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Entrega humanizada é diferencial do PluzApp durante a pandemia

Equipe PluzApp na loja da Vila Urbana em Curitiba

Durante o período de isolamento pela Covid-19, cresce, em todo o Brasil, a preocupação com a forma que produtos chegam aos lares e empresas.

Os pagamentos eletrônicos substituem o dinheiro em espécie e todo cuidado com higiene ganha importância.

Diante desse cenário de desafios para venda e entrega de produtos durante a pandemia, a startup PluzApp lança um sistema de entrega humanizada para atender os clientes que vendem pela ferramenta baseada em atendimento via WhatsApp.

Para apresentar a novidade, foi criada uma loja física na Vila Urbana, um centro gastronômico no centro de Curitiba, para as primeiras entregas. Esse primeiro ponto vai contar com duas mulheres, que vão fazer as entregas em um raio de um quilômetro de distância, a pé, observando todos os cuidados de higiene e proteção contra o novo coronavírus.

“É um projeto inovador, que visa gerar oportunidades de trabalho, atendimento personalizado e cuidados com a saúde”, destaca Eduardo Aguiar, criador do PluzApp.

A plataforma foi criada, inicialmente, com o objetivo de facilitar as vendas de empresas e prestadores de serviços, com atendimento pelo Whatsapp. Agora, personaliza entregas como forma de aproximar ainda mais a marca dos consumidores.

O aplicativo não cobra taxas no plano básico. Mas conta com uma versão “prime”, que permite recebimentos por cartão e uma carteira digital em que os fornecedores podem distribuir bônus para os clientes.

Juntamente com as entregas humanizadas, a primeira loja física do PluzApp vai contar com produtos da Empajors, que vende empadas, alfajors, sucos naturais e chás.

Após a inauguração do primeiro ponto de entrega, o PluzApp prepara a expansão para outras regiões. “Cada unidade, vai abrigar duas entregadoras, que podem trabalhar no regime de MEI – microempreendedor individual. Vamos unir geração de renda, facilidade no atendimento ao cliente e sustentabilidade com as entregas que não envolvem veículos motorizados e seguem normas rígidas de higiene”, explica Eduardo Aguiar.

EMBRAPII se alia à ABIMAQ para alavancar inovação no setor de máquinas e equipamentos

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) se uniram para fortalecer a competitividade do setor, por meio de ações que tenham como base a inovação. Na próxima quarta-feira (5), a Abimaq abrirá Chamada para que empresas associadas apontem possíveis projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) que resultem em novos produtos e/ou processos industriais.

A proposta é reunir empresas com interesses comuns para o desenvolvimento de projetos cooperativos apoiados pela EMBRAPII. A abertura oficial do desafio ocorrerá durante o Webinar “Chamada Abimaq para Projetos Cooperativos com a EMBRAPII”, que acontecerá, também na quarta-feira (5), às 10 horas. No encontro virtual, serão apresentados os mecanismos de incentivo à PD&I da EMBRAPII e detalhadas as vantagens em realizar projetos cooperativos em âmbito pré-competitivo (divisão de esforços, conhecimento, custos e riscos). Se inscreva no link: http://bit.ly/2DhsAKM.

A EMBRAPII pode financiar até metade do valor de projetos cooperativos com recursos não reembolsáveis e conta com uma rede com 57 centros de pesquisas credenciados (Unidades EMBRAPII), com profissionais qualificados e equipamento de ponta para atender a demanda da indústria por inovação. Também participam do encontro virtual, as empresas FCA Fiat e a startup Horus, que vão detalhar a experiência em realizar projetos cooperativos e parceria com a EMBRAPII.

Projetos cooperativos

A Fiat Chrysler Automobiles se reuniu com outras entidades empresariais e fornecedores da indústria automobilística (CBA – Companhia Brasileira de Alumínio, Novelis, Aethra e 6PRO Virtual and Practical Process) para o desenvolvimento de ligas de alumínio inovadoras, que propiciem redução de peso e maior resistência. A inovação, feita em parceria com a Unidade EMBRAPII ISI Ligas Especiais, dará maior segurança veicular e economia de combustível. Ligas de menor peso e baixa densidade, como o alumínio, contribui para a redução de emissões de CO2 e o desempenho energético dos automóveis.

A startup Horus firmou parceria com a BASF e a Unidade EMBRAPII Certi para desenvolver um software para drone de monitoramento agrícola que detecta os locais de maior infestação de pragas e vegetação doente no cultivo de soja. Em geral, o processo convencional no combate a ervas daninhas é baseado na verificação periódica do plantio e algumas medidas acabam sendo adotadas tardiamente. O software agilizará o processo, permitindo um monitoramento preventivo e de maior abrangência, além de evitar o uso de herbicidas nas áreas saudáveis.

Kraft Heinz abre programa de estágio com foco em diversidade

A Kraft Heinz, empresa dona das marcas Heinz, Quero e Kraft, abre as inscrições para seu processo seletivo para o programa de estágio, desta vez voltado para a diversidade, com foco na contratação de mulheres, negros, PCDs e LGBTQI+. São cerca de 30 vagas a serem preenchidas, tanto no escritório em São Paulo quanto nas fábricas em Goiás, e para tal, o candidato passará por uma série de etapas online, a começar pela inscrição pelo site http://eunakraftheinz.com.br/. As inscrições podem ser feitas até 04 de setembro.

Sendo uma das maiores companhias alimentícias do mundo, a Kraft Heinz preza por talentos que renovem o modo de pensar e de vivenciar a cultura dinâmica e inovadora da empresa, além de incentivar o pensamento de todos ao redor. Por isso, o programa de estágio 2021 está voltado a fortalecer a diversidade dentro da empresa. “Queremos incentivar vivências e pontos de vistas amplos e plurais, que tragam questionamentos e incentivem mudanças. Somos uma empresa com mindset em inovação e que se preocupa com o bem-estar de todos e incentivar a diversidade é uma forma de nos alinharmos ainda mais ao nosso propósito”, explica Irina Preta, Head de People Brasil

Não ter medo de colocar a mão na massa, entender a importância e o valor do trabalho conjunto, com vontade de vivenciar uma cultura de desenvolvimento e desafios constantes e vontade de aprender e crescer são os pré-requisitos para os candidatos que desejam trabalhar na Kraft Heinz. Estudantes dos dois últimos anos de qualquer curso de graduação podem se inscrever e, depois do processo seletivo, serão designados para vagas nas áreas de Marketing, Food Service, People, Pricing, Procurement em São Paulo e Manufatura e Logística em Goiás, entre outras.

“A seleção de jovens alinhados com nossos valores permite o desenvolvimento dos mesmos para que, em um futuro próximo, sejam a força que leva a companhia cada vez mais longe”, expõe a executiva. A primeira etapa do processo seletivo, que inclui cadastro e testes, acontece de 03 de agosto até 04 de setembro. Os selecionados terão de enviar uma vídeo-apresentação até o final de outubro e, em novembro, a Kraft Heinz selecionará alguns candidatos para a fase final, que consiste na resolução presencial de um case. Os selecionados para as vagas devem iniciar o trabalho em janeiro de 2021.

Programa de estágio Kraft Heinz
Início das inscrições: 03 de agosto/2020
Encerramento das inscrições: 04 de setembro/2020
Site: http://eunakraftheinz.com.br/

Anjo Tintas abre 40 novas vagas de emprego

Em meio à crise do novo coronavírus que abala a economia brasileira, a Anjo Tintas, indústria de tintas há mais de 30 anos no mercado, abriu 40 novas vagas de emprego.

As vagas são para estágio de laboratório de controle de qualidade, auxiliar administrativo de vendas, auxiliar de produção, estágio de contabilidade, vendedor técnico e zelador externo.

“Com a reabertura gradual da economia em alguns locais do Brasil e o crescimento das vendas, a Anjo sentiu a necessidade de novas contratações para atendermos a demanda necessária. Ficamos felizes que podemos abrir vagas nesse momento que muitos perderam seus empregos e estão precisando se recolocar”, diz Filipe Colombo, CEO da Anjo Tintas .

A Anjo Tintas pode ser encontrada em todos os estados brasileiros em mais de 6.250 lojas de tintas, lojas de materiais de construção, entre outros. A indústria, que vendeu mais de 60 milhões de litros de tintas, solventes e complementos no ano de 2019, cresceu 82% entre 2018 e 2019.

