Page

Author admin

Gerdau Next lança aceleradora de startups

A Gerdau Next, braço de novos negócios da Gerdau, lançou hoje, 25/08, o primeiro processo seletivo da Ventures Gerdau, sua recém-criada aceleradora de startups, com o objetivo de suportar o desenvolvimento e o crescimento, com robustez, de novos negócios. Trata-se de uma iniciativa de inovação aberta da Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, buscando mais eficiência e produtividade nos segmentos dessas startups, contribuindo para a evolução do Brasil e para a solução de grandes desafios da sociedade.

A primeira edição da iniciativa busca fomentar o empreendedorismo na indústria da construção civil, por meio de soluções que promovam a digitalização e inserção de tecnologia disruptiva no setor, que colaborem com a sustentabilidade e segurança na construção, aumentando a produtividade do segmento e contribuindo para a redução do déficit habitacional do Brasil.

As startups interessadas, independente do estágio em que se encontram, devem se inscrever no programa até 30 de setembro por meio do site http://www2.gerdau.com.br/ventures . Serão selecionadas até 10 startups, que participarão de um pitch day com a diretoria executiva da Gerdau, para avaliação de parcerias e potencial desenvolvimento em conjunto dos negócios.

“Já estávamos conectados com o ecossistema de inovação e empreendedorismo do Vale do Silício, na Califórnia, por meio da nossa Venture Capital. Agora lançamos no Brasil uma aceleradora de startups, que inicialmente suportará o desenvolvimento e o crescimento exponencial de construtechs, buscando o aumento da produtividade do setor de construção do nosso país. Desenvolveremos novos parceiros externos, oferecendo oportunidades de experimentação, mentoria e investimentos”, diz Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau.

Cinco eixos balizarão os investimentos da Gerdau em inovação nos próximos anos. Além do setor da construção, a empresa também alocará recursos pensando no futuro da indústria, da mobilidade, bem como no desenvolvimento de novos materiais e modelos de interação com fornecedores e clientes.

“Temos aqui na Gerdau o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro. Por isso, nada mais estratégico do que criarmos essa rede de colaboração com pessoas empreendedoras, que com suas startups, nos ajudarão a moldar o futuro da indústria de construção do nosso país. A Ventures Gerdau é um importante passo, alinhado com a nossa estratégia de novos negócios que venham a representar 20% da receita da empresa em 10 anos”, afirma Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.

A Gerdau anunciou, em julho, a criação da Gerdau Next, seu braço de Novos Negócios, focada na estratégia de longo prazo de desenvolvimento de novos produtos e negócios, adjacentes à produção de aço, e alinhada às diretrizes de inovação e disrupção da companhia.

Tags, ,

Robôs entregam mercadorias de delivery em apartamentos durante pandemia do novo coronavírus

Após a pandemia do novo coronavírus , todos os segmentos precisaram se reinventar. Com o setor imobiliário, não foi diferente! Com o objetivo de prevenir os condôminos da contaminação da Covid-19, o Grupo Patrimar desenvolveu um projeto piloto de entrega de delivery por robôs ou drones terrestres, que permite evitar o contato entre o morador e o entregador. O empreendimento Soho ( http://bit.ly/314FHIB ), da empresa Novolar , localizado em Nova Lima (MG), é o primeiro prédio vertical a receber um serviço comercial de entrega por drones terrestres na América Latina. Além disso, o condomínio é o primeiro em Minas Gerais e o quinto no Brasil a receber um robô como forma de inovação tecnológica.

O U. PACK Home Delivery, como é chamado o projeto piloto, começou a ser testado na última semana e funcionará durante 30 dias nos horários de pico, de 11h às 14h e de 19h às 23h. “A ideia é que em breve a inovação seja lançada em outros empreendimentos do Grupo Patrimar “, afirma Lucas Couto, Gerente Comercial e de Marketing do Grupo Patrimar .

Outras funções da tecnologia são o a umento da segurança e conforto dos moradores; garantia de uma maior agilidade no processo de entregas do condomínio, otimização do trabalho da equipe da portaria, com redução diária no número de liberações para entregadores; modernidade e inovação como diferenciais para condomínios, incorporadoras, construtoras e imobiliárias; e diminuição no tempo dos entregadores.

Para utilizar o serviço, o morador precisa realizar um pedido online no aplicativo (app) de seu interesse ( Ex : iFood , Rappi , Uber eats , entre outros) e efetuar o pagamento online via app. Após o produto chegar na portaria e ser higienizado, ele é inserido no robô, que se locomove até a entrada do prédio. O condômino só precisará olhar para a parte superior do robô por 3 segundos para liberar a abertura do compartimento, retirar o produto do U. PACK e fechar a tampa. Feito isso, o drone terrestre iniciará o trajeto automaticamente para a sua base que fica localizada portaria.

“O robô realiza a entrega automatizada de diferentes pacotes de delivery, como comida, remédios e mercadorias. A carga prevista é de até 8kg e com tamanho máximo 50 x 50 cm.”, explica Patrícia Maria Bernardino, Gerente Administrativo do Grupo Patrimar e responsável pelo desenvolvimento do projeto.

