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Samsung abre inscrições para programa de estágio

A Samsung está com inscrições abertas até 28 de setembro para seu Programa de Estágio 2021. Existem vagas para estudantes de mais de dez áreas diferentes, com formação prevista entre dezembro de 2021 e julho de 2022. O processo seletivo conta com etapas realizadas de forma online e os jovens que forem aprovados começarão em janeiro de 2021.

Para estar apto a participar do processo o candidato precisa estar cursando a graduação nas áreas de Administração, Comunicação Social, Contabilidade, Direito, Economia, Engenharia (todas), Marketing, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais e cursos correlatos.

As vagas são destinadas ao escritório da empresa localizado em São Paulo nas áreas de Administração de Vendas, Finanças, Inteligência de Negócio, Inovação de Processos, Jurídico, Logística, Marketing, Produto, Serviços Pós-Venda e Supply Chain (cadeia de suprimentos).

Todo o processo de seleção ocorrerá ao longo do segundo semestre. Entre setembro e outubro, estão programadas etapas online, com testes de conhecimentos culturais, em inglês e lógica, uma entrevista gravada pelo candidato respondendo a algumas perguntas, dinâmica de grupo e entrevista individual com os gestores.

O estágio no escritório tem duração de 12 meses. O processo de desenvolvimento é baseado na metodologia 70:20:10: 70% do aprendizado acontece participando ativamente dos processos, 20% na interação com demais profissionais por meio de feedbacks, orientações e workshops e 10% pautado em treinamentos formais, online e presenciais.

“O programa de estágio tem sido uma experiência muito enriquecedora para a companhia. Buscamos desenvolver jovens profissionais capazes de atuar em ambiente dinâmico, inovador e multicultural. Acreditamos que quem constrói a reputação de uma marca são pessoas e, para isso, praticamos o exercício frequente da empatia, com base em um compromisso diário de entregar os melhores resultados nas mais diferentes frentes de atuação”, disse Fauze Diab, Diretor de Recursos Humanos da Samsung Brasil.

Todas as informações sobre o programa, incluindo depoimentos de ex-estagiários sobre o programa, dia-a-dia de trabalho e aprendizado na Samsung, estão disponíveis no link http://samsung.across.jobs/

Programa de Estágio Samsung 2021


Data de inscrição: até 28/09/2020
Cursos: Administração, Comunicação Social, Contabilidade, Direito, Economia, Engenharia (todas), Marketing, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais e cursos correlatos

Formação Superior: Bacharel com conclusão prevista para 12/2021 a 07/2022

Idioma: inglês avançado
Disponibilidade para Estágio: 6 horas/dia

Localidade das vagas: São Paulo (SP)

Início do programa: Janeiro de 2021

Áreas de atuação: Administração de Vendas, Finanças, Inteligência de Negócio, Inovação de Processos, Jurídico, Logística, Marketing, Produto, Serviços Pós-Venda e Supply Chain

Benefícios: Bolsa-auxílio, Assistência Médica, Assistência Odontológica, Seguro de Vida, Vale transporte ou estacionamento, Vale Refeição, Gympass (pagamento via cartão de crédito) e desconto em produtos da marca.

Link para inscrição:

 http://portal.across.jobs/Programa/WebCartazDivulgacao?pIdPrograma=Samsung-200

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General Mills abre vagas para o Programa de Estágio 2021

A General Mills, empresa multinacional de alimentos, dona de marcas como Yoki, Kitano e Häagen-Dazs, abre vagas para o Programa de Estágio 2021 na Grande São Paulo e em cidades do Sul e Sudeste do Brasil. As inscrições estão abertas, durante todo o mês de setembro aqui. Neste ano, o processo seletivo, que ocorrerá em outubro, será conduzido 100% online. As cidades contempladas pelo programa terão uma diversidade de áreas para inscrição: São Paulo (SP), com vagas para Marketing e RH, São Bernardo do Campo (SP), com vagas para pesquisa e desenvolvimento e Pouso Alegre (MG) e Cambará (PR), com vagas para Supply Chain.

