Page

Author admin

Certdox recebe aporte do Innovation Hub BRQ

Nos últimos 4 anos, a BRQ Digital Solutions investiu em mais de dez startups por meio do Innovation Hub e acaba de anunciar a chegada da especialista em documentos eletrônicos, a Certdox.

A empresa, que integra de forma eletrônica as operações financeiras com as entidades oficiais de registro, facilitando a adoção de novas operações irá utilizar o investimento para aprimorar sua tecnologia e aumentar a capacidade para as POCs. “Essa é nossa primeira captação na fase pré seed e estamos muito confiantes que irá nos ajudar a escalar nosso negócio. Teremos a oportunidade de contar com o know how dos profissionais da BRQ e ter acesso a uma carteira de clientes que podem se interessar pela nossa solução”, comenta Christian Ribas, Fundador e CEO da startup.

A solução da Certdox inclui desde a geração e assinatura eletrônica de documentos, fluxos especializados em cessão de créditos e até a integração e controle do processamento eletrônico dos registros, incluindo os documentos, pagamentos e controle de prazos.

Segundo Antonio Rodrigues, Vice Presidente da BRQ e Head do Innovation Hub BRQ, a entrada da Certdox para o portfólio de investidas da BRQ reforça ainda mais o objetivo da empresa em trazer soluções inovadoras para o mercado. “Nosso objetivo é apoiar startups a se conectarem com nosso ecossistema. Acreditamos que, por meio desses negócios, podemos acelerar a inovação de nossos clientes apresentando produtos com grande potencial de geração de valor e, com isso, fortalecer e conquistar grandes parcerias”, comenta Antonio.

Além da Certdox o programa de investimentos do Innovation Hub da BRQ, já aportou empresas como BBNK, Inspectos, BMSIX, Zenfinance, WORKFACILITS, IU Pay, Jobecam, PayFace e Legal Bot.

A urgente necessidade de transformação da indústria brasileira

Por Angela Gheller, diretora de manufatura, logística e agroindústria da TOTVS

No início desse ano, havia um certo otimismo na Manufatura brasileira. O segmento tinha uma expectativa de retomada da indústria nacional, com projeções de novos investimentos em tecnologias de transformação digital e uma previsão de importantes projetos para a modernização do setor. Era um cenário de aquecimento com retomada gradual.

Em meio a esse clima positivo surgiu, no entanto, uma grande reviravolta global. A pandemia causada pela COVID-19 afetou imediatamente todos os segmentos e as formas de consumo, criando um momento único na história da economia no mundo.

Nas primeiras semanas foi perceptível uma importante desaceleração que também atingiu o setor manufatureiro no Brasil. O cenário, antes positivo, acendeu um sinal amarelo e que foi se agravando por causa das dificuldades da cadeia de suprimentos e da imprevisibilidade da retomada da economia.

A crise tem gerado muitas incertezas, mas também tem mostrado que as empresas mais digitalizadas e mais modernas tecnologicamente puderam reagir com maior agilidade. Por este motivo, mesmo com uma queda no curto-prazo, é esperado um forte aumento no investimento em tecnologia na retomada pós-pandemia, com foco na digitalização de processos, automação da produção e gestão dos dados.

A digitalização da indústria promove um aumento exponencial no volume de dados gerado ao longo de uma cadeia produtiva, impulsionando soluções de Cloud Computing, Analytics e Inteligência Artificial. Além disso, a crise impulsionou a busca da indústria por soluções de mobilidade, automação da força de vendas (CRM) e e-commerce, que corroboram para alavancar as aplicações em nuvem.

Vale destacar também que a crise vai remodelar importantes relações geopolíticas, econômicas e sociais. Cadeias globais de suprimentos tendem a sofrer forte impacto, já no curto e médio prazo. A mudança da bipolaridade atual – EUA & China – será catalisada por esse novo contexto, no qual as cadeias locais serão valorizadas e a diversificação passará a ser ainda mais essencial.

Situações de dependência exclusiva de uma única nação para determinado insumo devem reduzir e novas rotas de prosperidade devem surgir. O movimento de “reshoring”, ou seja, transição das cadeias globais para a cadeias locais deve acontecer em velocidades diferentes de acordo com cada setor da economia e sua dependência de tecnologias importadas.

Além deste movimento, a necessidade de diversificação de fornecedores e consumidores ganhou ainda mais força, pois empresas que dependiam de um único fornecedor ou cliente e sofreram rupturas neste elo foram fortemente impactadas, chegando a interromper suas operações nos casos mais graves.

Desde os anos 1980 até os dias atuais houve uma forte queda na participação da indústria de transformação no PIB brasileiro, com um impacto ainda mais severo nos setores de maior intensidade tecnológica. O Brasil, apesar do status de uma das maiores economias do mundo, contribui apenas 0,6% das exportações industriais do mundo, o que evidencia uma grande oportunidade ainda não explorada pela indústria nacional.

Importar insumos para a indústria de transformação, não necessariamente acarreta impactos negativos, pois podem contribuir fortemente para um crescimento na produtividade e no aumento da competitividade da manufatura nacional. Por outro lado, isso pode afetar os produtores de insumos locais e limitar o desenvolvimento tecnológico de um país. Aumentando a dependência de insumos estrangeiros e focando apenas nos processos de montagem, os empregos gerados são para trabalhos mais simples e com menores salários; além de resultar em produtos com baixo valor adicionado.

Na recente carta “Indústria brasileira e sua dependência de insumos importados”, publicada pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial – IEDI, elaborada a partir de estudo de Paulo Morceiro (USP), verificou-se que o Coeficiente Importado de Insumos e Componentes Comercializáveis (CIICC) é uma métrica importante para entender a dinâmica das cadeias produtivas de um país, além de impactar diretamente no indicador econômico TiVA (trade in value added), que indica quanto cada país adiciona de valor nos produtos e serviços finais exportados por outros países.

Nos produtos de média e alta tecnologia, o Brasil é o país que mais importa insumos para a produção entre 15 países. Em 2018, o coeficiente de importação na indústria de maior intensidade tecnológica chegou a 41,4%, mostrando forte dependência internacional nestas indústrias, além de forte exposição à flutuação cambial e baixo desenvolvimento tecnológico nacional. Estes dados deixam evidente a carência da indústria nacional para a produção de vários componentes tecnológicos chave.

De acordo com os estudos sobre a situação atual da indústria brasileira notamos que é necessário um grande movimento para melhorar a produtividade tecnológica, pois oportunidades na retomada da economia vão surgir, mas boa parcela da indústria nacional ainda não está preparada para se aproveitar desse movimento. As manufaturas brasileiras terão de passar por uma rápida digitalização para serem mais ágeis e integradas e conseguirem performar bem no novo contexto que está emergindo.