A tecnologia, nomeada como D4 Touchless Delivery, foi desenvolvida pelo Grupo Patrimar em parceria com a startup D4 MyView , especializada em automação de drones através da tecnologia 4G, e com as empresas DHL Supply Chain e a Unike Technologies.

Squads e Skills compõem a reinvenção da educação profissional para atender ao novo mercado

Por César Silva



Enquanto profissionais e especialistas discutiam conceitos e aguardavam a chegada de uma revolução na educação como um todo, o mundo foi sacudido por uma crise sanitária que resultou numa crise econômica. Este novo cenário obriga uma aceleração nas mudanças. E, no que se refere à educação profissional, exige uma reinvenção urgente.

A preocupação em desenvolver profissionais aderentes a uma nova proposta de negócios estabelece a necessidade de ofertar cursos com os conhecimentos técnicos específicos, os denominados hard skills, justamente porque passam a ter maior valor temas como inovação, empatia, comunicação e planejamento, que são competências mais relativas ao desenvolvimento do ser do que do saber fazer.

Esta realidade de uma nova proposta de formação profissional vem sendo construída nos últimos anos para atender as demandas dos processos seletivos. Isto porque estas seleções deixaram de lado as avaliações de lógica, como o conhecimento de línguas estrangeiras e testes de aptidões técnicos, por exemplo, para se voltarem a entrevistas e atividades que avaliam como primeiro grau de prioridade os soft skills do candidato. Isto é, sua capacidade de se adaptar, de trabalhar em grupo, de superar desafios e suas reações em momentos de conquistas e de resultados ruins.

As relações com o trabalho mudaram muito e a capacidade de se dispor a construir e contribuir são mais significativas do que saber realizar tarefas repetitivas e tradicionais. Agora as atividades são divididas por projetos. E o papel de ator e líder que se diferenciava por tarefas, agora é chamado de squads (nome dado para um modelo organizacional que separa os funcionários em pequenos grupos multidisciplinares com objetivos específicos).

Essas células se organizam a cada duas a quatro semanas para cumprir atividades relacionadas a um desafio; ou seja, as etapas de grandes projetos se transformaram em pequenos projetos cumpridos por equipes multidisciplinares. Sendo assim, um profissional nunca está pronto, ele sempre tem que se atualizar em ferramentas, recursos tecnológicos e mais ainda, em atitudes.

Desta forma, na maior crise econômica da história do Brasil, a retomada econômica e das atividades produtivas precisam se valer de uma proposta de educação mais contextualizada, mais eficiente, mais resiliente e que converse muito com a estrutura da educação profissional continuada.

Neste sentido, começam a aparecer iniciativas como o programa denominado: “MINHA CHANCE”, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O projeto incentiva parcerias com as empresas do setor privado com o objetivo de ampliar a geração de emprego e renda, conectando os cursos oferecidos com as demandas dos empregadores.

O resultado de conexões como esta pode ser notado na prática por meio da atuação de instituições como a Fundação FAT, um dos atores mais ativos da educação profissional do país. A organização já desenvolve cursos voltados para a área de Gestão Empresarial, em parceria com as empresas de tecnologia e gestão empresarial SAP e TOTVS, totalmente customizados de acordo com as demandas das empresas e do mercado de trabalho, abrangendo jovens e adultos, desempregados e empregados, visando ampliar o seu escopo de atuação.

Este é o momento de vermos as políticas públicas deixarem de lado o investimento no acesso ao ensino superior e focar em squads, programas com formações mais rápidas e eficientes, visando atender necessidades imediatas dos segmentos produtivos. Assim vamos capacitar os cidadãos e tornar os profissionais mais produtivos e eficientes.

César Silva, diretor Presidente da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT) e docente da Faculdade de Tecnologia de São Paulo – FATEC-SP

Alumínio de baixo carbono inspira triciclo elétrico sustentável

Um triciclo elétrico totalmente feito em alumínio promete reduzir a quantidade de pequenos caminhões e vans movidos a diesel circulando nas ruas e, consequentemente, as emissões de gases causadores do efeito estufa. O novo conceito, que será apresentado no Salone del Mobile, em Milão, em 2021, é fruto do trabalho do designer alemão Konstantin Grcic em colaboração com a Hydro, multinacional do setor de alumínio.

Trata-se de um conjunto de triciclo elétrico e trailer feitos com extrusões de alumínio reciclado de alta qualidade e baixo carbono, o Hydro CIRCAL, com design leve, simples, flexível e multifuncional. Por ser extremamente versátil, a ideia é que o “Hydro Trike” tenha as mais diversas aplicações, do transporte de carga à comercialização de alimentos ou o que mais a imaginação dos seus futuros consumidores demandar. O projeto 100% sustentável foi apresentado em uma edição especial da revista Wallpaper, considerada a mais importante publicação de design do mundo. Também participam da conceituação as empresas Polestar, do grupo Volvo, e Cake, especializada na fabricação de bicicletas e motos elétricas.

