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AES Brasil abre chamada para terceiro ciclo de aceleração de startups

Em busca de fomentar o ecossistema de inovação e promover soluções ainda mais inovadoras para desafios internos, a AES Brasil , empresa geradora de energia renovável, abre chamada para o seu 3º ciclo de aceleração de startups. Com lançamento realizado no dia 27 de abril, o programa terá duração total de quatro meses.

Em sua terceira edição, o Programa de Aceleração AES Brasil visa desta vez contratar soluções inovadoras e maduras de startups que auxiliem a empresa a se preparar para seu crescimento em número de clientes e ofertas. Para a realização desse novo ciclo, a Companhia contará com o apoio da Liga Ventures , plataforma que transforma inovação aberta em resultado real e que será responsável pela gestão do programa. “Com o apoio e todo know-how da Liga, esperamos que as startups selecionadas nos ajudem a antecipar e solucionar desafios internos da AES Brasil. Além disso, os selecionados terão a possibilidade de crescimento, assim como a ampliação da rede de contatos e mentoria com especialistas renomados que irão contribuir com ensinamentos importantes para o desenvolvimento de seus negócios e principalmente com a superação de desafios em diferentes áreas,” explica Julia Rodrigues, Gerente de P&D e Inovação da AES Brasil.

No ciclo anterior realizado pela Companhia, foram gerados novos negócios com as startups movE e EnergyBrain, que oferecem, respectivamente, iniciativas voltadas para mobilidade elétrica e diagnóstico automatizado para otimização do consumo. “As parcerias com a movE e a EnergyBrain têm reforçado o nosso plano de estar à frente das transformações do setor através de soluções inovadoras. Entendemos que é um ganha-ganha, tanto para a AES Brasil, que busca fomentar o ecossistema de inovação e solucionar desafios internos de maneira inovadora, quanto para o desenvolvimento de expertise das startups“, afirma a gerente.

Para o cofundador da Liga Ventures, Rogério Tamassia, o programa tem sido benéfico para o mercado e auxiliado com o crescimento tanto da plataforma como da AES Brasil. “Esse é o terceiro ciclo que estamos ao lado da AES Brasil, para promover novas conexões e buscar soluções que agregam valor ao segmento de energia, além de gerar novos negócios entre a empresa e startups. Acreditamos que com a expertise da AES e nosso conhecimento estratégico no ecossistema de inovação, podemos contribuir de forma efetiva para a transformação da cadeia de inovação nesse mercado”, afirma Rogério.

As startups interessadas em participar do 3º ciclo do Programa de Aceleração da AES Brasil poderão se inscrever e tirar dúvidas a partir do dia 27 de abril por meio do site: aesbrasil.liga.ventures.

Fluke anuncia oferta crowdfunding para captar R$ 5 milhões

Seguindo tendência que ganha cada vez mais força, a operadora móvel digital Fluke acaba de anunciar uma oferta pública via financiamento coletivo, o chamado “crowdfunding”.

A intenção da startup é captar R﹩ 5 milhões. Os recursos serão utilizados na expansão da empresa, que iniciou suas operações em março de 2020. Segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ano passado o montante levantado neste tipo de vaquinha virtual somou R﹩ 84,4 milhões, um avanço de 43% ante 2019.

A oferta da Fluke ocorrerá na plataforma Kria (http://app.kria.vc/agents/users/offers/2018), especializada em investimentos para startups, e a cota mínima é de R﹩ 2,5 mil. “A ideia é fazer uma oferta pulverizada para atrair tanto clientes quanto investidores”, afirma Marcos Oliveira Jr., CEO e um dos fundadores da Fluke.

Oliveira Jr., está tão confiante no sucesso da rodada que espera alcançar o volume estimado em menos de uma semana. “Só com as pessoas próximas à Fluke já captamos quase R﹩ 2 milhões”, afirma o executivo. Entre os investidores que já entraram na oferta está Roberto Rittes, ex-CEO da Nextel.

Expansão

A operadora pretende usar 50% do montante captado para acelerar seu poder de aquisição, especialmente nos estados em que atua comercialmente, como São Paulo, Minas e Paraná. “A ideia é chegar em cada vez mais pessoas”, afirma Oliveira Jr.

De acordo com o executivo, os outros 40% serão alocados para novas contratações, especialmente entre profissionais de tecnologia e suporte. “Para dar conta desse crescimento”, explica. O restante será destinado para aquisição de novos equipamentos e soluções.

Desde que foi criada, a Fluke já recebeu duas rodadas de 14 investidores-anjo, que somaram R﹩ 2 milhões. Entre eles, destaque para Diego Marrara, sócio do Distrito, plataforma de inovação aberta, hoje reconhecido como o maior ecossistema independente de startups do Brasil, Pedro Conrade, fundador do banco digital Neon, Henrique D’Amico, do Goldman Sachs e o family office da família Goldfarb, dona das Lojas Marisa.

