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Mastercard anuncia novo Gerente Geral para o Brasil

A Mastercard anunciou hoje a nomeação de Estanislau Bassols como Gerente Geral da Mastercard Brasil. O executivo ingressará na organização efetivamente em 15 de fevereiro e se reportará a João Pedro Paro Neto, Presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.

Nessa função, Bassols será responsável por impulsionar ainda mais a visão estratégica da empresa, a inovação e a agenda de crescimento, assim como desenvolver sua bem-sucedida cultura voltada ao propósito. A mudança faz parte do investimento contínuo da Mastercard no Brasil – um dos mercados mais importantes da empresa globalmente.

“A força global e o crescimento do Brasil ao longo dos anos têm sido fundamentais para a empresa em todo o mundo. À medida que continuamos nossa jornada para desenvolver ainda mais nossos negócios para além dos cartões no país, a nomeação de um Gerente Geral para o Brasil é um passo natural nessa evolução. A experiência diversificada de Estanislau nos permitirá expandir ainda mais em todos os segmentos, trazendo aos consumidores mais opções e inovação, ao mesmo tempo em que entregamos valor aos nossos stakeholders estratégicos”, disse João Pedro Paro Neto, Presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.

“Ao observarmos a empolgante dinâmica que molda o nosso setor em toda América Latina, estamos comprometidos em continuar investindo no Brasil e em manter nossa trajetória de liderança”, disse Carlo Enrico, Presidente da Mastercard para América Latina e Caribe. “Estou confiante de que a ampla experiência de liderança de Estanislau Bassols não somente ampliará o sucesso de nossa companhia, mas a levará para o próximo nível”, afirma o executivo.

Antes de sua nomeação, Estanislau foi CEO da SKY Brasil, onde desempenhou um papel fundamental na jornada de digitalização da empresa e na criação de novas parcerias e de novos negócios com foco em crescimento e expansão. Antes da SKY, ele foi CEO da VR Benefícios por quatro anos, e ocupou vários cargos de liderança na Telefónica América Latina por mais de 15 anos, em diferentes posições de vice-presidente sênior na Telefônica-Vivo, nas quais ocupou a posição de liderança de mercados B2B, B2C São Paulo e finalmente Planejamento Estratégico. Foi conselheiro consultivo do GPTW e é conselheiro consultivo da VR e conselheiro de administração da Wine.

Comentando a respeito de sua nomeação, Bassols disse: “A Mastercard Brasil é líder do setor de tecnologia de pagamentos e estou muito contente de me unir à equipe que está por trás de seu sucesso. Estou ansioso para trazer minha experiência para desenvolver ainda mais o excelente trabalho que a companhia realizou não apenas no setor, mas também em seu longo histórico de apoio a causas sociais”.

Estanislau Bassols possui formação em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo; um MBA em Finanças pelo IBMEC; um MBA em Gestão de Negócios pela FIA e um MBA de Executivo Global pela London School of Economics, pela New York University e pela HEC em Paris.

Reimaginando os e-sports com Cloud e Inteligência Artificial

Por Claudio Bessa, Líder do Ecossistema de desenvolvedores e Chief Developer Advocate, IBM América Latina

O mundo dos videogames continua crescendo em grande escala, e a América Latina não é exceção. Na verdade, a região é apontada como uma das com maior potencial neste mercado. De acordo com o instituto de pesquisa Newzoo, a receita do mercado de games global deve chegar a 180 bilhões em 2021, e a América Latina, com mais de 260 milhões de jogadores, deve crescer cerca de 13% ao longo do ano.

A expansão acelerada dos videogames entre diferentes tipos de usuários em diversas áreas e sua impressionante transformação movida pela tecnologia fez com que eles evoluíssem para uma poderosa ferramenta usada pelas empresas para inovar em experiências, desde o back-end até os clientes e as comunidades. Impulsionados pela explosão digital e móvel, os videogames também revolucionaram indústrias como esportes e aprendizagem, tornando-se uma ferramenta importante para oferecer e desenvolver diferentes competências e sendo um veículo de apoio a projetos científicos, educacionais e de formação.

Quais são as tecnologias que estão transformando a indústria?

Cloud Gaming: Cloud a espinha dorsal

Com imagens carregadas com texturas, animação e iluminação, o gaming online requer a capacidade de processar gráficos complexos em escala sem interrupções. Uma infraestrutura de cloud híbrida aberta possibilita a base da escalabilidade em qualquer ambiente, portabilidade de dados aprimorada e capacidades para criar e implementar plataformas de jogos de alto desempenho em todo o mundo com a baixa latência que os jogadores precisam. Algumas empresas já estão inovando com a IBM Cloud:

• Skyegrid: Sua plataforma permite que as pessoas joguem videogames com zero lag a partir de um laptop, tablet ou smartphone sem a necessidade de instalar software de jogos ou comprar hardware caro. Eles já têm mais de 3.000 assinantes.

• Exit games: Criou uma plataforma SaaS altamente disponível, escalável e confiável para desenvolvimento e hospedagem de jogos multiplayer no mundo todo. Hoje eles têm mais de 250 milhões de jogadores mensais e uma plataforma para 260.000 desenvolvedores.

• Mobbyt: Encontrou em videogames educacionais a oportunidade de ajudar crianças que passam por tratamentos contra o câncer. Sua plataforma gratuita possibilita a criação de jogos de forma rápida e simples. O Mobbyt é atualmente usando por muitos usuários em todo o mundo.

AI: Capturando os momentos mais impactantes

Não importa se os jogadores estão fisicamente em uma arena ou controlando avatares virtuais em ambientes digitais, a inteligência artificial (IA) pode ajudá-los a melhorar seu desempenho com insights, enquanto entregam informações a casters para narrar jogos e novas experiências para que os fãs vivam a excitação dos e-sports.

• Aumentando as habilidades de jogo: com desenvolvimentos simples de Inteligência Artificial, você pode otimizar as estratégias depois de um jogo. Por exemplo, ao usar o IBM Watson Studio, é possível analisar, visualizar e obter informações sobre o jogo Starcraft II com um padrão de código.

• Casting com insights em tempo-real: os momentos destacados com IA da IBM que apareceram no US Open, Wimbledon e no Masters podem ser aplicados em e-sports. Esta solução monitora o jogo e identifica os tempos mais emocionantes com base nos dados, incluindo pontuação, reação do público e do jogador. A tecnologia da IBM pode compilar os momentos mais emocionantes para casters, fãs e jogadores.

• Experiência para fãs em outro nível: as capacidades de processamento de linguagem natural da IBM e o Machine Learning estão criando novas experiências emocionantes em muitas áreas, desde o ESPN Fantasy Football até o a Overwatch League de Activision Blizzard. No Fantasy Football, essas soluções ajudam os jogadores a ter mais profundidade, o que lhes permite entender melhor seu desempenho, apontar projeções e avaliar decisões de risco/recompensa à medida que configuram seu alinhamento. Na Overwatch League, a IBM usa a mesma tecnologia para desenvolver ferramentas de análise de desempenho de jogadores e equipes para os fãs, assim como para equipes e casters.

A cloud e a inteligência artificial estão mudando a forma como jogamos, assim como a forma como os videogames são criados e usados para beneficiar negócios e transformar profissões. Além disso, estão melhorando a acessibilidade em todos os aspectos. Com as comunidades de código aberto globalmente trabalhando em diferentes áreas e com a evolução de outras tecnologias como a computação quântica, você consegue imaginar as inovações que virão no futuro?

Inter oferece 30 mil bolsas de estudo gratuitas para desenvolvedores

O Inter distribuirá, ao longo de 2021, 30 mil bolsas de estudo online e gratuitas para formação de desenvolvedores em todo o país. A iniciativa faz parte de uma parceria entre o hub de inovação, Órbi Conecta, e a plataforma de cursos Digital Innovation One, além das empresas mineiras Localiza, MRV e o próprio Inter. O Órbi Academy Techboost será o maior programa de formação de desenvolvedores do Brasil, com 100 mil bolsas em linguagem de programação.

Na terça-feira, 2/2, às 19h, o Inter realizará uma live para o lançamento do programa. Durante o evento, serão apresentadas a trilha de formação, a cultura #sanguelaranja e o perfil de profissionais que podem somar ao time de tecnologia da empresa.

Após a live, os interessados já podem se inscrever e participar do primeiro bootcamp, onde serão disponibilizadas 10 mil bolsas. As inscrições podem ser feitas de 2 a 27 de fevereiro, pelo site do programa. Os alunos terão até 75 dias para concluir uma jornada de 80 horas de formação em JAVA.

“Esta é uma oportunidade única que encontramos para capacitar e formar profissionais em uma área tão importante e necessária, não só para o Inter, como para todo o mercado”, diz o CEO, João Vitor Menin. “Somos movidos por inovação e tecnologia, e tenho certeza de que em breve estaremos com os alunos brilhantes do curso trabalhando com a gente e com o sangue laranja correndo nas veias”, completa.

Bootcamps

Cada empresa criará bootcamps de estudo com suas próprias trilhas de conhecimento dentro da plataforma DIO. Os profissionais interessados terão a oportunidade de aprender as linguagens de programação mais demandadas pelo mercado. Além disso, os times de RH e TI das três empresas acompanharão o desempenho dos estudantes e poderão entrar em contato com aqueles que mais se destacarem.

