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A importância da educação para as Micro e Pequenas Empresas

Por Ana Beatriz Cesa, Presidente da Brasil Júnior 2020

Nossa geração nunca presenciou um cenário tão fragilizado como este que estamos atravessando em decorrência da pandemia. As empresas, mais do que nunca, são conduzidas a enfrentar desafios sobre desemprego, fluxo de trabalho e produtividade da equipe, além de graves dificuldades financeiras e permanência no mercado. Compreendemos que, no país, esse cenário ganha um agravante ainda maior diante do contexto dos pequenos negócios.

Mesmo que correspondam a mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) do nosso País – de acordo com dados do SEBRAE, esse é o perfil de empresa que mais enfrenta dificuldades, seja em gestão, adaptação no mercado, conhecimento sobre o setor e estratégias de crescimento, situação que tende a se agravar cada vez mais diante da crise atual.

Ainda assim, as MPEs são a principal fonte de emprego no país. No Brasil, existem 6,4 milhões de estabelecimentos, desse total, 99% são Micro e Pequenas Empresas, o que torna ainda mais essencial o desenvolvimento dos pequenos negócios e o aumento na sua competitividade, de modo a aumentar sua chance de sobrevivência no mercado.

Frente à tudo isso, nos encontramos diante de um fator essencial para o fortalecimento dos pequenos negócios: a educação, sobretudo, empreendedora. A educação em si é o fator mais determinante para o desenvolvimento de um país e do indivíduo. É por meio dela que se garante o desenvolvimento social, econômico e cultural, e que mudanças e inovações da sociedade são construídas.

A educação empreendedora, inclusive, é a principal bandeira do Movimento Empresa Júnior. E, pensando em como contribuir com o país diante do contexto de crise, criamos o “Unidos pelo Brasil”, projeto que conecta os valores agregados da educação empreendedora às PMEs. A plataforma conduzirá as Empresas Juniores – empresas formadas por universitários de todo país, a realizar consultorias gratuitas para pequenos negócios. Somente em 2019, foram atendidas pelas empresas juniores, mais de cinco mil MPEs e foram oferecidas mais de 20 mil soluções para o mercado.

No final das contas, o entendimento da importância da educação é capaz de guiar a transformação nas universidades, formando lideranças por meio da educação empreendedora. Acredito que com a união do empreendedorismo, da educação e da força da juventude, é possível alcançar o equilíbrio entre os pilares mais importantes da sociedade, auxiliando Micro e Pequenas Empresas a se fortalecerem no mercado e assim, fazer do Brasil um país cada vez mais empreendedor.

Kantar aponta as principais transformações e as tendências de comportamento do consumidor pós-quarentena

Desde o início da pandemia, nossos comportamentos e hábitos de consumo foram profundamente impactados. Atividades outdoor, como frequentar bares, restaurantes, cinemas e shows foram retiradas do nosso dia a dia, enquanto novas possibilidades tornaram-se uma opção de, ao menos, mantermos próximos os antigos hábitos. O consumo de bebidas alcoólicas migrou para dentro de casa, assim como cozinhar passou a ser uma atividade mais frequente. Como opção, os pedidos delivery e as compras online ganharam mais força, assim como um interesse ainda maior pelos noticiários da TV e do rádio, além de conteúdos via streaming, como podcasts e músicas. Por falar nisso, as lives também são uma tendência que ganharam verdadeiras legiões de fãs, e que devem seguir no ‘novo normal’.

A Kantar vem acompanhando essas mudanças e, agora, destaca as principais transformações e as tendências no comportamento do consumidor pós-quarentena.

Consumo

Os impactos da pandemia do novo coronavírus atingiram em cheio os hábitos de consumo. Na fase de pré-isolamento social, a estocagem de itens de limpeza e alimentos deram o tom, porém, agora vemos a preferência pelo comércio local em função da comodidade de ser mais próximo de casa e pelo número menor de pessoas no ambiente, o que implica em evitar aglomerações.

O delivery ganhou força como serviço que complementa o consumo no dia a dia, motivado, principalmente, para indulgências. A classe AB lidera com aumento no consumo nesse canal, com 11%. Nos dias de semana, o crescimento chegou a 9% e aos fins de semana em 10%. O top 3 categorias mostra em primeiro lugar fast food, seguido por pizzas e em terceiro lugar a busca por pratos e refeições.

Esse é um comportamento que veio pra ficar. Dentre os brasileiros que pediram delivery, 53% pediram de 2 a 3 vezes na última semana, e dos 19% que já aderiram ao delivery dizem que, mesmo após a pandemia, pedirão mais entregas de refeições do que antes.

Além disso, há demanda latente por canais digitais, e essa experiência já vem conquistando os consumidores. No Brasil, em média, o e-commerce* cresceu 2,3 nas 4 semanas após o bloqueio, e na América Latina, o número chega a 3,3.

Realizando mais refeições em casa, o consumo de alimentos e bebidas nessas ocasiões cresceu 27%. As ocasiões do almoço e jantar lideram, com aumento de 30%, seguidas pelo café da manhã (+25%) e lanches rápidos (+21%). Entre os itens mais consumidos no período, estão leite condensado, creme de leite, cerveja, leite e catchup/atomatados.

A sensação de limpeza e de proteção também ganha força, o que impacta diretamente o consumo de produtos de higiene pessoal: matar os germes, sentir-se limpo e fresco além da hidratação são as principais necessidades que crescem nos cuidados com a pele. Por outro lado, outras necessidades tiveram retração, assim como itens de maquiagem, fragrância, aparelhos como secador de cabelos, chapinha, entre outros:

Um olhar sobre a Mídia

Na busca por notícias sobre a pandemia e das orientações das autoridades, a audiência de TV apresentou aumento no tempo médio individual em todas as regiões do Brasil. Nas últimas semanas, observa-se uma estabilização, com patamares menores, mas ainda muito elevados.

Dados do estudo global Dimension: A Mídia & Eu, realizado pela Kantar IBOPE Media antes da pandemia, já indicavam que a confiança do consumidor é maior nos meios jornal, rádio e TV, o que impulsiona o consumo e o compartilhamento de notícias.

Outra tendência que apareceu durante a pandemia e que tem todo o potencial de continuar após a quarentena é o fenômeno das lives. Das 216 lives analisadas nos finais de semana entre 25 de abril e 31 de maio, constatamos que as que tiveram seu conteúdo transmitido em outros meios que não somente o digital tiveram repercussão 2,6 vezes maior.

Os apps também ganharam um novo queridinho: o TikTok já é o aplicativo da quarentena, com mais de 2 bilhões de downloads em todo o mundo. Os apps de lives, como o Zoom, também aparecem como os mais buscados. O consumidor multiconectado também tem preferido diversificar suas opções e, com esse novo cenário, cresce também a necessidade de métricas cross media capaz de oferecer aos anunciantes comparabilidade. É importante identificar o indivíduo aonde ele estiver.

Ainda que a atividade publicitária tenha diminuído, surgiram novas oportunidades de direcionamento estratégico. Modelos de negócio que se beneficiam do isolamento apresentam crescimento de até 3 dígitos no número de inserções:

Manter-se presente junto ao consumidor faz toda a diferença no momento. Entre as marcas mais valiosas de acordo com o ranking Brandz Brasil, 16 entre as 20 não deixaram de anunciar durante a pandemia.

