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DocuSign lança nova funcionalidade baseada em SMS

É fato que a mobilidade é fundamental nos dias de hoje. Um bom exemplo é como o consumidor mudou radicalmente seu comportamento na última década e hoje resolve praticamente tudo pelo celular. E um estudo global da Twilio descobriu que, quando se trata de notificações relevantes, o SMS tem preferência 2,5 vezes superior ao e-mail. Sempre atenta a estas mudanças, a DocuSign, empresa que oferece a solução de assinatura eletrônica nº 1 do mundo, acaba de lançar, em todos os mercados, o SMS Delivery – notificações por SMS em tempo real enviadas diretamente para o dispositivo móvel do assinante com o link para assinatura de um documento.

“Com o mundo cada vez mais digital, e as caixas de e-mail sempre lotadas, trazemos esta nova possibilidade para que os usuários possam optar por receber também via SMS o link para assinatura de seus documentos. Esta novidade é fruto do nosso cuidado em sempre inovar e levar mobilidade e comodidade aos nossos clientes”, explica Gustavo Brant, VP de Vendas Latam da DocuSign.

Como as notificações por e-mail também são muito relevantes, a partir do lançamento, os clientes que desejarem poderão receber seus documentos para assinarem por e-mail e também por SMS, em tempo real e juntas, aumentando o alcance da empresa, que tem mais de 750 mil clientes e centenas de milhões de usuários em mais de 180 países. Ao permitir fechar negócios de maneira simples e ágil, o SMS Delivery aumenta as taxas de resposta, além de oferecer aos usuários uma experiência cada vez mais simples e superior.

Cacau Show investe R$ 1,5 milhão em automação de e-commerce

A Cacau Show, maior rede de chocolates finos do mundo, traz atualizações de tecnologia ao seu e-commerce e se iguala a grandes players do mercado, como: Hinode, Do Terra, Mary Kay, Riachuelo, Multilaser e outros. Após de ter um aumento significativo em seus pedidos – chegando a atingir 6 mil pedidos em um dia, onde a média era de 40 pedidos por dia -, a empresa entendeu a necessidade de atualização.

O investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão foi realizado para trazer ao e-commerce, o sistema Picking By Light com Monitor, scanner de dedo e Esteiras Automatizadas, utilizado por grandes players, que traz automação e otimização de mão de obra humana, além da agilidade na separação e organização de todos os produtos.

A implementação foi realizada pela Invent Smart Intralogistics Solutions, fundada em 2014, já equipou mais de 40 CD’s, fornecendo automação para separação de pedidos e triagem de encomendas. Dentro da estratégia de investir em novas tecnologias, a Invent se tornou referência para Logistica de e-commerce e varejos.

No período da Páscoa, a empresa conseguiu realizar 15% dos 212 mil pedidos que foram realizados, devido à falta de automatização dentro da linha. Agora, a Cacau Show se beneficia da parceria e consegue realizar 4 mil pedidos por dia, no que atenderia até mil pedidos anteriormente.

“Desenvolvemos e implantamos uma infraestrutura para automatizar o fracionamento de pedidos comprados pelo e-commerce que gerou um ganho alto de velocidade e precisão para os pedidos realizados e separados”, comenta Augusto Ghiraldello, co-fundador e VP de Vendas da Invent.

Aceleradora recifense seleciona 15 finalistas para o processo de aceleração

A Overdrives, o grupo Ser Educacional e a NE Capital, empresa do Grupo JCPM, acabam de selecionar os 15 melhores projetos para serem acelerados em 2021. Das startups apresentadas nesta edição, cinco irão receber o aporte financeiro total de até R$ 800 mil reais. 

As finalistas estão espalhadas por oito estados do Brasil, 53% são de modelos Business-to-Business (B2B) – empresas para empresas; 30% de soluções em saúde; 73% estão com produtos no mercado; 60% delas com clientes recorrentes; 25% são lideradas por mulheres. O presidente do Ser Educacional, mantenedor do Centro de Inovação – Overdrives, Jânyo Diniz, destacou a qualidade das startups inscritas. “Ficamos muito satisfeitos com a quantidade e o nível das finalistas, todas com grande potencial de crescimento”, afirmou. 

O processo de aceleração dá oportunidade de ter contato com iniciativas de diversas áreas, vindas de todo o Brasil, e é um importante veículo para diversificar os negócios e buscar inovação em diversos setores. Envolver os executivos em processos de colaboração com as aceleradas traz crescimento pessoal e fortalece a cultura de inovação. 

Sediada em Recife, o Centro de Inovação também conta com um sólido e eficiente sistema para mentorias e acompanhamento das startups sendo 100% remota. “Esse modelo remote first tem se mostrado não só oportuno, como muito ágil e eficaz com as empresas que já estão conosco. Para o novo programa, recebemos inscrição de startups de 16 estados diferentes. Dentre as 15 finalistas, temos oito estados representados”, afirmou o head da Overdrives, Luiz Gomes. 

Além do aporte financeiro, as startups aceleradas vão ter acompanhamento com especialistas de mercado, uma rede de empreendedores, mais de 20 áreas de mentoria técnica e o escritório em Recife disponível durante dois anos. 

No dia 21 de dezembro será divulgada a lista das cinco melhores startups selecionadas. O ciclo de aceleração terá duração de seis meses, podendo ser ampliado para dois ciclos, ou seja, um ano dentro do projeto. Durante o processo, executivos do Ser Educacional e do JCPM irão apoiar as startups no desenvolvimento do negócio por meio de mentoria e conexões no mercado.

Como criar um comitê de diversidade em 2021?

Por Rhayana Souza, Analista de Comunicação no Olist

Você já ouviu falar em ERGs? A sigla é do termo em inglês Employee Resource Groups, que nada mais são do que grupos de afinidade formados voluntariamente dentro das empresas.

Mas não se prenda à sigla! Você pode chamar de comitê, comissão, grupo ou como preferir. No final do dia, todos eles têm o mesmo objetivo: reunir pessoas em prol de um assunto em comum, seja ele voltado a ações sociais, atividades ao ar livre ou temas como diversidade e inclusão.

Do início de 2019 para cá, notei o surgimento de ERGs com foco em diversidade dentro de várias empresas de pequeno e médio porte. Empresas maiores, como multinacionais, muitas vezes contam com um setor dedicado à comunidade e inclusão de pessoas com as mais diferentes características. O desafio mesmo é introduzir esse tema em corporações que nunca pensaram no assunto como estratégia de negócio, mas que por conta de um ano como 2020, se faz necessário.

Para começar um ERG, a última coisa que uma pessoa deve fazer é esperar que o projeto seja estruturado pelo CEO ou time de RH da empresa. Claro que isso pode acontecer, mas se você acredita que é interessante criar um comitê de diversidade na companhia, converse com outros colaboradores que compartilhem do mesmo sentimento que você e se reúnam para estruturar o grupo, independentemente do setor que fazem parte.

No Olist, startup curitibana que atua no setor de marketplaces e onde eu trabalho, criamos um formulário de inscrições para quem tivesse interesse em fazer parte do comitê. Definimos que pelo tamanho do time na época – cerca de 250 funcionários -, nosso comitê seria formado por 20 pessoas das mais diversas áreas.

Estabelecemos encontros quinzenais para alinhar as ações e decidimos que o comitê não seria rotativo, para que assim o projeto pudesse ter maior continuidade. Com o tempo, algumas pessoas decidiram ceder seu lugar para novos membros e é dessa forma que vamos renovando os participantes do Diversifica – nome do comitê de diversidade do Olist.