Fiesp: vendas reais de dezembro são 10,3% maiores que o nível pré-pandemia

As Vendas Reais da indústria ficaram estáveis na passagem de novembro para dezembro, conforme aponta o Levantamento de Conjuntura da Fiesp/Ciesp. Entretanto, estão 10,3% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020). As Horas Trabalhadas na Produção cresceram 1,2% frente a novembro e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) apresentou alta 0,7 p.p, atingindo 78,2%. Este é o oitavo aumento consecutivo dos itens.

Ainda segundo o levantamento, as Horas Trabalhadas estão acima 4,4% do patamar pré-pandemia, ao passo que o NUCI superou em 2,5 p.p. e encontra-se apenas 1,1 p.p abaixo da média histórica (79,4%). Os resultados apresentados indicam que a indústria de transformação paulista exibiu forte e rápida reação após o pior momento para a atividade econômica nos meses de março e abril.

Apesar da expressiva reação a partir de maio, a indústria paulista encerrou o ano com resultados negativos. As Horas Trabalhadas na Produção caíram 5,4% em 2020 e o NUCI apresentou redução de 1,6%. Já as Vendas Reais registraram virtual estabilidade, caindo somente 0,1% no ano passado.

Sensor

De acordo com a pesquisa Sensor, a indústria de transformação paulista manteve a tendência de crescimento em janeiro, primeiro mês de 2021, porém com leve perda de ritmo. O indicador Sensor fechou em 50,5 pontos no mês de janeiro, na série com ajuste sazonal, resultado inferior ao de dezembro (51,4 pontos) e a leitura de novembro (53,4 pontos). Números acima dos 50,0 pontos indicam expansão da atividade industrial paulista para o mês.

O indicador Mercado passou de 52,1 em dezembro para 47,5 pontos em janeiro, sinalizando condições de mercado menos favoráveis no período.

Já Vendas apresentaram progresso no mês, tendo seu índice alterado de 50,1 pontos em dezembro para 52,2 pontos em janeiro. Resultados acima de 50,0 pontos, indica expectativa de aumento das vendas no mês em relação ao anterior.

Nessa leitura, os níveis de Estoque continuam abaixo do nível planejado. O índice avançou de 52,1 pontos para 53,3 pontos no mês. Leituras superiores a 50,0 pontos indicam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores a 50,0 pontos indicam sobrestoque.

E o nível de Emprego permaneceu praticamente estável, passando de 50,6 pontos 50,0 pontos em janeiro. Resultados próximos dos 50,0 pontos indicam estabilidade do emprego da indústria paulista.

Por fim, o componente Investimentos mais uma vez apresentou arrefecimento em relação ao mês anterior, atingindo 44,7 pontos em janeiro contra 48,7 pontos registrados na leitura de dezembro. Com o indicador abaixo dos 50 pontos, os investimentos demonstram redução no mês.

Em resumo, o mês de janeiro de 2021 traz dados positivos para a atividade e devemos aguardar novos dados para confirmar tendência de continuidade de expansão da atividade na indústria.Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP

Salário dos profissionais de tecnologia cresce cerca de 30% em 2020, segundo a Revelo

A aceleração do processo de transformação digital em 2020, gerada pela pandemia, colocou os profissionais de tecnologia ainda mais em destaque. O setor registrou um aumento de 20% a 30% nas médias salariais e as oportunidades de emprego cresceram 25%. O levantamento faz parte da 2ª edição do relatório de salários no ambiente tecnológico da Revelo, maior empresa de tecnologia para a área de recursos humanos da América Latina. 

O relatório, que foi feito com base nas mais de 25 mil empresas e 1.5 milhão de candidatos cadastrados na plataforma, também mostra que a área de Design como um todo foi a que apresentou o maior aumento no panorama salarial, registrando 19,62% em relação ao ano de 2019. O cargo de Desenvolvedor teve uma crescente de 16,66% e foi o especialista mais buscado durante todo o ano (67,51%). “O mercado para esses profissionais está extremamente aquecido, a inovação tecnológica é o foco e as oportunidades continuarão crescendo em 2021”, comenta Patrícia Carvalho, Diretora de Experiência do Candidato e Marketing na Revelo.

A valoração salarial para os profissionais de tecnologia ocorreu para Júnior, Pleno e Sênior. Para os cargos Júnior, a área que trouxe maior crescimento salarial foi a de Marketing Online, com aumento de 67%. Para a cadeira de Pleno, foi em Business Intelligence, com adição de R$ 1.370 ao salário. Para o profissional Sênior, foi o setor de Design, com aumento de 29%, cerca de R$1.985. 

Outro dado que também chama a atenção é a participação do ensino superior no aumento salarial. A formação superior está diretamente ligada aos melhores salários. Quem tem um diploma chega a ganhar três vezes mais. Além disso, a empregabilidade para pessoas com o superior completo teve um aumento de 4,1% nos últimos dois anos. Enquanto, para os profissionais que concluíram apenas o Ensino Médio, a taxa cresceu  2,3%.

“O panorama de dados deste relatório mostra que, por mais que a pandemia tenha afetado muitas áreas, o setor de tecnologia se manteve em ascensão, aumentando as buscas por cargos na área e, consequentemente, as faixas salariais”, finaliza a diretora Patrícia.

Regime de contratação

Houve uma aceitação da contratação como PJ (pessoa jurídica). Muitos profissionais de tecnologia começaram a ver vantagens neste formato flexível para contar com mais oportunidades em um momento de incertezas. Além disso, o modelo de contratação traz cautela para as empresas na hora de assumir vínculos empregatícios, dado o cenário incerto. Cerca de 30% dos candidatos demonstraram disponibilidade para a contratação como PJ. 

Termina no dia 1 de fevereiro a inscrição para o programa de mentoria gratuita de Yale para jovens cientistas brasileiros

Yale-Proxima Mentorship Program, iniciativa de mentoria gratuita para desenvolvimento de skills em jovens cientistas, está com inscrições abertas até o dia 1º de fevereiro para sua primeira edição. O programa, que começa em março e vai até dezembro de 2021, selecionará 25 estudantes brasileiros de graduação ou mestrado que busquem conhecimento e excelência em ciências biológicas e biomédicas. Eles participarão de uma série de workshops virtuais e discussões sobre as práticas, estratégias e habilidades necessárias para se tornarem líderes na sua área de pesquisa – e assim contribuírem para fortalecer a cultura científica no país. Serão abordados assuntos como comunicação efetiva, estratégias de persistência e planejamento de carreira.

Além desses treinamentos, os participantes também serão divididos em grupos menores, de até cinco pessoas, para discutir temas específicos e relevantes para suas carreiras, com o apoio de um mentor selecionado entre os bolsistas do Programa Capes-Yale de doutorado em Ciências Biomédicas. A proposta é que os mentorados não apenas recebam orientações práticas, mas possam também explorar diferentes possibilidades de carreira e ingressem na comunidade científica, com oportunidades de networking e acesso a outras experiências profissionais.

Em dezembro, ao final do programa, está previsto o encontro presencial no Seminars in Biomedical Sciences, no Brasil, simpósio internacional realizado com sucesso há vários anos e que tem como objetivo conectar jovens talentos brasileiros a líderes científicos do mundo inteiro.

O Yale-Proxima Mentorship Program é coordenado pela doutora Mariana Nigro e faz parte do Iniciativa Proxima, que busca transformar a pesquisa científica no Brasil por meio de projetos que promovam um ambiente inclusivo de discussão científica e, ao mesmo tempo, inspirar e qualificar jovens para atuarem no mais alto nível das pesquisas. A iniciativa é liderada e dirigida pelo professor-associado da Yale School of Medicine (YSM), Marcelo Dietrich, em parceria com o Yale Combined Program in Biological and Biomedical Sciences (BBS), Yale Office of International Affairs (OIA), Capes-Yale Graduate Scholars Program e Yale Poorvu Center for Teaching and Learning.

INSCRIÇÕES:

Para se inscrever, o candidato deve preencher os seguintes requisitos: demonstrar interesse em ciências biológicas ou biomédicas; ser um estudante de curso de graduação ou mestrado, ou ter recentemente conquistado o mestrado; e não estar inscrito em nenhum programa de PhD nem ter doutorado. Além disso, deve residir no Brasil e planejar continuar no País durante o programa. Ter experiência em pesquisa, mesmo que em áreas diferentes, é um ponto favorável para a admissão.

As inscrições são gratuitas, e poderão ser efetuadas até o dia 1º de fevereiro a partir do link https://www.iniciativa-proxima.org/mentorshipprogram. Os documentos necessários são:

  • Uma curta biografia em vídeo, com no máximo dois minutos de duração, na qual o candidato poderá falar um pouco sobre si e suas expectativas (o link deve ser copiado e colado a partir de um upload no YouTube);
  • Um texto em português, com no máximo 250 palavras, trazendo um exemplo de alguma iniciativa em que o candidato tenha tomado parte e que possa ser considerada única, com impacto em sua vida ou em sua comunidade;
  • Um breve texto em inglês, com no máximo 300 palavras, com a descrição de sua experiência anterior em ciências e educação, e como a participação no programa poderá impactar em sua carreira;
  • Uma descrição em inglês, com no máximo 50 palavras, de seus interesses atuais e futuros;
  • Currículo; e
  • Histórico acadêmico oficial.

