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Volkswagen investirá R$ 7 bilhões na América Latina até 2026 para desenvolver digitalização e descarbonização

Apesar dos contínuos desafios da pandemia do coronavírus e da escassez global de semicondutores, a Volkswagen espera registrar um resultado positivo na América Latina em 2021. A Volkswagen vai investir 7 bilhões de reais entre 2022 e 2026 para fortalecer ainda mais sua posição competitiva neste importante mercado e preparar-se para uma lucratividade sustentável. Além de mais projetos locais de veículos, a digitalização e a descarbonização devem receber um impulso adicional na América do Sul. Isso inclui um centro de pesquisa de biocombustíveis para desenvolvimento de tecnologia complementar à ofensiva global de eletrificação da Volkswagen.

“A América Latina é um importante mercado para a Volkswagen. Nos últimos dois anos, alcançamos uma boa posição na região por meio de um programa de reestruturação bastante consistente. Estamos agora conduzindo a implementação da nossa estratégia ACCELERATE com um grande programa de investimentos, fortalecendo nossa posição competitiva na região e nos preparando assim para atingir uma lucratividade sustentável”, afirma o CEO da Volkswagen Ralf Brandstätter.

Um retorno marcante: resultado positivo esperado em 2021
A Volkswagen está celebrando um retorno marcante ao mercado latino-americano com a esperada volta ao lucro no ano fiscal de 2021. Esse sucesso é atribuído em parte à sistemática redução dos custos fixos, assim como a ajustes na capacidade das seis fábricas da região num ambicioso programa de reestruturação. Ao mesmo tempo, a Volkswagen lançou em 2017 uma ampla campanha de modelos para renovar radicalmente sua linha de produtos: 20 novos modelos, adequados às necessidades do mercado sul-americano, estrearam no intervalo de quatro anos, a maioria deles produzidos localmente em fábricas da Volkswagen no Brasil.

Alexander Seitz, CFO da Volkswagen, comenta: “Regiões fortes e lucrativas são um fator-chave para o sucesso em nossa estratégia ACCELERATE, porque temos que garantir nossa transformação. A esperada virada na América Latina é um marco muito importante no caminho para uma lucratividade sustentável competitiva para a Volkswagen.”

Nova família de carros compactos para desenvolver o segmento de entrada
A Volkswagen está dando continuidade à sua estratégia de sucesso na América Latina focando num portfólio modelado para as necessidades da região, com o lançamento de uma família de carros compactos para o segmento de entrada a partir de 2023. O primeiro modelo é o Polo Track, baseado na plataforma MQB. Dessa forma, a Volkswagen do Brasil pode desenvolver um mercado em rápido crescimento eficientemente e com um alto nível tecnológico. O uso da plataforma MQB também resulta em economia nos custos de desenvolvimento. O Polo Track será produzido na fábrica de Taubaté, no Brasil.

“O alto nível dos investimentos futuros em nossa região demonstra a grande importância do mercado latino-americano para a Volkswagen. Isso tem base em três fatores de sucesso: a excelente produtividade de nossas fábricas, alcançada com o apoio dos acordos com os sindicatos de trabalhadores, o destacado desempenho de toda a equipe e nosso intenso foco nos desejos de nossos clientes latino-americanos”, destaca Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen América Latina.

Feito para a região: abordagem local para a digitalização e descarbonização
Além de expandir sua linha de produtos, com esses investimentos adicionais na América Latina a Volkswagen está acelerando também o ritmo de sua transformação numa fornecedora de mobilidade sustentável orientada por software. Também aqui, a Volkswagen está adequando suas medidas para as necessidades específicas do mercado. A nova geração de sistema de informação e entretenimento – o VW Play – permitirá aos motoristas se manterem conectados, expandindo a conectividade para fora de seus veículos e ao mesmo tempo acrescentando novos itens e serviços.

Assim, a Volkswagen está realizando mais investimentos no já existente Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocombustíveis localizado na América Latina. Especialmente nas regiões onde as viagens envolvem grandes distâncias, onde redes de recarga não são bem distribuídas e os níveis de suprimento de energia verde são baixos, os biocombustíveis, com um balanço positivo de CO2, podem ser uma ponte para a era da eletricidade. Tanto a frota como a empresa devem tornar-se neutras em carbono até 2050. O caminho para atingir esse objetivo – o WayToZero – é um elemento central da estratégia ACCELERATE. A mobilidade elétrica é ao mesmo tempo o núcleo e a tecnologia líder para descarbonizar o transporte. Numa perspectiva de longo prazo, isso também é válido para a América Latina.

“Com o WayToZero, nos comprometemos a oferecer uma mobilidade sustentável para todos. O bioetanol é um significativo complemento regional à nossa estratégia elétrica, porque reduz as emissões de carbono em até 90% comparado à gasolina. É um excelente exemplo de ‘pense globalmente, aja localmente'”, finaliza Pablo Di Si.

Iniciativa global DeFi foca no Brasil e promove hackathon com mais de R$ 14 milhões reais em prêmios

Neste mês se encerram as inscrições para o hackathon DeFi para o Brasil. O desafio é parte da iniciativa global, o DeFi For the People, encabeçada por algumas das principais organizações de DeFi e cripto do mundo – como Celo, Aave, SushiSwap, Curve, 0x, PoolTogether, entre outros – e que, agora, trazem um hackathon exclusivo para os brasileiros. O interesse pela vertente blockchain é crescente e relevante no Brasil, e o hackathon serve como forma também de impulsionar criações nacionais e dar alcance global à tecnologia local. O projeto é resultado do fundo de R$500 milhões para iniciativas educacionais e culturais para trazer o DeFi para mais pessoas. 

O evento brasileiro deve distribuir mais de R$ 100 mil em prêmios para os participantes que trouxeram projetos e soluções inovadoras sobre como democratizar o acesso a aplicações em DeFi, NFTs e economia criativa, entre outros, somando ao ecossistema da Celo cujo foco é soluções inclusivas e mobile. Além disso, o principal intuito do DeFi para o Brasil é de educar, impulsionar e dar tutoria para que os brasileiros também submetam seus projetos ao hackathon global do DeFi for the People, que reúne até $2.5 milhões – cerca de 14 milhões de reais – em prêmios e investimentos. 

O hackathon é aberto a participantes de diferentes áreas do conhecimento, incluindo: Marketing; UX/Design; Negócios; Desenvolvimento de Blockchain, Front-End, ou Full Stack, Empreendedorismo Social;  Advocacia e Arte. As inscrições encerram no dia 14/11 e devem ser realizadas pelo site do DeFi Para o Brasil.

A partir de então, os inscritos no desafio do Brasil começarão a preparar seus projetos e receberão tutoria do time local, através do Discord, para submetê-los para a competição nacional. Na segunda semana do desafio, a partir do dia 22/11, os participantes recebem um segundo nível de tutoria qualificada para submeter os projetos para a competição global, a qual as inscrições se encerram dia 28/11. 

As organizações parte do DeFi for the People também realizaram uma live nesta quinta-feira, 4/11, para conversar sobre a iniciativa, os desafios global e nacional e tirar possíveis dúvidas sobre os hackathons. A transmissão ficará salva no Youtube da Celo.  

Criando um sistema financeiro em que todos possam prosperar

DeFi é uma abreviação do termo finanças descentralizadas – Decentralized Finances –  um conceito amplo que traz a tecnologia com uma ferramenta disruptiva e que pode eliminar intermediários nas aplicações financeiras, reduzir custos e oferecer o acesso a mais pessoas.

O DeFi permite descentralizar empréstimos, ativos e criar novas formas de pensar e executar questões relacionadas a finanças. A Celo está promovendo o hackathon com o objetivo tornar as finanças descentralizadas acessível, mobile-first  e para todos.

O hackathon irá usar a plataforma blockchain de código aberto da Celo com foco no uso de smartphones. O dispositivo é utilizado por bilhões de pessoas em todo o mundo e é uma das principais formas de acesso à internet para muitos deles, em especial em países pouco desenvolvidos, como a região da América Latina, e pode contribuir para o acesso às novas soluções financeiras. 

