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Pegaki abre 150 vagas com possibilidade de trabalho remoto

A rede de pontos de retirada e coleta Pegaki está contratando. Com 150 vagas abertas durante o ano de 2021 em áreas como tecnologia, vendas, atendimento, marketing, produto e e-commerce, a startup busca talentos de qualquer parte do mundo para trabalharem remotamente. Mais informações sobre as vagas e processo seletivo podem ser encontradas no  https://pegakicarreiras.gupy.io/.

Recém adquirida pelo grupo Intelipost, a Pegaki tem um plano agressivo de crescimento. A startup pretende aumentar sua rede para mais de 20 mil pontos credenciados, saltando de 20 para 150 postos de trabalho. “Acreditamos que o modelo de trabalho foi transformado pela pandemia. Por isso, estamos abrindo uma série de vagas para trabalho remoto. Hoje já temos pessoas do nosso time trabalhando em diferentes cidades, estados e países, como Portugal”, explica o sócio-fundador e Co-CEO da Pegaki, João Cristofolini.

Segundo o executivo, para o período pós vacinação, a ideia é estabelecer um modelo híbrido. “No lugar do escritório tradicional, planejamos hubs de trabalho espalhados em diversas cidades para encontro de pessoas e trabalhos colaborativos, de forma pontual e opcional. Os dois primeiros hubs serão instalados em Florianópolis e São Paulo, com possibilidade de novas instalações no futuro. Parcerias com universidades em cidades fora dos grandes centros tradicionais também estão nos planos para atrair pessoas de diferentes lugares do Brasil”, completa.

Boom do e-commerce

A Pegaki se estabeleceu nos últimos anos como uma alternativa aos Correios, essencialmente na esteira do crescimento das vendas online. Só em 2020, a  startup cresceu 20 vezes, tracionada essencialmente pelo forte crescimento do e-commerce durante a pandemia.  De acordo com um levantamento da Câmara Brasileira da Economia Digital e da empresa Neotrust, o faturamento do comércio online no Brasil mais que dobrou, marcando um crescimento de 122% no acumulado do ano até novembro em comparação com 2019. Ao todo, foram movimentados R$ 115,3 bilhões no período.

“O modelo de redes de ponto de retirada, que já vinha crescendo, foi exponencialmente acelerado em 2020. A transformação digital chegou definitivamente, os e-commerces devem crescer cada vez mais e, neste contexto, soluções de logística eficientes são imprescindíveis para sustentar essa demanda cada vez mais crescente”, finaliza João.

Aplicativo detecta coronavírus através da tosse

A próxima vez que você for tossir, por que não fazer isso no celular? Um grupo de jovens pesquisadores e professores de algumas das melhores universidades de tecnologia do mundo criou um aplicativo para smartphone que detecta em questão de minutos, se alguém tem COVID-19 a partir da análise de um registro de sua tosse. Mas eles precisam da ajuda de pessoas do Brasil para melhorar ainda mais esse aplicativo revolucionário. 

Virufy é uma organização sem fins lucrativos composta por mais de 50 pesquisadores internacionais de 25 universidades de prestígio e 20 países diferentes – incluindo Inglaterra, Japão, EUA, Argentina, Brasil, Colômbia, México e Peru. O aplicativo web mobile (web app) usa inteligência artificial para avaliar a probabilidade de um indivíduo estar infectado com o novo coronavírus. 

Composta por especialistas médicos, técnicos e jurídicos de instituições como Stanford, Google e Princeton, a equipe do Virufy validou seu algoritmo de machine learning com milhares de tosses da América Latina, Europa e Ásia para distinguir entre SARS-CoV-2 positivo e sons de tosse negativos com 80% de precisão até agora.

Ao mobilizar os jovens para coletar dados de tosse em diversas regiões do mundo, o Virufy visa treinar seu algoritmo para obter uma precisão ainda maior e entender melhor como soa o COVID-19. Para chegar nesse objetivo, a  organização internacional de pesquisa sem fins lucrativos está expandindo seus esforços para coletar mais tosses na América Latina, uma região que continua registrando um aumento alarmante de casos positivos.

“Virufy é a única iniciativa capaz de reunir o mundo inteiro pela primeira vez: para parar o inimigo comum que é a COVID-19”, disse Amil Khanzada, engenheiro de software do Vale do Silício e fundador da Virufy. “É uma solução global genuína para achatar a curva em todo o mundo e acabar com essa pandemia, especialmente nos países em desenvolvimento onde não há acesso massivo aos testes, o que torna o rastreamento e o distanciamento social mais difíceis.”

Ele continuou: “Pedimos às pessoas no Brasil, Argentina, Bolívia,Colômbia, México ou Peru e que apresentem sintomas semelhantes aos da COVID-19 que acessem o site  virufy.org/app e doem sua tosse, para que possamos nos unir e acabar com essa pandemia mais rápido”.

Embora o Virufy não substitua os testes de diagnóstico de nível hospitalar e deva ser usado junto com os sintomas e verificações de temperatura, a detecção precoce e imediata incentivará a quarentena voluntária. Isso, por sua vez, ajudará a proteger as comunidades locais e, em última instância, protegerá centenas de milhões de outras pessoas, à medida que a disseminação do vírus diminui. “A propagação da COVID-19 começou com uma pessoa e não podemos continuar subestimando o vírus”, comentou Khanzada.

O Virufy permite que todos façam sua parte para limitar a propagação e retomar o senso de controle durante a pandemia em curso. Fornecendo a detecção mais rápida do mercado, a organização espera criar uma ferramenta de triagem suplementar que possa ser recomendada com segurança por profissionais de saúde, mitigando a carga que os testes inacessíveis colocam em comunidades carentes em todo o mundo.

“Leva apenas dois minutos para doar uma tosse por meio de um smartphone ou computador”, disse Matheus Galiza, Gerente de Extensão da Comunidade da Virufy para o Brasil. “Recomendamos veementemente que qualquer pessoa de qualquer um dos seis países identificados da LATAM que tenha sintomas semelhantes aos do COVID ou que tenha recentemente testado positivo para COVID-19 doe sua tosse. Membros da família e amigos em contato próximo com indivíduos COVID-positivos devem fazer o mesmo. Ao fazer isso, você estará ajudando diretamente a acabar com a pandemia. ”

EMBRAPII está com oportunidade aberta para empresas brasileiras inovarem com a Suíça

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Agência de Inovação da Suíça (Innosuisse) abrem chamada de cooperação internacional para unir empresas dos dois países em projetos conjuntos de inovação. O objetivo é que as propostas sejam voltadas para o desenvolvimento de soluções e novas tecnologias com potencial de mercado significativo para o Brasil e para a Suíça. Interessados tem até 30 de abril para encaminhar uma pré-proposta para avaliação.

“O objetivo central da parceria é fortalecer a competitividade das empresas por meio da cooperação internacional. Esse intercâmbio permite a integração do conhecimento técnico-científico e a entrada em novos mercados. A parceria pode ser o primeiro passo para internacionalizar uma startup ou para o desenvolvimento cooperativo de novas tecnologias de alto valor agregado”, destaca Carlos Eduardo Pereira, diretor de Operações da EMBRAPII.

Não há restrição de área de conhecimento e empresas de todos os setores industriais podem apresentar projetos. No entanto, são incentivados o desenvolvimento de PD&I relacionado a: biotech e medtech, agricultura e produção de alimentos, indústria 4.0, materiais avançados, tecnologias de informação e comunicação, energia limpa e água, cidades e comunidades sustentáveis, digitalização e mobilidade.

A Suíça é um dos países com o maior investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em relação ao seu produto interno bruto (PIB), cerca de 3% ou 16 bilhões de dólares, sendo 2/3 financiados pelo setor privado. Ela figura entre as primeiras colocadas no ranking de inovação do mundo.

Nesse modelo de cooperação internacional, cada país financia suas respectivas empresas e instituições de pesquisa. As empresas brasileiras devem estar associadas à rede credenciada de 61 Unidades EMBRAPII para o desenvolvimento do projeto. A Unidade EMBRAPII tem total autonomia para decidir sobre a viabilidade de desenvolvimento das propostas com empresas brasileiras. A EMBRAPII garante 1/3 de recursos não reembolsáveis.

A entrega do pré-projeto no dia 30 é uma etapa opcional, em que a EMBRAPII e a Innosuisse analisam e fornecer um feedback sobre o projeto. A submissão final deverá ser feita até 02 de agosto de 2021.

ESG assume papel prioritário para conselhos de administração no pós-pandemia

As questões ambientais, sociais e de governança (ASG) estarão mais presentes na pauta dos conselhos de administração depois da pandemia de Covid-19, assim como a maior competição por talentos, o reposicionamento de negócios e a incorporação de apoio especializado externo para o planejamento de cenários e tomada de decisões sobre riscos. Esse é o cenário apontado pela pesquisa “GNDI 2020-2021 Survey Report – Board governance during the Covid-19 crisis: Análise dos Resultados Brasileiros“, assinada pelo Global Network of Directors Institutes (GNDI), grupo que congrega institutos de governança ao redor do mundo, e que tem o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) como representante no Brasil.

