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Cubo Itaú e Liga Ventures iniciam parceria levando soluções de startups para potencializar a eficiência dos processos internos das empresas no País

De um lado, a curadoria, conexão e alcance da comunidade Cubo Itaú e, do outro, a experiência na condução e implementação de iniciativas e projetos em inovação aberta da Liga Ventures. A expectativa é que a parceria entre as duas instituições potencialize a eficiência dos processos internos das empresas em ao menos 20% através de conexões e soluções de startups que contribuirão com os desafios de transformação digital dessas empresas e de seus processos internos.  O Cubo Itaú, mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, e a Liga Ventures, plataforma de inovação aberta pioneira no mercado de aceleração corporativa e corporate venture, nasceram no mesmo período e tiveram contribuição direta na formação do ecossistema de inovação e startups do Brasil.

Definida como Jornada de Inovação Aberta, a iniciativa operada pelas duas instituições terá como enfoque principal a prospecção ativa e direcionada de startups para os desafios apresentados por corporações. Durante a jornada, as empresas participarão de encontros recorrentes com startups, curadas e selecionadas a fim de sanarem as dores e otimizarem oportunidades dessas empresas, objetivando ganhos de eficiência operacional e transformação digital para áreas internas, como RH, Operações, Marketing, Vendas, Logística, entre outras.

Além das mais de 450 soluções altamente selecionadas e em fase de tração que fazem parte da comunidade do Cubo Itaú, as corporações passam a contar com a base da Liga Ventures com mais de 25.000 startups catalogadas no Brasil e América Latina, ampliando ainda mais o portfólio para geração de negócios. As expertise e metodologia desenvolvidas ao longo de mais 50 programas de aceleração conduzidos pela Liga Ventures já geraram mais de 450 projetos entre startups e mais de 60 corporações diferentes nos últimos anos. Ao longo de 2020, apenas o Cubo recebeu mais de 350 desafios das grandes empresas que fazem parte da sua comunidade.

“É uma parceria que irá potencializar a geração de negócios entre startups e corporates, uma vez que vamos unir nossas experiências e trazer uma jornada ainda mais completa e eficiente para o processo de inovação aberta do mercado. Não temos dúvidas que teremos excelentes resultados ao final de cada conexão”, comenta a co-head do Cubo Itaú, Renata Zanuto.

A Liga Ventures entende que, com esse passo ao lado do Cubo Itaú, principal hub de startups da América Latina, a empresa está pronta para escalar sua atuação no mercado brasileiro. “A junção das competências do Cubo Itaú e da Liga criará um ambiente capaz de oferecer soluções para as principais necessidades das empresas em suas estratégias de inovação aberta com as startups. Como primeiro passo, vamos conduzir a Jornada de Inovação para os atuais mantenedores do Cubo, auxiliando na formação e conexão com startups para desafios internos das mesmas. Ao longo desses mais de cinco anos de experiência, nós conectamos oportunidades e transformamos negócios. A parceria com o Cubo marca uma evolução dessa trajetória e uma oportunidade madura para as empresas conseguirem acessar soluções e inovar ainda mais”, diz Raphael Augusto, diretor da Liga Ventures. “Este é o nosso primeiro movimento. Em breve, o mercado poderá acessar outras novidades da nossa parceria”, reforçam Zanuto e Augusto.

Vivo é a melhor operadora em ESG do Brasil

A Vivo é a melhor empresa de telecomunicações em ESG no Brasil, de acordo com o Ranking Merco de Responsabilidade e Governança Corporativa 2020, que está em sua 7ª Edição. No ranking geral, composto por 100 empresas, a companhia avançou 23 posições em relação ao ano anterior e ocupa a 16ª posição. A avaliação traz ainda uma análise das “30 Empresas com Maior Compromisso e Responsabilidade Social Durante a Pandemia” que aponta a Vivo na 11ª colocação. A avaliação anual da Merco é realizada com base em pesquisa multistakeholder, que inclui diretores de empresas, analistas financeiros, associações de consumidores, governos e público em geral.

“A sustentabilidade é um dos pilares estratégicos da Vivo. Desde 2019, somos Carbono Neutro e temos 100% de nossa energia renovável, além de uma jornada robusta em diversidade e do apoio na formação de educadores e alunos nas escolas públicas em todos os Estados brasileiros . O reconhecimento da sociedade neste importante ranking de reputação em ESG nos estimula a continuar avançando” afirma o vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Vivo, Renato Gasparetto. Em apenas dois anos, a empresa avançou 62 posições no ranking geral, uma evolução sem precedentes no setor.

Em 2020, a Fundação Telefônica Vivo destinou R$36,6 milhões para a compra de equipamentos hospitalares e alimentação de famílias mais afetadas durante a pandemia e adicionou serviços e opções de parcelamento aos clientes. Para ajudar as empresas, expandiu sua plataforma de relacionamento Vivo Valoriza para os pequenos e médios negócios e realizou o pagamento de cerca de R$ 2 bilhões para os pequenos e médios fornecedores. Também fortaleceu suas iniciativas pela diversidade e inclusão e impulsionou temas ambientais. Por meio do programa Recicle com a Vivo, lançou um movimento para mobilizar a sociedade para o descarte adequado do lixo eletrônico, viabilizando a reciclagem de 7,6 toneladas de resíduos eletrônicos. O programa está disponível nas mais de 1,6 mil lojas Vivo em todo o Brasil.

Mais informações sobre o ranking em:
https://www.merco.info/br/actualidad/as-100-empresas-com-melhor-responsabilidade-e-governanca-corporativa-no-brasil

Dados pessoais, identificáveis, sensíveis e anonimizados: entenda as principais diferenças dessas informações

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709, de 14/08/2018) que entrou em vigor em 16 de agosto de 2020, trouxe diretrizes importantes e obrigatórias para o tratamento de dados, tanto no meio físico, quanto no digital. Por ser uma lei, é natural que a regulação exija o conhecimento de termos específicos, já que há um vocabulário com terminologias próprias. Pensando nisso, o Grupo DARYUS, empresa referência em consultoria empresarial e educação nas áreas de tecnologia e gestão, desvenda os diversos tipos de dados e apresenta exemplos para cada termo. 

“Para começar, precisamos entender que dado é um conjunto de informação. É tudo que pode ser mensurado, coletado e analisado, sendo representado por caracteres numéricos ou palavras”, comenta Daniela Dantas, consultora em Privacidade e Proteção de Dados do grupo Daryus.

Segundo a especialista, os dados são classificados em dois tipos:

  • Estruturados: que são dados formatados e seguem um padrão fixo, são organizados, como linhas e colunas, sendo facilmente processados, tendo como exemplos: nomes, datas, endereços, tabela do Excel etc.
  • Não estruturados: que possuem uma formatação específica e são mais fáceis de serem processados, como por exemplo: e-mail, imagens, vídeos, áudios, mensagem de rede social.

