Page

Author admin

Lambda3 abre 25 vagas para profissionais da área de T.I.

Oportunidades abertas para atuar remotamente ou em regime híbrido nos times de Desenvolvimento, Dados, Agilidade e UX

Reconhecida pelo prêmio GPTW como a 5ª melhor empresa de T.I. para se trabalhar no Brasil, a Lambda3 – referência no setor tecnológico, com foco em soluções digitais – está com 25 vagas abertas para profissionais de T.I. que atuam com desenvolvimento de software, agilidade, infraestrutura para segurança de dados, análise de BI, designer de produto (UX e UI), data science e engenharia de dados. O processo seletivo será realizado via conferência on-line. Algumas das posições oferecem trabalho 100% remoto e outras em regime híbrido – home office e presencial, quando necessário. 

“Além de excelência técnica, entregar valor para os clientes que trabalham conosco é um esforço que exige constante sinergia entre toda a equipe. Buscamos novos desafios técnicos e, por isso, recrutamos pessoas que estejam dispostas a aprender em todos os momentos, sair das respectivas zonas de conforto e contribuir com times autogerenciáveis”, explica Victor Hugo Germano, CEO da Lambda3. 

Vale ressaltar que a Lambda3 tem o compromisso de atrelar tecnologia à diversidade. “As vagas são para todas as pessoas que se identificarem com nossas oportunidades, independentemente de gênero ou região demográfica. Buscamos a presença do respeito e da diversidade em nosso dia a dia, para conquistarmos um ambiente tão diverso e plural quanto a sociedade, com autonomia e responsabilidade acima de regras rígidas e políticas internas”, contextualiza Victor Cavalcante, CSO da empresa. 

A companhia é definida como uma comunidade multidisciplinar e inclusiva, que trabalha com várias linguagens e frameworks ao redor de metodologias ágeis, com flexibilidade e autonomia sobre as rotinas individuais e dos times. As pessoas selecionadas terão a oportunidade de atuar desde a ideação e concepção de produtos e serviços, até sua entrega e sustentação; fazer escolhas e participar de discussões sobre as tecnologias empregadas em projetos; e trabalhar com metodologias ágeis e integração contínua, entre outras áreas. 

“Nos orgulhamos em ser uma empresa referência em serviços e produtos de ponta-a-ponta [da proposta, passando por todo ciclo de vida, à entrega]. Por isso, procuramos profissionais que contribuirão com a evolução dos nossos projetos, sendo parte de um time de alta performance, que atua diretamente com companhias de relevância nacional e internacional”, conclui Germano. 

Os interessados em participar do processo seletivo podem se candidatar por meio do site: vagas.lambda3.com.br.  

Tags,

Como o Customer Experience (CX) pode ajudar a alavancar os negócios?

cid:image010.jpg@01D7C10A.1C4C5FC0

Por Roberto Ameriot Jr, Chief Sales Officer da Digisystem

É evidente que a Experiência do Cliente ou Customer Experience (CX) tornou-se mandatória para o sucesso de qualquer operação, especialmente após a irrupção da pandemia. Segundo pesquisa de mercado, tanto clientes quanto empresas afirmam que a Experiência do Cliente tornou-se mais importante no último ano, uma vez que saltou para o primeiro lugar na estratégia de negócios das companhias. A pesquisa aponta ainda que 75% dos clientes estão dispostos a gastar mais para comprar de empresas que proporcionam uma boa experiência. Mas de que maneira o Customer Experience (CX) pode ajudar a alavancar os negócios?

Atualmente, existem diferentes tecnologias disponíveis que podem aprimorar a Experiência do Cliente levando em consideração a sua jornada de atendimento. Nesta jornada, as organizações podem estreitar o relacionamento com seu consumidor por meio da multicanalidade, utilizando meios como atendimento telefônico, WhatsApp e ainda canais automatizados, através de chats e mensagens. Além disso, recursos tecnológicos como Chatbot, RPA e Analytics têm sido cada vez mais utilizados no mercado. Este último, por exemplo, auxilia as empresas a qualificarem o perfil de seus clientes (sempre seguindo as diretrizes da LGPD), permitindo visualizar dados como solicitações, período do chamado, região em que o cliente se encontra, entre outras informações que permitem qualificá-lo, e personifica-lo, para assim, oferecer soluções diferenciadas, tanto no aspecto de consumo do serviço, quanto na área de atendimento. A partir do momento em que as empresas conseguem entender melhor a necessidade do cliente, é possível prover uma solução customizada e flexível.

Como implementar tecnologias de Customer Experience nas empresas?

O primeiro passo é conhecer o cliente. Após conhecê-lo, é necessário ter em mente algumas perguntas: Como abordar esse tipo de cliente? De que maneira podemos melhorar a experiência desse cliente por meio dos produtos e serviços? Depois de mapear essas respostas, é hora de escolher a tecnologia necessária para aprimorar a jornada deste usuário.

Já o Chatbot é uma tecnologia que pode ser implementada de maneira rápida nas empresas. Geralmente, todo o processo tem duração de apenas um mês. Desta forma, este recurso está sempre evoluindo com a ajuda de uma curadoria que analisa os dados para mapear os gaps e trabalhar para implantar soluções que auxiliam na evolução do atendimento. É importante ressaltar que a tecnologia serve de apoio ao atendimento, que deve ser sempre humanizado.

Por isso, o Chatbot consegue repassar a demanda para o atendimento humano quando não conseguir solucionar algum problema. Em suma, o Chatbot consegue traduzir o que o usuário está tentando dizer e encaminhar essa demanda para um fluxo de solução. No entanto, quando se trata de RPA, o processo de implantação é um pouco mais longo, e leva entre dois a três meses, uma vez que envolve o levantamento de todos os processos ofensores, ou seja, tudo aquilo que está ofendendo a operação, seja de negócio ou de TI. Só após este mapeamento, o processo é automatizado.

Em quais segmentos é possível implementar essas tecnologias? 

Vale ressaltar que os segmentos são variados para implementação dessas soluções, uma vez que envolve custos, jornada, tempo e depende da preparação das empresas, e, especialmente a validação da alta direção. Contudo, com a chegada da pandemia, o varejo teve uma necessidade iminente de se transformar em um curto período, por isso, foi um dos setores que mais adotou tecnologias e aprimorou os serviços digitais.

A aceleração digital era necessária para as empresas tornarem-se competitivas no mercado muito antes da Covid-19. As empresas que seguiram essa orientação anteriormente, não tiveram dores com as transformações resultantes da pandemia. Assim como as empresas que já tinham adotado o conceito da Sociedade 5.0, uma vez que o conceito tem como objetivo inserir o ser humano no centro de tudo, verificando as suas necessidades e implementando soluções para resolver essas dores. Desta forma, o futuro do mundo está ligado à personificação e entrega de experiências customizadas. A grande tendência é manter o ser humano como foco, o entendimento das suas necessidades e, consequentemente, o uso correto das tecnologias emergentes para garantir uma experiência positiva.

Estudo da GfK mostra que 79% dos consumidores pretendem fazer compras no período da Black Friday

Estudo feito pela GfK, consultoria mundial que utiliza big data e inteligência artificial para trazer novas estratégias para seus clientes, apresenta que a Black Friday 2021 será melhor que a do ano passado para o setor de eletroeletrônicos. Esse resultado positivo será alcançado por conta do aumento dos preços e não pela quantidade de itens vendidos.

