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Pensando sobre upskilling – hoje e sempre

Por Miriam Rodrigues

Termo novo, necessário e atual. Mas, afinal, do que estamos falando? E se é tão necessário e atual, como vou me posicionar a respeito?

Numa tradução livre, quando falamos de skills, estamos falando de habilidades, chamadas às vezes de competências.

Já, quando falamos de upskilling, estamos tratando do desenvolvimento de habilidades, em alguns casos, há também o entendimento de requalificação.

Como sabemos há pelo menos 3 décadas, a velocidade das mudanças, em especial as mudanças tecnológicas, tem demandado o desenvolvimento cada vez mais acelerado de novas competências e isso demonstra ser cada vez mais evidente para empresas e profissionais.

Novas formas de aprender e de trabalhar surgem com uma velocidade indescritível e sem precedentes, não sendo identificada possibilidade de um retrocesso neste cenário.

Como prever as habilidades necessárias aos profissionais daqui há 2 anos, por exemplo, se a velocidade do surgimento de novas tecnológicas não é previsível? Como pensar no desenvolvimento de competências para uma carreira, que deverá durar algumas décadas, num ambiente tão mutante, instável, desafiador, incerto?

Está posto um desafio sensível e necessário, que demandará o planejamento de ações continuadas em várias instâncias: global, nacional, regional, e que envolve, também, vários atores, como escola, empresas e líderes empresariais e os próprios profissionais.

Ter consciência a respeito deste fato por parte das instâncias e atores envolvidos, com certeza, já é um primeiro passo.

A troca de experiência em comunidades presenciais ou remotas, o “olhar glocal” (global + local), a sensibilidade e, sobretudo, a crença no aprendizado contínuo durante toda a vida, precisam estar presentes, sempre.

Como outras ondas que a humanidade viveu no passado, agora temos a real necessidade de nos reinventarmos – sem exagero – quase que diariamente. Sabemos que isso é possível porque já estamos fazendo: trabalhar sem barreiras geográficas, de – literalmente – qualquer lugar do mundo, usando sempre tecnologia a nosso favor, dentre outros exemplos, e sem nunca perder de vista nossas características empáticas, tão necessárias na lide diária com os desafios que chegam sem parar.

Sim, enfrentamos inseguranças relacionadas à empregabilidade trazidas pelo ritmo acelerado da tecnologia, inovação e globalização, isso não vai mudar no curso prazo. Vamos prosseguir, vamos nos reinventar, vamos continuar aprendendo, sempre.

Miriam Rodrigues, docente de disciplinas relacionadas ao Comportamento Humano no Trabalho na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

AVEVA adquire a americana OSIsoft por 5 bilhões de dólares

AVEVA, líder global em software industrial, anunciou nesta terça-feira (25/08) um acordo de compra, por US$ 5 bilhões, da OSIsoft, líder global em software e serviços de dados industriais em tempo real. A AVEVA e a OSIsoft combinarão suas ofertas de produtos complementares, reunindo software industrial e gerenciamento de dados para ajudar os clientes do setor industrial e de serviços essenciais a acelerarem suas estratégias de transformação digital à medida que eficiência, flexibilidade, sustentabilidade e resiliência tornam-se requisitos cada vez mais urgentes.

O software de gerenciamento de dados da OSIsoft complementará as ofertas abrangentes de engenharia, operações e desempenho, de ponta a ponta, da AVEVA. A integração do PI System ao portfólio abrangente de software da AVEVA criará uma base de dados integrada que pode gerar insights orientados por dados, nuvem e Inteligência (IA) para criar resultados de negócios significativos aos clientes. Essa combinação permitirá à AVEVA crescer e diversificar os setores que atende, bem como continuar a expandir sua presença em mercados e regiões.

Juntas, a AVEVA e a OSIsoft podem fornecer soluções completas que abrangem modelos de implementação industrial e corporativa de ponta, fortalecendo a posição da AVEVA como líder global em software industrial. Ao longo de seus 93 anos de expertise e experiência operacionais combinadas, ambas as empresas vêm ajudando o setor industrial a lidar com a necessidade de mudanças e evolução constantes, a partir de uma abordagem centrada no cliente, com qualidade e talento de classe mundial. Além de compartilhar um portfólio de soluções complementares, a aquisição reforça ainda mais a posição de liderança da AVEVA em transformação digital e na Internet Industrial das Coisas (IIoT).

O PI System permite que os clientes coletem, normalizem, armazenem e transmitam dados operacionais em tempo real, e com alta fidelidade, para aplicativos e plataformas analíticas de Inteligência Artificial e de Aprendizado de Máquina (ML). O PI System atua como um único sistema de registro para dados operacionais, escalável e habilitado para nuvem, para o compartilhamento de dados entre empresas, e para a tomada criteriosa de decisões operacionais.