Antes de falar de diversidade, é preciso olhar para dentro. Por isso, a primeira ação do Diversifica foi realizar uma pesquisa anônima para entender o quão diverso era o nosso quadro de colaboradores. O formulário abordava questões quanto à identidade de gênero, etnia, orientação sexual, renda familiar, religião, deficiência, grau de instrução e até restrição alimentar.

O resultado fez com que o time de RH criasse metas de contratação para trazer mais diversidade para dentro da empresa. Em paralelo, o comitê criou um calendário de ações mensais, que incluem palestras com convidados externos, cartazes espalhados pela companhia e mensagens nas TVs do escritório. A cada mês é abordado um tema em específico, entre os que já trabalhamos estão diversidade LGBTI+, Setembro Amarelo, Feminismo e Diversidade Racial.

Apesar de a iniciativa não partir do RH ou CEO da empresa, é fundamental que eles apoiem e participem das ações do comitê. É imprescindível que a alta diretoria da companhia compre a ideia de construir um time mais inclusivo e com respeito à diversidade. Claro que esse processo é muito mais fácil em empresas que já têm uma cultura forte nesses aspectos, como é o caso do Olist.

Então vem a pergunta: como mudar esse cenário em empresas que são mais resistentes às mudanças?

1) Faça pesquisas com empresas que já estão trilhando esse caminho;

2) Reúna colegas de trabalho com interesse em estruturar o comitê e use todas as informações que você captou para adaptar à realidade da sua empresa;

3) Apresente a proposta do comitê ao time de RH e à alta diretoria da empresa com argumentos que justifiquem o apoio deles à iniciativa.

No caso do Olist, é o time de RH que apoia o comitê financeiramente. Temos uma verba dedicada a ações de Clima e Cultura e uma parte é utilizada pelo comitê. Mas não foi sempre assim. No início, a gente se virava com pouco e até hoje tentamos trazer convidados que topem compartilhar suas histórias com o pessoal voluntariamente.

Respondendo o título deste artigo, eu acredito que essa moda não já pegou, como veio para ficar. Se tornar uma empresa que valoriza a diversidade não é somente muito mais lucrativo falando em resultados, como é a coisa certa a se fazer. E a minha dica final é: não fique esperando a iniciativa partir de outra pessoa. Seja você o agente de mudança dentro da sua empresa e comece hoje mesmo a pensar como você vai dar vida ao próximo comitê de diversidade da sua região.

Via Varejo abre inscrições para seu primeiro Programa de Trainee

Com o objetivo de apostar em novos talentos e promover ainda mais diversidade dentro da companhia, a Via Varejo, maior empresa de varejo de eletroeletrônicos e móveis do país e dona das marcas Casas Bahia e Pontofrio, anuncia a abertura de inscrições para o primeiro Programa de Trainee da companhia. Para participar, os candidatos devem se inscrever até o dia 1º de fevereiro por meio do site: https://www.trainee.viavarejo.com.br

Os trainees selecionados irão passar por uma jornada de desenvolvimento em diversas áreas entre operações, vendas, marketing, finanças e tecnologia. A seleção passa por etapas de teste de raciocínio lógico e de personalidade, avaliação em grupo baseada no negócio da Via Varejo com uma plataforma de interação e avaliação individual dos finalistas com participação do time de gestão da companhia.

O programa não exige nenhum curso específico para inscrição, considerando graduados em bacharelado, pós-graduação ou especialização, com formação entre dezembro de 2017 e dezembro 2020. Serão considerados tanto o conhecimento profissional como as experiências vivenciadas pelos candidatos, além de disponibilidade e flexibilidade para viagens. A companhia oferece remuneração compatível com o mercado e benefícios.

O processo seletivo ocorrerá de maneira remota e os aprovados serão convocados em março para admissão, iniciando o programa em abril de 2021. Inicialmente, os selecionados irão atuar no formato de home office, mas o local de trabalho será na sede da companhia, em São Caetano do Sul, no estado de São Paulo.

“Dentro da jornada de transformação que a companhia passa, o programa foi criado com o objetivo de desenvolver potenciais talentos, que já possuem uma visão mais ágil e inovadora, em agentes de mudança dentro do negócio”, afirma Rosi Purceti Balabram, diretora de Pessoas e Performance da Via Varejo.

Além de buscar a diversidade e inclusão no que se refere aos candidatos, a Via Varejo busca por profissionais que também tenham a diversidade de pensamentos. Os trainees aprovados poderão, ainda, participar dos grupos de afinidade da companhia com o objetivo de trazer mais inclusão para o dia a dia da empresa.

Minerva Foods lança nova plataforma de e-commerce para público B2B

A Minerva Foods, líder em exportação de carne bovina na América do Sul e uma das maiores empresas na produção e comercialização de carne in natura e seus derivados na região, disponibilizará uma nova plataforma de e-commerce para clientes e parceiros em que reunirá o portfólio completo da Companhia, desde o azeite Alma Lusa, empanados, porcionados como batatas congeladas, pescados até a ampla variedade de cortes e linhas de bovinos.

Já a partir da primeira quinzena de dezembro, os usuários cadastrados na Companhia poderão fazer seus pedidos por meio do portal meuminerva.com.br , dessa forma, o público terá acesso ao portfólio completo da Minerva Foods online, e poderá efetuar suas compras em poucos cliques.

“Estamos cada vez mais digital e essa novidade vai trazer novas possibilidades na experiência de compra na jornada de nossos consumidores. Além da praticidade e agilidade que o e-commerce proporciona, nossa plataforma é também uma nova forma de estreitar ainda mais o relacionamento com nossos clientes e parceiros”, destaca Luís Ricardo Alves Luz, diretor de operações da Minerva Foods.

As entregas dos produtos adquiridos serão realizadas em toda área de atendimento da Minerva Foods e nesta etapa, os interessados que ainda não são clientes na Companhia deverão se cadastrar a partir do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC). Entretanto, a perspectiva é para que, em breve, o consumidor final também possa comprar diretamente pelo portal. “A primeira etapa da implementação será voltada para o público B2B, mas já seguimos trabalhando para que pessoas físicas também possam transacionar na plataforma”, reforça Luís Ricardo.

Transformação Digital

Recentemente, a Minerva Foods anunciou a criação de uma área de inovação e tecnologia para o desenvolvimento de soluções cada vez mais disruptivas e digitais para sua base B2B, que hoje conta com mais de 63 mil clientes atendidos por mais de 360 vendedores e pela televenda, e também para o consumidor final.

A Companhia já havia disponibilizado a possibilidade de pagamento via cartão de crédito ou débito por meio de link eletrônico. O método inédito no setor entre os frigoríficos com foco no B2B (distribuição), atende a uma demanda por mais diversificação e facilidade na hora de atender o cliente.

Rise Ventures busca empresas para integrar seu portfólio de investidas

A Rise Ventures, gestora de investimentos voltada para empresas da economia real que geram impacto socioambiental positivo, está em busca de novas investidas para agregar ao seu portfólio em 2020. As interessadas devem ser empresas early growth (porte de entrada entre R$ 10-50 milhões de receita/ano) de economia real, com consumo recorrente e essencial e, sobretudo, que ofereçam impacto socioambiental positivo.
Atualmente, a Rise tem três empresas em seu portfólio: Beleaf, do setor de alimentação à base de plantas; Alba Energia, que trabalha com energia solar; e Okena, que atua na gestão de resíduos industriais. Somadas, a receita das três saltou de R$ 15,5 milhões para uma estimativa de R$ 40 milhões em 2020.