Em 2020, as oito semanas sazonais representaram 21% das vendas do ano, somando mais de R﹩23 bilhões. Neste total, a semana da Black Friday foi a que mais se destacou, gerando aproximadamente 7% do faturamento do ano, 3,4X mais que a média semanal.

Fernando Baialuna, diretor de Negócios e Varejo da GfK, analisa que a Black Friday é uma data que o consumidor se prepara para as compras e tem os eletroeletrônicos como o grande foco. “Os consumidores veem na Black Friday uma oportunidade para comprar um item de desejo ou fazer a troca de um aparelho mais antigo por um moderno. Esse ano, com a alta dos preços, haverá uma cautela na escolha dos modelos, mesmo assim, 87% das pessoas pretendem gastar o mesmo ou até mais do que no ano passado.”

Os varejistas devem pensar na jornada do consumidor, que mesmo tendo migrado para o online, as vendas na modalidade figital – fusão das vendas no ambiente físico e digital – devem ser levadas ainda mais em conta.

“De acordo com a categoria que está sendo procurada, o cliente tem uma preferência para efetivar a compra. Itens como smartphones, TV e linha branca ainda são muito fortes no comércio tradicional, já que o consumidor tem a necessidade de vivenciar a experiência com o produto”, explica Baialuna.

Os dados do estudo da GfK também mostram que Black Friday deve durar mais tempo, com ações promocionais durante todo o mês de novembro. Essa estratégia de pulverizar os descontos acontece há alguns anos e isso traz confiança para o cliente, que terá melhores ofertas por um período maior.

Thoughtworks abre 140 vagas de tecnologia em diversas áreas

A Thoughtworks, consultoria global de tecnologia que integra estratégia, design e engenharia para alavancar a inovação digital, acaba de anunciar 140 vagas nas áreas de Data, Customer Experience, User Experience, Dev, Quality Assurance, Business Analytics, entre outras. As vagas são na modalidade de trabalho remoto, permitindo que candidatos de todo o país possam se candidatar.

“Nosso processo de entrevistas tem foco em avaliar o potencial de cada uma de nossas candidatas, desta forma, olhamos para as individualidades de cada pessoa, além de habilidades, potencial e alinhamento à cultura Thoughtworks. Somos intencionais em buscar pessoas de grupos sub-representados, este é um dos principais norteadores em nosso processo de recrutamento” explica Carla Catelan, Diretora de Recrutamento da Thoughtworks. “O processo tradicional de entrevistas pode ser um obstáculo para encontrar pessoas talentosas e diversas, por isso não nos limitamos a olhar experiências, mas também para habilidades que nossas candidatas possam desenvolver com o nosso suporte.”, acrescenta.

A busca por talentos também é influenciada pelas mudanças que estão acontecendo no mundo digital, com novas tendências e abordagens impactando o perfil de especialistas que buscamos. “Data Mesh, um conceito que nasceu dentro da Thoughtworks, é uma das inovações recentes na área de dados, e representa uma transformação significativa em como abordamos a construção e escala de plataforma de dados”, explica Wigor Correia, Diretor de Dados e Inteligência Artificial na consultoria. “A Thoughtworks tem a reputação em conectar a visão de negócio com a execução. É uma oportunidade para quem busca novas tendências em dados e inteligência artificial, por exemplo, fazer parte de uma organização orientada por excelência técnica, práticas ágeis e engenharia de dados avançada, como adotar boas práticas de governança de dados com base nos princípios do data mesh”, ressalta.

Diversidade e inclusão na tecnologia


Em 2021, a Thoughtworks figurou novamente entre as dez melhores empresas de médio porte para as mulheres trabalharem pelo prêmio GPTW (Great Places to Work). Seus números comprovam a efetividades das iniciativas da empresa em fomentar times diversos, sendo que dos 20 cargos de liderança, 10 são ocupados por mulheres. Outro destaque na Thoughtworks também é o crescimento do número de funcionários negros: em 2017 eram 13%, e em 2020 o percentual aumentou para 34%.

Para visualizar e aplicar às vagas clique aqui: https://www.thoughtworks.com/pt/careers/jobs

Tags

81% dos brasileiros têm contas em mais de uma instituição financeira; automação de serviços é baixa

Principal motivação para diversificação de provedores de serviços é a busca por melhores ofertas, segundo a pesquisa do PayPal “Terceira Onda de Inovação Fintech”

Oito em cada dez brasileiros têm conta em mais de uma instituição financeira, ou seja, controla suas finanças de força desagregada. É o que aponta a pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech”, realizada pelo PayPal, líder mundial em pagamentos eletrônicos. O principal motivo para tanto é a busca pela melhor oferta, segundo 41% dos entrevistados no levantamento; a preferência por diversificação de provedores de serviços é importante para 31%; seguida pela qualidade no atendimento ao cliente (30%).

A pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech” foi realizada pela equipe de Política Pública e Pesquisa do PayPal e envolveu um público de 4.000 pessoas em quatro mercados – EUA, China, Brasil e Alemanha. O levantamento buscou entender melhor como os consumidores estão acessando serviços financeiros; como a evolução das tecnologias pode melhorar o acesso financeiro e a saúde financeira; e as condições e requisitos para inovação responsável e equitativa no setor de fintech.

“Ao olharmos em retrospectiva a evolução do PayPal, como primeira fintech mundo, e dos serviços financeiros, podemos dizer que grandes mudanças ocorreram com a combinação de três fatores: crises socioeconômicas, mudanças no ambiente regulatório e novas tecnologias. Sendo assim, nosso estudo visa mapear quais seriam os próximos passos dessa evolução fintech”, explica Leonardo Sertã, Head de Desenvolvimento de Mercados do PayPal para a América Latina.

Participação de serviços financeiros agregados e desagregados entre entrevistados

Motivos para optar por serviços financeiros desagregados

 USBrazilChinaGermany
Look for the best deal32%41%28%29%
Better customer service for certain service lines27%30%37%25%
Different companies specialize in different product and service offerings39%25%29%23%
Prefer diversifying service providers27%31%43%15%
One of my financial products is with a different financial institution so I opened an account with them20%20%26%22%
Greater privacy enhancement by avoiding concentration of data with one entity17%15%36%16%
Don’t have the interest to look at other options15%13%12%22%
Don’t have the time to look at other options10%9%13%13%
Other3%1%0%2%

Os dados mostram que o grande volume de consumidores que detém serviços financeiros desagregados, ou seja, com vários provedores diferentes, destoa da preferência declarada. A Fig. 1 mostra uma porcentagem semelhante entre as pessoas que preferem ter todo o seu dinheiro em uma instituição financeira e as que preferem ter seu dinheiro distribuído em várias instituições nos EUA, Brasil e Alemanha. Paralelamente, no Brasil, 29% dos entrevistados indicaram ter problemas para manter o controle de todas as contas financeiras.

Já a análise geracional desse universo de consumidores revela que, nos Estados Unidos, no Brasil e na China, uma porcentagem menor da Geração Z* prefere ter seus serviços financeiros em diversas instituições, em comparação com as gerações Y* (Millennials) e X* (Fig. 3). Isso implica que, à medida que mais indivíduos da Geração Z entrarem em estágio de maturidade financeira, irão potencialmente empurrar a preferência geral do consumidor para serviços financeiros agrupados em uma única instituição. Mas claro que suas preferências podem evoluir conforme suas necessidades financeiras mudam.

*Geração Z: nascidos entre 1995 e 2010; Geração Y/Millenials: nascidos entre 1980 e 1995; Geração X: nascidos entre 1960 e 1980.

