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XP Inc. lança fundo de investimentos com foco em liderança feminina

s setores como tecnologia, saúde, indústria, mercado financeiro e energia. O produto será ofertado pelas plataformas XP Investimentos e Rico, começando a ser distribuído a partir de amanhã (11).

“Apesar das grandes conquistas realizadas pelas mulheres nos últimos anos, ainda somos minoria nos cargos de alto nível, por isso, é tão importante valorizar e incentivar empresas que dão às mulheres as mesmas condições que os homens para ocupar esses espaços”, afirma Marta Pinheiro, sócia e diretora de ESG da XP Inc. “Ao oferecer esse fundo aos clientes, a XP Inc. não só fomenta ações em prol da equidade de gênero nas empresas, mas também estimula mulheres a investirem em companhias que as representam”, complementa.

Além de promover a igualdade e conscientização, parte do lucro captado pelo fundo será destinado ao Instituto As Valquírias, que tem como principal objetivo oferecer oportunidades a mulheres, crianças e jovens em situação de extrema pobreza por meio do desenvolvimento educacional. Além do aporte financeiro, que garantirá no mínimo a qualificação profissional de 700 jovens e mulheres, a parceria do Instituto As Valquírias com a XP Inc. também contempla mentorias de softskills e hardskills com diferentes áreas e executivas do grupo, para dar suporte e ajudar no desenvolvimento das empreendedoras capacitadas pelo instituto e adicionalmente uma imersão dos principais cursos da XPeed para a construção de um programa de educação financeira e empreendedorismo para mulheres atendidas no projeto.

“Lutamos diariamente para que o tema desigualdade de gênero apareça, em um futuro próximo, somente nos livros de história. Estamos otimistas e felizes com essa parceria que é mais que um produto de investimento, é uma causa. Eu diria que se os pássaros têm asas, nós agora temos a XP. Sempre digo para as meninas, entre ganhar dinheiro e mudar o mundo, fique com os dois” afirma Amanda Oliveira, fundadora e CEO do Instituto As Valquírias.

De acordo com Marta Pinheiro, o momento é de muitas mudanças e os investidores estão cada vez mais atentos e exigentes em relação às políticas adotadas pelas empresas em que estão confiando seu patrimônio. “Acreditamos que as companhias precisam evoluir e investir em ações que incentivem a conscientização de todo o ecossistema”, reforça.

O fundo Trend de Lideranças Femininas é uma das ações recentes da XP Inc. para promover a importância da equidade de gênero no mundo corporativo. O produto oferecerá proteção cambial, com aplicação mínima de R$ 100 e o resgate será feito em D+1.

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SAP Concur terá grupo de trabalho na ASUG Brasil

A SAP Concur será o foco de um novo grupo de trabalho criado pela SAP Brasil e a ASUG (Associação de Usuários SAP Brasil), com a proposta de aproximar e fomentar a troca de experiências entre os usuários da tecnologia. As atividades terão início em setembro, como parte de um calendário de encontros na Associação.

Serão encontros periódicos entre especialistas em SAP Concur, parceiros e clientes que adotaram a ferramenta, em diferentes setores de atuação, para apresentação de cases e debates sobre a implementação da solução, aprendizados com a tecnologia e a discussões sobre melhores práticas. A SAP Concur, que atua com foco na gestão de despesas e custos associados a viagens corporativas, obteve bom desempenho nos resultados do segundo trimestre deste ano. Com o cenário atual, empresas procuraram as soluções Concur para otimizar processos e agilizar as operações corporativas.

“Poder fazer parte desse grupo será muito enriquecedor, no compartilhamento de nossas experiências e desafio na implementação ou na utilização diária, além da atualização constante”, comenta Michelly Dini, Analista de Negócios de TI na Klabin e Coordenadora do Grupo de Usuários de Concur na ASUG.

“A comunicação entre as diferentes partes é essencial para estreitarmos o relacionamento com nossos associados e continuarmos a levar novos insights para a SAP no Brasil e no mundo”, afirma a diretora de Educação da ASUG e CIO do Iguatemi, Samantha Martins.

Para Valéria Soska, Vice-presidente de SAP Concur para América Latina e Caribe, o grupo de trabalho será uma oportunidade ganhar uma perspectiva mais ampla de pontos forte e de melhorias na solução. “Estamos animados com o início das atividades junto com a ASUG Brasil, que possui uma importante representatividade no cenário global da SAP. Acreditamos que a troca entre os associados e clientes de SAP Concur será fundamental para aprimorarmos o sistema e alcançarmos ainda mais setores e indústrias na digitalização de seus operações”, finaliza.

Inscrições

Para fazer parte da ASUG, é necessário entrar no site e fazer um cadastro, em https://www.asug.com.br/associe-se. Em pouco tempo o candidato será contatado para efetivação.

