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5 em cada 10 empresas possuem plano para a retomada do trabalho presencial

Uma pesquisa nacional encomendada pela VR Benefícios, empresa que é sinônimo de categoria em vale-alimentação e vale-refeição, mostra como a gestão dos trabalhadores foi alterada com a pandemia e como as companhias estão planejando a retomada aos escritórios.

Segundo o levantamento, 81% das empresas entrevistadas consideram muito importante a implementação de um plano de retorno dos funcionários, de forma presencial. Porém, apenas 54% confirmaram que este planejamento já foi feito em suas companhias. Entre as medidas de proteção que as empresas vão adotar estão:

● 83% – disponibilidade de álcool em gel
● 76% – entrega de máscaras para o funcionário
● 72% – desinfecção do ambiente de trabalho
● 67% – afastamento e suporte para o funcionário que teve contato com alguém que ficou doente
● 63% – treinamento sobre boas práticas no ambiente de trabalho

E entre as iniciativas que as empresas menos pretendem criar no retorno aos escritórios estão novos serviços de:

● 45% – transporte
● 42% – assistência médica/psicológica
● 42% – de alimentação
● 33% – realização de testes/exames em todo o quadro de funcionários

Com apoio do Google.org e BID Lab, JA Brasil inicia inscrições para curso gratuito de suporte em TI

A JA Brasil, uma das maiores organizações mundiais voltada para o empreendedorismo juvenil, abre inscrições para o programa Tech.Já. Realizada com o apoio do Google.org e do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), a iniciativa busca capacitar estudantes na área de Tecnologia da Informação (TI). Este ano, são aproximadamente 500 vagas distribuídas entre os estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Distrito Federal, Amazonas e Paraná. As inscrições estão abertas até o dia 23 de fevereiro e devem ser realizadas pelo link: https://bit.ly/TechJa

Com duração de cinco meses, com dedicação de cinco dias por semana, o programa será realizado de forma totalmente online e gratuita. A iniciativa é destinada para jovens de baixa renda, que estudam ou foram formados em escolas da rede pública. Além disso, o interessado não pode ter tido ou estar vinculado a algum emprego com registro na carteira (CLT) ou em qualquer curso profissionalizante.

“O Brasil vive uma carência gigantesca de profissionais da área de tecnologia. São milhares de vagas não preenchidas pela falta de pessoas capacitadas para a ocupação desses cargos. Temos como missão transformar o futuro destes jovens, preparando-os para o mercado de trabalho e despertando neles o interesse pela área”, comenta Bety Tichauer, diretora-superintendente da JA Brasil.

Entre o total de alunos, o programa busca alcançar 35% de mulheres e 30% de jovens na qual a família possui até um salário mínimo per capita. O programa ainda dará prioridade para pessoas negras e LGBTQIA+ no processo seletivo. Além disso, outra ação de inclusão que será realizada pelo programa é o empréstimo de computadores e instalação de internet para os alunos que não possuem estes recursos.

“Enxergamos neste projeto a oportunidade de juntarmos forças com o Google.org e com o BID Lab para um objetivo único, o de criar caminhos para milhares de jovens brasileiros, contribuindo com o desenvolvimento do país como um todo. E fazemos questão de abrir a porta para aqueles que, por razões socioeconômicas, têm mais dificuldade de ingressar no mercado de trabalho”, conclui Bety Tichauer.

Ao final do curso, os alunos receberão um certificado profissional de suporte em TI do Google e uma certificação da JA Brasil. Os jovens que concluem o certificado passam a integrar bancos de talentos de empresas parceiras, como Localiza, Rappi, Coca-Cola Brasil, Google, Magazine Luiza e Telhanorte, podendo ser chamados para entrevistas no caso da disponibilidade de vagas.

“A pandemia causou um impacto enorme na economia, afetando principalmente os pequenos negócios, as pessoas de classes sociais mais baixas e os jovens que ainda estão buscando entrar no mercado de trabalho. Queremos ajudar essas pessoas a obter qualificação de alto nível no setor de tecnologia e, assim, contribuir com a recuperação econômica do país”, diz Jimena Tomás, gerente de marketing do Google Brasil.

Pilotos

O Tech.Já foi lançado no início do último ano, em formato piloto e presencial. O curso atendeu mais de 70 alunos em São Paulo, Porto Alegre, Recife e Florianópolis. A pandemia, no entanto, exigiu uma adaptação do programa para o formato online. A iniciativa rendeu à JA Brasil o ‘Prêmio Super-Heróis do Desenvolvimento 2020’, entregue pelo BID, pelo esforço e criatividade da instituição para manter suas atividades mesmo com as dificuldades impostas pelo avanço da covid-19. Entre os alunos formados em dezembro de 2020, alguns já conseguiram colocação no mercado.

Para a nova edição do programa, a JA Brasil contratou a Numi Educação, visando uma remodelação do formato e dos conteúdos ministrados. A iniciativa tem como intuito propiciar aos alunos a melhor experiência de aprendizado no ambiente virtual. Para isso, a consultoria ouviu parte dos alunos que encerraram o curso em dezembro e também os professores, para compreender suas principais necessidades e ajustar o programa a suas rotinas.

Rede Brasil do Pacto Global nomeia presidente da SAP Brasil como sua mais nova ‘Liderança com Impacto’

Fortalecendo o compromisso da SAP Brasil com a sustentabilidade ampla (ambiental, social e de governança), a presidente da SAP Brasil, Adriana Aroulho, é a mais nova integrante do programa ‘Liderança com Impacto’, da Rede Brasil do Pacto Global, da ONU, que visa posicionar os CEOs como mobilizadores da sustentabilidade dentro de suas empresas, nas instituições empresariais nas quais participam, no relacionamento com sua cadeia de valor, com governos e com influenciadores em geral. A executiva assume o posto de porta-voz do ODS 10 (Redução das Desigualdades) da organização intergovernamental. 

Para Adriana Aroulho, presidente da SAP Brasil, uma cultura de inovação dentro de uma organização necessita de diversidade de pensamento. “As pessoas são o centro de qualquer negócio e um recurso indispensável. O ODS 10, de Redução das Desigualdades, é um tema que inspira a forma como eu trabalho a Diversidade, Equidade e Inclusão na empresa, sempre me envolvendo pessoalmente com as equipes e impulsionando essa pauta com todas as redes de colaboradores nos temas que envolvem mulheres, negros, a comunidade LGBTQIA+ e as pessoas com deficiência”. 

Tendo a pauta da sustentabilidade no centro da estratégia de seus negócios, a SAP conta com uma série de iniciativas sustentáveis e participação em projetos de responsabilidade corporativa, como o Equidade é Prioridade; (programa criado pela Rede Brasil do Pacto Global que visa elevar a quantidade de mulheres em cargos de alta liderança); o SDG Ambition (programa acelerador do United Nations Global Compact, da ONU, que visa a capacitação das empresas na gestão dos negócios com base nos ODS); o Circular Economy 100 (rede colaborativa de empresas, cidades e governos, universidades e líderes de empresas para acelerar a adoção de práticas e processos de economia circular); o Desafio SAP Leonardo Plastics (projeto de inovação colaborativo com o objetivo de fornecer soluções novas para enfrentar o desafio global da poluição por plástico por meio de uma abordagem de Design Thinking); o CEO Carbon Neutral Challenge (iniciativa que visa reduzir as emissões de carbono e implementar estratégia climática 360), o Climate 21 (programa de apoio aos clientes na busca de objetivos relacionados ao clima e redução de pegada de carbono), entre outros.   

