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Pesquisa da American Express revela novos hábitos de consumo durante a pandemia

É inegável que os hábitos de consumo mudaram nos últimos meses. Para melhor para entender como consumidores, proprietários ou gerentes de pequenas empresas sentiram as mudanças em sete países da América Latina – incluindo o Brasil – a American Express, uma das maiores operadoras financeiras do mundo, realizou a pesquisa denominada Shop Small. Esse estudo, feito em parceria com a Voices Research & Consultancy, ajuda a entender como o isolamento social afetou os negócios e os hábitos dos consumidores.

Os dados do levantamento trazem insights sobre como os brasileiros se comportam e como veem o futuro próximo. Ao todo, 91% dos entrevistados declarou ter feito compras mais próximos de casa. Ademais, em linha com o reportado por 59% dos participantes, estima-se que cada vez mais os consumidores farão pequenas compras semanais e mensais, dando preferência por sair menos vezes de casa e comprar tudo o que precisam de uma só vez. Enquanto 20% dos entrevistados tinha o hábito de ir uma vez por semana às lojas locais, o número subiu para 30% durante a pandemia. 33% acreditam que seus hábitos de compra não serão os mesmos depois que a pandemia acabar.

“Estamos testemunhando uma grande mudança, que deve ser sentida ainda durante muitos anos. E os pequenos comércios vão ter um grande papel nisso, pois eles são peça fundamental da economia. Também veremos as pessoas usando mais os cartões e outros formatos de pagamento que não envolvem troca de cédulas ou moedas”, destacou Rose Del Col, Presidente da American Express Brasil.

A pesquisa mostra que os brasileiros acreditam na importância dos pequenos comércios. Para 89% dos participantes, o crescimento dos pequenos negócios e lojas de bairro é bom para a comunidade. A praticidade e a segurança foram os principais fatores citados para continuarem comprando localmente. Cerca de49% dos respondentes relataram preferirem comprar em lojas de bairro, pois evitam compras em excesso e focam apenas no que precisam, quando querem – mas, em contraponto, o fato de o comércio de bairro ter opções limitadas pode ser o grande fator que fará com que os consumidores optem ir a outros locais.

Em relação ao volume de compras, os brasileiros ficaram divididos. Enquanto 31% relatou que aumentou sua frequência, 29% manteve o nível de antes da pandemia.

Do outro lado do balcão

O estudo também traz a visão dos pequenos comerciantes brasileiros, com relação as grandes mudanças sentidas. Ao todo, 72% dos entrevistados declarou queda nas vendas, sendo sua maior preocupação a recuperação econômica.

“Trazer novos clientes será um desafio para os pequenos comércios. A tendência é que as pessoas continuem comprando dentro das suas comunidades e não explorem tanto outras regiões. Os clientes antigos devem retornar, mas com menor frequência. Na American Express, incentivamos nossos associados a comprar nos comércios locais, pois eles são pilares fundamentais para vermos o desenvolvimento econômico”, finalizou Del Col.

Os maiores desafios relatados pelos pequenos comerciantes são relacionados à saúde de seus clientes e colaboradores, quitação de serviços e impostos, e folha de pagamento. Na expectativa da recuperação, o comércio online pode ser uma saída, já que 70% relatou um crescimento nas vendas por canais como sites e redes sociais.

Metodologia

A coleta de dados foi realizada no mês de setembro no Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Peru e Uruguai. No total, 1.090 pessoas foram entrevistadas online nas principais cidades do território brasileiro entre 7 e 17 de setembro deste ano. Participaram homens e mulheres maiores de 18 anos, totalizando 4.314 consumidores e 1.104 proprietários ou gestores de empresas no pela América Latina.

Shop Small na rua

A iniciativa foi trazida para o Brasil neste ano tanto para os meios digitais quanto para lojas físicas. Ao todo, centenas de estabelecimentos comerciais na cidade de São Paulo, nos bairros dos Jardins e Itaim Bibi, receberam a identidade visual da campanha. Os Associados que pagarem com Cartões American Express terão descontos especiais de até 20% nos comércios selecionados, além de vantagens como cash back e benefícios no aplicativo Rappi. Inicialmente, tais benefícios serão válidos vão até dezembro deste ano.

Robô cirúrgico de última geração chega à América Latina

Será lançado em breve no Brasil, um robô cirúrgico de última geração, batizado Versius®. Desenvolvido pela CMR Surgical, empresa global de dispositivos médicos fundada em 2014 em Cambridge (Reino Unido), o sistema é compacto e modular, podendo ser movido para diferentes salas dentro dos centros cirúrgicos.

Até o momento, mais de 1.000 casos clínicos já foram concluídos com o novo robô cirúrgico Versius® em todo o mundo. A tecnologia tem sido utilizada com sucesso em centenas de cirurgias para diversas especialidades, como cirurgias colorretais, gastrointestinais, ginecológicas, hérnias, urológicas, além de cirurgia geral. O Versius® já é utilizado por importantes instituições de saúde no mundo, como hospitais do NHS (National Health Service), no Reino Unido; a Clinique du Parc e o Argenteuil Hospital, na França; o Galaxy Care Hospital e o HCG Curie Manavata Cancer Centrem, ambos na Índia; entre outros hospitais em processo de implementação.

Redução do risco de infecções, melhores resultados clínicos e menor tempo de permanência hospitalar, menos complicações e reinternações são alguns dos benefícios associados ao uso do Versius®. Os instrumentos de apenas 5mm contribuem para o menor trauma cirúrgico em comparação com os instrumentos tradicionais robóticos e laparoscópicos.

O robô também garante maior precisão na cirurgia, visualização por meio da visão 3D HD, além da possiblidade de trabalhar de forma mais confortável e com menor desgaste físico, entre outros benefícios. Outro ponto importante é que Versius® permite a democratização do acesso à cirurgia roboticamente assistida, uma vez que a empresa oferece modelos flexíveis para aquisição do sistema, sem a necessidade de investimento de grande capital. Outro ponto é o valor mais baixo de instrumentos que visa a redução desse custo total.

A CMR Surgical terá uma estrutura própria para atendimento, assistência técnica e treinamento de médicos cirurgiões de todo o Brasil, além de um Centro de Treinamento.

Combate à corrupção: pesquisa inédita aponta crescimento de 267% na demanda de diligências sobre fornecedores nos últimos cinco anos

Em meio às movimentação das eleições, a ICTS Protiviti, consultoria de gestão de riscos e compliance, divulga uma pesquisa inédita que sinaliza crescente preocupação das empresas no combate à corrupção. O estudo, que analisou o volume de diligências com fornecedores e demais terceiros entre 2015 e 2019, mostra um aumento de 267% no número de empresas que incorporaram este procedimento na rotina.

Neste período, 39.655 processos foram demandados por cerca de 100 organizações de diferentes segmentos. Destas, 88% são de grande porte e faturam acima de R$ 300 milhões/ano, um nicho de empresa que possui uma base de terceiros grande e, consequentemente, com maior exposição ao risco de corrupção.

“As organizações podem ser responsabilizadas não somente pelas ações de seus funcionários, mas de todos envolvidos em sua cadeia produtiva. Mitigar riscos relativos à corresponsabilidade da companhia, mediante as atitudes dos seus terceiros contratados é um dos principais motivos pelos quais as empresas aumentaram o uso desta prática”, comenta Fernando Scanavini, diretor de operações da ICTS Protiviti.

De acordo com o levantamento, em 2019, 29,3% das empresas optaram pela realização de análises avançadas, empregadas nas rotinas de compliance para trazer uma visão minuciosa sobre o terceiro diligenciado, envolvendo inclusive seus sócios e diretores. Nota-se que este tipo de análise cresceu 135% ao longo dos últimos três anos, o que confirma um interesse maior das organizações por conhecer em profundidade seus parceiros de negócios.

