiante.

Ao mesmo tempo que as fintechs têm sido cada vez mais pressionadas para encontrarem novas formas de rentabilização. Não será fácil, mas acredito que nos direcionamos para um novo cenário nacional de fintechs, com grandes players, verdadeiramente disruptivos e inovadores, se destacando e se apropriando das inovações tecnológicas.

Engineering busca 50 profissionais de Tecnologia da Informação e mira em perfis demitidos em função da Covid-19

A Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e consultoria especializada em Transformação Digital, abriu 50 vagas para profissionais da área da Tecnologia da Informação. A empresa busca talentos recém demitidos em função da Covid-19, mas o processo seletivo é aberto a todos os perfis.

“Infelizmente, muitas empresas anunciaram a diminuição drástica do quadro de funcionários e nós optamos por colocar estes profissionais no topo de nossas buscas. Temos, inclusive, quatro profissionais recém contratados com este perfil”, afirma Carolina Moreno, coordenadora de Gente e Gestão da Engineering.

A maior demanda das posições é por desenvolvedores níveis pleno e sênior, mas também há oportunidades para profissionais de segurança da informação e SAP, além de cientistas de dados. Para visualizar os detalhes e se candidatar às posições, basta acessar a plataforma de vagas da companhia: http://bit.ly/3cObPDD. O processo seletivo será realizado 100% on-line.

Entre os requisitos das vagas, além das competências técnicas, as softs skills são especialmente valorizadas pela companhia. “Acreditamos que capacidades mentais, emocionais e sociais são hoje as competências mais importantes em um candidato. Buscamos colaboradores que respiram tecnologia, mas que também tenham inteligência emocional e adaptabilidade para lidar com os obstáculos”, acrescenta Carolina.

A empresa oferece salários de acordo com as experiências acumuladas e conhecimento técnico dos candidatos. Além disso, há uma série de benefícios, como Vale Refeição, Vale Transporte, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Seguro de Vida, Gympass, Auxílio Creche, Auxílio Filhos Excepcionais, Convênio Farmácia, participação nos lucros, parceria com instituições de ensino, apoio a certificações, low dress code, ambiente criativo e inovador, clima leve e descontraído, happy hour, horário semi flexível e home office.

Startup lança função de rastreio de funcionários para evitar contaminações

A Novidá – startup membro do hub Cubo Itaú, focada em geolocalização de alta precisão – lançou um módulo em sua plataforma para rastrear a movimentação dos funcionários de seus clientes e evitar a disseminação do coronavírus.

Usando um conceito chamado contact tracing (ou rastreamento de contatos), o objetivo é que, caso uma empresa confirme a contaminação por covid-19 em um de seus funcionários, ela consiga saber quais foram as áreas percorridas por esse colaborador e com quem ele entrou em contato nos últimos dias, permitindo tomar decisões que evitem maior disseminação.

Além disso, a plataforma também alerta em tempo real a formação de aglomerações e violações dos limites de distanciamento social recomendados, possibilitando que os colaboradores mantenham distância segura entre si e que o gestor possa agir nestes casos. Por fim, a solução ainda pode ser usada para fazer a gestão dos times de limpeza e garantir a execução e qualidade na higienização dos espaços internos.

“Ao que tudo indica, essa pandemia ainda continuará nos abalando pelo menos a curto e médio prazo. Mas as empresas precisam retomar suas atividades. Assim, mais do que nunca o foco agora precisa ser a garantia da segurança e saúde dos colaboradores. Foi por isso que implementamos esse módulo adicional dentro de nossa plataforma”, explica Fábio Rodrigues, diretor executivo da Novidá.

O grande trunfo da Novidá para implementar sua solução é a união entre Internet das Coisas e Inteligência Artificial. A startup utiliza sensores fixos distribuídos pelo ambiente e dispositivos móveis de baixíssimo custo (smartphones ou crachás especiais, por exemplos) com os colaboradores. Esses sensores se comunicam e, por meio dos algoritmos desenvolvidos pela Novidá, conseguem entender o comportamento e localização das pessoas.

Assim, em uma plataforma web, o gestor consegue visualizar as rotas percorridas por cada funcionário, acompanha os tempos de execução de cada tarefa, localiza um colaborador em tempo real, acessa o mapa de calor de sua planta e tem informações assertivas sobre o que acontece em seu negócio.

“Nossa solução sempre teve o foco em otimizar a gestão de equipes operacionais para aumentar a produtividade de nossos clientes. Nesse momento, a missão continua a mesma, mas acrescentamos a esse ‘pacote’ a saúde e segurança dos colaboradores. Até porque, no fim do dia, a saúde dos funcionários está diretamente ligada à produtividade da organização”, afirma Fábio.