E podem ser denominados como:

  • Dados pessoais: segundo a LGPD, dado pessoal é toda e qualquer informação que identifique ou possa identificar uma pessoa natural, ou seja, um sujeito provido de direitos e obrigações a partir do seu nascimento com vida.
    • Nome, sobrenome, nome familiar;
    • Endereço residencial;
    • Data de Nascimento;
    • CPF;
    • RG;
    • CNH;
    • PIS;
    • E-mail;
    • Telefone (fixo, móvel).
  • Dados identificáveis: são informações que, sozinhas, não identificam ninguém, porém, no momento que são agrupadas com outros dados, permitem identificar uma pessoaUm bom exemplo para entender o que é um dado identificável é um quebra cabeça, pois somente fará sentido juntando algumas peças, assim funcionam os dados identificáveis. Ou seja, quanto mais informações combinadas de uma pessoa, mais fácil de ser identificado e maior risco associado à proteção de dados:
    • Número de cartão de crédito;
    • IP do computador;
    • Nome da empresa em que você trabalha;
    • Placa de Carro;
    • Cookies

Exemploquando o CPF é solicitado na farmácia pelo caixa, o indivíduo será beneficiado com programa de descontos ou a coleta do CPF serve apenas para mascarar o compartilhamento dos dados com o plano de saúde? Desta forma, é sempre importante questionar para qual finalidade, por qual motivo a solicitação do CPF ou outro dado está sendo requerido.

  • Dados sensíveis: está relacionado com a intimidade do titular do dado, com suas preferências, com aquilo que de fato acredita, desta forma, a lei deixa bem clara a importância de somente utilizar esses dados com consentimento do titular e atendendo as bases legais. Portanto, por conta de sua sensibilidade natural, tem maior probabilidade de discriminação de uma pessoa por expor sua religião, orientação sexual, filiação partidária, orientação política, raça, tipo sanguíneo, dados de saúde, reconhecimento fácil/digital e histórico médico.
  • Dados anonimizados: dado relativo ao titular que não possa ser identificado. Nesse caso, considera-se a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis no tratamento, perdendo a possibilidade da associação direta ou indireta a um indivíduo, impossibilitando desta forma o poder de aplicação à LGPD.

Exemplo: o salário do CEO de uma determinada empresa, pode variar entre R$ 70 mil a R$ 105 mil por mês. Compreende-se que não há como saber qual o nome do empresário e qual empresa este CEO trabalha. Já no segundo exemplo, um executivo da empresa tem salário mensal de R$ 87 mil, o nome da empresa não foi anonimizado, somente o nome do executivo. Contudo, através de uma busca mais criteriosa por executivos da alta direção da tal empresa, seria possível descobrir o executivo ou executivos com esse salário, ou salário próximo. Portanto, a anonimização é muito importante para descaracterizar o dado pessoal.

Dantas esclarece ainda que dados relacionados a pessoa jurídica, por mais sigilosos que possam ser, não são dados pessoais. São informações das organizações e estão fora do escopo da LGPD, a não ser que estejam vinculados a uma pessoa natural, identificada ou identificável.

Fintech Zoop abre 43 posições para trabalho remoto em todo o país

A Zoop, fintech líder em tecnologia para serviços financeiros, está com 43 posições abertas para diversos cargos e áreas, tais como Finanças, Compliance, Operações, RH e Vendas, incluindo Banco de Talentos para Mulheres em Tecnologia e para Pessoas com Deficiência (PCD). A maior parte das posições podem ser exercidas remotamente, por isso, aceitam candidatos de todo o Brasil e de fora do país também. De qualquer maneira, no início, todos os profissionais contratados trabalharão em regime home office devido à pandemia de Covid-19 – flexibilidade que será mantida mesmo após o término da pandemia.

“Estamos em franca expansão e montando um time diverso e repleto de talentos. Em apenas dois anos, passamos de 120 para 400 colaboradores e devemos ter mais 100 vagas abertas até março de 2022. Isso mostra como estamos empenhados em desenvolver o mercado e nossos profissionais. Também estamos buscando cumprir com nossa responsabilidade como empresa de sermos um retrato do mercado em que atuamos, com toda a diversidade que temos em nossa sociedade, para que isso não seja mais exceção e sim o normal do mundo corporativo brasileiro”, explica Renata Sigilião, VP de Gente e Cultura na Zoop.

A maioria das oportunidades é voltada à área de tecnologia, em funções como engenheiro de dados, desenvolvedor backend, desenvolvedor de sustentação e arquiteto cloud, entre outras. As vagas incluem benefícios como, vale-refeição, assistência médica e odontológica, auxílio home-office, auxílio bem-estar, convênio com academia, participação nos resultados, licença parental de seis meses para homens e mulheres, seguro de vida e flexibilidade de horários. Cada vaga possui seus requisitos específicos, que podem ser consultados no site: https://zoop.com.br/vagas/ .

Zoop Flex: programa atrai diversas gerações e talentos

Todas as 43 oportunidades fazem parte do Zoop Flex – um programa de contratação flexível criado em 2020 que possibilita que os profissionais optem por trabalhar presencialmente, de forma totalmente remota, ou no modelo híbrido, tendo total autonomia para decidir em que dias trabalhará na sede da empresa (somente após término da pandemia) ou remotamente.

“O programa de contratação flexível implementado na empresa traz o benefício de os colaboradores decidirem onde preferem morar, sem a necessidade de estarem perto dos nossos escritórios. Temos funcionários morando em 14 diferentes estados e, no que depender da Zoop, esse mapa continuará em expansão”, pontua Renata.

O grande diferencial do programa é que ele traz a flexibilização e os benefícios desse modelo de trabalho mesmo para os funcionários que não são contratados para o regime 100% remoto. Com o Zoop Flex, todos podem trabalhar remotamente quando e onde quiserem, sem necessidade de aprovação prévia com os gestores, apenas um aviso. Devido à iniciativa, todos os profissionais têm liberdade para se mudar para outras cidades ou passarem temporadas em outras regiões ou países, sendo verdadeiros nômades digitais.

70% dos profissionais afirmam que marca empregadora é um fator importante para aceitar uma vaga

A ideia de marca empregadora é cada vez mais importante no mercado de trabalho. Uma pesquisa realizada pelo InfoJobs, empresa de tecnologia para recrutamentos, revelou que 70% dos profissionais do mercado de trabalho levam em conta a reputação da marca empregadora das organizações para aceitar uma proposta de emprego. O levantamento revelou ainda que 76,2% dos entrevistados procuram por páginas de opinião pública e redes sociais sobre a empresa antes de tentar uma vaga.

“Atualmente, no mundo corporativo, muitas empresas disputam por visibilidade. Porém, não basta apenas aparecer, é preciso ser visto positivamente no universo empresarial”, afirma Ana Paula Prado, Country Manager do InfoJobs. Para a executiva, o papel do RH é entender como vai ser a jornada do candidato – antes mesmo de estar inserido na empresa – e depois se preocupar em como ele irá atuar ali dentro, caso venha a ser contratado.

Hoje em dia, mais do que oferecer oportunidades de emprego, as empresas precisam se preocupar com o que o candidato quer saber e o que o desperta o seu interesse. Para 43,2% dos entrevistados, plano de carreira é o que mais importa ao se candidatar a uma vaga; em segundo lugar, aparece salário e benefícios (32,6%). Em contrapartida, os motivos que mais fazem os candidatos desistirem de uma vaga são: divergência de informações (35,7%) e salário incompatível com o mercado de trabalho (31,4%).