Este é o segundo ano que a General Mills realiza o programa de estágio com oportunidade de liderança de projetos, mentoria e treinamentos. A novidade é que, ao longo do programa, os estagiários terão a oportunidade de desenvolver, em conjunto com líderes da empresa, um projeto com impacto social, conectando com o propósito institucional da companhia de “ser uma força para o bem” em suas comunidades.

A primeira fase do processo seletivo conta com um teste de raciocínio lógico e inglês – idioma desejável, mas não considerado fator eliminatório. Também não haverá nenhum tipo de restrição em relação aos cursos. Estudantes de qualquer graduação podem participar. Os candidatos que passarem para segunda fase farão uma dinâmica e entrevistas online. Ao longo do processo, para garantir uma avaliação justa, os gestores não terão acesso às faculdades dos candidatos.

“A General Mills está em busca de estagiários curiosos, com vontade de aprender, se desenvolver com os desafios e novas experiências e que compartilhem dos valores da empresa”, conta Luísa Ferreira, gerente sênior de Recursos Humanos da General Mills para América Latina. Por isso, as dicas da companhia para que os candidatos tenham sucesso durante o processo são estudar um pouco sobre a General Mills, seus produtos e sobre a indústria de alimentos de forma geral e serem eles mesmo durante a entrevistas.

As inscrições acontecem por meio do portal VAGAS.com. Podem participar estudantes com formação prevista entre dezembro de 2021 até dezembro de 2022, com disponibilidade para atuar 6 horas por dia, de segunda a sexta, exceto feriados. Confira na página mais informações e depoimentos dos atuais estagiários da General Mills:
trabalheconosco.vagas.com.br/estagio-generalmills

Agronegócio cresce, diminui tombo da economia e deve ser motor da recuperação econômica

O Produto Interno Bruto do Brasil (PIB) caiu 9,7% no segundo trimestre de 2020, na comparação com os três primeiros meses do ano. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (1°) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mesmo período do ano passado, o recuo registrado é de 11,4%.

Os principais resultados mostram que a maior queda foi na Indústria (-12,3%), seguida por Serviços (-9,7%), em relação ao primeiro trimestre. Por sua vez, a Agropecuária apresentou variação positiva de 0,4%, na mesma comparação. O período analisado corresponde aos meses em que houve maior impacto econômico da pandemia do novo coronavírus.

Apesar de o cenário ruim na maioria dos setores, o agronegócio brasileiro foi essencial nesse período e andou na contramão em relação a outros segmentos já que, de forma geral, mesmo com o intenso baque, o campo resistiu e impediu um retrocesso ainda maior da atividade econômica nacional.

“Os resultados do PIB revelaram o que muitos analistas já esperavam: o agronegócio brasileiro apresentou bons resultados mesmo durante a pandemia. As atividades agropecuárias, por terem sido consideradas essenciais, não pararam”, analisa Maurício Moraes, sócio e líder de agribusiness da PwC Brasil.

Já na comparação com o segundo trimestre de 2019, a Agropecuária cresceu 1,2%, em relação a igual período de 2019, o que pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no segundo trimestre e pela produtividade.

A Indústria teve queda de 12,7%, a mais intensa da série histórica, nesta comparação. Já as Indústrias Extrativas apresentaram variação positiva de 6,8%, com um aumento da extração de petróleo. A extração de minérios ferrosos continua a cair, porém em taxas menores. E, por fim, o setor de Serviços recuou 11,2% em relação ao mesmo período de 2019.

Maurício destaca ainda que a produção recorde, o apetite chinês por produtos brasileiros e o câmbio favorável permitiram boas exportações, evitando um resultado ainda mais doloroso para o PIB.