Por fim, algumas fragilidades na indústria nacional são evidentes, instabilidade cambial, falta de infraestrutura e mão de obra qualificada são alguns dos exemplos. É cada vez mais urgente um plano de desenvolvimento para a indústria nacional, visando sua digitalização, ganho de produtividade, redução do “Custo Brasil”, disponibilidade de financiamentos sustentáveis de longo prazo e um alto desenvolvimento em capacitação da mão de obra. Um grande esforço é necessário para que as indústrias do Brasil cresçam, creio que o primeiro passo está na tecnologia que contratamos para digitalizar os processos dentro de casa, talvez assim, incentivamos a digitalização e evolução do setor.

Resiliência e liderança para o momento atual

Por Luis Norberto Pascoal, Presidente da Companhia DPaschoal de Participações

Durante este período de transformação, gostaria de reforçar um aspecto importante: a questão da Resiliência. Isso é necessário por conta de várias situações e desafios que devemos liderar neste momento – o de construí-la, treiná-la e gerenciá-la em nossa equipe. Essa capacidade requer uma perspectiva diferente: aproveitar cada um com suas competências e sua resiliência natural, em prol de um desempenho mais sustentável no futuro.

O conceito é importante nestes dias para podermos trabalhar com o que é desconhecido e imprevisível, mas que tem consequências muito significativas. Desenvolvê-la e gerenciá-la requer mais do que apenas melhorar o que existe. Devemos imaginar novas ideias ou sistemas, como o BrainThon (um programa inovador para desenvolver soluções rápidas e transformadoras) de engenharia reversa, em tudo o que foi positivo, para valorizar a nossa equipe, assim como as ações sistêmicas.

O mundo atual requer um modelo mental de negócios fundamentalmente diferente, que abrace a complexidade, a incerteza, a interdependência, o pensamento sistêmico e uma perspectiva em várias escalas de tempo, principalmente, o estudo de cenários, desde o menos desejável, porém, o mais demandante. Somente uma equipe valorizada, auto reconhecida e motivada conseguirá. Além disso, ela deve lidar com riscos não identificados e considerar as adaptações e transformações que cada um de nós e a nossa empresa devem fazer, entendendo o desafio ambiental, econômico ou sistêmico, e encontrando uma nova visão.

Desafios mais comuns: insistência nas mesmas ideias sem olhar ao redor e não querer ver os fatos, criando um bloqueio que amortece as mudanças necessárias. O bloqueio humano em mudar é conhecido, mas quando torna-se redundante, é perigoso. Ele geralmente nega o quadro que já mostra sinais claros e o debate se torna inócuo, o que pode ser inconsciente. A diversidade de respostas a um novo desafio ajuda os sistemas mentais e gerenciais a entenderem os movimentos, as vezes invisíveis. Melhorar o que está bom sem entender onde a empresa precisa chegar, cega o futuro.

O design organizacional deve oferecer sistemas de conexão humano totalmente integrado, com responsabilidade individual e que coloque ritmo a partir da demanda dos cenários mais prováveis. Por isso, a adaptabilidade é uma importante capacidade de evoluir por tentativa e erro. Requer um nível de abertura mental e diversidade, quase como um laboratório de pesquisa. A prudência envolve precaução e se algo puder acontecer, acabará ocorrendo. Isso exige o desenvolvimento de planos de contingência e testes de estresse para riscos plausíveis com consequências significativas, que podem ser previstos e preparados por meio de planejamentos de cenários.

Com isso, é preciso articular um propósito, ou seja, a maneira pela qual iremos atender os importantes fatores da sociedade, de nossos clientes e fornecedores. Um conceito-chave é a capacidade de preparar recursos humanos para essa empreitada. Somente as organizações que alocam recursos suficientes conseguirão mudar o centro de gravidade de negócios.

A liderança situacional é fundamental e a colaboração responsável será a maior transformação para as companhias aumentarem sua resiliência através da colaboração com outros players. Os ecossistemas de negócios, como plataformas digitais, podem aumentá-la através do acesso a novos recursos, maior flexibilidade e redução do custo fixo de entrada em empresas, no qual os ativos agora podem ser compartilhados. Finalmente, os benefícios da resiliência são visíveis quando a empresa é confrontada com um estresse imprevisto e calmamente, que se coloca como Protagonista atuante.

Consórcio Magalu abre 300 vagas para Gestores de Negócios em home-office, em todo o Brasil

O Consórcio Magalu, uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil, de acordo com o instituto GPTW (Great Place to Work), está buscando Gestores de Negócios para sua área comercial. O trabalho será realizado através do formato home-office e o parceiro pode morar em qualquer lugar do Brasil. Atualmente, a renda de um gestor iniciante varia em torno de R$ 4 a 5 mil mensais.

A função do Gestor de Negócios será vender cotas de consórcio, além de promover a divulgação da marca, contribuindo ainda na realização dos sonhos de pessoas que desejam adquirir bens e serviços através do consórcio. Por isso, para ser um parceiro do Consórcio Magalu é preciso ter experiência em vendas, ser persuasivo, competitivo e ter espírito empreendedor. Além de trabalhar de casa, o gestor que morar em cidades nas quais o Magalu tem loja poderá usar as instalações para conquistar novos clientes.

Há excelentes benefícios para esses representantes, que serão parceiros em regime PJ, como um sistema digital moderno para venda e acompanhamento de resultados, ótimas comissões de até 7,6%, oportunidades para participar de treinamentos e capacitação e amplo portfólio de produtos (imóveis, carros, eletrodomésticos e outros serviços). Além de campanhas de incentivo e premiações para os melhores gestores.

Antes da pandemia, os gestores atuavam em todas as lojas do Magazine Luiza espalhadas pelo Brasil. Contudo, com a necessidade do fechamento das lojas físicas, a empresa investiu na captação de clientes via online e passou a recrutar mais gestores em todo o país para colaborar com as vendas. O formato home-office foi um sucesso e está em expansão.

A posição oferece segurança para quem quer empreender e se tornar parceiro de uma empresa que é referência, com mais de 27 anos de experiência, um excelente local para trabalhar, com possibilidade de crescimento e integração entre os prestadores de serviço. O gestor poderá inclusive ter a liberdade de ser dono do sua própria empresa e trabalhar de acordo com a sua disponibilidade e necessidade.

O Consórcio Magalu conta com uma ampla gama de produtos disponíveis, como carros, imóveis, eletrodomésticos, cirurgias plásticas, entre muitos outros serviços. A diversificação faz parte da estratégia da empresa de atender o maior número de categorias e clientes, o #ÉPraTudo.

Para mais informações, acessar o site http://consorciomagalu.com.br e clicar na aba “Seja Representante”.

Dia dos pais: ABComm prevê 23% de aumento nas compras online

Entre os dias 20 de julho e 8 de agosto, a ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – prevê um aumento de 23% nas compras do e-commerce no país na comparação com o mesmo período de 2019 devido ao Dia dos Pais.

