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Lenovo ISG anuncia Claudio Stopatto como novo country manager

A Lenovo Infrastructure Solutions Group, anuncia Claudio Stopatto como novo country manager para sua operação no Brasil. Com ampla experiência no mercado de TIC, incluindo infraestrutura e telecomunicações, o executivo chega à Lenovo ISG após mais de 14 anos na Dell Technologies, tendo ocupado como último cargo a posição de diretor da unidade de negócios de infraestrutura para América Latina. Claudio passou ainda por empresas como Liq, Oi/Telemar e General Eletric.

“Assumo com muito entusiasmo o desafio de expandir os negócios de serviços e infraestrutura no Brasil, que é um país-chave na estratégia da companhia e o maior mercado da América Latina, para ajudar a Lenovo a se tornar o maior provedor de soluções de infraestrutura para data center”, diz Claudio Stopatto.

No primeiro trimestre do ano fiscal de 21/22 a Lenovo teve na América Latina seu maior crescimento em comparação ao mesmo período do ano anterior, com 73,1% de alta e o Brasil teve 49,3% de crescimento, considerando todas as unidades de negócios. Para seguir atingindo resultados satisfatórios, a Lenovo ISG continuará a investir no crescimento dos negócios – principalmente em edge computing, soluções de nuvem híbrida, convergência das redes 5G com a nuvem – e no fortalecimento dos projetos internos, fabricação e expansão das parcerias estratégicas.

“Neste momento de recuperação da economia, espero ajudar nossos clientes a acelerar a transformação digital por meio de soluções de infraestrutura inteligentes e serviços da Lenovo ISG”, completa Stopatto.

Claudio responderá diretamente para Sergio Severo, que assumiu em agosto como presidente de Lenovo ISG para América Latina.

Maior evento de startups da América Latina acontecerá entre 17/11 e 19/11

Entre os dias 17 e 19 de novembro, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) realizará a 8ª edição do CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo, de maneira totalmente online e gratuita. Considerado o maior evento de Startups e Empreendedorismo da América Latina, a organização espera atrair mais de 30 mil pessoas interessadas no ecossistema de inovação.

Em 2021, o tema da Conferência será ‘Somos CASE de sucesso’, que irá exaltar todos os empreendedores que se dedicam a empreender no Brasil e são capazes de superar os desafios a partir da inovação. O evento contará com mais de 30 stands virtuais de empresas patrocinadores, e mais de 10 arenas dos mais variados temas, como Talentos, Investimento, Cultura, Saúde e vários mais. Neste ano, será utilizada tecnologia de realidade aumentada para que os participantes sintam que estão realmente caminhando pela feira, assim como faziam na edição presencial.

O evento conta com nomes de peso do ecossistema, como Werner Vogels, CTO da Amazon, que falará pela primeira vez em um evento na América Latina. Além disso, Aaron Ross, palestrante mundialmente conhecido também marcará presença, bem como Anna Lebedeva, Head de Marketing mundial Semrush, João Pedro de Resende, CEO e co-founder da Hotmart, Tiago reis, Chairman da SUNO e Amure Pinho e ex-presidente da Abstartups. “Buscamos trazer os principais nomes de inovação para enriquecer ainda mais o nosso ecossistema. Precisamos discutir diversos pontos para que o setor se fortaleça a cada dia, seja mais diverso e colabore cada vez mais para o desenvolvimento do planeta”, explica José Muritiba, Diretor Executivo, da Abstartups.

Todo evento é pensando em ser acessível para todo público, com descrição em Libras em todos os conteúdos e legendas nos conteúdos em língua estrangeira. Além disso, o CASE contará com acessibilidade no site e em toda plataforma.

Além dos painéis e debates de conteúdo, será proporcionada uma experiência única em uma plataforma inovadora nos eventos online de startups. Irão rolar jogos, interação, networking, mentorias, comunidades e muito mais!

Para encerrar este grande evento, irá acontecer mais uma edição do já renomado Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras, no dia 19/11. Assim como nas edições anteriores, serão contempladas 15 categorias. Veja a lista de finalistas aqui

CASE 2021

Data: 17 a 19 de novembro, das 10h às 19h

Valor: Grátis

Inscrições: Através do site oficial do evento

Vibra cria hub de inovação para conectar startups e scale-ups

A Vibra Energia inicia uma nova fase na sua jornada de inovação e transformação digital com a criação do Vibra co.lab. Um hub onde estarão unificados os esforços da companhia em open innovation e disseminação do intraempreendedorismo na organização. A Vibra tem expectativa de investir entre R$140 e 160 milhões em diferentes domínios de inovação nos próximos anos.

A inovação será cada vez mais importante para a Vibra que trilha um caminho rumo à transição energética e economia de baixo carbono. O novo hub permitirá a criação de conexões com startups e scale-ups em temas como mobilidade, conveniência, novas fontes de energia e outras tecnologias emergentes, construindo alternativas para grandes desafios do mercado.

“Essa nova fase ressalta a maturidade do nosso relacionamento com o ecossistema de inovação aberta. Hoje, temos mais de 30 startups conectadas aos negócios da empresa. Possuímos um diretório com mais de 100 startups e scale-ups já cadastradas, representando exponencialmente esse número em oportunidades de negócios”, diz Renato Vieira, head de inovação da Vibra Energia.

Por meio de diferentes conexões, a Vibra vem ampliando a atuação em inovação aberta, um dos braços atuantes e fundamentais no avanço do processo de transformação digital, liderado por Aspen Andersen, diretor de TI e Digital da companhia, há algum tempo. Presente em um mercado que experimenta a maior transformação de todas já vistas em mobilidade, pautada pela transição energética e neutralização de carbono, a companhia tem o desafio de levar a cultura de inovação para todas as áreas da empresa.

O time trabalha para estabelecer conexões que permitam chegar a soluções rápidas de problemas do dia a dia de diversos setores. Entre os projetos inovadores desenvolvidos ou que estão no radar da Vibra estão parcerias com startups de meios de pagamento, mobilidade, sustentabilidade, conveniência, energia, entre outras. Também está no escopo startups que ajudem a otimizar processos e reduzir custos.

“Isso terá desdobramentos positivos para diferentes áreas da empresa, na medida em que promovemos a atuação multidisciplinar entre os times internos e as startups. É um ambiente que favorece e fomenta a mentalidade empreendedora e o aprendizado contínuo, individual e coletivo”, explica Vieira.

No último ano, entre conexões estratégicas estabelecidas, pode-se destacar parcerias como as com a Smarthis em projetos de robotização de processos (RPA), devolvendo milhares de horas para os colaboradores, substituindo esforço repetitivo e de pouco valor agregado por tecnologia. Na mesma linha, a conexão com a Robbu promoveu avanço no aprimoramento da experiência dos clientes com um chatbot para Whatsapp, viabilizando autoatendimento para diversos serviços e negócios digitais. Destaca-se também a parceria com AME Digital, como meio de pagamento nos postos; a parceria com a Realwear, no uso de tecnologia IoT com smartglasses, visando a realização de auditorias e intervenções remotas de segurança nas nossas unidades operacionais; e a com a startup Hangarar, empresa de marketplace digital da aviação executiva, que foi incubada em um dos programas de aceleração de startups promovido pela Vibra.

O hub nasce também com parcerias institucionais cujo objetivo é ampliar e facilitar a conexão com o todo o ecossistema de inovação. Os três primeiros são a Endeavor, o MIT Reap e o IBI-Tech. Com a primeira, a Vibra pretende apoiar e participar de mentorias e projetos de aceleração de scale-ups. Já com o MIT Reap, o objetivo é trabalhar em desafios inovadores com foco em energia e mobilidade. E com o IBI-Tech, a companhia quer se aproximar do ecossistema de Israel, um dos principais polos de inovação tecnológica do mundo, com mais de seis mil startups.