“Durante o primeiro semestre de 2020, houve forte exportação de soja, milho e açúcar, com destaque para os bons preços da soja no período que, aliados ao câmbio, contribuíram para os resultados divulgados. A safra 2019-2020 foi recorde e a tendência é que tenhamos safra recorde para 2020-2021”, ressalta.

Rui Botelho assume área de Operações da SAP Brasil

 A SAP Brasil anunciou Rui Botelho como novo líder de Operações da SAP Brasil, ocupando a posição que a nova presidente da SAP Brasil, Adriana Aroulho, acumulava interinamente desde o início de agosto, quando assumiu a liderança da empresa. O novo COO (Chief Operating Officer, na sigla em inglês) da SAP Brasil tem a missão de dar continuidade ao processo de crescimento sustentado e gestão dos times de vendas, atuando como o grande organizador da estrutura que vai levar os clientes SAP ao próximo nível na estratégia de Empresa Inteligente.

O executivo se reportará diretamente à Adriana Aroulho e ao COO para a América Latina e Caribe, Volker Reinert. Botelho passou por PwC e IBM e está na SAP desde 2015, onde respondeu pelas vice-presidências de Vendas e de Digital Core. No início de 2019, seu trabalho o levou à posição regional de COO de SuccessFactors na América Latina, função na qual se responsabilizou também pela estratégia e execução de Qualtrics Employee Experience, software de gestão da experiência dos colaboradores de uma empresa; Solex, ecossistema de extensões para soluções SAP; e Endorsed Apps, nova categoria de aplicativos de parceiros.

“É uma grande honra receber a liderança de Operações da Adriana Aroulho, com quem atuei de forma muito próxima nos últimos anos. Vamos dar continuidade a um trabalho que levou a SAP Brasil a ser reconhecida globalmente como a melhor unidade de negócios da SAP em 2019 e com resultados muito positivos no primeiro semestre, mesmo diante dos impactos da crise do novo coronavírus”, explica Rui Botelho. “Tenho o desafio de fazer com que nossas soluções alcancem cada vez mais empresas, impactando na forma como estruturam seus negócios e tornando-as mais capazes de inovar e se diferenciar em seus mercados”, completa.

Rui Botelho é graduado em Engenharia de Sistemas pela Universidade Mackenzie, com MBA em Negócios na Fundação Dom Cabral e programa avançado de liderança em vendas pela Boston University.

Petrobras adota modelo permanente de teletrabalho

A diretoria executiva da Petrobras aprovou, na última sexta-feira (28/08), as regras para implantação do modelo permanente de teletrabalho na companhia. O modelo será voltado aos empregados de regime administrativo e começará a ser implantado quando for autorizado o retorno desses empregados aos seus locais de trabalho presencial. 

A aprovação antecipada reflete o momento de transformação cultural e digital que a Petrobras está vivendo e o compromisso em ouvir as demandas dos trabalhadores, que têm buscado cada vez mais a conciliação entre a vida profissional e a pessoal, melhor uso do seu tempo e maior flexibilidade. O modelo permanente também pode ajudar na redução de custos por meio da otimização da ocupação de prédios administrativos. 

O teletrabalho permanente tem adesão voluntária e limite de até três dias por semana. Com esse modelo híbrido de atuação, nas instalações e à distância, será mantida a interação presencial entre colegas, o que contribui para a construção do sentimento de time, o desenvolvimento das pessoas e o fortalecimento da cultura Petrobras. 

A construção do modelo levou em conta as escutas, feitas por meio de reuniões com as entidades sindicais e pesquisa interna, além de práticas observadas em outras empresas. 

“Vamos continuar criando as condições necessárias para que nossos colaboradores possam realizar todo o seu potencial, implantando práticas de Recursos Humanos coerentes com nosso tempo, que nos colocam em posição de vanguarda em relação ao mercado”, afirma o gerente executivo de Recursos Humanos, Claudio Costa.  