Nesse cenário fica evidente a importância de um job description bem feito e transparente, para que o candidato entenda para qual vaga está se candidatando, inclusive, a faixa salarial da oportunidade. Não à toa, 87% dos profissionais preferem um anúncio de vaga completo, com todas as informações necessárias, contra 13% que preferem um anúncio mais direto, com outras informações durante o processo.

Outro ponto importante, e já conhecido pela maioria, é a ausência de feedback nas entrevistas. Apesar do comportamento ter mudado, algumas das reclamações continuam as mesmas e nunca é demais enfatizar que o que os profissionais menos gostam em processos seletivos é a falta de feedback durante o recrutamento (43,8%), seguido de um processo com muitas etapas (26,4%).

Por fim, os dados mostram que mais da metade dos profissionais acompanham as empresas que são premiadas e reconhecidas pela marca empregadora, e dentre as pessoas que acompanham, 98,3% dizem que esse tipo de reconhecimento gera desejo de trabalhar nessas empresas. Pensando justamente nisso, o Best WorkPlaces homenageia as 50 empresas mais bem avaliadas no InfoJobs Advisor, onde são encontradas mais de 9 milhões de avaliações espontâneas sobre as empresas. O prêmio é um reconhecimento para as empresas que são consideradas os melhores lugares para se trabalhar no Brasil.

“A reputação da marca está exatamente nesse contexto. Entenda que a atração vai desde o processo seletivo, benefícios descritos na vaga, plano de carreira e feedback. Isso sem falar nos comentários em páginas de opiniões, postagens nas redes sociais, prêmios de reconhecimento e visão de funcionários e ex-colaboradores. Por isso é imprescindível que as empresas entendam que a todo momento falam com pessoas, que são consumidoras da sua marca”, finaliza a executiva.

HypeFlame abre 200 novas vagas em tecnologia para trabalho remoto

A HypeFlame, empresa criada a partir de uma spin-off da área de tecnologia do Agibank, anuncia 200 vagas abertas para profissionais de todo o País. As oportunidades são para trabalho remoto em diversas frentes como cyber security, engenharia de dados e software, infraestrutura, UX (user experience), UI (user interface), entre outros.

Logo em dezembro de 2020, quando a empresa foi criada, foram anunciadas 100 vagas. Hoje, 200 das 600 pessoas que compõem a equipe, foram contratados em 2021, e a perspectiva é manter o ritmo de crescimento. “Estamos buscando profissionais curiosos e empreendedores para crescer conosco e trabalhar no desenvolvimento de soluções inovadoras, com foco no aprendizado e evolução contínua”, comenta Fernando Castro, CEO da HypeFlame.

Segundo Castro, um diferencial na empresa são os programas voltados ao desenvolvimento profissional, inclusive para aqueles que não têm experiência no setor. Nos últimos três meses, o HypeFlame Start, que oferece capacitação para iniciantes em tecnologia, selecionou 12 talentos no primeiro ciclo do programa para compor seu time.

Com gestão independente, a HypeFlame tem como objetivo fortalecer a operação de tecnologia do Agibank e prover toda a estrutura necessária para sustentar o plano estratégico de crescimento da instituição nos próximos anos, além de atender outras empresas do mercado.

As 200 vagas disponíveis podem ser acessadas pelo site https://jobs.kenoby.com/hypeflame .

10 razões para adotar boas práticas de governança em sua empresa

Com a sociedade e as empresas passando por transformações e buscando um mundo cada vez mais igualitário, justo e transparente, o termo “governança corporativa” começou a aparecer cada vez mais na mídia e no meio corporativo. Mas o que significa governança? Ela é o modo como uma organização é administrada. São regras que determinam quais assuntos são decididos e por quem. É o direcionamento sobre o que é decidido por acionistas, sócios, cooperados ou patrocinadores, pelo Conselho de Administração e o que fica a cargo da Diretoria.

A boa governança assegura que os interesses dos administradores estejam alinhados aos interesses de todos os envolvidos no negócio. Ela garante que os processos e a estratégia estão sendo seguidos corretamente e que ajustes e adequações no planejamento estratégico, por exemplo, sejam feitos de forma mais colaborativa entre o Conselho de Administração e a Diretoria.

Mas as empresas podem executar boas práticas de governança corporativa? Para ajudar o mercado com essa questão, a Atlas Governance listou 10 razões para que as organizações ponham em prática a execução desse processo:

01. Resiliência

Organizações que praticam a boa governança tendem a ser mais resilientes a crises, pois possuem credibilidade junto ao mercado e têm mecanismos de controle e gestão de riscos mais eficazes.

02. Rentabilidade

A boa governança impacta positivamente na rentabilidade do negócio, porque boa estratégia e boas decisões resultam neste efeito.

03. Redução de Custo

Contribui para a redução do custo de juros junto a bancos e a emissores de dívida (maior confiança do mercado = menor risco de crédito).

04. Redução de Riscos

Reduz os riscos organizacionais com a adoção da matriz e do mapeamento de riscos (acompanhamento e controle de riscos com o foco na mitigação).

05. Auditoria e Controles Internos

Melhora os processos de auditoria e controles internos, tornando-os mais eficazes e proporcionando mais segurança à organização.

06. Conflitos de Interesse

Reduz os conflitos de interesse entre acionistas/sócios e administradores.

07. Imagem e Reputação

Melhora a imagem e a reputação da organização perante as suas partes interessadas (stakeholders), criando uma cultura de ética e integridade em total alinhamento com os seus valores organizacionais.

08. Longevidade

Prepara melhor a organização para os desafios de curto, médio e longo prazos (longevidade com melhores resultados).

09. Diversidade

Contribui para a criação de uma cultura mais inclusiva com valorização da diversidade, um tema muito em pauta atualmente.

10. Planejamento Sucessório

Possibilita o planejamento sucessório bem estruturado e melhor executado, alinhamento de interesses e a profissionalização da gestão, esta última no caso das empresas de controle familiar.

InovAtiva Brasil selecionará 360 startups para o novo ciclo de aceleração

O maior programa de aceleração da América Latina apoiará mais de 700 startups e projetos de negócios inovadores em 2021

Estão abertas as inscrições para o Ciclo 2021.2 do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina. Até 360 startups e projetos de negócios inovadores de base tecnológica serão selecionados para participar de um ciclo de aceleração online e gratuito, realizado de agosto a dezembro deste ano. As inscrições seguem até 19 de julho e podem ser feitas no site.

O programa tem o objetivo de capacitar empreendedores de todo o país e oferecer oportunidades de conexão, visibilidade e mentoria para as startups aceleradas. O ciclo de aceleração está dividido em duas etapas: Aceleração e Conexão. Para a primeira etapa, serão selecionados até 360 projetos, que participarão de atividades de mentoria de negócios, capacitação empreendedora e do evento InovAtiva Day.