“Integrar-me a este seleto grupo é uma enorme honra. As pautas ESG são uma prioridade estratégica global da SAP e são elas que norteiam nossos processos de inovação, que exige constantes formas de enfrentar os desafios de sustentabilidade e de diversidade. Como signatária do Pacto Global da ONU em mais de 60 países, a agenda 2030 vai ao encontro da abordagem global da SAP de reforçar as iniciativas para ajudar os clientes na transição para uma economia de baixa produção de carbono e alcançar suas metas climáticas. Este é o caminho que trilhamos na SAP”, afirma Adriana.  

SAP obtém as melhores classificações ESG de Corporate Knights e CDP 

Recentemente, a SAP obteve as melhores classificações ESG nos índices de dois relevantes institutos: a Corporate Knight e a CDP (Carbon Disclosure Project). 

  • Corporate Knight: a empresa canadense especializada em pesquisas financeiras, incluiu a SAP em seu relatório 2021 Global 100. O índice nomeia as cem corporações mais sustentáveis do mundo com base em seu desempenho ambiental, social e de governança (ESG). A SAP se destacou em sua estratégia de ‘nuvem verde’, que possibilita, cada vez mais, seus clientes a obterem serviços de TI sustentáveis. A análise levou em consideração 24 indicadores-chave de desempenho (KPIs) com foco na gestão de recursos, gestão de funcionários e financeira, receita limpa, investimento limpo e desempenho do fornecedor. 
  • CDP: O CDP, instituição de caridade internacional sem fins lucrativos que auxilia investidores, organizações, cidades, estados e regiões no gerenciamento de seu impacto ambiental, incluiu a SAP em sua avaliação anual de Mudanças Climáticas: a Lista A 2020. A empresa recebeu a classificação máxima por sua capacidade de apresentar uma conexão mensurável e profunda entre suas iniciativas de sustentabilidade em andamento e o impacto financeiro/ambiental, sendo reconhecida por seus esforços em lidar com as mudanças climáticas em curso no mundo. 

Centro de Excelência da Votorantim seleciona profissionais com salário de R﹩ 6 mil

Com inscrições abertas até 19 de fevereiro, talentos irão atuar em projetos de inovação e tecnologia. Processo seguirá 100% online

O Centro de Excelência da Votorantim está com inscrições abertas até o dia 19 de fevereiro para o Programa Jovens Talentos 2021. Ao todo são sete vagas para estudantes que concluíram ensino superior entre 2017 e 2020, (bacharel ou tecnólogo) e tenham vocação para trabalhar em projetos de tecnologia. As vagas são para atuação em Curitiba e São Paulo, nas áreas de Planejamento e Gestão, Data Analytics, Arquitetura e Soluções ou Gestão e Transformação de RH.

Os profissionais do Programa, que tem duração de um ano, receberão salário de R﹩ 6 mil, além de benefícios como assistência médica Bradesco Saúde e odontológica Bradesco Dental, Telemedicina, Previdência privada, seguro de vida, Vale Refeição ou Alimentação, Dress code flexível, reembolso creche, Flexibilidade de horário, Gympass, Convênios com Instituições de ensino e Ônibus fretado. Todo o processo seletivo será feito à distância e o trabalho, a princípio, será home office.

O programa ainda dispõe de uma trilha exclusiva de desenvolvimento focada na aceleração comportamental e técnica dos participantes. Os profissionais participarão de: Jobs específicos da área, possibilitando desenvolvimento técnico; Jornada de treinamentos para aprimoramento de soft skills e networking; Vivências pedagógicas com práticas que promovem a assimilação de conceitos e exercício de competências específicas; Mentoring para proporcionar a aculturação e o direcionamento a partir de experiências dos mentores; Encontros com RH com temas pré-definidos para acompanhamento do programa; Acompanhamento do gestor com reuniões periódicas para apoio no desenvolvimento do Programa; Conhecer os negócios com visitas programadas às empresas Votorantim para conhecer diferentes negócios e estimular o orgulho de pertencer.

As inscrições podem ser feitas até dia 19 de fevereiro e a previsão de início dos trabalhos é início de abril de 2021. Para mais informações e inscrições acesse o site https://jobs.kenoby.com/coejovenstalentos

Agrotools abre mais de 30 vagas

Na contramão do cenário socioeconômico do Brasil, o agronegócio vem mantendo crescimento contínuo mesmo durante o período de crise. A Agrotools, maior plataforma digital para o mercado corporativo agro, acompanha essa tendência e segue com desenvolvimento em ritmo acelerado. Em 2020 as vendas da empresa deram um salto de mais de 350% em relação ao ano anterior, e as expectativas para 2021 é de um crescimento ainda maior, na casa de dos três dígitos. Como resultado dessa movimentação, a Agrotools anuncia mais 30 vagas de diversos cargos e áreas de especialidade. Desde o início da quarentena e das medidas de isolamento social, a agtech já ampliou em 32% o quadro de colaboradores e com as novas contratações o time crescerá um total aproximado de mais de 60% desde o início do isolamento social.

A Agtech busca profissionais diversos, como desenvolvedores, programadores, executivo de vendas, de produtos e cientistas de dados, em cargos e níveis profissionais nos mais variados graus de conhecimento. “A Agrotools está sempre em busca de profissionais engajados, com visão de líder e que sejam apaixonados por tecnologia e inovação. Agora, mais do que nunca, contaremos com esses novos talentos para continuarmos crescendo exponencialmente. Queremos atrair pessoas que estejam dispostas a crescer junto com a Agrotools”, destaca Sergio Rocha, CEO da Agrotools.

Desde o início da pandemia, a empresa tem feito contratações sem fronteiras (pessoas que continuarão em regime remoto, mesmo após a volta aos escritórios) e presenciais, nos escritórios de São Paulo e São José dos Campos. Os novos contratados passarão por todo o processo seletivo e de integração de maneira remota. Os interessados podem saber mais sobre as 30 posições abertas e se candidatar em: https://agrotools.gupy.io/

Iniciativas durante a pandemia e liderança jovem

Certificada em 2020 pelo Great Place to Work e B Corp, a Agrotools tem suas pessoas como um pilar central, sempre trabalhando pela segurança e bem-estar de todo seu time. Desde a transição para o home-office, a empresa tem dado todo o apoio necessário nas limitações de cada um de seus mais de 100 colaboradores. A AgTech adotou estratégias para manter a união e bem-estar, como a disponibilização de aulas de yoga e meditação, psicólogos e materiais para adaptação do local de trabalho em casa, além de happy hours virtuais e campanhas de inovação.

Além disso, a companhia aposta em jovens talentos para continuar crescendo com seu DNA ligado a inovação e ousadia, hoje 41% dos líderes da companhia estão abaixo dos 35 anos. “Devemos encorajar os jovens a trabalhar assumindo riscos sem perder a precisão e a busca por resultados. As gerações anteriores de liderança da empresa devem apoiar essa nova cultura, e se incluir nela, ou seja, aprender e botar em prática esse mindset jovem, que rompe diversos paradigmas”, finaliza o CEO da Agrotools.

PicPay amplia área de tecnologia e anuncia 450 vagas para o primeiro trimestre

O PicPay abrirá, ao longo do primeiro trimestre, mais de 450 posições em Tecnologia, como forma de dar mais robustez à área e atendendo à demanda acelerada de crescimento da empresa. As oportunidades estão direcionadas a profissionais que buscam participar de desafios tecnológicos e científicos para contribuir com a estratégia de negócio do PicPay, empresa de tecnologia que vem se consolidando como o super-app com maior número de usuários do País, com mais de 40 milhões.

As 450 vagas abertas são voltadas, principalmente, para profissionais de ciência de dados e de engenharia de software. Serão selecionadas pessoas em diferentes estágios de carreira, incluindo posições de liderança. As oportunidades serão anunciadas na página de carreira do PicPay ( https://picpay.com/jobs) e também no Linkedin da companhia.