“Queremos trazer uma oportunidade para que a comunidade local possa fazer parte da mudança do sistema financeiro. A realidade é que a tecnologia possibilita repensar questões em escala global de forma criativa e inovadora. Com relação ao Brasil, sinto que temos uma conjuntura única – desde o avanço das start ups até o cenário legislativo e a atual conjuntura do país – que de certo farão com que a adoção do DEFI  se dê tanto de forma institucional como através da movimentação da comunidade local”, comenta Camila Rioja, Head da cLabs no Brasil.

O ecossistema da Celo conta com diversas empresas a iniciativas que desenvolvem soluções para lidar com casos e questões do mundo real, como exemplo um programa-piloto realizado na Colômbia, no início da pandemia, que forneceu a pessoas desempregadas microcréditos sub-garantidos de até cUSD 500 – $500 dólares na Celo, o que permitiu com que os usuários comprassem bicicletas motorizadas para que pudessem trabalhar fazendo entregas para a Rappi. Com acesso ao equipamento certo, alguns membros do piloto conseguiram dobrar – e em alguns casos quadruplicar – seus ganhos. Esse é apenas um exemplo de como o DeFi pode fornecer acesso instantâneo ao capital para milhões de pessoas, especialmente para aqueles em mercados emergentes onde o acesso aos serviços financeiros tradicionais é limitado.

Magalu oferece curso de programação gratuito para pessoas de 40 anos ou mais

O Magalu, principal plataforma digital com pontos físicos e calor humano do país, anuncia seu novo programa de formação em tecnologia, o Desenvolve 40+. O projeto, em parceria com a escola de programação Let’s Code, vai oferecer 100 bolsas de formação em tecnologia (Python) para pessoas com 40 anos ou mais, sendo que 50% das bolsas serão destinadas a pessoas autodeclaradas pretas ou pardas, além de serem abertas ao público interno da empresa. 

O curso terá 200 horas e duração de três meses. Serão 108 horas de exibições ao vivo, de forma remota, três vezes por semana, e 92 horas de conteúdo assíncrono online, em que o estudante pode assistir quando quiser. A formação abrange desde os primeiros conceitos de programação até os níveis complexos da linguagem Python.

A proposta da iniciativa é gerar inclusão geracional no Luizalabs, formando programadores para uma área que sofre com a escassez de mão de obra e, ainda, inserir profissionais de 40 anos ou mais, que também são afetados pelas dificuldades do mercado de trabalho. No Luizalabs, área de tecnologia do Magalu, apenas 14,2% dos profissionais têm 40 anos ou mais. Com o curso, a companhia dá mais um passo em direção a um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo. 

De acordo com informações da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), entre 2019 a 2024 seria necessário contratar, em média, 70 mil pessoas por ano para suprir as necessidades deste mercado, sendo que anualmente, são formados 40 mil profissionais. 

Para se inscrever é preciso ter 40 anos ou mais, ensino médio completo, disponibilidade para assistir aulas online às segundas, quartas e sextas, das 19h às 22h, morar no Brasil e ter desejo de aprender. Não é necessário conhecimento prévio em tecnologia. As inscrições para o programa começam nesta quarta-feira, 04 de novembro e ficam abertas até o dia 22, no site https://letscode.com.br/desenvolve-magalu

Ao final do processo, quem completar o curso terá a chance de participar do processo seletivo no Luizalabs, área de tecnologia do Magalu e concorrer a uma vaga de emprego na empresa. 

GVAngels realiza 1º Exit com aquisição internacional da Chiligum Creatives

Grupo de anjos investiu na startup em 2020, que agora fará parte da americana VidMob, especializada em inteligência criativa

O GVAngels, grupo de investidores anjo, acaba de registrar seu 1º Exit: a startup Chiligum Creatives, que acaba de ser adquirida pela VidMob, martech norte-americana, especializada em inteligência criativa. Para investidores em startups, o Exit é o objetivo principal, pois monetiza todos o investimento.

Desde sua fundação, em abril de 2017,  o GV Angels já atingiu 300 membros investidores, todos alumni da FGV , e já investiu cerca de R$50 milhões em 41 startups de alto potencial de crescimento e escala , no Brasil, Estados Unidos e Reino Unido. Em 2020, a Chiligum foi uma das empresas selecionadas pelo grupo e recebeu um aporte de R$2 Milhões. E agora, torna-se a primeira startup investida a ser comprada por uma empresa internacional. 

“O GVAngels foi fundado em 2017 e vem crescendo de forma expressiva seu portfólio de startups, assim como o volume de investimentos . O prazo do exit do investimento do GV Angels na Chiligum foi de 14 meses, o que é muito significativo para os investidores pois habitualmente a jornada até o exit é superior a 5 anos”, destaca Wlado Teixeira, Diretor Executivo do GVAngels.  

Com grandes clientes em seu portfólio, como ifood, Magalu, Rappi, a Chiligum Creatives oferece soluções para potencializar o desenvolvimento de peças publicitárias de forma escalável. Com a integração da startup, a VidMob passa a oferecer a primeira plataforma de soluções criativas full-stack para profissionais de marketing que desejam desenvolver peças publicitárias de alto impacto.

Além do aporte financeiro, as empresas investidas recebem acesso ao smart money de executivos C-Level e empreendedores de sucesso que compõem o grupo. O grupo já realizou investimentos em diversos segmentos como martechs, fintechs , agtechs, e startups de vários outros setores de atividades, os quais dão relevante contribuição para a modernização da economia do Brasil.

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Startup brasileira Krilltech conquista prêmio mundial de inovação

A startup brasileira Krilltech, atuante no setor de Agrobusiness é a grande vencedora da etapa final da premiação mundial “Global Tech Innovator 2021”, da KPMG. A empresa representou o Brasil na última etapa da competição internacional do prêmio em Lisboa, Portugal, em evento realizado no dia 2 de novembro de 2021. Na ocasião, startups de 17 países fizeram apresentações a especialistas do setor no palco. A candidata do Brasil foi declarada como a Private Enterprise Global Tech Innovator 2021. Conduzida pela KPMG, a iniciativa teve o propósito de apoiar startups que atendam a determinados critérios e tenham potencial de progredir nos negócios, ajudando os principais inovadores tecnológicos globais interessados em assumir a liderança do mercado.

“Estamos muito felizes em anunciar que a startup vencedora desta premiação global é brasileira. Ela se diferenciou mundialmente por uso intensivo de tecnologia para transformar os negócios e a sociedade, sendo capaz de demonstrar como ser escalável em outros países, principalmente da América Latina. A iniciativa é uma excelente oportunidade para a startup ganhadora fazer a disrupção acontecer em âmbito nacional e internacional”, afirma Jubran Coelho, sócio-líder da área de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul.

A startup vencedora da última etapa no Brasil foi contemplada com: instalações para sua exposição no Web Summit, incluindo um estande dedicado e em destaque; passagem aérea e hospedagem; plataforma de exposição e credencial para a conferência; apresentação do seu negócio para a mídia antes, durante e após o evento; participação em fóruns da KPMG com expoentes dos negócios e CEOs de empresas globais de capital fechado de rápido crescimento.

“Foram avaliadas startups com propostas de valor muito interessantes, escaláveis globalmente e que resolvem problemas reais da sociedade por meio da tecnologia e soluções inovadoras em setores como finanças, agrobusiness, varejo e saúde. Não apenas por atender aos critérios da premiação, a agtech destacou-se por apresentar uma solução tecnológica que aumenta a produtividade, eficiência e qualidade no agronegócio de forma sustentável, com nanoestrutura orgânica, atóxica e biocompatível. A startup brasileira mereceu a vitória e isto reforça o potencial do Brasil no celeiro de inovação do mundo”, afirma Diogo Garcia, sócio-diretor líder do Programa Emerging Giants Startups da KPMG no Brasil.

As startups que concorreram nesta etapa final apresentaram seus negócios a um grupo de jurados especialistas do setor e convidados, os quais avaliaram os pitches e definiram a vencedora global. Cada apresentação foi julgada com pontuação em seis categorias com o mesmo peso: disrupção e inovação; potencial de mercado; adoção do cliente; tração de mercado e marketing; potencial de longo prazo; e qualidade da apresentação (pitch).