Mais informações sobre o Yale-Proxima Mentorship Program em https://www.iniciativa-proxima.org/mentorshipprogram.

KPMG: Brasil possui 702 startups voltadas para soluções de Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) é um campo da ciência da computação focado na criação de máquinas capazes de pensar e aprender. Trata-se também de um termo amplo, que abrange variados tipos de aplicações, como o Machine Learning — ferramenta que torna computadores capazes de analisar dados, identificar padrões e predizer comportamentos. Essas tecnologias são vistas como grandes tendências para o futuro dos negócios. No Brasil, a IA já é o foco de atuação de 702 startups. A informação é do Distrito Inteligência Artificial Report, levantamento realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito. O estudo teve ainda apoio da KPMG.

O levantamento dividiu as startups em duas categorias: Setores (479) e Funções (223). As primeiras oferecem soluções de Inteligência Artificial especializadas, visando impactar um segmento específico, como Serviços Financeiros, Imobiliário, Varejo, Educação, entre outros. Destas, a área de Saúde e Biotecnologia é a que concentra um maior número de startups (12,5%), seguida pelos campos de RH e Gestão Pessoal (10%) e Indústria 4.0 e Agricultura e Comida, ambas com 9,6% de participação.

“Hoje quase todos os setores utilizam a inteligência artificial para analisar dados e identificar padrões. Com isso, as startups focadas nesse segmento podem desenvolver expertises personalizadas, de acordo com a necessidade imposta. Esse fator é determinante para termos cada vez mais soluções inovadoras em cada uma das principais atividades econômicas”, analisa o sócio-líder da KPMG Lighthouse para Analytics, Artificial Intelligent e Intelligent Automation, Ricardo Santana.

Já as startups classificadas como “funções” oferecem serviços e produtos para diversos segmentos simultaneamente. Essa categoria apresenta cinco atuações: AlaaS (34,1%), que oferece Inteligência Artificial as a service; Business Intelligence & Analytics (30,9%), plataformas de gestão de dados e inteligência de mercado; Chatbots (19,3%), que são programas inteligentes que se comunicarem com clientes e usuários de maneira interativa; Cibersegurança (9,4%), ferramentas de segurança de redes privadas e diagnóstico de riscos; e, por fim, Sistema de Recomendação (6,3%), tecnologia de recomendação automatizada de produtos e serviços e previsão de comportamentos de clientes.

Desde 2012, as startups voltadas para soluções de IA captaram US$ 839 milhões, por meio de 274 rodadas. Atualmente, o ano de 2020 é o recordista em volume de investimentos. Nos últimos doze meses, essas empresas atraíram US$ 365 milhões por meio de 44 aportes. Até então, 2019 tinha o melhor resultado, com US$ 243 milhões investidos no setor. A maior rodada de investimento ocorreu no último ano, direcionada à startup Unico, que recebeu um cheque de US$ 109 milhões da General Atlantic e SoftBank.

Entre as 274 rodadas realizadas nas empresas com soluções de Inteligência Artificial, os estágios de Pré-Seed e Seed foram os mais recorrentes em investimentos, com 61 e 121 aportes, respectivamente. Em seguida encontram-se as rodadas Séries A (44) e Séries B (22). Até hoje, somente uma rodada Séries D foi realizada no setor. Ela ocorreu em 2019, quando a Resultados Digitais recebeu US$ 50 milhões da Riverwood Capital e Redpoint Eventures.

“O campo da Inteligência Artificial é tão promissor que, muito em breve, acreditamos que não será possível realizar um estudo como esse, no qual tentamos distinguir no ecossistema quais startups utilizam esta tecnologia como um diferencial de negócios”, pontua Tiago Ávila, líder do Distrito Dataminer. “Logo mais, perguntar se uma startup faz uso da Inteligência Artificial será o mesmo que questionar hoje se elas utilizam a internet. Isso diz muito sobre o passo dos avanços tecnológicos que, por sua escala e velocidade sem precedentes, naturalizamos”, conclui.

O levantamento traz ainda a distribuição geográfica das startups com soluções de IA pelo país. Mais de 90% delas estão concentradas nas regiões Sudeste (70,2%) e Sul (22,5%). As empresas restantes estão localizadas nas regiões Nordeste (3,7%), Centro-Oeste (3,2%) e Norte (0,3%). Vale destacar que apenas o estado de São Paulo sedia 51,9% do total das startups deste segmento. Em seguida estão os estados de Minas Gerais (9,4%) e Rio de Janeiro (8,1%).

Como acontece em outras verticais de tecnologia, as startups que fazem uso de IA apresentam uma das maiores desigualdades de gênero no quadro societário, tipicamente liderado por homens, com 40 anos em média, paulistas em sua maioria. Apenas 13,5% dos sócios destas empresas são mulheres.

SAP Brasil fecha 2020 com resultados sólidos e expansão do SAP S/4HANA

A SAP Brasil registrou mais um ano de crescimento de dois dígitos em vendas, impulsionada por projetos de adoção de novas soluções tanto na nuvem como de aquisição de licenças. O ano foi marcado pela revisão de projetos e aceleração de algumas áreas de negócios dentro das empresas. Essa revisão estratégica foi verificada em muitas indústrias, principalmente como parte da resposta às mudanças impostas pela pandemia da Covid-19.

Em linha com os processos de migração das empresas para o ERP inteligente da SAP, o S/4HANA registrou crescimento de dois dígitos ao longo do ano e no último trimestre em sua versão sob licença. Nota-se também o investimento das empresas em seus sistemas de suporte ao relacionamento com o consumidor, impulsionado também pela migração para o varejo online e para estreitar o relacionamento em um momento em que fidelizar clientes é essencial para os negócios.

Outro ponto, também acelerado pelas compras online, foi o aprimoramento nas cadeias de fornecimento e de logística, para dar a agilidade necessária às operações de comercio eletrônico e atender a expansão para novos mercados.

As soluções SAP Digital Supply Chain, de gestão da cadeia de suprimentos, cresceram três dígitos. A divisão SAP Ariba (gestão de compras e relacionamento com fornecedores) também verificou crescimento de três dígitos na nuvem ao longo de 2020.

“O ano de 2020 foi desafiador em muitos aspectos e a revisão de planos e metas foi uma constante em todos os segmentos da indústria. O time da SAP Brasil respondeu a esses desafios com muita resiliência e apoio consultivo para entender as necessidades dos nossos clientes e contribuir com seus processos de negócios. Como aprendizado, ficou a certeza de que os investimentos em ciência, inovação e tecnologia ganham ainda mais relevância, pois, quanto mais desafiador o cenário, mais necessária será a presença de empresas inteligentes e capazes de reagir na medida certa e seguir crescendo e contribuindo com o desenvolvimento do País”, explica Adriana Aroulho, presidente da SAP Brasil.

Como exemplo desse processo de resiliência e investimento em tecnologia, a Duratex continuou evoluindo sua estratégia de transformação digital, contando com a SAP como um parceiro estratégico, e é um dos muitos clientes que migraram para o ERP digital da SAP, o S/4HANA Cloud. A empresa que atua nos segmentos de painéis de madeira, louças e metais sanitários, chuveiros elétricos e revestimentos cerâmicos, concluiu no último trimestre a implementação das soluções SAP S/4HANA, SAP Ariba, SAP Cloud Platform e SAP Concur, entre outras, em um esforço para agilizar sua operação e aumentar a eficiência operacional.

Último trimestre manteve crescimento acelerado em cloud

No último trimestre, as empresas seguiram seus processos de digitalização com destaque para as soluções de Digital Supply Chain, SAP CX (de experiência do consumidor) e SAP Qualtrics – tanto para a gestão da experiência do cliente como de funcionários.

Com foco na gestão do relacionamento entre em empresas e clientes, a SAP iniciou mais um projeto com a Telefônica, multinacional espanhola que opera no Brasil com a marca Vivo e é uma das maiores operadoras de telecomunicações do país, com mais de 76,7 milhões de clientes móveis, além de ser uma das grandes do setor em telefonia fixa, banda larga, TV por assinatura e serviços digitais.  A empresa expandiu seu portfólio SAP Customer Experience para comercializar produtos online para seus clientes corporativos, suportando uma base robusta de soluções apoiada em um sistema de gerenciamento de pedidos eficiente.

Outro destaque do trimestre foi a Light, uma das maiores concessionárias do setor elétrico brasileiro, com mais de 100 anos de operação e mais de 4 milhões de clientes. A empresa adotou o SAP Document Compliance para digitalizar seus processos de faturamento e atender às rígidas exigências do Governo brasileiro. A empresa segue sua trajetória para se tornar uma empresa inteligente contando com a SAP como parceira fundamental.

B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão – maior bolsa de valores da América Latina, continua evoluindo e se transformando com a SAP, parceiro de tecnologia de longa data. A B3 adota o SAP Ariba para aprimorar seus serviços de compras, melhorando a comunicação com os fornecedores e proporcionando autonomia às áreas de negócios.

