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4º Simpósio Internacional de Segurança abre espaço para startups desenvolverem novas tecnologias no combate à criminalidade

Com o objetivo de descobrir novos projetos de tecnologia na área de segurança, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), lançou o II Desafio SINTSP – InTeSeg (Inovação, Tecnologia e Segurança), a partir de um chamamento público destinado a startups do Brasil inteiro. A competição, que aconteceu pela primeira vez no ano passado, visa apoiar iniciativas de desenvolvimento tecnológico e inovação para a modernização e melhoria da efetividade na segurança pública do país. Entre os critérios de grande relevância estão as tecnologias voltadas para a identificação, mapeamento, seleção e apresentação de empreendimentos do país .

A ação integra o cronograma do 4º Simpósio Internacional de Segurança, que será realizado no Distrito Federal dos dias 30 de agosto a 2 de setembro. O objetivo é ser um espaço totalmente focado em apresentar e demonstrar as mais modernas soluções tecnológicas de segurança existentes e já desenvolvidas. O evento é organizado pela ADPF e tem o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal e Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). Para o Delegado Federal Luciano Leiro, Vice-Presidente da ADPF, Diretor Regional da ADPF-DF e coordenador do simpósio, o II Desafio SINTSP- InTeSeg é uma forma de incentivar e descobrir novas soluções tecnológicas para segurança pública.

“Precisamos ainda debater muito sobre esse tema. Há uma escassez notória de recursos humanos, logo, a tecnologia tem suma importância no combate à criminalidade. Portanto, mais uma vez teremos a oportunidade de conhecer novos projetos, novas ideias e até aplicá-las em nosso sistema futuramente. Então, se você tem uma empresa ou startup e está com um projeto nessa área, se inscreva, mande sua proposta para nós. O espaço está 100% aberto”, explica.

Sobre o desafio

Podem participar do desafio startups de todo o país e, quem ainda não se enquadra no conceito pode apresentar uma ideia que será avaliada pela comissão, a fim de verificar sua viabilidade para a competição, conforme requisitos do edital. As iniciativas inscritas devem se enquadrar nos seguintes temas da área tecnológica: Segurança Pública, Fronteiras, Crimes Cibernéticos, Sensoriamento Remoto e Smart Cities. Há possibilidades de criação de projetos voltados para sistemas inteligentes que auxiliem no combate à criminalidade, programas de software e automação para monitoramento de cidades inteligentes, entre muitos outros.

As inscrições para o II Desafio SINTSP – InTeSeg devem ser feitas até o dia 30 de junho, com envio da proposta no e-mail desafio@sintsp.com.br. Os projetos serão julgados em alguns quesitos como originalidade, aplicabilidade, relevância, entre outros, por uma banca definida pela organização do evento, composta por representantes de empresas e entidades da área de segurança pública, entre 01 e 15 de julho. O resultado sairá no site do simpósio no dia 20 de julho e os vencedores participarão de um painel dentro da programação do simpósio apresentando suas ideias.

Para este ano, uma novidade importante: haverá uma premiação em dinheiro para os três primeiros colocados, R$ 25 mil, R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. O edital completo com todas as informações pode ser conferido no www.simposioseguranca.com.br.

Outra informação a se destacar é que os participantes da edição de 2020 podem voltar à disputa esse ano, desde que seja apresentado um novo projeto. É o caso do empresário Otávio Soares, vencedor do I Desafio InTeSeg, liderando a startup GoLeadger. O produto vencedor desenvolvido foi o GoBio, uma plataforma de integração de bases de dados biográficas e biométricas de diversas organizações, que cria um documento de identificação nato-digital, ou seja, um “ID digital”, capaz de armazenar informações históricas e de indicar o registro ideal de um cidadão.

“A participação no Desafio foi muito importante primeiramente para validar a solução. Nada melhor do que ter uma equipe de especialistas em Segurança Pública avaliando e aprovando nosso produto. Adicionalmente a isso, temos toda a exposição da empresa no segmento e o relacionamento que foi feito”, conta o empresário que é graduado em Processamento de Dados e pós-graduado em Desenvolvimento de Sistemas.

Para a competição deste ano, o especialista irá apresentar um projeto focado no combate de crimes cibernéticos transnacionais. “Para nós, é sempre um motivador adicional. Depois que você ganha o primeiro, fica a expectativa do que vai apresentar na sequência. Não podemos decepcionar”, finaliza.

Sobre o Simpósio

A 4° edição do Simpósio Internacional de Segurança, com o tema “As Inovações Tecnológicas no Combate à Criminalidade”, reunirá diversos especialistas em segurança pública e inteligência, empresários do setor, representantes de instituições policiais e organizações da sociedade civil de 30 a 31 de agosto em formato presencial e de 31 de agosto a 2 de setembro de forma online, com gravação em um estúdio preparado especialmente para o evento. A expectativa é de que mais de 3 mil pessoas participem do simpósio.

Serviço:
II Desafio SINTSP – InTeSeg (Inovação, Tecnologia e Segurança)
Inscrições até 30 de junho no email desafio@sintsp.com.br
Resultado: 20 de julho de 2021

Sabemi lança programa de parcerias com startups

A Sabemi, uma das principais seguradoras do Brasil, lançou nesta semana o Inova, Programa de Inovação Aberta e Disruptiva, que busca conectar startups às estratégias de negócio da companhia. A iniciativa tem por objetivo possibilitar trocas que promovam inovação e projetos disruptivos, de modo a alavancar o crescimento de fintechs e insurtechs e, ao mesmo tempo, fortalecer os objetivos de médio e longo prazo da Sabemi.

Inspirado no mindset das startups, o programa busca agregar valor à seguradora, trazendo a inquietude de promover inovações no negócio. O Inova é estruturado a partir de quatro pilares centrais: eficiência operacional, aumento de receita, melhor experiência do cliente e otimização e personalização da oferta de produtos. Para se candidatar ao programa, as startups devem preencher o formulário disponibilizado no site da Sabemi e preparar um pitch de 10 minutos para o Speed Dating, encontro virtual para apresentação das startups.

“A Sabemi é uma empresa sólida, com quase 50 anos de mercado, mas tem alma de startup. O programa Inova faz parte da esteira de transformações que iniciamos em 2020 na companhia para estarmos sempre alinhados ao mercado e às inovações do mundo digital”, explica Marcia Ferla, Head de Marketing da empresa.

Por isso, o Inova tem o olhar voltado às fintechs e insurtechs, modelos de negócio em constante crescimento no Brasil. Segundo dados do Distrito Dataminer, atualmente, o país conta com 876 fintechs em atividade, sendo que, em 2020, as empresas captaram cerca de 1,9 bilhão de dólares. As insurtechs, por outro lado, constituem modelo mais incipiente no país. Essas startups, voltadas para o mercado de seguros, estão muito presentes em São Paulo. No total, há 113 insurtechs no Brasil, e 52% delas estão no estado de SP, conforme pesquisa da FIA – KPMG.

Consorciei levanta rodada de investimentos de mais de 30 milhões

A Consorciei, que tem a missão de ajudar milhões de brasileiros consorciados a atingirem seus objetivos financeiros, acaba de levantar uma rodada de investimentos Series A de pouco mais de R﹩30 milhões. Liderada pela Tera, family-office dos fundadores do Pátria, a rodada teve participação da Tarpon, que já era acionista da companhia, e outros family-offices.

Os recursos da rodada serão utilizados para acelerar o crescimento, com foco principal em novas contratações e marketing. Em 2020, a companhia cresceu 10x em relação ao volume de 2019, e pretende manter um ritmo de crescimento alto nos próximos anos. Fundada em 2018 por Alexandre Caliman Gomes, João Prado e Pedro Amoroso Lima, todos com mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, a startup se propõe a transformar o mercado de consórcios, um dos poucos segmentos do mercado financeiro que não acompanharam, na mesma intensidade, a onda de inovação tecnológica do mercado.