Entre as ações realizadas estão mentorias coletivas sobre temas como precificação, modelagem financeira e gestão de equipes; mentorias individuais de negócios; treinamento de pitch – como é chamada a apresentação de negócios das startups.

Finalizada a etapa de Aceleração, até 140 negócios seguem para a segunda fase, chamada de Conexão. Nela, os selecionados participarão de mentorias individuais especializadas para seus negócios – de acordo com necessidades mapeadas na etapa anterior – e terão a oportunidade de apresentar suas soluções para investidores e executivos de grandes empresas no InovAtiva Experience, evento de encerramento do ciclo.

“Estamos com inscrições abertas para até 360 projetos, totalizando 735 projetos apoiados pelo InovAtiva Brasil em 2021, um recorde na história do programa. Esse número traduz o esforço contínuo do InovAtiva Brasil para garantir que o país tenha reconhecimento como um dos principais ecossistemas de inovação no mundo”, diz Bruno Portela, Secretário Adjunto de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

Podem se inscrever soluções inovadoras de base tecnológica, de qualquer área de atuação, que desenvolvam produtos ou serviços em estágio de validação, operação ou tração. É preciso ter ao menos um MVP (Produto Mínimo Viável), a versão simplificada do produto de uma startup. O resultado dos projetos selecionados será divulgado no site no dia 16 de agosto.

“Neste ciclo, vemos a consolidação de uma fase do programa, onde selecionamos mais Startups, realizamos mais ações de conexão e agregamos mais valor à rede Inovativa”, afirma o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.

Solfácil recebe R$ 160 milhões e se consolida entre as maiores fintechs do Brasil

A Solfácil, primeira fintech solar do Brasil, anuncia nesta quarta, 23, o maior aporte de venture capital no setor de energia solar do Brasil: R$160 milhões em rodada Série B liderada pelo fundo de venture capital norte-americano QED Investors, com a participação da Valor Capital Group, que liderou a Série A. Com o montante, a fintech pretende investir em tecnologia para melhorar e expandir suas linhas de financiamentos, dobrar a rede de parceiros integradores de 5 mil para 10 mil, além de lançar uma linha solar para o agronegócio.

A fintech se junta a nomes como Nubank, Creditas, Loft, ou Quinto Andar, que já receberam investimentos da QED, gestora fundada por Nigel Morris, o fundador da Capital One, gigante norte-americana de cartões de crédito. “QED é um dos investidores mais fortes em fintechs do mundo, eles vão trazer muito know-how para consolidar a Solfácil como a marca líder em tecnologia e financiamento de energia solar distribuída no país”, vislumbra Fábio Carrara, CEO e fundador da Solfácil.

A rodada Série B vem como fruto de um histórico de crescimento acelerado e consistente da fintech. Nos últimos 12 meses, a empresa cresceu mais de 20 vezes, o que já coloca a Solfácil entre as três maiores fintechs de crédito do Brasil em volume de créditos concedidos.

Expectativas

O aporte vai acelerar o crescimento da empresa que atua em um dos setores mais promissores do Brasil, que será essencial na solução dos problemas de abastecimento energético e dependência crescente de termelétricas poluentes, geradores das famosas bandeiras vermelhas. “Apesar de 93% das pessoas desejarem instalar energia solar em suas casas, poucas têm poupança suficiente para fazer o investimento necessário. A Solfácil e sua linha de financiamento solucionam esse problema e o Brasil ainda tem muito espaço para crescimento, uma vez que apenas 0,6% das residências usam energia solar distribuída no Brasil, enquanto em outros países, como a Austrália, 25% das residências já dispõem de tal solução”, ressalta Fábio.

Com o investimento, a companhia vai continuar investindo em serviços que alavanquem as vendas de seus parceiros integradores solares e solidifiquem sua base gerencial para continuar crescendo no Brasil junto aos mais de 20 mil integradores solares, que serão protagonistas na retomada verde e na geração de milhares de empregos e disseminação dessa tecnologia por todos os telhados do Brasil, do norte ao sul do país.

Com mudanças previstas no produto de financiamento, a Solfácil espera atingir R$ 1 bilhão em financiamentos de projetos de energia solar em 2021, chegando a R$ 2,5 bilhões até 2022, impulsionada por seu avanço tecnológico assim como pelo crescimento do setor de energia solar distribuída, que já alcança 170% ao ao. Para tanto, além de aumentar o time dos atuais 215 para 460 colaboradores até dezembro de 2022, incluindo novos especialistas em marketing e vendas, criará produtos que auxiliem nas compras, vendas e pós-vendas dos seus parceiros integradores.

“O QED vem estudando as tendências de financiamento em energia solar já faz um tempo e estamos muito felizes de anunciar nossa parceria com o Fábio e o time da Solfácil,” afirma Mike Packer, sócio da QED. “O mercado de energia solar só está começando a decolar globalmente e o Brasil é um mercado de muito potencial para crescimento. A Solfácil está perfeitamente posicionada para agregar valor para tanto os integradores como os consumidores finais, como fica evidenciado pelo seu forte crescimento recente e sua capacidade para escalar. É raro ver uma plataforma que cria uma situação ganha-ganha: neste caso entre integradores, consumidores finais e mercado de capitais. Estamos muito empolgados em sermos parceiros nessa jornada e ajudar a criar um gigante no setor de energia solar”, completa o investidor.

Posição consolidada


A Solfácil é a primeira fintech especializada em energia solar do Brasil. Ela oferece os prazos de financiamento mais longos do mercado (120 meses), períodos de carências (6 meses), e taxa de juros competitivas (CET em torno de 1,3%). Um sistema de geração distribuída de energia solar dá um retorno sobre o capital investido superior a 10 vezes o rendimento atual da poupança.

Nesse modelo, o consumidor final (residencial, PMEs ou produtor rural) tem economia imediata ao substituir grande parte da conta mensal de energia elétrica por uma prestação ainda menor – a parcela do financiamento chega a ser 30% inferior à conta de energia tradicional. Além da rodada de investimento para capitalizar a empresa, em 2021, a Solfácil também emitiu com sucesso o primeiro FIDC verde do Brasil de R$500 milhões no contexto de um mercado de capitais que busca cada vez mais ativos ESG.

Rodrigo Galvão assume novas responsabilidades na operação da Oracle América Latina

Com uma trajetória de mais de 18 anos na Oracle, Rodrigo Galvão é promovido para assumir a nova unidade de negócios, liderando toda a estratégia de transformação digital na América Latina. A empresa acredita que a tecnologia removeu as barreiras geográficas e, por isso, está exportando esse talento para apoiar e integrar a experiência dos clientes na região.

Após quatro anos na liderança da operação do Brasil, o executivo será responsável por uma nova linha de negócios orientada 100% ao cliente, criada para habilitar o desenvolvimento tecnológico com grande foco em indústria e cloud. Essa mudança reforça a estratégia client oriented que cada vez mais tem focado em táticas especializadas por indústria e voltadas às necessidades individuais de cada empresa, apoiando em sua jornada para nuvem.