No dia 10 de setembro acontece a primeira reunião do grupo das 9h30 às 11h30, em formato virtual. Um dos destaques será um bate-papo com a empresa de energia Eneva sobre o case de sucesso com o SAP Concur. Para participar, é preciso realizar a inscrição no link: http://www.rscorp.com.br/inscricao/evento.php?e=10587

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ABBC abre inscrições para fintechs e startups participem da 3ª edição do Prêmio Ideia ABBC

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) abre na quinta-feira (10) as inscrições para fintechs e startups participarem da 3ª edição do Prêmio Ideia ABBC. A iniciativa tem como objetivo aproximar as mais de 90 instituições financeiras associadas a empresas inovadoras, com o propósito de otimizar modelos de negócio e reduzir custos operacionais, colaborando, assim, para o desenvolvimento de tecnologias que fortaleçam o ambiente competitivo, a inclusão financeira e a sustentabilidade econômica do país.

Entre as novidades da edição, além das fintechs será permitida a participação de startups. Já na premiação, este ano, os 3 (três) cases que mais se destacarem ganharão um troféu de reconhecimento e também 3 (três) sessões individuais de mentoria, de até 90 minutos cada. Essas mentorias serão realizadas por profissionais de conhecimento técnico e notório saber em áreas de business, tecnologia ou marketing, de acordo com a necessidade dos vencedores.

Para participar, fintechs ou startups brasileiras devem submeter um case real, com pelo menos um cliente pagante do produto ou serviço a ser apresentado (em produção, operacionais ou pré-operacionais) com um dos seguintes aspectos:

• Soluções voltadas à otimização do trabalho remoto;

• Soluções para inclusão financeira da população; e

• Soluções financeiras digitais para micro e pequenos empreendedores.

O prazo de inscrição termina no dia 15 de outubro, exclusivamente pelo link: http://conteudos.abbc.org.br/10 . O regulamento do prêmio está no site (http://ideiaabbc.org.br/).

Na sequência, os cases inscritos serão analisados pela curadora do Prêmio, Fintechlab, um hub para conexão e fomento do ecossistema de fintechs nacional. Serão selecionados os 9 projetos finalistas. Nessa fase, uma banca escolherá as melhores soluções e que apresentem maior aderência ao escopo de atuação dos associados ou dos clientes dos associados da ABBC. Os 9 melhores cases farão um pitch de negócio das suas soluções para a Comissão Julgadora em novembro de 2020, em formato a ser definido pela ABBC.

Vale ressaltar que o mercado brasileiro já conta com mais de 10 mil startups, segundo levantamento da Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Essas empresas, conhecidas por serem dinâmicas, geralmente com baixo custo operacional e com potencial de boas margens de lucro, podem ajudar o sistema financeiro nacional ao oferecer tecnologia e promover ainda mais a competição bancária. Todos esses aspectos ajudam na inclusão financeira e, consequentemente, no crescimento econômico do país.

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Rompendo as quatro paredes: a empresa além do espaço físico

Por Peter Kawamura, Head de Facilities, Real State e Office IT do Grupo Movile

Acredito que antes dessa pandemia, muitas pessoas não conheciam a área de facilities, responsável pela gestão de espaços de uma empresa, entre outras funções. Porém, com tudo o que vem acontecendo, desde o home office que pegou as empresas desprevenidas, até as discussões sobre o possível retorno e como fazê-lo, os profissionais dessa área têm sido muito requisitados, juntamente com especialistas em gestão, cultura e até mesmo em limpeza de espaços.

Mesmo antes da atual situação, discussões sobre escritórios personalizados, que atendessem às necessidades de cada empresa e, de quebra, tivessem elementos de sua cultura e identidade, estiveram em alta. Mas, todo esse debate foi pausado momentaneamente, interrompido pela necessidade do distanciamento social. Empresas que vinham se empenhando em melhorar seus espaços físicos para o benefício de seus colaboradores tiveram que, de repente, passar a existir em um espaço virtual e continuar transmitindo seus valores aos funcionários de outras formas.

Enquanto a urgência inicial foi oferecer equipamentos de trabalho adequados a todos, muito tem sido feito em termos de facilities, e ainda há mais por vir. Há empresas que declararam uma adoção definitiva do trabalho remoto ou um modelo com maior flexibilização, no qual os funcionários escolhem se desejam ir ao escritório ou não. Mas acredito que essa discussão pode ganhar uma profundidade maior, além de “voltar ou não aos escritórios”.

Não acredito no fim dos escritórios, mas em sua ressignificação. Haverá menos obrigatoriedade de estar nele, mas a necessidade do encontro ainda existe. Muitas ideias surgem melhor em diálogos presenciais, projetos se beneficiam da presença física do time em alguns momentos-chave. Mesmo empresas que já estão avaliando fechar os escritórios, em sua maioria seguem levando em consideração manter algum tipo de espaço para reuniões.

