Page

Author admin

Xerpay lança serviço que possibilita o acesso adiantado ao 13º salário

Após ver a quantidade de saques relativos ao adiantamento de salários dar um salto em março, por conta da crise causada pela pandemia do coronavírus, o Xerpay está lançando uma nova possibilidade: ter acesso ao 13º referente aos meses em que o colaborador já trabalhou no ano.

O app, que permite o adiantamento de salário dos dias já trabalhados no mês, antes da data de pagamento, já tinha isentado quatro saques para cada colaborador logo no início da crise, com o objetivo de ajudá-lo em um período de incertezas e um cenário econômico tão instável. A quantidade de saques, que já crescia desde janeiro (129% de janeiro para março), deu um salto grande no primeiro mês da crise, o que fez a equipe reforçar a percepção de que o produto era um aliado do trabalhador, diante do cenário atual.

De acordo com Gustavo Molina, CRO da startup, essa é mais uma iniciativa para evitar que os 25 mil profissionais das 40 empresas que contrataram o serviço caiam em dívidas. “Vivemos em um momento no qual muitas emergências acabam surgindo e muitas pessoas não dispõem de reserva financeira. Enxergamos no 13º a possibilidade do funcionário acessar um dinheiro que já é dele”, pontua o executivo.

Para ter acesso ao novo serviço, o colaborador de uma empresa, que possui o Xerpay como benefício, acessa o aplicativo e já na primeira tela verá a função de saque do 13º. Ele terá a visibilidade do valor ao qual tem acesso (quantidade de meses trabalhados no ano), da tarifa aplicada pelo saque, que varia de acordo com o valor (mas que chega a ser 4 vezes menor do que se ele estivesse tendo acesso a esse mesmo valor, através de um banco), e transfere o valor para sua conta.

Além disso, pensando no momento de distanciamento social e trabalho remoto, os integrantes da equipe de RH das empresas que possuem o Xerpay podem agora disparar notificações push em tempo real para os colaboradores. “A ideia é que seja um canal de comunicação direto para facilitar a conversa do RH com os funcionários, para que dialoguem sobre planos, políticas da empresa ou qualquer outro anúncio, rapidamente, por meio da plataforma do Xerpay”, finaliza Molina.

Brasil tem 424 milhões de dispositivos digitais em uso, revela a 31ª Pesquisa Anual do FGVcia

O Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) revela que há 424 milhões de dispositivos digitais – computador, notebook, tablet e smartphone -, em uso no Brasil. Esse dado integra a 31ª Pesquisa Anual do FGVcia, estudo anual que apresenta um amplo retrato do mercado de Tecnologia de Informação. Nesta edição, contou com uma amostra de 2.622 médias e grandes empresas.

A pesquisa aponta que hoje vende-se 4 celulares por televisão, 1 televisão por computador, tanto no Brasil, Estados Unidos e no mundo. “Através dos resultados divulgados, podemos observar que está cada vez mais comprovado o processo de Transformação Digital das empresas e da sociedade. A quantidade de computadores em uso no Brasil também nos traz um dimensionamento da importância da tecnologia”, revela Fernando Meirelles, coordenador do estudo. O professor da FGV EAESP ainda complementa que atualmente são 190 milhões de computadores – desktop, notebook e tablet -, em uso no país. “Esse volume corresponde a 9 computadores para cada 10 habitantes, 90% per capita”.

O volume de venda anual de computadores em 2019 foi de 12 milhões (-3%), essa é a mesma quantidade de 2016 e 2017, metade do pico de 2013. “O aumento do trabalho em home-office apresenta uma tendência no aumento no uso e venda de computadores”, revela Meirelles.

Em relação à quantidade de smartphone, a pesquisa aponta que permanece com mais de 1 por habitante em uso no Brasil. Ao todo, são 234 milhões de celulares inteligentes (smartphones). Ao adicionar notebooks e tablets, são 342 milhões de dispositivos portáteis em junho 2020, ou seja, 1,6 dispositivo portátil por habitante.

Segundo o professor, outra observação importante é a preocupação das empresas em tecnologia, uma vez que o gasto e investimento em TI cresceu para 8% da receita das empresas. “O custo anual de TI por usuário atingiu R﹩ 52 mil. Esses são os gastos e investimentos em TI em 2019, dividido pelo número de usuários da empresa, sem economia de escala, cresce com o tamanho da empresa”.

Na análise de Sistemas Integrados de Gestão (ERP), da TOTVS, SAP e Oracle detêm 77% do mercado, sendo a TOTVS na liderança no total e nas empresas menores, já nas grandes organizações, a SAP ocupa o topo do ranking. Na categoria de usuário final, a Microsoft continua dominando, várias com 90% do uso.

Já a Inteligência Analítica (BI – Business Intelligence and Analytics) continua responsável por boa parte do lucro de vários fabricantes, entre eles: SAP, Oracle, TOTVS, Microsoft, Qlik e IBM, que, nesta ordem, são líderes desse segmento com 91% do mercado.

O que chamou a atenção na pesquisa

• Transformação digital será antecipada e acelerada em 2020: o smartphone domina usos, como bancos e mídias sociais. Uma ruptura já visível na migração para o uso de dispositivos digitais, sendo antecipada pelo isolamento e pandemia, ensino e trabalho a distância vão deixar marcas permanentes.

• O uso e os gastos e investimentos em TI nas empresas continuam crescendo e aumentando o seu grau de maturidade e a sua importância para os negócios, mesmo com a economia retraída.

• Os principais projetos de TI são: Inteligência Analítica (Analytics), “novo” ERP, Implementação e Integração. Nas grandes, aparece também: Governança de TI, Inteligência Artificial e IoT (Internet das Coisas). No início de 2020, o maior foco foi para o trabalho remoto e depois deverá ser a Transformação Digital.

O FGVcia é considerado um centro de referência na área e traz em suas pesquisas números inéditos e interessantes, retratando o cenário atual e as tendências desse ambiente, sendo uma valiosa contribuição para os meios empresariais e acadêmicos. Um resumo dos resultados está disponível em: www.fgv.br/cia/pesquisa.

Com aumento nas compras online, app EBANX Track ultrapassa os 150 mil downloads

O app do EBANX Track acaba de ultrapassar a marca de 150 mil downloads, número que só cresce. Lançado em fevereiro pelo EBANX, o aplicativo é gratuito, está disponível em português e espanhol para sistemas iOS e Android, e rastreia pacotes do mundo todo, facilitando o acompanhamento das entregas por parte dos usuários no Brasil e em outros países da América Latina.

O app ganhou ainda mais destaque como serviço durante a quarentena, quando boa parte da população não está saindo de casa e vários comércios estão com as portas fechadas ao público por causa das medidas de distanciamento social adotadas. Tanto o e-commerce nacional quanto o internacional se fortaleceram como uma alternativa para as pessoas comprarem sem ficarem expostas à Covid-19.

Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), realizada em parceria com a Konduto, o consumo de produtos pela internet aumentou cerca de 47% durante o mês de abril deste ano.

Brasileiros também estão movimentando sites internacionais para compras durante a quarentena: pesquisa lançada no final de maio pelo EBANX mostra que mais da metade (52,3%) das pessoas que gastavam em média até R$ 60 no e-commerce internacional antes da Covid-19 preveem que vão manter ou aumentar os gastos nesses sites enquanto a pandemia durar. O número é muito representativo considerando que brasileiros com esse ticket médio representam 40% de todos os 1.525 respondentes do levantamento para o estudo.

No México, as previsões são de que o e-commerce crescerá 60% neste ano, também impulsionado pelas medidas de distanciamento social. Os dados apontam para mudanças e fortalecimento de hábitos durante a pandemia do novo coronavírus.

App já rastreou mais de 125 mil pacotes

Desde o seu lançamento, o aplicativo EBANX Track já rastreou mais de 125 mil pacotes de usuários do Brasil e de outros países da América Latina. Utilizando o código de rastreio, fornecido pelo transportador ou site em que a compra foi feita, é possível acompanhar em tempo real o trajeto da encomenda, desde o pedido até a entrega, em qualquer lugar do mundo. A versão em espanhol já contabiliza mais de 35 mil downloads.

O app do EBANX Track envia notificações sobre as movimentações do pacote ao usuário, que consegue monitorar várias encomendas ao mesmo tempo e atribuir um nome a cada uma delas – por exemplo, “fone de ouvido do site X”, ou “presente de Dia de Dia dos Pais”.

