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GeneXus cria programa de treinamento 100% online e gratuito para universitários

Para ampliar a oferta de desenvolvedores na tecnologia GeneXus, a desenvolvedora global de soluções baseadas em Inteligência Artificial, inicia no Brasil o GeneXus University Online, um programa que nasceu a fim de capacitar os universitários em desenvolvedores para o mercado através dos cursos de desenvolvimento GeneXus Full Stack.

O conceito nasceu a partir do convênio com universidades, que capacitavam seus professores para realizarem cursos presenciais dentro das dependências acadêmicas. Com a pandemia do Coronavírus, o modelo foi alterado para um formato 100% online e gratuito, no qual o aluno passa a acompanhar o curso que foi desenvolvido exclusivamente para as universidades, remotamente.

O programa, que já está na segunda turma, conta com alunos das maiores universidades do País como parceiras, tais como FATEC Jundiaí, Fundação Getúlio Vargas, Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo), Universidade Estácio de Sá, Universidade Estadual de Goiás, Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade Federal do Amazonas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Metodista de São Paulo, Universidade Municipal de São Caetano do Sul e Universidade Presbiteriana Mackenzie.

“O objetivo dos nossos cursos é capacitar os alunos como desenvolvedores, formando analistas na tecnologia GeneXus para que possam obter um certificado oficial. Atualmente, a tecnologia low-code é uma das habilidades mais desejadas e demandadas, o que significa que é um mercado de trabalho atraente para jovens que estão em busca de oportunidades e segurança profissional no futuro”, explica Ricardo Recchi, country manager da GeneXus do Brasil. O executivo ressalta que, segundo o Gartner, em 2024, mais de 65% dos aplicativos de negócios serão desenvolvidos em plataformas low-code, como a GeneXus.

Com duração de quatro semanas, o programa contempla treinamento de autoaprendizagem, fóruns, aulas ao vivo e, também, o exame de certificação. Tudo, num formato 100% à distância. Outros países já adotaram o modelo, como Austrália, Chile, México e Peru.

Além da certificação, os universitários são contemplados com suas licenças em GeneXus, que é válida internacionalmente, e com a possibilidade de utilizar a Comunidade GeneXus para a busca de oportunidades de trabalho. A segunda turma se iniciará no mês de setembro e os alunos com interesse nesse programa devem se inscrever neste link: http://forms.gle/KyftisMVwjwRKJ8C8

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NotCo capta US$ 85 milhões em nova rodada de investimento e prepara expansão aos EUA

A foodtech NotCo anuncia a conclusão da sua rodada de investimento Série C, em que captou US$ 85 milhões. A rodada foi co-liderada pelos fundos Future Positive, veículo de investimento de Fred Blackford e Biz Stone, cofundador do Twitter, e L Catterton, maior investidor mundial em marcas de bens de consumo.

Com o novo aporte, a NotCo soma um total de US$ 118 milhões em captações e traz novos nomes globais para a sua lista de investidores, que também inclui Bezos Expedition (de Jeff Bezos), General Catalyst, IndieBio, Maya Capital, The Craftory, Humboldt Capital e Kaszek Ventures, a venture capital líder na América Latina. O novo investimento vai impulsionar a consolidação das operações da empresa na América Latina e uma forte expansão aos Estados Unidos.

Em menos de quatro anos, a NotCo se tornou a foodtech mais completa e de mais rápido crescimento na América Latina, destacando-se como a única companhia plant-based que lançou produtos em três grandes segmentos – substitutos de laticínios, ovos e carne. Seus produtos Not Mayo, Not Ice Cream, Not Milk e Not Burger já estão disponíveis no Brasil, Argentina e Chile, país onde a empresa também firmou parcerias de sucesso com grandes redes, como Burger King e Papa John’s.

Brasil: mercado estratégico

O Brasil, como maior mercado consumidor da América do Sul, está no centro da estratégia de empresas e investidores que miram no setor de foodtech. A NotCo chegou ao país em março de 2019 e vem crescendo ininterruptamente desde então. Parte dos novos investimentos será direcionada ao suporte da operação do país, especialmente em pesquisa e desenvolvimento, trade marketing, marketing e recursos humanos. Está prevista também a expansão em todo território nacional por meio de novas parcerias com redes de varejo e cadeias de food service .

“Em pouco mais de um ano, a NotCo vem obtendo uma resposta muito positiva dos consumidores do Brasil. Lançamos com sucesso produtos em três categorias de alimentos, além de um e-commerce e restaurante próprios para proporcionar uma experiência gastronômica deliciosa e inovadora para o consumidor brasileiro”, afirma o presidente da empresa no Brasil, Luiz Augusto Silva. “Nosso crescimento manteve-se constante desde a chegada da marca ao país, sinalizando a grande oportunidade no segmento”, completa.

