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EY anuncia novas participantes do Programa Winning Women

A EY anunciou as 16 empresárias escolhidas para participar da classe 2020 do Programa Winning Women Brasil. O programa permite que as empreendedoras recebam mentoria das conselheiras apoiadoras da iniciativa e acompanhamento de um time de especialistas, além da possibilidade de participar de treinamentos, atividades e eventos, como o Prêmio Empreendedor do Ano realizado pela EY no Brasil e em diversos outros países.

“Acreditamos que as mulheres têm papel fundamental no desenvolvimento e transformação de mercados e de suas comunidades. A EY está empenhada em apoiá-las em suas jornadas e em ajudá-las a enfrentar desafios que só mulheres que empreendem conhecem. Acreditamos que este é o momento das ideias inspiradoras reinventarem o futuro”, afirma Raquel Teixeira, sócia líder de EY Private para América do Sul e líder dos programas Winning Women e Empreendedor do Ano.

As 16 selecionadas são:

• Aline Siemensoski Delgado (Maski Revestimentos)
• Ana Paula Pisaneschi (Uffa)
• Danielle Thome (Projex Engenharia)
• Emily Steed Ewell e Eduarda Camargo (Pantys)
• Fernanda Carvalho Stefani e Joziane Alves (100% Amazônia)
• Grace Mary Klein de Aquino (Spectracolor)
• Luciana Carmo dos Santos (WE Viagens)
• Luciana Melo (Café Cultura)
• Ludmilla Rossi de Oliveira (Grupo Mkt Virtual)
• Mariana Melissa Alvena Marques (Amarq Consultoria)
• Renata Pereira Moraes (ImpulsoBeta)
• Roberta Mendes Pereira Whately e Priscila Pádua Palácios (Agência Fizz)
• Suzel Garcia de Lima Figueiredo (Ideafix Pesquisas Corporativas)

O Winning Women otimiza o crescimento e oferece maior visibilidade às empresas dessas profissionais, além de expandir o conhecimento e aperfeiçoar as habilidades para um melhor êxito nos desafios cotidianos.

A iniciativa conecta mulheres empreendedoras com organizações e indivíduos que possam apoiar suas empresas, criando uma influente rede de mulheres notáveis. Por meio da realização de reuniões frequentes entre conselheiras e participantes, o programa promove a troca de experiências e ampliação das redes de contatos dessas empreendedoras, além de ajudar na construção e no aperfeiçoamento de conceitos como branding, liderança e gestão. O Winning Women faz parte de uma série de iniciativas da EY para o fortalecimento do empreendedorismo no país.

Sobre a EY

Plataforma focada em promover pequenos negócios chega ao Brasil

Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o faturamento do comércio brasileiro enfrenta uma queda de 39% em relação ao período anterior à pandemia de coronavírus. Dentro deste cenário, as pequenas e médias empresas são as mais prejudicadas, sendo obrigadas a se reinventar e buscar novas plataformas para manter-se relevantes no mercado dentro da crise. Neste período de incertezas, a iZettle , fintech sueca de meios de pagamento, têm realizado uma série de iniciativas com o objetivo de ajudar, orientar e dar suporte a esses empreendedores.

A nova realização da fintech é a plataforma gratuita Pequenos Gigantes. Já conhecida em outros países que têm atuação, o site da iZettle chega ao Brasil com o objetivo de fomentar as PMEs, convidando o consumidor a fazer as compras e procurar serviços nos pequenos comércios de bairro, que precisam de mais apoio que os grandes.

As empresas podem entrar na plataforma, que possui categorias como gastronomia, saúde, entretenimento e serviços, sem nenhum tipo de custo. Tanto clientes quanto não clientes iZettle podem inserir o próprio e-commerce na Pequenos Gigantes, que cria uma espécie de vitrine personalizada por região. Do outro lado, o usuário visualiza as opções de acordo com a localização, podendo entrar no comércio escolhido para finalizar a compra.

De acordo com a iZettle, os pequenos negócios são o “coração e alma da comunidade local” e não precisam de apoio só hoje ou amanhã, mas pelos próximos anos. Por isso, a fintech acredita que quanto mais empresas de todos os setores investirem em apoiar esses empreendedores, melhor.

IBM procura os melhores desenvolvedores da América Latina: Maratona Behind the Code

A IBM anuncia o lançamento da segunda edição da Maratona Behind the Code para a América Latina (1), que tem como objetivo encontrar os melhores desenvolvedores da região. Essa competição de codificação virtual sem precedentes reunirá desenvolvedores para resolver desafios de negócios do mundo real através do uso de tecnologias disruptivas, como AI, IoT, Blockchain e Kubernetes, entre outras, todas disponíveis na IBM Cloud.

De acordo com o IDC, em 2023, mais de 15 milhões de aplicativos e serviços digitais serão desenvolvidos e implantados usando abordagens de nuvem nativas na América Latina, a maioria focada em casos de uso de transformação digital específicos do setor.

“Hoje, os desenvolvedores estão no centro de todas as inovações de negócios”, afirma Marcelo Spaziani, vice-presidente de Vendas e Value Creation da IBM América Latina. “Esta iniciativa visa habilitar o desenvolvimento profissional e educacional de programadores em toda a região, para que eles possam atender às necessidades atuais e futuras do mercado, conectando seus conhecimentos de tecnologia à solução de problemas da indústria no mundo real”.

A Maratona, que terá duas fases, começa no dia 8 de agosto de 2020. A primeira fase, de 30 dias, será composta por uma competição em português para o Brasil e uma competição em espanhol para o resto da América Latina, em que empresas e instituições líderes do setor, como o BanCoppel, Centro Universitário FIAP, CompuSoluciones, Saint Paul Escola de Negócios, TNT Energy Drink e UNINASSAU, entre outros, vão propor 8 desafios de negócios para cada um dos idiomas.

Os Top 100 desenvolvedores com as melhores pontuações (2) da fase ganharão uma viagem para um evento único em uma praia mexicana e se encontrarão com os patrocinadores. Já na segunda fase, a Grand Finale, que vai durar um dia, os 100 melhores desenvolvedores competirão mais uma vez para se tornar um dos Top 5 Master Devs da região. Os cinco campeões ganharão uma viagem para um programa de imersão no acelerador de start-ups, IBM Alpha Zone, em Tel Aviv, Israel.

