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TecBan é reconhecida em prêmio de inovação de TI

A 20ª edição do prêmio “As 100+ Mais Inovadoras no Uso de TI” premiou a TecBan, administradora do Banco24Horas, na categoria Serviços Financeiros. A empresa foi representada por Robert Baumgartner, Diretor de TI. A premiação foi realizada pela IT Mídia, em parceria com a PwC. Os ganhadores foram revelados virtualmente durante o primeiro dia do IT Forum Anywhere, na última quinta-feira, dia 10 de setembro.

Neste ano, o prêmio recebeu 241 inscritos. A TecBan foi premiada com o case Inclusão de Fintechs no Sistema Financeiro Brasileiro – HubDigital + Saque Digital. No ranking geral, a TecBan ocupou a 16ª posição. No total, 22 executivos receberam o troféu de mais inovador na categoria em que participaram.

O projeto da TecBan escolhido como mais inovador foi o HubDigital, uma plataforma de integração criada para acelerar a entrada de novas instituições de pagamento, como fintechs e banco sociais ao Banco24Horas. Além do Saque Digital, uma solução de integração entre o físico e digital por meio da disponibilização de APIs que viabilizam a conexão entre os sistemas da TecBan e essas empresas de forma rápida, fácil e segura. Os clientes dessas instituições não necessitam de um cartão físico para efetuar saques no Banco24Horas.

Ao receber a notícia da premiação, Robert Baumgartner, que participou do evento de forma online, agradeceu aos organizadores e também parabenizou sua equipe. Na inscrição do case, o executivo destacou que a inovação tecnológica, que já vinha ocorrendo de forma acelerada, tornou-se ainda mais importante para a competividade das empresas durante a pandemia.

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HPE adquire Cray e fica com 40 supercomputadores na lista dos top 100

De olho no futuro e em todo o potencial que os High Performance Computers (HPC, ou supercomputadores) representam, a HPE – Hewlett Packard Enterprises – finalizou a compra da Cray este ano, após o anúncio da aquisição há cerca de um ano.

HPC, apesar de não ser um conceito exatamente novo (está em desenvolvimento há 60 anos), é um mercado em constante atualização e representando o que há de mais moderno e potente em computação. Atendendo às constantes demandas do mercado, as máquinas precisam de cada vez mais poder de computação para oferecer resultados cada vez mais rápidos e precisos.

Enquanto antigamente as empresas precisavam fazer seus testes fisicamente – como aviação, cálculos financeiros, previsão do tempo, etc – hoje os supercomputadores são capazes de resolver em segundos problemas reais através de simulação, utilizando técnicas de inteligência artificial, ferramentas de modelagem, Analytics e algoritmos de cruzamento de dados, entre outros.

Como a computação de alto desempenho (HPC) é uma área que demanda muito poder computacional, interconexão de baixa latência, poder de armazenamento e serviços especializados para seus clientes, a compra e a incorporação da Cray ao portfólio HPE caiu como luva, fazendo da empresa um dos maiores players nesse concorrido mercado. Hoje, os computadores HPE Cray ocupam 40% das posições no ranking dos top 100 supercomputadores do mundo, de acordo com a TOP500 .

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Mastercard une líderes da tecnologia para lançar associação “Tech for Good” na América Latina

A Mastercard anunciou nesta quinta-feira, 17, o lançamento da iniciativa “Tech for Good Partnership”, um acordo sem precedentes do setor privado que reúne líderes em serviços financeiros e de tecnologia, com o objetivo de acelerar a inclusão digital e financeira na região da América Latina.

Apoiados no conceito de “Doing Well By Doing Good”, os parceiros da “Tech for Good Partnership” comprometem-se a usar seus recursos, ativos e conhecimentos para priorizar os esforços de inclusão digital e financeira pós impactos da Covid-19. Os parceiros incluem os bancos Bancolombia, Galicia e Citibanamex e as fintechs Mercado Livre e PayPal.

Nas atividades iniciais, os parceiros se concentrarão no desenvolvimento de iniciativas concretas em mercados específicos para expandir serviços financeiros básicos, como acesso a crédito e ajuda financeira, além de ferramentas e recursos educacionais para milhões de latino-americanos atualmente vulneráveis.

Com o tempo, a aliança compartilhará de maneira ampla, por meio de eventos virtuais, white papers e publicações, as melhores práticas e os resultados da iniciativa com o setor de serviços financeiros para a melhoria do ecossistema. A aliança entre essas empresas líderes foi amplamente inspirada na Parceria do CEO para Inclusão Econômica (CEOP), e estende para a região latino-americana os objetivos, esforços e aprendizados estabelecidos pela primeira vez pelo CEOP global.

O boom tecnológico observado na América Latina nos últimos anos tornou-se um facilitador para muitos terem acesso a bens e serviços durante esse período de distanciamento social. No entanto, muitas microempresas ainda não têm a capacidade de vender seus produtos online. Como parte dos esforços da Associação, o grupo trabalhará para desenvolver programas de resiliência digital para milhões de micro e pequenas empresas que não conseguem retomar os negócios.

Segundo pesquisa da Mastercard, o comércio eletrônico cresceu exponencialmente na América Latina, apontando que 54% dos colombianos, 52% dos brasileiros e 46% dos mexicanos pretendem comprar mais online.

“A tecnologia tem um poder transformador, que nos auxilia a enfrentar os desafios desse momento adverso. Com o desenvolvimento da economia digital, espera-se que as grandes empresas reúnam suas melhores mentes, recursos e esforços em prol da construção de uma economia mais inclusiva”, afirma João Pedro Paro Neto, Presidente Mastercard Brasil e Cone Sul.

“À medida que indivíduos e pequenas empresas navegam nas implicações econômicas e de saúde da pandemia, eles precisam de ferramentas financeiras digitais que os orientem para a segurança financeira de longo prazo”, disse Michael Froman, vice-presidente da Mastercard. “A ideia por trás da “Tech for Good Partnership” é que os líderes do setor privado possam se reunir e alavancar seus melhores ativos – ferramentas, tecnologia, conhecimento e experiência – para fazer a economia digital funcionar para pessoas e pequenas empresas da região. Estamos ansiosos para trabalhar com todos os nossos parceiros em um momento em que a inovação e as soluções digitais são necessárias mais do que nunca”.

No início deste anoa Mastercard se comprometeu a trazer um total de um bilhão de pessoas e 50 milhões de micro e pequenas empresas para a economia digital até 2025. Como parte desse esforço, haverá um foco direto em fornecer soluções para que 25 milhões de mulheres possam expandir seus empreendimentos. A parceria desempenhará um papel crítico no trabalho em direção a esse objetivo global. O Centro de Crescimento Inclusivo da Mastercard, com sua experiência em alavancar serviços financeiros digitais para potencializar oportunidades econômicas para empreendedores e comunidades, também apoiará os esforços de inclusão financeira na América Latina.

Os integrantes da ‘Tech for Good Partnership’ representam as grandes organizações que operam na América Latina sob um foco sólido: aproveitando a inovação e a tecnologia para impulsionar um crescimento inclusivo significativo e sustentável. A iniciativa representa um acordo sem precedentes do setor privado que tem como objetivo acelerar a inclusão digital e financeira na América Latina. Os parceiros já vinham realizando esforços de forma independente e agora estão comprometidos em aproveitar os pontos fortes um do outro em tecnologia e inovação para criar modelos de negócios transformadores e melhorar a vida financeira das pessoas.