LG anuncia Sonah Lee como nova diretora de marketing

A LG Electronics do Brasil acaba de anunciar Sonah Lee como nova diretora de Marketing da empresa. A executiva chega à área com a missão de ampliar as iniciativas corporativas e sociais da marca, assim como a estratégia em canais digitais, mensurando dados de forma tangível para basear ações voltadas ao consumidor.

Com 25 anos de atuação no Marketing, Sonah tem experiência em diversas áreas do segmento, como merchandising, planejamento, eventos e, principalmente, trade marketing e novos negócios. Durante sua carreira, liderou grandes projetos de lançamentos de produtos com foco em alta performance no PDV e acumulou expertise no segmento de BTL.

À frente da diretoria de Marketing, Sonah passa a liderar projetos corporativos como o patrocínio da LG à CASACOR, ações sociais, estratégia em canais digitais, além do lançamento de produtos da marca, ressaltando sempre o direcionamento estratégico da empresa de oferecer produtos inovadores, que proporcionem uma vida melhor aos consumidores.

Em um momento em que o Marketing vem se adaptando para entender o novo comportamento do consumidor, a executiva tem a missão de decifrar os principais desafios do Marketing pós-pandemia. “Desde o fechamento do varejo físico, foi preciso adaptar rapidamente as estratégias para uma nova realidade e expandir a atuação no ambiente digital. Para isso, tem sido muito importante continuarmos próximos dos consumidores, entendendo seu comportamento e adequando o planejamento de lançamentos e nossas ofertas”, afirma Sonah.

A empresa tem criado diversas campanhas digitais e ampliou os conteúdos nas redes sociais para ajudar o consumidor a se adaptar ao novo momento, em que o “ficar em casa” ganhou uma nova dimensão na vida das pessoas. “A pandemia mudou a relação com nossas casas e as necessidades de conectividade e interatividade ganharam mais força. Seguimos investindo em produtos com tecnologia e design inovadores, com foco em inteligência artificial, que aliam conectividade e interatividade, sempre atentos às intenções do consumidor”, completa.

Sonah está há mais de 30 anos no Brasil, quase 15 deles atuando na LG. “Tenho um bom entendimento de como a LG funciona, em especial devido à minha experiência em diferentes áreas do Marketing na empresa. Além disso, o fato de estar há mais de três décadas no Brasil me possibilita ter pleno conhecimento das culturas brasileira e coreana, o que me permite encontrar uma harmonia entre elas. Para mim, isso é muito rico”, finaliza Sonah.

Visa registra aumento nas compras online no Brasil

A pandemia realmente fez crescer as compras online e está mudando o hábito de consumo em alguns países, e no Brasil não podia ser diferente. Dados da Visa mostram um crescimento considerável das compras no comércio eletrônico brasileiro. Quando comparados os meses de janeiro com junho de 2020, vemos um aumento de 11% no número de transações Visa no e-commerce, crescendo também o ticket médio dessas transações em 12%. Ou seja, mais pessoas passaram a comprar no mundo online e aumentaram o valor gasto em suas compras nesse período.

E esse crescimento vai além do Brasil. Durante esse mesmo período de análise, no Reino Unido, por exemplo, as transações Visa no comércio eletrônico aumentaram 16%, enquanto o valor do ticket médio aumentou 3%. Já nos mercados em que o comércio eletrônico não é tão desenvolvido, há ainda exemplos de mudanças acentuadas nessa adoção. No caso da Argentina, o país registrou um crescimento de transações Visa no comércio eletrônico acima de 100%. Os dados mostram que as compras no mundo virtual – seja por devices, apps ou e-commerces vieram para ficar, e deverão seguir nessa crescente mesmo no pós-pandemia.

Pesquisa do LinkedIn mostra que pandemia está reescrevendo os caminhos do marketing brasileiro

Webinars e podcasts ganharam espaço na pandemia e ocupam hoje a prioridade das empresas de marketing em detrimento dos eventos presenciais e mídia exterior, também conhecida como out of home, como outdoors. Essa mudança não foi de todo ruim, numa escala de 0 a 10, o índice de satisfação dos organizadores de eventos online está entre 6 e 7. É o que mostra a pesquisa Tendências e Comportamento de Marketing no Brasil 2020, realizada pelo LinkedIn com profissionais do setor. O objetivo do estudo é entender como eles estão reagindo a orçamentos reduzidos e mudaram sua estratégia para fazer mais com menos.

Esse foi apenas um dos desafios percebidos pela categoria durante a pandemia. O principal entrave foi o corte de orçamento, apontado por 73% dos entrevistados e sendo unanimidade como maior desafio para todos os tipos de negócio. Consequentemente, uma redução no time (58%) foi o segundo ponto sinalizado. A redução do investimento em publicidade e o replanejamento das atividades também estão entre os gargalos para 53%.

Essa mudança de estratégia vem acompanhada também por um novo perfil de público alvo. Há uma percepção sobre a abertura da área de alcance das campanhas para novas regiões e a segmentação agora foca nas necessidades geradas pela pandemia. “O isolamento social trouxe uma nova busca por produtos e serviços que, até então, não eram percebidos, assim, profissionais de marketing se viram voltados a entender não só um perfil habitual de consumo, mas sim o comportamento dos seus públicos-alvo, gerado especialmente por conta de uma visão não convencional da rotina”, destaca a executiva de Soluções de Marketing do LinkedIn para a América Latina, Ana Moisés.