De acordo com a associação, a data deve trazer R$ 3,5 bilhões ao setor. O tíquete médio esperado para essas compras online é de R$ 373. Estima-se também um total de 8,43 milhões de pedidos no período.

A data, que é uma das mais importantes do calendário do e-commerce, faturou em 2019 R$ 2,5 bilhões e cresceu 20% em relação ao ano de 2018, segundo o Ebit Nielsen.

Ainda que esteja acontecendo uma reabertura do comércio, muitos ainda preferem fazer as compras de casa para diminuir os riscos de contaminação em relação ao novo coronavírus. De acordo com uma pesquisa realizada pela Social Miner e Opinion Box, 64% das pessoas pretendem continuar comprando tanto online, quanto offline.

“Algumas cidades no Brasil já iniciaram ensaios de liberação e volta do comércio de rua, com algumas limitações, principalmente em relação ao horário de funcionamento. Com isso, a experiência de compra física, está se tornando menos eficiente, e mais demorada, além dos riscos envolvidos. Dito isso, a saída com certeza será o universo digital, que tem surpreendido positivamente em relação a logística. Mesmo com o crescimento acelerado, os prazos de entrega dos principais sites de vendas no Brasil tem reduzido bastante”, explica Felipe Dellacqua, VP de vendas e sócio da multinacional de cloud commerce Vtex.

Segundo o especialista, as categorias mais procuradas para presentear os pais na data são perfumaria e cosméticos, moda e acessórios e casa e decoração. De acordo com ele, para esse ano, a expectativa de vendas online é alta.

“Com a pandemia, muitos compromissos profissionais e viagens foram adiados, o que tem tornado a convivência em família ainda mais forte. Com o crescimento do e-commerce que já ultrapassa os 50% quando comparado a 2019, a tendência é que o Dia dos País esse ano supere o crescimento do ano passado”, explica Felipe Dellacqua, VP de vendas e sócio da Vtex.

CorpFlex, pioneira em cloud computing no Brasil, passa a integrar o Grupo Claranet

Em continuidade ao processo de expansão no Brasil, o Grupo Claranet, multinacional de tecnologia com sede na Inglaterra e presença em mais de 9 países, focada em serviços gerenciados de cloud computing, cyber security, big data, DevOps, mass migration e demais tecnologias em nuvem, passa a adquirir 92,5% da CorpFlex, empresa que tem 28 anos de atuação no mercado brasileiro em Cloud privada e IT management services.

A Claranet já atua no Brasil desde 2017, onde se afirmou como um dos principais e mais premiados provedores de soluções de Cloud pública, trabalhando com tecnologias AWS, Azure e Google Cloud, desde infraestrutura, automação, big data e machine learning. As empresas unem forças para um objetivo comum, de integrar os portfólios no Brasil e fortalecer os serviços disponibilizados pelas duas companhias, focadas em se tornarem líder em Cloud pública, privada e híbrida.

À frente do desafio de consolidar a Claranet como líder no mercado nacional, está o CEO, Edivaldo Rocha, que nos últimos 10 anos liderou a CorpFlex, aperfeiçoando o portfólio de produtos e tecnologias, além de implementar um alto nível de governança corporativa e gestão reconhecidas pelo mercado, que impulsionou a empresa para buscar a consolidação do mercado brasileiro em cloud computing.

No mercado europeu, a Claranet, fundada em 1996, desponta como a mais representativa empresa de serviços gerenciados nas áreas de hosting, cloud, redes, segurança e workplace. Com a integração da CorpFlex, o grupo passa a somar mais de 2.500 colaboradores distribuídos por Reino Unido, França, Portugal, Alemanha, Holanda, Espanha, Brasil, Estados Unidos e Itália. Com um faturamento acima de R$2.5 bilhões por ano e mais de 6.500 clientes atendidos, tem como missão global construir uma relação de confiança duradoura com cada um dos clientes, ajudando-os a focar os recursos na inovação e criação de valor para o negócio.

A Claranet busca ter no mercado latino americano a mesma representatividade que o grupo conquistou na Europa. Por isso, optou pela aquisição e integração de suas operações nacionais com a CorpFlex, que é pioneira em tecnologia no Brasil e tem um amplo portfólio de serviços e soluções. Juntas, as empresas ganham destaque e estarão posicionadas como líderes nos quadrantes relacionados à cloud computing, reconhecidos pelos principais analistas de TI a nível internacional e nacional. A integração, que acontece mesmo diante do cenário atual da economia mundial, mostra a capacidade de investimento, assim como a força e a importância que a tecnologia tem neste momento adverso, onde as empresas precisam transformar-se digitalmente para garantir a continuidade dos seus negócios e contar com empresas especialistas e capazes de auxiliar nesta jornada.

O CEO Edivaldo Rocha reforça os ganhos de sinergia e união de valores entre as companhias e garante que a integração trará mais produtos e serviços, para auxiliar o processo de transformação digital dos clientes. “Unir forças neste momento acelera a consolidação do mercado brasileiro, movimento que já foi feito pela Claranet na Europa. Aqui no Brasil a CorpFlex agrega o know how de uma empresa pioneira e conhecida no mercado, com a expertise e força de uma empresa global”.

Para António Miguel Ferreira, Managing Director do grupo Claranet para a Ibéria e América Latina, “a aquisição da CorpFlex é um momento transformador na nossa estratégia de crescimento no Brasil. A partir de hoje temos uma presença no Brasil com capacidade semelhante à que temos nas nossas principais operações na Europa, servindo clientes de médio e grande porte na sua jornada para a Cloud, com foco em soluções de infraestrutura, big data e cyber security, com governança ITIL ou DevOps.

A Claranet vem implementando com sucesso, desde 2012, uma estratégia de crescimento orgânico e por aquisições. Contar com a CorpFlex significa que agora temos uma plataforma de crescimento orgânico acelerado, com governança ao nível das melhores empresa e vamos continuar buscando novas oportunidades de aquisição, para apoiar nossas ambições em um mercado com imenso potencial que representa sobretudo o Brasil, mas também outros países da América Latina.”

Entrega humanizada é diferencial do PluzApp durante a pandemia

Equipe PluzApp na loja da Vila Urbana em Curitiba

Durante o período de isolamento pela Covid-19, cresce, em todo o Brasil, a preocupação com a forma que produtos chegam aos lares e empresas.

Os pagamentos eletrônicos substituem o dinheiro em espécie e todo cuidado com higiene ganha importância.

Diante desse cenário de desafios para venda e entrega de produtos durante a pandemia, a startup PluzApp lança um sistema de entrega humanizada para atender os clientes que vendem pela ferramenta baseada em atendimento via WhatsApp.

Para apresentar a novidade, foi criada uma loja física na Vila Urbana, um centro gastronômico no centro de Curitiba, para as primeiras entregas. Esse primeiro ponto vai contar com duas mulheres, que vão fazer as entregas em um raio de um quilômetro de distância, a pé, observando todos os cuidados de higiene e proteção contra o novo coronavírus.