Toyota firma parceria com Suzuki, Subaru, Daihatsu e Mazda para desenvolvimento de dispositivos de comunicação de veículos

A Toyota anunciou hoje um acordo com Suzuki Motor Corporation (Suzuki), Subaru Corporation (Subaru), Daihatsu Motor Co. Ltd. (Daihatsu) e Mazda Motor Corporation (Mazda) para desenvolver conjuntamente especificações técnicas para dispositivos de comunicação para futuras gerações de veículos. O uso comum de sistemas de comunicação por meio de serviços conectados para vincular automóveis e a sociedade tem como objetivo criar novos atrativos, valores e serviços, a serem padronizados para a prestação antecipada de serviços conectados mais seguros e convenientes aos clientes.

Em veículos CASE (acrônimo em inglês para Conectado, Autônomo, Compartilhado e Eletrificado), considerado um campo que está trazendo grandes transformações para o setor automotivo, rápidos avanços estão sendo feitos em relação aos aspectos de comunicação e dados de tecnologia e negócios conectados, incluindo serviços em nuvem, IoT, big data e IA. Fabricantes de automóveis de passeio estão trabalhando independentemente em dispositivos de comunicação de veículos, e inclusive nos casos em que os mesmos serviços conectados são fornecidos, como funções de operação remota, cada empresa está adotando uma abordagem diferente ao prosseguir com o desenvolvimento e implementar os recursos relevantes.

Em resposta a essas circunstâncias, as empresas podem prestar serviços conectados aos clientes de maneira mais segura e conveniente o mais cedo possível, trazendo o desenvolvimento de dispositivos de comunicação veicular como um domínio colaborativo; criando aplicações e serviços como um domínio interno e atingindo maior eficiência e acelerando o avanço de dispositivos de comunicação veicular. Cada empresa pode concentrar-se mais na evolução de aplicações e serviços nessa infraestrutura comum por meio dessas etapas.

Neste momento, a Suzuki, Subaru, Daihatsu e Mazda, ao passo que incorporam suas próprias tecnologias às tecnologias de base de comunicação veicular desenvolvidas pela Toyota, construirão juntas sistemas para futuras gerações de carros conectados com especificações de conexão comuns dos veículos às redes e ao centro de dispositivos de comunicação veicular.

Como resultado, ao estabilizar a qualidade da comunicação entre os veículos e o centro de dispositivos de comunicação veicular, será possível prestar serviços conectados mais convenientes aos clientes, como chamadas mais claras entre eles e as operadoras e velocidades de conexão mais rápidas.

Ao mesmo tempo, será possível reduzir as cargas de desenvolvimento de cada empresa participante e simplificar a operação do sistema e as atualizações de versão que incluem novas funções adicionais, otimizando recursos como instalações e equipe.

Diagrama conceitual da operação de serviços conectados

A Toyota, Suzuki, Subaru, Daihatsu e Mazda podem considerar a colaboração com outros parceiros com ideias similares, à medida que mantêm os esforços realizados para aprimorar serviços que enriqueçam a vida das pessoas e resolvam problemas sociais.

O papel da tecnologia e das PMEs na recuperação econômica

Por Fabiano Schunck, Channel Sales Manager na AMD

Apesar de ainda um tanto distante e incerto, o mundo já se prepara para encarar um cenário pós pandêmico. A chegada, ainda que em uma velocidade heterogênea – já que não é a mesma em todos os países – da vacinação, faz com que a população veja uma pequena luz crescente ao final do túnel. Com esse retorno gradual, o mundo empresarial e dos negócios deverá direcionar seu foco em recuperar-se economicamente.

Segundo o The Economist, jornal inglês especialista em economia e negócios, as pequenas e médias empresas são cruciais para a economia global, uma vez que empregam 60% a 70% dos trabalhadores na maioria dos países. No Brasil, de acordo com dados do Sebrae, as SMBs respondem por 52% dos empregos com carteira assinada no setor privado, além de serem responsáveis por 27% do PIB.

Nesse sentido, devemos ressaltar a importância deste grupo de empresas para a recuperação econômica no Brasil e em todo o mundo, mas não esquecendo de um importante ponto: se vivemos um período de crise, como empresas menores e com capital relativamente baixo conseguirão exercer esse papel de destaque, recuperar-se, crescer? A resposta pode (e deve) estar no uso da tecnologia, que, ao ser feito de forma eficaz, pode criar oportunidades e apoiar as empresas nas mais diversas necessidades.

