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ESG: a sigla que está mudando as empresas

Por Daniela Coelho

Nas últimas semanas, o noticiário vem trazendo uma discussão ampla sobre CEOs e empresários defendendo o combate às mudanças climáticas e sobre a criação de diretorias voltadas a iniciativas de responsabilidade ESG (Environmental, Social and Governance ou meio ambiente, social e governança).

Junto a esse movimento interno, grupos de empresas têm enviado cartas ao vice-presidente da república defendendo uma agenda para o desenvolvimento sustentável, enquanto ex-ministros da Fazenda e ex-presidentes do Banco Central estão cobrando ações para redução do desmatamento da Amazônia e do Cerrado. Lá fora, investidores internacionais estão manifestando preocupação com o aumento do desmatamento no Brasil.

Os exemplos acima mostram que tamanha mobilização indica que a sustentabilidade está no centro do debate empresarial. No último Relatório Global de Riscos do Fórum Econômico Mundial, os cinco principais riscos listados que envolvem assuntos de longo prazo estão relacionados às questões ambientais. Junto a esse alerta, a pandemia trouxe ainda mais luz e reflexões sobre os riscos aos quais muitos não davam o devido foco. Aliás, riscos ambientais e doenças infecciosas já são citados há alguns anos neste relatório. Portanto, o assunto não é novo e quando ele entra na agenda de executivos e investidores, começamos a ver um movimento que deixa de tratar a sustentabilidade apenas como projetos sociais patrocinados pela empresa para se tornar uma estratégia do negócio.

Os critérios do ESG evoluíram para uma metodologia de investimento que abrange fatores de sustentabilidade como forma de identificar empresas com modelos de negócios superiores, oferecendo uma visão adicional sobre a qualidade da gestão, cultura e perfil de risco de uma empresa, o que vem influenciando a forma como gestores de ativos e investidores avaliam as carteiras de investimentos.

Trata-se de um movimento que está ocorrendo no mundo todo e, no Brasil, onde muitas vezes esses aspectos eram deixados em segundo plano, vemos que o tema está despertando, ou seja, precisamos mudar a relação com a sustentabilidade. Há pressões externas de investidores para a divulgação e o desempenho do ESG, pois as informações contidas apoiam as tomadas de decisão.

Em contrapartida, empresas que já utilizam normalmente se beneficiam de maior desempenho e de ambientes de controle mais fortes, além de serem mais atrativas e gerarem maior retenção de funcionários, que buscam por companhias que impactem positivamente e que tenham um propósito. Na ponta, clientes estão cada vez mais interessados em comprar de empresas focadas em sustentabilidade e que tenham “produtos verdes”, o que significa um aumento da conscientização do público em geral para problemas relacionados à sustentabilidade.

O que vai determinar uma parte do posicionamento futuro é saber quão eficiente seremos com o uso dos recursos naturais e não renováveis. E sob o âmbito social, vemos uma demanda por diversidade e valorização dos direitos humanos. É incrível que na era em que vivemos, ainda tenhamos trabalhadores em situação análoga à escrava. Neste cenário, vemos que não existe uma letra do ESG que seja mais importante do que a outra. Os pilares ambientais, sociais e de governança podem e devem ser vistos de forma integrada.

É claro que dependendo do setor de atuação da empresa, um dos pilares pode acabar tendo maior peso. Mas a governança pode ser vista como uma base, que abrange as esferas de liderança da empresa, ambiente de controle (riscos e compliance), funções de garantia e direitos de acionistas e demais stakeholders. Por isso, percebe-se mais empresas vinculando o desempenho do ESG às metas e remuneração executiva.

Conforme citado por Ray Anderson, fundador da Interface, empresa considerada uma das pioneiras em exemplos de sustentabilidade, o fato da natureza nos prestar serviços que não aparecem no balanço das empresas, não significa que podemos desconsiderá-los. A indiferença às questões de sustentabilidade pode trazer riscos à reputação, erosão da marca, perda de talento e o fracasso nos negócios. O lucro pelo lucro já não cabe mais na forma de fazer negócio atualmente. A valorização de consumidores, comunidades, funcionários e ambiente está abrindo novas oportunidade. Não podemos desperdiçá-las.

Daniela Coelho, diretora associada de riscos e performance na ICTS Protiviti

Wayra anuncia Livia Brando como nova Country Manager do Brasil

A Wayra acaba de contratar a executiva Livia Brando para assumir a operação do hub de inovação aberta do grupo Telefónica e da Vivo no Brasil.

Além de gerenciar o portfólio atual da Wayra com 34 startups que juntas já ultrapassam a marca de R$ 1 bilhão de valor de mercado, a profissional terá a missão de estreitar o relacionamento dessas empresas e das investidas pelos fundos parceiros do Telefónica Innovation Ventures (TIVs) com a Vivo para gerar mais negócios. No Brasil, o TIVs investe em fundos da Redpoint eVentures e Invest Tech.

“A Wayra sempre foi uma referência para mim e estou muito feliz em fazer parte desse time e poder me dedicar ao engajamento com startups e Corporate Venture Capital. Meu propósito é reforçar o posicionamento da Wayra como hub de inovação aberta do grupo Telefónica, buscando estreitar o relacionamento das startups com grandes corporações e coinvestidores, a fim de gerar ainda mais impacto no ecossistema empreendedor”, declara Livia Brando, country manager da Wayra Brasil.

De acordo com Miguel Arias, diretor global de empreendedorismo da Telefónica, a Livia tem a combinação perfeita entre corporação e empreendedorismo. “A Livia Brando traz liderança e conhecimento em inovação aberta, incluindo Corporate Venture Capital. Ela é apaixonada por engajamento com empreendedores e nos ajudará a conectar mais startups com a Telefónica e a Vivo, aumentando os casos de negócios conjuntos no Brasil”, reforça Arias.

Formada em administração de empresas pela PUC e MBA pela FGV, a executiva atua como mentora de startups em diversos programas que seguem o conceito de inovação aberta. Na EDP Brasil onde ficou por quatro anos, ela estruturou e liderou a área de Inovação & Ventures. Foi a responsável pelo desenvolvimento do programa de aceleração de startups, o Starter, que já roda seu 4o ciclo na América Latina e, pela criação e gestão da EDP Ventures Brasil, primeiro veículo de investimento em startups com foco em tecnologias voltadas ao setor de energia no Brasil. Antes de entrar para o ecossistema, Livia trabalhou nas áreas de estratégia e inteligência de mercado nos setores de Energia, Petróleo & Gás e Mineração.

LGPD e seus impactos na área tributária

Por Rodrigo Forcenette

A LGPD, Lei 13.709/18, trará profundas alterações às pessoas físicas e jurídicas, de direito público e privado, no tocante ao tratamento de dados dos cidadãos brasileiros. O foco, objetivo da legislação, é proteger/garantir direitos fundamentais como liberdade, privacidade (inviolabilidade da intimidade, honra e imagem), livre iniciativa, livre concorrência, defesa do consumidor, livre desenvolvimento da personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania.