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Prêmio da Microsoft reconhece profissionais de referência no mercado de tecnologia: Microsoft MVP

Não tem um setor sequer que não esteja se apoiando em soluções tecnológicas para viabilizar novos projetos, seu crescimento e novas experiências aos consumidores. Visando continuar a contribuir com o ecossistema de inovação que está sendo criado, a Microsoft realiza mundialmente o Most Valuable Professional (MVP) Award para reconhecer a atuação de especialistas do mercado de tecnologia, com base nas soluções da Microsoft, que além de fomentar a inovação, também promovem o compartilhamento de ideias e conhecimento com a comunidade técnica de maneira gratuita.

Criado há 28 anos, o Microsoft MVP Award já premiou mais de 4 mil profissionais – não funcionários da companhia – em 90 países, sendo 264 deles na região da América Latina e 154 no Brasil. Ao longo dos anos, a companhia investe no programa como forma a fortalecer uma comunidade global de influenciadores que auxilia também na entrega de feedbacks qualificados quanto às soluções Microsoft em um formato de inovação aberta.

“Nós acreditamos na colaboração como forma de realizar inovações tanto em pequena quanto em larga escala. O prêmio MVP visa reconhecer profissionais que estão levando a tecnologia para novos horizontes e a incentivar a entrada de novos profissionais neste mercado em ebulição”, comenta Glauter Jannuzzi, líder programa MVP da Microsoft.

Para participar, o especialista deve ser indicado por um atual MVP ou funcionário da Microsoft. Posteriormente, ele será contatado para finalizar a sua inscrição a partir do preenchimento deformulário. Atualmente, o programa é divido em diversas categorias de acordo com as mais diversas especialidades, tais como Microsoft Azure, Desenvolvimento Windows, Desenvolvimento de Office, Tecnologias de desenvolvimento, Plataforma de Dados, Inteligência Artificial (IA), dentre outras.

Uma vez no ecossistema de MVPs da empresa, os profissionais têm acesso antecipado a produtos e soluções, contato direto com as equipes locais de tecnologia da companhia para apoiar a digitalização na região, bem como participam do evento Global MVP Summit realizado em Redmond, Washington (EUA).

Na região da América Latina, os MVPs foram responsáveis pela criação do MVPConf, um evento que ao longo dos anos vem impactando milhares de pessoas a partir de palestras e que ainda gera doações para instituições sociais brasileiras voltadas ao reflorestamento. “Em nosso último evento presencial tivemos mais de 2 mil pessoas participando. Em 2020, cerca de 4 mil interagiram conosco on-line. Para 2021 estamos com a expectativa de mais de 5 mil profissionais de TI de todo o País conectados conosco”, afirma Glauter.

A próxima edição do MVP Conf será realizada nos dias 9, 10 e 11 de dezembro com a participação do Roberto Prado, vice-presidente de Engenharia de Soluções da Salesforce; Glauter Jannuzzi, líder programa MVP da Microsoft; Fabio Hara, gerente de Marketing para audiência de Professional Developers na Microsoft Brasil; Ronan Damasco, diretor de tecnologia da Microsoft Brasil; Waldemir Cambiucci, diretor do Microsoft Technology Center (MTC) em São Paulo; entre outros nomes.

Para mais informações sobre o programa Most Valuable Professional, acesse o site oficial: https://mvp.microsoft.com/.

Catho passa a oferecer gratuidade para todo Brasil

Após 20 anos de atuação, a Catho – marketplace de tecnologia que conecta empresas e candidatos, anuncia uma guinada  no seu modelo de negócio. A partir deste mês, a empresa passa a oferecer gratuidade total para quem desejar se candidatar a vagas de emprego dentro da plataforma. Anteriormente, quem utilizava os serviços da Catho deveria pagar um valor mensal para ter acesso, após um período grátis de 30 dias. Com a isenção, os usuários poderão buscar e candidatar-se a inúmeras vagas sem burocracia e sem limite de envio de currículos.

Com a mudança, todos podem se candidatar gratuitamente na plataforma. Caso o candidato queira destacar seu currículo perante aos demais, pagar para contratar o Plano Profissional é uma opção, o que pode aumentar em até 18 vezes as chances do candidato ser chamado para uma entrevista, de acordo com estudos iniciais da plataforma. Nesse novo momento, os candidatos também não precisarão mais colocar nenhum tipo de dado de pagamento para se candidatarem gratuitamente nas vagas disponíveis na plataforma, como acontecia nos planos anteriores, garantindo assim que pessoas desbancarizadas também possam acessar. Para aumentar suas chances de encontrar um emprego, além do Plano Profissional, os candidatos podem contratar os demais serviços oferecidos pela Catho, como a análise e elaboração de currículo e simulação de entrevista.

“Essa mudança está ligada diretamente ao propósito da empresa que é mudar vidas por meio do trabalho, porque para nós o trabalho vai muito além do emprego. Queremos ajudar as pessoas a se realizarem profissionalmente e, consequentemente, trazer prosperidade ao país. Com a gratuidade poderemos alcançar muito mais pessoas e ajudá-las no seu próximo passo profissional”, comemora  Fernando Morette, CEO da Catho. “Já vínhamos estudando e planejando essa mudança há algum tempo e a pandemia nos fez acelerar ainda mais esse processo, levando em conta como a economia e a vida do brasileiro está sendo afetada nesse período”, completa.

As empresas que desejam anunciar vagas na Catho também irão se beneficiar desta mudança, pois agora elas contarão com muito mais candidatos disponíveis, uma vez que a plataforma passa a ser acessível a todos, de forma gratuita. Para as empresas, existem opções de anúncio de vagas gratuitas e também opções de planos para recrutadores que decidem fazer buscas ativas por profissionais na base de currículos cadastrados.

“A criação de novos postos de trabalho no Brasil, de acordo com o CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), já está impactando o aumento de vagas publicadas na Catho. Com isso, esse novo modelo chega em um ótimo momento para auxiliar ainda mais todos que buscam um emprego”, finaliza o executivo.

Para se cadastrar gratuitamente na plataforma acesse aqui.

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Amcham premia Trashin como a melhor startup do Brasil

Foto: Carlos Macedo)

Menos de 24 horas após ser anunciada, pelo segundo ano consecutivo, entre as 100 startups mais atraentes do mercado brasileiro pela 100 Open Startups, a Trashin, startup de logística reversa, gestão de resíduos 360º e ESG, conquista o título de Melhor Startup do Brasil no Amcham Arena 2021, prêmio promovido pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham). 

A premiação analisou mais de 600 startups de todas as regiões do país e registrou mais de 1.800 votos de CEOs das mais diversas companhias do mercado nacional. As empresas finalistas que concorreram com a Trashin foram Banib, Eco Panplas, OMINE/Prakaranga, PWTECH e Thummi. Todas estas eram dos segmentos de transformação digital e produtiva do país, com iniciativas que promovem ganhos de produtividade, gestão, ou de redução de custos e impacto ambiental

Após o anúncio da grande vencedora da premiação, o CEO da Trashin, Sérgio Finger, comemorou a conquista do Amcham Arena 2021. “Esta conquista é da Trashin, de todos os nossos parceiros e também de toda essa cadeia de trabalho que tenta, diariamente, transformar  a realidade da gestão de resíduos em nosso país”, afirmou. 

De acordo com a Amcham, o foco da competição é avaliar quais são as startups que possuem o maior potencial inovador e crescimento de alto impacto no mercado nacional. 

Atuação da startup

 A Trashin atuou em diversas parcerias ao longo deste ano que possibilitaram à startup garantir o título de campeã da Amcham Arena 2021 e figurar pelo segundo ano seguido no 100 Open Startups

De acordo com o CEO, transformar as empresas por meio de práticas ESG, além de promover inovações nos serviços de logística reversa e gestão de resíduos, foi crucial para ambas as conquistas. Finger ainda detalha que, para 2022, o objetivo da startup é ampliar o número de parcerias estratégicas.

