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Covid-19 acelera mercado de dados fixos na América Latina, afirma a IDC

Antes da covid-19, as projeções de crescimento dos serviços fixos de dados na América Latina eram de, em média, 10% ao ano de 2019 a 2024. Porém, com a pandemia, a expectativa de crescimento é de 24% acima da previsão, ou seja, de 12,4% ao ano para os próximos quatro anos, estimam analistas da IDC, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e eventos para os mercados de tecnologia da informação, telecomunicações e tecnologia de consumo.

Com o surgimento da covid-19 as regras do jogo mudaram, a ponto das empresas de telecomunicações serem obrigadas a adiar ou reduzir seus investimentos, explicou Alberto Arellano, gerente de pesquisa em Telecomunicações da IDC México.

Fonte: Latin America Telecom Services Tracker IDC, maio de 2020.

“Somente nos primeiros dois meses de contingência do coronavírus, o tráfego de dados fixos cresceu até 30% e os dados móveis 10%”, afirma Diego Anesini, diretor de pesquisas da IDC América Latina.

“As mudanças na demanda resultaram em uma alta concentração nas redes de acesso do consumidor, devido ao uso de aplicativos para home office e serviços de streaming”, explica.

Mesmo com as mudanças, Luciano Saboia, gerente de pesquisa e consultoria em Telecomunicações da IDC Brasil, afirma que as operadoras conseguiram manter a qualidade dos serviços, tanto para os consumidores como para as empresas, que seguiram desenvolvendo suas atividades. “As operadoras aprimoraram suas ofertas e produtos e ampliaram funcionalidades de colaboração e de conectividade, ajudando os decisores de TI, por exemplo, a enfrentaram o ambiente desafiador. Um exemplo disso é o SD-WAN. Temos visto ofertas recentes combinando conectividade com a disponibilização de devices, como PCs, tablets e smartphones, principalmente para as pessoas que aderiram ao home office, o que reforça a capacidade do mercado em oferecer uma variedade de serviços”, completa.

Para Anesini, as operadoras tiveram que se fortalecer e reforçar principalmente o acesso à infraestrutura de ponta e seu desempenho.

O Chile liderará o mercado de 5G na América Latina.

No caso das redes móveis, o Chile se colocou como o país com maior avanço para as redes de quinta geração (5G), ao anunciar a primeira licitação desta frequência para outubro próximo, visto que seu principal uso será comercial, destacou Anesini.

Enquanto isso, Brasil e México anunciaram que, devido à complicações técnicas e financeiras causadas pela pandemia, a licitação do 5G será realizada até o próximo ano. “No Brasil ainda temos questões a serem definidas, como os participantes do leilão. Além das operadoras, existe uma grande quantidade de provedores regionais querendo usar a frequência do 5G para comercializar seus serviços”, explica Saboia. Segundo ele, fatores econômicos como a capacidade de investimento dos players, a capacidade do país para absorver os serviços e o ecossistema para utilizar a tecnologia no segmento também precisam ser definidos.

“Embora o México já tenha feito os primeiros testes, o leilão foi atrasado e as operadoras continuam desenvolvendo sua rede 4G”, destacou Alberto Arellano.

No caso da Argentina, seu desenvolvimento será mais lento devido à redução dos investimentos, principalmente após o ciclo de congelamento de preços dos serviços de telecomunicações que ocorrerá de 1º de setembro a 31 de dezembro, disse Sebastián Novoa, analista sênior da IDC do mercado argentino.

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everis Brasil contrata Renato Gritti como diretor da área de Strategy Value

(Foto: Rodrigo Capote)

A everis, consultoria multinacional de negócios e TI do Grupo NTT Data, acaba de anunciar a contratação de Renato Pacheco Gritti como diretor de Transformação da área de Strategy Value no Brasil. No novo cargo, seu desafio é liderar a equipe de transformação estratégica, cujo objetivo é apresentar uma visão de futuro aos clientes, focada em entregar valor aos negócios por meio de tecnologias disruptivas.

Na nova função, Gritti será responsável também por criar novos modelos de negócios digitais e ecossistemas, além de estratégias de negócios alavancadas por novas tecnologias e dados. “A everis é uma empresa inovadora e flexível, apesar de sua estrutura robusta, atua no mercado como uma startup, o que dá aos seus profissionais a oportunidade de enfrentar desafios com agilidade e eficiência, uma característica que me conquistou”, afirma o novo diretor de Strategy Value.

Segundo ele, à frente da área de Strategy Value poderá contribuir para transformar os negócios dos clientes, inclusive com a identificação de oportunidades de atuação em novos segmentos, por meio da adoção de tecnologias disruptivas aliadas às estratégias customizadas. “Gritti é um profissional muito experiente e profundo conhecedor das demandas de negócios e tecnológicas nacionais, o que o torna um talento valioso para nosso plano de expandir nossa atuação no mercado nacional”, destaca Raphael Bueno, sócio responsável por Digital Strategy na everis Brasil.

Com mais de 20 anos de experiência em consultoria, Gritti já atuou junto a alta administração de grandes empresas, médias e pequenas empresas, contribuindo com estratégias de inovação, aperfeiçoamento da jornada dos clientes, reestruturação organizacional e transformação digital, entre outros, para gerar novos negócios e garantir melhor competitividade.

Anteriormente, Gritti trabalhou em consultorias como PwC, IBM e KPMG, entre outras. Formado em Tecnologia pela Universidade Mackenzie, Gritti tem pós-graduação em Sistemas Empresariais pela Universidade Paulista e MBA em Tecnologia pela FIPECAFI-USP.

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Aluguéis comerciais durante a pandemia e o caminho do Poder Judiciário

Por Cauani Bueno

Desde o início da pandemia ocasionada pela Covid-19 (coronavírus), o mundo tem adotado medidas de distanciamento social, restrições de funcionamento de certas atividades, dentre outras medidas, todas visando o enfrentamento dessa situação caótica que estamos vivenciando.

Embora tais medidas sejam extremamente necessárias, certo é que as mesmas vêm causando impactos negativos na vida dos comerciantes e resultando, principalmente, na queda considerável do faturamento o que, por sua vez, faz com que surjam diversos questionamentos. Dentre esses, está a possibilidade de renegociação de contratos de locação comercial, de modo que o comerciante afetado pelas medidas de restrição e pela crise econômica consiga continuar honrando com o pagamento dos aluguéis.

Ao longo desses últimos meses, foram emitidos diversos decretos estaduais e municipais dispondo sobre a temática. Nenhum deles resistiu às tramitações legislativas e perdurou. Tendo em vista à ausência de disposição legal, a alternativa que sobrou, quando não é possível a negociação amigável entre as partes, foi à propositura de ação judicial buscando a redução ou a suspensão do pagamento dos aluguéis.

