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O fim do dinheiro em espécie se aproxima?

Por Gastão Mattos, Líder da IDid

Entre os efeitos causados pela pandemia em todo o mundo, o uso de papel moeda tornou-se alvo de grandes mudanças, já que o dinheiro é algo que circula de mão em mão, o que contraria os princípios ideais de higiene, fundamentais para a prevenção do novo coronavírus. Segundo um levantamento do Instituto Locomotiva, antes do surto da Covid-19, as transações diárias em espécie ocorriam por 70% da população brasileira e, agora, o aumento de pagamentos online, por transações sem contato, tecnologia NFC (“near field communication”) e uso das carteiras digitais tem sido o principal meio de negociações, por causa da grave situação sanitária.

Assim como ocorreu o processo da transformação digital urgente, o uso do dinheiro convencional também tem passado por uma mudança radical para o sistema digital e que tende a perdurar depois que acabar esse cenário de crise. Como exemplo, a consultoria Bain & Company fez uma pesquisa com mais de 2 mil consumidores brasileiros em abril deste ano e o resultado apontou que 48% estão predispostos a mudar sua forma de pagar depois da pandemia, principalmente por meio de celulares e cartões.

A pandemia não é a única responsável pela realização maciça de pagamentos digitais. As inovações tecnológicas têm cooperado bastante para essa transformação. A digitalização nos últimos anos, que envolve sites, aplicativos e no próprio setor financeiro, trouxe uma mudança no modo de consumo, colocando em discussão à existência de moedas e cédulas como formas de pagamento.

Outro motivo para a adoção da digitalização é o custo para a produção do dinheiro em espécie. No Brasil, por exemplo, a produção de mil cédulas de R$ 100, realizadas pela Casa da Moeda, chegaria a um gasto de R$ 299,31, conforme dados publicados em março de 2020 no site do BACEN, sendo que o orçamento também inclui despesas com segurança e logística, por exemplo. A impressão de moedas e cédulas tem sido muito debatida nesse período de pandemia e alguns especialistas defendem que manter esse custo adicional causará consequências, prejudicando até mesmo a retomada econômica da nação.

Diante do acalorado debate sobre a moeda, o Brasil tem apresentado boa assimilação no uso dos pagamentos digitais. Segundo levamento realizado pelo IDC, simultaneamente no Brasil, Colômbia e México, 61% dos entrevistados brasileiros apontaram que preferem o uso digital, 62% os mexicanos e 52% os colombianos. Já a utilização dos serviços financeiros sem local físico, o Brasil lidera com 56% de interesse, México 34% e Colômbia 30%.

Desafios ainda básicos

Apesar da aparência de cenário favorável à utilização da digitalização financeira, o Brasil possui ainda muitos problemas básicos para obter esse modelo de serviço. Para começar, temos o ainda existente nível preocupante de bancarização no país, onde 43 milhões de pessoas não possuem contas bancárias.

Um exemplo recente sobre a bancarização brasileira pode ser visto pelos dados da Caixa Econômica Federal (CEF), ao indicar que cerca de 40% dos brasileiros (24 milhões de pessoas) que estão recebendo o auxílio emergencial de R$ 600, não possuíam nenhuma conta em banco antes da pandemia do novo coronavírus. Esse percentual indicou as dificuldades das pessoas de terem acesso aos serviços do governo federal, já que não tinham como receber o aporte.

Junto à questão da bancarização, ainda presenciamos que existem dificuldades e limitações de acesso à internet no Brasil. O mapeamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), realizado em outubro de 2019, mostra uma desigualdade de acesso em relação ao nível social dos cidadãos. O estudo indica que o uso da rede digital é acima de 90% nos lares mais abastados, enquanto 48% das residências das classes D e E desfrutam desses serviços. Hoje, são 67% o total de residências conectadas e no ranking de 100 países, o Brasil aparece em 31º lugar.

Em resumo, os dois exemplos dos desafios de bancarização e inclusão digital precisam ser eliminados, já que são serviços essenciais para a adoção do uso das negociações digitais no Brasil.

Por outro lado, como auxílio para a transformação digital financeira, empresas de diversos setores, como inovação, financeira e segurança da informação têm desenvolvido soluções que proporcionam transações monetárias digitalmente com mais simplicidade e segurança. São projetos que visam garantir os serviços de negociações e transações monetárias com total confiabilidade, podendo ser realizado do próprio celular das pessoas.

Vale lembrar que, hoje, seis em cada dez brasileiros das classes A, B e C utilizam meios digitais de pagamentos, como aplicativos próprios (PayPal, PagSeguro e Google Pay), canais de pagamento de contas, além de compras e transação pela Internet. O brasileiro é o que mais utiliza smartphones na América Latina para realizar suas atividades financeiras (24,3%), segundo o IDC. Por isso, que é preciso ampliar o incentivo aos projetos tecnológicos, para aumentar ainda mais o número de atividades financeiras digitais, porque queremos um país em que todas as classes sociais tenham acesso a esses serviços.

A pandemia deu um forte empurrão para transformar o comportamento do indivíduo em relação ao consumo e na maneira de pagar. Os cuidados com a saúde estão no topo das exigências na hora de adquirir algo e o dinheiro físico, hoje, não está vinculado a esses quesitos. A tecnologia para as atividades financeiras são as melhores opções para esse momento e depois que a tempestade passar.

No entanto, a moeda em espécie não será totalmente eliminada do cotidiano das pessoas em pouco tempo, já que envolvem questões sociais e estruturais em muitos países. Mas, a digitalização monetária tem causado um impacto no mundo, com um processo mais rápido e que traz como benefícios facilidade, rapidez e, acima de tudo, segurança de utilização. Hoje, o meio digital é uma prova essencial para a inclusão social ao sistema financeiro e, principalmente, base de apoio na melhoria econômica, com um modelo que tende a perdurar com mais ênfase no pós-pandemia.

Itaú Unibanco, IFC e Yunus promovem evento online sobre empreendedorismo feminino e impacto social

O Itaú Unibanco promove nesta quinta-feira (25/6) o webinar “Negócios de Impacto na construção do futuro”, que irá discutir como os negócios de impacto social podem ajudar a economia a se reestruturar e se fortalecer, especialmente a partir da ótica do empreendedorismo feminino. O objetivo do evento é provocar reflexões, promover a troca de experiências e aprendizados no empreendedorismo de impacto social e discutir o papel da mulher na criação e condução de negócios que se propõem a resolver problemas reais e complexos da sociedade.

“Para o Itaú Unibanco, estimular mudanças positivas na vida das pessoas e da sociedade passa por ter um compromisso do core business com a agenda de impacto positivo. Com esse objetivo, lançamos 8 compromissos no ano passado, que incluem a agenda de financiamento de setores de impacto, investimento responsável e empreendedorismo”, explica Leila Melo, diretora-executiva do Itaú Unibanco.

O webinar será aberto ao público, com transmissão pelo canal do YouTube do Itaú Mulher Empreendedora, e terá a apresentação de cases de negócios sociais do Itaú Mulher Empreendedora, uma iniciativa do Itaú em parceria com a International Finance Corporation (IFC), com aceleração da Yunus Negócios Sociais e FGVCenn, que ajuda a impulsionar mulheres a fazer a diferença no mundo pela transformação socioambiental.

“O endereçamento da questão de gênero por meio do protagonismo das empreendedoras e o impacto social e ambiental que esses empreendimentos podem causar são temas centrais na estratégia da IFC para a promoção do desenvolvimento socioeconômico sustentável”, comenta Rogerio Santos, executivo responsável por Instituições Financeiras no Brasil e no Cone Sul da IFC, membro do Grupo Banco Mundial.

“Apoiar iniciativas de mulheres empreendedoras é de extrema relevância considerando seu potencial transformador. As mulheres são as principais agentes de transformação social. E, mesmo assim, o foco no desenvolvimento da mulher empreendedora ainda é pequeno comparado ao potencial que elas têm. Por isso, para nós da Yunus, é extremamente importante sermos parte deste programa: investir na mulher é investir num desenvolvimento pleno da nossa sociedade, especialmente mulheres empreendedoras de impacto. A história do Professor Muhammad Yunus começou assim – o Grameen Bank, fundado por ele, é um banco de microcrédito que tem sua carteira composta por 97% de mulheres”, explica Nicole Carnizelo, Head de Novos Negócios da Yunus Negócios Sociais.