Um dos desafios dessa expansão será aumentar a capilaridade para além do Centro Sul e chegar às gôndolas dos pequenos aos grandes varejistas e redes de food service de todo o Brasil. “Como novo aporte, vamos intensificar nosso esforço comercial para ampliar a nossa presença nos pontos de vendas em todas as regiões. Enquanto isso, aumentamos a nossa presença no e-commerce, que é um canal em franca expansão no Brasil. Já estamos presentes na Amazon e diversos marketplaces e buscamos revendedores com atuação em outras regiões”, explica Silva .

Smart money para acelerar ainda mais a evolução da empresa

Sobre os novos investimentos, Matías Muchnick, cofundador e CEO da NotCo afirma: “Temos os melhores parceiros para embarcar conosco nesta jornada: a Future Positive traz uma atitude de colaboração com o negócio, experiência com a indústria plant-based e um profundo conhecimento do ambiente de tecnologia. E com uma rede global e profundo entendimento das preferências do consumidor, L Catterton oferece muito mais do que suporte financeiro – eles trazem uma experiência incomparável em parcerias com marcas líderes globalmente.”

Ramiro Lauzan, parceiro, L Catterton América Latina considera um prazer fazer parceria com o que considera “um verdadeiro disruptor na indústria de tecnologia de alimentos”. “A NotCo está buscando uma maneira original de substituir alimentos de origem animal por alternativas mais sustentáveis por meio da aplicação de ciência alimentar e tecnologia inovadora. Aproveitando nossa experiência em negócios ‘melhores para você’ em todo o mundo e trabalhando ao lado da talentosa equipe da NotCo, esperamos materializar a expansão bem-sucedida da empresa no mercado dos Estados Unidos”, diz Lauzan.

Fred Blackford, da Future Positive, complementa: “Acompanho o Matias há dois anos e tenho uma grande admiração por ele como empresário e como líder. Estamos inspirados pela visão e ambição global da marca NotCo e impressionados com a qualidade dos produtos, que falam por si. Vemos um vasto potencial para a tecnologia da empresa, que está criando novas categorias de alimentos com mais rapidez e precisão do que qualquer outro na indústria.”

Reinventando a indústria de alimentos

NotCo é uma das principais empresas globais a encarar o desafio de reinventar a indústria de alimentos, criando alternativas 100% plant-based, que são extremamente saborosas, melhores para as pessoas e para o meio ambiente. Somente o segmento de alternativas à carne de origem animal deve chegar ao valor de US$ 2,7 trilhões até 2040, de acordo com estimativas da empresa de pesquisa e inteligência de mercado CB Insights.

Continuamos a apoiar ativamente a companhia desde seus primeiros passos com a forte convicção em seu potencial de se tornar líder no segmento de foodtechs. Nesses tempos incertos, vemos que consumidores aumentaram seu apetite para o mundo plant-based. Ao mesmo tempo, a Covid-19 evidenciou que a cadeia de produção de carne animal além de prejudicial ao meio ambiente e ineficiente pode ser também muito frágil. Diante disso, estamos felizes em testemunhar este ponto de inflexão, quando produtos incríveis como os da NotCo mostram que os alimentos à base de plantas farão parte desse ‘novo normal’“, afirma Nicolas Szekasy, co-fundador e sócio da Kaszek Ventures.

“Que eu saiba, nenhuma outra marca nesse mercado tem o conhecimento científico para criar alimentos à base de plantas, em diversas categorias, que se pareçam e se comportem exatamente como os produtos de origem animal. Graças à NotCo, os consumidores podem fazer uma mudança fácil e contínua para um estilo de vida mais sustentável. É por isso que lideramos a rodada anterior da NotCo e continuamos investindo neste excelente negócio”, acrescenta Elio Leoni Sceti, da The Craftory .

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Easynvest tem 60 vagas abertas

Na contramão da crise catalisada pelo novo coronavírus, a Easynvest , maior corretora independente do Brasil, está com 60 vagas abertas, distribuídas em seis áreas. As oportunidades de trabalho são para integrar as equipes de comercial, design, produtos, mesa de operações, marketing e BI. As vagas são para trabalhar na sede da empresa, na cidade de São Paulo. Atualmente, devido à pandemia, os funcionários atuam em esquema home-office.

A oferta de vagas acontece em meio ao crescimento do mercado de plataformas de investimentos no Brasil. O segmento deve dobrar o faturamento, de atuais R$ 75 bilhões para até R$ 160 bilhões em 2025, segundo pesquisa recente do banco Morgan Stanley. Só na Bolsa brasileira, 900 mil novas contas foram abertas durante a pandemia, de março a julho, elevando o total de investidores na B3 para quase 3 milhões. No total, a Easynvest possui R$ 23 bilhões em ativos sob custódia e mais de 1,5 milhão de clientes.

A companhia busca talentos para reforçar a missão de despertar o investidor nos brasileiros, a partir de um modelo de negócios com ênfase na inovação e autonomia dos usuários, sem intermediários. “Nosso grande objetivo é revolucionar o mercado financeiro, com tecnologia de ponta, conteúdos multiplataforma e busca incessante por resultados extraordinários”, diz Camilla Suave, executiva de pessoas e cultura.