“Foi uma alegria enorme e uma honra gigantesca ter sido o ganhador da primeira edição do Global Tech Innovator KPMG. Vamos com muita responsabilidade usar esta vitória para expandir a nossa tecnologia 100% brasileira para o mercado internacional”, afirma Diego Stone, cofundador e CEO da Krilltech.

A Krilltech é uma AgTech brasileira que emergiu de uma parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) focada no desenvolvimento de uma agricultura sustentável e de alta produtividade. Por meio dessa parceria, foram desenvolvidas tecnologias que buscam oferecer soluções disruptivas baseadas em Nanotecnologia Verde, de modo a aumentar a produtividade e a qualidade nutricional de cultivares. Com o uso de tecnologia na agricultura e horticultura, o objetivo da startup é melhorar o rendimento, a eficiência e a lucratividade do produtor.

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Estudo IBM: Líderes de negócios no Brasil declaram o fim da era de um único provedor para nuvem

De acordo com os resultados do novo estudo global da IBM (NYSE: IBM) sobre transformação da nuvem, houve uma mudança drástica nas necessidades de negócios, com apenas 5% dos entrevistados relatando usar uma única nuvem privada ou pública em 2021, em comparação a 45% em 2019, estabelecendo a nuvem híbrida como a arquitetura de TI dominante.

O estudo global, conduzido pelo IBM Institute for Business Value (IBV) em colaboração com a Oxford Economics, entrevistou quase 7.200 executivos C-suite de 28 indústrias e 47 países, incluindo Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e México. O estudo descobriu que:

As ameaças cibernéticas estão em alta¹

• A complexidade de infraestrutura está criando portas de entrada que estão sendo exploradas pelos cibercriminosos. No entanto, surpreendentemente, mais de um terço dos entrevistados não indicou que melhorar a segurança cibernética e reduzir os riscos de segurança estão entre seus maiores investimentos em TI e negócios.

• Ao mesmo tempo, 84% disseram que segurança de dados embutida em toda a arquitetura de nuvem é importante ou extremamente importante, na maioria dos casos, para as iniciativas digitais de sucesso.

Empresas estão denunciando vendor lock-in

• Aproximadamente 85% dos entrevistados disseram que, para o sucesso de suas iniciativas digitais, é importante ou extremamente importante ter cargas de trabalho sendo completamente portáteis com nenhum vendor lock-in, que ocorre quando uma empresa fica presa a apenas um fornecedor.

Aproximadamente 73% dos entrevistados disseram que vendor lock-in é um obstáculo significativo para melhorar o rendimento do negócio, na maioria ou em todas as partes de seu estado na nuvem.

A adoção de nuvem pública está evoluindo em direção a nuvens de indústrias

• Aproximadamente 70% dos entrevistados nos setores de governo e serviços financeiros citaram a conformidade regulatória relacionada à indústria como um obstáculo ao desempenho dos negócios de seu estado na nuvem.

“No começo da sua jornada para a nuvem, algumas empresas se envolveram com várias nuvens diferentes que criaram complexidade e partes desconectadas, potencialmente expondo-as para grandes ameaças de segurança”, disse Howard Boville, Head de IBM Cloud Platform. “As descobertas de hoje reiteram que ferramentas de segurança, governança e compliance devem operar através de múltiplas nuvens e ser incorporadas em arquiteturas de nuvem híbrida desde o início para a transformação digital ser bem-sucedida.”

O estudo revelou que empresas precisam avaliar como usam a nuvem em termos de adoção, velocidade, migração e oportunidade de economia de custos. Outras recomendações incluem:

• Foco em segurança e privacidade – determinar onde sua carga de trabalho crítica reside e examinar quem e o que tem acesso a ela. Testar regularmente se os controles de segurança e políticas de privacidade estão sendo cumpridos e também se os ativos configurados incorretamente e vulnerabilidades de software estão sendo prontamente resolvidos.

• Avaliar quais cargas de trabalho devem migrar para a nuvem – fazer um inventário do ambiente de TI para determinar com sucesso quais cargas de trabalho e aplicações produzirão maior valor na nuvem e quais são mais adequadas para permanecer no local.

• Fazer os dados trabalharem para você – analisar cargas de trabalho usando ferramentas baseadas em IA e melhores práticas para determinar onde e como colocá-las no lugar certo pelo motivo certo.

• Definir uma abordagem tática – trate das compensações da tecnologia, como selecionar a melhor abordagem para aplicações específicas e gerenciar problemas importantes como segurança, governança e recuperação de desastre.

• Determinar o tempo certo – coloque uma equipe multidisciplinar de pessoas para repensar como sua empresa cria valor para seus clientes.

Descobertas adicionais do relatório de 2021

• Por indústria: entrevistados em indústrias regulamentadas, governo (85%) e serviços financeiros (80%) citaram ferramentas de governança e compliance que são capazes de rodar em várias nuvens como importantes para o sucesso da iniciativa digital.

• Por indústria: apenas 1% dos entrevistados dos setores de eletrônicos, seguros, manufatura, telecomunicações, transporte e viagens relataram usar uma única nuvem pública ou privada em 2021.

Acesse todas as descobertas do estudo aqui.

Para saber mais sobre o IBM Institute for Business Value (IBV), visite o site aqui.
¹Custo de Violação de Dados 2021, relatório feito pelo Ponemon Institute, patrocinado pela IBM

QI Tech capta R$ 270 milhões em sua Série A liderada pelo fundo soberano de Singapura GIC

A QI Tech, empresa de tecnologia voltada a serviços financeiros e primeira Sociedade de Crédito Direto aprovada pelo Banco Central do Brasil, acaba de captar sua rodada da Série A. O Fundo Soberano de Cingapura (GIC), um dos maiores investidores de fintech do mundo, está liderando a rodada de R$ 270 milhões, uma das maiores e mais disputadas nesta fase de captação na América Latina. No total, a companhia recebeu mais de 10 propostas, com empresas listadas, bancos e fundos globais interessados em fazer parte.

Com o valor, a QI Tech investirá na construção de novos produtos, com foco em aprimorar a jornada de crédito (originação e cobrança) e desenvolver a área de data science. A companhia prevê ainda quadruplicar a capacidade do time, que atualmente conta com 48 pessoas, para acelerar o lançamento de soluções e trabalhar em uma agenda de M&A para os próximos meses.

Atualmente, a QI Tech conta com mais de 100 clientes, entre fintechs, gestoras, bancos e empresas tradicionais, representando um crescimento acelerado de 500% desde janeiro de 2021. Desde o início de sua operação em 2019, já movimentou mais de R$ 5,5 bilhões em operações de crédito, dos quais R$ 200 milhões em seu primeiro ano, R$ 1,2 bilhão no segundo, e R$ 4,1 bilhões em 2021.

“Somos a primeira instituição financeira a criar um modelo exclusivo de Lending-as-a-Service no Brasil e nosso foco é continuar inovando nesse mercado. Inovamos com um modelo que roda 24/7, em um processo 100% automatizado, permitindo que nossos clientes ofereçam uma experiência única para seus usuários e até operações de alta frequência (muitas operações em curto espaço de tempo). Esse aporte chega em um momento decisivo na nossa trajetória, onde queremos dar o próximo passo em busca do aprimoramento da jornada do crédito, possibilitando que qualquer empresa ofereça serviços bancários 100% digitais a partir das nossas tecnologias proprietárias”, diz Pedro Mac Dowell, CEO da QI Tech.

Com vasta experiência no mercado de crédito privado, o CEO da QI há anos buscava por melhores produtos e serviços financeiros para quem não era instituição financeira. A QI Tech nasce, então, com o propósito de suprir uma necessidade que existe mas que não era bem atendida: oferecer serviços de um banco tradicional – ‘as a service’ – ou seja, disponibilizar a infraestrutura financeira necessária para que as empresas, fintechs e outros bancos menores possam inovar na oferta de crédito, da originação à cobrança.