Das 39.655 diligências solicitadas no período de 5 anos, 30.447 foram efetivamente concluídas, pois há uma taxa de abandono pelas terceiras analisadas ao longo do procedimento. O índice geral de exposição à corrupção atingiu um patamar considerado ‘médio’. As análises apontam que 15,6% das diligências realizadas alcançam um risco ‘alto’ e ‘médio-alto’, 34,1% são de risco ‘médio’ e 50,3% estão num patamar ‘médio-baixo’ e ‘baixo’.

No geral, 1,2% dos terceiros foram reprovados ao final do processo. Apesar de parecer um volume pequeno, este número indica que cerca de 400 relações comerciais potencialmente danosas à reputação das empresas contratantes foram evitadas pela aplicação das diligências.

Evitar riscos às empresas contratantes é apenas um dos benefícios deste processo. Outro impacto positivo é o impulso dado ao ecossistema de terceiros para que todos implementem um programa estruturado de integridade, em conformidade com às Leis e melhores práticas do mercado. De forma geral, todos saem ganhando.

Ao longo dos cinco anos, as empresas do segmento de Construção e Incorporação passaram a ser os principais usuários dos serviços de diligência de terceiros, realizando 42,2% dos processos em 2019 e ultrapassando o volume solicidado pelos segmentos industrial e de serviços. Esta evolução é justificada. O segmento teve grande exposição à Operação Lava Jato e, efetivamente, é onde se observa o maior índice de reprovação dos terceiros diligenciados, com 2,6% do total de processos. Este nível é 2,2 vezes superior à média geral de reprovação.

“Para evitar sanções, custos e desgastes na reputação, as organizações começaram a colocar na lista de prioridades a prática frequente de avaliar seus agentes externos para garantir que possíveis envolvimentos em atos ilícitos por terceiros sejam rapidamente identificados e deliberados”, finaliza Scanavini.

38% dos executivos planejam ampliar investimentos em automação em 2021, diz Bain

Diante de um cenário de incertezas e interrupções nos negócios, empresas de tecnologia têm 12% mais probabilidade de serem afetadas do que as de varejo, e 25% comparada com empresas de serviços financeiros, duas outras indústrias que historicamente passaram por interrupções regulares.

Isso é o que aponta o novo relatório da Bain & Company, chamado Technology Report 2020: Taming the Flux, que examina a criação de valor no setor, os principais campos de batalha competitivos e as oportunidades de vantagem operacional no setor industrial.

“As empresas que investiram mais em automação antes da pandemia estão mais bem posicionadas para enfrentar a crise melhor do que aquelas que não agiram”, conta Livia Moura, sócia responsável pela área Digital da consultoria Bain & Company.

O relatório aponta ainda que para superar este problema e executar uma boa liderança, as empresas de tecnologia precisarão usar recursos como percepção do cliente e da concorrência, velocidade de execução, talento e fusões e aquisições.

Criação de Valor

A maioria dos mercados de tecnologia está sujeita a constantes transições e interrupções que mudam o cenário competitivo. Essas realidades confundem as abordagens tradicionais, já que raramente seguem as definições por muito tempo.

“Quanto mais tempo uma empresa de tecnologia fica para trás em seu setor, menos provável é que ela se recupere. É fundamental que os CEOs de tecnologia entendam e passem pelas transições que ocorrem em seu segmento”, destaca Livia.

Cadeia de suprimentos resiliente

As cadeias de suprimentos de tecnologia já estavam sob pressão das crescentes tensões comerciais e agora a pandemia as levou ao seu limite. Os bloqueios físicos e a propagação da doença espremeram a produção da fábrica e criaram um pesadelo logístico para transportadores e fornecedores.

A pandemia também mudou os padrões típicos de demanda dos compradores por produtos de tecnologia no curto prazo. Alguns segmentos tiveram um aumento, como o de equipamentos para trabalhar em casa, enquanto outros tiveram uma contração substancial, sendo os componentes de tecnologia para a indústria automotiva um dos muitos exemplos.

A frequência e a escala das interrupções nas cadeias de suprimentos continuarão crescendo. Para enfrentar esse desafio, é necessário um novo equilíbrio estratégico nas cadeias de suprimentos de tecnologia.

Cadeias de suprimentos eficientes e de baixo custo ainda são cruciais, mas seu nível de resiliência se tornou ainda mais importante. As empresas líderes em tecnologia estão focadas em encontrar maneiras de construir mais flexibilidade em suas cadeias de abastecimento e fornecimento, reconhecendo tanto o risco negativo quanto o potencial competitivo de manutenção de fluxos de produtos para o próximo deslocamento de mercado inevitável.

O relatório ainda destaca cinco atributos comuns de cadeias de suprimentos resilientes em todo o setor de tecnologia: uma estrutura de rede ágil, operações digitais e seguras, visibilidade em tempo real, análises práticas e uma organização com poderes.

Automação

Em questão de semanas, a automação passou de baixa prioridade para missão crítica para muitos executivos. As empresas que investiram mais em automação antes da pandemia estão mais bem posicionadas para enfrentar a crise melhor do que aquelas que não agiram.

Essas empresas de tecnologia voltadas para o futuro geraram receitas mais altas, experimentaram menos interrupções em sua cadeia de suprimentos e viram o aumento da produtividade e da demanda da força de trabalho.

Embora a maioria das empresas pesquisadas esteja acelerando suas iniciativas de automação e as barreiras tradicionais estejam diminuindo, os líderes de automação de hoje desfrutam de uma vantagem significativa. Antes do surgimento da Covid-19, muitas empresas líderes planejavam automatizar 30% ou mais de seus processos manuais – duas a cinco vezes mais do que empresas com baixas taxas de adoção de automação.

No próximo ano, 38% dos líderes pretendem investir significativamente mais em automação, em comparação com apenas 22% de outras empresas.

Saindo da pandemia, cerca de 60% das empresas de tecnologia planejam automatizar mais suas atividades offshore, a maior taxa de qualquer setor pesquisado. Em média, as empresas de tecnologia planejam que 38% de seus funcionários continuem trabalhando remotamente, mesmo após o retorno do trabalho no local, empatados com serviços financeiros para a taxa mais alta entre os setores pesquisados.

As empresas se sentem confortáveis em fazer essa mudança em parte porque reconhecem que a automação pode ajudar as pessoas a trabalhar de forma mais eficaz em casa, especialmente na minimização de erros em tarefas que envolvem uma série de transferências entre pessoas dispersas, como a equipe financeira fechando os livros no trimestre .

Impacto da dissociação EUA/China

As tensões cada vez maiores entre os EUA e China aceleraram o desdobramento da globalização mais rapidamente do que muitos previram, e não é provável que essa tendência seja revertida.

Equipes executivas em empresas líderes de tecnologia, tanto na China como em todo o mundo, estão enfrentando uma nova realidade que tem implicações tangíveis para seus negócios: as economias dos EUA e da China e os ecossistemas de tecnologia estão caminhando para o desacoplamento.

Desafios geopolíticos à parte, as empresas globais de tecnologia não podem ignorar a China. O consumo do país asiático representa até 25% da demanda global em produtos de servidor, rede, PC e smartphone, e o consumo da maioria dos produtos de tecnologia no país está aumentando pelo menos duas vezes mais rápido que a média global.

O desacoplamento está forçando as equipes de liderança em tecnologia na China, nos Estados Unidos e em todos os outros lugares a tomar decisões difíceis sobre o futuro de suas cadeias de suprimentos, produtos, clientes, funcionários e até mesmo limites organizacionais.

À medida que a marcha em direção ao desacoplamento continua, mais empresas de tecnologia revisitarão suas estratégias, buscando equilibrar o desejo de vender para os blocos dos EUA e da China, proteger sua propriedade intelectual e superar os concorrentes.