 “Vencer o Amcham Arena 2021 em menos de 24 horas após ser anunciada como uma das 100 startups mais atraentes pela 100 Open Startups reforça que nosso propósito de transformar as companhias parceiras por meio de práticas ESG, e através de mecanismos de mercado, é o correto. Com isso, queremos conseguir impactar, cada vez mais, positivamente as comunidades em que estamos inseridos”, finaliza.

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Leilão do 5G confirma expectativas e arrecada R$ 46,7 bilhões

O maior leilão de radiofrequências da América Latina foi consumado com sucesso pelo Ministério das Comunicações (MCom) e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Das faixas de radiofrequência disponibilizadas, 85% foram arrematadas com ofertas que somaram R$ 46,7 bilhões. Desse valor, mais de R$ 39,3 bi serão revertidos em investimentos para ampliar a infraestrutura de conectividade no Brasil. O valor econômico total excedeu em R$ 5 bilhões o preço mínimo estipulado pelo Governo Federal no edital da licitação.

“Superou todas as nossas expectativas”, comemorou o ministro das Comunicações, Fábio Faria. Durante coletiva de imprensa, realizada após fechamento da análise e julgamento das propostas, Faria salientou o esforço feito para realizar a licitação e inaugurar no país uma nova era de conectividade. “Foram 15 meses de trabalho intenso para que a gente pudesse trazer de fato o 5G para o Brasil e hoje chegamos com notícias altamente positivas”, pontuou. O ministro destacou que o resultado do leilão foi superior a todas as licitações anteriores do setor de telecomunicações somadas. Em números aproximados, a venda das faixas do 3G rendeu R$ 7 bi; do 4G movimentou R$ 12 bi; e a privatização da Telebras, R$ 22 bi.

A realização do leilão marca a chegada da tecnologia 5G no Brasil e fomenta investimentos no setor de telecomunicações. Com a venda das faixas, todas as obrigações de cobertura de internet móvel foram contempladas. Isso significa que serão atendidos os compromissos previstos para ampliação da infraestrutura de conectividade. “Temos a garantia e a certeza de que todos os valores arrecadados nesse leilão serão convertidos em benefícios para a população”, sustentou o ministro.

Entre as obrigações assumidas pelas empresas vencedoras estão: levar cobertura 5G a todas as capitais e cidades com mais de 30 mil habitantes; garantir internet 4G nas rodovias federais e localidades ainda sem conexão; implantar rede de fibra óptica em locais com pouca ou nenhuma infraestrutura de conectividade; implantar o Programa Amazônia Integrada e Sustentável (PAIS) e o projeto da rede privativa de comunicação da Administração Pública Federal; custear a migração da TV parabólica para TV via satélite; investir em projetos de conectividade em escolas.

PRAZOS PARA IMPLEMENTAÇÃO — Com o avanço do leilão, surge a dúvida a respeito de quando a tecnologia 5G efetivamente será implementada em todo o território brasileiro. O edital possui metas fixadas ano a ano. As primeiras vencem em julho de 2022, quando todas as capitais brasileiras devem ter cobertura de 5G. Já em 2028, a meta é para cobertura de todas as cidades do país.

NOVAS OPERADORAS — Além de atrair investimentos, o leilão do 5G também possibilitará a entrada de seis novas operadoras de telefonia móvel no Brasil. As empresas Winity II Telecom, a Brisanet, o Consórcio 5G Sul, a Cloud2u, a Fly Link e a Neko Serviços arremataram lotes e ganharam o direito de explorar as faixas para levar serviço de internet à população.

CONCORRÊNCIAS — As operadoras móveis com maior porte disputaram intensamente a faixa de 2,3 GHz. Somadas, Vivo, Claro e TIM aportaram mais de R$ 2,3 bilhões no embate, alguns lotes alcançaram ágio de até 855%. Para o MCom a faixa é estratégica, porque será destinada à rede com alta capacidade (em áreas densamente povoadas), mas também será inicialmente dividida com o 4G, mantendo a compatibilidade com muitos aparelhos telefônicos no mercado. A Claro arrematou lotes relativos a fatias de 50 MHz na faixa de 2,3 GHz e ficou com São Paulo, além das regiões Norte, Sul e Centro Oeste, pelas quais ofereceu R$ 1,2 bilhão.

A Brisanet arrematou o lote E4 (50 MHz) que engloba a região Nordeste, por R$ 111,3 milhões. Vivo ficou com Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, por R$ 176,4 milhões. As três principais operadoras ainda concorreram pelos blocos de 40 MHz: a Vivo adquiriu lotes relativos a São Paulo e as regiões Norte e Centro Oeste, somando R$ 290 milhões; TIM ficou com a região Sul (R$ 94,5 milhões) e com Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo (R$ 450 milhões). Ao final, o lote F8 (40 MHz na faixa 2,3 GHz) acabou tornando-se o mais disputado do primeiro dia, com Algar e TIM alternando lances por 17 vezes. A Algar arrematou o lote com a oferta de R$ 57 milhões, configurando ágio de 1.127% sobre o preço mínimo.

PRÓXIMOS PASSOS — Abraão Balbino e Silva, presidente da Comissão Especial de Licitação (CEL) e superintendente de Competição da Anatel, suspendeu o leilão com a conclusão da análise e julgamento dos lotes. Os trabalhos foram retomados por uma hora, às 13h30, para leitura dos resultados e encaminhamento das próximas etapas para o fechamento da licitação. A CEL fechou as atividades do dia indicando a retomada na próxima terça (9/11), às 9 horas.

A Anatel criará, em até 15 dias após a homologação do resultado do leilão, um Grupo de Acompanhamento do Custeio a Projetos de Conectividade de Escolas (GAPE), a ser formado por representantes do MCom; da Anatel; do Ministério da Educação; e representante de cada uma das empresas vencedoras da faixa de 26 GHz. O grupo será presidido por um conselheiro da Anatel, a ser indicado. O grupo será responsável por definir projetos de conectividade das escolas, detalhando características, critérios técnicos, cronograma de metas e estudos de precificação.

Volkswagen investirá R$ 7 bilhões na América Latina até 2026 para desenvolver digitalização e descarbonização

Apesar dos contínuos desafios da pandemia do coronavírus e da escassez global de semicondutores, a Volkswagen espera registrar um resultado positivo na América Latina em 2021. A Volkswagen vai investir 7 bilhões de reais entre 2022 e 2026 para fortalecer ainda mais sua posição competitiva neste importante mercado e preparar-se para uma lucratividade sustentável. Além de mais projetos locais de veículos, a digitalização e a descarbonização devem receber um impulso adicional na América do Sul. Isso inclui um centro de pesquisa de biocombustíveis para desenvolvimento de tecnologia complementar à ofensiva global de eletrificação da Volkswagen.

“A América Latina é um importante mercado para a Volkswagen. Nos últimos dois anos, alcançamos uma boa posição na região por meio de um programa de reestruturação bastante consistente. Estamos agora conduzindo a implementação da nossa estratégia ACCELERATE com um grande programa de investimentos, fortalecendo nossa posição competitiva na região e nos preparando assim para atingir uma lucratividade sustentável”, afirma o CEO da Volkswagen Ralf Brandstätter.

Um retorno marcante: resultado positivo esperado em 2021
A Volkswagen está celebrando um retorno marcante ao mercado latino-americano com a esperada volta ao lucro no ano fiscal de 2021. Esse sucesso é atribuído em parte à sistemática redução dos custos fixos, assim como a ajustes na capacidade das seis fábricas da região num ambicioso programa de reestruturação. Ao mesmo tempo, a Volkswagen lançou em 2017 uma ampla campanha de modelos para renovar radicalmente sua linha de produtos: 20 novos modelos, adequados às necessidades do mercado sul-americano, estrearam no intervalo de quatro anos, a maioria deles produzidos localmente em fábricas da Volkswagen no Brasil.