“O relatório nos mostra o que estará no centro das atenções dos conselhos nos próximos anos, além de salientar o papel da resiliência das empresas no enfrentamento da crise, mapeando quais foram os principais desafios diante de um momento sem precedentes, como o que estamos vivendo”, indica Pedro Melo, diretor geral do IBGC. “É papel das empresas promover a melhoria da sociedade. Essa é uma tendência que observamos há alguns anos, mas que se acentuou com a pandemia”, complementa.

Entre os respondentes, 85% acreditam que, no longo prazo, teremos maior foco em questões ASG, de sustentabilidade e de geração de valor para partes interessadas. Outras tendências são maior necessidade de reposicionamento dos negócios (82%) e aumento da competição de talentos.

Em complemento à avaliação das tendências emergentes para os conselhos de empresas, a garantia da segurança e saúde dos empregados e a supervisão da estratégia surgem como preocupações dos entrevistados globais. Já os brasileiros apontam o gerenciamento de riscos (50%) e a melhoria dos planos de crise (38%) como principais necessidades.

Para as duas amostras (mundial e nacional), as empresas não estavam preparadas para lidar com a Covid-19, mas a percepção é que os conselhos têm conseguido atuar efetivamente dentro deste novo cenário. Os comitês de crise (ou de outras funções) foram de grande valia para ajudar o conselho na resposta à pandemia e o plano de gerenciamento de crise tem sido eficaz.

Enquanto para os respondentes brasileiros as três principais forças das suas organizações em resposta à crise da Covid-19 foram valores e propósito (94%), resiliência (88%) e plano de continuidade dos negócios (87%), na amostra global as áreas mais destacadas foram gestão de crises, comprometimento do staff e adaptabilidade organizacional. Duas fraquezas são comuns aos cenários brasileiro e internacional: competência digital e infraestrutura. Na opinião dos participantes, os principais desafios enfrentados pelos conselhos foram ajustar a estratégia da organização ao novo ambiente e mercados, e garantir a efetividade das decisões que afetassem seus stakeholders.

Cerca de 70% dos respondentes brasileiros entendem que até 60% das reuniões de conselho devem ser realizadas no formato virtual mesmo depois da crise. Esse percentual é de pouco mais de 80% na amostra global. Os conselheiros (87%) consideram que uma maior informatização do conselho e reuniões mais frequentes serão importantes para dinamizar a sua atuação.

“É importante notarmos que o esgotamento e estresse decorrentes do ambiente virtual constante também apareceu no estudo como um dos principais desafios de adaptação para os conselheiros, pois são reuniões longas, que carecem de atenção e normalmente esses profissionais integram mais de um conselho”, menciona Melo, se referindo aos 37% de respondentes que sinalizaram o cansaço na condução dos encontros on-line

O estudo foi realizado com 1.964 conselheiros – sendo 94 brasileiros -, de 17 institutos, e apresenta os resultados gerais e agregados em quatro regiões: Ásia e Oceania; Europa, Oriente Médio e África; América do Norte; e América do Sul. A pesquisa desenvolvida pelo GNDI foi aplicada no formato de questionário (survey) por diversos de seus institutos-membro, em seus respectivos países. No Brasil, a fase de coleta compreendeu o período de 21 de agosto a 28 de setembro de 2020, e teve como público-alvo principal os conselheiros de administração.

Estudo do Itaú Unibanco revela mudanças nos padrões de consumo em ano de pandemia

Como a pandemia afetou o comportamento do consumidor em 2020? Para responder a essa pergunta, o Itaú Unibanco reuniu e analisou os dados relativos às compras feitas ao longo do ano com cartões de crédito e débito emitidos pelo banco e às vendas transacionadas pela Rede, sua empresa de meios de pagamento, em todo o Brasil. O trabalho deu origem ao relatório Análise de Comportamento de Consumo – organizado pela Diretoria de Estratégia e Engenharia de Dados em parceria com a área de Pagamentos (criada este ano na estrutura do banco), ele passará a ser divulgado trimestralmente.

O estudo identifica de que forma a covid-19 e o isolamento social alteraram hábitos e padrões de compra em todo o Brasil, trazendo um retrato do movimento do comércio no ano, com dados sobre desempenho de vendas por segmentos, utilização de canais e preferência por formas de pagamento, entre outros aspectos.

“Esse levantamento é produto da cultura de centralidade no cliente e da conduta orientada por dados do Itaú, disseminada por todo o negócio. A análise de uma ampla gama de informações tem sido o caminho para entendermos de maneira aprofundada quem é o nosso cliente e atendermos com mais agilidade às suas expectativas e às particularidades de novos momentos de consumo”, diz Moisés Nascimento, diretor de Estratégia e Engenharia de Dados do Itaú Unibanco.

Principais achados do estudo

Valores transacionados

O crescimento de vendas no comércio, que vinha sendo observado em janeiro e fevereiro de 2020 (mais de 16% ao mês na comparação com os mesmos meses de 2019), foi interrompido no final de março, quando entraram em vigência as medidas de isolamento social. O maior impacto foi sentido em abril, na comparação com o mesmo período do ano anterior, com queda de 22,4% nos valores transacionados. O consumo começou a se recuperar a partir do terceiro trimestre, e 2020 fechou com faturamento apenas 3,2% maior que o de 2019. O movimento foi puxado pelos estabelecimentos Atacadistas; de Materiais de Construção; Mercados; e Drogarias/Cosméticos. Entre os segmentos que se destacam pela perda de valores transacionados estão Turismo; Vestuário; Cultura, Esportes e Entretenimento; e Educação.

Canais

As vendas no varejo físico fecharam o ano empatadas com as de 2019, com as vendas do segundo semestre compensando as perdas do primeiro. Já o e-commerce transacionou 19,4% mais que no ano anterior, com crescimento mais acelerado em Restaurantes; Atacadistas; e Materiais de Construção. Ao final de 2020 os meios digitais já respondiam por 18,9% do total transacionado pelo varejo, contra 16,3% um ano antes.

Comportamento de compra

O valor do gasto médio por transação no comércio cresceu 6,9% sobre 2019. O crescimento foi mais acentuado entre os consumidores de maior poder aquisitivo e é explicado pelas mudanças de comportamento provocadas pela pandemia: para evitar saídas constantes de casa ou gastos extras com frete nas entregas em domicílio, o consumidor preferiu reduzir a frequência de compras, elevando o tíquete médio de cada transação, e também optou em pagar os bens adquiridos em mais parcelas.

Pagamento por aproximação

A quantidade de pagamentos usando a tecnologia Aproxime e Pague (NFC) subiu exponencialmente após o início da pandemia, com crescimento acumulado no ano de 326%. Antes do isolamento, os pagamentos por aproximação vinham crescendo a uma taxa média mensal de 2,3%.

Perfis de consumo

Gênero – Mais da metade (50,4%) das compras online foram feitas por mulheres, com presença expressiva delas como consumidoras nos setores de Vestuário; Drogarias; e Atacadista. Os homens tiveram participação levemente menor nas compras em canais digitais, mas seu gasto médio por transação é 23,9% maior que o das mulheres. As compras em Atacadistas; de Eletrônicos; e itens e serviços de Saúde foram as que puxaram o crescimento do tíquete médio deles, homens – ainda no ambiente digital.

Faixa etária – Consumidores da geração X (nascidos entre 1965 e 1984) foram os que mais gastaram em 2020 (maior valor transacionado entre as gerações), tanto em compras online quanto presenciais. Já a geração Y (1985-1999) foi a que mais aumentou seu tíquete médio em relação ao ano anterior.

Novos padrões e hobbies

Com as pessoas mais tempo dentro de casa, os gastos com transporte urbano e com turismo caíram respectivamente 38,6% e 43,8, na comparação com 2019. Em contrapartida, os consumidores investiram mais em suas residências. Devido ao home office, o valor gasto com Móveis de Escritório cresceu 39%. Em outra frente de itens comprados para a casa, incluindo Materiais de Construção e Reforma; Artigos de Decoração; e produtos para Jardinagem e de Floricultura, o aumento foi de 29,8%. Também se destacaram as vendas de artigos relacionados a pets e serviços veterinários, com crescimento de 13,2%.

A pandemia forjou novos hábitos e hobbies. Com o fechamento de clubes e academias (que tiveram queda no faturamento de mais de 30% no ano), os consumidores tiveram de buscar novas alternativas para a prática de exercícios físicos e ocupação mental. As vendas de bicicletas cresceram 54,4% em faturamento, e as de equipamentos de streaming, livros, games e instrumentos musicais, 40,4%.