O espaço físico é também onde ocorre a expressão da cultura não apenas da empresa, mas de seus colaboradores. E tanto melhor será se ele passar a se adaptar também mais às pessoas, levando em conta necessidades que ficaram mais evidentes com o isolamento social, como a de levar os filhos para o trabalho em algumas situações.

Do ponto de vista de facilities, o mercado precisa agora focar em ajudar os colaboradores a se adaptarem (e terem à disposição as ferramentas necessárias), a um trabalho não só em um local ou outro, mas em uma possível variação de espaços. É preciso que tudo esteja à mão, acessível para quem quer se conectar de casa ou de diferentes escritórios, de um café ou um coworking, o que servir melhor às necessidades do dia.

Algo que seria temporário está se tornando cada vez mais uma perspectiva de futuro. Não há uma resposta única, mas diversos caminhos que devemos acompanhar ao longo dos próximos meses, à medida em que cada empresa se propõe a buscar soluções sob-medida para suas necessidades. De qualquer forma, certamente as definições de identidade de uma empresa não caberão mais entre suas paredes. Ainda bem.

Peter Kawamura, Head de Facilities, Real State & Office IT do Grupo Movile

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Atacado distribuidor apresenta crescimento de 6,16% em julho

O crescimento nominal no mês de julho foi de +6,7% em relação ao mês anterior e de +6,16% frente a julho de 2019. Já o período de janeiro a julho, também em termos nominais, acumulou crescimento de + 2,87% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados fazem parte da pesquisa mensal da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores, apurada pela FIA (Fundação Instituto de Administração) com um grupo representativo de empresas.

“O setor atacadista e distribuidor encerrou o primeiro semestre do ano com um crescimento de 2,20% no faturamento. Em julho, mantivemos o bom desempenho. Durante este ano de grandes desafios, o varejo de vizinhança mostrou sua força e cresceu, destacando-se como canal de compras preferencial do consumidor pela proximidade, conveniência e segurança. E nosso setor cumpriu brilhantemente seu papel, não deixando de abastecer o varejo independente um dia sequer, o que contribuiu para manter o pequeno varejo em pleno funcionamento. Essa postura garantiu os bons resultados que estamos colhendo, apesar do isolamento social e dos efeitos negativos da pandemia para o setor produtivo como um todo”, avalia o presidente da ABAD, Emerson Luiz Destro.

Apesar dos números positivos do setor, o presidente da ABAD considera fundamental que o governo continue a adotar medidas para mitigar a magnitude das perdas sofridas pelo conjunto da economia e também proteger o país de solavancos econômicos futuros. “Por isso apoiamos a reforma tributária que está em gestação no Congresso e temos contribuído para o debate que irá trazer as melhores soluções, levando ao conhecimento dos parlamentares estudos e análises realizadas por especialistas.”

As expectativas para o segundo semestre seguem otimistas. “O gradual retorno às atividades econômicas com o previsto afrouxamento do isolamento social deve ajudar a recompor o mercado de trabalho e impulsionar o consumo, que naturalmente se eleva no período do fim do ano, o que nos permite pensar em fechar 2020 com crescimento em torno de 2%”, afirma Emerson.

Em termos deflacionados, o setor apresentou em julho avanço de +6,31% na comparação com o mês de junho e de +3,76 na comparação com o mesmo mês de 2019. O resultado deflacionado acumulado no ano foi de -0,02% – na prática, um número que indica estabilidade (veja quadro abaixo).

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Quais são as tendências de CX para 2021?

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Por Rogerio Perez, diretor de Customer Success da Zendesk para a América Latina

O surto global da COVID-19 não deixou alternativas para que as equipes de suporte ao cliente de todas as indústrias se adaptassem rapidamente em meio a picos de chamados, cancelamentos de eventos, interrupções de serviços e grandes incertezas. Acredito que nenhuma organização passou facilmente por essa rápida transformação, mas posso dizer que algumas conseguiram se adaptar mais rápido às mudanças nos hábitos de consumo.

No Brasil, mesmo com um crescimento de 53% no número de chamados nos serviços de atendimento entre 23 de fevereiro e 26 de julho de 2020 (acima da média na América Latina, que foi de 42% neste mesmo período), não faltaram soluções digitais focadas em promover e agilizar o diálogo com o consumidor. Houve alta na adoção de ferramentas como mensagens instantâneas, conversas em tempo real, autoatendimento e inteligência artificial. Uma maneira bastante eficaz de suprir a demanda para as equipes de suporte, que também estão trabalhando remotamente.

Algumas dessas práticas adotadas merecem destaque e acredito serem tendências fortes para os próximos meses, como também foi apontado pelo estudo Benchmark Snapshot, que fez um monitoramento semanal do impacto do período da pandemia no relacionamento com o cliente em mais de 23 mil empresas que usam Zendesk ao redor do mundo.