A OSIsoft trabalha com mais de 1.000 das principais empresas de energia e serviços públicos do mundo; com 38 das 40 maiores empresas de Óleo & Gás da Global Fortune; com todas as 10 maiores empresas de mineração e metais da Global Fortune; atende 37 das 50 das maiores empresas químicas e petroquímicas do mundo; bem como 9 das 10 maiores empresas farmacêuticas da Global Fortune.

Geração de valor e melhoria na sustentabilidade


As ofertas de produtos complementares da AVEVA e da OSIsoft permitirão que a empresa combinada continue a gerar valor significativo para seus stakeholders, ao criar oportunidades de inovação usando novas tecnologias emergentes. Juntas, a AVEVA e a OSIsoft podem avançar em suas metas de sustentabilidade e gerar benefícios e valor significativos para os clientes. A escala e o escopo mais amplo e profundo da nova empresa, para liderar a transformação digital do setor industrial, podem gerar mais eficiência sustentável para diversos setores essenciais, incluindo bens de consumo embalados (CPG), farmacêutico, saneamento e serviços públicos.

“Combinar AVEVA e OSIsoft é mais um marco significativo em nossa jornada para alcançar as metas de crescimento ambiciosas que estabelecemos. Isso não apenas nos ajudará a atender melhor os clientes existentes, mas também abrirá as comportas para novas oportunidades que irão acelerar a entrega de nossa visão de digitalização”, afirma Craig Hayman, CEO da AVEVA, ao acrescentar que dados têm permitido que as organizações determinem, com mais eficácia, a causa dos problemas e visualizem o que está acontecendo em diferentes locais, departamentos e sistemas. “Este acordo permitirá que nossos clientes melhorem os processos de negócios, bem como eliminem ineficiências. Estamos extremamente orgulhosos de avançar com um portfólio de soluções ainda mais forte, bem como uma base de clientes cada vez maior e robusta, que assegura nossa liderança no setor.”

“Unir forças com a AVEVA aprimora e amplia nossa capacidade de cumprir os principais compromissos com nossos clientes, parceiros e funcionários. Juntos, seremos mais capazes de atender aos maiores projetos de transformação digital da história, incluindo em toda a indústria 4.0+ e a IIoT”, acrescenta o CEO e fundador da OSIsoft, Dr. J. Patrick Kennedy. O interesse da AVEVA pela OSIsoft, afirma, “é uma prova de nossa equipe talentosa, e do valor extraordinário do PI System como a infraestrutura de streaming de dados em tempo real que impulsiona o mundo industrial”. Para Patrick Kennedy, este anúncio é o resultado de uma busca cuidadosa por uma organização respeitada que se mesclasse com a missão, orientada ao cliente, da OSIsoft. “O próximo capítulo da quinta década do PI System será empolgante para nossos funcionários e clientes, e estou ansioso pelo meu envolvimento contínuo em meu novo papel como o maior acionista individual na empresa combinada, e como Presidente Emérito para garantir que percebamos todos os benefícios disso transação.”

Egalitê promove 1ª feira de empregos nacional, online e gratuita para profissionais com deficiência

A Egalitê , HRtech especializada na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, realiza, entre os dias 21 e 28 de setembro, uma feira do emprego totalmente digital e gratuita. A Inclui PcD tem início no Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência, 21 de setembro, e conectará os profissionais com deficiência às empresas que pretendem contratar.

“Hoje são mais de 12 milhões de desempregados no Brasil. E, em meio à pandemia e às medidas de isolamento social, uma das áreas mais afetadas foi a empregabilidade, tendo queda de 80% da média de vagas que trabalhávamos. Montamos a feira para gerar mais impacto e inclusão neste momento complexo. A ideia é promover conexão, inclusão e capacitação de pessoas com deficiência no atual mercado de trabalho e despertar o interesse das empresas por esses profissionais”, afirma Guilherme Braga, fundador e CEO da Egalitê, startup que realiza avaliação de perfil comportamental e de educação, totalmente adaptada para as pessoas com deficiência, e já incluiu mais de 7 mil profissionais no mercado de trabalho, em 19 estados do Brasil, ajudando mais de 500 empresas.

Inclui PcD promoverá diversas palestras com especialistas da área. Entre os nomes confirmados na programação estão Michael Stein de Harvard, Djalma Scartezini, Senior Manager EY; Fernando Heiderich, do Instituto Meta Social; Dr. Kal, da Câmara Paulista de Inclusão e a Luiza de Paula, do Instituto Rumo.