Em 2019, a Novidá multiplicou sua receita em 350%, oferecendo sua solução para organizações como PSA Groupe, GOL, Cubo Itaú, Andrade Gutierrez, entre outras. A empresa também foi eleita a startup mais atrativa do país com uso de Internet das Coisas, de acordo com o ranking do 100 Open Startups. Na última semana, a Plug and Play (uma das maiores aceleradoras do Vale do Silício) destacou a Novidá como uma das principais soluções globais entre as startups para a retomada das operações nas empresas.

“A retomada das operações exige cautela e estratégia. Porém, é possível aliar segurança com produtividade. Esse é o momento de garantir a saúde dos colaboradores e otimizar ao máximo a gestão operacional. Acredito que a Novidá tem muito a oferecer nesse sentido”, conclui Fábio.

Integração de soluções TOTVS e aplicativos de delivery contribui para o aumento de 20% das vendas de restaurantes e fast-foods

Com o objetivo de apoiar os clientes neste momento delicado com a crise gerada pela pandemia causada pela COVID-19, a TOTVS, maior empresa de tecnologia do país, passou a oferecer, desde março de 2019, a integração gratuita dos sistemas TOTVS Varejo Food Service com os principais aplicativos de delivery. Com a iniciativa, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos de alimentos e bebidas, que são serviços essenciais, tiveram um aumento de 20% nas vendas realizadas por meio dos aplicativos de delivery.

Um estudo feito pela Corebiz, empresa de inteligência para marcas do varejo, mostrou que a receita das compras por delivery no segmento alimentício cresceu 77% entre os dias 1º a 18 de março, em relação ao mesmo período de fevereiro. Ainda as previsões são de um crescimento de 32%, em média, em relação a fevereiro e de 46%, em relação a março de 2019.

Para Elói Assis, diretor de varejo da TOTVS, o mercado deve se adequar ao novo “normal” pós-Covid-19. “Desde que passamos a oferecer a integração gratuita, tivemos um aumento de 22% de nossos clientes utilizando o serviço de delivery, o que reflete o atual cenário e o aumento da demanda dos consumidores pelos serviços de entrega, que deve ser uma tendência mesmo quando a quarentena acabar. Além disso, essa iniciativa é uma forma de reforçar o nosso objetivo em apoiar nossos clientes e empreendedores durante essa fase”, comenta.

Com a solução, os clientes podem optar pelo modelo full service, com o qual a logística de entrega é feita pelo aplicativo, ou no modelo marketplace, em que o lojista se encarrega da entrega. Além disso, a plataforma permite que os clientes consigam fazer a gestão dos pedidos diretamente no PDV (ponto de vendas) ou nos pedidos por telefone.

As cadeias de suprimentos do futuro

Até 2022, é esperado que mais de 176 milhões de pessoas na América Latina comprem bens e serviços on-line, e que as vendas do varejo na região cheguem a USS$ 2,35 trilhões *. E essa necessidade está aumentando com a COVID-19. Seria esse um pedido para transformarmos as cadeias de suprimentos? Se olharmos para o futuro, é cada vez mais evidente que as empresas precisam trabalhar para fortalecer as cadeias de suprimentos, tornando-as cada vez mais resilientes e ajudando no abastecimento de produtos.

Globalmente, as cadeias de suprimentos estão sendo submetidas a novas condições voláteis e estão sendo desafiadas além de seus limites. Embora o foco atual esteja em manter o suprimento e atender às necessidades dos clientes, as organizações devem considerar como reagir a essas situações, preparando-se para a próxima interrupção, enquanto continuam agregando valor aos clientes finais. E é aí que a tecnologia se torna a aliada fundamental para ajudar as empresas a percorrer esse caminho, fortalecendo as cadeias com informações em tempo real e ação decisiva e permitindo uma melhor capacidade de resposta em três frentes:

1. Visibilidade e orientação preditiva dos acontecimentos. Imagine uma “torre de controle” que ajude os profissionais da cadeia de suprimentos com dados e recomendações preditivas. Isso permite que eles tomem decisões mais rápidas e inteligentes no gerenciamento das cadeias de suprimentos.

A inteligência artificial atuaria como essa “torre de controle”. Por um lado, daria visibilidade a possíveis interrupções em toda a cadeia, incluindo o inventário, a fase de armazenamento e tudo relacionado ao equipamento e sua manutenção. E, por outro lado, permitiria incidir com antecedência sobre essas possíveis falhas, o que, em última análise, afetaria a experiência e a satisfação do cliente.

2. Digitalização de cadeias de suprimentos. O funcionamento do comércio mundial, como outras indústrias, depende de trocas eficientes de informações, especialmente documentos.

Enquanto os ecossistemas empresariais e governamentais de todo o mundo agora estão digitalizando processos e automatizando os gargalos da garrafa; o comércio internacional, devido à sua formalidade e burocracia associada, teve um processo mais lento na digitalização.