O teletrabalho praticado atualmente em função da pandemia, no modelo de cinco dias por semana, será mantido até o fim do ano. A Petrobras continuará monitorando os cenários interno e externo, com avaliação constante das decisões tomadas, tendo sempre como foco a segurança de todos. 

Fonte: Petrobras

Banco Safra está contratando profissionais de vários segmentos

O Banco Safra está contratando profissionais de diversos segmentos. Ao todo são mais de 320 vagas para as áreas comerciais e de tecnologia. De acordo com o diretor executivo de RH, Riscos, Planejamento e Controle, Marcelo Dantas, “O Safra tem diversas oportunidades para profissionais com energia, vontade de transformar e crescer. Temos muitos negócios em evolução e novos negócios em que queremos avançar junto com bons profissionais”.

O programa Top Advisor, por exemplo, está com inscrições abertas para a contratação de 200 pessoas até o final do ano. Voltado a profissionais sem experiência no mercado financeiro, mas interessados em ingressar na carreira bancária, o Top Advisor é um programa de carreira para as áreas comerciais do Safra, que possui como objetivo contratar e capacitar profissionais para os segmentos de alta renda.

Os requisitos incluem forte habilidade comercial e bom relacionamento com o público alta renda, formação superior completa, excelente comunicação oral e escrita e interesse em construir carreira no mercado financeiro. O programa oferece treinamento técnico e on the job nas agências, capacitação nos produtos do Safra, abordagem comercial e preparação para certificação CPA 20.

Já o programa de trainee Technee oferece 20 vagas para profissionais de tecnologia. Serão 36 meses de formação técnica, com um parceiro educacional e, também, formação interna, com passagem pelas principais áreas de tecnologia de um dos maiores bancos do País. Os selecionados ainda terão acompanhamento de carreira feito por especialistas do Safra e tutoria com executivos do banco.

Além dessas 20 vagas, há outras 50 para engenheiros e desenvolvedores na área de tecnologia do banco.

O Top Business, por sua vez, selecionou 50 candidatos, interessados em se tornarem gerentes comerciais do Banco Safra. Com duração de 12 meses, o programa terá seis meses de formação com cursos sobre o mercado financeiro, e seis meses de vivência comercial com o acompanhamento dos mentores e especialistas do banco.

Voltado a profissionais com ensino superior completo, experiência comercial em diferentes setores, habilidade para negociação e disponibilidade para trabalhar em São Paulo (SP), o programa é dividido em partes teóricas e práticas e os participantes terão contato com as principais áreas envolvidas com os segmentos de pessoa jurídica do banco, como análise de crédito, produtos e Safrapay.

Além desses programas de vagas, em busca de novos talentos, o Safra abriu em agosto a nova temporada do maior desafio universitário de gestão de ativos do País, o Desafio Safra Top Gestor. O programa está na quarta edição e já atraiu milhares de universitários ao longo dos anos. Com um ambiente único nos mercados financeiros em 2020, esta será uma das edições mais especiais. Os universitários deverão analisar o dinâmico cenário nacional e internacional, avaliar os potenciais riscos e as oportunidades e montar carteiras de fundos multimercados aderentes a suas avaliações. Serão acompanhados por profissionais do Safra, uma instituição que atravessou com muita resiliência inúmeras crises.

O grupo vencedor será premiado com um valor financeiro de R$ 20.000 e terá a experiência profissional de um programa de Summer Job no Banco Safra, em janeiro. Os integrantes também serão premiados com um dia de trabalho digital no Safra. O grupo segundo colocado no desafio receberá como prêmio R$ 10.000, acrescido de um dia de trabalho no Safra. Já o grupo que ficar na terceira posição receberá R$ 5.000.

O desafio também funciona como uma escola de formação de gestores. Os universitários que se destacarem podem ser convocados para participar dos programas de encarreiramento do banco, mesmo se não chegarem à etapa final. Ao longo das últimas edições, mais de 130 participantes já foram contratados pelo Safra.