Além disso, também informa se o pacote for submetido ao pagamento de taxas alfandegárias como o despacho postal, que é cobrado pelos Correios no Brasil em algumas encomendas internacionais. Nesses casos, o app direciona o usuário para o site de pagamento.

O app é uma extensão do site EBANX Track, que está no ar desde junho de 2019, já atendeu mais de 4,2 milhões de pessoas e tem conexão com mais de 600 transportadoras em todo o mundo, tendo rastreado mais de 3,6 milhões de pacotes. Juntos, o site e o aplicativo do EBANX Track têm um fluxo diário de aproximadamente 30 mil acessos, chegando a 50 mil, de usuários do Brasil e de outros países da América Latina que buscam rastrear suas encomendas.

BTX Digital lança o FeComércio Bank

A transformação do mercado econômico em oferecer serviços digitais está em alta, principalmente, sob a criação de novos sistemas bancários. Pensando nisso, a BTX Digital – empresa especializada em criação, construção e manutenção de digital banks para médias e grandes organizações – lança o FeComércio Bank com a proposta de desenvolvimento sustentável do comércio de bens, serviços e turismo.

A operação do FeComércio Bank teve início no Ceará, estado nordestino brasileiro, em maio, atendendo pessoas físicas e jurídicas do segmento. Segundo Rafael Pimenta, CEO da BTX Digital, o investimento é de 135 milhões de reais em 3 anos. “Aplicamos o valor estimado em capex e opex para construção e eficiência da plataforma. Desejamos torná-la mais acessível em relação aos investimentos e empréstimos de empresas participantes ou àquelas que pretendem vincular na instituição”, afirma.

Com previsão de expansão gradual a outros estados, o FeComércio Bank promete reduzir custos e fidelizar clientes através dos benefícios ofertados. A expectativa está focada no acúmulo de pontos da utilização do sistema bancário, podendo ser trocadas por serviços do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), os braços social e educativo do sistema FeComércio.

Algumas parcerias foram implementadas para melhorias do banco digital. De acordo com Pimenta, haverão ajustes na plataforma ao longo do ano. “Aproveitando o incentivo do mercado em buscar novas soluções de aceleração comercial, faturamento e custo reduzido, a iniciativa é voltada a sustentabilidade das empresas”, comenta.

No comparativo de outros bancos digitais evidenciam uniões entre empresas do próprio FeComércio bank, trazendo um ecossistema de autoconsumo e taxas mais baixas dentro da média dos bancos digitais. Sendo assim, o processo de rentabilidade é contínuo, promovendo novas perspectivas no segmento e usuários fixos.

Na crise, escolha o intraempreendedorismo e faça uma transformação cultural profunda

Por Marina Mendonça

Desde que foi declarada a pandemia, poucos assuntos têm conseguido chamar mais nossa atenção do que os números relacionados às contaminações pela covid-19 e as previsões depois que tudo isso “passar”. Dentro das empresas, vários gestores estão sofrendo todo tipo de pressão e com isso buscam a melhor resposta para lidar com as consequências da pandemia. Notamos uma centena de pesquisas e tentativas de entender do que as empresas precisarão ou o que elas já têm feito nesse momento. Fato é que, sejamos nós pesquisadores, colaboradores, gestores ou empreendedores, todos os dias somos inundados por perguntas, análises e muitas especulações.

Há um bom tempo já se discutem os desafios para a gestão de pessoas, que se tornam cada vez maiores. Contudo, acreditamos que esses desafios ficaram gigantes nesse cenário de isolamento social, considerando: (i) a necessidade imediata de uma liderança remota e que já é realidade em algumas empresas; (ii) a necessidade de um rigoroso processo de segurança comportamental e seus desafios de engajamento; (iii) o ambiente organizacional que se torna um lugar de incertezas profundas e constante mudança; (iv) os impactos da pandemia na saúde mental das pessoas.

Não é difícil pensar que diversas empresas estão ou estarão enfrentando situações muito similares, visto que essa é uma situação global. E fato é que o momento vem deixando mais urgente e mais evidente algo que já defendemos há algum tempo: a necessidade de transformação cultural das empresas. As empresas não encontrarão mais formas para driblar a situação e não poderão adiar iniciativas mais estratégicas que buscam essa mudança de cultura. Precisam desenvolver logo uma cultura que possa acolher as novas demandas das pessoas e, também, desenvolver habilidades que auxiliam no enfrentamento de tantas dificuldades.

E você pode estar se perguntando: Mas por onde devemos começar? Talvez começar pelo óbvio não seja uma má ideia. Numa visão macro, isso poderia ser pensar em formas de redução de custos, aumento de receitas e, especialmente, em desenvolvimento humano. Nessa linha, programas de intraempreendedorismo para inovação passam a gerar valor para os gestores e podemos explicar muito bem o porquê desse fato. Mas por onde devemos começar?

Intraempreendedorismo: uma boa estratégia para enfrentar a crise

Antes mesmo de se instalar o pânico gerado pelo novo coronavírus, antes mesmo de enfrentarmos essa recessão global, várias organizações já tiveram suas crises particulares ou se viram numa situação em que desejaram mudar as estratégias e inovar. Schumpeter, um dos maiores economistas de todos os tempos, foi pioneiro em defender a ideia de que o desenvolvimento econômico mantém relações estreitas com a inovação. Interessante é que ele defendia também que a inovação, por sua vez, mantém relações estreitas com o empreendedorismo e com o empreendedor.

E, sim, as empresas vão precisar de inovação de todos os tipos e poderão chegar a esse resultado criando condições para que seus colaboradores construam e realizem ideias empreendedoras. Ideias que possam atender às necessidades da empresa, mas que também possam explorar oportunidades nem identificadas. Logo, fica mais fácil concluir que o intraempreendedorismo poderia se apresentar mais do que nunca como uma alternativa bastante promissora para esse momento, certo? Então, veja abaixo alguns dos resultados que são comuns nesses projetos e que ajudam a explicar a relação com a inovação:

(i) desenvolvimento de competências empreendedoras: para realizar as ideias empreendedoras, as pessoas desenvolvem algumas habilidades específicas de quem está empreendendo. Além disso, aprendem muito sobre metodologias ágeis para modelagem de negócios e acessam ferramentas para identificar, realizar e gerir a inovação.

(ii) melhorias de processos: mais do que solucionar problemas já identificados pelas empresas, é muito comum que nos projetos de intraempreendedorismo surjam oportunidades ainda nem identificadas e que podem gerar muito valor. Isso acontece porque as metodologias não são focadas apenas em desenvolver a melhor solução, mas também em conhecer a fundo os problemas.

(iii) identificação de novas oportunidades: outro ponto importante é que as empresas aprendem mais sobre como encontrar e explorar novos mercados para soluções desenvolvidas. Boa parte do objetivo desses projetos é conhecer melhor o cliente e o que tem valor para ele.

Todos esses resultados vão acontecer nos programas de intraempreendedorismo e, certamente, vão gerar impactos interessantes para que o negócio enfrente seus desafios na crise – ou fora dela. Entretanto, existe um ponto que é muito importante sobre esses programas e que, talvez, nem todas as empresas conseguem perceber, que é: uma coisa é a empresa executar um programa de intraempreendedorismo, outra coisa, é ela realizar um processo de transformação para ter uma cultura mais empreendedora. E se a empresa não se atentar para isso podem acontecer efeitos colaterais, tais como: (i) após o fim do programa, acabam as iniciativas de inovação; (ii) haverá resultado, mas não alcançará a expectativa e as necessidades da empresa.

Ou seja, o melhor do intraempreendedorismo é quando ele muda sua cultura e prepara a empresa para momentos de crise. Um programa de intraempreendedorismo mais estratégico, além de buscar iniciativas inovadoras, será aquele desenhado com o foco no desenvolvimento empreendedor de todos seus colaboradores. É assim que as organizações podem se aproximar cada vez mais do que elas realmente precisam: ter uma cultura mais empreendedora.

O intraempreendedorismo não deve ser encarado como um programa específico, mas sim como uma prática cultural, como processos integrados que são perenes e transversais. Ele deve mudar a forma das pessoas pensarem, sentirem e agirem, e, a partir disso, alcançarem resultados mais eficientes, mais sólidos e de maior impacto.