Aqui está o que alguns de nossos parceiros ‘Tech for Good Partnership’ disseram:

“Esta união de diversas capacidades fortalece o impacto do nosso propósito de promover o desenvolvimento econômico sustentável para o bem-estar de todos, desta vez promovendo a inclusão financeira como uma ferramenta chave para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Com esta iniciativa, esperamos continuar beneficiando os mais de 3.000.000 de colombianos que atendemos hoje com nossos modelos de inclusão financeira, entre os quais se encontram mais de 200.000 pequenas empresas independentes que, diante da situação atual, requerem maior acompanhamento para sua reativação econômica”, afirmou Juan Carlos Mora, presidente do Bancolombia.

“Por mais de uma década, o Banco Galicia vem introduzindo conhecimentos financeiros fundamentais em 800 escolas em todo o país, chegando a mais de 500 mil estudantes e suas famílias e comunidades através deles. Em um país onde parte de sua população não possui contas bancárias e onde uma fatia de sua economia é informal, acreditamos que isso seja essencial. Assim que surgiu a crise da Covid-19, tentamos ajudar nossos clientes a compreender o banco digital e seus benefícios. Fizemos isso com upload de tutoriais em suas operações bancárias diárias e aumentando a assistência por meio de canais digitais e redes sociais. No entanto, este é apenas o começo. Hoje, o Banco Galicia continua determinado a desenvolver inovadoras soluções digitais para indivíduos e empresas, e esperamos fazer parte dessa força colaborativa que ajudará a América Latina a se recuperar do impacto da Covid-19”, disse Fabián Kon, CEO do Banco Galicia.

“O Citi vem promovendo a inclusão financeira como um fator fundamental de crescimento e desenvolvimento nos países onde o Banco opera. No México, através do Citibanamex, nossa parceria com a Tech for Good nos permitirá continuar a facilitar e expandir o acesso a produtos e serviços financeiros, especialmente para a população de baixa renda e pequenas e médias empresas. Continuaremos a promover o acesso a serviços bancários e a inclusão financeira como fatores-chave para um maior crescimento econômico, desenvolvimento mais equitativo e justo, além de padrões de vida mais elevados para todos no país. Além disso, essa parceria nos dará a oportunidade de alavancar a presença e os recursos do Citi na América Latina para expandir nosso papel nessas iniciativas e fazer um impacto maior na região”, disse Ernesto Torres Cantú, CEO da Citi Latin America.

“Entre as realidades trazidas pela Covid-19 está a necessidade acelerada de serviços financeiros digitais em todo o mundo e especialmente em países emergentes. Os métodos de pagamento eletrônico e sem contato são importantes, especialmente nas lojas, onde a troca de dinheiro físico é maior. Além disso, além dos pagamentos, é essencial que mais pessoas tenham acesso a outros serviços financeiros, como crédito e poupança”, disse Osvaldo Giménez, CEO do Mercado Pago. “Graças a essa parceria, temos a possibilidade de acrescentar esforços visando à inclusão financeira, o que apresenta uma oportunidade de desenvolvimento e crescimento para a América Latina”, concluiu Giménez.

“Por meio dessa aliança, o PayPal reforça seu compromisso de promover a inclusão financeira na América Latina, especialmente em tempos de incerteza. Queremos oferecer maior acesso a soluções a clientes vulneráveis e com uma ampla gama de necessidades financeiras em todo o mundo. Dadas as preocupações com a saúde devido ao COVID-19, devemos intensificar e continuar a trazer novas oportunidades de negócios com segurança, facilidade e conforto. Entendemos perfeitamente que, com a pandemia, os pagamentos digitais se tornaram fundamentais para pequenas, médias e grandes empresas da região, e continuaremos trabalhando para melhorar nossa oferta e usar nossos recursos para beneficiar os mais necessitados”, afirmou Federico Gómez Schumacher, GM PayPal Latin America.

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Consumidores estão exigindo embalagens mais sustentáveis no e-commerce de moda

Uma nova pesquisa conduzida pela Smurfit Kappa, líder global de embalagens, revela que os consumidores estão exigindo embalagens mais sustentáveis ​​das marcas antes de realizarem compras online de moda. Esta pesquisa foi conduzida em quatro países europeus e apontou que 41% deste público se tornou mais consciente ecologicamente ao realizar as últimas compras desde o início da pandemia.

A pesquisa conduzida na Alemanha, Irlanda, Holanda e Reino Unido revelou também que quase metade dos consumidores compram itens de moda online uma vez por mês ou mais, refletindo uma popularidade crescente entre os compradores do sexo feminino (44%) e do masculino (43%).

Os consumidores estão agindo

Os consumidores estão fazendo escolhas conscientes quando se trata de compras de moda online, indicando que tomaram medidas nos últimos seis meses para garantirem que suas aquisições sejam o mais ecologicamente consciente possível.

A pesquisa demonstrou que:

• 23% dos consumidores de moda pesquisaram uma marca online para avaliar seu nível de sustentabilidade;

• 35% deles afirmou que não faria uma compra online de uma empresa de moda se descobrisse que sua embalagem não era ecológica

• 23% dos entrevistados recompraram de uma marca de moda com base em suas credenciais de sustentabilidade

Segundo Arco Berkenbosch, VP de Inovação e Desenvolvimento da Smurfit Kappa: “Os consumidores desejam que as marcas de moda online ajam com responsabilidade e considerem os impactos sociais e ambientais de seus negócios. As marcas de moda, inclusive todas as marcas, precisam se adaptar às demandas dos consumidores sobre sustentabilidade ou correm o risco de perderem os clientes. “Vale destacar ainda que nos quatro mercados pesquisados, o sentimento do consumidor e o foco na sustentabilidade são consistentes, destacando seu anseio de que as marcas devem continuar a priorizar e se comprometerem a melhorar suas práticas de sustentabilidade, mesmo durante a atual crise econômica.”


1. Consumidores de moda online são definidos como entrevistados que compraram itens de moda online uma vez por mês ou mais. Os consumidores gerais referem-se à amostra representativa natural pesquisada de cada mercado.Os consumidores estão ávidos para aprenderem mais

No entanto, os compradores de moda online estão enfrentando obstáculos quando se trata de fazer uma escolha sustentável. A pesquisa constatou a falta de informações acessíveis (34%), a falta de opções sustentáveis ​​(32%) e o custo (30%) como as principais barreiras para que ele atue de forma mais sustentável ao fazer compras online. Mais da metade dos entrevistados (57%) disseram que gostariam de ouvir mais sobre os esforços dos varejistas de moda online para serem sustentáveis ​​nas embalagens. Isso destaca o nível de influência da sustentabilidade no comportamento de compra dos consumidores e como os esforços das marcas podem ampliar ou corroer sua base de clientes.

Os consumidores estão pensando de forma mais ampla sobre a sustentabilidade de suas compras, incluindo a embalagem. Já as marcas devem repensar a sustentabilidade de suas embalagens se quiserem atender essas mudanças nas expectativas de seus consumidores.