Localiza oferece 30 mil bolsas gratuitas para formação de desenvolvedores em todo Brasil

A Localiza avança em mais uma iniciativa para capacitação de profissionais de tecnologia no Brasil, o #MeuFuturoÉTech, que oferece 30 mil bolsas gratuitas para formação online de desenvolvedores no Brasil. Qualquer pessoa acima de 16 anos pode participar das capacitações, que serão realizadas online em três frentes – cada uma direcionada uma linguagem de programação específica. Os alunos que mais se destacarem terão, ainda, a oportunidade de fazer parte do Localiza Labs, laboratório de tecnologia da Localiza. A primeira fase irá abordar a linguagem .NET e tem carga horária 90 horas. As inscrições poderão ser feitas até 28 de fevereiro no link http://orbi.co/techboost e os alunos podem iniciar as aulas assim que finalizarem seu cadastro.

#MeuFuturoÉTech integra o Órbi Academy Techboost, programa realizado pelo Órbi Conecta, startup de inovação. Em parceria com Localiza, MRV e Banco Inter, busca ampliar a oferta de profissionais de tecnologia para o mercado de trabalho. Juntas, as três empresas oferecem, até o final de 2021, 100 mil bolsas gratuitas de formação de desenvolvedores.

Reforçando seu papel de empresa cidadã e que tem na diversidade uma estratégia de negócio, a Companhia está divulgando de forma proativa o programa em universidades, organizações sociais parceiras da Companhia e de instituições representativas de grupos minoritários, como negros, mulheres, pessoas com deficiência, migrantes, LGBTI+ e profissionais com mais de 50 anos.

A iniciativa contribui, dessa forma, no fomento à diversidade no mercado de Tecnologia e na democratização do acesso à educação para futuros desenvolvedores. “Temos no Localiza Labs um time colaborativo, que trabalha com as mais novas tecnologias do mercado, e que tem crescido exponencialmente nos últimos anos”, afirma André Petenussi, CTO da Localiza. Para o executivo, ainda mais relevante é o esforço de semear novas habilidades em milhares de pessoas para que se sintam estimuladas a se desenvolver profissionalmente no mercado de tecnologia, que ainda vai evoluir bastante no país.

Formação

Os cursos serão ministrados pela DIO, startup de formação de desenvolvedores de São Paulo, e têm duração entre três e quatro meses. Cada bootcamp terá um nível de dificuldade estabelecido de acordo com a sua carga horária e trabalhará uma habilidade específica – NET, Mobile e React. As trilhas de aprendizado, os desafios e os projetos ao longo do programa são personalizadas para cada ciclo.

Todo percurso do aluno durante o Programa será acompanhado de perto pelas lideranças do Localiza Labs, que farão lives e outras ações de engajamento e mentoria das turmas. Além das disciplinas técnicas, serão evidenciadas também pílulas de aprendizado sobre o negócio da Localiza, o mercado de mobilidade e como a tecnologia é fundamental para os resultados de uma empresa. “Estaremos juntos dos alunos a todo momento para que eles tenham uma formação completa e conheçam o incrível mundo da mobilidade”, completa Petenussi.

Como se inscrever

Os interessados em participar do Programa da Localiza do Órbi Academy Techboost devem entrar no link do programa, clicar em “Inscrições” e, em seguida, no Bootcamp Localiza. O candidato deve fazer seu cadastro e, então, está pronto para começar seu curso.

Conheça mais o programa

Com um time em amplo crescimento, o Localiza Labs enxerga na iniciativa uma oportunidade de atrair novos talentos que ampliem a diversidade das equipes, contribuindo para a construção de soluções de mobilidade cada vez mais aderentes às atuais demandas da sociedade. Para apresentação do programa, foi realizada uma live com a participação de lideranças de tecnologia da Localiza, que pode ser acessada no link: https://yarawiyatxeedle.i-mpr.com/7=I2MxADZ0ojci5SbvNmLhRmbvB0cvBXbhN2b0JXZixWanpTO2MjM2EDNyADN60UbqBHSlFEUl12aENTJ2Z0Mlg2Y0F2dGJTJt92YuUmY1RXdvlnL3d3dGJTJGJTJBNTJwRHdopTM

Localiza – Órbi Academy Techboost

Programa de formação de desenvolvedores com 30 mil bolsas de estudo gratuitas

Primeira etapa

Inscrições: 04 a 28 de fevereiro

Link de inscrição:http://orbi.co/techboost

ANBIMA: ofertas de ações são destaque no mercado de capitais e somam R$ 5,8 bi em janeiro

As empresas brasileiras foram responsáveis por movimentar R$ 5,8 bilhões em ofertas de ações durante o mês de janeiro. De acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o montante representa a maior parcela (30,5%) do total de emissões no mercado de capitais no período, que chegou a R$ 19 bilhões (volume este que representa alta de 20,7% em relação a janeiro de 2020).

O destaque nas operações de renda variável foi para os follow-ons (ofertas subsequentes), que registraram R$ 5,3 bilhões. Os IPOs (ofertas iniciais de ações) somaram R$ 486 milhões. Para os próximos meses, já estão em análise 42 novos IPOs. “Essa fila de emissões aguardando para sair mostra que a alta no mercado de ações verificada no ano passado pode continuar ao longo de 2021”, afirma José Eduardo Laloni, vice-presidente da ANBIMA.

Entre os interessados na compra das ações colocadas em mercado durante janeiro, os fundos de investimento se sobressaíram: ficaram com 54,2% do volume total, seguidos dos investidores estrangeiros e institucionais, com parcelas de 25,5% e 18,7%, respectivamente. “O apetite dos fundos foi importante para manter o mercado de renda variável aquecido em 2020. É mais um fator derivado dos juros baixos, que incentivam a procura por papéis com maiores oportunidades de retorno”, completa Laloni.

Os fundos imobiliários (produtos considerados híbridos entre renda fixa e variável) mantiveram a performance positiva registrada desde 2018. Em janeiro, captaram R$ 4,1 bilhões, resultado 74,5% acima do verificado no ano passado (R$ 2,4 bilhões).

Na renda fixa, as captações com debêntures chegaram a R$ 4 bilhões em janeiro, o que revela queda de 37,2% em relação ao primeiro mês de 2020. Os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) também tiveram resultados menores do que no ano passado: acumularam R$ 1,2 bilhão e R$ 200 milhões, respectivamente, contra R$ 2,3 bilhões e R$ 1,1 bilhão no ano passado.

Captações no mercado externo
As captações das companhias brasileiras no mercado externo somaram US$ 5,2 bilhões, contra US$ 5,7 bilhões em janeiro de 2020. Do total, US$ 4,7 bilhões corresponderam a operações de dívida (bonds) e US$ 512 milhões de renda variável.

A partir da edição de janeiro de 2021, o boletim de Mercado de Capitais da ANBIMA passa a contar com o monitoramento das ofertas de ações realizadas pelas empresas locais diretamente em bolsas estrangeiras. Até então, eram contabilizadas apenas as operações realizadas por meio de ADRs (também estão consideradas nas novas edições dos boletins as emissões que aconteceram em períodos anteriores).

Confira os resultados completos no Boletim de Mercado de Capitais

B2W Digital abre inscrições para programa de estágio remoto em tecnologia

Começaram as inscrições para o Programa de Estágio B2W Tech 2021, com foco na área de Tecnologia. O programa é desenvolvido pela B2W Digital – dona das marcas Americanas, Submarino, Shoptime e Sou Barato – e será realizado de forma remota. O objetivo é capacitar jovens talentos, apaixonados por tecnologia, para que se tornem desenvolvedores juniores em apenas seis meses.

Com previsão de início para abril de 2021, o programa é desenvolvido e aplicado pelos especialistas nas áreas de Tecnologia e Gente & Gestão da própria companhia. Os profissionais atuam como mentores e instrutores, com foco no desenvolvimento acelerado dos estagiários, oferecendo a eles feedbacks constantes sobre seu desempenho.

Os participantes passarão por capacitação interna, com treinamentos baseados em uma grade de aulas teóricas e práticas. Neste período, os estagiários serão apresentados a ferramentas de engenharia de software e aos projetos e plataformas de e-commerce desenvolvidos na companhia. Além disso, participarão do desenvolvimento de soluções para as plataformas de e-commerce, marketplace e mobile da B2W.

O Programa de Estágio B2W Tech 2021 será realizado no formato job rotation dentro da área de tecnologia, para que os estagiários conheçam diversas frentes da empresa. Para auxiliá-los a colocar em prática as ferramentas e conceitos aprendidos, os participantes contarão com mentorias e oficinas de Creative Thinking voltadas para o desenvolvimento de soluções de inovação. Ao fim do projeto, desenvolverão um desafio prático e real da companhia para medir a capacidade de resolução de problemas e entregas de resultados.

“O programa oferece contato com diversos líderes da companhia, participação em projetos reais da B2W, aprendizado constante e crescimento acelerado, além do acompanhamento integral do time de Gente & Gestão da companhia. Uma grande oportunidade para os jovens apaixonados por inovação e tecnologia”, afirma José Ronaldo Pizani, diretor executivo de Gente & Gestão da B2W Digital.