As empresas e candidatos interessados em participar do Inclui PcD podem se inscrever e cadastrar vagas gratuitamente no site: incluipcd.com.br .

“No Brasil, a lei Lei nº 8.213/91 estabelece que empresas com mais de 100 funcionários devem incluir de 2% a 5% de pessoas com deficiência em seu quadro de colaboradores. A Egalitê faz com que a inclusão seja efetiva, preparando, avaliando e recrutando os candidatos. Nós acreditamos no potencial das pessoas com deficiência e no retorno que as empresas obtém quando fazem um trabalho de inclusão bem feito, atento a detalhes, processos e, principalmente, resultados.”, destaca o CEO da Egalitê.

ISH Tecnologia está contratando; candidatos podem ser qualquer parte do país

A ISH Tecnologia, empresa 100% brasileira que há 24 anos atua na área de cibersegurança, de abragência nacional, está com vagas abertas e os candidatos podem ser de qualquer estado do país.

De março para cá, já foram 80 contratações. Há 25 abertas no Portal de Talentos. “E a previsão é que tenhamos mais vagas disponíveis daqui para frente, precisamos de pessoas para atender a demanda, que não para de crescer”, afirma Rodrigo Dessaune, presidente da ISH.

Ele diz que o crescimento é fruto do planejamento da empresa, colocado em prática nos últimos anos. E cita outros dois fatores que ajudaram a impulsionar os negócios durante a pandemia: o home office e os ataques de hackers.

“Com o coronavírus, vimos um surto de ataques de hackers. As ocorrências, no Brasil, mais que dobraram”, diz Rodrigo Dessaune.

Segundo ele, durante a pandemia, o aumento em comparação ao mesmo período do ano passado foi de pelo menos 220%. Para se ter uma ideia, nos últimos anos, as alterações nos ataques, não ultrapassavam os 8%. Oscilações costumavam ser percebidas em períodos específicos, como o de entrega do Imposto de Renda, o que antecede a Black Friday, o de compras de Natal, entre outros.

Mas ainda que as tentativas de dano crescessem, nada passava de 8%. “Nunca vimos nada parecido com esse aumento antes”, comenta o presidente da ISH.

Além disso, o home office também impulsionou os casos, já que muitas empresas que adotavam medidas de proteção de dados nos escritórios, não conseguiram estender as políticas para a casa dos colaboradores.

“A rotina mudou e, portanto, os tipos de ameaça também. Muitos de nós estávamos acostumados ao escritório e agora estamos lidando com o regime home office. E nesta alteração do dia a dia, surgem também novas brechas para ataques”, conta Dessaune.

Para saber as vagas que estão disponíveis no Portal de Talentos da ISH Tecnologia, acesse o link http://bit.ly/2Vapcrr

Câmara aprova prorrogação de vigência da Lei de Proteção de Dados

A Câmara dos Deputados aprovou o adiamento, para 31 de dezembro de 2020, da vigência da maior parte das regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A data consta de emenda do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) à Medida Provisória 959/20.

Originalmente, a MP adiava a vigência para maio de 2021, mas o relator da MP, deputado Damião Feliciano (PDT-PB), retirou esse trecho do texto. Antes da MP, a lei previa a vigência para 14 de agosto de 2020.

A LGPD regulamenta o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por empresas públicas e privadas.

Votação concluída
O deputados concluíram em Plenário a votação da MP 959/20, cujo tema principal são as regras para os bancos federais pagarem os benefícios aos trabalhadores atingidos pela redução de salário e jornada ou pela suspensão temporária do contrato de trabalho em razão da pandemia de Covid-19. A MP será encaminhada ao Senado e perderá a vigência se não for votada pelos senadores até a meia-noite desta quarta-feira (26).

Os deputados aprovaram o texto do deputado Damião Feliciano, segundo o qual os beneficiados terão 180 dias para movimentar o dinheiro depositado em conta digital de poupança, em vez dos 90 dias da MP original.

Mudanças rejeitadas
Foram rejeitados três destaques do PT que tentavam alterar pontos da MP:
– destaque que pretendia permitir o depósito do dinheiro em conta-salário;
– destaque que permitiria a emissão de cheque ou cartão físico vinculados a conta de poupança social digital aberta automaticamente por bancos federais para o depósito se não estivessem disponíveis dados de contas existentes dos beneficiários;
– destaque que retiraria dispositivo que determina o retorno do dinheiro à União se o beneficiário não movimentar o valor em 180 dias do depósito.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

ACI Worldwide anuncia joint venture com EBANX

A ACI Worldwide (NASDAQ: ACIW), fornecedora líder mundial de software s e soluções de pagamento digital em tempo real , anunciou hoje uma joint venture com a EBANX, fornecedora de soluções financeiras e de pagamento para organizações globais em expansão na América Latina. Com a solução ACI Secure eCommerce , a EBANX inicialmente oferecerá pagamentos com cartão de crédito, incluindo parcelados, e métodos alternativos de pagamento para o mercado latino-americano. Esta parceria permitirá a aceitação dos métodos de pagamento mais relevantes na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru e Uruguai.