“É um projeto inovador, que visa gerar oportunidades de trabalho, atendimento personalizado e cuidados com a saúde”, destaca Eduardo Aguiar, criador do PluzApp.

A plataforma foi criada, inicialmente, com o objetivo de facilitar as vendas de empresas e prestadores de serviços, com atendimento pelo Whatsapp. Agora, personaliza entregas como forma de aproximar ainda mais a marca dos consumidores.

O aplicativo não cobra taxas no plano básico. Mas conta com uma versão “prime”, que permite recebimentos por cartão e uma carteira digital em que os fornecedores podem distribuir bônus para os clientes.

Juntamente com as entregas humanizadas, a primeira loja física do PluzApp vai contar com produtos da Empajors, que vende empadas, alfajors, sucos naturais e chás.

Após a inauguração do primeiro ponto de entrega, o PluzApp prepara a expansão para outras regiões. “Cada unidade, vai abrigar duas entregadoras, que podem trabalhar no regime de MEI – microempreendedor individual. Vamos unir geração de renda, facilidade no atendimento ao cliente e sustentabilidade com as entregas que não envolvem veículos motorizados e seguem normas rígidas de higiene”, explica Eduardo Aguiar.

EMBRAPII se alia à ABIMAQ para alavancar inovação no setor de máquinas e equipamentos

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) se uniram para fortalecer a competitividade do setor, por meio de ações que tenham como base a inovação. Na próxima quarta-feira (5), a Abimaq abrirá Chamada para que empresas associadas apontem possíveis projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) que resultem em novos produtos e/ou processos industriais.

A proposta é reunir empresas com interesses comuns para o desenvolvimento de projetos cooperativos apoiados pela EMBRAPII. A abertura oficial do desafio ocorrerá durante o Webinar “Chamada Abimaq para Projetos Cooperativos com a EMBRAPII”, que acontecerá, também na quarta-feira (5), às 10 horas. No encontro virtual, serão apresentados os mecanismos de incentivo à PD&I da EMBRAPII e detalhadas as vantagens em realizar projetos cooperativos em âmbito pré-competitivo (divisão de esforços, conhecimento, custos e riscos). Se inscreva no link: http://bit.ly/2DhsAKM.

A EMBRAPII pode financiar até metade do valor de projetos cooperativos com recursos não reembolsáveis e conta com uma rede com 57 centros de pesquisas credenciados (Unidades EMBRAPII), com profissionais qualificados e equipamento de ponta para atender a demanda da indústria por inovação. Também participam do encontro virtual, as empresas FCA Fiat e a startup Horus, que vão detalhar a experiência em realizar projetos cooperativos e parceria com a EMBRAPII.

Projetos cooperativos

A Fiat Chrysler Automobiles se reuniu com outras entidades empresariais e fornecedores da indústria automobilística (CBA – Companhia Brasileira de Alumínio, Novelis, Aethra e 6PRO Virtual and Practical Process) para o desenvolvimento de ligas de alumínio inovadoras, que propiciem redução de peso e maior resistência. A inovação, feita em parceria com a Unidade EMBRAPII ISI Ligas Especiais, dará maior segurança veicular e economia de combustível. Ligas de menor peso e baixa densidade, como o alumínio, contribui para a redução de emissões de CO2 e o desempenho energético dos automóveis.

A startup Horus firmou parceria com a BASF e a Unidade EMBRAPII Certi para desenvolver um software para drone de monitoramento agrícola que detecta os locais de maior infestação de pragas e vegetação doente no cultivo de soja. Em geral, o processo convencional no combate a ervas daninhas é baseado na verificação periódica do plantio e algumas medidas acabam sendo adotadas tardiamente. O software agilizará o processo, permitindo um monitoramento preventivo e de maior abrangência, além de evitar o uso de herbicidas nas áreas saudáveis.

Kraft Heinz abre programa de estágio com foco em diversidade

A Kraft Heinz, empresa dona das marcas Heinz, Quero e Kraft, abre as inscrições para seu processo seletivo para o programa de estágio, desta vez voltado para a diversidade, com foco na contratação de mulheres, negros, PCDs e LGBTQI+. São cerca de 30 vagas a serem preenchidas, tanto no escritório em São Paulo quanto nas fábricas em Goiás, e para tal, o candidato passará por uma série de etapas online, a começar pela inscrição pelo site http://eunakraftheinz.com.br/. As inscrições podem ser feitas até 04 de setembro.

Sendo uma das maiores companhias alimentícias do mundo, a Kraft Heinz preza por talentos que renovem o modo de pensar e de vivenciar a cultura dinâmica e inovadora da empresa, além de incentivar o pensamento de todos ao redor. Por isso, o programa de estágio 2021 está voltado a fortalecer a diversidade dentro da empresa. “Queremos incentivar vivências e pontos de vistas amplos e plurais, que tragam questionamentos e incentivem mudanças. Somos uma empresa com mindset em inovação e que se preocupa com o bem-estar de todos e incentivar a diversidade é uma forma de nos alinharmos ainda mais ao nosso propósito”, explica Irina Preta, Head de People Brasil

Não ter medo de colocar a mão na massa, entender a importância e o valor do trabalho conjunto, com vontade de vivenciar uma cultura de desenvolvimento e desafios constantes e vontade de aprender e crescer são os pré-requisitos para os candidatos que desejam trabalhar na Kraft Heinz. Estudantes dos dois últimos anos de qualquer curso de graduação podem se inscrever e, depois do processo seletivo, serão designados para vagas nas áreas de Marketing, Food Service, People, Pricing, Procurement em São Paulo e Manufatura e Logística em Goiás, entre outras.

“A seleção de jovens alinhados com nossos valores permite o desenvolvimento dos mesmos para que, em um futuro próximo, sejam a força que leva a companhia cada vez mais longe”, expõe a executiva. A primeira etapa do processo seletivo, que inclui cadastro e testes, acontece de 03 de agosto até 04 de setembro. Os selecionados terão de enviar uma vídeo-apresentação até o final de outubro e, em novembro, a Kraft Heinz selecionará alguns candidatos para a fase final, que consiste na resolução presencial de um case. Os selecionados para as vagas devem iniciar o trabalho em janeiro de 2021.

Programa de estágio Kraft Heinz
Início das inscrições: 03 de agosto/2020
Encerramento das inscrições: 04 de setembro/2020
Site: http://eunakraftheinz.com.br/

Anjo Tintas abre 40 novas vagas de emprego

Em meio à crise do novo coronavírus que abala a economia brasileira, a Anjo Tintas, indústria de tintas há mais de 30 anos no mercado, abriu 40 novas vagas de emprego.

As vagas são para estágio de laboratório de controle de qualidade, auxiliar administrativo de vendas, auxiliar de produção, estágio de contabilidade, vendedor técnico e zelador externo.