Com um processo seletivo ainda mais diverso e inclusivo, podem concorrer a uma vaga no programa universitários de todo o Brasil e de qualquer curso de graduação. A companhia busca estudantes apaixonados por inovação, que tenham foco em resultados e facilidade para trabalhar em equipe. Os candidatos terão seus currículos avaliados e passarão por etapas online com provas de português e testes de fit cultural e lógica de programação gamificados, além de dinâmicas interativas com os gestores e a área de Gente&Gestão. O programa também é aberto à participação de PCDs.

O estágio possui carga horária de 30 horas semanais. Os participantes receberão bolsa-auxílio e benefícios compatíveis com o mercado, além de descontos em compras nos sites das marcas da B2W. As inscrições para o Programa de Estágio B2W Tech vão até o dia 28 de fevereiro e podem ser feitas pelo site https://estagiotech.b2w.io/ .

Recruta Stone abre inscrições para o 1º semestre de 2021

A Stone, empresa de tecnologia financeira, abre as inscrições da 13ª edição do Recruta Stone. No programa de recrutamento de talentos, a companhia utiliza uma proposta diferente das seleções tradicionais, priorizando um recrutamento inovador nas etapas iniciais e se aprofundando na trajetória individual de cada candidato nas fases seguintes. Sem pré-requisitos, para se inscrever basta acessar o site https://www.recrutastone.com.br/ até o dia 4 de março.

O Recruta, que tem como objetivo encontrar os melhores talentos do Brasil, é considerado a maior porta de entrada para a companhia: na sua última edição, foram mais de 100 mil inscritos e, além das três vencedoras, mais de 800 pessoas foram contratadas. Mais do que isso, a Stone também utiliza o processo de seleção como um programa de formação para todos os candidatos participantes e para os mais de 200 líderes da companhia envolvidos.

“O Recruta Stone promove uma verdadeira jornada de autoconhecimento e desenvolvimento aos candidatos. Não é apenas um processo seletivo, é um processo de formação, uma vez que buscamos que todos os candidatos saiam do programa melhores do que ingressaram. Além de reflexões e feedbacks durante as etapas, oferecemos também conteúdos para ajudá-los em seu desenvolvimento pessoal e profissional”, explica Augusto Lins, presidente da Stone.

Processo online

Diante do cenário atual causado pela COVID-19, o processo foi adaptado para um modelo totalmente online ao longo de 2020. A equipe responsável revisitou todas as etapas do programa e trouxe-as para o ambiente digital, mantendo a essência do modelo presencial de proximidade com os candidatos e adicionando novos pontos de contato. A dinâmica de grupo presencial, por exemplo, foi adaptada para a resolução de um desafio e uma dinâmica em grupo online.

“Queremos trazer a melhor experiência para os nossos candidatos, mas nossa prioridade sempre vai ser a saúde e a segurança de todos os envolvidos, e, por isso, optamos por transformar o processo durante este período delicado. Dependendo de como a situação caminhar nos próximos meses, podemos readaptar o programa diante de um cenário de possível melhora”, conta Lívia Kuga, responsável pelo processo.

O ponto alto dentre as novidades do novo modelo são as 11 aulas, ministradas pelo time da Stone e convidados externos, sobre assuntos que tangem tanto a processos seletivos, como as melhores formas de se resolver um estudo de caso, quanto ao desenvolvimento pessoal de candidatos, como dicas para se preparar para uma entrevista.

Oportunidades

Sem número pré-definido de contratações, o Recruta Stone possui dez fases e tem duração de quatro meses. Os aprovados como recrutas passam os seis primeiros meses desenvolvendo um projeto de alto impacto e conhecendo a companhia por meio de conversas com os principais líderes e times, além de terem o acompanhamento da alta liderança por meio de mentorias.

Outro diferencial do processo é que os reprovados ao longo das etapas têm a oportunidade de serem contratados em diversas áreas e em outras empresas do grupo. Desde o início do programa, mais de 3 mil pessoas já foram contratadas e 54 recrutas foram selecionados. Hoje, parte destes recrutas ocupam posições de liderança na companhia.

As inscrições podem ser realizadas até 4 de março de 2020. Os novos recrutas da Stone serão anunciados em maio, mês previsto para o término da seleção.

Serviço | 13º Recruta Stone – Inscrições abertas
Período: até 04 de março de 2021
Inscrições no site:https://www.recrutastone.com.br/

Empresas se mostram mais dispostas a investir em inovação, aponta pesquisa

Índice CESAR de Transformação Digital revela maior conscientização das organizações em relação à importância e urgência do tema, frente aos desafios socioeconômicos da pandemiaOs reflexos socioeconômicos da pandemia têm afetado as organizações independentemente do porte de seus negócios. Para se adaptar rapidamente a esse cenário que se convencionou chamar de “novo normal” muitas empresas precisaram acelerar o passo a passo na adoção de novos recursos tecnológicos para mudar seus modelos de negócios. E isso as tornou mais propensas a investir em inovação este ano. É o que revela a segunda edição do ICTd – Índice CESAR de Transformação Digital, estudo que ajuda a mapear o nível de maturidade digital das empresas brasileiras, publicado na edição 2020 do CESAR Reports.

De acordo com a pesquisa, 23,7% dos respondentes afirmam que a transformação digital se tornou prioridade máxima no planejamento estratégico da empresa, representando um salto de 7,3 p.p. em relação a 2019. Todavia, percebe-se uma redução no número de respondentes que não veem o tema como uma prioridade, caindo de 16,9% em 2019 para 12,32% em 2020. “O que demonstra não só a conscientização das organizações em relação à importância e urgência do tema”, diz o Chief Design Officer do CESAR, Eduardo Peixoto.


Segundo ele, o estudo tem como objetivo avaliar o avanço da maturidade digital das organizações provocada pelos os impactos nos negócios causados pelo isolamento social. O material ainda conta com um capítulo que aponta tendências e previsões para ajudar as empresas a se preparar para 2021. “Pensando nas empresas que já haviam começado ou tinham planos para iniciar sua jornada de transformação digital, decidimos investigar o que a pandemia acelerou e o que foi deixado de lado”, diz.
Ao se autoavaliar a respeito do processo de transformação digital durante o ano de 2019, 34,36% das empresas responderam que se consideravam perto, ou muito perto da maturidade digital. Um ano depois de darem estas respostas e terem sido obrigadas a se adaptar rapidamente ao que se convencionou chamar de “novo normal” trazido pela pandemia em 2020, o patamar de organizações que se consideram neste nível de desenvolvimento saltou para 42,77%. Este crescimento de oito pontos percentuais é um dos destaques do ICTd, que pode ser conferido em detalhes no link: https://materiais.cesar.org.br/report-ictd2020.

Participaram da avaliação 418 empresas de diversos setores, com maior representatividade os setores de serviços (15%), consultoria (12%), financeiro (10%) e tecnologia (8%), o que mostra a diversidade das organizações que estão preocupadas com a Transformação Digital. Em relação ao porte, houve uma maior participação das micro e pequenas empresas entre 2019 e 2020 (aumento de mais de 9 p.p.), o que reforça o crescente interesse dessas organizações pelo tema, considerando o cenário atual de desafios e restrições impostos pela pandemia.

Para Peixoto, migrar para o digital não se trata apenas de mudanças na oferta, já que organizações inteiras estão sendo completamente reescritas para continuar sendo relevantes. “Para entender o nível de maturidade digital de uma empresa, é necessário avaliar de forma ampla os impactos da transformação, olhando para dentro e fora da organização”, diz.
Ele explica que são oito os aspectos apresentados na metodologia de Transformação Digital, são: Cultura & Pessoas, Consumidores, Concorrentes, Inovação, Processos, Modelo de Negócios, Dados & Ambiente Regulatório e Tecnologias Habilitadoras. A pesquisa do CESAR, centro de inovação, educação e empreendedorismo com sede no Recife e regionais em Manaus, Curitiba e Sorocaba, foi realizada em parceria com a revista HSM Management.

5 dicas para manter seus dados confidenciais seguros

Cibersegurança é um assunto que deve ser reforçado, com frequência, para todos que possuem dados na rede: pessoas e empresas. O termo refere-se à proteção de sistemas de computador contra roubo ou danos ao hardware, software ou dados eletrônicos, bem como a interrupção ou desorientação dos serviços que fornecem.


Esse tema voltou à tona, nas últimas semanas, após o vazamento em um banco de dados nacional de números de CPF, data de nascimento e informações confidenciais de 220 milhões de brasileiros, incluindo falecidos.

A fim de aumentar a segurança dos dados na rede, reunimos os nossos especialistas em Segurança da Informação e trouxemos cinco dicas importantes.


• É preciso verificar a integridade do site. Mesmo que a página tenha logo e informações relevantes, é importante pesquisar se é um site seguro, geralmente representado por um cadeado e a mensagem de conexão segura;


• Tomar cuidado com endereços parecidos, porém não corretos. Em alguns casos, os golpistas podem utilizar links com nomes bem parecidos com os reais;

• Sempre que possível, utilizar a autenticação em dois fatores e senhas complexas;


• Não escrever dados pessoais ou sensíveis em páginas suspeitas;


• Não utilizar softwares piratas.