Os entrevistados que agruparam serviços financeiros têm muito pouco desejo de desagregar – menos de 10% em todos os mercados que pesquisamos –, enquanto que uma parcela significativa dos entrevistados – por exemplo, 31% no Brasil – que atualmente usam serviços financeiros desagregados preferem agrupar seus provedores de serviços financeiros (Fig. 4).

“No decorrer dos últimos 15 anos, os bancos deixaram de ser a única opção para pagamentos, empréstimos, crédito, finanças pessoais, gestão de investimentos, seguros, transferência de dinheiro e outros. A conveniência do balcão único deu lugar à novidade, à sofisticação e à especialização de vários aplicativos e canais”, avalia Sertã. “A diversificação dos provedores de serviços pode ser motivada pelo desejo de aumentar a privacidade e evitar a concentração de dados em uma entidade. Também influencia a proposta de valor de cada provedor, aí incluímos ofertas e conveniência, como poder resolver tudo por meio de um aplicativo. O consumidor está sendo atraído por quem oferece mais com melhor custo e menor esforço, e acompanhamos uma competição positiva por essa preferência. Podemos dizer que a diferença entre as preferências declaradas e o comportamento do consumidor cria um cenário complexo, então as empresas devem estas antenadas para oferecerem os serviços que satisfaçam um consumidor cada vez mais exigente”, conclui.

Quando os serviços financeiros entrarão no piloto automático?

Avanços em big data e inteligência artificial resultaram em automação em escala de diversas indústrias. A automação em serviços financeiros pode ser tão trivial quanto usar o débito automático em conta para pagar a fatura do cartão de crédito, como futurista, ao receber um aconselhamento financeiro de um robô (“robo-advising”). Na esteira da digitalização acelerada durante a pandemia COVID-19, podemos esperar muitos serviços financeiros sendo realizados por robôs, mas o quadro completo é mais complicado.

A pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech” também investigou o tema, e todos os entrevistados nos EUA, Brasil, China e Alemanha indicaram baixos níveis de adesão à automação (Fig. 1). Por exemplo, na maioria dos mercados, apenas 1 em cada 5 consumidores está automatizando o pagamento de dívidas, com a maior taxa sendo registrada na China (30%) e o Brasil ficando com 22% dos entrevistados. Praticamente todos os serviços pesquisados que poderiam ser automatizados têm baixa adesão no Brasil, incluindo depósito automático de salário em conta (21%), aplicação financeira para aposentadoria (11%), aplicação financeira para emergências (23%), decisões de investimento (13%), entre outros. O serviço financeiro mais automatizado no Brasil é o pagamento de contas recorrentes, com 31% de penetração (índice na Alemanha é de 50%).

O patamar surpreendentemente baixo de adoção de serviços financeiros automatizados é ainda mais aparente quando os entrevistados foram questionados sobre seu nível de interesse em migrar para o automático (Fig. 2). Mais abertura foi registrada na China e no Brasil, onde quase 1 em cada 5 entrevistados expressou interesse em automatizar o pagamento de contas recorrentes e o aconselhamento no pagamento de dívidas.

Embora os consumidores não tenham entusiasmo em automatizar os serviços financeiros, muitos deles desfrutaram da conveniência da automação por meio de serviços financeiros incorporados em outras plataformas. Um exemplo simples é o sistema de pagamento do Uber, que dispensa cartão, senha e outras etapas. Onde a transação financeira está embutida, os consumidores não precisam mais perder tempo explorando ativamente e adquirindo produtos financeiros. Em vez disso, ofertas financeiras personalizadas estão disponíveis no ponto de venda por meio da plataforma de atendimento não financeiro, como é o caso do parcelamento de compras em um e-commerce, por exemplo.

A aparente contradição entre a hesitação em automatizar encontrada pela pesquisa e a adoção anedótica de finanças embutidas em outros serviços pode estar revelando o desafio central da automação: o poder de escolha como chave para um equilíbrio entre conveniência e controle.

Então, o que pode dar aos consumidores uma sensação de controle? A resposta dos entrevistados a outra pergunta pode fornecer uma pista (Fig. 3). Surpreendentemente, 71% dos entrevistados no Brasil indicou que precisam de mais educação sobre pagamentos digitais. Além disso, 36% dos entrevistados relataram não se sentir confortáveis o suficiente com o smartphone para transações financeiras.

“A digitalização acelerou de maneiras sem precedentes durante a pandemia de COVID-19, mas a adoção adicional da automação pelo usuário só será alcançada se os consumidores se sentirem mais confortáveis com a tecnologia e tiverem maior nível de conhecimento percebido e compreensão sobre como esses serviços funcionam”, adiciona Sertã.

Criada por fundadores de iFood e Zé Delivery, Mercê do Bairro levanta R$ 53 milhões em Series A

Transformar o Brasil a partir dos empreendedores. Esse é o objetivo de Diego Libanio e Guilherme Bonifácio, que cofundaram o Zé Delivery e o iFood, respectivamente, e se juntaram para criar a Mercê do Bairro em 2019. Trata-se de um marketplace para pequenos mercados que permite a empreendedores comprar barato e receber rapidamente de inúmeros fornecedores. A startup acaba de levantar R$ 53 milhões em um Series A liderado por Flourish e GFC, com participação de MAYA, SV Latam, Quartz, Picus, Domo, Alexia Ventures e Prana, entre outros.

O modelo da Mercê é conhecido como varejo integrado e já é largamente utilizado em outros países, como na China, onde foi responsável por transformar o setor ao conectar toda a cadeia com uso de tecnologia. No Brasil, a Mercê está substituindo a tradicional prancheta por um aplicativo que conecta o mercadinho do bairro a fornecedores e auxilia em toda a gestão de compras e vendas.

O varejo alimentar no Brasil é um mercado de mais de R$ 550 bilhões, segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados. Os mais de 400 mil mercadinhos do país, que têm de um a quatro caixas, representam 35% desse total. “Estamos falando de um público enorme e hoje muito mal atendido. Esses empreendedores não têm acesso a ferramentas de gestão, vendas e crédito, e não contam com poder de barganha para negociar preços e serviços. Além de não terem capital de giro, nem todo fornecedor vende para eles, pois muitos são informais ou não compram as quantidades mínimas exigidas pelos distribuidores”, explica Diego. “Queremos que os mercados de bairro possam usufruir dos mesmos benefícios daqueles que fazem parte de grandes redes, tornando-os, assim, mais competitivos.​”

“Hoje oferecemos uma ferramenta simples e atraente, pois o empreendedor não tem o que perder. Oferecemos comprar de maneira mais prática, barata e ele só paga depois que recebe”, completa Guilherme. “Nossa visão de longo prazo é criar uma revolução no mercado de proximidade, permitindo que o mercado opere melhor, com mais tecnologia em todas as suas frentes, dando uma melhor experiência para o cliente final.”

Na prática, com a Mercê, o dono do mercadinho lista os produtos de que necessita no aplicativo da empresa, que funciona 24/7. A startup se responsabiliza por fazer as compras no atacado e entregar na porta do estabelecimento em até um dia útil. A Mercê também pluga outros parceiros de abastecimento, distribuidores e fabricantes que têm logística de entrega, monitora preços, para que o empreendedor tenha acesso às melhores ofertas, além de auxiliá-lo no acesso a crédito.

Acesso a crédito e expansão

O aplicativo é simples de usar, não requer treinamentos, nem exige muito tempo para adaptação. Segundo os sócios, o maior impacto provocado até agora para os empreendedores tem sido a economia de tempo nesse processo, que chega a 70% com o uso do app.