Como consequência, ao serem questionados se houve mudança no conteúdo entregue, tanto em texto ou material criativo, por conta da pandemia, a resposta mais frequente entre os profissionais de marketing foi a transição para uma narrativa mais racional, com foco no produto e baseado em fatos. Em segundo lugar ficou a natureza emocional, por exemplo, centrada no ser humano e em suas emoções.

Para o Diretor de Marketing da FGV, Marcos Facó, agilidade, digitalização e comunicação constante são fundamentais neste período de incertezas e prevalência do trabalho remoto. “Nestes tempos de pandemia, aprendemos que podemos mudar nossos hábitos pessoais, sociais e profissionais de forma muito rápida e efetiva. Estas mudanças de comportamento trouxeram novos desafios para os profissionais de marketing e comunicação. Aprendemos que o mundo se tornou muito mais digitalizado que supúnhamos ser possível. O trabalho e o estudo remoto abriram nova possibilidades, derrubando barreiras de espaço físico. Tudo que trafega na rede, seja numa reunião via Zoom ou num webinar no Linkedin são bits. Informação pura. Assim, para uma grande parte dos profissionais ficou claro que tudo se resume à comunicação e que esta pode existir em qualquer lugar, em qualquer hora”, destaca.

Mais do que conteúdo, para o CEO da agência New Vegas, Ian Black, a estabilidade emocional e financeira do time deve ser prioridade. A agência optou por não reduzir equipe e manter a qualidade de vida das pessoas. “Um resultado financeiro anual abaixo do esperado pode ser superado, mas a confiança do nosso time e nossa reputação no mercado seriam muito mais difíceis de reconquistar”, destaca. E aí está o desafio: estruturar e manter uma cultura que seja à prova de distâncias e mantenha o padrão de qualidade.

Recursos de marketing mais procurados durante a pandemia:
– Capacidade de hospedar eventos virtuais (incluindo ferramentas de transmissão ao vivo, capacidade de enviar convites para eventos, análises, etc.)
– Novos formatos de anúncio para obter melhor engajamento
– Soluções aprimoradas de segmentação para atingir meu público-alvo
– Capacidade de automatizar a configuração e o desempenho de uma campanha

São ferramentas que vieram para ficar na visão da Chief Operating Officer da Oracle, Marcelle Paiva. “A gestão do conteúdo em todos os canais é fundamental e coerência entre os temas internos e externos, por isso, manter conexão e empatia para execução de ações neste novo cenário são fundamentais. O marketing hoje está voltado para o contexto e projetos que apoiem o momento atual em detrimento apenas da venda de produto ou solução”, destaca. Segundo ela, transparência e maior tolerância para testes de novos caminhos e recursos são necessários para a integração de novas plataformas de eventos virtuais integradas com social.

Tendências futuras – cenário para os próximos 3 meses
Os próximos 3 meses ainda são duvidosos e geram incertezas para qualquer setor da economia e não é diferente com o marketing. As preocupações são diferentes para empresas B2B e B2C. Para campanhas com foco em negócios, redução do time de trabalho (11%), falta de colaboração e foco maior na tática (9% cada) são os desafios futuros. Quem lida com o consumidor final, o time de B2C, corte no orçamento (15%), redução do investimento em mídia (10%) e a mudança do evento físico para o virtual (9%) são as preocupações.

Ainda sobre o futuro, o marketing de negócios, ou seja, empresas B2B e mistas acreditam que os eventos virtuais continuarão tão eficazes quanto os presenciais, mas, para 53% dos profissionais B2C, essa não será a realidade.

Seguindo essa percepção, o estudo mostra que há uma expectativa para os próximos 3 meses de redução dos eventos presenciais e experiências, mídia externa e marketing baseado em contas e um crescimento dos podcasts, webinars e parceria com influenciadores.

Para Black, não é possível ser assertivo em previsões. “O que vemos e que deve perdurar pelos próximos meses, é uma série de previsões sobre o futuro, sobre a pós-pandemia, que são baseadas mais em desejos e conveniências do que dados ou uma compreensão da complexidade ainda mais aguda dos tempos atuais. Essas previsões evidenciam uma dificuldade generalizada em encarar o presente para além do que nos atravessa diretamente”, alerta. Nessa esfera, o CEO exemplifica por meio dos movimentos de inclusão racial. ” Os movimentos negros no Brasil estão se organizando cada vez mais e estão descobrindo o poder de influência que essa organização possibilita. As empresas sentiram o impacto das manifestações do meio do ano, mas estão anos-luz distantes de qualquer ação digna de nota. O preço para essa omissão histórica, que é infinitamente mais escandalosa nos EUA será alto e certamente demandará das empresas mudanças radicais que atendam à urgência da diversidade”.