WhatsApp e chat
Mensagens e conversas em tempo real foram recursos adotados pelas companhias mais ágeis para abrir ou ampliar canais de diálogo com os consumidores durante a pandemia. O uso de aplicativos de mensageria, como o WhatsApp, cresceu 216% na região entre 23 de fevereiro e 23 de agosto. Já a utilização do chat e de outros canais de atendimento em tempo real também registraram avanços no mesmo período.

O mais curioso, contudo, é que as mensagens e diálogos em tempo real deverão continuar ganhando ritmo mesmo com a redução dos chamados. Uma tendência lógica, que não só reflete o comportamento dos consumidores na era digital como também sinaliza uma mudança de longo prazo, indo além das necessidades provocadas pela pandemia.

Autoatendimento
Oferecer respostas objetivas para dúvidas recorrentes é o grande objetivo das centrais de ajuda ou das chamadas FAQs (seções com perguntas frequentes). Muitas empresas perceberam o enorme potencial desses recursos para desafogar a área de atendimento – e esse movimento só se intensificou durante a pandemia.

Só para se ter uma ideia, o número de visualizações das centrais de ajuda avançou 200% entre fevereiro e agosto, cinco vezes mais rápido do que o aumento da abertura de chamados no mesmo período. Um bom sinal, já que os números atestam que diversos segmentos, incluindo logística, fitness e delivery de alimentos, estão se saindo bem ao alavancar o autoatendimento.

Embora o distanciamento social tenha ajudado a impulsionar esse movimento, o autoatendimento deve se manter como tendência mesmo depois desse período – assim como as mensagens instantâneas e as conversas em tempo real.

Inteligência artificial
Com o crescimento do autoatendimento, muitos negócios perceberam a oportunidade de utilizar a inteligência artificial (IA), por meio de ferramentas de chatbot, para lidar com o aumento dos volumes de tickets. Entre as empresas ágeis que já usam o Answer Bot, mais da metade aumentou as resoluções com IA em 10% ou mais. Enquanto isso, mais empresas de pequeno e médio porte (PMEs) adicionaram a ferramenta pela primeira vez. Entre as pequenas, o uso do nosso Answer Bot aumentou em 70% desde o início do ano.

Portanto, recorrer à IA está entre as medidas adotadas pelas empresas ágeis para resolver chamados com mais eficiência durante a pandemia. Permite que as equipes de atendimento forneçam aos clientes respostas rápidas e precisas para as perguntas mais simples, enquanto que os agentes se concentram em conversas mais complexas. Você reduz a pressão sobre os agentes e, ao mesmo tempo, mantém a satisfação do cliente. É uma situação em que todos ganham.

Reorganização da equipe
Provavelmente não haverá retorno ao “normal”, e as empresas que priorizam o digital estarão mais bem preparadas para se adaptar. As empresas de melhor desempenho na pesquisa do Benchmark Snapshot estão adotando mudanças ao adicionar novos fluxos de trabalho de atendimento ao cliente. Elas adicionaram 10% mais macros, gatilhos e automações em comparação com outras empresas.

Algo que também teve impacto nos canais de autoatendimento é a produção e a entrega de conteúdos atualizados nas centrais de ajuda. Segundo a pesquisa, uma a cada cinco empresas (20%) deslocaram profissionais para produzirem conteúdos novos durante a pandemia. Uma resposta inteligente à grande demanda gerada pelo crescimento do atendimento a distância.

A crescente adesão aos canais digitais não deixa dúvidas sobre o papel importante que a tecnologia cumpre na área de atendimento. A tendência é que a demanda para o time de suporte continue chegando por chat ou mensagens virtuais – isso quando o desafio não puder ser solucionado por meio da central de ajuda. Muito mais do que uma alternativa temporária em tempos de distanciamento social, esse cenário representa uma solução definitiva, capaz de entregar mais eficiência e agilidade para um consumidor cada vez mais conectado.

A verdade é que as tendências que estamos vendo entre as empresas mais ágeis já estavam começando a surgir antes da pandemia, mas agora estão ocorrendo em um cronograma acelerado. Como resultado, as organizações precisam se adequar rapidamente para permanecerem competitivas.

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Braskem foca em diversidade racial com processo seletivo inovador para próxima edição do Programa de Estágio

Em constante evolução na temática Diversidade & Inclusão, a próxima edição do Programa de Estágio da Braskem traz novidades implementadas para garantir o aumento da diversidade racial entre os candidatos, atraindo principalmente o interesse de estudantes negros. Com etapas 100% on-line, Teste de Tomada de Decisão, em substituição ao Teste de Raciocínio Lógico, e “gamificado”, o processo seletivo vai focar no alinhamento do perfil do candidato com a cultura da empresa e oferecer mais de 300 vagas para os estados da Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. O prazo para inscrição vai até 7 de outubro, no site http://www.braskem.com.br/carreira.