Já Grupo SBF, dono da marca Centauro e maior varejista do ecossistema de esportes do Brasil, escolheu a SAP como parceiro digital para levar o grupo ao próximo nível de excelência. A empresa, que anunciou recentemente um acordo inédito para assumir as operações da Nike no país, adotou o sistema de gestão SAP S/4HANA e SAP Integrated Business Planning para fortalecer sua estrutura de negócios a partir de uma plataforma in-memory robusta e escalável para prover informações em tempo real para tomada de decisão, além de contar com recursos para gerenciar a demanda da cadeia de suprimentos para obter dados, planejamento de suprimentos e otimização de estoque.

SAP ultrapassa metas revisadas para 2020 e atinge limite superior da perspectiva de lucro operacional

O desempenho dos negócios globais da SAP melhorou sequencialmente no quarto trimestre, mesmo com a persistência da crise da Covid-19 e a reintrodução de bloqueios em muitas regiões. A alta demanda por soluções de comércio eletrônico, Business Technology Platform e Qualtrics, juntamente com várias vitórias competitivas – particularmente na linha SuccessFactors – produziram um forte final de ano para os negócios.

A SAP também percebeu uma forte aceitação inicial de sua nova oferta de transformação holística de negócios “RISE with SAP” entre os clientes-piloto, contribuindo para o desempenho no quarto trimestre. Tanto a América do Norte como a Europa obtiveram um desempenho melhor do que o esperado na entrada de pedidos na nuvem, bem como na receita de licenças de software, refletindo a forte demanda por soluções digitais, para gestão da cadeia de suprimentos em particular. Além disso, a SAP obteve ganhos competitivos significativos em ERP.

“As empresas líderes mundiais estão recorrendo à SAP para se tornarem empresas inteligentes. Estamos reinventando a forma como os negócios funcionam, acelerando a transformação de nossos clientes na nuvem. Nosso forte final de ano e o lançamento de RISE with SAP, nossa nova oferta de transformação holística de negócios, nos posicionam bem para atender às nossas novas metas de perspectiva”, afirma Christian Klein, CEO da SAP.

Em 2020 a carteira de pedidos de nuvem aumentou 7% ano a ano, alcançando € 7,15 bilhões (alta de 14% em moedas constantes) em meio a efeitos contínuos da Covid-19. A receita da nuvem cresceu 17% ano a ano para € 8,08 bilhões (IFRS), alta de 15% para € 8,09 bilhões (não-IFRS) e de 18% para € 8,24 bilhões (não-IFRS em moeda constante), excedendo o total revisado perspectiva para o ano (€ 8,0 a € 8,2 bilhões não IFRS em moedas constantes).

A receita de licenças de software caiu 20% ano após ano para € 3,64 bilhões (IFRS e não IFRS) e 17% (não IFRS em moedas constantes). A receita de nuvem e software aumentou 1% ano a ano para € 23,23 bilhões (IFRS e não IFRS) e 3% para € 23,72 bilhões (não IFRS em moedas constantes), excedendo a perspectiva revisada do ano inteiro (€ 23,1 – 23,6 bilhão). A receita total caiu 1% ano a ano, para € 27,34 bilhões (IFRS e não IFRS) e aumentou 1% para € 27,90 bilhões (não IFRS em moedas constantes), também excedendo a perspectiva revisada para o ano inteiro (€ 27,2 – 27,8 bilhões).

América Latina registra mais um ano de forte crescimento na nuvem

A SAP fechou o ano de 2020 na América Latina relatando 22 trimestres consecutivos de crescimento de dois dígitos em seus negócios em nuvem. As ofertas cloud foram essenciais para garantir a perenidade de muitos negócios, responder com agilidade aos clientes e lançar as bases para competir melhor no futuro.

“Se há algo que aprendemos em 2020 é o quanto as empresas latino-americanas são resilientes. Ao nos adaptarmos com rapidez às mudanças que nos foram impostas, pudemos emergir mais fortes e ser mais eficientes para enfrentar os desafios que surgiram”, disse Cristina Palmaka, presidente da SAP América Latina e Caribe. “É muito gratificante sentir que cumprimos nossa missão apoiando as empresas em sua continuidade operacional. Nosso compromisso com os 50.600 clientes SAP da região é continuar apoiando-os em sua transformação e acompanhando-os para alcançar o próximo nível de excelência e de competitividade”, conclui.

Alstom conclui aquisição da Bombardier

A Alstom anuncia hoje a conclusão da aquisição da Bombardier Transportation. Alavancando sua clara estratégia Alstom in Motion e seus sólidos fundamentos operacionais e trajetória financeira, a Alstom, ao integrar a Bombardier Transportation, fortalecerá sua liderança no crescente mercado de mobilidade sustentável, alcançando um tamanho crítico em todas as geografias e integrando outras soluções e ativos para melhor servir seus clientes em todo o mundo.

O Grupo ampliado tem uma receita pró-forma combinada de cerca de € 15,7 bilhões e um backlog combinado de € 71,1 bilhões. Emprega 75.000 pessoas em 70 países, possui recursos de P&D sem paralelos e um portfólio completo de produtos e soluções.

“Hoje é um momento único para a Alstom e o setor de mobilidade em todo o mundo, com a criação de uma nova líder global centrada em mobilidade inteligente e sustentável. Mais do que nunca, o mundo precisa se engajar em uma profunda transição ambiental e social para poder enfrentar os grandes desafios da urbanização, oportunidades iguais para o desenvolvimento econômico e as mudanças climáticas. O transporte, essencial para a vida profissional e social, mas com grande impacto ambiental, está no centro desta transição. Nossa responsabilidade, junto com os 75.000 colaboradores da Alstom hoje, é transformar nosso conjunto exclusivo de ativos criado por essa transação no capacitador dessa transformação necessária. Nossa responsabilidade é trazer a inovação necessária para desafios tão extremos e que todas as comunidades em todo o mundo, em seus deslocamentos para encontrar entes queridos ou para trabalhar, possam ter acesso à mesma qualidade de serviço e eficiência, cuidando do nosso planeta.” disse Henri Poupart-Lafarge, Chairman e CEO da Alstom.

Uma nova líder global em mobilidade inteligente e sustentável

Um grupo que atende a um mercado em crescimento

O mercado ferroviário é apoiado por motores de crescimento fundamentais, como urbanização acelerada, estratégias de investimento público e o impulso mundial para a transformação verde e digital dos sistemas de transporte. Apesar da pandemia, os recentes anúncios de estímulo confirmam claramente o desenvolvimento da mobilidade sustentável e, mais especificamente, do transporte ferroviário como uma prioridade de longo prazo. O mercado de manufatura ferroviária deve crescer a uma CAGR de 2,3% até 2025.

Maior alcance mundial, com base nas complementaridades dos dois grupos

O Grupo terá um alcance comercial sem paralelos em todas as geografias graças à complementaridade das duas empresas. Embora o Grupo Alstom já tenha uma base de clientes bem estabelecida na França, Itália, Espanha, Índia, Sudeste Asiático, Norte da África e Brasil, a Bombardier Transportation trará forte proximidade com o cliente em mercados estratégicos como Reino Unido, Alemanha, países nórdicos, China e América do Norte. O Grupo terá agora, em particular, capacidades muito fortes na Europa e América do Norte, que representam aproximadamente 75% do mercado acessível aos OEM.

Conforme anunciado anteriormente, a sede da Alstom of the Americas ficará sediada em Montreal, Québec – liderando todas as operações na região – além de estabelecer um centro de excelência em design e engenharia que se baseará nos pontos fortes de Québec em inovação e mobilidade sustentável.

A Alstom estará ainda mais próxima de seus clientes e poderá alavancar seu conhecimento de mobilidade em todo o mundo para oferecer as melhores soluções de mobilidade “fit-for-purpose“.

Um portfólio completo de produtos e soluções ferroviárias, linhas de produtos fortalecidas

O Grupo oferecerá a operadoras de mobilidade e provedores de rede produtos e soluções em toda a cadeia de valor ferroviária. Ao integrar a Bombardier Transportation, a Alstom terá o portfólio ferroviário mais completo. Em Material Rodante, seu portfólio irá variar de veículos ferroviários leves a trens de altíssima velocidade, incluindo novos produtos estratégicos, como “people mover” e monotrilho. O Grupo será capaz de atender seus clientes no espaço de Serviços com uma rede mais ampla de instalações de manutenção e maiores capacidades de manutenção preditiva. Com uma frota de 150.000 veículos, a Alstom terá a maior base instalada do mundo, um trampolim único para expandir ainda mais sua liderança em Serviços. Sua linha de produtos de Sinalização ganha escala significativa, tornando-se nº 2 no mundo em termos de receita, adquirindo capacidades tecnológicas e comerciais em mercados estratégicos, complementares aos da Alstom.