A Consorciei surgiu com o propósito de oferecer uma solução simples e justa para os milhões de brasileiros que desistem de seus consórcios e acabou por impulsionar a transformação digital na indústria de consórcios como um todo. Ela permite que um consorciado que deseja desistir do seu consórcio possa realizar a venda da cota em poucos minutos em sua plataforma, sem a necessidade de esperar até o final do grupo ou a contemplação para ter acesso ao dinheiro.

A fintech é hoje o player mais relevante no mercado secundário de consórcios e já transacionou mais de R﹩200 milhões, estabelecendo parcerias com algumas das maiores administradoras de consórcios do Brasil, como Itaú, Santander, Porto Seguro, Magalu, Randon, Canopus e outras. Além disso, se orgulha de manter um indicador NPS de satisfação dos usuários da solução acima de 90.

Além de escalar o mercado secundário, a fintech criou recentemente um novo segmento, que, ao que tudo indica, deve virar padrão na indústria: trata-se de empréstimos com garantia nas cotas de consórcio. “É um produto totalmente inovador e oferece uma opção a mais para o consorciado que precisa de liquidez, mas não deseja se desfazer de sua cota”, afirma Alexandre Caliman Gomes, sócio-diretor e um dos fundadores.

Mercado primário

Nesta jornada de modernização, a Consorciei agora mira o mercado primário de consórcios. Em 2020, mais de 3 milhões de novas cotas de consórcio foram comercializadas no país e isto gerou em torno de R﹩5 bilhões de comissões pagas a corretores no setor, segundo estimativas da empresa. A maior parte destas vendas foram feitas “offline”. A fintech vê, nesse cenário, oportunidade de replicar o que fez no mercado secundário: criar um processo 100% online, seguro, simples e rápido, gerando benefícios para os clientes e maior eficiência para o sistema.

Na visão dos fundadores, o consórcio, apesar de ser um produto já existente há algumas décadas, traz elementos supermodernos de finanças comportamentais. “Poupar é um desafio no mundo inteiro. De forma geral, não somos muito capazes de postergar gratificação, e por conta disso temos dificuldade de tomar decisões alinhadas com nossos objetivos mais importantes. O consórcio possui um elemento de poupança forçada muito poderoso que pode nos ajudar a atacar este problema. O produto não é perfeito, mas acreditamos que, com alguns ajustes, é possível transformar o consórcio em uma solução escalável globalmente”, afirma Pedro Amoroso Lima, sócio-diretor e um dos fundadores.

Diferente de outras fintechs, importante ressaltar que a Consorciei não está no mercado para competir com os incumbentes, mas sim apoiá-los na jornada de transformação digital. Segundo João Prado, sócio-diretor e um dos fundadores, “a Consorciei está aqui para somar. Acreditamos que conseguimos ajudar os players atuais, nossos parceiros, a melhorarem o produto que eles já oferecem. Queremos ser o partner-of-choice das administradoras”.

Cinco motivos que reforçam a importância da gestão de recursos em TI durante a pandemia

Por Otto Pohlmann, CEO da Centric Solution

Sem ela, a vida seria muito mais difícil durante a pandemia de covid-19. Suspender atividades e eventos presenciais trouxe impactos negativos, sem dúvida, mas a tecnologia permitiu que as pessoas pudessem comprar, trabalhar, aprender e até se divertir sem ter que sair de casa. Isso implica maior presença das diversas soluções nas relações sociais – e no ambiente corporativo não é diferente.

A transformação digital, que já era tendência importante nas empresas antes do novo coronavírus, tornou-se vital atualmente. Mais do que investir em ferramentas, as organizações precisam administrar adequadamente todos os seus recursos tecnológicos para conseguir extrair o máximo de eficiência sem comprometer ainda mais seus processos. A gestão de TI, como se vê, nunca foi tão importante quanto agora. Veja cinco motivos que reforçam isso:

1 – É preciso fazer mais, com (muito) menos

Em um primeiro momento, a pandemia suspendeu a grande maioria dos negócios, que foram retomados de forma gradual nos meses seguintes. A despeito das incertezas econômicas, as empresas precisaram continuar produzindo e vendendo, mesmo com grandes quedas nas receitas. Em outras palavras: foi preciso ser certeiro e eficiente, entregando o mesmo resultado com menos custos para não comprometer a operação. Isso só foi possível com o apoio adequado de soluções tecnológicas, capazes de automatizar processos e permitir que a produtividade continuasse em alta.

2 – Agilidade e rapidez na tomada de decisão

Antes até era recomendado aos empresários refletirem sobre os cenários e analisarem o maior número de dados possível antes de tomar uma decisão. Hoje ter esse tempo disponível é praticamente um luxo. As transformações são cada vez mais rápidas, e as empresas precisam acompanhar essa velocidade se quiserem aproveitar todas as oportunidades. Com a gestão dos recursos de TI, é possível direcionar – e utilizar – as ferramentas nas áreas mais necessitadas, permitindo resolver problemas e extrair insights rapidamente para embasar as melhores decisões.

3 – Maior segurança de dados 

As relações sociais, incluindo o trabalho, estão mais dependentes da tecnologia. Isso traz maior eficiência, sem dúvida, mas também novas ameaças ao mundo corporativo. A principal delas é o ataque de cibercriminosos, que buscam roubar dados sigilosos das organizações, seja para receber valores financeiros, seja para simplesmente arranhar sua imagem no mercado. A maior proteção das informações e da estrutura depende de uma gestão completa da infraestrutura de TI, identificando quais equipamentos estão mais vulneráveis e monitorando possíveis invasões em todos os locais.

4 – Mudança de papel da TI nas empresas

O avanço do novo coronavírus suplantou de vez nas corporações o papel secundário que o gerenciamento de TI tinha na estratégia do negócio. Antes esse departamento era visto como algo complementar às áreas mais importantes, dando suporte de equipamento à produtividade e à operação da empresa. Agora a situação se inverteu. Não importa o porte ou o segmento de atuação: todas as companhias precisam colocar as soluções tecnológicas em posição de destaque em suas estratégias. Vai ser por meio delas que irão superar a fase difícil da pandemia e crescer quando a situação se normalizar nos próximos anos. 

5 – Política de governança em dia

Se a área de TI vai ocupar papel central nas estratégias de negócio, evidentemente é preciso ter políticas de boa governança em relação ao uso de todas as soluções. Compliance é um termo ainda novo, mas já ganha espaço no ambiente corporativo justamente por fornecer esse controle e respeito às normas e regras do setor. Deve-se garantir que os sistemas estejam alinhados às boas práticas e sejam capazes de entregar os melhores resultados respeitando sempre os consumidores e demais stakeholders das organizações.

ThoughtWorks anuncia mudanças em sua gestão e consolida atuação na América Latina

Marta Saft e Caroline Cintra. Crédito: Vini Dalla Rosa

A ThoughtWorks, consultoria global de tecnologia, anuncia mudanças na liderança da empresa no Brasil e na América Latina. Caroline Cintra é a nova diretora-presidente da empresa na América Latina, cargo criado para reforçar a presença da companhia na região, que além do Brasil atualmente também engloba Chile e Equador. Como diretora-presidente da ThoughtWorks no Brasil permanece Marta Saft, que compartilhava o cargo com Caroline desde 2018.

Durante a presidência no Brasil, Caroline e Marta conquistaram excelentes resultados, sendo responsáveis pela rápida expansão da empresa, com crescimento na ordem de 50% nos três anos de gestão conjunta, ultrapassando a marca de 1.000 colaboradores no último mês.

A movimentação de Caroline para o mercado latino-americano é resultado do crescimento econômico através da transformação digital esperado para a região nos próximos anos. “Sabemos que podemos contribuir para a demanda por novas soluções inovadoras nestes mercados emergentes, apoiando nossos clientes, muitos deles já baseados também na América Latina, em seu crescimento”, ressalta Caroline.