Os especialistas do SENAI-SP também alertam sobre o uso de janela anônima, que muitas pessoas optam por acharem ser mais confiável, porém elas apenas impedem que o histórico de navegação fique gravado no computador ou celular. Isso não impede que os dados confidenciais sejam captados e monitorados pelo site na internet. O ideal é que as pessoas usem sites com conexões seguras, geralmente demonstrados com HTTPS e o cadeado.


Se os dados vazaram, o que fazer?


Caso a pessoa ou empresa já tenha identificado que foi vítima de um vazamento de dados, é importante estar atenta a algumas orientações para diminuir os riscos de vulnerabilidade na rede.


• Se possível, identificar qual foi a empresa responsável e os tipos de dados vazados.

Sites como haveibeenpwned.com minhasenha.com fuivazado.com.br  podem ajudar na identificação;


• Para a senha: trocar a combinação por outra mais segura e usar um método de verificação em duas etapas;
• Para o e-mail: evitar abrir links e anexos de remetentes desconhecidos, redobrar a atenção para as mensagens recebidas;


• Se os dados foram expostos, avisar os contatos e a empresa onde trabalha, pois os golpistas podem entrar em contato.


• Acompanhar rotineiramente extratos bancários e do cartão de crédito.
Assim, seguindo as dicas acima, as chances de vulnerabilidade são minimizadas. Mais do que responsabilidade, é preciso ter muita atenção sobre os dados que são expostos na rede.

CapTable captará R$100 milhões para 40 startups em 2021

Valor será 900% maior do que foi captado para 11 startups no ano passado. Podem se candidatar empreendimentos digitais que estejam em seed ou série A

Depois de captar R$11 mi em investimentos para 11 startups em 2020, a CapTable – empresa especializada em investimentos para startups – anuncia seu plano de captar R$100mi para 40 startups até o final de 2021. Os aportes serão destinados para empreendimentos digitais focados em inovação e que tenham alto potencial de escalabilidade. 

De acordo com Guilherme Enck, cofundador da CapTable, podem se candidatar startups que estejam em estágio Seed ou Série A. Serão analisados inicialmente fatores como produtos que já tenham sido validados no mercado e que estejam faturando. 

“Depois a nossa equipe – que conta com nomes de peso no mercado de investimentos em inovação –  faz um estudo minucioso que leva em conta diversos aspectos que podem indicar se aquela startup tem chances de crescer exponencialmente. Assim, será possível oferecê-las aos investidores que confiam no nosso trabalho”, explica Enck. 

Com essa metodologia, a CapTable conquistou a confiança de mais de 2,5 mil investidores que aportaram mais de R$11 mi em startups como Alterbank (fintech), Livima (PropTech / Fintech), Umbler (CloudHosting), Skydrones (Agrotech), InovaPictor (Legaltech), Pomartec (agrotech), Oak’s Burritos (Varejotech), O Amor É Simples (Ecommerce), InBeauty (Healthtech), Trashin (cleantech), Wuzu (fintech), Vulpi (HRtech) e Eirene Solutions (Agrotech). 

O anúncio da CapTable é feito em um cenário em que o investimento em iniciativas de tecnologia bateu recorde no Brasil mesmo com a pandemia do novo Coronavírus. De acordo com levantamento do Distrito, foram captados no mercado de Venture Capital mais de US$3,5bi em 2020, valor 17% maior do que o registrado em 2019. 

Já no que diz respeito ao crowdfunding de investimentos, os dados relativos às movimentações anuais costumam ser divulgados no primeiro trimestre do ano seguinte pela Comissão de Valores Imobiliários (CVM). O relatório com a atividade de 2019 indicou um total de R$59mi captados por 6.720 investidores para 60 startups. 

O montante foi 28% maior do que os valores captados em 2018 e o mais alto desde que entrou em vigor a Instrução CVM 588, que regulamentou o setor. 

A tendência é que os dados de 2020 sejam superiores ao último relatório oficial. Dentro da própria CapTable, as captações de R$500mil costumavam demorar cerca de 90 dias para serem concluídas em 2019. Já em 2020 a situação mudou para melhor. 

O maior exemplo disso foi um recorde nacional batido pela CapTable que conseguiu arrecadar R$1,3 mi para a startup Serall (da indústria 4.0) em apenas 11 horas. 

Com o plano de captar os R$100mi até o final do ano para 40 startups, a CapTable passa a se posicionar também como uma empresa de funding para startups. Isso envolve, além do uso da plataforma de crowdfunding; rodadas privadas e club deals. Mas as vantagens para as startups que conseguem entrar em rodada de captação pela CapTable vai além do investimento captado. 

Hoje são oferecidos pacotes de benefícios às startups como serviços do Growth Team e parceiros estratégicos para internacionalização das startups com mentores com amplo conhecimento dos programas de fomento da União Europeia para a entrada de startups no mercado internacional. 

Além disso, garante-se o acesso a grandes potenciais clientes corporativos, mentorias com nomes fortes do mercado, assessoria técnica para planejamento das novas rodadas de captação de investimentos e acesso a uma comunidade de empreendedores que contribuem para o crescimento de todos e do ecossistema.

Já no que diz respeito a investidores, houve a aproximação de categorias como family offices, fundos de Corporate Venture, Venture Debts, e vários grupos de investidores-anjo. Dessa forma se amplia a forma de captar recursos para startups interessadas em captar junto à CapTable e aumenta-se o leque de possibilidades proporcionado pela sua rede de contatos.

As startups interessadas em passar pelo processo de seleção para as rodadas de 2021 na CapTable podem se cadastrar por meio deste formulário. 

Vagas de emprego para trabalho remoto crescem 85% no início de 2021

Por conta da pandemia, o trabalho remoto se tornou uma prática muito comum entre as empresas. Um levantamento feito pelo InfoJobs, empresa de tecnologia para recrutamentos, mostrou que o número de vagas no modelo home office cresceram cerca de 85% no início de 2021, comparado aos primeiros meses de 2020. O número, que agora soma 25.888, era de 4.010 no início do ano passado.

“De forma geral, acompanhamos uma retomada gradual das vagas no jobsite, isso desde junho de 2020, quando comparado aos primeiros meses de pandemia, e no último trimestre foi ainda melhor. Percebemos que as oportunidades de fim de ano, a perspectiva de vacinação e retomada da econômica também impulsionaram esses números no início de 2021”, afirma Ana Paula Prado, Country Manager do InfoJobs.

Para os trabalhadores além de um volume maior de vagas, o mercado de trabalho está cada vez mais dinâmico e a pandemia aliada com a tecnologia trouxe a possibilidade de encontrar empregos não só na sua cidade, mas em outros estados ou outros países. Isso amplia muito o leque de oportunidades e qualidade de vida aos profissionais.

Hoje, o cenário é bem mais favorável ao home office e a tecnologias que transformam a gestão de uma empresa e de pessoas, por exemplo. Diante disso, a modalidade home office tem sido amplamente substituída pelo anywhere office. Essa é a nova forma como algumas empresas enxergam o trabalho distribuído, sem a necessidade de uma sede e a possibilidade de prover mais qualidade de vida aos colaboradores, que podem ser de qualquer lugar do Brasil ou do mundo, o que aumenta o hall de possíveis contratações e facilita para que os epicentros de tecnologia, por exemplo, sejam sempre os mesmos. Afinal, bons profissionais estão em qualquer lugar.

“A facilidade de contratação em regiões mais afastadas que conquistamos nesse período, com certeza irá trazer muitos ganhos para empresas e candidatos que antes não tinham tanta escolha”, finaliza a executiva.

Dia da Internet Segura: 5 dicas da IBM para usuários resguardarem dados e evitar prejuízos

A realidade é assustadora: frequentemente vemos dados pessoais serem hackeados e expostos na internet – além de dados econômicos, endereços, scores de crédito e tantas outras informações confidenciais dos brasileiros simplesmente sendo comercializadas por cibercriminosos. O vazamento de informações que aconteceu há poucas semanas no País, por exemplo, reacende um alerta importante: como os usuários brasileiros estão lidando com os dados pessoais e profissionais num ambiente de hiperconectividade na rede mundial de computadores?

Enquanto a maioria das empresas está se preparando para adotar uma abordagem de segurança moderna, aberta e unificada, usando inteligência artificial para analisar dados de ameaças, os cidadãos e usuários em todo o país também precisam prestar atenção ao perigo potencial. Neste dia 9 de fevereiro, em que se comemora o Dia Internacional da Internet Segura – iniciativa global que visa promover atividades de conscientização sobre o uso seguro, ético e responsável das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) -, os especialistas em cibersegurança da IBM elencam 5 dicas importantes para resguardar dados e evitar prejuízos significativos. Confira:

• Evite redes de Wi-Fi públicas: A conexão gratuita de internet está em diversos locais, ainda mais com o fortalecimento das cidades digitais no País: shoppings, aeroportos, além de espaços públicos como ruas, terminais e praças. Basta realizar um cadastro simples e pronto! Os cibercriminosos estão atentos a estes locais e conseguem se hospedar em redes de Wi-Fi públicas com muita facilidade e, assim, coletar senhas e dados bancários. E vale dizer que até redes legítimas hospedadas por estabelecimentos confiáveis podem estar vulneráveis à espionagem digital. No caso de Wi-Fi, a dica é simples: evite ao máximo as redes públicas e use uma VPN para obter segurança adicional, até mesmo no ambiente doméstico.