Facó acredita que o trabalho e o ensino a distância vieram para ficar. “Talvez de uma forma híbrida, mas permanecerão em muitas partes. O webinars foi a grande novidade no mercado corporativo. Ele trouxe imensas novas possibilidades”, ressalta. O executivo ainda destaca a redução nos custos que, na maioria dos casos, chegou a quase zero, como algo a se prolongar. “Isto por si só já foi muito benéfico. Juntamente com o poder de alcance e capacidade de público ilimitados, esse conjunto torna a plataforma incrivelmente poderosa e que só tenderá a crescer em termos de aprimoramentos e qualidade nos próximos meses”, avalia.

Como tendência de curto prazo, Marcelle reforça a questão dos eventos virtuais com destaque para conteúdos relevantes. “A gestão de conteúdo, dentro de um trabalho de marketing contextualizado e permeado por projetos que, de alguma forma, gerem impacto na sociedade e apoiem o dia a dia, deixando de ser meramente uma publicidade é o que devemos acompanhar nos próximos meses”.

Otimismo à vista
A experiência trouxe descobertas positivas. Há vários aspectos onde o otimismo se mantém, uma margem entre 40% e 52% dos entrevistados se sentem otimistas em aspectos como uma rápida recuperação e o sentimento de que a recessão será breve; a possibilidade de manter o uso de tecnologia e o trabalho virtual; a oportunidade de redefinir papéis no negócio e poder redirecionar o negócio para o que importa.

55% acredita que essas mudanças terão continuidade e mudarão a maneira como os profissionais de marketing trabalharão no futuro, mas acreditam que o impacto será de curto prazo.

Metodologia
O estudo ouviu 300 profissionais de marketing do Brasil que atuam em empresas com estratégias de negócio B2B (150), B2C (100) e mistas (50). Destes, 78% usam o LinkedIn em suas campanhas digitais. As entrevistas online percorreram as áreas de educação, indústria, telecomunicações, óleo e gás, varejo e produtos e tecnologia entre outras por meio de perguntas de múltipla escolha. Os resultados finais podem não representar a soma de 100% por ser permitida a escolha de mais de uma alternativa e pelo fato de não ser obrigatória a resposta a todas as perguntas.

Com mais mulheres na liderança de T.I. do que empresas de tecnologia, Grupo Boticário está reinventando o futuro da beleza

O desafio de atrair mais mulheres para a área de tecnologia tem sido enorme no mercado de trabalho. Tradicionalmente comandada por homens, essa realidade tem começado a mudar em muitas grandes empresas, que cada vez mais estão recrutando e sendo lideradas por mulheres que pretendem que logo não sejam minoria neste setor da economia.

No Grupo Boticário esta transformação já começou. Dados de julho apontam que 28% da diretoria da área de tecnologia da empresa é formada por mulheres. Quando incluídos cargos de gerência na área, são 36% de mulheres. O Google, por exemplo, uma das maiores empresas de tecnologia do planeta, tem 23,6% da diretoria da área de T.I formado por mulheres de acordo com o seu último relatório de diversidade. No Grupo Boticário este número tem aumentado à medida que a empresa tem ampliado os processos de seleção para a área digital com foco em diversidade e inclusão.

Em paralelo, a empresa também tem apoiado iniciativas que permitam a mais mulheres conhecerem o trabalho que outras delas fazem no setor de T.I. do Grupo Boticário. Todas essas iniciativas ajudam a consolidar a expansão nos últimos anos no setor de Inovação da empresa, com investimentos de R﹩ 300 milhões.

Uma dessas ações aconteceu em parceria com o PrograMaria, grupo feminino criado para incentivar mais mulheres a entrarem nessa área tecnológica. Cursos online e palestras das quais fizeram parte profissionais do Grupo Boticário foram abertos para compartilharem conhecimento e entre as 300 inscritas, 25 se destacaram e concluíram o programa de mentoria com o time de atração de novos talentos dentro do Grupo Boticário.

Em junho, o Grupo Boticário foi premiado pela Great Place To Work, no ranking Equidade de Gênero, como a terceira melhor empresa para mulheres trabalharem no Brasil. Hoje, em torno de 70% dos cargos de gestão de todas as áreas do Grupo Boticário são ocupados por mulheres. O compromisso da companhia é manter a alta participação das mulheres na liderança.

Dentro das iniciativas para continuar promovendo maior equidade dentro da companhia, o Grupo Boticário lançou em 2019 cinco grupos internos de afinidade, sendo um para cada dimensão da estratégia de Diversidade e Inclusão da companhia: Pessoas com Deficiência, LGBTI+, Gerações, Etnia e Raça e Equidade de Gênero.

“A inovação é o ponto de partida para a perenidade do nosso negócio, algo que ganhou uma dimensão ainda maior nos últimos anos no Grupo Boticário. Construir essas novas pontes com diversidade e mais mulheres com a mão na massa nos ajuda a crescer de uma forma mais inclusiva”, disse Nádia Leão, head de transformação digital do Grupo Boticário.

EMBRAPII alcança marca de 1.000 projetos e alavanca R﹩ 750 milhões privados em inovação

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) acaba de atingir a marca de 1.000 projetos que unem indústria e pesquisa no desenvolvimento de novas tecnologias que atendam as demandas de mercado, praticamente um projeto contratado a cada dois dias. Em seis anos de atuação, já somou mais de 1,5 bilhão em investimentos, sendo aproximadamente 50% dos recursos oriundos do setor empresarial, o que representa um total de R﹩ 750 milhões de recursos privados aportados em inovação nacional.