App 100% brasileiro concorrente de 99 e Uber chega para revolucionar o transporte privado

A Sity Inc, aplicativo de mobilidade 100% brasileiro focado na segurança e melhor experiência dos parceiros e do usuário, é a mais nova opção de transporte privado no país. O seu diferencial está no cuidado com as pessoas: além de oferecer maior rentabilidade e qualidade de vida aos motoristas parceiros, o aplicativo também reforça a preocupação em ser a melhor escolha dos passageiros.

Para garantir a preferência do público, os veículos e motoristas da sua base passam por um processo criterioso de verificação ao ingressar na plataforma. Sendo assim, a Sity Inc, promove uma viagem com mais conforto, segurança e preço justo para usuários, e ainda a melhor remuneração aos motoristas.

Oportunidade de renda

O Sity Motorista, disponível para Android e iOS, possibilita o cadastro rápido, com envio de alguns documentos e informações, como carteira de habilitação, foto do motorista e certificado de registro de licenciamento de veículo (CRLV). Todo o cadastro é feito pelo aplicativo, sendo apenas necessária a presença do parceiro e do veículo na data e local indicado de vistoria. Com a menor taxa do mercado, os motoristas podem ganhar mais e, sendo melhor remunerados, podem trabalhar menos, descansar mais, gerando qualidade e segurança para todos os envolvidos.

Sem valores dinâmicos

Para o passageiro, o novo aplicativo oferece ainda a melhor experiência e custo-benefício, sem a cobrança de valores “dinâmicos” em horário ou momentos de alta demanda. Usuários recorrentes também terão vantagens e outro diferencial é a exclusiva categoria Corporate B2C, um serviço de diária de veículo com motorista particular à disposição para executivos, eventos, empresas privadas, órgãos públicos e demais interessados.

Segurança para passageiros e motoristas

Todos os parceiros passam por um processo criterioso, com cadastro presencial, exame médico e vistoria dos carros, de forma a evitar surpresas desagradáveis e fraudes dentro da plataforma. O aplicativo é ainda o único do mercado em que o motorista visualiza a foto e nome completo do passageiro, bem como o endereço de destino e a forma de pagamento, no momento da chamada, ainda antes de aceitar a corrida
Vantagens para motoristas

Com suporte humanizado, a SITY também é a única que não pune o motorista por não aceitar uma corrida ou por cancelar a mesma. Entre as vantagens oferecidas pela empresa aos motoristas parceiros destaque ainda na assistência para recurso de multas
Mais de 20 mil motoristas em vários estados

A plataforma de mobilidade já opera em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ). Com mais de 20 mil motoristas ativos e uma lista de cadastro com fila de espera, a empresa também passou a atender recentemente as regiões de Porto Alegre (RS), Caxias do Sul (RS), Florianópolis (SC), Cascavel (PR), Curitiba (PR), Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Brasília (DF) e Goiânia (GO).

Comércio eletrônico segue em boom e dobra as vendas em junho, ante o mesmo mês do ano passado, revela o índice MCC-ENET

As vendas realizadas pela internet continuam em alta. Ao comparar o mês de junho de 2020, ante o mesmo mês do ano passado, o setor dobrou com alta de 110,52%. Ao observar a métrica de faturamento, nota-se a mesma tendência positiva: 108,84%, no mesmo período. Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

Outros dados que chamaram a atenção nessa edição foram: o volume de 18,2% de consumidores que realizaram ao menos uma compra online entre o trimestre de abril a junho, o que representa alta de 5,9pp em relação ao trimestre anterior (12,3%); e o novo recorde no índice de participação do e-commerce no varejo restrito (12,6%), no mês de maio.

“Com a chegada de uma pandemia no Brasil, podemos afirmar que estamos vivendo uma mudança de era no comércio eletrônico brasileiro, com a antecipação de patamares de vendas que certamente só seriam registrados a daqui cinco anos. O mercado realmente passou por uma grande transformação, com vendas de categorias de produtos de consumo diário e entrada de novos consumidores no varejo digital”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor executivo do Compre & Confie.

Vendas online

Em contrapartida, as vendas do e-commerce em junho comparadas ao mês de maio, apresentaram retração de -13,11%. “Esta queda em junho é natural do setor de vendas online, pois o mês de maio será sempre fortemente impulsionado pelas vendas do Dia das Mães”, declara Dias. Na avaliação do acumulado do ano, por sua vez, a variação continua positiva: 59,88%.

Ao traçar a comparação por região, em junho de 2020, em relação ao mesmo mês do ano anterior, o cenário ficou da seguinte forma: Nordeste (159,49%); Norte (118,65%); Sudeste (112,68%); Sul (79,52%); e Centro-Oeste (68,12%). Já no acumulado do ano, a configuração ficou da seguinte forma: Nordeste (86,62%); Norte (67,81%); Sudeste (57,59%); Centro-Oeste (56,60%); e Sul (47,74%).

Faturamento

Assim como as vendas online de junho frente a maio tiveram queda, o faturamento do setor, nessa mesma base comparativa, também variou negativamente: -6,91%. Já o acumulado do ano segue positivo: 59,71%.

A métrica regional, junho de 2020 ante o mesmo mês do ano passado ficou da seguinte forma: Nordeste (165,44%); Norte (132,04%); Sudeste (107,35%); Centro-Oeste (75,72%); e Sul (71,93%). No acumulado do ano, seguindo a mesma configuração, os dados foram: Nordeste (95,24%); Norte (67,90%); Sudeste (55,65%); Centro-Oeste (47,75%); e Sul (43,87%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Com novo recorde, no mês de maio, o e-commerce representou 12,6% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 7,1%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 8 de julho.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmentos, em maio, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (39,3%); móveis e eletrodomésticos (23,6%); e tecidos, vestuário e calçados (13,4%). Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (10,2%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,5%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2%). Esse indicador também segue a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2020, 18,2% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 5,9pp em relação ao trimestre anterior (12,3%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 8,1pp.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.mccenet.com.br/

Tembici e Catho se unem para oferecer locomoção gratuita a candidatos a vagas de emprego em SP

Com a retomada gradual às atividades econômicas e a volta dos funcionários as sedes das empresas na capital paulistana, uma pesquisa realizada pela Catho com mais de três mil pessoas identificou que 52% dos candidatos a uma vaga de emprego receberam convites para entrevistas presenciais durante o isolamento social, desses 72% utilizaram meios de transportes coletivos como forma de locomoção e 92% afirmaram que não desistiriam de participar de um processo de contratação por ser presencial.

Reconhecendo a importância de empresas colaborarem com a sociedade a lidar com os desafios trazidos pela pandemia, a Tembici, empresa líder em micromobilidade na América Latina, e a Catho, site de vagas de empregos, em parceria inédita desenvolveram o projeto “Bike Pra Entrevista” que tem como objetivo garantir transporte individual com modal seguro e gratuito para profissionais que estejam buscando uma nova inserção no mercado de trabalho, neste momento em que o distanciamento social ainda precisa ser praticado.

A partir do dia 3 de agosto, o projeto dá aos cadastrados na plataforma da Catho, que sejam residentes da cidade São Paulo e que tenham entrevistas presenciais agendadas, acesso gratuito às bicicletas do Bike Sampa, operado pela Tembici, para realizarem seus deslocamentos. Os candidatos receberão gratuidade no plano diário, com duração de 45 minutos por viagem, para ir e vir das entrevistas com as laranjinhas e, para participar, devem se cadastrar no aplicativo ou site do Bike Itaú e inserir o código de desconto que será enviado por e-mail.

“É fundamental que as empresas se engajem em ações de apoio à sociedade, neste momento. Com a reabertura gradual dos comércios, o mercado começa a se reaquecer e estamos felizes de ajudar na retomada da economia disponibilizando nossas bikes para que as pessoas possam comparecer às entrevistas. Além disso, a bicicleta atualmente é considerada o modal mais seguro para deslocamento e, por isso, reforçamos os processos de higienização dos nossos sistemas para que todos possam utilizar as laranjinhas com ainda mais segurança”, comenta Carolina Rivas, diretora de relacionamento da Tembici.

Para o gerente sênior de Marketing da Catho, Ricardo Morais, o projeto também é um viabilizador de oportunidades a uma parcela dos candidatos que não possuem renda alguma para irem às entrevistas. “A Catho é reconhecidamente uma empresa que cuida de seus clientes e, neste momento de flexibilização das medidas de isolamento, em que as entrevistas presenciais já acontecem, buscamos com o ‘Bike Pra Entrevista’ oferecer uma alternativa realista e que vá ao encontro das necessidades dos candidatos e uma delas é justamente a locomoção segura e gratuita”.