As posições também estão abertas para regime remoto. Ou seja, candidatos de qualquer região do Brasil – ou até de fora do País – podem concorrer às vagas.

O PicPay tem se dedicado à construção de times ainda mais diversos e estimula a candidatura de profissionais de grupos que compõem um ambiente equitativo. “O PicPay está à procura de profissionais com diferentes origens e formações, que tenham visão de negócio e que possam contribuir ativamente com a companhia em seu esforço contínuo de promover a inovação, pesquisa e experimentação, com foco no desenvolvimento de novas tecnologias e na ampliação de produtos e serviços”, reforça Diogo Carneiro, Head de Tecnologia do PicPay.

A área de Tecnologia da empresa compreende as disciplinas de Desenvolvimento de Software, Produto, Design de Produto, Inteligência Artificial e Engenharia de Dados. Segundo o executivo, os profissionais da área são constantemente estimulados a entender profundamente do produto e do mercado, com autonomia para propor diferentes soluções e liderar projetos que promovam a evolução da plataforma.

Cultura voltada à Inovação

Como uma empresa de tecnologia, o PicPay possui uma cultura voltada para a inovação, que estimula a experimentação e a agilidade no desenvolvimento de suas soluções e também dos colaboradores em um cenário dinâmico, guiado pelo propósito de deixar a vida das pessoas mais fácil.

“O crescimento acelerado da empresa só é possível com um propósito claro e uma cultura forte que orienta nosso comportamento desde a priorização do negócio até a seleção de pessoas. Desta forma, promovemos times diversos, porém com valores compartilhados”, declara a Head de Pessoas e Cultura, Mariana Damiati.

O ambiente descontraído, que promove a construção coletiva com squads multidisciplinares, também contribui para o alto engajamento dos profissionais. Pesquisa realizada com os funcionários mostrou que 80% dos colaboradores entendem que a cultura do PicPay é o principal diferencial da empresa. Para Damiati, “este resultado demonstra que, ainda que de forma remota, conseguimos manter práticas diárias que traduzem nossos valores no dia a dia. Essa cultura forte pode ser vista como uma vantagem competitiva, pois nos permite crescer exponencialmente sem perder a identidade, sendo, inclusive, a grande motivadora do alto engajamento”. Em 2020, a empresa teve, na média, apenas 1% de desligamentos voluntários.

Bruno Degani assume área de tecnologia da Cultura Inglesa

A Cultura Inglesa, maior escola de inglês sem franquias no Brasil, acaba de contratar Bruno Degani como Head de Tecnologia da Informação. Este movimento está alinhado com a estratégia da instituição de oferecer uma experiência digital cada vez mais integrada e inteligente aos alunos, por meio da intensificação do movimento de transformação digital nas operações das escolas em 2021. O executivo é formado em Ciência da Computação pelo IME-USP, tem Mestrado em Engenharia da Computação pelo IPT-USP e MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Em sua carreira, liderou equipes de desenvolvimento web, mobile, e-commerce e engenharia de dados. Sua última posição foi como Head de Engenharia Digital no Grupo Fleury, tendo ampla experiência anterior em empresas como Multiplus e Claro.

Computação na nuvem: a maior aliada do e-commerce

Por Fabio Alves, diretor de Infraestrutura e Governança de TI na Linx

Em 2020, o e-commerce apresentou a maior alta de faturamento de sua história, de 122% no acumulado até novembro, segundo a Câmara Brasileira da Economia Digital e a Neotrust. De acordo com a 42ª edição do Webshoppers, a alta de adeptos das vendas on-line foi de 40%, totalizando 41 milhões de pessoas, e tudo indica que em 2021 falaremos de números ainda maiores.

Com tamanho sucesso, pouco se fala sobre quem sustenta todas essas operações nos bastidores: a infraestrutura de TI, sobretudo os softwares de gestão na nuvem. A hospedagem dos e-commerces na nuvem é essencial para garantir lojas processando pedidos e pagamentos sem parar, sem erros e com altos níveis de eficiência. Por isso, indico a seguir cinco pontos que mostram como e por que apostar na computação na nuvem para vender e operar em 2021

  1. Mais segurança e armazenamento, menos riscos

Antigamente, as empresas precisavam investir em servidores potentes para armazenar todas as informações e garantir disponibilidade e velocidade. Os espaços físicos eram grandes, custosos e ainda vulneráveis a danos. Com a computação na nuvem, hospedada em servidores compartilhados e terceirizados por empresas de tecnologia, além de eliminar todos esses riscos, a capacidade de armazenamento é muito maior, praticamente ilimitada, já que para aumentar o espaço basta contratar um novo disco ou sinalizar o aumento da demanda ao fornecedor. Se um dispositivo apresentar alguma falha de processamento, isso também não afetará a base de dados principal, pois são armazenadas em servidores distantes entre si, garantindo o backup e evitando grandes dores de cabeça.

Desta forma, é muito mais fácil se adequar às necessidades de infraestrutura do momento e se planejar para eventuais aumentos nas demandas dos servidores, algo especialmente valioso para quem é dono de um e-commerce. Explico a seguir![

2. Disponibilidade nos picos de demanda

Garantir que as vendas aconteçam é uma das principais vantagens que a tecnologia na nuvem oferece, e isso pode ser observado de perto em datas-chave, com aumento de demanda dos servidores, verdadeiros testes para as infraestruturas de TI. Na Black Friday, por exemplo, a Linx aumentou em 100% os recursos em nuvem para os clientes. Mesmo com o pico de requisições por minuto chegando a 3,9 milhões e o aumento de 32% nas vendas quando comparadas ao ano anterior, não houve falhas ou interrupções nos sistemas, problemas que poderiam minar o desempenho dos lojistas na data mais importante para vender do ano.

Em datas como essas ou em ações promocionais e ofertas, é importante fazer um plano de contingência com antecedência para evitar que a loja, ou outras da rede, fiquem indisponíveis, pois mesmo 10 minutos offline podem impactar o faturamento significativamente.

3. Menos custos, mais eficiência

De acordo com um estudo da International Data Corporation (IDC) e da Cisco realizado em 2015, aumentar o nível de maturidade do uso de tecnologia na nuvem do menor (“ad hoc”) ao maior (otimizado) permite um aumento de receitas de 10,4% e redução de custos de TI em 77%. Ainda falando de dinheiro, uma pesquisa conduzida pela Computerworld em 2016 indica que a economia das empresas ultrapasse 25% com a tecnologia na nuvem.

Do lado da eficiência, deixo mais números falarem por mim: outro estudo da IDC, este de 2013, conclui que a tecnologia na nuvem permite com que a TI cresça 52% em agilidade e produtividade e reduza as paradas do sistema em até 72%.

4. Agilidade e visão estratégica da loja

Outra vantagem é que, com a estrutura da loja armazenada em servidores na nuvem, os dados podem ser acessados e inseridos a partir de qualquer dispositivo e com visibilidade completa do negócio, garantindo mobilidade para os gestores e até a possibilidade de compartilhar novos dados com outros colaboradores conectados na rede simultaneamente, tudo sem perder informação. Se voltarmos no tempo em apenas alguns anos, é possível ver o tamanho desta revolução tecnológica.

5. Governança de TI aliada à computação na nuvem

Por último, mas não menos importante, deixo uma recomendação para otimizar o uso da computação na nuvem. No mundo dos negócios e da tecnologia, é sempre importante se adequar às melhores práticas de segurança e de estratégia para vendas. Por isso, é preciso integrar a computação na nuvem a uma governança de TI de alto nível, com diretrizes, políticas, normas e processos claros e eficientes, que garantam a segurança, otimizem custos e direcionem o uso da tecnologia, assim como todo o trabalho de TI, para um nível muito mais estratégico e alinhado aos objetivos do negócio.