Segundo dados recentes do IDC (International Data Corporation), existe a previsão de que a região alcance um crescimento de 7,7% para este ano em TI e que, até 2022, 40% do PIB esteja digitalizado.”A minha parceria de sucesso com a Marta continuará, visto que ela está à frente de um dos principais países em desenvolvimento digital”, ressalta Caroline.

Sizmek anuncia Marcelo Barros como novo Country Manager para o Brasil

A Sizmek by Amazon, plataforma mundial de tecnologia para monitoramento de campanhas online e criativo dinâmico, acaba de anunciar a chegada de Marcelo Barros como novo Country Manager para o Brasil. Após dez meses como Client Partner, ele passa a ocupar o novo cargo na companhia com o objetivo de elevar as operações.

O profissional tem mais de 30 anos de carreira no mercado publicitário, atuando em agências, editoras e empresas de eventos, e também foi sócio e cofundador do Waves, um dos maiores portais esportivos no segmento surfe na América Latina.  

A nova posição do executivo tem como função liderar as operações dos serviços da Sizmek, incluindo a nova plataforma de adserver SAS (Sizmek Ad Suite) e suas ferramentas de criação e monitoramento de campanhas (Ad Builder, DCO, Modelo de Atribuição, Brand Safety Verification), que conta com a novidade denominada Better Together, onde as plataformas Sizmek e Amazon trabalham integradas levando o desempenho de campanhas nestes ambientes ao próximo nível. O profissional também comandará um time de colaboradores experientes, com o desafio de manter o alto nível e atender a demanda crescente por serviço em clientes e agências.

Barros tem como um dos principais objetivos a elevação do nível de posicionamento da Sizmek no mercado. “Estou bastante otimista com as perspectivas e muito contente com a oportunidade de contribuir com a Sizmek em um momento tão vibrante do marketing digital”, ressalta. “Nosso principal desafio é ganhar território atendendo às necessidades crescentes por credibilidade de dados, insights, ferramentas e serviços que contribuam para um melhor desempenho das campanhas dos nossos parceiros no ambiente digital”, completa.

AutomationEdge firma parceria com a Proative Technology

A Proative Technology, empresa especialista em serviços gerenciados, anuncia parceria com a AutomationEdge, fornecedor de soluções de Hyperautomação, Robotic Process automation e IT Automation. A parceria contempla a comercialização de soluções completas de RPA, bem como também da recente solução de RPA “Pay as you Use”, RPA como serviço, disponível para empresas de qualquer porte ou vertical de negócio. “A Proative foi nomeada pela AutomationEdge como parte do plano de crescimento da empresa no Brasil. Queremos aumentar a nossa capilaridade e ampliar o relacionamento com empresas de diferentes verticais no Brasil”, explica Fernando Baldin, Country Manager da AutomationEdge no Brasil.

A Proative Tecnhnology atende clientes de diversos segmentos com soluções customizáveis e que permite entregar serviços gerenciados para empresas de pequeno médio e grande porte. “Navegamos no universo de infraestrutura e segurança da informação. Nosso principal objetivo é alinhar a Tecnologia da Informação aos requisitos do negócio, levando em consideração soluções que agreguem valor, com garantia de continuidade dos serviços”, explica Bárbara Tropea, Diretora Comercial da Proative Technology.

Desafios e perspectivas de mercado com a parceria:

De acordo com a AutomationEdge, aplicar RPA (Robotic Process Automation) ou Automação Robótica de Processos é uma das principais estratégias de transformação digital, pois apresentam resultados imediatos para o curto, médio e longo prazo em ganhos de performance, qualidade, redução de riscos, custos e mais agilidade na entrega ao cliente final. “Por isso, acreditamos que Proative Technology, poderá embutir em seus projetos nossas soluções, principalmente devido a sua capacidade técnica”, explica Baldin.

A Proative Technology explica que a parceria com a Automation Edge está chegando em um momento bastante importante para a empresa, pois está  expandindo a sua  capacidade de entrega e busca soluções que complementem seus serviços e assim, gerando ainda mais valor para os  clientes, que estão buscando evoluir nessa intensa jornada que é a transformação digital. “Depois de uma aproximação e prova de conceito para conhecer os benefícios que o Automation Edge poderia trazer tanto para nosso ambiente como para os processos dos nossos clientes, o desafio foi internalizar a solução e testá-la.  Travessia feita, testes realizados e aprovados, agora estamos prontos para compor em nossa Suíte Proative One® soluções ainda mais robustas e completas, incluindo ITPA, RPA, Data integration com dezenas de API’s prontas além de inteligência Artificial cognitive”, explica Bárbara, da Proative.

Bárbara Tropea, da Proative comenta ainda que as inovações tecnológicas estão avançando em ritmo acelerado, exigindo que as empresas se transformem e considerem a adoção de recursos com IA (Inteligencia Artificial), além de soluções de RPA cada vez mais presentes nos processos de transformação digital. A RPA está ganhando força e impactando o mercado, impulsionando operações e mostrando novas perspectivas. “E nossa missão em todo esse processo é levar todos esses benefícios e novas perspectivas para as organizações, que ainda não tiveram a possibilidade de conhecer as infinitas possibilidades de crescimento. Entregaremos os serviços mais plataforma com flexibilidade para diversas modalidades, porque o objetivo sempre será adequar as necessidades dos nossos clientes e viabilizar projetos que impulsionem as operações de negócios e de TI”, finaliza Bárbara da Proative.

A AutomationEdge é fornecedor de soluções de Hyperautomação, Robotic Process automation e IT Automation. Seu RPA inteligente altamente avançado, reúne todos os recursos essenciais necessários para automação empresarial, como inteligência artificial, machine learning, chatbot, ETL, integrações de API prontas e automação de TI.

Itaú Unibanco e Instituto Unibanco anunciam vencedores do hackathon Batalha de Dados Social

Itaú Unibanco e Instituto Unibanco anunciam os vencedores da Batalha de Dados Social –  hackathon focado na aplicação de soluções de tecnologia para ajudar gestores públicos e profissionais da educação no enfrentamento aos principais desafios da área. A iniciativa é fruto da parceria entre o Instituto Unibanco e a diretoria de Engenharia de Dados do Itaú, que disponibilizou a plataforma de tratamento de dados desenvolvida como parte do programa Todos pela Saúde para a área da educação, que também vem sofrendo os efeitos decorrentes da pandemia. 

“No Itaú, estamos construindo uma cultura em que o trabalho com data analytics não é visto como algo restrito a apenas números e padrões, ele é feito por profissionais que reconhecem que possuem ferramentas capazes de resolver dores e demandas reais das pessoas”, comenta Moisés Nascimento, Chief Data Officer do Itaú Unibanco. “O que fizemos nesta Batalha de Dados Social foi compartilhar um pouco dessa nossa cultura – presente em todas as hackathons que organizamos – com outras pessoas que também respiram tecnologia no dia a dia e têm vontade de pensar em alternativas que ajudem a solucionar os problemas sociais do País”, completa.

Para selecionar os vencedores, foi realizada uma maratona que contou com 90 participantes entre desenvolvedores, UX designers, engenheiro de dados e construtores de modelo. Durante a competição, os envolvidos deveriam buscar soluções para dois desafios elaborados em parceria com as Secretarias Estaduais de Educação do Ceará e de Goiás, parceiras do Instituto Unibanco no programa Jovem de Futuro. São eles: como reduzir a taxa de abandono e evasão escolar dos alunos do Ensino Médio regular, dada a maior utilização do ensino à distância; e como aprimorar o acompanhamento das competências e habilidades dos alunos de escolas estaduais a fim de reduzir uma potencial defasagem de aprendizagem em português e matemática com base na série histórica das avaliações externas.