“Estar à frente desta nova unidade para toda a América Latina é uma grande honra, e trabalharemos cada vez mais para trazer aos nossos clientes mais valor, mais conhecimento e atuar como mais do que consultores, reforçando nossa posição como parceiros de negócio”, comentou.

Galvão começou sua jornada na empresa como estagiário e vivenciou diversas áreas antes de assumir a presidência aos 35 anos. Nesses anos na liderança da Oracle Brasil, ele iniciou processos de transformações de negócios, cultural e organizacional a fim de valorizar e atrair talentos alinhados com o principal propósito da Oracle no país: transformar o mundo, empoderando as pessoas por meio da inovação. O executivo disseminou essas práticas para que tais estratégias se expandam para todas as áreas. Além disso, o executivo esteve à frente do fomento à área de inclusão da companhia que mostrou o quanto os talentos singulares podem trazer um resultado único e inovador aos produtos da empresa. Na nova posição, ele levará mais adiante os grandes resultados do Brasil, as melhores práticas e modelos de sucesso para os demais países da região.

Sua paixão pelo negócio reflete diretamente em sua atuação no empoderamento dos colaboradores, que resultou no aumento da satisfação dos clientes, produtividade, maior colaboração entre as áreas. Ele focou também no reforço dos programas voltados para os pilares de Inovação, Empreendedorismo, Educação, Social e Pessoas.

Alexandre Maioral é o novo presidente da Oracle Brasil

A partir de junho de 2021, Alexandre Maioral assume a presidência da Oracle Brasil, reportando-se a Luiz Meisler, vice-presidente executivo da Oracle América Latina. Após uma jornada em posições de liderança nas principais linhas de negócio da empresa e dois anos atuando como vice-presidente sênior de Aplicativos, o executivo será responsável pelas estratégias da operação brasileira da companhia, dando continuidade ao legado de seu antecessor, Rodrigo Galvão, que nos últimos 4 anos trabalhou fortemente a cultura da empresa para a nova realidade de transformação nos negócios de clientes. Rodrigo Galvão, por sua vez, assume a posição de vice-presidente sênior para Tech Cloud na América Latina, um reconhecimento pelos seus mais 18 anos de trabalho.

Sob a gestão de Maioral no Brasil, a Oracle dará continuidade à sua estratégia de liderança no mercado de cloud, destacando a presença da empresa no mercado com uma abordagem consultiva e profundamente integrada às necessidades dos clientes. O executivo fez parte do comitê que liderou a transformação cultural na subsidiária e sua gestão como presidente terá grande foco em traduzir as grandes inovações e tendências para a realidade do mercado, integrando simplicidade e dinamismo. Para as comunidades internas da Oracle, seu principal objetivo está na formação continuada de uma liderança criativa, gestão bottom up e ter profissionais que saibam se adaptar para dar conta das mudanças exponenciais que impactam as empresas atualmente.

A mudança na liderança das operações da Oracle no Brasil é parte de uma reestruturação da empresa em toda a região. De acordo com Luiz Meisler, vice-presidente executivo da Oracle América Latina, “nosso papel é ser uma ponte entre o cliente e a tecnologia, promovendo serviços para cada demanda. Por isso, precisamos nos adequar para que o compromisso em manter o cliente como foco seja feito com excelência”.

Há quase dez anos atuando na Oracle Brasil, Maioral iniciou sua carreira como gerente executivo da companhia e passou pelas áreas de Contas Estratégicas, Serviços de Experiência do Cliente, Tecnologia e Inovação. Durante sua experiência na Oracle, ele atuou na linha de frente dos processos de consolidação da área de Aplicativos na operação brasileira.

Em um país de dimensões continentais como o Brasil, Maioral acredita que a tecnologia da Oracle deve contemplar a conectividade para chegar a todos os cantos e gerar oportunidades. Ele comenta que ela também precisa ser segura, garantir performance e previsibilidade de custo em moeda nacional para que as empresas possam desempenhar seu papel além da receita.

O executivo é formado em Engenharia Industrial Elétrica pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Finanças verdes e agenda ASG nos bancos são destaques no segundo dia do CIAB FEBRABAN 2021

Nesta quarta-feira (23), segundo dia do CIAB FEBRABAN 2021, especialistas das áreas de sustentabilidade do setor financeiro vão traçar o panorama da economia verde no país durante o maior congresso de tecnologia do setor financeiro da América Latina. O painel de abertura acontece das 9h às 10h, com o economista Mark Carney, Vice Chair da Brookfield Asset Management e head de ESG e Investimentos de Impacto, que vai falar sobre o papel do capital privado na corrida pelo carbono neutro.

Carney detalhará seu trabalho como enviado especial da ONU para Ação Climática e Finanças e vai falar também sobre sua atuação com foco no desenvolvimento de produtos que combinam resultados sociais e ambientais positivos para investidores, entre outros temas. A moderação será feita por João Marcello Dantas, CFO do BTG Pactual.

A agenda ASG e as finanças sustentáveis estarão em debate durante diversos painéis que vão ocorrer na quarta-feira no congresso.

O papel do setor financeiro na inovação para o desenvolvimento sustentável, a adoção de melhores práticas ambientais, sociais e de governança e o crescimento com impacto positivo a partir de estratégias de diversidade, inclusão e educação são alguns dos assuntos que estão na pauta dos especialistas.

Durante à tarde desta quarta-feira (dia 23), a expansão das fintechs e do e-commerce entram em pauta, no painel que vai debater como as empresas do varejo se reinventaram, viram as vendas digitais crescer e como podem sair fortalecidas da pandemia.

O evento será encerrado com um painel sobre a concessão de crédito e a relevância social das instituições financeiras no período de crise de saúde, que despertou a sociedade para a importância de ações sociais e de filantropia. As concessões de crédito do setor bancário ultrapassaram os R﹩ 4,5 trilhões durante a pandemia.

Na quinta-feira (dia 24), um dos destaques do CIAB será a apresentação da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2021 , realizada em parceria com a Deloitte, com informações sobre o avanço dos canais digitais e o volume de investimentos dos bancos no último ano e como se traduzem em conveniência e segurança ao cliente.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto , vai encerrar o CIAB FEBRABAN 2021, na sexta-feira (dia 25), ao abordar os próximos passos das iniciativas e estratégias de digitalização e modernização do sistema financeiro nacional. Entre os destaques de sua palestra estão Agenda BC#, e inovações, como o sistema de pagamento instantâneo Pix, e a implementação do open banking.

A plataforma digital do CIAB FEBRABAN 2021 também tem estandes virtuais com as principais novidades de grandes empresas e marcas parceiras.

Primeiro dia

No primeiro dia de evento (dia 22), o presidente da FEBRABAN, Isaac Sidney, destacou o papel dos bancos na pandemia, na retomada sustentada da economia e a intenção de que o congresso simbolize, antes de tudo, a renovação das expectativas de um futuro melhor: “Todos nós queremos viver”.

“O setor bancário foi líder em doações na pandemia. Quase 30% de tudo que foi doado veio dos bancos: um montante de R$ 1,8 bilhão. Doamos quase 400 milhões de reais para produção e fabricação de vacinas, a nossa esperança de vida”, afirmou Isaac Sidney.