Posicionamento das marcas

Consumidores acham que a vida e a economia precisam continuar. Alguns veem a propaganda como uma distração bem-vinda ou um lembrete agradável de tempos mais normais. Por isso, mesmo nesse momento tão delicado, o consumidor brasileiro diz querer ouvir o que as marcas estão fazendo e como podem contribuir para melhorar essa situação.

Ele também espera se conectar com valores das marcas nas propagandas:

Quando questionados se as marcas devem ou não mencionar a pandemia, não existe um consenso. O que determina um bom resultado de um comercial é o seu conteúdo criativo, relevância da mensagem, propósito de marca etc. Por isso, para terem destaque nesse momento, as marcas devem ser autênticas, relevantes e terem um propósito. Esses atributos já eram importantes antes e ganharam ainda mais importância dado o momento pelo qual todos estamos vivenciando.

As marcas precisam entender essa nova realidade e precisam ‘ajustar’ seu ponto de vista dentro dela para poderem ser ouvidas. As pessoas esperam que as marcas ajudem se puderem, e comportem-se de forma responsável e ofereçam novos produtos/serviços relevantes para essas grandes mudanças. Por isso, posicionar-se faz toda a diferença.

As edições do Kantar Thermometer estão disponíveis no site http://br.kantar.com/covid-19/, que traz atualizações frequentes sobre os impactos do novo coronavírus.

Ralf Brandstätter é o novo CEO da marca Volkswagen


O Grupo Volkswagen está reatribuindo responsabilidades pela direção da marca e do Grupo. A partir de 1º de julho de 2020, a marca Volkswagen será dirigida por seu anterior COO, Ralf Brandstätter. O CEO do Grupo Volkswagen, Dr. Herbert Diess, que anteriormente foi responsável pelas duas funções, vai passar assim a ter maior liberdade para o exercício de suas funções como CEO do Grupo. No Conselho de Administração do Grupo, Brandstätter vai manter total responsabilidade pela Volkswagen Passenger Cars e o grupo de marcas de volume. O objetivo será a manutenção de um foco mais concentrado nas tarefas de alto nível no Grupo e na marca durante a atual fase de transformação na indústria automotiva.

Como novo CEO da marca Volkswagen, Ralf Brandstätter, a partir de 1º de julho de 2020, dará continuidade às estragégias de mobilidade elétrica bem como a digitalização do automóvel, direcionamentos contruídos ao longo destes últimos anos.

“Ralf Brandstätter é um dos executivos mais experientes da empresa. Durante os dois últimos anos, ele liderou com sucesso a Volkswagen como COO e desempenhou um papel fundamental no projeto de transformação da marca”, afirmou o CEO da Volkswagen AG, Dr. Herbert Diess. “Desta forma, fico muito satisfeito por saber que Ralf Brandstätter irá liderar o desenvolvimento da marca como CEO, seguindo as decisões estratégicas de longo alcance estabelecidas nos últimos anos”.

Após uma ano recorde em 2019, a marca está extremamente bem posicionada para o futuro. A Volkswagen completou com sucesso a primeira etapa da estratégia Transform 2025+. A empresa está agora entrando na próxima fase. A ampla ofensiva elétrica agora vai se tornar tangível com novos veículos nas estradas. A Volkswagen está abrindo o caminho para a mobilidade com emissão zero. Até 2025, deverão ser vendidos pelo menos 1,5 milhão de carros elétricos. Além da eletrificação, a marca também vai evoluir na digitalização durante os próximos anos.

“Para a Volkswagen, o caminho para o futuro já foi traçado. Com base na estratégia Transform 2025+, a marca está se transformando numa das provedoras líderes da mobilidade neutra em carbono e a caminho de tornar-se uma empresa de tecnologia digital. Eu gostaria de agradecer a toda a equipe da Volkswagen por sua tremenda dedicação. Vamos seguir nossa rota definitivamente juntos”, declarou Ralf Brandstätter.

Ralf Brandstätter nasceu em Brunswick em 8 de setembro de 1968. Após treinar como projetista de instalações na fábrica da Volkswagen em Brunswick, estudou engenharia industrial e ingressou no Grupo Volkswagen em 1993. Depois de exercer funções na liderança de projetos internacionais na divisão de compras, tornou-se assistente do Conselho Administrativo na Secretaria Geral da Volkswagen AG. Em 1998, passou a encarregado de compras de metais para componentes de chassis e trens de força e foi designado como diretor de projetos de novos veículos em 2003. Em 2005, transferiu-se para a Espanha como chefe de compras da SEAT. O executivo tornou-se membro do Conselho Executivo da SEAT responsável por compras em 2008. Brandstätter foi nomeado Chefe de Compras Exteriores do Grupo em 2010. Ele foi nomeado Chefe de Compras do Grupo para Lançamento de Novos Produtos em 2012 e tornou-se Representante Geral da Volkswagen AG em outubro de 2015. Ralf Brandstätter foi indicado para membro do Conselho Administrativo da marca Volkswagen Passenger Cars em dezembro de 2015. Brandstätter vem ocupando o posto de Chief Operating Officer (COO) da marca Volkswagen Passenger Cars desde 1º de agosto de 2018.

Brasil e China se destacam como mercados abertos à inovação no varejo, aponta pesquisa


O futuro do varejo está mais próximo do que imaginamos, e em poucos anos os smartphones devem se tornar o principal ambiente de compras. É o que aponta o relatório Retail 2020, promovido pela multinacional de meios de pagamento Wirecard em parceria com a VansonBourne.

A pesquisa entrevistou 4998 pessoas em sete dos principais mercados consumidores do mundo (Brasil, China, EUA, Reino Unido, Alemanha, Singapura e Emirados Árabes Unidos) em novembro de 2019. O relatório analisou a percepção desses consumidores em relação a tendências e novas tecnologias do varejo, como self-checkout, reconhecimento de voz e facial, biometria, realidade virtual e smart mirrors (telas digitais nas lojas físicas).

“O varejo vai mudar mais nos próximos 5 anos do que nos últimos 50, afirma Jörn Leogrande, VP executivo da Wirecard Labs. E as mudanças já começaram, principalmente nos meios de pagamento: 47% dos entrevistados afirmaram utilizar carteiras digitais, e 81% afirmaram que as utilizariam sem problemas para compras em grandes valores.

“A realidade das pessoas vem sendo transformada muito rapidamente, e a crise da Covid-19, com o fechamento do comércio físico tradicional, pode ter impulsionado ainda mais essas mudanças. O consumidor em todo o mundo vai se abrindo mais à inovação e, acima de tudo, confiando nas tecnologias como algo seguro”, analisa João Pedro Tonini, VP de produtos e tecnologia da Wirecard Brasil.

A pesquisa mostra que brasileiros e chineses são mercados consumidores abertos a essas inovações, enquanto europeus costumam ter uma postura mais conservadora. Por exemplo: no Brasil, 24% dos entrevistados confiam mais em provedores de pagamento (Apple Pay, Samsung Pay, Amazon Pay) do que em bancos tradicionais e outras organizações. Na Alemanha, apenas 12% demonstraram mais confiança em meios de pagamento digitais.

O consumidor brasileiro também se demonstrou interessado em utilizar tecnologias inovadoras de meios de pagamento, como reconhecimento facial (57%) e criptomoedas (63%). No caso da realidade virtual, 85% dos brasileiros gostariam de utilizá-la para provar peças de roupa e calçadas em uma compra online.