O encontro vai reunir empreendedoras que participam do IME, além de executivas como Leila Melo, do Itaú Unibanco, Helene Meurisse, especialista da International Finance Corporation (IFC), e Nicole Carnizelo, da área corporate da Yunus Negócios Sociais , parceiros do banco nesta iniciativa. Haverá também um painel de discussão com Celia Cruz, diretora-executiva do ICE (Inovação em Cidadania Empresarial), Renata Zanuto co-head do Cubo Itaú, e Bia Santos, fundadora da Barkus Educacional.

Webinar: Negócios de Impacto na construção do Futuro

Data: 25 de junho – 17h às 19h Transmissão ao vivo, online no Youtube (Itaú Mulher Empreendedora)

Customer Success deve ganhar ainda mais força dentro das empresas no pós-pandemia

Por Frederico Morales, gerente de Customer Success da Logicalis LATAM

Manter o cliente engajado e contente mesmo depois dele já ter adquirido um produto ou serviço – conceito conhecido como Customer Success (CS) – já é algo desenvolvido dentro de algumas empresas há anos. No entanto, nesse momento de pandemia, o tema ganhou ainda mais importância nos negócios. Com as mudanças ainda mais rápidas demandadas pelo período, a eficácia das estratégias de pós-venda, ou seja, de acompanhamento de toda a jornada do cliente, começa a ser testada com novos desafios.

São em momentos de crise que os clientes sentem uma necessidade ainda maior de ter soluções que atendam às suas necessidades, não só no médio prazo, mas também no aqui e agora. São centenas, às vezes milhares, de funcionários tendo que se conectar virtualmente de suas casas e exercer normalmente – ou o mais próximo disso – suas funções diárias. O cenário demanda tecnologias de diversas frentes e todos os projetos em andamento estão sendo fortemente testados a cada nova tomada de decisão.

Mesmo nas companhias que já tinham uma preocupação com a qualidade do pós-venda e estruturaram sua estratégia de CS antes da pandemia, lidar com o aumento de feedbacks dos clientes pode ser algo complexo. Imagine o cenário nas empresas que não contavam com uma estratégia de CS.

De fato, receber feedbacks, que podem variar de “sua solução não está me auxiliando a manter a conectividade dos meus funcionários em home office” até “esse serviço era tudo o que eu precisava para manter a continuidade do meu negócio”, e ter que adaptar seu produto ou serviço rapidamente com base neles pode parecer um tanto assustador.

No entanto, visto que nada será como antes e que, agora, devemos nos preparar para o “novo normal” – que ninguém sabe exatamente como vai ser – manter o cliente próximo, entender suas principais dificuldades e garantir melhores resultados serão, mais do que nunca, fundamentais para qualquer empresa, principalmente as prestadoras de serviços.

Novo momento

Mesmo com um processo de CS bem estruturado – do desenvolvimento à adesão do projeto – é de se esperar que as estratégias passem por algumas mudanças nos próximos meses. Ao que parece, não teremos mais a facilidade de “dar um pulinho” até o escritório do cliente, verificar quais são os problemas que ele está enfrentando e resolver na mesma hora. O cenário mundial está alterando inclusive as formas de lidar com o pós-venda.

Agora, mais do que nunca, não temos tempo a perder tentando fazer com que algo funcione e entregue toda a sua capacidade, afinal, um dia a mais pode impactar no resultado da empresa. E a tendência é que os resultados – positivos e negativos – apareçam cada vez mais rápidos, implicando numa atenção ainda maior das prestadoras de serviços e desenvolvedoras.

Com isso em mente, para as companhias que ainda não têm uma área de CS bem estruturada, e até mesmo as que já tem, esse é o momento de refletir sobre o futuro e correr atrás das adaptações. Não digo que o conceito de “super-herói” é o que vai resolver crises como a pandemia. No entanto, em períodos em que todos estão mais exigentes e passando por muitas mudanças, refletir sobre “o que é sucesso para o meu cliente?” e entregar uma solução que o faça chegar o mais próximo – e mais rápido – de seu objetivo fará com que essa relação de confiança perpetue por um bom tempo.

Capgemini World Retail Banking Report 2020: 57% dos consumidores preferem o Internet Banking na era COVID-19

Os bancos de varejo enfrentam a pressão para se transformar à medida que novos entrantes focados na experiência do cliente, ganham tração significativa no mercado, de acordo com o World Retail Banking Report 2020 (WRBR)(WRBR) publicado pela Capgemini e Efma. Enquanto o ambiente pandêmico está levando os consumidores a interagir mais digitalmente com seus bancos, os modelos baseados em plataforma oferecem agilidade e escalabilidade em tempos de incerteza. Afinal, o relatório concluiu que bancos baseados em plataforma acreditam ser até duas vezes mais fácil aumentar os lucros operacionais, desbloquear novas fontes de valor e melhorar a eficiência operacional .

O relatório revela que o setor financeiro global está no meio de uma transformação histórica com os players não tradicionais ágeis e nativos digitalmente que continuam a defender a experiência do cliente e redefinir princípios antigos para obter tração significativa no mercado. Com mais da metade (57%) dos consumidores agora preferindo o Internet Banking, acima dos 49% anteriores ao COVID-19, e 55% preferindo aplicativos de banco móveis, em comparação com 47% anteriormente, as apostas aumentaram ainda mais com o contexto do COVID-19 que continua a levar os consumidores para o banco digital.

O relatório sugere que os bancos precisam evoluir para modelos baseados em plataforma para estimular o crescimento e inovação necessária para permanecer competitiva e que abraçar o Open X (*1) será fundamental para o sucesso no longo prazo. Embora o COVID-19 tenha acelerado a urgência da transformação digital, os bancos podem precisar adotar uma abordagem mais pragmática da transformação para seguir sua jornada em direção ao Open X, de acordo com esses tempos incertos.

“Os consumidores esperam uma experiência digital contínua de seus provedores financeiros, à medida que crescem acostumados as BigTechs (*2) em outras áreas de suas vidas. Os bancos tradicionais estão sendo desafiados a cumprir essas expectativas, uma vez que os novos participantes digitalmente nativos se concentram na experiência do cliente desde o dia um”, diz Anirban Bose, CEO de Financial Services da Capgemini e membro do Conselho Executivo do Grupo. “Os bancos que investem agora na modernização de sua tecnologia principal e desenvolvem seus negócios baseados em plataformas terão uma experiência que encantará simultaneamente os clientes e ajudará no aumento da lucratividade”.

“O COVID-19 destacou a experiência do banco digital”, diz John Berry, CEO da Efma. “A modernização dos sistemas legados deve ser priorizada pelos bancos que buscam acelerar seu crescimento à medida que as expectativas dos clientes aumentam, e as que negligenciam esse risco ficam para trás”.

A evolução dos sistemas legados transformará o Core]

Tendo priorizado os lucros a curto prazo e a sustentabilidade a longo prazo, alguns bancos acumulam sistemas legados em vigor. Essa situação torna um desafio integrar tecnologias emergentes, que estão afetando a experiência do cliente e a excelência operacional. No entanto, apesar dos sistemas legados trazerem desafios e as vantagens de um núcleo moderno, os bancos relutam em tomar ações transformadoras devido aos níveis de recursos necessários e aos riscos associados à implementação ineficiente.

Os executivos do banco reconhecem os obstáculos à mudança para um modelo de plataforma. O relatório constatou que 80% dos executivos de bancos citaram questões de segurança cibernética e privacidade, gerenciamento de dados desatualizados (68%) e a identificação dos parceiros certos (73%) como barreiras primárias à mudança para um sistema de plataforma.

Parceria e Open X são os principais ingredientes para a transformação
O relatório da Capgemini descreve como os bancos podem superar seus desafios e abordar os principais bancos na transformação por meio da orquestração estratégica, integrada e colaborativa. A pesquisa (*3) mostra que a modernização progressiva é o método de evolução preferido (54%) entre os executivos do banco, permitindo que as instituições atualizem as funções mais críticas e transformem de maneira incremental os sistemas legados.

A parceria também é um claro acelerador para o sucesso dos bancos. Dois terços (66%) dos executivos de bancos dizem que são necessários de um a 2 anos para inovar e lançar um novo conceito quando se trabalha sozinho; porém 58% relataram que leva menos de um ano para lançar um produto em colaboração com os parceiros FinTechs/BigTech. Problemas de regulamentação e conformidade (72%) e baixa compatibilidade de TI (72%), no entanto, são identificados como barreiras à colaboração eficaz. O modelo Open X atua no auxílio aos bancos na diminuição dos custos operacionais e a passar de um alto investimento fixo no desenvolvimento de TI para uma solução mais econômica e flexível com um modelo de custos que incorpora atores especializados no ecossistema.