A lei foi criada para estabelecer princípios e regras para o tratamento de dados pessoais (operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração).

Por dado pessoal, segundo seu art. 5º, considera-se a informação relacionada à pessoa natural identificada ou identificável. Qualifica-se como “sensível” o dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.

Em razão da vasta amplitude e generalização do conceito (dados pessoais), a LGPD afetará todos os ramos do Direito, indistintamente. O Direito Tributário não foge à afirmação, sendo tocado no que concerne aos dados relativos aos contribuintes em geral.

Isso porque no cumprimento das obrigações tributárias, informações e dados pessoais são transmitidos nas relações travadas entre “Fisco/contribuinte”, “Fisco federal/estadual/DF/municipal” e “contribuinte/contribuinte”.

Nessas relações haverá tratamento de dados, ensejando o cumprimento de várias regras e princípios (art. 6º) por parte dos respectivos controladores/operadores, em especial no tocante à sua proteção/segurança.

O Fisco está autorizado a tratar dados pessoais sem a necessidade de expresso consentimento do titular, por força do disposto no art. 7º, incisos II, III e VI:

Art. 7º O tratamento de dados pessoais somente poderá ser realizado nas seguintes hipóteses:

II – para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador;

III – pela administração pública, para o tratamento e uso compartilhado de dados necessários à execução de políticas públicas previstas em leis e regulamentos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos congêneres, observadas as disposições do Capítulo IV desta Lei;
[…]

VI – para o exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral, esse último nos termos da Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996 (Lei de Arbitragem) ;

A LGPD (art. 23) também expressamente permite o tratamento (e até mesmo compartilhamento) de dados pessoais pelo Poder Público, para o atendimento de sua finalidade pública, na persecução do interesse público, com o objetivo de executar as competências legais ou cumprir as atribuições legais do serviço público, desde que:

I – sejam informadas as hipóteses em que, no exercício de suas competências, realizam o tratamento de dados pessoais, fornecendo informações claras e atualizadas sobre a previsão legal, a finalidade, os procedimentos e as práticas utilizadas para a execução dessas atividades, em veículos de fácil acesso, preferencialmente em seus sítios eletrônicos;

II – (VETADO); e

III – seja indicado um encarregado quando realizarem operações de tratamento de dados pessoais, nos termos do art. 39 desta Lei;

Entendemos, pois, que o Fisco, a despeito de ter autorização para tratamento de dados pessoais sem a necessidade de consentimento do titular, precisará ser transparente, deixando claro ao contribuinte as hipóteses em que o tratamento poderá ser feito sem a necessidade de autorização, sempre mediante a indicação de um encarregado.

Os agentes de tratamento devem adotar medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão. A lei arante diversos direitos ao titular, que podem ser exercidos em relação àqueles que tratam seus dados. É imperioso, pois, que tais agentes estejam preparados para cumprir a função, respeitar os direitos e garantias previstos.

Todos esses cuidados vêm ao encontro dos princípios que norteiam a atividade da Administração Pública – legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, previsto no caput do art. 37 da Constituição Federal. É importante, salutar, que o Poder Público dê o exemplo, viabilizando eficácia à nova ordem normativa.

A LGPD acaba demandando a criação, o desenvolvimento de uma cultura de proteção de dados pessoais, com a adoção de um programa contínuo de adequação, tanto no setor público, quanto no setor privado, de modo que o Direito Tributário e suas respectivas obrigações também serão afetadas.

Rodrigo Forcenette, sócio do Brasil Salomão e Matthes Advocacia e mestre em Direito Tributário

Ecoenergy 2020 será transferida para 2021

Em virtude do momento ainda adverso pelos números em evolução da pandemia de Covid-19 em todo o país, a Cipa Fiera Milano, organizadora da Ecoenergy, decidiu transferir para 8 a 10 de junho de 2021 a 9ª edição da feira e congresso. Principal plataforma de tecnologias limpas e renováveis para geração de energia, o evento estava programado para acontecer de 23 a 25 de novembro, no São Paulo Expo

“Colocar a saúde, o bem-estar e a segurança de expositores, visitantes, fornecedores, prestadores de serviços, colaboradores e de toda a sociedade civil é para nós um compromisso de fundamental importância. Some-se a isso a insegurança provocada pela volatilidade da economia, premissa com a qual também nos solidarizamos”, afirma Rimanta Sipas, diretor comercial da Cipa Fiera Milano.

Os preparativos para a próxima edição do evento seguirão para apresentar uma experiência ainda melhor para expositores, profissionais do setor e todos os interessados em conhecer as mais recentes inovações e tendências para toda a cadeia produtiva de energia solar e eólica, biomassa, GTDC e painéis fotovoltaicos.

Ecoenergy 2021

Data: 08 a 10 de junho
Horários: Congressos – 9h às 18h | Feira – 13h às 20h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP
www.feiraecoenergy.com.br

Jovens criam empresa em três meses e lançam modelo de negócio digital

A Kuppi, plataforma de descontos e benefícios para compras por delivery ou presenciais, tem o objetivo de fortalecer o consumo em estabelecimentos locais. A empresa é uma spin-off da BomCupom, rede de microfranquia que conecta consumidores com estabelecimentos. A empresa foi criada em três meses, durante a pandemia para auxiliar na digitalização de um mercado ainda pouco explorado, além disso, a plataforma é uma alternativa para muitos brasileiros que perderam renda nos últimos meses. Para se tornar parceiro da startup, qualquer pessoa pode ser inscrever e fazer parte do modelo de negócio. O lançamento do treinamento online acontece no dia 04 de agosto e o investimento para ter acesso pode ser feito até 11 de agosto. Já foram realizadas mais de 60 inscrições até o momento.

Entidade gaúcha seleciona 20 startups para terceira fase de seu Programa de Inovação

Com o objetivo de conectar startups ao setor do varejo, a CDL POA anuncia que foram selecionadas 20 startups para a terceira fase do seu Programa de Inovação. Ao total, o Programa recebeu 216 inscrições de startups de todas as regiões do Brasil, sendo 37% do Rio Grande do Sul, 18% de São Paulo, 9% de Santa Cataria, 8% do Paraná e 6% do Rio de Janeiro. A terceira fase do Programa, chamada de Pitch Day ou etapa de entrevistas, entre 11 e 12 de agosto, selecionará 10 empresas que passarão para a quarta fase, o Bootcamp ou evento imersivo.

Entre as temáticas dos macrodesafios propostos pela CDL POA, houve um equilíbrio entre as 216 soluções apresentadas na seleção. A ‘experiência de compra’ fez parte de 33% dos projetos; a ‘eficiência operacional’, 27%; a ‘inteligência de dados’, 22%; e a ‘cultura digital’ 18%. A qualidade das propostas recebidas foi destacada pelos responsáveis pela seleção, composta por representantes da AnLab, da Grow+ e da CDL POA. “O nível das startups inscritas no Programa foi muito alto, ficamos positivamente surpresos. Isto denota que estamos no caminho certo, em atrair soluções inovadoras para o varejo”, destaca o presidente da CDL POA, Irio Piva.