Alinhada aos valores de pluralidade e inclusão, o dress code é “venha como se sentir confortável”, e o horário de trabalho é flexível para alguns postos. Segundo Suave, a cultura interna da empresa é reforçada pelo mantra do “sem gravata, nem economês”, o que garante um clima descontraído e respeitoso. “Nosso compromisso é construir ambiente com propósito, inclusão, e que valoriza a diversidade de perfis, ideias e objetivos”, acrescenta.

O processo seletivo é customizado e pode incluir testes técnicos e entrevistas online, a depender da complexidade da vaga e dos perfis dos candidatos. Entre os benefícios oferecidos pela Easynvest, estão planos de saúde e odontológico, Vale Refeição, Vale Alimentação, Vale Transporte, Gympass, folga no mês de aniversário, subsídios para pós-graduação, cursos ou treinamentos, entre outros.

Saiba mais sobre a Easynvest e as vagas ofertadas: http://bit.ly/easynvest-gupy

Wayra contrata Guilherme Amorim como Head de Parcerias

A Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica e uma iniciativa Vivo no Brasil, contrata Guilherme Amorim para ocupar o cargo de Head de Parcerias na empresa. Com mais de 17 anos de experiência com inovação, ecossistema de empreendedorismo e internacionalização de empresas, Guilherme tem como missão desenvolver parcerias estratégicas bem como iniciativas de Corporate Venturing em temas prioritários alinhados à tese de Inovação da companhia. O objetivo é gerar novas oportunidades de relacionamento e negócios com outras corporações e startups que tenham temas de sinergia e também soluções com potencial de serem escaláveis e fim de receber investimento de Corporate Venture Capital da Wayra e/ou de fazer negócios com a Telefónica/Vivo.

“A chegada do Guilherme reforça o compromisso da Wayra em conectar parceiros e inovadores a fim de gerar novos negócios com a Telefônica e a Vivo. Buscamos estabelecer relação em temas sinérgicos envolvendo outras corporações, fundos de investimento e startups, de forma a alavancar o ecossistema empreendedor.”, declara Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil.

Entre as últimas parcerias da Wayra, destacam-se a realizada em 2019 com o BNDES e a Liga Ventures para a realização do programa BNDES Garagem em que 70 startups, entre as cerca de 5 mil inscritas, participaram de módulos de criação e aceleração. Já em 2018, a Wayra realizou o Agro IoT Lab com o Pulse e parceria da Vivo, Raízen, Ericsson e EsalqTec para acelerar a transformação digital no agronegócio.

Pós-graduado em Negócios Internacionais pela Universidade Mackenzie, especialização em Economia, pela Fundação Getúlio Vargas, Fusões & Aquisições e PE/VC, pelo IBMEC, o profissional é consultor de internacionalização na Softex, analista de mercado independente do Euromonitor e membro do Fórum permanente de Micro e Pequenas empresas do Ministério da Economia. Ele também já liderou áreas de inovação e inteligência de mercado de grandes empresas e organizações como Brasscom, ABIHPEC e ABIT.

“A Wayra sempre foi uma referência em conectar as corporações ao ambiente inovador, coinvestindo e plugando-as a mercados internacionais. Temos, portanto, o ambiente ideal para criar parcerias que integrem o ecossistema. Minha expectativa é contribuir para gerar valor às empresas envolvidas neste processo e consequentemente a sociedade como um todo”, reforça Guilherme Amorim, Head de Parcerias na Wayra.

Desde 2012 no Brasil, a Wayra já investiu mais de R$ 15 milhões em 79 empresas. Atualmente, possui 34 startups no portfólio e saídas de destaque incluindo o super exit da Teravoz e a Gupy. As áreas prioritárias buscadas pela Wayra são IoT, finanças, educação, saúde, inteligência artificial, Big Data entre outras.

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EDP Ventures Brasil investe na startup Clarke Energia

A EDP Ventures Brasil, veículo de investimento de capital de risco do Grupo EDP, participou da rodada de R$ 3 milhões, liderada pela Canary, na Clarke Energia. A startup, criada em dezembro de 2019, orienta empresas a economizar na conta de energia por meio de estudos tarifários, eficiência energética, monitoramento de consumo ou compra de energia no mercado livre.

A Clarke Energia proporciona, em média, uma redução de 10% a 20% na conta mensal de luz, identificando ineficiências tarifárias e apresentando soluções. A startup simula quanto a empresa economizaria se migrasse para a modalidade de Tarifa Branca e orienta sobre eficiência das operações da empresa.

“O trabalho da Clarke tem grande importância para médias e pequenas empresas especialmente. Além disso, os serviços oferecidos têm sinergia com algumas áreas da operação da EDP, como a comercialização e serviços de energia. Como Corporate Venture Capital, nosso objetivo é apoiar as startups do nosso portfólio com know how do mercado de energia e o suporte das nossas Unidades de Negócio, para que possam escalar rapidamente”, destaca Carlos Andrade, Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Novos Negócios da EDP Brasil.