Uma análise do Boston Consulting Group sobre uso da tecnologia em todo o mundo neste período recente mostrou que quase 90% da resposta tecnológica ao Covid-19 foi direcionado à governos, pesquisa/educação e indivíduos, sendo apenas 10% das soluções direcionadas às pequenas e médias empresas. Isto porque o foco global se tornou o combate intensivo ao vírus, em um primeiro momento. Entretanto, com as novas ondas que passaram a surgir, as companhias precisarão apoiar-se na tecnologia e obter oferecer soluções que promovam sua sobrevivência em meio aos novos casos.

Desta forma, é necessário que estas empresas se estruturem, investindo em bons equipamentos e softwares, com a finalidade de aumentar sua eficiência, produtividade, segurança e economia de energia. Além disso, para que a otimização dos serviços seja completa, as empresas devem ainda acompanhar os novos formatos operacionais e de trabalho, para que seus funcionários retornem a ele de forma segura.

Além disso, um destaque importante é a crescente demanda dos clientes por mais do que apenas relações comerciais – uma vez que o distanciamento implicou na redução do contato, eles querem experiências melhores e interação pessoal. Assim, construir relacionamento, confiança e laços, ainda que por meios tecnológicos, fará muita diferença. Para pequenas e médias empresas, esse ponto pode ser tratado como uma vantagem, uma vez que, por sua localidade, possuem maior facilidade de aproximação com o cliente.

Empresas digitalmente maduras podem sair em vantagem e retornarem à competitividade nestes tempos complexos. As que souberem utilizar o momento para acelerar sua transformação não somente responderão rápido ao mercado, mas terão um legado mais duradouro a longo prazo. Pequenas e médias empresas são essenciais para a manutenção das relações locais assim como globais, e por isso, sua capacidade de inovação, entrega de boas experiências e presença constante com os clientes são alguns dos pontos mais importantes de contribuição à economia.

SAP anuncia avanços em soluções de gestão de experiência para trazer funcionários de volta aos escritórios

A SAP SE (NYSE: SAP) anunciou hoje inovações para ajudar no retorno aos escritórios com segurança, permitir otimizar o planejamento da força de trabalho e proporcionar experiências que apoiem, conectem e ofereçam mais recursos aos funcionários.

“Elevar os níveis de produtividade e engajamento, proporcionar a melhor experiência individualizada dos colaboradores, além de assegurar um planejamento mais rápido e inteligente da força de trabalho são características que as soluções HXM da SAP oferecem ao mercado. As novidades que estamos anunciando nas soluções SAP SuccessFactors visam justamente inserir as pessoas no centro de atuação das organizações, auxiliando na gestão de experiência humana”, afirma Marcus Almeida, vice-presidente de SuccessFactors da SAP Brasil.

As novidades apresentadas na primeira metade de 2021 são:

Retorno seguro ao trabalho

Com as organizações buscando trazer de volta seus funcionários ao ambiente de trabalho com segurança e permitir a realização de viagens, é preciso avaliar a situação de vacinação de cada um deles. Com o portlet gratuito de monitoramento do status de saúde e vacinação presente na solução SAP SuccessFactors Employee Central, os funcionários podem compartilhar voluntariamente suas informações que podem ser combinadas com outros dados relevantes para ajudar a desenvolver estratégias de reabertura, fazer recomendações de viagens, identificar e apoiar grupos considerados de alto risco por conta da localização, idade e função. Além disso, o SAP Work Zone for HR, local de trabalho digital lançado no ano passado, oferece uma nova experiência guiada que apresenta informações personalizadas e ações recomendadas necessárias para que os funcionários retornem aos escritórios com segurança.

Análise avançada

As organizações precisam contar com insights oportunos, robustos e relevantes sobre sua força de trabalho para tomar decisões embasadas e prever tendências relacionadas ao local de trabalho. Para ajudar a apresentar insights mais holísticos por toda a empresa, a solução SAP SuccessFactors Workforce Analytics agora atua como uma fonte de dados dentro da SAP Analytics Cloud de forma a combinar dados corporativos e de RH. É possível acessar um conjunto selecionado de métricas agregadas para ter uma visão mais aprofundada da força de trabalho e realizar planejamentos mais precisos.

Além disso, as histórias agora fornecem relatórios, insights, painéis e visualizações com base nos dados da solução SAP SuccessFactors Learning, como conformidade de treinamento e desenvolvimento de habilidades. Também incluem um novo modelo de divulgação que ajuda a cumprir as recentes exigências da SEC para empresas de capital aberto relacionadas ao arquivamento de dados de capital humano.