Embalagem sustentável é uma consideração fundamental

A pesquisa descobriu que os consumidores de moda eram mais propensos a avaliarem a sustentabilidade das embalagens como um impacto positivo na impressão de sua compra em relação às técnicas tradicionais de marketing.

A maioria dos entrevistados afirmou que o uso eficiente de materiais (62%), a utilização de materiais sustentáveis ​​ (61%) e avaliar as credenciais de sustentabilidade de uma marca (56%) contribuem para uma impressão positiva de sua compra online assim que recebem a embalagem. Dois terços dos consumidores (66%) acreditam que os varejistas de moda online são responsáveis ​​por garantirem que suas embalagens sejam sustentáveis.

e-Commerce Fashion Portfólio

Em resposta ao crescimento contínuo do e-commerce e as expectativas do consumidor, a Smurfit Kappa expandiu sua gama de embalagens sustentáveis ​​projetadas para o mercado de varejo eletrônico de moda.

Com mecanismos de design inovadores que permitem fácil abertura e selagem nas devoluções, o e-Commerce Fashion Portfólio oferece uma ampla gama de soluções de embalagem flexíveis e com design diferenciado para produtos de todos os formatos e tamanhos. Ele são monomateriais e facilmente recicláveis ​​e biodegradáveis. Totalmente desenvolvido em papel, este portfolio oferece uma alternativa responsável às marcas à medida que a conscientização do consumidor e as preocupações com o desperdício de embalagens continuam crescendo.

“Os resultados apontam que a embalagem pode ter uma grande influência sobre os clientes e suas decisões de compra, tanto na oportunidade de fidelidade à marca para empresas que priorizam a sustentabilidade quanto as consequências potenciais para as companhias que não o fazem”, afirma Berkenbosch.

“Estamos trabalhando com nossos clientes de moda online para desenvolvermos soluções inovadoras de embalagens sustentáveis, ​​que se adequem ao formato de cada item, que protejam o produto durante o transporte, mas também se conectem com o consumidor quando ele chegar. Se quisermos reduzir o nível de resíduos de embalagens que não são sustentáveis, todos nós, incluindo as marcas, os consumidores e os fornecedores de embalagens, temos que trabalhar juntos para ter um impacto real”, conclui Berkenbosch.

Varejo Online de Moda no Brasil

Com a pandemia do Covid-19, o e-commerce no Brasil atingiu altos patamares assim como no mundo inteiro. Como as lojas físicas que estavam fechadas durante este período, o Varejo Online de moda não ficou atrás.

De acordo com um estudo realizado pela Conversion, consultoria de performance&SEO, que analisou o tráfego de mais de 200 maiores sites do Brasil, em 15 categorias, o setor de Moda e Acessórios obteve um crescimento de 65,52% durante a pandemia (jul – fev/ 2020).

“Todos os dados obtidos com a pesquisa e-Commerce Fashion Portfólio que realizamos demonstram que os consumidores estão cada vez mais conscientes ao optarem não apenas por produtos e serviços que sejam eticamente sustentáveis, mas também estão preocupados com toda cadeia de produção, inclusive as embalagens”, afirma Manual Alcalá, CEO da Smurfirt Kappa.

“No Brasil, tivemos um incremento do 1º para o 2º trimestre, de 148%, impulsionado, principalmente, pelos clientes dos segmentos de varejo e bebidas e agora estamos também conduzindo projetos para empresas do segmento de moda, que também tiveram um crescimento expressivo neste período e estão acelerando a venda por canais digitais de forma a transmitir uma experiência que o consumidor teria na loja física na sua casa por meio da embalagem”, complementa.

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C&A usa tecnologia QR Code em camisetas para otimizar a jornada de compra da cliente

Para atender à crescente demanda das brasileiras por uma moda confortável, atemporal e que combina com os mais diferentes perfis, a C&A Brasil reinventa e amplia a sua categoria de Básicos e lança serviços e soluções digitais inéditos no varejo de moda brasileiro para oferecer o sortimento com ainda mais comodidade e praticidade às suas clientes.

A partir de agora, as camisetas básicas femininas e masculinas da C&A contarão com o projeto Básico Muito Digital. Trata-se de um QR Code estampado no interior da peça para conferir mais praticidade na hora da compra, já que, ao escanear o símbolo com a câmera do celular, a consumidora será direcionada à nova landing page da categoria hospedada no site e aplicativo da C&A com apenas um clique, além de ter acesso às mais variadas cores, tamanhos e modelagens de camisetas e outros produtos para compor o look. A tecnologia é mais uma solução omnincanal da C&A para levar comodidade à rotina das suas clientes, que passarão a ter acesso ao sortimento com mais agilidade.

As camisetas Básico Muito Digital também contam com tags do movimento #VistaAMudança – conceito global da C&A para comunicar suas iniciativas de sustentabilidade, em que a companhia reforça seu compromisso em ampliar o uso de algodão mais sustentável em seus produtos com essa matéria-prima. Atualmente, cerca de 80% do algodão utilizado companhia já é adquirido como mais sustentável, contribuindo para a redução do impacto ambiental e uso de água de forma eficiente. O projeto piloto estará disponível para todo o Brasil em setembro e a companhia prevê ampliá-lo para outras peças da categoria.

Vending Machine e descontos especiais


Ainda para conferir mais comodidade às clientes e garantir que ela encontre a peça básica C&A onde e como quiser, a marca lança ainda mais dois projetos pilotos. Nos próximos meses, os consumidores que estiverem pela capital paulista terão a oportunidade de comprar camisetas C&A em pontos inéditos da cidade em vending machines da C&A. Basta escolher a peça, tamanho e cor desejado na máquina e realizar o pagamento com cartão de crédito. Cada máquina contempla 480 peças, com seis cores e tamanhos que vão do P ao GG, no corte masculino e feminino. Inicialmente, o projeto está disponível no Extra Anchieta, ABC Paulista e, em breve, estará disponível em uma estação de metrô de São Paulo.

A outra novidade da categoria é a venda de kits de camisetas básicas com descontos especiais. Cada kit terá duas camisetas iguais na mesma cor ou em cores diferentes para a cliente que não abre mão da praticidade na hora da compra nas lojas físicas da C&A.

“O básico ganhou uma nova representatividade no guarda-roupa da mulher brasileira. Hoje, ela quer conforto, versatilidade, qualidade e estilo e não abre mão da comodidade e praticidade na sua jornada de compra, seja ela online ou offline”, explica Mariana Moraes, gerente sênior de Marketing da C&A Brasil. “Ouvimos as nossas clientes e para atender o seu novo momento reinventamos a categoria de Básicos. Ampliamos o sortimento, inovamos a forma como comunicamos e oferecemos esses produtos nas nossas lojas e e-commerce, assim como incorporamos novas formas de venda para deixar a sua experiência ainda mais relevante e próxima das suas necessidades atuais. O projeto Básico Muito Digital reforça essa estratégia, já que por meio da tecnologia QR Code oferece mais praticidade à rotina das nossas clientes”, complementa a executiva.