As inscrições já estão abertas e podem ser efetuadas pelo site http://ibm.biz/maratona.

Como realizar os desafios

Durante a Maratona, a IBM vai fornecer ferramentas e conteúdos para ajudar os desenvolvedores em sua jornada de aprendizado, auxiliando-os na resolução dos desafios de negócios que serão apresentados durante a competição e aprimorando suas habilidades nas tecnologias mais solicitadas no mercado de trabalho atual.

A iniciativa também contará com o apoio de empresas e instituições como Belgo Bekaert Arames, Instituto Êxito de Empreendedorismo, IT Mídia, TechData entre outras.

Sobre a Maratona Behind the Code 2019 no Brasil

A primeira edição da Maratona Behind the Code, que aconteceu em 2019, reuniu por 42 dias 27 mil desenvolvedores de todos os estados do Brasil para resolver os 9 desafios de negócios propostos.

Durante toda a competição, foram criadas mais de 40 mil linhas de código.

(1) Residentes dos seguintes países: Argentina (exceto a província de Mendoza), Brasil, Chile, Equador, México, Peru, Uruguai e Venezuela.
(2) As pontuações serão baseadas na participação, qualidade do código e tempo. As regras aplicáveis ​​podem ser encontradas em http://ibm.biz/maratona. O ranking Top 100 será composto pelos 50 melhores desenvolvedores da Maratona em espanhol e os 50 melhores da Maratona em português.

Hospital Alemão Oswaldo Cruz participa do Programa Startups Connected da Câmara Brasil-Alemanha

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz participa da 5ª edição do Startups Connected, da Câmara Brasil-Alemanha, programa que tem por objetivo estimular a aproximação entre startups e grandes empresas, além da criação de novas soluções em conjunto. É o segundo ano consecutivo que o Hospital participa dessa ação. O programa reúne anualmente grandes empresas âncoras associadas à Câmara Brasil-Alemanha que buscam nas startups candidatas soluções aderentes aos seus desafios. Aquela que for mais bem avaliada em cada desafio será selecionada para participar do programa de aceleração, no qual deverá desenvolver um projeto piloto em conjunto com a empresa âncora.

Para esta edição, o desafio proposto pelo Hospital intitula-se “Digitalização da Jornada do Paciente” e pretende trazer soluções de ferramentas e sistemas de gestão que possam integrar os processos do Centro Especializado em Oncologia do Hospital.

“Estamos em busca de processos e soluções que possam trazer mais agilidade, fluidez e interconexão das pegadas do paciente ao longo das diferentes fases de seu tratamento oncológico, seja nas consultas clínicas, nos agendamentos de exames, procedimentos, terapias infusionais e cirurgias. O desafio é uma excelente ferramenta para identificarmos e aplicarmos melhorias em toda a cadeia que envolve o paciente em tratamento oncológico”, afirma o Dr. Gustavo Prado, gerente de Inovação e Educação Médica do Hospital.

As startups que tiverem interesse em participar, precisam realizar as inscrições até o próximo dia 20 de julho, pelo seguinte endereço http://www.startupsconnected.com.br. A Câmara Brasil-Alemanha intermedeia todo o processo, desde a inscrição no programa até a apresentação dos cases com aderência às soluções que as empresas buscam. A startup vencedora receberá mentoria e investimentos da empresa-âncora, tendo acesso a diversos benefícios, de acordo com o seu perfil e estágio de maturidade.

Para a atual edição, a Câmara Brasil-Alemanha estima cerca de 300 inscrições. As startups vencedoras serão anunciadas no dia 1º de setembro e, além de poderem desenvolver um projeto-piloto com a empresa-âncora, terão uma série de benefícios, como participação em workshops exclusivos, assessoria em áreas diversas, suporte para internacionalização e ajuda de custo para desenvolvimento do projeto-piloto, além da oportunidade de realizar um pitch no 8º Congresso Brasil-Alemanha de Inovação , que acontecerá no formato online no dia 24 de setembro. Para as startups ganhadoras, o início do processo de aceleração está previsto para setembro e terá a duração de três meses. Para conhecer mais detalhes e realizar a inscrição no desafio do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, acesse o site www.startupsconnected.com.br e clique no card.

Saab inicia a produção do Gripen no Brasil

A Saab Aeronáutica Montagens (SAM), primeira fábrica de aeroestruturas da Saab fora da Suécia para o novo caça Gripen E/F, atinge outro marco importante com o início da produção. No local, serão construídas seções do Gripen que serão entregues para a montagem final do caça na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto (SP) e em Linköping, na Suécia.

Em 2014, a Saab assinou um contrato com o governo brasileiro para o desenvolvimento e produção de 36 aeronaves Gripen E/F. Em setembro do ano passado, a primeira aeronave brasileira Gripen E foi entregue para iniciar o programa de ensaios em voo. Agora, outro marco é alcançado quando a produção do Gripen começa na fábrica da SAM, localizada em São Bernardo do Campo (SP).

O cone de cauda e a fuselagem dianteira da versão monoposto (um assento) do caça Gripen são as primeiras aeroestruturas a entrarem em produção na SAM. Posteriormente, os freios aerodinâmicos, a fuselagem traseira, o caixão das asas e a fuselagem dianteira para a versão biposto (dois assentos) serão fabricados na SAM.

“Esse é outro resultado da Transferência de Tecnologia do Programa Gripen. Com base no treinamento prático e teórico de engenheiros e montadores brasileiros na Saab em Linköping, conseguimos estabelecer uma linha de produção altamente qualificada na SAM, seguindo os mesmos padrões que temos em nossa fábrica na Suécia”, diz Jonas Hjelm, head da área de negócios da Saab Aeronautics.

Atualmente, a SAM conta com mais de 70 funcionários altamente qualificados, sendo que a metade já participou ou está participando do programa de Transferência de Tecnologia, na Suécia. Parte desses funcionários concluiu o treinamento e voltou para iniciar a produção no Brasil.