A instituição pratica um modelo de fomento desburocratizado que busca suprir uma demanda do setor produtivo nacional. Segundo pesquisa recente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 83% das empresas acreditam que, no pós-pandemia, precisam inovar para crescer ou sobreviver no mercado, das que afirmam inovar, 47% não possuem área de inovação e 67% não tem profissionais dedicados exclusivamente para inovar. Para viabilizar as soluções de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), a EMBRAPII disponibiliza às empresas pesquisadores e infraestrutura de seus centros de pesquisa credenciados, chamados de Unidades EMBRAPII (57 distribuídos pelo país).

O valor total do projeto é dividido em três sendo aproximadamente 50% dos recursos oriundos do setor empresarial, 33% da EMBRAPII (recursos não reembolsáveis) e o restante de contrapartida não financeira dos centros de pesquisa. Além do financiamento, que não necessita de edital para a liberação de recursos, a instituição faz o acompanhamento de metas e prazos estabelecidos no ato da contratação até a conclusão. Mais de 680 empresas de diferentes portes e segmentos já foram beneficiadas. Na prática, a empresa que tem uma proposta de projeto e deseja inovar pode buscar diretamente uma Unidade EMBRAPII, de acordo com a área de competência, para apresentar sua ideia e, caso aprovada, o contrato já é assinado e o trabalho iniciado.

Os projetos também podem ser desenvolvidos de maneira cooperativa, ou seja, envolvendo mais de uma empresa de diferentes portes, inclusive concorrentes, que possuam uma demanda comum. Para este segmento, a EMBRAPII possui uma linha especial de fomento que já contribuiu para a viabilização de mais de 100 projetos. Projetos de startups também possuem uma linha ampliada de crédito para que ganhem competitividade no mercado por meio da inovação e da interação com as grandes empresas.

“A partir do foco na competitividade do setor industrial brasileiro, a EMBRAPII se tornou um importante player nacional para o desenvolvimento de soluções tecnológicas ao fazer a ponte entre os centros de pesquisa, que integram nossa rede em todo o país, com o setor empresarial”, afirma Jorge Almeida Guimarães, diretor-presidente da EMBRAPII. “Estamos muito satisfeitos com o crescimento da instituição e com os resultados até aqui, começamos em 2014 com projetos de nove empresas, agora chegamos a mil projetos de mais de 680 empresas que acreditam na pesquisa nacional e investem recursos conosco. Queremos avançar ainda mais contribuindo com a economia e o desenvolvimento do país, a partir da inovação.”

As propostas viabilizadas são das mais diversas áreas e abrangem o desenvolvimento de satélite 100% nacional, robôs de inspeção submarina, novos princípios ativos para tratamento de câncer, tecnologias agro e automotivas, cidades inteligentes, manufatura 4.0, soluções em IoT, iniciativas sustentáveis, equipamentos de saúde para auxiliar no enfrentamento à Covid-19, entre outras.

Projeto 1000

O milésimo projeto contratado com o apoio da EMBRAPII é da empresa Agrivalle que consiste na otimização de um processo biotecnológico para o aumento da produção microbiana de duas bactérias para seu posterior uso, seja como fertilizante ou para o controle biológico de culturas agrícolas. Pesquisadores da Unidade EMBRAPII – ISI Biomassa, do Mato Grosso do Sul, trabalham no projeto que vai permitir o escalonamento do processo para agregar valor no cultivo agrícola a partir de uma tecnologia sustentável.

Circle Aceleradora faz aporte de R$ 2 milhões em fintech

Sempre em busca de soluções inovadoras que unem o marketing à tecnologia, a Circle Aceleradora de Martechs anuncia mais uma novidade no ecossistema: um aporte de R$ 2 milhões na fintech MKT BANK. Lançada por um hub de investidores internacionais focados em martechs, a startup é a única fintech voltada exclusivamente para o mercado de Comunicação e Marketing, por meio de uma plataforma para a realização de operações de adiantamento de recebíveis com conta digital e produtos de crédito.

A facilidade para a antecipação de recebíveis é um grande problema no segmento. Ao efetuar uma venda, as empresas podem demorar até 120 dias para receber seu pagamento, a partir do lançamento da nota fiscal. O objetivo da MKT BANK, que atua com modelo de negócio para públicos B2B e B2C, é contribuir exclusivamente com o fluxo de caixa desses stakeholders – agências, fornecedores, funcionários e freelancers de publicidade, marketing e eventos – para que todo o ecossistema trabalhe de forma saudável e sustentável.