Como a tecnologia está facilitando esse processo? A verdade é que o desenvolvimento da tecnologia blockchain está liberando a indústria de processos manuais e sistemas legados que dificultam a transparência, acessibilidade e visibilidade dos documentos. Uma liderança que busca a hiperconexão, para alcançar aprendizado exponencial, gera eficiências no sistema.

Por exemplo, mais de 50 portos e terminais na América Latina fazem parte da rede TradeLens, contribuindo com dados para a rede e podendo fazer previsões com base nessas informações.

3. Rastreabilidade. Associado a essa digitalização e a uma maior cooperação entre as partes, o blockchain também permite a rastreabilidade. Ou seja, todos os participantes do sistema podem conhecer a origem, a localização em tempo real e o status de seus produtos em toda a cadeia.

Dessa forma, as empresas podem desenvolver modelos mais precisos de previsão de oferta e demanda, localizar o fornecimento de matérias-primas e reestruturar contratos.

Um exemplo é a rede Food Trust, baseada no blockchain da IBM, que monitora alimentos e produtos desde o momento em que são produzidos até a escolha do consumidor no supermercado. Atualmente, vários varejistas em todo o mundo, como Carrefour e Nestlé, além de produtores em nossa região, fazem parte da rede para reduzir o desperdício e ajudar as cadeias de alimentos e distribuição não irem à falência.

Embora ninguém possa prever o que o amanhã tem reservado, podemos trabalhar hoje para construir uma cadeia de suprimentos global mais inteligente e eficiente, preparando as empresas para emergirem mais fortes. As organizações podem tirar proveito da inteligência artificial e do blockchain, entre outras tecnologias, para ajudarem a transformar o imprevisto no antecipado e estar mais preparadas para o amanhã.

*Fonte: Statista

TIM incentiva presença feminina em áreas tecnológicas

No Brasil, as mulheres representam apenas 33% das pessoas que se formam em carreiras STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), segundo dados da Unesco. A TIM, uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil, realizou, na última semana, o encontro virtual Mulheres Tech! para incentivar a representatividade feminina nessas áreas.

O evento foi um bate-papo virtual, respeitando a orientação de distanciamento social para combate à pandemia da Covid-19, com mulheres de áreas tecnológicas da companhia, que falaram sobre suas experiências e contaram um pouco dos projetos que desenvolvem. Na plateia, em suas casas, estavam universitárias de cursos de tecnologia variados, convidadas por meio de parceria com instituições de ensino públicas e privadas do Rio de Janeiro e de outras localidades.

Na iniciativa, liderada pelo time de Recursos Humanos, a TIM apresentou dados sobre diversidade e inclusão no Brasil e informações sobre a empresa. Cristina Gavazza, especialista em inovação e desenvolvimento de novos negócios, contou sobre o investimento da operadora à inovação aberta, em conjunto com startups, polos de fomento etc, e a importância da diversidade nesse contexto. Ana Carolina Pedreira, especialista em parcerias tecnológicas, explicou a mudança que o 5G trará para o mundo e como a TIM está se preparando para a chegada dessa nova rede. E Auana Mattar, primeira diretora de TI da companhia, falou sobre os desafios da carreira e destacou a importância da presença feminina na área. “Ter mais mulheres em tecnologia, onde estão concentradas as profissões do futuro, é uma necessidade do mercado e uma realização enorme para mim. É preciso coragem para seguir, não desistam. E não somente a presença de mulheres é fundamental para o processo de inovação, mas sim, toda a diversidade de perfis, pensamentos e ideias. Isso é bom para os negócios”, ressaltou a executiva.

A VP de Recursos Humanos da TIM Brasil, Maria Antonietta Russo, encerrou o encontro falando sobre as mudanças que estão em curso no mundo corporativo por conta da pandemia. Segundo ela, o impacto digital na vida das organizações foi muito grande e deverá evoluir. Por isso, é ainda mais relevante incentivar a busca das estudantes por carreiras STEM.

“Hoje, só 20% das mulheres no mercado atuam na área tecnológica. Elas representam 25% da força de trabalho da indústria digital. Esses percentuais precisam crescer, principalmente porque o mercado depois da Covid-19 exigirá profissionais mais preparados para as novas tecnologias. Decidimos iniciar um percurso em parceria com as universidades para incentivar a escolha por essas carreiras, em linha com as oportunidades que surgirão no novo mundo de trabalho pós-pandemia. Além disso, a TIM é uma empresa comprometida com a valorização de toda diversidade e promoção de uma cultura inclusiva, e isso também significa estimular maior participação feminina em áreas do nosso negócio como TI, inovação e infraestrutura.” E deixou uma mensagem de incentivo a todos: “nunca desista dos seus sonhos. O limite para alcançá-los é, principalmente, aquele que colocamos a nós mesmos”, reforçou a executiva.