Fusões e Aquisições

Nos últimos cinco anos, a tese fundamental para fusões e aquisições de tecnologia mudou. Em 2019, 82% das fusões e aquisições de tecnologia foram negócios de escopo, por meio dos quais o comprador entra em segmentos de negócios de crescimento mais rápido ou adquire novos recursos, propriedade intelectual ou talento para gerar crescimento futuro. Os 18% restantes eram negócios em escala, normalmente voltados para o fortalecimento da posição da empresa no mercado e redução de custos.

Há apenas cinco anos, a divisão entre negócios de escopo e escala na indústria de tecnologia era praticamente uniforme. A mudança enfática em direção a acordos de escopo é uma forma pela qual as empresas estão se posicionando para acompanhar taxas sem precedentes de transições de tecnologia, alterando as fronteiras da competição, expandindo as expectativas dos clientes e uma feroz guerra de talentos.

Uma razão secundária para a mudança para acordos de escopo é estrutural. Simplificando, há menos oportunidades de aquisições em escala atualmente porque o setor de tecnologia tornou-se altamente concentrado. Segmentos como semicondutores e software passaram por anos de consolidação. Outras áreas, como serviços em nuvem, são inerentemente propensas a um pequeno número de vencedores.

Esta curva de fusões e aquisições de escopo provavelmente se acelerará. Os negócios de tecnologia foram paralisados no segundo trimestre deste ano, devido à pandemia de Covid-19 e ao aperto dos mercados de crédito. Mas o cenário está maduro para renovar as atividades de fusões e aquisições. Os preços das ações de muitas empresas de tecnologia foram resilientes durante a recente crise econômica, e elas estão sentadas em grandes reservas de caixa que poderiam financiar aquisições atraentes.

Shoppings têm aumento nas vendas pela primeira vez desde o início da pandemia

O shopping centers do País registraram o primeiro resultado positivo de vendas desde o início da pandemia, como revela estudo feito pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). Na semana de 23 a 29 de novembro, os empreendimentos tiveram crescimento de 22,5% nas vendas – considerando o ajuste de sazonalidade do carnaval – em relação ao período equivalente da fase pré-pandemia (última semana de fevereiro deste ano). Sem considerar os efeitos do carnaval, a alta seria ainda maior, de 32,5%. Em relação à semana equivalente do mês anterior, houve aumento de 52,8% nas vendas. Os dados são apurados em parceria com a Cielo e compõem o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que identifica as vendas do chamado “varejo total”, com separação por lojas de shopping center e rua.

“Este crescimento expressivo observado em todas as regiões do País foi fortemente influenciado pelas vendas da Black Friday”, afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce. O Norte do Brasil, primeira região a ter todos os shoppings reabertos, apresentou na semana de 23 a 29 de novembro o maior crescimento (77,8%), seguida por Centro-Oeste (45,7%); Nordeste (42%); Sul (23,6%) e Sudeste (9,3%). Considerando o desempenho das vendas nos shoppings no período de 02 de março a 29 de novembro, as perdas acumuladas totalizam 46,2%. No entanto, conforme gráfico a seguir, isso ainda demonstra uma recuperação gradual do setor neste ano.

Evolução das vendas acumuladas em shopping centers. Fonte: ICVA

Quando comparamos o setor de shopping centers com outros segmentos do varejo, verificamos que o único com desempenho positivo no mês de outubro em relação ao mesmo período de 2019 foi o de supermercados, com crescimento de 14,4%. Nas drogarias, a queda registrada foi de 1,7%. Setores como o turismo e transportes e bares e restaurantes continuam sendo os que têm apresentado as maiores perdas, de 51% e 26,4%, respectivamente. No setor de vestuário a queda foi de 13,5%, já em móveis, eletros e lojas de departamentos as perdas foram de 0,2% no mesmo período.

KPMG: Brasil tem 309 startups da área de regulação

Segundo o levantamento da KPMG “RegTech Mining Report” atualmente o Brasil tem 309 startups do ramo de regulação. O mapeamento apontou que a maioria delas (68%) é multissetorial, tendo atuação em gestão financeira e contabilidade 20% deste total, jurídico (7,4%) e aspectos trabalhistas (5,8%).

Além de multissetorial, a pesquisa apontou que 13,9 % das startups que trazem inteligência regulatória são focadas no setor de energia, óleo e gás; 8,1% são da área da saúde, enquanto 5,8% do setor financeiro e apenas 4,2% possuem foco no setor de telecomunicação e mídias.

“Fica notório que a busca por escalabilidade direcionou as regtechs em um primeiro momento a focar em atendimento a regulações multissetoriais. Entretanto, com as importantes mudanças que vêm acontecendo e estão para acontecer nos marcos regulatórios setoriais, vamos acompanhar a crescente demanda das grandes empresas por soluções inteligentes dentro dos seus segmentos”, explica o sócio-líder de regulatório da KPMG, Dustin Pozzetti.

Com relação à localização das startups de regulação no Brasil, a pesquisa mostra que 66,4% estão na Região Sudeste, enquanto 22,1% ficam na Região Sul, 5,7% estão da Região Nordeste, 4,3% no Centro-Oeste e 1,4% na Região Norte.

Perfil dos sócios: homem com nível superior até 45 anos


Segundo o estudo, a maioria das regtechs é composta por até três sócios, com idade entre 35 e 45 anos. Em relação ao gênero, há uma grande disparidade, já que 84,4% são homens, enquanto 15,6% são mulheres. Sobre a escolaridade, 73,4% possuem ensino superior completo, 18,2% ensino médio, 6,2% ensino superior incompleto e, apenas 2,2% mestrado ou doutorado.


Segundo o estudo, a maioria das regtechs é composta por até três sócios, com idade entre 35 e 45 anos. Em relação ao gênero, há uma grande disparidade, já que 84,4% são homens, enquanto 15,6% são mulheres. Sobre a escolaridade, 73,4% possuem ensino superior completo, 18,2% ensino médio, 6,2% ensino superior incompleto e, apenas 2,2% mestrado ou doutorado.

ABES assume o compromisso de promover a ética no setor de tecnologia

Nos últimos anos, o Brasil tem vivido um movimento para combater a corrupção e estabelecer mais ética e transparência nas relações que as empresas mantêm com seus colaboradores, clientes, fornecedores, órgãos públicos e demais organizações. Diante desse cenário e como uma das principais entidades do setor de tecnologia da informação, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software incentiva as empresas associadas a colocarem em prática a ética empresarial por meio do programa Uma Empresa Ética e anuncia a Brasoftware e a CLM como primeiras companhias a receberem esse certificado.

O programa incentiva e oferece gratuitamente às associadas os meios para implantar os três pilares essenciais de uma política de integridade e conformidade ao arcabouço legal: a elaboração e implementação de um código de ética; treinamento de compliance aos colaboradores e a adoção de um canal de denúncias independente.

“Agora, a ABES dá um novo passo importante desta iniciativa, com o lançamento do certificado Uma Empresa Ética, que será conferido às corporações que aderiram oficialmente ao programa e promoverem todos os três pilares. O documento terá validade de 12 meses, prazo contado a partir da data de emissão, quando a associada precisará comprovar que os pilares estão sendo respeitados e fazem parte do dia a dia da empresa”, explica Carolina Marzano, Compliance Officer e Coordenadora de Comitês da ABES.

Segundo Jorge Sukarie, presidente da Brasoftware e vice-presidente do conselho da ABES, a transparência nos negócios e nas relações entre as empresas tornou-se fundamental para o sucesso de qualquer negócio. “A Brasoftware já tem o seu Programa de Compliance implementado há mais de 5 anos e é uma honra termos a oportunidade de ser a primeira empresa associada a ser certificada com o novo selo da ABES. Sabemos que esse programa é um processo contínuo, e temos o comprometimento da alta direção para garantir aos nossos colaboradores, clientes e fornecedores, que a companhia tome todas as medidas para garantir a transparecia, ética e conformidade no negócio”, completa.