Experiências reinventadas

O principal objetivo da HXM é tornar o trabalho cada vez mais individualizado, eficiente e envolvente. As atualizações mais recentes do SAP SuccessFactors HXM Suite continuam oferecendo mais experiências similares às oferecidas a consumidores. Entre elas, estão:

·         A solução SAP SuccessFactors Employee Central Payroll foi atualizada com uma central de controle da folha de pagamento, visando facilitar a criação e a manutenção de processos, alertas e análises.

·         A capacidade de gestão contínua de desempenho dentro da solução SAP SuccessFactors Performance & Goals agora está integrada ao Microsoft Outlook para que os funcionários possam dar feedback diretamente no fluxo de trabalho.

·         As soluções de Gestão de Experiência da SAP e da Qualtrics continuam integradas ao SAP SuccessFactors HXM Suite para coletar feedback em vários pontos de contato, ajudando a compreender e aprimorar a experiência dos funcionários.

EDP Brasil e Abstartups unem forças para fomentar o desenvolvimento do ecossistema brasileiro de startups

Este é o terceiro ano consecutivo da parceria, que busca estimular a transição energética no País por meio de parcerias e investimentos em startups

A EDP, multinacional que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico, acaba de renovar sua parceria com a maior rede de startups do Brasil, a Abstartups – Associação Brasileira de Startups. A partir deste mês, as empresas darão início à uma série de atividades que vão contribuir com o ecossistema de inovação nacional e fomentar o desenvolvimento de startups que atuam no setor de energia e comunidades empreendedoras no País. O desdobramento da parceria com a Abstartups ainda vai contar com mentorias, workshops, eventos para as startups, assim como a participação em comitês estratégicos para o mercado.

A Companhia irá se relacionar com as startups associadas da Abstartups para mapear oportunidades para suas unidades de negócio, além de avaliar aportes financeiros por meio da EDP Ventures, veículo de investimento em capital de risco do Grupo EDP, que busca investir em empresas que possam acelerar a transição energética no País. As empresas interessadas podem encontrar mais informações no site: http://www.edpventures.vc, os tickets variam entre um e cinco milhões de reais.

Uma outra ação entre EDP e Abstartups é o StartupON ES&MS, iniciativa que tem como objetivo dar visibilidade e fomentar comunidades de startups ao redor do Brasil, levando conteúdo especializado para empreendedores e empreendedoras, além de conexões e potenciais oportunidades de negócio. Nesta edição, que será realizada virtualmente nos dias 27 e 28 de abril, o foco está nos estados do Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. As empresas interessadas podem se inscrever pelo site: http://abstartups.com.br/startupon/

“A parceria com a Abstartups será fundamental para nós expandirmos nosso relacionamento com startups alinhadas com o nosso negócio e que atendam e complementem nossos desafios estratégicos. Queremos continuar sendo a empresa mais inovadora do setor elétrico, por isso temos investido cada vez mais em inovação aberta e no fomento do ecossistema empreendedor nacional.”, destaca Andrea Salinas, diretora de Inovação e Ventures da EDP.

Inovação Aberta na EDP

Além da parceria com a Abstartups, as áreas de Inovação e Ventures da EDP desenvolvem diversos programas e iniciativas de apoio ao ecossistema empreendedor. Uma das mais conhecidas do mercado é o Starter Business Acceleration, programa global de inovação aberta da EDP que estimula a conexão com startups e a geração de novos negócios, assim como impulsiona a inovação no setor de energia.

Além da oportunidade de apresentar suas soluções e co-criar com as diversas áreas da EDP no Brasil, Espanha, Estados Unidos e Portugal, as startups irão concorrer a um prêmio de 50 mil euros a ser entregue para a empresa que mais se destacar no programa, além de serem avaliadas e receber investimento da EDP Ventures. As inscrições para o Starter podem ser feitas até o dia 24 de maio por meio deste link: http://theenergystarter.com/pt/edicao-2021/ .

Em 2020, a EDP Brasil se conectou com 230 novas startups no País, das quais 65 avançaram para sessões de mapeamento de oportunidades e matchmaking com as unidades de negócio, resultando em 20 projetos de inovação para testes de novas soluções e modelos de negócio.

Neogrid anuncia mais de 30 vagas para diversas áreas, de desenvolvedores a customer success

A Neogrid (NGRD3), empresa do segmento de Software as a Service (SaaS) para a gestão de cadeias de suprimentos, conta com mais de 30 oportunidades de emprego abertas. As áreas em expansão vão desde o desenvolvimento (back endfront end, java, big data), análise de dados, design (UX / UI), comercial, customer success (CS), gente & gestão, jurídico, marketing, administrativo e financeiro.

Desde o início da pandemia, a empresa adota o modelo híbrido, que permite trabalho remoto ou presencial, além do home office fixo, opção para os que residem onde não há sede da Neogrid.