Visando atender esses pequenos e médios fornecedores do mercado de comunicação, com uma burocracia muito menor em relação à encontrada em bancos convencionais, a MKT BANK espera fechar 2021 com R$ 30 milhões em transações e oferecer o benefício inédito a 10 mil clientes. “Pensamos em uma conta digital para atender exclusivamente as necessidades do mundo da Comunicação e Marketing e facilitar as operações bancárias entre todos os seus públicos. Somos a única fintech que fala a língua deles; olhamos cada contrato, job a job, com um sistema friendly e voltado para o formato de trabalho e as dores desse mercado. E a Circle vai agregar ainda mais no nosso expertise, pois é a primeira aceleradora martech a olhar para todas as empresas pensando em tecnologia, criando conteúdo para tecnologia.”, explica Alessandro Lopes, CEO da MKT BANK.

A fintech inédita ajuda no planejamento financeiro e estratégico de service users de todo o Brasil, com uma comunicação rápida, clara e dinâmica, justamente como é esse mercado. O novo “banco” oferece contas digitais individuais, em nome da empresa ou da pessoa física, e possibilita realizar serviços bancários, como TED/DOC, pagamentos, transferências entre contas da fintech, além de recarga de celular. Elas dão direito ainda a um cartão de crédito pré-pago Visa Internacional e saques na Rede Plus e na rede Banco24horas. As operações feitas pela plataforma podem variar de R$ 50 mil a R$ 1 milhão.

Mecânica – Sem a burocracia dos bancos tradicionais, abrir uma conta digital na MKT BANK é bem simples. Para pessoas e empresas, basta acessar a plataforma pelo www.mktbank.com.br e fazer o cadastro; depois de aberta a conta, o usuário deve aguardar a chegada de um cartão físico, mas já pode se beneficiar do virtual. Já para a antecipação de recebíveis, a empresa entra no site, faz o cadastro de interesse e responde a questões básicas. Após aprovado o cadastro, a conta e a antecipação estarão liberadas.

Mercado promissor – As fintechs, startups de serviços financeiros, estão entre as que mais crescem no Brasil. De acordo com a 2ª edição do Distrito Fintech Report, levantamento realizado pelo Distrito, empresa de inovação aberta que atua junto a startups, o Brasil já conta com 742 startups e, ao longo de 2019, a área atraiu US$ 910 milhões em aportes, 35% dos incentivos em Venture Capital no Brasil contabilizados no período. E uma pesquisa feita pela Infinicept e o AZ Payments Group estima que o setor deve movimentar US$ 15 bilhões até 2025.

O atual cenário do mercado de comunicação também é bastante otimista. O investimento em publicidade no Brasil chegou a R$ 17,5 bilhões em 2019, segundo o Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão), entidade que reúne os principais anunciantes, veículos de comunicação e agências de propaganda do país.

Mais de 80% das empresas unicórnio da China adotam um novo modelo econômico: a grande economia de compartilhamento

No dia 21 de agosto, a Conferência de Verão 2020 do Fórum Global de Economia de Compartilhamento foi realizada pela Federação Empresarial da China, pela Associação Chinesa de Pequenas e Médias Empresas e pela Associação Chinesa de Promoção do Desenvolvimento da Indústria. O fórum fez parte do 2020 China Unicorn Business Carnival, organizado pela TOJOY, aceleradora de empresas global, e recebeu apoio especial da Global Alliance of Sharing Economy, Sina Finance e China Business News.

Opiniões diversas sobre a grande economia de compartilhamento

Grandes personalidades participaram do evento, entre eles o ex-primeiro-ministro australiano Kevin Rudd e o ex-executivo da Apple e atual CEO global da TOJOY Ge Jun.

Em seu papel de secretário-geral da Global Sharing Economy Alliance, Ge Jun fez uma apresentação intitulada “A grande economia de compartilhamento faz nascer unicórnios”. Ele ressaltou que os modelos tradicionais de economia de compartilhamento que compartilham pequenos direitos de propriedade sobre bens como carros, bicicletas e aluguéis residenciais está em transição para um modelo em que ativos de negócios maiores como capital, capacidade de produção e direitos de propriedade intelectual são disponibilizados para compartilhamento.

Ge Jun também afirmou que, à medida que a economia global enfrenta desafios árduos, a grande economia de compartilhamento pode se tornar uma plataforma para conectar as economias de todos os países, promovendo a reconstrução da ordem econômica mundial. Ele explicou que, nesse processo, setores tradicionais podem ser transformados e aprimorados com o auxílio de práticas da grande economia do compartilhamento, e os setores emergentes podem acelerar ainda mais seu desenvolvimento. Como resultado, o aumento do valor pode levar empresas ao status de unicórnio em massa.

O CEO global da TOJOY e secretário-geral da GLASE, Ge Jun, fez o discurso de abertura na Conferência de Verão 2020 do Fórum Global de Economia de Compartilhamento (PRNewsfoto/ToJoy Shared Holding Group Co.,)

A grande economia de compartilhamento, um terreno fértil para unicórnios

Com dados combinados da CB Insights, PitchBook, entre outras, o “Relatório anual de observação de empresas unicórnio 2020”, lançado no evento, ressaltou a eficácia e a penetração das práticas de economia de compartilhamento na China.

De acordo com o relatório, até o dia 31 de julho de 2020, havia 285 empresas unicórnio na China, com uma avaliação total de 1,3 trilhão de dólares americanos. Entre elas, 234 apresentam características de economia de compartilhamento, o que representa 89,17% do valor total de todas as empresas unicórnio chinesas.