O Poder Judiciário já proferiu tanto decisões favoráveis como contrárias à redução ou suspensão dos aluguéis a depender do caso concreto. O que se têm percebido é uma inclinação em favor do locatário, de modo a considerar este a parte hipossuficiente da relação locatícia, ou seja, mais vulnerável do ponto de vista econômico.

As decisões judiciais têm sido proferidas determinando, em muitos casos, a redução de 50% do valor do aluguel durante o período pandêmico, percentual este que têm sido entendido pelos magistrados e desembargadores como o ideal para equilibrar os prejuízos entre as partes.

Um exemplo claro dessa tendência, é a decisão proferida pelo desembargador Arantes Theodoro, relator da 36ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, nos autos do Agravo de Instrumento de nº 2081753-47.2020.8.26.0000.

No caso mencionado, o juiz de 1º grau indeferiu o pedido de tutela de urgência formulado pela locatária de imóvel comercial, no qual pretendia a redução do valor do aluguel até que fosse retirada a proibição de funcionamento de seu estabelecimento. Quando da análise pelo citado relator, disse o mesmo que o fato das atividades comerciais terem sido interrompidas em razão da quarentena, por si só, não dispensam a locatária do pagamento do valor acordado a título de aluguel.

No entanto, disse o Desembargador que: “[…] mesmo em superficial exame valorativo do tema se podia reconhecer que aquela situação retratava hipótese de força maior”. Concluiu seu voto: “Na linha do entendimento da Câmara, afigura-se razoável reduzir o valor do locativo mensal em 50%, desde o vencido em abril de 2020, e até que seja levantada a proibição à abertura daquele ponto comercial”.

Mesmo no período atual, onde as restrições já estão menos rigorosas do que no início, as decisões ainda têm seguido essa tendência de redução de 50%, o que se especula que irá perdurar até o final do ano de 2020.

O caminho mais recomendado será sempre a renegociação extrajudicial destes contratos, pautada na boa fé e no bom senso das partes envolvidas, visando assegurar o equilíbrio financeiro do contrato. Contudo, nos casos em que esta não é uma opção viável, o ingresso no Poder Judiciário é a resposta”.

Cauani Bueno, advogada especializada em contratos e obrigações e sócia da Advocacia BDB

E-commerce segue em expansão e registra alta nas vendas de 76,46% em agosto

Com a flexibilização da quarenta no país, as vendas por comércio eletrônico seguem em boom. Ao analisar o mês de agosto de 2020, ante o mesmo mês do ano passado, houve alta de 76,46%. Seguindo a mesma base de comparação, o faturamento teve desempenho maior e registrou aumento de 87,64%. Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

“Mesmo com a reabertura do varejo físico e retomada gradual da sociedade, o comércio eletrônico mantém patamares de vendas muito superiores ao ano passado, comprovando que o comportamento de consumo online do brasileiro realmente passou por um processo de transformação permanente. Com este crescimento, a partir de agora, as fronteiras entre online e offline estão sendo extintas e os varejistas terão que cada vez mais unificar suas operações para oferecerem uma boa experiência para todos consumidores.”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e CEO do Neotrust | Compre & Confie.

Vendas online

Entretanto, ao comparar agosto ante julho, as vendas por comércio eletrônico variaram negativamente (-9,15%). No acumulado do ano, a variação segue positiva: 56,73%.

Na comparação regional, nas vendas online de agosto deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, o Nordeste lidera com alta de 108,90%. Na sequência, aparecem Norte (74,90%), Sul (74,08%), Centro-Oeste (73,25%) e Sudeste (71,36%).

No acumulado do ano, o Nordeste também lidera com (82,70%), seguido por Sul (62,01%), Centro-Oeste (57,06%), Norte (54,76%) e, por último, o Sudeste com (51,37%).

Faturamento

O faturamento do setor teve queda de (-4,27%) em agosto frente a julho. Entretanto, no acumulado do ano segue em alta com 58,46%.

A composição regional, usando a base de comparação agosto deste ano com o mesmo mês do ano passado, ficou da seguinte forma: Nordeste (134,76%), Norte (108,12%), Centro-Oeste (87%), Sul (81,65%) e Sudeste (77,16%).

No acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (93%), Sul (59,79%), Norte (57,96%), Centro-Oeste (52,95%) e Sudeste (50,91%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

No mês de julho, o e-commerce representou 10,7% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 8%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 10 de setembro.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento, em julho, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,5%); móveis e eletrodomésticos (24%); e tecidos, vestuário e calçados (12,9%). Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (9,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,2%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,2%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,1%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2020, 18,2% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 5,9 p.p em relação ao trimestre anterior (12,3%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 8,1p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Neotrust | Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.mccenet.com.br/

Reforma Tributária, Sim! Aumento da Carga Tributária, Não!

Por Mathias Elder

O momento é este! Tanto a nível federal quanto no âmbito estadual, urge que os gestores públicos finalmente equacionem e desonerem a mais relevante componente do “Custo Brasil” (estudo ABIMAQ) e do “Custo RS” (estudo FIERGS): nosso caótico, complexo, disfuncional e injusto sistema tributário! Felizmente o tema tem sido destaque nas agendas do Congresso e do Governo Nacional, com desdobramentos em alguns estados, como o RS, SP e MT. Portanto, parabéns ao Governador Eduardo Leite por “colocar a bola em jogo”, ao propor uma reforma estadual que traz inúmeras melhorias para alguns problemas crônicos que drenam a competitividade da nossa economia.

Dentre os pontos positivos, podemos citar, entre outros: retorno das alíquotas provisórias aos patamares anteriores aos da majoração, redução da alíquota efetiva nas compras internas para 12 %,  simplificação e redistribuição da carga tributária, redução do prazo de creditamento do ICMS dos bens de capital, redução da cumulatividade dos impostos mediante aproveitamento de créditos de “uso e consumo”, avanços na devolução dos saldos credores de exportação. Com estas medidas, a economia gaúcha ganha em  competitividade!