O Programa de Inovação está alinhado ao propósito da CDL POA para os próximos anos: investir em tecnologia e inovação a fim de fortalecer e impulsionar empresas varejistas, reconstruindo estruturas e possibilitando um ambiente de renovação aos negócios. O Projeto contará também com a mentoria da Grow+ e da AnLab – empresas reconhecidas no mercado por sua expertise em inovação.

Ao final do Programa de Inovação, serão selecionadas três startups que serão premiadas em até R﹩ 30 mil e receberão aceleração de seus negócios. Durante todo o processo de seleção e desenvolvimento, as startups terão a possibilidade de fechar contratos e parcerias comerciais com a CDL POA; aderir ao portfólio de soluções da Entidade; acessar as três mil empresas associadas e as 130 entidades parceiras da CDL POA, que impactam em mais de 200 municípios do Rio Grande do Sul e 30 mil empresas; participar de eventos e ações relacionados; e manter contato com a base de dados e produtos SCPC, já que a CDL POA é parceira de negócios da Boa Vista Serviços.

Conheça as próximas etapas do Programa de Inovação da CDL POA:

1. Inscrição das startups; (completa)

2. Seleção – 20 startups avançam para o Pitch Day; (completa)

3. Pitch Day – apresentações para a banca avaliadora;

4. Bootcamp – treinamento, identificação de gaps e aprofundamento das soluções;

5. Demoday – demonstrações das soluções e propostas de aplicabilidade ao Programa;

6. Formalização – possibilidade de contratação e de ingresso na etapa de aceleração;

7. Aceleração – startups vencedoras executarão suas soluções sob a coordenação de Grow+ e Anlab, focadas nas demandas da CDL POA

TIVIT anuncia Eduardo Sodero como novo CSO

A TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, anuncia a contratação de Eduardo Sodero para a posição de Chief Strategy Officer (CSO). O executivo será responsável pelas áreas de M&A, Planejamento Estratégico e Marketing e terá como principal missão alavancar o crescimento da TIVIT.

Em sua mais recente experiência profissional, Sodero atuou como diretor da Rappi, tendo entrado pouco tempo depois do lançamento da startup no Brasil. No aplicativo de entregas, liderou diferentes unidades de negócio e ajudou a escalar as operações no país.

Bacharel em Engenharia de Produção pela UFRJ e com MBA em Wharton, Sodero foi também vice-presidente na McKinsey, sócio da Angra Partners, atuando como conselheiro e executivo das companhias dos fundos de private equity, além de ter sido empreendedor.

Como CSO, Sodero passa a integrar o comitê executivo da TIVIT e irá responder diretamente a Luiz Mattar, CEO da companhia. “Estou entusiasmado com minha chegada à TIVIT e com o desafio de apoiar a Companhia a continuar sua escalada de crescimento, tanto de forma orgânica, quanto com M&As estratégicos para o negócio”, comenta Eduardo Sodero.

Globant adquire gA e fortalece sua liderança em transformação digital e cognitiva

A Globant (NYSE: GLOB), uma empresa de serviços de tecnologia nascida no meio digital, anunciou hoje a aquisição da gA, empresa líder em serviços de transformação digital e cloud, com presença nos Estados Unidos, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Espanha.

Com esta aquisição, a Globant reforça seu posicionamento de liderança em transformação digital e cognitiva, à medida que amplia seu expertise nas áreas de Ciências da Vida, CPG, Produção e Logística. A gA também complementa a capacidade da Globant de fornecer serviços de jornada de cloud e aplicativos corporativos.

“Encontramos na gA o parceiro perfeito para nossos planos futuros, à medida que aprimoramos nosso portfólio de Serviços de Saúde e Ciências da Vida. Eles construíram excelentes e duradouros relacionamentos com muitas empresas da Fortune 500”, comenta Martin Migoya, CEO e cofundador da Globant. “O mundo está mudando e muitos setores estão frente a uma oportunidade incrível. O portfólio da gA ampliará nossa oferta de serviços para ajudar nossos clientes em sua jornada de transformação.”

A gA é uma empresa global de tecnologia que usa plataformas digitais e serviços de transformação para capacitar grandes empresas nos Estados Unidos e na Europa a reformular seus modelos de negócios e organizações, aproveitando as ideias e o poder dos dados, IA e pessoas. A gA possui parcerias estratégicas importantes com empresas como Oracle e SAP, e forte especialização em Ciências de Dados e Machine Learning, Inteligência de Processos e capacidades em Cloud. Com sede em Miami, a empresa possui mais de 1100 profissionais de TI trabalhando com marcas renomadas como Johnson & Johnson, Cardinal Health, Medtronic, Honda, Avon, DHL, Equifax, Pepsico, AXA, Arcor e DirecTV, entre outras.

“Estamos animados para nos unir à Globant, uma das empresas líderes em transformação digital. Começamos nossas operações há quase 30 anos, com foco em tecnologias empresariais e gerenciamento de processos de negócios. Hoje, na era das tecnologias convergentes, trazemos nossos recursos de Inovação e Jornada de Cloud para a Globant, para criar uma oferta mais ampla de serviços aos nossos clientes. Além disso, essa aquisição aumentará nossa presença global e trará novas oportunidades profissionais para nossos colaboradores”, declara Roberto Wagmaister, CEO e fundador da gA.

Martín Umaran, Chief of Staff e cofundador da Globant, responsável pelos processos de M&A, acrescenta: “É realmente gratificante poder concluir esta transação que foi completamente executada durante a crise causada pela pandemia. Todo o processo foi realizado virtualmente, o que mostra o quanto duas empresas podem fazer quando pensam grande e alinham suas visões. Estamos muito empolgados em trazer a bordo o talento da gA. Eles compartilham nosso DNA empreendedor e inovador, valores fortes e relacionamentos duradouros com os clientes. Para nós, é fundamental formar a melhor equipe global pronta para enfrentar os desafios mais exigentes.”

IBM abre o maior Centro de Transformação de Processos com inteligência artificial na América Latina

A IBM (NYSE: IBM) anuncia um novo ‘Centro Cognitivo de Transformação’ na Colômbia, o maior centro IBM desse tipo na América Latina. Esse centro de serviços compartilhados apoiará empresas de diferentes setores da América Latina e do mundo como bancos, telecomunicações, gás e energia; em três idiomas: espanhol, português e inglês; com serviço diurno e noturno.

“Esta é uma das nossas apostas para a região em tecnologias disruptivas, talento e habilidades locais para a Quarta Revolução Industrial. Em tempos tão desafiadores quanto a COVID-19, o investimento em áreas como atendimento ao cliente e treinamento em novas habilidades é vital”, disse Ana Paula Assis, gerente geral da IBM América Latina.