Alexander Seitz, CFO da Volkswagen, comenta: “Regiões fortes e lucrativas são um fator-chave para o sucesso em nossa estratégia ACCELERATE, porque temos que garantir nossa transformação. A esperada virada na América Latina é um marco muito importante no caminho para uma lucratividade sustentável competitiva para a Volkswagen.”

Nova família de carros compactos para desenvolver o segmento de entrada
A Volkswagen está dando continuidade à sua estratégia de sucesso na América Latina focando num portfólio modelado para as necessidades da região, com o lançamento de uma família de carros compactos para o segmento de entrada a partir de 2023. O primeiro modelo é o Polo Track, baseado na plataforma MQB. Dessa forma, a Volkswagen do Brasil pode desenvolver um mercado em rápido crescimento eficientemente e com um alto nível tecnológico. O uso da plataforma MQB também resulta em economia nos custos de desenvolvimento. O Polo Track será produzido na fábrica de Taubaté, no Brasil.

“O alto nível dos investimentos futuros em nossa região demonstra a grande importância do mercado latino-americano para a Volkswagen. Isso tem base em três fatores de sucesso: a excelente produtividade de nossas fábricas, alcançada com o apoio dos acordos com os sindicatos de trabalhadores, o destacado desempenho de toda a equipe e nosso intenso foco nos desejos de nossos clientes latino-americanos”, destaca Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen América Latina.

Feito para a região: abordagem local para a digitalização e descarbonização
Além de expandir sua linha de produtos, com esses investimentos adicionais na América Latina a Volkswagen está acelerando também o ritmo de sua transformação numa fornecedora de mobilidade sustentável orientada por software. Também aqui, a Volkswagen está adequando suas medidas para as necessidades específicas do mercado. A nova geração de sistema de informação e entretenimento – o VW Play – permitirá aos motoristas se manterem conectados, expandindo a conectividade para fora de seus veículos e ao mesmo tempo acrescentando novos itens e serviços.

Assim, a Volkswagen está realizando mais investimentos no já existente Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocombustíveis localizado na América Latina. Especialmente nas regiões onde as viagens envolvem grandes distâncias, onde redes de recarga não são bem distribuídas e os níveis de suprimento de energia verde são baixos, os biocombustíveis, com um balanço positivo de CO2, podem ser uma ponte para a era da eletricidade. Tanto a frota como a empresa devem tornar-se neutras em carbono até 2050. O caminho para atingir esse objetivo – o WayToZero – é um elemento central da estratégia ACCELERATE. A mobilidade elétrica é ao mesmo tempo o núcleo e a tecnologia líder para descarbonizar o transporte. Numa perspectiva de longo prazo, isso também é válido para a América Latina.

“Com o WayToZero, nos comprometemos a oferecer uma mobilidade sustentável para todos. O bioetanol é um significativo complemento regional à nossa estratégia elétrica, porque reduz as emissões de carbono em até 90% comparado à gasolina. É um excelente exemplo de ‘pense globalmente, aja localmente'”, finaliza Pablo Di Si.

Iniciativa global DeFi foca no Brasil e promove hackathon com mais de R$ 14 milhões reais em prêmios

Neste mês se encerram as inscrições para o hackathon DeFi para o Brasil. O desafio é parte da iniciativa global, o DeFi For the People, encabeçada por algumas das principais organizações de DeFi e cripto do mundo – como Celo, Aave, SushiSwap, Curve, 0x, PoolTogether, entre outros – e que, agora, trazem um hackathon exclusivo para os brasileiros. O interesse pela vertente blockchain é crescente e relevante no Brasil, e o hackathon serve como forma também de impulsionar criações nacionais e dar alcance global à tecnologia local. O projeto é resultado do fundo de R$500 milhões para iniciativas educacionais e culturais para trazer o DeFi para mais pessoas. 

O evento brasileiro deve distribuir mais de R$ 100 mil em prêmios para os participantes que trouxeram projetos e soluções inovadoras sobre como democratizar o acesso a aplicações em DeFi, NFTs e economia criativa, entre outros, somando ao ecossistema da Celo cujo foco é soluções inclusivas e mobile. Além disso, o principal intuito do DeFi para o Brasil é de educar, impulsionar e dar tutoria para que os brasileiros também submetam seus projetos ao hackathon global do DeFi for the People, que reúne até $2.5 milhões – cerca de 14 milhões de reais – em prêmios e investimentos. 

O hackathon é aberto a participantes de diferentes áreas do conhecimento, incluindo: Marketing; UX/Design; Negócios; Desenvolvimento de Blockchain, Front-End, ou Full Stack, Empreendedorismo Social;  Advocacia e Arte. As inscrições encerram no dia 14/11 e devem ser realizadas pelo site do DeFi Para o Brasil.

A partir de então, os inscritos no desafio do Brasil começarão a preparar seus projetos e receberão tutoria do time local, através do Discord, para submetê-los para a competição nacional. Na segunda semana do desafio, a partir do dia 22/11, os participantes recebem um segundo nível de tutoria qualificada para submeter os projetos para a competição global, a qual as inscrições se encerram dia 28/11. 

As organizações parte do DeFi for the People também realizaram uma live nesta quinta-feira, 4/11, para conversar sobre a iniciativa, os desafios global e nacional e tirar possíveis dúvidas sobre os hackathons. A transmissão ficará salva no Youtube da Celo.  

Criando um sistema financeiro em que todos possam prosperar

DeFi é uma abreviação do termo finanças descentralizadas – Decentralized Finances –  um conceito amplo que traz a tecnologia com uma ferramenta disruptiva e que pode eliminar intermediários nas aplicações financeiras, reduzir custos e oferecer o acesso a mais pessoas.

O DeFi permite descentralizar empréstimos, ativos e criar novas formas de pensar e executar questões relacionadas a finanças. A Celo está promovendo o hackathon com o objetivo tornar as finanças descentralizadas acessível, mobile-first  e para todos.

O hackathon irá usar a plataforma blockchain de código aberto da Celo com foco no uso de smartphones. O dispositivo é utilizado por bilhões de pessoas em todo o mundo e é uma das principais formas de acesso à internet para muitos deles, em especial em países pouco desenvolvidos, como a região da América Latina, e pode contribuir para o acesso às novas soluções financeiras. 

“Queremos trazer uma oportunidade para que a comunidade local possa fazer parte da mudança do sistema financeiro. A realidade é que a tecnologia possibilita repensar questões em escala global de forma criativa e inovadora. Com relação ao Brasil, sinto que temos uma conjuntura única – desde o avanço das start ups até o cenário legislativo e a atual conjuntura do país – que de certo farão com que a adoção do DEFI  se dê tanto de forma institucional como através da movimentação da comunidade local”, comenta Camila Rioja, Head da cLabs no Brasil.

O ecossistema da Celo conta com diversas empresas a iniciativas que desenvolvem soluções para lidar com casos e questões do mundo real, como exemplo um programa-piloto realizado na Colômbia, no início da pandemia, que forneceu a pessoas desempregadas microcréditos sub-garantidos de até cUSD 500 – $500 dólares na Celo, o que permitiu com que os usuários comprassem bicicletas motorizadas para que pudessem trabalhar fazendo entregas para a Rappi. Com acesso ao equipamento certo, alguns membros do piloto conseguiram dobrar – e em alguns casos quadruplicar – seus ganhos. Esse é apenas um exemplo de como o DeFi pode fornecer acesso instantâneo ao capital para milhões de pessoas, especialmente para aqueles em mercados emergentes onde o acesso aos serviços financeiros tradicionais é limitado.

Magalu oferece curso de programação gratuito para pessoas de 40 anos ou mais

O Magalu, principal plataforma digital com pontos físicos e calor humano do país, anuncia seu novo programa de formação em tecnologia, o Desenvolve 40+. O projeto, em parceria com a escola de programação Let’s Code, vai oferecer 100 bolsas de formação em tecnologia (Python) para pessoas com 40 anos ou mais, sendo que 50% das bolsas serão destinadas a pessoas autodeclaradas pretas ou pardas, além de serem abertas ao público interno da empresa. 