Pesquisa da Mastercard indica aumento nos pagamentos digitais e crescimento do e-commerce

A maneira que os consumidores compram está mudando. À medida que as restrições são impostas devido a Covid-19, os consumidores estão adotando novos hábitos de pagamento em um ritmo acelerado, de acordo com um estudo global da Mastercard realizado em 15 mercados, incluindo o Brasil. Os consumidores estão cada vez mais se afastando do dinheiro e optando por experiências de pagamentos digitais e por aproximação – e não pretendem voltar atrás. O comércio eletrônico também está vivenciando um aumento, de acordo com dados da Mastercard, com os consumidores comprando cada vez mais online.

“A América Latina está na vanguarda da transformação digital. Os consumidores da região são altamente conectados e adotam rapidamente as novas tecnologias”, disse Ana Paula Lapa, vice-presidente de Produtos e Inovação na Mastercard Brasil e Cone sul. “Na Mastercard, nossa abordagem ao design de produtos sempre foi centrada no consumidor e prioritariamente digital. Estamos felizes em poder atender os consumidores onde estão hoje, totalmente prontos para o afastamento do dinheiro e a adoção de pagamentos digitais seguros para o longo prazo”.

À medida que os comportamentos de pagamento evoluem, duas tendências notáveis ​​surgem em nossa pesquisa:

· Na loja, um afastamento maciço e repentino do dinheiro: em todo o mundo, quase 7 em cada 10 consumidores dizem que a substituição do dinheiro pelos pagamentos digitais provavelmente será permanente, e quase metade dos consumidores planeja usar menos dinheiro, mesmo depois que a pandemia acabar, segundo uma pesquisa da Mastercard lançada em abril.
Na América Latina, desde o início da pandemia, dois terços dos entrevistados dizem que estão usando menos dinheiro ou então, não usando. 53% dos brasileiros e 41% dos mexicanos e colombianos dizem que planejam usar menos dinheiro. Quando perguntados sobre as mudanças que acreditam que tenham vindo para ficar, 85% dos colombianos, 69% dos mexicanos e 63% dos brasileiros citaram pagamentos por aproximação.

· Um aumento acentuado no comércio eletrônico: o comércio eletrônico é uma parte crescente dos negócios da Mastercard há muitos anos, mas, no primeiro trimestre de 2020, os pagamentos online superaram pela primeira vez os pagamentos nas lojas físicas, com 41% dos consumidores dizendo em geral que comprarão mais online nas próximas duas semanas, em comparação com as duas últimas semanas.
Na América Latina, 54% dos colombianos, 52% dos brasileiros e 46% dos mexicanos pretendem comprar mais online. Essa tendência comportamental também é confirmada pelos dados de transações da Mastercard.

Construindo a base para o futuro dos pagamentos
Desde a experiência simplificada de checkout online até um toque na loja em um terminal para pagamentos por aproximação, a Mastercard tem aproveitado suas ideias e tecnologia, reforçando parcerias e impulsionando a inovação para garantir uma base sólida para oferecer o futuro dos pagamentos.

· Uso de dados não sensíveis para aumentar a segurança:o MDES (Mastercard Digital Enablement Service) transforma números de cartões em tokens (ou seja, tokenização) que se tornam inúteis para os fraudadores e elimina a frustração de atualizar manualmente as informações do cartão. A Mastercard continua acrescentando parceiros de todo o ecossistema, incluindo o Mercado Livre/Mercado Pago, PayPal e Didi (99) para oferecer essa segurança em grande escala.

“A pandemia levou muitos consumidores a fazer sua primeira compra online, iniciando um novo hábito de pagamento que eles nos dizem que veio para ficar. Aproximadamente 70% dos cartões na região já estão habilitados para MDES e estamos vendo um aumento significativo no número de transações sendo tokenizadas. Esse crescimento gera um efeito cascata em todo o setor, resultando em tranquilidade para os consumidores e redução de fraudes para comerciantes e emissores”, acrescentou Ana Lapa.

· Digital-First para impulsionar a escolha do consumidor:Mesmo antes da pandemia, os dispositivos móveis eram nossa principal fonte de comunicação, informação e, cada vez mais, de comércio. É por isso que, em vez de simplesmente oferecer suporte a cartões físicos com experiências digitais, focamos em projetar produtos 100% digitais, com o cartão físico passando a ser opcional. Firmamos recentemente uma parceria com a varejista multinacional chilena Falabella para inovar ainda mais a experiência digital, fornecendo um cartão de crédito Digital First para ser usado com a FPay, a carteira digital lançada recentemente pela Falabella, ou o aplicativo do Banco Falabella.

· As fintechs ultrapassam as fronteiras: o aumento da demanda por serviços bancários abertos e do consumo por pagamentos digitais impulsionou um crescimento sem precedentes das fintechs na América Latina. O design de produto digital da Mastercard e o programa Accelerate, centrado nas fintechs, nos tornam o parceiro preferido das principais da região, como Nubank, Klar, Creditas e Ualá. Nossa capacidade de oferecer uma experiência consistente e contínua para o usuário nos diferencia como um dos melhores fornecedores de soluções digitais e facilitadores da mais nova geração de fintechs. Durante o primeiro trimestre de 2020, a Mastercard aumentou em 40% suas parcerias de negócios com fintechs em vários mercados da região. Mais recentemente, a Mastercard estabeleceu uma parceria com os facilitadores de fintechs Tutuka e Galileo, para expandir ainda mais nossas capacidades digitais em toda a região e acelerar a implementação de programas prioritariamente digitais na LAC.

Metodologia da Pesquisa

O estudo proprietário da Mastercard foi realizado de 27 de abril a 17 de maio de 2020 entre adultos com mais de 18 anos. Foram feitas 6.750 entrevistas em 15 países: Alemanha, Austrália, Brasil, China, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Japão, México, Reino Unido e Rússia.

Varejo gaúcho busca startups em todo o País

Está em desenvolvimento, pela CDL Porto Alegre, um programa de inovação para conectar startups de todo o Brasil ao setor do varejo. A iniciativa propõe uma transformação 360° do mercado varejista com um olhar para o futuro a partir da implementação de soluções que qualifiquem e desenvolvam empresas para superar desafios que, nesse período de incertezas, é fundamental para preparar as empresas ao novo momento que virá. O programa já conta com inscritos de diversos polos tecnológicos do País, como Pernambuco, São Paulo e Serra Gaúcha. As inscrições irão até 17 de julho. Além da possibilidade de aceleração, as startups selecionadas receberão prêmios de até R﹩ 30 mil.