“A missão da Clarke é mudar a forma como as empresas se relacionam com a energia. A gente entende que a conta de luz é complexa, mas se você entende um pouco consegue economizar bastante e reduzir o seu impacto ambiental. O apoio da EDP Ventures é fundamental para trazer a bagagem do setor elétrico europeu para o Brasil e fazer com que o nosso setor seja modernizado”, disse o CEO da Clarke Energia, Pedro Rio.

Ecossistema de inovação

Criada em maio de 2018, a EDP Ventures Brasil é o primeiro veículo de investimento do setor elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões em recursos a serem destinados a startups que atuam em seis verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), soluções com foco no cliente e áreas transversais (legaltechs, fintechs, HRtechs). Interessados podem acessar o site www.edpventures.vc para obter mais informações.

“Acreditamos no potencial de crescimento da empresa, especialmente pela tração comercial apresentada em poucos meses de operação e pela maneira transparente como conseguem se comunicar com seus clientes e ajudá-los a ter mais autonomia para gerir seus custos com a energia elétrica. O apoio da Canary também sinaliza a atratividade do investimento e o grande potencial da startup”, explica Rosario Cannata, gestor de Investimento da EDP Ventures Brasil.

Além da Clarke, já receberam investimentos no Brasil as startups Voltbras, Colab, Dom Rock, Delfos e Fractal Engenharia e Sistemas. Desde 2008, os veículos de Venture Capital do Grupo EDP já aplicaram globalmente 38 milhões de euros em 33 startups, que juntas empregam mais de 1.200 colaboradores e têm mais de 140 milhões de euros de receita por ano.

Eficiência energética e mercado livre

A ONU busca dobrar a taxa global de melhora de eficiência até 2030 porque entende a prática como um dos principais pilares para gerar energia sustentável e ajudar os países a minimizarem os preocupantes reflexos do aquecimento global. No Brasil, a meta estabelecida após o Acordo de Paris, de 2016, visar reduzir o consumo de energia elétrica em 10% e ainda reduzir os gases poluentes em 43%.

Por determinação do Governo Federal, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) estão realizando estudos sobre como abrir o mercado livre de energia a consumidor residencial. A medida do governo ainda define que haverá redução gradual, a partir de 2021, de requisitos para que empresas passem a operar com maior flexibilidade no mercado livre de eletricidade.

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UFSM utiliza impressão 3D em carro de corrida

A Stratasys (NASDAQ: SSYS), em parceria com sua distribuidora autorizada, Comprint, imprimiu em 3D diversas peças do carro da equipe de automobilismo Fórmula UFSM, criado por alunos dos cursos de Engenharia da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O veículo participará da Fórmula SAE Brasil, um dos eventos internacionais da Formula SAE, competição criada há mais de 40 anos pela Society of Automobile Engineers (SAE), nos Estados Unidos.

Com o objetivo de melhorar o desempenho da equipe gaúcha na competição, 25 peças diferentes foram impressas em 3D na impressora Stratasys Fortus 380 utilizando o material ASA que possui excelente resistência mecânica e UV. No ano passado, a Fórmula USM também utilizou a tecnologia de impressão 3D da Stratasys para auxiliar no projeto e terminou a competição em 3º lugar geral na categoria carros com motor a combustão, entre mais de 40 equipes.

As 37 impressões realizadas – algumas peças contam com unidades sobressalentes – levaram 11 dias para ficarem prontas.

A maioria das partes impressas são utilizadas nos sistemas elétricos e nos sistemas do motor do carro, mas a equipe viu na impressão 3D a chance de ganho ergonômico para os quatro pilotos, que agora utilizam empunhaduras do volante customizadas.

“Preparamos um modelo que agradou muito os pilotos do protótipo, melhorando o controle e a pegada no volante e, consequentemente, as chances de a equipe conseguir um lugar no pódio”, explica Eugênio Pozzobon, chefe do Subsistema Elétrico do projeto.

Outro diferencial da tecnologia é a praticidade e a rapidez do processo. No projeto, algumas peças foram desenhadas para serem fabricadas exclusivamente com a impressão 3D, pois outros métodos demandariam muito tempo, empenho e um custo excessivamente alto.

Eugênio Pozzobon ressalta a importância da diversificação dos métodos de produção das peças, pois isso acelera a fabricação do protótipo, impedindo que um tipo de processo se sobreponha aos outros, sobrecarregue um setor e atrase a fabricação do carro.

“As empunhaduras do volante são um bom exemplo disso. Feitas em apenas algumas horas na impressora 3D, poderiam ter levado até duas semanas para serem fabricadas se tivessem sido produzidas de maneira tradicional, e o acabamento final não seria tão bom quanto o alcançado”, afirma Pozzobon, ao acrescentar que, nas provas estáticas da competição, que avaliam o custo do veículo, “por vezes, os processos tradicionais, são mais caros em comparação à impressão 3D, e prejudicam o desempenho da equipe”.

Dentre vários benefícios e diferenciais que a impressão 3D confere ao projeto, Felipe Balbom, Chefe do Subsistema do Motor em 2019, destaca a redução de massa e a facilidade em projetar peças mais complexas.