Já o crédito é oferecido aos proprietários de duas formas. Em uma delas, é dado um prazo que vai de 7 a 28 dias para o mercadinho pagar suas compras; em outra, a Mercê ajuda na obtenção de empréstimos, conectando os mercadinhos a parceiros que oferecem o serviço. O empreendedor consegue, assim, ter acesso a um capital que não teria de outra forma.

“Mercê tem o potencial de transformar o varejo informal no Brasil. A plataforma fácil de usar e a logística que oferece eliminam as fricções em termos de abastecimento, gerenciamento e otimização de inventário, permitindo assim ao pequeno empreendedor focar em atender sua clientela”, diz Arjuna Costa, Managing Partner da Flourish Ventures. “Ainda, ao adicionar produtos financeiros como crédito e pagamento em sua solução vertical, Mercê amplifica o impacto que tem no sucesso financeiro dos comerciantes.”

O faturamento da startup é obtido sobre uma comissão cobrada dos fornecedores parceiros, que pagam uma porcentagem em cima das vendas realizadas. Ainda assim, o valor final das transações é menor do que outras alternativas, de forma que é reduzido o custo tanto do fornecedor, quanto do mercado.

Hoje, a Mercê opera nas regiões oeste, sul e leste da cidade de São Paulo, sobretudo em bairros periféricos. Com o aporte, a empresa irá expandir sua atuação, em um primeiro momento, para as áreas metropolitanas do Sudeste, em particular São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No futuro, a startup pretende ajudar a escalar mercados de bairro em todo o país. Além disso, com o valor, os sócios devem investir no desenvolvimento do marketplace e reforçar o time, especialmente nas áreas de tecnologia e produto.

“Estamos muito otimistas com a Mercê. O mercado é enorme e fiquei particularmente animado com o impacto que a startup tem provocado nos bairros em que opera. É notável a sensação de empoderamento nos empreendedores que trabalham com a Mercê”, conclui Alex Anton, da GFC.

ABBC lança plataforma de cadastro de currículos para o mercado financeiro

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) lança o ABBC Jobs, uma plataforma rápida e efetiva, com o objetivo de conectar os talentos do mercado financeiro com as instituições do setor. Tanto as empresas quanto os profissionais podem acessar pelo site: https://www.reachr.com.br/abbc/#/ .

São mais de 100 instituições financeiras entre bancos, financeiras, cooperativas e fintechs. Os candidatos às vagas podem inscrever seus currículos de forma gratuita, contarão com os feedbacks das entrevistas, e as notificações serão por e-mail. Já as empresas, poderão ter acesso aos candidatos de forma consolidada e comparar os currículos do mesmo segmento em um só lugar.

Tags

Quase 60% dos negócios brasileiros passaram a investir na presença digital durante a pandemia

Pesquisa da multinacional HostGator mostra que 42% das empresas tiveram aumento de acessos e que 64% pretende aumentar ainda mais os investimentos no ambiente online

Não é novidade para ninguém que o comportamento das pessoas está cada dia mais digital e que ferramentas tecnológicas são cada vez mais utilizadas, principalmente após o início da pandemia, que acelerou ainda mais esse processo. Hoje, a digitalização dos serviços é essencial para manter vivas micro, pequenas e médias empresas — e elas já perceberam isso. É o que revela a pesquisa Presença Digital da HostGator, multinacional de hospedagem de sites e provedora de serviços online: dentre mais de 5 mil respondentes, 58% passou a investir mais no digital durante a pandemia e, dentre esses, 64% percebeu consequente aumento nas vendas por esse formato.

A pesquisa foi realizada por meio da própria plataforma de hospedagem de sites da HostGator e teve como objetivo entender a percepção do ambiente digital para geração de negócios pelas empresas brasileiras. O levantamento abordou quatro dimensões: Impacto da Pandemia, Investimento, Planos de Investimento e Realidade do Negócio (pré e pós Covid).

Os resultados mostraram que, hoje, em relação ao modelo de negócio, 97% das empresas têm presença no ambiente online, com 65% descrevendo sua atuação como totalmente digital e 32% declarando estar presente tanto fisicamente como de forma online. A pandemia foi a responsável por migrar todo ou parte do negócio para o digital para 28% dos respondentes. “A expectativa para o mercado é que as compras pela internet aumentem cada vez mais. Hoje, uma pessoa pode ir buscar informações sobre um produto, ver o catálogo e portfólio da marca e depois ir comprar na loja — integrando o ambiente digital ao físico. Já tendência pros próximos anos é que a compra ou contratação de serviços inteira e direta pelo meio online só cresça”, explica Ricardo Melo, vice-presidente de Marketing da HostGator Américas.

Essa mudança no pensamento e no comportamento do consumidor também já está sendo percebida pelos comerciantes: 64% disseram que pretendem aumentar os investimentos no online mesmo após o fim do distanciamento social, enquanto apenas 7% planeja diminuir. Por outro lado, os dados também mostram que os brasileiros ainda empreendem por necessidade e não por oportunidade — 34% das pessoas indicaram ter iniciado a empresa durante o período de pandemia.

Para Melo, esses dados evidenciam o quanto a migração para o digital tem um papel democrático e se tornou mais palpável após as medidas restritivas impostas pela pandemia. “A presença digital permite que as empresas possam garantir cada vez mais clientes, com uma abrangência muito maior e com menos despesas em materiais ou deslocamento de pessoas. No Brasil, ainda temos um longo caminho para digitalização, mas percebe-se que a realidade do último ano agiu como um catalisador dessa transformação”, completa.

Melo destaca que, dentre as principais maneiras de garantir uma boa presença online, estão a construção de site e blog informativo da empresa, cadastro no Google Meu Negócio, presença nas principais redes sociais (Instagram, Facebook, LinkedIn e Twitter), elaboração de campanhas digitais e uso de e-mail marketing. “Garantir uma presença omnichannel será cada vez mais importante, porque o consumidor já passou por uma mudança de pensamento. Não é à toa que o faturamento do e-commerce cresceu 41% em 2020, atingindo a maior alta percentual desde 2007, segundo a Webshoppers”, detalha.

Investimento em startups triplicou no 1º semestre deste ano, diz KPMG

Corporações brasileiras investiram mais de US$ 622 milhões no período

O investimento em startups realizado por corporações, o chamado corporate venture capital (CVC), vem crescendo no Brasil e alcançando números recordes. Entre janeiro e junho deste ano, as novatas de base tecnológica receberam mais de US$ 622 milhões de grandes empresas, distribuídos em 22 transações. O volume investido representa mais do que o triplo do aportado em todo o ano passado, que acumulou US$ 199 milhões, em 27 negociações dessa natureza.

Essas são as principais conclusões do levantamento “Corporate Venture Capital Report 2021″, realizado pela KPMG em parceira com a Distrito. O estudo traz uma análise histórica do setor, com o mapeamento das transações realizadas ao longo dos últimos 20 anos. Desde os anos 2000, o país acumula 212 rodadas de investimentos de corporações junto a startups, das quais 162 tiveram os volumes negociados revelados, totalizando US$ 1,3 bilhão.

“A exemplo do que ocorre com o mercado tradicional de venture capital, as empresas líderes estão investindo pesado nas startups em busca de novos modelos de negócio e ganhar mercado. Nesse cenário, quem não buscar inovação aberta e transformação digital pode ficar para trás em pouco tempo”, afirma o sócio-líder da área de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul, Jubran Coelho.