Modelos de plataforma diversificam fontes de receita e criam um novo ecossistema digital
Os bancos que adotam modelos de plataforma podem expandir seu alcance de mercado, melhorar a eficiência operacional, aumentar a lucratividade dos negócios e oferecer produtos e serviços diferenciados e mais personalizados que seus concorrentes tradicionais. Ao mudar para um modelo baseado em plataforma, os bancos experimentaram um crescimento incremental da base de clientes e puderam criar novos modelos de negócios para monetizar alguns de seus pontos fortes.

O relatório descreve três opções principais para a transformação em um modelo baseado em plataforma: os bancos podem adquirir e integrar uma nova plataforma, construir a sua própria ou compartilhe plataformas prontas para uso. As barreiras para um modelo baseado em plataforma inclui segurança, sistemas bancários básicos herdados, gerenciamento de dados desatualizado, cultura inerente de aversão ao risco, identificação dos parceiros certos e restrições orçamentárias.

Metodologia do Relatório
O Relatório do Banco Mundial de Varejo 2020 baseia-se em informações de pesquisa da Pesquisa de Executivos do Banco Global de Varejo de 2020, entrevistas com executivos e o Índice Capgemini Open X Readiness. O relatório inclui informações de entrevistas e pesquisas com mais de 80 executivos seniores dos principais bancos de todas as regiões.
Para mais informações, visite www.worldretailbankingreport.com.

Hackathon inédito da FENASUCRO & AGROCANA abre inscrições para sua edição que será realizada 100% no ambiente online

O primeiro hackathon voltado ao setor de bioenergia abriu inscrições para os participantes – equipes maratonistas e mentores. Promovido pela FENASUCRO & AGROCANA, em parceria com Think Lab Brasil e Ufscar – Universidade Federal de São Carlos, o desafio acontecerá entre os dias 20 e 23 de agosto, em um formato totalmente online e envolverá especialistas de diversas áreas na busca por soluções sustentáveis e inovadoras em desafios ligados a gestão, produção e novas economias.

Os organizadores do evento destacam que a proposta é estimular a busca por projetos que garantam o melhor aproveitamento e eficiência da bioenergia.

“A FENASUCRO & AGROCANA é a maior feira de bioenergia do mundo, por isto, sempre buscamos conceitos, discussões e soluções inéditas que possam ser aplicadas na prática e impactar o setor. O Canathon é uma inovação que temos certeza que trará soluções efetivas neste sentido. Com a pandemia e a necessidade de adiar o evento físico, optamos pela versão online do hackathon exatamente porque o setor, mais do que nunca, precisa de ações eficientes e imediatas que o Canathon, como acelerador de pesquisa e desenvolvimento, pode oferecer”, afirma Paulo Montabone, diretor da FENASUCRO & AGROCANA.

De acordo com Marcos Eduardo de Oliveira, da Think Lab Brasil, a estrutura do evento foi adaptada em razão da pandemia do Covid-19, mas manterá o desafio aos participantes, que terão etapas para cumprir durante o período do CANATHON.

“Consultamos o mercado e as empresas de bioenergia para entender quais são as principais demandas que precisam ser solucionadas de forma estratégica. Assim, as equipes terão 72 horas para desenvolver os projetos que serão divididos em cinco etapas: formação das equipes multidisciplinares, imersão (identificação e conhecimento do problema), ideação (geração de ideias), prototipação (transformação de ideias em algo palpável) e solução (entrega da solução final)”, diz Oliveira.

Inscrições

Os interessados em participar do CANATHON deverão ser maiores de 18 anos e ter conhecimentos, preferencialmente, em áreas como desenvolvimento de aplicativos, ciência de dados, programação, negócios, marketing, design e especialistas no setor de bioenergia.

A inscrição pode ser realizada nas categorias “Participante”, que envolve a criação de ideias, desenvolvimento de soluções, entre outras atividades participando de uma equipe, e “Mentor”, que é destinada aos especialistas e que terão como função aconselhar, orientar, incentivar e trocar experiências com os participantes.

“Vamos reunir pessoas do Brasil e do exterior que, em uma atividade colaborativa e com uma mentalidade nova, irão sugerir soluções a serem apresentadas para uma banca formada por especialistas do mercado”, ressalta Oliveira.

A inscrição para o evento, gratuita, está aberta até o dia 20 de agosto, às 17h00, e pode ser realizada pelo site http://canathon.com.br/ .

Canathon

Inscrições gratuitas: até 20 de agosto de 2020 (encerrando às 17h00)

Evento: de 20 a 23 de agosto de 2020

Informações: http://canathon.com.br/

Programa de aceleração da Neo Química abre inscrições para empreendedores e startups

Estão abertas as inscrições para a segunda edição da Neo Acelera, programa de aceleração da Neo Química, marca líder nas categorias de genéricos e similares em que está presente. Com o tema “Longevidade Ativa”, apoiará negócios sociais voltados para os desafios da maturidade, que já impactem seu público alvo e tenham potencial para ganhar escala. As inscrições podem ser feitas até 12 de julho pelo site http://www.neoacelera.com.br/.

Após a primeira edição da Neo Acelera em 2019, com foco em atenção primária à saúde, a marca iniciou, ainda no ano passado, a discussão para escolha do tema de 2020, escolhido com base no cenário demográfico, econômico e social no país.

“Escolhemos o tema da longevidade ainda antes da pandemia, e sua relevância ficou ainda mais clara para nós após os últimos acontecimentos. A população madura já era um grupo social carente de soluções específicas para as suas necessidades e essa questão se intensificou por ser, esse grupo, o que sente com maior intensidade os impactos da doença, afirma Natalia Niro, gerente executiva da Neo Química.

“Seguiremos buscando negócios sociais que tragam inovações e soluções reais para os principais desafios enfrentados por uma sociedade que é cada vez mais longeva e desigual e por este segmento da sociedade que luta para ter reconhecimento, atenção e cuidado, envolvendo também as suas redes de apoio”.

As soluções das startups devem estar relacionadas aos seguintes temas, dentro do conceito de Longevidade Ativa: Aprendizagem ao longo da vida; Ocupação e vida profissional; Planejamento financeiro e saúde financeira; Mobilidade e autonomia; Movimentação e segurança; Gestão integrada da saúde; Cuidado e acompanhamento pessoal; Mente ativa e saudável; e Cuidados com o fim da vida.

A iniciativa promoverá a capacitação dos empreendedores por três meses, abrangendo três bootcamps online, conexão com mentores da Neo Química e especialistas do mercado e acompanhamento semanal da equipe da Yunus Negócios Sociais para o desenvolvimento de soluções relevantes para o público 60+. Ao final, um dos empreendimentos poderá receber um aporte de até R﹩ 150 mil para aumentar o impacto do seu negócio.

O programa de aceleração da Neo Química reforça o posicionamento da marca – A saúde de todos é a nossa vocação – e o propósito de ajudar a garantir o direito à saúde de todo brasileiro, por meio da promoção de relações potentes que auxiliem, acelerem e potencializem a saúde no Brasil. A iniciativa é desenvolvida em parceria com Yunus Negócios Sociais, com apoio da Pipe.Social e da consultoria Hype60+.

Em 2019, a Neo Acelera abordou a atenção primária à saúde, com a participação de oito negócios. O UPSaúde Health Tech, aplicativo criado por empreendedores da Paraíba, foi escolhido para receber o investimento em dinheiro. Além disso, outra startup, a Oriente-me, tornou-se parceira da marca, por meio de atuação pela plataforma NeoPharma.

Longevidade no Brasil

A geração prateada no mundo cresce 3% ao ano, mais do que qualquer outro grupo de pessoas. A população brasileira com mais de 60 anos já chega a cerca de 30 milhões. O Brasil é um dos países com o envelhecimento populacional mais acelerado do mundo. Em 32 anos, será o sexto com maior parcela da população 60+, devendo chegar a 67 milhões, à frente de todos os países em desenvolvimento.

Por outro lado, este público movimenta US﹩ 15 trilhões por ano globalmente. É a terceira maior atividade econômica do mundo. No Brasil, representa quase 20% do consumo: cerca de R﹩ 1,6 trilhão/ano. No entanto, essas condições se apresentam de forma desequilibrada.