Por outro lado, é evidente e inegável que a proposta aumenta a carga tributária prevista para 2021, o que, definitivamente, a sociedade gaúcha não pode aceitar. Urge, portanto, que seus excessos, distorções e omissões sejam ajustadas pela Assembleia Legislativa. Dentre estes, destacam-se:

•        TETO DE GASTOS. A falta de disposições que congelem e impeçam o crescimento dos gastos públicos (em R$ e em % do PIB) e que garantam que o teto e as demais limitações orçamentárias sejam aplicadas de forma isonômica em todos os poderes (ex: fim do duodécimo). Pelos princípios da neutralidade e equidade, é fundamental que sejam estabelecidas “travas” que possam garantir que esta reforma não seja mero “cavalo de troia” para aumentar ainda mais e/ou perpetuar o aumento de impostos. Também obrigariam imediata e subsequente negociação de reforma administrativa ampla, que realmente reduza o tamanho do estado, “enxugue” a máquina pública e, sem ferir direitos efetivamente adquiridos, termine com as distorções remuneratórias e previdenciárias entre os poderes públicos e a iniciativa privada;

•        AJUSTES EM 2021: em função da dificuldade e da insegurança que todos –  inclusive os técnicos da SEFAZ – tem para corretamente simular o impacto das diversas medidas, entendemos que seria aceitável que determinadas alíquotas sejam inicialmente um pouco superiores, desde que haja expressa disposição para que sejam calibradas (leia-se: reduzidas) ao longo de 2021, de acordo com as travas acima referidas;

•        TRIBUTAÇÃO DA CESTA BÁSICA. Na defesa dos princípios da progressividade e simplicidade, os assessores da Assembleia e as principais entidades de classe deveriam, em conjunto com os técnicos da SEFAZ, analisar melhor e compor a melhor solução, dentre as diversas alternativas possíveis: alíquota diferenciada, crédito presumido, renda mínima e/ou imposto negativo;

•        CONFAZ. Em prol da neutralidade e equidade, algumas medidas (que aumentam a arrecadação) deveriam ficar vinculadas à aprovação e perpetuidade das medidas que dependem de aprovação no CONFAZ (e que reduzem a arrecadação).

Ao longo das últimas semanas foram realizadas inúmeras audiências públicas e debates. A maioria das entidades ligadas ao setor terciário assim como algumas que representam produtores e indústrias mais voltadas para o consumo – cujas empresas, em sua grande maioria, são tributadas pelo Simples – se consideram prejudicadas e parecer ser totalmente contra a reforma. Estes setores, seus empresários e representantes na AL parecem não se dar conta ou, por questões políticas, não querem se dar conta que:

•        como regra geral, sofrem pouca ou nenhuma concorrência internacional;

•        eventuais aumentos de impostos para determinado setor ou atividade, decorrentes da redistribuição da carga fiscal por toda a economia gaúcha, afetará igualmente todos seus concorrentes, preservando os princípio de equidade e isonomia;

•        o princípio da neutralidade, se respeitado no texto final da reforma, garantiria que os aumentos de seus produtos e serviços seja compensado pela redução dos preços dos produtos industrializados;

•        a redução do “Custo Brasil” e do “Custo RS”, aumenta a competitividade dos setores primário e secundário (exportadores, agropecuária, extração mineral e indústria), fazendo nossa economia voltar a crescer e trazendo enormes e representativos ganhos sistêmicos*;

* nota técnica publicada em jun/2020 pelo CCiF estimou o aumento do PIB potencial de longo prazo brasileiro em quase 40 % (!), caso as reformas tributárias federal, estadual e municipal sejam implementadas.

•        somente com a reforma tributária, a economia vai gerar mais emprego e renda. E, com maior renda, aumentará o consumo e a arrecação de impostos…

É chegado o momento de escolher. Nossos Deputados Estaduais e o Governador tem algumas opções…

•        Perder a oportunidade, postergar a solução definitiva e seguir assistindo ao lento agravamento do desequilíbrio fiscal e à agonizante derrocada da economia de nosso Estado – tem sido assim nas últimas décadas e o resultado não foi bom: inúmeras empresas, principalmente industriais, deixaram nosso Estado ou fizeram vultuosos investimentos em outras unidades da federação.

•        Aprovar a manutenção das atuais alíquotas (18 %) de ICMS – pergunta que não quer calar: seria este o sonho secreto de alguns atores?

•        Apostar nos ganhos sistêmicos, no fortalecimento, melhor integração e maior eficiência fiscal das cadeias produtivas gaúchas. Apostar na competividade e no crescimento da economia, na maior geração de empregos e renda, bem como no consequente aumento do consumo e da arrecadação de impostos. A Teoria dos Jogos Cooperativos comprova que, somente nesta alternativa, todos ganham!

Apelamos para que os representantes dos poderes legislativo e executivo se “sentem” para negociar! Enquanto não forem implementadas as reformas tributária e administrativa de acordo com as melhores práticas internacionais, o futuro dos gaúchos e gaúchas seguirá comprometido, limitado e inferior ao seu real potencial.

Mathias Elter, engenheiro e empresário industrial gaúcho

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100% digital e gratuita, Fenalaw 4.0 Xperience acontece em outubro

Maior plataforma de conteúdo e de negócios jurídicos da América Latina, a Fenalaw vai acontecer entre os dias 13 e 15 de outubro em um formato inovador, adaptado à realidade imposta pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Intitulado de Fenalaw 4.0 Xperience – Transformando o Setor Jurídico através do Digital, o encontro que é referência para o mercado e o mais tradicional evento do setor há 17 anos será 100% digital e gratuito, permitindo que todos os profissionais do segmento jurídico possam ter acesso a atividades exclusivas, ampliar seus conhecimentos, se reunir com colegas da área e encontrar as melhores soluções para os seus negócios.

Com o objetivo de difundir o conhecimento técnico, vai discutir os temas atuais ligados ao campo jurídico e promover o encontro dos principais players do mercado com advogados, consultores jurídicos e gestores. “Em um momento atípico como esse não poderíamos deixar de reunir a comunidade jurídica para discutir os desafios presentes e futuros do segmento e do país. É nosso compromisso oferecer um conteúdo de excelência para gestão, tecnologia e áreas específicas do Direito, buscando atender às necessidades de todo o mercado e de seus profissionais”, afirma a business director do evento, Maria Juliana do Prado Barbosa.

A programação está dividida nos hubs como: Departamentos Jurídicos, Escritórios [PME], Compliance & LGPD, Marketing, Gestão de Pessoas e Liderança, Tecnologia e Inovação, Direito Digital e tem como destaque palestrantes como Richard Susskind, autor mais citado no mundo sobre o futuro dos serviços jurídicos e presidente da Society for Computers and Law; Garreth Price, sócio-gerente global da Allen & Overy; e Eduardo Oinegue, jornalista e apresentador do programa BandNews no Meio do Dia, na BandNews FM, e âncora no Jornal da Band, na TV Bandeirantes.

Estrutura

Plataforma Xperience – Desenvolvida pela Informa Markets, organizadora de eventos responsável pela FENALAW, a nova plataforma Xperience é um modelo inédito no mercado, e traz uma revolução ao mundo dos eventos empresariais e feiras de negócios. O novo formato apresentado para a FENALAW por meio da Xperience deverá garantir a entrega de um evento de alto nível, mantendo a qualidade e o alcance da audiência, contemplando os 3 principais pilares deste tradicional encontro para todo o ecossistema jurídico: conteúdo de qualidade, networking e bons negócios.