Cliente no centro da estratégia


A renovação da categoria de Básicos e os novos serviços e soluções omnicanais foram idealizados a partir de uma extensa pesquisa realizada pela companhia junto a clientes em linha com o posicionamento de marca “C&A Muito Eu”, que coloca a consumidora no centro da estratégia. Para cerca de 59% das mulheres ouvidas, a peça básica é aquela que combina com tudo e é ideal para diversas ocasiões, apresentando, portanto, grande relevância em seu guarda-roupa e, consequentemente para a C&A. Na hora da compra, por sua vez, o caimento e a boa qualidade desses produtos foram os fatores prioritários para maioria das entrevistadas – pilares já oferecidos nos básicos C&A e valorizados, ainda mais, neste novo momento da categoria, que não abre mão também de estilo e conforto em todo o sortimento.

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iugu recebe investimento de R﹩ 120 milhões em rodada liderada pela Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs

A iugu, fintech brasileira de meios de pagamentos e plataforma de automação financeira para empresas, anuncia que está recebendo 120 milhões de reais por meio de uma rodada de investimentos liderada pelo Merchant Banking do Goldman Sachs, braço de investimentos proprietários do banco. A rodada, prevista para ser inicialmente menor, foi ampliada após poucos meses, em função do forte desempenho da empresa e dos planos para acelerar o seu crescimento. Para o Merchant Banking do Goldman Sachs, que é um dos principais investidores em fintechs no mundo, esse será o primeiro investimento no equity de uma empresa desse segmento no Brasil. Os recursos desse aporte permitirão que a iugu amplie a oferta de produtos, acelere a contratação de talentos e fortaleça a sua estrutura de capital.

“Desde a nossa fundação, temos como propósito fundamental descomplicar a gestão financeira para as empresas no Brasil, através de uma plataforma inteligente e de fácil uso. Acreditamos que, tendo o Goldman Sachs como investidor, conseguiremos acelerar nosso próximo ciclo de crescimento. Trabalhar com eles tem sido desde já uma experiência incrível. O time do Goldman tem nos apoiado em todas as iniciativas relevantes, de atração de talentos até conexões com outras companhias do seu portfólio pelo mundo, passando também pela adoção das melhores práticas globais em diversos tópicos. São investidores que realmente dedicam tempo de qualidade no processo de criação de valor em conjunto conosco”, afirma Patrick Negri, fundador da iugu.

A iugu fornece soluções automatizadas para clientes corporativos ao longo de todo o ciclo financeiro, incluindo emissão de boletos, processamento de pagamentos e reconciliação de faturas pagas com contas a receber. A plataforma da fintech processa diversos métodos de pagamento e oferece serviços de split de pagamentos e recorrência de cobranças, todos automatizados por meio de APIs ou em ambiente em nuvem. As soluções da iugu são flexíveis e facilmente adaptáveis ​​a diferentes modelos de negócios e empresas, independentemente de tamanho ou nível de maturidade tecnológica delas.

“Estamos muito impressionados com o trabalho de toda a equipe. O desempenho de todos eles e o foco constante na melhoria da experiência do cliente são os grandes diferenciais da iugu. Estamos honrados em termos a oportunidade de investir na empresa e apoiar seu crescimento”, diz David Castelblanco, diretor responsável por investimentos em Private Equity na América Latina para a Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs.

“O que, inicialmente, nos atraiu na iugu foi a sua impressionante plataforma de pagamentos. No entanto, na medida em que avançamos em nosso entendimento sobre a proposta de valor, percebemos que o sucesso da companhia é impulsionado por seu DNA de solucionador de problemas para os clientes, em vez de ser simplesmente um provedor de meios de pagamento. Estamos muito contentes por trabalhar com o Patrick e sua equipe”, afirma Cristiano Camargo, diretor da Divisão de Merchant Banking do Goldman Sachs no Brasil.

Em 26 de agosto, o Banco Central autorizou a iugu a operar no Brasil como Instituição de Pagamentos regulamentada, um marco importante para a empresa. Com essa licença, a fintech poderá oferecer diretamente novos serviços por meio de sua plataforma, como recebimento de transferências eletrônicas e pagamento automático de contas e impostos, além da opção de um cartão de débito.

Nos últimos anos, a iugu vem aumentando rapidamente seu volume de transações processadas e espera uma aceleração do seu crescimento como resultado do novo investimento e da licença recentemente concedida pelo Banco Central.

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Stefanini anuncia Maratona de Desenvolvimento 2020

A Stefanini , multinacional brasileira referência em soluções digitais, anunciou a abertura das inscrições para sua Maratona de Desenvolvimento 2020, que tem como objetivo capacitar, engajar e aproximar desenvolvedores de todo o País. A multinacional brasileira, que completou 33 anos esse ano, investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais do mercado e auxilia seus clientes no processo de transformação digital.

Devido à pandemia que estamos passando e prezando pela saúde e segurança dos participantes e envolvidos no processo, todas as etapas ocorrerão de forma on-line, por meio da plataforma Teams, da Microsoft. Nela, o candidato terá acesso a conteúdo exclusivo referente às linguagens de programação que serão trabalhadas durante os 21 dias e, ao final de cada semana, participará de um desafio baseado nas tecnologias abordadas. Além da possibilidade de ser contratado pela empresa por meio do projeto “Stefanini Everywhere” e integrar o time de desenvolvedores de forma remota, os candidatos também vão conseguir trocar experiências com outros profissionais, conhecer diferentes áreas de atuação e desenvolver networking com pessoas de todo País.

O projeto “Stefanini Everywhere” busca identificar e contratar talentos em qualquer lugar, mesmo que não haja escritório da multinacional na cidade de origem do candidato. Todo o processo de seleção e recrutamento é feito on-line, garantindo ao novo colaborador uma experiência 100% digital. A iniciativa planeja colocar 50% de seus profissionais em home office após o fim da pandemia. A ideia é trabalhar com três modelos: um de home office total, um parcial e um de flexibilidade em relação a horários.

Rodrigo Pádua, VP Global de Gente e Cultura do Grupo Stefanini, comenta que recentemente a multinacional figurou entre as empresas mais inovadoras do País. “Ficamos entre as top 3 mais inovadoras na categoria Indústria Digital – TI e Telecom no disputado ranking das 100+ Inovadoras no Uso de TI do Grupo IT Mídia. Esse novo reconhecimento reforça ainda mais nossos objetivos como companhia de promover cada vez mais a carreira de novos talentos dentro da Stefanini”.

Em decorrência da Covid-19, mais de 90% dos 25 mil colaboradores da Stefanini em todas as regiões adotaram o home office. Mas o que inicialmente aconteceu de maneira forçada se transformou também em aprendizado. A situação imposta acelerou a transformação digital em todos os negócios e mostrou que trabalhar a distância pode trazer alguns benefícios, como engajamento, aumento de produtividade e redução de custos.

Confira abaixo a programação completa da Maratona de Desenvolvimento 2020 e fique atento para não perder nenhuma das etapas:

29/09 – último dia para inscrição

30/09 – Avaliação de entrada

02/10 – Convocação para Maratona

05/10 – Início da Maratona

27/10 – Desafio final

Tecnologias envolvidas para seleção de perfis Júnior e Pleno: java, javascript, html, css, quarkus, docker e kubernetes.