Um footprint global e equilibrado para atender clientes em todo o mundo

O Grupo terá acesso a mais capacidades industriais estratégicas com footprint industrial competitivo tanto em mercados maduros, como Europa Ocidental, América do Norte e Austrália, como em mercados em crescimento, incluindo Europa Oriental, México e Índia. A Bombardier Transportation traz centros de expertise para locomotivas e truques na Alemanha, monotrilhos e “people movers” no Canadá, trens suburbanos e regionais na França e no Reino Unido, tração na Suécia, juntamente com centros de engenharia nos países de melhor custo na Tailândia. Traz também sete joint-ventures bem estabelecidas na China. Com essas adições estratégicas imediatas ao já diversificado footprint da Alstom, o Grupo ampliado tem acesso a uma expertise industrial mais profunda e está mais perto de seus clientes.

Capacidades de P&D sem paralelos para fomentar inovação verde e inteligente

A Alstom já é pioneira em mobilidade com inovações de ponta, como o recente trem a hidrogênio, operação autônoma de trens, material rodante e infraestrutura com eficiência energética. Reunindo cerca de 17.500 talentos de engenharia e P&D de ambos os grupos, consolidando um rico legado de 10.000 patentes e incorporando tecnologias adicionais significativas da Bombardier Transportation, por exemplo, em manutenção preditiva, sinalização e operações digitais, o Grupo será capaz de desenvolver soluções em um ritmo mais rápido e em maior escala para tornar a mobilidade de amanhã uma realidade. A Alstom está acelerando em direção a sua ambição: ser a player inovadora global para uma mobilidade sustentável e inteligente.

Criação confirmada de valor no longo prazo para todas as partes interessadas

Clientes e passageiros se beneficiarão com a proximidade dos funcionários e unidades da Alstom, suas capacidades de inovação sem paralelos, um portfólio abrangente de produtos e soluções ferroviárias e compromisso com uma entrega eficiente.

Os funcionários da Bombardier Transportation ingressam no Grupo Alstom a partir de 29 de janeiro de 2021. Esses novos talentos enriquecerão o perfil operacional da Alstom em todos os níveis e formarão, junto com os funcionários da Alstom, uma equipe Alstom ágil, inclusiva e responsável.

Sendo o ferroviário o meio de transporte motorizado com menor emissão de CO2, o Grupo está mais do que nunca focado em sua ambição de descarbonizar a mobilidade. A Alstom reafirma seus compromissos de criar um impacto positivo nas comunidades em que opera, de fornecer aos funcionários o melhor ambiente e experiência de trabalho e de estar nos mais altos padrões em termos de práticas comerciais responsáveis.

A Alstom confirma seu objetivo de gerar € 400 milhões de sinergias de custos com base na taxa de execução anual do quarto ao quinto ano e restaurar a margem da Bombardier Transportation para um nível padrão no médio prazo. Espera-se que a transação traga um acréscimo de EPS de dois dígitos a partir do ano 2 após o fechamento e que preserve o forte perfil de crédito da Alstom com classificação Baa2.

Participação acionária e governança: um novo acionista principal com uma abordagem de investimento de longo prazo

A CDPQ (Caisse de dépôt et placement du Québec) hoje se torna a principal acionista da Alstom, com 17,5% do capital social da Alstom. A CDPQ está comprometida com uma abordagem de longo prazo aos acionistas, com um forte histórico de investimentos em infraestrutura e ativos de transporte.

A Bouygues agora detém aproximadamente 6% do capital social da Alstom.

De acordo com as deliberações aprovadas pela Assembleia de Acionistas da Alstom realizada em 29 de outubro de 2020, a Sra. Kim Thomassin, representando a CDPQ, e o Sr. Serge Godin ingressaram hoje no Conselho de Administração da Alstom. O Sr. Benoit Raillard foi nomeado pelo Conselho de Administração da Alstom como observador (censeur) por proposta da CDPQ.

Preço e Financiamento

O preço de referência foi fixado em € 5,5 bilhões, na parte inferior da faixa de € 5,5 bilhões a € 5,9 bilhões comunicada em 16 de setembro de 2020. Os recursos para a aquisição foram estabelecidos em € 4,4 bilhões, que incluem o impacto do mecanismo de ajuste mínimo de caixa baseado em uma posição de caixa líquida negativa de Bombardier Transportation em 31 de dezembro de 2020 e outros novos ajustes contratuais no valor de € 1,1 bilhão.

A aquisição foi financiada por meio da emissão de direitos de cerca de € 2 bilhões concluída em 7 de dezembro de 2020, e parte da emissão de títulos sênior de € 750 milhões concluída em 11 de janeiro de 2021, e pelos aumentos de capital reservados para o benefício de afiliadas da CDPQ e Bombardier Inc., em montantes totais, respectivamente, de € 2,6 bilhões e € 500 milhões concluídos hoje como parte do fechamento da transação.

Próximos passos

A Alstom buscará e finalizará as vendas de certos ativos do Grupo combinado de acordo com os compromissos descritos no comunicado à imprensa da Comissão Europeia em 31 de julho de 2020. As alienações obedecerão a todos os processos sociais aplicáveis e consultas a órgãos de representação dos trabalhadores.

A Alstom realizará um “Capital Markets Day” no verão.

2021 e a Teoria do Pêndulo

Por Leonardo Milane  

Se pudéssemos voltar no tempo, mais especificamente durante o período de fevereiro a abril de 2020  (o auge da crise e do stress dos mercados), nem o investidor mais otimista diria que 2020 se encerraria da maneira como desenrolou: o Ibovespa na máxima histórica (depois de uma queda de aproximadamente 50% no pior momento do ano!); o dólar recuou dos R$/US$ dos 6,00 para 5,20; e os indicadores econômicos foram se recuperando rapidamente durante o segundo semestre.

Adicione a tudo isso a extensão do bilionário pacote de auxilio aprovado pelo governo americano, portanto mais fôlego para maior economia do mundo continuar se recuperando; e os recentes dados da economia chinesa, que apontam para um PIB positivo  nesse ano. 

E se voltássemos no tempo para outros períodos da história, observaríamos que o mercado se comportou exatamente da mesma maneira: como um pêndulo que oscila entre o excesso de otimismo e o excesso de pessimismo. Em determinados momentos, esse pêndulo perdura mais tempo em um dos dois extremos, mas cedo ou tarde acaba cedendo para o lado oposto. 

Diversas teorias de finanças e macroeconomia explicam esse comportamento: regressão a média; excesso de liquidez a juros muito baixos, por muitos anos seguidos; efeito manada e loss aversion, dentre outros.

Mais importante do que as teorias, é a arte de como gerir nossos investimentos na prática, tanto em 2021, como ao longo de todos os próximos anos.

E isso envolve 3 princípios fundamentais:  Disciplina: definir uma estratégia de investimentos, implementá-la  e decidir manter ou alterar a estratégia em vigor de acordo com os resultados obtidos. Lembrando que  investimento não é aventura, nem um grande casino.

Perca pequeno (perder 50% do seu patrimônio implica em ter que ganhar 100% para retornar ao patamar original!), e ganhe grande. Se sua estratégia não está calibrada para esse princípio, ela está errada; e quem não realiza pequenos prejuízos (vender um ativo com prejuízo) não entende que não existe estratégia infalível.

Se exististe, as profissões de economista, assessor de investimentos, gestor de fundos e analista de investimentos não existiriam. Diversificação: não estou falando apenas do clichê “não coloque todos os ovos na mesma cesta”. Estou falando em ter uma parte relevante do seu patrimônio dolarizada, pelo menos 20%, investindo em ativos do exterior.

Esqueça essa questão do melhor timing para comprar dólar, porque ninguém tem essa reposta.  A dinâmica fiscal brasileira é, até o momento, um problema sem solução. Além disso, em todos as crises da história recente, o dólar subiu fortemente.  Esses dois pontos já são suficientes para dolarizar uma bela parcela do seu patrimônio. 

De lambuja, você vai gerar renda em dólar (legal nunca mais ter que se preocupar em deixar de viajar para fora do país por que o dólar subiu muito?); Confiar em alguém que seja especialista nos dois princípios acima: idealmente alguém que vai acompanhar você e seus investimentos durante toda vida, e conheça muito bem seu perfil de risco, necessidade de liquidez e detalhes da sucessão patrimonial da sua família.

Não digo ser impossível, mas acredito que seja muito difícil alguém que não respira o mundo dos investimentos ser um investidor eficiente atuando 100% sozinho. Mesmo raciocínio vale para quando um economista, administrador, assessor de investimentos etc…precisa de um médico, dentista ou advogado.

Um especialista de muita qualidade técnica e de confiança faz toda diferença. E 2020 está aí para não me deixar mentir: o investir despreparado, que atual no impulso, zerou sua carteira no auge da crise e/ou deixou de comprar e aumentar a posição quando os ativos ficaram muito baratos. 

Voltando ao final do primeiro parágrafo, é inegável que os mercados estejam precificando boas perspectivas para a economia brasileira e nossos investimentos durante 2021. Caso contrário, o Ibovespa, o câmbio e a curva de juros não estariam dando sinais tão positivos nos últimos 60 dias.

Num piscar de olhos, o mercado esqueceu da sinuca de bico que nos encontramos em relação a necessidade de aprovação das Reformas para conter a trajetória exponencial da dívida pública, da eleição da Câmara em fevereiro e do impacto econômico negativo que a demora em vacinar a população trará. 