A Neogrid aplica o conceito de Employee Life Experience (EX), promovendo iniciativas focadas em saúde, bem-estar, ergonomia e desenvolvimento do time, além de disponibilizar um auxílio para os custos inerentes ao teletrabalho.

Para mais informações, as pessoas interessadas podem acessar a página de carreiras da Neogrid.

O que algumas startups estão fazendo para se adequar à LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) LGPD ocasionou muitas mudanças no dia a dia das startups impondo algumas mudanças necessárias para garantir a transparência no uso dos dados de pessoas físicas, estabelecendo regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais.

Para startups que trabalham essencialmente com informações dos clientes de seus clientes, a LGPD está fazendo empresas se movimentarem para estar 100% adequadas à Lei que dispõe sobre a privacidade de dados.

É o caso da startup de tecnologia para logística Comprovei. A logtech, que fornece uma plataforma digital que faz a gestão de entregas de produtos para empresas, lida o tempo todo com informações dos clientes de seus clientes.

Com a LGPD, os clientes da Comprovei, que são empresas de médio e grande portes, passaram a demandar adaptações para aumentar ainda mais o nível de proteção dos dados de seus clientes. Dessa forma, a Comprovei promoveu melhorias na sua tecnologia para atender a todos os requisitos de segurança da informação e, portanto, estar totalmente apta às exigências da legislação. “É uma dupla responsabilidade. Precisamos ter atenção redobrada”, comenta o DPO da Comprovei, Rafael Silva.  

Para se manter em compliance, um dos primeiros passos da Comprovei foi criar o cargo de gestor de dados (DPO, ou Data Protection Officer). Esse profissional é o encarregado pelas informações coletadas, tratadas e armazenadas, sendo um elo entre a Comprovei, titulares dos dados e a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados). 

A função do DPO na Comprovei é mapear todo o fluxo de dados, desde o momento em que entram na empresa até o momento em que são excluídos definitivamente, a fim de verificar se o tratamento está sendo adequado ou se existem falhas e pontos de atenção e repará-los.

A LGPD também adicionou uma pitada extra de tempero no processo de vendas da Comprovei. “Hoje, uma venda da solução inclui conversar também com o jurídico do prospect”, diz Weber Oliveira, diretor de tecnologia da Comprovei.  O mesmo ocorreu com os clientes.

A startup de segurança digital Combate à Fraude também tomou diversas medidas para estar em compliance com a LGPD. A empresa trata dados pessoais com a finalidade de combater fraudes e irregularidades contra empresas.

Toda a base de tratamento de informações utiliza as medidas de segurança da Amazon Web Service (AWS), como o uso de criptografia própria e controles de acesso, além de podermos cumprir as obrigações de registro de atividades de tratamento e direitos dos titulares de dados pessoais diretamente pela plataforma. Os colaboradores e funcionários que manuseiam os dados pessoais acessam o serviço por meio de VPN para maior segurança contra acessos indevidos. 

Além de contratar um DPO, a startup também criou e documentou diversas políticas internas de segurança para que toda equipe e clientes saibam tudo o que é feito para proteger as informações (Política de Privacidade, Termos e Condições de Uso, Política de Segurança da Informação, Política de resposta a incidentes de segurança, Política de controle de acesso, Política de BYOD, Política de Tela e Mesa Limpa, Política de Backup, Política de Uso de Criptografia, Política de Proteção contra Códigos Maliciosos, Política de Uso de E-mail e Comunicadores Instantâneos, Política de Acesso Remoto, entre outras).

Por fim, a Combate à Fraude possui um seguro contra Riscos Cibernéticos que engloba os pontos críticos da segurança da informação da empresa e colaboradores. Assim, a startup está amparada caso aconteça algum incidente à segurança da informação. Está incluso no seguro o suporte operacional a respostas de incidentes da segurança da informação, que pode ser acionado a qualquer momento.

Projeto brasileiro é um dos ganhadores do Fundo de Inovação de Cibersegurança

A Organização dos Estados Americanos (OEA), Cisco e Citi Fundation anunciaram no dia 21 de abril os ganhadores da primeira edição do Fundo de Inovação de Cibersegurança. O fundo no valor de US$ 200 mil financiará doze projetos da América Latina, cujas propostas buscam resolver diversos desafios de cibersegurança nas áreas de educação, desenvolvimento de capacidades, cibersegurança para PMEs, infraestrutura crítica, mecanismos de resposta a incidentes e crimes digitais.  Um destes projetos é o LGPD Data Hunter, software de text mining desenvolvido no Brasil para identificar informações confidenciais armazenadas em dispositivos de organizações.