Os interessados podem conferir aqui todos os detalhes sobre a Maratona Stefanini.

Estudo da LLYC antecipa como serão os líderes do futuro

O surgimento da COVID-19 evidenciou uma crise de liderança tradicional e acelerou a demanda da sociedade global por novos modelos de liderança. Para antecipar-se a esta evolução, a LLYC, empresa global de consultoria de comunicação e relações públicas, em colaboração com a Trivu, um ecossistema global que promove oportunidades para jovens talentos, apresentou o projeto Future Leaders (Futuros Líderes), um estudo pioneiro (baseado na tecnologia NLP e Inteligência Artificial) sobre a nova geração de líderes abaixo dos 30 anos de línguas espanhola e portuguesa.

Assim, a partir de uma análise exaustiva da pegada digital discursiva (textos, publicações sociais, vídeos etc.), esta pesquisa esclarece as tendências e traços de personalidade dos Future Leaders e estabelece um contraste com as características dos líderes atuais. O sólido sentido de disciplina, a forte tendência para a ação, a firme orientação para a cooperação e o coletivo, uma liderança resiliente, positiva e emocional são algumas das dimensões que definem o perfil desta jovem geração e a distinguem dos líderes contemporâneos.

“Não há dúvida de que esse ambiente VUCA, acelerado pela pandemia, nos colocou diante da maior mudança de paradigma em termos de reputação e valor social das lideranças tradicionais. Para nos anteciparmos a essa transformação, conduzimos uma investigação disruptiva em torno do elemento mobilizador por excelência de um líder: sua comunicação. Com este projeto, buscamos um duplo objetivo: por um lado, oferecer uma visão da nova geração de líderes que, adaptando-se à situação atual, serão capazes de inspirar a sociedade do futuro; e, por outro lado, reunir uma seleção desses jovens que, em toda a sua diversidade, já estão dando passos para mudar o mundo”, explicou José Antonio Llorente, presidente da LLYC.

Por sua vez, Cleber Martins, Sócio e Diretor Geral da LLYC no Brasil, acrescenta ainda que “a análise permite identificar uma mudança estrutural na forma como devem ser a liderança e a comunicação no futuro. A pandemia acelerou esta tendência que já se formava: de uma comunicação mais humana, mais próxima, com um propósito claro e muito focada na ação. É precisamente isso que será exigido destes líderes do futuro”.

UMA GERAÇÃO DE LÍDERES MAIS EMOCIONAIS E COM VOCAÇÃO SOCIAL

O ‘retrato do robô’ gerado pelo modelo psicométrico deste estudo retrata os Future Leaders como uma comunidade que respeita o bem-estar dos outros, com a necessidade de transcender a si mesmo e priorizar o coletivo. Nessa linha, a análise morfossemântica confirma que esta geração possui um discurso muito mais voltado para os valores comunitários e sociais e ancorado na importância do team-play / atuação em equipe (substantivos como “Pessoas”, “Família”, “Amigos”, “Equipe” e “Apoio” ou verbos como “Ajudar”, “Compartilhar” e “Participar” são muito recorrentes em suas intervenções).

Também o uso dos adjetivos “Público”, “Climático” ou “Social” estão entre os mais usados ​​pelos líderes mais jovens. O estudo aponta que as referências aos campos sociais, como “Educação” e “Saúde”, são muito mais relevantes para os Future Leaders.

Em relação às qualidades de sua liderança, os Future Leaders se destacam por defender uma liderança altamente apaixonada e mais sensível. Especificamente, as técnicas de processamento linguístico indicam que o uso de palavras emocionais é 45% mais abundante na fala dos Future Leaders e que, em 78% das vezes, elas têm caráter positivo.

Nessa linha de pensamento, adjetivos como “Incrível”, “Maravilhoso”, “Favorito” e “Positivo” aparecem no top 50 dos mais comuns na nova geração de líderes, como também contrastam com a linguagem usada pelos líderes de hoje, que poderia ser descrita como mais fria e muito mais profissional e técnica. Por exemplo: os termos “Legislativo”, “Comercial”, “Logístico” ou “Econômico” são apenas parte do acervo dos líderes contemporâneos. São também os únicos que recorrentemente fazem alusão a conceitos como dinheiro (“Dólares”), corporações (“Empresa”) ou estruturas políticas tradicionais (“Campanha”, “Presidente”, “Município” ou “Deputado”).

A PALAVRA “OBRIGADO” E O “FAZER” ANTES DO “DIZER”: A MARCA DE UMA GERAÇÃO

O relatório também conclui que, na sua função de líder, os mais jovens apresentam maior tendência à disciplina, maior sentido de dever e maior respeito pela ordem e rotinas. De fato, a análise verbal dos discursos das duas gerações mostra uma maior tendência à ação por parte dos Future Leaders. Assim, mostra que os mais jovens utilizam o verbo «Fazer» (segundo verbo mais utilizado) com maior frequência do que o verbo «Dizer» (frequência invertida no caso da geração atual). Além disso, a nova geração recorre com mais frequência à ação de “Trabalhar” e palavras como “Alcançar”, “Criar” e “Gerar” .

Uma das diferenças mais marcantes entre as duas gerações é o uso da palavra “Obrigado”. Especificamente, a análise coloca esta expressão como a mais utilizada pelos Future Leaders; ao passo que, no caso dos líderes atuais, ela cai para a metade da tabela (posição 25). Isso reforça a ideia de que novos líderes estão mais bem posicionados no eixo indivíduo-comunidade.

Além disso, uma das facetas mais distintas dos Future Leaders é a sensibilidade para o externo, para o que transcende o ‘eu’ individual. A sua impressão discursiva mostra que os mais jovens têm maior predisposição para compreender o que os rodeia e que atribuem maior importância à aprendizagem. Verbos como “Aprender”, “Encontrar”, “Saber”, “Pesquisar”, “Entender” e “Ouvir” são muito mais comuns em suas intervenções públicas.

DEZ FUTURE LEADERS NO BRASIL QUE SINALIZAM PARA UM NOVO MUNDO

A partir da definição do modelo de liderança transformacional, a LLYC e a Trivu desenvolveram uma seleção que identifica 120 jovens de língua espanhola e portuguesa, chamados a ser os Future Leaders. Nascidos a partir de 1990 e oriundos de 12 países, reúnem referentes das mais diversas esferas de influência: desde a tecnologia, a medicina e o ambiente até questões sociais, o empreendedorismo e a gastronomia.

No Brasil, os dez perfis selecionados foram Anielle Guedes (Empreendedora; fundador de Urban 3D), Anna Luisa Beserra (Empreendedora social; CEO de Safe Drinking Water for All.) , Lawrence Murata (Empreendedor social; chefe de plataformas de Inteligência Artificial e Ciência de Dados em Nauto.), Lincoln Ando (Empreendedor; fundador de idwall), Maisa Silva (Cantora, apresentadora e atriz; ganhadora da categoria canal de Youtube Favorito em Meus Prêmios Nick 2018), Matheus Goyas (Empreendedor; criador de AppProva), Nátaly Neri (Ativista e comunicadora; criadora do canal Afros e Afins) , Philippe Magno (Empreendedor; cofundador e sócio de The HandsFree Institute), Tallis Gomes (Empreendedor; cofundador e CEO de Plataforma Saúde) e Vinicius Silva (Consultor financeiro; cocriador do canal Favelado Investidor). Para a sua seleção, foram considerados três critérios básicos: ter uma finalidade, seu potencial de mobilização e, por fim, sua capacidade de influenciar.