Fundada no Brasil em 2012, a EBANX já ajudou mais de 1.000 comerciantes nos setores de varejo, viagens, bens digitais e assinaturas – como AliExpress e Xsolla – a expandir-se na América Latina, oferecendo métodos de pagamento locais para os consumidores. A EBANX fornece métodos de pagamento locais para empresas sediadas fora da região, para que possam cobrar dos consumidores em sua moeda local e processar cartões de crédito, débito e métodos de pagamento alternativos localmente. Com a solução ACI Secure eCommerce, a EBANX pode fornecer aos comerciantes globais da ACI que planejam expandir na América Latina a capacidade de aceitar rapidamente novos métodos de pagamento locais e oferecer uma experiência rápida, segura e sem interrupções ao cliente para todos os tipos de pagamento em toda a região.

“Nosso objetivo é permitir que as empresas globais prosperem na América Latina e a parceria com a ACI nos aproxima dessa realização”, disse Henrik Nilsmo, diretor comercial da EBANX. “À medida que mais consumidores latino-americanos ganham acesso à internet, e como a pandemia COVID-19 continua, a região está assistindo a um forte aumento na digitalização e compras on-line, tornando-a um mercado-chave para muitas empresas globais de comércio eletrônico. No entanto, navegar pelas complexidades que vêm com a oferta de métodos de pagamento locais é um desafio para estas empresas e aliviar este fardo é nosso foco central. A presença global da ACI e seu apoio a mais de 200 terminais de pagamento fazem dela a parceira certa para nós”.

“Muitos de nossos clientes incluem organizações globais que estão lançando produtos e serviços e expandindo seus negócios na América Latina. Como a pandemia continua a levar os consumidores ao mundo online, nossos clientes esperam que esta tendência continue”, disse Mandy Killam, vice-presidente executiva e líder de mercados em crescimento da ACI Worldwide. “Esta aliança com a EBANX permitirá que clientes novos e existentes da ACI se expandam e impulsionem a receita dentro e além das fronteiras, uma vez que o comércio eletrônico se torna a norma para a maioria dos consumidores”.

A solução ACI Secure eCommerce é um gateway de pagamentos integrado e uma solução para gerenciamento de fraudes que dá aos comerciantes acesso a uma extensa rede global de pagamentos para processamento de pagamentos transfronteiriços e soluções de aquisição local. Ela é construída utilizando uma arquitetura de pagamentos flexível, aberta e baseada na nuvem, disponível através de um único ponto de integração, e é projetada simplesmente para apoiar o sucesso comercial no crescente mercado de eCommerce.

E-commerce segue em expansão e dobra as vendas em julho, frente ao mesmo mês do ano anterior

Mesmo com a flexibilização e a abertura de alguns setores em algumas cidades brasileiras, as vendas por comércio eletrônico seguem em boom. Ao analisar o mês de julho de 2020, ante o mesmo mês do ano passado, o tamanho do setor dobrou: 106,78%. Seguindo a mesma base de comparação, o faturamento teve desempenho maior e registrou aumento de 109,07%. Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

“Mesmo com parte da reabertura das lojas físicas no Brasil e sazonalidade do mês de julho, que tradicionalmente apresenta menor volume de vendas por conta do período de férias escolares, o comércio eletrônico manteve patamares de crescimento exponenciais. O conjunto de novos consumidores, maior frequência de compra e aquisição de produtos de alto giro continuarão mantendo o e-commerce como um dos setores mais promissores no Brasil”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor executivo do Neotrust | Compre & Confie.

Vendas online

Após ter variado negativamente no mês anterior, ao comparar julho com o mês de junho, as vendas por comércio eletrônico tiveram alta de 5,99%. No acumulado do ano, a variação segue positiva: 65,88%.

Na comparação regional, nas vendas online de julho deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, o Nordeste lidera com alta de 149,90%.Na sequência, apareceram Sul (102,34%), Sudeste (100,95%), Centro-Oeste (99,79%) e Norte (86,34%).

No acumulado do ano, a configuração praticamente não muda: Nordeste (95,11%), Sul (69,49%), Centro-Oeste (65,12%),Norte (64,92%) e Sudeste (60,19%).

