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Banco PAN tem 100 vagas abertas em Tecnologia

O Banco PAN anuncia 100 vagas para a área de Tecnologia, com remuneração que varia de R$ 3.500 a R$ 12 mil e processo seletivo 100% online. As vagas estão abertas para todas as regiões do Brasil. Para se inscrever é necessário ter experiência na função.

O anúncio faz parte dos investimentos do PAN em tecnologia, com o objetivo de continuar desenvolvendo e aprimorando produtos e serviços, como sua conta digital completa, lançada há um ano. Além da remuneração, as propostas incluem benefícios como assistência médica e odontológica, vales refeição e alimentação, auxílio creche, seguro de vida, programa de parcerias, programa de participação nos resultados, Gympass e day off de aniversário.  

Todas as vagas também são destinadas a pessoas com deficiência, que integrarão o programa de diversidade e inclusão do PAN. Os interessados podem se candidatar pela  página de carreiras do Banco, pelo LinkedIn ou via sites parceiros (Glassdoor, Indeed e Vagas.com).   

Crescimento da construção civil: a tecnologia como alavanca para o impulso do setor

Por Rogério Maciel

A construção civil, que foi pouco desafiada pela pandemia, pois não paralisou suas atividades durante a quarentena, ganhou um novo impulso e deve ser um dos setores com maior crescimento nos próximos anos. Iniciativas governamentais foram decisórias para este aquecimento. Enquanto outros setores fecharam suas portas e reduziram o quadro de funcionários nos últimos meses, a Engenharia e Construção contratou mais de cinco mil pessoas somente durante este período e há previsão de falta de mão de obra com tantos lançamentos imobiliários previstos.

Encerrando positivamente 2020, o ministro da economia, Paulo Guedes, garante que os números continuarão em ascensão nos próximos cinco a dez anos. Mas para que as empresas aproveitem a boa maré do setor, será preciso apostar em tecnologia e automação, construindo bases sistêmicas sólidas para acompanhar a velocidade das atividades deste mercado. No âmbito de sistemas de gestão, será preciso encurtar o caminho entre a informação que ocorre num canteiro de obra e os ERP´s, que gerenciam todo o back office da operação. O setor precisa acelerar sua transformação digital.

Lidando com um grande volume de notas fiscais de entrada de materiais e serviços, além dos pedidos de compras de suprimentos, por exemplo, as empresas deste setor, na maioria, não têm sistemas parametrizados e personalizados para simplificar o apontamento das informações que são geradas dia a dia numa obra, facilitando trâmites como os relacionados às questões fiscais.

Para automatizar tais processos, é necessário conectar o próprio ERP na ponta, ou seja, quem está no campo precisa de um acesso facilitado ao sistema, que normalmente é mais complexo porque foi desenvolvido para aqueles que estão dentro de um escritório. Ajustando módulos, customizando apontamentos ou até mesmo utilizando ferramentas complementares, é possível driblar tais dificuldades e conquistar mobilidade e simplicidade na interface.


Além de automatizar do fluxo e ganhar velocidade, eliminam-se as falhas e as duplicidades de informações. E, em se tratando de uma obra, os processos são cíclicos e as áreas codependentes, por isso, é preciso ter visão e gestão das atividades em tempo real, evitando erros que ocasionam aumento de custos e atrasos no andamento do projeto.

Há uma gama de possibilidades de customizações e personalizações num ERP para facilitar a rotina e o controle de obras e projetos, preparando a construção civil para este “boom” de mercado. Agora, mais que nunca, a automação de sistemas será aliada desse crescimento para, mais que crescer, ser assertivo e organizado, tirando proveito, de fato, deste momento tão esperado do setor.

Rogério Maciel, líder de Tecnologia da Focus IT, consultoria especializada em serviços SAP

http://hubimobiliario.com/

Klabin estrutura sua frente de atuação para o comércio eletrônico

Para atender à demanda do comércio eletrônico, fortemente impulsionada pela pandemia, a Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, apresenta hoje uma estratégia que visa fortalecer a sua atuação na oferta de soluções em papel ao segmento. O e-klabin consolida o trabalho que já vem sendo desenvolvido pela empresa e estrutura a frente para o atendimento do mercado de e-commerce.

O negócio está dividido em três frentes, organizadas para o atendimento de diferentes demandas: uma dedicada às marcas tradicionais que desejam ampliar sua presença no canal de vendas digital; outra voltada aos marketplaces, segmento em que a Klabin já atua como fornecedora de embalagens para grandes players do mercado; e, por último, o Klabin ForYou, marketplace de soluções em papel voltado aos clientes de pequeno e médio portes que buscam uma solução adequada ao seu negócio.

“Há tempos a Klabin acompanha a forte tendência de crescimento do segmento de comércio eletrônico no país, seguindo movimentos semelhantes em todo o mundo. O isolamento social em função da pandemia de Covid-19 fez com que novos consumidores utilizassem esse canal de compras e a participação do e-commerce no varejo cresceu fortemente. De forma proativa, nos estruturamos para atender melhor o mercado”, afirma Douglas Dalmasi, diretor de Embalagens da Klabin. “Com o e-Klabin, vamos reunir toda a experiência da Companhia na oferta de soluções inovadoras e sustentáveis em embalagens para estruturar o atendimento tanto para o microempreendedor como para as grandes empresas de varejo” complementa.

No ano passado, o segmento de comércio eletrônico na Klabin cresceu de maneira significativa. As vendas diretas de embalagens para o e-commerce em 2020 aumentaram 122% em relação ao ano anterior. De acordo com dados da ABPO/Empapel, a expedição de papelão ondulado bateu diversos recordes no segundo semestre, com destaque para outubro de 2020, quando o setor registrou crescimento de 8% em relação ao mesmo mês do ano anterior, fortemente impulsionado pelo atendimento à Black Friday, com grande participação do comércio eletrônico. No acumulado do ano, ainda segundo a ABPO/Empapel, o aumento foi de 5,5% em relação a 2019.