O curso terá 200 horas e duração de três meses. Serão 108 horas de exibições ao vivo, de forma remota, três vezes por semana, e 92 horas de conteúdo assíncrono online, em que o estudante pode assistir quando quiser. A formação abrange desde os primeiros conceitos de programação até os níveis complexos da linguagem Python.

A proposta da iniciativa é gerar inclusão geracional no Luizalabs, formando programadores para uma área que sofre com a escassez de mão de obra e, ainda, inserir profissionais de 40 anos ou mais, que também são afetados pelas dificuldades do mercado de trabalho. No Luizalabs, área de tecnologia do Magalu, apenas 14,2% dos profissionais têm 40 anos ou mais. Com o curso, a companhia dá mais um passo em direção a um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo. 

De acordo com informações da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), entre 2019 a 2024 seria necessário contratar, em média, 70 mil pessoas por ano para suprir as necessidades deste mercado, sendo que anualmente, são formados 40 mil profissionais. 

Para se inscrever é preciso ter 40 anos ou mais, ensino médio completo, disponibilidade para assistir aulas online às segundas, quartas e sextas, das 19h às 22h, morar no Brasil e ter desejo de aprender. Não é necessário conhecimento prévio em tecnologia. As inscrições para o programa começam nesta quarta-feira, 04 de novembro e ficam abertas até o dia 22, no site https://letscode.com.br/desenvolve-magalu

Ao final do processo, quem completar o curso terá a chance de participar do processo seletivo no Luizalabs, área de tecnologia do Magalu e concorrer a uma vaga de emprego na empresa. 

GVAngels realiza 1º Exit com aquisição internacional da Chiligum Creatives

Grupo de anjos investiu na startup em 2020, que agora fará parte da americana VidMob, especializada em inteligência criativa

O GVAngels, grupo de investidores anjo, acaba de registrar seu 1º Exit: a startup Chiligum Creatives, que acaba de ser adquirida pela VidMob, martech norte-americana, especializada em inteligência criativa. Para investidores em startups, o Exit é o objetivo principal, pois monetiza todos o investimento.

Desde sua fundação, em abril de 2017,  o GV Angels já atingiu 300 membros investidores, todos alumni da FGV , e já investiu cerca de R$50 milhões em 41 startups de alto potencial de crescimento e escala , no Brasil, Estados Unidos e Reino Unido. Em 2020, a Chiligum foi uma das empresas selecionadas pelo grupo e recebeu um aporte de R$2 Milhões. E agora, torna-se a primeira startup investida a ser comprada por uma empresa internacional. 

“O GVAngels foi fundado em 2017 e vem crescendo de forma expressiva seu portfólio de startups, assim como o volume de investimentos . O prazo do exit do investimento do GV Angels na Chiligum foi de 14 meses, o que é muito significativo para os investidores pois habitualmente a jornada até o exit é superior a 5 anos”, destaca Wlado Teixeira, Diretor Executivo do GVAngels.  

Com grandes clientes em seu portfólio, como ifood, Magalu, Rappi, a Chiligum Creatives oferece soluções para potencializar o desenvolvimento de peças publicitárias de forma escalável. Com a integração da startup, a VidMob passa a oferecer a primeira plataforma de soluções criativas full-stack para profissionais de marketing que desejam desenvolver peças publicitárias de alto impacto.

Além do aporte financeiro, as empresas investidas recebem acesso ao smart money de executivos C-Level e empreendedores de sucesso que compõem o grupo. O grupo já realizou investimentos em diversos segmentos como martechs, fintechs , agtechs, e startups de vários outros setores de atividades, os quais dão relevante contribuição para a modernização da economia do Brasil.

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Startup brasileira Krilltech conquista prêmio mundial de inovação

A startup brasileira Krilltech, atuante no setor de Agrobusiness é a grande vencedora da etapa final da premiação mundial “Global Tech Innovator 2021”, da KPMG. A empresa representou o Brasil na última etapa da competição internacional do prêmio em Lisboa, Portugal, em evento realizado no dia 2 de novembro de 2021. Na ocasião, startups de 17 países fizeram apresentações a especialistas do setor no palco. A candidata do Brasil foi declarada como a Private Enterprise Global Tech Innovator 2021. Conduzida pela KPMG, a iniciativa teve o propósito de apoiar startups que atendam a determinados critérios e tenham potencial de progredir nos negócios, ajudando os principais inovadores tecnológicos globais interessados em assumir a liderança do mercado.

“Estamos muito felizes em anunciar que a startup vencedora desta premiação global é brasileira. Ela se diferenciou mundialmente por uso intensivo de tecnologia para transformar os negócios e a sociedade, sendo capaz de demonstrar como ser escalável em outros países, principalmente da América Latina. A iniciativa é uma excelente oportunidade para a startup ganhadora fazer a disrupção acontecer em âmbito nacional e internacional”, afirma Jubran Coelho, sócio-líder da área de Private Enterprise da KPMG no Brasil e na América do Sul.

A startup vencedora da última etapa no Brasil foi contemplada com: instalações para sua exposição no Web Summit, incluindo um estande dedicado e em destaque; passagem aérea e hospedagem; plataforma de exposição e credencial para a conferência; apresentação do seu negócio para a mídia antes, durante e após o evento; participação em fóruns da KPMG com expoentes dos negócios e CEOs de empresas globais de capital fechado de rápido crescimento.

“Foram avaliadas startups com propostas de valor muito interessantes, escaláveis globalmente e que resolvem problemas reais da sociedade por meio da tecnologia e soluções inovadoras em setores como finanças, agrobusiness, varejo e saúde. Não apenas por atender aos critérios da premiação, a agtech destacou-se por apresentar uma solução tecnológica que aumenta a produtividade, eficiência e qualidade no agronegócio de forma sustentável, com nanoestrutura orgânica, atóxica e biocompatível. A startup brasileira mereceu a vitória e isto reforça o potencial do Brasil no celeiro de inovação do mundo”, afirma Diogo Garcia, sócio-diretor líder do Programa Emerging Giants Startups da KPMG no Brasil.

As startups que concorreram nesta etapa final apresentaram seus negócios a um grupo de jurados especialistas do setor e convidados, os quais avaliaram os pitches e definiram a vencedora global. Cada apresentação foi julgada com pontuação em seis categorias com o mesmo peso: disrupção e inovação; potencial de mercado; adoção do cliente; tração de mercado e marketing; potencial de longo prazo; e qualidade da apresentação (pitch).

“Foi uma alegria enorme e uma honra gigantesca ter sido o ganhador da primeira edição do Global Tech Innovator KPMG. Vamos com muita responsabilidade usar esta vitória para expandir a nossa tecnologia 100% brasileira para o mercado internacional”, afirma Diego Stone, cofundador e CEO da Krilltech.

A Krilltech é uma AgTech brasileira que emergiu de uma parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) focada no desenvolvimento de uma agricultura sustentável e de alta produtividade. Por meio dessa parceria, foram desenvolvidas tecnologias que buscam oferecer soluções disruptivas baseadas em Nanotecnologia Verde, de modo a aumentar a produtividade e a qualidade nutricional de cultivares. Com o uso de tecnologia na agricultura e horticultura, o objetivo da startup é melhorar o rendimento, a eficiência e a lucratividade do produtor.

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Estudo IBM: Líderes de negócios no Brasil declaram o fim da era de um único provedor para nuvem

De acordo com os resultados do novo estudo global da IBM (NYSE: IBM) sobre transformação da nuvem, houve uma mudança drástica nas necessidades de negócios, com apenas 5% dos entrevistados relatando usar uma única nuvem privada ou pública em 2021, em comparação a 45% em 2019, estabelecendo a nuvem híbrida como a arquitetura de TI dominante.