Para garantir mais diversidade e inclusão, a Braskem também flexibilizou alguns critérios de seleção. O idioma inglês deixou de ser obrigatório em 40% das vagas. A seleção de currículos também continua sendo às cegas, sem acesso a informações como idade e faculdade. A companhia manteve, ainda, parcerias com a Cia de Talentos, a consultoria Mais Diversidade e com coletivos negros de universidades para realizar inciativas direcionadas à atração, desenvolvimento e inclusão de grupos historicamente minorizados pela sociedade.

“A Braskem tem um compromisso de desenvolver ações estruturadas a fim de proporcionar um ambiente de trabalho inclusivo e diverso. O Programa de Estágio é a principal porta de entrada para a empresa e buscamos, todos os anos, revisar etapas, inovar e aprender com os desafios para cumprir a nossa missão de aumentar a representatividade de grupos minorizados no programa, principalmente a de negros.”, afirma Debora Gepp, responsável pelo Programa de Diversidade & Inclusão da Braskem.

Neste ano, uma das etapas para a seleção de candidatos para o estágio universitário é um jogo imersivo, no qual o candidato escolhe um avatar com várias combinações de características físicas, contemplando a diversidade humana. Ao navegar pela plataforma digital, desenvolvida em parceria coma a Pushstart, o candidato passa por fases com elementos referentes ao negócio da Braskem, se apresentado e conhecendo melhor a empresa.

A avaliação começa na segunda etapa, com a resolução de desafios propostos. O Teste de Tomada de Decisão será aplicado na fase seguinte, chamada de “Braskem Makers”, uma dinâmica virtual e em grupo na qual a liderança vai acompanhar o desempenho de cada um dos candidatos e identificar tipos de perfil fundamentais para quem deseja fazer parte do time Braskem. A última etapa são entrevistas individuais com os líderes de cada área onde o candidato irá estagiar.

Já para o Estágio Técnico, o candidato será selecionado também por meio de um jogo, que conta com desafios seguindo uma lógica de circuito, e com base nas entrevistas individuais.

“Entendemos que para esse novo direcionamento no processo seletivo é fundamental que os líderes também reflitam sobre seus vieses inconscientes e que tenham a habilidade de identificar os softs skills que são importantes para o dia a dia das nossas equipes. Por isso também intensificamos a capacitação em diversidade e inclusão de todos os integrantes responsáveis pela seleção, para que tenham um olhar ainda mais cuidadoso. Nosso principal objetivo é que esta experiência seja enriquecedora para todos os candidatos, que eles tenham a chance de conhecer mais a Braskem e que tomem a decisão de integrar o nosso time de forma consciente e responsável”, diz Fernanda Tognolli, integrante da área de Pessoas e Organização da Braskem.

As mudanças no Programa de Estágio estão em linha com a Proposta de Valor da Braskem construída em conjunto com os funcionários, representada pela sigla BeUX (Be = seja, U = Você e X experiência), ou seja, potencialize o que você tem de melhor por meio das experiências vividas. “Na Braskem, acreditamos que as particularidades de cada indivíduo enriquecem o dia a dia, garantindo um ambiente mais criativo e com repertórios diferentes que contribuem para o aprendizado de todos”, finaliza Debora Gepp.

Saiba como as vagas estão divididas:

Programa de Estágio Universitário

Estão abertas 249 vagas para estudantes universitários cursando a partir do terceiro semestre da universidade, em cursos variados como Administração; Ciências Contábeis; Ciências Econômicas; Comércio Exterior; Comunicação Social (Jornalismo e Relações Públicas); Engenharias; Cursos de TI Logística; Biologia; Psicologia; Química; Relações Internacionais; entre outros.

Duração do programa: até dois anos.

Programa de Estágio Técnico

São cerca de 50 vagas para estudantes que estejam cursando a partir do segundo semestre do curso técnico. As oportunidades estão localizadas nas operações industriais do ABC, Cubatão e Paulínia (SP), Duque de Caxias (RJ), Triunfo (RS), Maceió (AL) e Camaçari (BA).

Para se inscrever é necessário cursar Automação; Automação Industrial; Edificações Elétricas; Eletroeletrônica; Eletromecânica; Eletrônica, Eletrotécnica; Instrumentação; Manutenção; Manutenção Mecânica; Mecânica; Mecatrônica; Metalurgia; Plásticos; Química; Química Industrial; Robótica ou Segurança do Trabalho e Soldagem.

Duração do programa: um ano.

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CommScope anuncia parceria com o Google para a oferta do Orion Wifi em locais públicos

A CommScope anunciou uma parceria com a Area 120 (divisão do Google para o desenvolvimento de novos projetos) para o lançamento do Orion Wifi, uma plataforma projetada para oferecer roaming privado e seguro para os clientes, enquanto ajuda locais públicos a acabar com as chamadas zonas mortas de telefonia celular, colaborando para aumentar a monetização de suas redes.