“Teremos um time que acompanhará a evolução do segmento, que auxiliará os clientes na busca pela solução ideal para cada desafio. Acreditamos que a embalagem deve deixar de ser apenas um produto para transporte para também agregar valor ao que for transportado”, reforça Dalmasi.

O e-Klabin contará com um website e redes sociais próprias, que funcionarão como um hub de informação sobre o segmento de e-commerce. Além de novidades do portfólio da Companhia, serão disponibilizados nessas plataformas diversos conteúdos sobre temas relacionados ao universo das embalagens de papel.

Estratégia embasada

Para atender a forte demanda por soluções sustentáveis em embalagens, a Klabin vem se estruturando para ampliar a sua capacidade produtiva e fortalecer o seu modelo de negócio integrado. No final do ano passado, iniciou a operação das unidades de embalagens de papelão ondulado e papel para embalagens da International Paper no Brasil, o que lhe garantiu capacidade instalada de mais de 1 milhão de toneladas de embalagens de papelão ondulado e o fortalecimento da posição de liderança no segmento. A estratégia inclui a presença com unidades fabris nas cinco regiões do país, conferindo mais flexibilidade às operações, importantes para atender com mais agilidade às demandas do comércio eletrônico. Ainda este ano, entrará em operação a primeira máquina de papel do Projeto Puma II, ampliação da Unidade Puma, localizada no Paraná. O Projeto consiste na instalação de duas máquinas de papel, uma que terá início no terceiro trimestre deste ano e outra em 2023 e, juntas, serão responsáveis pela produção de 920 mil toneladas anuais de papel para embalagens, grande parte incorporada à operação da Klabin, fortalecendo ainda mais o modelo integrado de negócio da empresa.

Inscrições abertas para o programa de empreendedorismo Shell Iniciativa Jovem

Jovens de 20 a 34 anos, com ensino médio completo e residência fixa no estado do Rio de Janeiro, já podem se candidatar para participar da edição de 2021 do programa de empreendedorismo Shell Iniciativa Jovem. Os interessados em ingressar na turma deste ano, que começa no mês de abril, devem se inscrever no site https://www.iniciativajovem.org.br/cadastro/ até o dia 28 de fevereiro.

O Shell Iniciativa Jovem, executado anualmente pelo CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável), busca engajar os empreendedores em atividades como palestras e workshops, que visam aproximá-los e propiciar o trabalho em rede. Devido à pandemia de Covid-19, o formato completo do programa ainda está em definição e será divulgado em breve, tendo sempre como prioridade a saúde dos participantes.

Desde o ano 2000, o Shell Iniciativa Jovem estimula e capacita empreendedores para o desenvolvimento de negócios sustentáveis e de impacto social, além de ser responsável pela criação da Rede de Empreendimentos Sustentáveis. Hoje, mais de 250 empresas integram o grupo, formado por participantes que se destacam e recebem o Selo de Empreendimento Sustentável.

Pipefy abre inscrições para programa de trainees

A Pipefy, startup de gerenciamento de processos presente em mais de 150 países, anuncia a abertura de mais uma edição de seu tradicional programa de trainees, o Young Guns. Em sua primeira edição de 2021, o programa busca talentos para integrar a área de vendas da empresa.

Candidatos de todo Brasil podem se inscrever, uma vez que as vagas são para trabalho remoto. Para participar, não há formação específica, e podem se candidatar graduandos, recém-formados ou quem está em fase de transição de carreira. Os principais requisitos são paixão por vendas e desejo de causar impacto.

Segundo Giovanni Riva, coordenador do programa, o Young Guns é a grande porta de entrada não só para a área de vendas, mas para outras áreas da empresa. “Hoje, 65% do time comercial é composto por profissionais que passaram pelo programa. Além disso, temos muitos casos de profissionais que terminaram o programa e migraram para times como Marketing, Produto e Customer Success, inclusive chegando a posições de liderança”, conta.

Serão selecionados 18 profissionais nesta chamada. As inscrições permanecerão abertas até 21 de fevereiro pelo site do programa, e a partir de abril os profissionais escolhidos iniciarão suas jornadas na Pipefy.

Entre os benefícios oferecidos pela Pipefy estão: trabalho remoto, Gympass, planos de saúde, odontológico e oftalmológico para funcionários e seus dependentes, reembolso para aulas de idiomas, entre outros.

Para Guilherme Bezerra, líder de equipe e desenvolvimento de vendas e Young Guns Business Alumni, “o programa é um reflexo direto da cultura da Pipefy, uma incrível jornada de desenvolvimento que proporciona maturidade profissional a todos que participam. Tive o prazer de fazer parte de uma das primeiras edições do Young Guns Business, e sou extremamente grato por todas as experiências que tive, principalmente a experiência de trabalhar no Vale do Silício. Eu realmente descobri minha paixão por tecnologia e agora eu lidero a equipe de vendas e posso ver outros jovens profissionais abrindo um caminho semelhante.”

Programa Young Guns Business

Inscrições: de 1 a 21 de fevereiro, pelo site https://www.pipefy.com/young-guns-business/

Entrevistas finais: de 15 a 21 de março

Início na Pipefy: Abril de 2021

Eletrônicos e Celulares são responsáveis por mais da metade das vendas com OLX Pay

A OLX, uma das maiores plataformas de compra e venda online do Brasil, realizou um levantamento dos artigos mais procurados e vendidos na plataforma em novembro por meio da OLX Pay, solução de compra e venda online da empresa. Os dados mostram que os produtos na categoria de Eletrônicos e Celulares foram responsáveis por 55% das vendas no mês, seguidos dos itens Para a Sua Casa (12%) e Moda e Beleza (10%).

A plataforma também identificou que as subcategorias mais vendidas em novembro foram Celular e Telefonia, que correspondeu a 19%, seguida pela de Computadores e Acessórios com 16% e Videogames com 11% de participação nas vendas.