“Oferecemos todas as verticais de Lending-as-a-Service, como por exemplo, financiamento estudantil, crédito direto ao consumidor, BNPL Buy Now Pay Later, financiamento automotivo ou imobiliário, capital de giro para PJ e operações de crédito com garantia. Desta forma, qualquer fintech, empresa tradicional ou banco pode utilizar as APIs da QI Tech para oferecer essas verticais para seus clientes finais”, explica Marcelo Bentivoglio, sócio da QI Tech.

Segundo Bentivoglio, a QI Tech possui uma plataforma inteligente com o conhecimento regulatório de um banco, eliminando o intermediário e ligando as pontas para oferecer agilidade ao mercado financeiro. Com isso, seus clientes podem se concentrar nos negócios, sem preocupações burocráticas.

“Qualquer empresa, seja ela uma fintech, uma varejista ou até mesmo uma empresa de serviços pode oferecer produtos financeiros para os seus clientes. A QI Tech tem toda a infraestrutura necessária para que estas empresas ofereçam jornadas completas, com contas, emissão e liquidação de boletos, transferências TED/DOC/PIX, este último com múltiplas funcionalidades, como o PIX 24/7 embedded na jornada de crédito e o QR code dinâmico nos checkout de e-commerce”, complementa Marcelo Buosi, cofundador da QI Tech.

Sem a necessidade da intermediação de um banco, os clientes da QI Tech podem oferecer serviços financeiros para milhões de pessoas, antes restrito às instituições financeiras tradicionais. Esse movimento do mercado permite mais competição na oferta de crédito, gerando melhores condições comerciais para a população brasileira.

O mercado de crédito brasileiro que a QI está disruptando é massivo, crescente e movimentou R$3,4 trilhões em 2020, sendo que 70% ainda é concentrado nos grandes bancos, segundo o Banco Central. Apenas o nicho de gestoras de crédito, onde a QI nasceu, representa R$300 bilhões. Já o mercado de crédito fintech e crédito alternativo, estimado em R$60 bilhões, é esperado crescer a um ritmo de 30% ao ano.

“O mercado de crédito está migrando dos bancos para outras empresas, como varejistas, aplicativos de serviços e operadoras nacionais, e a QI Tech é a infraestrutura que permite acelerar essa mudança. Nosso modelo de negócios segue o conceito de asset-light, ou seja, somos o ‘Uber dos bancos’, o maior emissor de operações de crédito da América Latina sem ter créditos em balanço. A chegada do GIC reforça nosso compromisso de estarmos sempre antecipando o futuro dos serviços financeiros, além de mantermos nossa independência.”, conclui o CEO.

A QI Tech contou com assessoria financeira da Vinci Partners e Quatá Confidence, e assessoria legal do Freitas Leite. O GIC contou com a assessoria legal do Machado Meyer.

Foodtech brasileira lança a primeira ‘carne louca’ feita de fruta

Inédito no mundo, produto é resultado de dois anos de investimentos em tecnologia e está disponível a partir de agora para consumidores de São Paulo

A saborosa e tradicional carne louca, carne temperada e desfiada, presente há muitos anos na cultura gastronômica brasileira, ganhou uma nova roupagem. O produto, que está sendo lançado no Brasil pela foodtech brasileira Fábrica Meatz, tem a mesma aparência e o mesmo sabor da carne louca que conhecemos, mas com um diferencial: é feita 100% de fibra de fruta.

A carne louca de fruta é inédita no mundo e marca o lançamento da Fábrica Meatz no mercado brasileiro. A empresa é resultado da fusão entre a Behind, a primeira a produzir carne feita de plantas do Brasil, e a Meatz, especializada em produtos alimentícios à base de jaca. A união promete oferecer o melhor de ambas as expertises, com diferenciais de lançamento, processo produtivo e tecnologia.

“O objetivo da Fábrica Meatz vai além de produzir carne vegetal”, diz Le Mendes, um dos fundadores da empresa. “Nosso objetivo é desenvolver tecnologia no Brasil e agregar valor ao que já temos aqui, como é o caso da fibra de jaca. Acreditamos que isso contribui para que o Brasil se coloque como protagonista no cenário mundial de tecnologia aplicada”, afirma.

Foram investidos R﹩ 2 milhões para a criação da empresa e o lançamento do primeiro produto, principalmente no desenvolvimento da tecnologia e da marca. “Metade desse valor foi utilizado em pesquisa e desenvolvimento”, explica Pedro Ian, também fundador da empresa. “Foram 2 anos até chegar ao produto final, envolvendo uma cadeia difícil de trabalhar e um processo totalmente automatizado”.

A novidade pode ser encontrada inicialmente nas redes de varejo Casa Bueno, Naturalis e Empório La Granola, além de em alguns de São Paulo, capital e interior. “Em breve, vamos chegar às principais capitais brasileiras e a outras cidades”, garante Le Mendes. No primeiro trimestre do próximo ano a empresa planeja mais dois lançamentos: uma opção inovadora de carne de frango vegetal e um hamburguer plant based suculento, saboroso e nutritivo.

Parece carne, mas é fruta, e com muita tecnologia

A unidade de produção da Fábrica Meatz fica em Peruíbe, no Vale do Ribeira, no Estado de São Paulo. A fábrica tem produção totalmente automatizada, com controle e laboratório de desenvolvimento próprios. O local foi escolhido pela disponibilidade de alimentos orgânicos, agroecológicos e de qualidade perto da fábrica, diminuindo o esforço logístico e propiciando benefícios aos produtores locais.

Para produzir suas carnes vegetais, a Fábrica Meatz utiliza uma tecnologia própria chamada 3D True Texture Meatz, que, associada a outros métodos de produção, garante a aparência, o sabor e a textura da carne animal com ótimo valor nutricional e saudabilidade.

A carne louca da Fábrica Meatz já vem pronta para o consumo. Sua fórmula inclui, além da fruta, azeite de oliva extravirgem, chá preto, e carvão ativado vegetal, além de nutrientes como ferro, vitamina B12 e D2. A jaca é conhecida por seu alto teor antioxidante, sendo rica em carboidratos, potássio, cálcio, fósforo, ferro e vitaminas A e C. “No Brasil a jaca é abundante, mas ainda tratada como uma comodity de pouco valor. O que fizemos foi agregar tecnologia para valorizar produto nacional”, diz Le Mendes

Opção para veganos, vegetarianos e flexitarianos

A solução apresentada pela Fábrica Meatz acompanha o aumento do interesse dos consumidores por uma alimentação mais saudável e preocupada com o meio ambiente. No Brasil, a produção de carne é um dos principais impulsionadores do desmatamento da Amazônia, significando 63% das áreas desmatadas da floresta, segundo dados do Atlas da Carne 2021.

Com seu primeiro lançamento, a Fábrica Meatz quer atingir todos os consumidores que desejam reduzir ou eliminar o consumo de carne animal em sua dieta. “É um produto que vai agradar qualquer pessoa, com exceção daqueles que têm restrição ao sabor e textura da carne”, explica Le Mendes.

O compromisso da Fábrica Meatz com a sociedade e com o planeta vai além de fazer produtos saudáveis. A empresa trabalha para gerar impacto positivo em toda a cadeia de produção. Por isso, mantém investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento e está comprometida em apoiar os pequenos agricultores para gerar uma relação saudável em toda a da cadeia de produção.

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Comgás lança hub de inovação para criação de soluções voltadas aos desafios do setor de energia

A Comgás, maior distribuidora de gás natural encanado do país, acaba de lançar o Plugue, seu hub de inovação aberta voltado para a captação de possíveis parceiros que estejam dispostos a propor soluções para os desafios do setor de gás e energia. A novidade já nasce com inscrições abertas à novas ideias que podem ser enviadas até 30 de novembro pelo site.

Por meio desta plataforma, startups, universidades, institutos e empresas terão a chance de propor ideias, soluções e ferramentas para as áreas de inteligência de mercado, logística, supply chain, ESG, eficiência energética, entre outros.

“Inovação é um pilar estratégico para a Comgás e estamos orgulhosos de lançar o Plugue como um canal para prospectar e estreitar o relacionamento com parceiros em busca de iniciativas que possam transformar o futuro do mercado de energia”, afirma Cristiano Barbieri, diretor de Tecnologia, Inovação e Mercado da Comgás.