TIVIT contrata diretor para reforçar os negócios em Digital Sales

A TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, anuncia a contratação de Felipe Kraus para reforçar sua unidade de negócios de Digital Business. Kraus chega para assumir a posição de Diretor de Negócios e irá responder a Wander Cunha, Diretor Executivo & Head da Unidade de Negócios de Digital Business.

Com mais de 17 anos de experiência em vendas, desenvolvimento de produtos, gerenciamento de negócios e operações, Felipe tem passagens por empresas como Gemalto, Valid e ThoughtWorks, nas quais ocupou cargos voltados à inovação, vendas e diretor de negócios. Também foi cofundador e CTO da Sieno Perfumaria e da Veni Perfumaria, portais de comércio eletrônico.

“Estou bastante entusiasmado, uma vez que inovação faz parte da minha história. Chego como o responsável por toda a estratégia de vendas do portfólio de Digital Business no Brasil”, diz Felipe Kraus. O executivo terá entre os seus desafios, o papel de apoiar a consolidação do posicionamento da TIVIT como uma empresa de tecnologia inovadora. “Meu papel é apresentar ao mercado produtos e serviços que apoiem nossos clientes na sua jornada de transformação digital.”

Felipe chega em um momento atípico da TIVIT, com 90% de todos os colaboradores em home office. Seu onboarding foi totalmente remoto. “Os primeiros dias na empresa são sempre importantes, e mesmo à distância, posso afirmar que têm sido muito produtivos.

Tenho um background técnico e bastante experiência em vendas e produtos digitais. Há algum tempo, porém, me dedico a projetos que me permitam atuar diretamente na transformação de empresas, principalmente em relação à cultura colaborativa e agilidade. Tenho certeza de que minha trajetória vai agregar muito às necessidades atuais da TIVIT”, diz.

“A missão do Kraus é clara: ele e o time de Digital Sales vão trabalhar para que a TIVIT seja a parceira fundamental para as empresas que estão em meio à jornada de modernização e para que aquelas já nascidas no modelo digital escalem rapidamente. Nosso foco são os clientes”, diz Wander Cunha, Diretor Executivo & Head de Digital Business da TIVIT.

A TIVIT tem experiência em desenvolvimento de software com metodologias ágeis, plataformas de aceleração que reduzem do tempo entrega e infraestrutura de nuvem por meio de parceiros e serviços de operação fim a fim (E2E). Conectada a um ecossistema de parceiros e startups, a empresa leva a seus clientes a concepção de produtos digitais rápidos (MVP) e cocriação de novas tecnologias, com casos de sucesso em inteligência artificial, automação e design de serviços e modernização de aplicações.

Novo curso gratuito para empreendedores ensina a fazer anúncios no Google

Para ajudar os empreendedores a divulgar seus negócios na internet, a plataforma de educação online Collabplay lançou um novo curso. O treinamento Introdução ao Google Ads: Colocando sua primeira campanha no ar ensina a utilizar a ferramenta de anúncios do Google para impulsionar marcas e atrair clientes. O Collabplay foi criado pela HostGator, multinacional de hospedagem de sites e serviços para presença online. Todos os cursos são gratuitos e oferecem certificado de conclusão.

“Muitos empreendedores sabem que precisam ter presença digital para serem encontrados por seus potenciais clientes, mas não têm clareza sobre como fazer isso”, diz Ricardo Melo, gerente de Marketing da HostGator. Em uma sondagem feita pela HostGator em abril, com cerca de 2.500 participantes, 43% dos participantes afirmaram que já têm um site, mas estão encontrando dificuldades para atrair interessados nos seus produtos. “Chegar aos clientes envolve uma série de estratégias, e os anúncios online fazem parte delas”, afirma Melo.

Entre os conteúdos do novo curso está um passo a passo para fazer anúncios em texto na rede de pesquisa – do tipo que precede os resultados de uma busca realizada no Google. Além disso, os participantes aprenderão a criar sua primeira conta no Google Ads, configurar informações de faturamento, elaborar uma campanha, montar grupos de anúncios e gerar relatórios para acompanhar os resultados. O instrutor é Jorge Ávila, especialista na ferramenta.

Esse é o terceiro treinamento disponibilizado no Collabplay. O primeiro – Meu site WordPress no Ar – ensina a desenvolver um site no sistema de gerenciamento de conteúdo mais usado no mundo. O segundo é focado em Boas práticas para expandir um negócio na internet. Desde março, quando a plataforma foi lançada, mais de 25 mil pessoas já se inscreveram neles. Novos cursos online sobre tecnologia, negócios, marketing e design estão previstos para as próximas semanas.