Atendimento dos bancos tradicionais perde para fintechs e soluções digitais

Instituições tradicionais solucionam 74,4% dos problemas, enquanto bancos digitais alcançam 80,4% e empresas de soluções financeiras 89%, conforme índice do site Reclame Aqui.

Manter a qualidade no atendimento sempre é um desafio para as empresas, ainda mais para aquelas que são responsáveis por lidar com o dinheiro das pessoas. Não é à toa que os bancos estão entre os campeões nas reclamações dos usuários, junto com telefonia e energia. No entanto, as novas iniciativas digitais têm aproveitado essa falha das grandes instituições financeiras para investir no atendimento. No Reclame Aqui, uma das maiores plataformas de reputação de empresas nacionais, enquanto os bancos tradicionais têm nota média de 7,24, os bancos e cartões digitais ficam com 7,78, e as soluções financeiras – compostas principalmente por fintechs – com 8,35*.

Um dos motivos que colaboram para esses resultados é a praticidade dos serviços digitais, que hoje já oferecem praticamente os mesmos recursos dos bancos tradicionais de forma mais facilitada, sem que seja necessário nem mesmo sair de casa ou enfrentar grandes filas. 

“Uma fintech precisa ter entre seus diferenciais a agilidade e a inovação. É isso que nos distancia da burocracia das agências bancárias, sem falar nos serviços especializados e renovados conforme a demanda do nosso público”, explica Piero Contezini, CEO da fintech Asaas, que venceu a categoria de empresa que mais evoluiu no Prêmio ReclameAQUI 2020 e ficou entre as dez finalistas de soluções financeiras.

Segundo um estudo da plataforma Capterra, 71% das pequenas e médias empresas (PMEs) que utilizam fintechs têm um nível de confiança alto ou muito alto nos serviços contratados, enquanto as PMEs que se apoiam em instituições financeiras tradicionais totalizam apenas 32% nesses níveis.

Evitar problemas é importante, mas resolvê-los também é essencial

Outro sinal que demonstra o atraso das instituições financeiras tradicionais é o índice de soluções dos problemas apontados por seus clientes. No Reclame Aqui, esses bancos ficam com uma média de 74,4%, enquanto os digitais alcançam 80,4% e, as soluções financeiras, quase 89%. 

“É importante que o cliente saiba que está sendo ouvido e que estamos dispostos a ajudá-lo da melhor forma possível. As pessoas responsáveis pelo atendimento devem se colocar na situação do cliente e mostrar que o compreendem de forma clara. Mesmo que a reclamação não tenha uma solução, o companheirismo e a demonstração de que estamos buscando melhorar também é uma boa prática”, comenta Maiara Gonçalves Vieira, responsável pela Ouvidoria no Asaas.

Para alcançar os níveis de atendimento que têm hoje no Reclame Aqui – nota 9,4, 100% das reclamações respondidas e índice de solução de 97,9% -, a empresa investiu em um sistema próprio de integração que automatizou todos os canais de atendimento: chat, ligação, e-mail e WhatsApp. “Nosso sistema define automaticamente quais são as prioridades para que todas as demandas sejam distribuídas para cada setor do Asaas de acordo com a urgência. Isso  evita que mensagens deixem de ser respondidas e problemas não sejam solucionados, mesmo tendo apenas duas pessoas na Ouvidoria da empresa“, reforça Maiara.

Nos últimos 12 meses, o Asaas teve um crescimento de 100% no número de clientes, passando de 27 mil para 54 mil usuários em sua plataforma, que já transacionou mais de 3 bilhões de reais. Mesmo assim, o atendimento nunca deixou de ser prioridade. Atualmente, a fintech recebe uma média de 850 ligações e mensagens no chat por dia, além dos contatos por outros canais.

* Os dados foram levantados levando em consideração a média das notas das empresas apontadas pelo Prêmio ReclameAQUI 2020 como finalistas nas categorias “bancos”, “bancos e cartões digitais” e “soluções financeiras”. 

Cisco abre inscrições para programa de capacitação gratuita em segurança cibernética

A Cisco do Brasil está lançando uma nova etapa do Programa CiberEducação, que oferece capacitação profissional em segurança digital. A iniciativa, que combina os esforços da estratégia de aceleração digital “Cisco Brasil Digital e Inclusivo” e a oferta educacional do programa global de responsabilidade social Cisco Networking Academy, está com inscrições abertas entre 1 de fevereiro a 8 de março.

Realizado de forma 100% remota, o CiberEducação conta com quatro fases, iniciando com uma maratona de conhecimento, o Learn-A-Thon, em março. O objetivo é estimular e capacitar alunos no curso exploratório do Networking Academy, “Fundamentos de Cibersegurança”. Aberta aos alunos das academias Cisco participantes e o público em geral, esta etapa será uma maratona de aprendizado autodidata com duração de três semanas e sua finalização é pré-requisito para os melhores alunos concorrerem às 1.300 bolsas gratuitas para cursos profissionalizantes, oferecidas pela Cisco e seus parceiros.

Além do Learn-A-Thon, o programa CiberEducação tem mais as seguintes fases:.

  • Capacitação Profissionalizante de Alunos: 1.300 estudantes selecionados do Learn-A-Thon serão capacitados no curso profissionalizante CCNA 1, focado em redes, e no ”Network Security”, que prepara para carreiras especializadas em segurança de infraestrutura. Esta fase também incluirá formações complementares em conjunto com parceiros educacionais do Cisco Networking Academy.
  • Capacitação de Instrutores: o programa também incluirá a formação de professores no novo curso Network Security. Este curso irá substituir o atual CCNA Security. O objetivo desta fase é criar uma cadeia sustentável de educadores brasileiros em Segurança Cibernética, onde os instrutores atuarão como multiplicados de conteúdo da Networking Academy nas suas instituições.
  • Oportunidade de Estágio e Emprego: na última fase os melhores alunos poderão colocar em prática os conhecimentos adquiridos. Os melhores talentos terão acesso a um programa de estágio ou emprego, posições que serão oferecidas por parceiros e clientes Cisco.

Formando a próxima geração de profissionais de segurança digital

O Programa CiberEducação, que  conta com parceiros estratégicos: Centro Paula Souza, Senai Nacional, Escola de Comunicações do Exército Brasileiro e SENAC Minas Gerais, tem o objetivo de ampliar o número de profissionais capacitados para o mercado de trabalho na área de cibersegurança, uma das que mais crescem e que mais ofertam novas vagas no país.

A primeira onda de formação, lançada em julho de 2020 atingiu mais de 17 mil estudantes de todo o país, que participaram da maratona do conhecimento. A fase final formou 513 estudanes nos programas profissionalizantes de cibersegurança. Os 100 melhores alunos da turma de 2020 vão ganhar um voucher integral para aplicarem à prova de certificação CyberOps Associate. Ao todo, mais de 80 academias Cisco Networkng Academy de 20 Estados participaram do Programa CiberEducação.

“Temos trabalhado na Cisco para construiur um futuro inclusivo para todos e o Programa CiberEducação tem um papel muito importante para dar oportunidade para que jovens de todo o país possam ingressar em um segmento em constante crescimento, que é o de cibersegurança. Ficamos muito satisfeitos em contribuir com a inclusão de milhares de estudantes que já passaram pelo nosso programa no ano passado e com os próximos que chegarão nesta nota etapa”, afirma Gabriel Bello Barros, líder do Cisco Networking Academy no Brasil.  