No dia 2 de junho, houve a escolha dos cases vencedores. Em Goiás, o primeiro lugar ficou com Hacka Go Ensino, que trouxe como solução uma plataforma gamificada capaz de analisar dados de educação e recomendar conteúdos com o objetivo de auxiliar o aluno. O Hacka Edu, um aplicativo que conecta alunos e educadores voluntários para tirar dúvidas, foi premiado em segundo lugar. Já o vencedor do Ceará foi o Hacka Fan, que desenvolveu uma ferramenta de acompanhamento e nivelação que possibilita que professores e gestores da educação visualizem e combinem dados dos estudantes de Ensino Fundamental e Médio a partir de um dashboard intuitivo. O segundo lugar ficou para o Hacka Ana, que criou uma assistente de navegação de aprendizagem capaz de fazer uma transformação digital pedagógica, conectando o sistema educacional cearense.    

“Os resultados desse hackathon evidenciam como uma jornada estruturada no uso de dados tem alto potencial de contribuir de forma objetiva para enfrentar os grandes desafios educacionais e direcionar a tomada de decisão do gestor público”, reforça Ricardo Henriques, superintendente-executivo do Instituto Unibanco.

Os times vencedores foram premiados com acesso completo à plataforma de cursos ALURA pelo período de seis meses, bolsa integral para cursos Shift na FIAP e também com o cartão de crédito Itaucard Click com 10 mil pontos no IUPP, nova plataforma de compras e programa de pontos do Itaú Unibanco, além de vouchers para compras online no valor individual de R$ 3.500. Para os segundos colocados, foram oferecidos três meses de acesso completo à ALURA, três meses de acesso aos Nano Courses da FIAP e vouchers de R$ 1.500.

A QADS, Plataforma de Analytics e Decision Science da Qintess, e a Amazon Web Services também são parcerias da iniciativa, com a disponibilização de programas de desenvolvimento e das máquinas virtuais.

Esta é a segunda edição aberta da Batalha de Dados, hackathonque reúne periodicamente, há quatro anos, times de tecnologia do banco em torno de algum desafio interno. Com o tempo, o objetivo principal deixou de ser a resolução de um problema tecnológico puro, e o foco passou a estar nas demandas dos clientes e nas respectivas soluções de tecnologia que podem atendê-las. 

Capital humano aliado à tecnologia para auxiliar a gestão pública  

Lançado em abril do ano passado, com aporte inicial de R$ 1 bilhão, o Todos Pela Saúde é uma inciativa do Itaú para combater o coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira. A contribuição do banco foi além do aporte financeiro e mobilizou o time de tecnologia para a criação de uma solução com banco de dados único, com informações organizadas e consolidadas. “O nosso desafio em ciência de dados foi enorme: criamos uma nova infraestrutura em cloud, testamos um novo escopo de modelagem epidemiológica e trabalhamos com situações novas, como o contexto de open source e a colaboração com profissionais de saúde. Ainda assim, criamos uma solução em tempo recorde que teve boa performance de predição para controle de EPIs e leitos hospitalares, entre outros ganhos, muito acima das demais iniciativas existentes”,conta Moisés.

Gartner prevê que a maioria dos produtos e serviços de TI será desenvolvida por profissionais de fora da área de tecnologia até 2024

Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia pesquisa que mostra que, até 2024, 80% dos produtos e serviços de TI serão desenvolvidos por profissionais que não são da área de tecnologia.

Essa tendência é impulsionada por uma nova categoria de compradores que não faz parte da área de TI. Outros departamentos estarão em breve comprando produtos e serviços de TI mais do que os executivos da própria área de tecnologia. Prova disso é que atualmente os gastos de TI liderados pelas áreas de negócios já representam cerca de 36% do orçamento total do setor de TI.

“Os negócios digitais são tratados como uma atividade de equipes pelos líderes e não mais como domínio exclusivo da área de TI”, diz Rajesh Kandaswamy, Distinto Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “O crescimento de dados digitais, ferramentas de desenvolvimento e aplicações com Inteligência Artificial (IA) estão entre os muitos fatores que permitem a democratização do desenvolvimento de tecnologia além dos profissionais de TI.”

COVID-19 impulsiona o desenvolvimento de novos produtos e serviços – Além disso, a invasão da tecnologia em todas as áreas de negócios e entre os consumidores está criando demanda por produtos e serviços que surgem fora dos departamentos de TI. As necessidades desses compradores nem sempre se encaixam perfeitamente nas ofertas técnicos dos fornecedores tradicionais.

Isso foi agravado pela crise do COVID-19, que apenas expandiu a quantidade e o tipo de casos de uso que a tecnologia. Em 2023, o Gartner prevê que US$ 30 bilhões em receita serão gerados por produtos e serviços que não existiam antes da pandemia.

Os analistas do Gartner destacam que a rápida expansão dos serviços em Nuvem (Cloud), iniciativas de negócios digitais e serviços remotos abriu os negócios para novas possibilidades de integração e otimização.

Mais de um terço dos fornecedores de tecnologia competirão com empresas de ‘não-tecnologia’ até 2024 – A COVID-19 também reduziu as barreiras para quem está fora de TI e busca criar soluções baseadas em tecnologia, fornecendo possibilidades de entrada para qualquer pessoa que possa consiga oferecer soluções para as necessidades geradas durante a pandemia. Esses participantes incluem profissões não-tecnológicas dentro das empresas – ou “tecnólogos de negócios” – incluem desenvolvedores sociais, cientistas de dados e sistemas de Inteligência Artificial.

Os fornecedores de tecnologia estão cada vez mais entrando em mercados relacionados ou em concorrência com empresas não-tecnológicas, incluindo novas companhias que inovam em serviços financeiros e no varejo. Vale destacar que o varejo está criando soluções voltadas para TI com mais frequência e com mais ambição à medida que mais empresas continuam seus esforços de transformação digital para manter as vendas apesar da pandemia. Por isso, o Gartner espera que os anúncios de lançamentos de tecnologia feitos por empresas não-tecnológicas proliferem nos próximos 12 meses.

“A disponibilidade de tecnólogos de negócios fornece novas fontes de inovação e a capacidade de realizar novos trabalhos. Assim, os fornecedores de tecnologia e serviços precisarão estender o fornecimento de ideias e o desenvolvimento de tecnologia para novas comunidades, sejam elas baseadas no desenvolvimento dos cidadãos, em suas próprias comunidades de clientes ou outras fontes”, avalia Kandaswamy.

TOTVS anuncia abertura de 300 vagas para profissionais de TI e outras áreas

A TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil que oferece soluções para aumentar a produtividade dos negócios, anuncia a abertura de 300 oportunidades de emprego. Das vagas, 200 são voltadas para profissionais de Tecnologia da Informação e outras 100 divididas entre as áreas comercial e corporativa.

A maior parte das vagas disponíveis são voltadas para profissionais de tecnologia de diversos níveis e áreas de conhecimento, como desenvolvimento de software, infraestrutura, ciência de dados e agilidade, mas também existem oportunidades nas áreas de marketing, RH, suporte, prospecção de negócios, vendas e UX (User Experience).

Neste primeiro momento, a empresa vai realizar todas as entrevistas, bem como receber os novos colaboradores de maneira online, com direito a integração com os colegas feita de maneira remota e ao vivo. As atividades presenciais nos escritórios devem retornar de forma gradual.

“Nas nossas seleções, se destacam os profissionais que buscam constantemente o conhecimento, que atuem de forma colaborativa, visualizem e antecipem as necessidades em suas entregas, focados no sucesso e na produtividade do cliente. É importante saber identificar oportunidades de agregar valor ao negócio das empresas que atendemos. E diante desse cenário de constante inovação e adaptação, ser protagonista no ambiente de trabalho é também super importante para nós”, comenta Izabel Branco, vice-presidente de Relações Humanas da TOTVS.

As informações sobre cada uma das vagas, bem como as inscrições, devem ser feitas pelo site: https://totvs.gupy.io/

Sinqia lança Programa de Estágio Be The Next com 76 vagas

A Sinqia, , fintech que oferece softwares e soluções tecnológicas para o mercado financeiro brasileiro, anuncia seu novo Programa de Estágio 2021, O Be The Next – Programa de Estágio Sinqia 2021. O programa de estágio conta com 51 vagas em tecnologia e 25 para área corporativa.