Além da plataforma em que os cursos podem ser feitos, o Collabplay inclui ainda um canal no YouTube, em que a rede de influenciadores digitais parceiros da HostGator está em ação. Criadores de conteúdo como Diolinux, Código Fonte, Amarelo Criativo, Brainstorm Tutoriais, Ecommerce na Prática e Tati Uribe (Colômbia) publicam vídeos exclusivos e também treinamentos rápidos em habilidades específicas.

HSM University lança HSM University Code School

A HSM University, plataforma de cursos livres e pós-graduação 100% online, que integra a Ânima Educação, acaba de lançar uma nova escola, a HSM University Code School, que tem como objetivo formar profissionais para o mercado de tecnologia.

A iniciativa conta com a parceria de Silvio Meira, um dos principais nomes de tecnologia do País e Luciano Meira, Ph.D. em educação matemática, mestre em psicologia cognitiva e bacharel em pedagogia.

A HSM University Code School conta com uma metodologia diferenciada e exclusiva, baseada no conceito D³NA, criada por Luciano, que une diversão, diálogo e desafio a uma narrativa que leva o aluno a uma aventura de aprendizagem, e utiliza a plataforma APTA, que por meio do design instrucional única apresenta os conteúdos de maneira gamificada e dinâmica para os estudantes, tornando a jornada mais leve e atrativa. Além disso, durante o curso os alunos terão acesso a tutoria entre pares, uma ferramenta colaborativa que permite que os estudantes se ajudem entre si.

“O setor de tecnologia tem sido um dos mais crescentes nos últimos anos, e, com isso demandado, cada vez mais, por profissionais capacitados. Entendemos esse gap do mercado e queremos oferecer aos nossos alunos aulas diferenciadas e conteúdo exclusivo”, explica Fábio Figueiredo, Diretor da HSM University.

Os estudantes terão acesso a diferentes temas voltados para programação como, por exemplo, Lógica de Programação e OO, HTML+CSS/Sass, JavaScript, Angular, WebServices Client, Noções de UX Design, Data Analysis, Machine Learning e outros.

Os cursos encontram-se em pré-venda e começam em maio com três opções, sendo eles: Dev Full Stack, Dev Back-end, nos quais os alunos aprenderão a desenvolver arquiteturas de servidor, que interagem com aplicações web e aplicações cliente-servidor e o Dev Front-end, focando no desenvolvimento de interfaces web, ricas em visual e interação com o usuário para aplicações cliente-servidor.

Renato Goulart é o novo Diretor de Parcerias da VTEX

Renato Goulart é o novo Diretor de Parcerias da VTEX no Brasil. O executivo chega para liderar a estruturação e crescimento da área e tem como principal responsabilidade o sucesso dos clientes, fomentando a adoção de serviços, tecnologia e inovação do ecossistema da plataforma.
Formado em Business Administration com um Master pela Universidade do Sul da Califórnia (USC), e bacharel em Publicidade e Propagando pela FAAP, Goulart já integrou o time de renomadas empresas internacionais. Foi Head de Parcerias em Marketing do Facebook e Instagram na América Latina e Gerente de Parcerias para Microsoft na cidade de Seattle, nos Estados Unidos.

Renato Goulart também já esteve à frente de startups ao longo de sua carreira de liderança na área de Digital, desde 1993. Ministrou palestras na Universidade de Stanford, no Vale do Silício, e em vários países como Argentina, Colômbia e México. Goulart chega em um momento de grande expansão e transformação da VTEX, que nos últimos anos tem apresentado uma média de crescimento de mais de 45%, com uma atuação internacional cada vez maior, principalmente nos Estados Unidos.

“O fato de a empresa ser originalmente brasileira, gerida em sua grande maioria por brasileiros, foi um convite irrecusável para mim, que sempre acreditei e trabalhei para a divulgação do potencial e talento da região. Uma oportunidade única de aplicar o que aprendi nas gigantes americanas de tecnologia”, comemora Goulart.

MCM Brand Group oferece dicas para empresas manterem seu rendimento durante a pandemia

Com o rápido avanço da epidemia do novo Covid-19, o Brasil precisou se adaptar com uma rotina nunca vista antes. Empresas precisaram mudar o regime presencial para home office e colocar em prática novas técnicas para motivar seus colaboradores. Com um olhar humanitário exercido por seus líderes, a MCM Brand Group dá dicas de como as empresas podem manter a sua produtividade com a ajuda de colaboradores incentivados neste período.