As empresas que estão no portfólio da Rise contam com uma equipe qualificada e alocada em seus escritórios, que fica responsável por aplicar a metodologia própria da gestora, visando a geração de valor por meio da montagem do plano de negócios e roadmap estratégico e estruturação de áreas e processos internos. Uma área de serviços compartilhados com parceiros estratégicos essenciais e complementares ajuda as empresas na jornada de crescimento para acessar investimentos maiores. Destaque também para a equipe de gestão de pessoas, que atua diretamente no recrutamento e montagem de time das investidas. Além de contar com todos esses pontos, as empresas escolhidas para entrarem no portfólio receberão uma primeira rodada de investimentos com possíveis outros aportes, de acordo com a sua necessidade, enquanto estiverem no pipeline da Rise – um período de no máximo dez anos.

“Nosso principal diferencial é que coempreendemos junto com as empresas, atuando em duas frentes muito importantes nesse estágio em que elas se encontram: acesso a capital e gestão de pessoas, atraindo, treinando e retendo talentos. Negócios early growth possuem uma dificuldade bem maior de ter acesso a investimentos. Somos uma gestora pioneira nesse mercado e acreditamos que existe um mundo de oportunidades nessa fatia, que já é uma tendência lá fora, mas no Brasil ainda não é muito explorada”, explica Pedro Vilela, CEO da Rise Ventures.

Incentivando os futuros empreendedores, Pedro Vilela acredita que todos os negócios de impacto têm um alto potencial para crescer e se desenvolver no Brasil. “O Brasil é Vale do Silício do impacto, mas acredito que setores dentro da vertical de natureza, muito ligados às questões das mudanças climáticas, têm atraído os olhares dos investidores, inclusive internacionais, e podem ser uma aposta interessante para esse próximo ano”, analisa o CEO.
Mesmo com essa observação, a Rise busca empresas para as suas três áreas prioritárias: meio ambiente (produtos e serviços relacionados à regeneração e preservação do meio ambiente e recursos naturais, em setores como energia limpa, economia circular, saneamento, gestão de resíduos, mobilidade sustentável, construção sustentável e eficiência do uso de recursos naturais); social (se refere a produtos e serviços essenciais relacionados à inclusão social, como educação, saúde, crédito, moradia, energia, conectividade, ocupação profissional e eficiência da gestão pública) e bem-estar (autocuidado, alimentação saudável, saúde preventiva e integrativa, saúde do corpo e educação psico/socioemocional). Empreendedores interessados devem entrar em contato pelo e-mail pipeline@riseventures.com.br ou pelo formulário no site da Rise.

Câmara dos Deputados aprova marco legal das startups

Fonte: Agência Câmara de Notícias

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (14) o marco legal das startups (Projeto de Lei Complementar 146/19), que pretende incentivar as empresas de inovação no País. A proposta, aprovada por 361 votos a 66, será enviada ao Senado.

O projeto foi aprovado na forma de um texto substitutivo do relator, deputado Vinicius Poit (Novo-SP). “É um marco legal que desburocratiza, traz mais segurança jurídica para investir. E a consequência é gerar mais renda e mais emprego. Isso é o futuro”, afirmou.

O projeto foi originalmente apresentado pelo deputado JHC (PSB-AL) e por outros 18 deputados de vários partidos.

O texto aprovado enquadra como startups as empresas, mesmo com apenas um sócio, e sociedades cooperativas que atuam na inovação aplicada a produtos, serviços ou modelos de negócios.

Segundo o texto, as startups devem ter receita bruta de até R$ 16 milhões no ano anterior e até dez anos de inscrição no CNPJ. Além disso, precisam declarar, em seu ato constitutivo, o uso de modelos inovadores ou se enquadrarem no regime especial Inova Simples, previsto no Estatuto das Micro e Pequenas Empresas (Lei Complementar 123/06).

Entretanto, para entrar no Inova Simples, a empresa precisa estar enquadrada nos limites do estatuto, de receita bruta máxima de R$ 4,8 milhões.

Investidores


As startups poderão contar com dinheiro de investidores sem que eles necessariamente participem do capital social e na direção e poder decisório da empresa. Os investidores poderão optar pela compra futura de ações da startup ou resgatar títulos emitidos pela beneficiada, por exemplo.

Os investimentos poderão ser feitos tanto por pessoa física quanto por pessoas jurídicas, que serão considerados quotistas ou acionistas se o investimento for convertido formalmente em participação societária.

A fim de dar segurança jurídica a esses investidores, o relator especifica que eles não responderão por qualquer dívida da empresa nem com os próprios bens (desconsideração da personalidade jurídica), exceto em casos de dolo, fraude ou simulação de investimento.

Para o investidor pessoa física, o texto permite compensar os prejuízos acumulados na fase de investimento com o lucro da venda de ações obtidas posteriormente mediante o contrato de investimento. Assim, a tributação sobre o ganho de capital incidirá sobre o lucro líquido, e o investidor deverá perdoar a dívida da startup.

Opção de compra


Uma das formas que os participantes da startup poderão usar é a chamada opção de compra de ações (stock options). Nessa modalidade, uma pessoa poderá trabalhar com um salário efetivo menor e receber um complemento do acertado em ações futuramente, por isso é uma opção de compra.

Para fins de tributação pelo INSS (previdência social) e pelo Fisco (imposto de renda), somente quando ocorrer realmente a conversão da compra é que o rendimento será considerado para o pagamento desses tributos como rendimento assalariado. Apenas nesse momento é que ocorrerá a tributação (IR e INSS), que não incidirá sobre dividendos distribuídos pela valorização das ações.

Segundo o texto, essa regra de tributação valerá também para a opção de compra concedida por empresa domiciliada no Brasil ou no exterior a empregados e similares de outra empresa ligada a ela.

Essa empresa contratante dos empregados que poderão exercer a opção de compra de ações poderá deduzir do lucro real o valor recebido pela opção no exercício em que ela ocorrer. Com a diminuição do lucro real, a tributação (IR e CSLL) é menor.

Recursos de fundos


Outra forma de as startups receberem recursos é por meio de fundos patrimoniais (Lei 13.800/19) ou fundos de investimento em participações (FIP) nas categorias capital semente, empresas emergentes e empresas com produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

O uso desses fundos para aplicar em startups é permitido para as empresas que possuem obrigações de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação vinculadas a outorgas de concessões, como para setores de telecomunicações ou petrolífero.

Ficam de fora os valores mínimos que essas empresas devem direcionar a fundos públicos segundo determinação legal ou contratual.

A entidade setorial responsável por fiscalizar o uso do dinheiro para essa finalidade definirá as diretrizes; e o Poder Executivo federal regulamentará a forma de prestação de contas desses fundos.

Programas e editais


As empresas com obrigação de investimento em pesquisa e inovação poderão aplicar também em startups selecionadas por meio de programas, editais ou concursos gerenciados por instituições públicas.

Essas iniciativas voltam-se ao financiamento, à aceleração e ao ganho de escala de startups, gerenciadas por empresas públicas, fundações universitárias ou entidades paraestatais e bancos de fomento ligados ao desenvolvimento de empresas de base tecnológica, ecossistemas empreendedores e estímulo à inovação.

Incentivo fiscal


Quando as empresas aplicarem o dinheiro nos fundos de investimento (FIP-Capital Semente), elas poderão descontar o valor da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Esse incentivo fiscal está previsto no Repes, um regime especial de tributação para a exportação de serviços de tecnologia da informação.