“A pandemia fez com que os brasileiros passassem a utilizar mais os meios digitais para diversas atividades. Na OLX, não foi diferente. Para quem precisava de renda extra, a solução foi vender itens que não utilizava mais. E para quem precisava encontrar produtos com preços acessíveis, tinha uma gama imensa de opções na plataforma. E, para ajudar ainda mais, a OLX Pay conta com a Compra Segura, que protege o vendedor e o comprador em caso de problemas na transação. Mesmo sendo uma solução nova, percebemos a cada mês o aumento no número de pessoas que aderem a esse formato que proporciona mais comodidade e segurança”, explica Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

Mais procurados em 2020

No acumulado do ano, de janeiro a novembro, Celulares e TelefoniaEletrodomésticos e Computadorese Acessórios lideram o ranking de itens mais procurados. Confira a lista dos 10 itens com maior demanda na OLX neste período:

Feninfra considera acertada decisão da Anatel sobre edital do leilão do 5G

A Feninfra (Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicação e de Informática) considera acertada a posição do conselheiro Leonardo Euler, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de pedir vistas à análise do edital do 5G, na reunião do órgão sobre o tema, realizado nesta segunda-feira (1 de fevereiro).

“Devemos considerar que alguns pontos do edital proposto, bem como da portaria 1.924/2021, do Ministério das Comunicações, publicada na noite de sexta-feira, 29 de janeiro, em edição extra do Diário Oficial da União, geraram indefinições que nos impedem de analisar com profundidade o edital”, pondera a presidente da entidade, Vivien Suruagy.

Dentre as novas exigências, uma das preocupações refere-se à obrigatoriedade de implantação de uma rede privativa móvel e fixa exclusiva do governo, bem como outra sub-fluvial, na Amazônia. Também merecem avaliação mais aprofundada a aplicação de decisões relativas à Migração da banda C, e ao Release 16 (responsável por traçar o funcionamento da internet das coisas) do 3GPP (3rd Generation Partnership Project), associação global voltada à disseminação das redes 5G, além da possibilidade ou não de utilização da base da rede 4G já existente. “Todas essas análises e o diálogo sobre as questões precisam ser realizados de modo responsável, eficaz e no menor tempo possível, para que o processo seja adequado e, ao mesmo tempo, não aconteçam atrasos na implementação do leilão”, frisa Vivien.

O setor representado pela Feninfra envolve 57 mil empresas e mais de 1,2 milhão de trabalhadores, que estão sendo qualificados e aguardando a rápida liberação do leilão do 5G. “Sobretudo nessa época de alto desemprego, é fundamental que o certame resolva-se rapidamente, para que possamos impulsionar a economia do País”, conclui a presidente da entidade.

TecBan lança plataforma de Open Banking as a Service para conectar instituições ao novo ecossistema financeiro

A TecBan anuncia o lançamento da sua plataforma de Open Banking as a Service, cujo objetivo é facilitar a implementação e gestão do novo sistema financeiro aberto, acelerando a integração das instituições financeiras à regulamentação brasileira. Batizada de Open Finance TecBana solução foi desenvolvida em parceria com a Ozone, empresa responsável pela criação do sistema utilizado na implantação do Open Banking no Reino Unido.

“O Open Banking tem a capacidade de transformar o ecossistema financeiro brasileiro. A plataforma de Open Banking as a Service da TecBan, testada e aprovada no Reino Unido, vem ao encontro das necessidades do setor financeiro ao passo que reduz o investimento e o esforço necessário para as instituições aderirem ao ecossistema. Assim, ela permite que as instituições concentrem seus recursos no desenvolvimento de propostas de valor inovadoras e impactantes aos seus clientes, enquanto focamos na parte técnica e regulatória que o cliente final não enxerga”, afirma Tiago Aguiar, Head de Novas Plataformas da TecBan.

A tecnologia da TecBan apresenta seis principais funcionalidades:

1. Portal de desenvolvimento – Documentação, exemplos, sandbox para testes e especificações das APIs;

2. Gerenciamento de APIs – Validação das requisições, transformação da resposta, conectores específicos de bancos e validação e assinatura das mensagens;

3. Gestão de parceiros – Integração ao diretório, validação de certificado, gerenciamento de clientes e autenticação TPP;

4. Gerenciamento de token – Fluxos de autenticação, atualização e revogação de token de acesso;

5. Gestão de consentimento – API, autorizações, revogações e um painel que apresenta todas as solicitações;

6. Administração e relatórios – Configuração do sistema, gestão de logs, acesso ao painel de controles, relatórios e lista negra de parceiros.

Na prática

Segundo o Banco Central, o Open Banking é o compartilhamento de dados, produtos e serviços pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas, a critério de seus clientes, em se tratando de dados a eles relacionados, por meio de abertura e integração de plataformas e infraestruturas de sistemas de informação, de forma segura, ágil e conveniente. Com a chegada do novo modelo, o cliente assume totalmente o controle dos seus dados e poderá oferecê-los de forma segura a terceiros e, principalmente, revogar o consentimento a qualquer hora. Já a instituição financeira, precisa cumprir os critérios estabelecidos na regulamentação brasileira.

Nesse sentido, desde o final de 2020, a plataforma já está sendo utilizada pelo Citi Brasil. Para a instituição financeira, o acordo permitiu acelerar a implantação de Open Banking de uma maneira mais eficiente, economizando recursos e utilizando a experiência da TecBan e da Ozone para oferecer a melhor experiência aos seus clientes. Neste primeiro momento, alguns testes estão sendo realizados, como os de integração, padronização e validação das informações, exposição de dados, infraestrutura e segurança.

Para o diretor de Produtos e Canais Digitais do Citi Brasil, Leandro Quintal, o banco saiu na frente dos concorrentes ao encontrar um parceiro de tecnologia capaz de desenvolver soluções digitais inovadoras como a Open Finance TecBan, que foi pensada para oferecer a melhor experiência aos clientes em termos de comodidade, sofisticação, rapidez e ainda mais segurança.

“A criação do Pix, a entrada em vigor da LGPD, a adoção da biometria em maior escala e a introdução do Open Banking mostram a rápida transformação digital do setor financeiro. O Citi é um dos líderes dessa transformação no Brasil e sabemos que a manutenção desse protagonismo passa também pela parceria com fornecedores de ponta”, detalha Quintal.