Compreender e mudar o comportamento das pessoas é muito desafiador, em especial, quando tratamos de processos de mudanças em que os novos padrões de comportamento precisam ganhar força suficiente para substituir os padrões antigos. Ao longo do tempo, tivemos a oportunidade de desenhar vários desses programas e testamos várias abordagens. Nesse sentido, definitivamente, podemos afirmar que os métodos mais eficientes foram aqueles em que:

(i) cuidamos das pessoas: entendemos quem elas eram, suas histórias e suas experiências, seu momento psicológico e emocional, e também como elas percebiam a transformação para inovação; projetos que levam em consideração a experiência das pessoas, promovem mais engajamento e mais motivação.

(ii) envolvemos maior diversidade de pessoas: assim como a inovação o intraempreendedorismo se beneficia de diversidade, seja hierárquica, seja de experiências, seja de características individuais.

(iii) focamos em processos de desenvolvimento: é preciso criar metodologias focadas em desenvolver as pessoas e não somente nos resultados. Quando focamos no resultado não garantimos que as pessoas estão aprendendo e que elas poderão reproduzir isso. Mas quando focamos na aprendizagem, as pessoas passam a estar mais preparadas para qualquer desafio e o resultado é contingente e contínuo.

Isso tudo é para provocar a reflexão de que intraempreendedorismo não deveria ser entendido apenas como uma estratégia de negócio ou como mais uma alternativa para sua empresa sobreviver à crise, essa é uma visão míope. Um programa de intraempreendedorismo, se for realizado considerando todos os pontos discutidos anteriormente, pode promover soluções inovadoras para os negócios, uma mudança na cultura das empresas e, ainda, desenvolver nas pessoas habilidades importantes para situações de grandes dificuldades. E isso só acontece, aos poucos, degrau por degrau, dentro de um conjunto de ações muito bem geridas e entrelaçadas. Por isso, antes de realizar o seu programa de intraempreendedorismo, fique atento e reflita bastante se o que sua empresa quer é um projeto pontual ou uma empresa mais empreendedora.

Marina Mendonça, sócia e Diretora de times e cultura na Troposlab

TIVIT se torna Google Cloud Premier Partner

A TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, anuncia ter se tornado um Google Cloud Premier Partner. Essa designação reconhece a competência técnica, a experiência e o impacto com clientes da TIVIT.

“Ser um Premier Partner de Google Cloud demonstra o sucesso dos nossos esforços e nos deixa muito orgulhosos, uma vez que essa conquista também significa que temos profissionais ainda mais capacitados a gerenciar os ambientes dos nossos clientes”, afirma André Frederico, Diretor Executivo & Head de Cloud Solutions da TIVIT.

Para obter a designação, a TIVIT realizou ações focadas em Google Cloud nos últimos meses. Houve capacitação e certificação em Google Cloud de grupos de colaboradores em áreas como engenharia e arquitetura de nuvem. Além disso, a TIVIT apresentou três histórias de sucesso com clientes que comprovam sua expertise com a tecnologia: as migrações para Google Cloud do Grupo Malwee, um dos principais nome da indústria têxtil no Brasil , da Serttel , empresa pernambucana de mobilidade , e também da maior empresa farmacêutica do Brasil.

Com o reconhecimento Premier Partner, a TIVIT continua a oferecer ao mercado um trabalho de ponta a ponta, com consultoria, implementação de soluções em parceria com Google Cloud, além da gestão dos serviços de tecnologia.

O trabalho é feito por sua unidade de negócios de Cloud Solutions, um dos principais focos de crescimento da organização, com o objetivo de apoiar companhias na América Latina e em outros países em suas jornadas de transformação digital.

Por ter times experts em lidar com projetos pontuais de nuvem, porém críticos para o negócio ou para a TI, assim como ter habilidade de desenvolver planos de longo prazo que sejam aderentes às necessidades do negócio e com custos controlados, a TIVIT reforça a sua presença no mercado de cloud.

Os resultados da unidade de negócios de Cloud Solutions registraram um crescimento de15% em 2019. Para nuvem pública, especificamente, o crescimento foi de superior a 200%.

A designação Google Cloud Premier Partner serve como norte para empresas que estejam à procura de parceiros qualificados para projetos digitais. O novo reconhecimento se soma ao certificado de expertise em migração SAP, que a TIVIT já havia obtido com Google Cloud. “Nossa parceria com Google Cloud é sólida e nos permite usar a nuvem para habilitar cada vez mais empresas a alcançar a escalabilidade e a flexibilidade que o mercado demanda”, reforça Frederico.

Startup lança dispositivo para higienização das mãos com álcool em gel em espaços coletivos

A pandemia da Covid-19 incluiu um novo e necessário hábito na rotina das pessoas: higienizar frequentemente as mãos com álcool em gel. Para garantir que esse cuidado possa ser realmente tomado, especialmente em locais com maior circulação de pessoas, a startup bento-gonçalevence Icehot desenvolveu um dispositivo extremamente oportuno: o FácilGel.

O equipamento disponibiliza pequenas porções do desinfetante para que a pessoa possa fazer a esterilização das mãos de forma prática e segura: o acionamento que libera o álcool em gel é feito por meio de um pedal. Dessa forma, evita qualquer contato manual com o aparelho. Esse diferencial é mais uma garantia de proteção contra o vírus.
Idealizado no formato vertical, o dispenser tem aproximadamente um metro de altura e dez centímetros de largura, dimensões que permitem a instalação em qualquer local. Sua estrutura de base e pedal são feitas em aço carbono, e o corpo é fabricado em plástico – aumentando a durabilidade, com seis meses de garantia por parte do fabricante, e facilitando a mobilidade. Não é necessária conexão com pontos de energia elétrica para o funcionamento do equipamento. O sistema tem capacidade para atender até cinco mil aplicações por carga – sua capacidade permite armazenar três litros de álcool em gel.

“As aplicações do FácilGel são inúmeras: em indústrias, para facilitar a higienização de colaboradores em espaços comuns, em estabelecimentos comerciais como lojas e restaurantes, e em qualquer ponto onde haja circulação de pessoas. É uma forma prática e inteligente de atender ao cumprimento de uma norma que beneficia a todos”, explicam os idealizadores Alex Oliveira e Samuel Panta.

Já disponível para encomenda, as empresas interessadas podem aproveitar a oferta de lançamento e adquirir o FácilGel por R$ 289,00 a unidade. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail atendimento@facilgel.com ou no sitewww.facilgel.com.br.

 

Divulgação FácilGel

Intelbras inaugura maior usina fotovoltaica em telhado do Sul do Brasil

Prezando pela eficácia e otimização da produção de sua energia elétrica, usina solar dá maior autossuficiência energética à nova filial da empresa

Teto com mais de 4 mil módulos fotovoltaicos instalados
Investindo em uma expansão sustentável, a Intelbras, indústria brasileira desenvolvedora de soluções tecnológicas, inaugura sua nova filial em São José (SC), cidade onde também fica a sede da empresa. A principal marca dessa grande obra é a sua usina fotovoltaica instalada no teto do pavilhão, com uma geração elétrica estimada para 1739MW/h para este ano.

A nova fábrica possui 46 mil m², o dobro da área da matriz, e conta com 8.238 m² de cobertura de filtros e painéis solares instalados, tornando-se, segundo órgãos como CELESC (Centrais Elétricas de Santa Catarina) e ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a maior usina fotovoltaica em telhado do sul do País. Esse perímetro permitirá reuso de parte do consumo elétrico de todo o local.

Benefícios

Para se ter uma ideia da geração de energia realizada, a estrutura tem capacidade para abastecer, por exemplo, aproximadamente 725 casas populares com um consumo médio de 200 kW/h/mês por residência, o que dá uma estimativa de cerca de 923 toneladas de CO2 extirpados da atmosfera, deixando assim mais de 6,5 mil árvores livres para processar o gás carbônico de outras produções industriais, contribuindo para a melhora das condições ambientais da região metropolitana de Florianópolis e a preservação de animais e plantas.

Para o gerente da Unidade de Energia da Intelbras, Márcio Osli, as novas instalações são um divisor de águas para o crescimento consciente da empresa: “Somos uma empresa inovadora que atende a seus clientes, parceiros e consumidores com facilidades em tecnologia de última geração e ao alcance de todos. Por isso temos buscado investir em novos negócios, sendo um deles a energia solar e suas tecnicidades. Hoje já conseguimos suprir demandas de soluções de baixa à alta complexidade, produzindo soluções fotovoltaicas de altíssima qualidade. Agora, aplicamos isso tudo dentro de nossa própria casa”, afirma o executivo.