O executivo ressaltou ainda a concessão de R$ 4,5 trilhões de crédito entre março de 2020 a março de 2021, durante sua apresentação, que pode ser assistida aqui na íntegra.

Após a abertura do evento, os presidentes de seis dos maiores bancos do país – Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Santander e BTG Pactual – fizeram um balanço sobre os compromissos sociais e as ações voltadas para a agenda ASG , que ganhou relevância durante a crise causada pela pandemia.

CIAB FEBRABAN 2021

De 22 a 25 de junho, das 9h às 18h

Inscrições: gratuitas, clique aqui

Juros baixos para crédito imobiliário aumentam a procura por imóveis na planta em 2021

Seguindo um conceito dinamarquês da casa que abraça, o Denmark foi decorado para um público que preza para qualidade de vida e bem-estar em família
Foto Roger Engelmann

Incorporadoras apostam no encantamento do cliente com ferramentas digitais e imóveis decorados

Com o isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus, as pessoas passaram a dar ainda mais valor para as suas casas, com isso a intenção de compra de imóveis vem crescendo desde o segundo semestre de 2020. Segundo pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e do Grupo Zap, a proporção de pessoas que declarou intenção de adquirir um imóvel nos próximos três meses passou de 43% no 2º trimestre para 48% no 3º trimestre de 2020. Além disso, com a taxa Selic baixa (mesmo com leve aumento nos últimos dias) e a menor taxa de juros para financiamentos imobiliários do mercado as pessoas têm preferido investir seu dinheiro em imóveis, e a procura por apartamentos na planta aumentou em 2021.

Depois da pandemia notou-se uma busca maior por cômodos extra para home office, varandas, integração com a natureza, cozinhas amplas e facilidades digitais, como automação por comando de voz. Para comprovar a presença destes diferenciais, os apartamentos decorados são uma ferramenta de marketing imobiliário fundamental e garantem uma conexão emocional entre o comprador e o imóvel.

Com o isolamento social, imposto pela pandemia, as incorporadoras e imobiliárias precisaram utilizar ferramentas digitais para materializar o sonho dos clientes por meio de tours em vídeo pelos apartamentos decorados ou desenvolvimento de tours digitais pelos projetos em 3D, por exemplo.

Com mais de 15 empreendimentos em diferentes fases, a GT Building, incorporadora curitibana, utiliza o comportamento do consumidor para desenvolver projetos que vem encantando os compradores. “Realizamos pesquisas constantes para entender o que as pessoas estão buscando e entregar soluções para melhorar o dia a dia de nossos moradores”, revela João Thomé, diretor da GT Building.

Como materializar os sonhos dos futuros moradores?

A designer, Claudia Machado e a arquiteta Elaine Zanon, da Aquitetare, são as responsáveis pelos decorados do Denmark e Maison Alto da Glória, na central de vendas da GT Building, em Curitiba. Claudia explica que tudo começa com uma reunião de briefing sobre o empreendimento.

“Nessa reunião entendemos o público alvo e conceito de marketing do empreendimento, quanto mais embasado esse conceito, melhor será o projeto do decorado. Buscamos inspiração em detalhes como estilo de vida, peculiaridade de situações momentâneas da vida cotidiana, entre outras ferramentas para contarmos uma história com a decoração do empreendimento. Também é fundamental uma conexão entre fornecedores como arquitetura, interiores, marketing e paisagismo, coordenada pela incorporadora para um projeto bem-sucedido”, explica a designer.

O processo de concepção do decorado tem início com uma pesquisa avançada, com base nos dados do briefing, por meio de materiais, imagens conceito, mobiliário e cores, para o desenho de croquis e perspectivas do projeto. “Todo esse trabalho tem como objetivo conquistar o cliente por meio de uma conexão emocional, fazendo com que ele se sinta bem e em casa em nosso projeto. Quando conversamos com as pessoas que entram no apartamento e sentem exatamente o que propomos no projeto, atingimos um encantamento fundamental para a venda”, conclui Claudia.

Atualmente a Central de Vendas da GT Building conta com 4 apartamentos decorados para os empreendimentos Denmark, Bosco Centrale, Maison Alto da Glória e Casa Milano. Segundo dados dos corretores da incorporadora 1 em cada 7 visitantes do decorado fecha negócio depois de criar uma conexão afetiva com o espaço.

Foco no público-alvo

Para obter uma conexão afetiva com as pessoas é preciso oferecer aquilo que elas buscam no seu dia a dia. Por isso o conhecimento do público-alvo de cada empreendimento é fundamental no processo de elaboração de um projeto de apartamento decorado.

“O público do Maison tem uma característica muito interessante porque ele tem dois perfis: casais jovens, por ser um apartamento compacto com um quarto para criança, que também pode virar um home office para casais sem filhos, ou casais maduros, que já moraram em casas grandes com filhos, mas agora querem um imóvel menor e mais prático para esse novo momento de vida”, conta Claudia.

Por isso o apartamento decorado do Maison Alto da Glória segue uma decoração clássica, que ao contrário do que muitos possam pensar, é um estilo muito procurado por jovens de 28 a 36 anos. “Isso é uma característica marcante do público curitibano, que gosta do que é eterno e não sai de moda. Por isso usamos uma base branca com elementos de decoração contemporâneos e soluções de praticidade, como uma porta de correr que “esconde” a área da churrasqueira que fica totalmente integrada com a sala de jantar”, revela.

O Denmark, por outro lado, segue um conceito dinamarquês de decoração, o hygge, e oferece aos moradores uma casa que abraça, de olho em um público mais familiar. Com uma cozinha acolhedora e integrada com a sala de estar e jantar, o projeto sugere a união familiar e proporciona ao visitante uma sensação de pertencimento, fazendo com que ele se imagine abrindo uma garrafa de vinho e sentando perto da lareira para finalizar um dia de trabalho, por exemplo.

“Esse projeto foi realizado antes da pandemia, mas faz todo o sentido para o momento atual, no qual fomos obrigados a estar mais em casa. O aconchego familiar é celebrado por meio de detalhes de decoração como o piso de madeira dinamarquês, gravuras e um sistema de automação que permite o controle de ar-condicionado, iluminação, abertura e fechamento de persianas e interface com aparelhos digitais por comendo de voz, ou programação via smartphones ou tablets”, finaliza Claudia.

Conductor promove agenda exclusiva de lives no CIAB Febraban 2021 e apresenta sua oferta completa de BaaS e meios de pagamento

A Conductor, plataforma líder de meios de pagamento e banking-as-a-service na América Latina, participa do CIAB Febraban 2021, que será realizado online entre 22 e 25 de junho. Em seu estande virtual no evento, a companhia apresentará suas soluções end-to-end para toda a cadeia de meios de pagamento e contas digitais, além de lives sobre esse segmento que tem crescido significativamente no país. Para se ter uma ideia do potencial do segmento, somente os pagamentos por cartão em 2020, movimentaram mais de R﹩ 2 trilhões de acordo com dados da ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços).