Por meio desse centro, a IBM será responsável por reinventar, otimizar e gerenciar os processos e serviços corporativos para o cliente, usando análise de dados, nuvem, inteligência artificial, automação, blockchain e outras tecnologias exponenciais disruptivas.

No “Centro Cognitivo de Transformação”, a IBM gerenciará os processos de ponta a ponta, incluindo:

•Finanças e administração: cobrança, contabilidade, contas a pagar, relatórios, tesouraria, entre outros.
•Recursos Humanos.
•Compras: suporte tático e estratégico, bem como gerenciamento de compras operacionais (transacionais).
•Atendimento ao cliente e ciclo de receita: gerenciamento de terceiros, solução de reclamações e reclamações, leitura, cobrança, cobrança, gerenciamento de projetos, cobrança e gerenciamento de conhecimento.

A transformação impulsionada pelos processos cognitivos é um dos pilares do crescimento de IBM Services no mundo e uma das principais prioridades da América Latina. E, para as empresas, é um dos principais componentes de suas jornadas para uma empresa cognitiva. São esperados muitos benefícios nesses tipos de projetos: melhorias na satisfação do cliente, agilidade na tomada de decisões e custos reduzidos para a empresa, o que significa que a equipe interna pode se concentrar em atividades mais estratégicas.

Os primeiros IBMistas que trabalharão no ‘Cognitive Transformation Center’ já receberam treinamentos que representam mais de 8.500 horas em metodologias ágeis, ferramentas de conectividade e novas tecnologias, como inteligência artificial. Isso se baseia no investimento da IBM em desenvolvimento de talentos e novas habilidades para o futuro no país.

De acordo com o último relatório do Fórum Econômico Mundial, mais de 42% de todos os empregos mudarão significativamente até 2022 e exigirão novas habilidades, como o uso de análises avançadas, ferramentas de cocriação e design thinking e recursos orientados a problemas com pensamento crítico e resiliência.

“Esse oitavo centro na América Latina reforça a capacidade da IBM regional e globalmente para a entrega de serviços de transformação de processos cognitivos a partir da região, bem como outras apostas recentes da empresa, como a expansão de nossos recursos de nuvem pública, a Multizone Region e, mais recentemente, o acordo para adquirir a WDG Automation, uma empresa brasileira de software especializada em automação de processos”, diz Thais Marca, gerente geral de IBM Services para a América Latina.

“Este grande centro, o maior da IBM na região, mostra que a Colômbia continua mantendo sua atratividade para os investidores. O investimento estrangeiro eficiente é um dos instrumentos essenciais na situação atual, não apenas porque alavanca as exportações, mas também porque cria oportunidades de emprego e ajuda a impulsionar a economia. Estamos trabalhando com o “Compromisso pela Colombia” para promover a chegada de mais investidores: ferramentas de facilitação de investimentos e clima de negócios; realocação de empresas que buscam uma nova organização de suas cadeias de suprimentos e eficiência ao deixar outras latitudes; e incentivos setoriais e regionais”, afirmou José Manuel Restrepo, ministro do Comércio, Indústria e Turismo.

Hackathon TecBan promove o desenvolvimento de 39 projetos voltados para o ecossistema de Open Banking

Durante os dias 24 e 26 de julho aconteceu a primeira edição do Hackathon TecBan, que teve como objetivo simular as possibilidades do Open Banking no Brasil. Com 1046 inscritos e representantes de 24 estados brasileiros, foram selecionados 200 participantes que desenvolveram soluções utilizando as transações disponíveis na plataforma de Open Banking da TecBan. O grande vencedor da maratona foi o case ‘Bicos’, um aplicativo voltado para trabalhadores informais (descrição completa abaixo).

O evento, totalmente online, foi organizado pela Shawee e realizado em parceria com universidades, associações e players do mercado. Contou com 78 mentores, sete jurados de instituições parceiras (ABStartups, ABFintechs, Open Banking Brasil, FIAP, Oracle, Acrefi e Fecomercio), 40 equipes e 39 projetos submetidos para avaliação.

“O Hackathon TecBan apresentou um tema muito atual para os participantes. O Open Banking possui um grande potencial no Brasil e estamos certos de que as ideias que foram propostas durante o evento são bons exemplos da grande versatilidade e comodidade que a implementação trará ao ecossistema financeiro e para toda a população brasileira”, afirma Tiago Aguiar, superintendente de Novas Plataformas da TecBan.

Descrição do case vencedor – ‘Bicos’

A economia dos Bicos é uma realidade latente, agravada ainda mais pela COVID-19. O auxílio emergencial revelou 46 milhões de brasileiros, grande parte trabalhadores informais, até então esquecidos – invisíveis. Diante disso, foi criado o BICOS, um aplicativo de conexão e contratação de prestação de serviços. Com ele, é possível contratar um ‘BICO’ e efetuar o pagamento diretamente pelo saldo bancário. Além disso, o prestador de serviço tem acesso a diversas funções como: histórico de transações bancárias, recebimento do pagamento dos ‘bicos’ direto em sua conta, microcrédito e saque fácil no Banco24Horas! O BICOS nasceu para democratizar o acesso ao Open Banking àqueles que, antes, eram invisíveis ao sistema financeiro.

Equipe:

Thayana Mamoré – Belém (PA)

Tiago Danin – Belém (PA)

Lucas Cardoso Rodrigues – Belém (PA)

Guilherme Vieira da Silva – Sorocaba (SP)

Descrição do 2º lugar – ‘AgroBan’

Baseado nas APIs de ‘produto’ e ‘contas’ disponibilizadas, foi criada uma Agrotech. Nomeada ‘AgroBan’ tem por objetivo unir setores do campo e bancos em prol de benefícios mútuos. O agricultor realiza o cadastro na plataforma gratuitamente e concede as permissões de uso de suas contas em Open Banking. Com isso, são traçadas as melhores ofertas de produtos bancários para atendê-lo. Após a escolha do produto baseado nas melhores taxas de juros, o pedido fica em análise, à espera de um agrônomo credenciado que irá ir na propriedade do agricultor e realizará o cadastro da documentação do SICOR via AgroBan. Não obstante, também irá trazer dados relevantes para a pontuação geral e avaliação do agricultor dentro da plataforma.

Equipe:

Jonatas Conceição da Silva Cesar – São Paulo (SP)

Eduardo Tomacheski Teixeira – Charqueadas (RS)

Renato Tadeu Rodrigues – Pilar do Sul (SP)

Lucas Simões – São Paulo (SP)

Augusto Bondança – São Paulo (SP)

BTG Pactual anuncia as 8 startups selecionadas para nova rodada do programa de aceleração do boostLAB

O boostLAB, Hub de negócios para empresas Tech do BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, anuncia nesta semana as startups escolhidas para participar da sexta edição de seu programa de potencialização de startups em nível avançado. O programa, que conta com a parceria e metodologia da ACE, terá início no dia 13 de Agosto. As startups selecionadas são: Acordo Certo, Atta, Belvo, Conta Simples, iClubs, Ludos Pró, Provi e Rede Compras.