Focado no futuro, o hub é mais um meio de evidenciar as diversas iniciativas que a empresa realiza para promover e democratizar a cultura da inovação que surge neste mercado já contando com mais de 180 startups em sua base, mais de 20 parceiros, além de já ter realizado inúmeros eventos e hackathon para a comunidade conectada ao Plugue. Além de inscrever ideias e projetos, também é possível ter acesso a conteúdos exclusivos e aprimorar conhecimento pela seção Academy da plataforma e ainda a possibilidade de se conectar a maior distribuidora de gás encanado do País.

Plugue
Canais:
 para participar, basta acessar o link
Atenção: antes de se inscrever, verifique a sua modalidade ideal na plataforma.

Google lança Guia do Varejo para impulsionar vendas de PMEs na Black Friday e Natal

O Google lança nesta semana o Guia do Varejo para pequenas e médias empresas, com o objetivo de ajudá-las a se prepararem para a temporada de compras do final do ano, que inclui a Black Friday, que acontecerá em 26 de novembro, e o Natal. A publicação traz informações relevantes sobre as mudanças no comportamento dos consumidores brasileiros durante o período de pandemia, assim como orientações sobre como utilizar as plataformas do Google para se conectar com potenciais clientes.

Ter informações sobre as mudanças no comportamento dos consumidores é essencial para empresas de qualquer tamanho, mas fundamentais para pequenas e médias empresas. Só no ano passado, as buscas relacionadas a produtos de Varejo aumentaram três vezes em relação a 2019 e, com tantas mudanças relacionadas ao convívio social durante a pandemia, a jornada de compra dos consumidores se tornou mais complexa.

“Todos nós passamos por grandes transformações durante a pandemia e isso também mudou a nossa relação com o consumo”, afirma Rodrigo Rodrigues, diretor de negócios para pequenas e médias empresas do Google Brasil. “Neste ano, com o avanço da vacinação e retomada econômica, teremos uma Black Friday do recomeço, em que muitas compras ganharão um valor simbólico para os brasileiros.”

Por conta disso, apesar do momento econômico desafiador, uma pesquisa encomendada pelo Google à Ipsos com 500 pessoas mostra que 6 em cada 10 pessoas têm intenção de comprar na próxima Black Friday. Para aproveitar essa demanda, porém, é preciso preparar uma estratégia eficiente. Confira abaixo algumas das dicas reunidas no Guia do Varejo para atrair mais consumidores:

• Alcance seus clientes enquanto navegam

Todos os dias, milhões de pessoas utilizam o Google para encontrar, descobrir e comprar aquilo que precisam. De acordo com um estudo realizado pela Kantar a pedido do Google no ano passado, os sites de buscas são o canal mais utilizado por 55% dos consumidores brasileiros para pesquisar produtos. Além disso, buscas em celulares por produtos combinadas ao termos “com melhor custo/benefício”, por exemplo, têm crescido 60% ano após ano em todo o mundo. Por isso, gerenciar a presença digital das empresas e garantir que elas apareçam em destaque quando o consumidor está buscando é fundamental para alcançar bons resultados.

• Engaje os consumidores durante a busca

Para ampliar as vendas, é preciso também alcançar potenciais consumidores que estão em busca de produtos como os que você oferece, mas que não necessariamente conheçam a sua marca. No Guia do Varejo, ensinamos a melhor maneira de se conectar com os clientes em momentos em que eles estão avaliando diferentes opções. Os brasileiros estão mais abertos a considerar novas marcas após a pandemia: uma pesquisa encomendada pelo Google à Ipsos com 1 mil consumidores em julho de 2020 revelou que 85% dos consumidores brasileiros conheceram uma nova marca ao navegar on-line durante a pandemia da COVID-19. Isso abre uma oportunidade importante para as pequenas e médias empresas na disputa pelo bolso do consumidor nesta Black Friday.

• Conquiste os consumidores que estão em busca de produtos

As pessoas buscam conveniência na hora de comprar on-line. Por isso, é importante manter o Perfil da Empresa na Busca e Google Maps atualizado para garantir que os clientes vejam o horário de funcionamento e outros detalhes sobre os estabelecimentos. Além disso, é possível ajudar os clientes a terem mais visibilidade dos produtos que a empresa oferece, listando o estoque de produtos disponíveis na loja no Google Shopping gratuitamente. Além disso, garantir que o site carregue de forma rápida, simples e otimizada pode aumentar as vendas.

• Se prepare para a temporada de compras

O consumidor brasileiro está começando a se preparar para a temporada de compras cada vez mais cedo. De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Google à consultoria Ipsos, com 500 entrevistados no Brasil, 38% das pessoas afirmam que já começaram a buscar produtos para a Black Friday em setembro. Além disso, outros 28% afirmaram que começaram as pesquisas um mês antes da data. Apenas 2% dos entrevistados afirmaram que fazem buscas por ofertas na data, o que indica que a “conversa” entre a empresa e potenciais consumidores deve começar com antecedência.

Mais recursos para PMEs

O Guia do Varejo é mais uma iniciativa do Google para apoiar as empresas neste período de retomada econômica. Além do material, na Google Academy , empreendedores e profissionais de marketing podem ter acesso a sessões diversas de preparação para a temporada de compras do final do ano. Ao longo de novembro, serão disponibilizados vários treinamentos gratuitos focados em Black Friday, entre eles Como gerar mais impacto na Black Friday com campanhas de Display , Como aumentar as visitas à sua loja física nesta Black Friday e Como atrair mais clientes com as campanhas de Google Shopping .

Outra novidade recente é o “Veja o que há na loja” , disponível na Busca do Google, que filtra para as pessoas os resultados de lojas, físicas ou on-line, que possuem o item buscado em estoque. Ao abrir o Perfil da Empresa, o consumidor poderá ver a disponibilidade do produto que pesquisou, o que pode ajudar os usuários, por exemplo, a evitar viagens perdidas a uma loja física.

Para exibir os produtos em estoque, as empresas precisam gerenciar seu Perfil da Empresa na Busca e Google Maps por meio do aplicativo Google Meu Negócio e listar seus produtos no Google Shopping gratuitamente .

Tecnologia 5G: Brasil já conta com três laboratórios e 17 Certificadoras para validar equipamentos

Nesta quinta-feira (04.11), foi iniciada a primeira sessão de abertura e análise do leilão do 5G. Segundo o edital publicado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a licitação deve movimentar cerca de R﹩ 49,7 bilhões, e a expectativa é que a nova tecnologia chegue nas capitais brasileiras até 31 de julho de 2022.

Porém, não basta só a tecnologia estar disponível ao consumidor, é necessário que os aparelhos sejam compatíveis ao 5G, e para isso os laboratórios e certificadoras credenciados pela Anatel já estão atuando na capacitação de seus parques técnicos para que possam testar e avaliar itens como compatibilidade eletromagnética, segurança elétrica oferecida ao usuário e suas características na emissão de rádio frequência que possam ser absorvidas pelo corpo humano durante a utilização do dispositivo móvel.

Atualmente três laboratórios nacionais estão acreditados para os ensaios, e 17 Organismos de Certificação Designados (OCDs) com escopo em tecnologia 4G foram designados para realizarem a certificação em 5G.

“Diferente das tecnologias anteriores, a telefonia celular 5G trouxe avanços significativos para suportar o enorme tráfego de dados devido à demanda de informação pela sociedade. Foi necessário entender como seria possível compartilhar neste primeiro momento do 5G no Brasil as redes já existentes de 4G”, declarou o vice-presidente de Telecomunicações da Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade (Abrac), Leonardo Tozzi Pinheiro.

Em junho de 2021, a Anatel publicou os requisitos técnicos de avaliação da conformidade para o 5G, e a partir desse momento todas as certificadoras com escopo do 4G foram designadas para atuar com a nova tecnologia, já podendo emitir certificados de telefones celulares, estações terminais de acesso, transceptores para estação rádio base, entre outros.

“É importante termos no país laboratórios capacitados e aptos para testar novas tecnologias conforme a realidade brasileira. Temos, por exemplo, um ambiente eletromagnético único, com alta incidência de raios, e essa existência é considerada no cenário de testes exigidos no Brasil”, comentou o vice-presidente de Telecomunicações da Abrac, Jose Eduardo Bertuzzo.