Um dos meios de transporte individual indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar o contágio e proliferação do novo coronavírus por também ser higiênico e não-poluente, a bicicleta é vista como uma das maneiras mais seguras de locomoção para 57% dos que procuram por empregos na capital, segundo levantamento feito pela Catho.

Desde o início da pandemia, a Tembici reforçou todos os processos de higienização das estações e bicicletas compartilhadas de todas as cidades em que atua e com a reabertura gradual da economia, foram ampliadas as comunicações aos usuários sobre as recomendações de higiene individual, além das divulgações sobre as novas medidas que a empresa está realizando na limpeza dos equipamentos. Todos os dias as bicicletas são retiradas da estação pela equipe de logística e levadas ao centro de operações onde são lavadas com jato de cloro diluído em água. Ao serem devolvidas às ruas, as bikes e as estações ainda passam por higienização com álcool 70%.

Motores elétricos para automação industrial com flexibilidade construtiva são os mais indicados para quem busca custo benefício

No segmento de equipamentos para automação industrial, como prensas e unidades hidráulicas — que possuem aplicações dedicadas —, os motores devem possuir formas construtivas diferenciadas, para que possam ser fixados conforme a necessidade, podendo em alguns casos utilizar freios, alavancas de alívio e também chapéu de proteção na tampa defletora. “Nesta área de atuação, os motores mais utilizados são da linha IEC, blindados com grau de proteção IP 55, podendo ser aplicados em vários equipamentos”, explica Drauzio Menezes, diretor da Hercules Motores Elétricos (empresa especializada em motores para diversos segmentos, como construção civil, alimentício, agrícola, industrial, entre outros).

Segundo ele, diversas empresas de automação industrial dão preferência a motores com flexibilidade e facilidade de alteração da forma construtiva: “Por isso, na Hercules, fabricamos motores que têm essa multimontagem, oferecendo a possibilidade da caixa de ligação girar de 90 em 90 graus, tendo pés removíveis e linha completa de flanges padrões C-Din – FC – FF. Com peças de reposições disponíveis para compra, tendo a vantagem de serem fabricados em uma empresa 100% nacional, que fornece 24 meses de garantia”.

Além disso, Drauzio Menezes destaca que toda a linha trifásica está dentro do IR3 — índice de rendimento mínimo exigido pelo Brasil, o que gera economia de energia, tendo ainda outros diferenciais: “Como os pés removíveis, carcaça de alumínio — que são resistentes a ambientes corrosivos e salinos —, rolamentos de primeira linha, classe de isolamento F 155 graus, bobinados em fio de cobre e fator de serviço até 1,25”.

Para maior durabilidade dos motores utilizados nos equipamentos para automação industrial, ele explica que são necessários alguns cuidados: “Na manutenção preventiva no equipamento e também nos motores aplicados, devem estar previstas a troca de rolamentos e a avaliação da temperatura ambiente, em que o equipamento será instalado. Lembrando que a ventilação do motor nunca deve ser obstruída, pois poderá causar danos em seu funcionamento e também ao equipamento. Para atender à demanda nesta área de manutenção, a Hercules conta com mais de 500 postos autorizados”, finaliza.

Cinco passos para uma empresa ficar pronta para a LGPD

A nova Lei Geral de Proteção de Dados, que deveria entrar em vigor nesse mês de agosto, em função da Pandemia, foi transferida para maio de 2021. Com isso, as empresas ganham mais tempo para definir as estratégias, implementar os processos necessários e superar os desafios.

“Segundo o Índice LGPD ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software), cerca 60% das empresas brasileiras não estão prontas para a LGPD. Dado o tamanho do país, há uma grande necessidade de ação em relação a dados uniformes. As empresas devem aproveitar a oportunidade de implementar a LGPD o mais rápido possível, com a ajuda de sistemas digitalizados, o que pode lhes proporcionar uma importante vantagem competitiva, inclusive para manter negócios com empresas da União Europeia, onde já foi implementada a GDPR”, Jens Bothe, especialista em segurança do Grupo OTRS.

E como fornecedor líder de soluções para gerenciamento de processos e comunicações e especialista em ambientes de segurança, o OTRS Group fornece cinco recomendações para ajudar as empresas a se adequar as normas:

1- Comece pequeno

A maioria das grandes empresas possui processos já definidos e as chamadas equipes de defesa cibernética em uso. No entanto, muitas pequenas e médias empresas ainda precisam elaborar suas estratégias. Para isso, é aconselhável começar “pequeno”: criar um Gabinete de Comunicação de Incidentes de Segurança é útil e é fundamental dedicar uma pessoa ou equipe de contato responsável por eventos relacionados à segurança. Isso pode criar documentação centralizada que mantém todos cientes do que está acontecendo.

2- Consulte especialistas experientes

As empresas nem sempre têm tempo para verificar todos os regulamentos para determinar se são relevantes para seus negócios. Portanto, não hesite em consultar especialistas externos experientes com perguntas sobre diretrizes e padrões aceitos.

3- Defina claramente os processos de segurança de TI

É importante que todas as empresas estabeleçam processos e responsabilidades claros para lidar com eventos relacionados à segurança. As seguintes perguntas devem estar entre as consideradas:

• Como você define um incidente de segurança?

• Quando exatamente um incidente precisa ser relatado?

• Quais dados ou processos devem ser protegidos?

• Qual é o impacto potencial do incidente?

• Quem deve ou pode ser informado de um incidente?

• Em que ordem e em que prazo a comunicação deve ocorrer?

4- Crie processos digitais centralizados

Para documentar os eventos de segurança e as etapas correspondentes tomadas para mitigar a situação de maneira segura, estão disponíveis sistemas como o STORM da OTRS AG. Eles agem como a espinha dorsal técnica dos processos de segurança de TI, suportam a comunicação relacionada a incidentes e armazenam a documentação em caso de auditorias posteriores. Eles possibilitam definir processos específicos para cenários de ameaças, conceder aos usuários acesso baseado em função e habilitar a comunicação criptografada entre usuários claramente autenticados, para que os ataques sejam tratados rapidamente e a documentação adequada seja capturada.

5- Enxergue a segurança de TI como um processo contínuo

Uma vez estabelecidos, os processos de segurança de TI se tornam uma parte cotidiana de suas atividades de negócios. No entanto, deve-se considerar que os regulamentos, processos e requisitos podem mudar repetidamente. É por isso que as empresas devem se manter atualizadas. Se você deseja desenvolver seu know-how de segurança e desenvolver uma equipe de segurança de TI em sua organização, deve se conectar com outros agentes de segurança e ficar a par das mudanças no setor.

“Nem todas as empresas estão preparadas para isso”, diz Luciano Alves de Oliveira, Diretor Geral da OTRS Brasil. “O Covid-19, por exemplo, foi o tema mais explorado para ataques cibernéticos durante o primeiro semestre de 2020, que atingiram organizações em todos os setores de atividade, incluindo governos, indústria, saúde, prestadores de serviços, infraestruturas críticas e consumidores. Na América Latina, durante o primeiro trimestre, foram registradas mais de 9,7 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, sendo 1,6 bilhão somente no Brasil. O número coincide com o aumento exponencial de profissionais que adotaram o home office nos últimos meses. A LGPD responde a isso e exige relatórios oportunos de incidentes de segurança. É por isso que é essencial que as empresas registrem os incidentes de TI e documentando-os legalmente”, complementa Oliveira.

Com retomada gradual, Abrasce aponta ânimo do setor para vendas no período do Dia dos Pais

Levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) aponta uma perspectiva positiva do setor para o Dia dos Pais. Com a proximidade da data comemorativa e a ampliação da operação dos empreendimentos em diversos Estados, a entidade espera um aumento de 9% nas vendas, em relação as semanas anteriores, e um ticket médio de R$ 100,00.

Segundo o presidente da associação, Glauco Humai, a pesquisa mostra que, apesar de não ser ainda o cenário ideal, os shoppings estão conseguindo se movimentar. “Nenhum shopping ou lojista tem a expectativa de recuperar ou mesmo superar o desempenho de vendas de 2019. Se compararmos o período de vendas para o Dia dos Pais ano a ano, a queda deve ser na média de 30%. Mas olhando o cenário atual, em que novos parâmetros tiveram que ser estabelecidos, comparamos a evolução das vendas semana a semana, desde a data de reabertura dos empreendimentos, e já observamos uma desaceleração na queda. A expectativa dos shoppings é que este movimento seja intensificado com o Dia dos Pais” , declara.