“Com a impressão 3D, conseguimos elevar o nível técnico do protótipo, aumentar nossas chances no campeonato e, inclusive, obter destaque na apresentação do carro perante os juízes, pois, ao utilizar uma tecnologia de ponta, demonstramos estar atualizados e sintonizados com os mais recentes métodos e tendências de fabricação”, explica Balbom.

Por conta da pandemia pela Covid-19, as primeiras etapas da competição devem acontecer somente em 2021, mas a equipe trabalha a pleno vapor e o carro deve estar pronto até o fim do ano. A pandemia fez com que todas as atividades de projeto fossem realizadas remotamente, com a ajuda de ferramentas de compartilhamento em nuvem. Para o projeto das peças em CAD, pelo Solidworks, a equipe adotou o GrabCAD, ferramenta gerida pela Stratasys, que facilita o uso de drive para esse propósito.

Para atender ao cronograma de fabricação das peças do novo protótipo, a equipe, composta por 23 integrantes, está se revezando no laboratório da UFSM, seguindo as orientações das autoridades sanitárias e também as instruções normativas da universidade.

“A parceria e o apoio da Stratasys, neste ano junto com a Comprint, está sendo, mais uma vez, essencial para o sucesso do nosso protótipo. Os frutos dessa parceria são enormes, e é muito bom poder contar com o que há de melhor no mercado em soluções de manufatura por impressão 3D”, ressalta Eugênio.

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Robotização: do conceito à prática

Por Robert Braga

A robotização é um dos pilares mais inovadores e polêmicos da Indústria 4.0 e consiste no processo de automatização de tarefas repetitivas, substituindo pessoas por robôs. Apesar de existir debates sobre o impacto social gerado por este processo, são irrevogáveis os benefícios providos pela utilização desta tecnologia, destacando-se o aumento da produtividade, da precisão e da acurácia da tarefa, da diminuindo drasticamente o impacto de absenteísmo na produção e, principalmente, a retirada de pessoas de áreas perigosas e insalubres.

Nos parques fabris atuais, a maior parte dos robôs industriais limitam-se a braços articulados com ferramentas específicas em sua ponta – garras, soldas, aplicador de cola e medidores – com controle de movimento espacial tridimensional. Nos últimos anos, com a avanço tecnológico, chegaram os robôs colaborativos, que permitem o compartilhamento de um mesmo ambiente com pessoas.

O segundo tipo mais utilizado de robôs industriais são os veículos autoguiados, os famosos AGVs (Automated Guided Vehicle), que se deslocam entre pontos pré-programados de forma autônoma, utilizando visão computacional, lasers, ondas de rádio, ímãs ou seguindo linhas ou fios marcados no chão da fábrica.

Mas nem só de hardware são feitos os robôs. Uma modalidade de robôs que está ganhando cada vez mais uso são os RPAs (Robotic Process Automation). Tratam-se de softwares contendo rotinas automáticas para executar tarefas repetitivas anteriormente executadas por usuários de softwares. Eles contemplam desde repetições de fluxo de trabalho, como as macros em planilhas eletrônicas, até sistemas de BI (Business Intelligence) utilizando Inteligência Artificial para tomadas de decisões automáticas.

Porém, dentre tantos tipos de robôs, qual é o melhor? Qual devo escolher? A resposta é bem simples: depende. O foco sempre precisa estar na solução de uma demanda, sendo a tecnologia um mero viabilizador ou facilitador. Para cada demanda, um tipo de robô ou combinação de tipos é recomendada e, geralmente, eles são apenas parte da solução completa. Existem várias tecnologias com níveis crescentes de complexidade, incluindo chatbots, preenchimento de campos com OCR (Optical Character Reader), entre outros.

Tomando como exemplo um colaborador que precisa transitar em corredores estreitos entre bobinas metálicas com temperaturas acima de 300 ºC para realizar medições de temperatura, vamos pensar em quais soluções podemos desenvolver para melhorar este cenário. Primeiramente, imaginamos o desconforto ergonômico pelo espaço confinado e pelo peso extra e calor gerados pela utilização de EPIs de proteção térmica, além da exposição a riscos de contato com as bobinas e à queda de cargas suspensas por pontes rolantes.

Uma solução para este processo de tamanha periculosidade seria a construção de AGVs (Automatic guided Vehicle) transitando entre as bobinas. Cada AGV possui termopares para realizar a medição de temperatura das bobinas. O sequenciamento de bobinas tem a temperatura medida pelo Sistema de Gerenciamento de Vãos de Bobinas e é enviado até os AGVs via Wi-Fi, que também é utilizada para enviar as medições realizadas pelos AGVs ao Sistema de Gerenciamento de Vãos de Bobinas em tempo real. Resumindo, cria-se uma solução simples mesclando três pilares da Indústria 4.0: Robótica, Internet das Coisas (IoT) e integração de sistemas.