Caberá ao gestor do fundo acompanhar, controlar e examinar a prestação de contas das startups beneficiadas com os recursos gerenciados pelo FIP. Se houver irregularidades, o gestor desse tipo de fundo é que ficará responsável por acertar as contas com o Fisco, pagando o que a empresa investidora deixou de recolher de tributos.

Essa cobrança dos tributos por irregularidade de aplicação deverá ser proporcional ao investimento realizado na empresa envolvida no desvio de finalidade.

Para explorar inovações experimentais com mais liberdade de atuação, as startups poderão contar com um ambiente regulatório experimental (sandbox regulatório).

Agências reguladoras, como a Anvisa ou a Anatel, poderão suspender temporariamente para as startups determinadas normas exigidas das empresas que atuam no setor. O funcionamento do sandbox deverá estabelecer os critérios para a seleção ou qualificação da empresa, a duração e o alcance da suspensão da incidência das normas e as normas propriamente abrangidas.

Investidor-anjo


Segundo regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), fundos de investimento poderão atuar como investidor-anjo em micro e pequenas empresas enquadradas no estatuto (receita bruta até R$ 4,8 milhões anuais).

O investidor-anjo coloca dinheiro na empresa de inovação sem participar do comando, mesmo que os recursos sejam superiores ao capital social. O texto aprovado permite, entretanto, a participação nas deliberações de forma consultiva e o acesso às contas, ao inventário, aos balanços, livros contábeis e à situação do caixa.

O tempo para o retorno dos aportes passa de cinco para sete anos; e as partes poderão pactuar remuneração periódica ou a conversão do aporte em participação societária.

O texto concede prioridade de análise para pedidos de patente ou de registro de marca perante o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), por meio do portal de simplificação de registro (Redesim).

Reportagem – Eduardo Piovesan e Carol Siqueira
Edição – Pierre Triboli

Sinqia migra data centers on premise para nuvem e firma parceria com Sky.One para garantir a sustentação da cloud

A Sinqia, líder brasileira em tecnologia para o setor financeiro, acaba de concluir a migração de seus data centers on premise para a nuvem e escolheu a Sky.One, startup especializada no desenvolvimento de plataformas que automatizam e facilitam o uso da computação em nuvem, como parceira para garantir toda a sustentação da cloud. Os serviços contratados pela Sinqia foram o Auto.Sky e Cloud Guru, que permitiram uma análise detalhada e crítica do negócio, transformações técnicas e culturais com o uso da nuvem na empresa, otimização de custos de cerca de 15%, redução da indisponibilidade em 99%, maior índice de NPS (Net Promoter Score) de 28%, aumento de produtividades das equipes e mais flexibilidade nos processos.

De acordo com o CIO da Sinqia, Thiago Pereira, antes de contratar os serviços da Sky.One, a Sinqia trabalhava com diferentes data centers on premise e, para realizar a migração para a nuvem, um parceiro que fizesse toda a sustentação cloud era de extrema importância, já que a Sinqia não contava com know how interno que atendesse essa demanda. “Avaliamos diversos players para o processo e optamos pela Sky.One devido à sua experiência técnica, senso de parceria e custo benefício. Temos uma relação de grande parceria com a Sky.One e somos muito abertos e colaborativos para superar qualquer tipo de dificuldade”, afirma. Pereira explica que o processo envolveu a “quebra” em ondas e em grupos de recursos. Assim, a migração foi transparente com o usuário da Sinqia e feita aos poucos (cerca de 6 meses). “A medida que íamos migrando, desligávamos do outro lado. Foi um processo gradativo, cadenciado, bem alinhado e planejado entre todas as partes envolvidas”, conta.

O COO da Sky.One, Lauro de Lauro, conta que o processo envolveu análises sobre cada ambiente on-premise, para verificar a real necessidade de migração e transformação da Sinqia. “Tendo em vista as necessidades da Sinqia de transformação e upgrade mais flexível de recursos, controle de custos mais dinâmico, escalabilidade de crescimento e redução de ambientes, cada ambiente foi migrado de forma exclusiva. Nós iniciamos com a análise da real viabilidade de migração e transformação. Posteriormente, foram realizadas “ondas de migração” para mitigar os impactos do negócio da Sinqia. Para finalizar, iniciamos o “Go Live” de sustentação. Durante este tempo, foram feitos diversos assessments em parceria com a equipe da Sinqia, para chegarmos no cenário ideal e suprir todas as necessidades do cliente”, lembra.

Para Lauro, as maiores necessidades da Sinqia eram escalabilidade e agilidade nos processos. “Por meio de etapas de planejamento muito bem definidas entre as empresas, conseguimos estabelecer uma parceria que oferecesse alta segurança, disponibilidade e performance. Sempre teremos um profissional qualificado responsável pelo ambiente da Sinqia, garantindo assim monitoração e escalonamento proativo, manutenção e correção do sistema operacional, gerência de armazenamento, rede, VMs e base de dados e backups”, declara.

Pereira explica que para atingir o sucesso da migração foi preciso realizar a transformação em diversos processos, como a rotina de trabalho, por exemplo. “Tivemos que eliminar servidores redundantes, consolidar servidores e rever recursos desnecessários. Essas adequações foram importantes para conseguirmos reduzir custos”, lembra. O executivo destaca ainda que o monitoramento da Sky.One é um grande diferencial, uma vez que conta com um painel que oferece todos os detalhes da operação e permite que as equipes liguem os servidores. “Caso aconteça uma crise de madrugada, o time consegue subir todo o recurso necessário para trabalhar e realizar o desligamento na sequência. Isso traz uma economia de custo gigante. Esse é o ponto que a Sky.One chamou muito a nossa atenção e que passa toda a segurança que precisamos para trabalhar”, explica.

Maior disponibilidade e flexibilidade com a nuvem

Pereira ressalta que além da redução de custos, o aumento de disponibilidade foi um dos principais benefícios resultantes do projeto. “Anteriormente tínhamos muitos problemas com relação à indisponibilidade nos data centers normais. Hoje, a nossa disponibilidade está próxima de 100%. Não temos problemas em fortalecer nossa estrutura, pois traz maior qualidade para a prestação de serviço aos nossos clientes e ainda reflete em um maior índice de NPS”, explica. Outro ponto destacado por Pereira foi o aumento da produtividade das equipes, a melhoria na qualidade dos softwares e a flexibilidade. “Se for preciso subir um modelo diferenciado para um cliente, o recurso sobe em aproximadamente três horas. Se fosse utilizar o modelo tradicional, demoraria uma ou duas semanas. Se fosse no data center tradicional, essa flexibilidade e agilidade em subir o recurso e amanhã desligar, não aconteceria e nós teríamos que pagar uma multa. Toda essa flexibilidade agrega muito valor e traz velocidade e agilidade para o negócio”, completa.

Pereira afirma ainda que a decisão de migrar para a cloud foi movida, principalmente, pelas reclamações dos clientes. “Tínhamos um índice de disponibilidade na Sinqia de mais ou menos 5% ao mês. Atualmente, nossa disponibilidade está menor que 0,01%. Então, houve um ganho muito grande, além da redução de custos do time de infraestrutura de 25% a menos para manter a cloud”, afirma. Além disso, o executivo reforça a importância do senso de parceria entre as empresas para o alcance dos objetivos finais. “Eu sempre reforço a questão da parceria, pois acredito que é uma visão extremamente importante. Os objetivos com o projeto foram atingidos. Não foi simples, mas, com muito trabalho e dedicação, os times da Sinqia e Sky.One conseguiram efetividade, principalmente por contar com profissionais altamente capacitados, finaliza.