“Com a reabertura gradual da economia em alguns locais do Brasil e o crescimento das vendas, a Anjo sentiu a necessidade de novas contratações para atendermos a demanda necessária. Ficamos felizes que podemos abrir vagas nesse momento que muitos perderam seus empregos e estão precisando se recolocar”, diz Filipe Colombo, CEO da Anjo Tintas .

A Anjo Tintas pode ser encontrada em todos os estados brasileiros em mais de 6.250 lojas de tintas, lojas de materiais de construção, entre outros. A indústria, que vendeu mais de 60 milhões de litros de tintas, solventes e complementos no ano de 2019, cresceu 82% entre 2018 e 2019.

App 100% brasileiro concorrente de 99 e Uber chega para revolucionar o transporte privado

A Sity Inc, aplicativo de mobilidade 100% brasileiro focado na segurança e melhor experiência dos parceiros e do usuário, é a mais nova opção de transporte privado no país. O seu diferencial está no cuidado com as pessoas: além de oferecer maior rentabilidade e qualidade de vida aos motoristas parceiros, o aplicativo também reforça a preocupação em ser a melhor escolha dos passageiros.

Para garantir a preferência do público, os veículos e motoristas da sua base passam por um processo criterioso de verificação ao ingressar na plataforma. Sendo assim, a Sity Inc, promove uma viagem com mais conforto, segurança e preço justo para usuários, e ainda a melhor remuneração aos motoristas.

Oportunidade de renda

O Sity Motorista, disponível para Android e iOS, possibilita o cadastro rápido, com envio de alguns documentos e informações, como carteira de habilitação, foto do motorista e certificado de registro de licenciamento de veículo (CRLV). Todo o cadastro é feito pelo aplicativo, sendo apenas necessária a presença do parceiro e do veículo na data e local indicado de vistoria. Com a menor taxa do mercado, os motoristas podem ganhar mais e, sendo melhor remunerados, podem trabalhar menos, descansar mais, gerando qualidade e segurança para todos os envolvidos.

Sem valores dinâmicos

Para o passageiro, o novo aplicativo oferece ainda a melhor experiência e custo-benefício, sem a cobrança de valores “dinâmicos” em horário ou momentos de alta demanda. Usuários recorrentes também terão vantagens e outro diferencial é a exclusiva categoria Corporate B2C, um serviço de diária de veículo com motorista particular à disposição para executivos, eventos, empresas privadas, órgãos públicos e demais interessados.

Segurança para passageiros e motoristas

Todos os parceiros passam por um processo criterioso, com cadastro presencial, exame médico e vistoria dos carros, de forma a evitar surpresas desagradáveis e fraudes dentro da plataforma. O aplicativo é ainda o único do mercado em que o motorista visualiza a foto e nome completo do passageiro, bem como o endereço de destino e a forma de pagamento, no momento da chamada, ainda antes de aceitar a corrida
Vantagens para motoristas

Com suporte humanizado, a SITY também é a única que não pune o motorista por não aceitar uma corrida ou por cancelar a mesma. Entre as vantagens oferecidas pela empresa aos motoristas parceiros destaque ainda na assistência para recurso de multas
Mais de 20 mil motoristas em vários estados

A plataforma de mobilidade já opera em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ). Com mais de 20 mil motoristas ativos e uma lista de cadastro com fila de espera, a empresa também passou a atender recentemente as regiões de Porto Alegre (RS), Caxias do Sul (RS), Florianópolis (SC), Cascavel (PR), Curitiba (PR), Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Brasília (DF) e Goiânia (GO).

Comércio eletrônico segue em boom e dobra as vendas em junho, ante o mesmo mês do ano passado, revela o índice MCC-ENET

As vendas realizadas pela internet continuam em alta. Ao comparar o mês de junho de 2020, ante o mesmo mês do ano passado, o setor dobrou com alta de 110,52%. Ao observar a métrica de faturamento, nota-se a mesma tendência positiva: 108,84%, no mesmo período. Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

Outros dados que chamaram a atenção nessa edição foram: o volume de 18,2% de consumidores que realizaram ao menos uma compra online entre o trimestre de abril a junho, o que representa alta de 5,9pp em relação ao trimestre anterior (12,3%); e o novo recorde no índice de participação do e-commerce no varejo restrito (12,6%), no mês de maio.

“Com a chegada de uma pandemia no Brasil, podemos afirmar que estamos vivendo uma mudança de era no comércio eletrônico brasileiro, com a antecipação de patamares de vendas que certamente só seriam registrados a daqui cinco anos. O mercado realmente passou por uma grande transformação, com vendas de categorias de produtos de consumo diário e entrada de novos consumidores no varejo digital”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor executivo do Compre & Confie.

Vendas online

Em contrapartida, as vendas do e-commerce em junho comparadas ao mês de maio, apresentaram retração de -13,11%. “Esta queda em junho é natural do setor de vendas online, pois o mês de maio será sempre fortemente impulsionado pelas vendas do Dia das Mães”, declara Dias. Na avaliação do acumulado do ano, por sua vez, a variação continua positiva: 59,88%.

Ao traçar a comparação por região, em junho de 2020, em relação ao mesmo mês do ano anterior, o cenário ficou da seguinte forma: Nordeste (159,49%); Norte (118,65%); Sudeste (112,68%); Sul (79,52%); e Centro-Oeste (68,12%). Já no acumulado do ano, a configuração ficou da seguinte forma: Nordeste (86,62%); Norte (67,81%); Sudeste (57,59%); Centro-Oeste (56,60%); e Sul (47,74%).

Faturamento

Assim como as vendas online de junho frente a maio tiveram queda, o faturamento do setor, nessa mesma base comparativa, também variou negativamente: -6,91%. Já o acumulado do ano segue positivo: 59,71%.

A métrica regional, junho de 2020 ante o mesmo mês do ano passado ficou da seguinte forma: Nordeste (165,44%); Norte (132,04%); Sudeste (107,35%); Centro-Oeste (75,72%); e Sul (71,93%). No acumulado do ano, seguindo a mesma configuração, os dados foram: Nordeste (95,24%); Norte (67,90%); Sudeste (55,65%); Centro-Oeste (47,75%); e Sul (43,87%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Com novo recorde, no mês de maio, o e-commerce representou 12,6% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 7,1%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 8 de julho.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmentos, em maio, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (39,3%); móveis e eletrodomésticos (23,6%); e tecidos, vestuário e calçados (13,4%). Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (10,2%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,5%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2%). Esse indicador também segue a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2020, 18,2% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 5,9pp em relação ao trimestre anterior (12,3%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 8,1pp.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.mccenet.com.br/

Tembici e Catho se unem para oferecer locomoção gratuita a candidatos a vagas de emprego em SP

Com a retomada gradual às atividades econômicas e a volta dos funcionários as sedes das empresas na capital paulistana, uma pesquisa realizada pela Catho com mais de três mil pessoas identificou que 52% dos candidatos a uma vaga de emprego receberam convites para entrevistas presenciais durante o isolamento social, desses 72% utilizaram meios de transportes coletivos como forma de locomoção e 92% afirmaram que não desistiriam de participar de um processo de contratação por ser presencial.