O estudo global, conduzido pelo IBM Institute for Business Value (IBV) em colaboração com a Oxford Economics, entrevistou quase 7.200 executivos C-suite de 28 indústrias e 47 países, incluindo Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e México. O estudo descobriu que:

As ameaças cibernéticas estão em alta¹

• A complexidade de infraestrutura está criando portas de entrada que estão sendo exploradas pelos cibercriminosos. No entanto, surpreendentemente, mais de um terço dos entrevistados não indicou que melhorar a segurança cibernética e reduzir os riscos de segurança estão entre seus maiores investimentos em TI e negócios.

• Ao mesmo tempo, 84% disseram que segurança de dados embutida em toda a arquitetura de nuvem é importante ou extremamente importante, na maioria dos casos, para as iniciativas digitais de sucesso.

Empresas estão denunciando vendor lock-in

• Aproximadamente 85% dos entrevistados disseram que, para o sucesso de suas iniciativas digitais, é importante ou extremamente importante ter cargas de trabalho sendo completamente portáteis com nenhum vendor lock-in, que ocorre quando uma empresa fica presa a apenas um fornecedor.

Aproximadamente 73% dos entrevistados disseram que vendor lock-in é um obstáculo significativo para melhorar o rendimento do negócio, na maioria ou em todas as partes de seu estado na nuvem.

A adoção de nuvem pública está evoluindo em direção a nuvens de indústrias

• Aproximadamente 70% dos entrevistados nos setores de governo e serviços financeiros citaram a conformidade regulatória relacionada à indústria como um obstáculo ao desempenho dos negócios de seu estado na nuvem.

“No começo da sua jornada para a nuvem, algumas empresas se envolveram com várias nuvens diferentes que criaram complexidade e partes desconectadas, potencialmente expondo-as para grandes ameaças de segurança”, disse Howard Boville, Head de IBM Cloud Platform. “As descobertas de hoje reiteram que ferramentas de segurança, governança e compliance devem operar através de múltiplas nuvens e ser incorporadas em arquiteturas de nuvem híbrida desde o início para a transformação digital ser bem-sucedida.”

O estudo revelou que empresas precisam avaliar como usam a nuvem em termos de adoção, velocidade, migração e oportunidade de economia de custos. Outras recomendações incluem:

• Foco em segurança e privacidade – determinar onde sua carga de trabalho crítica reside e examinar quem e o que tem acesso a ela. Testar regularmente se os controles de segurança e políticas de privacidade estão sendo cumpridos e também se os ativos configurados incorretamente e vulnerabilidades de software estão sendo prontamente resolvidos.

• Avaliar quais cargas de trabalho devem migrar para a nuvem – fazer um inventário do ambiente de TI para determinar com sucesso quais cargas de trabalho e aplicações produzirão maior valor na nuvem e quais são mais adequadas para permanecer no local.

• Fazer os dados trabalharem para você – analisar cargas de trabalho usando ferramentas baseadas em IA e melhores práticas para determinar onde e como colocá-las no lugar certo pelo motivo certo.

• Definir uma abordagem tática – trate das compensações da tecnologia, como selecionar a melhor abordagem para aplicações específicas e gerenciar problemas importantes como segurança, governança e recuperação de desastre.

• Determinar o tempo certo – coloque uma equipe multidisciplinar de pessoas para repensar como sua empresa cria valor para seus clientes.

Descobertas adicionais do relatório de 2021

• Por indústria: entrevistados em indústrias regulamentadas, governo (85%) e serviços financeiros (80%) citaram ferramentas de governança e compliance que são capazes de rodar em várias nuvens como importantes para o sucesso da iniciativa digital.

• Por indústria: apenas 1% dos entrevistados dos setores de eletrônicos, seguros, manufatura, telecomunicações, transporte e viagens relataram usar uma única nuvem pública ou privada em 2021.

Acesse todas as descobertas do estudo aqui.

Para saber mais sobre o IBM Institute for Business Value (IBV), visite o site aqui.
¹Custo de Violação de Dados 2021, relatório feito pelo Ponemon Institute, patrocinado pela IBM

QI Tech capta R$ 270 milhões em sua Série A liderada pelo fundo soberano de Singapura GIC

A QI Tech, empresa de tecnologia voltada a serviços financeiros e primeira Sociedade de Crédito Direto aprovada pelo Banco Central do Brasil, acaba de captar sua rodada da Série A. O Fundo Soberano de Cingapura (GIC), um dos maiores investidores de fintech do mundo, está liderando a rodada de R$ 270 milhões, uma das maiores e mais disputadas nesta fase de captação na América Latina. No total, a companhia recebeu mais de 10 propostas, com empresas listadas, bancos e fundos globais interessados em fazer parte.

Com o valor, a QI Tech investirá na construção de novos produtos, com foco em aprimorar a jornada de crédito (originação e cobrança) e desenvolver a área de data science. A companhia prevê ainda quadruplicar a capacidade do time, que atualmente conta com 48 pessoas, para acelerar o lançamento de soluções e trabalhar em uma agenda de M&A para os próximos meses.

Atualmente, a QI Tech conta com mais de 100 clientes, entre fintechs, gestoras, bancos e empresas tradicionais, representando um crescimento acelerado de 500% desde janeiro de 2021. Desde o início de sua operação em 2019, já movimentou mais de R$ 5,5 bilhões em operações de crédito, dos quais R$ 200 milhões em seu primeiro ano, R$ 1,2 bilhão no segundo, e R$ 4,1 bilhões em 2021.

“Somos a primeira instituição financeira a criar um modelo exclusivo de Lending-as-a-Service no Brasil e nosso foco é continuar inovando nesse mercado. Inovamos com um modelo que roda 24/7, em um processo 100% automatizado, permitindo que nossos clientes ofereçam uma experiência única para seus usuários e até operações de alta frequência (muitas operações em curto espaço de tempo). Esse aporte chega em um momento decisivo na nossa trajetória, onde queremos dar o próximo passo em busca do aprimoramento da jornada do crédito, possibilitando que qualquer empresa ofereça serviços bancários 100% digitais a partir das nossas tecnologias proprietárias”, diz Pedro Mac Dowell, CEO da QI Tech.

Com vasta experiência no mercado de crédito privado, o CEO da QI há anos buscava por melhores produtos e serviços financeiros para quem não era instituição financeira. A QI Tech nasce, então, com o propósito de suprir uma necessidade que existe mas que não era bem atendida: oferecer serviços de um banco tradicional – ‘as a service’ – ou seja, disponibilizar a infraestrutura financeira necessária para que as empresas, fintechs e outros bancos menores possam inovar na oferta de crédito, da originação à cobrança.

“Oferecemos todas as verticais de Lending-as-a-Service, como por exemplo, financiamento estudantil, crédito direto ao consumidor, BNPL Buy Now Pay Later, financiamento automotivo ou imobiliário, capital de giro para PJ e operações de crédito com garantia. Desta forma, qualquer fintech, empresa tradicional ou banco pode utilizar as APIs da QI Tech para oferecer essas verticais para seus clientes finais”, explica Marcelo Bentivoglio, sócio da QI Tech.

Segundo Bentivoglio, a QI Tech possui uma plataforma inteligente com o conhecimento regulatório de um banco, eliminando o intermediário e ligando as pontas para oferecer agilidade ao mercado financeiro. Com isso, seus clientes podem se concentrar nos negócios, sem preocupações burocráticas.

“Qualquer empresa, seja ela uma fintech, uma varejista ou até mesmo uma empresa de serviços pode oferecer produtos financeiros para os seus clientes. A QI Tech tem toda a infraestrutura necessária para que estas empresas ofereçam jornadas completas, com contas, emissão e liquidação de boletos, transferências TED/DOC/PIX, este último com múltiplas funcionalidades, como o PIX 24/7 embedded na jornada de crédito e o QR code dinâmico nos checkout de e-commerce”, complementa Marcelo Buosi, cofundador da QI Tech.