De acordo com o Fórum Internacional da Longevidade, as desigualdades sociais se acentuam com o envelhecimento. Gênero, raça/cor da pele, nível educacional e condição social são determinantes na construção da longevidade saudável. Necessidades não atendidas ao longo da vida, limitações de acesso e exclusão continuada sofrem um efeito acumulativo que se amplifica na velhice. Isso se reflete em índices desequilibrados de esperança média de vida ou de capacidade funcional.

“Sabemos que iniciativas para uma longevidade ativa intrinsecamente significam uma oportunidade de impacto social, já que estamos falando de uma população esquecida em termos de oportunidade e inovação. Com o programa de aceleração deste ano, queremos ir além e endereçar os desafios da longevidade na base da pirâmide. Quais são os principais desafios dos longevos nesse contexto? Como garantir igualdade de acesso a produtos e serviços, para que todos tenham a oportunidade de uma velhice saudável e ativa? É um desafio contundente, mas é onde focamos aqui na Yunus Negócios Sociais”, afirma Túlio Notini, diretor da unidade de Corporate da instituição no país.

“A longevidade é uma grande oportunidade de negócio e de impacto social no Brasil. De um lado, temos um grande número de brasileiros acima dos 60 anos, ativos, com renda e usuários de tecnologia, com muita vida pela frente; do outro, um leque de desafios ainda não atendidos. Negócios inovadores estão surgindo a cada dia para solucionar esses problemas e temos uma possibilidade de visibilidade não só nacional, mas também global na corrida pela atenção dos maduros. Ouso dizer que esse não é apenas um mercado, mas o mercado do futuro”, ressalta Layla Vallias, consultora na Hype60+ e uma das coordenadoras da pesquisa Tsunami 60+ .

Mariana Fonseca, futuróloga, cofundadora da Pipe.Social e também uma das coordenadoras do estudo Tsunami60+ destaca: “Envelhecer é uma novidade. Por mais que a frase possa remeter a uma contradição, estamos vivendo mais do que o esperado; encontrando desafios nunca enfrentados e mudando paradigmas sobre a idade. É necessário mudar o mindset e dar luz às pessoas que passaram dos 60, 70, 80, 90, 100 anos. São elas que vão nos ensinar sobre os desafios e demandas não atendidas de uma população cada vez mais longeva. O futuro é velho”.

Neo Acelera 2020 – Longevidade Ativa

Inscrições de 15 de junho a 12 de julho
Site: http://www.neoacelera.com.br/
Informações: contato@pipe.social

Cliente primeiro: transforme a experiência em loja e conduza a performance

Por Arnaldo Mello

Com o amadurecimento do setor varejista, o termo engajamento ganha cada vez mais importância e relevância no mercado. Os executivos perceberam que a nova geração de consumidores se preocupa mais com um atendimento diferenciado e personalizado, que agregue valor no ato da compra, ao invés do valor do produto.

Esta mudança no comportamento dos consumidores, fez com que o varejo se reinventasse. Criou-se uma nova forma de realizar a venda. Se olhar para o passado, o cliente ia atrás do varejista, hoje em dia o cenário está se alterando. As empresas varejistas lutam por um espaço na vida de seu cliente. Uma das ferramentas para se aproximar do consumidor é o engajamento com a marca.

As ações para proporcionar boas experiências ao consumidor estão em constante evolução, pois as empresas estão focadas em construir um laço com seu cliente e, simultaneamente, atender as mudanças do consumidor. Grandes varejistas já começaram a usufruir das novas ferramentas para aumentar a experiência do cliente.

Um exemplo é a Tiffany & Co. e a Kate Spade, ambas varejistas de luxo. O setor aprendeu a encantar seu cliente, percebeu a importância e a diferença que um atendimento personalizado traz a marca. E para continuar impressionado seu consumidor, ambas as lojas estão investindo em tecnologia para agregar valor a experiência do cliente na loja.

Um método muito adotado no varejo é o uso de tablets pelos vendedores. Essa prática auxilia no atendimento ao consumidor, tornando-o mais rápido e prático. A ferramenta possibilita que o atendente consulte informações em tempo real do consumidor e do estoque, por exemplo.

Arnaldo Mello, Colaborador do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR)

Clientes pessoas físicas fizeram 74% das transações bancárias pelos canais digitais em abril

As transações bancárias feitas por pessoas físicas pelos canais digitais – internet e mobile banking – foram responsáveis por 74% do total de operações analisadas em abril, um mês após o início da quarentena e das medidas de isolamento social para combate ao Covid-19 em grande parte do país. O resultado representou um aumento de 10 pontos percentuais em relação a janeiro e foi impulsionado pelo uso intenso dos smartphones. Os celulares, sozinhos, representaram 67% das transações analisadas neste mês.

Os dados estão no capítulo “O impacto da Covid-19 nas transações”, da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2020, feita em parceria com a consultoria Deloitte. O levantamento foi divulgado hoje (23/9) no CIAB FEBRABAN Live 2020 durante o painel “Prontidão em tempos de disrupturas”. No recorte feito especialmente para retratar as transações nos quatro primeiros meses do ano foram consideradas as seguintes operações: saldos, transferências, contratação de crédito, consulta de investimentos, depósitos, pagamentos de contas, saques e recarga de celular.

De acordo com a pesquisa, entre janeiro e abril de 2020, o volume de transações feitas por pessoas físicas nos canais digitais cresceu 19%. Somente no mobile banking, a alta foi de 22%. O levantamento também revelou que, no mesmo período, as operações bancárias caíram 53% nas agências. Nos ATMs, a queda foi de 19%.

“As últimas edições da nossa pesquisa de tecnologia têm revelado uma mudança de comportamento do consumidor, que cada vez mais se torna mais digital em suas operações do dia a dia”, avalia Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN. De acordo com Fosse, a pandemia do Covid-19 impulsionou a digitalização em todos os setores da economia, e com os bancos não foi diferente. “Entretanto, nossos clientes já elegeram, desde 2015, os meios digitais como os preferidos para suas transações, reflexo da praticidade de uso, da segurança e da conveniência oferecidas por estes canais.”

Na semana passada foram divulgados à imprensa os dados da pesquisa relativos à 2019. Hoje, a apresentação das informações inéditas do estudo, também revelou que a comparação entre a média mensal de 2019 e o último mês de abril mostrou um expressivo crescimento nas transações com movimentação financeira no mobile banking: a consulta de investimentos teve alta de 105%; contratação de crédito (+61%); pagamentos (+33%) e transferências (+24%).

Entre janeiro e abril deste ano, as interações dos clientes com os seus bancos por meio de chatbots registraram um crescimento de 78% e a quantidade de atendimentos nos contact centers cresceu quase 7 milhões no período – passando de 123,2 milhões para 130 milhões.

Executivos entrevistados

O recorte examinado, que trata das análises de transações financeiras no mês de abril, representa a visão de 16 bancos que responderam ao questionário. Já a pesquisa completa, que pode ser encontrada por meio deste link, traz os dados de 22 bancos que responderam o questionário, o que representa 90% dos ativos dessa indústria no Brasil.

Além do preenchimento dos formulários, dez executivos da área de tecnologia bancária concederam entrevistas para a edição de 2020 da pesquisa (tendo como ano-base 2019), informa Sérgio Biagini, sócio-líder da Deloitte para a indústria de Serviços Financeiros no Brasil.

O painel realizado hoje no CIAB FEBRABAN LIVE também revelou que entre as novas tecnologias que demandam investimentos dos bancos estão inteligência artificial (IA), RPA (Automação Robótica de Processos, na sigla em português), blockchain e internet das coisas. “As prioridades de investimentos para inteligência artificial estão nas áreas de atendimento ao cliente, contratação de crédito, biometria, robôs e jurídica”, afirma Biagni.

De acordo com ele, o atual levantamento também mostrou que os bancos já estão se preparando para o open banking, que começará a ser implementado a partir de novembro no Brasil. O sistema cria novos modelos de negócios com o uso de APIs (interfaces de programação de aplicações, em português), que permitem ao cliente visualizar, no aplicativo de banco, todas as contas, investimentos, serviços e produtos contratados que tenha, tanto do próprio banco, como em outras instituições. Segundo o estudo, 90% dos bancos já têm APIs.