Para Mônica Schimenes, CEO e fundadora da MCM Brand Group, a liderança humanitária sempre foi tema para desenvolvimento dentro das empresas, mas com a chegada do Covid-19, os fatores externos aceleraram esse processo. “Criar empatia, visualizar todo o cenário, desenvolver a intuição, pensamento crítico e criatividade passaram a ser obrigatórios na nossa rotina, por isso acredito que a forma como passamos a liderar depois da pandemia nunca mais será a mesma”, comenta. “O pensamento sistêmico coletivo ganhou seu devido lugar, exigindo dos líderes rápido aprimoramento, assim sendo, não sobreviverá o mais forte e sim aquele que melhor se adapta às constantes mudanças”, completa.

Os benefícios dessa estratégia de liderança trazem leveza nas entregas e uma forte tendência de diálogos mais abertos e honestos, pois uma liderança baseada em confiança quebra obstáculos hierárquicos mantendo o respeito. “Atualmente é de extrema importância que a empresa tenha mapeado os tipos de liderança existentes, pois a responsabilidade de desenvolver o olhar humanitário deve ser de todos na companhia e no âmbito pessoal. Esse tipo de líder consegue enxergar o colaborador como outro ser humano, além dos resultados que precisam ser entregues, ele é consciente em alinhar as expectativas do que a empresa pode oferecer e o que o colaborador tem de planos”, finaliza Schimenes.

Sendo assim, como motivar seu colaborador?

• A arte de fazer perguntas: Os líderes precisam estimular seus colaboradores a sempre fazerem perguntas para explorarem diversos pontos de vista. Todas as perguntas devem ser bem-vindas, fazendo assim as pessoas perderem o medo de se comunicar.

• Feedback é um presente: Reconhecer o que os colaboradores fazem de bom e dar opções para melhorias é uma tarefa delicada e que exige prática. Comece com pequenas conversas, um café para entender como a pessoa está, separe um ponto bacana que você gostaria de elogiar, algo que a pessoa precise melhorar e pergunte o que ela acha disso? Se faz sentido e como ela gostaria da sua ajuda para avançar naquele ponto.

• Tudo bem pedir ajuda: Muitos líderes tem receio ou medo de pedir ajuda para o time ou pessoas de cargos menores que os seus por exporem sua vulnerabilidade, mas muito pelo contrário, ao pedir ajuda além de demonstrar valor pela opinião daquela pessoa você demonstra que também está em constante aprendizado e todos tem valor no processo.

• Hands on! Em tempos de Covid-19 todo mundo põe a mão na massa e o papel do líder em dar o exemplo é fundamental. Ajudar todos a remar mais forte com um rumo bem claro faz toda a diferença. Líderes de atitude tocam as emoções de seu time quando demonstram que estão juntos e mais ainda quando compartilham o conhecimento que possuem, afinal é por uma série de fatores que ele ou ela se tornou líder.

• Desenvolva novos líderes: Em tempos de crise, a gestão fica delicada porque as decisões ficam mais difíceis e tudo parece ganhar um peso maior. Um líder com visão humanitária é seguro para delegar desafios aos liderados confiando que eles poderão cumprir. Escolha pessoas chave que se destacam no seu dia a dia, alinhe se a liderança faz parte dos desejos desse colaborador e o desafie a ser melhor todos os dias.

Para mais detalhes, basta acessar: http://www.mcmbrandexperience.com/.

Assinatura digital é aliada dos advogados durante pandemia

A pandemia do novo Coronavírus está afetando não somente a saúde pública, mas, também, a manutenção dos negócios. Por conta da quarentena, que impôs o fechamento de estabelecimentos de comércio e serviços que não fossem de necessidade básica, muitas empresas tiveram que adaptar suas operações para o regime home office.

Inseridos neste contexto estão os advogados, sejam eles autônomos ou integrantes de um escritório. Em São Paulo, por exemplo, o governo do Estado havia aprovado uma medida que permitia que os escritórios funcionassem normalmente, recebendo clientes, mas foi revogada por questões de segurança. Fato é que as pessoas ainda dependem destes profissionais para abrir e acompanhar processos, para a elaboração de contratos, prestação de assessoria jurídica e outros serviços – até porque os fóruns continuam operando, mesmo que de forma restrita.

A resposta é a tecnologia

Para esses profissionais, que lidam diretamente com questões jurídicas e de grande impacto na vida de pessoas e empresas, a tecnologia é uma grande aliada para que a rotina em casa seja tão produtiva quanto a do escritório. Um exemplo disso é o Certificado Digital, já conhecido dos advogados. Além de permitir o peticionamento eletrônico, ele pode ser utilizado para assinar digitalmente documentos de qualquer espécie com validade jurídica assegurada pela legislação brasileira.

“Assinar documentos pela internet é um grande benefício do Certificado Digital que se torna ainda mais relevante em tempos de pandemia. Além de o processo ser rápido e não demandar gastos com papel, impressora e transporte, evita o contato físico, eliminando, assim, a necessidade de sair do isolamento social”, explica Leonardo Gonçalves, diretor de Relações Institucionais da Certisign, a maior Autoridade Certificadora do Brasil.