Pela primeira vez desde o início do programa, os sócios do banco selecionaram uma startup de fora do Brasil, a Belvo, especializada em Open-Banking, tema que vem ganhando cada vez mais relevância no cenário financeiro nacional. Também foi selecionada pela primeira vez uma EdTech, a Ludos Pro, que usa ferramentas de gamificação para ajudar no engajamento dos alunos em cursos e treinamentos.

“Se no início da pandemia ficamos preocupados por ter que migrar as mentorias da quinta rodada para o ambiente on-line, por outro, percebemos que conseguimos envolver não apenas os empreendedores, mas também suas equipes, o que acabou gerando muito mais valor para eles. Outra novidade foi que pudemos convidar também mentores do Vale do Silício para compartilharem suas experiências com os times. Isso nos animou a abrir, de maneira inédita, as inscrições para Startups estrangeiras participarem do programa. Ficamos muito felizes por termos recebido diversas inscrições de fora do Brasil”, afirma Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB.

Um dos pontos de destaque do programa é a capacidade de gerar negócios com as Startups participantes. Pelo menos 70% das Startups que passaram pelos 5 Batches anteriores fizeram negócios com o Grupo. Vale destacar também a proximidade dos sócios seniores do BTG Pactual, que oferecem mentorias e dividem suas experiências por meio de seu Conselho. Cada um dos envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Banco.

Além do Conselho, um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação também se dedica ao programa, como Cláudio Galeazzi, ex-CEO do GPA e BRF e grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, Edison Ticle, CFO da Minerva, Florian Bartunek, CIO da Constellation, Otávio Araujo, CFO da Dotz, Sônia Hess, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil, Stelleo Tolda, COO do Mercado Livre e muitos outros. As Scale-ups também contam com mais de R﹩ 300 mil de benefícios como créditos na nuvem e descontos em empresas parceiras.

Novas Mentoras

O boostLAB ganhou recentemente quatro novas mentoras que irão ajudar a alavancar as empresas selecionadas pelo programa. Conheça o perfil de cada uma delas:

Fabiana Arana, sócia do BTG Pactual
Formada em Administração de Empresas (FAAP) e Ciências Contábeis (PUC) e especialização em Business Adminstration (Berkeley). Fabiana é Sócia do BTG Pactual, Board Member da HDI Seguros Brasil e do Instituto Protea.

Mariana Cardoso, sócia do BTG Pactual
Ingressou no Pactual em 1996 e tornou-se sócia em 2006. É diretora estatutária e Global Chief Compliance Officer do Grupo BTG Pactual. Construiu sua carreira atuando na indústria de fundos de investimentos. É bacharel em economia pela UFRJ.

Renata Serra, CTO da Enforce
Formada em Análise de Sistemas, teve passagem pela Spasso, McKinsey & Company, Booz & Company, Cambridge Technology Partners e Embrapa.

Tatiana Prates, Sócia do BTG Pactual, COO e CTO da Too Seguros
É Associate Partner do BTG Pactual, onde trabalhou como Senior Financial Analyst e Business Manager da mesa proprietária de renda variável e COO do Private Equity. É Diretora de Tecnologia e de Operações da Too Seguros desde 2016. Formou-se em Engenharia de Computação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e foi Research Assistant no Laboratório de Equações Diferenciais Parciais do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).

Na lista abaixo, conheça as startups selecionadas e suas soluções:

Acordo Certo
Marketplace de negociação de dívidas que ajuda pessoas a rastrear, negociar e pagar suas dívidas de maneira fácil. A empresa possui parceria com os maiores credores do Brasil, incluindo setores como bancos, seguros, telecomunicações, varejo, educação e outros.

Atta
Empresa pioneira no desenvolvimento de integrações sistêmicas para venda de crédito imobiliário e garantias locatícias. É detentora da plataforma iSolve, a primeira voltada para a distribuição de crédito imobiliário, seguro fiança, título de capitalização e seguro incêndio.

Belvo
A Belvo permite que qualquer desenvolvedor de aplicativos acesse dados de seus usuários finais de maneira fácil e escalável por meio de uma única API vinculada a centenas de fontes bancárias e não bancárias.

Conta Simples
Oferece uma conta digital com tudo que um freelancer, profissional autônomo ou startup precisa em uma conta bancária.

iClubs
Plataforma de Loyalty as a Service (LaaS) focada em atender as necessidades das empresas e melhorar a experiência dos seus clientes, no conceito API First.

Ludos Pró
Plataforma de aprendizagem que utiliza gamificação para engajar, ensinar e aumentar a produtividade em mais de 80%. Ao mesmo tempo que instrui através de desafios lúdicos e interativos, gera informações para identificar melhorias e oportunidades para o negócio.

Provi
Criada com o objetivo de preparar profissionais para o mercado de trabalho, oferece financiamento educacional, permitindo que o aluno pague apenas quando atingir um salário mínimo.

Rede Compras
Empresa direcionada estrategicamente ao atendimento do mercado de processamento e administração de meios de pagamento eletrônico.

Dicas de como fazer o pitch perfeito na entrevista de emprego

A entrevista de emprego é um processo que começa antes mesmo da conversa com o recrutador. E com isso, é necessário que o candidato se prepare com antecedência para realizar o pitch. Guilherme Junqueira, Fundador e CEO da Gama Academy, lembra que “a busca por um novo emprego se inicia desde a análise das vagas. O candidato deve escolher efetivamente quais oportunidades têm mais conexão com seu perfil, acreditar no propósito da empresa, além de estudar profundamente tudo sobre a companhia”.

O pitch se tornou um termo bem conhecido e usado no mundo dos negócios, seja para apresentar sua empresa/produto com maior precisão ou até mesmo para se apresentar de forma efetiva durante uma entrevista de emprego. A crise causada pela pandemia levou a um aumento na busca por novas oportunidades e as pessoas precisam se destacar neste cenário e preparar um discurso objetivo para as entrevistas virtuais.

Para ajudar neste processo de preparação, o CEO separou cinco dicas para realizar um pitch perfeito durante a entrevista de emprego. Confira:

Seja natural

Durante a conversa, entenda que sentir nervosismo é normal, mas busque manter a calma e ser o mais natural possível. Não tente ser a pessoa que o recrutador quer ouvir e sim você mesmo.

Seja objetivo

Tenha um interesse genuíno na conversa, procure ouvir bastante e com atenção o que o recrutador perguntar. Não dê voltas, não conte a sua história desde quando era criança. O que o recrutador perguntar, diga! Não significa ser extremamente sucinto, mas sim, ir direto ao ponto.