• Redobre o cuidado ao clicar: Phishing é uma forma de ataque na qual atacantes utilizam e-mail, telefone ou mensagens de texto (SMS) para se passarem por organizações ou pessoas, fazendo com que abram arquivos anexos ou cliquem em links mal-intencionados. Segundo o último IBM X Force Threat Intelligence Index, esse tipo de ataque foi um vetor de infecção inicial bem-sucedido em 31% dos incidentes observados. Atualmente, ele está tão avançado, que já vem, inclusive, usando inteligência artificial para criar armadilhas totalmente personalizadas e mais atraentes. Por isso, é importante sempre analisar se o assunto e a mensagem estão escritos corretamente, ter atenção ao nome do remetente, só abrir anexos ou links de pessoas conhecidas e não ser fisgado por mensagens – por mais atrativas que possam parecer.

• Cuidado com o uso de redes sociais: O phishing se torna ainda mais eficiente e direcionado por meio de engenharia social. Criminosos podem estar de olho em cada postagem ou foto no Instagram, Facebook (e até mesmo no LinkedIn), e, com essas informações, entram em contato com a vítima e apresentam detalhes específicos da vida pessoal, trabalho e interesses. Por isso, tome cuidado com as postagens e exposição excessiva e evite compartilhar localização quando estiver longe de casa. Além disso, fique atento às configurações de privacidade, tenha cuidado ao clicar em links, arquivos e jogos dentro das redes sociais e use autenticação multifator.

• Não deixe o gerenciador de senhas para depois: Dispositivos necessariamente precisam estar com PIN e senhas seguras. E aqui vale um ponto importante: vá além do básico e use um gerenciador para que suas senhas sejam únicas e praticamente impossíveis de descobrir. Muitas vezes o gerenciador surge nos computadores domésticos sugerindo senhas de alta complexidade, mas são deixados de lado pelo usuário. Alguns também podem ser baseados em nuvem, o que pode trazer ainda mais vantagens, como a possibilidade de serem acessados de diferentes dispositivos, sincronizando seus dados automaticamente. Optar por utilizá-los pode proteger dados valiosos.

• Invasores são pacientes, não cochile: Os atacantes podem “viver” em algumas tecnologias, máquinas e sistemas por longos períodos (até anos), escondidos atrás de antivírus e outros controles de detecção, principalmente em computadores domésticos. A partir daí eles podem comprometer os usuários, enviando e-mails com links ou anexos e assim redirecionar os usuários para páginas maliciosas. Feche a porta para os ataques executando softwares antivírus, atualizando os sistemas operacionais e, claro, esteja sempre vigilante – o simples fato de estar ciente deles pode lhe dar uma vantagem contra o adversário.

É importante reforçar que o uso mais seguro da internet começa com cada um de nós, não somente seguindo essas práticas como também disseminando conhecimento para garantir uma experiência online mais segura para todos

10 principais tendências do setor de segurança em 2021

Apesar de o ano de 2020 ter sido extremamente atípico, a transformação constante no setor de segurança não parou. Várias mudanças significativas no uso da tecnologia estão até mesmo se acelerando. Por exemplo, o aumento de tecnologias de multipercepção, a convergência de sistemas de segurança, a popularidade da inteligência artificial e o surgimento de soluções em nuvem.

Essas mudanças estão expandindo e remodelando o escopo da indústria de segurança, desde manter pessoas e ativos protegidos até a criação de ambientes mais seguros, eficientes e inteligentes.

Olhando para o futuro em 2021, temos grandes esperanças e a Hikvision, líder mundial no fornecimento de soluções e produtos de segurança, gostaria de compartilhar algumas ideias e pensamentos incentivadores acerca das principais tendências que podem afetar o setor de segurança tanto a curto quanto a longo prazo.

• Tecnologia de vídeo inteligente ajudando durante a pandemia

Diante da pandemia, as empresas estão priorizando encontrar maneiras de retomar as operações com segurança. A tecnologia de vídeo inteligente tem mostrado grande potencial para ajudar as companhias a manter seus funcionários e clientes seguros ao retorno do trabalho.

Alimentadas por Inteligência Artificial, as câmeras de segurança monitoram locais com diversas pessoas para garantir que os funcionários sigam as precauções vitais de segurança – incluindo distanciamento social, uso de máscara e controle de fluxo – e fornecem rastreamentos iniciais de temperatura.

Os funcionários estão evitando contato físico desnecessário nesta época tensa graças ao hardware compartilhado, acelerando a tendência de sistema de controle de acessos sem toque que vimos no mercado. Vários modos de verificação sem toque – reconhecimento facial, reconhecimento de impressão palmar, códigos NFC e QR – estão sendo fortemente promovidos.

• Uma percepção multidimensional

Por muito tempo a captura de imagens visuais foi o núcleo e a única capacidade de percepção dos sistemas de segurança por vídeo. Mas com o desenvolvimento e a aplicação de tecnologias de detecção, computação de ponta mais avançada e algoritmos inteligentes, dispositivos e sistemas de segurança integrados que empregam vários sensores estão se tornando possíveis. Agora mais recursos de percepção como detecção por radar, imagens multiespectrais, medição de umidade e temperatura e detecção de pressão de gás estão sendo incluídos a câmeras de vídeo e sistemas. Essa inclusão estende os recursos de percepção dessas câmeras e sistemas de vídeo e amplia seus aplicativos, permitindo a coleta e o uso de informações multidimensionais.

Por exemplo, uma abordagem promissora agora integra câmeras com tecnologia de radar de ondas centimétricas e milimétricas que pode estender a percepção além do alcance visual para detecção de objetos e rastreamento de movimentos até 100 metros de distância. Imagens multiespectrais são outra boa abordagem para as câmeras perceberem as informações do espectro de luz não visível. Por exemplo, a inovadora detecção por ultravioleta (UV) aumenta a capacidade de percepção das câmeras a ponto de capturar fenômenos de arco elétrico invisível. Esta tecnologia encontra uma aplicação importante em verificações de segurança em redes elétricas antigas.

Os recursos de percepção multidimensional desempenharão um papel fundamental para levar o setor de segurança por vídeo para o próximo nível e vemos um número crescente de dispositivos e sistemas de segurança integrados com vários sensores.

• Visibilidade – A qualquer momento e sob quaisquer condições

Os usuários esperam desempenho ininterrupto de suas câmeras de vídeo, independentemente da estação, do clima e certamente da hora do dia. É vital ter câmeras que possam responder de forma eficaz para capturar imagens claras, não importando a hora do dia ou da noite ou se o tempo estiver ruim.

Atualmente, a tecnologia de imagem em baixa luminosidade que fornece imagens coloridas em ambientes escuros e à noite está se tornando popular no setor de segurança, e os clientes têm demonstrado preferência por câmeras com imagem colorida 24 horas por dia e 7 dias da semana. Agora mais câmeras front-end estão equipadas com tecnologia de imagem em baixa luminosidade para garantir que possam “ver” e reproduzir as cores da imagem durante o dia e à noite.

E em outras condições extremas como chuva forte, neve, nevoeiro ou poluição atmosférica como as câmeras garantem a visibilidade? Os profissionais do setor tendem a escolher imagens térmicas que medem o calor – ou radiação térmica – para gerar imagens a partir de seu campo de visão. Com a geração de imagens térmicas a imagem renderizada é muito menos afetada, mesmo pelas condições mais obscuras de luz.

• Tecnologia 5G para UHD e segurança com vídeo sem fio

A tecnologia 5G pode trazer grandes mudanças para o setor de segurança. A maior largura de banda e a menor latência de 5G tornam possível a transmissão regular de imagens de alta qualidade e, com a adoção generalizada de câmeras de ultra-alta definição (UHD), podem apresentar novas oportunidades para segurança por vídeo.

Além disso, a transmissão sem fio confiável sobre a tecnologia 5G revolucionará o mercado de segurança de vídeo atualmente conectado. Nas próximas redes 5G as câmeras sem fio proliferarão e mais dispositivos de ponta serão conectados em locais remotos. Isso também facilitará a implantação ampla e rápida de aplicativos com IA em dispositivos de ponta.

• Convergência de vários sistemas de segurança

Operamos em um setor onde os usuários esperam soluções abrangentes. O conceito de sistemas funcionando perfeitamente em conjunto há muito é desejado pela grande maioria dos profissionais de segurança.