“Acreditamos que o Open Banking deve transformar o sistema financeiro na próxima década, proporcionando novas oportunidades de negócios, concorrência e inovação. Porém, para o aproveitamento de todas as suas oportunidades de negócios e evoluções, é fundamental ter um parceiro que esteja acompanhando todas as possíveis evoluções no ecossistema brasileiro. É nesse contexto que a TecBan oferece uma solução segura e economicamente acessível para as instituições financeiras”, conclui Tiago.

PagSeguro PagBank é a primeira empresa brasileira listada em Nova York a ter BDRs negociados na B3

O PagSeguro PagBank, que promove soluções inovadoras em serviços financeiros e meios de pagamento, é a primeira empresa brasileira listada na bolsa de Nova York (NYSE) a ter BDRs (recibos de ações) negociados na B3. A partir de hoje, as negociações com os papéis sob o código PAGS34 (PagSeguro) já estão disponíveis para investidores brasileiros.

O PagSeguro PagBank possui capital aberto na maior bolsa dos Estados Unidos, a de Nova York (NYSE), desde janeiro de 2018. Na época também realizou a maior abertura de capital (IPO) de uma empresa brasileira naquele mercado.

Desde o seu IPO, as ações do PagSeguro PagBank registraram valorização de mais de 140% em dólares, considerando o preço de fechamento de mercado do dia 01 de fevereiro de 2021.

Através da B3, os BDRs de PagSeguro PagBank (PAGS34) podem ser negociados de maneira simples, em reais, estando sujeitos, claro, às oscilações cambiais. O preço inicial do recibo é por volta de R$ 50, o que o torna acessível a grande parte dos investidores brasileiros

“Vale destacar o nosso pioneirismo em já ter sido a primeira companhia brasileira 100% listada na bolsa de Nova York e, agora, a primeira a ter os BDRs listados na B3”, avalia o CEO do PagSeguro PagBank, Ricardo Dutra.

O que são os BDRs

Conhecidos pela sigla BDR, os Brazilian Depositary Receipts são certificados que representam ações emitidas por empresas em outros países, mas que são negociados aqui como, por exemplo, no pregão da B3.

Os certificados de depósito no Brasil podem ser emitidos tanto por bancos, agentes originadores, quanto pelas próprias companhias estrangeiras e brasileiras que desejam ofertar os certificados na B3.

Siemens amplia portfólio Xcelerator com sistema de gerenciamento de qualidade em toda a empresa

A Siemens Digital Industries Software anunciou o software Teamcenter® Quality, um novo conjunto de soluções que oferece uma abordagem de circuito fechado para o gerenciamento da qualidade, do projeto à manufatura na fábrica, de maneira contínua. O Teamcenter Quality ajuda a manter o desenvolvimento do produto, o planejamento da qualidade e os processos de melhoria contínua em sincronia para maximizar o valor das capacidades de gerenciamento de mudanças e gerenciamento de configuração na plataforma de colaboração do Teamcenter.


“Com as complexidades dos produtos atuais e a exigência de rápido lançamento do produto no mercado, os fabricantes líderes incluem gerenciamento de qualidade em suas capacidades de colaboração, gerenciamento de mudanças e backbone de dados, assim como funciona o Teamcenter hoje”, disse Matthew Littlefield, presidente e analista principal da LNS Research, empresa de analistas de transformação industrial.

“A Samsung e a Siemens têm um histórico de colaboração que permite aos clientes em comum usar a plataforma AFS. É com satisfação que anunciamos que a plataforma AFS agora é certificada para a fase inicial de projetos do novo processo da Samsung Foundry”, disse Sangyun Kim, vice-presidente da equipe de tecnologia de projetos de fundição da Samsung Electronics. “O conhecimento combinado da Samsung Foundry e Siemens fornece aos profissionais de projeto a capacidade de desenvolver e verificar rapidamente CIs inovadores para uma variedade de mercados e aplicações de alto crescimento.”


No mercado de hoje, as empresas são continuamente desafiadas a reduzir os custos operacionais e de produtos e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade, para diferenciar os produtos e obter vantagem competitiva. Todo esforço deve ser dedicado para melhorar a eficiência entre as equipes que podem estar distribuídas pelo mundo. Por outro lado, os consumidores demandam mais inovação, entrega mais rápida e produtos mais baratos no mercado, com garantia de qualidade e segurança. Essa nova expansão do portfólio Teamcenter permite que os engenheiros definam os requisitos de qualidade no início do projeto e estabeleçam os parâmetros necessários para ajudar a garantir que o produto obtido durante a fase de produção atenderá aos padrões de qualidade exigidos.


A Cebi, fabricante mundial de componentes eletromecânicos para o setor automotivo e eletrodomésticos, firmou recentemente uma parceria de longo prazo com a Siemens para acelerar sua transformação digital em todo o processo de desenvolvimento, incluindo a fase de conceito, o processo de qualidade na fábrica e o atendimento ao cliente. “Um aspecto importante da nossa transformação digital é a definição de uma abordagem comum para gerenciar as informações de produtos e melhorar a colaboração em toda a rede global da Cebi, na qual todos os atores trazem seu valor agregado para atender às expectativas dos clientes em termos de inovação e qualidade de produtos”, disse Paul Elvinger, membro da diretoria executiva da Cebi.

“O software Teamcenter Quality fornece o thread digital em todas as fases de projeto e produção, criando fluxos de trabalho alinhados entre as equipes de qualidade, manufatura e engenharia para melhorar a colaboração e reduzir a necessidade de coordenação”, disse o Dr. Raffaello Lepratti, vice-presidente de desenvolvimento de negócios e marketing para gerenciamento de operações de manufatura da Siemens Digital Industries Software. “A criação desta estrutura única para dados de produto, processo e qualidade pode ajudar a garantir que cada etapa do processo seja sincronizada e conforme, além de oferecer rastreabilidade e um alto nível de transparência no processo.”