Parece que o mercado está absurdamente confiante em relação ao futuro….alguém já ouviu falar na “teoria do pêndulo”? Torço para que os mercados estejam certos, e o pêndulo permaneça no “território otimista” durante 2021.

Nem por isso deixarei de seguir à risca os 3 princípios colocados acima, hoje, ano que vem, e para sempre. Afinal de contas, aonde estava o pêndulo em dezembro de 2019, bem antes da crise de 2020 explodir?  

Leonardo Milane, sócio e Economista da VLG Investimentos

Mesmo com desafios da pandemia, ano de 2020 revela recuperação gradual e contínua dos shoppings

De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o setor registrou faturamento de R﹩ 128,8 bilhões em 2020, queda de 33,2% em relação a 2019. O dado faz parte do Censo Abrasce 2021 e mostra recuperação gradual e contínua dos shoppings, que passaram meses fechados por conta da pandemia chegando a perdas de quase 90% em abril deste ano. Para 2021, a projeção é de alta de 9,5% nas vendas do setor. “Esperamos que a atividade ganhe maior tração ao longo do ano, acompanhando a dissipação gradual das incertezas com a crise sanitária, quadro inflacionário menos pressionado e expansão do crédito e do emprego”, afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce.

Em 2020, foram inaugurados sete shopping centers ante 577 em operação. No entanto, a Abrasce reclassificou alguns empreendimentos e, como resultado, outros 17 foram incorporados à contagem oficial, totalizando 601 shoppings em funcionamento. Em Área Bruta Locável (ABL), essa expansão representa alta de 1,3% em relação ao ano anterior, com um total de 16,9 milhões de metros quadrados. Para este ano, a previsão é de mais 13 inaugurações, sendo quatro no Sul do País e três em cada uma das demais regiões – Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.

O número de lojas também cresceu e chegou a 110 mil, alta de 5% na comparação com 2019. Vale destacar o crescimento de 2,8% no número de salas de cinemas, totalizando 2.982 unidades. Já a vacância ficou em 9,3% em 2020 contra 4,7% no ano anterior. O número médio de visitantes ao mês foi de 341 milhões, o que representou uma queda de 32%, patamar próximo ao de 2010, quando a média mensal foi de 329 milhões de pessoas.

Em 2020, o setor gerou 998 mil vagas de empregos, queda de 9,4% em comparação ao ano anterior. “As restrições relacionadas ao horário de funcionamento dos empreendimentos provocaram redução de turnos de trabalho, com impacto no quadro de funcionários dos shoppings e dos lojistas”, afirma Humai.

Tendências

A pandemia acelerou projetos dos shoppings voltados para o ambiente digital. Em 2019, 36% dos empreendimentos possuíam aplicativos, mas atualmente esse percentual está em 41%. Também avançaram as plataformas de marketplace: no ano retrasado apenas 11% dos empreendimentos realizavam vendas por meio desse canal, agora já são 29% os shoppings que apostam na modalidade. E o número deve crescer: 59% dos shoppings preveem implemetar plataforma de marketplace nos próximos dois anos.

Apesar da crise, em 2020 7% dos shoppings passaram por algum tipo de expansão. Para os próximos anos, 26% dos empreendimentos pretendem expandir. “Esse número demostra o elevado grau de confiança e expectativa na recuperação da economia e do setor de shopping center”, diz Humai. Em 2019, apenas 10% dos shoppings tinham planos de expansão. Também se destaca entre as tendências do setor, a migração de operações gastronômicas para fora das praças de alimentação. Em 2019, as unidades localizadas fora da praça de alimentação representavam 27% do total. Em 2020, o número subiu para 38%.

81% dos comerciantes vão funcionar como delivery

Uma pesquisa nacional encomendada pela VR Benefícios, empresa que é sinônimo de categoria em vale-alimentação e vale-refeição, mostra como está o planejamento dos comerciantes.

Segundo o levantamento, encomendado ao Instituto Locomotiva, 81% dos estabelecimentos comerciais no Brasil passaram a fazer delivery durante a quarentena e vão manter esta modalidade terminada a pandemia. Antes, somente 49% dos restaurantes, lanchonetes, padarias e mercados faziam entregas em domicílio.

Em relação ao atendimento ao cliente, o self-service era oferecido por 59% dos restaurantes antes da crise sanitária, e, agora, somente 42% deles servem refeições desta forma. Em contrapartida, o serviço à la carte subiu de 43% para 54% nesta pandemia.

Como medidas de proteção ao cliente, os estabelecimentos afirmam adotar: limpeza e desinfecção do ambiente (91%), disponibilidade de álcool em gel aos clientes (85%), ambiente mais aberto e ventilado (80%) e utilização de mais itens descartáveis (63%).

Comerciantes aderem às ferramentas digitais

A pesquisa da VR Benefícios mostra ainda que 47% dos restaurantes, lanchonetes, padarias e mercados estabeleceram novos canais de venda a partir da pandemia, como forma de sobrevivência. O comércio pelo telefone foi o mais adotado, com 71% de adesão por parte dos comerciantes. Na sequência, vem o Whatsapp (63%), o e-commerce próprio (51%), as vendas online (42%) e os aplicativos de entrega (39%).

A pandemia acelerou também a implementação de meios de pagamento sem contato entre os estabelecimentos comerciais. Os que já adotavam a facilidade, e intensificaram seu uso no período, e os que inauguraram a modalidade somam 65%. Já as formas mais utilizadas são: aproximação de celular (83%), QR Code (69%), aplicativos no celular, como Google Pay ou Apple Pay (32%) e envio de link por pagamento (18%).

“O aumento do e-commerce é um movimento que vimos crescer fortemente nos últimos meses, principalmente nas plataformas de entrega de comida. E o uso cada vez maior do link de pagamento é uma tendência no setor de benefícios, tanto que a VR Benefícios foi a primeira a lançar este serviço para seus clientes”, explica Paulo Roberto Esteves Grigorovski, diretor executivo de Marketing e Serviços ao Trabalhador, da VR Benefícios.

Sobre a VR Benefícios – Fundada em 1977, a VR Benefícios é pioneira no segmento de benefícios e se tornou sinônimo de categoria em vale-refeição e vale-alimentação no país. Suas soluções inovadoras são dirigidas aos empreendedores, empresas de pequeno, médio e grande porte, estabelecimentos comerciais e trabalhadores, sempre com o objetivo de facilitar a vida dos clientes de forma prática, rápida, segura e digital. Os produtos Alimentação, Refeição, Auto e Cultura beneficiam 1,4 milhão de pessoas e são aceitos em mais 400 mil estabelecimentos credenciados, em 5 mil municípios atendidos.

Aceleradora canadense seleciona startups brasileiras para programa de internacionalização na América do Norte

Estão abertas as inscrições para o Dream2B Global Acceleration Program, programa de aceleração e internacionalização para startups brasileiras no Canadá. Em sua 5ª edição, o programa irá selecionar 15 startups de todo o país das áreas de inteligência artificial, cidades inteligentes e veículos autônomos. As interessadas em participar têm até o dia 14 de fevereiro para se inscreverem gratuitamente no site https://www.dream2b.com.br/.

“O diferencial do nosso programa de aceleração é ser hands-on. Além de mentoria com profissionais de alto nível do mercado global, fazemos a validação do modelo de negócios e ajudamos em todas as etapas de internacionalização. É uma parceria de longo prazo que já ajudou 40 startups brasileiras, sendo que algumas iniciaram operações globais a partir do Canadá. Uma das mais recentes foi a Safetest, que criou um teste rápido de Covid-19 e foi aprovada pelo FDA, para a comercialização e distribuição nos EUA, assim como na União Europeia, antes mesmo de ter autorização no Brasil”, explica Regina Noppe, founder & CEO da venture builder canadense Dream2B.

As 15 startups selecionadas para esta edição, a primeira a ser realizada virtualmente, participarão do programa que será realizado de 12 de abril a 7 de maio, incluindo desde mentoria com experts e empreendedores canadenses e brasileiros, a workshops com profissionais para validação do modelo de negócios; reuniões com potenciais parceiros e clientes; além de pitches para investidores. As startups selecionadas também terão acesso a uma sessão de mentoria de pré-internacionalização oferecida pela Softex.

Além da oportunidade de participar do projeto de aceleração da Dream2B, as startups que tiverem seu modelo de negócios validado pelo programa e um ótimo fit com o mercado, poderão aplicar para o Startup Visa através do parceiro da Dream2b, que é uma das instituições designadas pelo governo federal Canadense. O Startup Visa é um dos vistos mais cobiçados hoje por empreendedores do mundo todo, pois permite a imigração de até 5 sócios com suas respectivas famílias para o Canadá. O visto concede a residência permanente e as startups que forem aprovadas e passarem pelo programa, ainda poderão utilizar toda a estrutura do Spark Center para conduzir seus negócios no Canadá por até um ano.

A novidade desta edição é que as startups que mais se destacarem terão ainda a chance de receber investimento de até CAD $500.000 diretamente da venture builder canadense após o programa.