Pode consultar a lista completa dos líderes do futuro aqui.

UMA INVESTIGAÇÃO BASEADA EM TECNOLOGIA DISRUPTIVA

A análise de personalidade e as técnicas de criação de perfil usadas neste estudo têm bases científicas sólidas. Com base na Trait Theory (Teoria dos Traços), LLYC e Trivu utilizaram o modelo Big Five de análise psicométrica. Além disso, durante a pesquisa, técnicas de NLP e Inteligência Artificial foram implementadas – o que tornou possível processar, entre outras, 1.017.391 palavras, 11.771 tweets, 8.931 postagens no Instagram, 81 discursos completos no YouTube por líderes de todas as gerações de idiomas espanhol e português.

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Liga Ventures promove evento de inovação aberta on-line e gratuito

Liga Ventures , pioneira no mercado de aceleração corporativa focada em conectar grandes corporações e startups para geração de negócios, irá promover nos dias 22, 23 e 24 de setembro, o Liga Open Innovation Summit , um dos principais eventos de inovação aberta no Brasil, que pela primeira vez será 100% online, gratuito e aberto ao público.

Durante os três dias, os participantes terão acesso a mais de 24 horas de conteúdos com mais de 80 executivos de grandes empresas falando sobre os projetos gerados em suas frentes de inovação; sessões exclusivas de cases de sucesso; discussões sobre o Liga Insights ; área virtual com mais de 60 startups expondo suas soluções para os principais players do ecossistema.

Além disso, o Liga Open Innovation Summit contará com a presença do keynote Alexander Osterwalder, empreendedor suíço, conhecido por seu trabalho em modelagem de negócios e autor do best seller Business Model Generation. Na ocasião, Osterwalder apresentará conceitos do seu mais recente livro, Invincible Company. Também estarão presentes executivos da BREX & OYO discutindo cultura e competências exponenciais, além de outros keynotes internacionais.

Segundo, Rogério Tamassia, cofundador da Liga Ventures, o evento será uma oportunidade de grandes empresas que ainda não entraram no movimento de inovação aberta se aprofundarem no tema e nos benefícios do engajamento com startups.

“A Liga Ventures é uma facilitadora da conexão entre esses dois polos, por isso, durante o Liga Open Innovation Summit, o público terá a chance de ouvir das próprias empresas os resultados possíveis de serem alcançados investindo em inovação aberta. É uma oportunidade imperdível de troca de conhecimento e informação que colabora com o avanço da inovação em nosso país, que é cada vez mais destaque no tema”, explica Tamassia.

Serviço:

• Data e horário – 22, 23 e 24 de setembro das 09 h às 18 h

• Custo – gratuito

• Inscrições – ligasummit.com

• Onde acontece – 100% online através do link do evento (disponibilizado mediante cadastro)

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Empresa gasta, em média, 4,9% do valor distribuído para realizar IPO no Brasil

Abrir o capital é uma das opções que as organizações têm para diversificar a captação de recursos. No entanto, a jornada até uma oferta inicial de ações (IPO, da sigla em inglês Initial Public Offering) é longa, conta com diversas implicações e requer maturidade institucional e grande mudança na cultura organizacional das empresas. Para auxiliar as companhias nessa preparação, a Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, em parceria com a B3, lança o estudo “Preparação e custos para abertura de capital no Brasil – Uma análise sobre as ofertas de ações no País entre 2004 e 2020”. O levantamento tem como base dados públicos disponíveis nos prospectos definitivos de ofertas públicas realizadas no Brasil, de janeiro de 2004 a maio de 2020, sendo ofertas iniciais (IPOs) ou subsequentes (follow‑ons), realizados pela Instrução CVM 400, além de informações referentes às ofertas subsequentes com esforços restritos pela Instrução 476, fornecidas pela B3.

De acordo com o levantamento, a média do percentual dos custos com ofertas públicas em relação ao valor distribuído é de 4,9% para IPOs, de 3,4% para follow-ons e de 3,5% para follow-ons realizados pela Instrução CVM 476. As comissões de colocação, coordenação, garantia de liquidação e incentivo, entre outras, compõem a maior parte dos custos para a abertura de capital. Já as despesas com auditores, advogados e publicidade, entre outras, são em menor proporção no montante dos custos. Cerca de 80% dos gastos de uma empresa no processo de IPO são com custos relacionados a comissões e 20% com as outras despesas. No caso dos follow-ons a proporção fica de 82% para comissões e 18% em despesas.

“O mercado de capitais no Brasil está passando por uma fase de reaquecimento. Mesmo com a pandemia de Covid-19, um momento desafiador da economia no mundo todo, foram realizadas, em 2020 no Brasil, 26 ofertas públicas de ações, entre IPOs e follow-nos; além disso, mais de 50 IPOs estão atualmente protocolados junto à Comissão de Valores Mobiliários e em processo de análise pelo regulador. Se todos os IPOs que estão para acontecer de fato forem realizados, 2020 poderá ter um recorde. E as companhias que tiverem investido em uma preparação de longo prazo serão as menos impactadas pelos custos relativos à abertura de capital”, diz Carlos Zanotta, sócio de Global Capital Markets Group da Deloitte.

O estudo mostra, ainda, que as empresas que fazem a sua oferta inicial em segmentos mais elevados de governança corporativa e que, portanto, criam uma estrutura de transparência, controles e governança, possuem impacto positivo na atratividade de investidores, na valorização do negócio e na imagem da empresa.

“Com as perspectivas de manutenção de juros baixos e o processo de migração de investimentos para o mercado de capitais e para a bolsa, cria-se um ecossistema favorável para novas ofertas. Em se mantendo esse cenário, a expectativa é que veremos cada vez mais companhias abrindo capital na bolsa e utilizando instrumentos disponíveis no mercado de capitais. A B3 está firmemente empenhada em incentivar essa agenda transformacional do mercado de capitais brasileiro”, diz Rogério Santana, Diretor de Relacionamento com Empresas e Assets da B3. “Como exemplo desse esforço, vale mencionar a possibilidade de prorrogação do prazo das taxas de análise pagas pelos emissores para realizarem suas ofertas. Em razão da pandemia, a empresas ofertantes de valores mobiliários que efetuaram o pagamento das Taxas de Análise até 31/03/2020 e, por conta das condições de mercado, decidiram adiar o processo de listagem ou de distribuição estarão isentas da cobrança de novas Taxas de Análise caso protocolem novos pedidos de análise até 31/03/2021”, completa.

Composição dos custos para abertura de capital

Os custos relativos à preparação de uma empresa para a abertura de capital dependem, essencialmente, da estrutura que a companhia já possui. Por isso, é possível concluir que as organizações que já tenham investido em uma preparação de longo prazo serão menos impactadas por esses gastos. Os custos envolvidos são divididos entre componentes diretos e indiretos. Como diretos estão alocadas todas as despesas com coordenadores, advogados, auditores, taxas pagas às bolsas de valores, à publicidade legal e à imprensa e à adoção de regras de governança corporativa.