Além de possibilitar o fechamento de contratos e amenizar eventuais penalidades, a cultura da ética e da integridade deve ser implementada em uma empresa por respeito às leis, à concorrência leal e a um ambiente de negócios idôneo. Corporações comprometidas com a disseminação e o cumprimento de seus valores são cada vez mais reconhecidas pelo mercado e pelos consumidores.

“A ética tornou-se um valor essencial nas sociedades modernas. É o alicerce sobre a qual se baseiam sociedades em que a confiança é alta. Ética, confiança, são valores que não conseguimos medir economicamente, mas quando estamos em países em que a confiança é alta, reconhecemos imediatamente seu valor. Ficamos muito felizes de receber o certificado Uma Empresa Ética e poder disseminar essa cultura com todos os colaboradores e clientes da CLM”, ressalta Francisco Camargo, presidente da CLM e presidente do Conselho da ABES.

O apoio às associadas é fornecido pelo departamento jurídico e pela compliance officer da associação, que esclarece dúvidas e promove treinamentos periódicos. Todas as informações e os meios para adesão ao programa estão disponíveis no site https://www.umaempresaetica.com.br, que passou por recente atualização de conteúdo e modernização do visual.

A iniciativa Uma Empresa Ética também estará disponível para as startups que participam do programa ABES Startup Internship que visa fortalecer o empreendedorismo no Brasil, oferecendo acesso aos serviços da ABES sem custo por 6 meses. Para mais informações, acesse: https://abessoftware.com.br/associados/programa-startup-internship/

A ética é um ativo das empresas

Um programa de ética tem um valor tangível, pois ele melhora a reputação, a produtividade e, também, os resultados financeiros, sendo fundamental para empresas que realizam ou almejam contratos com a Administração Pública.

A ABES tem como propósito contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos. Por isso, entende que o papel da entidade é o de assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico e competitivo globalmente.

Cinco chaves para alavancar a transformação digital com metodologias ágeis

Por Carla Coelho, vice-presidente de IBM Digital Sales para a América Latina

A transformação digital se tornou em uma aposta das organizações para criar ou manter uma vantagem competitiva duradoura, e nesse processo, tecnologias como a nuvem híbrida, inteligência artificial, internet das coisas, segurança de informação ou blockchain são um diferencial. No entanto, para realmente habilitar a transformação dos negócios, é necessário adotar uma cultura de inovação com um enfoque de ponta a ponta.

Um estudo da Forrester descobriu que os clientes que adotaram a abordagem de IBM Garage conseguiram gerar 10 vezes mais ideias inovadoras, levando-as à produção seis vezes mais rápido e ao mercado 67% mais rápido, obtendo 102% de retorno de investimento (ROI). Além disso, o estudo destaca cinco chaves que as empresas podem aplicar para acelerar suas transições rumo a inovação em escala, implementando metodologias de Garage:

1. Iniciar uma conversa sobre tecnologia. A conversa funciona quando se centra nos clientes, na inovação e nos resultados. Desta maneira, a tecnologia habilita a inovação com ênfase em suas capacidades e segurança, mas com a mente aberta para novas estratégias de teste e aprendizado, outros investimentos e diferentes tipos de fornecedores..

2. Utilizar os indicadores de negócio para eliminar os silos. Usar resultados reais para incentivar e reconhecer as a pessoas e as equipes de trabalho. A busca de melhorias nas métricas gera união entre as pessoas e departamentos para resolver os desafios. Trabalhar por um propósito comum, usando metodologias ágeis, é chave para o sucesso da inovação empresarial.

3. Definir como ponto de referência a experiência do cliente. Há uma razão pela qual a experiência do cliente deve ser seu principal pilar: clientes felizes compram mais, permanecem mais tempo e se tornam em seus embaixadores. Somar o conhecimento do time responsável pela experiência do cliente ao processo de inovação desde o começo, manterá a equipe focada na direção correta.

4. Aproveitar o poder da nuvem híbrida. As empresas têm em média entre 6-15 fornecedores de nuvem. A nuvem híbrida é uma realidade em qualquer empresa que busca aproveitar ao máximo sua experiência, seus sistemas existentes e deseja combiná-los com novas aplicações, tecnologias e serviços. Os enfoques de agilidade e inovação dos fornecedores de nuvem são uma fonte poderosa para a construção de novos negócios.

5. Incluir o ‘design thinking’ em cada passo da transformação. Sim, o design thinking é uma técnica importante para encontrar as necessidades e ideias que melhoram os produtos e as experiências dos clientes. Mas também é uma técnica poderosa para transformar as experiências dos funcionários, os processos de negócio e as relações com os parceiros.

Na IBM, ajudamos as empresas a acelerar seus processos de transformação e inovação, co-criando com equipes multidisciplinares através da IBM Garage, uma metodologia baseada em uma intensa colaboração que combina práticas ágeis com foco nas pessoas e no resultado desejado, para passar rapidamente das ideias à implementação.

Na América Latina, clientes como Conta Zap, CCAB, Elaw e Grupo Planetun transformaram seus negócios com a IBM, usando a metodologia IBM Garage.

Quando a inovação e a transformação se unem, os clientes podem se beneficiar de uma cultura de inovação e uma rápida adoção de novas tecnologias em questão de poucos trimestres, garantindo assim uma transformação real e duradoura.

Novas ferramentas de análises de dados visam ajudar a fornecer pacotes mais rápidos, um melhor atendimento aos pacientes e muito mais

Por Chris Stetkiewicz

Quando a Microsoft revelou o Azure Synapse Analytics há um ano, a empresa prometeu colocar dados e o poder da análise na ponta dos dedos das pessoas – em qualquer lugar de uma organização – enquanto liberava trabalhadores especializados em tecnologia para se concentrar em tarefas de maior valor do que gerenciar a infraestrutura de dados.

“Começamos com a hipótese de que é muito difícil para muitas organizações usar seus próprios dados e implantar a IA, e não há engenheiros de software suficientes no planeta para atender a necessidade de todas as análises que precisarão ser feitas”, disse John Macintyre, Diretor de Produtos de Azure Synapse e Plataforma de Análises da Microsoft. “Sabíamos que poderíamos tornar isso tremendamente mais simples.”

Com o Azure Synapse, a Microsoft oferece armazenamento de dados e análises ilimitados, conectando e simplificando múltiplas fontes de dados para que qualquer organização possa obter mais benefícios a partir de suas próprias informações.

Na quinta-feira, a Microsoft anunciou que a versão mais recente do Azure Synapse está em disponibilidade geral, e a empresa também revelou uma nova solução de governança de dados, o Azure Purview.

Nesse ano, desde que o Azure Synapse foi anunciado, a Microsoft diz que o número de clientes do Azure executando cargas de trabalho em escala de petabytes – ou o equivalente a 500 bilhões de páginas de texto impresso padrão – aumentou cinco vezes.

Isso inclui a gigante global de entregas FedEx. A empresa está colaborando com a Microsoft para construir o FedEx Surround, uma nova plataforma que usa produtos do ecossistema Azure, incluindo o Azure Synapse, que ajudará seus clientes a digitalizar suas cadeias de suprimentos e usar dados para gerenciar e rastrear o inventário em tempo real.

A FedEx verifica cada um dos 16 milhões de pacotes que fornece todos os dias mais de uma dúzia de vezes antes de chegar aos seus destinos. Isso gera enormes quantidades de inteligência logística útil. Esses dados são combinados com informações sobre tráfego e clima e armazenados no Azure Data Lake, um serviço de armazenamento e análise de dados escalável. Usando o Azure Synapse e o FedEx Surround, a empresa extrairá insights que poderão permitir entregas mais rápidas e eficientes.

“A capacidade de responder aos sinais digitais e ajustar a cadeia de suprimentos em benefício de nossos clientes e seus clientes é um diferencial fundamental para nós. Esse é o valor de próxima geração que queremos trazer aos clientes, e não poderá ser feito sem aproveitarmos o poder dos dados”, disse Sriram Krishnasamy, Vice-presidente Sênior de Programas Estratégicos da FedEx Services.