O Teamcenter Quality é acessado por uma interface da web moderna e inclui orientação ao usuário operada por IA com a funcionalidade Teamcenter Assistant. Para saber mais sobre o Teamcenter Quality, clique aqui. Veja mais informações participando do lançamento do Teamcenter Quality no YouTube em 11 de fevereiro de 2021.O Teamcenter Quality é acessado por uma interface da web moderna e inclui orientação ao usuário operada por IA com a funcionalidade Teamcenter Assistant. Para saber mais sobre o Teamcenter Quality, clique aqui. Veja mais informações participando do lançamento do Teamcenter Quality no YouTube em 11 de fevereiro de 2021.

Mindset Ventures deve concluir captação de seu terceiro fundo no primeiro trimestre de 2021

A Mindset Ventures , gestora internacional de venture capital que conecta investidores renomados a empresas de tecnologia em estágio inicial localizadas nos Estados Unidos e Israel, se aproxima do encerramento da captação de seu terceiro fundo (Fund III). O processo já levantou US﹩ 45 milhões e a empresa espera alcançar o montante planejado originalmente de US﹩ 50 milhões ainda no primeiro trimestre de 2021. Os investidores são majoritariamente executivos, CEOs e family offices, que além de buscarem retornos expressivos, visam a acompanhar mais de perto as novidades desenvolvidas em dois dos mais relevantes pólos de desenvolvimento tecnológico do planeta.

Ainda durante o período de captação, o time de gestão começou a investir os recursos. Com sete investimentos anunciados, mais de um terço do portfólio do fundo, estimado em aproximadamente 20 empresas, já está definido. No Fund III, a Mindset Ventures consolida a tese de investimento dos seus dois fundos anteriores, através dos quais já realizou aproximadamente 40 investimentos desde 2016. De forma resumida, a gestora aporta recursos em startups de estágio inicial com modelos de negócio B2B (business to business) em setores como healthtech, agronegócios, fintechs, cybersecurity e softwares como serviço (SaaS). Como proposta de valor sugerida para suas empresas investidas, a Mindset Ventures promove a entrada de suas startups no mercado brasileiro, de forma a colaborar diretamente para a expansão de seus negócios.

“Das empresas em que investimos neste terceiro fundo, já tivemos sinalizações de excelentes perspectivas. A Turing , por exemplo, cresceu em uma velocidade tão grande que pularam a captação do Series A e foram direto para o Series B, evento que nos gerou um retorno anual de cerca de 30% em um curtíssimo espaço de tempo”, afirma Daniel Ibri, CIO da Mindset Ventures. Esta promissora startup com sede no Vale do Silício facilita a contratação de programadores e engenheiros de software remotos em vários países do mundo. A Turing cresceu exponencialmente no ano passado devido à pandemia, e já foi feito o segundo investimento nela com um retorno significativo em relação ao primeiro investimento feito no primeiro trimestre de 2020.

“Uma vez que o trabalho remoto está se tornando tendência e há escassez dessa mão de obra técnica e qualificada nos grandes centros urbanos, a Turing facilitará a contratação de profissionais de tecnologia e desenvolvedores de software, essenciais para o crescimento de diversos negócios ao redor do mundo. Com isso, a HR tech pode gerar mais oportunidades de trabalho e de contratações, sem a necessidade de uma proximidade geográfica. Atualmente, ela já opera com profissionais do mundo todo, inclusive com programadores brasileiros em sua plataforma”, revela Ibri.

O mercado de Venture Capital no Brasil e a Mindset Ventures estão de olho nas tendências de inovação para 2021. Alguns setores especificamente têm grande potencial de gerar startups para 2021: healthcare, agro e cybersecurity. Quanto a inovações, a automação, seja para softwares de automação ou para veículos autônomos, por exemplo, e as tecnologias no campo do trabalho remoto são as que devem receber grande parte dos investimentos em 2021. O setor de gaming também apresenta grandes perspectivas para este ano, tendo no final de 2020 atingido um tamanho superior ao das indústrias de cinema e esportes juntas.

Digisystem abre 46 vagas de emprego que pagam até R$14.000

Mesmo com o cenário econômico ainda adverso para novas contratações em decorrência da pandemia do COVID-19, a Digisystem, companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios de tecnologias avançadas que ajudam as empresas a passarem pela jornada da transformação digital, anuncia a abertura de 46 novas vagas relacionadas à área de tecnologia para atuação em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, mas os candidatos do Brasil inteiro podem se candidatar e trabalhar remotamente.

A iniciativa reforça o apoio da empresa à campanha nacional “Não Demita”, criada pela Ânima Educação. Com 1100 colaboradores compondo a equipe atualmente, dos quais 35% estão trabalhando presencialmente em escalas semanais para manter o distanciamento social, a expectativa da Digisystem é a realização de 240 novas contratações no primeiro semestre de 2021.

De acordo com a diretora de Recursos Humanos da Digisystem, Mirian Macedo Amaral, o maior desafio desde o início da pandemia foi manter as pessoas em segurança, saudáveis física e mentalmente, sem alterar a qualidade de produção. “A Digisystem aderiu ao Movimento Não Demita abrindo mão das suas margens para contribuir com a sociedade mantendo os empregos. Com isso, não perdeu talentos e se manteve pronta para agir quando os clientes demandavam. O resultado é o crescimento”, explica.

Vagas em aberto na Digisystem

Atualmente, a Digisystem conta com os seguintes cargos, para atuação em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília: Desenvolvedor React JS (Júnior, Pleno e Sênior), Analista BI, Desenvolvedor.net Pleno (com PL/SQL), Analista automação de testes (Júnior, Pleno e Sênior), Desenvolvedor Java, Analista de Suporte e Consultor Tasy (função que engloba módulo de implantação, relatórios, financeiro/contabilidade e cadastro).

Na esteira das melhorias a Digisystem acaba de fechar a parceria com a Kenoby para a divulgação das vagas . Até o término da implantação os currículos podem ser enviados diretamente para o seguinte e-mail: guilherme.lins@digisystem.com.br. Após a primeira seleção de currículos, o profissional será direcionado para a equipe de RH da Digisystem, que em conjunto com a área técnica, realizarão as entrevistas e a aplicação dos testes virtualmente. Após aprovação dos candidatos, os trâmites da contratação continuam remotos. Apenas o exame médico será realizado presencialmente. Após a contratação, os treinamentos e imersões serão viabilizados através de ferramentas de colaboração.