Equipamentos e tecnologias

Além de uma produção energética exitosa, todos os equipamentos fotovoltaicos utilizados no processo são da marca Intelbras, provando ser possível colaborar para a construção de um planeta mais limpo, sustentável e econômico. O telhado possui potência de 1,35 MWp, 4.119 módulos de 330W em modelo EMS 330P (imagem), 20 inversores EGT 60000 MAX e três inversores EGT 15000 MAX.
“A usina fotovoltaica possui três inversores de 15Kw e 20 inversores de 60Kw do modelo EGT, todos com a marca Intelbras. Os de 60Kw têm 6MPPts são independentes, o que facilita toda a redistribuição da energia gerada, ocasionando uma alta eficiência e performance constante de toda a planta”, contou Adilson Brunel, engenheiro da Intelbras responsável pela aplicação da obra.

Execução

O projeto de engenharia foi realizado em 80 dias de instalações e envolveu a colaboração de mais de 900 profissionais de diversas áreas. O operacional contou com a parceria da Setta Sul, integrador e revendedor de inovações energéticas catarinense. A empresa foi escolhida para dar suporte técnico e consultoria sobre os detalhes da construção. Prezando pela eficácia durante todo o projeto, o resultado foi uma estrutura de grande qualidade e padrão técnico.

Inovação

Altair Silvestri, Presidente da Intelbras, enalteceu a ousadia de toda a companhia em apostar em uma área com tanto potencial de crescimento e que auxilia a vida das pessoas e do meio ambiente: “Inovação faz parte do DNA Intelbras, investimos 6% de nosso faturamento em pesquisa e desenvolvimento, o que resulta em soluções de alta tecnologia. Portanto, nada mais natural do que aplicar os resultados de tamanho esforço em nossa própria infraestrutura”, comenta. “Entramos no mercado de energia solar no final de 2018, sendo assim o nosso novo parque fabril só poderia ser alimentado energeticamente com os nossos equipamentos e soluções inovadores. Isso demonstra nosso comprometimento com o meio ambiente e com soluções sustentáveis de energia”, finaliza.

Confira vídeo com mais detalhes da construção e geração de energia no link: http://youtu.be/Vl9KyqddUTE

Digibee recebe aporte de US$ 5 milhões e investe em expansão para os EUA

Receber um aporte de US$ 5 milhões, investir na expansão internacional e somar mais de 90 clientes de grande porte, em plena pandemia, é um feito e tanto. Pois a Digibee, scale-up brasileira de tecnologia que atua na integração de sistemas, está crescendo exponencialmente, em meio a um cenário em que muitas empresas ainda tentam sobreviver. Sediada no Cubo Itaú, com 50 funcionários, vem se destacando nesse momento de transformação digital, num mercado dominado por empresas americanas.

Após uma rodada de investimentos que começou no fim do ano passado e foi concluída em março, em plena crise econômica, a scale-up, há apenas 3 anos no mercado, soma grandes clientes como Dasa, RedeD’Or, Santander, Makro, Assaí Atacadista, Pernambucanas, Canon, Totvs e Accenture, entre outros. A Digibee criou uma plataforma (Hybrid Integration Platform) que simplifica a integração de sistemas de ponta a ponta – uma questão sempre complexa em tecnologia –, com uma velocidade até 10 vezes mais rápida e mais eficiente que as abordagens tradicionais.

“Apesar da pandemia, tivemos em 2020 o melhor trimestre da história da Digibee e estamos mantendo a expectativa de crescer quatro vezes em faturamento este ano. Com o trabalho remoto, notamos um aumento de 25% na produtividade, resultando em maior velocidade de entrega e mais qualidade. Oferecemos uma redução significativa de custos para nossos clientes que pode chegar a 90% “, conta Rodrigo Bernardinelli, CEO da Digibee. Entre os investidores deste aporte estão o grupo GAA Investments, sediado na Flórida (EUA) e o executivo Laércio Albuquerque, com 25 anos de experiência em empresas multinacionais de TI.

“O GAA Investments apostou desde o início na Digibee, quando fizeram a primeira rodada de investimentos em nossa empresa, junto com o Paulo Veras, fundador da 99 Taxi. Já a entrada do Laércio Albuquerque como investidor é impactante, pois, como parte do conselho consultivo, ele promoverá a Digibee em ações sociais, tão essenciais hoje, além de toda a experiência e o relacionamento próximo com o setor de tecnologia B2B”, pontua o Bernardinelli.

Multiplicando a aposta

Para Geraldo Neto, cofundador do GAA Investments, “aquele time que a gente apostou, há um ano e meio, atingiu um crescimento absurdo. A gente está sonhando alto com a Digibee, com essa bandeira que está sendo fincada nos Estados Unidos”, ressalta.

Laércio Albuquerque explica o investimento na Digibee pelo potencial de movimentos ainda mais ambiciosos, depois de consolidar a operação nos EUA, como abrir capital num IPO. “É a tecnologia brasileira ganhando espaço no mercado internacional. Com o novo aporte, terá ainda mais recursos para operar com força máxima nos próximos anos”, avalia.

Segundo o CEO da Digibee, a crise econômica demonstrou que a plataforma é uma alternativa viável para projetos de tecnologia que precisam ser otimizados. “Capacidade de entrega e simplicidade é o que estamos oferecendo aos clientes neste momento de turbulência. Nosso foco é em grandes empresas, com sistemas legados e ambientes complexos de TI. Trabalhamos para que saiam fortalecidas do grande desafio que vivemos hoje”, conclui.

Estudo inédito da Socialbakers revela mudanças e tendências nas redes sociais durante a pandemia

A Socialbakers, líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais, divulga novo relatório abrangente sobre as tendências no bilionário mercado de publicidade nas redes sociais. O estudo detalha o impacto da COVID-19 no marketing e as mudanças na publicidade paga em todo o mundo. Algumas das principais conclusões do relatório incluem um declínio no custo por clique (CPC) em regiões afetadas pela COVID-19 e um aumento significativo no tempo em que as pessoas ficam conectadas durante a pandemia global. O levantamento também mostra um aumento no envolvimento do público com influenciadores que publicam conteúdos considerados mais humanos, em oposição a conteúdo aspiracional ou com excesso de curadoria. Essas tendências oferecem às marcas a oportunidade de expandir seu alcance entre o público que está passando mais tempo online, com um custo potencialmente mais baixo para conteúdo patrocinado.

“Durante a pandemia, vimos o quão importante a mídia social se tornou e como é um local ideal para os consumidores descobrirem conteúdos. Enquanto o Facebook é a rede para notícias e informações, o Instagram é para ver lugares e coisas que as pessoas planejam ir e fazer quando puderem. E as pessoas estão gastando mais tempo nas redes sociais consumindo conteúdo, e, ao mesmo tempo, as marcas são forçadas a manter seus orçamentos em resposta à incerteza econômica”, afirma Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil. “Esses comportamentos abriram uma janela única de oportunidade para as marcas mais experientes ficarem próximas de seus clientes enquanto aumentam seu alcance e engajamento a um custo menor. E as pessoas querem sentir que suas marcas preferidas estão se envolvendo para ajudar nesse período de crise”.

Público passa mais tempo online

Com a prática do distanciamento social durante a pandemia, as pessoas estão passando mais tempo online, de acordo com dados da Socialbakers. Por exemplo, os fãs das páginas de marcas no Facebook da Europa passaram mais tempo online em março, durante todo o dia, em comparação aos meses anteriores. O horário de pico de acesso às redes sociais tem sido às 20h e a diferença foi ainda mais marcante durante os finais de semana, quando as pessoas geralmente ficavam fora de casa. Comparando fevereiro e março, o pico de utilização aumentou 13,2% nas noites de sexta-feira e 14,8% nas noites de sábado.

Oportunidade para as marcas obterem maior alcance com conteúdo patrocinado

Das seis regiões estudadas pela Socialbakers, cinco tiveram um declínio no custo por clique (CPC) em março, quando a pandemia realmente se espalhou. Essa queda nos custos com anúncios variou de 22,1% no sudeste da Ásia a 42,4% no sul da Europa. Embora o alcance geral das páginas de marca no Facebook tenham diminuído a partir de março, as empresas que promoveram suas postagens, aproveitando o custo baixo dos anúncios, tiveram um aumento de 28,6% no alcance da página entre 13 de março e 13 de abril.