Omie contrata ex-Totvs para direção de Vendas & Enterprise

Omie, empresa de gestão (ERP) na nuvem número um do Brasil, anuncia a contratação de Alessandra Lima de Castro para o cargo de diretora de Vendas Diretas & Enterprise. A chegada da executiva reforça o novo posicionamento e plano de expansão acelerada da empresa. A companhia já impulsiona e acompanha a jornada dos empreendedores que utilizam o sistema Omie desde seu nascimento até a consolidação de um faturamento anual significativo. Neste momento, a missão da marca é ampliar seu portfólio de clientes e dobrar de tamanho durante 2021, focando em uma uma tática que atrai organizações de maior porte, sem perder o foco em PMEs.

A executiva tem 20 anos de experiência na área de vendas e nos últimos 6 anos atuou como Sales Executive Director na Totvs. Com sólida experiência em reestruturação de áreas comerciais em empresas de tecnologia e telecom, passou por empresas como Vivo, Net e Oracle.

Por expandir sua atuação em vendas complexas e consultoria especializada para empresas de todos os portes, a Omie criou a área de Enterprise de forma a garantir a venda de suas soluções no menor espaço de tempo possível, com um time estruturado e sem abrir mão do ótimo atendimento realizado. A estratégia parte da evolução do software que passou a atender negócios mais robustos e de uma demanda de mercado que está em busca de uma alternativa em nuvem mais completa, de uso fácil e custo atrativo, além de propiciar inovação com implementação rápida, muito importante neste momento onde as empresas estão buscando alternativas de novos negócios.

Alessandra será responsável por estruturar a nova área e, com sua expertise de mercado, auxiliar o time de vendas diretas a exercer suas atividades com ainda mais excelência, gerando resultados expressivos para a companhia.

“O que me trouxe à Omie foi a perspectiva de atuar em uma empresa moderna, que realmente entrega uma solução que ajuda seus clientes a evoluir. Fico feliz por fazer parte dessa nova geração de softwares e por poder contribuir com os objetivos da Omie, que inclui aumentar ainda mais seu market share”, afirma a nova diretora.

Em 2020, a Omie movimentou mais de R﹩70 bilhões na economia brasileira e neste ano espera crescer 150%. Com 50.000 clientes de todos os portes e 77 franquias em todo o país, a companhia potencializa seu ciclo de crescimento com contratações como a de Alessandra.

Startup Airbox figura entre as 10 mais promissoras para seguir em 2021, segundo ranking do Capterra/Gartner

Miguel Rivero Neto, CEO da Airbox  

O portal Capterra, do grupo Gartner – reconhecido mundialmente por fornecer informações de avaliação de softwares empresariais – divulgou a lista das plataformas que mais ganharam destaque nos últimos meses, segundo a avaliação dos seus usuários. Entre elas está a Airbox, startup catarinense fundada em 2018, que participou do programa de incubação tecnológica MIDITEC, da Associação Catarinense de Tecnologia, com apoio do SEBRAE. O Capterra publica mais de 1.170.000 avaliações verificadas e com outras milhares são acrescentadas a cada mês. Sobre a plataforma da Airbox, o portal considerou uma das “ferramentas desenvolvidas por startups promissoras que ocupam (ou são candidatas a ocupar) posições de liderança em suas áreas entre usuários e investidores. Ferramentas, portanto, que todos devem ficar de olho”.

A Airbox é uma plataforma de gestão para empresas de serviços consultivos voltada à operação de ponta a ponta – das vendas à satisfação do cliente – e oferece, entre as suas funcionalidades: gestão de projetos, workflows, chamados, customer satisfaction e OKRs. A startup tem como propósito impulsionar a gestão de empresas de serviços consultivos B2B.

Miguel Rivero Neto, CEO da Airbox, considera uma conquista a classificação na lista com tão pouco tempo no mercado. Ele ainda enfatiza a importância de a startup ter participado do MIDITEC, o que os ajudou a desenvolver o negócio rapidamente.

“É uma grande vitória perceber o reconhecimento dos nossos esforços. Sabemos que são milhares de ferramentas no portal e estarmos entre as poucas selecionadas torna mais especial a conquista. Dedicamos muito foco e energia para criar um produto de excelência. Esse reconhecimento e os excelentes feedbacks dos nossos clientes na Plataforma Capterra confirmam que estamos no caminho certo”, acrescentou o CEO da Airbox.

The Bakery e Prana Capital lançam fundo de US$ 5 milhões para startups

A unidade brasileira da empresa britânica de inovação corporativa The Bakery e a companhia de investimentos Prana Capital fecharam uma parceria para montar uma joint venture que irá alocar recursos em ativos estratégicos do ecossistema de inovação e empreendedorismo e oferecer uma carteira diferenciada para investidores tradicionais, Family Offices e corporativos. As duas empresas estão lançando um fundo para captação de US$ 5 milhões (em torno de R$ 25 milhões) destinados, de um lado, ao crescimento de startups brasileiras que atuem no B2B e, de outro, à atração de startups estrangeiras com potencial de negócios no Brasil.

Esse é o primeiro veículo de Venture Capital que reúne as expertises complementares da The Bakery – fundada em Londres em 2012, opera no Brasil há três anos com a liderança dos sócios e cofundadores Felipe Novaes e Marcone Siqueira, prestando consultoria de inovação para companhias como Natura, Vale, Sanofi Medley e Itaú – e da Prana – casa independente fundada em 2019 por Bruno Hardt e Thaís Martin, que possui R$ 500 milhões sob gestão de clientes que investem em ativos tradicionais e alternativos.

Felipe Novaes explica que a The Bakery já possui sua vertente de investimentos no Reino Unido, e buscava uma parceria nesse sentido por aqui. “Não queríamos fazer acordo com um player que simplesmente nos inserisse no mercado financeiro e fizesse a ponte com os investidores. Escolhemos um parceiro alinhado ao nosso propósito de geração de valor dentro do ecossistema de inovação e com envolvimento nas etapas, para nos ajudar a estruturar e a executar com excelência, e para que de fato os empreendedores promissores consigam acelerar o crescimento deles”, diz.

Aporte para cada startup será entre US$ 150 mil e US$ 500 mil

Segundo Novaes, grande parte das startups que receberão aporte do fundo (cerca de 75% do total) é mapeada previamente a partir de uma rede global de soluções que a The Bakery possui no Brasil e em mais de 30 países. Elas são selecionadas para participar de programas de inovação com foco em resolver problemas e desafios de grandes empresas, direcionados pela inovação aberta. As mais promissoras, que cumprem as métricas estipuladas nos testes e podem ser escaladas posteriormente para atuarem junto aos clientes da The Bakery, são fortes candidatas para as rodadas do novo fundo.

“Como elas já terão passado por criteriosa avaliação de negócio nos nossos processos internos, o risco de investimento é mitigado. Muitas dependem de financiamento para conseguirem, de fato, fechar contrato e trabalhar com uma corporação, e até de recursos para se instalar no país, no caso das estrangeiras. Se o problema delas é capital, nós resolvemos”, afirma Marcone Siqueira.

“Estaremos, também, de olho em outras startups fora desse circuito que podem fazer sentido para a nossa carteira, representando aproximadamente 25% do total”, conta o sócio-fundador da Prana, Bruno Hardt. “Os cheques devem variar de US$ 150 mil a US$ 500 mil para cada startup, equivalente a rodadas do tipo seed no Brasil e pré-seed lá fora. A previsão é de um período de investimento entre 18 e 24 meses. Teremos um portfólio bem direcionado e enxuto, com um número de investidas entre 8 e 12”, adianta o executivo, que tem como braço direito no projeto o sócio Bruno Peroni, responsável pela área de Venture Capital da Prana.