Kraft Heinz faz mudanças na liderança de RH

A Kraft Heinz, gigante alimentícia detentora das marcas Heinz, Quero e Kraft, anuncia mudanças nas lideranças da área de people no Brasil e LATAM. Irina Preta assume como Head de People & Performance Operations LATAM e Flavia Caroni chega à companhia na posição de Head de People Brasil.

Na Kraft Heinz desde 2017, Irina Preta começou na companhia como Gerente de projetos de People, onde ficou por nove meses, depois esteve mais de dois anos na posição de Head de Gente e Performance na Kraft Heinz e agora passa a ocupar a cadeira de Head de People & Performance Operations LATAM. A executiva conta com passagens pela BRF, Monsanto e Ambev antes de chegar à Kraft Heinz, totalizando mais de 12 anos de mercado entre os setores de RH, vendas e trade marketing. Com formação em química pela USP, Irina conta com pós-graduação em Administração pela Fundação Instituto de Administração (FIA).

Outra novidade no time é Flavia Caroni que assume como Diretora de Recursos Humanos para a Kraft Heinz. Flavia é formada em administração de empresas, com pós-graduação em gestão de Recursos Humanos pelo Mackenzie e MBA de Gestão de Economia e Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Desenvolveu sua carreira em Recursos Humanos em multinacionais de bens de consumo como Kimberly Clark Brasil e Whirlpool, atuando em Brasil, Peru e Argentina em posições locais e regionais, com foco em desenvolvimento e performance de talentos, construção de pipeline de liderança, transformação cultural, gestão de crises e mudanças, competividade de remuneração, engajamento, inclusão&diversidade e regionalização.

“O desafio de passar a integrar o time de people de Kraft Heinz é bastante interessante pelo momento de transformação cultural que estamos vivendo na organização. Nossa gente, nossos talentos, são a nossa prioridade e para isso temos o grande desafio de evoluir e nos reinventar constantemente para seguir elevando a excelência de nossas práticas de recursos humanos e de gestão para impactar diretamente os resultados de negócio no curto médio e longo prazo. Estou muito feliz em fazer parte dessa jornada e desse time”, finaliza Flavia.

Mercado Livre anuncia parceria societária com startup de logística Kangu

O Mercado Livre, empresa líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros da América Latina, anuncia sua entrada como sócio estratégico da empresa de logística Kangu. A startup, que já tinha o Mercado Livre como parceiro e cliente desde 2019, passa a agora a contar com uma atuação mais próxima e intensiva em termos de volume de entregas originadas pelo e-commerce.

A Kangu atua como elo de ligação entre pequenos comerciantes e consumidores que vivem na mesma região, reduzindo distâncias, trazendo mais agilidade às entregas e comodidade aos usuários. A empresa seleciona e habilita lojistas de bairro, que tenham interesse em se tornar pontos de coleta e de entrega da rede de parceiros. Estes pontos passam a atuar como opção alternativa para vendedores do Mercado Livre que queiram deixar ali seus produtos para coleta, seja para empresas de transporte que encaminharão os itens para o destino final, seja para os compradores que precisem de um local para receber os produtos fora de casa. Os parceiros recebem um valor por pacote “hospedado” e ainda geram tráfego adicional de pessoas para seu pequeno negócio.

Em contrapartida, o Mercado Livre orienta a Kangu sobre a quantidade e localização ideal desses pontos, direcionando volumes significativos de pacotes para cada local e impulsionando a geração de receita para o negócio da Kangu e de seus parceiros. Atualmente, já existem mais de 1,2 mil pontos parceiros nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

A parceria societária ocorre em um momento de forte expansão da rede de logística gerenciada pelo Mercado Livre, que hoje já representa 51,6% de todo o volume transacionado pela companhia. A título de comparação, a rede do Mercado Livre, chamada MELI Net, correspondia por 10% do volume transacionado em 2017 – quando o Mercado Livre conquistou a liderança do e-commerce no Brasil – e 23% no segundo trimestre de 2019.