O gasto com anúncios e o CPC aumentam no leste da Ásia
Analisando as regiões do mundo, todas mostraram a diminuição anual esperada nos gastos com anúncios nos feriados. Após alguns aumentos no novo ano, a maioria diminuiu de volta para o nível de férias no primeiro trimestre ou até mais baixo por causa da pandemia. Uma exceção é o leste da Ásia, onde os negócios já estão retomando. Nesta região, os gastos com anúncios cresceram 12,7% desde o início de março, com aumento do CPC em 30,7% durante o último mês, retornando aos níveis do outono de 2019. Isso sugere que quando outras regiões controlarem o coronavírus, os gastos com anúncios também irão se recuperar.

Metodologia do relatório

Os Social Media Trends Reports refletem o banco de dados da Socialbakers no início do trimestre seguinte ao trimestre do relatório. Os dados são extraídos uma vez e não são atualizados entre as liberações.

Telavita vence Batalha de Startups e é a mais nova acelerada da Google

A Telavita, plataforma de psicoterapia que conecta pacientes a profissionais da psicologia de todo país, foi uma das vencedoras da Startup Battle – ou Batalha de Startups, em português -, programa de aceleração da Google, empresa multinacional de serviços online e software dos Estados Unidos, na categoria Impacto Social.

Com isso, nos próximos quatro meses, a gigante da tecnologia dará mentorias personalizadas, suporte e ferramentas tecnológicas de ponta e análises para um desenvolvimento ainda mais assertivo para os negócios. Além disso, a health tech também receberá até US$ 100 mil em produtos digitais.

A batalha, realizada durante a conferência online Brazil at Silicon Valley, evento idealizado por estudantes brasileiros a fim de conectar o país ao principal polo de inovação do mundo, contou com 13 iniciativas que puderam apresentar seus pitches para representantes da Google no Brasil e empresários de startups dos mais diversos segmentos.

“Estamos muito contentes por mais essa conquista. Acreditamos que, ao unir nossos esforços em promover bem-estar e saúde mental às ferramentas e conhecimentos da maior empresa de tecnologia do mundo, seremos capazes de transformar e aprimorar, cada vez mais, o acesso à saúde dos brasileiros”, comemora Milene Rosenthal, CEO e cofundadora da Telavita.

As novas prioridades do RH num mundo Pós-COVID-19

Uma pesquisa realizada pelo The Economist Intelligence Unit, a pedido da ADP, mapeou quais eram os principais desafios dos RH´s, antes da Covid-19, com a acelerada expansão internacional das companhias. Realizado no fim do ano passado, o levantamento ouviu 1 mil executivos do C-level e RH em todo o mundo, em diversos setores, para traçar um cenário e mostrar quais eram as motivações, prioridades e desafios naquele contexto.

Agora, diante da situação global imposta pelo coronavírus, especialistas da The Economist Intelligence Unit e a ADP analisam o levantamento neste novo cenário para expor quais pontos ganharam mais relevância e devem seguir como tendência nos próximos anos.

Segundo o estudo, dentro do cenário de expansão das organizações para outros territórios, um dos principais desafios para o RH estava em ‘Recrutar pessoal/gerência com competências adequadas’, ponto listado por 46% dos participantes. Na sequência, apareciam as questões de ‘conformidade com as leis e costumes locais’ (43%) e a ‘compreensão de diferenças locais e suas implicações no RH’, com 41%.

O country Leader of The Economist Intelligence Unit no Brasil, Marcio Zanetti, aponta que, neste novo cenário, onde os governos precisam atualizar constantemente suas leis para enfrentar os desafios impostos pela Covid-19, a busca por conformidade com as legislações estaria no topo da preocupação dos executivos da área de gestão de pessoas, muito em função da preocupação com prejuízos financeiros em decorrência de eventuais multas.

Para Mariane Guerra, vice-presidente de Recursos Humanos da ADP na América Latina, além da questão legislativa, o bem-estar e as novas formas de comunicação, são itens que, certamente, estariam entre as prioridades. “O trabalho remoto é algo que muitos trabalhadores e, até mesmo empresas, não estão habituados. Por isso, neste novo mundo, as companhias precisam pensar em formas de garantir a saúde mental de seus colaboradores e, até mesmo, em como se comunicar, já que o trabalho remoto tende a crescer, inclusive, entre as pequenas e médias empresas”, pontua.

Outro ponto que aferido pelo estudo, junto aos executivos entrevistados, foram os desafios diante da escala. E os principais pontos listados foram o aumento com os custos gerenciais e com a necessidade na ampliação da mão de obra. “Acredito que, neste momento, estes itens permaneçam prioritários, mas questões relacionadas à gestão da produtividade, também, entrariam no foco, diante da impossibilidade de acompanhamento próximo”, comenta Zanetti.

A pesquisa ouviu os entrevistados, ainda, sobre as funções internacionais de RH que foram as mais aperfeiçoadas pela tecnologia. Neste ponto, a maioria dos executivos apontou a integração dos processos de RH (46%), seguida pelo treinamento de colaboradores (42%) e gerenciamentos dos custos operacionais de RH (34%).

A vice-presidente de Recursos Humanos da ADP comenta que o engajamento, entre líderes e suas equipes, é algo que se transforma e, com o atual cenário, isso deve continuar evoluindo. Se antes esta relação se dava de uma forma mais próxima, olho no olho, com a expansão internacional das empresas – e com as possibilidades disponibilizadas pelos tecnológicos -, isso mudará.

“Será preciso uma mudança de mentalidade, pois muitas soluções para que a gestão não se restrinja territorialmente já existem e estão em uso. Na ADP, por exemplo, já contamos com uma plataforma de gestão de desempenho e talentos, voltada para os líderes, onde é possível acompanhar a evolução de tarefas e prioridades das equipes. Ou seja, neste ponto, o desafio estará na busca pela alteração do mindset dos colaboradores e, também, dos gestores”, analisa Mariane.

O estudo The Economist Intelligence Unit questionou os executivos sobre a paridade salarial entre fronteiras. O objetivo era entender se este é um ponto de desafio, diante das diferentes realidades de cada região. Neste item, 49% dos entrevistados disseram que ‘tentam manter a paridade salarial e os benefícios em todas as divisões internacionais, na medida do possível’; ‘criamos faixas salariais para cada região onde operamos’ , foi a resposta de 27%; seguida de 21%, que explicaram que ‘a remuneração e os benefícios é estabelecida de acordo com as taxas do mercado local’.

Zanetti destaca que, neste novo cenário, onde ficará mais difundido o trabalho remoto, a questão da paridade dos benefícios que são ofertados pelas empresas tendem a ser um dos pontos de atenção para os RH´s. Segundo o especialista, mesmo considerando as peculiaridades regionais, é inevitável que os colaboradores façam comparações.

Mariane complementa que a questão da paridade, tanto salarial, quanto de benefícios, deve seguir como um dos desafios para os gestores, em virtude de fatores como o custo de vida em determinadas regiões e a presença de mercado da empresa, entre outros. Contudo, segundo a executiva, o importante é que as organizações mantenham um canal de comunicação aberto com seus funcionários para saber, inclusive, quais são as necessidades de locais específicos.

Abaixo, estão os principais insights do estudo:

Profissionais qualificados – Segundo a pesquisa, 55% dos entrevistados dizem que o acesso à mão-de-obra acessível os obriga a expandir para novos territórios, enquanto 66% das organizações afirmam que sua busca por habilidades especializadas os fazem olhar para além do país de origem. O foco nessas áreas reflete um impulso para aproveitar a experiência e as capacidades globais em vários níveis dentro das empresas, criando uma força de trabalho, verdadeiramente, internacional que tem a capacidade de competir em escala global.

Desafios do RH – 71% dos participantes concordaram com a seguinte afirmação: “Os problemas relacionados ao RH estão entre as barreiras mais desafiadoras para a expansão internacional que nossa empresa enfrenta”.

O recrutamento é indicado como o maior desafio relacionado ao RH resultante da expansão, de acordo com os participantes: 46% classificaram “Recrutar pessoal/gerência com competências adequadas” como um dos três principais desafios. Além do recrutamento, os líderes de RH classificam a conformidade com as leis e os costumes trabalhistas (43%) e “Integrar processos/sistemas/dados de RH díspares” como os demais desafios.

RH estratégico – A expansão internacional é uma oportunidade de fazer uma contribuição estratégica. A maioria dos participantes (84%) concorda que as tendências de expansão internacional são uma oportunidade para o RH de ajudar a impulsionar a estratégia da empresa. Mas, como aconselham os participantes, os líderes de RH devem ser assertivos para garantir que os problemas relacionados à força de trabalho sejam identificados e abordados na estratégia de expansão da organização.