Startups brasileiras já aproveitam o mercado internacional

Em suas 4 edições anteriores, o Dream2B Global Acceleration Program ajudou 40 startups, incluindo a Safetest, startup mineira que desenvolveu teste de Covid-19 de resultado rápido e de baixo custo, que após participar do programa de aceleração em 2019, obteve reconhecimento mundial. “A Dream2B nos guiou em nossa jornada de internacionalização, e hoje podemos realizar negócios nos Estados Unidos, Canadá e em vários países na Europa. E continuamos em plena expansão. As oportunidades que surgiram a partir do contato com a Dream2B foram imensas. Bastou que a gente soubesse aproveitá-las da melhor maneira”, explica Felipe Peixoto, CEO da Safetest.

“Mesmo com a crise econômica, as startups continuaram inovando e crescendo. Nossa proposta é abrir as portas do mercado internacional para as que possuem soluções escaláveis, oferecendo todo o conhecimento e experiência necessários para isso”, relata Noppe.

A 5ª edição do Dream2B Global Acceleration Program é realizada pela Dream2B em parceria com a incubadora canadense Spark Centre, com apoio da Softex e Câmara do Comércio Brasil-Canadá.

Mercado second hand é novo target de marcas de luxo

Gucci, Burberry e Stella McCartney são alguns dos gigantes da moda que já entraram nesse empório em ascensão

De acordo com um levantamento das Organização das Nações Unidas (ONU), a moda é responsável por 8% das emissões de gases-estufa na atmosfera da Terra. Além disso, é o segundo maior consumidor global de água e grande poluidor de ecossistemas, despejando, a cada ano, mais de 500 mil toneladas de lixo sintético nos mares, rios e oceanos. Sem falar nos cerca de US﹩ 500 bilhões de roupas e acessórios que vão parar em lixões e aterros do planeta anualmente.. Preocupadas com sustentabilidade e cada vez mais adeptas do consumo consciente, as grandes marcas do mundo fashion têm aquecido o mercado de segunda mão ao redor do mundo. A mais nova player deste tipo de negócio é a Gucci que anunciou sua parceria com a The RealReal.

Para Carol Esteve, fundadora e CEO da plataforma Buy My Dress, esse é o futuro da grande maioria das lojas icônicas. “As grandes marcas já notaram a importância da sustentabilidade na nossa sociedade e isso é cada vez mais visível. O mercado de segunda mão oferece diversas vantagens e que vão muito além só da questão sustentável. Com essas parcerias é possível fidelizar clientes, oferecer créditos em venda (gerando fluxo de vendas nas lojas físicas), amplia o fluxo do ciclo de vida das peças que não ficam simplesmente paradas dentro do armário. Ganha a marca, ganha o marketplace e ganha o consumidor“, explica a empresária.

Além da Gucci, marcas como Channel, Luis Vitton e Prada também aderiram ao movimento. Esse target pode-se explicar também pelo fato de que o re-commerce valerá quase 50% mais do que o tradicional segmento de compra de peças novas, segundo levantamento da GlobalData. “Os principais fatores que favorecem o segmento de peças second hand: preços mais baixos e em boa qualidade, alta variedade e sustentabilidade. A gente percebe que esse mercado só tem a crescer, cada vez mais” finaliza Carol.

Wipro nomeia Douglas Silva como Country Head para o Brasil

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa líder global em tecnologia da informação, consultoria e serviços de processos de negócios, anuncia a nomeação do veterano de indústria Douglas Silva como Country Head para o Brasil. 

Douglas tem mais de duas décadas de experiência no setor de TI e desempenhou papel importante na liderança de transformações de clientes em vários setores. Antes de ingressar na Wipro, Douglas foi Head para Serviços Financeiros na América Latina e Diretor de Vendas Corporativas para o Brasil na Amazon Web Services (AWS). Douglas também ocupou cargos seniores na SAP, Capgemini e TCS durante sua carreira.  

Ele ficará baseado em Alphaville, Barueri, Brasil e irá se reportar a Mukund Seetharaman, Vice-Presidente e Diretor Regional da Wipro Limited na América Latina, que disse: “Estamos entusiasmados por ter o Douglas se juntando a nós e seguimos na construção de um legado de sucesso, impulsionando nosso crescimento em um dos mercados mais dinâmicos da América Latina. O Brasil ajudou a acelerar o crescimento em toda a região nos últimos anos e a Wipro continua comprometida em fortalecer suas equipes para apoiar clientes globais e locais em sua jornada de transformação” 

Reconhecendo o enorme potencial de crescimento da região e atuando no mercado brasileiro pelos últimos 14 anos, a Wipro fez vários investimentos estratégicos na América Latina nos últimos cinco anos. A empresa construiu sua presença local em toda a região significativamente, contratando uma força de trabalho local forte e diversificada, adquirindo empresas locais e estabelecendo escritórios nos principais centros econômicos. 

Cresce demanda por profissionais de tecnologia em outros setores, mostra estudo setorial

Depois de quatro anos de estabilidade, o número de profissionais de tecnologia que atuam em empresas que não têm como foco produtos ou serviços de tecnologia, chamados In House, voltou a crescer no Brasil. O movimento foi captado pelo Tech Report 2020 – estudo realizado pelo Observatório da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e pela Neoway, com apoio da Finep – e reflete um maior investimento do setor produtivo na digitalização de processos. De acordo com o documento, enquanto que entre 2014 e 2017 esse grupo era composto por algo em torno de 310 mil profissionais em todo o país, em 2018 saltou para 365 mil – alta de 17%. É um panorama que segue impulsionado até pela atual crise econômica causada pela pandemia de coronavírus. 

“A transformação digital tem papel fundamental no desenvolvimento da economia. Ela beneficia e estimula a expansão da conectividade e se torna uma facilitadora das empresas. Movimenta negócios, gera meios para a redução de custos, maximiza receitas e contribui para o desenvolvimento de novos projetos. Inseridos neste contexto, profissionais ligados à área de tecnologia estão se estabelecendo cada vez mais nas instituições e em todos os setores da economia”, observa Iomani Engelmann, presidente da ACATE. 

Só para ter uma ideia da dimensão dessa corrida, em 2019, a Supero Tecnologia – empresa que atua há 17 anos com um portfólio de produtos e serviços que inclui alocação de profissionais especializados para auxiliar empresas no processo de digitalização – registrou alta de 45%, em relação a 2018, no número de pessoal alocado em clientes cuja atividade fim não está relacionada à tecnologia. As projeções para 2020, segundo o gerente comercial da empresa Adriano Kasburg, indicavam uma nova alta, em torno de  20%:

“Numa crise, seja ela econômica ou pandêmica como a que estamos passando, as empresas precisam fundamentalmente preservar caixa, priorizando investimentos na transformação digital para criar valor para o cliente final. Independentemente do segmento, em maior ou menor intensidade elas precisam se adaptar, rever processos, investir em Business Intelligence e Data Science para tomar decisões mais assertivas para vender numa realidade em que cada vez menos as pessoas sairão de casa”. 

Pix e Open Banking impulsionam contratações

Um exemplo é o  grupo HR Restaurante, que  usa as soluções da WK Sistemas, empresa referência em softwares de gestão empresarial (ERP), e percebeu uma melhora na agilidade dos processos, mais controle das informações, aumento de produtividade e diminuição de gastos com papel. Hoje, o ERP é usado nas três frentes de negócios do grupo ( uma rede de restaurantes, uma distribuidora e uma fazenda). José Alves, Gerente de TI do grupo, acredita que digitalizar as empresas foi fundamental para ter uma visão mais completa e precisa do negócio. “A utilização do sistema trouxe para a empresa, de imediato, uma visão mais detalhada e apurada das informações para a tomada de decisões, além de diminuir significativamente os controles paralelos. Todos os dados estão integrados, o que significa muito mais rapidez e assertividade nos processos”, comenta.

De acordo com Kasburg, este crescimento também vem sendo acelerado por questões regulatórias, que têm exigido maior investimento em digitalização dos setores financeiro e de energia, por exemplo. O primeiro, em razão da implementação do Pix (novo sistema de pagamento digital do Banco Central) e do Open Banking (plataforma que promete mudar a forma como o mercado financeiro funciona). O segundo porque está passando por um processo de mudança na forma como capta e vende energia. 

“Qualquer empresa que queira se manter no mercado precisa investir em tecnologias que aproximem a marca dos clientes, sejam eles B2B ou B2C. Isso se faz entendendo o nível de maturidade tecnológica existente na organização e criando um mapa de transformação digital adaptado à estratégia de negócio”, explica o gerente comercial da Supero.

Locar, em vez de contratar, agiliza digitalização

Nesse contexto, muitas empresas optam por contratar serviços de alocação de profissionais especializados para realizar essas atividades, em vez de investir em departamentos próprios de TI, por razões que vão desde a maior agilidade na execução do projeto, já que há aporte de expertise tecnológica imediata, sem curva de aprendizagem; a gestão das pessoas e dos projetos, que normalmente são pontos sensíveis, ficam sob responsabilidade da empresa prestadora do serviço; e ao não precisar arcar com a folha de pagamento de profissionais com alto valor de mercado, caem os custos. 

“Temos uma metodologia de recrutamento desenvolvida para selecionar o mais rápido possível o profissional mais adequado para cada projeto, por meio de triagem qualificada, entrevista por competência, prova e entrevista técnica”, explica Bárbara Daniel Vieira, coordenadora de Desenvolvimento Humano Organizacional (DHO) da Supero. 