O ânimo para o período está diretamente ligado à retomada da confiança do consumidor e aos protocolos de segurança elaborados pela Abrasce. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 7,7 pontos em julho, ficando em 78,8 pontos. Em médias móveis trimestrais, houve alta de 6,9 pontos após uma sequência de cinco quedas. “Temos trabalhado fortemente a relação com os consumidores. A recuperação da confiança do consumidor aliada à segurança estabelecida com os protocolos de saúde que foram implementados nos empreendimentos são fatores fundamentais para a recuperação gradual dos shopping centers. De forma proativa, o setor elaborou, em parceria com a área de consultoria do Sírio-Libanês e da Rede Mater Dei, um protocolo rígido para retomar as atividades, equilibrando, assim, saúde e economia”, esclarece Humai.

As operações ganharam novos canais de venda e contato com o público. Os shoppings passaram a ter sistema de Delivery, Drive-thru e aceleraram os investimentos nos canais digitais, como marketplace. Esse movimento permanece para data, mesmo considerando a reabertura de 498 shoppings no País (86% do total), em 188 municípios*, sendo o delivery o canal mais utilizado para a venda em 87% dos empreendimentos.

Entre as categorias de presente, telefonia, eletroeletrônicos e artigos esportivos apareceram em destaque, junto com vestuário e calçados.

A10 e CLM lançam laboratório IoT/5G

A A10 Networks, empresa americana especializada em segurança para redes LAN/WAN, Cloud, Edge-Cloud liderada no Brasil pelo seu country manager, Ivan Marzariolli, e a CLM, distribuidora latino-americana dedicada à segurança da informação e infraestrutura para data centers, lançam o Laboratório de Cibesegurança para IoT/5G. O objetivo da inciativa é dar apoio técnico e educacional aos canais e a seus clientes em todo o país para prepará-los para os desafios de segurança da era do 5G e do IoT generalizado.

As empresas explicam que o 5G acelera dramaticamente a velocidade, a capacidade e a inteligência das redes, o que deve gerar aumento exponencial das aplicações de IoT e, com elas dos ciberataques. Além disso, a conectividade inteligente e mais largura de bandas resultam em mais e mais dispositivos IoT conectados, mais e mais dados para serem coletados, analisados e armazenados.
Para o fundador da CLM, Francisco Camargo, a contrapartida desse crescimento exponencial da Internet das Coisas é o tremendo desafio que cria para as áreas de segurança da informação das organizações, em função da complexidade das redes e da vulnerabilidade de uma série de dispositivos IoT. “A emergência das Nuvens Híbridas, com tratamento local na borda, passa a dominar o cenário, pois dispositivos IoT como veículos autônomos não podem esperar a latência decorrente de tudo na Nuvem,” salienta, informando ainda que é necessário capacitar os profissionais para essa nova realidade. “O Laboratório de Cibersegurança para IoT/5G nasce com esta finalidade,” comenta Camargo.

As empresas alertam que com o crescimento do uso das duas tecnologias, as implicações de segurança são significativas e terão grande impacto tanto na aplicação como nas políticas de segurança porque agora, em grande parte, os ataques da IoT podem ser iniciados por dispositivos infectados, externa e internamente. Além disso, esses ataques podem ter uma variedade maior de recursos do que as ameaças tradicionais.

E não se trata apenas do aumento do número de dispositivos, que alarga enormemente a superfície de intrusão, mas devem ser considerados os requisitos de desempenho exclusivos da IoT e a composição de perfis. Serão necessárias diversas políticas para gerenciar dispositivos de IoT de uma perspectiva de visibilidade de segurança, o que significa que será necessário um novo nível de visibilidade para adequar o desempenho e o acesso aos requisitos de segurança, já que os dispositivos IoT certamente serão direcionados por maus atores para iniciar vários tipos de ataques (por exemplo, DDoS).

Para fazer frente ao enorme desafio, que requer uma estratégia de segurança programável e sensível ao aplicativo, escalável para gerenciar um grande número de conexões simultâneas e conexões por segundo com proteção contra ataques de espectro total, o Laboratório de Cibersegurança para IoT/5G, criado pela CLM e pela A10, vai capacitar os colaboradores das revendas, para que elas possam conduzir projetos de proteção nesse novo mundo da IoT e do 5G.

O Laboratório é parte da CLM University www.CLM.University. “Essa iniciativa visa equipar a CLM University com cada vez mais recursos para o treinamento do seu ecossistema para a era da transformação acelerada,” finaliza Francisco Camargo.

InovAtiva Brasil bate recorde em número de aceleradas

O InovAtiva Brasil , maior programa de aceleração de startups da América Latina, chegou ao seu 11º ciclo com um recorde no número de aceleradas em uma única edição. Ao todo, 128 empresas concluíram todas as atividades obrigatórias e puderam apresentar seus negócios para a maior banca de investidores do país.

Esta marca só pôde ser conquistada em virtude da realização totalmente online, por conta da pandemia da COVID-19, que atinge o mundo, conseguindo envolver participantes de todos os cantos do Brasil, tornando o programa ainda mais inclusivo, diverso e abrangente.

Durante quatro meses, as startups participantes receberam capacitação gratuita por meio de mentorias individuais e coletivas, treinamentos e apresentações de pitchs (discurso para investidores) e palestras inspiradoras. Para concluir o processo de aceleração, tiveram a oportunidade de participar do InovAtiva Experience, evento que ocorreu nos dias 18, 25, 26 e 27 de julho e contou com mais de 460 participantes, o que engloba 213 mentores e investidores, mais de 40 membros da comunidade InovAtiva, 174 empreendedores e mais de 60 conteudistas.

“No InovAtiva Experience, os empreendedores passaram por várias mentorias temáticas sobre vendas, marketing, como captar recursos e tudo aquilo que precisam para trilhar um caminho de muito sucesso dentro do ecossistema de startups. A viagem do empreendedorismo é difícil, mas também fascinante para aqueles que a percorrem. Mas no InovAtiva Brasil, eles contam com a maior comunidade de mentores do Brasil que se dedicam de forma voluntária a essa causa tão transformadora, investidores que apostam em cada história e parceiros que confiam nesse programa que vem crescendo em importância e número nos últimos anos”, afirma Carlos Da Costa, Secretário Especial da Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

Nesta edição, também foram realizadas 10 atividades abertas com mais de 1,8 mil visualizações, entre elas apresentações de grandes nomes do mercado, como Ariel Patschiki, Partner & Product Director do EBANX, novo unicórnio brasileiro, José Muritiba, Diretor Executivo da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) e Rafael Ribeiro, Head de Operação da Bossa Nova Investimentos, fundo mais ativo na América Latina.

“A cada ciclo de aceleração do InovAtiva nunca deixamos de nos impressionar com o nível das startups, com a qualidade de suas soluções e com o crescimento do negócio durante os meses em que estão com a gente. Ter empreendedores tão qualificados e comprometidos é importantíssimo para que todo o apoio e mentoria que eles recebem tenham o máximo de aproveitamento”, destaca o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Ao final do InovAtiva Experience, 14 empresas foram escolhidas como destaque por sua solução inovadora e pitch sublime:

• Banca 1: Agronegócios – PecSmart, que tem a missão de tornar a produção animal mais inteligente a partir da pecuária de precisão;

• Banca 2: Saúde e Educação – Gomining, fornece análise e avaliação de textos de forma automatizada e personalizada;

• Banca 3: Jurídico & Financeiro – Bitfy, primeira carteira de bitcoin multiuso e não custodial;

• Banca 4: Automotivo & Mobilidade – Prakaranga, marketplace com formato inverso do padrão de mercado para busca e negociação de peças novas e usadas para carro, moto ou caminhão;

• Banca 5: Indústria Química, Metais & Combustíveis – Tractian, startup que utiliza as tecnologias de maior destaque na atualidade para analisar a saúde de máquinas e equipamentos e prever qualquer defeito;

• Banca 6: Recursos Humanos – Dialog, plataforma para comunicação interna em médias e grandes empresas em formato de intranet 4.0, mobile e participativa;

• Banca 7: Indústria Tecnologia da Informação & Comunicação – Checklist Fácil, promove eficiência operacional para os clientes por meio de um software de criação e aplicação de checklists e planos de ação, que facilita o gerenciamento e a padronização de processos;