Para o presidente da CDL POA, Irio Piva, o Programa de Inovação vem como resultado dos esforços da Entidade em busca de transformação e alternativas que reinventem e impulsionem o setor varejista com tecnologia e soluções eficientes para fortalecer o mercado.

Segundo o dirigente, a intenção é incentivar a criação de novos e mais qualificados produtos e serviços: “Aos empresários do segmento, o Programa propiciará o acesso a soluções que façam diferença nos seus negócios, e às startups oportunizará maior visibilidade e impacto no ecossistema varejista. E o resultado disso é um ambiente estimulador de novas ideias, onde todos ganham”. Ainda, Irio Piva ressalta que o Programa também atende às novas necessidades do mercado, que passa por um profundo momento de reconstrução, auxiliando empresas de todos os portes e segmentos. “Queremos mais do que startups, mas empresas inovadoras com dinâmicas e abordagens de startups para ajudar essa transformação”, destaca.

Sobre o Programa de Inovação da CDL POA

O Programa será executado em sete etapas, com início na seleção das startups e término com a premiação e a aceleração das vencedoras. O Projeto contará também com a mentoria da Grow+ e da Anlab – empresas reconhecidas no mercado por sua expertise em inovação. As inscrições estarão abertas entre os dias 18 de junho e 17 de julho de 2020, e poderão ser realizadas pelo site www.cdlpoa.com.br.

Os projetos serão selecionados a partir de sua aplicabilidade nas áreas de Cultura Digital, com soluções para capacitações, treinamentos, gamificação e ações de engajamento; Eficiência Operacional, para conectar todas as pontas de uma operação, desde a logística até as compras; Experiência de Compra, auxiliando em uma experiência de compra personalizada por meio de novas tecnologias; e Inteligência de Dados, voltada para captura e análise de dados em cada etapa da jornada de compra.

Durante o Programa, serão realizadas sete etapas de execução:

1. Inscrição das startups;

2. Seleção – 20 startups avançam para o Pitch Day;

3. Pitch Day – apresentações para a banca avaliadora;

4. Bootcamp – treinamento, identificação de gaps e aprofundamento das soluções;

5. Demoday – demonstrações das soluções e propostas de aplicabilidade ao Programa;

6. Formalização – possibilidade de contratação e de ingresso na etapa de aceleração;

7. Aceleração – startups vencedoras executarão suas soluções sob a coordenação de Grow+ e Anlab, focadas nas demandas da CDL POA.

Ao final do Programa de Inovação, as três startups vencedoras serão premiadas com valores que podem chegar até R﹩ 30 mil, além da aceleração de seus negócios. Durante todo o processo de seleção e desenvolvimento, as startups terão a possibilidade de fechar contratos e parcerias comerciais com a CDL POA; aderir ao portfólio de soluções da Entidade; acessar as três mil empresas associadas e as 130 entidades parceiras da CDL POA, que impactam em mais de 200 municípios do Rio Grande do Sul e 30 mil empresas; participar de eventos e ações relacionados; manter contato com a base de dados e produtos SCPC, já que a CDL POA é parceira de negócios da Boa Vista Serviços. Além da premiação, a entidade observará com atenção as soluções apresentadas, com o objetivo de conectar as startups com varejo, aproximando boas ideias das necessidades do mercado e sua complexidade.

Magalu contrata diretor para área de fintech

O Magazine Luiza, principal plataforma multicanal de compras e vendas, anuncia a chegada de Robson Dantas para assumir o time de fintechs da companhia. Dantas, que fundou a startup Vale Presente, assume o cargo com o desafio de tornar o Magalu um dos principais players do segmento.

No cargo de diretor, o executivo vai acelerar o projeto de Conta Digital Magalu Pay -, pagamentos via aplicativo, transferência de valores -, e integrar a conta digital às vantagens do Cartão Luiza. As soluções financeiras são estratégicas para o objetivo do Magalu de se posicionar com um dos principais super aplicativos do País.

Especialista em fintech, Dantas tem forte experiência em tecnologia e gerenciamento de produtos. Nos últimos 15 anos, esteve envolvido na criação de diferentes produtos e tecnologias para o ecossistema fintech no Brasil, em vários países da América Latina e nos EUA. Em 2008, fundou a Vale Presente, que se tornou o maior emissor de cartões pré-pagos da América Latina e foi considerada pela Mastercard uma das empresas mais inovadoras do mundo. Em 2015, mudou-se para os EUA e fundou uma startup de pagamentos.

“O Magalu é a principal plataforma de compras e vendas do país e ter um forte braço de fintech é crucial para o negócio”, afirma Robson Dantas, diretor de fintech do Magalu. “Vamos aproveitar as fortalezas que a empresa tem, como um grande número de clientes e parceiros, para criar produtos que serão líderes de mercado no Brasil.”

No primeiro trimestre de 2020, o Magalu atingiu a marca de 500 milhões de reais no volume total de pagamentos. Com isso, protocolou o pedido no Banco Central para se tornar uma instituição de pagamento regulada. A partir daí, será possível acessar diretamente o sistema de pagamentos brasileiro e ampliar ainda mais as possibilidades de novos produtos e serviços na plataforma.

A indústria precisa ser priorizada

Por João Carlos Marchesan

A pandemia da Covid-19 impactou fortemente a indústria brasileira; em um momento onde começava a apresentar sinais de recuperação. Analisando o resultado da pesquisa “Indicadores Conjunturais da Indústria Brasileira de Máquinas e Equipamentos” referente ao mês de abril de 2020, juntamente com os dados da sondagem realizada no nosso setor sobre os impactos da Covid-19, os números deste mês vieram fortemente influenciados pelas restrições impostas pela pandemia.

Em abril/2020 a indústria de máquinas e equipamentos registrou queda de 27% no seu faturamento. Isto anulou todo o crescimento acumulado pelo setor no primeiro trimestre de 2020 que passou a acumular queda de 6,5%, em relação ao mesmo período de 2019.