Os doze projetos vencedores foram escolhidos por um comitê formado pela OEA, Cisco e Citi a partir de 117 inscritos. A seleção levou em consideração critérios como impacto, empregabilidade e trajetória da equipe. Os 12 ganhadores são: 

  1. Identificação de vulnerabilidades em ambientes de IoT (Argentina): Programa de geração de capacidades na detecção de vulnerabilidades em cenários de internet das coisas (IoT)
  2. NGEN (Argentina): software de infraestrutura programável e configurável capaz de suportar a gestão de incidentes de segurança no ambiente de trabalho de um CSIRT.
  3. GIIS (Argentina): Organização de um grupo de trabalho que estuda e divulga informações positivas sobre o poder e o impacto da engenharia social nas comunidades da Argentina.
  4. LGPD Data Hunter (Brasil): Desenvolvimento de software de text mining para identificar informações confidenciais armazenadas em dispositivos de organizações.
  5. Programemos nosso Futuro (Chile): Treinamento em cibersegurança dirigido a meninas e adolescentes a partir de 13 anos em conceitos básicos de cibersegurança.
  6. Swetekno (Chile): Serviço de transferência de conhecimento em auditorias internas ISO 27001 e análise de Indicadores de Compromisso (IoC) para PMEs.
  7. Hackers Wanted (Colômbia): Iniciativa para fortalecer as capacidades técnicas e pedagógicas em segurança cibernética na Universidade EAN e desenvolvimento de uma metodologia de apoio à segurança cibernética para empresas.
  8. Educação Digital 360 (Colômbia): Projeto de capacitação para educadores, famílias e crianças e adolescentes em segurança digital.
  9. Plataforma de Monitoramento de Informações Sensíveis para entidades do Governo Federal (México): Ferramenta desenvolvida para entidades governamentais para a identificação, classificação e gestão de dados sensíveis obtidos publicamente.
  10. Internet segura para tod@s (México): Projeto de pesquisa e conscientização sobre políticas públicas e conhecimento das ameaças que afetam menores de idade online.
  11. Interativo sobre segurança digital em língua indígena (México): Portal que oferece recomendações sobre segurança digital para educadores, crianças e adolescentes e pais de comunidades indígenas.
  12. ModSecIntl (Uruguai): Firewall de aplicação assistido por modelos de aprendizado de máquina para combater o crime digital.


Os projetos ganhadores do Fundo são, em sua maioria, provenientes dos países membros dos Conselhos de Inovação em Cibersegurança. Além disso, mais da metade deles tem foco em gênero e diversidade tanto em sua liderança, como no impacto esperado dos projetos.

A Secretária Executiva do Comitê Interamericano contra o Terrorismo (CICTE), Alison August Treppel destacou: “Os projetos selecionados para este fundo representam o enorme potencial da nossa região e objetivo comum de buscar soluções diversas a problemas complexos. Na OEA estamos convencidos que o desenvolvimento destas iniciativas contribuirá para um ciberespaço mais seguro para os cidadãos das Américas.”

Mario de la Cruz, diretor sênior de Assuntos Governamentais da Cisco América Latina, destacou que “para a Cisco é fundamental impulsionar em nossa região uma cultura de inovação e conscientização em matéria de cibersegurança, e ao mesmo tempo, contribuir para a geração de talento onde as mulheres e meninas tenham um papel central. Estamos convencidos que a OEA é a melhor aliada para alcançar estes objetivos comuns”.

Já Melissa Pino, vice-presidente de Responsabilidade Social do Citi enfatizou “Para a Citi Foundation é um orgulho poder apoiar a diversificação e acesso de carreiras em cibersegurança e tecnologia. Nossa aliança com a OEA e Cisco é um exemplo perfeito de como diferentes setores podem alinhar-se para fomentar e impulsionar a inovação na região.”

5 dúvidas sobre moedas digitais e meios de pagamento

Por Percival Jatobá, vice-presidente de Soluções e Inovação da Visa do Brasil

Com a conversão acelerada do mundo físico com o digital – phygital – é natural e fascinante acompanhar a evolução das criptomoedas nos últimos anos. A sensação é de que o assunto está se multiplicando, passando do domínio de especialistas em finanças e tecnologia para um público maior de investidores, empreendedores e consumidores. Agora, vejo com otimismo um avanço importante também para dentro do ecossistema dos meios de pagamentos. A Visa vem buscando ocupar um lugar de destaque e protagonismo também nessa área financeira.

Importante deixar claro que o conceito de digitalização do dinheiro já está em marcha há bastante tempo, com a crescente substituição das cédulas de papel, mesmo antes do lançamento das criptomoedas. É só você parar e pensar quanto efetivamente no seu dia a dia utiliza papel moeda e quanto utiliza os chamados meios digitais e eletrônicos de pagamentos.