Os benefícios de convergir vários sistemas de segurança – incluindo vídeo, controle de acessos, alarme, prevenção de incêndio e gerenciamento de emergência – em uma plataforma unificada são múltiplos, sendo a eficiência e a relação custo-benefício os principais. Por exemplo, quando um alarme dispara, um sistema integrado vincula automaticamente esse alerta à saída da câmera mais próxima para que toda a situação possa ser facilmente testemunhada a partir da central de monitoramento. Isso se traduz em uma redução considerável de tempo e esforço e, o mais importante, de custos. Gera economia na equipe, tempo do instalador, custos de manutenção separados, licenças de software separadas etc., tudo se soma para criar um pacote atraente para os clientes.

Além do mais, a convergência aumenta a escala das soluções de segurança. A infraestrutura existente atenderá e gerenciará as necessidades futuras na mesma plataforma central.

• Transformação digital de empresas habilitada por sistemas de segurança por vídeo

Além de segurança e proteção, a oferta de sistemas de segurança por vídeo com valor agregado se expandiu para ajudar as empresas em nível corporativo em seus processos de transformação digital e para que obtenham percepções acerca das oportunidades de desenvolvimento.

Capacitadas por análises de IA, as soluções inteligentes de segurança por vídeo da atualidade são projetadas para aprimorar a automação e a eficiência operacional em vários mercados verticais, incluindo tráfego, varejo, fabricação, construção, educação e muito mais. Os varejistas, por exemplo, entendem melhor o tráfego de pedestres em suas lojas e otimizam suas estratégias de merchandising com a ajuda de soluções inteligentes por vídeo.

Essas soluções foram projetadas com painéis digitais para exibir dados e informações que vêm dos sistemas internos integrados de informações empresariais. Os operadores podem utilizar esses sistemas para obter atualizações de status em tempo real para ajudá-los a tomar as melhores decisões para seus negócios.

A tendência de transformação digital em muitas empresas apresenta grandes oportunidades para as empresas de segurança expandirem seu escopo e desempenharem um papel importante no futuro de um mundo inteligente.

• Soluções de segurança aceleradas com base em nuvem

A tendência de “mudança para a nuvem” para empresas de todos os tamanhos se acelerou em todo o setor de segurança em 2020. Dos mercados de pequenas empresas ao nível empresarial, mais e mais empresas estão aproveitando atualmente os serviços em nuvem econômicos para estender a flexibilidade de suas operações, implementação e gerenciamento.

Os sistemas de segurança com base em nuvem, que reúnem segurança, rede, armazenamento, análises e gerenciamento, estão tornando a implementação muito mais fácil, pois não há necessidade de servidores e software locais. Isso economiza uma quantidade significativa de tempo e custos enquanto amplia ou reduz seus sistemas de segurança.

Por meio de uma infraestrutura de hospedagem em nuvem essas soluções também beneficiam os clientes com operações e manutenção remotas, alertando-os rapidamente acerca dos principais eventos de segurança e permitindo que se mantenham atualizados com as últimas versões de firmware, atualizações e serviços.

• Maior computação de ponta para colocar IA em todos os lugares

A computação de ponta cada vez mais avançada tornou-se disponível para câmeras de segurança e vemos continuamente algoritmos mais inteligentes encontrando aplicações mais amplas. Isso nos faz acreditar que a computação de ponta tem uma boa chance de “colocar a IA em toda parte”.

O reconhecimento automático de números de placas de veículos (ANPR), alerta automatizado de eventos, contagem de pessoas, mapeamento térmico, detecção de estacionamento ilegal e detecção de capacetes, bem como uma série de outras aplicações de IA, estão se tornando populares no mercado de segurança. Com o aumento da computação de ponta e algoritmos de Inteligência Artificial otimizados será normal ver câmeras de segurança assumirem tarefas mais inteligentes em um futuro próximo para ajudar a aprimorar a segurança nas comunidades locais e a eficiência dos sistemas de dados.

• Ecossistemas de aplicativos com IA aberta

Com os aplicativos com IA sendo utilizados em muitos campos novos, os requisitos de mercado para algoritmos de IA estão se tornando mais diversificados e a demanda por customização também está aumentando. Temos visto mais colaboração em todo setor e novos ecossistemas para satisfazer as várias necessidades do mercado.

Vários fabricantes ligados a segurança lançaram programas para manter seus dispositivos de ponta abertos para aplicativos com IA de terceiros. Isso traz uma maior variedade de funcionalidade inteligente enquanto os parceiros de desenvolvimento também se beneficiam da abertura.

Fornecer plataformas abertas de treinamento com IA para que os clientes criem e treinem diretamente seus próprios algoritmos é uma prática bastante comum em outros setores e agora está surgindo no campo da segurança física. Os clientes têm um entendimento mais profundo acerca de seus próprios negócios e será mais eficiente e eficaz para eles com plataformas de treinamento com Inteligência Artificial abertas e fáceis de utilizar para desenvolver seus próprios algoritmos com base em seus dados e necessidades específicas de segurança e negócios.

• Ênfase na segurança cibernética e privacidade de dados

A segurança cibernética e a proteção da privacidade de dados têm sido um desafio para o setor de segurança desde o momento em que o primeiro dispositivo de segurança foi conectado à internet. Impulsionados pelo aumento das soluções com base em nuvem e uma série de tecnologias inovadoras como IoT, Big Data, 5G e IA, milhões de dispositivos e sistemas de segurança agora estão se juntando a essa rede conectada.

Proteger os dispositivos e sistemas de segurança contra ataques cibernéticos e estabelecer a privacidade dos dados são questões mais importantes do que nunca. A segurança cibernética continuará a ser uma preocupação para o setor em todas as etapas do processamento de dados, desde geração, transmissão e armazenamento até os aplicativos de dados e, finalmente, a exclusão.

“Confiança Zero” tem sido um conceito popular no campo da segurança cibernética e está pode ser uma ideia inspiradora para as empresas de segurança criarem padrões de segurança cibernética de alto nível com a postura de “nunca confie, sempre verifique”. O tempo dirá.

Seis dicas para se proteger de ataques cibernéticos em 2021

Ameaças eletrônicas aumentaram quase 400% no ano passado, mostra estudo. Empresas em home office e setores que mais crescem seguem vulneráveis

Os ataques cibernéticos aumentaram desde o início da pandemia. Dados da Apura Cybersecurity Intelligence, empresa especializada em segurança digital, apontam alta de 394% nas ameaças eletrônicas em 2020, na comparação com o ano anterior. Para 2021, a tendência é que elas se tornem ainda mais comuns, com o comércio eletrônico permanecendo em alta, os regimes de home office se estendendo e o trabalho híbrido ganhando força. Segundo especialistas, se não houver investimentos em segurança, não escapa ninguém. Empresas, governos e o cidadão seguem na mira. Os setores que mais crescem (saúde,  comércio eletrônico e sistema financeiro) são apontados como os mais vulneráveis.

No Dia Internacional da Internet Segura, celebrado neste dia 09, confira seis dicas de especialistas de empresas de tecnologia que atuam com cibersegurança, para se proteger de ataques cibernéticos.

1. Home office pede uma boa gestão de vulnerabilidades

Profissionais em home office são alvos fáceis desses ataques porque não há investimento em cibersegurança em casa como na empresa, observa Ronald Glatz, administrador de redes e infraestrutura da Supero Tecnologia. Uma pesquisa realizada pela Kaspersky mostrou que 73% dos trabalhadores não receberam treinamento de segurança em TI nessa transição, e metade das organizações que permite  o uso de equipamentos próprios não estabeleceu protocolos para isso. “Minimizar as chances de sofrer ataques requer uma boa gestão de vulnerabilidades. O trabalho não é eliminar todos os riscos, pois eles não são igualmente perigosos. Além disso, as ameaças mudam a cada semana”, alerta Glatz. 

2. A informação é a melhor arma contra os golpes digitais


Rafael Aceno, especialista em segurança digital e DevSecOps na Transfeera, afirma que contra os golpes que envolvem o vazamento de dados, a melhor defesa é a própria informação: analisar e desconfiar de qualquer mensagem, ligação ou outra forma de contato recebida em que o remetente não foi devidamente identificado. “Se o contato foi feito por email, verificar atentamente o endereço do remetente: se é conhecido, se possui caracteres estranhos e se a mensagem pede para acessar algum site ou baixar arquivo. Se o contato não for conhecido ou esperado, a melhor ação é enviar para a lixeira e marcar como spam. Desconfie de contatos comerciais, mesmo que seus dados sejam usados para confirmar a abordagem. E cuide de suas senhas. Coloque autenticação de dois fatores em suas contas. Com isso, mesmo que sua senha tenha sido descoberta, é preciso digitar um código gerado no seu celular para acessar o serviço, criando mais uma barreira para evitar ataques”, recomenda Aceno.