Nos próximos meses, a empresa planeja implantar o FedEx Surround para apoiar a distribuição de vacinas de COVID-19, o que exigirá uma orquestração cuidadosa para mantê-las preservadas na faixa de temperatura necessária enquanto se deslocar pela rede da empresa.

“Os insights que ganhamos com a análise contínua nos ajudam a otimizar nossa rede. Assim, à medida que a FedEx move remessas críticas de alto valor em todo o mundo, muitas vezes podemos prever se essa entrega será interrompida pelo tempo ou pelo tráfego e remediar essa interrupção, encaminhando a entrega para outro local”, disse Krishnasamy.

Usando dados para atender melhor os pacientes

Ser capaz de prever e planejar mudanças – imediatas e a longo prazo – pode fazer a diferença em praticamente qualquer negócio. Para Wolters Kluwer, provedor global de informações profissionais, software e serviços, os dados desempenham um papel fundamental em suas operações estratégicas, notadamente em sua divisão de saúde.

Por exemplo, a Wolters Kluwer construiu uma plataforma de engajamento do paciente que ajuda os profissionais de saúde a prever quando as condições médicas podem exigir acompanhamento do tratamento ou uma intervenção rápida após os pacientes saírem de um hospital. Além disso, seus sistemas de vigilância clínica extraem dados em tempo real a partir de prontuários eletrônicos de saúde para gerar alertas sobre condições clínicas críticas usando modelos predictivos.

“Nossos clientes estão tentando normalizar e criar sentido a partir de grandes quantidades de dados. Com nossas soluções Health Language, temos a capacidade de limpar e padronizar dados e terminologias médicas para permitir análises em cima disso”, disse Jean-Claude Saghbini, Diretor de Tecnologia da Wolters Kluwer para Saúde.

Antes de adotar o Azure Synapse, a Wolters Kluwer consolidou todos os seus dados de saúde de vários locais no Azure Data Lake, eliminando os “silos de dados” que impediam os funcionários de acessar e trabalhar com múltiplas fontes de dados. O Azure Synapse forneceu as robustas operações de machine learning (MLOps) necessárias para criação de um data lake entre produtos e fontes de dados, bem como pipelines de dados para suportar análises e IA avançada.

“Isso trouxe todos os nossos ativos de dados para um só lugar, para que as pessoas possam usá-los e processá-los, e usar o Azure Synapse para processar todos os dados é um dos grandes facilitadores dessa estratégia”, comentou Saghbini.

Em outro exemplo do valor de um gerenciamento de dados otimizado, a Wolters Kluwer foi capaz de customizar seu conteúdo aos dois milhões de médicos que usam sua plataforma de suporte clínico UpToDate todos os dias. Os dados anônimos de pesquisas clínicas da empresa têm sido usados por pesquisadores para identificar tendências locais ou globais de saúde. Por exemplo, um estudo mostrou que um aumento nas pesquisas relacionadas ao COVID-19 no UpToDate poderia sinalizar um aumento nas mortes relacionadas ao COVID por mês no futuro.

Uma solução caseira para catalogar dados

Enquanto os clientes estavam usando o preview do Azure Synapse no último ano, os engenheiros da Microsoft estavam ocupados desenvolvendo um novo serviço de governança de dados para automatizar a descoberta e catalogação de todos os dados, seja a partir de ambientes on-premises, multi-nuvem ou Software como um Serviço (SaaS). O Azure Purview, agora disponível em preview público, inicialmente permitirá que os clientes entendam exatamente quais dados eles têm, gerenciem sua conformidade com as regulamentações de privacidade e obtenham insights valiosos mais rapidamente.

O Azure Purview começou como um esforço interno de vários anos para ajudar nos esforços de transformação digital e conformidade de privacidade dentro da própria Microsoft. Mike Flasko, Diretor de Produtos do Azure Purview, lidera a equipe que trabalha com os principais executivos de dados, privacidade e segurança da companhia para criar produtos de análises e gerenciar os próprios volumes de dados da empresa, e os sistemas complicados que a Microsoft implanta para gerenciá-los.

Como muitas empresas, os engenheiros de dados, cientistas de dados e analistas de negócios da Microsoft precisam processar e entender esses grandes e intrincados fluxos de dados.

“À medida que modernizamos e trabalhamos buscando atender nossas próprias necessidades, aprendemos muito sobre o que é preciso para transformar digitalmente a Microsoft e gerenciar a privacidade de dados”, citou Flasko. “Cada vez mais clientes estavam nos dizendo que precisavam entender onde estavam todos os seus dados, como eles se movem e como poderiam acessá-los. Seus desafios eram semelhantes ao que estávamos experimentando dentro da Microsoft.”

Assim como o Azure Synapse representou a evolução do data warehouse tradicional, o Azure Purview é a próxima geração do catálogo de dados, diz a Microsoft. Ele se baseia nos recursos de pesquisa de dados existentes, adicionando aprimoramentos para cumprir as leis de manipulação de dados e incorporar controles de segurança.

“O Azure Purview foi projetado para ajudar os clientes a maximizar o uso compatível de seus dados”, disse Flasko. “Ele garante que você tenha uma compreensão abrangente de seus dados, como eles se movem e com quem você compartilhou os mesmos, o que é fundamental para o uso e governança eficazes dos dados.”

O serviço inclui três componentes principais:

  • Detecção, classificação e mapeamento de dados: O Azure Purview encontra automaticamente todos os dados de uma organização no local ou na nuvem, e avalia as características e sensibilidade dos dados. A partir de fevereiro, também será possível fazer o mesmo com dados gerenciados por outros provedores de armazenamento.
  • Catálogo de dados: O Azure Purview permite que todos os usuários pesquisem dados confiáveis usando uma experiência simples baseada na Web. Os gráficos visuais permitem que os usuários vejam rapidamente se os dados de interesse são de uma fonte confiável.
  • Governança de dados: O Azure Purview fornece uma visão panorâmica do cenário de dados de uma companhia, permitindo que os executivos de dados governem eficientemente seu uso. Isso permite insights fundamentais, como a distribuição de dados entre os ambientes, sobre como os dados estão se movendo e onde os dados confidenciais são armazenados.

A Microsoft diz que essas melhorias ajudarão a quebrar as barreiras internas que tradicionalmente complicavam e retardavam a governança de dados.

“Queríamos tornar o mais fácil possível para que nossos aplicativos, e os aplicativos de nossos clientes, interagissem entre si. Fizemos isso integrando e automatizando os sistemas de dados e ensinando-os a conversar com o Azure Purview. Isso permite que os engenheiros de dados sejam apenas engenheiros de dados, e os cientistas de dados possam ser apenas cientistas de dados”, finaliza Flasko.

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Stefanini adquire duas unidades da Diebold Nixdorf no Brasil

A Stefanini , referência em soluções digitais, está expandindo seus serviços para o segmento financeiro. A empresa transnacional brasileira, que acaba de comemorar seu 33º aniversário, anuncia a aquisição das unidades de negócio de detecção de fraude on-line e de software local da Diebold Nixdorf Brasil, com foco na prevenção de fraude de comércio eletrônico e automação de canal. A aquisição foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). As empresas não divulgam os termos financeiros do acordo. Vale destacar que a Diebold Nixdorf continuará oferecendo suas soluções bancárias e de varejo líderes no mercado brasileiro, mantendo abrangentes canais de serviços em todo o País.

Com experiência de 18 anos no sistema financeiro e instalado em milhões de dispositivos, a suíte OFD (Online Fraud Detection) viabiliza o e-commerce, oferecendo a melhor solução para usuários e consumidores de transações eletrônicas baseadas na web via Desktop, Celular e ATM. Ou seja, o software pode ser instalado em qualquer canal da estrutura bancária, incluindo dispositivo móvel, desktop ou caixa eletrônico, por exemplo, para detectar eventos associados a possíveis fraudes – desde clonagem de cartão de crédito até movimentações financeiras não usuais via dispositivo móvel.