Como expandir – As grandes empresas são mais propensas a expandir por meio de fusões e aquisições e a enfrentar desafios culturais ao longo desse caminho. As empresas com mais de 5 mil colaboradores têm mais probabilidade de expansão internacional por meio de fusões e aquisições do que as com menos colaboradores, embora a abertura de escritórios regionais seja a abordagem mais comum para ambos os grupos. No entanto, o desafio de RH mais frequente entre essas grandes empresas é compreender as diferenças culturais.

Tecnologia a favor – A tecnologia e a análise de dados têm ajudado muito as empresas a expandir suas funções globais. Do design de serviços e sistemas de RH até a estratégia de recrutamento, a análise tem desempenhado um papel fundamental no suporte e promoção de mudanças, de acordo com os participantes da pesquisa. Isso é, particularmente, útil em um momento em que as empresas tentam criar serviços globais que levem em conta os requisitos legais e culturais cada vez mais dinâmicos e numerosos dos escritórios no exterior.

Custos dos desafios – Apesar dos benefícios da expansão global, os desafios proporcionados aos RHs geram alguns impactos negativos. O primeiro item citado na pesquisa é o aumento das despesas sob a forma de custos maiores de gerenciamento (51%) e de um número maior de colaboradores de RH (50%), seguido por aumento dos custos legais (35%).

O estudo completo pode ser acesso no link: http://www.adp.com.br/landing-page/estudo-the-economist-adp-desafios-do-rh/.

Os desafios das tecnologias para tratar os riscos das compras online

Para Gastão Mattos, Líder da IDid

É notório que a cada passo na evolução das compras online, lojistas e consumidores também sofrem com o crescimento de armadilhas que tentam roubar informações para a realização de fraudes. O Mapa da Fraude da ClearSale aponta que, só em 2019, o comércio eletrônico brasileiro sofreu aproximadamente 3 mil tentativas de fraudes por minuto. Ou seja, a cada R$ 100 de compras realizadas, R$ 3,47 foram de origem fraudulenta.

Os principais alvos dos fraudadores em vendas online (sem o cartão físico) são as lojas de eletrônicos, de desconto e varejistas que vendem computadores, periféricos e software.

As fraudes, além de resultar em problemas nos cofres dos lojistas, também mantém a desconfiança dos consumidores de realizar esse modelo de compra. Muitos ainda não se sentem seguros com o e-commerce, com a tradicional dúvida se a compra pela Internet é confiável. Já as lojas sofrem com a operação de chargeback, porque, ao assumir a venda, deverão cobrir o gasto que o proprietário teve com seu cartão roubado.

Em contrapartida, o e-commerce em 2019 no Brasil conseguiu evitar perdas de R$ 1,9 bilhão causados por fraudes, o que caracteriza um crescimento de 36% em relação ao ano anterior de segurança. Esse resultado se deve, principalmente, ao número de soluções antifraudes que vem sido desenvolvidas por empresas de tecnologia no mundo.

Mas, o motivo da discussão é que, ao realizar uma análise mais detalhada sobre o assunto, algumas tecnologias antifraudes não oferecem a eficácia total, porque apenas reduzem, mas não eliminam por completo as tentativas de fraudes. Pelo lado dos lojistas, um ponto importante a considerar é o custo de implementação dessas soluções e o quanto elas podem garantir a segurança no momento das negociações.

Existem dois modelos de sistemas antifraudes: rede neural artificial e inteligência artificial (IA). A neural surgiu para criar um sistema computacional que resolvesse os problemas, como um cérebro humano, por meio do machine learning. As identificações de fraudes são baseadas nos padrões de compras de cada consumidor e/ou no padrão de vendas da loja.

Com aumento dos volumes e utilização de dados, a inteligência artificial surge para auxiliar a rede neural na resolução de tarefas específicas, como reconhecimento avaliações de dados financeiros, históricos de compras e atividades em rede.

Conceitualmente, as bases de análises e respostas desses sistemas ocorrem por meio de probabilidades e não pelo grau determinístico (exato), estabelecendo se é ou não uma fraude na hora da compra.

E o que isso significa para os lojistas? A constante dúvida na hora de tomar a decisão de impedir se a determinada compra pode ser feita ou não. O que quero dizer é que se a probabilidade fornecida pela tecnologia apontar que o consumidor é um criminoso, mas ele não é, a loja perde a venda e, principalmente, a fidelização do cliente.

Também vale ressaltar que o mercado digital é uma importante porta de negócios para micros e pequenas empresas, que buscam na Internet melhores possibilidades de lucrar. Como mostra o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 54% dos empregos formais do país são gerados desses negócios, sendo o comércio concentrar a maior parte das empresas: 41%.

Com esse cenário de infinitas possibilidades para lojas e clientes, destaco abaixo alguns modelos antifraudes existentes – com prós e contras – para que negociantes e consumidores possam se aprofundar sobre o que existe e o que essas tecnologias promovem.

Antifraude

A solução é a mais utilizada pelos lojistas na busca de mais segurança nas compras online. Normalmente contratada em parceria com os sistemas de pagamento, a tecnologia pode ser configurada pelo lojista de acordo com seu perfil de vendas, bloqueando transações que estiverem fora do padrão para futura análise manual. Embora seja eficiente em muitos casos, a parametrização do sistema pode autorizar as compras fraudulentas e gerar futuros para o estabelecimento.

Aprovação manual

O sistema realiza a análise de possíveis fraudes, por meio do trabalho automatizado ou manual, em que o funcionário ou empresa terceirizada faz a verificação dos dados recolhidos do consumidor em contatos telefônicos ou análise sistêmica da transação negada pelo sistema antifraude. Esse modelo traz como ônus tempo e custos para a conclusão do procedimento. Ou seja, paga-se cerca de R$ 0,40 por cada avaliação automatizada e até R$ 12 manualmente, sendo que a segunda análise pode demorar até 48 horas para ser finalizada.

A fraude nesse caso pode ocorrer de maneira simples, já que o possível comprador do produto utiliza cúmplices que confirmam como verdadeiras as informações erradas que foram passadas ao lojista. O problema da dúvida é que essa avaliação pode autorizar transações fraudulentas ou barrar compras legítimas, prejudicando os lojistas em todos os sentidos.

Tokenização

Antes, era o conhecido chaveiro de segurança que disponibilizava o acesso às contas em transações bancárias. Hoje, no e-commerce, a tecnologia é um cofre virtual que protege as informações do cartão do consumidor, evitando que se trafegue o número real de cartão, utilizando assim um código único (token) – que representa o cartão em questão para a finalização da compra. No entanto, existe também a possibilidade de o cartão ter sido fraudado antes do armazenamento, o que torna a identificação da fraude mais lenta e complexa.

Velocity

É uma solução que opera em real time e realiza avaliações especificamente de uma tentativa de ataque, que é a validação em massa de cartões roubados, feitas por repetições realizadas por robôs, que testam os dados dos cartões dos consumidores para determinadas ações. Embora seja eficiente neste processo, a solução não traz outras camadas de proteção.

3DS 2.0

O protocolo 3DS2.0 é uma nova versão tecnológica, criada pelas principais bandeiras de pagamentos, que realiza, em tempo real, a análise e autenticação forte em tempo real das compras online. Trata-se de uma evolução ao protocolo anterior, 3 DS, implementado há mais de 20 anos no mercado. Na versão atual, a autenticação do comprador é opcional do banco, que toma a decisão com base nas mais de 100 informações disponibilizadas sobre a transação e, com isso, solicita ou não a autenticação do consumidor. Se o perfil da compra for considerado de baixo risco, a transação é aprovada, sem a necessidade de autenticação. O mais importante é que o risco de fraude passa para o emissor do cartão, isentando o lojista, neste caso.

A versão atualizada traz funções como aplicação de protocolo para as transações mobile e a autenticação seletiva, baseada em regras de riscos. O conceito é garantir uma integração mais fluida, sempre com a maior segurança.

O que está por vir

Como novidade, foi lançada recentemente pela IDid, uma plataforma desenvolvida no Brasil e que traz como conceito de compra o “consumidor presente” no e-commerce na hora de fazer o pagamento. Durante a aquisição do produto, o comprador recebe uma notificação do aplicativo mobile do banco emissor no celular, que utiliza o processo de autenticação da própria instituição financeira para o aceite ou não da compra. Essa tecnologia visa eliminar por completo as tentativas de fraudes.