“O Brasil, por ter um sistema financeiro historicamente burocrático e muitas vezes excludente, tende a ser um ambiente favorável à inovação. O consumidor acaba sendo atraído por alternativas que simplifiquem a sua vida e reduzam custos e burocracias”, analisa Tonini.

Veja a pesquisa: http://www.wirecard.com/a-new-age-of-retail-is-dawning

Comércio eletrônico cresce 41% entre março e abril de 2020 no Brasil, aponta pesquisa da PayU

Entre março e abril de 2020, período em que a disseminação do novo coronavírus ganhou proporções inesperadas e se tornou uma pandemia, as vendas por meio do comércio eletrônico cresceram 41% só no Brasil. Se analisarmos os últimos 12 meses – abril de 2019 a abril de 2020 -, o aumento foi de 28%. Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela PayU, fintech e divisão de pagamentos digitais da Prosus.

Segundo a pesquisa, que analisou o cenário na América Latina, as vendas digitais tiveram uma variação positiva no período de pandemia. O Brasil foi o país com os percentuais mais altos, seguido pela Colômbia – com um crescimento de 21% entre março e abril de 2020 – e a Argentina, com aumento de 12% no período. Por outro lado, Peru e México registraram queda de 12% e 8%, respectivamente, mês contra mês.

O comércio eletrônico do setor de alimentos foi o que mais cresceu no período: 131%. De acordo com a pesquisa da PayU, como a maior parte das pessoas está seguindo a orientação de ficar em casa, não sendo possível ir a restaurantes, o consumidor está comprando produtos de mercados e refeições prontas online. O segundo setor com maior crescimento, é de moda, que registrou 122% de aumento em abril em comparação com março.

“No início de março, quando a Covid-19 começou a se espalhar pela região, o setor de moda, teve uma queda significativa, atingindo seu pico mais baixo no domingo, 22 de março. Porém, as marcas se adaptaram à situação, oferecendo produtos para as pessoas usarem em casa, com comunicação voltada para o conforto. Isso contribui para sua rápida recuperação em abril,” afirma Felipe Gonçalves, country manager da PayU no Brasil.

Outros setores que tiveram um bom crescimento são as vendas por catálogos e marketing multinível, com 81%; serviços médicos, com 49%, devido a aquisição de itens de farmácia e equipamentos médicos para hospitais, seguidos por maquinários (34%), educação e bens domésticos – ambos com 33%.

O estudo ainda aponta os setores com mais dificuldade no período. As demandas no segmento de transporte, que engloba companhias aéreas, serviços de transporte colaborativo e intermunicipal, diminuíram abruptamente, registrando uma queda de 71%. Isso se deve ao medo de contágio do COVID-19 e medidas de isolamento. Essas mudanças impactam diretamente no setor de turismo, como agências de viagens, guias turísticos e hotéis, que, devido às restrições, registraram uma queda de 39% em abril em comparação com março de 2020. Se olharmos os últimos 12 meses, a queda é ainda maior – 65% frente a abril de 2019.

“Estamos vivenciando uma crise sem precedentes e a maior parte das empresas está buscando medidas para sobreviver e manter os empregos. O comércio eletrônico é uma ótima saída para a situação, pois possibilita a continuidade da operação, menos que de forma reduzida”, diz Gonçalves. Para o executivo, essa situação impactará inclusive nos hábitos de consumo da população. “O comportamento das empresas e consumidores está se voltando cada vez mais para o digital. E, embora ainda não tenhamos certeza de como será o mundo pós-pandemia, podemos afirmar que cada vez mais as pessoas buscarão pela praticidade e segurança que o comércio eletrônico oferece”, afirma o executivo.

O levantamento da PayU analisou dados de 115 milhões de transações online processadas anualmente em mais de 22 mil lojas na Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, México, Peru e Panamá. Para conferir o estudo completo, acesse: http://latam.payu.com/pt/relatorio-covid

Parceria com Cubo Itaú torna a Funcesp a primeira entidade de previdência a participar do processo de open innovation no hub

A Funcesp acaba de firmar parceria com o Cubo Itaú, principal hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, tornando-se assim a primeira entidade de previdência complementar a participar do centro para o processo de open innovation. A iniciativa vai ao encontro do objetivo da organização de fortalecer cada vez mais a cultura de inovação e transformação digital em toda sua cadeia operacional.

“A conexão com as fintechs, como são conhecidas as startups de finanças, e as healthtechs (de saúde) do Cubo Itaú nos auxiliará na estratégia de trazer soluções e ferramentas de Inteligência Artificial para o dia a dia da Funcesp, com benefícios diretos para nossos colaboradores, participantes e beneficiários”, comenta o presidente da Funcesp, Walter Mendes.

O presidente da Funcesp destaca ainda que a parceria tem como um de seus focos principais o envolvimento de colaboradores de todas as áreas. “Levaremos nossos profissionais até o Cubo para que identifiquem, no ecossistema de startups, soluções de inovação que proporcionem otimização e agilidade de processos, redução de custos, entre outros impactos positivos na operação”.

A parceria com o Cubo Itaú consolida o processo de transformação digital iniciado na Funcesp com iniciativas implantadas em diferentes áreas da entidade e que já vêm provocando mudanças na forma de se trabalhar, com foco em eficiência operacional e ganhos de produtividade.

“Ficou ainda mais evidente a necessidade das empresas investirem em soluções digitais para permanecerem relevantes em sua área de atuação. E a Funcesp entra no momento ideal no Cubo, pois as corporações que estão no processo de transformação digital, e cultural, vão ser protagonistas no novo normal”, fala Pedro Prates, Co-head do Cubo Itaú, complementando que ter no hub a maior entidade fechada de previdência complementar de capital privado do país vai ser uma excelente oportunidade para crescimento deste segmento, que pode contribuir de forma significativa para a sociedade.

Você seria capaz de proteger e armazenar 360 bilhões de horas de conferências web de negócios?

Por Juan Carlos Gutiérrez, diretor IBM Storage LA

Estamos em um dos momentos decisivos da história. Nosso mundo cada vez mais digital está passando por uma mudança acelerada por causa da situação atual. Todos os dias, vemos mais empresas apostando na criação de plataformas de negócios (páginas, aplicativos, serviços online) para reforçar sua vantagem competitiva e diferenciação.

Mas o que isso produz? A explosão de dados.

De fato, de acordo com o IDC no estudo “Worldwide Global DataSphere Forecast, 2020-2024”, até 2024 os dados globais crescerão para aproximadamente 143 zettabytes de dados criados, capturados, copiados e consumidos, hospedados na nuvem e nos datacenters. Para entender melhor esses dados, um zettabyte corresponde a 1 bilhão de terabytes ou 1 trilhão de gigabytes. Então, 143 zettabytes de dados equivalem a 360 bilhões de horas de conferências web de negócios.

Se voltarmos 10 anos atrás, as empresas com mais capital eram as empresas de petróleo. No entanto, as empresas com mais capital nesta era atual são os grandes geradores de dados, como varejistas virtuais, bancos, empresas de transporte ou imobiliárias on-line e fornecedores de streaming.

E esse avanço tecnológico, com o consequente aumento de dispositivos interconectados, traz consigo um aumento nos dados gerados, analisados ​​e armazenados em todo o mundo. Esses dados são gerados por consumidores e empresas. Estima-se que o número de interações pessoais por dia envolvendo a troca de algum tipo de dados se multiplique por 20 nos próximos anos. E isso acontecerá cada vez mais à medida que nossas casas, locais de trabalho, veículos, dispositivos portáteis, etc. se interconectam e começam a produzir mais dados.