Como assinar documentos com o Certificado Digital

Os advogados que são regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e que, portanto, tem um Certificado Digital OAB podem assinar qualquer tipo de documento no Portal de Assinaturas OAB. Para isso, basta acessar a plataforma, subir o documento e assinar com alguns cliques por meio do Certificado.

Devido à pandemia, a Certisign e a OAB estão disponibilizando 200 documentos para serem assinados gratuitamente no Portal. “Esta é uma forma de, minimamente, apoiar nossos profissionais neste período de quarentena. Sabemos da importância do advogado na manutenção dos negócios no país, seu impacto no dia a dia de incontáveis pessoas, bem como a extrema necessidade de adotarmos o trabalho à distância”, diz o executivo.

Certificado Digital precisa estar válido

Segundo Gonçalves, para realizar a assinatura de documentos, o Certificado Digital OAB precisa estar válido. “A renovação pode ser feita on-line, sem sair de casa, no site da Autoridade Certificadora da Ordem dos Advogados do Brasil (AC OAB), desde que o Certificado esteja elegível a isso”.

Uber cria fundos de R$ 32 milhões para investimento social mirando parceiros e comunidade

A Uber criou um fundo de R$ 25 milhões que está sendo usado para apoiar os mais de 1 milhão de brasileiros que usam o app como motoristas e entregadores para gerar renda. Um segundo pacote de investimentos, de R$ 7 milhões, está sendo dedicado a apoiar a comunidade em geral, com o custeio de viagens de Uber a doadores de sangue, viagens para profissionais de saúde e com o apoio a restaurantes cadastrados no Uber Eats.

Na semana passada, a Uber anunciou os números do investimento global – o apoio a parceiros monta a US﹩ 19 milhões (o equivalente a mais de R$ 100 milhões) em todo o mundo.

Presente em todos os estados e em mais de 500 cidades do país, a Uber está buscando mais e mais formas de apoiar os mais de 1 milhão de brasileiros que usam nossos apps para gerar renda. São motoristas e entregadores que têm sido considerados essenciais por diversas instâncias de governo, ajudando a mover o que é essencial nessa hora: médicos, enfermeiros, refeições e remédios.

Os fundos cobrem, entre outras iniciativas:

• Financiamento de produtos de limpeza, como álcool em gel – já adquirido por mais de 50 mil motoristas-, e criação de um fundo para fornecimento de até 1 milhão de itens para proteção pessoal.

• Criação de canal para doação de alimentos e kits de higiene para comunidades vulneráveis em parceria com a CUFA – Central Única das Favelas. Já foram doadas 73 toneladas de alimento e kits de higiene.

• Viagens gratuitas de doadores para bancos de sangue em 22 cidades em todas as regiões do país. 4,7 mil doadores já usaram a Uber com esse propósito, e a iniciativa será expandida para mais cidades em breve.

• Viagens gratuitas no Rio de Janeiro para que pessoas curadas da Covid-19 pudessem doar o plasma do sangue e participar de pesquisa para combater os efeitos do vírus em pacientes em estado grave.

• Ajuda financeira ao parceiro que precisa parar de dirigir por orientação médica

• Subsídio na contratação de um serviço de saúde que oferece consultas por videoconferência com médicos do Hospital Albert Einstein, entre outras facilidades

• Investimento de R$ 4 milhões para viabilizar entregas grátis para pedidos feitos em milhares de pequenos e médios restaurantes parceiros do Uber Eats.

• Em São Paulo, em parceria com o Itaú, foram oferecidas 200 mil viagens de Uber para os profissionais de saúde da rede municipal que estão na linha de frente no combate à Covid-19.

Confira os detalhes abaixo:

PARCEIROS

Desde o começo da crise, a Uber mantém um fundo para apoiar motoristas parceiros da Uber e entregadores parceiros do Uber Eats em qualquer lugar do país. A maior parte é dedicada a oferecer uma ajuda financeira aos parceiros forçados a parar de dirigir por recomendação médica. Os parceiros recebem o equivalente à média dos ganhos que tiveram nos últimos três meses.

O mesmo fundo também está financiando o reembolso por gastos com álcool em gel e com máscaras – cinquenta mil motoristas já compraram itens de limpeza com recursos oferecidos pela Uber, e a empresa pode custear até um milhão de itens. A empresa também passou a oferecer um subsídio na contratação de um serviço de saúde que oferece consultas por videoconferência com médicos do Hospital Albert Einstein, entre outras facilidades.

Além disso, nesse período, toda vez que o usuário der um agradecimento extra em dinheiro a um motorista parceiro, a Uber irá complementar com o mesmo valor.