As inscrições têm início dia 14 de junho e vão até dia 04 de julho para a área corporativa e até 11 de julho para as vagas de Tecnologia. As inscrições estão abertas no site Kenoby e o processo seletivo é conduzido pela Eureca, consultoria que conecta jovens ao mercado de trabalho.

As vagas administrativas são todas em São Paulo e as vagas de tecnologia estão distribuídas entre: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Florianópolis e durante o período de pandemia toda a empresa está atuando de forma remota.

Por conta da pandemia, o processo de seleção e admissão seguirá o formato 100% virtual. O Programa de Estágio da Sinqia é uma porta de entrada para quem busca construir uma carreira na área de tecnologia e no mercado financeiro. A empresa já foi eleita pela Great Place To Work como uma das melhores empresas para trabalhar. E a ideia do programa de estágio é preparar o candidato para construir uma carreira na empresa e através do desenvolvimento de novas competências, formar excelentes profissionais.

São 76 vagas no total. Sendo 51 para área de tecnologia e 25 para área corporativa. Nas áreas Tech as posições são para desenvolvimento back-end e front-end e corporativa nas áreas People (RH), Marketing e Inovação, Comercial, Financeiro, Jurídico, Relações com Investidores e Fusões e Aquisições (M&A). Um dos pré-requisitos para fazer parte do Be The Next – Programa de Estágio Sinqia 2021 é a data de formação. É muito importante que você tenha pelo menos 1 ano para realizar o estágio, por isso é necessário que a pessoa se forme a partir de 2022.

Os benefícios são: Bolsa de estágio, Day off no aniversário, Horários flexíveis, Vale refeição , Vale transporte, Seguro de vida, Gympass, Just dress no code (sem código de vestimenta!), Clube de parcerias, Move to flex (trabalho remoto), Vídeo games, Pebolim, Copa (afinal, tem dias que a gente quer a nossa comida, né?!) e Ginástica laboral. As inscrições são no link:

Vagas Tech: https://jobs.kenoby.com/sinqia/job/bethenext-tecnologia/60c796e3ffb24c72d31df894?utm_source=website

Vagas Corporativas: https://jobs.kenoby.com/sinqia/job/bethenext-corporativo/60bea57db934d04a3e9d3c62?utm_source=website

MARQUE NA AGENDA

Vaga Corporativa

14/06/2021 – Início das inscrições
04/07/2021 – Encerramento das inscrições e último dia para completar as etapas
05/07 a 16/07 – Triagens e dinâmicas online
19/07 a 30/07 – Entrevistas e avaliações
02/08 a 10/08 – Propostas e Documentos
24/08: Onboarding

Vaga Tecnologia

14/06/2021 – Início das inscrições
11/07/2021 – Encerramento das inscrições e último dia para completar as etapas
12/07 a 30/07 – Triagens e dinâmicas online
02/08 a 20/08 – Entrevistas e avaliações
28/08 a 02/10 – Formação em Tecnologia pela Let’s Code
30/08 a 10/09 – Propostas, documentação e contratos
05/10: início na Sinqia

Carla Santos é a nova diretora de Cloud e Soluções Digitais da Ingram Micro Brasil

A Ingram Micro Brasil acaba de anunciar Carla Santos como nova diretora de Cloud e Soluções Digitais, em substituição a Flávio Moraes, que assumiu como presidente da distribuidora no país. “Tenho plena confiança de que a Carla fará um trabalho incrível em nossa vertical de Cloud. Além de ser uma excelente profissional, tem amplo conhecimento do mercado e dos parceiros, promove inovações constantes e apoia a adoção de novas tecnologias“, ressalta Flávio.


Na empresa desde 2011 como Business Unit Manager de Software e Cloud, Carla recebe a nova função com a missão de dar continuidade à trajetória de sucesso da Ingram Micro Brasil em uma das verticais de negócio mais estratégicas para a companhia no momento.


Cloud é uma Unidade de Negócios globalmente muito relevante e estratégica na Ingram Micro e, partindo de um negócio que cresce rapidamente, podemos atrelar este sucesso ao nosso time de associados altamente qualificados, comprometidos e engajados. Acompanhamos o movimento acelerado de tecnologias SaaS e agora estamos vivendo o momento de adoção massiva de Infraestrutura como Serviço – IaaS, o que traz novas oportunidades de segurança em nuvem“, diz Carla. “Foco no canal, integridade e trabalho em equipe são valores importantíssimos nesta construção e tenho certeza que estarão presentes nessa jornada contínua de trabalho“.


Atualmente, a Ingram Micro conta com um extenso portfólio de soluções que complementam sua estratégia e catálogo de ofertas em Cloud e Soluções Digitais. O Ingram Micro Cloud Marketplace, por exemplo, é um habilitador em escala para soluções como Infraestrutura, Data & IA, Analytics, Colaboração, Comunicação Unificada, Plataformas, Cyber Security, ERP etc., e será um dos focos do trabalho de Carla. A plataforma possibilita ainda o uso de repositórios de Marketing, aceleração de escala via White Label, geração de leads e faturamento em moeda local.


Motivada pelos desafios apresentados pelo mercado neste momento de grandes mudanças de comportamento, Carla se considera privilegiada pela oportunidade de participar ativamente da transformação digital pela qual o mundo está passando. “As prioridades da minha gestão estarão diretamente ligadas a inovação, expansão de portfólio, serviços e foco na melhor experiência do usuário. O nosso objetivo é estar sempre à frente, oferecendo ao mercado as melhores tecnologias, profissionais e oportunidades de negócios. O canal pode contar com o time talentoso e ético da Ingram Micro para suportar as demandas e, juntos, garantirmos a melhor e mais rápida adoção de novas tecnologias“, finaliza.

Pesquisa IBM: Confiança digital induzida pela pandemia cria efeitos colaterais persistentes na segurança

A IBM Security anunciou hoje os resultados de uma pesquisa global examinando os comportamentos digitais do consumidor durante a pandemia, bem como o impacto potencial que eles podem ter sobre a segurança cibernética no longo prazo. Com uma sociedade cada vez mais acostumada ao digital como primeiro canal de interação, o estudo revelou que, entre as pessoas pesquisadas, a preferência por conveniência muitas vezes supera as preocupações com a segurança e a privacidade, o que leva à escolha de senhas inseguras e de outros comportamentos relacionados à segurança cibernética.

A abordagem frouxa dos consumidores em relação à segurança, combinada com a rápida transformação digital por parte das empresas durante a pandemia, pode aumentar o ‘arsenal’ disponível para que os atacantes espalhem ataques cibernéticos através das indústrias – de ransomware a roubo de dados. De acordo com o IBM Security X-Force, os maus hábitos de segurança pessoal também poderiam ser adotados no local de trabalho, o que pode levar a incidentes de segurança dispendiosos para as organizações, com credenciais de usuário comprometidas que representaram uma das principais fontes de ataques cibernéticos em 2020¹.

A pesquisa global², com 22 mil pessoas em 22 mercados, foi conduzida pela Morning Consult em nome da IBM Security e identificou os seguintes efeitos da pandemia sobre os comportamentos de segurança do consumidor:

• Boom digital durará mais do que os protocolos da Pandemia: os indivíduos pesquisados no Brasil criaram em média 17 novas contas online durante a pandemia, fazendo parte das bilhões de novas contas digitais ao redor do mundo. Com 45% reportando que não planejam deletar ou desativar essas novas contas, os consumidores terão uma pegada digital maior nos próximos anos, aumentando muito a superfície de ataque para os cibercriminosos.

• Sobrecarga de contas levou à fadiga de senhas: o aumento na quantidade de contas digitais levou a comportamentos frouxos de senha entre as pessoas pesquisadas, com 82% dos respondentes admitindo que reutilizam credenciais pelo menos algumas vezes. Isso significa que muitas das novas contas criadas durante a pandemia provavelmente se basearam na reutilização de combinação de email e senha, que já poderiam ter sido expostos por meio de brechas de dados durante a última década.