Faturamento

O faturamento do setor teve alta de 3,03% em julho frente a junho. O acumulado do ano segue em alta com 62,74%.

A composição regional, usando a base de comparação julho deste ano com o mesmo mês do ano passado, ficou da seguinte forma: Nordeste (165,45%),Norte (117,38%),Centro-Oeste (106,77%),Sudeste (98,77%),e Sul (94,84%).

No acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (100,26%), Norte (60,49%), Sul (60,26%), Sudeste (55,51%) e Centro-Oeste (54,40%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

No mês de junho, o e-commerce representou 11,2% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 7,5%.Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 12 de agosto.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento, em junho, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,4%); móveis e eletrodomésticos (23,7%); e tecidos, vestuário e calçados (13,1%). Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (9,5%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,2%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,1%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2%). Esse indicador também segue a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2020, 18,2% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 5,9p.p em relação ao trimestre anterior (12,3%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 8,1p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no paísa partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Neotrust | Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.mccenet.com.br/

Pandemia trouxe riscos à ética e integridade nos negócios, afirma pesquisa da EY

90% dos profissionais acreditam que a crise causada pela Covid-19 representa um risco à conduta ética e íntegra nos negócios, segundo a pesquisa Global Integrity Report 2020, realizada pela EY. O receio é que o cenário cause uma flexibilização em políticas e procedimentos de controles internos das organizações, ao mesmo tempo em que aumenta a pressão por resultados.

Em entrevistas com quase três mil profissionais de 33 países, incluindo o Brasil, o levantamento demonstrou ainda sinais de desconexão entre as percepções de profissionais em diferentes níveis hierárquicos. Mais de 55% dos membros de Conselhos de Administração acreditam que a alta administração demonstra ética e integridade professional, mas somente 37% dos colaboradores corroboram com a afirmação.

Entre os entrevistados brasileiros, 76% acreditam que a ética e a integridade melhoraram em suas organizações nos últimos dois anos. Mas quase metade (48%) acha que comportamentos inadequados tendem a ser tolerados quando praticados por executivos com altos cargos ou por profissionais que sejam considerados essenciais para a companhia. Diferença que pode significar um hiato entre o discurso corporativo e as práticas fomentadas pela empresa.

“Com a crise de Covid-19, o ambiente de conformidade passará por dificuldades, mas o que foi conquistado nos últimos anos não se perderá. As organizações que fizeram o dever de casa e implantaram um programa de compliance robusto tendem a sair mais fortes e com menos danos. Pois hoje, clientes, colaboradores, imprensa, todos cobram uma imagem ética e transparente das instituições”, afirma Marlon Jabbur, sócio-líder de Forensics da EY no Brasil e América do Sul.

Outro destaque da pesquisa foi o fato de que nenhum dos respondentes nacionais vê a sua empresa 100% preparada para lidar com as exigências legais de privacidade de dados. Ao mesmo tempo, o tema apareceu como a maior preocupação de 37% dos entrevistados ao adquirir, investir ou se associar a um parceiro de negócios. Ou seja, um importante desafio em curto prazo, levando em conta a iminência de ter a Lei Geral de Proteção de Dados em vigor no país.

“Ainda enxergamos desafios importantes no mercado brasileiro, mas a pesquisa também demonstra que nosso nível de maturidade com relação à integridade tem aumentado ano após ano, sendo hoje considerado como essencial para a maioria das organizações”, diz Marlon.

Uber para Empresas tem nova liderança na América Latina

A Uber contratou Tavane Gurdos como Diretora da área de Uber para Empresas na América Latina. Tavane passa a integrar a Uber, depois de quase 15 anos de experiência comercial, de marketing e de estratégia de negócios na Microsoft e, mais recentemente, na OLX Brasil, onde liderou a área de classificados online para clientes profissionais. A executiva traz uma ampla experiência liderando times no Brasil e na América Latina.

Ela ingressa na Uber no momento em que a companhia expande seus produtos e serviços para o mundo corporativo, e as empresas estão planejando a retomada da rotina, reabrindo seus escritórios com cautela e buscando soluções diferenciadas para engajamento com funcionários e clientes.

Nesse cenário, vem aumentando significativamente o número de empresas que procuram a Uber em busca de soluções para que seus funcionários se locomovam com segurança e tenham acesso a mais opções de alimentação, por meio do serviço de entrega. Além disso, a utilização de vouchers de Eats tem crescido para fomentar ações não apenas com funcionários, mas também com clientes.

Uber para empresas – Com o serviço Uber para Empresas, as organizações passam a poder criar programas de deslocamento focados em ajudar os funcionários a entrar e sair do escritório com segurança. Isso inclui ter na programação a indicação de zonas de embarque e desembarque, além de oferecer acesso ao transporte, em horários tradicionais e em escalas adaptadas aos novos padrões de turno.