3.  Meios de pagamento com garantia de estorno 

Piero Contezini, CEO da fintech Asaas, alerta que a crescente digitalização dos pagamentos exige cuidados. “O dinheiro agora é digital e o consumo de produtos e serviços online em pouco tempo superará os do mundo real. Com o pagamento instantâneo (PIX) e as criptomoedas, abriu-se uma janela de ataque dos cybercrimes para todo tipo de fraude”, enfatiza. Para ele, umas das principais formas de defesa do consumidor é conhecer onde se está comprando e fazer as devidas validações antes do pagamento. “É importante entender que, na internet, é muito fácil se passar por uma grande loja ou por alguém confiável. Na dúvida, use o cartão de crédito ou até mesmo wallets digitais que garantem o estorno do valor em caso de problemas. Prevenção nunca é demais, mesmo que o vendedor pareça confiável”, recomenda.

4. Aplicações desatualizadas facilitam ataques


O crescimento de negócios online chama a atenção de invasores interessados no sequestro de contas e roubo de identidades. Para Denis Lourenço, coordenador de segurança da informação na HostGator, multinacional de hospedagem de sites, os alvos mais fáceis são aqueles sem uma rotina efetiva de proteção. “A porta de entrada para invasões surge devido a aplicações desatualizadas. Essas vulnerabilidades podem ser corrigidas com cuidados simples, como instalação de plugins e temas de fontes confiáveis, uso de senhas fortes e únicas, quando possível ativação da autenticação em dois fatores, atualizações constantes nas aplicações, solicitação de captcha na área de login e acesso ao painel de hospedagem unicamente de computadores confiáveis”, pontua. A hospedagem do site também merece atenção. “Parte das informações sobre o negócio serão compartilhadas com a empresa de hospedagem. Recomendo verificar, antes da contratação, a reputação da empresa e quais camadas extra de segurança oferece”, acrescenta. 

5.  Aposte no Princípio da Segregação de Funções

A segregação de funções é uma regra de controle interno que separa atribuições e responsabilidades entre diferentes pessoas, principalmente para as funções operacionais e contábeis. Algumas empresas dão acessos à informações que os colaboradores não precisam para trabalhar, o que pode facilitar o acesso total do hacker aos dados. Por isso, Wilson Keske, arquiteto de soluções da WK Sistemas, empresa referência em softwares de gestão empresarial (ERP), sugere que as funções e acessos à informações sejam restritas. “O ideal é sempre manter separadas as atividades de operação do dia a dia das operações administrativas do sistema. Ou seja, ter uma conta para as tarefas rotineiras e outra com direitos de administrador para instalar softwares, fazer configurações e adicionar ou remover usuários. Assim fica mais fácil detectar possíveis tentativas de acesso externo”, comenta. 

6.  Garanta a integridade de documentos e transações digitais

Transações bancárias e assinaturas de documentos de forma digital são algumas práticas intensificadas desde o início do distanciamento social. Essa facilidade, no entanto, precisa estar acompanhada de cuidados adicionais para evitar fraudes e garantir a integridade das informações. Cristian Moecke, CTO da BRy Tecnologia, empresa especialista em Identificação Digital, Formalização Digital e Registro Eletrônico, explica que a melhor forma de garantir a segurança é aliar a assinatura digital ao carimbo do tempo. “O carimbo do tempo é uma tecnologia que garante a confiabilidade das informações, evita fraudes e confere validade jurídica aos documentos, por isso é importante para pessoas e organizações que fazem uso das transações digitais”, comenta Cristian.

Dia da Internet Segura: Saiba como evitar transtornos ao navegar na web

O Dia da Internet Segura foi criado na Europa há mais de uma década. Hoje, o movimento ganhou força, sendo comemorado em 140 países ao redor do mundo. Também conhecido como “Safer Internet Day”, ele ocorre no dia 9 de fevereiro e tem como objetivo conscientizar a população sobre o uso seguro, ético e responsável das novas tecnologias.

Falar sobre segurança virtual se torna cada vez mais necessário. A web é o ambiente em que o usuário está mais exposto aos tão temidos hackers. Segundo o relatório da Fortinet, no ano de 2020 o Brasil sofreu mais de 3,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos de janeiro a setembro, de um total de 20 bilhões em toda a América Latina e Caribe.

As técnicas para conseguir, de alguma forma, invadir os computadores e ter acesso a informações pessoais ficam cada vez mais sofisticadas. Sendo assim, uma série de práticas e ferramentas foram – e estão sendo – criadas para melhorar a experiência dos usuários enquanto navegam na web. Abaixo, Marcello Liviero, Diretor Nacional de Vendas da TP-Link Brasil, líder global em conectividade, indica como acessar à internet com muito mais segurança. Confira:

• Escolha um software de segurança:

Quando se trata de segurança virtual, Marcello afirma que a primeira medida a se adotar é instalar um software de proteção. Isso vale para o computador, tablet e celular. A sua ausência pode ser a brecha que um vírus precisa para invadir os seus dispositivos. Eles atuam na identificação, prevenção e impedimento de ataques à rede.

“A TP-Link possui o roteador Deco M5, com a tecnologia Mesh, que já conta com o antivírus integrado. Uma maneira fácil e segura de proteger os seus dispositivos”, comenta.

• Evite divulgar dados pessoais:

Outra dica sugerida pelo executivo é evitar cadastrar endereço, telefone e número de documentos nas redes sociais ou em qualquer serviço em que um desconhecido possa acessar suas informações. Dessa forma, é possível se prevenir contra o roubo de informações e dados pessoais.

• Não salve senhas no navegador:

O Google Chrome pode exibir senhas em texto caso outro usuário tenha acesso ao computador. Problemas também ocorrem com frequência quando se esquece de se deslogar da conta de e-mail ou redes sociais. Por isso, Liviero reforça que é importante sempre se lembrar de limpar o histórico do browser e usar um gerenciador de senhas.

• Atenção redobrada com as crianças:

Por serem mais inocentes, os pequenos estão mais suscetíveis a cair nas armadilhas da Internet. Por isso, é muito importante ter uma conversa sobre educação digital com as crianças. Assim, elas terão consciência sobre o que pode ou não fazer nos ambientes digitais.

“Os roteadores da TP-Link, por exemplo, contam com a função Controle dos Pais, que permite limitar o tempo on-line e bloquear sites inadequados, de acordo com perfis exclusivos que você pode criar para cada membro da família. Assim fica mais fácil acompanha-los quando estão online”, declara.

• Cuidado com os anúncios:

Sabe aqueles pop-ups ou banners que aparecem pulando na tela, durante uma navegação por um site ou aplicativo? É melhor ignorá-los. “Eles são os grandes responsáveis por diversos problemas com vírus, podendo envolver, inclusive, a invasão de dados e a contaminação de arquivos”, explica.

• Não baixe arquivos de sites desconhecidos:

Baixar arquivos online é uma das principais formas de se obter vírus ou arquivos nocivos em sua conexão. Para evitar problemas, o diretor recomenda fazer o download apenas em sites confiáveis, com remetentes conhecidos ou plataformas seguras.

• Cuidado ao utilizar redes de Wi-Fi públicas:

Estabelecimentos, como bares, restaurantes e padarias, costumam disponibilizar Wi-Fi gratuito aos clientes. No entanto, o acesso à internet nesses locais pode ser muito arriscado caso se esteja acessando dados confidenciais de trabalho ou sites de banco. “O mais recomendado nesses casos é usar uma conexão do celular e compartilhá-la com outros dispositivos”, finaliza.

Neo divulga 406 oportunidades de emprego em todo o país

A Neo, especialista em tecnologia e na criação de produtos digitais, anuncia 406 vagas para profissionais de contact center em todo o país. A empresa iniciou o processo seletivo pela Taqe, plataforma de recrutamento e seleção digital que usa inteligência de dados, teste de fit cultural e gamificação. No início deste ano, a Neo contratou mais de 600 novos colaboradores em todo o país – e a tendência é manter o ritmo de novas contratações

Segundo Ana Alice Limongi, diretora de desenvolvimento humano e organizacional da empresa, a abertura das vagas visa suportar a estratégia de crescimento da empresa traçada para 2021.

“Nos sentimos muito satisfeitos em oferecer oportunidades aos colaboradores mesmo no momento difícil que estamos atravessando globalmente. Temos o compromisso de não só disponibilizar novos postos, mas também manter a qualidade no ambiente de trabalho, o que já nos levou a conquistar um selo Great PlaceTo Work”, declara.

A empresa segue firme em seu propósito de transformação digital, e as oportunidades anunciadas em dezembro estão distribuídas em sete cidades brasileiras onde a empresa mantém operações: Curitiba/PR, Santos/SP, São Paulo/SP, Mogi das Cruzes/SP, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA e Jaboatão dos Guararapes/PE. Para participar do processo seletivo, basta acessar este link e seguir as instruções.  É necessário ter idade mínima de 18 anos e conhecimentos em informática básica (tais como digitação e preenchimento de dados no sistema). O número de vagas está sujeito a alteração, sem aviso prévio.

Após a contratação, a empresa oferece como benefícios além do salário: vale alimentação ou refeição, convênio médico e odontológico, vale transporte e auxílio creche/babá. A empresa possui ainda parcerias de estudos com diversas faculdades e cursos de inglês, para auxiliar no desenvolvimento profissional de seus colaboradores.