“A suíte OFD complementa nossa torre financeira, que hoje é liderada pela Topaz, empresa do Grupo Stefanini que possui um núcleo bancário completo, com grande benefício de segurança e eficiência em relação a seus concorrentes, pois inclui modelos de pagamento, combate à lavagem de dinheiro, e flexibilidade para criar produtos que atendam às demandas específicas dos clientes”, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO Global do Grupo Stefanini.

Além da unidade de prevenção de fraudes, a Stefanini adquiriu alguns ativos relacionados à automação de canais de atendimento, que incluem soluções de agência/caixa, autoatendimento, mobile banking, internet banking, abertura de contas em plataforma móvel, compensação de cheques, solução biométrica e troca de chaves.

“A chegada dos recursos de antifraude e automação de canais ao Grupo Stefanini integra a estratégia da multinacional brasileira de agregar mais valor aos negócios fechados na área financeira. A expectativa é expandir a oferta para outras regiões onde a Stefanini está presente”, destaca Jorge Iglesias, CEO da Topaz e responsável pela torre financeira da Stefanini.

De acordo com Elias Rogério da Silva, presidente da Diebold Nixdorf no Brasil, a empresa decidiu vender o OFD e a unidade de software local relacionada para aumentar o foco em seus centros de desenvolvimento mundial – incluindo suas ofertas globais do software Vynamic, que já atendem e continuarão a atender clientes brasileiros. “A Diebold Nixdorf continuará sua forte presença no Brasil, e seu trabalho como líder absoluto do mercado de soluções bancárias, incluindo hardware, software e serviços de ATM”, destaca o presidente. Após a venda, a Diebold Nixdorf também planeja trabalhar em colaboração com o Grupo Stefanini como um fornecedor de soluções digitais para continuar atendendo às necessidades gerais dos clientes bancários no Brasil.

“A aquisição do software antifraude da Diebold e das soluções de automação de canais reforça os planos da Stefanini de ser reconhecida como uma empresa full-banking, com soluções financeiras ponto a ponto”, acrescenta Stefanini.

73% dos varejistas globais estão convencidos de que a Inteligência Artificial pode agregar valor à previsão da demanda

A LLamasoft , fornecedora líder em soluções corporativas para tomada de decisões estratégicas integradas à Inteligência Artificial, publicou o resultado da Pesquisa Global de Varejo – Estudo da Cadeia de Suprimentos Integrada à Inteligência Artificial, realizada pela Retail Systems Research (RSR) – empresa de pesquisa do setor de varejo. O estudo foi realizado com 82 executivos seniores da indústria do varejo e revelou que 73% dos varejistas acreditam que a Inteligência Artificial (IA) e o Machine Learning podem agregar um valor significativo aos seus processos de previsão de demanda. Além disso, mais da metade afirma que pode melhorar outras oito capacidades críticas da cadeia de suprimentos.

A pesquisa também descobriu que enquanto 56% dos varejistas com alta performance, também conhecidos como os ‘Varejistas Vencedores’*, utilizam tecnologia para modelar planos de mitigação de riscos nas suas cadeias de suprimentos, 31% não fazem o mesmo. Em geral, 56% dos entrevistados estão lutando pela habilidade de responder rapidamente às mudanças, e a falta de flexibilidade teve um custo durante as disrupções, como a da COVID-19, com muitos deles experimentando resultados de grandes quedas em suas receitas.

Adicionalmente, 73% dos ‘Varejistas Vencedores’ contam com a previsão e habilidade de monitorar a capacidade, permitindo que estejam preparados às mudanças repentinas na oferta e na demanda, em comparação à 35% dos ‘Outros’ ou ‘Varejistas de Baixa Performance’. Este é um indicador claro de que os ‘Varejistas Vencedores’ estão ultrapassando a concorrência ao prever e se preparar para o futuro. No entanto, sem a habilidade para adaptar-se a estes picos repentinos por meio dos planos de contingência, a previsão não terá muita utilidade. Por isso, ambos devem estar fortemente relacionados para “produzir” um ‘Varejista Vencedor’.

A COVID-19 ilustrou com maior profundidade que, a partir de agora, os varejistas devem ajustar-se ao mundo “nunca normal” em que vivemos hoje, e precisam atuar de uma forma consistente para permitir uma resposta mais rápida e direcionada ao sucesso. Sempre existirão variações de mercado e disrupções, o que significa que os varejistas devem ser capazes de prever estas mudanças e se adaptarem rapidamente. Em uma última análise, isto não é uma novidade. Enquanto a COVID-19 acelerou certas mudanças, como por exemplo, a transição para o e-commerce, os hábitos do varejo já estavam se transformando e a necessidade de adaptação já era uma preocupação relevante.

A seguir, relacionamos o que o estudo encontrou quando foi observado o que os ‘Varejistas Vencedores’ estavam fazendo para se destacar:

• 53% dos ‘Varejistas Vencedores’ investiram em cientistas de dados com experiência em análises de dados e ferramentas de modelamento, enquanto apenas 22% dos varejistas de baixa performance fizeram o mesmo;

• 80% dos ‘Varejistas Vencedores’ considera “de alto valor” o modelamento da previsão de demanda utilizando indicadores macro, enquanto apenas 65% dos varejistas de alta performance considera o mesmo.

• 53% dos ‘Varejistas Vencedores’ classificam as questões geopolíticas como tarifas; guerras comerciais e mudanças rápidas na demanda do consumidor como seus três principais desafios, enquanto apenas 23% dos varejistas de baixa performance classificam o mesmo.

• Enquanto 46% dos varejistas que apresentam média ou baixa performance estão agarrados ao “velho normal” e focados em custo (em detrimento da flexibilidade), somente 38% dos ‘Varejistas Vencedores’ fazem o mesmo.

Ao invés de implementar novas tecnologias de IA e analíticas que permitem com que as organizações estejam mais bem preparadas para o futuro, os varejistas de baixa performance estão lutando para deixar para trás as estratégias que focam em encontrar um ponto de custo mínimo de fabricação, baseando-se em “produto por produto”. O contraste é nítido: aqueles que podem preparar-se para o inesperado – vencerão. Já os que são incapazes de adaptar-se – falharão.

Enquanto alguns varejistas estão mais à frente em termos de habilidade técnica, o estudo mostra que a indústria do varejo como um todo, tem muito espaço para melhorias. Por exemplo, mais de 50% de todos os varejistas entrevistados disseram que seus sistemas atuais estão causando um problema “grande” ou “relevante” em todas as 10 capacidades da cadeia de suprimentos que foram apresentadas a eles. Além de que 13% dos varejistas ainda nem planejam investir em tecnologia.

“É perceptível que a digitalização se tornou um caminho sem volta. Neste cenário, não há dúvidas de que a empresa que utilizar tecnologia de ponta e trabalhar melhor seus dados se destacará no mercado. A pesquisa mostrou que muitos países se destacaram no varejo e no Brasil não foi diferente, principalmente pelo ‘boom’ do e-commerce”, comenta Max Mascarenhas, Vice-Presidente de Vendas Latam da LLamasoft.

Com a mudança de hábitos do varejo e o processo acelerado pelos impactos da COVID-19, os atuais ‘Varejistas Vencedores’ estão preparados para triunfar mais uma vez. Os compradores estão rapidamente migrando para o e-commerce, uma mudança que sem dúvida contribuirá para as flutuações na oferta e na demanda. Varejistas com tecnologia para prever estas mudanças, modelar planos e opções de contingência, e rapidamente adaptar sua estratégia da cadeia de suprimentos para atender à nova demanda e ainda evitar o excesso de suprimentos, serão vencedores. Aqueles que não forem capazes, arriscam-se a serem deixados para trás com vendas abaixo das metas e perdas ocasionadas pelo desperdício.