A empresa construiu a maior e mais completa plataforma full stack de processamento de cartões e adquirência da América Latina e fornece soluções às principais fintechs, bancos, adquirentes, varejistas e companhias de todos os setores, permitindo-lhes lançar e escalar programas inovadores de cartões, contas digitais e adquirência. Suas soluções modulares, oferecidas através de sua plataforma aberta em APIs e cloud native abrangem o processamento de pagamentos, banking-as-a-service, fintech-as-a-service e outros serviços financeiros digitais. A Conductor atualmente é responsável por mais de 95 milhões de contas e processa mais de R﹩150 bilhões em volume de pagamentos em toda a região.

Em relação à agenda exclusiva de lives que a empresa traz para o evento, Ricardo Longo, diretor de Marketing da Conductor, explica que elas contarão com a participação de executivos da empresa e líderes do segmento, que abordarão na prática como cada solução funciona e impulsiona negócios, além de cases de sucesso.

“Sendo o CIAB o evento mais importante do mercado financeiro no Brasil, desejamos mostrar a importância da cadeia de meios de pagamentos na economia nacional. Assim, além de participar, patrocinar e levar nossas soluções, queremos contribuir com informações relevantes para que os visitantes entendam como o funcionamento do segmento e como pode impulsionar praticamente todas as modalidades de negócio, principalmente no momento atual em que cada vez mais operações tem sido realizadas digitalmente”, adianta Longo.

A programação completa das lives, com a agenda de participantes, horários e inscrições estão disponíveis em https://tech.conductor.com.br/ciab2021 .

O CIAB 2021, que tem como tema Uma retomada conectada, sustentável e resiliente, será realizado entre 22 e 25 de junho, das 9h às 18h. A participação é gratuita, bastando se inscrever em: https://ciab2021.noomis.febraban.org.br/evento/ciab2021 .

CIAB 2021

Data: de 22 a 25 de junho

Horário: das 9h às 18h

Participação: Gratuita

Informações e inscrições: https://ciab2021.noomis.febraban.org.br/evento/ciab2021 .

iPlace inicia expansão internacional com abertura de primeira loja no Uruguai

A iPlace, maior revendedora premium da Apple na América Latina, está com grandes planos para 2021: inaugurar sua primeira loja fora do Brasil. O país escolhido para dar início ao programa de expansão internacional da marca é o Uruguai, com inauguração da unidade prevista para a segunda quinzena de junho.

No Brasil, a iPlace já possui 144 lojas. Para Matheus Mundstock, Diretor Geral da iPlace, esse é um desafio planejado por anos junto com a Apple, o que fortalece a confiança existente entre as marcas, sempre com o foco direcionado à experiência máxima dos clientes.

“A escolha pelo Uruguai se dá pela visão de que o país precisa ter a oportunidade de viver uma experiência Apple nunca antes vista pelos uruguaios. Também consideramos a baixa oferta de produtos, proximidade logística e o aspecto cultural. Entendemos que o país possui um elevado padrão social e estabilidade econômica que proporciona uma maior segurança ao investidor. Acreditamos que o Uruguai será o início do nosso projeto de expansão internacional para outros países”, destaca o executivo.

A iPlace é uma das 19 marcas do Grupo Herval, que contabiliza mais de 60 anos de história no Brasil. Foi criada em 2010 como revendedora oficial da Apple e hoje faz parte do programa APR – Apple Premium Reseller, na posição de maior APR do Brasil e da América Latina. O Grupo Herval atua nos mais diferentes segmentos, como Indústria, Varejo e Serviços. “Após mais de 10 anos de parceria com a Apple no Brasil, estamos dando um importante passo a nível América Latina, que pode ser apenas o início de uma grande jornada para o futuro”, aponta o Presidente do Grupo, José Agnelo Seger.

A primeira loja fora do Brasil será uma flagship, loja conceito da iPlace, com 300 m² que ficará no Punta Carretas Shopping. Todos os principais produtos da Apple estarão disponíveis desde o dia da inauguração da loja no país. “Levaremos todo o ecossistema de serviços já existentes no Brasil. Um mix completo com todos os dispositivos Apple e linha de acessórios expostos para demonstração em uma loja conceito denominada como ‘flagship’ pela iPlace, com assistência técnica autorizada para 100% dos produtos Apple, agendamento personalizado para os clientes e técnicos certificados pela Apple”, revela Matheus.

Uma das inovações que a iPlace levará ao Uruguai é o Programa Buyback, onde o cliente poderá usar o seu iPhone usado como parte do pagamento na compra de um novo aparelho da marca, serviço que faz sucesso no Brasil. Além disso, parcerias com Bancos e Operadoras de Telefonia já estão em negociações avançadas para oferecer condições exclusivas aos uruguaios. Entre os destaques da flagship, o Diretor Geral ressalta o atendimento ao público, e revela que a marca irá disponibilizar uma equipe de consultores técnicos com alto conhecimento do mundo Apple.

O espaço contará também com uma sala de treinamento para clientes com workshops gratuitos sobre o universo da gigante de tecnologia. “Tudo vai girar em torno do cliente. Vamos levar o produto até o cliente sem que ele precise sair do seu lugar, sem ter que passar pelo balcão do caixa. Queremos apresentar aos consumidores um serviço completo e de excelência com padrão iPlace e Apple”, explica o executivo. Além de atendimento personalizado, ter uma loja iPlace no país garantirá que os uruguaios recebam os últimos lançamentos em um prazo muito menor de tempo em relação ao atual cenário.

A marca terá ainda um site no Uruguai, com alta tecnologia e atendimento a partir de parceiros logísticos com cobertura nacional. Outro grande diferencial será o atendimento customizado para empresas contando com especialistas neste segmento para avaliar e facilitar as suas necessidades. “Estamos ansiosos para muito em breve entregar aos Uruguaios uma loja ampla, completa com todo o mix de produtos Apple, além das inúmeras soluções diferenciadas que a iPlace possui em seu portfólio. Levaremos todo o nosso ‘Know-how’ de Apple com muito entusiasmo e energia singular das nossas equipes”, finaliza Matheus.

Cortex, empresa de inteligência de dados, tem 50 vagas abertas para diversas áreas

A Cortex, startup líder em Growth Intelligence na América Latina está recrutando profissionais para diversas áreas. Ao todo são mais de 50 vagas para trabalhar remota ou presencialmente nos escritórios de São Paulo e Rio de Janeiro. Os interessados podem se inscrever pelo link https://cortex.gupy.io/. O processo seletivo é totalmente digital.

Além dos benefícios tradicionais, a Cortex oferece incentivos extras aos profissionais, como licença maternidade, paternidade e adotante estendida, ajuda de custo para pagamento das contas de luz, internet e auxílio home office, para o profissional remoto estruturar sua estação de trabalho.

Estudo inédito revela índice de efetividade das aceleradoras de impacto no Brasil

Como a atuação das aceleradoras de organizações sociais contribuiu para fortalecer negócios e OSCs e alavancar impactos sociais e ambientais positivos? Esta foi a pergunta feita à 11 organizações intermediárias (aceleradoras) e outros 73 negócios de impacto e organizações da sociedade civil (OSCs) que foram “aceleradas” entre os anos de 2020 e 2021.