“Temos muito orgulho de nos tornarmos sócios da Kangu. Este passo consolida a parceria que já vínhamos construindo juntos, gerando ganhos significativos de negócios para a empresa e colaborando para que o Mercado Livre possa expandir ainda mais rápido sua malha logística na América Latina e atender seu crescente número de compradores e vendedores que usam a plataforma”, destaca Renato Pereira, Diretor de Desenvolvimento Corporativo do Mercado Livre.

Para Marcelo Guarnieri, CEO da Kangu, a parceria poderá levar a empresa para um novo patamar de crescimento. “O Mercado Livre nos apoiou desde o início para que a Kangu crescesse seu negócio. A oficialização de tê-lo como nosso sócio é uma evolução natural desta parceria e do bom entrosamento entre as empresas”. Já para Ricardo Araújo, Co-CEO da Kangu, a parceria é um complemento perfeito ao aporte que a companhia tinha anunciado no início do ano com NXTP. “A Kangu, que já estava capitalizada, agora passa a ter um sócio que atrai um volume onde o crescimento pode ser bem mais acelerado e assertivo”, conclui Ricardo.

next, banco digital do Bradesco, se torna empresa e ganha mais autonomia

A partir de setembro, o next, banco digital criado pelo Bradesco em 2017, passará a funcionar como uma das empresas do conglomerado financeiro da Organização Bradesco, adquirindo maior autonomia e velocidade de gestão e de atuação.

O movimento é parte da estratégia do Bradesco na competição com outros bancos digitais e fintechs, que se torna mais acirrada com a entrada de novos marcos regulatórios como o PIX e o Open Banking, especialmente após a aceleração dos hábitos digitais da população no cenário Covid19 e que intensificou o uso de canais digitais.

Com a mudança, o next será uma empresa de tecnologia, proprietária da plataforma digital que já alcançou mais de 3 milhões de clientes, e atuará também como um correspondente digital, abrindo sua plataforma para oferta de produtos e serviços financeiros e não financeiros do Bradesco e também de terceiros.

“É um movimento natural e evolutivo, à medida que o next tem se tornado cada vez mais uma experiência completa de serviços financeiros. Queremos estar presentes em todos os momentos da jornada de vida dos nossos clientes”, diz Octávio de Lazari Jr, Presidente do Bradesco.

Nos últimos meses, o next agregou em sua plataforma produtos da Bradesco Seguros e da Ágora Investimentos e segue trazendo novas parcerias. A Ágora, que também é uma plataforma aberta de investimentos, comercializa produtos de terceiros.

Recentemente, o next lançou uma conta digital para crianças e adolescentes, o nextjoy, em parceria com a Disney, trazendo os personagens para dentro da experiência para estimular a educação financeira.

Case Startup Summit 2020 anuncia seleção de startups expositoras

Com o objetivo de fomentar o ecossistema de inovação e impulsionar as possibilidades de negócios entre os protagonistas de diversos setores, o CASE Startup Summit 2020 anuncia a abertura das inscrições para startups interessadas em expor no maior evento digital de empreendedorismo da América Latina, que acontece entre 19 e 23 de outubro.

“Buscamos startups em fase de operação e tração, de todos os estados, nos mais diversos segmentos e que tenham histórico de relacionamento com Sebrae e Abstartups”, ressalta José Muritiba, diretor executivo da Abstartups. Cada empresa terá estantes virtuais, com descritivos sobre o negócio, vídeos pitch, sites e canais de contato, pelos quais poderão se conectar com potenciais clientes, investidores e parceiros.