O levantamento indica que cerca de 70% dos investimentos mapeados estão concentrados nos estágios iniciais, o que comprova como, historicamente, o CVC no país tem como alvo prioritário as companhias ainda iniciantes. “Isso consolida o entendimento de que esses investimentos são uma prioridade estratégica, visto que o retorno financeiro de startups ainda muito pequenas é incerto, mas os ganhos potenciais associados às soluções tecnológicas que elas apresentam ao mercado são muito mais factíveis”, destaca o líder do programa Emerging Giants da KPMG, Diogo Garcia.

De acordo com o estudo, entre as corporações que mais apostaram em veículos de investimentos em startups estão as das indústrias financeira (16), varejista (15) e de tecnologia (14). Por outro lado, os setores que mais receberam recursos foram os da área financeira (fintechs) – com 24 aportes, totalizando mais de US$ 249 milhões – e o mercado imobiliário e de construção (real estate) que superaram os US$ 379 milhões em apenas quatro transações.

As startups do segmento varejista (retailtechs) também chamam atenção no documento e receberam 17 aportes, no valor total de US$ 206 milhões. Já as novatas que trazem soluções para a área de marketing e publicidade (martechs) somam US$ 28 milhões captados.

O estudo traz ainda um uma contextualização do CVC no âmbito global. Os valores investidos em startups por corporações do mundo inteiro já se aproximam dos US$ 80 bilhões, distribuídos em 2.099 rodadas somente nos primeiros seis meses deste ano. O volume é pouco maior do que o investido no ano passado inteiro (US$ 74,2 bilhões), porém mais do que o dobro do registrado apenas no primeiro semestre de 2020 (US$ 33,8 bilhões).

Carrefour inaugura sua primeira loja com conceito de construção modular

Alinhado aos pilares de transformação digital e expansão, o Grupo Carrefour Brasil anuncia a sua primeira loja autônoma no conceito de construção modular com 15m², localizada no condomínio residencial Interclube Gama e Delta, na cidade de São Paulo. A construção modular é similar a um container, mas é um modelo sustentável, pois os materiais podem ser reutilizados. Essa construção é feita com painéis que permitem uma montagem mais fácil, se tornando um processo rápido e com custo mais acessível.

Essa é a terceira loja autônoma Carrefour Express, somada as duas primeiras lojas que foram lançadas no início do ano – uma localizada no coworking CoW, no Brooklin e a outra também em um condomínio residencial, em São Bernardo do Campo.

O lançamento dessa terceira loja mostra maturidade e evolução nos aprendizados de expansão do Carrefour. “Temos um maior conhecimento do hábito de compra do cliente e, consequentemente, conseguimos proporcionar a melhor oferta de produtos, além do aprimoramento e estabilização do uso da tecnologia”, explica João Gravata, diretor de Proximidade do Carrefour.

As lojas autônomas evidenciam a estratégia do Carrefour em completar a oferta para o cliente com diferentes modelos de loja, sendo esse focado na conveniência e solução completa com diversos itens à disposição, desde mercearia, bebidas, perecíveis, padaria e carnes, até frutas, verduras e legumes.

Para dar início a jornada de consumo nas lojas autônomas Carrefour Express, é importante que o cliente tenha instalado em seu celular o aplicativo Meu Carrefour e utilize a tecnologia Scan & Go para acessar às lojas, consultar os preços dos produtos, inserir os itens em seu carrinho virtual, apenas aproximando o QR Code. Após o pagamento das compras realizado com o cartão de crédito cadastrado no aplicativo Meu Carrefour, o cliente consegue sair da loja escaneando o QR code na porta.

Tendo em vista as diretrizes de saúde e segurança impostas pela pandemia de Covid-19, o Carrefour utiliza a tecnologia em prol do bem-estar de seus clientes, proporcionando comodidade, agilidade e autonomia, evitando o contato com dinheiro em espécie e espera em filas.

HubDigital movimenta mais de R$ 5,5 bilhões integrando físico e digital

O HubDigital, criado pela TecBan para acelerar a integração de fintechs, bancos digitais e sociais ao Banco24Horas, acaba de completar dois anos de lançamento. No período, a plataforma registrou mais de 18,5 milhões de transações, das quais 4,6 milhões foram saques que movimentaram mais de R﹩ 5,5 bilhões. As demais operações – cerca de três em cada quatro – vieram por meio dos demais serviços disponibilizados no Banco24Horas, o que mostra que os clientes destas instituições procuram no caixa eletrônico outros serviços além do acesso ao dinheiro em espécie.

O estado do Rio de Janeiro é o campeão no número de transações, com 22% das operações realizadas nestes dois anos. São Paulo vem em segundo lugar, com 19% e o Ceará ocupa a terceira posição, com 17%.

Por meio do HubDigital TecBan, as instituições ganham capilaridade nacional para atender seus clientes em mais de 24 mil Banco24horas distribuídos por todo o Brasil, oferecendo serviços financeiros como o saque com cartão (débito, crédito, pré-pago e múltiplo lado débito e/ou crédito), consulta de saldo, extrato, depósito em dinheiro e o Saque Digital, que pode ser feito via QR Code ou utilizando um código token, sem a necessidade de cartão.

Para Tiago Aguiar, Head de Novas Plataformas da TecBan, o sucesso do HubDigital TecBan revela uma tendência cada vez maior das pessoas buscarem soluções híbridas capazes de atendê-las tanto no físico quanto no digital, para que possam aproveitar o maior potencial de cada formato conforme seus interesses e conveniência. “A grande adesão ao HubDigital TecBan é o reflexo da praticidade, capilaridade e comodidade que a solução proporciona às instituições, que, por meio dela, podem levar muito mais autonomia para que seus clientes usem seus recursos financeiros da forma que preferirem “, afirma o executivo.

Nestes dois anos, o HubDigital TecBan incluiu 41 instituições no ecossistema do Banco24Horas, entre elas Crefisa, Somapay, BS2, Digimais, Claro Pay e Neon, que são referências em seus segmentos de atuação. Ao comparar o segundo ano de operação com o primeiro, o total de transações aumentou mais de 288%, cerca de 10,3 milhões de operações.

“Há tempos percebemos que algumas instituições já estabelecidas precisavam aumentar sua presença de atendimento físico pelo Brasil e que até mesmo as fintechs, que nascem essencialmente digitais, precisavam de estrutura física para atender seus clientes. Observando essa oportunidade, criamos um modelo de negócio que torna essas empresas ainda mais competitivas, oferecendo uma infraestrutura que promove a inclusão de cada vez mais participantes às nossas soluções”, conclui.

3M reabre Centro de Inovação com robô host interativo

A 3M do Brasil reabre este mês seu Centro de Inovação em Sumaré, Interior de São Paulo, que funcionará como um showroom de novas ideias e encantamento. Em uma área de mais de 4.000 mil metros quadrados, os visitantes poderão conhecer as inovadoras soluções para indústria 4.0 guiados por um robô de 1,20 metro de altura, que terá como função fazer um tour interativo para mostrar todas as soluções da 3M para a indústria 4.0.

Logo na entrada do novo Centro de Inovação, a exibição contará com o suporte de um outro robô no laboratório de abrasivos, responsável pela replicação do processo de abrasão, cujo objetivo será ensinar clientes a utilizar o produto em seus próprios maquinários. “O robô simula o processo de automação para dar suporte aos nossos clientes”, explica Renata Decourt, gerente de inovação da 3M.