Os dois paradigmas da explosão de dados: armazenamento e proteção

Em um mundo acelerado, as empresas capazes de tomar decisões em tempo real terão maior capacidade de se adaptar a novos contextos de mercado, ficar mais inteligentes e responder melhor às necessidades de seus clientes. Isso só acontecerá se elas tiverem uma estratégia de armazenamento que permita análise imediata e acesso aos dados.

Mas esse novo contexto também pode expor as empresas a maiores ameaças e custos relacionados ao roubo de dados e ao cibercrime. Todas as empresas, independentemente do tamanho, estão expostas a ataques cibernéticos. De fato, um estudo da IBM prevê que até 2021 as empresas serão vítimas de ransomware a cada 11 segundos; portanto, a estratégia de segurança cibernética e resiliência é fundamental.

Não se trata apenas de “se” você sofrerá um ataque de segurança, mas de “quando”. Atualmente, a maioria das estratégias de segurança concentra-se na capacidade de impedir violações de segurança e, quando ocorrer, resolver esse ataque. Ataques que podem levar horas, dias ou até semanas para remediar.

Essa realidade torna essencial a infraestrutura de armazenamento para evitar o impacto de ataques cibernéticos nas empresas e em seus dados. A infraestrutura de armazenamento deve oferecer as tecnologias certas para criar uma estratégia holística de segurança cibernética para dados corporativos armazenados e trocados.

No final, todos nós nos beneficiaremos dos dados que geramos. As empresas verão esses dados refletidos em melhores produtos e serviços e em uma maior vantagem competitiva; e o consumidor desfrutará de uma experiência mais personalizada.

Porém, com os dados como base da nova economia, a capacidade de armazenamento seguro será essencial para a confiança na era digital.

Vale do Pinhão promove inédita competição on-line de startups de Curitiba

Oferecer mentoria e até possibilidade de investimento para startups e empreendedores de Curitiba, durante a pandemia da covid-19, é o objetivo do Pitch Live, inédita competição on-line promovida pelo Vale do Pinhão. O projeto une disputa e aprendizado, com foco em oportunidades de desenvolvimento de produtos e serviços inovadores.

Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, avalia que o formato da competição do Vale do Pinhão contribuirá com o crescimento dos participantes, já que todos vão sair ganhando com a experiência e o aprendizado proporcionado.

“O Pitch Live dará mais visibilidade às startups e gerará mais negócios em Curitiba, mesmo durante a pandemia do novo coronavírus”, analisa Cris. A Agência Curitiba, ligada à Prefeitura, é responsável pela organização do evento digital.

A competição é dividida em três etapas e em duas delas estão previstos pitchs (apresentações rápidas) on-line, quando as startups vão “se vender” para jurados indicados por fundos de investimento do Vale do Pinhão.

Já estão confirmados nas bancas representantes do Anjos do Brasil, Curitiba Angel, Redpoint Eventures, Bzplan, HAG Ventures, GoVentures, BumpLab Startup, Platta Investimentos, JUPTER, Founder Institute Brazil, Honey Island Capital, VMF Participações, 2be Solutions e Excelência Participações.

Fases

Na primeira fase, as startups passam por uma seletiva e deverão se inscrever, até 17 de junho, no link da competição on-line. A partir de informações detalhadas no formulário, como estágio do projeto, equipe, produto e mercado, técnicos e parceiros da Agência Curitiba farão uma curadoria para escolher as 20 empresas que irão para a próxima etapa da competição do Vale do Pinhão.

Na segunda fase, começam os pitches das startups selecionadas, com apresentações de até quatro minutos. Serão dois grupos, divididos em dez competidores, que farão apresentações on-line para os jurados nos dias 19 de junho (grupo 1) e 26 de junho (grupo 2), às 16h30.

Com transmissão ao vivo pelo Youtube do Vale do Pinhão, os competidores serão avaliados a partir de critérios como grau de maturidade da empresa (e equipe), novidade, diferenciação e utilidade da inovação tecnológica apresentada.

A final da competição será no dia 1º de julho, às 16h, quando os oito finalistas se enfrentarão em um “Business Round” especial, versão on-line da rodada de negócios mensal promovida pelo Vale do Pinhão (o evento está suspenso com a pandemia). Serão pitches de quatro minutos para cada finalista e os jurados terão mais três minutos para fazer perguntas.

Nesta última etapa, o público também poderá votar e as empresas mais bem avaliadas somarão pontos extras em relação à votação do júri também formado por fundos de investimento.

Premiação

Como premiação, as startups receberão certificados como “Empresa Promissora” (2º e 3º lugares) e “Empresa Destaque” (1º lugar), oferecidos pela Agência Curitiba. Além disso, os fundos de investimento parceiros irão oferecer mentorias e a possiblidade de as empresas mais bem colocadas participarem de programas de aceleração e até de rodadas de investimento.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

Mão de obra qualificada é necessária para o desenvolvimento econômico e social do Brasil

Por Jamile Sabatini Marques

Estamos vivendo um momento polarizado quando se trata de empregos no Brasil e no mundo: enquanto as empresas do setor tecnológico carecem de mão de obra qualificada, há um grande número de pessoas buscando empregos – 12,3 milhões somente no Brasil, de acordo com o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E, como consequência, vemos pessoas capacitadas, que poderiam ser englobadas pelo setor, e hoje estão se arriscando como empreendedores pela necessidade de prestar serviços por meio das plataformas digitais como uma forma de sustento.

Ao mesmo tempo que milhares de vagas do setor tecnológico no Brasil não estão sendo preenchidas por falta de qualificação, as empresas que não conseguem completar os seus quadros de funcionários estão perdendo competitividade, pois enfrentam dificuldades para fecharem novos projetos e contratos por falta de equipe técnica. O resultado, com isso, é claro: o Brasil deixa de gerar desenvolvimento econômico baseado no conhecimento e perde competitividade para os outros países

Nestes novos tempos que estamos enfrentando uma pandemia mundial e com a aceleração da transformação digital que veio com ela, o país ganhará espaço nas capacitações on-line para fazer com que este abismo entre a oferta de empregos e o número de desempregados diminua.

Uma alternativa que reduziria o abismo existente para as empresas atraírem profissionais formados em outras áreas e capacitá-los de acordo com as suas necessidades é o benefício fiscal. Existe hoje uma lista imensa e diversa de carreiras que as empresas de tecnologia apontam como as mais escassas: Cientista de Dados; Programador Python; Analista de Segurança cibernética; Arquiteto de Infraestrutura Cloud; Arquiteto de Soluções; Cientista de Inteligência Artificial e Cognição; Cientista Quântico; e Arquiteto de Aplicação, sendo este último apontado como uma “mosca branca” por alguns empresários, ou seja, aquele profissional raro no mercado e muito difícil de ser encontrado.

Outro ponto de atenção que muitas empresas acabam deixando de lado por falta de conhecimento é a forma em que buscam tais profissionais. Muitas optam por robôs que fazem uma pré-seleção do enorme volume de currículos recebidos para preencher uma vaga específica. Porém, se o candidato não está atento à descrição do cargo, pode deixar de lado as palavras-chave necessárias para que o robô o considere no processo seletivo ou para a próxima etapa de seleção. É importante que, por trás destes robôs, existam profissionais de recrutamento abertos e incentivados a fazer contratações que necessitam de treinamento e capacitações específicas.