Seja transparente

Em perguntas que realmente falem de coisas mais delicadas, como os seus pontos fracos ou o que aconteceu na empresa anterior, procure ser o mais transparente possível. Não seja um personagem e nunca fale mal da outra empresa que você passou, mas deixe claro o que aconteceu sem expor de alguma forma pessoas ou a própria empresa.

Fale seus pontos fracos e fortes

Tenha de fato na ponta da língua as questões de autoconhecimento, que são coisas que você precisa desenvolver, tanto do aspecto técnico quanto comportamental. Traga exemplos de experiências anteriores, boas e ruins, e apresente ao recrutador quando ele perguntar sobre esses pontos.

Esteja disposto a aprender

Mostre-se uma pessoa totalmente disposta a aprender mesmo sabendo de todas as coisas ou não. Demonstre entusiasmo com a oportunidade e que irá se dedicar ao máximo, independente das skills que já tem conhecimento.

Para Junqueira, a grande missão de uma primeira entrevista é conseguir uma segunda. Então, brilhe e faça um pitch perfeito!

Certdox recebe aporte do Innovation Hub BRQ

Nos últimos 4 anos, a BRQ Digital Solutions investiu em mais de dez startups por meio do Innovation Hub e acaba de anunciar a chegada da especialista em documentos eletrônicos, a Certdox.

A empresa, que integra de forma eletrônica as operações financeiras com as entidades oficiais de registro, facilitando a adoção de novas operações irá utilizar o investimento para aprimorar sua tecnologia e aumentar a capacidade para as POCs. “Essa é nossa primeira captação na fase pré seed e estamos muito confiantes que irá nos ajudar a escalar nosso negócio. Teremos a oportunidade de contar com o know how dos profissionais da BRQ e ter acesso a uma carteira de clientes que podem se interessar pela nossa solução”, comenta Christian Ribas, Fundador e CEO da startup.

A solução da Certdox inclui desde a geração e assinatura eletrônica de documentos, fluxos especializados em cessão de créditos e até a integração e controle do processamento eletrônico dos registros, incluindo os documentos, pagamentos e controle de prazos.

Segundo Antonio Rodrigues, Vice Presidente da BRQ e Head do Innovation Hub BRQ, a entrada da Certdox para o portfólio de investidas da BRQ reforça ainda mais o objetivo da empresa em trazer soluções inovadoras para o mercado. “Nosso objetivo é apoiar startups a se conectarem com nosso ecossistema. Acreditamos que, por meio desses negócios, podemos acelerar a inovação de nossos clientes apresentando produtos com grande potencial de geração de valor e, com isso, fortalecer e conquistar grandes parcerias”, comenta Antonio.

Além da Certdox o programa de investimentos do Innovation Hub da BRQ, já aportou empresas como BBNK, Inspectos, BMSIX, Zenfinance, WORKFACILITS, IU Pay, Jobecam, PayFace e Legal Bot.

A urgente necessidade de transformação da indústria brasileira

Por Angela Gheller, diretora de manufatura, logística e agroindústria da TOTVS

No início desse ano, havia um certo otimismo na Manufatura brasileira. O segmento tinha uma expectativa de retomada da indústria nacional, com projeções de novos investimentos em tecnologias de transformação digital e uma previsão de importantes projetos para a modernização do setor. Era um cenário de aquecimento com retomada gradual.

Em meio a esse clima positivo surgiu, no entanto, uma grande reviravolta global. A pandemia causada pela COVID-19 afetou imediatamente todos os segmentos e as formas de consumo, criando um momento único na história da economia no mundo.

Nas primeiras semanas foi perceptível uma importante desaceleração que também atingiu o setor manufatureiro no Brasil. O cenário, antes positivo, acendeu um sinal amarelo e que foi se agravando por causa das dificuldades da cadeia de suprimentos e da imprevisibilidade da retomada da economia.

A crise tem gerado muitas incertezas, mas também tem mostrado que as empresas mais digitalizadas e mais modernas tecnologicamente puderam reagir com maior agilidade. Por este motivo, mesmo com uma queda no curto-prazo, é esperado um forte aumento no investimento em tecnologia na retomada pós-pandemia, com foco na digitalização de processos, automação da produção e gestão dos dados.

A digitalização da indústria promove um aumento exponencial no volume de dados gerado ao longo de uma cadeia produtiva, impulsionando soluções de Cloud Computing, Analytics e Inteligência Artificial. Além disso, a crise impulsionou a busca da indústria por soluções de mobilidade, automação da força de vendas (CRM) e e-commerce, que corroboram para alavancar as aplicações em nuvem.

Vale destacar também que a crise vai remodelar importantes relações geopolíticas, econômicas e sociais. Cadeias globais de suprimentos tendem a sofrer forte impacto, já no curto e médio prazo. A mudança da bipolaridade atual – EUA & China – será catalisada por esse novo contexto, no qual as cadeias locais serão valorizadas e a diversificação passará a ser ainda mais essencial.

Situações de dependência exclusiva de uma única nação para determinado insumo devem reduzir e novas rotas de prosperidade devem surgir. O movimento de “reshoring”, ou seja, transição das cadeias globais para a cadeias locais deve acontecer em velocidades diferentes de acordo com cada setor da economia e sua dependência de tecnologias importadas.

Além deste movimento, a necessidade de diversificação de fornecedores e consumidores ganhou ainda mais força, pois empresas que dependiam de um único fornecedor ou cliente e sofreram rupturas neste elo foram fortemente impactadas, chegando a interromper suas operações nos casos mais graves.

Desde os anos 1980 até os dias atuais houve uma forte queda na participação da indústria de transformação no PIB brasileiro, com um impacto ainda mais severo nos setores de maior intensidade tecnológica. O Brasil, apesar do status de uma das maiores economias do mundo, contribui apenas 0,6% das exportações industriais do mundo, o que evidencia uma grande oportunidade ainda não explorada pela indústria nacional.

Importar insumos para a indústria de transformação, não necessariamente acarreta impactos negativos, pois podem contribuir fortemente para um crescimento na produtividade e no aumento da competitividade da manufatura nacional. Por outro lado, isso pode afetar os produtores de insumos locais e limitar o desenvolvimento tecnológico de um país. Aumentando a dependência de insumos estrangeiros e focando apenas nos processos de montagem, os empregos gerados são para trabalhos mais simples e com menores salários; além de resultar em produtos com baixo valor adicionado.

Na recente carta “Indústria brasileira e sua dependência de insumos importados”, publicada pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial – IEDI, elaborada a partir de estudo de Paulo Morceiro (USP), verificou-se que o Coeficiente Importado de Insumos e Componentes Comercializáveis (CIICC) é uma métrica importante para entender a dinâmica das cadeias produtivas de um país, além de impactar diretamente no indicador econômico TiVA (trade in value added), que indica quanto cada país adiciona de valor nos produtos e serviços finais exportados por outros países.