COMUNIDADE

Além das iniciativas voltadas aos seus parceiros, a Uber também investe em ações para apoiar a comunidade e restaurantes. A empresa fez parcerias com bancos de sangue em todas as regiões do país, bancando a ida e volta dos doadores, para ajudar a socorrer os baixos estoques de sangue no País, agravados com o isolamento social. Desde o início da ação, mais de 4,5 mil doadores já usaram a plataforma da Uber de graça para ir aos bancos de sangue.

No Rio de Janeiro, em parceria com o Hemorio, o hemocentro coordenador do estado, para oferecer viagens a pessoas curadas de coronavírus que queiram doar o plasma do sangue para pesquisa de combate ao vírus.

A Uber e o Itaú Unibanco anunciaram uma parceria para oferecer 200 mil viagens para profissionais de saúde da Prefeitura de São Paulo que estão atuando na linha de frente do combate à COVID-19. Esses profissionais terão direito a fazer viagens pela plataforma da Uber quando a origem ou o destino for um dos centros de saúde da cidade.

Essas medidas fazem parte do compromisso anunciado pelo CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, de fornecer em todo o mundo 10 milhões de viagens e entregas de alimentos gratuitas como forma de colaborar nos esforços de enfrentamento da pandemia.

A empresa também criou uma loja virtual no aplicativo de entrega de alimentos Uber Eats para permitir a doação de alimentos e kits de higiene para comunidades vulneráveis nas cidades de Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, direcionando todas as doações para a CUFA – Central Única das Favelas, ONG encarregada de cuidar da distribuição das doações. Até o momento, 35 toneladas de alimento e kits de higiene foram doadas.

Para auxiliar mulheres vítimas de violência doméstica durante o período da COVID-19, em

parceria com o Instituto Avon e Wieden+Kennedy, a Uber lançou uma assistente virtual que, por meio de um chatbot, oferece uma forma silenciosa das mulheres pedirem ajuda e receberem a orientação necessária dentro de suas próprias casas. Caso seja necessário buscar uma unidade de saúde ou delegacia, a mulher receberá um código promocional para solicitar uma viagem de forma gratuita no aplicativo da Uber.

RESTAURANTES

A Uber também anunciou medidas para apoiar pequenos restaurantes por meio do aplicativo Uber Eats. O aplicativo passou a oferecer entrega grátis para pedidos feitos em milhares de pequenos e médios restaurantes parceiros. Isso torna os pedidos mais baratos para o consumidor – e permite que ele consuma mais, ajudando os negócios a ganharem fôlego. Até o momento, o Uber Eats investiu mais de R﹩ 4 milhões nessa ação.

O Uber Eats também é o único aplicativo a oferecer a esses restaurantes parceiros pequenos e independentes a opção de receber repasses diários dos pagamentos em vez de esperar até o final da semana, para ajudar na manutenção do fluxo de caixa.

1 a cada 4 candidatos passaram a aceitar contratação PJ durante a pandemia

A Revelo, maior HR Tech da América Latina, fez um levantamento e constatou que desde o início da quarentena, fim de março, houve um aumento aproximado de 27% na busca por vagas com modelo de contratação PJ. No caso das empresas, o número de vagas publicadas para contratação no mesmo modelo aumentou cerca de 36%. Dados levam em consideração processos de recrutamento e seleção em todo Brasil.

O modelo de contratação por PJ chega em um momento de incerteza causado pela crise de saúde mundial e é visto como uma alternativa ao tradicional regime CLT. Preferido dos candidatos.

“Entendemos esse movimento de empresas e também de candidatos como uma tentativa de se adaptar a crise que estamos enfrentando. É uma maneira de flexibilizar a contratação ao invés de cancelar ou congelar a vaga. Os candidatos também entendem que para seguir com a busca de uma nova oportunidade , é necessário pensar em novos modelos de contratação. Quando houver uma retomada econômica significativa, este número pode voltar a cair e o modelo CLT passe a ter maioria, como estamos habituados na Revelo”, afirma Lucas Mendes, cofundador da Revelo.

Alessandra Silva, 32 anos, designer, é moradora de São Paulo e está em busca de uma nova carreira na plataforma da Revelo; ela conta que passou a aceitar a contratação PJ após o início da pandemia. “Eu entendi que isso poderia me ajudar a arrumar um novo emprego mais rápido e com o salário que julgo ideal no momento. Sei que a pandemia do coronavírus pode atrasar meus planos, mas não parei de buscar”, finaliza.

Levando em consideração ainda o levantamento, o nível hierárquico mais buscado, dentre todas as especialidade e carreiras presentes na plataforma, está a carreira sênior; ou seja, profissionais com sólida experiência nas descrições de atividades buscadas pelas empresas.

O levantamento levou em consideração as mais de 14 mil empresas cliente e mais de um milhão de candidatos na plataforma. No período entre março e maio deste ano.