Um evento virtual vai celebrar a formatura dos jovens profissionais, no dia 9 de fevereiro as 17h30, e ainda marcará o lançamento da nova etapa do Programa CiberEducação, com a presença de executivos da Cisco e seus parceiros. Para acompanhar o evento ao vivo, acesse https://youtu.be/HOvR-nC_tlA.

O estudantes interessados pelo Programa CiberEducação podem buscar as academias do Cisco Networking Academy ou inscrever-se pelo site: https://community.cisco.com/t5/documentos-de-geral/programa-cibereducação-cisco-do-brasil/ta-p/4279701

Para mais informações sobre o programa CiberEducação Cisco Brasil acesse: https://www.cisco.com/c/m/pt_br/brasil-digital-e-inclusivo/cibereducacao.html.

Saiba quais são os sites de compras com os melhores preços no Brasil

A consultoria Price Survey realizou uma pesquisa de comparação de preços nos dez maiores marketplaces que atuam no Brasil. Marketplace é o nome dado aos sites de compras online que permitem a diversos lojistas venderem seus produtos dentro de sua plataforma. A apuração, realizada entre 18 e 28 de dezembro de 2020, revela que o AliExpress oferece os preços mais baratos em 85% dos itens pesquisados e, na média, os valores praticados pelo AliExpress são 39,2% mais baixos que os praticados nos outros serviços analisados.

O estudo comparou os preços oferecidos em todos os sites pesquisados para 328 produtos comuns, ou seja, que podem ser encontrados com as mesmas características e versões em vários serviços de compras. Foram analisados os dez sites com maior participação de mercado no e-commerce brasileiro, como o AliExpress, Americanas.com, Casas Bahia, Extra, Kabum, Magazine Luiza, Mercado Livre, Ponto Frio, Shoptime e Submarino. Depois do AliExpress, o marketplace com melhores preços é o Mercado Livre, seguido por Ponto Frio. Na média, um item disponível no AliExpress é 36,49% mais barato que o Mercado Livre e 37,91% mais barato que o Ponto Frio, aponta a análise.

Os itens avaliados foram divididos em 11 categorias diferentes e, em todas elas, o AliExpress apareceu com os melhores preços. A maior diferença de preços ocorreu na categoria “Beleza e Saúde”, em que os itens vendidos no AliExpress apareceram com preços 74% mais baixos, na média, que os oferecidos por outros serviços.

Além de Beleza e Saúde, foram avaliadas categorias como Relógios (economia de 53,27% no AliExpress), Esportes e Entretenimento (-49,5%), Equipamentos/Acessórios para Carros/Motos (-46,92%), Brinquedos e Hobbies (-46,88%), Telefones e Telecomunicações (-44,32%), Eletrodomésticos (-39,45%), Computador e Escritório (-37,03%), Eletrônicos (-36,62%), Mães e Filhos (-25,35%) e Casa e Jardim (-20,17%).

“A variação de preços no e-commerce pode ser grande, sobretudo em marketplaces, que possuem uma grande variedade de ofertas, de diversos vendedores. A diferença pode chegar a mais de 80% em alguns produtospor isto é sempre importante o consumidor pesquisar antes de comprar”, destaca Maycon Andrade, CEO da Price Survey.

NRF 2021: três pontos para se adaptar ao novo consumidor

A primeira fase da NRF 2021, principal evento do varejo no mundo e onde as principais tendências do setor são debatidas, teve o cenário de pandemia da Covid-19 como pano de fundo. Tiago Mello, diretor de estratégia e produtos da Linx Digital e curador do evento, afirma que as mudanças de consumo no período estiveram entre os temas mais importantes dos debates, e indica três pontos importantes para os varejistas se atentarem no novo cenário.

1) Pensar no digital primeiro

O digital vem se consolidando como a força motriz do varejo – em 2020, o e-commerce obteve o maior faturamento de sua história: 122% até novembro, segundo a Neotrust e a Câmara Brasileira da Economia Digital. Para Mello, se antes a loja virtual era pensada como complemento à loja física, agora o caminho inverso deve ser feito, pois mesmo que a maior parte da venda do varejista seja feita na loja física, é no on-line que o cliente, sempre conectado, vai estar na maior parte do tempo. “O papel da loja física está mudando e ela será super importante na jornada do consumidor, mas hoje grande parte das vendas do varejo físico são influenciadas pelo digital, ou seja, o cliente faz a compra após visualizar os produtos em canais digitais da marca”, afirma.

2) Lojas Phygital e experiência do cliente

A integração das lojas físicas e virtuais está se popularizando no conceito de loja phygital, no qual loja física se torna mais um ponto de contato com o cliente, um espaço para a marca na comunidade. “Mais do que vender, a loja física hoje representa uma experiência para o cliente. Já para o varejista, é a oportunidade de fortalecer a marca, criando um espaço de comunidade sólida. Ou seja, o cliente, além de consumidor, faz parte de algo maior, como a Lululemon, que cria um universo da yoga dentro da própria loja, ou a Nike e seus clubes de corrida”, comenta o executivo, ressaltando que a loja deve estar totalmente integrada aos canais digitais do varejista, funcionando como um mini centro de distribuição da loja virtual e um espaço para atendimento dos clientes físicos ou digitais.

3) Serviço como diferencial competitivo

Para o executivo, apostar nos serviços como um diferencial foi um dos caminhos para se manter competitivo durante a pandemia – e continuará sendo assim em 2021. Ele cita que todo varejista que vende algum produto deveria estar pensando em qual serviço pode começar a oferecer nas suas lojas. A subscrição, por exemplo, pode ser uma aposta de sucesso dentro desse campo. “Serviços de subscrição, onde o cliente paga um valor recorrente por determinada contrapartida, pode tanto garantir uma receita recorrente e aumentar o faturamento da empresa, quanto fornecer uma experiência sem atrito para o cliente e gerar maior fidelização. O Amazon Prime é um bom exemplo, pois já possui mais de 150 milhões de membros e gera para Amazon cerca de R$ 100 bilhões em receita a partir das subscrições, sem oferecer um produto, mas um serviço que oferta frete grátis para receber suas compras em até um dia e serviços de streaming e armazenagem na nuvem. O segredo é analisar profundamente o negócio para entender o que se pode oferecer como diferencial”, finaliza.

Mastercard lança nova tecnologia de pagamentos por aproximação

A Mastercard anunciou essa semana que está trabalhando com novas tecnologias que trarão melhorias para os pagamentos por aproximação. Pioneiras no setor, as novas especificações do Enhanced Contactless (Ecos) ajudarão a garantir que à medida que o cenário digital evolui e novas tecnologias são introduzidas – como é o caso da computação quântica – as transações por aproximação estarão preparadas com sua tecnologia, para garantir que os consumidores tenham os mesmos níveis altos de segurança e conveniência que possuem hoje.

A demanda por formas de pagamentos mais rápidas, convenientes, seguras, e cada vez com menos atritos para o consumidor, impulsionou os consumidores a aderirem em suas rotinas a tecnologia dos pagamentos por aproximação, dados internos, nos comprovam que essa tendência continuará a crescer daqui para frente. Em números, a adesão aos pagamentos por aproximação, no terceiro trimestre de 2020, representando 41% das transações de compras pessoais em todo o mundo, uma expansão de 30% em relação ao ano anterior.