Nos produtos de média e alta tecnologia, o Brasil é o país que mais importa insumos para a produção entre 15 países. Em 2018, o coeficiente de importação na indústria de maior intensidade tecnológica chegou a 41,4%, mostrando forte dependência internacional nestas indústrias, além de forte exposição à flutuação cambial e baixo desenvolvimento tecnológico nacional. Estes dados deixam evidente a carência da indústria nacional para a produção de vários componentes tecnológicos chave.

De acordo com os estudos sobre a situação atual da indústria brasileira notamos que é necessário um grande movimento para melhorar a produtividade tecnológica, pois oportunidades na retomada da economia vão surgir, mas boa parcela da indústria nacional ainda não está preparada para se aproveitar desse movimento. As manufaturas brasileiras terão de passar por uma rápida digitalização para serem mais ágeis e integradas e conseguirem performar bem no novo contexto que está emergindo.

Por fim, algumas fragilidades na indústria nacional são evidentes, instabilidade cambial, falta de infraestrutura e mão de obra qualificada são alguns dos exemplos. É cada vez mais urgente um plano de desenvolvimento para a indústria nacional, visando sua digitalização, ganho de produtividade, redução do “Custo Brasil”, disponibilidade de financiamentos sustentáveis de longo prazo e um alto desenvolvimento em capacitação da mão de obra. Um grande esforço é necessário para que as indústrias do Brasil cresçam, creio que o primeiro passo está na tecnologia que contratamos para digitalizar os processos dentro de casa, talvez assim, incentivamos a digitalização e evolução do setor.

Resiliência e liderança para o momento atual

Por Luis Norberto Pascoal, Presidente da Companhia DPaschoal de Participações

Durante este período de transformação, gostaria de reforçar um aspecto importante: a questão da Resiliência. Isso é necessário por conta de várias situações e desafios que devemos liderar neste momento – o de construí-la, treiná-la e gerenciá-la em nossa equipe. Essa capacidade requer uma perspectiva diferente: aproveitar cada um com suas competências e sua resiliência natural, em prol de um desempenho mais sustentável no futuro.

O conceito é importante nestes dias para podermos trabalhar com o que é desconhecido e imprevisível, mas que tem consequências muito significativas. Desenvolvê-la e gerenciá-la requer mais do que apenas melhorar o que existe. Devemos imaginar novas ideias ou sistemas, como o BrainThon (um programa inovador para desenvolver soluções rápidas e transformadoras) de engenharia reversa, em tudo o que foi positivo, para valorizar a nossa equipe, assim como as ações sistêmicas.

O mundo atual requer um modelo mental de negócios fundamentalmente diferente, que abrace a complexidade, a incerteza, a interdependência, o pensamento sistêmico e uma perspectiva em várias escalas de tempo, principalmente, o estudo de cenários, desde o menos desejável, porém, o mais demandante. Somente uma equipe valorizada, auto reconhecida e motivada conseguirá. Além disso, ela deve lidar com riscos não identificados e considerar as adaptações e transformações que cada um de nós e a nossa empresa devem fazer, entendendo o desafio ambiental, econômico ou sistêmico, e encontrando uma nova visão.

Desafios mais comuns: insistência nas mesmas ideias sem olhar ao redor e não querer ver os fatos, criando um bloqueio que amortece as mudanças necessárias. O bloqueio humano em mudar é conhecido, mas quando torna-se redundante, é perigoso. Ele geralmente nega o quadro que já mostra sinais claros e o debate se torna inócuo, o que pode ser inconsciente. A diversidade de respostas a um novo desafio ajuda os sistemas mentais e gerenciais a entenderem os movimentos, as vezes invisíveis. Melhorar o que está bom sem entender onde a empresa precisa chegar, cega o futuro.

O design organizacional deve oferecer sistemas de conexão humano totalmente integrado, com responsabilidade individual e que coloque ritmo a partir da demanda dos cenários mais prováveis. Por isso, a adaptabilidade é uma importante capacidade de evoluir por tentativa e erro. Requer um nível de abertura mental e diversidade, quase como um laboratório de pesquisa. A prudência envolve precaução e se algo puder acontecer, acabará ocorrendo. Isso exige o desenvolvimento de planos de contingência e testes de estresse para riscos plausíveis com consequências significativas, que podem ser previstos e preparados por meio de planejamentos de cenários.

Com isso, é preciso articular um propósito, ou seja, a maneira pela qual iremos atender os importantes fatores da sociedade, de nossos clientes e fornecedores. Um conceito-chave é a capacidade de preparar recursos humanos para essa empreitada. Somente as organizações que alocam recursos suficientes conseguirão mudar o centro de gravidade de negócios.

A liderança situacional é fundamental e a colaboração responsável será a maior transformação para as companhias aumentarem sua resiliência através da colaboração com outros players. Os ecossistemas de negócios, como plataformas digitais, podem aumentá-la através do acesso a novos recursos, maior flexibilidade e redução do custo fixo de entrada em empresas, no qual os ativos agora podem ser compartilhados. Finalmente, os benefícios da resiliência são visíveis quando a empresa é confrontada com um estresse imprevisto e calmamente, que se coloca como Protagonista atuante.

Consórcio Magalu abre 300 vagas para Gestores de Negócios em home-office, em todo o Brasil

O Consórcio Magalu, uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil, de acordo com o instituto GPTW (Great Place to Work), está buscando Gestores de Negócios para sua área comercial. O trabalho será realizado através do formato home-office e o parceiro pode morar em qualquer lugar do Brasil. Atualmente, a renda de um gestor iniciante varia em torno de R$ 4 a 5 mil mensais.

A função do Gestor de Negócios será vender cotas de consórcio, além de promover a divulgação da marca, contribuindo ainda na realização dos sonhos de pessoas que desejam adquirir bens e serviços através do consórcio. Por isso, para ser um parceiro do Consórcio Magalu é preciso ter experiência em vendas, ser persuasivo, competitivo e ter espírito empreendedor. Além de trabalhar de casa, o gestor que morar em cidades nas quais o Magalu tem loja poderá usar as instalações para conquistar novos clientes.

Há excelentes benefícios para esses representantes, que serão parceiros em regime PJ, como um sistema digital moderno para venda e acompanhamento de resultados, ótimas comissões de até 7,6%, oportunidades para participar de treinamentos e capacitação e amplo portfólio de produtos (imóveis, carros, eletrodomésticos e outros serviços). Além de campanhas de incentivo e premiações para os melhores gestores.

Antes da pandemia, os gestores atuavam em todas as lojas do Magazine Luiza espalhadas pelo Brasil. Contudo, com a necessidade do fechamento das lojas físicas, a empresa investiu na captação de clientes via online e passou a recrutar mais gestores em todo o país para colaborar com as vendas. O formato home-office foi um sucesso e está em expansão.