Sem a necessidade da intermediação de um banco, os clientes da QI Tech podem oferecer serviços financeiros para milhões de pessoas, antes restrito às instituições financeiras tradicionais. Esse movimento do mercado permite mais competição na oferta de crédito, gerando melhores condições comerciais para a população brasileira.

O mercado de crédito brasileiro que a QI está disruptando é massivo, crescente e movimentou R$3,4 trilhões em 2020, sendo que 70% ainda é concentrado nos grandes bancos, segundo o Banco Central. Apenas o nicho de gestoras de crédito, onde a QI nasceu, representa R$300 bilhões. Já o mercado de crédito fintech e crédito alternativo, estimado em R$60 bilhões, é esperado crescer a um ritmo de 30% ao ano.

“O mercado de crédito está migrando dos bancos para outras empresas, como varejistas, aplicativos de serviços e operadoras nacionais, e a QI Tech é a infraestrutura que permite acelerar essa mudança. Nosso modelo de negócios segue o conceito de asset-light, ou seja, somos o ‘Uber dos bancos’, o maior emissor de operações de crédito da América Latina sem ter créditos em balanço. A chegada do GIC reforça nosso compromisso de estarmos sempre antecipando o futuro dos serviços financeiros, além de mantermos nossa independência.”, conclui o CEO.

A QI Tech contou com assessoria financeira da Vinci Partners e Quatá Confidence, e assessoria legal do Freitas Leite. O GIC contou com a assessoria legal do Machado Meyer.

Foodtech brasileira lança a primeira ‘carne louca’ feita de fruta

Inédito no mundo, produto é resultado de dois anos de investimentos em tecnologia e está disponível a partir de agora para consumidores de São Paulo

A saborosa e tradicional carne louca, carne temperada e desfiada, presente há muitos anos na cultura gastronômica brasileira, ganhou uma nova roupagem. O produto, que está sendo lançado no Brasil pela foodtech brasileira Fábrica Meatz, tem a mesma aparência e o mesmo sabor da carne louca que conhecemos, mas com um diferencial: é feita 100% de fibra de fruta.

A carne louca de fruta é inédita no mundo e marca o lançamento da Fábrica Meatz no mercado brasileiro. A empresa é resultado da fusão entre a Behind, a primeira a produzir carne feita de plantas do Brasil, e a Meatz, especializada em produtos alimentícios à base de jaca. A união promete oferecer o melhor de ambas as expertises, com diferenciais de lançamento, processo produtivo e tecnologia.

“O objetivo da Fábrica Meatz vai além de produzir carne vegetal”, diz Le Mendes, um dos fundadores da empresa. “Nosso objetivo é desenvolver tecnologia no Brasil e agregar valor ao que já temos aqui, como é o caso da fibra de jaca. Acreditamos que isso contribui para que o Brasil se coloque como protagonista no cenário mundial de tecnologia aplicada”, afirma.

Foram investidos R﹩ 2 milhões para a criação da empresa e o lançamento do primeiro produto, principalmente no desenvolvimento da tecnologia e da marca. “Metade desse valor foi utilizado em pesquisa e desenvolvimento”, explica Pedro Ian, também fundador da empresa. “Foram 2 anos até chegar ao produto final, envolvendo uma cadeia difícil de trabalhar e um processo totalmente automatizado”.

A novidade pode ser encontrada inicialmente nas redes de varejo Casa Bueno, Naturalis e Empório La Granola, além de em alguns de São Paulo, capital e interior. “Em breve, vamos chegar às principais capitais brasileiras e a outras cidades”, garante Le Mendes. No primeiro trimestre do próximo ano a empresa planeja mais dois lançamentos: uma opção inovadora de carne de frango vegetal e um hamburguer plant based suculento, saboroso e nutritivo.

Parece carne, mas é fruta, e com muita tecnologia

A unidade de produção da Fábrica Meatz fica em Peruíbe, no Vale do Ribeira, no Estado de São Paulo. A fábrica tem produção totalmente automatizada, com controle e laboratório de desenvolvimento próprios. O local foi escolhido pela disponibilidade de alimentos orgânicos, agroecológicos e de qualidade perto da fábrica, diminuindo o esforço logístico e propiciando benefícios aos produtores locais.

Para produzir suas carnes vegetais, a Fábrica Meatz utiliza uma tecnologia própria chamada 3D True Texture Meatz, que, associada a outros métodos de produção, garante a aparência, o sabor e a textura da carne animal com ótimo valor nutricional e saudabilidade.

A carne louca da Fábrica Meatz já vem pronta para o consumo. Sua fórmula inclui, além da fruta, azeite de oliva extravirgem, chá preto, e carvão ativado vegetal, além de nutrientes como ferro, vitamina B12 e D2. A jaca é conhecida por seu alto teor antioxidante, sendo rica em carboidratos, potássio, cálcio, fósforo, ferro e vitaminas A e C. “No Brasil a jaca é abundante, mas ainda tratada como uma comodity de pouco valor. O que fizemos foi agregar tecnologia para valorizar produto nacional”, diz Le Mendes

Opção para veganos, vegetarianos e flexitarianos

A solução apresentada pela Fábrica Meatz acompanha o aumento do interesse dos consumidores por uma alimentação mais saudável e preocupada com o meio ambiente. No Brasil, a produção de carne é um dos principais impulsionadores do desmatamento da Amazônia, significando 63% das áreas desmatadas da floresta, segundo dados do Atlas da Carne 2021.

Com seu primeiro lançamento, a Fábrica Meatz quer atingir todos os consumidores que desejam reduzir ou eliminar o consumo de carne animal em sua dieta. “É um produto que vai agradar qualquer pessoa, com exceção daqueles que têm restrição ao sabor e textura da carne”, explica Le Mendes.

O compromisso da Fábrica Meatz com a sociedade e com o planeta vai além de fazer produtos saudáveis. A empresa trabalha para gerar impacto positivo em toda a cadeia de produção. Por isso, mantém investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento e está comprometida em apoiar os pequenos agricultores para gerar uma relação saudável em toda a da cadeia de produção.

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Comgás lança hub de inovação para criação de soluções voltadas aos desafios do setor de energia

A Comgás, maior distribuidora de gás natural encanado do país, acaba de lançar o Plugue, seu hub de inovação aberta voltado para a captação de possíveis parceiros que estejam dispostos a propor soluções para os desafios do setor de gás e energia. A novidade já nasce com inscrições abertas à novas ideias que podem ser enviadas até 30 de novembro pelo site.

Por meio desta plataforma, startups, universidades, institutos e empresas terão a chance de propor ideias, soluções e ferramentas para as áreas de inteligência de mercado, logística, supply chain, ESG, eficiência energética, entre outros.

“Inovação é um pilar estratégico para a Comgás e estamos orgulhosos de lançar o Plugue como um canal para prospectar e estreitar o relacionamento com parceiros em busca de iniciativas que possam transformar o futuro do mercado de energia”, afirma Cristiano Barbieri, diretor de Tecnologia, Inovação e Mercado da Comgás.

Focado no futuro, o hub é mais um meio de evidenciar as diversas iniciativas que a empresa realiza para promover e democratizar a cultura da inovação que surge neste mercado já contando com mais de 180 startups em sua base, mais de 20 parceiros, além de já ter realizado inúmeros eventos e hackathon para a comunidade conectada ao Plugue. Além de inscrever ideias e projetos, também é possível ter acesso a conteúdos exclusivos e aprimorar conhecimento pela seção Academy da plataforma e ainda a possibilidade de se conectar a maior distribuidora de gás encanado do País.

Plugue
Canais:
 para participar, basta acessar o link
Atenção: antes de se inscrever, verifique a sua modalidade ideal na plataforma.