“A tecnologia dos pagamentos por aproximação é o presente e o futuro dos pagamentos presenciais”, afirma João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul. “O ano de 2020 trouxe uma rápida aceleração da transformação digital e reforçou a importância das soluções digitais – como a tecnologia dos pagamentos por aproximação – para ajudar a atender às nossas necessidades diárias. Conforme o ecossistema continua a evoluir, mais dispositivos conectados e a Internet das Coisas criarão mais demandas dos usuários e uma necessidade ainda maior de inovação contínua dos players do setor para construir uma capacidade de próxima geração, ajudando a garantir que a tecnologia jamais ultrapasse a confiança”.

Há anos a Mastercard vem liderando essa transição para os pagamentos por aproximação e desenvolvendo especificações como a Ecos para apoiar os esforços de padronização do setor e para ajudar a garantir que todo o ecossistema se beneficie de níveis mais altos de segurança com as soluções de ponta da companhia.

Com a Ecos, consumidores, comerciantes e instituições financeiras se beneficiarão de:

· Conveniência otimizada – Com o tempo, prevemos que as compras em lojas físicas utilizarão cada vez mais os pagamentos por aproximação. As novas especificações ajudarão a garantir que qualquer dispositivo possa ser um dispositivo apto a realizar esse tipo de transação, ao mesmo tempo que elimina qualquer necessidade adicional de passar ou inserir o cartão.

· Confiança aprimorada – A solução alavanca a nova tecnologia à prova do quantum para fornecer algoritmos da próxima geração e a força das chaves criptográficas, resultando no tempo da transação por aproximação abaixo de meio segundo.

· Privacidade elevada – As novas especificações fornecem proteção avançada quando as informações da conta são compartilhadas entre o cartão ou carteira digital e o terminal de checkout. A Ecos se baseia nos crescentes requisitos para oferecer suporte a diferentes regulamentos de privacidade.

À medida que as novas especificações sejam ativadas ao longo dos próximos anos, consumidores e comerciantes podem esperar uma transição perfeita. Carteiras digitais, pagamentos móveis, cartões de pagamentos por aproximação e terminais de ponto de venda continuarão funcionando como hoje. A compatibilidade entre as Ecos e as especificações atuais dos pagamentos por aproximação é simples, ela funciona em segundo plano e é fornecida por meio de uma atualização de software, portanto não é necessário novos hardware ou terminais. Este investimento complementa investimentos semelhantes em tokens, 3-D Secure e Click to Pay, proporcionando ao consumidor e ao comerciante uma melhor experiência.

LGPD traz novos desafios e oportunidades para o marketing

Por Vinicius Siqueira, líder de marketing da NICE para Caribe e América Latina.

A Lei Geral de Proteção de Dados já está a todo vapor nesse começo de 2021. Cada vez que entramos em um site, mesmo aqueles que acessamos com frequência, nos pedem autorizações.

Nos últimos dias, muitos começaram a questionar práticas do WhatsApp e cogitaram modificar a maneira como se comunicam por “instant messages”. São os novos tempos, nos quais os consumidores têm cada dia mais consciência da importância de seus dados e da necessidade de escolher com quem os compartilha.

A LGPD vem impactando e mudando a história de muitos setores e o marketing não fica de fora. Esta área, que realiza parte essencial do relacionamento das empresas com seus consumidores, tem um novo desafio pela frente: o de se reinventar diante das novas regulamentações, tanto no online ou offline, tanto no Brasil quanto no mundo.

Quando penso em Lei Geral de Proteção de Dados me vem à mente a questão da propriedade das informações. A democratização da web iniciou uma era em que as empresas tinham facilidade em conseguir e armazenar dados e esses eram facilmente utilizados pelos departamentos de marketing para fazer a ponte entre os desejos dos clientes e o que as empresas tinham a oferecer.

Agora, com as novas legislações, o consumidor se torna soberano em relação aos seus dados, mas não vejo isso como um problema e sim como uma nova porta que abrimos para desbravarmos uma nova realidade. Adaptação sempre foi uma característica fundamental em marketing e esta é mais uma grande oportunidade de irmos além.

A LGPD impacta o marketing em relação a coleta, armazenamento, segurança e compartilhamento dos dados de clientes e prospects. Por isso, a primeira coisa que devemos ter me mente é a necessidade de ter o controle da origem destes dados e como iremos utilizá-los. É o que chamamos de “deep dive”, ou seja, uma pesquisa profunda para saber exatamente de onde vem os dados que utilizaremos em uma campanha ou uma ação de vendas, de forma que possamos informar o cliente em caso de questionamento e termos a possibilidade de agir com rapidez em solicitações de descadastramento.

A segunda, e não menos importante, é a oportunidade que a LGPD nos dá de atuarmos de forma muito mais focada e alinhada com as tendências de consumo. Em todos os setores observamos cada dia mais a importância de uma experiência personalizada para conquistar novos clientes e fidelizar aqueles que já estão conosco. Com a lei, ações de marketing preocupadas em oferecer uma experiência rica e única para o público-alvo se tornam necessárias e mais do que bem-vindas.

O trabalho de geração de leads com a oferta de algo que seja útil ao consumidor também tem destaque nesse novo cenário. Afinal, sendo dono de seus dados, o cliente entende a importância que suas informações têm para o mercado corporativo e, consequentemente, pensa duas vezes antes de preencher uma ficha de inscrição com e-mail e telefone, por exemplo. Trocar essa informação por algo que seja útil e leve conhecimento, experiência (ela de novo) e/ou algum tipo de ganho mensurável acaba atraindo consumidores interessados na interação com a marca e com lead de potencial mais realista. O tempo dos disparos para mailings gigantes e aleatórios está chegando ao fim.

Finalizando, porém não menos importante, é necessário olhar para esses dados como a preciosidade que eles realmente são. E cuidar da segurança e da gestão da privacidade das informações de clientes e potenciais leads como uma ferramenta valiosa e com a qual precisamos lidar com todo entendimento do compliance das empresas e seus respectivos mercados e órgãos reguladores.

Dessa forma inauguramos uma nova era para o marketing, principalmente o digital. Quem se adaptar prontamente sairá na frente.

Pesquisa mostra como restaurantes se adaptaram à pandemia

A chegada da pandemia de covid-19 impactou diretamente o segmento de alimentação, em especial os restaurantes que foram obrigados a efetuar mudanças para minimizar os prejuízos diante deste cenário inesperado. Levando em consideração este período, a consultoria Galunion realizou uma pesquisa em parceria com a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) e o SindRio. O levantamento mostra quais foram alguns dos desafios que as empresas localizadas no Rio de Janeiro tiveram que superar durante a retomada dos negócios.

Inicialmente, os resultados mostraram que 31% dos entrevistados que contavam com mais de um restaurante precisou fechar, pelo menos uma unidade, durante a pandemia. Em consequência disso, 24% tiveram redução no faturamento entre 50% e 75% se comparado ao mesmo período do ano anterior; e 22% teve uma redução de 26% e 50% do faturamento. Como alguns locais registraram prejuízo, houve uma diminuição no quadro de funcionários, já que 51% demitiu na crise. Como pudemos observar ao longo dos meses, o delivery ou take Away (quando você apenas retira a refeição) foram as alternativas encontradas para atravessar o período. Sendo assim, 86% utilizaram tais canais como modalidade de vendas no seu negócio.

Ainda neste interim, as três formas mais utilizadas para captar pedidos pelos restaurantes de diferentes segmentos são iFood (86%), WhatsApp (64%) e Telefone (56%). Quando perguntados sobre a percepção de crescimento da modalidade após a reabertura para público, 39% disseram que houve uma diminuição no faturamento em mais que 10%; 19% registraram queda até 10% do faturamento; em 23% dos estabelecimentos o faturamento se manteve; e em 15% o faturamento cresceu mais que 10%. Vislumbrando um cenário com a aplicação da vacina neste ano, a estimativa é de que o delivery irá representar do 34% faturamento dos restaurantes no Rio de Janeiro, em 2021.