O recuo ocorreu tanto nas vendas realizadas no mercado interno (-28,5%) quanto no mercado externo (-41,6%) na análise interanual.

A sondagem que fizemos no início do mês de maio, no entanto, revelou que as empresas têm observado restrições de abastecimento, mas que este não é o fator preponderante para a redução da atividade durante este período de quarentena.

O que tem levado alguns fabricantes de máquinas e equipamentos a paralisarem ou reduzirem suas atividades são outros fatores: cancelamento ou adiamento de projetos de investimento unilateralmente por parte dos seus clientes em razão da incertezas de ordem política e econômicas e a restrição da mão de obra em razão das políticas de afastamento adotadas pela própria empresa.

Diante deste cenário de crise, acreditamos que além das medidas internas adotadas pelas empresas, a indústria necessita de políticas públicas de curto prazo para minimizar os impactos sobre a demanda e a oferta mencionados, ou seja, ações que envolvem crédito, carga tributária, infraestrutura, governança da cadeia produtiva, gestão de custos e questões trabalhistas.

Com relação às políticas de longo prazo destacamos os seguintes desafios estruturais pelo lado da demanda: estabelecer dinâmica de crescimento sustentável, manter e criar empregos, políticas fiscais e tributárias harmonizadas com políticas monetárias, regime macroeconômico coerente com desenvolvimento. Do lado da oferta, para além de reduzir o Custo Brasil necessitamos de descentralizar o sistema financeiro, melhorar o suporte às pequenas e médias empresas, desonerar o investimento produtivo, financiar a modernização do maquinário nacional, reduzir burocracia, financiar as exportações e fortalecer o sistema nacional de inovação tecnológica.

Em contrapartida, a pandemia também revelou um lado positivo da indústria, a capacidade de responder rapidamente às dificuldades enfrentadas, o que poderá levar a uma transformação digital sem precedentes e sem volta. Uma tratativa inteligente da crise requer soluções ágeis e embasadas que prezem pelo entendimento entre funcionários, clientes, fornecedores e demais agentes da cadeia produtiva. Junto a sociedade, uma cooperação em torno de um objetivo comum de superação das dificuldades sanitárias, econômicas, políticas e sociais. Que estes aprendizados se multipliquem e orientem a nossa retomada pós pandemia.

Porque será necessário, findada a crise, estimular a demanda. Dificilmente este papel será exercido pelo setor privado após longo período de descapitalização.

O Governo precisará urgentemente retomar os investimentos públicos nas obras de infraestrutura, que estão paradas deste o início da crise da “Operação Lava Jato”, priorizando aquelas que já não dependem mais de projetos ou de licenciamentos. Também precisará priorizar a aprovação do Marco do Saneamento e do novo Marco Legal das PPP e concessões públicas para abrir espaço a iniciativa privada investir.

São medidas que, se bem coordenadas, poderão garantir a sustentabilidade das empresas e famílias durante a crise e alavancar os investimentos intensamente, tão logo a crise chegue ao fim.

João Carlos Marchesan, administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ

Busca de emprego com o termo “Home Office” cresceu 179% no início da pandemia

A pandemia tem movimentado diversas camadas da sociedade, principalmente as relacionadas ao mercado de trabalho. Reflexo desse movimento e somado às medidas de quarentena adotadas em todo país, profissionais têm procurado mais por vagas de emprego com o termo “Home Office”. Segundo a Catho , o volume de visitas na plataforma através do interesse por vagas home office cresceu 179% entre fevereiro e março de 2020.

Após o aumento exponencial observado em março, os meses subsequentes estabilizaram a onda de crescimento. Ainda segundo o levantamento, entre março e abril esse aumento foi para 190%, enquanto entre abril e maio esse número totalizou cerca de 190,5%.

No entanto, se observado o crescimento de antes e durante a pandemia – comparativo entre os meses de abril e maio x janeiro e fevereiro, esse percentual representa um crescimento de 198% em buscas atreladas a “Home Office” .

Para Regina Botter, diretora de Operações B2B e B2C da Catho, a movimentação do mercado é clara. Diante do cenário, uma das principais alternativas para empresas e profissionais em busca de emprego ou recolocação profissional é o trabalho remoto, o que respalda o crescimento de buscas por parte dos candidatos.

Atualmente, a Catho possui milhares de vagas publicadas para trabalho remoto . Dentre as oportunidades se destacam cargos como designer gráfico, operador de telemarketing, recrutador, desenvolvedor e analista de marketing.

Conta Zap investe em projeto de inteligência artificial com IBM Garage para transformar a experiência dos clientes

A Conta Zap é uma Fintech brasileira que oferece serviço de pagamento digital via WhatsApp a mais de 500 mil consumidores. Com base no crescimento dos negócios e aumento do número de interações com os usuários, a empresa percebeu a necessidade de evoluir as capacidades de seu assistente virtual “Zapelino” para oferecer uma nova e ainda mais ágil experiência aos clientes. A nova versão do assistente virtual irá usar o IBM Watson Assistant e contará com um escopo mais abrangente de perguntas e respostas e soluções mais avançadas de processamento de linguagem natural para tornar as conversações mais amigáveis e capazes de entender perguntas cada vez mais complexas.

Para habilitar essa transformação, a equipe da Conta Zap buscou a IBM e, após um período de experimentação da solução IBM Watson Assistant, a empresa optou por seguir com uma implementação da nova IA para o assistente virtual por meio da metodologia de IBM Garage com o objetivo de acelerar o desenvolvimento e a adoção da tecnologia. Todo o desenho da arquitetura do assistente virtual, bem como a migração para IBM Watson, que irá rodar na nuvem pública da IBM, serão feitas remotamente entre a equipe da Conta Zap e desenvolvedores da IBM, com o uso de ferramentas e processos ágeis, em um modelo de trabalho totalmente adaptado ao momento de distanciamento social.

A previsão é estar com todas as evoluções concluídas já no próximo mês, e o novo assistente virtual oferecerá uma nova experiência aos seus clientes que já realizaram 5 milhões de transações. Com a mudança, os benefícios serão percebidos não apenas pelos clientes, como pela própria Conta Zap que ganhará flexibilidade no gerenciamento da solução e curadoria das informações para continuar evoluindo cada vez mais o canal de relacionamento conforme as necessidades dos clientes.