“Começamos algumas conversas preliminares com possíveis investidores interessados e iremos intensificá-las a partir da segunda quinzena de janeiro”, diz Bruno Hardt. “Não vamos pulverizar demais. Será um fundo híbrido. Nossa ideia é captar grandes investidores individuais e Family offices. Também temos visto demanda de investidores institucionais, incluindo as corporações que fazem negócio com as startups e que podem se beneficiar diretamente do crescimento delas”, completa Peroni.

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Empreendedorismo feminino foi mais impactado pela pandemia no Brasil, revela relatório da Mastercard

A quarta edição do Índice Mastercard de Mulheres Empreendedoras (Mastercard Index of Women Entrepreneurs – MIWE), que avalia o sucesso de 58 economias no avanço do empreendedorismo feminino em condições pré-pandêmicas, destacou que o Brasil ocupa a 32ª posição na classificação geral com uma pontuação de 62,36. A Colômbia é o país com o melhor índice entre os países da América Latina, ocupando a 14ª posição, com 66.31.

O ranking também fornece uma análise inicial sobre os impactos da pandemia da Covid-19 sobre o empreendedorismo feminino. A análise revelou que mais de 50% das empresas lideradas por mulheres no Brasil, Argentina, Equador, Itália, Coreia do Sul, Rússia, Tailândia, Uruguai e Vietnã atuam em setores mais impactados pela pandemia, como atacado e varejo, serviços de hospedagem e alimentação.

O Brasil teve um bom resultado como um dos dez principais mercados mundiais na categoria sobre o progresso das mulheres no mundo dos negócios. Ocupando a 8ª posição, o país é destaque nesta categoria pelo nível de presença de mulheres no mercado de trabalho como um todo, mas também em cargos de lideranças e de nível técnico (aproximadamente 40%) e pelo grau de atividade empreendedora feminina registrado na economia, juntamente com Colômbia, Filipinas, Rússia, Polônia, Estados Unidos, Tailândia e Botswana.

Já na categoria de acesso a instrumentos financeiros e à educação, o Brasil ficou na 30ª posição. Os melhores na classificação dessa categoria oferecem grande acesso a
produtos e serviços financeiros, desenvolvem diferentes ações de apoio às PMEs e promovem mais oportunidades para a inserção das mulheres no ensino superior.

“Vemos no Brasil mulheres com uma veia empreendedora muito forte e elas estão
determinadas a ter grande sucesso, mesmo em um cenário de negócios tão competitivo. Porém, ainda existe uma lacuna de gêneros, onde as mulheres continuam a enfrentar desafios desproporcionais se comparado aos homens”, comenta Sarah Buchwitz, vice-presidente de Marketing e Comunicação Mastercard Brasil. “Estudos como o MIWE 2020 ajudam a promover a conscientização sobre as motivações e limitações das mulheres nos negócios para que governos, formuladores de políticas e empresas possam continuar a inspirar e promover seu progresso”, complementa.

A Covid-19 trouxe contratempos, mas também oportunidades

Globalmente, dentre as mulheres que foram impactadas pela pandemia da Covid-19, 87% delas disseram que foram impactadas negativamente. A grande participação delas nos setores mais afetados pela crise econômica, a forte lacuna de gênero digital em um mundo cada vez mais virtual e as crescentes pressões das responsabilidades no cuidado das crianças são apenas alguns fatores que deixaram as mulheres particularmente vulneráveis.

“Agora com a pandemia da Covid-19, a necessidade de reduzir a disparidade de gênero é ainda mais crítica para levarmos adiante uma recuperação econômica justa e sustentável”, comenta Sarah.

De maneira decisiva, o relatório apresenta uma perspectiva otimista para o futuro das mulheres empresárias. Isso indica que a pandemia pode ser um catalisador para um progresso exponencial das mulheres nos negócios e uma oportunidade para corrigir o preconceito de gênero inerente, caso os tomadores de decisão apoiem iniciativas específicas de gênero. Ele se baseia em vários pontos para ilustrar isso, notadamente:

• A era do Covid-19 apresenta uma narrativa de empoderamento para mulheres na liderança, fornecendo inspiração em uma época em que as barreiras culturais e o medo do fracasso ainda afastam algumas mulheres dos empreendimentos. A pandemia da Covid-19 destacou a capacidade das mulheres de liderarem em circunstâncias extraordinárias. Líderes mundiais femininas, como a primeira-ministra Jacinda Ardern da Nova Zelândia, a chanceler Angela Merkel da Alemanha e a primeira-ministra Sanna Marin da Finlândia, presidiram alguns dos esforços mais bem-sucedidos para conter o Covid-19 ao mesmo tempo em que incutiam ordem, segurança, confiança e calma. Com quase metade (47,8%) das mulheres empresárias relatando serem motivadas pelo desejo de contribuir para o bem maior da sociedade, o impacto dessas líderes não pode ser subestimado.

• As mulheres nos negócios já demonstram uma adaptabilidade acentuada, apesar das extensas barreiras para o sucesso. Na linha de frente, as empresárias estão se adaptando ao novo mundo do trabalho com confiança renovada. Globalmente, 42% mudaram para um modelo de negócios digital e 34% identificaram novas oportunidades de negócios desde o início da pandemia.

• O ‘novo normal’ apresenta uma oportunidade única na vida para remover as barreiras existentes, levando a uma maior participação de gênero e paridade para as mulheres nos negócios. Além de multiplicar as várias disparidades que as mulheres enfrentam – desde a lacuna de gênero digital até a inclusão financeira – a Covid-19 tem sido um estímulo intenso para o progresso estrutural. Por exemplo, antes da pandemia, a disparidade financeira global de gênero permaneceu estática por quase uma década. No entanto, a Covid-19 impulsionou o progresso nesta área – com mais de 11 milhões de trabalhadores informais no Brasil se inscrevendo para receber recursos governamentais de emergência em suas contas de poupança.

O relatório indica que as consequências desses levantamentos são complexas. Além disso, demonstra o valor inexplorado das mulheres como líderes e, de forma crítica, destaca o papel da pandemia em acelerar soluções progressivas. Aproveitar esse impulso e defender iniciativas específicas de gênero será fundamental para igualar o papel das mulheres e reduzir os US$ 172 trilhões perdidos globalmente (segundo o Banco Mundial) devido às diferenças entre mulheres e homens em seus ganhos.

O compromisso da Mastercard em promover a inclusão

O relatório MIWE é apenas um componente da missão mais ampla da Mastercard de impulsionar o avanço dos desfavorecidos, com um compromisso específico de apoiar e ajudar a desenvolver mulheres empresárias e pequenas empresas por meio de iniciativas como o programa Start Path. Em 2020, a Mastercard expandiu seu compromisso de inclusão financeira mundial, prometendo trazer um total de um bilhão de pessoas e 50 milhões de micro e pequenas empresas para a economia digital até 2025. Como parte desse esforço, haverá um foco direto em fornecer a 25 milhões mulheres empresárias as soluções que podem ajudá-las a expandir seus negócios, por meio de uma série de iniciativas que combinam financiamento, mentoria e desenvolvimento de tecnologias inclusivas.

Baixe o relatório do Índice Mastercard de Mulheres Empreendedoras de 2020 e recursos de apoio [ aqui].