Processo de Certificação

O fabricante local seleciona um Organismo de Certificação Designado (OCD) e fornece as informações técnicas sobre o produto analisado para serem determinados os padrões e ensaios aplicáveis. Na sequência, escolhe-se o laboratório que fará os testes, que executa os ensaios e emite seu relatório. Este é analisado pela certificadora que, em caso de resultado positivo, cadastra o produto na Agência Nacional de Telecomunicações, que analisa a documentação e emite o certificado de homologação para que o produto ou serviço seja comercializado.

Movile adota formato de trabalho remoto permanente

A Movile, empresa que investe e desenvolve negócios de tecnologia na América Latina como iFood, MovilePay, PlayKids, Afterverse, Sympla e Zoop, anuncia a adoção do modelo “People-First: Remote-First” – trabalho remoto para todos os funcionários, sem dias fixos de home office ou no escritório. O modelo denominado Movile Way (Work Anywhere You Want) busca oferecer flexibilidade e autonomia a todos os colaboradores conforme suas necessidades.

Claudia de Souza, Head de People da Movile, explica que a adoção do novo formato foi firmada a partir de uma pesquisa realizada com os funcionários da investidora. “Nossa prioridade são as pessoas. Sabíamos que a conexão e o trabalho em equipe estavam funcionando muito bem de forma remota e não poderíamos anunciar um plano de retomada sem antes entender a realidade atual de cada colaborador, e como uma possível volta ao escritório os afetaria. Precisamos considerar que temos, por exemplo, funcionários que se fixaram em outros estados e até mesmo em outros países durante a pandemia”, comenta.

A pesquisa interna mostrou que 85% dos funcionários consideram o trabalho híbrido a melhor alternativa no cenário pós-pandemia. Cerca de 20% preferem seguir com o modelo exclusivamente remoto e apenas 5% afirmaram que o presencial seria a melhor opção.

A partir desta pesquisa desenvolvemos o modelo “anywhere office” ou escritório em qualquer lugar para todos os funcionários da Movile e futuros contratados. “Oferecemos a estrutura adequada a todas as realidades dos nossos colaboradores para que tenham a opção de trabalhar onde se sentirem confortáveis”, afirma Claudia.

Além do home office, a empresa vai inaugurar um novo escritório na capital paulista, cujo principal objetivo é ser um local de encontro, reunião, união e engajamento. A Movile também disponibilizará, em parceria com a BeerOrCoffee, uma rede de mais de 1.000 espaços de coworkings espalhados em mais de 160 cidades brasileiras, para aqueles dias em que a internet de casa estiver instável ou o colaborador precisar de um lugar reservado para ter mais foco.

O novo formato de trabalho também está alinhado à estratégia de expansão da investidora para a América Latina. “A modalidade anywhere office apoia a construção da nossa marca globalmente e amplia as fronteiras para a atração de talentos diversos, contribuindo para a construção de times mais ambidestros”, finaliza a executiva.

Outros benefícios


Para dar ainda mais flexibilidade ao dia a dia dos colaboradores, a Movile passou a concentrar a maior parte dos seus benefícios em um cartão de bandeira Visa oferecido pela Caju Benefícios. Por meio dele, os profissionais terão acesso a novos auxílios: Home Office, Saúde e Bem-Estar, e Cultura. Os benefícios de Educação, os auxílios PCD e Trans, para os funcionários que assim se auto declararem, além do auxílio material escolar e premiações também serão depositados no cartão. O grande diferencial é a possibilidade de movimentar os valores entre algumas categorias, dando ainda mais autonomia e flexibilidade aos colaboradores.

Plano de saúde e odontológico, seguro de vida, academia pela Gympass, auxílio creche, vale refeição e alimentação, e apoio renda familiar já eram concedidos pela Movile antes mesmo da pandemia e vão se manter neste novo formato de trabalho.

Bionexo compra a empresa “Clínica nas Nuvens” por R$ 28,5 milhões e passa a oferecer soluções digitais também para clínicas e seus pacientes

Líder da América Latina em soluções de software em nuvem (SaaS) e inteligência analítica para gestão da saúde, a Bionexo acaba de investir R$ 28,5 milhões na aquisição de 100% da empresa Clínica nas Nuvens, plataforma de gestão de consultórios e clínicas baseada em nuvem. Essa foi a primeira aquisição da Bionexo após receber o aporte de R$ 440 milhões da americana Bain Capital Tech Opportunities, recentemente.

O Clínica nas Nuvens é um software que simplifica as tarefas diárias de consultórios e clínicas, reduzindo o tempo das operações, melhorando a gestão financeira e otimizando o atendimento dos pacientes. “Esta aquisição amplia o nosso ecossistema de saúde em mais de 800 policlínicas e consultórios, uma base distribuída em todos os estados do país. São 800 novos clientes potenciais compradores de insumos de saúde que irão se conectar a nossa rede de mais de 20.000 fornecedores.

Com a aquisição do Clínica nas Nuvens, a Bionexo expande sua oferta e atende uma necessidade do mercado de oferecer soluções digitais nativa SaaS, no universo clínico, incluindo prontuário eletrônico, agendamento de pacientes, telemedicina, dentre outros”, destaca Rafael Barbosa, CEO da Bionexo.

Com taxas de crescimento acima de 70% nos últimos anos e um produto de reconhecida qualidade, esta aquisição reforça a tese da Bionexo de buscar oportunidades que possam contribuir para o crescimento da companhia, a partir dos melhores produtos digitais do setor. Os 800 clientes que usam a plataforma do Clínica nas Nuvens fazem do produto um hub de informações estratégicas sobre gestão de clínicas.

São mais de 12.000 profissionais que trabalham conectados à plataforma, que hoje possui cerca de 6 milhões de consultas agendadas por ano e acumula o valor de R$ 1 bilhão de faturamento de serviços prestados pelas clínicas que já utilizam a solução. A empresa é a quarta aquisição feita pela Bionexo nos últimos dois anos. Anteriormente, já haviam sido adquiridos a Avatar Soluções, GTT e Manager, reafirmando a sua capacidade de crescimento orgânico e inorgânico.

“Estudamos muito para concluir o projeto e a negociação com a Bionexo. Foram meses de conversas entre as lideranças de ambas as empresas e, entendemos, que a conexão entre as companhias fortalece todo o mercado digital de gestão da saúde. Durante o processo, ficou claro que esse trabalho em conjunto, somando esforços de tecnologia e gestão, representará um ganho expressivo para os nossos clientes, para o mercado de clínicas e para os pacientes, que cada vez mais podem contar com a eficiência e segurança de um atendimento digital feito por uma empresa líder de mercado. Temos alegria em agora fazer parte do time da Bionexo.” explica André Luiz Forchesatto, CEO e Fundador do Clínica nas Nuvens.

A estratégia de crescimento orgânico e inorgânico da Bionexo tem trazido resultados concretos para a companhia. Além de ser a primeira healthtech brasileira a ser avaliada em mais de R$ 1 Bilhão, a empresa projeta um crescimento, em 2021, em receita líquida de 27% e um volume transacionado de R$ 15 bilhões, 40% superior ao que foi em 2020. Este ano, a empresa obteve o registro de companhia aberta junto à Comissão de Valores Mobiliários.

Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 terá tecnologia para passaporte da vacinação

Público e profissionais que comparecerem ao evento terão que fazer o cadastro obrigatório até o dia 10 de novembro, por meio da plataforma Chronus i-Passport

O Formula 1 Heineken Grande Prêmio de São Paulo 2021, que acontece nos dias 12, 13 e 14 de novembro, no Autódromo de Interlagos, vai contar com a Tecnologia Chronus i-Passport, desenvolvida pela startup franco-brasileira Mooh!Tech, como o passaporte oficial do evento.

Para entrar no Autódromo nos três dias da 19ª etapa da competição, todos os presentes, incluindo profissionais (staff e patrocinadores) e público (torcedores e convidados) terão de apresentar o Chronus com certificado de vacina contra a Covid-19 e testes negativos. O cadastro do aplicativo deve ser feito obrigatoriamente até o dia 10 de novembro. O link do pré-cadastro será disponibilizado em breve nos canais oficiais e parceiros do evento.