• A conveniência frequentemente superou a segurança e a privacidade: 40% dos brasileiros pesquisados abaixo dos 35 anos e os millennials (41%) preferem fazer um pedido usando um aplicativo ou site potencialmente inseguro em vez de ligar ou visitar um local pessoalmente. Com estes usuários mais propensos a ignorar as preocupações de segurança pela conveniência dos pedidos digitais, é provável que o peso da segurança para evitar fraudes recaia ainda mais sobre as empresas que prestam esses serviços.

À medida que os consumidores se tornam ainda mais inclinados às interações digitais, esses comportamentos também têm o potencial de estimular a adoção de tecnologias emergentes em uma variedade de configurações – desde telemedicina até identidade digital³.

“A pandemia tem causado um aumento de novas contas online, mas a crescente preferência da sociedade pela conveniência digital pode ter um custo para a segurança e privacidade de dados”, disse Charles Henderson, Parceiro de Gerenciamento Global e Head da IBM Security X-Force. “As organizações devem agora considerar os efeitos dessa dependência digital em seu perfil de risco de segurança. Com as senhas se tornando cada vez menos confiáveis, uma forma como as organizações podem se adaptar, além da autenticação de múltiplos fatores, é optar por uma abordagem de ‘confiança zero’: aplicar inteligência artificial e analítica avançada em todo o processo para detectar ameaças potenciais, em vez de assumir que um usuário é confiável após a autenticação.”

Consumidores reportam expectativas altas de facilidade de acesso

A pesquisa mostrou uma variedade de comportamentos de consumo que afetam o cenário de cibersegurança atual e futuro. À medida que as pessoas aproveitam mais as interações digitais em mais áreas de suas vidas, a pesquisa Security descobriu que muitos também têm expectativas maiores de facilidade de acesso e uso.

• Regra dos 5 minutos: de acordo com a pesquisa, dois terços dos pesquisados no Brasil (63%) esperam gastar menos do que 5 minutos para configurar uma nova conta digital.

• Em três strikes, você está fora: globalmente, os entrevistados fariam de 3 a 4 logins antes de redefinir sua senha. Essas reconfigurações não só custam dinheiro às empresas, mas também podem representar ameaças de segurança se forem usadas em combinação com uma conta de e-mail já comprometida.

• Comprometidos com a memória: 43% dos respondentes armazenam suas informações de contas online na memória (método mais comum), enquanto 27% escrevem essas informações em um papel.

• Autenticação de múltiplos fatores: enquanto a reutilização de senhas é um problema crescente, adicionar um fator adicional de verificação para transações de alto risco pode ajudar a reduzir o risco de contas comprometidas. A pesquisa revelou que cerca de dois terços das pessoas pesquisadas globalmente utilizaram a autenticação de múltiplos fatores nas semanas anteriores à pesquisa.

Mergulhando fundo na área de saúde digital

Durante a pandemia, os canais digitais tornaram-se um componente crucial na abordagem das demandas massivas para vacinas, testes e tratamento de COVID-19. A adoção de uma grande variedade de canais digitais para os serviços relacionados ao COVID-19 pelos consumidores pode estimular uma maior interação digital com os provedores de saúde no futuro ao reduzir a barreira de entrada para novos usuários, de acordo com uma análise da IBM Security[4]. De acordo com a pesquisa:

• Os consumidores se engajaram com serviços relacionados à pandemia[5] através de algum canal digital (web, aplicativos móveis, e-mail e mensagens de texto)

• Enquanto os websites/web app foram os métodos mais comuns de engajamento digital, os aplicativos móveis também receberam um uso significativo, principalmente entre as pessoas com 18 a 34 anos.

À medida que os provedores de saúde se movem em direção à telemedicina, vai se tornar cada vez mais importante que seus protocolos de segurança sejam projetados para lidar com essa mudança, desde manter os sistemas de computadores críticos online até proteger dados confidenciais do paciente e cumprir continuamente as regulamentações. Isso inclui a segmentação de dados e a implementação de controles rigorosos para que os usuários possam acessar apenas sistemas e dados específicos, limitando o impacto de um eventual engajamento de uma conta ou dispositivo. Para se preparar para uma eventualidade caso os ataques de ransomware e extorsão ocorram, os dados do paciente devem ser criptografados, de preferência em todos os momentos, com backups confiáveis para que os sistemas e dados possam ser rapidamente restaurados com o mínimo de interrupção.

Pavimentando o caminho para as credenciais digitais

O conceito de passaportes digitais de saúde, ou os chamados passaportes de vacina, introduz os consumidores em um caso de uso real das credenciais digitais, que oferecem uma abordagem baseada em tecnologia para verificar aspectos específicos da nossa identidade. De acordo com a pesquisa, 69% dos adultos dizem que estão familiarizados com o conceito de credenciais digitais e 83% provavelmente as adotaria caso se tornassem comumente aceitáveis.

A exposição à ideia de uma verificação de identidade digitalizada durante a pandemia pode ajudar a impulsionar uma adoção mais ampla de sistemas de identidade digital modernizados, que poderiam substituir potencialmente a necessidade de meios tradicionais de identificação, como passaportes e carteiras de motorista, dando aos consumidores uma forma de fornecer informações limitadas e necessárias para uma transação específica. Embora o uso de uma identidade digital também tenha o potencial de criar um modelo sustentável para o futuro, medidas de segurança e privacidade devem ser colocadas em prática para proteger contra a falsificação. Isso requer o uso de recursos de soluções blockchain, para verificar e fornecer a capacidade de atualizar essas credenciais caso estejam comprometidas.

Como as organizações podem se adaptar à mudança no panorama de segurança do consumidor

As empresas que se tornaram cada vez mais dependentes de uma interação digital com os consumidores devido à pandemia devem considerar o impacto que isso tem em seus perfis de risco de cibersegurança. À luz das mudanças de comportamentos e preferências dos consumidores em relação à conveniência digital, IBM Security sugere que as organizações considerem as seguintes recomendações de segurança:

• Abordagem confiança zero: tendo em vista o aumento dos riscos, as empresas devem considerar evoluir para uma abordagem de segurança de “confiança zero”, que opera sob a suposição de que uma identidade autenticada, ou a própria rede, já pode estar comprometida e, por isso, valida continuamente as condições de conexão entre usuários, dados e recursos, para determinar a autorização e a necessidade de acessar as informações. Essa abordagem exige que as empresas unifiquem seus dados de segurança e foco, com o objetivo de englobar o contexto de segurança em torno de cada usuário, de cada dispositivo e de cada interação.

• Modernizando o IAM do consumidor: para as empresas que querem continuar alavancando os canais digitais para interação com o consumidor, é importante fornecer um processo de autenticação contínua. Investir em uma estratégia modernizada de Gestão de Identidade e Acesso do Consumidor (CIAM) pode ajudar as empresas a aumentar a interação digital, proporcionando uma experiência de usuário sem atrito em diferentes plataformas digitais e usando analítica comportamental para ajudar a diminuir o risco do uso fraudulento de contas.

• Proteção de dados e privacidade: ter mais usuários digitais significa que as empresas também terão mais dados sensíveis dos consumidores para proteger. Considerando que os vazamentos de dados custam em média US﹩ 3,86 milhões às empresas estudadas[6], as organizações devem implementar fortes controles de segurança de dados para proteger contra o acesso não autorizado, desde o monitoramento de dados para detectar atividades suspeitas até criptografar dados sensíveis onde quer que estejam. As empresas devem também implementar políticas de privacidade corretas em sua infraestrutura local e em nuvem para ajudar manter a confiança do consumidor.