A empresa também investiu em uma plataforma de treinamento online e adaptou todo o seu processo de onboarding para remoto. “Os processos eram presenciais, com dinâmicas ou entrevistas. A entrega de documentos era presencial e cheia de cópias em papel. Nos adaptamos e agora o processo seletivo é online e a entrega de documentos é feita em um site onde todos os documentos são digitalizados”, finaliza a executiva.

Desde março de 2020, a Digisystem está atenta às medidas para garantir a segurança de seus colaboradores, clientes e parceiros. A companhia criou um comitê de gestão de crise, com o objetivo de avaliar os impactos da pandemia e instruir frequentemente os funcionários sobre medidas de segurança e prevenção do COVID-19, por meio de canais informativos.

BTG Pactual prorroga inscrições de programa para recém-formados

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, está com inscrições abertas para o programa Próxima Geração, dedicado a identificar, contratar e treinar jovens talentos que farão parte da próxima geração do time BTG Pactual. Os aprovados terão desenvolvimento e acompanhamento constante por parte dos líderes de suas respectivas áreas de atuação.

“Desenvolver e aperfeiçoar os nossos talentos é parte fundamental do nosso sucesso, e garante a perenidade de nossa cultura e nossos valores. Buscamos jovens com muita dedicação e vontade de crescer profissionalmente, desenvolvendo e construindo, em equipe, um negócio único e especial na indústria financeira, que passa por intensa transformação”, diz Mateus Carneiro, sócio responsável pelo RH do BTG Pactual.

As inscrições para o Próxima Geração foram prorrogadas até 7 de fevereiro, e há vagas para diversas áreas do banco, incluindo a área de tecnologia.

A área de Tecnologia do BTG Pactual está à frente da criação de novos negócios e é responsável por dar escalabilidade e eficiência aos processos do banco. “No BTG Pactual, utilizamos padrões de desenvolvimento modernos, e diferentes linguagens de programação. Trabalhamos com metodologia ágil, DevOps com integração contínua, automação de deploy e automação de testes, além do nosso desenvolvimento ser todo feito em cloud” explica David Favaro.

O banco acredita que a proximidade do time de tecnologia as áreas de negócios e demais times do banco é importante para o processo de inovação, e estimula um ambiente colaborativo, com liberdade para novas, soluções e padrões de desenvolvimento.

Para conhecer mais cada área, acesse o site e se inscreva. Para participar do processo seletivo, é necessário atender aos seguintes pré-requisitos: formação entre janeiro de 2018 a janeiro de 2021 e é desejável inglês fluente.

“Antes de sermos o Melhor Banco de Investimentos da América Latina, somos o Melhor Banco de Talentos da América Latina. Esse é o segredo de nosso sucesso há mais de 30 anos”, conclui Carneiro.

Com novo Head of Sales para Software, FH busca consolidar expansão de negócios

O executivo Eduardo Augusto Moura da Cunha, novo Head of Sales da operação de software da FH, empresa do grupo Itelligence | NTT Data, líder em tecnologia para negócios em empresas dos principais setores da indústria, chega à companhia com o desafio de consolidar a expansão dos negócios da empresa no Brasil.

Formado em Marketing Digital pela ESPM, com extensão em Gestão da Força de Vendas, Merchandising e Marketing pela FGV, Eduardo é um entusiasta e motivador do desenvolvimento de novas tecnologias que auxiliam as empresas a alcançarem seus objetivos de forma eficaz e econômica.

“Nesse momento de pandemia, quando empresas estão acelerando seus processos de imersão digital e buscando tecnologias avançadas, sinto que minha responsabilidade em contribuir com a sociedade aumenta. Sou uma pessoa focada no cliente e comprometida em buscar as melhores soluções para alcançarem seus resultados. Acreditando nesse propósito junto-me à FH como Head of Sales, com o objetivo de consolidar e expandir nossos serviços no mercado da tecnologia da informação e promover a transformação digital nas companhias dos principais setores de negócios do país”, comenta Eduardo Augusto Moura da Cunha.

Anteriormente à FH, o executivo atuou em empresas e organizações líderes de mercado, como Grupo Voetur, CVC Operadora, Micros Fidelio e Oracle.

Parceria incentiva produção de insumos para medicamentos e vacinas no Brasil

A pandemia do Coronavírus explicitou a dependência da indústria nacional, gerando escassez de produtos em diversas áreas. Não foi diferente com a cadeia produtiva farmacêutica. Logo após euforia da aprovação de uso emergencial das Vacinas Oxford/AstraZeneca e Coronavac, veio o receio da paralização da imunização por falta do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), catalisador do qual depende a fabricação das vacinas, no país.

Para deixar o setor farmoquímico mais flexível e independente de pressões e escassez externas, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abifiqui), se uniram e assinaram nesta quarta-feira (26), em cerimônia online, um acordo de Aliança Estratégica de fomento a inovação, produção local e tornar o país mais independente tecnologicamente.

“O papel da EMBRAPII é fortalecer a indústria nacional e conta, para isso, com um modelo ágil, flexível e sem empecilhos burocráticos. As Unidades EMBRAPII estão preparadas para atender às demandas das empresas e, inclusive, pretendemos credenciar novos centros para atuar com o setor da saúde. Eu tenho certeza de que será possível unir a expertise acumulada do setor empresarial com o conhecimento dos pesquisadores das Unidades EMBRAPII para promover mais inovação no setor farmacoquímico”, explica o diretor presidente da EMBRAPII, Jorge Guimarães.

Para a produção de remédios e vacinas, a indústria farmacêutica utiliza insumos farmacêuticos ativos (IFAs). Somente 5% dos insumos utilizados pela indústria farmacêutica para a produção de remédios prontos são produzidos no Brasil — o outros 95% são importados, mais de 70% vêm provenientes da China e da Índia, países que fizeram grande investimentos nos últimos 20 anos na sua indústria de química fina.