“A segurança do público é tão importante quanto a realização da corrida. Com a Tecnologia Chronus I-Passport, as pessoas poderão usufruir do evento com a tranquilidade de que estarão protegidas, mas lembrando que, ainda assim, deverão respeitar as normas de segurança”, diz Alan Adler, CEO do GP São Paulo de F1.

A Mooh!Tech desenvolveu o sistema para que seja um passe digital, em complemento ao protocolo de saúde adotado pelo evento e publicado no site oficial do GP São Paulo de F1, com o intuito de conter a propagação do Covid-19. Essa certificação garante consistência e segurança para todos os envolvidos, já que a plataforma Chronus consegue antecipar a aferição dos dados com o cruzamento das informações, corrigindo-as quando possível ou sinalizando rapidamente às autoridades para que tais inconsistências possam ser retificadas na fonte.

“A tecnologia Chronus pacifica os dados informados, ou seja, consegue identificar inconsistência e conceder mais segurança e expertise às informações de vacinação para os estados e municípios. A plataforma utiliza tecnologia avançada, segura e confiável, e eventuais erros ou tentativas de fraudes de registro de informações relacionadas à vacinação são detectadas”, explica Everton Cruz, CEO da Mooh!Tech.

Pesquisa Científica

A Mooh!Tech, dentro do projeto de pesquisa científica pioneira que vem sendo desenvolvida junto a pesquisadores da UNB e Instituto Federal de Brasília, respectivamente, e com especialistas nas áreas de Vigilância Epidemiológica, Certificação Sanitária e Engenharia Biomédica, está contribuindo com o monitoramento da pandemia não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

Neste sentido, o Formula 1 Heineken Grande Prêmio de São Paulo 2021, ao adotar a Tecnologia Chronus como passaporte oficial do evento, contribui com o estudo e apoia cientificamente o entendimento mais claro sobre o comportamento da pandemia, com objetivo de ajudar no seu controle.

Como validar seu i-Passport

Para validar seu i-Passport em alguns estados há a opção de pré-cadastro no site, pois algumas localidades não possuem ainda API de integração e registram as informações de forma manual.

Após esse pré-cadastro, o usuário deve aguardar no máximo 48 horas para que as informações sejam consolidadas pela Tecnologia Chronus e assim baixar o app Chronus em seu smartphone IOS ou Android.

Seguindo os protocolos obrigatórios determinados pelas autoridades sanitárias da cidade e do estado, com o único objetivo de garantir a saúde de todos, além do Chronus i-Passaport será necessária a apresentação da documentação abaixo para a entrada no autódromo nos dias do evento:

• Documento com foto.


• Comprovante de vacina completo (duas doses ou dose única) apresentado obrigatoriamente através do aplicativo Chronus i-Passport, o passaporte sanitário oficial do evento, que estará disponível gratuitamente.

• Para quem não completou o esquema de vacinas – crianças entre 5 e 12 anos – ou aqueles que tomaram apenas uma dose será obrigatória a apresentação do teste negativo para Covid-19 do tipo Antígeno (realizado até 24 horas antes de cada acesso ao autódromo) ou RT-PCR (realizado até 48 horas antes de cada acesso ao autódromo).


• Não será permitida a entrada de maiores de 12 anos que não tenham recebido, pelo menos, a primeira dose da vacina contra a Covid-19.


• O uso de máscara é obrigatório durante todo o evento, exceto, naturalmente, enquanto estiver comendo e bebendo.]

Formula 1 Heineken Grande Prêmio de São Paulo 2021


Data: 12, 13 e 14 de novembro – Local: Autódromo de Interlagos – São Paulo
Site oficial.

Carteira de crédito do Sistema Nacional de Fomento registra maior volume desde 2016

Desde o início da pandemia, o volume adicional foi de R$ 186,7 bilhões, 11,2% superior em relação ao registrado em março de 2020

Em meio à retomada da economia pós-pandemia, a carteira de crédito do Sistema Nacional de Fomento (SNF), composta por bancos de desenvolvimento, agências de fomento e cooperativas, atingiu em junho o maior volume desde 2016: R$ 1,8 trilhão. Em comparação março de 2020, início da crise sanitária, o volume adicional cresceu 11,2% e totalizou R$ 186,7 bilhões, segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).

“As operações de crédito do SNF tiveram forte crescimento no primeiro semestre deste ano. A capilaridade é a maior observada na série histórica na comparação semestral, e isso significa que nós estamos conseguindo chegar na ponta e atendendo a um maior número de brasileiros”, explicou o presidente da ABDE, Sergio Gusmão Suchodolski.

A quantidade de operações entre as instituições do Sistema Nacional de Fomento em junho acompanhou o crescimento da carteira de crédito e foi 4,88% maior que o registrado em dezembro, totalizando 105,7 milhões de operações. O resultado representa o maior crescimento observado na série histórica na comparação entre dois períodos.

O número de clientes atendidos pelo SNF também registrou alta, confirmando que o crédito está atingindo um maior número de pessoas. Atualmente são 43,7 milhões de beneficiários, 502,4 mil a mais que o registrado no trimestre anterior. Em relação ao início da pandemia, o aumento é de 2,8 milhões de clientes, uma expansão de 7% no número de mutuários na carteira do SNF.

Carteira de crédito do SNF com MPMEs

A carteira de crédito do SNF também foi fundamental para socorrer as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) durante a pandemia. O montante com o segmento totalizou R$ 223,5 bilhões em junho e cresceu 40% em comparação aos 12 meses anteriores. Atualmente, o SNF representa 28% do total de crédito para o segmento.

No último ano, os segmentos que mais cresceram dentro da carteira de crédito ativa do SNF foram as micro e as pequenas empresas, que apresentaram crescimento de 50% e 57%, respectivamente. No mesmo período, a carteira do SNF para as médias cresceu 30% e das grandes diminuiu 4%.

VERISURE oferece 139 vagas em novembro

A Verisure – líder europeia em soluções de alarmes monitorados –  abre 139 novas oportunidades no mês de novembro. As vagas são destinadas à área de vendas em diferentes localidades do país: São Paulo – capital (31), Interior de São Paulo (15), Litoral de São Paulo (14), Rio de Janeiro (21), Região Central do país (17), Sul do país (26) e Região do Nordeste (15).

Os interessados podem obter mais detalhes e se inscreverem pelo link: https://vagas.verisure.com.br/

Ao completar uma década no Brasil, a empresa contabiliza 150 mil clientes e quase 2 mil colaboradores distribuídos em nove estados e no Distrito Federal. A empresa pretende, até 2025, atingir a meta de 300 mil clientes, 3 mil colaboradores e ampliar o número de filiais no país em novas cidades, como Fortaleza e Vitória.

Em 10 anos de operação, o Brasil já está entre os quatro países mais importantes do Grupo Verisure em volume de vendas, atrás somente de países que já tem mais de 30 anos de operação. “Nesta década, não foi só o número de clientes e a satisfação que aumentaram, nosso time, base fundamental do nosso sucesso, também cresceu e se fortaleceu. De 2019 para 2021, o crescimento de novas posições foi de 25%”, afirma Jorge Lirio, presidente da Verisure Brasil.

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O que aprendi colocando a agenda ESG em prática

Por Juliano Tubino, vice-presidente de estratégia e Novos Negócios da TOTVS*

A ampliação do debate sobre a agenda ESG (Environmental, Social and Governance) é muito positiva para o mercado e, é claro, para a sociedade como um todo. Esta agenda, como não poderia deixar de ser, também foi acelerada pela pandemia, assim como a transformação digital das empresas. Para se ter uma ideia, os fundos ligados à pauta ESG cresceram 32% em ativos em 2020, somando R﹩ 8,8 trilhões, segundo levantamento da Bloomberg. Número recorde – e que tende a crescer.

No fim do dia, a ideia é gerar impacto para todos, sem deixar de olhar para a sustentabilidade de forma ampla – dos negócios ao Planeta. No entanto, acontece com este tema o que, muitas vezes, ocorre com tudo que se torna pauta do dia para a noite. Há uma tendência de que o debate se disperse e se esvazie, correndo o risco de tornar “ESG” uma expressão tão comum quanto inconsistente.