• Colocar a segurança em teste: com o uso e a dependência das plataformas digitais mudando rapidamente, as empresas devem considerar a realização de testes dedicados para verificar se as estratégias de segurança e tecnologias em que antes confiavam permanecem válidas neste novo cenário. Reavaliar a eficácia dos planos de resposta a incidentes e das aplicações de teste para vulnerabilidades de segurança são componentes importantes deste processo.

¹IBM X-Force Threat Index 2021: Credenciais de usuários comprometidas foram o terceiro vetor de ataque inicial para ataques cibernéticos em 2020, respondendo por 18% dos incidentes reportados.
²A Morning Consult realizou uma pesquisa global encomendada pela IBM em março de 2021. O estudo foi realizado entre 22.000 adultos em 22 mercados.
³Previsão baseada em insights da IBM Security[4] Previsão baseada em insights da IBM Security
[5] Inclui alívio financeiro, testes, tratamento e vacinas de COVID-19[6] Pesquisa Cost of Data Breach 2020, um estudo de referência realizado pelo Ponemon Institute, analisado e patrocinado por IBM Security
Para visualizar o relatório completo, por favor visite: https://ibm.biz/IBMSecurity_ConsumerSurvey

Ocyan Waves realiza Pitch Day com startups

Após análise de 150 startups interessadas em participar do programa de inovação Ocyan Waves Challenge, 18 delas foram selecionadas para a segunda fase, chamada de Pitch Day. O programa atraiu startups de dez estados brasileiros, de todas as regiões do país. 

Esta etapa aconteceu na última sexta-feira, dia 11, novamente em formato virtual devido à pandemia e ao distanciamento social. Neste dia, os participantes apresentaram aos times de cada projeto mais detalhes das soluções propostas para os desafios operacionais definidos pela Ocyan. Cada desafio ouviu três startups, que tiveram sete minutos para as apresentações, cada uma.

“O Pitch Day é muito importante porque permite uma interação maior entre as startups e a Ocyan. É o momento em que as equipes das áreas que precisam das soluções têm para fazer o primeiro contato com os empreendedores, esclarecer dúvidas e avaliar as propostas. Este é um dos primeiros passos rumo a construção de uma parceria e criação de uma relação futura entre as empresas”, explica Patrícia Grabowsky, gerente de Inovação da Ocyan.

As startups selecionadas têm expertise em diferentes segmentos e não apenas no setor de óleo e gás. “As pré-selecionadas vêm de seis estados diferentes, demostrando que a virtualização das fases do programa, acelerada pela pandemia, facilitou ainda mais o engajamento de startups de outros estados, que tem aumentado da primeira edição em diante. Tem sido uma boa experiência para nós encontrar empreendedores de alto nível por todo o Brasil”, avalia Patrícia.

Entre as startups selecionadas para participar do Pitch Day, Altave, BR Hommed, Confirm8, GLR Tech, DR TIS e VR Glass são de São Paulo. A DR1, Eyllo e a Pix Force são do Rio de Janeiro. A Instor e Optix, do Rio Grande do Sul. Das 18 startups, cinco são do Paraná: a Vidya, Goepik, LZ Energia, Quality Storm e Tau Flow. A Ledcorp é de Minas Gerais e a Mogai, do Espírito Santo.

Este ano, os desafios foram focados, sobretudo, em questões específicas de fases técnicas da operação da Ocyan. Foram eles: “Redução do consumo de diesel e emissão de gases dos moto-geradores”, “Aumento da produtividade e redução da digitação no levantamento de campo”, “Redução no número de consultas de exames periódicos presenciais na Base Macaé”, “Dificuldade na inspeção de Sistemas com Isolamento Térmico devido à necessidade de remoção”, “Inspeção inteligente de Drops (Risco de Quedas de Equipamentos)” e “Acesso à informação documentada atualizada na área operacional”.

As startups que forem selecionadas após o pitch day avançam para a etapa de Imersão, e a partir daí, aquelas com maior aderência aos desafios da empresa seguem adiante até o projeto piloto, quando as soluções começam a ser testadas internamente. Por fim, as startups aprovadas após o projeto piloto passam a ser fornecedoras da companhia ou até parceiras de desenvolvimento de soluções ligadas a atividades adjacentes às áreas de atuação da Ocyan.

As possibilidades de relacionamento da Ocyan com as startups ficam sempre abertas. O cadastro no site ocyanwaves.com pode ser feito a qualquer momento, de acordo com a estrutura de macro temas apresentada: Segurança, Meio Ambiente, Eficiência Operacional, Digitalização e Transição Energética. A startup que tiver conexão com esses temas pode se cadastrar, apresentar sua solução e ser chamada para novas oportunidades.

AceleraçãoDF agitará o ecossistema de inovação da capital federal

Startups, empreendedores, investidores, corporações tradicionais, agentes de inovação, estudantes e curiosos têm um encontro virtual marcado nesta quinta-feira (17) no AceleraçãoDF, evento que promete fazer barulho no ecossistema de inovação da capital federal.

Seu objetivo é fazer um intercâmbio entre os atores do ecossistema e estimular a troca de experiências. O encontro, totalmente gratuito e apoiado pela Softex, ocorrerá na cidade virtual especialmente criada, uma plataforma online que centralizará as informações, interações, vídeos, palestras e conexão entre os participantes.

O Distrito Digital, programa idealizado pela Softex e FAPDF, terá um estande virtual no evento. Apoiador do AceleraçãoDF, o Distrito reforçará a mensagem sobre a importância de se incutir um novo mindset nas empresas estabelecidas: colocar a inovação no centro de suas estratégias de negócios para que possam operar, cada vez mais, com uma “mentalidade de startup”. Vale ressaltar que o intraempreendedorismo e a inovação aberta contribuem fortemente para a construção desse nova modalidade. A Softex também terá um estande virtual.

Na oportunidade, serão apresentados o resultado do programa de três meses de imersão das startups aceleradas pela Cotidiano, organizadora do evento. Todas elas foram selecionadas durante a décima edição do CAMP, programa de Aceleração da Cotidiano.

Inscrições e informações https://conteudo.cotidiano.com.br/inscricao-aceleracaodf 

Serviço
AceleraçãoDF
Data: 17 de junho
Público-alvo: Empreendedores, startups, investidores, estudantes, curiosos e apaixonados por empreendedorismo e inovação
Onde? Cidade virtual exclusiva
Valor: Gratuito
Onde se inscrever? https://conteudo.cotidiano.com.br/inscricao-aceleracaodf 

Vivo abre 100 vagas para mulheres em áreas técnicas em 30 cidades

A Vivo está com 100 vagas abertas para seu Programa Mulheres em Áreas Técnicas, que tem o objetivo de inserir mulheres em atividades que eram majoritariamente ocupadas pelo gênero masculino, reforçando o compromisso de diversidade e inclusão da companhia. As oportunidades são distribuídas em 30 cidades de 15 estados: São Paulo, Alagoas, Piauí, Paraíba, Sergipe, Ceará, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiânia, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A empresa promoverá uma feira virtual para as interessadas, no dia 30 de junho, com a participação de profissionais da área falando de suas experiências e esclarecendo dúvidas sobre a função. Para participar, basta se inscrever através do link, no período de 15 a 25 de junho.

Na última edição da feira, realizada em março deste ano, a Vivo contou com a participação de mais de 400 candidatas para disputar as vagas oferecidas. Para concorrer às novas oportunidades, é preciso ter ensino médio completo. Para o cargo de instaladora, também é necessária CNH categoria B. A empresa busca por candidatas que tenham em seu perfil a curiosidade para explorar, aprender e crescer, que façam acontecer com responsabilidade e que sejam abertas ao novo, sejam empáticas e colaborativas.

“Nosso programa hoje já conta com 185 mulheres nessas frentes de áreas técnicas e já conseguimos, também, sensibilizar os aliados que trabalham com a Vivo a iniciarem projetos para a contratação de mulheres em seus quadros. É muito importante mobilizar toda a sociedade para que esse movimento aconteça de forma sólida e acelerada”, afirma Niva Ribeiro, VP de Pessoas da Vivo.