Reconhecendo a importância de empresas colaborarem com a sociedade a lidar com os desafios trazidos pela pandemia, a Tembici, empresa líder em micromobilidade na América Latina, e a Catho, site de vagas de empregos, em parceria inédita desenvolveram o projeto “Bike Pra Entrevista” que tem como objetivo garantir transporte individual com modal seguro e gratuito para profissionais que estejam buscando uma nova inserção no mercado de trabalho, neste momento em que o distanciamento social ainda precisa ser praticado.

A partir do dia 3 de agosto, o projeto dá aos cadastrados na plataforma da Catho, que sejam residentes da cidade São Paulo e que tenham entrevistas presenciais agendadas, acesso gratuito às bicicletas do Bike Sampa, operado pela Tembici, para realizarem seus deslocamentos. Os candidatos receberão gratuidade no plano diário, com duração de 45 minutos por viagem, para ir e vir das entrevistas com as laranjinhas e, para participar, devem se cadastrar no aplicativo ou site do Bike Itaú e inserir o código de desconto que será enviado por e-mail.

“É fundamental que as empresas se engajem em ações de apoio à sociedade, neste momento. Com a reabertura gradual dos comércios, o mercado começa a se reaquecer e estamos felizes de ajudar na retomada da economia disponibilizando nossas bikes para que as pessoas possam comparecer às entrevistas. Além disso, a bicicleta atualmente é considerada o modal mais seguro para deslocamento e, por isso, reforçamos os processos de higienização dos nossos sistemas para que todos possam utilizar as laranjinhas com ainda mais segurança”, comenta Carolina Rivas, diretora de relacionamento da Tembici.

Para o gerente sênior de Marketing da Catho, Ricardo Morais, o projeto também é um viabilizador de oportunidades a uma parcela dos candidatos que não possuem renda alguma para irem às entrevistas. “A Catho é reconhecidamente uma empresa que cuida de seus clientes e, neste momento de flexibilização das medidas de isolamento, em que as entrevistas presenciais já acontecem, buscamos com o ‘Bike Pra Entrevista’ oferecer uma alternativa realista e que vá ao encontro das necessidades dos candidatos e uma delas é justamente a locomoção segura e gratuita”.

Um dos meios de transporte individual indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar o contágio e proliferação do novo coronavírus por também ser higiênico e não-poluente, a bicicleta é vista como uma das maneiras mais seguras de locomoção para 57% dos que procuram por empregos na capital, segundo levantamento feito pela Catho.

Desde o início da pandemia, a Tembici reforçou todos os processos de higienização das estações e bicicletas compartilhadas de todas as cidades em que atua e com a reabertura gradual da economia, foram ampliadas as comunicações aos usuários sobre as recomendações de higiene individual, além das divulgações sobre as novas medidas que a empresa está realizando na limpeza dos equipamentos. Todos os dias as bicicletas são retiradas da estação pela equipe de logística e levadas ao centro de operações onde são lavadas com jato de cloro diluído em água. Ao serem devolvidas às ruas, as bikes e as estações ainda passam por higienização com álcool 70%.

Motores elétricos para automação industrial com flexibilidade construtiva são os mais indicados para quem busca custo benefício

No segmento de equipamentos para automação industrial, como prensas e unidades hidráulicas — que possuem aplicações dedicadas —, os motores devem possuir formas construtivas diferenciadas, para que possam ser fixados conforme a necessidade, podendo em alguns casos utilizar freios, alavancas de alívio e também chapéu de proteção na tampa defletora. “Nesta área de atuação, os motores mais utilizados são da linha IEC, blindados com grau de proteção IP 55, podendo ser aplicados em vários equipamentos”, explica Drauzio Menezes, diretor da Hercules Motores Elétricos (empresa especializada em motores para diversos segmentos, como construção civil, alimentício, agrícola, industrial, entre outros).

Segundo ele, diversas empresas de automação industrial dão preferência a motores com flexibilidade e facilidade de alteração da forma construtiva: “Por isso, na Hercules, fabricamos motores que têm essa multimontagem, oferecendo a possibilidade da caixa de ligação girar de 90 em 90 graus, tendo pés removíveis e linha completa de flanges padrões C-Din – FC – FF. Com peças de reposições disponíveis para compra, tendo a vantagem de serem fabricados em uma empresa 100% nacional, que fornece 24 meses de garantia”.

Além disso, Drauzio Menezes destaca que toda a linha trifásica está dentro do IR3 — índice de rendimento mínimo exigido pelo Brasil, o que gera economia de energia, tendo ainda outros diferenciais: “Como os pés removíveis, carcaça de alumínio — que são resistentes a ambientes corrosivos e salinos —, rolamentos de primeira linha, classe de isolamento F 155 graus, bobinados em fio de cobre e fator de serviço até 1,25”.

Para maior durabilidade dos motores utilizados nos equipamentos para automação industrial, ele explica que são necessários alguns cuidados: “Na manutenção preventiva no equipamento e também nos motores aplicados, devem estar previstas a troca de rolamentos e a avaliação da temperatura ambiente, em que o equipamento será instalado. Lembrando que a ventilação do motor nunca deve ser obstruída, pois poderá causar danos em seu funcionamento e também ao equipamento. Para atender à demanda nesta área de manutenção, a Hercules conta com mais de 500 postos autorizados”, finaliza.

Cinco passos para uma empresa ficar pronta para a LGPD

A nova Lei Geral de Proteção de Dados, que deveria entrar em vigor nesse mês de agosto, em função da Pandemia, foi transferida para maio de 2021. Com isso, as empresas ganham mais tempo para definir as estratégias, implementar os processos necessários e superar os desafios.

“Segundo o Índice LGPD ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software), cerca 60% das empresas brasileiras não estão prontas para a LGPD. Dado o tamanho do país, há uma grande necessidade de ação em relação a dados uniformes. As empresas devem aproveitar a oportunidade de implementar a LGPD o mais rápido possível, com a ajuda de sistemas digitalizados, o que pode lhes proporcionar uma importante vantagem competitiva, inclusive para manter negócios com empresas da União Europeia, onde já foi implementada a GDPR”, Jens Bothe, especialista em segurança do Grupo OTRS.

E como fornecedor líder de soluções para gerenciamento de processos e comunicações e especialista em ambientes de segurança, o OTRS Group fornece cinco recomendações para ajudar as empresas a se adequar as normas:

1- Comece pequeno

A maioria das grandes empresas possui processos já definidos e as chamadas equipes de defesa cibernética em uso. No entanto, muitas pequenas e médias empresas ainda precisam elaborar suas estratégias. Para isso, é aconselhável começar “pequeno”: criar um Gabinete de Comunicação de Incidentes de Segurança é útil e é fundamental dedicar uma pessoa ou equipe de contato responsável por eventos relacionados à segurança. Isso pode criar documentação centralizada que mantém todos cientes do que está acontecendo.