“Quando pedimos para que os entrevistados listassem os três maiores desafios para 2021, os mais citados foram evoluir e ampliar os canais de vendas, dentro ou fora dos restaurantes (76%), ajustar a oferta com menu atrativo, competitivo e rentável (60%) e ampliar os canais de relacionamento e fidelização de clientes (60%). Como recomendação, a palavra de ordem que estamos ouvindo é a resiliência. E resiliência no sentido de realmente compreender o impacto de algo na vida, superar com mais rapidez e agir em cima das consequências de uma maneira positiva. Então vemos que o ano de 2021 será de adaptação para o segmento e vai exigir a leitura com hiper atenção ao ambiente de negócios. Pensando em tendências, vemos o cliente seguir comprando para consumir fora do local, o aprimoramento do delivery e das experiências geradas pelo delivery. Outro ponto é o aperfeiçoamento da segmentação das ofertas de serviços para entregar ou para retirar para que o consumidor possa ser atendido nas suas ocasiões de consumo e em suas necessidades”, finaliza Simone Galante, CEO da Galunion Consultoria e responsável por esta pesquisa.

O presidente do SindRio e diretor executivo da ANR, Fernando Blower, revela que dentre os respondentes, 46% atribuiu à falta de confiança do cliente em voltar a frequentar bares e restaurantes uma das maiores dificuldades enfrentadas. “O trabalho do SindRio é constante na busca de soluções junto aos parceiros e ao poder público para trazer de volta a clientela. Uma das mais recentes conquistas foi a publicação da resolução conjunta que regulamenta a Lei de Mesas e Cadeiras. É fundamental para o setor neste momento de crise em que se reconhece o benefício de ocupar espaços públicos de forma ordenada, permitir que clientes se sintam confortáveis ao ar livre e evitem aglomerações”, finaliza.

Negócios velozes e hiperconectados: realidade deve impactar mais de 1 milhão de empresas até 2022 diz startup de educação

Iniciativa tem como objetivo ajudar empresários, C-Levels, fundadores e conselheiros a encararem os desafio e contradições da inovação com velocidade e controle

Criar negócios velozes sempre foi um desafio para empreendedores brasileiros. Nos últimos anos, porém, o obstáculo não tem sido somente o tempo, mas também as contradições de unir velocidade, regulamentação e, principalmente, controles voltados ao futuro. Para ajudar empresas a organizarem seu crescimento por meio de resultados exponenciais, a edtech GoNew criou o GonewImpact, iniciativa que quer impactar mais de 1 milhão de empresas até o fim de 2022.

“O programa reúne diversas ações voltadas para a alta gestão empresarial com foco em ampliação de repertório e produção de insights, a fim de modular práticas de Governança para uma era de negócios hiperconectados. Queremos ajudá-las a construir melhores relações societárias, tomar melhores decisões digitais e, claro, construir formatos de controles voltados para o futuro”, explica Anderson Godz, fundador da edtech.

A primeira edição do GonewImpact terá três turmas, sendo cada uma com enfoque e temas diferentes: Digital Decisions, Some Controls e Governance by Principles. No programa, os participantes também poderão conhecer melhor o trabalho da Gonew.co, comunidade formada por mais de 20 mil pessoas, além de uma edtech embasada na construção coletiva de saberes, voltada à capacitação de profissionais a partir de elementos de inovação e abordagens práticas.

O programa

Os encontros da primeira turma, que tratará sobre Digital Decisions, ocorrem nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro, de forma remota, das 7h45 às 9h15. Nas aulas, serão abordados temas como Poder, Governos e Dados; Investimentos e Contabilidade em Inovação; Cultura e Novas Formas de Sucessão; Tecnologias Específicas; Riscos, Estratégias e Reputação; Ambiental e Social; Ética, Compliance e Timing to Legal.

Na segunda turma, os encontros estão marcados para 22, 24 e 26 de fevereiro, das 7h45 às 9h15, e serão discutidos os assuntos relacionados ao tema ‘Some Controls’ como Modelos de Governança Joviais; Controles por Princípios; Líderes messiânicos e compliance baseado em carisma; Governança de Portfólio de Startups; Modelos de Assesment; Governança para Mini e Nano IPOs.

A turma de Governance by Principles, por sua vez, com aulas marcadas para os dias 1°, 03 e 05 de março, trabalhará os temas: Os 4 fatores essenciais no relacionamento societário; Cases de sucesso e insucesso de relacionamentos societários; Workshop exclusivo do método Board Canvas.

Pré-seleção

Os profissionais que desejam fazer parte do Programa GonewImpact podem se inscrever gratuitamente através do site da instituição para a análise e pré-seleção de perfil.  As aulas serão ministradas pelo fundador da Gonew.co, Anderson Godz, e também por especialistas egressos na Comunidade.

GonewImpact

Data de início: 10/02/2021

Inscrições: https://gonew.co/gonewimpact/.

Mais informações: (11) 97665-9853

Ritmo lento de Reformas e Vacinação são os maiores riscos à retomada da economia em 2021, segundo sondagem inédita da Amcham Brasil

Para o setor privado brasileiro, o ritmo lento das Reformas e da imunização da população brasileira são os dois maiores riscos a retomada da economia brasileira em 2021, segundo sondagem inédita da Amcham Brasil divulgada nesta terça-feira (2/fev).

pesquisa intitulada “Plano de Voo Amcham – Perspectivas Empresariais 2021” ouviu 280 lideranças das principais empresas em várias cidades do País em janeiro. A sondagem conduzida pela Câmara Americana de Comércio no Brasil questionou os empresários “quais aspectos poderiam atrasar ou impactar a decolagem da nossa economia em 2021?”.

Em ordem de preocupação, os 280 empresários consultados pela Amcham listaram como dois primeiros temas: a falta de agilidade para implementação da agenda de reformas (71%) e o ritmo lento na imunização da população brasileira (40%). Os entrevistados também apontaram riscos ou incertezas relacionadas à segunda onda de contaminação (29%), o isolamento político brasileiro no cenário internacional (22%), escassez de crédito e fuga de investimento estrangeiro direto (20%).

Sobre a declaração do Ministério da Economia de que emprego, crédito e consolidação fiscal serão as principais variáveis que garantirão o bom desempenho do PIB em 2021, os executivos demonstraram menos confiança no equilíbrio da situação fiscal. Cerca de 68% dos entrevistados pela Amcham afirmaram que a consolidação fiscal será o fator mais desafiador, seguido do emprego (26%) e acesso à crédito e investimentos (6%).

PERFIL DOS ENTREVISTADOS

Nesta pesquisa Amcham, 36% dos respondentes são de grandes empresas, 31% médias, 20% pequenas e 13% de micro e e startups. Os participantes na sua maioria (48%) são C-level (CEOs, presidentes, vice-presidentes, sócios e diretores); outros 24% gerentes e 13% coordenadores e supervisores. Sobre as linhas de atuação dos negócios, a maioria dos entrevistados atua na indústria (39%), serviços (23%), tecnologia (11%) e agronegócio (7%). A pesquisa foi aplicada foi de aplicada de 14 a 21 de janeiro, com associados e não associados Amcham.

INCERTEZA POLÍTICA

Para 60% dos empresários brasileiros, é prioridade reduzir a incerteza política no País nesses dois próximos anos de retomada da economia. A preocupação com o ambiente político ficou à frente de questões como o Custo Brasil (48%), Corrupção (40%), Desmatamentos (26%), Isolamento Global (25%) e Insegurança Jurídica (20%).