Uber Eats para empresas – Disponível na América Latina desde abril, o novo serviço Uber Eats para empresas está ajudando as empresas a oferecer mais opções de alimentação aos funcionários que retornaram ao escritório, mas não têm acesso a cozinhas compartilhadas, devido às medidas de distanciamento social. Ao mesmo tempo, a flexibilidade do serviço permite que os times que estão em home office tenham acesso a uma alimentação de qualidade ao toque de um botão. O serviço de Eats para empresas foi muito bem recebido pelos clientes e cresceu 190% no último trimestre globalmente.

Compromisso com a segurança – a Uber tomou medidas de segurança para que os todos tenham tranquilidade para usá-lo, seja dirigindo ou fazendo entregas, se locomovendo ou fazendo pedidos. Tanto motoristas como e entregadores e usuários devem usar máscaras e responder a um checklist de higiene e segurança de saúde, antes de iniciar uma viagem. Por exemplo: motoristas precisam comprovar que estão usando máscara, tirando uma selfie antes de se conectarem ao app; todos os usuários precisam confirmar que estão usando máscaras, lavaram as mãos e que, em viagens, estão mantendo as janelas do carro abertas e vão utilizar apenas o banco de trás; entregadores também precisam usar máscara e podem fazer entregas sem contato, deixando os pedidos na porta. Além disso, a Uber aprimorou o processo de feedback via app, para que os usuários possam relatar de forma imediata situações em viagens e/ou entregas que signifiquem risco para a saúde.

Além disso, o motorista ou entregador parceiro diagnosticado com COVID-19 ou que fizer parte do grupo de risco poderá receber uma assistência financeira caso precisem parar de trabalhar por recomendação médica em caso de suspeita ou diagnóstico de COVID-19. Motoristas e entregadores parceiros podem também solicitar reembolso para itens como álcool em gel e máscaras. Os parceiros também passaram a ter a opção de utilizar o serviço de orientação médica online, por meio do pacote Vale Saúde Sempre, que já inclui descontos em consultas, exames e compra de medicamentos.

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Por que o aprendizado contínuo vai mudar a forma como vivemos – e trabalhamos?

Por Mariana Achutti, CEO da Sputnik


A transformação digital imprimiu um novo estilo de se informar e adquirir conhecimento. O formato é dinâmico, é fluído e não está somente nos livros, tampouco nos bancos das faculdades ou nos centros de ensino formal. Rastreá-lo exige uma sede inesgotável pelo conhecimento ou uma disposição pelo aprendizado contínuo, conhecido como lifelong learning.

As mudanças impostas pela tecnologia são apenas um pretexto para novas configurações de ecossistemas profissionais, pois quem está comandando a verdadeira revolução que estamos vivendo é a consciência de que o conhecimento precisa ser cíclico e autodidata.

Sabemos que as empresas buscam ter no seu time pessoas que, incansáveis pelo conhecimento não vão medir esforços para levar os negócios a um novo patamar. Por isso, listei alguns motivos para que você pare tudo o que está fazendo e veja por que vale a pena investir no aprendizado contínuo como um novo jeito de ser.

• Um aprendizado moldado à jornada do aluno
A vantagem do aprendizado contínuo é que o aluno corre atrás de competências que fazem sentido para a sua jornada. Ou seja, é preciso saber quais são as informações que vão responder, a curto e médio prazo, às suas necessidades profissionais e pessoais, o que implica desenvolver uma curadoria de aprendizado que não dá espaço para aquelas aulas “padronizadas” que tivemos no ensino médio e que, até hoje, não fazem sentido para a nossa experiência.

Nesse contexto, o ensino não-formal está cada vez mais preparado para oferecer aprendizados customizados. Além de ser uma resposta aos novos padrões de aprendizagem, as empresas que oferecem essas soluções a seus funcionários podem se beneficiar ao desenvolver em seus colaboradores capacidades relevantes para o presente e para o futuro dos negócios.

• Um funcionário que vai deixar as empresas em estado de alerta permanente
Ágeis, curiosos, criativos e, acima de tudo, fazedores. Colaboradores que investem em aprendizado contínuo têm uma alma intraempreendedora, o que pode fazer toda a diferença para o futuro – e a sustentabilidade – da empresa. Além de absorver com facilidade skills técnicos e socioemocionais tão demandados pelo mercado, profissionais atentos às mudanças não vão ter medo de implementar novos processos. Inclusive, vão convencê-lo a oferecer a eles a autonomia e liberdade necessária para que, em troca, realizem entregas inovadoras e que acelerem o alcance da meta, além de escalar ainda mais a competitividade de negócios da empresa.