Várias empresas dessa lista de unicórnios fortalecidas pela economia de compartilhamento, entre elas, a gigante de produtos para maternidade e cuidados infantis B&G, a plataforma nacional de entrega digital Sousou Shenbian, e a maior empresa negociada em bolsas de valores da China continental, Kweichou Moutai, fizeram parcerias com a TOJOY, organizadora do evento, para acelerar seus negócios.

Por isso, a Associação Chinesa de Promoção do Desenvolvimento da Indústria anunciou recentemente uma colaboração com a TOJOY, estabelecendo oficialmente a Associação Chinesa de Promoção do Desenvolvimento da Indústria – Base Experimental de Inovação Industrial no evento. Ambas as empresas esperam que o projeto estimule o desenvolvimento e a inovação de futuras empresas unicórnio.

Stone reabre inscrições para o Recruta Stone de 2020

A Stone, fintech de serviços financeiros e de pagamentos, abre as inscrições para o 12º Recruta Stone. Os interessados podem realizá-las até o dia 17 de setembro pelo site http://www.recrutastone.com.br/. Destaque entre os maiores processos seletivos do Brasil, o programa havia sido adiado e as inscrições encerradas em março, devido à propagação do coronavírus. O programa é reaberto em uma nova versão, totalmente on-line, que inclui mentoria dos semifinalistas com a alta liderança da Stone. Além disso, como se trata da reabertura do processo, os candidatos inscritos durante o primeiro semestre já estarão automaticamente inscritos no processo.

Além de revelar profissionais altamente capacitados, o programa visa proporcionar autoconhecimento e desenvolvimento para todos os participantes, independente do resultado. Pensando nisso, o time de Pessoas da Stone implementou uma etapa de mentoria dos candidatos semifinalistas, em que eles têm reuniões com a alta liderança para preparação para a última fase. Sem número pré-definido de contratações, a nova versão do Recruta Stone possui seis fases, como testes on-line, questionário sobre a vida pessoal do candidato e entrevistas com líderes. A dinâmica em grupo foi substituída por uma etapa de resolução de cases, em que cada candidato poderá escolher uma opção para entregar.

Nos cinco meses em que o processo foi adiado, a equipe da área de Pessoas da fintech revisou e adaptou todas as etapas de seleção do Recruta para o ambiente virtual, garantindo a segurança e a saúde dos candidatos, dos colaboradores e do time de recrutamento. Com o objetivo de encontrar os melhores talentos do país, o processo incentiva cada candidato a desenvolver seu potencial durante todo o período de seleção, ao avaliar o histórico de cada participante, suas conquistas, vontade de evoluir e aprender.

Daniel Karrer, head da área de Pessoas da Stone, explica a decisão: “o Recruta Stone é o maior ritual de cultura da empresa e um processo diferente dos tradicionais, com muitas etapas e dinâmicas presenciais que exigiam bastante interação entre os participantes. Por isso, optamos por adiar o processo seletivo em março e dedicar nosso tempo para uma análise do processo e a total reformulação das etapas, com o objetivo de garantir a segurança de todos e, ao mesmo tempo, não perder o caráter de jornada de autoconhecimento e interação com as pessoas da Stone que o Recruta sempre teve”.

Por meio do programa, a Stone espera atrair pessoas que tenham energia, inteligência e integridade, ou seja: que estimulem mudanças por onde passam, estejam dispostas a solucionar problemas, encarar grandes desafios, sempre com autenticidade e ética, em qualquer contexto em que estiverem inseridas.

Oportunidade e desenvolvimento de carreira para os inscritos

Os aprovados passarão seis meses em diversas áreas da companhia para melhor entender seu funcionamento. Após esse período, os Recrutas decidem, em conjunto com a equipe de Pessoas, a área com a qual têm mais identificação para agregar mais valor à Stone e aos negócios dos clientes. Nessa edição, os candidatos aprovados ingressarão na empresa em janeiro de 2021.

Outro diferencial do Recruta Stone é que, mesmo não aprovados como recrutas durante as etapas da seleção, os candidatos têm a oportunidade de serem contratados em áreas diversas da companhia. Desde 2014, a Stone já contratou mais de 1.800 pessoas por meio do programa e, entre esses, mais de 80 são líderes, e cerca de 20 já são sócios.

Além de revelar potenciais talentos para a fintech, o Recruta Stone também é utilizado como ferramenta de formação de lideranças da companhia, por meio da disseminação de sua cultura e de treinamentos nas vertentes de recrutamento, seleção e gestão de pessoas. Mais de 150 líderes da Stone são envolvidos durante todo o processo, incluindo seus fundadores.

As inscrições podem ser realizadas até 17 de setembro de 2020. Os novos recrutas da Stone serão anunciados em dezembro, mês previsto para o término da seleção.

12º Recruta Stone – Inscrições abertas
Faixa etária: a partir de 18 anos, sem idade limite
Período: até 17 de setembro de 2020
Inscrições no site: http://www.recrutastone.com.br/