• Banca 8: Entretenimento & Serviços – MultiplierApp, dá voz às causas sociais conectando redes sociais de pessoas e instituições de forma simultânea, orgânica e proativa, promovendo o crescimento humano;

• Banca 9: Logística & Serviços – NexAtlas, entrega informações rápidas que ajudam a planejar até mesmo os voos mais complexos e de última hora;

• Banca 10: E-commerce & Marketing – HubLocal, plataforma que transforma empresas em verdadeiras máquinas de atrair clientes fazendo com que elas sejam encontradas em mais de 50 interfaces;

• Banca 11: Infraestrutura, Construção Civil & Mercado Imobiliário – Obrafit, sistema web de gerenciamento de obras para arquitetos, engenheiros, gerenciadores e construtores, com foco nos proprietários;

• Banca 12: Saúde – Carefy, plataforma de gestão e monitoramento de internações que ajuda operadoras de saúde na tomada de decisão rápida, gerando eficiência e melhores desfechos;

• Banca 13: Jurídico & Financeiro – Akintec, aplicativo que reúne todas as informações financeiras necessárias para fazer saques e depósitos em qualquer lugar;

• Banca 14: Varejo, Comércio Físico & Bens de Consumo – Colher de Chá, aplicativo que faz listas de compras a partir de receitas, oferecendo economia, praticidade e redução de desperdício de alimentos.

Maior premiação de inovação digital prorroga inscrições

O World Summit Awards (WSA), maior premiação em conteúdo digital do mundo, abriu inscrições para edição de 202 0 e prorrogou até 10 de agosto! O prêmio anualmente seleciona, promove e divulga os projetos mais inovadores, criativos, inclusivos e com maior impacto social, bem como que oferecem soluções para as Metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Nos 17 anos de existência do WSA, já foram premiados quase 700 projetos, vindos do mundo todo.

No Brasil, o evento é realizado pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, em parceria com o Digitalks Expo. Ele conta com 8 categorias internacionais e uma categoria especial local, que premia o melhor projeto em termos de Acessibilidade.

As inscrições podem ser feitas até 10 de agosto de 2020, acessando o site http://www.premiowsa.com.br. Os vencedores da etapa brasileira serão conhecidos em evento virtual que acontecerá no dia 27 de agosto de 2020 no Digitalks Expo 2020. Esses projetos serão encaminhados para a etapa global do WSA.

Para participar do evento virtual todos deverão fazer suas inscrições gratuitamente no link: http://digitalks.com.br/expo/.
Nos anos ímpares, seleciona-se o melhor conteúdo digital de forma ampla. Nos anos pares, a premiação tem como foco conteúdo e aplicativos para celulares e dispositivos móveis.

Confira as oito categorias:

1. Government & Citizen Engagement

• Integrar os cidadãos na administração pública e aumentar o envolvimento.
• Fornecer soluções ricas em conteúdo e conectar os indivíduos, empresas e organizações.
• Permitir acesso de informações, dados e procedimentos e tornar os serviços públicos acessíveis a todos.
• Melhorar e aprimorar significativamente a profundidade dos serviços, a qualidade e os processos democráticos.
• Aumentar a transparência nos processos governamentais e facilitar a participação dos cidadãos e usuários de serviços públicos.
• Simplificar as administrações e promover a eficiência da troca de informações.
• Garantir direitos iguais aos recursos econômicos, acesso a serviços básicos, propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade, herança, recursos naturais, novas tecnologias e serviços financeiros adequados, incluindo microfinanças.

2. Health & Wellbeing

• Atender às necessidades de saúde de cidadãos e pacientes com aplicativos de conteúdo inovadores.
• Reduzir a taxa de mortalidade materna e mortes evitáveis de recém-nascidos e crianças.
• Prevenção e redução de epidemias como Covid-19, AIDS, tuberculose, malária, hepatite ou abuso de substâncias.
• Suporte aos profissionais de saúde, bem como ao público em geral, formuladores de políticas e provedores de saúde, com fácil acesso a dados e ferramentas de comunicação e diagnóstico com soluções e conteúdos técnicos.
• Apoio à pesquisa e desenvolvimento de vacinas e medicamentos, financiamento e recrutamento em saúde, desenvolvimento, treinamento e retenção da força de trabalho em saúde.
• Permitir informações sobre assistência médica, nutrição, medicamentos, doenças e bem-estar através de soluções inteligentes.
• Soluções para aprender sobre saúde e bem-estar, melhorando e aprimorando comportamentos saudáveis, nutrição, higiene, esportes.
• Soluções ricas em conteúdo para aproveitar e facilitar o acesso a esportes, música, entretenimento, estilo e moda.
• Utilizando TICs para hobbies, atividades de lazer e esportes.

3. Learning & Education

• Fornecer soluções inteligentes para acesso fácil à educação para todos.
• Atender às necessidades de aprendizagem de todos os níveis de aluno e criar comunidades interativas de e-learning e recursos educacionais interativos, personalizados e distribuídos on-line.
• Apoiar a transferência de conhecimentos e o ganho de habilidades de maneira complexa e interativa.
• Ajudar os professores a aprimorar e simplificar o ensino e a criação de materiais e encontrar novos métodos e soluções inovadoras de ensino usando as TIC.
• Aprimorar o treinamento corporativo e o aprendizado ao longo da vida.
• Promover a colaboração global em ciência, para fornecer e demonstrar resultados e valor para a sociedade.
• Eliminar as disparidades de gênero na educação e garantir acesso igual a todos os níveis de educação e formação profissional, incluindo pessoas com deficiência, povos indígenas e crianças em situações vulneráveis.
• Fornecer ferramentas educacionais sensíveis à criança, à deficiência e ao gênero, e ambientes de aprendizagem seguros, não violentos, inclusivos e eficazes.

4. Environment & Green Energy

• Apoiar a manutenção de ecossistemas, sistemas sustentáveis de produção de alimentos e práticas agrícolas resilientes que aumentam a produtividade e a produção.
• Adaptação às mudanças climáticas, condições climáticas extremas, secas, inundações e outros desastres.
• Utilização de recursos genéticos e conhecimento tradicional associado para agricultura sustentável.
• Facilitação do acesso oportuno às informações do mercado, inclusive sobre reservas de alimentos.
• Apoiar métodos via TIC para melhorar progressivamente a qualidade da terra e do solo.
• Aumentar a produtividade agrícola e apoiar os pequenos produtores de alimentos.
• Eficiência no uso da água em todos os setores e gestão de recursos hídricos em todos os níveis.
• Apoiar e fortalecer a participação em água e saneamento, incluindo coleta, dessalinização, eficiência da água, tratamento de águas residuais, tecnologias de reciclagem e reutilização.
• Aprimorar o acesso à pesquisa e tecnologia de energia limpa, incluindo energia renovável, eficiência energética e tecnologia avançada e mais limpa de combustíveis fósseis.

5. Culture & Tourism

• Preservar e apresentar o patrimônio cultural de acordo com os desafios do futuro.
• Demonstrar ativos culturais valiosos de maneira clara e informativa, usando tecnologia de ponta.
• Desenvolver a diversidade de culturas e subculturas e a natureza multilíngue das sociedades.
• Permitir que os viajantes encontrem atrações, sejam informados e esclarecidos, desfrutem de viagens seguras e tenham acesso a informações atualizadas sobre viagens.
• Aprimorar o uso intermodal de transporte público, apoiando a orientação nas cidades e no campo, permitindo que a indústria hoteleira atenda aos clientes e forneça conteúdo baseado em navegação.
• Promover o turismo sustentável que crie empregos e promova a cultura e os produtos locais.
• Salvaguarda e transmissão do patrimônio cultural.
• Promover a diversidade cultural.

6. Smart Settlements & Urbanization

• Apoiar níveis mais altos de produtividade econômica por meio da diversificação, atualização tecnológica e inovação.
• Apoiar emprego produtivo e trabalho decente para todas as mulheres e homens, inclusive para jovens e pessoas com deficiência, e remuneração igual por trabalho de igual valor.
• Oferecer infraestrutura regional e transfronteiriça, para apoiar o desenvolvimento econômico e o bem-estar humano.
• Aprimorar sistemas de transporte seguros, acessíveis e sustentáveis.
• Implantar planejamento e gestão inclusivos, sustentáveis e integrados de assentamentos humanos.
• Soluções para espaços verdes, públicos, seguros, inclusivos e acessíveis.
• Apoiar vínculos econômicos, sociais e ambientais positivos entre áreas urbanas e rurais.
• Soluções para assistência financeira e técnica, edifícios sustentáveis e inteligentes.
• Aumentar substancialmente o número de cidades e assentamentos humanos adotando e implementando políticas e planos integrados para inclusão e eficiência de recursos.
• Apoiar a adaptação às mudanças climáticas, resiliência a desastres e/ou gerenciamento de riscos.
• Informações do consumidor e/ou acesso inteligente a dados em todos os níveis.