O Novo Centro de Inovação da 3M renova o antigo centro técnico da empresa, inaugurado em 2005. Com a reforma, que contou com investimento de US﹩1,5 milhão, a unidade tornou-se o maior entre os sete centros de inovação da empresa na América Latina, com 14 laboratórios, que representam as várias divisões da 3M, e demonstração de tecnologias com automação robótica que podem ser testadas pelos clientes. No total, são 118 funcionários entre engenheiros e pesquisadores. A unidade será reaberta no dia 22 de outubro no evento Tech&Innovation, summit virtual de inovação e tecnologia que pretende levar a prática das soluções 3M para o mercado e que acontecerá anualmente a partir de agora.

“Estamos felizes de poder reabrir nosso centro de inovação e podermos contribuir para que o mercado avance no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para a indústria 4.0”, disse Paulo Gandolfi, diretor de Inovações da 3M para a América Latina. “A 3M sempre busca aproximar o público da ciência, e nosso novo centro de inovação cumpre esse objetivo ao mostrar todas as nossas soluções de forma totalmente interativa”, completa.

Vendas nos shoppings crescem 25,9% no Dia das Crianças e superam expectativas

As vendas no Dia das Crianças cresceram 25,9% nos shopping centers de todo o Brasil no período de 6 a 12 de outubro de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers). O resultado superou a expectativa inicial do setor, que previa um aumento de 18%. No período, o comércio nos shoppings movimentou R$ 3,9 bilhões, já descontada a inflação. Em relação ao período equivalente de 2019, a queda é de 14%.

O aumento não se limitou ao volume de vendas, já que o setor contabilizou um incremento no ticket médio, que atingiu R$ 214 neste ano, superando em 13,8% os R$ 188 do ano passado e acima da expectativa de R$ 200 para a data comemorativa.

O avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil aliado à segurança sanitária dos shoppings têm sido fundamentais para a recuperação das vendas do setor. “Neste ano, os consumidores foram seguros às compras e aos poucos retomam o hábito de frequentar shopping centers, com cada vez mais pessoas vacinadas o que garante maior tranquilidade e confiança a todos”, destaca Glauco Humai, presidente da Abrasce.

DO LADO DE FORA

No varejo de rua, o valor médio gasto em compras foi de R$ 124,00, uma queda de 0,8% frente aos R$ 125 registrados em 2019. Por fim, ao comparar o ticket médio das lojas de shoppings com as lojas de rua, a diferença foi de 72,6% em 2021.

PROTOCOLO DE NATAL

A ABRASCE já oferece aos seus associados um protocolo sanitário para o Natal 2021. O documento foi criado em parceria com a consultoria do Hospital Sírio-Libanês para dar continuidade às diversas regras de segurança já seguidas pelos empreendimentos e recomenda evitar aglomerações, manutenção constante da higienização de espaços e a fiscalização no uso de máscaras com o objetivo de garantir a tranquilidade no período de compras.

Dasa abre quase 200 vagas na área de tecnologia em todo Brasil

A Dasa, maior rede de saúde integrada do Brasil, está com quase 200 vagas abertas para profissionais da área de tecnologia. As oportunidades abrangem diferentes níveis de experiência e vão desde arquiteto de tecnologia, engenheiro de dados até gerente de TI Clouds. A listagem completa pode ser conferida na página da empresa dentro da plataforma de recrutamento, o Gupy. As contratações são em regime CLT com pacote de benefícios que inclui plano de saúde, vale-refeição e vale-transporte.

Um dos quatro pilares de atuação da Dasa, tecnologia que descomplica está diretamente relacionado à importância deste segmento para dar fluidez à jornada do paciente e garantir eficácia na operação. Os outros pilares, cuidado que acolhe, parceria que empodera e ciência que transforma completam a premissa da companhia de olhar o indivíduo de forma integral, cuidar dele ao longo da vida e estimular a ciência que transforma conhecimento em prática clínica.

“Nos tornamos uma healthtech, que conecta players para gerar, a partir do uso inteligente de dados, informações integradas e interoperáveis que sejam assertivas no propósito de transformar a saúde das pessoas, e não cuidar só da doença. Com presença phygital, nossa abordagem é focada no binômio high tech + high touch; um processo que começou há cinco anos e que envolveu mudança cultural, de mentalidade, e integração, com total envolvimento da liderança”, afirma Venâncio Guimarães, diretor de Produtos, Pessoas e Cultura da Dasa.

A Dasa, que em 2020 realizou aproximadamente 900 mil atendimentos hospitalares, passou de 353 colaboradores em tecnologia em 2019 para 850 em 2021. Atualmente, das 197 vagas disponíveis, 52 estão relacionadas ao NAV, plataforma lançada este ano que reúne desde consultas médicas a históricos de exames em um único ambiente digital, consolidando os dados dos pacientes que usufruem dos serviços da rede de saúde integrada da Dasa. O NAV acompanha a jornada, empodera e facilita a vida de médicos e pacientes, ao oferecer soluções e experiências únicas.

“Ao facilitar a navegação dos milhões de usuários que usam o ecossistema Dasa todo ano, integrando suas jornadas em todos os serviços da empresa, sejam eles físicos ou digitais, geramos inovação que traz acolhimento e humanização, mas que é pautada por inteligência de dados, respeitando integralmente a LGPD. Só trabalhando para o NAV, queremos chegar a mais de 300 colaboradores até o ano que vem. Estamos com uma média de 10 contratações ao mês, entre engenheiros, cientistas de dados e programadores”, diz Eduardo Sales, Head da plataforma NAV.  

Como se candidatar?

As candidaturas para as vagas da Dasa são online e o processo seletivo acontece de forma 100% remota. Caso o perfil seja compatível com o da vaga, o time de recrutadores iniciará a jornada para conhecer melhor o candidato, sob aplicação de mais algumas etapas. Dependendo da complexidade do cargo oferecido, podem existir as fases de desafio técnico, entrevista técnica e entrevista com gestor.

Tags

Pomelo capta R$190 M para expandir sua infraestrutura de pagamentos pela América Latina

Fundada no início de 2021 por executivos do Mercado Pago, Mastercard e Naranja X, a Pomelo anunciou hoje um investimento de R$190 milhões (USD35 M), um dos maiores Serie A na América Latina, e está lançando operações no Brasil e México, além da atual operação na Argentina. A rodada foi liderada pela Tiger Global e contou com a participação dos principais VCs como monashees, Index Ventures, Insight, QED, SciFi, Greyhound e Box Group, bem como dos fundadores da Affirm, Checkout, N26, Plaid e Ramp, entre outros.

A Pomelo permite que fintechs e empresas de tecnologia, desde startups a líderes do setor, incorporem serviços financeiros a seus negócios. Sua plataforma de APIs de nova geração permite que as empresas tenham processos de onboarding simples de integrar e seguros, abram contas virtuais conectadas aos sistemas financeiros locais e emitem cartões de débito e crédito pela América Latina. A Pomelo também faz todo o trabalho regulatório, possibilitando que seus clientes acelerem o tempo de lançamento no mercado e se concentrem em sua proposta de valor.

“A infraestrutura de serviços financeiros na América Latina está completamente obsoleta e altamente fragmentada. Cada mercado tem sua própria regulamentação e nuances, e os fornecedores antigos oferecem tecnologia obsoleta a preços caros. A maioria das empresas e equipes técnicas está frustrada com o status quo e não consegue dimensionar seus produtos com rapidez suficiente devido à falta de soluções regionais. Nosso objetivo na Pomelo é fazer com que a América Latina se pareça com a Europa, o que significa que vamos ajudar nossos parceiros a desbloquear vários mercados em um curto período de tempo, permitindo que eles escalem seus negócios em vez de se preocupar com regulamentações, dezenas de contratos e integrações de backend. A Pomelo permite que você crie uma fintech completa com um pacote de APIs, desde a integração de um novo usuário até a entrega de um cartão de crédito na sua casa”, explica Gaston Irigoyen, CEO e cofundador da Pomelo.