A íntegra da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2020 (ano-base 2019) completa está disponível em:

Site da FEBRABAN: http://portal.febraban.org.br/pagina/3106/48/pt-br/pesquisa

Startups contratando: confira mais de 250 vagas e como se candidatar

Algumas empresas não deixaram de contratar e oferecem diversas oportunidades de emprego no mercado. Respeitando às normas de isolamento social que buscam reduzir a transmissão do vírus, os novos funcionários são todos contratados e recebidos remotamente.

Confira as oportunidades abaixo:

Olist

O Olist , startup curitibana que ajuda varejistas e grandes marcas a venderem mais, está com 18 vagas abertas. Entre elas, o foco de contratação está nas áreas de desenvolvimento, produto e dados. “Criamos rotinas de contratações e onboarding remotos para que a gente não prejudicasse ninguém a ingressar na companhia”, comenta Daiane Peretti, Gerente de Pessoas do Olist. As entrevistas estão sendo feitas por videoconferência, por meio de ferramentas como Zoom, Google Hangouts e Whereby. Depois que a pessoa é contratada, a equipe de RH agenda o exame admissional na cidade em que a pessoa mora (já que existem Olisters em todo o Brasil), enviando o contrato de trabalho e equipamentos pelo correio. Candidatos podem conferir as vagas abertas no link .

Authen

Já a Authen , primeira empresa no Brasil a produzir uma linha de roupas de performance acessível para corredoras brasileiras, está com mais de 25 vagas abertas para diversas áreas. A busca é para diversos setores da empresa, com cargos como: Designers, Copywriters, Relacionamento com o Cliente e Consultores de Vendas. “Buscamos pessoas com vontade de crescer junto com a marca, que apresenta crescimento médio de 200% ao ano. Se você gosta de desafios e está disposto a se reinventar, aqui é seu lugar”, comenta o americano Christopher Spikes, fundador e CEO da Authen. As inscrições podem ser feitas na página de “trabalhe conosco”, no site da marca (http://www.authen.com.br/trabalhe-conosco).

Econodata

Referência em prospecções B2B, a Econodata une vendas com tecnologia para fornecer uma Plataforma de Prospecção com 20 milhões de empresas de todo o Brasil. Pertencente ao portfólio da Wayra Brasil, hub de inovação aberta do grupo Telefónica no mundo e da Vivo no Brasil,a empresa está em constante crescimento e está com mais de cinco vagas abertas, para atuar em Porto Alegre, nas áreas de Sales Development, Desenvolvedor, entre outras. “As organizações estão buscando novos canais de aquisição de leads e viram a prospecção como uma ótima alternativa para mirar o canhão nos segmentos que estão comprando”, comenta Paulo Krieser, CEO da startup. Para ter acesso, basta acessar o site: http://vagas.econodata.com.br

Magnetis

Primeira gestora de investimentos digital no Brasil, a Magnetis está com vagas abertas para estágio em Consultoria de Investimentos, com um programa rotativo, no qual o estudante selecionado passará por dois times complementares: SDR e Controller. Além disso, a empresa também anuncia oportunidades para Analistas e Desenvolvedores na área de engenharia, com possibilidade de trabalho remoto. Desde 2015, a Magnetis usa tecnologia para ajudar pessoas a investir no que importa, oferecendo a melhor rentabilidade ajustada ao perfil de cada cliente. Já montou mais de 300 mil planos de investimentos e tem mais de R﹩ 400 milhões sob gestão. Para se candidatar às vagas, acesse: http://jobs.kenoby.com/magnetis

BRQ

Considerada uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil segundo o Glassdoor, a BRQ Digital Solutions está presente há 27 anos no mercado apoiando a transformação digital de bancos, seguradoras e outras instituições líderes em seus setores. Eles acabam de anunciar a abertura de 200 vagas. Para se inscrever, basta acessar o site: http://trabalheconosco.vagas.com.br/brqdigital

Convenia

Empresa de soluções voltadas para automatização do departamento pessoal, que usa a tecnologia para facilitar a vida do gestor, com menos processos e que tenha tempo para o que realmente interessa: pessoas. Com duas vagas abertas disponíveis para a cidade de São Paulo, em funções como Designer de Comunicação para a área de marketing e Executivo de Contas, com foco na Corretora de Benefícios, os interessados devem se inscrever no link . Entre os pré-requisitos para se candidatar estão gostar de um ambiente com autonomia, de compartilhar conhecimento e de grandes desafios.

Medei

A Medei, plataforma de gestão que tem como objetivo desburocratizar os processos homologatórios realizados pelas empresas, além de oferecer um desligamento mais humanizado entre empresa e ex-funcionário, está com duas vagas em aberto: Desenvolvedor Backend e Analista de Marketing. Entre os requisitos estão disponibilidade para o trabalho em período integral e interesse em ser contratado no regime CLT. Para se inscrever, basta acessar o link e preencher todas as informações.

Pipefy

A empresa global de SaaS (Software as a Service) permite que gestores altamente qualificados criem e gerenciem fluxos de trabalho. Atualmente estão com 8 vagas abertas nas áreas de tecnologia e finanças. Hoje são mais de 250 funcionários, distribuídos entre as sedes de Curitiba, no Sul do Brasil, São Paulo, São Francisco, no Vale do Silício (EUA) e remotamente pelo mundo. Mais informações no link .

Conheça os projetos selecionados para o Batch #5 do Samsung Creative Startups

O Samsung Creative Startups, programa de aceleração de startups da Samsung, selecionou os projetos que vão participar do Batch #5, considerada a última etapa da edição deste ano. Após uma fase de pré-seleção, que contou com 40 startups, foram escolhidas 14 de sete cidades diferentes do Brasil, com destaque para Manaus, no Amazonas, com seis projetos.

As outras cidades que terão participantes são Florianópolis (SC), Londrina (PR), São Paulo (SP), Campinas (SP), São Caetano do Sul (SP) e Itajubá (MG). A área mais contemplada pelas startups foi a saúde, com cinco projetos. Também foram escolhidas startups nas áreas de segurança, educação digital, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Realidade Aumentada e controle parental.

“Participar do processo de capacitação e aceleração de startups tão promissoras é motivo de orgulho para a Samsung. Vemos cada vez mais pessoas interessadas em criar soluções para demandas de áreas tão importantes como a saúde e a educação, sempre explorando novas tecnologias e ideias inovadoras”, afirmou Paulo Quirino, Coordenador Nacional do Programa Creative Startups na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung.

A fase de pré-seleção, realizada no mês de maio, contou com atividades 100% online. Os grupos passaram por workshops de Design Thinking com o departamento de User Experience da Samsung e depois apresentaram os projetos para a banca avaliadora. A sessão de pitching também aconteceu por videoconferência e ajudou a definir quais seriam as startups selecionadas para o Batch #5.

As startups escolhidas receberão cada, até R$200 mil livres de equity, para serem investidos no desenvolvimento e aprimoramento dos produtos e serviços apresentados, conforme regras previstas pela Lei da Informática. O programa, que já acelerou 42 startups nas edições anteriores, ainda prevê mentorias técnicas e de mercado, treinamentos e assessorias, inclusive com profissionais da Samsung.

Conheça mais detalhes sobre as 14 startups selecionadas para o Batch #5:

Startup: AppGuardian (http://www.appguardian.com.br)
Local: São Paulo (SP)
Tema: Parental Control. Solução tecnológica que ajuda pais e filhos a organizar a sua rotina no mundo digital. Inclui navegação segura, sistema de localização e controle de uso de aparelhos eletrônicos.
Startup: CAEx (http://studiocae.com/)
Local: São Paulo (SP)
Tema: Realidade Aumentada. Laboratórios virtuais completamente interativos e imersivos, para o ensino fundamental, tudo isso dentro de um dispositivo mobile e em realidade aumentada.
Startup: CogniSigns (http://www.cognisigns.com)
Local: Florianópolis (SC)
Tema: Saúde. Sistema que virtualiza protocolo mundial de perguntas para identificar crianças com sinais de autismo, auxiliando pais e cuidadores.
Startup: DriveOn (http://www.driveonauto.com/)
Local: Manaus (AM)
Tema: IoT. Com tecnologia Blockchain, gera score de comportamento de condutores de veículos que pode ser utilizado para seguradoras e empresas frotistas.
Startup: Gawa (http://gawa-ifam.000webhostapp.com/)
Local: Manaus (AM)
Tema: Educação. Plataforma gamificada seguindo modelo de jogos arcade e fliperamas para contribuir com a coleta seletiva e trabalhar a conscientização de descarte correto de lixo.
Startup: Lazu (http://lazu.org)
Local: Manaus (AM)
Tema: Educação. Plataforma de ensino que aproxima aprendizagem e leitura com conversas mais leves e conteúdos adaptados para o desempenho e a região do aluno, disponibilizada em dispositivo mobile.
Startup: Lenscope (http://lenscope.com.br)
Local: Campinas (SP)
Tema: Saúde. Aplicativo móvel que permite a tomada de medidas da face, para confecção de óculos remotamente.
Startup: LotsApp (http://lotsapp.io)
Local: Manaus (AM)
Tema: Segurança. Solução de mapeamento de riscos de conformidade de origem e cadeia de custódia na indústria têxtil para reduzir gastos e ampliar mercados.
Startup: Magroove (http://artists.magroove.com/)
Local: São Paulo (SP)
Tema: Inteligência Artificial. Plataforma que concentra ferramentas que um músico independente precisa para desenvolver a carreira, reduzindo o gap para o consumidor final.
Startup: Manaós Tech (http://www.manaostech.com)
Local: Manaus (AM)
Tema: Educação.Uso de Realidade Aumentada para maior engajamento dos alunos em conteúdos de pensamento computacional, lógica, programação, desenvolvimento de games e apps. E tudo isso atrelado ao conteúdo estabelecido pela BNCC.
Startup: NexAtlas (http://www.nexatlas.com)
Local: Itajubá (MG)
Tema: IoT. Facilita o acesso de pilotos a informações simultâneas de planejamento de rotas com imagens meteorológicas, economizando tempo e aumentando consideravelmente a segurança de vôo.
Startup: Preveni (http://www.preveni.com.br)
Local: Londrina (PR)
Tema: Saúde. Analisa o risco dos pacientes acamados de acordo com a Escala de Braden e emite avisos indicativos, automatizados e parametrizados para a mudança de decúbito para otimizar o trabalho dos hospitais e evitar escaras .
Startup: SleepUp (www.sleepup.com.br)
Local: São Caetano do Sul (SP)
Tema: Saúde. Tratamento remoto, virtual e personalizado para insônia, com maior acessibilidade, custo-benefício e sem uso de medicamentos.
Startup: Work-Right Startup (http://www.sleepup.com.br)
Local: Manaus (AM)
Tema: Saúde. Roupa equipada com módulos/sensores para captar a posição e o movimento feito naquela parte específica do corpo. Pode ser utilizado por atletas para monitoramento da correto movimento de atividade física.

TecBan promove Hackathon para estimular Open Banking no Brasil

A TecBan, administradora do Banco24Horas, promoverá nos dias 24, 25 e 26 de julho o primeiro Hackathon TecBan, que tem como objetivo, nesta edição inaugural, simular as possibilidades do Open Banking no Brasil. Devido ao atual cenário de pandemia e para preservar a saúde e bem-estar de todos os participantes, o evento será 100% online, com organização da Shawee e em parceria com universidades, associações e players do mercado. Durante a maratona, os integrantes terão a oportunidade de desenvolver soluções e serviços utilizando as transações disponíveis e oferecidas na plataforma de Open Banking da TecBan.

No dia 24, ocorrerá a divisão dos grupos em times com cinco membros, respeitando os seguintes perfis: desenvolvedor, tecnologia, business, marketing e user experience. O desafio consistirá em atuar como uma TPP ‘third party’ (fintechs, startup ou banco), utilizando as APIs da plataforma de Open Banking (consulta de saldo/extrato, pagamentos, localização de agência/ATM, entre outras) para desenvolver novas soluções e serviços inovadores para pequenas e médias empresas, além de pessoas físicas.

Com as equipes formadas, serão 56 horas de ideação, programação e networking, com a supervisão de mentores, que estarão à disposição de forma online, durante todo o processo, para auxiliar e tirar dúvidas dos times. As simulações serão feitas por meio da plataforma de ‘sandbox’, ambiente controlado criado para o desenvolvimento de aplicativos e serviços compatíveis com o Open Banking brasileiro.

Dentre os resultados esperados, o Hackathon TecBan desafiará os participantes a entender o universo de opções do Open Banking para apresentar o produto certo para o cliente certo, automatizando tarefas repetitivas para economia de tempo, trazendo informações detalhadas de consumo ou apresentando soluções que ajudem pequenas e médias empresas, sempre de maneira simples e objetiva. Por exemplo, se um consumidor estiver procurando por um empréstimo, a ferramenta deverá realizar a busca, realizar a comparação e apresentar as melhores opções em um único lugar, sejam elas da mesma ou de diferentes instituições financeiras.

No dia 29 de julho acontecerá a live para a divulgação do resultado. Uma equipe será declarada vencedora e cada integrante será premiado com um iPhone 11.

“Apoiamos a formação de novos profissionais, e a iniciativa do Hackathon TecBan é uma ótima oportunidade para aprender mais, colocar as habilidades em prática e transformar ideias em soluções, além de formar uma rede de contatos que poderá agregar no desenvolvimento do profissional”, afirma Tiago Aguiar, head de Novas Plataformas da TecBan.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no website do Hackaton TecBan , até o dia 15 de julho. Ao todo, serão selecionados 200 participantes para a formação das equipes.

Serviço:

Inscrição – até 15/07 às 23h59 – http://hackathon.tecban.com.br/

Início do Hackathon TecBan – 24/07 às 16h

Submissão dos projetos – 26/07 até 23h59

Avaliação dos jurados – 27 e 28/07

Live de divulgação dos premiados – 29/07 às 18h

Vikstar tem 216 vagas presenciais e home-office

A Vikstar, referência em contact center e de terceirização de processos de negócios, tem 216 vagas abertas nas cidades paulistas de São Paulo, Votuporanga, Fernandópolis e em Londrina, no Paraná. O processo seletivo inclui vagas para pessoas com deficiências.

As posições são para operador de contact center. Os contratados vão atuar em processos de vendas, atendimento ao cliente e suporte técnico. O salário corresponde ao piso da categoria, mas algumas posições têm remuneração variável.

Parte das posições disponíveis são home-office. Para essas vagas os candidatos precisam ter computador próprio (processador Intel core i5, 4 Mb de RAM e Windows 7, como configuração mínima) e conexão com internet de pelo menos 15 Mbps de velocidade.

Os benefícios variam conforme a posição, mas podem incluir vale refeição, alimentação, transporte, plano de saúde, assistência odontológica, auxílio creche, descontos em instituições de ensino superior e seguro de vida.

Podem participar candidatos com Ensino Médio completo, maiores de 18 anos e com conhecimento básico de informática. As inscrições são feitas pelo site http://vikstar.pandape.com.br/ .

A Vikstar é uma das maiores empresas do setor de contact center e terceirização de processos de negócios (também chamado BPO) do país, com clientes nos setores de telecomunicações, serviços públicos e financeiro.

A empresa é um dos maiores empregadores individuais do Brasil com cerca de 6 mil colaboradores. Desde o agravamento da covid-19, a Vikstar vem priorizando contratações em home-office. Já foram mais de 550 vagas preenchidas na modalidade.

A indústria em tempos de COVID-19

Por Paulo Leal da Costa e Rene Wolf

Neste período em que temos navegado pelas diversas facetas de crise, a experiência está mudando a mentalidade coletiva. Tal fato terá uma repercussão duradoura em todas as indústrias, resultando provavelmente em mais quadros de colaboração e maior flexibilidade.No setor de manufatura, tendências colaborativas transformarão a forma como construímos, como projetamos e como geramos ideias especializadas, atenuando limites funcionais. Embora catalisados neste ambiente desafiador, estes são resultados positivos que irão acelerar a inovação no futuro.

No geral, e nas próprias fábricas, vemos uma redução perceptível na demanda. Na Alemanha, por exemplo, onde a indústria automotiva é um dos principais atores, fabricantes têm fechado suas portas. Em contrapartida, a produção aumentou na indústria de dispositivos médicos, em que fabricantes tem se esforçado para acompanhar não só o aumento do volume, mas também as variações nas demandas de produtos a serem entregues. Mesmo onde há sistemas de fabricação em uso, com alta visibilidade e processos digitalizados, a troca da produção para um produto diferente é altamente complexa. Leva tempo – não só para produzi-lo, mas também para o fazer de forma eficiente e com os padrões de qualidade adequados.