Para evitar que isso aconteça, penso que um dos principais caminhos é realmente aprender com quem faz. Erros e acertos podem e devem ser discutidos em benchmarks com negócios que tenham saído da teoria e entrado de fato na prática. Para garantir que este trajeto seja bem-sucedido, não podemos perder o foco em olhar para cada um dos pilares de forma genuína, contando com o apoio da liderança na execução de uma estratégia consistente e relevante.

A TOTVS tem sido uma escola incrível, como uma empresa de capital aberto, com um conselho independente e como empresa de tecnologia estarmos de certa forma conectada a todos os segmentos da economia brasileira, o dia a dia na governança e liderança da empresa tem sido uma demonstração prática dos benefícios e da prática ESG na condução dos negócios. A experiência da TOTVS tem me mostrado, na prática, caminhos para isso. Selecionei sete passos que têm se mostrado efetivos nesta trajetória de aprendizado constante:

Amplie o olhar: ESG não é só sobre sustentabilidade do meio-ambiente. É, também, sobre sustentabilidade do negócio e relações com investidores. A S&P Global Ratings prevê que a emissão de títulos sustentáveis e ESG deve alcançar captação de 700 bilhões de dólares em 2021. E a perspectiva é que o número siga crescendo, à medida que a discussão sobre a pauta também é ampliada. Por isso, é importante que a empresa fique atenta aos seus indicadores e garanta que o mercado tenha visibilidade dos movimentos por um negócio mais sustentável. A relação entre valor presente e valor futuro das empresas de capital aberto tem evoluído bastante onde o último, tem sido cada vez mais beneficiado quando a empresa consegue provar a sua relevância no mercado em que atua. E relevância é um atributo que tem seu valor multiplicado, quando associado a longo-prazo e sustentabilidade. Na TOTVS esse olhar é praticado em todos os momentos. Seja na nossa atuação em mais de 11 segmentos da indústria (trazendo colaboração entre eles e não sendo dependente de nenhum em específico em momentos difíceis da economia), seja na expansão dos nossos negócios para novas dimensões como serviços financeiros e business performance, onde se tornar cada vez mais relevante para nossos clientes, mercado e interlocutores e a força motriz dessa estratégia.

Assuma responsabilidade: a atenção ao papel social das empresas torna-se cada vez mais relevante. O estudo Edelman Trust Barometer 2021 mostra que 61% dos brasileiros consideram as empresas de instituições confiáveis, competentes e éticas. Os números são inferiores quando se trata das ONGs (56%), da imprensa (48%) e do governo (39%). Fica claro que a responsabilidade das empresas em oferecer caminhos para o desenvolvimento social, como por meio de parcerias ou mesmo de projetos próprios – como na área de educação e formação técnica, por exemplo, é cada vez maior. Na TOTVS, o exemplo mais latente é o IOS (Instituto de Oportunidade Social), que apoia e capacita de forma consistente e escalonável milhares de jovens para o mercado de trabalho de tecnologia. Fazemos isso há mais de uma década, aprimorando, com consistência, o impacto social que podemos trazer. Garanta que sua empresa se aproprie desta responsabilidade.

Use a tecnologia para reduzir o impacto ambiental: a produtividade das empresas de todos os portes está cada vez mais relacionada ao uso da tecnologia. Isso significa que adotar sistemas pode ajudar as companhias a terem uma visão mais completa da realidade de todo o processo, só assim é possível ser mais eficiente, reduzindo inclusive alguns impactos ambientais. Rever processos deve ser uma constante e, neste caso, o apoio de parceiros confiáveis e experientes pode fazer toda a diferença.

Torne seu Conselho de Administração diverso: para que a agenda ESG seja realmente colocada em prática, a liderança precisa estar engajada, incentivando o engajamento de todas as camadas da empresa e do ecossistema. Para garantir isso, a diversidade precisa permear todos os níveis, incluindo os conselheiros. Aqui estamos falando de organizar conselhos mais diversos, inclusivos e independentes para garantir um maior impacto na governança. Nosso conselho tem um equilíbrio muito bacana entre os 7 conselheiros da companhia (6 independentes), entre gênero, idade, experiência profissional e modelos mentais. E isso faz toda diferença! As agendas são mais dinâmicas, requerem um rigor maior e são mais ricas.

Crie um modelo de negócios sustentável: a forma como os negócios são conduzidos do pontos de vista de métricas e resultados diz muito sobre o impacto que geram. Recorrência e previsibilidade na receita, por exemplo, ajudam a construir uma trajetória de contribuição sólida para o mercado e para a sociedade. Para isso, não basta caminhar sozinho. Estratégias de parcerias e M&A, por exemplo, são uma realidade na TOTVS, e impulsionam uma cadeia maior que gera, é claro, resultados mais efetivos para todos.

Fique atento à resposta do mercado: prêmios e reconhecimentos nunca devem ser o objetivo de uma empresa, principalmente quando se trata da agenda ESG. Mas, com o mercado cada vez mais atento ao tema, receber respostas positivas pode ser um sinal de que se está no caminho certo. Mais do que isso, buscar fazer parte de rankings, anuários e ser benchmark é uma forma de expandir a agenda para o máximo de esforço possível. Os frutos colhidos com certeza serão relevantes.

Ouça seus clientes: ao longo das últimas décadas e, mais recentemente, com a discussão mais ampliada sobre a agenda ESG, os consumidores de diferentes indústrias também se tornaram mais atentos ao tema. Além disso, as redes sociais amplificaram exponencialmente esta discussão. E isso é bom. Poder ouvir as diversas vozes do mercado – com um olhar atento às respostas dos clientes – garante que a estratégia siga sempre o rumo correto, e que as mudanças de rota possam ser feitas com agilidade sempre que necessário.

Não existe uma fórmula secreta ou um “abracadabra” para colocar em prática uma agenda ESG nas empresas. Deixo aqui minha provocação. Será que estamos realmente sendo consistentes quando falamos desse tema? Aqui na TOTVS, por exemplo, temos um GT (grupo de trabalho) composto por profissionais de diversas áreas, formações e pontos de vista. O tema não fica só no board da empresa. As ações são consistentes, genuínas e acompanhadas dia após dia por esse grupo. Essa pode ser uma ação viável para sua empresa também. Seguimos na torcida por esse tema e acompanhando de perto o movimento do mercado.

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Selettra otimiza a produção de veículos autônomos

Investir constantemente na modernização tecnológica de suas instalações tem sido fundamental para a Selettra oferecer ao mercado equipamentos e soluções para automação eficientes e com alto padrão de qualidade. E com a chegada de novos tipos de baterias no mercado, a empresa modernizou, em parceria com a Fronius, a sua sala de carregamento instalando equipamentos que pudessem atender às necessidades da sua diversificada linha de produtos de AGV (veículos guiados automaticamente), além de otimizar a produção.


“Usamos tipos de bateria variados (tracionária, estacionária, de chumbo e lítio) e de diferentes tensões. E, diante do avanço da tecnologia, precisávamos de carregadores mais inteligentes para atender a nossa demanda”, afirma Geriel Sola, gerente industrial da Selettra. A versatilidade do equipamento foi decisiva para a escolha, segundo o executivo. “Com a tecnologia Fronius podemos, com o mesmo modelo de carregador, abastecer todos os AGVs sem nenhum problema. Poucos equipamentos do mercado têm esta característica”, afirma.

Mais agilidade na carga, maior produtividade

Além de assegurar a qualidade dos AGVs que saem da fábrica, o projeto com a tecnologia Fronius impactou no processo de produção da empresa.


Com a modernização, segundo o gerente industrial da Selettra, a empresa garantiu uma economia de 15% no tempo de carga otimizando em 30% o processo de produção, o que resultou em um aumento de 15% na produção de veículos.


Outros diferenciais dos carregadores da Fronius destacados por Sola são a interface amigável, que permite ao operador configurar o carregamento com mais facilidade, e recurso inteligente, como a programação da curva de carga, que garante fornecimento de energia seguro, na medida certa, evitando o desgaste da bateria.