7. Business & Commerce

• Suporte e otimização de processos de negócios.
• Soluções Fintech com impacto social.
• Criar novos modelos de negócios em e-commerce e m-commerce.
• Soluções que demonstram um desenvolvimento de inovação incremental ou radical/disruptivo.
• Aplicativos, processos, produtos ou modelos de negócios no setor de serviços financeiros.
• Soluções com relação aos processos de negócios suportados, como informações financeiras, pagamentos, investimentos, financiamento, consultoria e suporte entre processos.
• Soluções para o setor de seguros (“InsurTech”), como varejo, bancos privados e corporativos, bem como seguros de vida e não-vida.
• Soluções business-to-business (B2B), business-to-consumer (B2C) ou consumidor-consumidor (C2C), segurança na internet e outras áreas.
• Serviços complementares, como sistemas de gerenciamento de finanças pessoais, ou soluções competitivas, como, por exemplo, empréstimos ponto a ponto.
• Fornecer segurança de dados para proteger dados financeiros corporativos e de consumidores.

8. Inclusion & Empowerment

• Apoiar a integração da sociedade da informação global, capacitar a inclusão social, econômica e política de todos, independentemente de idade, sexo, deficiência, raça, etnia, origem, religião ou status econômico etc.
• Capacitar cidadãos e partes interessadas em serviços públicos.
• Reduzir as “divisões digitais” entre comunidades capacitadas e excluídas da tecnologia.
• Garantir a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades, eliminando leis, políticas e práticas discriminatórias na legislação, políticas e ações a esse respeito.
• Aumentar a resiliência a eventos extremos relacionados ao clima e outros choques e desastres econômicos, sociais e ambientais.
• Apoiar a mobilização de recursos de várias fontes.
• Garantir o acesso de todos a alimentos, educação, informação, dados etc.
• Reforçar a capacidade, em particular os países em desenvolvimento, de alerta precoce, redução de riscos, principalmente à saúde.
• Reduzir a discriminação contra todas as mulheres e meninas e impedir as formas de violência nas esferas pública e privada.
• Aprimorar o uso da tecnologia capacitadora, em particular a tecnologia da informação e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres.

Adriana Aroulho é a nova presidente da SAP Brasil

A SAP Brasil será comandada a partir de 1º de agosto de 2020 por Adriana Aroulho, liderando uma operação que conta com mais de 1.200 funcionários e escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro. A executiva, que continuará na função de COO (Chief Operating Officer) da SAP Brasil até o anúncio de um substituto, se reportará diretamente à Cristina Palmaka, nova presidente da SAP na América Latina e Caribe.

Adriana está na SAP Brasil desde 2017, quando entrou para liderar a Plataforma Digital Empresarial no Brasil. Como vice-presidente da área, a executiva posicionou a organização em um patamar mais elevado, com projetos relevantes e estratégicos na área de licenças e forte crescimento em cloud. Em janeiro de 2019, assumiu a posição de COO com o desafio de trazer crescimento sustentável e garantir a satisfação dos clientes. Seus esforços foram fundamentais para elevar o Brasil a “Unidade de Negócios de 2019” na região da América Latina, que por sua vez foi a Região do Ano em toda a SAP. Antes de ingressar na companhia, Adriana esteve por 22 anos na HP, onde ocupou diversos cargos de liderança.

“É com muito orgulho que aceito o desafio de liderar a SAP Brasil e contribuir de forma ainda mais ampla para o crescimento contínuo da empresa”, afirma Adriana Aroulho. “Estou feliz em começar uma nova fase da carreira em uma empresa em plena expansão, com o desafio de ampliar ainda mais o alcance das soluções SAP, ajudando clientes dos mais diversos setores a consolidar e acelerar a transformação digital de seus negócios, tornando-se Empresas Inteligentes neste cenário de constantes mudanças sociais e econômicas”, conclui.

“A região da América Latina e Caribe conta com líderes fortes e perspicazes, e a nomeação da Adriana é um passo importante para a consolidação desse time. Sua dedicação, conhecimento de mercado e foco em pessoas são atributos que farão a diferença em sua trajetória na presidência da operação brasileira”, afirma Cristina Palmaka.

Adriana é formada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e possui especialização em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, além de MBA em Gestão de Tecnologia da Informação pela FIA (Fundação Instituto de Administração – USP).

O futuro não só a nós pertence

Por Fernando Valente Pimentel

O novo relatório sobre a pandemia elaborado pela Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), intitulado “Enfrentar os efeitos cada vez maiores da Covid-19 para uma retomada com igualdade”, contém números e projeções desafiadores. A previsão de queda do Produto Interno Bruto regional em 2020 é de 9,1%. Isso significará um retrocesso de 10 anos no PIB per capita, que voltará a ser igual ao de 2010.

Traduzindo a frieza estatística para a dura realidade social que ela retrata, o desemprego na região deverá fechar o ano em 13,5% (dois pontos percentuais acima da previsão anterior, de abril, e 5,4 em relação a 2019). Serão 44,1 milhões de latino-americanos e caribenhos sem trabalho e renda, o equivalente a toda a população da Argentina. Trata-se de 18 milhões a mais do que no ano anterior. É quase uma Grande São Paulo inteira sendo empurrada para a exclusão pelo coronavírus. No Brasil, o recuo do PIB per capita será de 9,2%, com mais de 13 milhões de desempregados.

O novo relatório da Cepal, entidade integrante da ONU, é oportuno neste momento em que o multilateralismo tem sido bastante contestado, com várias nações devendo para organismos e programas da ONU e confrontando instituições como a Unesco, na área da educação e cultura, e a própria Organização Mundial da Saúde (OMS). Em contraste com essas ameaças de dispersão, o cenário da América Latina e Caribe demonstra não ser possível uma solução hermética no contexto de cada país, pois as fronteiras, incapazes de conter o vírus, também não são imunes à fome, à miséria e à luta pela sobrevivência.

Por isso, mais do que criticar, inadimplir e desertar da ONU, seria interessante reinventá-la ante a demanda de um mundo mais solidário e empresas mais comprometidas com o desenvolvimento sustentável nos planos econômico, social, ambiental e de governança. A entidade completa 75 anos em 2020. Foi criada, em outubro de 1945, sobre os escombros da Segunda Guerra, com o propósito de estabelecer a cooperação entre os povos para reconstruir um planeta arrasado por 60 milhões de mortos, numa nova proposta de paz e solidariedade. Muitos dos objetivos foram alcançados, embora persistam numerosos problemas.

Agora, novamente a humanidade precisa conjugar o verbo “reconstruir”, pois a pandemia é a maior crise enfrentada desde aquele horrível conflito. Seria muita pretensão acreditar que cada país possa sair sozinho da difícil situação. Será necessário compartilhar vacinas, remédios, alimentos, tecnologia, bens industriais, commodities agrícolas e energéticas, recursos humanos qualificados e até créditos de carbono, se quisermos, de fato, delinear o futuro com base nas lições aprendidas no duro enfrentamento da Covid-19. Isso significa promover desenvolvimento mais focado na qualidade da vida, redução das desigualdades, inclusão socioeconômica e preservação ambiental.

Por mais que o coronavírus tenha alertado sobre a necessidade de as nações serem menos dependentes do exterior em cada cadeia produtiva, também enfatizou que a cooperação é um caminho essencial para a humanidade. É nesse contexto que o Brasil empenha-se em ingressar na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que congrega, em paralelo ao sistema da ONU, os países mais desenvolvidos.