E como isso afetará o futuro do setor? Bem, ninguém estava preparado para essa realidade. A brusquidão e a onipresença da atual pandemia criaram uma tempestade perfeita. À medida que nos reestabelecemos, os fabricantes vão repensar a forma como organizaram seus processos, suas cadeias de abastecimento, as lacunas críticas que têm na sua infraestrutura digital. Haverá uma urgência duradoura em torno da pressão dos custos e das margens. Os esforços de transformação digital acelerarão drasticamente para criar uma empresa de manufatura mais ágil e capaz de responder às mudanças do mercado com mais rapidez e flexibilidade.

Dedicar tempo à preparação não só para a fase de arranque, mas também para o futuro das empresas, é tempo bem gasto. A realidade é – agora ainda mais óbvia do que antes – que os fabricantes precisam digitalizar seus processos. Evidenciada pela situação atual, a transformação digital não é apenas um imperativo competitivo, mas, por vezes, um imperativo existencial.

Desta forma, ainda que as coisas sejam difíceis, faz-se necessária a busca por oportunidades ocultas, dons inesperados. É preciso tirar o melhor proveito da situação, abraçar o que ela tem a oferecer e analisar de maneira criativa como extrair seu valor máximo para que possamos sair desta situação mais rápido e mais fortes do que antes.

Paulo Leal da Costa é CEO e diretor geral da Siemens Digital Industries Software no Brasil e Rene Wolf é vice-presidente sênior de gerenciamento de operações de manufatura da mesma empresa.

15 cargos que cresceram diante da pandemia

A Catho realizou um levantamento para compreender os cargos de maior abertura de vagas durante a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). Segundo o estudo, que analisa os meses de março, abril e maio de 2019 versus os meses de março, abril e maio de 2020, cargos relacionados à área da saúde, comercial, logística, supermercadista e farmácia são as que mais apresentaram crescimento desde o início do isolamento social.

Ainda liderando o levantamento, está o fisioterapeuta respiratório, profissionais à frente das UTIs e responsáveis pelo manuseio de ventiladores mecânicos e intubação de pacientes, com crescimento de mais de 4.480%. Ainda na área da saúde, profissionais como fisioterapeuta hospitalar (1.555%), técnico em radiologia (732%), enfermeiro de UTI (648%) e técnico de enfermagem (527%) são os cargos de maior crescimento desde o início da implementação da quarentena.

Outro crescimento expressivo aparece na área comercial, em que cargos como operador de call center (218%) e executivo de vendas (123%) mantêm crescimento na abertura de vagas mês após mês.

Crescimento entre abril e maio

Maio apresenta uma retomada da área comercial, diferentemente dos outros meses, cargos relacionados a vendas e atendimento ao cliente surgem com maior intensidade neste mês. Profissionais como atendente de SAC (141%), vendedor (56%) e operador de televendas (46%) foram os que mais se destacaram.

Cargos na área de tecnologia, pelo segundo mês consecutivo, também aparecem com maior presença, caso dos programadores Java (112%), Mobile (111%%) e .NET (21%).

Compliance: um aliado em tempos de pandemia

Por Akira Otsuka

O período de isolamento social instaurado em decorrência da disseminação do novo coronavírus no Brasil vem impactando operações de empresas em diferentes segmentos, que buscam equilibrar a proteção do caixa, a perenidade do negócio e a preservação dos empregos. Analisando o cenário, em um evento promovido em maio pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), especialistas salientaram que o momento atual da crise provocada pela pandemia será um grande teste para as áreas de compliance – setor que visa principalmente estabelecer um sistema de controle interno, para proporcionar maior segurança perante o mercado.

Nos últimos anos, empresas brasileiras ampliaram o investimento nessa área, com ações traçadas para garantir relações éticas e transparentes entre empresas e, principalmente, o Poder Público. O compliance é uma ferramenta atual e estável, para que a corporação preserve sua integridade e resiliência, assim como a de seus colaboradores e da alta administração.

E como a pandemia impacta essa estabilidade? O desligamento de colaboradores; a redução na remuneração; a adaptação de contrato com fornecedores; o investimento pontual em máscaras, álcool em gel e equipamentos de segurança voltados à saúde; e a realização de ações sociais, como doações, são exemplos de atuações que podem colocar a integridade da empresa em cheque neste período. Qualquer mudança que não seja devidamente registrada, dentro das conformidades e políticas da empresa, com transparência e respeito aos princípios legais, corre o risco de ser alvo de irregularidades.

Neste período de incertezas, algumas empresas consideraram o desligamento das atividades das áreas de compliance, por não reconhecerem a grande essencialidade do departamento dentro de uma empresa. Mas o resultado é bem o contrário: as empresas com estes setores bem estruturados podem passar por este momento com mais tranquilidade, com ciência dos protocolos que devem ser seguidos para preservar a sua integridade. Já as companhias que ainda não tinham desenvolvido essa área, estarão mais vulneráveis às irregularidades e terão trabalho redobrado para correr atrás do prejuízo.

Como a pandemia da Covid-19 tem mantido algumas pessoas em suas casas, praticando o trabalho remoto, as companhias terão que encontrar uma solução para seguir os protocolos à distância. Uma estratégia adotada é o uso ampliado da tecnologia digital, que departamentos podem utilizar para se comunicarem com seus stakeholders. Um exemplo é a plataforma ClickCompliance, um software em nuvem com possibilidade de acesso remoto. A solução é responsável pela gestão do programa em quatro frentes: gestão de políticas e documentos; canal de denúncias; treinamentos; e compliance bot de atendimento, que é um programa de computador responsável por automatizar procedimentos. Outros canais como TV corporativa, WhatsApp e e-mail também são alternativas eficazes para complementar as estratégias neste período.

O departamento de compliance trabalha para que a empresa se adeque e cumpra as normas dos órgãos reguladores, como também as normas internas elaboradas pela própria companhia. O programa favorece a transparência, justiça, sustentabilidade do negócio e muitos outros benefícios que promovem o fortalecimento e desenvolvimento da organização. É uma estratégia essencial para assegurar a continuidade dos negócios em um cenário de incertezas e adequações.

Akira Otsuka, Diretor de Risco e Compliance do Grupo A.Yoshii Engenharia

ACE e Amazon Web Services se unem para ajudar startups por meio da tecnologia

Pensando em auxiliar no desenvolvimento e consolidação das startups por meio da tecnologia, a ACE, empresa de inovação, conhecida por ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de classe mundial, e a Amazon Web Services (AWS), plataforma de computação em nuvem, se uniram para levar informação em tempos de crise do coronavírus no setor e patrocinar o acesso e execução das soluções do Growthaholics for Startups, plataforma de aceleração online gratuita.

“A gente fala muito que tecnologia não é um fim, é um meio. Então, isso quer dizer que tudo passa por ela de alguma forma, tanto pra entregar resultados de eficiência operacional, quanto os nossos produtos aos clientes finais”, afirma Sulivan Santiago, CTO da ACE. Para ele, o uso da tecnologia deve observar com muita atenção os processos internos das startups, mas principalmente, as pessoas envolvidas neles.

Nesse sentido, a ajuda oferecida pelas empresas pretende fazer com que os empreendedores saiam dessa crise mais fortes e estruturados, remodelando suas estratégias, gerenciamento de infraestruturas e uso da tecnologia na inovação de serviços. No webinar de lançamento da plataforma, Sulivan Santiago e Vinicius Senger, Senior Developer Advocate da AWS, conversaram sobre o assunto em um papo descontraído e a conversa será retomada em outros webinars, com foco em tecnologia.

Em menos de dois meses no mercado, a plataforma já conta com mais de mil startups consumindo seu conteúdo e acompanhando a jornada de aceleração online.

Para ter acesso às novidades da plataforma, é preciso somente fazer o seu cadastro na Growthaholics for Startups e ficar de olho. A próxima grande novidade será um bloco inteiro de tecnologia para ajudar a empresa, em temas como desenvolvimento, programação, engenharia e tecnologia. A ACE e a AWS querem reduzir o gap entre CEOs – CTOs e ajudar os CTOs a terem claro as melhores práticas de todo esse universo.

Além disso, será produzida uma série de conteúdos sobre tecnologia, com o objetivo de democratizar o acesso a conhecimentos sobre programação, desenvolvimento e engenharia para todos empreendedores e tornar isso algo simples e acessível para todos.

Serão produzidos 8 episódios gratuitos com os temas:

• Tech Stack 101
• Roadmap de tecnologia
• Experimentos
• Boas práticas de desenvolvimento
• Arquitetura de Produto
• DevOps
• APIs
• Como escolher um CTO?