A IBM Garage é uma experiência de co-criação que ajuda negócios de todos os tamanhos e setores a impulsionar inovações na velocidade de uma startup e com a escala de uma grande empresa. A fundação da IBM Garage é uma metodologia exclusiva, baseada em Enterprise Design Thinking, que organiza as melhores práticas do setor com a profunda experiência da IBM em tecnologia aplicada, incluindo inteligência artificial, automação, blockchain, IoT, entre outros, utilizando IBM Cloud como habilitador da inovação.

Segundo Roberto Marinho Filho, CEO da Conta Zap, a parceria com IBM é fundamental para aperfeiçoar a base tecnológica de interação com os clientes. “A utilização da IA da IBM em nosso chatbot contribui para termos mais velocidade nas transações bancárias e menos burocracia. É uma infraestrutura confiável que nos dá suporte para continuar inovando e crescendo”, afirma Roberto Marinho Filho.

“A inteligência artificial aplicada aos assistentes virtuais tem contribuído para que as empresas melhorem seu relacionamento com os clientes e aprimorem sua experiência. O cuidado no atendimento e rápida resposta aos clientes é hoje a principal forma para construir relações de confiança com os consumidores e um passo importante para as empresas que querem realizar uma transformação digital em seus negócios e metodologias ágeis como a da IBM Garage impulsionam esse processo”, diz Carla Coelho, Vice-Presidente de Digital Sales IBM América Latina.

SAP Brasil e ASUG lançam grupo de trabalho para Business One

A SAP Brasil e a ASUG (Associação de Usuários SAP Brasil) anunciam a criação de um grupo de interesse especial focado em SAP Business One, o sistema de gestão para empresas pequenas, médias e subsidiárias em crescimento. O objetivo é desenvolver e potencializar as melhores práticas e os ganhos da utilização da solução. O SAP Business One já superou mais de 1 milhão de usuários, com a adesão de 70 mil empresas, e o Brasil tem liderado este crescimento em novos clientes e em projetos com sistema de gerenciamento de bancos de dados HANA.

O grupo vai promover o intercâmbio de experiências e informações; trazer para discussão cases de sucesso de outros países; ajudar na integração do ecossistema com clientes, parceiros de implementação e provedores de serviço; e discutir casos de uso específicos para subsidiárias, varejo, distribuição, agronegócio, finanças, telecom, serviços e indústrias, entre outros setores.

A coordenadora do grupo será Jeniffer Rojas Huertas, Project Delivery manager da Braskem. “É uma honra fazer parte pela convicção que tenho no potencial da solução e os benefícios que ela traz para a empresa que a escolhe. SAP Business One é uma alternativa flexível com menor custo e tempo de implementação, atendendo mercados de pequenas, médias e grandes companhias que buscam flexibilidade, robustez, versatilidade e eficiência”, afirma.

Para a diretora de Educação da ASUG e CIO do Iguatemi, Samantha Martins, o grupo vai ajudar na comunicação entre as partes. “Poderemos influenciar a SAP tanto no Brasil quanto na Alemanha por meio da apresentação de business cases para melhorias do produto e mantendo um canal de comunicação direto e permanente com nossos associados”.

Diretor de Business One na SAP Brasil, Daniel Cabrera conta que essa parceria traz aos usuários uma grande oportunidade. “Temos por exemplos cases de SAP S4/HANA ou ECC integrados com o SAP Business One e a implantação mais rápida do mundo dentro do ecossistema de parceiros da SAP, apenas 15 dias”. O executivo acrescenta que o sistema pode ajudar na estratégia de retomada do crescimento. “A união e colaboração de maneira mais humanizada são fatores essenciais para sairmos fortalecidos deste momento desafiador”, completa.

Para fazer parte da ASUG, é necessário entrar no site e fazer um cadastro, em https://www.asug.com.br/associe-se. Em pouco tempo o candidato será contatado para efetivação.

A primeira reunião do grupo de Business One, no formato remoto, está marcada para 8 de julho, de 9h às 12h. Entre os temas, casos de inovação de Wise, James Delivery e Insole e o desafio do cenário de pandemia. As inscrições podem ser feitas por meio do link https://www.rscorp.com.br/inscricao/evento.php?e=16321.

Indústria de transformação começa a reagir em junho

A intenção da indústria em lançar produtos teve uma reação em junho, mesmo que o resultado acumulado nos últimos 12 meses ainda seja negativo. De acordo com o Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial apurado em junho deste ano, a intenção de lançamentos avançou 5,8% na comparação a maio, no dado livre de efeitos sazonais. No acumulado de 12 meses o índice apresentou queda de 22,2%, tendência também identificada no acumulado ano a ano (-25,3%).
“A melhora nos números pode indicar um fôlego para a indústria; no entanto, continuamos com um indicador abaixo do realizado nos últimos anos e passando por um momento de atenção devido às incertezas quanto ao retorno das atividades e controle da pandemia do Coronavírus”, analisa Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.
Índice por regiões do País:

Índice por setores:

Elaboração: GS1 Brasil com o apoio da 4E Consultoria

Qlik assina acordo de preços com Governo Federal para aquisição de produtos de TI

A Secretaria de Governo Digital (SGD) do Ministério da Economia e a Qlik, multinacional líder em soluções para análise e integração de dados, assinam acordo de preços a serem cobrados do governo federal nas licitações de produtos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). A expectativa do Acordo Corporativo publicado na quinta-feira (2) no Diário Oficial da União é gerar uma economia mínima de 10,87% nos custos de aquisição de licenças e suporte técnico dos produtos da multinacional.

O objetivo da iniciativa é padronizar as compras governamentais, com redução de custos e simplificação dos processos para a Administração Pública Federal. O desconto médio estipulado tem como base a relação dos maiores preços contratados pelo governo nos últimos três anos. Em 2020, a estimativa total de economia com o estabelecimento de acordos e catálogos com os principais fornecedores de TIC é de R$ 112 milhões.