As despesas com os coordenadores – instituições financeiras autorizadas a atuar no sistema de distribuição de valores mobiliários – são geralmente os custos individuais mais altos da abertura de capital. Nos IPOs e em follow-ons brasileiros, as despesas com os coordenadores são: comissão de colocação, comissão de coordenação, comissão de garantia de liquidação e incentivos. As comissões representam a remuneração paga aos coordenadores por sua prestação de serviços e geralmente são um percentual sobre o valor total de distribuição da oferta.

Entre 2004 e maio de 2020 o custo médio com as comissões foram de 3,8% sobre o valor distribuído no caso dos IPOs; 2,7% nos processos de follow-on; e 2,5% nos Follow-ons de acordo com a instrução CVM 476. O percentual gasto em comissões varia de acordo com as condições do mercado, com o tamanho e complexidade da operação e do regime de colocação – com garantia firme, que é quando os coordenadores se comprometem a adquirir todo o lote de títulos mobiliários a ser ofertado na transação, ou melhores esforços, quando o coordenador assume a função de fazer o melhor esforço possível para encontrar interessados nos títulos, na busca por transmiti-los.

As despesas existentes na abertura de capital são relacionadas aos assessores jurídicos, que auxiliam a companhia nas questões societárias antes da oferta e nos preparativos ao longo da transação. O relatório da Deloitte mostra que o custo médio com honorários de advogados nos últimos 16 anos foi de 0,41% sobre o valor distribuído nos IPOs, 0,20% nos Follow-ons e 0,33% nos Follow-ons CVM 476. Já a média de despesas com auditores independentes, que auditam os relatórios e demonstrações financeiras, foi de 0,14% (IPO), 0,07% (Follow-on) e 0,19% (Follow-on 476).

Relação entre custos e tipos de listagem


Ao compreender a necessidade de cada componente na abertura de capital, é possível entender quanto cada um deles representará de custos durante e após a oferta de ações. A média dos custos relacionados com IPOs sobre os valores distribuídos ficou em 4,9% para o período entre 2004 e 2020. Separando as comissões dos bancos e as despesas da oferta, as médias ficaram 3,9% para as comissões e 1% para as despesas.

A média dos custos com follow-on ficou em 3,4% sobre o total dos valores distribuídos. Desse percentual, 2,8% são relacionados às comissões e 0,6% referentes às despesas. Ofertas subsequentes, usualmente, envolvem custos menores pelo fato de a companhia já ser pública e de os custos estarem relacionados à atualização de documentos que a companhia já periodicamente divulga ao mercado.

A média dos custos relacionados a ofertas através da CVM 476 ficou em 3,5%, sendo 2,5% relacionado às comissões e 1,0% às despesas sobre os valores distribuídos. Os follow-ons de acordo com a Instrução CVM 476, que são restritos a investidores profissionais, começaram no mercado brasileiro a partir de 2015. Nessa modalidade não há despesas com publicidade e nem com taxa de registro – logo, ela tende a ter um custo menor do que o das ofertas públicas.

Cada setor de atuação apresenta uma característica e um comportamento diferente. Essas diferenças devem ser levadas em consideração quando se realiza o levantamento dos custos para abertura de capital. Certos setores, devido a sua complexidade, inclusive de suas estruturas societárias, envolvem maiores riscos, requerem divulgações adicionais e maior nível de envolvimento de bancos, auditores e advogados, aumentando o valor das comissões e despesas.

Entre 2004 e maio de 2020, as indústrias cujos custos médios com ofertas públicas foram mais altos são: agronegócio (5,7% sobre o valor distribuído), têxtil e calçados (5,7%), prestação de serviços (5,4%), educacional (5,1%) e informática, TI, internet e eletrônicos (5,1%).

Custos para abertura são menores nas ofertas com maior valor distribuído
O levantamento mostra, ainda, que quanto mais a companhia capta na abertura, menor é seu custo. Desde 2004, o custo médio com ofertas públicas foi de 6,4% no caso de IPOs de empresas que captaram até R$ 200 milhões, 5,4% para companhias que levantaram entre R$ 201 milhões e R$ 500 milhões, 4,7% entre R$ 501 milhões e R$1 bilhão. As organizações que captaram entre R$ 1 bilhão e R$ 10 bilhões, o custo médio foi de 4,2%.

Já no caso dos follow-ons os percentuais foram: 4,1% (até R$ 200 milhões), 4,2% (entre R$ 201 milhões e R$ 500 milhões, 3,8% (R$ 501 milhões a R$ 1 bilhão) e 3,1% (entre R$ 1 bilhão e R$ 10 bilhões).

Governança corporativa valoriza rentabilidade das companhias
Com o IPO, a empresa deve elevar suas práticas de governança corporativa a um padrão altamente diferenciado. Esse padrão de governança e controles internos exigido de uma companhia aberta influencia positivamente na valorização da empresa e na sua operação. Além dos aspectos regulatórios, a preparação das empresas permite uma avaliação antecipada de seu grau de governança e transparência, frente ao requerido pelos segmentos de listagem da B3. O estudo da Deloitte e B3 mostra que desde 2004 as empresas que operam em padrões mais elevados de governança têm uma rentabilidade muito mais expressiva do que as demais.

Os segmentos de listagem da B3 – Bovespa Mais, Bovespa Mais Nível 2, Novo Mercado, Nível 2 e Nível 1 – foram criados para desenvolver o mercado de capitais brasileiro a terem regras de governança corporativa mais avançadas.

O estudo “Preparação e custos para abertura de capital no Brasil” aponta que, de 2004 a maio de 2020, a maioria dos IPOs (135), dos follow-ons (78) e follow-ons CVM 476 realizados no País foi listada no Novo Mercado. Todas as ofertas iniciais de ações registradas pela pesquisa referentes de 2020, por exemplo, foram listadas nesse segmento.

Metodologia do estudo


O estudo “Preparação e custos para abertura de capital no Brasil – Uma análise sobre as ofertas de ações no País entre 2004 e 2020” foi desenvolvido com base em dados públicos disponíveis nos prospectos definitivos de ofertas públicas realizadas no Brasil, de janeiro de 2004 a maio de 2020, sendo ofertas iniciais (IPOs) ou subsequentes (follow‑ons), realizados pela Instrução CVM 400, além de informações referentes às ofertas subsequentes com esforços restritos pela Instrução 476, fornecidas pela B3.

A população do levantamento foi composta inicialmente por 174 ofertas iniciais e 128 ofertas subsequentes realizadas conforme a Instrução Normativa CVM 400 e por 62 ofertas subsequentes com esforços restritos, totalizando 364 ofertas. Contudo, em virtude das características e dos altos valores na distribuição, foram excluídas da população inicial, com o intuito de manter a homogeneidade da amostra analisada, sete transações com valores distribuídos superiores a R$ 10 bilhões, todas realizadas de acordo com a Instrução CVM 400.