Quanto ao Conteúdo, o participante terá acesso aos painéis com transmissão ao vivo e apresentações exclusivas; com especialistas renomados do setor, divididos em quatro salas virtuais com diferentes temáticas durante os 3 dias de realização; além da possibilidade da comunicação via texto, áudio e vídeo com os representantes das marcas patrocinadoras.

As oportunidades de Relacionamento estão por toda a parte. Com o uso da inteligência artificial da plataforma vamos oferecer recursos de Matchmaking de acordo com os interesses de cada participante, recomendando interações com marcas patrocinadoras e outros participantes. A página feed também irá conter uma timeline ativa para posts e interações na rede social dos participantes da Fenalaw 4.0.

Bons Negócios ganham novos formatos em nossa exposição virtual com ambiente de pronto atendimento, promoção e exposição de produtos e serviços dos principais fornecedores do setor; disponibilidade de salas de reuniões, e contatos via chat/call, com texto, áudio e vídeo entre públicos-alvo; e o Matchmaking 365, uma ação de inteligência artificial que irá conectar compradores a vendedores selecionando a audiência certa para cada negócio.

Sala exclusiva

A Fenalaw 4.0 Xperience terá, ainda, uma sala virtual exclusiva para a realização do 5º Fórum Internacional da Tributação – FIT. O objetivo do encontro é promover a interação da comunidade jurídica na organização política, social e econômica sugerindo modelos de tributação mais modernos e atuais, alterando paradigmas antes considerados como alicerces do sistema tributário. A proposta visa, com isso, dar maior competitividade e atualidade ao modelo nacional vigente e, ainda, contribuir para políticas de desenvolvimento econômico-financeiro por meio da política fiscal.​

Para participar — As inscrições online e gratuitas para a Fenalaw 4.0 Xperience estão abertas no site: fenalaw.com.br

Fenalaw 4.0 Xperience – Transformando o Setor Jurídico através do Digital
Data: 13 a 15 de outubro.
Horário: 9:30 às 17 horas.
Local: fenalaw.com.br (Plataforma Xperience)

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Políticas sobre o uso de dispositivos pessoais em tempos de home office

Por Igor Buess


Ao longo dos últimos anos presenciamos a crescente mescla do uso de dispositivos tecnológicos pessoais com os profissionais. Isso porque, acessamos o e-mail da empresa no celular pessoal, respondemos mensagens no WhatsApp na sua versão web diretamente do computador corporativo, realizamos videoconferências em notebooks que são nossos e por aí vai.

Quando se fala em segurança da informação, o bem mais precioso é a informação em si e, por isso, sua localização serve, em muitos casos, para definir o senso de propriedade e responsabilidade sobre o meio que a contém. Ou seja, se uma informação – de propriedade da empresa – está contida num dispositivo móvel pertencente a um colaborador, pode-se inferir que há um senso de propriedade e responsabilidade parcial da empresa com esse equipamento em questão, pelo menos no que tange ao controle de configurações e a possibilidade de monitoramento.

Obviamente deve existir um limite razoável no controle da corporação sobre esse dispositivo para que não haja abusos e invasões na privacidade do colaborador. Isso significa que a empresa precisa definir seu monitoramento exclusivamente para fins de proteção da sua informação e nada mais.

Com o advento da pandemia do Coronavírus, o home office se tornou padrão na maioria das empresas e o uso – por parte dos colaboradores – de dispositivos pessoais para execução de suas funções cresceu exponencialmente, tornando essa problemática ainda mais latente. Portanto, é cada vez mais relevante que as regras dessa modalidade estejam escritas de forma clara e objetiva para que ambas as partes – empresa e colaborador – estejam em harmonia, evitando situações constrangedoras que, em alguns casos, podem até resultar em consequências legais.

O principal meio de definição dessas regras é através de normativos, tais como políticas, normas e procedimentos, juntamente com inciativas de treinamento e conscientização por meio de cursos online, webinars e e-mails internos, entre outros.

Mas um aspecto que deve ser levado em consideração é a razoabilidade das regras que serão definidas. Em outras palavras, o fato das empresas definirem e escreverem as normas não as dá total liberdade para avançar sobre a privacidade do equipamento do colaborador. Tenha em mente: se o colaborador achar que as regras são abusivas, ele simplesmente vai optar por não utilizar seus dispositivos pessoais.

Em relação ao conteúdo específico das normas, sugere-se que alguns aspectos estejam definidos e citados, como a responsabilidade por manter o dispositivo atualizado e seguro; as consequências do descumprimento das orientações de segurança; a possibilidade de investigações no conteúdo do equipamento em casos suspeitos; o suporte oferecido ao usuário em caso de problemas técnicos; e as ações que podem ser tomadas em casos de perda ou roubo.

É importante lembrar que a liberdade de uso de dispositivos pessoais tem seus prós e contras. Isso porque, por um lado, a empresa economiza na compra de equipamentos tecnológicos para cada colaborador e dá mais flexibilidade de trabalho. Por outro, cria-se uma maior complexidade de manutenção da segurança de informações e ocasiona um consequente aumento da superfície de ataque. Tendo isso em mente, a empresa deve avaliar se os benefícios compensam ou não, podendo optar até por uma abordagem mista, na qual apenas determinados sistemas e informações podem ser acessados via dispositivos pessoais.

Igor Buess, consultor de Segurança da Informação na ICTS Protiviti

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KPMG destaca visão de CEOs sobre economia, negócios e pandemia

Antes da Covid-19, a expectativa dos CEOs brasileiros em relação à expansão da economia nacional era positiva e havia subido de 76% no início de 2019 para 82% no início de 2020. Sobre as expectativas dos CEOs brasileiros relacionadas ao desempenho da economia global, houve uma queda de 74% para 64% quando somados confiantes e muito confiantes. Em relação ao crescimento de suas empresas, 92% estavam confiantes no início deste ano, sendo 88% o dado do início do ano passado.

Essas são algumas das conclusões da pesquisa CEO Outlook 2020, conduzida pela KPMG em janeiro e fevereiro de 2020, antes que o mundo começasse a sentir os impactos da pandemia. Foram entrevistados 1.300 CEOs das principais economias do mundo, 50 CEOs brasileiros e 270 CEOs da América do Sul para entender as principais preocupações, prioridades, desafios e expectativas com relação à economia e negócios.

Sobre o crescimento do setor de atuação, a confiança caiu na comparação de 2019 com 2020, embora permaneça bastante elevada. Os confiantes são 76%, mas eram 82%. Mesmo assim, é praticamente igual a parcela de entrevistados que estimam crescimento nas receitas no próximo triênio entre 0,01% e 1,99% ao ano. Foi registrada também estabilidade na expectativa de ampliação do quadro de funcionários, com 70% esperando adicionar menos de 5% de novos profissionais à atual equipe. Em 2019 o dado era de 74%.