• Não se trata apenas de código, relações humanas também estão na berlinda
Muito se fala nas habilidades técnicas que a transformação digital pede, como a necessidade de aprender determinadas linguagens para desenvolvimento de softwares e aplicativos. Mas as competências que valem ouro não estão apenas na programação ou na modelagem de dados. É necessário o desenvolvimento de um senso analítico sistêmico, capaz de lidar com informações multidisciplinares, times com know how diversos e desafios complexos do mercado.

Agilidade para o aprendizado, inteligência emocional e capacidade argumentativa e para trabalhar em equipe são algumas das habilidades que, nem sempre, aprendemos na faculdade. Aqui, é necessário desenvolver um faro em busca de formações que conversam com as carências do mercado, mas ao mesmo tempo preparam o aluno a desenvolver uma bagagem comportamental estratégica para uma realidade cada vez mais complexa.

Desperte em você a vontade de viver aprendendo. Se provoque para ter o desejo do conhecimento, que vai ajudar a colocar os seus negócios dentro de um processo irreversível de disrupção.

Mariana Achutti, Fundadora e CEO da Sputnik

Bancos criam o Conselho Consultivo Amazônia

Bradesco, Itaú Unibanco e Santander anunciam hoje os nomes dos sete integrantes do Conselho Consultivo Amazônia, instância criada para apoiar a implementação das dez medidas propostas pelos bancos para impulsionar o desenvolvimento sustentável da região. Os profissionais escolhidos aportam ao projeto diferentes experiências e conhecimentos sobre as questões sociais e ambientais envolvendo a Amazônia.

Especialistas em sustentabilidade dos três bancos formaram um grupo de trabalho, que já tem se reunido regularmente para propor iniciativas e ações concretas para a região. O grupo de especialistas do Conselho Consultivo Amazônia se reunirá a cada três meses com o objetivo de trazer reflexões sobre as dinâmicas da região e desafiar os bancos quanto à efetividade do impacto das ações propostas. Conheça os profissionais que aceitaram o convite dos bancos:

• Adalberto Luís Val, biólogo e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), é um dos cientistas mais reconhecidos e com maior domínio sobre adaptações biológicas às variações ambientais na Amazônia.

• Adalberto Veríssimo, pesquisador associado e co-fundador do Imazon, um dos principais centros de pesquisa e ação estratégica da Amazônia, e diretor de programas do Centro de Empreendedorismo da Amazônia.

• André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), co-facilitador da Coalizão Brasil Clima Florestas e Agricultura, foi vice-presidente de Desenvolvimento da Conservação Internacional (CI), gerente de projetos do Banco Mundial e também dirigiu entidades do terceiro setor, como o Instituto BioAtlântica (IBio) e Imazon.

• Carlos Afonso Nobre, cientista destacado principalmente na área dos estudos sobre Mudanças Climáticas e Amazônia e atual responsável pelo projeto Amazônia 4.0, de fomento à Bioeconomia e Bioindustrialização.

• Denis Minev, diretor-presidente das Lojas Bemol, co-fundador da Fundação Amazonas Sustentável, do Museu da Amazônia e da Plataforma Parceiros pela Amazônia, foi secretário de planejamento e desenvolvimento econômico do Amazonas entre 2007 e 2009.

• Izabella Teixeira, bióloga e doutora em Planejamento Ambiental pela COPPE/UFRJ, foi ministra do Meio Ambiente de 2010 a 2016.

• Teresa Vendramini, pecuarista e socióloga, é presidente da Sociedade Rural Brasileira.

“O conceito foi escolher um grupo de pessoas de alta qualificação e notório saber que são comprometidas com a ciência, com a defesa do meio ambiente e com a vida. Estamos bastante seguros que as diferentes visões e formações dos membros do Conselho darão substância e massa crítica ao trabalho de propor e orientar medidas que envolvem o futuro da Amazônia. São desafios não só ambientais, mas também sociais e econômicos”, afirma o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior.

“Estamos muito satisfeitos por termos conseguido reunir este grupo altamente qualificado e que conhece profundamente os desafios do Brasil na área ambiental e, mais especificamente, na Amazônia. A colaboração dos conselheiros consultivos será fundamental para que nossa atuação na região seja efetiva e gere os impactos positivos que buscamos”, afirma Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco.