A posição oferece segurança para quem quer empreender e se tornar parceiro de uma empresa que é referência, com mais de 27 anos de experiência, um excelente local para trabalhar, com possibilidade de crescimento e integração entre os prestadores de serviço. O gestor poderá inclusive ter a liberdade de ser dono do sua própria empresa e trabalhar de acordo com a sua disponibilidade e necessidade.

O Consórcio Magalu conta com uma ampla gama de produtos disponíveis, como carros, imóveis, eletrodomésticos, cirurgias plásticas, entre muitos outros serviços. A diversificação faz parte da estratégia da empresa de atender o maior número de categorias e clientes, o #ÉPraTudo.

Para mais informações, acessar o site http://consorciomagalu.com.br e clicar na aba “Seja Representante”.

Dia dos pais: ABComm prevê 23% de aumento nas compras online

Entre os dias 20 de julho e 8 de agosto, a ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – prevê um aumento de 23% nas compras do e-commerce no país na comparação com o mesmo período de 2019 devido ao Dia dos Pais.

De acordo com a associação, a data deve trazer R$ 3,5 bilhões ao setor. O tíquete médio esperado para essas compras online é de R$ 373. Estima-se também um total de 8,43 milhões de pedidos no período.

A data, que é uma das mais importantes do calendário do e-commerce, faturou em 2019 R$ 2,5 bilhões e cresceu 20% em relação ao ano de 2018, segundo o Ebit Nielsen.

Ainda que esteja acontecendo uma reabertura do comércio, muitos ainda preferem fazer as compras de casa para diminuir os riscos de contaminação em relação ao novo coronavírus. De acordo com uma pesquisa realizada pela Social Miner e Opinion Box, 64% das pessoas pretendem continuar comprando tanto online, quanto offline.

“Algumas cidades no Brasil já iniciaram ensaios de liberação e volta do comércio de rua, com algumas limitações, principalmente em relação ao horário de funcionamento. Com isso, a experiência de compra física, está se tornando menos eficiente, e mais demorada, além dos riscos envolvidos. Dito isso, a saída com certeza será o universo digital, que tem surpreendido positivamente em relação a logística. Mesmo com o crescimento acelerado, os prazos de entrega dos principais sites de vendas no Brasil tem reduzido bastante”, explica Felipe Dellacqua, VP de vendas e sócio da multinacional de cloud commerce Vtex.

Segundo o especialista, as categorias mais procuradas para presentear os pais na data são perfumaria e cosméticos, moda e acessórios e casa e decoração. De acordo com ele, para esse ano, a expectativa de vendas online é alta.

“Com a pandemia, muitos compromissos profissionais e viagens foram adiados, o que tem tornado a convivência em família ainda mais forte. Com o crescimento do e-commerce que já ultrapassa os 50% quando comparado a 2019, a tendência é que o Dia dos País esse ano supere o crescimento do ano passado”, explica Felipe Dellacqua, VP de vendas e sócio da Vtex.

CorpFlex, pioneira em cloud computing no Brasil, passa a integrar o Grupo Claranet

Em continuidade ao processo de expansão no Brasil, o Grupo Claranet, multinacional de tecnologia com sede na Inglaterra e presença em mais de 9 países, focada em serviços gerenciados de cloud computing, cyber security, big data, DevOps, mass migration e demais tecnologias em nuvem, passa a adquirir 92,5% da CorpFlex, empresa que tem 28 anos de atuação no mercado brasileiro em Cloud privada e IT management services.

A Claranet já atua no Brasil desde 2017, onde se afirmou como um dos principais e mais premiados provedores de soluções de Cloud pública, trabalhando com tecnologias AWS, Azure e Google Cloud, desde infraestrutura, automação, big data e machine learning. As empresas unem forças para um objetivo comum, de integrar os portfólios no Brasil e fortalecer os serviços disponibilizados pelas duas companhias, focadas em se tornarem líder em Cloud pública, privada e híbrida.

À frente do desafio de consolidar a Claranet como líder no mercado nacional, está o CEO, Edivaldo Rocha, que nos últimos 10 anos liderou a CorpFlex, aperfeiçoando o portfólio de produtos e tecnologias, além de implementar um alto nível de governança corporativa e gestão reconhecidas pelo mercado, que impulsionou a empresa para buscar a consolidação do mercado brasileiro em cloud computing.

No mercado europeu, a Claranet, fundada em 1996, desponta como a mais representativa empresa de serviços gerenciados nas áreas de hosting, cloud, redes, segurança e workplace. Com a integração da CorpFlex, o grupo passa a somar mais de 2.500 colaboradores distribuídos por Reino Unido, França, Portugal, Alemanha, Holanda, Espanha, Brasil, Estados Unidos e Itália. Com um faturamento acima de R$2.5 bilhões por ano e mais de 6.500 clientes atendidos, tem como missão global construir uma relação de confiança duradoura com cada um dos clientes, ajudando-os a focar os recursos na inovação e criação de valor para o negócio.

A Claranet busca ter no mercado latino americano a mesma representatividade que o grupo conquistou na Europa. Por isso, optou pela aquisição e integração de suas operações nacionais com a CorpFlex, que é pioneira em tecnologia no Brasil e tem um amplo portfólio de serviços e soluções. Juntas, as empresas ganham destaque e estarão posicionadas como líderes nos quadrantes relacionados à cloud computing, reconhecidos pelos principais analistas de TI a nível internacional e nacional. A integração, que acontece mesmo diante do cenário atual da economia mundial, mostra a capacidade de investimento, assim como a força e a importância que a tecnologia tem neste momento adverso, onde as empresas precisam transformar-se digitalmente para garantir a continuidade dos seus negócios e contar com empresas especialistas e capazes de auxiliar nesta jornada.

O CEO Edivaldo Rocha reforça os ganhos de sinergia e união de valores entre as companhias e garante que a integração trará mais produtos e serviços, para auxiliar o processo de transformação digital dos clientes. “Unir forças neste momento acelera a consolidação do mercado brasileiro, movimento que já foi feito pela Claranet na Europa. Aqui no Brasil a CorpFlex agrega o know how de uma empresa pioneira e conhecida no mercado, com a expertise e força de uma empresa global”.

Para António Miguel Ferreira, Managing Director do grupo Claranet para a Ibéria e América Latina, “a aquisição da CorpFlex é um momento transformador na nossa estratégia de crescimento no Brasil. A partir de hoje temos uma presença no Brasil com capacidade semelhante à que temos nas nossas principais operações na Europa, servindo clientes de médio e grande porte na sua jornada para a Cloud, com foco em soluções de infraestrutura, big data e cyber security, com governança ITIL ou DevOps.

A Claranet vem implementando com sucesso, desde 2012, uma estratégia de crescimento orgânico e por aquisições. Contar com a CorpFlex significa que agora temos uma plataforma de crescimento orgânico acelerado, com governança ao nível das melhores empresa e vamos continuar buscando novas oportunidades de aquisição, para apoiar nossas ambições em um mercado com imenso potencial que representa sobretudo o Brasil, mas também outros países da América Latina.”