“O objetivo do CEO Outlook é estabelecer um retrato fiel sobre o que pensam os empresários líderes de negócios que atuam em escala nacional, regional e mundial em relação ao desenvolvimento das operações, aos desafios que enfrentam e suas estratégias para planejarem o sucesso de suas organizações nos próximos anos. Tudo isso com um olhar atualizado e direcionado para as questões mais relevantes relacionadas com economia e negócios”, afirma Charles Krieck, presidente da KPMG no Brasil e na América do Sul.

A comparação desta pesquisa com os dados posteriormente apurados nos meses de julho e agosto, ou seja, incluindo análises sobre os impactos da pandemia, já revela uma perspectiva distinta. Neste caso, a pesquisa CEO Outlook 2020 Covid-19 Pulse revelou que, sobre as expectativas de crescimento para o Brasil, os CEOs brasileiros responderam o seguinte: muito confiantes (7%), confiantes (33%), neutros (20%), não muito confiantes (7%) e nada confiantes (33%). Os executivos de outros países estão um pouco mais otimistas, uma vez que, na América do Sul, 13% estão muito confiantes e 33% estão confiantes. Na amostra global, 10% estão muito confiantes e 35% estão confiantes.

Em relação às expectativas de crescimento para a economia global, os CEOs brasileiros indicaram o seguinte: muito confiantes (13%), confiantes (13%), neutros (33%), não muito confiantes (33%) e nada confiantes (8%). São dados distintos de executivos de outros países, uma vez que, na América do Sul, 3% estão muito confiantes e 21% estão confiantes. Já na amostra global, 7% estão muito confiantes e 24% estão confiantes.

A pesquisa da KPMG também apurou as expectativas de crescimento para o setor de cada empresa. De acordo com os CEOs brasileiros, os dados são os seguintes: muito confiantes (7%), confiantes (20%), neutros (40%), não muito confiantes (13%) e nada confiantes (20%). Nesse caso, os executivos de outros países revelam um otimismo mais expressivo se compactados com os do Brasil. Para os entrevistados da América do Sul, 14% estão muito confiantes e 31% estão confiantes. Na amostra global, 15% estão muito confiantes e 40% confiantes.

As expectativas de crescimento para a organização após o início da pandemia também foram abordadas. No Brasil, os CEOs indicaram as seguintes respostas: muito confiantes (0%), confiantes (40%), neutros (0%), não muito confiantes (47%) e nada confiantes (13%). Os dados contrastam com os demais entrevistados. No caso dos CEOs da América do Sul, 10% estão muito confiantes e 43% estão confiantes. Na amostra global, 19% estão muito confiantes e 49% estão confiantes.

“A nossa pesquisa também evidenciou que 2020 poderia ter sido um ano de grandes mudanças no Brasil, relacionadas com a possível renovação do cenário econômico, que apresentava seus primeiros movimentos para superar um período de crise iniciado há alguns anos, quando as taxas de desemprego subiam e o Produto Interno Bruto perdia força. Até o primeiro bimestre de 2020 persistia um clima de confiança e muitos acreditavam na retomada da boa fase da economia”, completa Charles Krieck, presidente da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Os setores de atuação dos respondentes da pesquisa do início 2020 são os seguintes: bancos; consumo e varejo; indústria de transformação; energia; infraestrutura; telecomunicações; seguros; automotivo; tecnologia; saúde; e gestão de ativos.

Não houve mudanças no que diz respeito à receita média das empresas, sendo que a maioria delas (56%) registrou ganhos entre US$ 1 bilhão a US$ 9,9 bilhões no ano fiscal anterior. Porém, se em 2019 a maioria (74%) das empresas teve crescimento de receita, no início de 2020 pouco mais de metade (58%) dos entrevistados afirmaram o mesmo.

Sobre as possíveis estratégias de crescimento para os próximos três anos, a mudança mais relevante dos CEOs foi relacionada com a adoção do crescimento orgânico. Em 2019 esta era a opção de 18%, mas, no início de 2020, 32% disseram que apostariam nessa alternativa. A KPMG também apurou quais são as principais dificuldades que os CEOs observam na busca pelo crescimento de suas organizações. No início de 2020, 72% dos entrevistados disseram que o crescimento da empresa dependeria de sua capacidade de desafiar e criar disrupção em qualquer norma de negócios, indicador que era de 68% em 2019.

A pesquisa abordou com os CEOs como está a busca por inovação. Em 2019 e no início de 2020 mais de 70% afirmaram que suas companhias são ativamente disruptivas no setor em que operam. E quase todos entendem que a disrupção tecnológica representa uma oportunidade de avançar no mercado.

Apesar disso, eles avaliam que que, de forma geral, os prazos para alcançar um progresso significativo na transformação são uma fonte de grande pressão. Outro dado relevante é que 64% dos entrevistados disseram no início de 2020 que estão liderando pessoalmente a estratégia tecnológica da organização, contra 76% que deram a mesma resposta no ano anterior.

Sobre a pesquisa CEO Outlook 2020
CEO Outlook é uma pesquisa global da KPMG. A edição de 2020 foi realizada nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Índia, Japão, Canadá, França, China, Austrália, Itália, Espanha e Brasil. Entre janeiro e fevereiro de 2020, antes que o mundo começasse a sentir o real impacto da crise provocada pela pandemia, a KPMG entrevistou 1.300 CEOs das principais economias do mundo, 50 CEOs brasileiros e 270 CEOs da América do Sul para entender as principais preocupações, prioridades, desafios e expectativas com relação à economia e negócios.

Em função da pandemia, a pesquisa ganhou um capítulo dedicado ao impacto do isolamento provocado pela Covid-19 nos negócios. Entre julho e agosto, foram entrevistados mais 315 CEOs globais, sendo 80 sul-americanos e, desses, 15 brasileiros, dos setores público e privado para entender como os pontos de vista desses executivos mudaram durante a crise. Além do Brasil, foram contemplados executivos da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela.

Com base neste universo, o CEO Outlook 2020 traça um retrato fiel sobre o que pensam os CEOs que atuam em escala mundial, regional e local com relação ao desenvolvimento dos negócios, os desafios que os líderes enfrentam e suas estratégias para planejar o sucesso de suas organizações nos próximos anos. Tudo isso com um olhar atualizado e direcionado às questões que envolvem as mudanças geradas pela crise mundial da Covid-19.

O conteúdo pode ser acessado na íntegra no link – www.kpmg.com.br/ceooutlook.

Maiores do varejo brasileiro crescem muito acima do PIB

Em mais um ano de crescimento lento da economia, as maiores empresas do varejo brasileiro superaram as expectativas e aumentaram sua participação de mercado. De acordo com a sexta edição do ranking “300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro”, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo), a expansão das maiores empresas do setor foi de 9,9% em 2019, praticamente o dobro da alta de 5% do varejo como um todo.