2- Consulte especialistas experientes

As empresas nem sempre têm tempo para verificar todos os regulamentos para determinar se são relevantes para seus negócios. Portanto, não hesite em consultar especialistas externos experientes com perguntas sobre diretrizes e padrões aceitos.

3- Defina claramente os processos de segurança de TI

É importante que todas as empresas estabeleçam processos e responsabilidades claros para lidar com eventos relacionados à segurança. As seguintes perguntas devem estar entre as consideradas:

• Como você define um incidente de segurança?

• Quando exatamente um incidente precisa ser relatado?

• Quais dados ou processos devem ser protegidos?

• Qual é o impacto potencial do incidente?

• Quem deve ou pode ser informado de um incidente?

• Em que ordem e em que prazo a comunicação deve ocorrer?

4- Crie processos digitais centralizados

Para documentar os eventos de segurança e as etapas correspondentes tomadas para mitigar a situação de maneira segura, estão disponíveis sistemas como o STORM da OTRS AG. Eles agem como a espinha dorsal técnica dos processos de segurança de TI, suportam a comunicação relacionada a incidentes e armazenam a documentação em caso de auditorias posteriores. Eles possibilitam definir processos específicos para cenários de ameaças, conceder aos usuários acesso baseado em função e habilitar a comunicação criptografada entre usuários claramente autenticados, para que os ataques sejam tratados rapidamente e a documentação adequada seja capturada.

5- Enxergue a segurança de TI como um processo contínuo

Uma vez estabelecidos, os processos de segurança de TI se tornam uma parte cotidiana de suas atividades de negócios. No entanto, deve-se considerar que os regulamentos, processos e requisitos podem mudar repetidamente. É por isso que as empresas devem se manter atualizadas. Se você deseja desenvolver seu know-how de segurança e desenvolver uma equipe de segurança de TI em sua organização, deve se conectar com outros agentes de segurança e ficar a par das mudanças no setor.

“Nem todas as empresas estão preparadas para isso”, diz Luciano Alves de Oliveira, Diretor Geral da OTRS Brasil. “O Covid-19, por exemplo, foi o tema mais explorado para ataques cibernéticos durante o primeiro semestre de 2020, que atingiram organizações em todos os setores de atividade, incluindo governos, indústria, saúde, prestadores de serviços, infraestruturas críticas e consumidores. Na América Latina, durante o primeiro trimestre, foram registradas mais de 9,7 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, sendo 1,6 bilhão somente no Brasil. O número coincide com o aumento exponencial de profissionais que adotaram o home office nos últimos meses. A LGPD responde a isso e exige relatórios oportunos de incidentes de segurança. É por isso que é essencial que as empresas registrem os incidentes de TI e documentando-os legalmente”, complementa Oliveira.

Com retomada gradual, Abrasce aponta ânimo do setor para vendas no período do Dia dos Pais

Levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) aponta uma perspectiva positiva do setor para o Dia dos Pais. Com a proximidade da data comemorativa e a ampliação da operação dos empreendimentos em diversos Estados, a entidade espera um aumento de 9% nas vendas, em relação as semanas anteriores, e um ticket médio de R$ 100,00.

Segundo o presidente da associação, Glauco Humai, a pesquisa mostra que, apesar de não ser ainda o cenário ideal, os shoppings estão conseguindo se movimentar. “Nenhum shopping ou lojista tem a expectativa de recuperar ou mesmo superar o desempenho de vendas de 2019. Se compararmos o período de vendas para o Dia dos Pais ano a ano, a queda deve ser na média de 30%. Mas olhando o cenário atual, em que novos parâmetros tiveram que ser estabelecidos, comparamos a evolução das vendas semana a semana, desde a data de reabertura dos empreendimentos, e já observamos uma desaceleração na queda. A expectativa dos shoppings é que este movimento seja intensificado com o Dia dos Pais” , declara.

O ânimo para o período está diretamente ligado à retomada da confiança do consumidor e aos protocolos de segurança elaborados pela Abrasce. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 7,7 pontos em julho, ficando em 78,8 pontos. Em médias móveis trimestrais, houve alta de 6,9 pontos após uma sequência de cinco quedas. “Temos trabalhado fortemente a relação com os consumidores. A recuperação da confiança do consumidor aliada à segurança estabelecida com os protocolos de saúde que foram implementados nos empreendimentos são fatores fundamentais para a recuperação gradual dos shopping centers. De forma proativa, o setor elaborou, em parceria com a área de consultoria do Sírio-Libanês e da Rede Mater Dei, um protocolo rígido para retomar as atividades, equilibrando, assim, saúde e economia”, esclarece Humai.

As operações ganharam novos canais de venda e contato com o público. Os shoppings passaram a ter sistema de Delivery, Drive-thru e aceleraram os investimentos nos canais digitais, como marketplace. Esse movimento permanece para data, mesmo considerando a reabertura de 498 shoppings no País (86% do total), em 188 municípios*, sendo o delivery o canal mais utilizado para a venda em 87% dos empreendimentos.

Entre as categorias de presente, telefonia, eletroeletrônicos e artigos esportivos apareceram em destaque, junto com vestuário e calçados.

A10 e CLM lançam laboratório IoT/5G

A A10 Networks, empresa americana especializada em segurança para redes LAN/WAN, Cloud, Edge-Cloud liderada no Brasil pelo seu country manager, Ivan Marzariolli, e a CLM, distribuidora latino-americana dedicada à segurança da informação e infraestrutura para data centers, lançam o Laboratório de Cibesegurança para IoT/5G. O objetivo da inciativa é dar apoio técnico e educacional aos canais e a seus clientes em todo o país para prepará-los para os desafios de segurança da era do 5G e do IoT generalizado.

As empresas explicam que o 5G acelera dramaticamente a velocidade, a capacidade e a inteligência das redes, o que deve gerar aumento exponencial das aplicações de IoT e, com elas dos ciberataques. Além disso, a conectividade inteligente e mais largura de bandas resultam em mais e mais dispositivos IoT conectados, mais e mais dados para serem coletados, analisados e armazenados.
Para o fundador da CLM, Francisco Camargo, a contrapartida desse crescimento exponencial da Internet das Coisas é o tremendo desafio que cria para as áreas de segurança da informação das organizações, em função da complexidade das redes e da vulnerabilidade de uma série de dispositivos IoT. “A emergência das Nuvens Híbridas, com tratamento local na borda, passa a dominar o cenário, pois dispositivos IoT como veículos autônomos não podem esperar a latência decorrente de tudo na Nuvem,” salienta, informando ainda que é necessário capacitar os profissionais para essa nova realidade. “O Laboratório de Cibersegurança para IoT/5G nasce com esta finalidade,” comenta Camargo.