Como o foco principal desta atividade é a segurança, a solução possibilita a retirada do colaborador desta condição periculosa e permite seu realocamento em outros processos. Outra vantagem na automatização é que, com um quadro maior de operadores, o revezamento entre eles fica maior, diminuindo a fadiga e aumentando a produtividade e satisfação do grupo. Adicionalmente, os erros de medição da temperatura das bobinas podem diminuir em 20% e o tempo das medições em 80%, além de aumentar a confiabilidade dos dados.

A utilização de robótica pode solucionar inúmeras demandas de forma satisfatória, aumentando o valor agregado da solução quando integrada às demais tecnologias. O importante é desenhar um projeto que, de fato, entenda as necessidades dos processos que precisam ser melhorados. A partir daí, a tecnologia é um passo inevitável, que deve ser bem coordenada para ser acertada!

Robert Braga, gerente comercial de Metal & Mining da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital

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Google anuncia lançamento do Android 11

A partir desta semana, o Android 11 passa a ser liberado globalmente com atualizações para melhorar a comunicação e tornar a vida do usuário mais fácil com os novos recursos desenvolvidos com mais proteção, transparência e controle sobre seus dados.

Comunicação mais prática e fácil

Agora, as conversas em aplicativos de mensagens serão movidas para um espaço dedicado na Seção de Notificações, que permite o usuário visualizar, responder e gerenciar todas as conversas em um só lugar. Além disso, a nova versão do sistema operacional também conta com o Bubbles, que permite que o usuário responda as mensagens em um balão diretamente em sua tela de notificações, sem ter que alternar entre os aplicativos.

Outra funcionalidade disponível no Android 11 é a gravação de tela integrada sem que seja necessário nenhum aplicativo extra para capturar e compartilhar o que está na tela do smartphone.

Novas ferramentas para seus dispositivos conectados

Para ajudar a gerenciar melhor todos os dispositivos inteligentes, o Android 11 permite o acesso a todos eles a partir do botão liga/desliga do smartphone. Basta pressionar esse botão para, por exemplo, acender as luzes ou destrancar a porta.

O Android 11 também conta com novos controles de mídia que permitem que o usuário alterne a mídia reproduzida rapidamente entre fones de ouvido, caixas de som inteligente e até TVs, sem interromper a reprodução.

O recurso Android Auto também recebeu atualizações nessa nova versão do sistema operacional e agora funciona totalmente sem fio nos veículos compatíveis , tornando possível receber instruções com apenas um toque, enviar mensagem de texto ou reproduzir uma mídia utilizando comandos de voz. Inclusive, o acesso por voz no Android 11 também foi atualizado e está muito mais rápido e fácil de usar.

Maior controle da privacidade e dados para os usuários

As Permissões Únicas darão mais controle aos usuários ao acesso às ferramentas confidenciais como câmera, microfone e localização, sendo possível optar pelo acesso único a esses recursos. Caso algum aplicativo preciso acessar os sensores novamente, o usuário que escolhe se quer conceder novamente ou não. Além disso, caso tenha algum aplicativo que é utilizado há algum tempo, as permissões são redefinidas automaticamente e o usuário é notificado.

O Android 11 também traz com módulos adicionais de atualização do sistema do Google Play. Dessa forma, as correções de segurança e privacidade serão enviadas para o dispositivo a partir da plataforma, não sendo necessário aguardar pela atualização completa do sistema operacional.

Para usuários do Android Enterprise , o Android 11 conta com a mesma privacidade de um dispositivo pessoal para o da empresa. O perfil de trabalho oferece, ao departamento de TI, ferramentas para gerenciar um telefone sem monitorar dados pessoais ou atividade de uso.

O Android 11 começará a ser lançado hoje em telefones Pixel, OnePlus, Xiaomi, OPPO e realme selecionados, com mais parceiros lançando e atualizando dispositivos nos próximos meses. Saiba mais em android.com .

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A aceleração nos negócios digitais na sociedade contemporânea

Por Fernando Cirne, CEO da Locaweb


Desde a Revolução Tecnológica, na década de 50, o Brasil e o mundo passaram por processos nas linhas de produção industrial que vem impactando as relações interpessoais, de trabalho e os hábitos de consumo, que se intensificou com o advento da internet e a digitalização dos meios de informação, que transformaram completamente a cultura tradicional, migrando para o digital.

Com os últimos acontecimentos no cenário macroeconômico, o processo de transformação digital das empresas acelerou a projeção de quase uma década em poucos meses e, todos, sem exceção, tiveram que se adaptar: desde os médicos, à telemedicina, as lojas físicas, ao e-commerce, até os restaurantes tradicionais que formavam filas na porta, aos pedidos online e ao delivery. Até mesmo o marketing tradicional, se transformou em uma solução de inteligência digital cada vez mais presente no gerenciamento de múltiplos canais.

Enquanto CEO, já vivenciei muitos desafios, mas essa pandemia veio sem precedentes e acelerou nossas projeções no médio e longo prazo. Estou na liderança de uma das principais empresas de tecnologia do país, que tem ajudado os PME’s a digitalizarem seus negócios nesse momento desafiador. Temos muitos aprendizados a compartilhar, afinal, somos movidos pela resiliência e a paixão por transformar o crescimento de nossos clientes, por isso, conseguimos não só manter as nossas operações em pleno funcionamento, mas também, ajudar a quase 400 mil empresas, que dependem das nossas soluções para sobreviverem e prosperarem no meio digital.