Fruto de um profundo trabalho de pesquisa, coleta de dados e análise realizado pela SBVC com apoio técnico da BTR-Educação e Consultoria, Varese Retail, Centro de Estudo e Pesquisa do Varejo (CEPEV – USP) e Käfer Content Studio, a nova edição do Ranking mostra que as grandes e médias empresas tiveram em 2019 mais um ano de resiliência e expansão. Diante de um cenário econômico que não estimulava crescimento acelerado, as empresas que souberam inovar conseguiram aproveitar as oportunidades. “No ano passado, vimos uma aceleração da digitalização do varejo, o crescimento dos marketplaces e a capacitação dos varejistas regionais para enfrentar uma concorrência cada vez mais acirrada”, afirma Eduardo Terra, presidente da SBVC.

A nova edição do Ranking mostra as 300 maiores empresas do varejo brasileiro tiveram em 2019 um faturamento bruto de R﹩ 703,239 bilhões. O Carrefour lidera a lista, com um faturamento bruto de R﹩ 62,22 bilhões), seguido pelo Grupo Pão de Açúcar (R﹩ 61,54 bilhões), Via Varejo, Grupo BIG e Magazine Luiza. O top five do varejo brasileiro somou R﹩ 205,415 bilhões no ano passado, ou 29,21% do faturamento das 300 maiores.

“Apesar da economia brasileira não ter conseguido retomar o crescimento sustentável, as maiores empresas de varejo do Brasil sua mantiveram trajetória de crescimento e ganho de participação de mercado”, afirma Alberto Serrentino, fundador da Varese Retail e vice-presidente e conselheiro da SBVC. “A agenda de produtividade e eficiência, iniciada em 2015/2016, vem sendo mantida e continua gerando resultados”, completa.

Outro ponto importante levantado pelo Ranking é a transformação digital. Pela primeira vez, a maioria das 300 maiores empresas está online: são 162 empresas com e-commerce em operação. Em todos os segmentos do Ranking, pelo menos 60% das empresas listadas têm

operação online, com uma exceção: os supermercados. “Menos de 30% dos supermercadistas estavam online no fim do ano passado, o que já é 50% mais do que em 2018 e mostra que a transformação digital já havia entrado no mapa do setor antes mesmo da pandemia. Em 2020, o setor acelerou ainda mais sua digitalização, o que deixará consequências muito positivas no longo prazo”, comenta Eduardo Terra, presidente da SBVC.

Números relevantes:

Os principais destaques da sexta edição do Ranking “300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro” são os seguintes:

• As 300 maiores empresas faturaram R﹩ 703,239 bilhões em 2019. Considerando as 202 empresas que divulgaram seus faturamentos brutos em 2018 e 2019, o crescimento anual foi de 9,95%, quase o dobro dos 5% do varejo como um todo (PMC-IBGE);

• O Carrefour é a maior empresa de varejo do País, com um faturamento de R﹩ 62,220 bilhões, ou 8,84% das vendas das maiores;

• As cinco maiores empresas de varejo responderam por 29,21% do faturamento total das empresas listadas no Ranking, somando R﹩ 205,415 bilhões. As dez primeiras correspondem a 39,03% das vendas das varejistas listadas;

• O setor com maior número de empresas no Ranking é o de Supermercados, com 137 representantes, três deles no top 10 do varejo;

• O setor de Moda, Calçados e Artigos Esportivos, com 48 empresas, é o segundo com maior presença no Ranking. Somente uma delas, porém, está entre as 10 maiores do varejo brasileiro (a Lojas Renner, na 9ª posição);

• As 300 empresas do Ranking empregam 1,7 milhão de pessoas, sendo o GPA Alimentar o maior empregador do varejo nacional (110.934 funcionários). Entre os dez maiores empregadores estão três supermercadistas, duas redes de drogarias/perfumarias e duas de eletromóveis;

• Dezoito das 300 empresas listadas possuem mais de mil lojas, uma a mais que na edição anterior do Ranking. Delas, quatro estão em supermercados, quatro em drogarias, três em foodservice, três em eletromóveis, duas em óticas e uma em “outros segmentos” e lojas de departamentos. Sete dessas empresas estão entre as 10 maiores em faturamento;

• O Boticário é a empresa com mais lojas no Brasil, seguida por McDonald’s, AM/PM, Cacau Show e Subway. Todas atuam no sistema de franquias, que proporciona oportunidades para crescer com capital de investidores-empreendedores;

• Das 50 empresas líderes em faturamento por loja, 49 são supermercadistas, lideradas por Andorinha, Trimais e Bergamini. São empresas com imensa relevância nos micromercados onde atuam;

• Pela primeira vez, a maior parte das 300 maiores empresas está online. São 162 empresas com e-commerce em expansão. Em todos os segmentos, pelo menos 60% das empresas listadas estão online, com uma exceção: os supermercados;

• Menos de 30% dos supermercadistas entre os 300 maiores possuem um e- commerce. São 39 empresas, contra 27 na edição anterior do Ranking, mostrando uma evolução importante na digitalização do setor. Em 2020, com a pandemia, esse número terá um salto ainda maior;

• O desenvolvimento de marketplaces teve grande evolução em 2019, especialmente entre varejistas de eletromóveis e em shopping centers. Esse é um fator importante de aceleração do e-commerce e da transformação digital das empresas varejistas;

• Das 300 varejistas listadas, 32 são de capital aberto. Esse grupo de empresas faturou R﹩ 287,627 bilhões (40,99% do total das 300 maiores). O setor de Moda, Calçados e Artigos Esportivos é o que tem mais empresas de capital aberto (12 empresas);

• Somente três das top 10 são empresas de capital fechado. No total das 300 maiores, 268 estão nessa condição, concentradas no setor de supermercados;

• Nove das dez maiores empresas do varejo brasileiro, e 13 das 20 primeiras, têm Conselho de Administração. Considerando todas 300 empresas, 80 varejistas contam com uma estrutura de governança estabelecida, dez a mais que em 2018;

• As 282 empresas listadas no Ranking deste ano e que têm números de lojas comparáveis entre 2018 e 2019 tiveram uma abertura líquida de 2.714 pontos de venda, um avanço de 4,2%;

• A empresa que mais aumentou sua base de lojas foi o Grupo IMC, com 289 unidades, devido à fusão com a MultiQSR. A seguir, vêm McDonald’s (286) e Raia Drogasil (248). Três empresas com modelos diferentes de crescimento, mas com o foco em aproveitar ao máximo as oportunidades de expansão;

• Em termos porcentuais, das 10 empresas que mais abriram lojas, sete atuam no setor de supermercados. Nenhuma dessas empresas, porém, tem mais de 40 lojas. Somente as outras três empresas no top 10 contam com mais de 100 pontos de venda;

• Seis das 10 empresas que mais aumentaram suas vendas atuam no setor de Supermercados, movidas especialmente pela expansão do formato de atacarejo;

• No total, 164 empresas listadas no Ranking cresceram acima da média do varejo brasileiro e somente 20 tiveram desempenho negativo em 2019. As líderes do varejo

continuam respondido de forma positiva aos desafios de uma economia em crescimento lento.