Os catálogos com limite de preços para produtos adquiridos já estão publicados no portal do Governo Digital. Dessa forma, os órgãos públicos só podem adquirir produtos da Qlik e das outras empresas que assinaram o acordo seguindo os valores máximos estipulados no rol. O catálogo firmado com a Qlik contempla 22 itens, entre eles, a aquisição de licenças de produtos da plataforma Qlik, como o Qlik Sense. A negociação também poderá servir como parâmetro por para órgãos do Legislativo e Judiciário.

“Este procedimento faz parte do nosso empenho em otimizar as contratações de soluções de grandes fabricantes de software. É importante também observar que as práticas estão alinhadas com orientações do Tribunal de Contas da União (TCU)”, afirma Luis Felipe Monteiro, secretário de Governo Digital. “Assim, damos mais transparência e celeridade ao processo, racionalizando recursos para o Estado”, completa.

Para Eduardo Kfouri, vice- presidente e gerente geral da Qlik para América Latina, o acordo é um marco na forma de aquisição de tecnologia pelo poder público. “Este é um modelo que reforça uma tendência de desburocratização e austeridade, que deve padronizar os processos de aquisição de tecnologias para a transformação digital em mais de 200 órgãos públicos”, afirma. “O acordo reafirma o compromisso da Qlik em fornecer para o governo o que há de mais moderno em tecnologia para análise e integração de dados e tomada de decisões, por um preço justo”, finaliza.

Plataforma do Cubo Itaú tem mais de 500 vagas de trabalho em aberto

Startups e empresas mantenedoras do Cubo Itaú, maior e mais relevante hub de empreendedorismo da América Latina, estão com mais de 500 vagas de trabalho abertas, principalmente em áreas ligadas ao setor de tecnologia.

Apenas a Dasa, parceira do hub na vertical Cubo Health, tem atualmente mais de 100 postos de trabalho disponíveis, em http://dasa.gupy.io/. Outra empresa que faz parte do portfólio do hub e também está com vagas disponíveis é a B3, a Bolsa do Brasil, que tem mais de 10 vagas abertas em áreas como Produtos e Clientes, Tecnologia e Operações. em http://jobs.kenoby.com/b3 .

As cerca de 300 startups do portfólio do Cubo e as 30 grandes empresas de diferentes segmentos do mercado que são parceiras do hub reúnem mais 400 vagas – com informações em http://cubo.network/jobs.

Os números mostram como alguns setores estão conseguindo atravessar e crise decorrente da pandemia do novo coronavírus e oferecer oportunidades, abrir vagas e ampliar o quadro de funcionários efetivos e temporários. O principal deles é o de tecnologia – como forma de continuar as operações durante o isolamento social, migrar para o ambiente digital foi mais do que necessário para companhias de todo o país.

“É de extrema relevância mostrar que existe um mercado aquecido, que demanda e precisa contratar, mesmo em meio a tantas incertezas na economia”, diz Renata Zanuto, co-head do Cubo Itaú.

As oportunidades estão distribuídas entre diversas startups. A Now, que atua no setor supermercadista – um dos que mais apresentaram crescimento – tem 43 vagas abertas, que vão de executivo comercial de contas à compra e entrega de produtos de supermercado. A base salarial varia de acordo com cada cargo. Na BossaBox, marketplace que conecta projetos a freelancers, são quatro vagas abertas, para cargos como growth marketing e fata analyst.

O mesmo acontece com grandes empresas que fazem parte do Cubo Itaú e passam pelo processo de inovação aberta. Na Dasa, as 100 vagas são para o setor de tecnologia, e entre os profissionais procurados estão desenvolvedores, arquitetos de soluções, agilistas, QA Tester, engenheiro de dados, especialistas UX/UI e cientista de dados.

Em maio, já dentro do período de distanciamento social causado pela pandemia, o Cubo Itaú realizou a segunda edição do Cubo For Devs, com o objetivo de aproximar a comunidade de desenvolvedores ao universo do ecossistema de inovação. Quase 200 vagas de trabalho foram preenchidas em uma feira de contratações totalmente online.

Para mais informações sobre vagas startups Cubo Itaú acesse: http://cubo.network/jobs

Para vagas na Dasa acesse: http://dasa.gupy.io/

Para vagas B3 acesse: http://jobs.kenoby.com/b3

BRQ Digital Solutions faz parceria com o SAS para ampliar oferta de Analytics

Tendo 27 anos de experiência, a BRQ Digital Solutions é reconhecida como uma das maiores empresas de tecnologia do país e, com objetivo de apoiar empresas líderes em seus setores em todos os desafios da transformação digital lançou, no início de 2020, uma butique de Advanced Analytics com o propósito de alavancar a cultura de Data Driven dentro dos negócios .

O novo parceiro é o SAS – líder global em soluções de Analytics – que oferece um conjunto de software estatístico desenvolvido para gerenciamento de dados, análise avançada, análise multivariada, inteligência comercial, investigação criminal e análise preditiva para diferentes mercados.

“O SAS entrega uma solução inovadora, que agrega análises precisas para diversos setores, o que nos possibilita explorar novos nichos de negócios e expandir a atuação em segmentos estratégicos como Seguros, Transportes, Financeiro e setor público. Estaremos juntos na missão de entregar mais conhecimento aos clientes ao transformar dados brutos em insights relevantes, comenta Alexandre Mariano, Head de Advanced Analytics da BRQ.

Durante o ano de 2020, o objetivo do SAS é garantir a melhor experiência para os clientes, principalmente na entrega de valor e geração de resultados de negócios. “Hoje, como líderes no mercado, temos como diferencial Market Share, Know-How e saúde financeira, então a parceria com a BRQ veio em boa hora para alavancarmos ainda mais as vendas de software e implementação dos serviços em nossos clientes”, explica Cássio Pantaleoni, country manager do SAS Brasil.

Segundo Alexandre Mariano, muito se fala sobre a importância de usar dados para tomada de decisão. No entanto, depois de coletá-los, tratá-los e observá-los, ainda existe um grande desafio para os gestores das empresas: entender essas informações de forma que realmente façam diferença no negócio. “Fazer uso de dados que orientem a tomada de decisão e direcionam novas oportunidades de negócio é ter a garantia de escolher o melhor caminho.” reforça.