Esta nova rodada de R$190 milhões (USD35 M) ocorre apenas cinco meses após o anúncio de seu Seed Round de R$55 milhões (USD10 M). Pomelo tem uma lista impressionante de fundos VCs, incluindo Tiger Global, monashees, Index Ventures, Insight Partners, Sequoia, QED, SciFi, Greyhound, Box Group, FJ Labs, Latitud e Future Positive, bem como anjos de alto calibre como Max Levchin, Biz Stone, Martin Varsavsky, Jackie Reses, Angela Strange, Hans Tung, e os fundadores da Marqeta, Checkout, N26, Plaid, Kavak, Rappi, Auth0 e Loft entre outros unicórnios.

“O cenário de tecnologia da América Latina está crescendo e algumas startups emergentes estão transformando setores por inteiro. Fintech é um exemplo claro e vimos alguns produtos de consumo surpreendentes mudarem a lógica de bancos de varejo, empréstimos e seguros nos últimos anos. Agora estamos entusiasmados com a parceria com a Pomelo devido a sua perspectiva única sobre a América Latina, sua visão para uma nova infraestrutura regional de fintech e uma equipe forte capaz de executar com os mais altos padrões”, disse John Curtius, sócio da Tiger Global Management.

“Nós acreditamos que a Pomelo está construindo e escalando a plataforma de infraestrutura fintech que será uma das líderes na América Latina. A equipe tem experiência e talento únicos para expandir esse negócio e atender a uma base diversificada de empresas e parceiros do ecossistema. A rodada do Series A foi altamente competitiva devido à combinação de equipe, oportunidade de mercado e plataforma de produtos diferenciada. Portanto, estamos animados por fazer um investimento significativo na rodada”, disse Nikhil Sachdev, Managing Director da Insight Partners.

A construção de uma fintech na América Latina normalmente requer de 12 a 18 meses, milhões de dólares e grandes equipes dedicadas desenvolvendo integrações específicas e dedicadas com operadores locais. Além disso, expandir-se para novos mercados significava passar pelo mesmo processo doloroso em todos os países. Este é um problema que os fundadores sofreram na pele durante a construção do Mercado Pago e Naranja X, e agora estão dedicados em resolver criando a mais nova infraestrutura de pagamentos regional.

“Tendo participado da construção e escala de fintechs e players financeiros no passado, o time da Pomelo entende o que precisa ser entregue para os clientes para que atenda suas necessidades. Através do forte propósito de simplificar o uso de serviços financeiros dos seus clientes, eles recrutaram um time completo de talentos das principais fintechs da região que combinam expertise em tech e em finanças com a missão de mudar a forma como o mercado opera os tornam únicos – estamos seguros que o reconhecimento dos clientes consolidará a Pomelo entre os players mais relevantes no Brasil em um espaço curto de tempo.” diz Caio Bolognesi, Partner na monashees.

O aporte da rodada será destinado à expansão da Pomelo no Brasil e no México, bem como na contratação de mais 150 pessoas para acelerar o lançamento de produtos e desenvolvimento de novos negócios. A empresa é bem conhecida por sua marca empregadora, tendo contratado mais de 100 especialistas em fintech em menos de seis meses, incluindo Bruno Martucci e Raymundo Guerrero, que lançaram os cartões do Mercado Pago no Brasil e no México, respectivamente, e Andres Tossounian que trabalhou no time de produto na N26.

“Atualmente, encontrar o equilíbrio ideal entre velocidade e adequação do produto ao mercado é chave”, afirma Mark Fiorentino, Principal na Index Ventures. “Muitas vezes, a capacidade de fornecer uma solução de qualidade que se adapte às necessidades de cada sub-região na América Latina é ignorada por empresas globais ou mesmo empresas mais tradicionais. Seguimos extremamente impressionados com a capacidade da Pomelo em contratar os melhores talentos, executar sua visão de produto e conquistar clientes regionais conhecidos. Este aporte permitirá que a Pomelo possa expandir sua operação no Brasil e no México, entregando um pacote de produtos e funcionalidades feitos sob medida para cada um desses países.”

A Pomelo acredita que toda empresa será uma fintech, e ainda mais na América Latina, onde a penetração dos smartphones é massiva, porém onde cerca de 40% da população ainda não tem acesso a serviços financeiros. “As empresas de tecnologia dedicadas ao varejo, entrega, mobilidade e viagens estão incorporando produtos fintech para aumentar o envolvimento do cliente e desbloquear novas linhas de receita”, diz John Paz, COO & GM do Brasil, que anteriormente trabalhou no Boston Consulting Group e liderou a operação da Lime no Brasil.

Créditos de Carbono: como preparar seu negócio para as metas de reduções climáticas

Para entrar em um mercado estimado em mais de 80 bilhões no Brasil, organizações buscam normas internacionais para efetuar o Cálculo da Pegada de Carbono

O Brasil possui potencial de mais de 80 bilhões em uma área inédita, que pode ainda contribuir para uma maior sustentabilidade do planeta e aumento da competividade industrial. Este será um dos temas principais da Conferência do Clima (COP 26), que reunirá mais de 190 países no fim deste mês, em Glasgow, na Escócia, e que debaterá a regulamentação da chamada Pegada de Carbono e sua aplicabilidade prática nos países.

Por esta razão, conhecer na prática como calcular a Pegada de Carbono – metodologia que nasceu para medir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) de um indivíduo, evento, organização ou produto – de uma indústria passa a ser crucial para entender qual será o impacto em um negócio. Referências internacionais para o trabalho nesta área, a Greenhouse Gas Protocol e ISO 14064 são os caminhos iniciais para adentrar um setor que movimentará mais de 160 bilhões em todo o mundo a partir de 2030.

A diretora-executiva da APCER Brasil, empresa portuguesa líder na área de certificação, Alessandra Gaspar Costa, acredita ser indispensável para o setor industrial o cálculo detalhado da emissão de gases de efeito estufa. “Além de construir uma consciência socioambiental, traz para a empresa credibilidade no setor e possibilidade de se preparar para o mercado de Crédito de Carbono. É uma iniciativa que não dá para adiar mais”, explica. “Usamos o Greenhouse Gas Protocol e a ISO 14064, medidas internacionais, para um cálculo assertivo e que crie uma base sólida para estabelecer estratégias que reduzam ou neutralizem emissões de GEE”, completa a diretora.

A norma ISO 14064 fornece diretrizes para que as empresas calculem, tenham conhecimento e relatem suas emissões de GEE, identificando possíveis reduções e oportunidades de participação no mercado de Crédito de Carbono. Já o Greenhouse Gas Protocol estabelece estruturas padronizadas globais para gerenciamento e medição de gases de efeito estufa (GEE), com aplicação em setores públicos e privados, cadeias de valor e ações de neutralização e/ou redução.

Com o cálculo da Pegada de Carbono é possível traçar uma estratégia viável para redução e neutralização – como o uso de energias alternativas e plantio de árvores, por exemplo. Cada tonelada de redução de emissão de GEE é convertida em um certificado para a empresa ou país, chamado Crédito de Carbono. A ideia de comercialização internacional consiste em quando um país ou indústria não atingir as metas de redução de GEE, podem comprar esses créditos de quem os possui em abundância. As regulamentações para esse mercado estarão no centro das discussões da Conferência do Clima (COP 26).