Para as startups interessadas em participar desse espaço de exposição, as inscrições estão abertas até o dia 06/09 através deste formulário: http://bit.ly/startupcss

A programação inicial e outras informações para expositores podem ser encontradas no http://www.casestartupsummit.com.br/

O comportamento do indivíduo versus a cultura ética das empresas

Por Tatiane Araújo

Recentemente, vimos na mídia a repercussão de casos como do engenheiro carioca e do desembargador da baixada santista que questionaram as regras sociais de combate à pandemia ao serem abordados por agentes fiscalizadores. Em ambos os casos, vemos um questionamento da sociedade quanto ao comportamento ético adotado por estes indivíduos e exposição profissional, que envolve a imagem da empresa em que atuam.

No mundo atual, já não é possível dissociar a imagem pessoal da imagem profissional. Com isso, levantamos o seguinte questionamento: como as empresas podem avaliar o posicionamento ético de seus colaboradores e como garantir um ambiente ético e de respeito às normas? Certamente, essas não são questões de resposta simples, pois possuir um ambiente organizacional ético requer um trabalho cuidadoso de engajamento e de envolvimento de toda a companhia.

Este trabalho se inicia na contratação dos profissionais e, atualmente, vemos um crescimento da preocupação das empresas em avaliar seus candidatos para além das competências técnicas e comportamentais, buscando alinhamento com sua cultura, visão e valores. Em alguns casos, vemos também a utilização de ferramentas que avaliam a percepção e a flexibilidade ética dos profissionais diante de situação de dilemas, o que é de extrema importância para compreender os riscos éticos que cada profissional pode representar para a empresa.

Mas, esse cuidado não pode se limitar ao processo de contratação do profissional e também deve estar presente no dia a dia da empresa e fazer parte de seu DNA. Não basta ter uma empresa com valores sólidos e que se preocupa com questões éticas, é preciso que essa cultura esteja enraizada em todos aqueles que fazem parte da companhia. É preciso falar de ética e vivenciar isso na prática para que se construa uma cultura forte e estruturada, que minimize os riscos decorrentes de comportamentos antiéticos no ambiente laboral.

Quando falamos de ética, entendemos que, além dos treinamentos, palestras e acompanhamentos que normalmente são feitos, também precisamos, ao longo da trajetória dos profissionais, avaliar o quanto estão internalizando todas essas boas práticas que são pregadas por seu empregador. Mesmo que exista um programa estruturado de Compliance e que ele seja amplamente divulgado dentro da empresa, ainda assim, é importante compreender como cada indivíduo enxerga esse programa, o quanto ele entende sua efetividade dentro da rotina de trabalho e se ele realmente acredita nessas diretrizes.

Ao analisar o perfil ético dos profissionais brasileiros por meio de estudos baseados em cenários reais das empresas por meio de levantamentos, identificamos que há uma maior concentração de perfis de profissionais que podem ter suas condutas influenciadas por elementos externos ou pelo ambiente em que estiverem inseridos. Isso nos alerta para a necessidade de existir uma avaliação da cultura ética como forma de utilizar essa possibilidade de influência de maneira positiva, pois ela nos permite criar controles que solidifiquem e incentivem a adoção de comportamentos éticos e, ao mesmo tempo, minimizem condutas desviantes e prejudiciais para a organização.

Avaliar a cultura ética da empresa é importante, sobretudo diante do cenário social em que vivemos. Isso nos permite entender as fortalezas que devem ser mantidas e reforçadas, assim como os pontos que representam falhas e até mesmo riscos para a empresa. Com isso, conseguimos um direcionamento assertivo para um fortalecimento da cultura ética e das práticas de Compliance, assim como minimizamos os riscos de exposição e de adoção de condutas contrárias ao que a empresa acredita.