Metodologia do MIWE


O Índice Mastercard de Mulheres Empreendedoras fornece uma análise mundial sobre como as mulheres nos negócios estão progredindo em 58 economias globais. Representando quase 80% da força de trabalho feminina internacional, o MIWE fornece análises aprofundadas sobre os fatores socioeconômicos que impulsionam e inibem seu sucesso.

Por meio de uma metodologia única – envolvendo análise detalhada de 12 indicadores e 25 subindicadores que abrangem Resultados de Avanço, Ativos de Conhecimento e Acesso Financeiro e Suporte a Condições Empresariais – o índice classifica 58 economias individuais de acordo com o desempenho no ano passado. Agregando essas pontuações, o índice é capaz de fornecer uma classificação geral de quão bem-sucedidas as economias individuais são no avanço do empreendedorismo feminino em comparação com seus pares em condições pré-Covid.

O relatório deste ano também fornece uma análise adicional sobre as ramificações iniciais das medidas de emergência implementadas por governos e empresas para mulheres empresárias em resposta à pandemia de Covid-19 em 40 economias globais.

As conclusões do Índice Mastercard de Mulheres Empreendedoras fornecem clareza e compreensão para governos, formuladores de políticas, partes interessadas, empresas e indivíduos que desejam compreender o papel crucial das mulheres nos negócios e aplicar os aprendizados obtidos das economias globais.

Qlik e AWS expandem parceria

A Qlik®, multinacional referência em Data Integration and Data Analytics, e a Amazon Web Services (AWS) expandem a parceria com o lançamento do Qlik Sense Enterprise SaaS no AWS Marketplace. Com a novidade, os clientes da AWS agora podem adquirir a plataforma de análise de dados de última geração da Qlik de maneira fácil e contínua, com o motor associativo exclusivo da Qlik e inteligência artificial (IA) sofisticada, para permitir análises em toda a empresa na nuvem, aproveitando a AWS.

O lançamento é o mais recente marco no relacionamento da Qlik com a AWS. Nos últimos dois trimestres, a Qlik foi reconhecida como um parceiro de tecnologia avançada da AWS, além de obter a designação Amazon Redshift Ready, para sua plataforma de análise de dados, e a designação Amazon Relational Database Service (Amazon RDS), para suas plataformas de integração e análise de dados.

“Estamos muito satisfeitos em dar as boas-vindas à Qlik no AWS Marketplace”, afirma Garth Fort, diretor de Produtos e AWS Marketplace, da Amazon Web Services Inc. “Ao acessar as soluções da Qlik no AWS Marketplace, os clientes podem acelerar a migração de dados e cargas de trabalho estratégicas em escala na AWS.”

O relacionamento expandido da Qlik com a AWS agora inclui uma ampla variedade de certificações e designações em toda a sua plataforma de dados e análise ponta a ponta, incluindo:

  • Designação de Advanced Technology Partner da AWS, que reconhece a proposta de valor, alinhamento e compromisso da Qlik em fornecer integração de dados e soluções analíticas para clientes na AWS;
  • Designação AWS Data and Analytics Competency, que se vincula aos pontos fortes da Qlik na coleta, armazenamento, governança e análise de dados em escala;
  • Designação Amazon Redshift Ready, que valida a capacidade de toda a plataforma do Qlik se integrar ao Amazon Redshift, ajudando os clientes a carregar e transformar dados prontos para análise na AWS, juntamente com a arquitetura e implementação de plataformas analíticas na AWS;
  • A designaçãoAWS Migration Competency, que é crucial para clientes que procuram acelerar e simplificar as migrações de dados e carga de trabalho de sua infraestrutura legada para a AWS.

Ao disponibilizar suas soluções no AWS Marketplace, a Qlik facilita o caminho para que os clientes adotem suas ferramentas junto com a AWS como parte de suas necessidades básicas de dados estratégicos e análises.

“Estar disponível no AWS Marketplace, com nosso status e certificações AWS Advanced Technology Partner, dá aos clientes a confiança de que a implementação da Qlik com a AWS pode ajudar a agregar mais valor a todos os seus dados na nuvem”, afirma Itamar Ankorion, vice-presidente sênior de alianças de tecnologia da Qlik. “Nossa integração de dados e plataformas analíticas exclusivas têm muito a contribuir aos clientes AWS, seja implantando SaaS BI na nuvem, migrando cargas de trabalho analíticas ou criando integração de dados em tempo real com a AWS como parte de iniciativas de data lake e data warehouse”.

Startup de logística VUXX recebe aporte de R﹩ 2,5 milhões

A VUXX , transportadora digital com foco nas entregas de cargas de médio peso em regiões metropolitanas, anuncia a captação de um novo aporte no valor de R﹩ 2,5 milhões da BR Angels Smart Network e de outros investidores-anjos. O montante se soma aos mais de R﹩ 5 milhões já obtidos desde o lançamento da empresa, em 2016, e será aplicado, principalmente, em ações de aquisição de novos clientes, updates em seu software proprietário de roteirização e no aprimoramento de seus algoritmos de Inteligência Artificial.

“O ano de 2020 está sendo interessante para o investimento-anjo. Este é o quinto acordo firmado pela BR Angels desde o mês de abril, e teremos outros até dezembro. Até o início do ano, o mercado de logtechs já era extremamente promissor, principalmente em um país com as características territoriais e de infraestrutura como o Brasil. Com o avanço da pandemia da Covid-19, que impactou praticamente o mercado de todos os países, o setor adquiriu ainda maior relevância, atraindo o interesse dos investidores”, diz Orlando Cintra, CEO da BR Angels. “Nossas apostas na VUXX já eram anteriores a este movimento do mercado, inclusive pelo seu modelo de negócios e sua atuação. Mas é claro que, nos últimos meses, nossas expectativas com todo este segmento aumentaram”, detalha Cintra.

De acordo com Bruno Serapiao, Board Advisor da BR Angels, a escolha da VUXX para conceder o aporte se deu pelo fato de a startup de logística ser uma empresa jovem, com potencial de crescimento e por ter como missão descomplicar o segmento de transporte de cargas de médio peso no Brasil. “Navegando pela plataforma da VUXX, varejistas, embarcadores, distribuidoras, transportadoras, dentre outros, podem cotar e contratar serviços de entrega fracionada urbana e intermunicipal, reduzindo em até 30% seu custo de distribuição. Com uma equipe de operação atuando 24 horas por dia e apta para resolver qualquer tipo de imprevisto, a VUXX cuida da entrega desde o carregamento até o comprovante, sempre seguindo os protocolos padrão de transporte e a legislação vigente”, destaca Serapiao.

O aporte vem em um momento de crescimento da VUXX de mais de 200% somente em 2020 e de quase 3 vezes em relação ao ano de 2019. “Queremos manter o ritmo em 2021 e, para isso, precisamos investir em tecnologia e na aquisição de novos clientes. Vamos lançar um full-service para embarcadores: serviço de frete totalmente integrado ao ERP, com roteirização baseada em Inteligência Artificial, gestão das entregas em tempo real, notificação e acompanhamento para os destinatários também em tempo real e com nossa rede de mais de mil motoristas profissionais de carga. A ideia é que o embarcador não tenha nenhuma preocupação em planejar e gerenciar as entregas”, explica Felipe Trevisan, CEO da VUXX.