Tornar-se membro do “clube dos ricos” pode ser um passo importante, mas precisamos solucionar problemas históricos, começando pelo equilíbrio das contas públicas, necessário para viabilizar mais investimentos em educação, saúde, segurança, criação e distribuição de renda por meio da geração de empregos. Não basta ser signatário da OCDE. Precisamos trabalhar para nos aproximar, de modo cada mais rápido, dos seus indicadores socioeconômicos e atender à demanda escancarada pelo vírus. E podemos fazer isso com políticas públicas internas eficazes, realização de todas as reformas basilares há muito reclamadas e, ao mesmo tempo, sendo protagonistas do multilateralismo. Para isto, afinal, temos substantivo cacife como produtores de alimentos, biocombustíveis e commodities agrícolas, indústria bem estruturada, capital intelectual de alto nível e recursos naturais abundantes.

O Brasil, como todos os países, não conseguirá reconstruir isoladamente o amanhã pós-coronavírus. Entretanto, tem potencial e o dever de solucionar seus históricos problemas e exercer liderança, principalmente na América Latina, bem como forte influência no cenário de um mundo que se espera mais solidário, comprometido com o social, o bem-estar do ser humano e a preservação dos recursos naturais. Depende de nós e da sociedade global edificar esse futuro redefinido pelas lições que estamos aprendendo na pandemia!

Fernando Valente Pimentel, o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

“Go Ignite” lança chamada global para startups focada em casos de uso do 5G

Após o sucesso das chamadas globais anteriores, a Go Ignite, uma aliança de quatro empresas de telecomunicações líderes no mundo, lança a chamada “Go Ignite: 5G Open Call for startups” (Chamada Aberta 5G para startups). O público-alvo é formado por startups ou empresas apoiadas por capital de risco que desenvolvam produtos ou serviços 5G destinados a consumidores ou ao setor empresarial.

A Go Ignite é composta por hubraum, Orange Fab, Singtel Innov8 e Connected Open Innovation, que são as áreas de inovação aberta das empresas Deutsche Telekom, Orange, Singtel e Telefónica, respectivamente.

Os participantes interessados podem enviar suas propostas até 7 de setembro de 2020 em www.go-ignite.com. Elas serão avaliadas pelos membros da aliança quanto ao grau de inovação tecnológica, viabilidade, rapidez de execução e maturidade de cada projeto. As startups selecionadas terão a oportunidade de apresentar suas propostas aos principais diretores das companhias que formam a Go Ignite, em um workshop on-line que será realizado de 21 a 23 de setembro de 2020. O evento pretende ajudar as startups selecionadas a validar suas propostas com a participação das unidades de negócios dos membros da aliança. Posteriormente, as soluções poderão ser aprimoradas e ajustar suas estratégias para alinhar melhor suas inovações aos requisitos do mercado.

As startups que concluírem com sucesso o workshop on-line estarão melhor posicionadas para lançar seus produtos ou serviços 5G no mercado, pois os membros do Go Ignite totalizam mais de 1,2 bilhão clientes na África, Europa, América Latina, Oriente Médio, Sudeste da Ásia e Austrália.

Axel Menneking, responsável pela hubraum: “A incubadora de tecnologia da Deutsche Telekom já realizou programas 5G de sucesso com startups, a partir dos quais surgiram projetos interessantes. Esperamos novos e interessantes casos de uso, que demonstrem o potencial dessa tecnologia.”

Karine Dussert Sarthe, vice-presidente executiva de Marketing e Design de Produtos na Divisão de Inovação da Orange: “Queremos muito colaborar com startups para desenvolver novos casos de uso do 5G. Estamos convencidos de que o 5G poderá agregar valor acelerando a transformação digital em um mundo que enfrenta desafios econômicos e ecológicos sem precedentes. Acreditamos firmemente que alavancar um novo ecossistema 5G vai acelerar a criação de valor 5G para o benefício de todos.”

Edgar Hardless, diretor-geral da Singtel Innov8: “Esperamos ansiosamente a participação de startups que tenham ideias interessantes para aproveitar os benefícios do 5G. Através da chamada global da Go Ignite, queremos ajudar as startups a levar suas soluções inovadoras aos mercados da região do sudeste asiático, onde o Grupo Singtel está lançando o 5G. A inovação do ecossistema nos permitirá aproveitar o potencial do 5G como um divisor de águas para acelerar a transformação digital das empresas e fornecer ofertas inovadoras e diferenciadas aos consumidores.”

Miguel Arias, diretor global de empreendedorismo da Telefónica: “A Telefónica está comprometida com a tecnologia 5G, que abrirá nosso ecossistema de telecomunicações para uma ampla gama de indústrias do mercado vertical, em que, com produtos escaláveis e de impacto global, as startups poderão desenvolver provas de conceito de novos serviços, produtos, experiências e modelos de negócios no futuro.”

Para mais informações sobre a Go Ignite e inscrições, acesse o site.

IBM e SAP anunciam novas soluções para contribuir com a trajetória de clientes em direção à Empresa Inteligente

A SAP SE (NYSE: SAP) e a IBM (NYSE: IBM) anunciaram uma nova fase da parceria entre as duas companhias, com planos para desenvolver várias soluções voltadas a apoiar uma jornada mais previsível na direção de empresas inteligentes e orientadas por dados.

Mais de 400 empresas estão modernizando sistemas e processos de negócios contando com a parceria de transformação digital firmada entre IBM e SAP. Considerando os impactos significativos causados pela pandemia da COVID-19 sobre muitos setores em todo o mundo, as organizações estão percebendo que precisam de maior agilidade para se adaptarem perfeitamente às mudanças nas condições de mercado e nas demandas dos clientes.

“O futuro das organizações no curto e longo prazo está sendo definido pela capacidade de atuar proativamente diante das condições desafiadoras e sem precedentes do mercado atual”, afirma Adaire Fox-Martin, membro do Conselho Executivo da SAP. “As empresas estão ganhando vantagem competitiva ao explorar dados em suas cadeias de valor para descobrir novas oportunidades de receita e proporcionar experiências excepcionais para seus clientes e funcionários, contando com um tempo maturação (time to value) mais curto. A parceria entre SAP e IBM reúne o poder das melhores aplicações e tecnologias inteligentes para gerar valor mais rapidamente, o que, por sua vez, alimenta as transformações que darão suporte aos negócios hoje e no futuro.

A nova fase da parceria entre IBM e SAP tem como objetivo ajudar a acelerar o tempo de transformação dos negócios e dos processos de inovação por meio de soluções de dados específicas por setor, proporcionar maior flexibilidade e opções para executar cargas de trabalho em ambientes de nuvem híbrida.

“Para competir em um mundo em rápida evolução, as empresas precisam ser capazes de reconectar suas organizações para criar processos de negócios eficientes e automatizados – aplicando tecnologias avançadas para transformar processos estáticos e separados em silos em fluxos de trabalho inteligentes e ágeis”, explica Mark Foster, vice-presidente sênior da IBM Services. “As novas soluções apresentadas hoje são mais um marco na parceria de 48 anos entre IBM e SAP, pois vamos ajudar a acelerar a jornada de nossos clientes para que se tornem empresas cognitivas. Nossa colaboração com a SAP foi projetada para ajudar os clientes a aumentar a velocidade em que as decisões são tomadas e sejam capazes de oferecer experiências mais relevantes para clientes e funcionários.”

Essa nova cooperação entre IBM e SAP pretende fornecer soluções para gerar mais valor para os clientes:

Reinvenção dos fluxos de trabalho com processos inteligentes

Anunciada na semana passada, a nuvem da SAP específica por setor oferece soluções verticais inovadoras para impulsionar processos de transformação e crescimento sustentável de forma econômica. Para atender às demandas de inovação de cada setor, IBM e SAP começaram a definir e fornecer soluções na nuvem com fluxos de trabalho inteligentes para que os clientes possam tomar decisões de negócios com base em insights orientados por dados. A primeira solução se concentrará nos chamados processos de negócios de encomenda e planejamento da produção para o setor de máquinas e componentes industriais. A intenção é ajudar as indústrias a reinventar os fluxos de trabalho de modo a elevar a produtividade e os níveis de satisfação dos clientes. IBM e SAP se uniram às principais empresas desse segmento para projetar e desenvolver os próximos recursos. Como uma parceira SAP® Model Company, a IBM também está trabalhando em conjunto com a SAP para desenvolver uma SAP Model Company for Telecommunications que ajudará os provedores do setor de telecom a transformar processos de relacionamento com clientes e de back-office. A iniciativa também ajudará os provedores a maximizar o retorno dos investimentos em 5G.