Quatro estratégias para evitar armadilhas corporativas em tempos de crise

Em resposta à crise do novo coronavírus, empresas no Brasil e em outros países anunciaram uma série de medidas para mitigar os seus efeitos, entre as quais doações. Mas também tiveram que lidar com decisões difíceis como demissões em tempos de crise. Os executivos devem, portanto, estar atentos se estão de fato tomando decisões que contribuem para a transformação de uma sociedade mais justa ou se, na verdade, caíram em armadilhas cujos resultados podem se mostrar adversos.

O alerta é feito por Sérgio Lazzarini, professor titular da cátedra Chafi Haddad no Insper, e Jackson Nickerson, professor da cátedra Frahm Family de organização e estratégia da Olin Business School, da Universidade de Washington em St. Louis, que trataram do tema em artigo publicado na edição brasileira da Harvard Business Review de junho deste ano.

Os docentes propõem aos executivos uma gradação de quatro estratégias que permitem que as empresas possam se orientar em um ambiente de rápida mudança, incertezas e de pressão sem descuidar das demandas por uma atuação socialmente responsável. Quanto mais avançam nesta “escada corporativa de justiça social”, maior é a chance de a sociedade perceber as ações da empresa como justas e legítimas.

O primeiro degrau é a necessidade de identificar as demandas dos “stakeholders”, que são não apenas os acionistas mas também fornecedores, funcionários e clientes. A proposta é que os executivos busquem se pôr no lugar de cada um deles a fim de compreender suas demandas. Com isso, podem escapar das armadilhas do ponto cego, ou seja, de tomarem decisões pautados por questões originadas em marés da opinião pública e de destaque na mídia sem, no entanto, compreender as reais demandas dos “stakeholders”.

O segundo é a prática da competição justa. Obter vantagem competitiva e lucratividade por meio de inovações e demonstrar capacidade superior a concorrência para fornecer produtos e serviços são essenciais, segundo os professores. Eles observam que se aproveitar de brechas em leis, mesmo que não sejam ilegais, de influências políticas e de manipulações para barrar a concorrência podem ser vistas como práticas injustas.

O terceiro é cuidar dos “stakeholders” vulneráveis, conceito que abrange tanto pobreza quanto condições sociais, psicológicas e ambientais adversas. Iniciativas de bem-estar social que se baseiam em soluções simples para problemas complexos podem gerar repercussões negativas. Para evitá-las, recomenda-se aos executivos que analisem o papel dos “stakeholders” separadamente das ações das empresas e utilizem abordagens com base em evidências.

O quarto é doar de forma eficiente. Lazzarini e Nickerson sugerem dois caminhos para executar esse tipo de ação. Uma opção é realizar uma integração vertical com aqueles que serão atendidos, entendendo suas necessidades e fomentando um ambiente saudável de concorrência e oportunidade de negócios. A outra consiste em terceirizar o processo para órgãos do setor público e ONGs com capacidade já desenvolvida para implementar os projetos.

Plataforma colaborativa que avalia qualidade de serviços para caminhoneiros vence Hackathon

O Grupo CCR encerra a seu primeiro hackathon superando todas as expectativas. A maratona livre de programação, teve recorde de 7 mil participantes, que entregaram 330 projetos. Para isso, 130 mentores se dividiram em 390 horas de atendimento, em 800 seções para dar suporte a este desafio.

O projeto Parada Certa foi o vencedor ao desenvolver uma plataforma online que cria um ecossistema de avaliação de serviços que beneficia toda a cadeia do caminhoneiro, desde o condutor até o comércio ao longo das rodovias brasileiras.

O sistema pode ser acionado por programas de mensagens, como WhatsApp e Telegran, já comuns na vida dos caminhoneiros através de chatbots. “Normalmente, os caminhoneiros fazem paradas em locais que já conhecem ou foram indicados. Assim, pensamos em uma maneira de potencializar essas indicações. A partir das avaliações no aplicativo, o condutor se sente seguro e economiza dinheiro com os pontos ganhos, reduzindo o stress. A plataforma fornece também avaliação do trecho de rodovia, quanto a aspectos como qualidade da sinalização e pavimentação, dados que podem ser disponibilizados à CCR para o planejamento de melhorias na via”, explica Liana Oliveira, integrante da equipe vencedora do Hackathon CCR 2020.

Quanto mais indicações fizer, mais o caminhoneiro acumula pontos que podem ser trocados por serviços nos postos de paradas.

“A ideia de fazermos um hackathon voltado para os caminhoneiros surgiu dentro de uma discussão mais ampla, em que buscávamos alternativas que pudessem melhorar a vida desse público. O projeto vencedor tem tudo a ver com o novo propósito do Grupo CCR, que foi lançado recentemente, que é:´Viva o seu caminho’. Porque a
CCR não trabalha apenas para ligar o ponto A ao ponto B, a gente quer que essa experiência de ir de um ponto a outro seja satisfatória, viva e com qualidade”, comemora Flávio Carvalho, relações institucionais da CCR Infra SP, divisão da CCR que reúne concessionárias de rodovias no Estado de São Paulo.

O projeto vencedor foi desenvolvido por Carlos Modinez e Flavio Tsukamoto, ambos com 21 anos e estudantes de Engenharia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), além de José Bestel, 25 anos,estudante de Sistemas de Informação na PUCPR, Andressa Valengo, 27 anos, Mestranda na Faculdades
Pequeno Príncipe e Liana Oliveira, 37 anos, doutora em Genética (UFPR) .

A CCR Metrô Bahia retoma a programação de exposições fotográficas ampliando todo o conteúdo para o ambiente digital. Agora, a concessionária vai promover e disponibilizar Exposições Virtuais em seu site e todos aqueles que não estão utilizando o metrô neste momento podem conferir o acervo de fotos de qualquer lugar através de um computador ou smartphone com internet. Além de inovação, a iniciativa busca descontrair e dar leveza ao dia a dia dos clientes do metrô e valorizar ações culturais, oferecendo espaço para os artistas mostrarem a sua arte. A exposição tem visitação gratuita e integra o projeto Vem pra Cá, que promove eventos e ações que reforçam a pluralidade cultural, diversidade e inclusão durante todo o ano nas estações de metrô da cidade