Esta pesquisa demonstra que existem nítidas variações de performance entre os ‘Varejistas Vencedores’, que estão tirando grande proveito das tecnologias preditivas e das plataformas de tomada de decisão corporativas para entregar respostas mais rápidas e inteligentes às disrupções e novas oportunidades, em comparação aos que ainda o não fazem.

*Na pesquisa global do varejo, a RSR frequentemente cita as diferenças entre empresas de alta performance comparando suas vendas e de seus concorrentes ano após ano. A RSR notou que uma performance de vendas consistente está relacionada ao resultado diferenciado de um conjunto de processos, estratégias e táticas. Eles nomearam estes que possuem alta performance de vendas comparáveis com o termo “Varejistas Vencedores”. “A definição da RSR para este Vencedores é: considerando um crescimento comparável médio das vendas da loja/canal do setor de 4,5%, foi então apontado que aqueles com vendas acima deste patamar seriam os “vencedores”, aqueles com vendas neste patamar seriam os “médios” e aqueles abaixo deste patamar de vendas seriam os “retardatários” ou “todos os outros”.

Metodologia


Para esta pesquisa, conduzida de maneira virtual pela Retail Systems Research (RSR) entre fevereiro e março de 2020, 82 executivos seniores da indústria do varejo foram entrevistados. Baixar a pesquisa.

Accenture conclui aquisição da End-to-End Analytics

A Accenture (NYSE: ACN) conclui a aquisição da End-to-End Analytics , uma boutique de consultoria em análise e ciência de dados. A Accenture anunciou a intenção de adquirir a companhia no dia 23 de novembro. Os termos da transação não foram divulgados.

Situada em Palo Alto (Califórnia), a End-to-End Analytics leva à Applied Intelligence da Accenture uma equipe de mais de 70 profissionais altamente qualificados em dados e análise estratégica, com profundo conhecimento em aplicação de otimização, machine learning e inteligência artificial em uma ampla gama de indústrias. A adesão da End-to-End Analytics, que possui sólida expertise no setor, em áreas como alta tecnologia, bens de consumo, varejo, complementa ainda mais os recursos da Accenture para ajudar os clientes a escalar a inteligência artificial em seus negócios.

Dia Internacional das Pessoas com Deficiências: Para 71%, oferta de vagas de emprego está retraída ou praticamente inexistente na pandemia

Em meio à pandemia, a reivindicação por oportunidades para profissionais com deficiência se tornou ainda mais necessária. É o que mostra pesquisa da Catho realizada com mais de 1,4 mil pessoas com deficiência.

De acordo com o levantamento, para 71% dos profissionais, a oferta de vagas para o mercado de trabalho está retraída ou praticamente inexistente neste momento de pandemia. Para além do momento de incerteza, os respondentes acreditam que o foco das empresas em apenas cumprir da Lei de Cotas é o maior impeditivo para a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Mesmo sendo parte expressiva da população brasileira, os mais de 45 milhões de brasileiros com deficiência ainda lidam com o preconceito e a exclusão no ambiente corporativo. Para os profissionais, a falta de perspectiva de carreira (56%) e a sensação de ser apenas um funcionário de cota (46%) são os fatores que mais os fazem desistir de um trabalho.

Ainda segundo a pesquisa, para que esse cenário mude, as pessoas com deficiência acreditam ser necessário que empresas olhem mais para fatores como salário compatível com a qualificação do profissional (65%), plano de carreira (50%) e bom ambiente de trabalho (43%).

Mutirão virtual de emprego oferece consultas em telemedicina e revisão de currículo

Atuando de maneira ativa na luta por inclusão há anos, no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, a empresa promove de maneira on-line e gratuita o Mutirão de Empregos #MinhaVagaPorDireito voltado exclusivamente para esse público com oferta de vagas e apoio de grandes empresas como Ambev, Burger King, Vivo, CCR, Grupo Almaviva, Santa Causa, Consolidar e Santo Caos.

Neste ano, a programação do evento contará com workshop sobre como ter o currículo de sucesso, palestras com recrutadores e especialistas, além de painel com influenciadores e revisão de currículos.

O evento contará, também, com o sorteio de consulta on-line (telemedicina). A ação visa aumentar o número de profissionais com laudo, visto que segundo pesquisa da Catho, 72% já tiveram problemas na hora de ser contratado devido ao documento.

Na segunda edição do evento, o mutirão tem como principal proposta colocar em prática o manifesto do Minha Vaga Por Direito, movimento da Catho que, desde 2018, reivindica mais oportunidades ao profissional com deficiência. Em 2019, na primeira edição, mais de mil vagas de emprego foram ofertadas.

“O mutirão tem o objetivo de tornar em ação efetiva nossos esforços com relação a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Para nós, o evento acontece como um impulsionador de empregabilidade para esse público que está em busca de oportunidades, é capacitado mas, esbarra, muitas vezes, na invisibilidade e discriminação. Sendo assim nosso propósito é contribuir para que esses profissionais sejam cada vez mais vistos, ainda mais agora com a pandemia e imposição de mais dificuldades”, afirma Morais.

Minha Vaga Por Direito

Data: 3 de dezembro, das 15h às 17h30.

Inscrição: https://www.minhavagapordireito.com.br/

Link para o evento: https://www.minhavagapordireito.com.br/

Entrada: Gratuita

FIAMG Lab anuncia 50 startups selecionadas para terceira jornada do programa de aceleração

Foram anunciadas as 50 startups que serão aceleradas na terceira jornada do FIEMG Lab 4.0, maior programa de aceleração de startups B2B com soluções industriais do Brasil. O Programa é dividido em três fases, com um ano de duração, e acontece dentro de uma lógica evolutiva, fortalecendo a conexão e a geração de negócios entre startups e indtechs. As startups terão acesso a um fundo para realização de provas de conceito – metodologia exclusiva que combina aceleração do negócio e da tecnologia, e mentorias com especialistas.

Para Gabriella Sant’Anna, coordenadora do FIEMG Lab, a metodologia é o que garante o sucesso do processo. “Criamos um programa pioneiro no Brasil que mescla um modelo de aceleração tanto tecnológica quanto de negócios, inspirado nos grandes polos industriais que são referência no mercado internacional. Vamos garantir maior aderência das startups na realidade do mercado, pois buscamos sempre por novas soluções e geração de negócios para startups e indústrias”, explica.

O Programa possibilita ainda a conexão das startups participantes com grandes players do setor. Os empreendedores terão a oportunidade de receber orientação de indústrias-madrinhas, como Usiminas, Anglo American, Vale, Gerdau, RHI Magnesita, Fiat Chrysler (FCA), além de possibilitar o acesso à rede da FIEMG, que conta com mais de 15 mil indústrias.

Para conhecer as selecionadas do FIEMG Lab 4.0, basta acessar fiemglab.com.br

Cinco dicas para se sair bem em entrevistas por vídeo em casa

Nos últimos meses, participar de processos seletivos online e entrevistas por vídeo tornou-se comum. Porém, mesmo que a seleção aconteça em casa, de maneira remota, é fundamental estar preparado e checar que tudo corra de forma segura.

Pensando nisso e com o objetivo de orientar candidatos a terem uma boa performance durante a entrevista, Ronaldo Bahia, CEO e fundador da JobConvo (https://www.jobconvo.com/pt-br/) – startup de recrutamento, seleção e admissão digital, por meio de inteligência artificial – dá cinco dicas de como se portar durante uma entrevista por vídeo.

Conectividade e Ambiente:
Antes de começar a entrevista, é importante testar a conexão de internet e a câmera do computador. Um dos principais problemas que acontece em entrevistas online são técnicos – desde o sinal da internet à câmera do computador do candidato apresentam falhas de sinal.