Ainda é cedo para sabermos o impacto que o COVID-19 deixará, mas é inegável que a transformação digital foi acelerada em alguns anos. A cada dia teremos novos desafios e, com eles, oportunidades para novas tecnologias se inserirem em uma nova forma de trabalho e de qualidade de vida.

Políticas públicas para o fortalecimento dos setores de tecnologia e digital é um dos principais caminhos para a recuperação econômica do Brasil e, para tanto, se faz necessário a utilização das federações e das instituições de ensino e institutos na formação de profissionais para este novo mundo. Esses serão os principais eixos sobre os quais a demanda por emprego girará nos próximos anos.

Jamile Sabatini Marques, diretora de inovação e fomento da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software

CognIO firma parceria com a Cemig para desenvolver produtos inteligentes

A startup CognIO, que participa do FIEMG Lab, acertou uma parceria estratégica com a Cemig SIM dentro do seu programa de inovação aberta para o desenvolvimento de soluções em IoT, sigla que significa em português internet das coisas – conceito que se refere à interconexão digital de objetos cotidianos com a internet. A Cemig SIM será sócia da startup para a comercialização de duas plataformas e a CognIO será a responsável pelo desenvolvimento da tecnologia, engenharia e serviços necessários para a produção.

De acordo com Vanderson Sena, CEO da CognIO, a Cemig SIM – que faz parte do grupo Cemig que é uma das empresas madrinhas do FIEMG Lab – se mostrou interessada no ICE Guard, produto desenvolvido com o objetivo de reduzir perdas e realizar controle de qualidade e monitoramento em equipamentos de refrigeração. “Eles acharam o produto fabuloso e se dispuseram a revender. Além disso, nos disseram que precisavam de uma plataforma para a gestão da eficiência energética. A partir daí desenvolvemos o Energy SIM”, contou o CEO.

O ICE Guard realiza a gestão da cadeia fria, monitora os processos e com isso propicia ao cliente, atacadista ou industrial, que ele tenha um controle da sua cadeia fria ao visualizar e ter toda as variáveis para controlar a qualidade alimentar, a eficiência energética. “No Brasil, 15 milhões de toneladas de comida são jogadas no lixo pela ineficiência operacional na cadeia fria. O ICE Guard surde da necessidade de cuidar de todos os processos desta cadeia para que as pessoas não comprem comida estragada”, afirmou Sena.

E para que as empresas possam alcançar uma economia em suas plantas energéticas, que pode variar de 10 a 35%, a CognIO criou o Energy SIM. “É uma plataforma que permite um controle apurado do gasto de energia. Em momentos de crise como o que estamos vivendo, é importante reduzir gastos e, no momento da retomada, o uso racional vai contribuir para a manutenção do negócio”, explicou.

A CognIO é uma startup de Belo Horizonte, que existe desde 2018, e participa do programa de aceleração do FIEMG Lab 4.0. Para o CEO, participar do programa potencializou o desenvolvimento da empresa. “O FIEMG Lab é um divisor de águas, pois foi durante a aceleração que desenvolvemos o ICE Guard e tivemos a oportunidade de desenvolver um novo produto que contribui para a nossa jornada e nos coloca em um outro patamar”, comemora Sena.

58% dos profissionais acreditam que home office continuará após período de isolamento social

Em pesquisa realizada em parceria com a Talenses, consultoria de recrutamento, a Fundação Dom Cabral, 9ª melhor escola de negócios do mundo, de acordo com ranking divulgado pelo jornal britânico Financial Times (edição 2020), destaca as mudanças na rotina dos colaboradores que já podem ser percebidas em virtude da pandemia do novo Coronavírus. Chamada de ”Processos de admissão, onboarding e treinamento no cenário COVID-19″, a pesquisa contou com 375 respondentes de setores como serviços, indústria e outros. Entre as questões abordadas, estão como as companhias em que trabalham estão lidando com os novos funcionários e os processos iniciais destes nas empresas.

Entre os respondentes, 72,8% são de São Paulo, 6,13% do Rio de Janeiro e 5,07% de Minas Gerais. O levantamento aponta para o aumento no número de colaboradores trabalhando em home office. Antes do início da pandemia, este número era de 22%, e agora corresponde a 70%. Entre os destaques da pesquisa estão o fato de que 72% dos entrevistados afirmaram que as empresas onde trabalham não encontraram dificuldades em implementar o home office, e que 58% deles dizem acreditar que, após a pandemia, as práticas de home office permanecerão parcialmente na rotina das companhias. Além disso, 105 respondentes apontaram as maiores dificuldades de suas companhias para implementar o trabalho remoto: 64,76% disseram que a falta de infraestrutura para os colaboradores (notebook, telefonia e outros) foi o principal empecilho, enquanto 43,81% afirmaram que questões culturais relacionadas a esse modelo de trabalho eram um obstáculo.

“Existe uma preferência dos colaboradores pela implementação do home office, mas em que grau ele será efetivamente adotado pelas companhias é algo que só saberemos nos próximos meses”, comenta Paul Ferreira, Diretor do Centro de Liderança da Fundação Dom Cabral, e um dos responsáveis pela pesquisa.

Entre os demais dados importantes para dar um panorama sobre os reflexos que o “novo normal” vem tendo no dia-a-dia das empresas estão: processos que passaram a ser feitos de maneira remota (apontado por 35,20% dos respondentes) e a suspensão dos processos seletivos após a Covid-19 (34, 67%). Anteriormente, quase metade dos processos onboarding nas empresas eram feitos em etapas presenciais.

“A pesquisa indica que a empresas adotarão mudanças em seus métodos de ingressão na companhia e, claro, nas práticas diárias de trabalho. Isso acontece muito em parte pela rápida adaptação dos colaboradores ao novo momento, o que ajuda nessa transição que deve ocorrer no pós-pandemia”, comenta o Professor.

EMBRAPII recebe projetos de startups e pequenas empresas para parceria internacional

Para estimular o compartilhamento de conhecimento tecnológico e promover a internacionalização deempresas, a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) e o IraSME, consórcio que reúne instituições de fomento à inovação de vários países, estão recebendo propostas de Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de startups, de pequenas e médias empresas brasileiras.

Os projetos devem ser realizados em parceria com a indústria dos países membros da rede (Canadá, Áustria,República Tcheca, Alemanha, Turquia, Rússia, Luxemburgo e Bélgica). O objetivo é que as propostas sejam voltadas para o desenvolvimento de soluções e novas tecnologias. Não há restrição de área de conhecimento e todos os setores industriais podem apresentar projetos.

Para confirmar a participação, as empresas brasileiras devem procurar uma das 55 Unidades EMBRAPII (veja aqui), centros de pesquisa integrantes da rede da instituição brasileira, para submeter seu projeto à avaliação. Oprazo final é 30 de setembro.

“A adesão da EMBRAPII à Rede IraSME vai ao encontro das ações que a organização tem estabelecido para promover a internacionalização das empresas brasileiras. Startups, pequenos e médios empreendedores do país poderão ter acesso a equipamentos e conhecimento tecnológico de importantes centros de pesquisas. Além disso, a parceria também vai fortalecer a cooperação entre instituições de pesquisa tecnológica brasileiras no exterior e da própria EMBRAPII com outras organizações de fomento”, destaca o diretor de Operações da EMBRAPII, Carlos Eduardo Pereira. 