Segundo o Tech Report da ACATE, os profissionais que compõem o grupo de especialistas em tecnologia considerados pelo estudo exercem as funções de diretores de serviços de informática, analistas de sistemas computacionais, gerentes de tecnologia da informação, técnicos em programação, engenheiros em computação, técnicos em operação e monitoração de computadores e especialistas em informática.

Programa de Inovação Aberta do Grupo Prosegur lança desafio em busca soluções tecnológicas para mercado de criptomoedas

O Grupo Prosegur lançou um novo desafio para reforçar a segurança do mercado de criptomoedas e promover o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas para complementar e agregar ainda mais valor à Prosegur Crypto, a mais nova solução abrangente de custódia e gestão de ativos digitais apresentada pelo grupo no final de 2020.

O concurso, realizado no âmbito do Come In, o programa de inovação aberta do Grupo Prosegur, receberá inscrições até 8 de fevereiro. Podem participar startups nacionais e internacionais com um protótipo funcional, exclusivamente direcionado para o mercado B2B, interessadas em validar os seus projetos tecnológicos num ambiente real e em contribuir para a abertura de novas linhas de negócio no mercado de criptomoedas.

Os projetos apresentados terão de passar primeiro por uma avaliação da Comissão de Seleção, para confirmar se atendem a critérios como as necessidades que resolvem, as tecnologias em que se baseiam, o cumprimento das regras e sua replicabilidade.

As startups que passarem à fase seguinte vão participar do Selection Day, onde defenderão as suas propostas perante o júri da companhia. Os projetos selecionados terão a oportunidade de testar o seu potencial em colaboração com especialistas do Grupo Prosegur, utilizando também os equipamentos e infraestruturas de trabalho da companhia.

Projetos vencedores serão financiados

As empresas vencedoras receberão um financiamento de 30 mil euros. Será uma oportunidade de estabelecer uma sinergia com o Grupo Prosegur através da divisão Tech Ventures, responsável por analisar o potencial dos projetos para comercializá-los em escala global.

Para Raimundo Castilla, CEO da Prosegur Crypto, “esse novo desafio tecnológico é mais um exemplo do nosso empenho na inovação e no reforço de um setor pioneiro que exige soluções reais e confiáveis em termos de segurança. A Prosegur Crypto é o primeiro passo numa longa jornada e, para enfrentar os próximos desafios do futuro, temos que somar a nossa liderança tecnológica global ao talento e criatividade do ecossistema empresarial”.

Lançado em novembro de 2020, a solução Prosegur Crypto oferece um sistema de armazenamento a frio (que nunca se liga à Internet), permitindo máxima proteção contra qualquer ciberataque. O serviço combina os mais elevados padrões de segurança física, uma área em que o Grupo Prosegur é líder mundial há mais de 40 anos, com tecnologias de segurança criptográfica de última geração.

82% das PMEs brasileiras pretendem continuar o processo de adoção de novas tecnologias após a pandemia, segundo estudo

A Microsoft encomendou para a agência de comunicação Edelman o estudo “Como as PMEs brasileiras enfrentaram a pandemia da Covid-19”, com a finalidade de entender quais os desafios e oportunidades que essas empresas encontraram durante o período e o que elas esperam para o futuro pós-pandemia. O estudo consultou proprietários e funcionários de mais de 500 pequenas, médias e microempresas de todo o país para entender a visão desse público em relação à adoção de novas tecnologias, trabalho remoto, recursos humanos, implementação de estratégias de marketing digital e capacidade de reinvenção de seus objetivos e estratégias de negócio.  

De acordo com o estudo, as PMEs se sentem preparadas para encarar os desafios do mercado pós-pandemia. Para a maioria delas (78%), a adoção de novas tecnologias é o que elas enxergam como a mudança mais fácil para a retomada. Além disso, 73% das pequenas, médias e micro empresas se dizem prontas para enfrentar os desafios de marketing digital e 71% estão preparadas para as questões relacionados ao trabalho remoto.  

“O ano de 2020 foi desafiador para as empresas de todos os tamanhos, especialmente para as de pequeno, micro e médio portes. Nunca foi tão importante praticar a resiliência e a capacidade de adaptação. Por isso, é fundamental entendermos os anseios das PMEs durante esse período para que consigamos oferecer a melhor solução para continuar apoiando a recuperação econômica desses parceiros”, afirma Priscyla Laham, vice-presidente de vendas para o mercado corporativo e SMB da Microsoft Brasil.  

Tecnologia, a protagonista da recuperação econômica  

Com a pandemia, muitas empresas precisaram se reinventar e adaptar seu modelo de trabalho para o formato remoto. Isso fez com que plataformas de comunicação e colaboração se tornassem essenciais no dia a dia dessas empresas. Para 66% dos entrevistados, os softwares de videochamadas são as principais mudanças adotadas em relação à adoção de tecnologia, seguido por nuvem e software de trabalho remoto (ambos com 55%). A pesquisa mostrou que a maioria das PMEs estão familiarizadas, até certo ponto, com as plataformas de videochamadas e tecnologia de nuvem, cerca de 74% e 76% respectivamente.  

Durante a pandemia, 42% das PMEs aceleraram a adoção de novas tecnologias, principalmente as empresas de médio porte e 83% dos entrevistados afirmam que a adoção de novas tecnologias é o aspecto mais relevante para a recuperação econômica das PMEs brasileiras. Com a adoção de novas tecnologias, houve um aumento na adoção de políticas de segurança cibernéticas, principalmente entre as microempresas – 51% delas implementaram esse tipo de solução e 52% das PMEs afirmaram estar preparadas para enfrentar os desafios da segurança cibernética.  

O protagonismo da tecnologia no auxílio à adaptação das empresas à nova realidade do mercado reflete nos dados da pesquisa também para o momento pós-pandemia: 82% das PMEs entrevistadas pretendem continuar com o processo de adoção de tecnologias mesmo depois que esse momento passar, sendo que 40% delas priorizarão as tecnologias baseadas em nuvem e 36% as tecnologias de marketing digital.  

“A tecnologia e a Inteligência Artificial têm um enorme potencial para se tornar um dos principais impulsionadores da recuperação e desenvolvimento social e econômico do Brasil. É nítido que as empresas que alcançaram melhor desempenho têm em comum o uso da tecnologia para alavancar seus negócios e superar os desafios encontrados e, esse cenário poderia ser ainda mais positivo se as PMEs ampliassem a adoção de Inteligência Artificial. Para a Microsoft, o processo de transformação digital deve alcançar quatro importantes pilares: engajamento de clientes; empoderamento dos funcionários, transformação de produtos e otimização das operações. Ao analisar os resultados da pesquisa, pudemos enxergar uma evolução das PMEs nesses pilares durante o último ano”, comenta Priscyla.  

Trabalho remoto, a nova realidade do mercado 

Um dos principais temas discutidos durante a pandemia foi a adequação ao modelo de trabalho remoto, que foi adotado por muitas empresas no período, de acordo com as recomendações de medidas de distanciamento e isolamento social. No caso das PMEs, 42% dos entrevistados aceleraram a adoção do trabalho remoto – 71% das mudanças em recursos humanos foram focadas em políticas de home office. Segundo a pesquisa, as mudanças no trabalho remoto nessas empresas foram baseadas na flexibilização (76%), cultura interna (62%) e implantação de ferramentas para viabilizar esse modelo de trabalho (59%). Em relação ao futuro pós-pandemia, a pesquisa identificou que apenas 38% das PMEs pretendem retornar ao local de trabalho físico com políticas flexíveis e 30% das PMEs vão manter o trabalho remoto integralmente.  

Esse novo formato afetou as áreas de Recursos Humanos das empresas, que sentiram necessidade, em especial as de médio porte, de procurarem talentos com competências digitais – 64% das médias empresas, de 150 a 250 colaboradores, apostaram na aquisição de novos talentos especializados em tecnologia e habilidades digitais.  De acordo com a pesquisa, a prioridade da área de Recursos Humanos a curto prazo é buscar talentos com habilidades para inovar (59%), competências digitais (56%) e habilidades para trabalhar remotamente (55%).  

Objetivos e estratégias de negócios das PMEs durante a pandemia  

O ano de 2020 também foi marcado pela revisão dos objetivos e estratégias de negócios para essas empresas. Dentre as principais mudanças relatadas pelas PMEs nesse aspecto está a reinvenção de suas estratégias de marketing – 60% dos entrevistados afirmam que essa foi sua prioridade durante o período, seguido da reinvenção do produto ou serviço que oferecem (45%) e de seus canais de vendas (41%).  

A comunicação e o relacionamento com os clientes foi uma das principais mudanças realizadas pelas PMEs consultadas pela pesquisa: 75% implementaram alguma mudança nas comunicações de mídia social, seguido de melhorias no website (54%) e canais de atendimento ao cliente (51%).  

As expectativas para o pós-pandemia são positivas: 75% das PMEs continuarão reinventado seus objetivos e estratégias de negócio e 81% irão manter seus esforços de marketing digital após a pandemia, com destaque para as microempresas: 92% afirmam que vão continuar com suas estratégias de marketing digital.