Procure um ambiente confortável, quieto e com boa iluminação e sinal de internet, que não desvie a sua concentração e nem a do entrevistador. Lugares com ruídos de barulhos tiram a atenção do recrutador e candidato, além de atrapalhar o andamento da conversa e entendimento do entrevistador sobre as respostas dadas.

Pontualidade:
Um dos erros mais comuns que acontece é em relação à pontualidade na entrevista e isso causa uma má impressão sobre o candidato. Ficar online, cinco minutos antes de iniciar a entrevista ajuda a se preparar para o bate-papo e evitar possíveis imprevistos.

Conheça a empresa:
Estudar sobre a empresa e elaborar perguntas para o recrutador, independente se a entrevista é online ou presencial, é fundamental e causa boa impressão.

Ao se candidatar para uma posição em uma empresa, pesquise sobre valores e cultura, mercado de atuação, concorrentes, etc. Este é um momento importante para tirar dúvidas, porque o candidato também está avaliando se esse é a melhor empresa para trabalhar. Atitudes assim demonstram o interesse do candidato sobre a empresa e a vaga desejada.

Objetividade e respeito ao recrutador:
Ser claro e objetivo nas respostas, respeitar o tempo de fala do recrutador, sem interrompê-lo, para depois o candidato colocar seus pontos às perguntas realizadas é importante e causam boa impressão.

Vestimenta:
Mesmo que o processo acontece em casa, é importante nos arrumarmos para receber uma ligação online. É importante pensar como se estivesse indo para a empresa fazer a entrevista, como você iria vestir-se? Vista-se para impressionar!

OTAWA Health desenvolve solução baseada em IA para detectar manchas típicas de Covid-19 em radiografias

Uma aplicação prática de Inteligência Artificial capaz de analisar radiografias de pulmão e detectar padrões visuais de COVID-19, agilizando assim a triagem de pacientes: este é o resultado das pesquisas e testes desenvolvidos pela OTAWA Health, cujo projeto foi um dos selecionados pelo IdeiaGov, hub de inovação que traz soluções de mercado e da sociedade para enfrentar os desafios do Governo do Estado de São Paulo.

O projeto-piloto está em andamento no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Conforme explica Paulo Gusmão, Cofundador e CEO da OTAWA Health, a solução recebe automaticamente, em um servidor PACS na nuvem, as imagens radiológicas enviadas pelos equipamentos de raio-X do Hospital das Clínicas e dos hospitais parceiros. Depois disso, a rede neural criada pela OTAWA Health , determina quais são as radiografias de tórax, realiza a análise das imagens e as classifica com Sim ou Não de acordo com a presença de alterações radiológicas sugestivas para covid-19. Atualmente, a rede neural apresenta um AUC 0,93 com 90,0% de sensibilidade e 85,6% de especificidade, e um tempo médio de resposta ao redor de 15 segundos.

“O principal impacto deste projeto é a definição de um processo de triagem de pacientes com sintomas da doença nas emergências dos hospitais, com grande probabilidade de acerto, utilizando para isso apenas aparelhos de raio-X já existentes na grande maioria dos hospitais, clínicas e postos de atendimento espalhados pelo Brasil e pelo mundo”, diz Paulo Gusmão.

Além do servidor PACS (Picture Archiving and Communication System, em português, Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens) na nuvem pronto para receber as imagens enviadas pelos hospitais, a OTAWA Health também desenvolveu um aplicativo móvel que permite aos médicos tirar fotos das radiografias de tórax e enviar para a análise pela rede neural com um simples toque na tela. Apesar deste aplicativo não estar fazendo parte do projeto-piloto, para o executivo, o aplicativo móvel tem grande utilidade para médicos que estejam atuando em áreas com baixos recursos, com equipamentos de raios-X mais antigos e sem conexão à internet, e carentes de médicos radiologistas trazendo benefícios significativos para a saúde da população. “Nossa plataforma de IA já possui interface em Português, Inglês e Espanhol, pois os problemas que existem aqui também existem em diversos outros países em desenvolvimento. Além de salvar vidas, o sucesso deste projeto de IA implica em menos desgaste dos profissionais de saúde e seu consequente aproveitamento em outras atividades mais estratégicas”, afirma o executivo.

A expectativa é que, ao término do projeto-piloto, a solução possa efetivamente começar a ser utilizada por hospitais em todo o Brasil, uma vez que a pandemia continua presente e a segunda onda já acontece em diversos países.

Fluke anuncia novo Diretor Geral América Latina

A Fluke , líder global em tecnologia portátil de teste e medição, anuncia Luiz Ribeiro como novo Diretor Geral da companhia para a América Latina. O executivo será responsável por toda operação da Fluke na região. Ribeiro possui sólida experiência na direção geral de grandes empresas e no segmento industrial.

A Fluke atua em mais de 10 países da América Latina. No Brasil, a companhia conta com uma equipe de 70 distribuidores , mais de 2.000 produtos comercializados e 200 pontos de vendas. O mercado brasileiro figura entre os prioritários para a multinacional americana entre os países emergentes, onde a companhia está presente com os seus principais produtos e soluções. A Fluke pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US﹩ 6.2 bilhões.

Luiz Ribeiro é Engenheiro Mecânico e de Manufatura pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), concluiu MBA pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), especialização da USP e trabalhou em empresas do Grupo Fortive e Danaher durante sete anos. Antes de ingressar na Fluke, o executivo atuou como General Manager da plataforma de automação e sensores da Fortive na empresa SPTech, Kollmorgen e Danaher Sensos and Control. Também acumulou experiência em diferentes negócios, incluindo automação e sensores, motores a diesel, eletrodomésticos, cadeiras de rodas e metrôs.

Bradesco é o primeiro banco privado a aderir ao gov.br

Uma parceria do Bradesco com o Governo Federal possibilitará aos clientes utilizarem a autenticação do Banco para acessar os serviços digitais oferecidos pelos Governos Federal, Estaduais e Municipais que estão integrados no portal gov.br. A novidade já está disponível.

O Bradesco é o primeiro banco privado a oferecer esse tipo de serviço. A iniciativa facilita o acesso dos clientes do Banco aos mais de 2.400 serviços digitais disponíveis no Portal do Governo e que podem ser utilizados remotamente. “O pioneirismo em conceber soluções de ponta é uma das marcas ao longo de nossa história. As novas funcionalidades tecnológicas são absorvidas e utilizadas pelo Bradesco com o objetivo de direcionar sua aplicação em conveniência e facilidade a serviço do cliente”, afirma José Gomes Fernandes, Diretor de Segurança Corporativa do Bradesco.

Hoje, 63% dos 3,9 mil serviços do governo brasileiro já estão totalmente digitalizados e podem ser resolvidos remotamente, seja pelo celular ou computador. “A facilidade e a simplicidade com que os clientes do banco passam a acessar os serviços do governo federal é o diferencial com que trabalhamos nesta ação e desejamos expandir ainda mais. Os clientes do Bradesco agora não precisam memorizar novos login e senha ou, ainda, fazer cadastros adicionais para acessar todos os serviços disponibilizados pelo Governo. Queremos o governo cada vez mais integrado, na palma da mão dos brasileiros, como definimos na Estratégia de Governo Digital 2020-2022 e como estamos aplicando nesta ação”, ressalta o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade.

Tendo como base a rigorosa política de segurança que o Bradesco adota para proteção das informações de seus clientes, o acesso via conta será usado somente se o cliente autorizar – e essa autorização pode ser cancelada a qualquer momento. Ao autorizar, o Governo só terá acesso ao nome e CPF do cliente e não aos dados da conta bancária.

Confira o passo a passo:

• O Cliente deverá acessar o site gov.br, escolher o serviço desejado, e clicar no ícone do Bradesco;

• Neste momento, será preciso informar o número da Agência e conta, fazer a validação digital com o QR Code e digitar a senha de 4 dígitos;

• Antes de finalizar, o cliente deverá ler e concordar com o termo de uso e, por fim, clicar em “Autorizar” para realizar o acesso.