A CommScope, que como um dos líderes globais em tecnologia de rede, colabora com clientes e parceiros no projeto, desenvolvimento e construção das redes de comunicação mais avançadas, anuncia o suporte do controlador RUCKUS SmartZone ao Orion Wifi do Google, que permite às operadoras oferecerem uma experiência segura e estável ao conectar seus assinantes às redes Wi-Fi em locais públicos.

“O offload Wi-Fi da Operadora em locais públicos pode ser frustrante para os consumidores e ainda mais para os administradores e proprietários destes locais, uma vez que precisam negociar as taxas na tentativa de reduzir custos de roaming entre as operadoras”, afirma Ben Cardwell, vice-presidente sênior da CommScope para área de redes públicas. “O desenvolvimento desta nova plataforma para offload Wi-Fi com o Google ajuda a criar as conexões duradouras que a CommScope sempre forneceu aos consumidores, ao mesmo tempo que permite às empresas monetizarem e protegerem suas redes.”

O RUCKUS SmartZone da CommScope oferece suporte ao Hotspot 2.0, permitindo que os dispositivos detectem automaticamente e se conectem à rede Wi-Fi. Além disso, fornece segurança avançada e suporte para RadSec.

“O Orion Wifi significa mais conectividade para os consumidores, mais opções para as operadoras, maior receita e visitantes mais felizes para os proprietários de redes Wi-Fi”, afirma Raj Gajwani, diretor da Area 120, do Google. “O RUCKUS SmartZone da CommScope permite que os locais configurem facilmente o Orion Wifi com os mais altos níveis de segurança.”

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Linx Digital anuncia novo diretor de pesquisa e desenvolvimento focado em digital

A Linx, líder e especialista em tecnologias para o varejo, anuncia a chegada de Marcelo Bufrem como novo diretor de Pesquisa e Desenvolvimento para Linx Digital, unidade de negócios da empresa dedicada a ofertas de omnichannel, plataforma, inteligência de e-commerce e marketplace. O movimento faz parte de uma nova abordagem dos temas de inovação, acelerando ainda mais o desenvolvimento interno de soluções digitais que já nascem sob a perspectiva do varejo omnichannel.

Bufrem chegou à empresa com olhar atento às tendências do varejo digital e com o compromisso de fortalecer o posicionamento da Linx como referência na entrega das soluções que o varejista precisa para sua transformação digital. “A Linx é uma empresa reconhecida no mercado. Estou feliz pela oportunidade de fazer parte de um time com inovação na veia e cheio de criatividade para que o varejista proporcione a experiência de compra apaixonante que o consumidor deseja”, comenta Marcelo Bufrem, novo diretor de Pesquisa e Desenvolvimento para Linx Digital.

O executivo tem mais de 20 anos de experiência no setor de Tecnologia e atuação direcionada à estratégia, soluções e entrega de valor, por meio de uma visão sistêmica. Bufrem é formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), pós-graduado em Gestão de projetos, produtos e serviços financeiros e em Finanças, investimento e banking. Em sua trajetória profissional, passou por grandes empresas dos mercados de Tecnologia, Varejo e Telefonia, como Renner e Accenture.

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38% das empresas pretendem retomar o trabalho em escritórios somente em 2021

A Spring Professional, especialista em recrutamento de nível sênior, apresenta pesquisa feita para entender o plano de retomada das empresas diante do cenário ocasionado pelo coronavírus. O levantamento, realizado entre os dias 1º e 20 de agosto com presidentes, diretores e gerentes de áreas de negócios ou Recursos Humanos de 200 empresas de diferentes setores de mercado, traz informações relevantes sobre as mudanças físicas e processuais das companhias durante a pandemia, além das adaptações nos processos de Recursos Humanos durante o trabalho em home office.

Com os cenários mais claros de flexibilização da quarentena estabelecidos pelo Governo, desde a retomada de atividades comerciais e escritórios até o possível retorno das aulas presenciais a partir de outubro, as empresas passam a poder trabalhar com um planejamento mais consistente e embasado de retomadas às atividades. Por isso, a Spring Professional resolveu também ouvir as empresas, para entender como estão se preparando para equilibrar todos os interesses e, ao mesmo tempo, estarem adaptadas e preparadas para a nova realidade pós-pandemia.

Em geral, há um consenso de que a grande maioria das empresas conseguiu se adaptar à realidade do trabalho remoto ao longo dos últimos meses, mesmo que tenha sofrido algum tipo de dificuldade no início e, por isso, o retorno não está sendo acelerado ou antecipado: mesmo com a liberação da ida aos escritórios (ainda que limitada em termos de horário), apenas 32% dos entrevistados alegaram que já retornaram fisicamente aos escritórios ou que isso acontecerá até o fim de setembro. Do restante, 30% planejam retorno no último trimestre do ano, enquanto 38% ainda não possuem uma definição ou já deixaram claro que o retorno só será a partir de 2021.