Os resultados estão no estudo “Avaliação da Efetividade de Aceleradoras de Impacto”, realizado pela Move Social, com apoio do Instituto Sabin, Fundo Vale, Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), Instituto humanize, Aspen Network of Development Enterpreneurs (ANDE), e serão apresentados nesta quinta-feira, 24, em um evento virtual às 16h (horário de Brasília).

Daniel Brandão, sócio-consultor da Move Social e idealizador do estudo, explica que “O interesse foi investigar em que medida organizações intermediárias (aceleradoras) contribuem com o fortalecimento de negócios e OSCs e alavancam impactos sociais e ambientais positivos. A partir disso, elaboramos uma abordagem inédita para compreender a efetividade dessas iniciativas no fortalecimento de organizações e na produção de impacto positivo nas pessoas e no planeta. A inovação está em conhecer estas mudanças a partir da perspectiva das organizações aceleradas, o que compõe um universo diverso de áreas de atuação, públicos priorizados e temas de impacto”.

O crescimento exponencial de negócios de impacto socioambiental no Brasil veio acompanhado de uma onda de iniciativas de aceleração destinadas a qualificar produtos e serviços oferecidos, bem como desenvolver organizações (incluindo as da sociedade civil) e contribuir com os impactos pretendidos. Estas organizações intermediárias dedicadas à aceleração passaram a ser parte integral e relevante do ecossistema de impacto no Brasil, facilitando o amadurecimento de ideias, a articulação de redes e – para o impact investing – se constituindo como elo determinante para o fluxo de investimentos.

Reconhecida a relevância destas organizações para o ecossistema e a maturidade já estabelecida no contexto brasileiro, torna-se necessário – para aprimorar ainda mais o papel que exercem – conduzir estudos que investiguem os avanços que foram capazes de produzir, bem como os pontos que precisam de atenção e ajuste em suas estratégias. A esta ambição associa-se a motivação de contribuir com o debate sobre métricas e abordagens avaliativas para este setor, aspecto reconhecido como um desafio para diversas organizações.

Entrevistas, revisão de literatura e atenção a padrões internacionais – com destaque ao Impact Management Project – permitiram à Move Social: a estruturação de uma Teoria de Mudança da atuação de organizações intermediárias (aceleradoras), a produção de um catálogo de métricas, um instrumento de coleta de informações e a elaboração de relatório que consolida os dados coletados – dados estes que serão apresentados no evento do dia 24 de junho.

Em linhas gerais, a avaliação foi bem positiva. Na percepção da contribuição para o desenvolvimento das dimensões organizações, por exemplo, o maior grau de pontuação foi destinado às dimensões “propósito e estratégia”, “marketing, comunicação e transparência” e “pessoas e cultura”. De acordo com as “aceleradas” respondentes, além da contribuição percebida para as diferentes dimensões de desenvolvimento organizacional, a ampliação de redes de relacionamento é fortemente reconhecida. Esse aspecto está alinhado aos principais benefícios esperados em acelerações, segundo o mapeamento realizado por meio de dados de inscrições de startups brasileiras em programas desta natureza. “É um primeiro grande passo na compreensão da efetividade das aceleradoras de impacto no Brasil. O estudo trouxe ótimos insights para empreendedores, para os gestores das aceleradoras, para os demais atores do ecossistema de impacto brasileiro e, em especial, para os investidores e apoiadores das aceleradoras”, destaca Gabriel Cardoso, gerente executivo do Instituto Sabin.

Metodologia:

A principal premissa foi a viabilidade do estudo. Neste sentido, adotou-se uma abordagem não experimental ancorada em três técnicas de pesquisa. A primeira foi a revisão de literatura para informar sobre resultados de estudos semelhantes, conceitos básicos e indicadores que poderiam ser adotados, instrumentos de coleta de dados já testados e conclusões defendidas por outros autores e autoras.

Informada por referências bibliográficas, a avaliação buscou conhecer o comportamento dos programas de aceleração, por meio de entrevistas semiestruturadas com gestores destes programas. A terceira e fundamental etapa do estudo foi a coleta de dados junto a negócios e organizações da sociedade civil que participaram de programas de aceleração empreendidos pelas aceleradoras parceiras no ano de 2019.

A estrutura do estudo foi definida antes da pandemia do Covid-19 e adaptações foram necessárias no curso do trabalho, principalmente relacionadas com a ampliação do tempo de coleta de dados. Entretanto, os impactos específicos desta pandemia na dinâmica organizacional não foram incorporados no escopo da avaliação.

SERVIÇO: O evento online para apresentação do estudo “Avaliação da Efetividade de Aceleradoras de Impacto” acontece na próxima quinta-feira, 24, das 16 às 18 horas (horário de Brasília), com apresentações de Daniel Brandão e de Abigayle Davidson, pesquisadora da Aspen Network of Development Enterpreneurs (ANDE). As inscrições podem ser feitas no site: https://lnkd.in/emun3Ex

Schneider Electric promove Marta Sanchez a vice-presidente de Marketing, Sales Excellence e Business Intelligence para América do Sul

A nova posição será focada na estratégia de sustentabilidade da Schneider Electric

A Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão de energia elétrica e automação, anuncia a promoção de Marta Sanchez a vice-presidente de Marketing, Salles Excellence e Business Intelligence para América do Sul. Trabalhando na Schneider Electric desde setembro de 2019, a executiva ocupou anteriormente o cargo de diretora de Marketing para América do Sul.

Sediada na Colômbia, seu país natal, Marta terá como principal responsabilidade reforçar a comunicação da Schneider em sua estratégia de sustentabilidade, que prevê zerar a emissão de carbono até 2030, além de aumentar as receitas verdes em até 80%, reduzir 800 megatoneladas de emissões de CO2 na própria empresa e reduzir emissões de CO2 de operações de mil fornecedores em 50% até 2025.

“Como diretora de Marketing, as ações de comunicação interna e externa contribuíram para convencer colaboradores, parceiros e clientes sobre a importância de ter conectividade e automação atreladas ao conceito de responsabilidade ambiental”, afirma Marta Sanchez, destacando que “na função de vice-presidente, o objetivo é consolidar a imagem da Schneider Electric como empresa mais sustentável do mundo, uma vez que neste ano conquistou reconhecimento da canadense Corporate Knights, uma das empresas de consultoria mais relevantes do mundo”. 

Além dos planos de marketing e comunicação, a  executiva também terá atuação direta em ações estratégicas para relacionamento com canais de parceiros e gerenciamento da experiência do cliente, de modo a contribuir com a geração de valor para a marca Schneider Electric.

Carreira

Marta Sanchez é formada em engenharia industrial pela Universidad de Los Andes (Colômbia) e pós-graduada em Marketing pela Concordia University (Canadá). Além disso, possui mestrado em tecnologia da informação pela Bond University (Austrália) e mestrado em Marketing pela Kellogg School of Management, da Northwestern University (Estados Unidos).

Com 19 anos de experiência profissional, já trabalhou na Aztech Business Services, sediada na Austrália, e na filial da Microsoft na Colômbia.