Como o tema é novo e desafiador para muita gente, as dúvidas são frequentes entre os novatos desse universo. O bitcoin, por exemplo, é apenas uma das criptomoedas existentes no mundo. Temos também, por outro lado, as stablecoins, projetadas para estabilidade e garantidas por moedas fiduciárias, como o dólar, indexadas e mantidas em reserva – não passíveis à volatilidade. Um exemplo dessas moedas é o USDC.

Existe também o CBDC (Central Bank Digital Currency), que são moedas Fiat emitidas por Bancos Centrais em formato digital, no lugar de ou como complemento da moeda física. Apenas os Bancos Centrais podem emitir CBDCs. Não costumam usar blockchain, mas podem conviver com essa plataforma. Os respectivos BCs mantêm reservas e depósitos como garantia.

E o cenário evolui a cada dia. O importante é enxergar como mais um passo importante no caminho de digitalização do dinheiro, algo inevitável se pensarmos sempre em uma sociedade democrática, inclusiva e digital. Por isso, é preciso garantir a transparência, sobretudo quanto à atuação de órgãos reguladores, a segurança e a conveniência no tratamento dessa nova forma de enviar e receber pagamentos. Estamos entusiasmados com o que temos pela frente.

Em nosso primeiro projeto que roda nos EUA, a Visa pretende passar a permitir o uso da moeda USDC (uma stablecoin) habilitando mecanismos para liquidar esse tipo de transação sempre observando rígidos padrões de segurança. Com isso, consumidores poderão optar em comprar usando moedas fiduciárias ou stablecoins, e estabelecimentos comerciais poderão acessar e integrar funcionalidades de criptomoedas em seus produtos e serviços. É um grande avanço se pensarmos que nossos clientes, sejam consumidores ou estabelecimentos comerciais, focam suas demanas em: inovação aberta e direito de escolha!

A seguir, faço uma breve reflexão sobre alguns princípios que surgem quando falamos de criptomoedas:

1. Bitcoin, stablecoin… afinal, qual é a diferença entre elas?
Ambas são moedas digitais, mas com uma característica bem diferente: ao contrário das criptomoedas como bitcoin, que são voláteis por natureza, as stablecoins, como o próprio nome revela, são ativos de valor estável. Normalmente, são lastreadas em moedas fiduciárias. O USDC, por exemplo, tem sua referência no dólar americano.

2. O que é um CBDC?
Essa sigla em inglês significa Central Bank Digital Currencies, ou seja, são as moedas digitais criadas pelos Bancos Centrais. É uma resposta ao espírito descentralizador, sem intermediários, que norteou o nascimento das criptomoedas. De acordo com um estudo recente do Bank for International Settlements **, 70% de 63 Bancos Centrais entrevistados estudam as CBDCs, apesar de a maioria estar em um estágio inicial de desenvolvimento. O Digital Currency Electronic Payment na China é a primeira moeda digital emitida por uma grande economia.

3. E o que blockchain tem a ver com tudo isso?
Em linhas gerais, o blockchain também desenvolvido em 2008 por Satoshi Nakamoto é a rede aberta onde as criptomoedas são processadas, com exceção do CBDC. Essa estrutura é composta de blocos compartilháveis e imutáveis através de criptografia que têm a função de registrar transações e rastrear ativos. Por ser considerado um sistema praticamente inviolável, uma das vantagens é exatamente a segurança do processo.

4. O que eu ganho, como emissor, empreendedor ou consumidor, ao aderir às criptomoedas?
Mesmo com a popularização nos últimos anos, as criptomoedas ainda estão sob o domínio de nichos especializados em tecnologia e investidores. Mas tudo indica que esse cenário vai mudar em pouco tempo, principalmente à medida que elas estiverem cada vez mais presentes nas carteiras digitais dos consumidores, comerciantes e legisladores.

5. Essa evolução representa o futuro do dinheiro?
Finalizo com uma pergunta que funciona mais como provocação. Claro que não sou capaz de prever o que vem por aí. Mas, como disse no início deste artigo, a digitalização do dinheiro é um processo não tão recente assim. Lá no fim dos anos 1960, no famoso encontro de Sausalito , que já mencionei por aqui, líderes financeiros globais se reuniram para criar uma das mais importantes pontes que a comunidade mundial já conheceu: o primeiro sistema digital de troca de valores.

De lá pra cá, estamos vendo uma aceleração desse movimento. Nosso papel é construir mais pontes a fim de tornar a rede ainda mais acessível para o crescente ecossistema de empresas criptonativas, cujas soluções são desenvolvidas do zero com moedas digitais.

No estudo Visa COVID-19 Consumer Sentiment***, sobre as preferências dos consumidores durante a COVID-19 na América Latina e no Caribe, vimos que 25% dos consumidores que usam carteiras digitais estão dispostos a experimentar o uso de criptomoedas.