Flexibilidade com soluções de nuvem híbrida

De acordo com uma recente pesquisa do Grupo de usuários SAP (ASUG), a maioria dos entrevistados afirmou estar usando ou planejando usar o SAP S/4HANA em um modelo de nuvem híbrida. As empresas continuam transformando rapidamente modelos de negócios e reconfigurando processos pra atender às novas demandas do mercado. Muitos estão adotando uma estratégia de nuvem híbrida como impulso para agregar inteligência aos negócios. Para que os clientes possam contar com a flexibilidade de executar cargas de trabalho no ambiente de nuvem mais ideal, a IBM, a Red Hat e a SAP estão trabalhando em conjunto para prestar serviços gerenciados localmente, validando implementações privadas da SAP Cloud Platform e serviços de suporte relacionados no Red Hat OpenShift. Alguns clientes já adotaram a solução e, quando estiver amplamente disponível, permitirá que outros clientes criem extensões com os requisitos de segurança necessários, um requisito crítico para clientes de setores regulamentados.

Reimaginando as experiências de clientes e funcionários

Com a ampla adoção da Internet, smartphones e mídias sociais, nunca foi tão fácil para clientes e funcionários compartilhar comentários sobre a qualidade das experiências que têm com empresas, produtos, gerentes ou serviços. O Global C-Suite Study da IBM revelou que 82% dos líderes de negócio acreditam firmemente que os dados ajudam a conquistar vantagens estratégicas, fortalecendo a confiança dos clientes e incrementando os resultados financeiros. Para ajudar as empresas a extrair maior valor dos dados, a IBM e a SAP planejam fornecer tecnologias e serviços usando o portfólio SAP Customer Experience e as soluções de gestão de experiências da SAP (Qualtrics) para que seja possível oferecer experiência multicanal de próxima geração, medir e elevar sua eficácia dentro de grupos de interesse. Esse trabalho conjunto tem como objetivo ajudar a elevar os níveis de fidelidade, de engajamento de clientes e funcionários e da qualidade de produtos e marcas em vários setores. A IBM pretende incorporar o uso das soluções de gestão de experiências da SAP na entrega de projetos, como parte da estrutura organizacional de gestão de mudanças da IBM, de forma a proporcionar experiências diferenciadas e otimizadas aos clientes.

Automação de processos para acelerar a transformação

A IBM e a SAP também estão trabalhando juntas para criar o IBM Accelerated Move Center, uma nova fábrica de migração projetada para automatizar e acelerar ainda mais a jornada em direção à Empresas Inteligente e oferecer aos clientes maior previsibilidade no caminho de adoção do SAP S/4HANA. Essa nova oferta terá uma abordagem de integração pré-empacotada que utiliza modelos pré-configurados e específicos por setor e aproveita as ferramentas de automação e configuração criadas em conjunto com o IBM Research.

Essas novas ofertas serão baseadas no pacote inteligente e em soluções de nuvem da SAP específicas por setor e permitirão que os clientes se beneficiem das tecnologias da SAP e da IBM, como inteligência artificial, aprendizagem de máquina, automação e análise. Essas ofertas serão construídas sobre uma nova plataforma da IBM que apresenta uma visão única das soluções da companhia – Industry Impact Solutions – que inclui soluções pré-configuradas e interopera com a Business Technology Platform da SAP, permitindo criar insights avançados, integrar recursos, desenvolver, ampliar e aprimorar aplicações da SAP. Essa combinação tem como objetivo garantir mais eficiência ao conjunto inteligente da SAP e permitir aos clientes migrar mais facilmente para a nuvem, transformar dados em valor para os negócios e utilizar tecnologias emergentes para promover fluxos de trabalho inteligentes.

Abertura comercial não é o mesmo que inserção nas cadeias globais

Por Alberto Machado Neto

Atualmente não tem sentido uma nação querer atuar autonomamente no mundo, minimizando seus relacionamentos comerciais com outros países por meio de barreiras protecionistas que acabam inibindo o desenvolvimento.

Por conta disso, as visões mais liberais defendem a abertura comercial ampla e irrestrita ao comércio internacional, como forma de desenvolver o país e inseri-lo nas chamadas cadeias globais de valor.

Entretanto, embora os objetivos desejados sejam válidos, os resultados de uma simples abertura comercial podem ser nefastos, haja vista que tal procedimento pode anular a oportunidade de uso de nossas potencialidades e promover a exacerbação de nossas deficiências como país.

Para que um produto qualquer seja lançado no mercado internacional existem vários aspectos que devem ser levados em conta, ponderados e, na medida do possível, adequados de modo a viabilizar sua entrada e aceitação. Isso vale nos dois sentidos da abertura comercial, tanto para exportação como para importação. Ao liberar a entrada de forma ampla, um país pode perder a oportunidade de possuir localmente toda uma cadeia de valor importante na geração de emprego e renda, além de comprometer seu poder de decisão.

Como exemplo, se tirarmos uma foto da situação atual do Brasil em termos de relacionamento comercial com outros países, o que vemos é uma pauta de importação composta majoritariamente por itens com alto valor agregado e uma pauta de exportação onde os maiores valores se encontram em produtos primários e em produtos semimanufaturados.

Uma abertura ampla, geral e irrestrita tende a aprofundar a situação atual, privilegiando ainda mais a saída de produtos primários e a entrada de produtos de alto valor agregado, reduzindo cada vez mais a oportunidade de agregar valor localmente.

Assim, fica patente que para obter a real inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, é necessário que haja atuação em diversas variáveis e não simplesmente na ponta da alfândega, como, por exemplo, por meio de reduções de impostos.

O Brasil possui, entre suas riquezas, um bem de que poucos países dispõem que é o seu mercado consumidor dos diversos níveis de produto: bens de capital, bens de consumo durável e bens de consumo em geral, além de serviços e, para adequar o processo de inserção no mercado internacional, o primeiro ponto seria o uso inteligente desse mercado interno.

O poder de compra da população de um país é um patrimônio do Estado e, esse “poder de compra” deve ser usado como moeda de troca.

Cabe acrescentar que o termo “abertura comercial” não é adequado, pois, de um modo geral, as pessoas associam a abertura comercial à facilitação das importações, fato que se baseia em práticas que não deram certo no passado e que permanecem vivas na memória até de quem não viveu àquela época: o importado é melhor ou o importado é mais barato.

Por esse motivo, o termo abertura deve ser substituído por algo como aperfeiçoamento do modelo de comércio internacional, de modo a promover a inclusão desde as matérias primas mais simples aos bens de capital mais sofisticados incluindo, de forma escalonada, os bens semimanufaturados, partes, peças, componentes, os bens de consumo, os bens de consumo duráveis e por fim aqueles itens de alto valor agregado e elevado conteúdo tecnológico.

Adicionalmente, quando se trata da inserção no mercado internacional, o pensamento tem que estar voltado para uma via de mão dupla, onde o potencial de compra de nosso mercado para os itens importados deve ser “oferecido” em troca de oportunidades de exportação dos itens aqui fabricados. Agindo assim, decisões unilaterais devem ser substituídas por acordos bilaterais ou multilaterais. A implantação deve ser gradual e planejada, com a adoção concomitante de ações que permitam explorar melhor os pontos fortes e reduzir ou suprimir os pontos fracos. Investimentos para produção no Brasil devem ser estimulados ou incluídos nas moedas de troca.

Para tanto, todos os fatores de produção e de comercialização devem ser ponderados e não apenas as condições comerciais momentâneas e ou possíveis compensações tarifárias. É necessário que sejam planejadas as necessárias salvaguardas para resguardar os interesses nacionais, assegurando o suprimento futuro e garantindo a autonomia de decisão, principalmente nos aspectos ligados à capacitação tecnológica, à engenharia, à capacidade fabril e a continuidade operacional dos processos envolvidos.

Cabe assim, identificar nichos para o estabelecimento de prioridades por meio da análise de uma matriz que considere potencial x criticidade x valor envolvido, para que as medidas possam ser dimensionadas e distribuídas no tempo para que sejam aplicadas e produzam os resultados esperados.

Concluindo, é importante ter em mente que, qualquer que seja a ação a ser adotada, toda a análise envolvida deve considerar a envoltória país, de modo a obter a melhor solução global para cada caso. Somente assim será possível obter a inserção do Brasil nas cadeias globais de valor como protagonista e não a participação como simples coadjuvante. A abertura sem critério pode ser o golpe de misericórdia no desenvolvimento tecnológico e industrial do Brasil.

Alberto Machado Neto, Professor e Coordenador Acadêmico da FGV e Diretor de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Petroquímica da ABIMAQ