As etapas do processo seletivo serão 100% digitais e a Vivo oferecerá um programa de treinamento que contempla toda a capacitação técnica e comportamental para as profissionais contratadas. O salário é compatível com o que é oferecido no mercado. Entre os benefícios, as selecionadas terão vale refeição e transporte; plano de saúde e odontológico; smartphone com plano de dados; seguro de vida; day off de aniversário; desconto especial em linha fixa, banda larga, TV por assinatura e apps.

Destaque em processos seletivos


Uma pesquisa divulgada hoje pela consultoria Beeable, para avaliar a jornada do candidato, traz a Vivo como uma das empresas que mais se destacou em processos seletivos. Entre os diferenciais da Vivo está a página de carreira, onde é possível encontrar detalhes sobre a cultura da empresa; as descrições das vagas são claras e de fácil entendimento e a inscrição para concorrer a uma das oportunidades oferecidas ocorreu de forma simples e rápida.

O estudo avaliou a experiência dos candidatos durante a fase de inscrição no processo seletivo em 120 companhias de diversos setores, que constam na lista das mil maiores empresas para se trabalhar, durante o mês de abril de 2021.

EBANX anuncia mega rodada de investimento de US$ 430 milhões da Advent International

O EBANX, uma das maiores empresas de pagamento do mundo para clientes globais, anuncia hoje uma mega rodada de investimento de US$ 430 milhões pela Advent International.  Com o acordo, a Advent investe agora US$ 400 milhões e compromete outros US$ 30 milhões para apoiar o futuro IPO da companhia brasileira, a ser realizado nos Estados Unidos. Após o aporte, a Advent entra como sócio minoritário e os fundadores do EBANX permanecem como majoritários. A FTV Capital, que investiu no EBANX em outras rodadas, continua entre os sócios.

O EBANX utilizará a maior parte do investimento em sua expansão pela América Latina, atração de novos talentos e para a aquisição de empresas na região. “Investir no desenvolvimento de produtos de ponta e expansão de mercado para atender empresas globais interessadas na América Latina sempre foi nosso objetivo. A chegada da Advent acelera esse processo e traz a experiência necessária para continuarmos a entregar a melhor experiência em pagamentos digitais na região”, diz João Del Valle, CEO e cofundador do EBANX.

Expansão na América Latina, talentos e tecnologia de ponta

Por meio das soluções financeiras da fintech, mais de 70 milhões de consumidores latino-americanos já pagaram pelos produtos e serviços de empresas como Spotify, Uber, Shopee, Alibaba e Amazon. A empresa cresceu em um ritmo exponencial nos últimos anos e processou mais de 145 milhões de transações só em 2020.

“O EBANX é uma das empresas mais impressionantes que conheci nos últimos 20 anos”, diz Mario Malta, sócio da Advent responsável pelos investimentos do fundo na área de serviços financeiros na América Latina. “É o líder em um mercado em altíssimo crescimento, servindo clientes que estão entre as marcas que mais crescem no mundo, e os ajudando a vender com simplicidade, confiança e alto nível de aprovação de transações”.

Atração de talentos também ganhará força com o aporte, dando sequência aos movimentos que recentemente trouxeram Alexandre Dinkelmann (ex-TOTVS) para o cargo de Chief Financial Officer do EBANX e levaram Ariel Patschiki, sócio e até então Diretor de Produto B2C da fintech, à posição de Chief Product Officer. “Contar com os melhores profissionais do mercado é essencial para evoluirmos nosso serviço e a experiência do nosso cliente. Este novo momento reforçará ainda mais isso”, diz Wagner Ruiz, Chief Risk Officer e cofundador do EBANX.

Um sócio com expertise em pagamentos globais

Os recursos para o investimento da Advent em um dos principais unicórnios da América Latina vêm de seus quatro programas de investimento: Latin American Private Equity Fund (LAPEF), Global Private Equity (GPE), Advent Tech (AGT) e Sunley House Capital (SH). Esta é a primeira vez na história que os quatro programas de investimento geridos pela Advent investem num mesmo negócio. A nova rodada é também o maior investimento da Advent em uma empresa latino-americana de tecnologia. “Os três fundadores, João, Wagner e Alphonse, são apaixonados por seu negócio e obstinados em servir os clientes com perfeição. Eles estão criando uma história marcante como empreendedores brasileiros e estamos muito honrados em fazer parte dessa trajetória”, diz Brenno Raiko, sócio responsável pelos investimentos da Advent no setor de tecnologia na América Latina.

Desde 2008, a Advent já investiu mais de US$ 5 bilhões em onze empresas de pagamentos e apoiou essas companhias em mais de 40 aquisições. “Estamos muito felizes em concluir a operação com a Advent, um parceiro com profundo conhecimento e expertise no setor de pagamentos. É um sócio com uma bagagem impressionante que vai nos ajudar a escrever os próximos capítulos da história do EBANX”, conclui Del Valle.

O que a pandemia nos ensinou sobre estoques?

Por Victor Tubino


As empresas tiveram sua resiliência operacional testada durante a pandemia da Covid-19, tendo que se adaptar internamente e reavaliar suas relações com fornecedores e parceiros. Devido à redução e à interrupção temporária do fluxo de transportes, seja por via aérea ou marítima no âmbito internacional ou nacional, muitas organizações sofreram impactos de disponibilidade de insumos. Apesar das empresas se preparem e gerenciarem seus estoques para variações de demanda, a pandemia trouxe este tema para uma discussão mais ampla.

Um dos modelos mais difundidos de gestão de estoque é o Just In Time, no qual a empresa deve manter o estoque mínimo. Essa estratégia é muito utilizada para reduzir os custos de armazenagem e de gerenciamento de estocagem, permitindo que, em casos de variações negativas na demanda, os desperdícios sejam reduzidos. Neste modelo é necessário que, em casos de variações positivas na demanda, haja parceiros e fornecedores ágeis para não perder oportunidades. As organizações que adotaram este modelo e possuíam estoques para apenas um dia ou horas ou com cadeias de suprimentos internacionais foram as primeiras a sentirem rupturas.

De acordo com a pesquisa The Supply Chain Resilience Report 2021 do Business Continuity Institute (BCI), que foi realizada com 173 respondentes de 62 países, 72% das organizações sofreram algum tipo de ruptura. Dessas, 84% foram motivadas por problemas alfandegários rodoviários internacionais, 65% por atrasos em rotas marítimas e 63% no modal aéreo. Os fluxos internacionais foram os que mais tiveram impacto devido às diferenças entre as políticas sanitárias, as medidas restritivas e o cenário da pandemia em cada país. Nessa mesma pesquisa, cerca de 25% das organizações relataram que a adoção do modelo Just in Time (JIT) foi responsável pela ruptura.

Nesse contexto, conforme o relatório BCI’s Future of Supply Chain Post-COVID-19 Report, cerca de 20% das empresas estão reavaliando aumentar seus estoques com o objetivo de estarem mais preparadas para possíveis rupturas, apesar de aumentarem seus custos de armazenagem. Essa lógica é conhecida pelo modelo Just in Case, caracterizado por manter um estoque de segurança maior do que o necessário para poder suprir rapidamente as consequências das rupturas. Importante ressaltar que dentro de um modelo de gestão de estoques é necessário considerar o viés de riscos computando insumos, matérias-primas e peças de reposição críticas ao negócio, além das dependências diretas e indiretas de parceiros e fornecedores.

No recorte específico das estratégias de manutenção, muitas vezes não sendo alvo das análises de riscos, é fundamental que sejam avaliadas: máquinas de produção, armazenagem, equipamentos refrigerados, bem como ativos de TI e Data Center, entre outros que afetam direta ou indiretamente o negócio. Vale ressaltar que as restrições ou dificuldades regulatórias e disponibilidades com fornecedores também são objetos de análise.

Victor Tubino, gerente sênior da prática de riscos e performance na ICTS Protiviti