Novo normal: 98% dos colaboradores da TIM querem manter a rotina de home office após pandemia

Aumento de produtividade e engajamento, melhora na qualidade das interações de trabalho, treinamentos e comunicação eficazes são alguns destaques positivos da experiência dos colaboradores da TIM com o home office. Recente pesquisa realizada pela operadora sobre esse modelo de trabalho – adotado amplamente no mundo durante a pandemia de COVID-19 – mostra que 98% dos funcionários querem atuar de casa pelo menos uma vez por semana, mesmo em um cenário de normalidade; 90% adotariam a modalidade duas vezes por semana ou mais.

“Os indicadores reforçam a inovação e a agilidade presentes em nossa cultura organizacional e ressaltam que há uma oportunidade em relação ao smart working, algo que as empresas já estão avaliando no mundo pós-pandemia. A rotina flexível e digital da TIM nos permitiu implementar o home office em todo o Brasil com grande engajamento e espírito de coletividade, mesmo em um cenário desconhecido para todos. Seguiremos com o suporte necessário para que os colaboradores continuem no desafio de conciliar as atividades remotas com a rotina das famílias no isolamento social”, explica Maria Antonietta Russo, VP de Recursos Humanos da TIM Brasil.

O estudo revela uma melhora significativa na execução das atividades, fluxo de trabalho e planejamento das tarefas. Mesmo com o distanciamento social, as interações com a equipe direta são consideradas boas ou ótimas por 78%, assim como a disponibilidade da liderança imediata (90%). Qualidade de vida é destaque, com o fim das horas perdidas em engarrafamentos, economia, mais segurança, proximidade com a família e possibilidade de inserir outras atividades na rotina.

A visão dos líderes também é positiva: 96% dos gerentes e diretores afirmam que o engajamento de seus times se manteve, melhorou ou melhorou muito. As ferramentas de trabalho têm avaliação positiva e o suporte oferecido pela TIM para lidarem com esse período por meio de ações de aprendizagem e contato diário com os colaboradores foram reconhecidos como diferenciais: 79% destacam os treinamentos como bons ou ótimos e 93% consideram a comunicação eficaz.

Todos esses indicadores elevados refletem nas entregas: 72% dos colaboradores se sentem tão ou mais produtivos quanto antes. A pandemia, entretanto, faz com que 20% declarem algumas limitações, sendo o maior desafio conciliar trabalho e vida pessoal, incluindo a rotina com crianças. “Era um impacto esperado, mas, aliado aos demais indicadores, demonstra que o home office é uma aposta importante para o futuro, em um ambiente mais saudável, onde a rede de apoio volta a funcionar”, ressalta Maria Antonietta.

O estudo, respondido por mais de 5 mil funcionários, é base para o plano de retomada das atividades presenciais na TIM, que permanecerá 100% em home office até o final de agosto. São cerca de 7,5 mil colaboradores em trabalho remoto desde 20 de março, incluindo os profissionais do call center próprio e das centrais de monitoramento de rede. As equipes de campo atuam na manutenção da infraestrutura da empresa apoiadas por um rigoroso plano de contingência e mitigação de riscos.

Em paralelo, a companhia iniciou o plano de reabertura gradual das lojas próprias em regiões que não possuem restrições governamentais, seguindo todas as orientações oficiais de prevenção a COVID-19. A TIM monitora a evolução do contágio e do contexto externo para avaliar os próximos passos, priorizando sempre a saúde e o bem-estar dos funcionários e dos clientes.

Empresas do Cubo Itaú apostam na aceleração da transformação digital

Momentos de crise costumam propiciar grandes oportunidades de negócios. E o cenário atual diante da pandemia da Covid-19, certamente mostrará uma evolução na retomada de atividades, assim como nas ações das empresas que estão se adaptando ao novo normal.

O Cubo Itaú, criado em um período adverso da economia, é um exemplo de oportunidade diante da crise – ele foi inaugurado em 2015, quando o país perdeu grau de investimento por agências internacionais de classificação de risco e vivia um momento delicado.

Pedro Prates, co-head do mais relevante hub de empreendedorismo tecnológico na América Latina, aponta que se adaptar é necessário para driblar as dificuldades no mercado. “Enxergamos esse momento como uma oportunidade, pois as empresas precisam se adaptar diante da crise”, afirma Prates.

Desde o lançamento do Cubo Itaú, é possível ver a evolução exponencial do ecossistema no Brasil. O hub tinha em seu portfólio pouco mais de 40 startups e menos de 5 mantenedores no momento de sua criação. Hoje, esses números são muito maiores. Seja em espaço, quantidade de startups e empresas mantenedoras que estão passando pelo processo de transformação digital – atualmente, são mais de 300 startups e 28 empresas parceiras.

“Soluções digitais passam a ser, sem dúvida, protagonistas no processo de mudança que irá definir o sucesso de empresas no novo normal. Para isso, a forma como se pensa tecnologia e na geração de valor ágil ao cliente passa a ter papel central nas estratégias corporativas. Não se trata de um ideal intangível”, diz o co-head do Cubo.

Um dos cases do portfólio do hub que vem olhando para a transformação é a brMalls, que atua no setor de varejo e faz parte do Cubo desde 2018. Segundo a especialista de inovação aberta da companhia, Carolina Padilha, o objetivo da empresa sempre foi o de protagonizar o movimento de transformação digital do varejo.

Desde de sua entrada até hoje, a brMalls conta com mais de 30 cases de contratação de startups por varejistas. “Fomentar, contribuir com o crescimento e manutenção do ecossistema de startups é essencial para que as companhias continuem gerando novas soluções ao mercado”, aponta Carolina.

Desde que a empresa começou o processo de inovação aberta no hub, foi possível utilizar o ecossistema para ir além. “A testagem de hipóteses, aprendizado de novas formas de trabalho, aceleração do roadmap digital e o entendimento de como trabalhar com o modelo de plataforma aberta hoje possibilitam conexões mais rápidas e eficazes”. Foi possível também implementar a cultura de experimentação, segundo Carolina. “Entendemos que é importante testar, errar, aprender, mudar de direção e responder rápido. E isso está nos ajudando muito no momento de crise”, conta.

Outra empresa que também passa pelo processo de inovação aberta é a Cogna. Uma das principais organizações educacionais do mundo e parceira da vertical Cubo Education, a companhia teve mais de 43 experimentos de inovação em 2019 e ajudou a acelerar a transformação digital com inovações que trouxeram retornos significativos de eficiência, produtividade, performance, contou a Gerente de inovação aberta, Anieli Scandarolli.

“A parceria com startups também contribuiu antecipando diversas tendências educacionais para nossos alunos, o que nos estimulou a atualizar um currículo transversal de tecnologia e novas habilidades essenciais para o futuro no mercado de trabalho. Entre os cases, destaco a Fhinck, que nos ajudou a otimizar a performance dos times internos durante a integração da Somos com a Kroton em 2019 e a Tamboro que como parceira contribuiu para a formação sócio emocional de cerca de 2 mil graduandos”, destaca.

XP Inc. compra participação na fintech Fliper e se antecipa ao movimento de open banking no Brasil

A XP Inc. (XP:NASDAQ) anuncia hoje a aquisição de participação majoritária na fintech Fliper, plataforma de consolidação automatizada de investimentos, que oferece aos seus usuários conectividade e ferramentas para realizarem uma autogestão financeira intuitiva e inteligente.