Somos muito otimistas quanto aos novos hábitos da cultura digital, por exemplo, nos meses de abril, maio e junho, o e-commerce cresceu 250% comparado ao mesmo período do ano passado. Os serviços de delivery, outra tendência em alta que não irá cessar com o fim da pandemia, cresceu 3,5 vezes nos últimos meses, validando a importância dessa aceleração.

Os negócios digitais reiteram cada vez mais a presença da tecnologia no dia a dia da sociedade e, com certeza, é um caminho sem volta, que reinventou a forma das pessoas se relacionarem, trabalharem e consumirem produtos e serviços.

A atual crise tem mostrado, cada vez mais, a importância da tecnologia. Conceitos que ainda estavam sendo analisados, tiveram que ser colocados em prática o mais rápido possível, gerando novas possibilidades de reinventar as formas de consumo. Portanto, a cultura digital é o caminho para a resiliência dos negócios a curto e médio prazo e torço para que as pessoas se habituem cada vez mais a esse novo modo de viver.

Fernando Cirne é CEO da Locaweb, sendo responsável também pelas unidades de negócio da companhia. Engenheiro formado pela Universidade de São Paulo, com MBA pelo IBMEC. Desenvolveu parte de sua carreira na Editora Abril, onde começou como trainee e depois foi responsável pelo desenvolvimento da operação de Assinaturas na Internet, que já foi uma das grandes operações de e-commerce no brasil. Atuou também como Diretor de Marketing Direto em Assinaturas, onde além dos esforços de Internet gerenciou as áreas de Telemarketing Ativo e Marketing Direto Off Line. Ainda na Editora Abril atuou Diretor de e-Business, onde foi responsável pela distribuição de conteúdo digital e Database Marketing, atuando com um maiores bancos de dados e operação de BI do mercado. Na Locaweb atuou como CMO, Diretor Geral da Unidade Locaweb.

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MIDITEC abre processo seletivo para startups de todos os níveis de maturidade

Com uma jornada mais inovadora, abrangente e completa, o MIDITEC, incubadora da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com o SEBRAE/SC, abre processo seletivo para startups de toda Santa Catarina. Eleita pela UBI Global como uma das cinco melhores incubadoras do mundo, o programa já desenvolveu mais de 100 startups. Direcionado para startups de base tecnológica em fase de validação até escala, as inscrições estão abertas até 11 de setembro pelo site https://miditec.acate.com.br/.

O programa de incubação pode durar de 12 a 32 meses, dependendo da maturidade da startup selecionada, e é composto por duas fases: Startlab – que contempla as etapas de validação e geração de demanda; e Growthlab – que abrange as etapas de tração de vendas e escala. Dentro do programa, o empreendedor conta com um ecossistema eficiente, apoio da equipe incubadora e de consultores experientes, além da rede de mentores com profissionais de destaque no ecossistema catarinense. Também tem acesso ao programa LinkLab, que conecta startups com grandes empresas, e às Verticais de Negócio, podendo fomentar o networking e a geração de novas oportunidades.

Uma das empresas que viu seu negócio crescer após entrar no programa é a Vibbra!, plataforma que conecta empresas a profissionais de desenvolvimento de software pré-selecionados, com foco em trabalho remoto. Fundada em 2016, a Vibbra! foi selecionada para o MIDITEC em outubro de 2019, e tinha o objetivo de estruturar melhor o seu crescimento. O CEO Leandro Oliveira explica que a assessoria do programa tem sido fundamental para os resultados atuais, obtidos  em menos de um ano. 

“Desde janeiro tivemos um crescimento de 1662% em nossas vendas, e um crescimento médio mensal de 43%, em meio  a pandemia e crise econômica. Tínhamos uma plataforma estruturada e a entrada no MIDITEC nos deu visibilidade para o mercado. Além disso, conseguimos novos clientes por meio do LinkLab”, conta.

Atualmente a Vibbra! atende grandes clientes como a Totvs, Stefanini, Softplan, Bosch, entre outros, e possui cerca de 600 profissionais de tecnologia selecionadas em sua base. 

Processo seletivo

Para iniciar a jornada no MIDITEC, a startup precisa ter as competências técnicas, pessoais e de gestão complementares para o desenvolvimento da empresa. Propostas em fase de ideação e startups maduras em estágio avançado de escalabilidade, com receita superior a R$ 720 mil ao ano, não serão aceitas no programa. Não é necessário CNPJ durante a inscrição, entretanto, a startup terá o prazo de 90 dias para constituir a empresa e obter o CNPJ, caso seja selecionada.