Os maiores varejistas brasileiros:

Os dez maiores varejistas do País são os seguintes:

O estudo está disponível para download no link: http://sbvc.com.br/ranking-300-maiores- empresas-do-varejo-brasileiro-sbvc-2020

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Programa de Inovação da CDL POA define startups vencedoras

O Programa de Inovação da CDL Porto Alegre chegou a sua etapa final, nesta terça-feira (22), com a realização do Demoday, quando as 10 startups finalistas apresentaram suas soluções por meio de uma plataforma online. Ao encerramento do processo, três soluções foram escolhidas como vencedoras. A banca avaliadora foi composta por executivos da Entidade, membros da Diretoria e varejistas do mercado local e nacional. Os melhores projetos propõem auxiliar a ampliação das vendas em marketplaces, a gestão de micro e pequenas empresas e a integração entre e-commerce e aplicativos de troca de mensagens e redes sociais.

Das mais de 200 startups que demonstraram interesse pelo Programa, 162 foram inscritas em quatro diferentes temáticas para a apresentação de suas soluções: Cultura Digital, escolhida por 29 startups; Inteligência de Dados, por 36; Eficiência Operacional, por 43; e Experiência de Compra, por 54. A amplitude regional também foi significativa, com inscrições oriundas de 15 Estados: Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Quanto ao estágio de desenvolvimento das startups, a maior parcela já estava escalando o negócio, cerca de 45% delas, o que mostra um grau elevado de maturação das concorrentes.

O cronograma de realização do Programa teve início com processo de seleção das startups em junho. No mês seguinte, ocorreu a pré-seleção das 20 melhores inscritas. Em agosto, durante um evento online, houve a apresentação dos pitches para a banca avaliadora, que selecionou 10 empresas. Ainda no mesmo período, a CDL POA promoveu o Bootcamp – duas semanas de treinamento virtual para as startups, envolvendo diagnóstico 360 graus, mentoria e alinhamento das soluções. Em setembro, além do Demoday, também acontecerá a formalização e contrato com as premiadas, para ingresso na fase de aceleração, que deve ocorrer até o mês de novembro, com apresentação das soluções para os associados da Entidade. O processo contou com a mentoria da Grow+ e da AnLab, empresas reconhecidas no mercado por sua expertise em inovação.

As soluções vencedoras passarão a aderir ao portfólio de produtos da CDL POA, com o objetivo de expandir as ações de amparo e fortalecimento do varejo e de toda a cadeia produtiva, impulsionando a transformação digital do setor. O presidente, Irio Piva, entende que o Programa é parte das entregas que a CDL POA ambiciona para os seus 60 anos de história: levar inovação aos negócios. “Foi um longo processo de imersão interna, ouvindo associados e suas dores, e externa, participando de missões internacionais e em todo Brasil, à procura de assertividade. Estruturamos os quatro pilares das novas soluções que desejamos incorporar e oferecer – cultura digital, eficiência operacional, experiência de compra e inteligência de dados. Queremos um ecossistema eficiente, onde tudo esteja interligado, vemos o futuro desta forma, onde a tecnologia está a serviço das empresas”, detalha o presidente.

Ao longo de sua realização, o Programa passou por diversas adaptações em virtude da pandemia do novo coronavírus que alterou o cenário do varejo e as formas de consumo, acelerando a digitalização. Empresas que estavam mais preparadas para a transformação digital ganharam mercado, no entanto, as que estavam em uma etapa mais inicial nesta adaptação sofreram muito. “Por isso, passou a ser essencial para o Programa, mais do que nunca, digitalizar o pequeno varejo para mantê-lo vivo e próspero. Assim, podemos agregar benefícios ao nosso associado, tanto de pequeno quanto de grande porte, do Interior ou da Capital, com uma plataforma de soluções que o ajude a se digitalizar de forma fácil, rápida e barata, permitindo que ele continue sonhando e escalando o seu negócio”, explica o superintendente da CDL POA, Maico Renner.

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Gartner: CIOs de empresas de serviços financeiros devem ficar atentos às novas prioridades de negócios

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, alerta que os CIOs (Chief Information Officers) que estão promovendo inovação e a estratégia digitais em empresas do segmento de serviços financeiros deveriam reforçar suas ações para trabalharem de forma alinhada com as prioridades de negócios em suas companhias. De acordo com os analistas do Gartner, somente assim será possível garantir respostas adequadas e uma recuperação coordenada e efetiva aos desafios impostos pela pandemia de COVID-19. Automação e tecnologias para sustentar e melhorar o trabalho remoto são duas áreas de investimento que ajudarão organizações do setor a alcançarem seus objetivos e resultados no futuro.

“Os CIOs de empresas de serviços financeiros agiram rapidamente para responder ao impacto imediato da pandemia de COVID-19, atendendo às necessidades emergenciais de suas equipes quando tiveram que se mudar para o trabalho remoto, incluindo funcionários considerados ‘essenciais’ que precisaram equipamentos e espaços adequados”, diz Nicole Sturgill, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Agora, para reiniciar com sucesso as ações e emergir desta crise, é fundamental que esses CIOs alinhem as próximas etapas com a estratégia de liderança executiva de negócios”.

Líderes de negócios dizem que a infraestrutura de tecnologia era uma fraqueza quando o COVID-19 chegou; os CIOs discordam – A pesquisa Gartner Financial Services COVID-19 Pulse 2020  (conduzida de forma on-line de 8 a 24 de abril de 2020, entrevistando líderes de negócios e de TI do setor financeiro), perguntou aos líderes de negócios e CIOs da área de serviços financeiros o que eles consideravam como pontos fortes e fracos de suas operações durante os processos de resposta à crise. Mais da metade dos executivos indicou que a infraestrutura de tecnologia era um ponto fraco. Por outro lado, apenas 20% dos CIOs de serviços financeiros indicaram a infraestrutura era realmente um problema.

“Essa desconexão será um desafio contínuo e talvez seja até crescente se não for bem tratada”, avalia a analista do Gartner. “Os CIOs devem agir imediatamente para entender o que leva os líderes de negócios a indicarem que a tecnologia era um ponto fraco. Suas respostas podem fornecer pistas sobre quais novos investimentos em tecnologia precisam ser priorizados”.