Dessa forma, a XP Inc. acelera o movimento do open banking no Brasil e passa a oferecer aos seus clientes mais um diferencial para administrarem os seus investimentos. A aquisição também faz parte da estratégia de crescimento da XP Inc. e demonstra o potencial que a companhia enxerga nas fintechs, buscando sempre atrair os melhores empreendedores do país para oferecer aos clientes, cada vez mais, uma completa e melhor plataforma de investimentos.

A Fliper e os seus fundadores (Felipe Bonani, Renan Georges e Walter Poladian) permanecem com uma participação na empresa e 100% de independência na gestão do negócio, contando com a estrutura da XP Inc. em áreas como segurança, tecnologia, backoffice e marketing para alcançar um crescimento ainda mais seguro e relevante do negócio.

Fundada em 2017, a Fliper nasceu com o propósito de transformar a relação das pessoas com suas finanças, oferecendo no aplicativo uma visão única dos seus investimentos em diversas instituições financeiras, permitindo a consolidação automática, comparação da performance da carteira, acompanhamento da evolução do patrimônio, entre outras funcionalidades.

E, mediante autorização do usuário, é possível visualizar, ao mesmo tempo, as aplicações em diversos bancos e corretoras do país, incluindo XP Investimentos, Rico e Clear. A fintech já mapeia mais de R$ 7 bilhões em investimentos em sua plataforma e enxerga um grande potencial para superar a marca de 5 milhões de usuários, nos próximos anos.

“A Fliper vai nos aproximar ainda mais de nossos atuais clientes e ampliar o escopo de atuação da XP Inc. A intenção é que os usuários possam consolidar os investimentos detidos entre as nossas diferentes marcas e também em outras instituições financeiras. Temos convicção que ao oferecer uma total transparência e facilidade para a comparação dos produtos oferecidos, ficará mais evidente as vantagens de ser nosso cliente”, diz Gabriel Leal, sócio e diretor comercial da XP Inc.

“Tanto a XP quanto a Fliper trazem em seu DNA o foco em inovação e disrupção. Dessa forma, enxergamos um alto potencial de geração de valor a longo prazo, complementando cada vez mais o nosso ecossistema de investimentos”, completa Bruno Constantino, sócio e diretor financeiro da XP Inc.

Para Renan Georges, sócio-fundador da Fliper, fazer parte da XP Inc. gera uma série de oportunidades para o crescimento exponencial do negócio. “Temos diversas sinergias que irão nos trazer muita segurança e acelerar o nosso crescimento nos próximos anos. Fizemos questão de garantir em contrato a independência da gestão para que os nossos usuários tenham a certeza de que trabalharemos da mesma forma com todas as instituições financeiras, oferecendo transparência e prestando sempre os melhores serviços alinhados aos interesses dos usuários”, afirma.

A XP Inc. é uma das maiores instituições financeiras do país, dona das marcas XP Investimentos, Rico, Clear, Spiti, Infomoney e Leadr, entre outras. A companhia possui mais de 2 milhões de clientes e R$ 385 bilhões de ativos sob custódia. Nos últimos 19 anos, a empresa vem transformando o mercado financeiro brasileiro para melhorar a vida das pessoas, garantindo relações mais transparentes entre os clientes e as instituições financeiras.

O fechamento da operação está sujeito à autorização prévia do Banco Central do Brasil, nos termos da regulamentação aplicável.

Importância do crédito rural para o Brasil

Por Rafael Sant’Anna

Apesar da perspectiva de queda do PIB brasileiro em torno de 6% este ano, em decorrência da pandemia da Covid-19, o agronegócio continua sendo o principal motor da economia nacional, mantendo suas exportações e o abastecimento interno. Assim, é fundamental que os produtores rurais continuem encontrando condições para investir e cresce.

Nesse contexto, é importante a chamada MP do Agro, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada como Lei Nº 13.986/20 pelo presidente da República, em 7 de abril último. Esta norma foi concebida para modernizar a legislação que regula o financiamento rural no Brasil e atrair recursos do setor privado, especialmente por meio da criação de fundos e garantias em benefício do produtor rural. Trata-se de algo importante para os produtores, pois o texto prevê mudanças relacionadas ao sistema de crédito rural, como aval solidário e o chamado patrimônio de afetação, que interfere na concessão de garantias para a obtenção dos financiamentos.

É fato que existem diversos sistemas de crédito. O Plano Safra 2019/2020, em vigor desde julho do ano, apresentou boas perspectivas para os produtores, com recursos de R$ 225,59 bilhões, sendo R$ 169,33 bilhões para crédito rural (custeio, comercialização e industrialização) e R$ 53,41 bilhões para investimentos. Também importante é o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, com R$ 1 bilhão. Para 2020, haverá R$ 1,85 bilhão para apoio à comercialização nas modalidades de aquisição direta do produtor, contratos de opção de venda e subvenção de preços. O programa vale até 30 de junho.

Mas, não bastam todas essas modalidades de crédito disponíveis. É preciso facilitar o acesso aos empréstimos pelos produtores, especialmente os pequenos e médios. É necessário reduzir a burocracia, apresentação de garantias e mais agilidade. O governo anunciou R$ 31,22 bilhões para o Pronaf e R$ 26,49 bilhões para o Pronamp, R$ 6,46 bilhões a mais do que na safra 2018/2019, o que representa aumento de 32%.

Os juros são interessantes em algumas modalidades, mas é preciso ver, em cada caso, o que é melhor. Para empréstimos relativos a custeio, comercialização e industrialização, as taxas são de 3% ao ano, ou seja, abaixo da Selic, que está em 5%. Também continuam vantajosos os empréstimos por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com taxas de 4,6%. Com 6% ao ano, o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) já tem juros maiores. Porém, é importante verificar os prazos de carência e pagamento e opções de amortização, para se concluir pela opção mais adequada.

Só que esse dinheiro precisa chegar ao campo. É preciso, também, rever erros do passado, inclusive recente. O crédito rural com juros mais baixos é um dos trunfos da agropecuária e da economia nos países desenvolvidos. No Brasil, embora o agronegócio venha sendo a grande base de sustentação econômica, tem sido complicado acesso do setor a financiamentos, problema agravado pela longa crise econômica nacional.

A tecnologia pode ser um ponto positivo nessa questão, com as fintechs, principalmente as voltadas para o Agronegócio, empenhando-se para trazer opções de transação e até de financiamento, sendo mais uma opção para o produtor.

Assim como diversos setores têm se beneficiado dos bancos digitais e serviços tecnológicos, para ganhar em agilidade, produtividade e conectividade, ligando todos os elos da cadeia, pode ser o momento para que o financiamento no agronegócio também migre para esse universo 4.0.

E isso não deve demorar. Já estamos vendo uma mudança de comportamento no produtor rural, que está recorrendo à tecnologia para encontrar soluções. Em nossa plataforma, por exemplo, identificamos um aumento de 1.400% no número de acesso, entre janeiro e dezembro de 2019, tanto que hoje temos cerca de dois milhões de acessos mensais.

Nesse fluxo, vemos que a busca por serviços, financiamento e crédito ainda é uma porcentagem pequena no número de acessos, mas que está crescendo gradativamente.

Portanto, a grande mudança, além da disponibilização do dinheiro, é fazer com que ele chegue de maneira mais rápida e descomplicada aos produtores, seja por meio dos bancos oficiais, mercado financeiro ou plataformas digitais, que podem ser facilmente acessadas pelo celular.