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail: miditec@acate.com.br

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A retomada do consumo de energia elétrica e a importância da atualização dos sistemas de conexão no setor elétrico

Por Roberto Karam

Passados quatro meses do início da pandemia, no setor elétrico a avaliação é de que o pior da crise já passou, o consumo de eletricidade registra quedas cada vez menores, já retorna a patamares do mesmo período de 2019, enquanto a inadimplência dos consumidores retornou a níveis próximos dos normais. Para agentes do setor, o balanço da crise se mostrou menos aterrorizante que o prenunciado em meados de março, muito em função dos esforços empreendidos pelo governo e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para amenizar os impactos ao setor. É de suma importância acompanhar a realização desta expectativa e continuar a incentivar a modernização do setor, na medida em que o aumento do consumo de energia trará o retorno dos investimentos.

Devemos ter em mente que a distribuição elétrica demanda atualização constante, porque se trata de um setor estratégico para o desenvolvimento e para o próprio bem-estar da população, sem citar que também virou um item relevante na pauta da segurança urbana. Lugares mais iluminados tendem a serem mais seguros. Portanto, a distribuição de energia é um dos setores mais relevantes para a população brasileira, tendo em vista que são mais de 80 milhões de Unidades Consumidoras (UC) com ponto de entrega e medição do gasto individual. Além disso, a indústria nacional representa um importantíssimo ator nesta composição já que consome cerca de 35% da energia gerada.

A eletricidade seja nas cidades ou no campo é muito aparente, e fica ainda mais ‘visível’ quando se sente sua falta na escuridão ou na inoperância dos eletrodomésticos ou eletroeletrônicos. Nas ruas as lâmpadas registram sua presença, a fiação demarca sua extensão, os transformadores se impõem imponentes como os donos da tensão e da corrente elétrica. Mas, um dispositivo com apenas alguns centímetros de cumprimento, pouco percebido pela população, os conectores elétricos, que são relegados ao papel de atores coadjuvantes na rede, são de extrema importância, pois se houver uma falha em um destes importantes componentes todo o investimento realizado é perdido e se transforma em custos adicionais e prejuízos.

Os conectores para a rede elétrica são desenvolvidos com tecnologia agregada, desde o conceito de conexão por “efeito mola”, que trouxe há alguns anos uma inovação para o setor até o recente conceito de conexão por perfuração do isolante, sendo que, no caso do portfólio da KRJ que se preocupa em fornecer não só um produto mais um sistema de conexão, seus conectores agregam os dois conceitos juntos, o que significa um menor tempo de atuação e exposição dos profissionais à rede e, obviamente, melhor desempenho, aumento da confiabilidade e da proteção dos sistemas elétricos, que é uma preocupação contínua por parte de empresas sérias, que têm o compromisso com a qualidade da energia fornecida e responsabilidade com os seus operadores.

Temos uma grande expectativa de retomada da economia neste segundo semestre de 2020 e temos como foco estratégico, incentivar a adoção de novas tecnologias que são indispensáveis para atualização e modernização do setor, para que a retomada do crescimento econômico se traduza também e desenvolvimento tecnológico e, com isso, se eleve a qualidade do serviço prestado à população.

Roberto Karam Jr. é engenheiro elétrico e diretor presidente da KRJ

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WAVY Global abre vagas de tecnologia e de comunicação em carreira com chatbots

A WAVY Global, empresa de customer experience do Grupo Movile, abriu inscrições para o Conversational Creators, programa de talentos voltado para profissionais de comunicação e de tecnologia. A empresa busca pessoas entusiastas de inovação, que sejam boas comunicadoras ou desenvolvedoras, além de serem profissionais que se identifiquem com o propósito, cultura e o jeito de ser da marca. As inscrições devem ser feitas pelo site do programa até dia 11/09 (sexta) para início em outubro.

O processo seletivo será 100% online, a pessoa que se candidatar pode morar em qualquer lugar do Brasil, o inglês e o ensino superior não são pré-requisitos. Como primeira etapa da inscrição os candidatos devem explicar para um(a) adolescente de 12 anos o que são chatbots humanizados em uma conversa pelo WhatsApp, afinal esses novos profissionais integrarão o time de Produto, pensando na experiência conversacional entre empresas e clientes.

Para os candidatos que se interessarem pelas vagas, a Wavy vai realizar uma live com o tema “Conversational Creators Program”, dia 10/09 (quinta) das 19h às 20h, com a Marcia Asano, COO e DPO da empresa, com o tema “Que programa é esse e por que você deveria se inscrever?”, além de um workshop sobre carreira, tecnologia, produto e venda de soluções, no sábado dia 12/09, das 09h às 15h50. O objetivo é o desenvolvimento de carreira antes mesmo da entrada no time da empresa e conta com os seguintes bate papos:

“Desde a candidatura e durante toda a integração, nosso programa visa desenvolver e preparar pessoas diversas para uma carreira imersa em tendências: profissões focadas em criar experiências conversacionais incríveis para empresas se comunicarem com seus clientes por meio de diferentes canais, usando inteligência artificial”, explica Roberta Valezio, Gerente de Talent Experience da Wavy Global.

Programa de talentos WAVY Global


Data: Inscrições abertas até o dia 11/09 (sexta)
Custo: Gratuito (vagas limitadas)
Inscrições: http://products.wavy.global/conversationalcreators/

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