Segundo a pesquisa, 65% dos diretores de TI das empresas de serviços financeiros pesquisadas ​​planejam aumentar os gastos com tecnologias de infraestrutura, como APIs, microsserviços e Nuvem no próximo ano. O levantamento mostra que mais da metade planeja investir em automação, com aplicações que reduzam a necessidade de processos de alto contato e contribuam para a otimização dos custos. “Tanto os líderes de negócios quanto os CIOs demonstram um interesse comum em tecnologias de automação. Então, está claro que essa área será uma prioridade para as organizações de serviços financeiros pós-COVID-19”, diz o analista Sturgill.

No curto prazo, o Gartner recomenda que os CIOs criem um mapa de prioridades que indique, de forma clara, um paralelo entre os objetivos de negócios e as metas de TI, elencando como essas tecnologias ajudarão a atingir cada objetivo. Para longo prazo, os líderes da área de TI de empresas do mercado financeiro podem prevenir proativamente possíveis lacunas, envolvendo parceiros de negócios em sessões de priorização e articulando claramente quais investimentos os tornarão mais resilientes como organização.

“Consertar o que está quebrado sempre será uma prioridade de curto prazo para os CIOs, mas planejar com antecedência, embora seja mais difícil em tempos de incerteza, é fundamental para garantir o sucesso futuro das organizações. Os CIOs devem criar uma estrutura para reunir os imperativos de negócios regularmente, tanto por meio de conversas diretas com líderes de negócios e partes interessadas da linha de negócios, quanto por meio de sessões de planejamento e documentos coordenados”, diz Sturgill.

Brasil Hack Export inicia maratonas de inovação

Foi dada a largada para a maratona de inovação do Brasil Hack Export, a maior competição de desenvolvimento tecnológico voltada ao setor da logística e infraestrutura portuária do Brasil. A partir desta quinta-feira, dia 24, até o próximo domingo, dia 27, acontece a programação do ideathon do Norte Export, que tem como desafio estabelecido as hidrovias. São 36 concorrentes selecionados. O evento acontece em ambiente 100% online.

O Brasil Hack Export acontece de forma paralela às etapas regionais do Fórum Brasil Export, que fomenta a discussão permanente da logística e infraestrutura portuária do País sempre trazendo especialistas e autoridades para os debates (leia mais sobre o Brasil Export abaixo). Com a sua maratona tecnológica, o Fórum Brasil Export também pretende oferecer inovações para o setor. Para isso, conta com a parceria da Zero Treze Innovation Space e a coordenação da ABTRA (Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados).

Cada etapa regional terá como prêmio R﹩ 1.500 ao vencedor. Os três primeiros colocados já se classificam para a etapa nacional, que dará até US﹩ 5 mil ao ganhador, visita as principais empresas de tecnologia de Singapura, além de permitir a equipe campeã apresentar o seu projeto à Enterprise Singapore, agência governamental da Ásia que defende o desenvolvimento empresarial em toda a região.

“A chance de boa ideia se tornar um grande negócio é real. Hoje por exemplo vemos a proliferação de unicórnios [startups com valor de mercado que supera o US﹩ 1 bilhão] que antes eram apenas boas ideias, porém, tiveram uma chance, foram estruturadas e estão moldando a nova economia. No Brasil Hack Export promovemos a união de grandes talentos que terão contato com players da cadeia logística para demonstrar soluções inovadoras, que, quem sabe, podem se transformar em um grande negócio futuramente”,afirmou Angelino Caputo, presidente do Brasil Hack Export e diretor-executivo da ABTRA.

Times, desafio e mentoria

Os selecionados para a etapa Norte do Brasil Hack Export já estão definidos. Se você ficou de fora, não se preocupe. As demais etapas estão com as inscrições abertas. Saiba tudo no site do evento, o http://www.brasilhackexport.com.br/

Cada um desses times é composto por até um especialista de negócio com experiência no desafio selecionado, um especialista em UI/UX design, e um product owner (PO). Eles contam com a mentoria de especialistas para esclarecer o desafio proposto, tirar dúvidas e ajudar a validar as ideias.

O desafio é o de dar suporte a Norman (Norma da Autoridade Marítima) de número 33, que traz parâmetros para implantação e operação de sistemas para determinação de folga dinâmica abaixo da quilha. O conhecimento da distância entre o ponto mais profundo do casco do navio e o fundo do mar é denominada folga abaixo da quilha, essencial para garantir o trânsito seguro de embarcações até os terminais portuários e evitar colisões ou encalhes.

O problema é como fazer a gestão da folga dinâmica abaixo da quilha para otimização do carregamento e escoamento da safra pelo Arco Norte, com base na Norman 33. A solução desse desafio permitirá que os navios saiam mais cheios, com 70 mil toneladas de granéis, em vez das atuais 55 mil toneladas. Isso aumentará a eficiência e rentabilidade da operação.

Programa

Nesta quinta os times serão formados. Amanhã, sexta-feira (25), os desafiantes fazer a imersão. No sábado, 26, é dia da ideação, que fornecerá subsídio para propor as soluções inovadoras seguida de uma curta apresentação (pitch). No domingo, 27, os projetos serão avaliados pela banca de jurados.

Os vencedores serão conhecidos na segunda, 28, mesma data de abertura do Fórum Brasil Export. O Brasil Hack Export terá um painel de abertura exclusivo, a partir das 16h, e contará com Joel Julius, gerente de desenvolvimento de negócios da Enterprise Singapore. O anúncio dos vencedores ocorrerá ao final da palestra.

Inscrições

Brasil Hack Export – As próximas etapas do Brasil Hack Export estão com inscrições abertas. As inscrições para a etapa Sul, focada em corredores logísticos, podem ser feitas até o próximo domingo, dia 27. Confira todas as datas no site do Brasil Hack Export, o http://www.brasilhackexport.com.br/

Fórum Brasil Export – Os debates das etapas regionais do Fórum Brasil Export serão 100% online e gratuitos. Para participar, basta realizar a inscrição no site www.forumbrasilexport.com.br e aguardar a confirmação pelo mail. A transmissão será feita pelo aplicativo Zoom.

Datas das etapas regionais do Brasil Hack Export

Norte Export
tema: hidrovias
data: de 24 a 28 de setembro
inscrições: encerradas

Sul Export
tema: corredores logísticos
data: de 1 a 5 de outubro
inscrições: até 27 de setembro

Sudeste Export
tema: ferrovias
data: de 15 a 19 de outubro
inscrições: até 12 de outubro

Nordeste Export
tema: cabotagem
data: de 22 a 26 de outubro
inscrições: até 11 de outubro

Centro-Oeste Export
tema: rodovias
data: de 5 a 9 de novembro
inscrições: até 18 de outubro

Brasil Export (final)
tema: virtualização de cadeias logísticas
data: de 14 a 23 de novembro
inscrições: até 7 de outubro