“Na visão empresarial, o ambiente político mais estável e o desenvolvimento de uma agenda para o País que passe por uma economia mais eficiente, pela redução das desigualdades sociais e por uma melhor gestão da questão de mudanças climáticas e gestão dos nossos ativos ambientais serão os pilares fundamentais para atacar o chamado custo Brasil e melhorar nossa inserção global no curto e médio prazo”, analisa Deborah Vieitas, CEO da Amcham, entidade centenária que representa cerca de 33% do PIB brasileiro .

As prioridades da Amcham para 2021 passam por esses temas: melhoria da competitividade e do ambiente de negócios aqui dentro de casa. “É preciso avançar em direção a maior sustentabilidade fiscal e concluir as reformas necessárias para a modernização da nossa economia, com destaque para a reforma tributária e administrativa, além de investimento em pesquisa e inovação, melhoria da segurança jurídica e desenvolvimento da nossa infraestrutura. Não há tempo a perder”, aponta ela.

A entidade também chama atenção para a importância da sustentabilidade ambiental para a evolução dos negócios no Brasil. “A promoção de melhores práticas ambientais, sociais e de governança são imperativos para sustentabilidade do planeta e para a prosperidade das empresas”, acrescenta a executiva da Câmara Americana, reforçando uma expectativa empresarial para uma agenda nacional focada nos pilares globais de governança ESG.

EXPECTATIVAS SOBRE BIDEN

Sobre a importância da relação bilateral Brasil-Estados Unidos na nova administração do presidente Biden, os empresários acreditam que novo o governo brasileiro deve priorizar uma relação construtiva e pragmática (72%), já nos primeiros 100 dias de gestão do novo líder da Casa Branca.

Além disso, 49% dos consultados tem uma expectativa da criação de uma agenda conjunta bilateral com foco no aprofundamento dos fluxos de comércio e de investimentos. E para 35% dos executivos também se faz necessário ampliar o desenvolvimento de uma nova relação focada em temas como sustentabilidade, bioeconomia e preservação ambiental.

Em outro estudo inédito, a Amcham identificou que o comércio bilateral entre Brasil e EUA atingiu, em 2020, a pior marca em 11 anos – com uma queda de 23,8% em relação ao ano anterior, acesse aqui o Monitor de Comércio, relatório exclusivo da associação. “Apesar disso, enxergamos um cenário de recuperação gradual, apoiada na retomada da economia americana e na distensão das relações entre EUA e China”, diz Vieitas.

“Com o início da nova administração de Joe Biden, é hora de renovar a nossa parceria e estabelecer uma agenda pragmática em temas de comércio, investimentos, infraestrutura, energia, agricultura bioeconomia e sustentabilidade, além de trabalhar para iniciar o funcionamento dos dois acordos bilaterais conquistados em 2020 (salvaguardas tecnológicas para uso da Base de Alcântara para lançamento de foguetes comerciais) e o mini-acordo comercial (que envolveu protocolos de facilitação de comércio, boas práticas regulatórias e anticorrupção)”, explica a líder da principal entidade bilateral.

A CEO da Amcham ressalta ainda que Brasil e Estados Unidos são as duas maiores democracias e economias das Américas . Juntos, representam mais de 90% do PIB e mais da metade da população do continente. Além disso, os Estados Unidos ocupam a posição de 2º maior parceiro comercial e maior investidor estrangeiro no Brasil, sendo fundamental a construção e manutenção de um relacionamento pragmático, acrescenta Deborah Vieitas. .

“Não há melhor caminho para ambos que não seja o da cooperação e o do trabalho conjunto em favor de interesses comuns e em direção a uma economia do século 21. Este século começou agora, após a pandemia. Se tornou urgente, pensar conjuntamente como beneficiar sociedade e empresas”, conclui a CEO da Amcham Brasil, a maior Câmara Americana entre 117 existentes fora dos Estados Unidos.

PLANO DE VOO AMCHAM

A pesquisa Plano de Voo Amcham integra um conjunto de iniciativas em prol da retomada da economia liderado pela entidade que representa cerca de cinco mil empresas brasileiras.

O Plano de Voo foi o primeiro de uma série de encontros, analisando turbulências e pontos de decolagem da economia brasileira no ano. Participaram da reunião estratégica, em 26 de janeiro, mais de mil executivos, com debates e análises direta feitos por Gustavo Montezano, presidente do BNDES, Murillo de Aragão, CEO da consultoria política Arko Advice, Mariana Vasconcelos, CEO da AgroSmart, e João Carlos Brega, presidente da Whirpool Latin America.

No Plano de Voo da Amcham, o presidente do BNDES apontou as cinco principais metas econômicas para 2021. Acesse aqui.

Sinch e Wavy unem forças para acelerar crescimento na América Latina

A Sinch , líder global em comunicações em nuvem para engajamento de clientes, anuncia a união de forças com a Wavy Global para promover a inovação globalmente e construir uma posição de liderança em mensagens móveis na América Latina. Comunicado pela primeira vez em março de 2020, o fechamento da transação segue a aprovação dos reguladores e reúne a Wavy e a ex-TWW, uma das maiores provedoras de mensagens móveis para empresas no Brasil, que foi adquirida pela Sinch no final de 2019. A empresa passa a atender a mais de 3.000 outras companhias, grandes e pequenas, incluindo muitas das principais empresas do Brasil nos setores de bancos, varejo e educação.

A Wavy fazia parte do Grupo Movile, um dos principais investidores e aceleradores de crescimento para empresas de tecnologia da América Latina, e se estabeleceu como provedora líder de mensagens de negócios na região. A empresa alavancou com sucesso sua forte posição em mensagens de texto para construir um negócio impulsionado pela inovação e forte execução. É provedora líder de mensagens no Brasil e oferece serviços no México, Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Paraguai.

“Unir a Sinch e a Wavy fortalece significativamente nossa oferta em mensagens de próxima geração e expande nossa presença na América Latina. Nossa visão compartilhada, maior escala e perspectiva global nos tornam excepcionalmente bem posicionados para ter sucesso no mercado, inovar com nossos clientes e expandir nossos negócios”, comenta Oscar Werner, CEO da Sinch. “A união proporciona alcance e escala globais para clientes internacionais, bem como maior qualidade e alcance por meio de conexões mais diretas com o Brasil.”

A plataforma da Sinch está gerando mais de 107 bilhões de engajamentos a cada ano, com a capacidade de alcançar quase todos os telefones móveis do planeta, em segundos ou menos, por meio de mensagens móveis, voz e vídeo. Já a Wavy tem conexões diretas com mais de 50 operadoras móveis na América Latina e atualmente lida com mais de 13 bilhões de mensagens de negócios por ano. Os clientes corporativos que contam com os recursos de SMS da Wavy incluem Caixa, Atento e CitiBanamex. O forte compromisso com a inovação na Wavy também desenvolveu uma posição de liderança em mensagens conversacionais de próxima geração no WhatsApp. Os clientes neste segmento incluem iFood, Avon e PepsiCo, e esse tipo de negócio está tendo um crescimento ano a ano acima de 250%.

“A Wavy é baseada na paixão, inovação e na missão de causar impacto em escala global. A união de forças com a Sinch fortalece a forma como as empresas se relacionam com nossos clientes em todo o mundo. Estamos em uma jornada que apenas começou e olhamos para o futuro combinado de Sinch e Wavy”, afirma Eduardo Henrique, CEO da Wavy, que agora se torna membro da equipe de Gestão do Grupo Sinch como Diretor de Desenvolvimento de Negócios. “O negócio cria uma empresa A2P líder em LATAM, especialmente no Brasil e no México, com base no volume. Para os clientes, isso traz mais experiência e serviço ainda mais forte”, conclui Eduardo.