As emissões de gases de efeito estufa em grande quantidade prejudicam o meio ambiente e influenciam diretamente no aquecimento global, pois esses gases são responsáveis por reter o calor na Terra. No Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), a região com maior emissão de GEE é a Norte, e a mudança no uso da terra e das florestas, que geram o desmatamento, é o setor que mais despeja gases nocivos ao ambiente.

O Acordo de Paris, da área Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC), que une mais de 190 países, incluindo o Brasil, em busca da diminuição de emissão de GEE estabeleceu em 2020, a meta de assegurar que o aumento da temperatura média da Terra fique abaixo de 2º, motivo pelo qual o cálculo detalhado da Pegada de Carbono da indústria e o comprometimento com a redução das emissões de GEE são agendas cruciais para o cumprimento deste objetivo.

Sólides abre mais de 200 posições em tecnologia e outras áreas

Nos últimos anos, RHs de todo o Brasil se veem cada vez mais frente ao desafio de se mostrarem ágeis, estratégicos e inovadores quanto à atração e retenção de talentos e gestão comportamental; em um cenário onde começam a se fortalecer as iniciativas de retomada da economia no novo normal, o uso da tecnologia se mostra ainda mais essencial, propiciando dados relevantes e suportando a tomadas de decisão no mercado corporativo.

Nesse cenário, a Sólides, HRTech que mais cresce no segmento, segue expandindo sua atuação, oferecendo uma plataforma com tecnologia que atua de ponta a ponta na gestão do RH das empresas. Entre os processos suportados pela solução estão os 4 pilares principais para os gestores da área: Atração e Gestão de Talentos, Desenvolvimento & Performance, Engajamento & Retenção e Benefícios & Serviços Financeiros.

Além de contar com um time de tecnologia de ponta, a Sólides possui dois Laboratórios de Ciência de Dados e Inteligência Artificial próprios, que antecipam futuros e criam tendências, que se traduzem em aprimoramento de suas soluções e criação de projetos inovadores para a gestão do RH das PMEs.

Em um momento de rápido crescimento, a Sólides anuncia a abertura de mais de 200 vagas em seu time, com oportunidades nas áreas de Tecnologia, DI, Estratégia, Marketing, Gestão, Inside Sales, Customer Success e Gente & Cultura; em geral, as posições são voltadas para perfis de liderança e senioridade técnica. O modelo de trabalho é híbrido ou completamente remoto, aceitando também candidaturas de profissionais de qualquer parte do mundo.

“O nosso grande propósito na Sólides é transformar as empresas por meio das pessoas, porque sabemos que esta pode ser a diferença entre a vida e a morte do negócio, em especial na PME. Nós apoiamos o empreendedor e seu RH em toda a jornada e geramos um impacto significativo para eles: nossa plataforma proporcionou mais de R﹩100 milhões em redução no custo de turnover, além da otimização e ganho de eficiência ao concentrar em uma única plataforma, o que antes o RH só conseguia fazer usando diversos players.

Dobramos de tamanho nos últimos dois anos e conseguimos manter nossa taxa de crescimento mesmo com a pandemia, porque as empresas entendem cada vez mais a essencialidade da gestão de pessoas e o quanto a diversidade comportamental reduz custos, gera lucro e potencializa a eficiência. Para nós é uma honra e uma responsabilidade sermos reconhecidos como parte essencial do dia a dia dos nossos clientes. Com a ampliação do time, mais empresas em todo o Brasil vão poder vivenciar nosso DNA transformador”, comenta Mônica Hauck, CEO e cofundadora da Sólides.

“Nosso time de tecnologia está em um momento único. Temos um desafio que ninguém no mundo oferece e o propósito de impactar as pessoas por meio de uma gestão de recursos humanos mais eficiente e totalmente inovadora. A excelência técnica é um dos nossos pilares, nossa estrutura é ágil e trabalhamos com times autônomos com foco no cliente e no atendimento de suas necessidades através do produto. Temos um programa de desenvolvimento técnico e comportamental que potencializa o que as pessoas possuem de melhor”, comenta Caio Pereira, VP de Tecnologia, que tem ampla experiência com tecnologia e inovação em projetos de empresas como C6 Bank, Globo.com, LATAM, Medallia, Qualtrics e Localiza.

Os interessados em aplicar para as vagas devem acessar o site da Sólides https://solides.solides.jobs/. O processo seletivo consiste em quatro etapas: entrevista online com time de RH, análise de perfil comportamental, entrevistas técnicas e com lideranças e, por fim, o teste de fit cultural. As vagas já estão abertas e o início, após a aprovação, é imediato.

Tags

No Japão, turistas fazem pagamentos apenas mostrando o rosto

Um projeto-piloto no balneário japonês de Shirahama, a 600 km da capital Tóquio, vai permitir que turistas façam pagamentos apenas mostrando o rosto nos estabelecimentos da localidade.

De acordo com Norihiko Ishiguro, vice-presidente sênior da NEC, que desenvolve a tecnologia de reconhecimento facial por trás da inovação, o objetivo inicial é integrar os estabelecimentos do aeroporto local, o resort Nanki Shirahama, o parque temático adjacente ao hotel, além dos restaurantes e lojas de souvenirs existentes do complexo. “Os consumidores desses estabelecimentos vão poder usufruir de uma série de serviços sem sacar o cartão de crédito”, explicou o executivo no NEC Visionary Week, showcase tecnológico da empresa japonesa. “Nossa plataforma de biometria permite que se façam pagamentos em todos esses locais utilizando apenas reconhecimento facial”.

Ishiguro disse ainda que, “num futuro próximo”, a tecnologia vai estar disponível nas demais lojas da cidade, barracas da orla e até nos táxis de Shirahama. “À medida que a tecnologia 5G avançar na região, teremos condições de proporcionar uma experiência de consumo realmente fluida”, afirmou.

O projeto integra os esforços da NEC para dar à tecnologia de reconhecimento facial novas aplicações. Se antes da pandemia um de seus usos mais importantes era na área de segurança aeroportuária, com a covid-19 ela passou a ser empregada com fins sanitários. O reconhecimento facial da empresa já é usado nos aeroportos do Hawaii (Estados Unidos), no de Narita (o maior do Japão a servir a capital Tóquio), de Frankfurt e Munique (Alemanha).

Nessas aplicações, o objetivo foi automatizar o embarque e desembarque de passageiros sem que eles tivessem de tirar máscaras, tocar superfícies, manipular cartões de embarque e ter contato com pessoas potencialmente expostas ao vírus.

As possibilidades, no entanto, agora incluem o uso da identidade biométrica para gerenciar o processamento de certificados de vacinação e testagem nos aeroportos da era covid-19 e como ferramenta de pagamento durante toda viagem. “Nossa solução de biometria sempre teve como princípio seu uso dentro e fora dos aeroportos”, explica Jeffrey Goh, CEO da Star Alliance, entidade que reúne 26 aéreas globais, que tem projetos de biometria nos aeroportos de Frankfurt e Munique.

O executivo ambiciona que todos os passageiros da Star Alliance utilizem a biometria facial para dispensar o processo de assinatura de contrato de aluguel de carros ou mesmo o check-in do hotel, mas com garantia de privacidade e autonomia. “Na nossa solução, o cliente decide quando e onde quer usar a identidade biométrica. Também armazenamos o mínimo possível de informação para limitar o dano em caso de vazamento, além de usar o que há de mais moderno em segurança”, diz Goh.