Outra novidade possibilitada com o investimento captado é a chegada a novas praças em 2021, como Belo Horizonte (MG). “Estamos consolidados no estado de São Paulo e atuando nas principais regiões, como Grande São Paulo, Baixada Santista, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e, agora, começaremos a oferecer nossas soluções em outros estados brasileiros”, complementa Trevisan.

boostLAB, do BTG Pactual, abre inscrições para nova rodada de seu programa de potencialização de startups

O boostLAB, Hub de negócios para empresas tech do BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, anuncia a abertura de inscrições para a sétima edição de seu programa de potencialização de startups em nível avançado, as chamadas Scale-ups. As inscrições vão até o dia 5 de fevereiro e podem ser feitas pelo site www.boostlab.com.br. Serão selecionadas de cinco a dez startups, que seguirão no programa pelo período de cinco meses.

Lançado em 2018, o programa do boostLAB tem o objetivo de acelerar a criação de valor para startups e apoiar os empreendedores, aproximando-os do mercado financeiro e do acesso a capital. O programa conta com a dedicação integral de um sócio do BTG Pactual, acompanhamento por membros de seu comitê executivo, mentoria de sócios do banco e de executivos de destaque no mercado, além da metodologia da ACE, uma das maiores empresas de inovação corporativa da América Latina.

Desde sua criação, o programa já recebeu mais de 1000 inscrições e potencializou 44 startups, sendo que 70% delas tiveram negócios realizados com o grupo. Além disso, seis empresas potencializadas posteriormente receberam investimentos do BTG Pactual: Agronow, Finpass, Liber Capital, Digesto, Pier e Celcoin.

“Olhamos sempre para banking related services, mas não necessariamente fintechs. A ideia é sempre poder investir em alguma tese que ajude o banco ou uma de nossas áreas a poder acelerar e potencializar os seus processos”, afirma Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB. Pompeu menciona também o crescimento no número de interessados em participar. No último programa, foram 425 startups inscritas, 25% a mais do que na rodada anterior.

O CEO do BTG Pactual, Roberto Sallouti, destaca que é muito gratificante acompanhar os resultados de um programa que começou como um potencializador e hoje se tornou um hub de negócios de tecnologia do BTG Pactual. “O boostLAB foi uma forma que encontramos de estimular o empreendedorismo e prestigiar pessoas que estavam criando tecnologias disruptivas e novos modelos de negócios”, afirma.

Albert Morales, General Manager na Belvo, startup que participou da sexta rodada do programa de potencialização, cita algumas das oportunidades geradas pelo projeto. “Tivemos mentorias exclusivas com talentos em todas as frentes necessárias: marketing, produto, go-to-market, fundraising etc. O BTG Pactual também sempre ficou à disposição para oferecer recursos internos que facilitassem nossas operações no Brasil”, conta. De origem espanhola, a Belvo foi a primeira startup de fora do país a participar do programa.

Para Pablo Augusto, Co-founder e CEO da iClubs, outra startup que participou do Batch #6, a experiência foi extremamente positiva. “Além das mentorias que nos ajudaram muito a evoluir o nosso produto e o nosso modelo de negócio, a visibilidade e as conexões proporcionadas pelo BTG Pactual e pela ACE abriram muitas portas para novos clientes e parceiros estratégicos”, comenta.

Já Vinicius Flores, CEO da Redecompras, considera que a participação foi um marco para a história da startup. “Por meio de todas as mentorias oferecidas, efetuamos diversas ações de melhorias que nos proporcionaram uma nova estratégia e um novo conceito para a empresa. O boostLAB teve um impacto direto no andamento dos nossos negócios, com a reformulação de algumas áreas internas”, destaca.

Entre os temas prioritários para o #batch7, o boostLAB busca principalmente soluções de fintechs (como crédito, financiamento, investimentos e PFM) analytics, machine learning, real estate, big data, legaltechs, insurtechs, blockchain, entre outras. Para poder participar do programa de potencialização, é importante que as Scale-ups tenham ao menos dois sócios com dedicação exclusiva, produto pronto, tração e vendas recorrentes para resolver problemas reais, de forma escalável.

Em 2020, o boostLAB foi premiado pelo segundo ano consecutivo como um dos melhores centros de inovação financeira (Best Financial Innovation Labs) do mundo pelo The Innovators 2020, da revista Global Finance. O prêmio, que está em sua oitava edição, busca reconhecer entidades que regularmente identificam novos caminhos e projetam novas ferramentas para o mercado financeiro. Esse foi o segundo ano em que o prêmio elegeu os melhores laboratórios de inovação financeira do mundo, sendo o boostLAB o único centro do Brasil a figurar na lista.

Com o avanço da nova unidade digital de varejo (DRU – Digital Retail Unit), o lançamento do BTG+, banco de varejo transacional completo, e também o BTG+ business, plataforma digital de soluções para pequenas e médias empresas, o boostLAB busca cada vez mais soluções que tenham sinergia com os negócios do Banco.

Para inscrições e mais informações: www.boostlab.com.br.

Black Friday: Linx faz força-tarefa à distância e aumenta 100% estrutura de nuvem

Fábio Alves, diretor de Infraestrutura e Governança de TI na Linx

A Black Friday, principal data para movimentação do varejo brasileiro e carregada de expectativa para retomada do setor neste ano, exigiu uma operação especial, pela primeira vez remota, da Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo. A empresa estruturou uma operação especial com mais de 150 colaboradores exclusivamente dedicados para o dia 27 de novembro e investiu no aumento de 100% de recursos em nuvem para a data, já que a grande projeção era disparo em vendas digitais neste ano devido ao isolamento social e restrições do varejo físico.

As verticais tradicionalmente mais requisitadas na data também receberam reforço. Apenas no segmento de moda, cerca de 95% da estrutura em nuvem foi aumentada, enquanto em Fiscal Flow, área dedicada à emissão de notas fiscais, o crescimento da infraestrutura atingiu 100%. Para além da preparação em recursos tecnológicos, essa Black Friday também exigiu uma nova mentalidade da equipe. “Para suportarmos essa demanda, nossa equipe trabalhou com horários em escalas alternadas para cobrir as 24h completas do dia. A diferença, no entanto, é que foi a primeira Black Friday com quase todo o time trabalhando de casa e tivemos que nos preparar para essa novidade”, explica Fábio Alves, diretor de Infraestrutura e Governança de TI na Linx.

Dados apontam que a preparação digital foi acertada: as vendas online saltaram 32% na sexta-feira, em comparação com o ano anterior. A Linx registrou também crescimento de 19% no volume de buscas online de produtos nas 24 horas da data, alcançando a marca de 48 milhões. Somando todas as soluções da Linx, o pico de requisições por minuto chegou a 3,9 milhões. Na data, o destaque ficou por conta da modalidade de compra online com envio a partir da loja mais próxima, proporcionando maior agilidade na entrega, com salto de 142% em relação ao ano passado e representando 57% do total de pedidos. Segundo a empresa, o tráfego foi bastante intenso durante toda a sexta-feira, com registros de picos e constante carga até as últimas horas da Black Friday.

Mesmo com os picos e crescimentos na movimentação e vendas dos varejistas, a empresa não registrou falhas ou interrupções nos sistemas, problemas que poderiam atrapalhar o desempenho dos lojistas. A exemplo, a performance da plataforma de e-commerce da Linx foi 100% de uptime, jargão de tecnologia que indica que não houve queda da plataforma em nenhum momento do dia. “Sabemos que dois minutos perdidos em um site de nossos clientes poderia definir o sucesso nos resultados da Black Friday para ele. Por isso, o preparo de toda a nossa infraestrutura tem uma estratégia que começa meses antes da grande data e estamos extremamente orgulhosos da estabilidade conquistada”, finaliza Alves.