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Networking: A importância de um bom relacionamento diante da pandemia

Por Mônica Schimenes, CEO da MCM Brand Group

Em um mercado cada vez mais competitivo, ter contatos estratégicos se tornou um diferencial para as corporações e quando falamos disso, devemos estar diretamente ligados ao poder do networking. Além de ajudar no desenvolvimento das empresas como um todo, ele é uma excelente ferramenta de marketing pessoal. Mas, você sabia que a diversidade também é um fator importante nesse processo? Pesquisadores das escolas de negócios do Illinois Institute of Technology, do Rensselaer Polytechnic Institute e da Fordham University apontaram que um networking diverso ajuda o CEO a promover políticas mais inovadoras, melhorar a performance financeira e até influência na área de fusões e aquisições.

Dentre todos esses benefícios, pensando que as pessoas são relacionais e se conectam através de boas histórias e não com números, quando formamos aliados dentro do mercado corporativo, é possível que estabeleçamos bons networkings e bons negócios. Visto que, ao conversarmos com quem se parece com nós, que trabalha no mesmo ramo ou fora dele, os insights se tornam ferramentas importantíssimas para a mudança no portfólio, no pit corporativo e – até mesmo – no funil de vendas.

Existem diversas formas de iniciar esse contato, o segredo é quando conseguimos atrair as pessoas pelo nosso negócio e por nossas trocas e não só por bons pedidos. É importante que os empreendedores tenham a capacidade de oferecer ao outro tudo aquilo que ele também receberá em troca, para isso, é necessário estudar o seu mercado e saber o que está acontecendo com as outras empresas, como elas estão reagindo. Assim, sempre haverá informações relevantes que ajudem o seu cliente e outras corporações. Descubra quem são as pessoas mais influentes do ramo que você está falando, converse com elas e seja capaz de se tornar fonte quando procurarem por você.

Outra forma de ser sempre lembrado é se infiltrando em todas as possibilidades de rede de relacionamentos que existem no mercado. Na minha empresa, por exemplo, escolhemos nos diferenciar como empresas ligadas à diversidade, inclusão e sustentabilidade, então estamos dentro da Rede Mulher Empreendedora, Rede Mulheres do Brasil, programas de mentorias, Integrare, We Connect e diversos outros. Essa é uma forma de encontrar onde nossos cliente estão inseridos e onde podemos nos tornar relevantes.

Lembrando também que hoje, ainda mais em tempos de pandemia, esse contato é muito mais fácil, pois todas as pessoas estão disponíveis por uma mensagem direta, no Facebook ou no Linkedin e por mais que elas possam não responder, elas lerão sua história. Esse contato fica mais fácil por um lado, por agilizar o processo, porém mais difícil porque as pessoas gostam de estar presentes, de saírem para almoçar ou tomar um café juntos. Sentimos falta desse olho no olho, do contato físico, então tentamos transformar isso no virtual.

Uma dica que eu dou é que sejam curiosos, corram atrás e se cerquem do maior número de pessoas influentes que conseguirem, isso dará impulsionamento e fortalecimento para sua marca. Hoje, me orgulho dos meus dois maiores clientes da empresa, que são IBM e BASF, que vieram de networkings que eu me inscrevi e participo nesses 23 anos de corporação.

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USP e CGI.br assinam acordo de cooperação para promover a Internet no País

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e a Universidade de São Paulo (USP) assinaram em cerimônia on-line um acordo de cooperação para a realização de pesquisas, eventos e a criação de uma plataforma acadêmica sobre a Internet no país, para a análise e discussão de temas como economia, cultura e poder das redes. O acordo será operado pelo Instituto de Estudos Avançados da universidade (IEA) e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Duas ações já estão previstas: o lançamento da Cátedra Oscar Sala em outubro deste ano, e a configuração de uma disciplina a ser oferecida a partir de 2021 aos estudantes de todas as áreas de pós-graduação da USP.

A Cátedra visa a fomentar, orientar e patrocinar intercâmbio multidisciplinar entre os saberes de diversas áreas para fortalecer e cultivar o conhecimento sobre a Internet, seu funcionamento, suas aplicações e suas ferramentas. Com isso, a USP e o CGI.br buscam ampliar o horizonte de tecnologias digitais que favoreçam o avanço tecnológico, a inovação e o direito fundamental de acesso à informação e à comunicação.

As atividades da cátedra serão abertas à participação de professores, pesquisadores e personalidades brasileiras e estrangeiras. O coordenador acadêmico da cátedra será o jornalista e professor Eugênio Bucci, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. O coordenador-adjunto será Luiz Fernando Martins Castro, conselheiro do CGI.br e membro do Conselho de Administração do NIC.br. “A Cátedra é uma justa homenagem ao professor Sala, um símbolo da pesquisa, da inovação e da visão da comunidade acadêmica brasileira, e um fundamental incentivador e patrono de redes no país”, destaca Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br, que faz parte, juntamente com Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br, da Comissão de Governança da Cátedra.

O acordo prevê, entre outras atividades, a cooperação na realização de seminários, debates e publicações. Nos cinco anos de sua vigência, o CGI.br destinará R﹩ 2,5 milhões ao desenvolvimento do projeto, dos quais R﹩ 1,5 milhão serão destinados a bolsas para estudantes de graduação e pós-graduação, pós-doutorandos e pesquisadores da USP. A coordenação do acordo é de Guilherme Ary Plonski, diretor do IEA, e Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br.

Durante a cerimônia de assinatura do acordo, o reitor da USP, Vahan Agopyan afirmou que o convênio será a primeira parceria de fôlego entre a universidade o CGI.br. “O objetivo é discutir ideias, não a produção de um fruto específico para uso do CGI.br. Daqui a cinco anos, a sociedade terá obtido ganhos bastante substanciais”. Já Ary Plonski, do IEA, disse que iniciativas em planejamento incluem curadoria e apoio à pesquisa, debates e disseminação de conhecimentos e cooperação técnica.

O secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil manifestou o desejo de que a cooperação entre as duas instituições seja orientada pelos princípios de liberdade de expressão, proteção à privacidade e respeito aos direitos humanos, “fundamentais para uma sociedade justa e democrática”. Ainda segundo Glaser, esses princípios norteiam as diretrizes de boas práticas para a governança e uso da Internet definidas pelo CGI.br em 2009 .

Demi Getschko, do NIC.br, ressaltou durante a assinatura a importância do convênio, destacando o papel crítico da USP durante a implantação e desenvolvimento da Internet no Brasil, desde seu início nos anos 90. Quanto à Internet no Brasil, afirmou que ela “é muito bem vista internacionalmente, tanto em termos de infraestrutura, quanto em seu desenvolvimento. Um ponto importante é que temos uma legislação que é internacionalmente elogiada. Nosso esforço agora é para preservar essa legislação”.

De acordo com Luiz Fernando Martins Castro, a ideia da parceria surgiu da vontade de aprofundar a capacidade reflexiva e a interação do CGI.br com a universidade. “Os desafios da governança não são mais apenas técnicos, mas também econômicos, políticos, sociais e culturais. Por isso nada melhor do que uma parceria com o IEA, caracterizado pela transversalidade nas discussões. Essa aliança vai criar muitos frutos importantes para o CGI.br, para a USP e para a sociedade”, finalizou o conselheiro do CGI.br.

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