Google lança Guia do Varejo para impulsionar vendas de PMEs na Black Friday e Natal

O Google lança nesta semana o Guia do Varejo para pequenas e médias empresas, com o objetivo de ajudá-las a se prepararem para a temporada de compras do final do ano, que inclui a Black Friday, que acontecerá em 26 de novembro, e o Natal. A publicação traz informações relevantes sobre as mudanças no comportamento dos consumidores brasileiros durante o período de pandemia, assim como orientações sobre como utilizar as plataformas do Google para se conectar com potenciais clientes.

Ter informações sobre as mudanças no comportamento dos consumidores é essencial para empresas de qualquer tamanho, mas fundamentais para pequenas e médias empresas. Só no ano passado, as buscas relacionadas a produtos de Varejo aumentaram três vezes em relação a 2019 e, com tantas mudanças relacionadas ao convívio social durante a pandemia, a jornada de compra dos consumidores se tornou mais complexa.

“Todos nós passamos por grandes transformações durante a pandemia e isso também mudou a nossa relação com o consumo”, afirma Rodrigo Rodrigues, diretor de negócios para pequenas e médias empresas do Google Brasil. “Neste ano, com o avanço da vacinação e retomada econômica, teremos uma Black Friday do recomeço, em que muitas compras ganharão um valor simbólico para os brasileiros.”

Por conta disso, apesar do momento econômico desafiador, uma pesquisa encomendada pelo Google à Ipsos com 500 pessoas mostra que 6 em cada 10 pessoas têm intenção de comprar na próxima Black Friday. Para aproveitar essa demanda, porém, é preciso preparar uma estratégia eficiente. Confira abaixo algumas das dicas reunidas no Guia do Varejo para atrair mais consumidores:

• Alcance seus clientes enquanto navegam

Todos os dias, milhões de pessoas utilizam o Google para encontrar, descobrir e comprar aquilo que precisam. De acordo com um estudo realizado pela Kantar a pedido do Google no ano passado, os sites de buscas são o canal mais utilizado por 55% dos consumidores brasileiros para pesquisar produtos. Além disso, buscas em celulares por produtos combinadas ao termos “com melhor custo/benefício”, por exemplo, têm crescido 60% ano após ano em todo o mundo. Por isso, gerenciar a presença digital das empresas e garantir que elas apareçam em destaque quando o consumidor está buscando é fundamental para alcançar bons resultados.

• Engaje os consumidores durante a busca

Para ampliar as vendas, é preciso também alcançar potenciais consumidores que estão em busca de produtos como os que você oferece, mas que não necessariamente conheçam a sua marca. No Guia do Varejo, ensinamos a melhor maneira de se conectar com os clientes em momentos em que eles estão avaliando diferentes opções. Os brasileiros estão mais abertos a considerar novas marcas após a pandemia: uma pesquisa encomendada pelo Google à Ipsos com 1 mil consumidores em julho de 2020 revelou que 85% dos consumidores brasileiros conheceram uma nova marca ao navegar on-line durante a pandemia da COVID-19. Isso abre uma oportunidade importante para as pequenas e médias empresas na disputa pelo bolso do consumidor nesta Black Friday.

• Conquiste os consumidores que estão em busca de produtos

As pessoas buscam conveniência na hora de comprar on-line. Por isso, é importante manter o Perfil da Empresa na Busca e Google Maps atualizado para garantir que os clientes vejam o horário de funcionamento e outros detalhes sobre os estabelecimentos. Além disso, é possível ajudar os clientes a terem mais visibilidade dos produtos que a empresa oferece, listando o estoque de produtos disponíveis na loja no Google Shopping gratuitamente. Além disso, garantir que o site carregue de forma rápida, simples e otimizada pode aumentar as vendas.

• Se prepare para a temporada de compras

O consumidor brasileiro está começando a se preparar para a temporada de compras cada vez mais cedo. De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Google à consultoria Ipsos, com 500 entrevistados no Brasil, 38% das pessoas afirmam que já começaram a buscar produtos para a Black Friday em setembro. Além disso, outros 28% afirmaram que começaram as pesquisas um mês antes da data. Apenas 2% dos entrevistados afirmaram que fazem buscas por ofertas na data, o que indica que a “conversa” entre a empresa e potenciais consumidores deve começar com antecedência.

Mais recursos para PMEs

O Guia do Varejo é mais uma iniciativa do Google para apoiar as empresas neste período de retomada econômica. Além do material, na Google Academy , empreendedores e profissionais de marketing podem ter acesso a sessões diversas de preparação para a temporada de compras do final do ano. Ao longo de novembro, serão disponibilizados vários treinamentos gratuitos focados em Black Friday, entre eles Como gerar mais impacto na Black Friday com campanhas de Display , Como aumentar as visitas à sua loja física nesta Black Friday e Como atrair mais clientes com as campanhas de Google Shopping .

Outra novidade recente é o “Veja o que há na loja” , disponível na Busca do Google, que filtra para as pessoas os resultados de lojas, físicas ou on-line, que possuem o item buscado em estoque. Ao abrir o Perfil da Empresa, o consumidor poderá ver a disponibilidade do produto que pesquisou, o que pode ajudar os usuários, por exemplo, a evitar viagens perdidas a uma loja física.

Para exibir os produtos em estoque, as empresas precisam gerenciar seu Perfil da Empresa na Busca e Google Maps por meio do aplicativo Google Meu Negócio e listar seus produtos no Google Shopping gratuitamente .

Tecnologia 5G: Brasil já conta com três laboratórios e 17 Certificadoras para validar equipamentos

Nesta quinta-feira (04.11), foi iniciada a primeira sessão de abertura e análise do leilão do 5G. Segundo o edital publicado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a licitação deve movimentar cerca de R﹩ 49,7 bilhões, e a expectativa é que a nova tecnologia chegue nas capitais brasileiras até 31 de julho de 2022.

Porém, não basta só a tecnologia estar disponível ao consumidor, é necessário que os aparelhos sejam compatíveis ao 5G, e para isso os laboratórios e certificadoras credenciados pela Anatel já estão atuando na capacitação de seus parques técnicos para que possam testar e avaliar itens como compatibilidade eletromagnética, segurança elétrica oferecida ao usuário e suas características na emissão de rádio frequência que possam ser absorvidas pelo corpo humano durante a utilização do dispositivo móvel.

Atualmente três laboratórios nacionais estão acreditados para os ensaios, e 17 Organismos de Certificação Designados (OCDs) com escopo em tecnologia 4G foram designados para realizarem a certificação em 5G.

“Diferente das tecnologias anteriores, a telefonia celular 5G trouxe avanços significativos para suportar o enorme tráfego de dados devido à demanda de informação pela sociedade. Foi necessário entender como seria possível compartilhar neste primeiro momento do 5G no Brasil as redes já existentes de 4G”, declarou o vice-presidente de Telecomunicações da Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade (Abrac), Leonardo Tozzi Pinheiro.

Em junho de 2021, a Anatel publicou os requisitos técnicos de avaliação da conformidade para o 5G, e a partir desse momento todas as certificadoras com escopo do 4G foram designadas para atuar com a nova tecnologia, já podendo emitir certificados de telefones celulares, estações terminais de acesso, transceptores para estação rádio base, entre outros.

“É importante termos no país laboratórios capacitados e aptos para testar novas tecnologias conforme a realidade brasileira. Temos, por exemplo, um ambiente eletromagnético único, com alta incidência de raios, e essa existência é considerada no cenário de testes exigidos no Brasil”, comentou o vice-presidente de Telecomunicações da Abrac, Jose Eduardo Bertuzzo.

Processo de Certificação

O fabricante local seleciona um Organismo de Certificação Designado (OCD) e fornece as informações técnicas sobre o produto analisado para serem determinados os padrões e ensaios aplicáveis. Na sequência, escolhe-se o laboratório que fará os testes, que executa os ensaios e emite seu relatório. Este é analisado pela certificadora que, em caso de resultado positivo, cadastra o produto na Agência Nacional de Telecomunicações, que analisa a documentação e emite o certificado de homologação para que o produto ou serviço seja comercializado.