Tatiane Araújo, analista pleno na ICTS Protiviti, empresa especializada em soluções para gestão de riscos, compliance, auditoria interna, investigação, proteção e privacidade de dados

Apps ganham protagonismo na atenção ao cliente

Por José María Pérez Melber, Diretor da Atento na Espanha

O processo de digitalização em que se encontra a grande maioria das empresas, bastante acelerado pela situação gerada pela pandemia de COVID-19, é um fardo mais pesado do que inicialmente se esperava para muitas delas, pois não se trata apenas de adotar novas tecnologias, mas um processo global de reconstrução da dinâmica das organizações e das capacidades das pessoas se adaptarem às necessidades do presente e do futuro. Isso implica uma mudança cultural, e não apenas tecnológica, que se compromete a colocar o cliente no centro da estratégia de negócios.

Um recente relatório elaborado pela IDC Research Spain confirma que a evolução do cliente financeiro é uma realidade. Na verdade, os clientes que preferem interagir digitalmente com sua identidade financeira são 14% mais do que aqueles que optam pelos meios tradicionais. Os serviços bancários online e mobile tornaram-se os principais canais de interação bancária para muitos consumidores. O relatório prevê que o aumento para canais digitais nos próximos 5 anos será próximo a 25%.

O grande desafio das empresas é conhecer as reais necessidades de seus clientes para atendê-los onde eles estão. Portanto, o processo de digitalização deve partir do cliente, entendendo suas necessidades e desenvolvendo uma estratégia em torno das respostas obtidas, assumindo que não será uma simples mudança, mas uma revolução que afetará toda a empresa.

Nesse contexto, a grande questão é como as instituições financeiras e as empresas em geral estão ouvindo seus clientes, entendendo como o perfil do consumidor mudou diante dessa nova realidade que vivemos.

Novos enfoques para aproximar-se do cliente

Segundo o estudo da Atento, 78% das empresas notaram alguma mudança na utilização dos canais durante a crise, sendo o Contact Center o canal mais utilizado tanto para vendas e serviços (28%), como para consultas e relato de incidentes (31%). De acordo com o levantamento realizado, setores como o bancário pretendem investir em aplicativos móveis para o próximo ano – especificamente mais de 40% dos entrevistados nesses setores viram essa necessidade em decorrência da pandemia e mostraram vontade e intenção de integrar aplicativos de telefones celulares em seus modelos de negócios.

Em grande medida, a decisão de iniciar esses processos de transformação é uma decisão reativa, que corresponde mais ao medo de ser ultrapassado por concorrentes do que a uma necessidade comprovada de satisfazer as necessidades de clientes, funcionários ou colaboradores.

Os valores e sentimentos das pessoas mudaram: a importância da saúde e o valor real do tempo são aspectos que ganharam especial relevância e que continuarão a ter importância no futuro. Nossos hábitos também mudaram: novos modelos de trabalho que pareciam distantes se tornaram nossa realidade; modelos de interação e lazer que pareciam inovadores agora são uma realidade diária. E, claro, os hábitos do consumidor foram digitalizados, criando novas tendências inesperadas.

E é nesse processo de convivência, no qual a distância social é o novo normal, em que as empresas devem abordar seus clientes de forma coerente e respeitosa, ser capazes de fazer uma segmentação correta e ter ferramentas de medição adequadas que permitam entender as necessidades do consumidor, os canais que ele usa, como os usa, o que acha desses canais, etc.

A cultura digital também se caracteriza pela oportunidade de ajudar os clientes com uma capacidade de autoatendimento e com respostas em um ritmo espaçado que combina voz e texto em um estilo de conversação comum, o que também ajuda a reduzir o número de ligações e aumentar a qualidade da experiência proporcionada pelo Contact Center. E é neste cenário que as aplicações estão ganhando cada vez mais destaque.

No campo dos canais digitais, é necessário propor uma estratégia adequada à nova realidade. Aproveite como os canais digitais permitem aumentar as interações instantâneas com o Contact Center e a capacidade de atender às necessidades do cliente a qualquer hora e em qualquer lugar. Os canais digitais disponíveis por meio de dispositivos móveis e wearables são um complemento necessário para Contact Centers, principalmente em um setor como o financeiro.