Sobre a retomada, fica ainda mais evidente que esta é uma questão relacionada ao setor de atuação da empresa: enquanto em setores tradicionais de bens de consumo, indústria ou farmácia, metade dos entrevistados já voltaram com ao menos uma parte da equipe, para as empresas de tecnologia e serviços, esse percentual não chega a 25%.

Outro tópico relevante revelado pela pesquisa está relacionado ao motivador dessa decisão: 21% das empresas alegam que estão baseando suas decisões somente nas determinações do Governo, e 65% informaram que estão se baseando em diretrizes corporativas (sejam da matriz ou locais), que geralmente são mais conservadoras que as diretrizes governamentais. Porém, um dado bastante interessante é que 15% das empresas fizeram pesquisas internas junto aos funcionários e com base nos resultados, definiram o esquema de retorno.

“Entendo que um dos maiores ganhos do período de pandemia foi com a comunicação: a facilidade proporcionada pelo digital quebrou diversos paradigmas, e o distanciamento elevou a importância de contato regular e disciplinado com as equipes. No geral, as pessoas estão muito mais cientes dos rumos e estratégias das empresas e se sentem muito mais ouvidas. Isso permite que as organizações tenham mais segurança em adotar modelos mais flexíveis, não só pelo ganho de produtividade, mas também pelo bem-estar das pessoas”, ressalta Ricardo Rocha, Diretor Executivo da Spring Professional.

A pesquisa procurou entender quais tipos de mudanças as empresas estão preparando para esse retorno, além das adaptações que são mandatórias por lei (escalonamento de quadro, espaçamento, limpeza e higienização, entre outros). A grande maioria (66%) está planejando mudanças físicas e estruturais, em linha com as recomendações dos órgãos de saúde, envolvendo espaçamento entre mesas. Dentre elas, 8% já confirmaram que farão devolução de espaços físicos ou redução de seus escritórios, ou seja, não se trata apenas de readequação, mas sim de ajustes de tamanho dos escritórios corporativos para a nova realidade; já 21% não planejam, ou ainda não tomaram medidas concretas nesse sentido; enquanto 40% farão adaptações em processos internos, tais como onboarding digital, limite de pessoas e escala de salas de reunião, processo de admissão on-line etc., mesmo que não envolvam mudanças necessariamente físicas; e 28% delas já estão planejando mudanças concretas nas políticas de benefícios, como estabelecimento de regras mais claras e abrangentes para o home office, possibilidade de troca de VR por VA (ou outras modalidades de benefícios flexíveis) e, em alguns casos, com verbas para investimento em melhoria da infraestrutura de home office dos funcionários.

Assim como na questão de data para retomada, os setores de tecnologia e serviços são os que apresentaram maior destaque dentre as empresas que planejam alterações na política de benefícios, correspondendo a 36,6% das respostas positivas em relação a essa pergunta.

“Do ponto de vista de recrutamento, estamos vivenciando um marco nas relações entre candidato e empregador. Claramente, a decisão de mudança não passa mais apenas por uma questão de aumento salarial ou alteração de escopo/função: os candidatos estão avaliando o pacote completo, de aspectos financeiros e benefícios, cultura e valores da empresa e até mesmo mercado e perspectivas de resultados para os próximos anos. As atitudes das empresas durante e pós pandemia (positivas e negativas) certamente estão no radar dos candidatos e irão influenciar suas escolhas”, completa Ricardo Rocha.

SAP mantém acesso sem custos à plataforma Ariba Discovery até o final de 2020

Como parte das iniciativas para ajudar as empresas a manterem seus negócios, a SAP ampliou o acesso aberto ao SAP Ariba Discovery, a maior rede de negócios do mundo, permitindo aos compradores postar as necessidades de aquisição de produtos e insumos para que qualquer um dos quatro milhões de fornecedores da Ariba Network possam responder com sua capacidade de entregar os bens e serviços necessários, sem taxas. A plataforma ficará disponível sem custos até 31 de dezembro de 2020.

A oferta inicial lançada em 10 de março deveria expirar no final de junho, mas o acesso aberto ao SAP Ariba Discovery está provando ter um enorme impacto na conexão de compradores e fornecedores e na manutenção de cadeias de suprimentos intactas durante a pandemia. Desde o lançamento da promoção, os registros de novos compradores no SAP Ariba Discovery aumentaram 484%, os registros de novos fornecedores aumentaram 3966% e as respostas dos fornecedores às postagens de compradores aumentaram 424% entre meados de março e o final de maio (em comparação com o período prévio de 1º de janeiro a 9 de março, 2020).