Tanto para lojistas como consumidores, existe o constante desafio de manter a integridade em todo o processo de compras online. Por isso que novas tecnologias surgem para melhorar as condições da autenticação de segurança entre vendedores e compradores. Podemos considerar que estamos próximos de uma solução tecnológica não preditiva ou probabilística, que propicie total exatidão e certeza para a realização das compras online chamadas de não presenciais. A tecnologia vai garantir a segurança e usabilidade permitindo grande evolução nos negócios online. Tudo com o objetivo de eliminar decisões probabilísticas e, portanto, passíveis de erros, colocando o próprio consumidor como a única fonte de aprovação das compras online.

Cadeias de suprimento mais resilientes deverão superar a crise com sucesso, analisa KPMG

Neste cenário de transformação impulsionado pela pandemia da Covid-19, as empresas com as cadeias de suprimentos mais ágeis, eficientes e resilientes irão superar a crise com sucesso. Essa é avaliação do sócio-líder de bens de consumo e cadeias de suprimentos da KPMG no Brasil, Cristiano Rios. De acordo com ele, esses serão os principais fatores que as colocarão em posição de vantagem no mercado.

“As empresas que conseguirem estabilizar essas cadeias de suprimentos e se posicionar para avaliar interrupções futuras, fornecendo respostas estruturadas para riscos e pontos de exposição, estarão em melhores condições de enfrentar o cenário atual. Como resultado, todos os recursos de mitigação e resiliência das organizações serão fortalecidos”, conclui o sócio.

Segundo ele, em resposta à pandemia, os varejistas e empresas de bens de consumo precisam se adaptar a uma nova realidade até então atípica para as companhias, ajustando-se a um “novo normal”.

“Neste cenário, está claro que levará algum tempo para que as cadeias de suprimentos retornem a algo semelhante ao que costumamos chamar de normal. Por isso, varejistas e empresas de bens de consumo devem começar a pensar além da fase inicial de mitigação e resposta, visando criar resiliência na cadeia de suprimentos no médio e longo prazo”, avalia Rios.

everis abre em média 100 novas vagas mensais

Mesmo diante da pandemia do Coronavírus e da crise econômica e política do País, a everis , consultoria multinacional de negócios e TI, do Grupo NTT Data, tem aberto em média 100 vagas mensais para profissionais especializados em negócios e diferentes tecnologias, como Java, .Net, cloud, mobilidade, Data Analytics, Inteligência Artificial, realidade virtual e aumentada, entre outras. De janeiro até maio, a empresa já contratou 400 novos profissionais.

“Com a quarentena, continuamos contratando e nosso desafio foi mudar em tempo recorde os processos de seleção e contratação presenciais para versões online, eficazes, interativas e amigáveis. Isto porque todos os nossos profissionais estão trabalhando remotamente há mais dois meses”, afirma Rita Souza, diretora de People da everis Brasil.

Esta adequação incluiu a adoção de ferramentas sofisticadas de TI para viabilizar os processos de seleção e contratação de talentos, a fim de permitir a realização de testes de conhecimentos e comportamentais, como o DISC, online e de videoconferências, como Microsoft Teams e Zoom, para facilitar o contato e avaliação dos talentos por recrutadores e gestores de diferentes áreas da companhia. “Com o uso da tecnologia nos últimos meses, conseguimos reduzir os processos de contratação de 15 dias para uma semana”, informa Rita.

Segundo ela, em julho, a consultoria está com 100 vagas abertas para engenheiros, desenvolvedores, integradores e cientistas de dados, especializados nas mais diversas tecnologias. “Tivemos um aumento da demanda por projetos para nossos clientes dos setores financeiro, de logística e saúde, principalmente, devido ao fato de sermos referência em transformação digital no mercado, o que tem nos permitido ampliar de forma consistente nossa equipe”.

Como a demanda por profissionais no mercado de TI está sempre em expansão devido à necessidade de adequação das empresas à Era Digital, a everis trabalha sempre focada na atração, motivação e retenção de seus talentos. “Somos uma empresa sólida e inovadora, temos planos de carreira verticais e horizontais bem estruturados, um portfólio amplo de benefícios flexíveis (everFlex) – que podem ser selecionados de acordo com as necessidades e momento de vida de cada trabalhador. Para que se tenha uma ideia, nós estamos fazendo agora e devemos concluir em setembro deste ano a avaliação de 1.700 profissionais para definir promoções por mérito”, explica Rita.

Outros benefícios oferecidos pela everis são clubes de associados para prática de futebol (everis Futebol) e corrida (everis Running), programas de apoio aos profissionais e seus familiares, como o everis Baby, que apoia funcionários e seus parentes durante a gravidez. Oferece ainda o everis Kids, que reúne no mês de outubro os filhos ou enteados de 3 a 10 anos dos profissionais por passar um dia no escritório da empresa a fim de conhecer o local de trabalho dos pais e de participar de recreação, entre outros.

A companhia investe fortemente também em treinamento e aperfeiçoamento de seus colaboradores, para que estejam sempre atualizados em termos de novas estratégias de gestão e de negócios, bem como em relação à novas tecnologias.

“Os colaboradores são o principal capital da everis, o que nos faz estar sempre atentos às necessidades e expectativas das pessoas em relação ao ambiente profissional e ao seu bem-estar pessoal. Exige também que tenhamos sempre uma atenção especial com os novos talentos, sua recepção e integração à equipe”, reforça a executiva da everis.

Para obter mais informações sobre as vagas abertas na everis, acesse: http://bit.ly/everisBrasilVagas

Foco nas pessoas diante da crise gerada pela pandemia

Com o anúncio da pandemia do Covid-19 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a everis assumiu de imediato o compromisso de não demitir profissionais durante a quarentena e aderiu ao isolamento social, colocando seus 2.600 colaboradores brasileiros para trabalhar remotamente.

Como não são todas as pessoas que dispõem das condições necessárias para a migração imediata para home office, a consultoria deu o apoio necessário aos profissionais a fim de garantir que todos tivessem mobiliário ergonômico, equipamentos e insumos primordiais para a realização de suas atividades em casa.

Para apoiar os profissionais e suas famílias durante a quarentena, a everis realizou também algumas ações lúdicas para incentivar a integração e positividade dos colaboradores e família. O Grupo Chuvarada, por exemplo, foi contratado para “Contação de história’, uma ação que consiste em reunir por videoconferência os colaboradores e seus filhos para ouvir as histórias, como “As aventuras na floresta” e “Zoom zoom zoom a abelhinha Melissa”.

A companhia está promovendo ainda o “The Parenthood Experience”, que consiste em uma série de encontro de pais e mães online, cujo intuito é trocar experiências e boas práticas de home office durante o isolamento, com as crianças em casa. Está incentivando também a “Meditação Criativa”, que inclui exercícios de alongamento, relaxamento e liberação emocional duas vezes por semana.

Além disso, no mês de maio, a everis investiu em uma ampla pesquisa quantitativa e qualitativa junto aos seus colaboradores para compreender como o trabalho remoto está impactando sua produtividade, as relações profissionais e pessoais, bem como sua saúde mental, cujos resultados utilizados para aprimorar as ações de recursos humanos, marketing, comunicação e da alta gestão já implementadas.

“Devemos ter os resultados desta pesquisa em breve, o que nos possibilitará entender necessidades, percepções e sentimentos de nossas pessoas para aperfeiçoar nosso ambiente corporativo, seja no escritório ou remotamente, e contribuir para o fortalecimento das relações e melhor integração entre as equipes e delas com clientes, parceiros e fornecedores”, esclarece Rita.

Plataforma digital do LIDE FUTURO ajuda empresários a trocarem experiências durante pandemia

O universo digital passou por grandes mudanças, se tornando ainda mais essencial para os negócios devido à COVID-19. Empresas com atividades tradicionalmente ambientadas no físico tiveram que se adaptar a essa nova realidade. Dentre elas, está o LIDE FUTURO, grupo voltado a jovens empresários, sucessores e empreendedores, que busca fomentar a troca de experiências, networking, conteúdo e novos negócios.

Tendo os eventos físicos como principal ferramenta para conectar jovens lideranças, o grupo precisou adaptar seu modelo para o formato on-line com agilidade. Agora, por meio de palestras virtuais voltadas aos mais diversos setores, promove temas que estão em destaque no mercado, como o Cannabusiness, dados na nova era da saúde, mercado de jogos, entre outros.