Bem-vindos ao Novo Digital!

* Todos os direitos incluídos nesta citação são de propriedade de seus respectivos donos e são utilizados com o propósito de identificação, não devendo ser reproduzidos sem a autorização do proprietário e não implicam em patrocínio e/ou em afiliação com a Visa.

**Proceeding with caution – a survey on central bank digital currency, de Christian Barontini e Henry Holden

***Estudo qualitativo realizado com 400 participantes selecionados em sete países (ARG, BRA, CHI, COL, MEX, PER, RD), em novembro de 2020.

TIVIT anuncia a aquisição da DevApi, startup de integração de sistemas

A TIVIT, multinacional brasileira e one stop shop de tecnologia, anuncia a aquisição da DevApi, startup de integração de sistemas (iPaaS – Integration Platform as a Service) e gestão de API. A aquisição foi estratégica para a TIVIT em sua missão de oferecer soluções que contemplem as necessidades de seus clientes de ponta a ponta.

A plataforma desenvolvida pela DevApi permite com que empresas que lidam com diversos aplicativos, sistemas e APIs possam gerenciá-los de uma forma centralizada e intuitiva, reunindo em um só lugar as informações sobre desempenho, erros, consumo etc. A ferramenta também conta com uma avançada camada de segurança para proteger os sistemas contra ameaças e tentativas de invasão.

“A DevApi é uma startup de rápido crescimento e que trouxe uma metodologia inovadora para uma das principais dores das grandes empresas hoje: a integração de diversos sistemas de uma forma ágil e segura”, afirma Eduardo Sodero CSO da TIVIT e responsável por estratégia e aquisições. “Vemos um crescimento exponencial nos diferentes softwares e soluções sendo usado pelas empresas, e a DevApi ajuda a reduzir essa complexidade”.

Fundada em 2020 no Paraná por Luana Ribeiro e William Hoffmann, a DevApi seguirá como uma empresa independente, com os fundadores seguindo no comando da startup. “Nascemos e crescemos intensamente, sobretudo ao longo dos últimos 10 meses em que a transformação digital avançou, puxada pelos desafios impostos às empresas pela quarentena. Nesse processo, precisávamos de um parceiro para dar um próximo grande salto e a TIVIT se mostrou ser o ideal”, afirma Luana Ribeiro, fundadora e CEO da DevApi.

A DevApi é a quinta empresa da TIVIT Ventures, braço de investimentos da empresa e que conta com R$ 400 milhões para aquisições até 2025. A meta da TIVIT para 2021 é adquirir até 10 startups com foco em SaaS e trajetórias de forte crescimento e escalabilidade. 

GeneXus tem 24 vagas para profissionais de tecnologia

Oportunidades nacionais e internacionais envolvem atuação presencial ou remota. Entre os cargos procurados estão analistas, desenvolvedores, suporte e estagiários. Empresa também foca na capacitação de profissionais para atender crescente demanda do mercado
A GeneXus, desenvolvedora global de soluções de desenvolvimento de software, anuncia 24 oportunidades de trabalho para profissionais de Tecnologia da Informação. Além do Brasil, há posições disponíveis em outros países, como Argentina, Chile, Estados Unidos, México, Panamá e Uruguai.

As vagas estão disponíveis no portal de trabalho da comunidade GeneXus e podem ser tanto para atuação presencial quanto à distância. Os principais cargos disponíveis são para analistas e desenvolvedores de sistemas de todos os níveis, com preferência para profissionais com conhecimento na ferramenta GeneXus. Também há oportunidades para profissionais de suporte e estagiários.

Caso não haja vagas compatíveis com o perfil profissional do candidato, a GeneXus recomenda o cadastro do currículo no portal de trabalho para futuras oportunidades. Atualmente, a ferramenta aproxima empresas e profissionais vinculados ao uso da ferramenta GeneXus, que soma 9 mil empresas em todo o mundo, sendo cerca de 2 mil no Brasil, além de milhares de desenvolvedores.

Além de ser um meio gratuito para cadastro e busca de emprego, o Portal conta com uma agenda de cursos para a capacitação de diferentes níveis profissionais, como estudantes, desenvolvedores que almejam migrar para o universo low-code e profissionais com 50 anos ou mais que querem somar à sua bagagem profissional o conhecimento sobre o potencial desta plataforma.

“A expansão do uso dessa tecnologia para atender à demanda atual de desenvolvimento ágil de aplicativos tem gerado vagas que não estão sendo ocupadas, por isso estamos incentivando a capacitação de profissionais para suprir uma demanda que tende a ser cada vez mais ampliada com os novos desafios digitais do mercado”, finaliza Ricardo Recchi, country manager da GeneXus Brasil.