“Há uma necessidade absoluta de nós agregarmos ao conhecimento dos empresários em parceria com os pesquisadores o que temos disponíveis em desenvolvimento tecnológico. As universidades e centros de pesquisas tem competência de nível global. Precisamos explorar mais essa capacidade afim de agregarmos ao setor de insumos no país”, destaca o presidente do Conselho de Administração da Abiquifi, José Correia.

A EMBRAPII promove o encontro de empresas com a rede de Unidades EMBRAPII, importantes centros de pesquisas no Brasil, para auxiliá-las a superar seus desafios tecnológicos. Há unidades com competência para desenvolver soluções em fármacos, biofármacos e insumos para o setor farmacêutico.

A aliança com a ABIQUIF se soma a uma série de ações da EMBRAPII com o objetivo de fortalecer laços com setores industriais específicos. A instituição também mantém acordo com a ABBI (Associação Brasileira de Bioinovação), ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos), ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel), ABAL (Associação Brasileira de Alumínio), ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), IBRAM (Instituto Brasileiro de Mineração), ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) e Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores).

Empresas familiares empregam 75% da força de trabalho no Brasil

‘The Harvard Business Review – Family Business Handbook’ revela como garantir o futuro dos negócios que passam de pai para filho

Diz o ditado que “pai rico, filho nobre, neto pobre”. Josh Baron e Rob Lachenauer, cofundadores e sócios da BanyanGlobal – empresa com sede em Boston que oferece consultoria aos donos das mais bem-sucedidas empresas familiares do mundo -, mostram que não é bem assim. Eles acabam de lançar The Harvard Business Review – Family Business Handbook, um manual prático para negócios familiares em que explicam como construir e manter um negócio de sucesso através de gerações.

No mundo inteiro, as empresas familiares são um potente motor da economia. Isso fica evidente não apenas pela popularidade de séries de TV (como “Succession”, “Empire”, “Dynasty” e “Dallas”) e novelas que abordam o tema, mas no tratamento que a imprensa costuma dar a dinastias da vida real em empresas de mídia, esportes e negócios. Afinal, as empresas familiares representam cerca de 85% das empresas globais. Só os Estados Unidos têm 5,5 milhões dessas companhias, que empregam 62% da força de trabalho.

No Brasil, o quadro não é muito diferente, e esse modelo de negócio concentra 90% das empresas, respondendo por 65% do Produto Interno Bruto (PIB) e empregando 75% dos trabalhadores no país. É a estes empresários e funcionários, familiares ou não, que compartilham salas de reuniões e de jantar, que o manual mostra caminhos para enfrentar desafios tão particulares, como as sucessões.

“Uma estatística frequentemente citada é que apenas 30% das empresas familiares passam para a segunda geração; 10% a 15%, até a terceira; e 3% a 5%, até a quarta. Estes parecem números desanimadores. Mas vamos colocá-los em perspectiva. Quantas empresas de qualquer tipo ainda existem após o equivalente a três ou quatro gerações?”, provoca Josh Baron, acrescentando que um estudo com 25 mil empresas de capital aberto de 1950 a 2009 descobriu que, em média, elas duraram cerca de 15 anos, ou nem mesmo uma geração. “Nesse contexto, as empresas familiares se mostram muito duradouras”.

No livro, Baron e Lachenauer trazem orientações e conselhos práticos para quem de alguma forma está envolvido em negócios familiares e busca construir, crescer e sustentar os negócios por anos e gerações futuras.

Neste sentido, os autores apresentam métodos comprovados e abordagens para a comunicação eficaz, gerenciando conflitos, construindo estruturas de governança corretas e muito mais. Para isso, contam com a experiência acumulada de décadas trabalhando com mais de 200 empresas com este perfil, de todos os tamanhos, em 20 países de seis continentes. Mais de 20 delas são do Brasil, onde a BanyanGlobal mantém um escritório.

Philip Morris Brasil tem novo gerente de Inovação e Transformação

Há mais de 10 anos liderando equipes globais na área de transformação digital, Denis Chamas assumiu o cargo de gerente de Inovação e Transformação da Philip Morris Brasil (PMB) no mês de janeiro. Mestre em tecnologias do Inteligência e Design Digital, pela PUC-SP e com formação em duas das mais tradicionais instituições norte-americanas na área – certificado em Inovação Radical pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e especialização em futurismo pelo Institute for the Future – o executivo tem passagens por empresas como Unilever e Cisco, além de agências como a F.biz, R/GA e Wunderman. Atualmente, também atua como professor na Miami Ad School e comanda a Startup Rad Lab, focada em pesquisa de maturidade tecnológica e cognição. Na PMB desde 2018, Denis vem colaborando para a construção da inovação na empresa, um dos pilares do grande processo de transformação vivido globalmente pela Philip Morris International, para criar um futuro sem fumaça e substituir os cigarros convencionais por produtos sem combustão. Além de atuar na definição de uma visão de futuro, soluções aos desafios do negócio e na melhoria contínua da experiência do cliente, com base em uma agenda de inovação. Também é o responsável por conduzir a articulação de parcerias entre a PMB e hubs de inovação e desenvolver estratégias de trans formação digital. No novo cargo, Denis Chamas contribuirá com a área de Pessoas & Cultura, para acelerar em todo território nacional a adoção de novas formas de trabalho, conexão com ecossistemas de inovação e  dar suporte à transformação digital em curso. Também fortalecerá, dentro da PMB, o trabalho dos squads (equipes internas e multifuncionais), que utilizam o framework Ágil, criando um ambiente inovador e criativo, indispensável em processos de transformação.

A adoção dessas equipes vem crescendo dentro da empresa, com nove times ativos, reunindo pessoas das áreas de finanças, vendas, tecnologia da informação e logística. Cada um dos grupos atua em temas específicos, como análise de dados, e-commerce, logística e outros, a partir da estratégia de transformação da empresa.