Somente assim o crédito vai virar alimentos, bioenergia e commodities, produtos da terra com os quais o Brasil tem garantido superávit na balança comercial e que serão, cada vez mais, a nossa grande vantagem competitiva na economia global. Além disso, deve-se considerar que, em curto prazo, o agronegócio é decisivo para a retomada do crescimento mais acelerado e maior do PIB e recuperação nacional no contexto da pandemia da Covid-19.

Rafael Sant’Anna, Country Manager da Agrofy

SAP apresenta iniciativa SAP Endorsed Apps e novas atualizações em sua loja de aplicações de parceiros

A SAP SE (NYSE: SAP) anunciou hoje melhorias significativas no SAP® App Center, onde os clientes podem descobrir, testar e adquirir aplicativos de parceiros confiáveis baseados nas soluções da SAP. A SAP também apresentou a iniciativa SAP Endorsed Apps, desenvolvida para ajudar os clientes a resolver os principais desafios de negócios e se tornar empresas inteligentes e melhor administradas. Esses anúncios, feitos hoje no SAP Global Partner Summit Online, permitem que a SAP continue a prestar serviços com eficiência e agilidade aos parceiros e clientes.

“Estamos apresentando um novíssimo nível de compromisso com o parceiro – desenvolvido exclusivamente para melhorar experiências e impulsionar o sucesso de nossos clientes, ajudando também nossos parceiros a inovar e monetizar seus apps, extensões e soluções”, disse Adaire Fox-Martin, SAP Executive Board Member e head da área de Customer Success. “Conforme os negócios se movem em um ritmo ainda mais rápido, queremos ajudar nossos parceiros a estreitar as relações com o cliente e assegurar que estejam entregando as soluções inovadoras de que precisam, quando precisam.”

O SAP App Center entrega uma experiência de usuário melhorada para clientes e parceiros

O SAP App Center inclui mais de 1500 soluções de parceiros para uso em todas as linhas de produtos e industrias atendidas pela SAP. Com atualizações para aprimorar a experiência geral do usuário, os clientes podem facilmente buscar soluções com base no produto da SAP que pretendem ampliar, o nível de certificação, quem publicou e o tipo de solução, tudo em um formato amigável ao usuário. Melhorias adicionais incluem páginas de produtos aprimoradas e planos de ação simplificados.

O SAP App Center é o único lugar em que os parceiros da SAP podem comercializar e entregar soluções com atividades de go-to-market (GTM) para mais de 440 mil clientes da SAP. O novo cockpit de parceiros permitem que gerenciem oportunidades, do começo ao final das negociações, com usabilidade e podem acompanhar o desempenho das soluções no SAP App Center por meio do dashboard de funções analíticas. Também está disponível suporte adicional para todos os tipos de negócios que inclui assinatura única, baseada em consumo, upsell e renovação para ajudar os parceiros a fecharem negócios ainda mais rapidamente. O novo cockpit de publicação facilita e simplifica a integração de novas soluções pelos parceiros e a manutenção das existentes.

A tecnologia SAP – que inclui soluções como SAP Commerce Cloud, o projeto de código aberto “Spartacus,” o Kyma runtime for SAP Cloud Platform Extension Factory, e o serviço de integração do SAP Cloud Platform – dá vida a essas melhorias.

O SAP Endorsed Apps foi lançado como parte do novo framework Partner Solution Progression

A SAP apresentou o framework Partner Solution Progression como parte de seu movimento de parcerias de última geração, fornecendo um caminho flexível e fácil de navegar para ajudar os parceiros a levar mais rapidamente suas inovações para o mercado. Os parceiros com apps validados começam sua jornada no SAP App Center. Um parceiro em crescimento pode pavimentar seu caminho para o programa Partner Spotlight, que oferece suporte GTM adicional.

A partir daí, a estratégia, a execução e os resultados de um parceiro podem assegurar uma nomeação para a nova iniciativa SAP Endorsed Apps, disponível apenas por convite. Essa designação dá aos clientes da SAP a confiança de que esses apps têm demonstrado resultados comprovados e que foram avaliados e testados adequadamente pela SAP, conquistando a certificação premium.

Os SAP Endorsed Apps complementam e ampliam as próprias soluções da SAP e podem ser encontradas rapidamente no SAP App Center.
“O SAP App Center é extremamente valioso para nossos negócios e nossos clientes”, declara Michael Grimm, diretor-gerente da Ingentis, cuja solução Ingentis org.manager – endossada pela SAP – permite que as empresas criem gráficos organizacionais, estruturas de programa e obtenham insights dos dados de recursos humanos. “Ele nos permitiu aumentar nossa parceria com a SAP e atender nossos clientes globalmente. Celebramos as novas melhorias do SAP App Center, incluindo recursos para criação e gerenciamento de oportunidades de ponta a ponta e merchandising de produtos. É o marketplace digital mais fácil para os parceiros e clientes fazerem negócios”, completa Grimm.

TecBan gera novos empregos e adapta processo de recrutamento e imersão

A TecBan, administradora do Banco24Horas, segue contratando, mesmo diante dos desdobramentos econômicos do Covid-19. A empresa é a maior rede independente mundial de autoatendimento em volume de saques e a 4ª maior em quantidade de caixas. No Brasil, o grupo está presente em mais de 800 cidades por meio dos caixas eletrônicos e demais serviços, atendendo 140 milhões de brasileiros que utilizam os mais de 23 mil pontos de atendimento do Banco24Horas. Somente nos meses de março e abril, já realizou a admissão de 186 profissionais em 32 cidades brasileiras. Para isso, desde março os processos seletivos passaram a acontecer online com entrevistas realizadas por videoconferência.

“A TecBan possui um ambiente corporativo flexível, característica que nos possibilita ágeis adaptações dos processos e criação de novas rotinas para seguirmos agregando talentos ao nosso time, mesmo com os desafios impostos neste momento de quarentena. Desde meados de março as contratações estão sendo feitas remotamente, com a ajuda de recursos tecnológicos, e assim seguimos somando esforços e pessoas no nosso propósito de servir bem a população, especialmente nesse momento no qual ela precisa ainda mais dos nossos serviços”, afirma Marina Bertollucci, Head de Pessoas da TecBan.

Além das adaptações na atuação para a contratação de novos profissionais, a empresa também adotou um novo modelo de imersão para os novatos, com o envio de kits de boas-vindas e promoção de agendas online com os principais executivos das verticais de negócio da companhia. “Apesar da distância física, queremos que os novos membros se sintam acolhidos”, conclui Marina. Ao todo, a TecBan conta com mais de 6 mil funcionários e gera mais de 100 mil empregos diretos e indiretos com 526 mil pessoas impactadas positivamente pela cadeia de valor.

Pesquisas apontam que cerca de 71% dos brasileiros ainda realizam pagamentos com dinheiro em espécie e os números de 2019 apontam que as transações feitas a partir dos terminais de autoatendimento do Banco24Horas chegaram a marca de 2,5 bilhões. Por realizar um serviço essencial para a população, a TecBan mantém 100% da operação em funcionamento. A equipe corporativa trabalha remotamente, já as pessoas que exercem suas funções em campo, recebem a todos os equipamentos de proteção individual, além de álcool em gel e máscaras, para a preservação da integridade e o bem-estar tanto dos colaboradores, quanto dos usuários que dependem dos caixas eletrônicos para terem acesso ao dinheiro.