As empresas alertam que com o crescimento do uso das duas tecnologias, as implicações de segurança são significativas e terão grande impacto tanto na aplicação como nas políticas de segurança porque agora, em grande parte, os ataques da IoT podem ser iniciados por dispositivos infectados, externa e internamente. Além disso, esses ataques podem ter uma variedade maior de recursos do que as ameaças tradicionais.

E não se trata apenas do aumento do número de dispositivos, que alarga enormemente a superfície de intrusão, mas devem ser considerados os requisitos de desempenho exclusivos da IoT e a composição de perfis. Serão necessárias diversas políticas para gerenciar dispositivos de IoT de uma perspectiva de visibilidade de segurança, o que significa que será necessário um novo nível de visibilidade para adequar o desempenho e o acesso aos requisitos de segurança, já que os dispositivos IoT certamente serão direcionados por maus atores para iniciar vários tipos de ataques (por exemplo, DDoS).

Para fazer frente ao enorme desafio, que requer uma estratégia de segurança programável e sensível ao aplicativo, escalável para gerenciar um grande número de conexões simultâneas e conexões por segundo com proteção contra ataques de espectro total, o Laboratório de Cibersegurança para IoT/5G, criado pela CLM e pela A10, vai capacitar os colaboradores das revendas, para que elas possam conduzir projetos de proteção nesse novo mundo da IoT e do 5G.

O Laboratório é parte da CLM University www.CLM.University. “Essa iniciativa visa equipar a CLM University com cada vez mais recursos para o treinamento do seu ecossistema para a era da transformação acelerada,” finaliza Francisco Camargo.

InovAtiva Brasil bate recorde em número de aceleradas

O InovAtiva Brasil , maior programa de aceleração de startups da América Latina, chegou ao seu 11º ciclo com um recorde no número de aceleradas em uma única edição. Ao todo, 128 empresas concluíram todas as atividades obrigatórias e puderam apresentar seus negócios para a maior banca de investidores do país.

Esta marca só pôde ser conquistada em virtude da realização totalmente online, por conta da pandemia da COVID-19, que atinge o mundo, conseguindo envolver participantes de todos os cantos do Brasil, tornando o programa ainda mais inclusivo, diverso e abrangente.

Durante quatro meses, as startups participantes receberam capacitação gratuita por meio de mentorias individuais e coletivas, treinamentos e apresentações de pitchs (discurso para investidores) e palestras inspiradoras. Para concluir o processo de aceleração, tiveram a oportunidade de participar do InovAtiva Experience, evento que ocorreu nos dias 18, 25, 26 e 27 de julho e contou com mais de 460 participantes, o que engloba 213 mentores e investidores, mais de 40 membros da comunidade InovAtiva, 174 empreendedores e mais de 60 conteudistas.

“No InovAtiva Experience, os empreendedores passaram por várias mentorias temáticas sobre vendas, marketing, como captar recursos e tudo aquilo que precisam para trilhar um caminho de muito sucesso dentro do ecossistema de startups. A viagem do empreendedorismo é difícil, mas também fascinante para aqueles que a percorrem. Mas no InovAtiva Brasil, eles contam com a maior comunidade de mentores do Brasil que se dedicam de forma voluntária a essa causa tão transformadora, investidores que apostam em cada história e parceiros que confiam nesse programa que vem crescendo em importância e número nos últimos anos”, afirma Carlos Da Costa, Secretário Especial da Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

Nesta edição, também foram realizadas 10 atividades abertas com mais de 1,8 mil visualizações, entre elas apresentações de grandes nomes do mercado, como Ariel Patschiki, Partner & Product Director do EBANX, novo unicórnio brasileiro, José Muritiba, Diretor Executivo da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) e Rafael Ribeiro, Head de Operação da Bossa Nova Investimentos, fundo mais ativo na América Latina.

“A cada ciclo de aceleração do InovAtiva nunca deixamos de nos impressionar com o nível das startups, com a qualidade de suas soluções e com o crescimento do negócio durante os meses em que estão com a gente. Ter empreendedores tão qualificados e comprometidos é importantíssimo para que todo o apoio e mentoria que eles recebem tenham o máximo de aproveitamento”, destaca o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Ao final do InovAtiva Experience, 14 empresas foram escolhidas como destaque por sua solução inovadora e pitch sublime:

• Banca 1: Agronegócios – PecSmart, que tem a missão de tornar a produção animal mais inteligente a partir da pecuária de precisão;

• Banca 2: Saúde e Educação – Gomining, fornece análise e avaliação de textos de forma automatizada e personalizada;

• Banca 3: Jurídico & Financeiro – Bitfy, primeira carteira de bitcoin multiuso e não custodial;

• Banca 4: Automotivo & Mobilidade – Prakaranga, marketplace com formato inverso do padrão de mercado para busca e negociação de peças novas e usadas para carro, moto ou caminhão;

• Banca 5: Indústria Química, Metais & Combustíveis – Tractian, startup que utiliza as tecnologias de maior destaque na atualidade para analisar a saúde de máquinas e equipamentos e prever qualquer defeito;

• Banca 6: Recursos Humanos – Dialog, plataforma para comunicação interna em médias e grandes empresas em formato de intranet 4.0, mobile e participativa;

• Banca 7: Indústria Tecnologia da Informação & Comunicação – Checklist Fácil, promove eficiência operacional para os clientes por meio de um software de criação e aplicação de checklists e planos de ação, que facilita o gerenciamento e a padronização de processos;

• Banca 8: Entretenimento & Serviços – MultiplierApp, dá voz às causas sociais conectando redes sociais de pessoas e instituições de forma simultânea, orgânica e proativa, promovendo o crescimento humano;

• Banca 9: Logística & Serviços – NexAtlas, entrega informações rápidas que ajudam a planejar até mesmo os voos mais complexos e de última hora;

• Banca 10: E-commerce & Marketing – HubLocal, plataforma que transforma empresas em verdadeiras máquinas de atrair clientes fazendo com que elas sejam encontradas em mais de 50 interfaces;

• Banca 11: Infraestrutura, Construção Civil & Mercado Imobiliário – Obrafit, sistema web de gerenciamento de obras para arquitetos, engenheiros, gerenciadores e construtores, com foco nos proprietários;

• Banca 12: Saúde – Carefy, plataforma de gestão e monitoramento de internações que ajuda operadoras de saúde na tomada de decisão rápida, gerando eficiência e melhores desfechos;

• Banca 13: Jurídico & Financeiro – Akintec, aplicativo que reúne todas as informações financeiras necessárias para fazer saques e depósitos em qualquer lugar;

• Banca 14: Varejo, Comércio Físico & Bens de Consumo – Colher de Chá, aplicativo que faz listas de compras a partir de receitas, oferecendo economia, praticidade e redução de desperdício de alimentos.