The Bakery completa 3 anos no Brasil e mapeia 5 mil startups no mundo

A britânica The Bakery – primeira consultoria de inovação corporativa do mundo, fundada em 2012 pelos empreendedores e investidores ingleses Andrew Humphries e Tom Salmon – está completando três anos de operação no Brasil e colhe os frutos dos programas realizados para dezenas de clientes de grande porte, como Natura, Vale, Grupo Fleury, Johnson & Johnson, Banco Itaú, Banco Pan e CCR. A carteira de mais de 20 clientes será ampliada em 2021 e a empresa já aumentou sua equipe em 70% nos últimos dois meses. O número atual de profissionais (24) deve dobrar até o fim desse ano.

A pandemia da Covid-19 trouxe ainda mais desafios para as companhias e a consultoria já sente neste início do ano um maior entendimento e disposição das corporações em investirem em programas de inovação mais robustos. Nos últimos meses, a unidade brasileira da The Bakery firmou novos contratos com tíquetes mais que 100% maiores do que os anteriores, com programas de duração e escopo ampliados, incluindo programas híbridos com diferentes frentes de trabalho.

“Nossa metodologia exclusiva de trabalho ajuda as corporações a inovarem de maneira rápida e eficiente, identificando problemas, acessando os melhores empreendedores e ideias, onde quer que eles estejam, testando e implementando soluções criadas por startups do mundo inteiro. Grandes empresas que já nos haviam contratado ao longo dos dois primeiros anos da nossa operação nos procuraram em 2020 para novos projetos, convictas de que o processo trará, novamente, o retorno desejado”, conta o sócio e cofundador Felipe Novaes, que iniciou a The Bakery no Brasil junto ao sócio Marcone Siqueira.

Sem fronteiras para encontrar soluções para desafios estratégicos 

Mas, de que forma as startups entram no radar? A empresa não se restringe a um portfólio próprio de empreendedores, como ocorre em tradicionais aceleradoras, nem aloca grandes times dentro do ambiente do cliente, serviço de alto custo oferecido por consultorias de negócios. Com escritórios em 5 países, clientes em 16 e mais de 150 desafios corporativos resolvidos, a The Bakery atua com isenção na relação com as startups e tem como principal diferencial a sua ampla rede global de soluções, composta por milhares de empreendedores, mentores, professores, pesquisadores e investidores em mais de 30 países.

Por intermédio dessa rede, a The Bakery já mapeou, até agora, 5 mil startups nacionais e internacionais que, de alguma forma, endereçam os desafios mais estratégicos dos seus clientes. Marcone Siqueira explica que, a partir da identificação de cada desafio, são encontradas e engajadas em média 250 soluções para diferentes ângulos de ataque, que passam por uma avaliação ágil, porém, rigorosa.

No funil dos programas de inovação aberta, os resultados conquistados pela The Bakery Brasil são animadores: mais de 150 startups já apresentaram suas propostas para companhias brasileiras, pelo menos 70 iniciaram testes e cerca de 30 já estão trabalhando com corporações.

“Nossa busca não tem fronteiras. Nós acreditamos que, para muitos problemas, alguém, em algum lugar do mundo, já desenvolveu uma solução. A empresa, sozinha, não consegue acessar uma rede tão vasta em tão pouco tempo e, muitas vezes, não conhece os códigos certos para ativar os potenciais parceiros e trazê-los para perto. Nosso trabalho é reduzir essas distâncias, ajudando empresas a encontrar a melhor solução e adaptá-la à sua realidade”, diz Siqueira, que também é professor no MBA em Finanças do Ibmec-BH e no MBA em Inovação Corporativa da FIAP. Graduado em Relações Internacionais, foi chefe de investimentos do governo britânico na América Latina e Caribe, entre 2014 e 2018, e consultor de investimentos para empresas de tecnologia.

Vertentes Partner, Build e Buy

A The Bakery atua em três vertentes dentro dos seus programas corporativos: Partner, Build e Buy. Para resolver um desafio ou problema, seus clientes podem firmar uma parceria com as startups (Partner), desenvolver uma startup própria (Build) ou adquirir a startup que atenda às suas demandas (Buy). Na versão Build, a The Bakery estrutura todos os processos e estratégias para apoiar o cliente na construção de uma solução, criando um negócio, serviço ou produto, digital ou não, para explorar oportunidades de mercado ou demandas de usuários (programa Startup-as-a-Service), ou unindo empreendedores e intraempreendedores para a cocriação de startups inovadoras (programa Start). Ambos são programas com metodologias para Venture Building.

Há, ainda, os chamados programas colaborativos, que reúnem empresas para solucionar desafios de diferentes setores. Recentemente, foram lançados o The Bakery Health Lab e o Capital Markets Lab.

Cases de sucesso

Um dos cases de maior destaque é o trabalho realizado com a Natura (ganhadora do Prêmio Valor Inovação Brasil 2020) em seu Zero Waste Packaging Innovation Challenge, colaborando para o ambicioso desafio de zerar o descarte de embalagens plásticas de uso único. Em parceria com MIT (Massachusetts Institute of Technology), Universidade Técnica de Munique e outras renomadas instituições, foram mapeados 574 potenciais parceiros em 35 países, desde empresas de logística reversa até especialistas em biotecnologia. Três soluções foram selecionadas para a fase de testes.

Outro exemplo recente é um dos cases da Vale. No início da pandemia, com apoio da The Bakery, a companhia realizou uma chamada pública, no Brasil e no Canadá, para soluções de combate ao novo coronavírus. Foram recebidas 1.800 propostas. A mineradora doou US$ 1 milhão para 11 startups que, juntas, impactaram mais de 500 mil vidas.

“Até pela experiência de seus sócios, a The Bakery navega muito bem nos dois universos, o do mundo corporativo e o das startups, contribuindo para essas conexões e falando a língua de executivos e de empreendedores. Nossa missão é unir as forças dessas empresas para ajudar a tornar o mundo mais empreendedor”, destaca Novaes, que é engenheiro de formação e foi cofundador de uma startup de educação em Nova York – investida pelo inventor do Cloud Computing, além de ter atuado por 13 anos em grandes empresas como Avon, Vale e Syngenta, com gerenciamento de projetos e novas tecnologias.