Rafael Cosentino, um dos sócios do LIDE FUTURO e CEO da Inovalli, acredita que apesar das consequências, o momento traz novos aprendizados. “Desde antes dos problemas da COVID-19, nós do LIDE FUTURO já estávamos em busca de um ambiente digital para criar uma interação ainda mais forte entre nossos membros. O Corona apenas acelerou nossa transformação digital, que estava prevista até o final do ano”, explica o empresário.

O processo de mudança do grupo levou cerca de 15 dias. Além dos eventos, o grupo criou um novo modelo de atuação por meio de uma plataforma digital, com recursos que permitem uma comunicação fluida e maior conexão entre os membros. Para a construção dessa nova forma de comunicação ser efetiva e ter real impacto, a equipe do LIDE FUTURO precisou entender quais eram as dores dos filiados quanto à troca de experiências e networking on-line.

Com as análises sobre o que impacta os empreendedores de diversos setores, o grupo decidiu promover lives que colocam em pauta as principais novidades, experiências e gaps do mercado. “Além de estarmos propagando conteúdo relevante, baseados nas dores dos membros, conseguimos criar um ambiente de ajuda mútua, que surge de uma maior interação durante as lives”, pontua Consentino.

Para enfrentar a crise, o acesso a conteúdos multisetoriais se torna uma solução para fomentar um ambiente de discussão em busca de melhores práticas de cada setor, além do auxílio psicológico que essa troca traz para aos filiados. Rafael diz que não há uma dica exata para enfrentar esse momento de instabilidade, “o principal é revisitar seu Bussiness Plan, entendendo quais os impactos que a pandemia causará no seu negócio e quais movimentos que você deve fazer, além de, principalmente, se preocupar com caixa”, orienta o empresário.

Para Rafael, o digital vai tomar seu lugar e relevância no mundo dos eventos. O pós-pandemia terá os eventos físicos como protagonistas, mas o público passará a ter a opção de acompanhar de forma online. Os eventos digitais aliados a novas formas de relacionamento, como a plataforma digital do LIDE FUTURO, auxiliarão para mitigar a falta dos encontros físicos nesse momento.

Mobly reforça estratégia nos canais digitais e registra aumento recorde de vendas

A Mobly, startup de tecnologia que atua no varejo de móveis e itens de decoração, registrou aumento de vendas nos seus canais digitais 60% acima do esperado para o ano. Esse resultado foi alcançado a partir da estratégia adotada pela empresa de reforçar a produção de conteúdo e atendimento personalizado, além dos diferenciais oferecidos em seu app, como realidade aumentada e simulação em 3D. Itens de escritório e categorias, como sofás e jogos de mesa e cadeira, são os produtos que mais se destacaram nas vendas.

“Estamos sempre atentos ao que nosso público precisa e procura, por isso investimos e acreditamos ainda mais na produção de conteúdo especializado e na entrega de uma experiência de excelência neste momento”, comenta Letícia Arismendes, Head de Comunicação e Conteúdo da Mobly.

Com o isolamento social imposto pela pandemia do Covid-19, a Mobly passou a priorizar o aumento da personalização do atendimento com recursos já presentes no negócio, como o uso de ferramentas virtuais de realidade aumentada e simulação 3D via aplicativo. A busca por imagem também oferece mais rapidez e precisão na localização dos produtos e é uma das facilidades mais utilizadas pelos clientes.

Embora tenha nascido no ambiente digital, a Mobly trabalha em um segmento no qual a compra offline ainda é muito representativa. “Muitas pessoas ainda se sentem inseguras em realizar compras pela internet, mas hoje vemos que este cenário está mudando e que as pessoas estão descobrindo as facilidades deste canal de consumo. A revolução digital está a todo vapor”, avalia Arismendes.

Aproximação e identificação tem sido o principal elo de contato com os clientes. Nos últimos dois meses, foram registrados no Instagram – por semana -, 25% de aumento no engajamento, 30 mil visitas a mais e 65% a mais de seguidores. Com a hashtag #MoblyDoMeuJeito, por exemplo, a empresa realiza lives com conteúdos de interesse dos consumidores, estimulando os seguidores a mostrarem suas casas e compartilharem suas próprias ideias de decoração. Ao final de cada live, são fornecidos descontos exclusivos nos produtos citados.

B2Mamy lança plataforma de realidade virtual e streaming e recebe investimento de 600 mil reais durante a quarentena

Em tempos de isolamento social e distanciamento, o maternar, consumir, empreender e se capacitar também ganham novas práticas e significados. Muitas mães precisaram se reinventar e a B2Mamy Aceleradora, primeira empresa que capacita e conecta mães ao ecossistema de inovação e tecnologia para que elas sejam líderes e livres economicamente, também se preocupou com isso.

A partir das reflexões proporcionadas pelo momento atual, a aceleradora se dedicou a repensar como escalar o abraço. O abraço acolhedor é uma marca da B2Mamy, que se faz presente em todos os encontros da Comunidade, e no ambiente online não será diferente.

Assim foi criada a B2Mamy e-Place, a primeira plataforma de realidade virtual e streaming, especializada na jornada da maternidade. “A B2Mamy e-Place é um ambiente online único, baseado em 4 principais pilares: Conteúdo e Entretenimento produzido ou curado pela B2Mamy, Dados & Pesquisa de mercado para marcas que tenham fit com a audiência, Conexões com outras mães e players do ecossistema e Consumo com a oferta de produtos e serviços exclusivos. Atuaremos como uma versão segmentada do Netflix e de jogos como Second Life e Fortnite”, afirma Dani Junco. Depois do primeiro acesso, com login realizado, a usuária da plataforma não estará no trabalho ou em casa, mas em um terceiro lugar, totalmente focado em promover a melhor experiência e a mais humanizada possível.

Mesmo em meio a atual crise econômica, um pool de investidores anjos aporta capital e a B2Mamy recebe os recursos para tracionar esse novo modelo de negócio totalmente digital e escalável. “Há algum tempo acompanhava a evolução da B2Mamy, que é uma empresa fantástica, com propósito, tração e grandes sócias e acredito que com a B2Mamy e-Place, a empresa acertou e agora investimos para ajudá-las a crescer”, destaca Daniel Magalhães, um dos anjos dessa rodada.

Para a aceleradora, foi preciso reformular os programas, eventos e ações, evoluindo-os para o mundo digital. Dani Junco, fundadora e CEO da B2Mamy, afirma que afastamento social não precisa significar isolamento emocional e, por isso, entende que é importante que as mães da Comunidade B2Mamy continuem juntas e em movimento.

O lançamento da nova plataforma aconteceu durante a 4ª edição do B2Mamy Day, no último dia 30 de maio. Na ocasião, a empresa promoveu um sábado especial com mais de 14 horas de conteúdo online em 3 arenas de discussões e palestras, pitch fight para investidores e salas para consumo dos produtos e serviços de empresas apoiadoras.

Um time renomado de integrantes da Comunidade B2Mamy foi selecionado para participar deste lançamento. Camila Farani, Rafa Brites e Mariana Ferrão são algumas das palestrantes que estavam ao vivo no lançamento falando sobre síndrome da impostora, inteligência emocional e jornada da maternidade. Outras temáticas importantes foram discutidas como diversidade e inclusão, investimentos em startups e motivações para novos negócios. Para conferir o conteúdo do B2Mamy Day que foi transmitido no último sábado e demais conteúdos produzidos pela B2Mamy para o evento, basta acessar http://www.b2mamyeplace.com.br.

O Pitch Fight também alcançou as expectativas da aceleradora, com quase 100 inscrições, 8 mulheres foram selecionadas para a final ao vivo. Durante 3 minutos, cada participante teve que defender seu modelo de negócio para convencer os jurados que merecia uma vaga na próxima turma do Programa Pulse, no valor de R﹩ 3.000,00.

O B2Mamy Day ainda incentivou doações para a campanha “Womby: inclusão por um bit”, um programa de impacto social para capacitação em profissões digitais e empregabilidade de mães que moram na periferia dos grandes centros, dando uma nova perspectiva econômica para essas mulheres em situação de vulnerabilidade e mudar esse jogo. As doações foram coletadas por meio de um QR-Code durante o evento.

Para encerrar o lançamento, além das palestras e discussões ao vivo na Arena Conectar, as cantoras Tiê e Sarah Renata junto com a DJ Li Saito, fizeram uma live exclusiva para a plataforma, marcando também o conceito de entretenimento que a mesma possui.