No Brasil, a média mensal de novos fornecedores na Ariba Netwok cresceu 292% no período entre 15 de março e 30 de maio. Os negócios gerados tiveram forte impacto no setor de saúde, com insumos e medicamentes respondendo por 25% dos novos pedidos, sendo que máscaras foi o item mais pesquisado. No total, os pedidos, a SAP calcula que foram movimentados no país algo em torno de USD 15 milhões, ou mais de R$ 77 milhões nos primeiros 75 dias da abertura da plataforma.

“A epidemia da Covid-19 gerou forte impactos nas cadeias de suprimentos, provocando interrupções que dificilmente tinham como serem previstas e a possibilidade de apresentar suas demandas para milhares de fornecedores a partir da rede Ariba, certamente contribuiu para minimizar os impactos e permitir que muitas empresas readequassem suas cadeias de fornecedores para manutenção de suas operações neste período desafiador”, explica Silvio Abade, vice-presidente da SAP Ariba no Brasil

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Agibank capta R$ 400 milhões e anuncia a Vinci Partners como novo sócio

Agibank, banco digital omnichannel que tem o propósito de melhorar o dia a dia das pessoas e facilitar sua vida financeira, acaba de anunciar a Vinci Partners como novo sócio do banco, após rodada de captação primária de equity no mercado. A operação, no valor de 400 milhões de reais, que confere participação minoritária à gestora de recursos, fará o capital da instituição ultrapassar a marca de 1 bilhão de reais e impulsionará o seu crescimento, ampliando os investimentos em tecnologia para consolidar uma plataforma “one stop shop” omnichannel para o cliente 50+, foco central da sua estratégia de atuação.

O banco, que vem registrando crescimento dos ativos na ordem de 43,7%, nos últimos 5 anos, iniciou esse processo de captação de recursos meses atrás, elegendo a Vinci pela sinergia de propósitos e visão de longo prazo. “Temos a felicidade de anunciar o resultado dessa rodada de investimentos primária, que foi exitosa do ponto de vista estratégico e também por colocar a Vinci como nossa parceira, compartilhando do mesmo entendimento sobre o negócio e visão de longo prazo”, comenta Marciano Testa, CEO do Agibank.

Com o aporte, o banco digital pretende acelerar a expansão dos seus canais e produtos, tornando todas as jornadas de atendimento cada vez mais digitais, fortalecendo também a sua estratégia de banco de relacionamento omnichannel e disponibilizando uma plataforma de serviços baseada no conceito “one stop shop” para o público 50+. Em números, isso se traduz em um mercado endereçável de 50 milhões de pessoas, que cresce 10% todos os anos. “Nós queremos transformar o Agibank no melhor banco pagador de salários para o público 50+ e dar acesso a uma plataforma de serviços agregadora para esse público, para o qual a nossa proposta de valor é imbatível e sustentável a longo prazo”, acrescenta Marciano.

Uma evidência disso é o NPS – Net Promoter Score – de 80 pontos conquistado recentemente junto aos clientes 50+ que recebem salário no Agibank, que já correspondem a 75% da base atual. Com R$ 2,8 bilhões de ativos e confortáveis posições de liquidez e capital, o Agibank registrou um lucro líquido de R$ 38,7 milhões no 1º semestre de 2020 – crescimento de 178,4% em relação ao mesmo período do ano anterior – e retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) de 21,9%, além de retorno sobre o ativo médio (ROAA) de 4,3%.

Para a Vinci, o alinhamento de valores esteve presente desde os primeiros contatos com o Agibank. “A Vinci está muito entusiasmada em colaborar com a próxima etapa de crescimento do Agibank. Identificamos no banco uma visão estratégica única, uma forte cultura centrada no cliente e um histórico muito consistente de resultados. Esperamos poder contribuir na construção de um banco sem paralelo”, afirma Gabriel Felzenszwalb, sócio da Vinci Partners.

Com atuação em todo o território nacional, o banco que atendeu em seus diferentes canais mais de 2,7 milhões de clientes, prevê impulsionar ainda mais a sua atuação. “Junto com a Vinci daremos continuidade a nossa trajetória de crescimento no patamar de 30% ao ano por um longo período, consolidando a nossa atuação como banco de relacionamento, com portfólio e proposta de valor completa para o nosso target, contribuindo ainda para a alfabetização financeira e inclusão digital dessas pessoas”, reforça Marciano.

Por falar em digitalização dos 50+, a instituição alcançou índice de uso de canais digitais na ordem de 45%, frente a uma média global de 8%. Recentemente, também abriu as portas da sua anti-agência, a primeira loja conceito da marca, com experiência totalmente voltada para esse público, oferecendo uma jornada totalmente digital até no ponto físico. “Vamos criar uma plataforma para os 50+ e consolidar a nossa atuação nesse mercado, transformando de fato o dia a dia dessas pessoas”, finaliza o CEO.

A assessoria para o Agibank durante toda a operação, que será submetida para aprovação do Banco Central, foi do banco de investimento Goldman Sachs.

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