“O conselho funcionará com um grupo de especialistas renomados, responsável por dar o respaldo necessário às nossas propostas para o desenvolvimento sustentável da região Amazônica. Para além disso, esses líderes excepcionais utilizarão sua vasta experiência acumulada em áreas de conhecimento complementares para nos ajudar a subir a régua, propondo ações e metas desafiadoras, que provem ser possível gerar riqueza para o País e beneficiar a população local sem sacrificar nossa biodiversidade e recursos naturais”, diz Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil.

O Plano Amazônia inclui 10 medidas que foram construídas a partir de três frentes de atuação identificadas como prioritárias para a região: conservação ambiental e desenvolvimento da bioeconomia; investimento em infraestrutura sustentável; e garantia dos direitos básicos da população da região amazônica.

Medidas definidas pelo plano:

1) Atuar visando ao desmatamento zero no cadeia da carne, reforçando diligências internas, apoiando a transição e articulando com empresas e associações para a criação de compromisso setorial.

2) Estimular as cadeias sustentáveis, como a do cacau, açaí e castanha, por meio de linhas de financiamento diferenciadas e ferramentas financeiras e não financeiras.

3) Estimular o desenvolvimento da infraestrutura de transporte mais sustentável, como o hidroviário, com aplicação de metas ambientais, em troca de condições diferenciadas de financiamento.

4) Viabilizar investimentos em infraestrutura básica para o desenvolvimento social da região, como acesso à energia, internet, moradia e saneamento.

5) Fomentar projetos que visem o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental por meio de instrumentos financeiros de lastro verde, como o Pagamento por Serviço Ambiental (PSA) e Crédito de Carbono.

6) Incorporar os impactos das mudanças climáticas nas políticas de crédito e investimentos de longo prazo e dar ênfase a isso em nossos relatórios.

7) Ampliar o alcance de negócios que promovam a inclusão e a orientação financeira na região.

8) Articular e apoiar a implantação do sistema informatizado de registro de regularização fundiária.

9) Articular a criação de um fundo para atores e lideranças locais que trabalhem em projetos de desenvolvimento socioeconômico na região.

10) Atrair investimentos que promovam parcerias e desenvolvimento de tecnologias que impulsionem a bioeconomia.

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Stone promove desafio universitário que une Venture Capital e empreendedorismo com prêmio de até R$30 mil em educação

A Stone, empresa de tecnologia de pagamentos financeiros e de soluções para PMEs, lança a Stone Investment Competition, uma competição para universitários interessados em finanças e investimentos com prêmio de até R$30 mil em educação. No desafio, os times de estudantes representam investidores, com objetivo de avaliar e escolher uma startup real, pré-selecionada pela Stone, em uma experiência completa e interativa de um Venture Capital.

A iniciativa, que terá todas as etapas de forma on-line devido à pandemia, premiará os melhores futuros investidores do Brasil com bolsas de estudo. O time em primeiro lugar receberá uma bolsa de R$ 30 mil, já o segundo e terceiro lugares receberão, respectivamente, bolsas de R$15 mil e R$5 mil. Os valores poderão ser utilizados em qualquer instituição de ensino. Já para a startup escolhida pelo time vencedor, a Stone oferecerá um programa de mentoria.

“Acreditamos que a educação é a melhor forma de mudar o futuro e, por isso, a Stone investe em diversas iniciativas que contribuem para a propagação do conhecimento financeiro e para o desenvolvimento de novos talentos. Enxergamos oportunidades em todo o Brasil e, como o desafio será 100% digital este ano, esperamos ampliar o alcance do projeto. Sabemos que, neste cenário, iniciativas voltadas à educação têm ainda maior relevância, com potencial de trazer novas perspectivas de carreira e desenvolver novas habilidades de jovens em formação”, explica Fernanda Teich, responsável pela área de educação da Stone.

Antes do início da competição, a Stone selecionará três startups reais que tenham sinergia com a fintech. Na primeira fase do desafio, os grupos enviarão um paper explicando as metodologias e premissas de avaliação de investimento em startups. Os seis melhores times serão convidados para a segunda fase: o evento de Decisão de Investimento, no dia 27 de setembro de 2020.

Anteriormente ao evento, os estudantes receberão um material com informações das startups, para imersão total nos negócios. No dia 27 de setembro, os times assistirão às apresentações on-line das três startups selecionadas pela Stone para o desafio e poderão fazer perguntas para os representantes. Depois, cada time terá de 2 a 3 horas para decidir em qual startup investir. Ao final do dia do desafio, realizarão uma apresentação justificando sua escolha para um comitê de investimento. Os ganhadores serão anunciados no dia do evento, após a avaliação dos jurados.

Os universitários interessados devem se reunir em times de 3 a 5 estudantes para realizarem a inscrição e a primeira etapa do desafio até 11 de setembro pelo link http://www2.stone.com.br/stone-investment-competition/.