Os conteúdos irão ao ar todas as segundas de junho e julho, às 19h30, transmitidos pelas redes sociais e Youtube da ACE. Para se inscrever, basta se cadastrar na Growthaholics for Startups (http://app.acestartups.com.br/go).

Principal dificuldade dos líderes na pandemia é manter as equipes motivadas

Segundo dados do IBGE, divulgados em maio, 8,8 milhões de pessoas estão em home office no Brasil. A prática trouxe benefícios – como a ausência de deslocamento entre a casa e o trabalho e a maior interação com a família – mas também exigiu mudanças comportamentais e de gestão.

Especialmente para os líderes dos times, a maior dificuldade do período, de acordo com a 12ª edição do Índice de Confiança Robert Half (ICRH) – que contempla o sentimento de profissionais empregados, desempregados e responsáveis pelo recrutamento dentro das empresas em relação à situação atual do mercado de trabalho e da economia – é a motivação das equipes, eleita por 61% dos 387 profissionais ouvidos pela pesquisa, sendo que 53% deles exercem papel de gestão nas empresas.

A capacidade em manter as equipes motivadas, para os ouvidos no ICRH, supera inclusive a falta de proximidade física (29%), o controle (24%), a qualidade das entregas (26%) e o cumprimento da carga horária correta (19%).

“A pandemia do novo coronavírus levou a maioria das pessoas – senão todas – a se reverem profissionalmente. Em um cenário trazido pelo ICRH, em que 41% dos profissionais qualificados e empregados (com 25 anos ou mais e formação superior) estão motivados a buscar novas oportunidades no mercado de trabalho, com receio de perderem os atuais empregos, a capacidade de motivação dos gestores se torna ainda mais urgente”, Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half.

Para tornar a gestão remota menos desafiadora durante o período da pandemia, Mantovani elenca quatro recomendações aos gestores:

O colaborador precisa continuar se sentindo parte do time
A distância física é uma recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para conter o contágio pela Covid-19. Nessa situação, o gestor deve ter cuidado para que não se crie um abismo entre ele e a equipe. Mantenha-se próximo, agende videochamadas pontuais para entender como os colaboradores estão e se têm sentido falta de algum apoio. Não se trata de micro gerenciamento, mas de fazer com que o profissional se sinta apoiado, importante e parte da empresa. Se faz parte da cultura da sua organização presentear ou gratificar os colaboradores por datas ou motivos especiais, tente manter essa dinâmica, na medida do possível, mesmo à distância.

Estabeleça metas e prazos

Sabe aquele ditado que diz que “o combinado não sai caro”? Ele é real e ajuda a alinhar expectativas de todos os envolvidos. Evitando o micro gerenciamento, cada líder deve encontrar seu mecanismo de gestão, expondo para todos a situação dos negócios dentro da crise, detalhando a importância do comprometimento de cada membro do time, reforçando como cada um pode contribuir para a melhora do cenário e propondo metas e prazos. Nesse processo, a recomendação é estruturar um discurso realista, mas sem tom de ameaça.

Pessoas felizes entregam resultados melhores

O ideal é encerrar o período de quarentena com saúde física e emocional. Então, é importante que o gestor dedique parte do seu tempo para entender quais têm sido as dificuldades e necessidades individuais dos colaboradores. É possível e necessário oferecer férias para alguns ou um horário de expediente diferenciado para outros, por exemplo? Quando o colaborador se sente valorizado tende a trabalhar mais feliz e retribuir com mais engajamento.

Prefira contatos por vídeo

Por mais que a tecnologia evolua, arrisco dizer que nada vai substituir as vantagens das conversas olho no olho. É por meio delas que conseguimos fazer uma melhor leitura das reações do outro durante um bate-papo. Os gestos, o tom de voz e a postura dizem muito sobre nós.

Metodologia do ICRH – Lançado em agosto de 2017, o Índice de Confiança Robert Half (ICRH) é um indicador de difusão que varia de 0 a 100. Os indicadores de difusão são de base móvel (50 pontos), construídos de forma que os valores acima de 50 pontos indicam agentes do mercado de trabalho de profissionais qualificados confiantes. A 12ª edição do ICRH é resultado de uma sondagem conduzida pela Robert Half entre os dias 12 a 26 de maio de 2020, com base na percepção de 1161 profissionais, igualmente divididos em três categorias: recrutadores (profissionais responsáveis por recrutamento nas empresas ou que têm participação no preenchimento das vagas); e profissionais qualificados empregados e desempregados (com 25 anos de idade ou mais e formação superior). Todos distribuídos regional e proporcionalmente pelo Brasil, de acordo com os dados do mercado de trabalho coletados na PNAD. Para os cálculos da taxa de desemprego dos profissionais qualificados, foram utilizados os microdados da PNAD trimestral, fornecidas pelo IBGE em seu portal, executando recortes na amostra para condizer com o perfil de profissionais qualificados. Para os profissionais contratados para projetos não foram observados os critérios estatísticos adequados, portanto seu resultado deve ser interpretado com cautela.

Startup do Cietec desenvolve teste totalmente nacional de diagnóstico da COVID-19

A Biolinker, startup de biotecnologia residente na Incubadora USP/IPEN-Cietec, está desenvolvendo um teste de diagnóstico para a COVID-19, de baixo custo e alto desempenho, com insumos totalmente nacionais. O objetivo da ação é gerar kits padronizados de reação de ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) para a detecção de anticorpos circulantes IgG, produzidos em uma fase mais tardia da COVID-19, no soro de pacientes.

A detecção de IgG no soro dos pacientes será feita por meio de antígenos do nucleocapsídeo N – fração antigênica da proteína da superfície do SARS-CoV-2, usada pelo novo coronavírus para se conectar a um receptor nas células humanas, a proteína ACE2 – e infectá-las. Trata-se de um ensaio que poderá ser usado em qualquer lugar para a triagem epidemiológica da doença.

Tecnologia

Por meio de um projeto apoiado pela FAPESP, a Biolinker conseguiu desenvolver e validar, ao longo dos últimos dois anos, um aptâmero, peptídeo que se liga a uma molécula-alvo, que mostrou alta afinidade e especificidade à fração constante de anticorpos IgG humanos. A startup pretende usá-lo de forma conjugada com a biotina (que funciona como coenzima no metabolismo de purinas e carboidratos) para a detecção de IgG.

Os testes serão viabilizados por meio desta tecnologia que usa um sistema in vitro de transcrição e tradução, ou seja, livre de células, para acelerar e otimizar processos de produção de proteínas. Por meio desta solução, os pesquisadores da startup já desenvolveram uma proteína que está sendo testada. De acordo com Mona das Neves Oliveira, co-founder da Biolinker, os custos de produção do teste serão baixos porque a produção tanto dos aptâmeros, como dos antígenos, pelo método sem a presença de células são econômicos. “Além disso, já possuímos plasmídeos, moléculas duplas de DNA com capacidade de reprodução, próprios para expressão das proteínas e protocolos de produção bem estabelecidos”, informa.

Segundo a pesquisadora, a empresa já está em negociação com grupos interessados em fabricar os testes, depois que estiverem 100% calibrados e prontos para serem usados na população em larga escala. “Os testes estão funcionando muito bem. Já produzimos a proteína e agora estamos tratando de purificá-la ao máximo para evitar qualquer tipo de falso positivo ou negativo”, afirma Mona.

Além do sistema livre de células, a startup também está trabalhando com as formas tradicionais de produção de proteínas para comparar e verificar qual tipo de produção apresenta melhor antigenicidade.

Projeto

O projeto conta com a parceria da professora Ester Sabino, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), que liderou o sequenciamento do novo coronavírus no Brasil. Além disso, foi um dos seis primeiros selecionados em um edital lançado pelo PIPE-FAPESP em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), para apoiar o desenvolvimento de produtos, serviços ou processos criados por startups e pequenas empresas de base tecnológica no Estado de São Paulo, voltados ao combate da COVID-19.

A Biolinker é uma prova de que o nosso investimento e incentivo contribui para o desenvolvimento de produtos ou serviços de base tecnológica em benefício da sociedade, especialmente, neste momento de combate à pandemia. Ficamos muito orgulhosos com a seleção da Biolinker neste edital e esperamos que os testes fiquem prontos rapidamente para agilizar o combate da doença”, afirma Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec.