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Egalitê promove 1ª feira de empregos nacional, online e gratuita para profissionais com deficiência

A Egalitê , HRtech especializada na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, realiza, entre os dias 21 e 28 de setembro, uma feira do emprego totalmente digital e gratuita. A Inclui PcD tem início no Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência, 21 de setembro, e conectará os profissionais com deficiência às empresas que pretendem contratar.

“Hoje são mais de 12 milhões de desempregados no Brasil. E, em meio à pandemia e às medidas de isolamento social, uma das áreas mais afetadas foi a empregabilidade, tendo queda de 80% da média de vagas que trabalhávamos. Montamos a feira para gerar mais impacto e inclusão neste momento complexo. A ideia é promover conexão, inclusão e capacitação de pessoas com deficiência no atual mercado de trabalho e despertar o interesse das empresas por esses profissionais”, afirma Guilherme Braga, fundador e CEO da Egalitê, startup que realiza avaliação de perfil comportamental e de educação, totalmente adaptada para as pessoas com deficiência, e já incluiu mais de 7 mil profissionais no mercado de trabalho, em 19 estados do Brasil, ajudando mais de 500 empresas.

Inclui PcD promoverá diversas palestras com especialistas da área. Entre os nomes confirmados na programação estão Michael Stein de Harvard, Djalma Scartezini, Senior Manager EY; Fernando Heiderich, do Instituto Meta Social; Dr. Kal, da Câmara Paulista de Inclusão e a Luiza de Paula, do Instituto Rumo.

As empresas e candidatos interessados em participar do Inclui PcD podem se inscrever e cadastrar vagas gratuitamente no site: incluipcd.com.br .

“No Brasil, a lei Lei nº 8.213/91 estabelece que empresas com mais de 100 funcionários devem incluir de 2% a 5% de pessoas com deficiência em seu quadro de colaboradores. A Egalitê faz com que a inclusão seja efetiva, preparando, avaliando e recrutando os candidatos. Nós acreditamos no potencial das pessoas com deficiência e no retorno que as empresas obtém quando fazem um trabalho de inclusão bem feito, atento a detalhes, processos e, principalmente, resultados.”, destaca o CEO da Egalitê.

ISH Tecnologia está contratando; candidatos podem ser qualquer parte do país

A ISH Tecnologia, empresa 100% brasileira que há 24 anos atua na área de cibersegurança, de abragência nacional, está com vagas abertas e os candidatos podem ser de qualquer estado do país.

De março para cá, já foram 80 contratações. Há 25 abertas no Portal de Talentos. “E a previsão é que tenhamos mais vagas disponíveis daqui para frente, precisamos de pessoas para atender a demanda, que não para de crescer”, afirma Rodrigo Dessaune, presidente da ISH.

Ele diz que o crescimento é fruto do planejamento da empresa, colocado em prática nos últimos anos. E cita outros dois fatores que ajudaram a impulsionar os negócios durante a pandemia: o home office e os ataques de hackers.

“Com o coronavírus, vimos um surto de ataques de hackers. As ocorrências, no Brasil, mais que dobraram”, diz Rodrigo Dessaune.

Segundo ele, durante a pandemia, o aumento em comparação ao mesmo período do ano passado foi de pelo menos 220%. Para se ter uma ideia, nos últimos anos, as alterações nos ataques, não ultrapassavam os 8%. Oscilações costumavam ser percebidas em períodos específicos, como o de entrega do Imposto de Renda, o que antecede a Black Friday, o de compras de Natal, entre outros.

Mas ainda que as tentativas de dano crescessem, nada passava de 8%. “Nunca vimos nada parecido com esse aumento antes”, comenta o presidente da ISH.

Além disso, o home office também impulsionou os casos, já que muitas empresas que adotavam medidas de proteção de dados nos escritórios, não conseguiram estender as políticas para a casa dos colaboradores.

“A rotina mudou e, portanto, os tipos de ameaça também. Muitos de nós estávamos acostumados ao escritório e agora estamos lidando com o regime home office. E nesta alteração do dia a dia, surgem também novas brechas para ataques”, conta Dessaune.

Para saber as vagas que estão disponíveis no Portal de Talentos da ISH Tecnologia, acesse o link http://bit.ly/2Vapcrr

Câmara aprova prorrogação de vigência da Lei de Proteção de Dados

A Câmara dos Deputados aprovou o adiamento, para 31 de dezembro de 2020, da vigência da maior parte das regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A data consta de emenda do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) à Medida Provisória 959/20.

Originalmente, a MP adiava a vigência para maio de 2021, mas o relator da MP, deputado Damião Feliciano (PDT-PB), retirou esse trecho do texto. Antes da MP, a lei previa a vigência para 14 de agosto de 2020.

A LGPD regulamenta o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por empresas públicas e privadas.

Votação concluída
O deputados concluíram em Plenário a votação da MP 959/20, cujo tema principal são as regras para os bancos federais pagarem os benefícios aos trabalhadores atingidos pela redução de salário e jornada ou pela suspensão temporária do contrato de trabalho em razão da pandemia de Covid-19. A MP será encaminhada ao Senado e perderá a vigência se não for votada pelos senadores até a meia-noite desta quarta-feira (26).

Os deputados aprovaram o texto do deputado Damião Feliciano, segundo o qual os beneficiados terão 180 dias para movimentar o dinheiro depositado em conta digital de poupança, em vez dos 90 dias da MP original.

Mudanças rejeitadas
Foram rejeitados três destaques do PT que tentavam alterar pontos da MP:
– destaque que pretendia permitir o depósito do dinheiro em conta-salário;
– destaque que permitiria a emissão de cheque ou cartão físico vinculados a conta de poupança social digital aberta automaticamente por bancos federais para o depósito se não estivessem disponíveis dados de contas existentes dos beneficiários;
– destaque que retiraria dispositivo que determina o retorno do dinheiro à União se o beneficiário não movimentar o valor em 180 dias do depósito.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

ACI Worldwide anuncia joint venture com EBANX

A ACI Worldwide (NASDAQ: ACIW), fornecedora líder mundial de software s e soluções de pagamento digital em tempo real , anunciou hoje uma joint venture com a EBANX, fornecedora de soluções financeiras e de pagamento para organizações globais em expansão na América Latina. Com a solução ACI Secure eCommerce , a EBANX inicialmente oferecerá pagamentos com cartão de crédito, incluindo parcelados, e métodos alternativos de pagamento para o mercado latino-americano. Esta parceria permitirá a aceitação dos métodos de pagamento mais relevantes na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru e Uruguai.

Fundada no Brasil em 2012, a EBANX já ajudou mais de 1.000 comerciantes nos setores de varejo, viagens, bens digitais e assinaturas – como AliExpress e Xsolla – a expandir-se na América Latina, oferecendo métodos de pagamento locais para os consumidores. A EBANX fornece métodos de pagamento locais para empresas sediadas fora da região, para que possam cobrar dos consumidores em sua moeda local e processar cartões de crédito, débito e métodos de pagamento alternativos localmente. Com a solução ACI Secure eCommerce, a EBANX pode fornecer aos comerciantes globais da ACI que planejam expandir na América Latina a capacidade de aceitar rapidamente novos métodos de pagamento locais e oferecer uma experiência rápida, segura e sem interrupções ao cliente para todos os tipos de pagamento em toda a região.

“Nosso objetivo é permitir que as empresas globais prosperem na América Latina e a parceria com a ACI nos aproxima dessa realização”, disse Henrik Nilsmo, diretor comercial da EBANX. “À medida que mais consumidores latino-americanos ganham acesso à internet, e como a pandemia COVID-19 continua, a região está assistindo a um forte aumento na digitalização e compras on-line, tornando-a um mercado-chave para muitas empresas globais de comércio eletrônico. No entanto, navegar pelas complexidades que vêm com a oferta de métodos de pagamento locais é um desafio para estas empresas e aliviar este fardo é nosso foco central. A presença global da ACI e seu apoio a mais de 200 terminais de pagamento fazem dela a parceira certa para nós”.

“Muitos de nossos clientes incluem organizações globais que estão lançando produtos e serviços e expandindo seus negócios na América Latina. Como a pandemia continua a levar os consumidores ao mundo online, nossos clientes esperam que esta tendência continue”, disse Mandy Killam, vice-presidente executiva e líder de mercados em crescimento da ACI Worldwide. “Esta aliança com a EBANX permitirá que clientes novos e existentes da ACI se expandam e impulsionem a receita dentro e além das fronteiras, uma vez que o comércio eletrônico se torna a norma para a maioria dos consumidores”.

A solução ACI Secure eCommerce é um gateway de pagamentos integrado e uma solução para gerenciamento de fraudes que dá aos comerciantes acesso a uma extensa rede global de pagamentos para processamento de pagamentos transfronteiriços e soluções de aquisição local. Ela é construída utilizando uma arquitetura de pagamentos flexível, aberta e baseada na nuvem, disponível através de um único ponto de integração, e é projetada simplesmente para apoiar o sucesso comercial no crescente mercado de eCommerce.

E-commerce segue em expansão e dobra as vendas em julho, frente ao mesmo mês do ano anterior

Mesmo com a flexibilização e a abertura de alguns setores em algumas cidades brasileiras, as vendas por comércio eletrônico seguem em boom. Ao analisar o mês de julho de 2020, ante o mesmo mês do ano passado, o tamanho do setor dobrou: 106,78%. Seguindo a mesma base de comparação, o faturamento teve desempenho maior e registrou aumento de 109,07%. Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

“Mesmo com parte da reabertura das lojas físicas no Brasil e sazonalidade do mês de julho, que tradicionalmente apresenta menor volume de vendas por conta do período de férias escolares, o comércio eletrônico manteve patamares de crescimento exponenciais. O conjunto de novos consumidores, maior frequência de compra e aquisição de produtos de alto giro continuarão mantendo o e-commerce como um dos setores mais promissores no Brasil”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor executivo do Neotrust | Compre & Confie.

Vendas online

Após ter variado negativamente no mês anterior, ao comparar julho com o mês de junho, as vendas por comércio eletrônico tiveram alta de 5,99%. No acumulado do ano, a variação segue positiva: 65,88%.

Na comparação regional, nas vendas online de julho deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, o Nordeste lidera com alta de 149,90%.Na sequência, apareceram Sul (102,34%), Sudeste (100,95%), Centro-Oeste (99,79%) e Norte (86,34%).

No acumulado do ano, a configuração praticamente não muda: Nordeste (95,11%), Sul (69,49%), Centro-Oeste (65,12%),Norte (64,92%) e Sudeste (60,19%).

Faturamento

O faturamento do setor teve alta de 3,03% em julho frente a junho. O acumulado do ano segue em alta com 62,74%.

A composição regional, usando a base de comparação julho deste ano com o mesmo mês do ano passado, ficou da seguinte forma: Nordeste (165,45%),Norte (117,38%),Centro-Oeste (106,77%),Sudeste (98,77%),e Sul (94,84%).

No acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (100,26%), Norte (60,49%), Sul (60,26%), Sudeste (55,51%) e Centro-Oeste (54,40%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

No mês de junho, o e-commerce representou 11,2% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 7,5%.Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 12 de agosto.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento, em junho, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,4%); móveis e eletrodomésticos (23,7%); e tecidos, vestuário e calçados (13,1%). Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (9,5%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,2%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,1%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2%). Esse indicador também segue a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2020, 18,2% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 5,9p.p em relação ao trimestre anterior (12,3%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 8,1p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no paísa partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Neotrust | Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.mccenet.com.br/

Pandemia trouxe riscos à ética e integridade nos negócios, afirma pesquisa da EY

90% dos profissionais acreditam que a crise causada pela Covid-19 representa um risco à conduta ética e íntegra nos negócios, segundo a pesquisa Global Integrity Report 2020, realizada pela EY. O receio é que o cenário cause uma flexibilização em políticas e procedimentos de controles internos das organizações, ao mesmo tempo em que aumenta a pressão por resultados.

Em entrevistas com quase três mil profissionais de 33 países, incluindo o Brasil, o levantamento demonstrou ainda sinais de desconexão entre as percepções de profissionais em diferentes níveis hierárquicos. Mais de 55% dos membros de Conselhos de Administração acreditam que a alta administração demonstra ética e integridade professional, mas somente 37% dos colaboradores corroboram com a afirmação.

Entre os entrevistados brasileiros, 76% acreditam que a ética e a integridade melhoraram em suas organizações nos últimos dois anos. Mas quase metade (48%) acha que comportamentos inadequados tendem a ser tolerados quando praticados por executivos com altos cargos ou por profissionais que sejam considerados essenciais para a companhia. Diferença que pode significar um hiato entre o discurso corporativo e as práticas fomentadas pela empresa.

“Com a crise de Covid-19, o ambiente de conformidade passará por dificuldades, mas o que foi conquistado nos últimos anos não se perderá. As organizações que fizeram o dever de casa e implantaram um programa de compliance robusto tendem a sair mais fortes e com menos danos. Pois hoje, clientes, colaboradores, imprensa, todos cobram uma imagem ética e transparente das instituições”, afirma Marlon Jabbur, sócio-líder de Forensics da EY no Brasil e América do Sul.

Outro destaque da pesquisa foi o fato de que nenhum dos respondentes nacionais vê a sua empresa 100% preparada para lidar com as exigências legais de privacidade de dados. Ao mesmo tempo, o tema apareceu como a maior preocupação de 37% dos entrevistados ao adquirir, investir ou se associar a um parceiro de negócios. Ou seja, um importante desafio em curto prazo, levando em conta a iminência de ter a Lei Geral de Proteção de Dados em vigor no país.

“Ainda enxergamos desafios importantes no mercado brasileiro, mas a pesquisa também demonstra que nosso nível de maturidade com relação à integridade tem aumentado ano após ano, sendo hoje considerado como essencial para a maioria das organizações”, diz Marlon.

Uber para Empresas tem nova liderança na América Latina

A Uber contratou Tavane Gurdos como Diretora da área de Uber para Empresas na América Latina. Tavane passa a integrar a Uber, depois de quase 15 anos de experiência comercial, de marketing e de estratégia de negócios na Microsoft e, mais recentemente, na OLX Brasil, onde liderou a área de classificados online para clientes profissionais. A executiva traz uma ampla experiência liderando times no Brasil e na América Latina.

Ela ingressa na Uber no momento em que a companhia expande seus produtos e serviços para o mundo corporativo, e as empresas estão planejando a retomada da rotina, reabrindo seus escritórios com cautela e buscando soluções diferenciadas para engajamento com funcionários e clientes.

Nesse cenário, vem aumentando significativamente o número de empresas que procuram a Uber em busca de soluções para que seus funcionários se locomovam com segurança e tenham acesso a mais opções de alimentação, por meio do serviço de entrega. Além disso, a utilização de vouchers de Eats tem crescido para fomentar ações não apenas com funcionários, mas também com clientes.

Uber para empresas – Com o serviço Uber para Empresas, as organizações passam a poder criar programas de deslocamento focados em ajudar os funcionários a entrar e sair do escritório com segurança. Isso inclui ter na programação a indicação de zonas de embarque e desembarque, além de oferecer acesso ao transporte, em horários tradicionais e em escalas adaptadas aos novos padrões de turno.

Uber Eats para empresas – Disponível na América Latina desde abril, o novo serviço Uber Eats para empresas está ajudando as empresas a oferecer mais opções de alimentação aos funcionários que retornaram ao escritório, mas não têm acesso a cozinhas compartilhadas, devido às medidas de distanciamento social. Ao mesmo tempo, a flexibilidade do serviço permite que os times que estão em home office tenham acesso a uma alimentação de qualidade ao toque de um botão. O serviço de Eats para empresas foi muito bem recebido pelos clientes e cresceu 190% no último trimestre globalmente.

Compromisso com a segurança – a Uber tomou medidas de segurança para que os todos tenham tranquilidade para usá-lo, seja dirigindo ou fazendo entregas, se locomovendo ou fazendo pedidos. Tanto motoristas como e entregadores e usuários devem usar máscaras e responder a um checklist de higiene e segurança de saúde, antes de iniciar uma viagem. Por exemplo: motoristas precisam comprovar que estão usando máscara, tirando uma selfie antes de se conectarem ao app; todos os usuários precisam confirmar que estão usando máscaras, lavaram as mãos e que, em viagens, estão mantendo as janelas do carro abertas e vão utilizar apenas o banco de trás; entregadores também precisam usar máscara e podem fazer entregas sem contato, deixando os pedidos na porta. Além disso, a Uber aprimorou o processo de feedback via app, para que os usuários possam relatar de forma imediata situações em viagens e/ou entregas que signifiquem risco para a saúde.

Além disso, o motorista ou entregador parceiro diagnosticado com COVID-19 ou que fizer parte do grupo de risco poderá receber uma assistência financeira caso precisem parar de trabalhar por recomendação médica em caso de suspeita ou diagnóstico de COVID-19. Motoristas e entregadores parceiros podem também solicitar reembolso para itens como álcool em gel e máscaras. Os parceiros também passaram a ter a opção de utilizar o serviço de orientação médica online, por meio do pacote Vale Saúde Sempre, que já inclui descontos em consultas, exames e compra de medicamentos.

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Por que o aprendizado contínuo vai mudar a forma como vivemos – e trabalhamos?

Por Mariana Achutti, CEO da Sputnik


A transformação digital imprimiu um novo estilo de se informar e adquirir conhecimento. O formato é dinâmico, é fluído e não está somente nos livros, tampouco nos bancos das faculdades ou nos centros de ensino formal. Rastreá-lo exige uma sede inesgotável pelo conhecimento ou uma disposição pelo aprendizado contínuo, conhecido como lifelong learning.

As mudanças impostas pela tecnologia são apenas um pretexto para novas configurações de ecossistemas profissionais, pois quem está comandando a verdadeira revolução que estamos vivendo é a consciência de que o conhecimento precisa ser cíclico e autodidata.

Sabemos que as empresas buscam ter no seu time pessoas que, incansáveis pelo conhecimento não vão medir esforços para levar os negócios a um novo patamar. Por isso, listei alguns motivos para que você pare tudo o que está fazendo e veja por que vale a pena investir no aprendizado contínuo como um novo jeito de ser.

• Um aprendizado moldado à jornada do aluno
A vantagem do aprendizado contínuo é que o aluno corre atrás de competências que fazem sentido para a sua jornada. Ou seja, é preciso saber quais são as informações que vão responder, a curto e médio prazo, às suas necessidades profissionais e pessoais, o que implica desenvolver uma curadoria de aprendizado que não dá espaço para aquelas aulas “padronizadas” que tivemos no ensino médio e que, até hoje, não fazem sentido para a nossa experiência.

Nesse contexto, o ensino não-formal está cada vez mais preparado para oferecer aprendizados customizados. Além de ser uma resposta aos novos padrões de aprendizagem, as empresas que oferecem essas soluções a seus funcionários podem se beneficiar ao desenvolver em seus colaboradores capacidades relevantes para o presente e para o futuro dos negócios.

• Um funcionário que vai deixar as empresas em estado de alerta permanente
Ágeis, curiosos, criativos e, acima de tudo, fazedores. Colaboradores que investem em aprendizado contínuo têm uma alma intraempreendedora, o que pode fazer toda a diferença para o futuro – e a sustentabilidade – da empresa. Além de absorver com facilidade skills técnicos e socioemocionais tão demandados pelo mercado, profissionais atentos às mudanças não vão ter medo de implementar novos processos. Inclusive, vão convencê-lo a oferecer a eles a autonomia e liberdade necessária para que, em troca, realizem entregas inovadoras e que acelerem o alcance da meta, além de escalar ainda mais a competitividade de negócios da empresa.

• Não se trata apenas de código, relações humanas também estão na berlinda
Muito se fala nas habilidades técnicas que a transformação digital pede, como a necessidade de aprender determinadas linguagens para desenvolvimento de softwares e aplicativos. Mas as competências que valem ouro não estão apenas na programação ou na modelagem de dados. É necessário o desenvolvimento de um senso analítico sistêmico, capaz de lidar com informações multidisciplinares, times com know how diversos e desafios complexos do mercado.

Agilidade para o aprendizado, inteligência emocional e capacidade argumentativa e para trabalhar em equipe são algumas das habilidades que, nem sempre, aprendemos na faculdade. Aqui, é necessário desenvolver um faro em busca de formações que conversam com as carências do mercado, mas ao mesmo tempo preparam o aluno a desenvolver uma bagagem comportamental estratégica para uma realidade cada vez mais complexa.

Desperte em você a vontade de viver aprendendo. Se provoque para ter o desejo do conhecimento, que vai ajudar a colocar os seus negócios dentro de um processo irreversível de disrupção.

Mariana Achutti, Fundadora e CEO da Sputnik

Bancos criam o Conselho Consultivo Amazônia

Bradesco, Itaú Unibanco e Santander anunciam hoje os nomes dos sete integrantes do Conselho Consultivo Amazônia, instância criada para apoiar a implementação das dez medidas propostas pelos bancos para impulsionar o desenvolvimento sustentável da região. Os profissionais escolhidos aportam ao projeto diferentes experiências e conhecimentos sobre as questões sociais e ambientais envolvendo a Amazônia.

Especialistas em sustentabilidade dos três bancos formaram um grupo de trabalho, que já tem se reunido regularmente para propor iniciativas e ações concretas para a região. O grupo de especialistas do Conselho Consultivo Amazônia se reunirá a cada três meses com o objetivo de trazer reflexões sobre as dinâmicas da região e desafiar os bancos quanto à efetividade do impacto das ações propostas. Conheça os profissionais que aceitaram o convite dos bancos:

• Adalberto Luís Val, biólogo e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), é um dos cientistas mais reconhecidos e com maior domínio sobre adaptações biológicas às variações ambientais na Amazônia.

• Adalberto Veríssimo, pesquisador associado e co-fundador do Imazon, um dos principais centros de pesquisa e ação estratégica da Amazônia, e diretor de programas do Centro de Empreendedorismo da Amazônia.

• André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), co-facilitador da Coalizão Brasil Clima Florestas e Agricultura, foi vice-presidente de Desenvolvimento da Conservação Internacional (CI), gerente de projetos do Banco Mundial e também dirigiu entidades do terceiro setor, como o Instituto BioAtlântica (IBio) e Imazon.

• Carlos Afonso Nobre, cientista destacado principalmente na área dos estudos sobre Mudanças Climáticas e Amazônia e atual responsável pelo projeto Amazônia 4.0, de fomento à Bioeconomia e Bioindustrialização.

• Denis Minev, diretor-presidente das Lojas Bemol, co-fundador da Fundação Amazonas Sustentável, do Museu da Amazônia e da Plataforma Parceiros pela Amazônia, foi secretário de planejamento e desenvolvimento econômico do Amazonas entre 2007 e 2009.

• Izabella Teixeira, bióloga e doutora em Planejamento Ambiental pela COPPE/UFRJ, foi ministra do Meio Ambiente de 2010 a 2016.

• Teresa Vendramini, pecuarista e socióloga, é presidente da Sociedade Rural Brasileira.

“O conceito foi escolher um grupo de pessoas de alta qualificação e notório saber que são comprometidas com a ciência, com a defesa do meio ambiente e com a vida. Estamos bastante seguros que as diferentes visões e formações dos membros do Conselho darão substância e massa crítica ao trabalho de propor e orientar medidas que envolvem o futuro da Amazônia. São desafios não só ambientais, mas também sociais e econômicos”, afirma o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior.

“Estamos muito satisfeitos por termos conseguido reunir este grupo altamente qualificado e que conhece profundamente os desafios do Brasil na área ambiental e, mais especificamente, na Amazônia. A colaboração dos conselheiros consultivos será fundamental para que nossa atuação na região seja efetiva e gere os impactos positivos que buscamos”, afirma Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco.

“O conselho funcionará com um grupo de especialistas renomados, responsável por dar o respaldo necessário às nossas propostas para o desenvolvimento sustentável da região Amazônica. Para além disso, esses líderes excepcionais utilizarão sua vasta experiência acumulada em áreas de conhecimento complementares para nos ajudar a subir a régua, propondo ações e metas desafiadoras, que provem ser possível gerar riqueza para o País e beneficiar a população local sem sacrificar nossa biodiversidade e recursos naturais”, diz Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil.

O Plano Amazônia inclui 10 medidas que foram construídas a partir de três frentes de atuação identificadas como prioritárias para a região: conservação ambiental e desenvolvimento da bioeconomia; investimento em infraestrutura sustentável; e garantia dos direitos básicos da população da região amazônica.

Medidas definidas pelo plano:

1) Atuar visando ao desmatamento zero no cadeia da carne, reforçando diligências internas, apoiando a transição e articulando com empresas e associações para a criação de compromisso setorial.

2) Estimular as cadeias sustentáveis, como a do cacau, açaí e castanha, por meio de linhas de financiamento diferenciadas e ferramentas financeiras e não financeiras.

3) Estimular o desenvolvimento da infraestrutura de transporte mais sustentável, como o hidroviário, com aplicação de metas ambientais, em troca de condições diferenciadas de financiamento.

4) Viabilizar investimentos em infraestrutura básica para o desenvolvimento social da região, como acesso à energia, internet, moradia e saneamento.

5) Fomentar projetos que visem o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental por meio de instrumentos financeiros de lastro verde, como o Pagamento por Serviço Ambiental (PSA) e Crédito de Carbono.

6) Incorporar os impactos das mudanças climáticas nas políticas de crédito e investimentos de longo prazo e dar ênfase a isso em nossos relatórios.

7) Ampliar o alcance de negócios que promovam a inclusão e a orientação financeira na região.

8) Articular e apoiar a implantação do sistema informatizado de registro de regularização fundiária.

9) Articular a criação de um fundo para atores e lideranças locais que trabalhem em projetos de desenvolvimento socioeconômico na região.

10) Atrair investimentos que promovam parcerias e desenvolvimento de tecnologias que impulsionem a bioeconomia.

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Stone promove desafio universitário que une Venture Capital e empreendedorismo com prêmio de até R$30 mil em educação

A Stone, empresa de tecnologia de pagamentos financeiros e de soluções para PMEs, lança a Stone Investment Competition, uma competição para universitários interessados em finanças e investimentos com prêmio de até R$30 mil em educação. No desafio, os times de estudantes representam investidores, com objetivo de avaliar e escolher uma startup real, pré-selecionada pela Stone, em uma experiência completa e interativa de um Venture Capital.

A iniciativa, que terá todas as etapas de forma on-line devido à pandemia, premiará os melhores futuros investidores do Brasil com bolsas de estudo. O time em primeiro lugar receberá uma bolsa de R$ 30 mil, já o segundo e terceiro lugares receberão, respectivamente, bolsas de R$15 mil e R$5 mil. Os valores poderão ser utilizados em qualquer instituição de ensino. Já para a startup escolhida pelo time vencedor, a Stone oferecerá um programa de mentoria.

“Acreditamos que a educação é a melhor forma de mudar o futuro e, por isso, a Stone investe em diversas iniciativas que contribuem para a propagação do conhecimento financeiro e para o desenvolvimento de novos talentos. Enxergamos oportunidades em todo o Brasil e, como o desafio será 100% digital este ano, esperamos ampliar o alcance do projeto. Sabemos que, neste cenário, iniciativas voltadas à educação têm ainda maior relevância, com potencial de trazer novas perspectivas de carreira e desenvolver novas habilidades de jovens em formação”, explica Fernanda Teich, responsável pela área de educação da Stone.

Antes do início da competição, a Stone selecionará três startups reais que tenham sinergia com a fintech. Na primeira fase do desafio, os grupos enviarão um paper explicando as metodologias e premissas de avaliação de investimento em startups. Os seis melhores times serão convidados para a segunda fase: o evento de Decisão de Investimento, no dia 27 de setembro de 2020.

Anteriormente ao evento, os estudantes receberão um material com informações das startups, para imersão total nos negócios. No dia 27 de setembro, os times assistirão às apresentações on-line das três startups selecionadas pela Stone para o desafio e poderão fazer perguntas para os representantes. Depois, cada time terá de 2 a 3 horas para decidir em qual startup investir. Ao final do dia do desafio, realizarão uma apresentação justificando sua escolha para um comitê de investimento. Os ganhadores serão anunciados no dia do evento, após a avaliação dos jurados.

Os universitários interessados devem se reunir em times de 3 a 5 estudantes para realizarem a inscrição e a primeira etapa do desafio até 11 de setembro pelo link http://www2.stone.com.br/stone-investment-competition/.

Startup Asksuite recebe aporte de R$ 4 milhões

A startup Asksuite, de Florianópolis, que desenvolve uma plataforma de vendas diretas e atendimento para hotéis, recebeu um aporte de R$ 4 milhões do fundo de venture capital Abseed. Atuando em um segmento altamente impactado pela crise, a startup foi em busca de investimento para expandir seu negócio ajudando na retomada do setor com o auxílio da tecnologia. O valor será aplicado  em melhorias no produto e internacionalização da empresa.

O CEO da Asksuite, Rodrigo Teixeira, conta que no início do ano foram premiados como melhor chatbot do mundo para hotelaria e estavam com grande crescimento, o que motivou ele e os sócios – os irmãos Danilo e Vinicius Pavei – a buscar investimento. Com a chegada da pandemia, tiveram que frear o planejamento, mas após verem que os impactos não foram tão significativos no negócio, retomaram o plano. 

“Os hotéis, neste momento que estão com equipes reduzidas, precisam ainda mais de automação. Nossa ferramenta traz isso, mais agilidade e produtividade para os times comerciais, de atendimento e de vendas,  tanto com o nosso chatbot como com a plataforma de gestão de canais de atendimento. Nosso objetivo é aumentar as reservas diretas dos hotéis e conectar diretamente o hotel com o viajante”, explica. 

Fundada em 2017, a Asksuite é uma das startups não-residentes do MIDITEC, incubadora da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com o Sebrae Santa Catarina, eleita uma das cinco melhores do mundo. A Abseed também integra o ecossistema de tecnologia catarinense, e já vinha acompanhando o desenvolvimento da startup nos últimos dois anos.

 “Nós gostamos da tese de SaaS (software como serviço) verticais, softwares que atendem um segmento e, ao se tornarem líderes de mercado, podem destravar novas hipóteses de monetização. A Asksuite é um caso com esse potencial, com uma proposta de valor muito clara.  Hotéis dependem bastante dos intermediários, então quando conseguem aumentar a venda direta, aumenta o lucro. Mesmo com os desafios da indústria hoteleira atualmente, a Asksuite continuou uma trilha positiva, conseguindo reter os clientes, além de já terem testes evoluídos ocorrendo em outros países, mostrando que a empresa está madura para escalar”, explica Geraldo Melzer, sócio da Abseed. 

Em três anos, a Asksuite conquistou 1,3 mil clientes em mais de 25 países e realizou mais de 10 milhões de atendimentos por meio do seu chatbot. Para continuar crescendo, a empresa está contratando nas áreas de engenharia, marketing e vendas. 

Sócios participam da MIDITEC Week

Para fomentar ainda mais o ecossistema de inovação, o MIDITEC está promovendo, de 24 a 28 de agosto, a MIDITEC Week, uma semana totalmente gratuita e online com conteúdos exclusivos de empreendedores ensinando como ter uma jornada empreendedora de sucesso. Os sócios da Asksuite vão participar em dois momentos. Na quarta-feira, dia 26, Vinicius Pavei realiza a palestra “Do MVP à Escala: Erros e acertos na escalada do produto”. E na sexta-feira, dia 28, Danilo Pavei fala sobre “Captação de recursos e investimento para alavancar seu negócio”. As inscrições podem ser feitas em https://miditec.acate.com.br/ 

Gerdau Next lança aceleradora de startups

A Gerdau Next, braço de novos negócios da Gerdau, lançou hoje, 25/08, o primeiro processo seletivo da Ventures Gerdau, sua recém-criada aceleradora de startups, com o objetivo de suportar o desenvolvimento e o crescimento, com robustez, de novos negócios. Trata-se de uma iniciativa de inovação aberta da Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, buscando mais eficiência e produtividade nos segmentos dessas startups, contribuindo para a evolução do Brasil e para a solução de grandes desafios da sociedade.

A primeira edição da iniciativa busca fomentar o empreendedorismo na indústria da construção civil, por meio de soluções que promovam a digitalização e inserção de tecnologia disruptiva no setor, que colaborem com a sustentabilidade e segurança na construção, aumentando a produtividade do segmento e contribuindo para a redução do déficit habitacional do Brasil.

As startups interessadas, independente do estágio em que se encontram, devem se inscrever no programa até 30 de setembro por meio do site http://www2.gerdau.com.br/ventures . Serão selecionadas até 10 startups, que participarão de um pitch day com a diretoria executiva da Gerdau, para avaliação de parcerias e potencial desenvolvimento em conjunto dos negócios.

“Já estávamos conectados com o ecossistema de inovação e empreendedorismo do Vale do Silício, na Califórnia, por meio da nossa Venture Capital. Agora lançamos no Brasil uma aceleradora de startups, que inicialmente suportará o desenvolvimento e o crescimento exponencial de construtechs, buscando o aumento da produtividade do setor de construção do nosso país. Desenvolveremos novos parceiros externos, oferecendo oportunidades de experimentação, mentoria e investimentos”, diz Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau.

Cinco eixos balizarão os investimentos da Gerdau em inovação nos próximos anos. Além do setor da construção, a empresa também alocará recursos pensando no futuro da indústria, da mobilidade, bem como no desenvolvimento de novos materiais e modelos de interação com fornecedores e clientes.

“Temos aqui na Gerdau o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro. Por isso, nada mais estratégico do que criarmos essa rede de colaboração com pessoas empreendedoras, que com suas startups, nos ajudarão a moldar o futuro da indústria de construção do nosso país. A Ventures Gerdau é um importante passo, alinhado com a nossa estratégia de novos negócios que venham a representar 20% da receita da empresa em 10 anos”, afirma Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.

A Gerdau anunciou, em julho, a criação da Gerdau Next, seu braço de Novos Negócios, focada na estratégia de longo prazo de desenvolvimento de novos produtos e negócios, adjacentes à produção de aço, e alinhada às diretrizes de inovação e disrupção da companhia.

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Robôs entregam mercadorias de delivery em apartamentos durante pandemia do novo coronavírus

Após a pandemia do novo coronavírus , todos os segmentos precisaram se reinventar. Com o setor imobiliário, não foi diferente! Com o objetivo de prevenir os condôminos da contaminação da Covid-19, o Grupo Patrimar desenvolveu um projeto piloto de entrega de delivery por robôs ou drones terrestres, que permite evitar o contato entre o morador e o entregador. O empreendimento Soho ( http://bit.ly/314FHIB ), da empresa Novolar , localizado em Nova Lima (MG), é o primeiro prédio vertical a receber um serviço comercial de entrega por drones terrestres na América Latina. Além disso, o condomínio é o primeiro em Minas Gerais e o quinto no Brasil a receber um robô como forma de inovação tecnológica.

O U. PACK Home Delivery, como é chamado o projeto piloto, começou a ser testado na última semana e funcionará durante 30 dias nos horários de pico, de 11h às 14h e de 19h às 23h. “A ideia é que em breve a inovação seja lançada em outros empreendimentos do Grupo Patrimar “, afirma Lucas Couto, Gerente Comercial e de Marketing do Grupo Patrimar .

Outras funções da tecnologia são o a umento da segurança e conforto dos moradores; garantia de uma maior agilidade no processo de entregas do condomínio, otimização do trabalho da equipe da portaria, com redução diária no número de liberações para entregadores; modernidade e inovação como diferenciais para condomínios, incorporadoras, construtoras e imobiliárias; e diminuição no tempo dos entregadores.

Para utilizar o serviço, o morador precisa realizar um pedido online no aplicativo (app) de seu interesse ( Ex : iFood , Rappi , Uber eats , entre outros) e efetuar o pagamento online via app. Após o produto chegar na portaria e ser higienizado, ele é inserido no robô, que se locomove até a entrada do prédio. O condômino só precisará olhar para a parte superior do robô por 3 segundos para liberar a abertura do compartimento, retirar o produto do U. PACK e fechar a tampa. Feito isso, o drone terrestre iniciará o trajeto automaticamente para a sua base que fica localizada portaria.

“O robô realiza a entrega automatizada de diferentes pacotes de delivery, como comida, remédios e mercadorias. A carga prevista é de até 8kg e com tamanho máximo 50 x 50 cm.”, explica Patrícia Maria Bernardino, Gerente Administrativo do Grupo Patrimar e responsável pelo desenvolvimento do projeto.

A tecnologia, nomeada como D4 Touchless Delivery, foi desenvolvida pelo Grupo Patrimar em parceria com a startup D4 MyView , especializada em automação de drones através da tecnologia 4G, e com as empresas DHL Supply Chain e a Unike Technologies.

Squads e Skills compõem a reinvenção da educação profissional para atender ao novo mercado

Por César Silva



Enquanto profissionais e especialistas discutiam conceitos e aguardavam a chegada de uma revolução na educação como um todo, o mundo foi sacudido por uma crise sanitária que resultou numa crise econômica. Este novo cenário obriga uma aceleração nas mudanças. E, no que se refere à educação profissional, exige uma reinvenção urgente.

A preocupação em desenvolver profissionais aderentes a uma nova proposta de negócios estabelece a necessidade de ofertar cursos com os conhecimentos técnicos específicos, os denominados hard skills, justamente porque passam a ter maior valor temas como inovação, empatia, comunicação e planejamento, que são competências mais relativas ao desenvolvimento do ser do que do saber fazer.

Esta realidade de uma nova proposta de formação profissional vem sendo construída nos últimos anos para atender as demandas dos processos seletivos. Isto porque estas seleções deixaram de lado as avaliações de lógica, como o conhecimento de línguas estrangeiras e testes de aptidões técnicos, por exemplo, para se voltarem a entrevistas e atividades que avaliam como primeiro grau de prioridade os soft skills do candidato. Isto é, sua capacidade de se adaptar, de trabalhar em grupo, de superar desafios e suas reações em momentos de conquistas e de resultados ruins.

As relações com o trabalho mudaram muito e a capacidade de se dispor a construir e contribuir são mais significativas do que saber realizar tarefas repetitivas e tradicionais. Agora as atividades são divididas por projetos. E o papel de ator e líder que se diferenciava por tarefas, agora é chamado de squads (nome dado para um modelo organizacional que separa os funcionários em pequenos grupos multidisciplinares com objetivos específicos).

Essas células se organizam a cada duas a quatro semanas para cumprir atividades relacionadas a um desafio; ou seja, as etapas de grandes projetos se transformaram em pequenos projetos cumpridos por equipes multidisciplinares. Sendo assim, um profissional nunca está pronto, ele sempre tem que se atualizar em ferramentas, recursos tecnológicos e mais ainda, em atitudes.

Desta forma, na maior crise econômica da história do Brasil, a retomada econômica e das atividades produtivas precisam se valer de uma proposta de educação mais contextualizada, mais eficiente, mais resiliente e que converse muito com a estrutura da educação profissional continuada.

Neste sentido, começam a aparecer iniciativas como o programa denominado: “MINHA CHANCE”, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O projeto incentiva parcerias com as empresas do setor privado com o objetivo de ampliar a geração de emprego e renda, conectando os cursos oferecidos com as demandas dos empregadores.

O resultado de conexões como esta pode ser notado na prática por meio da atuação de instituições como a Fundação FAT, um dos atores mais ativos da educação profissional do país. A organização já desenvolve cursos voltados para a área de Gestão Empresarial, em parceria com as empresas de tecnologia e gestão empresarial SAP e TOTVS, totalmente customizados de acordo com as demandas das empresas e do mercado de trabalho, abrangendo jovens e adultos, desempregados e empregados, visando ampliar o seu escopo de atuação.

Este é o momento de vermos as políticas públicas deixarem de lado o investimento no acesso ao ensino superior e focar em squads, programas com formações mais rápidas e eficientes, visando atender necessidades imediatas dos segmentos produtivos. Assim vamos capacitar os cidadãos e tornar os profissionais mais produtivos e eficientes.

César Silva, diretor Presidente da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT) e docente da Faculdade de Tecnologia de São Paulo – FATEC-SP

Alumínio de baixo carbono inspira triciclo elétrico sustentável

Um triciclo elétrico totalmente feito em alumínio promete reduzir a quantidade de pequenos caminhões e vans movidos a diesel circulando nas ruas e, consequentemente, as emissões de gases causadores do efeito estufa. O novo conceito, que será apresentado no Salone del Mobile, em Milão, em 2021, é fruto do trabalho do designer alemão Konstantin Grcic em colaboração com a Hydro, multinacional do setor de alumínio.

Trata-se de um conjunto de triciclo elétrico e trailer feitos com extrusões de alumínio reciclado de alta qualidade e baixo carbono, o Hydro CIRCAL, com design leve, simples, flexível e multifuncional. Por ser extremamente versátil, a ideia é que o “Hydro Trike” tenha as mais diversas aplicações, do transporte de carga à comercialização de alimentos ou o que mais a imaginação dos seus futuros consumidores demandar. O projeto 100% sustentável foi apresentado em uma edição especial da revista Wallpaper, considerada a mais importante publicação de design do mundo. Também participam da conceituação as empresas Polestar, do grupo Volvo, e Cake, especializada na fabricação de bicicletas e motos elétricas.

LG anuncia Sonah Lee como nova diretora de marketing

A LG Electronics do Brasil acaba de anunciar Sonah Lee como nova diretora de Marketing da empresa. A executiva chega à área com a missão de ampliar as iniciativas corporativas e sociais da marca, assim como a estratégia em canais digitais, mensurando dados de forma tangível para basear ações voltadas ao consumidor.

Com 25 anos de atuação no Marketing, Sonah tem experiência em diversas áreas do segmento, como merchandising, planejamento, eventos e, principalmente, trade marketing e novos negócios. Durante sua carreira, liderou grandes projetos de lançamentos de produtos com foco em alta performance no PDV e acumulou expertise no segmento de BTL.

À frente da diretoria de Marketing, Sonah passa a liderar projetos corporativos como o patrocínio da LG à CASACOR, ações sociais, estratégia em canais digitais, além do lançamento de produtos da marca, ressaltando sempre o direcionamento estratégico da empresa de oferecer produtos inovadores, que proporcionem uma vida melhor aos consumidores.

Em um momento em que o Marketing vem se adaptando para entender o novo comportamento do consumidor, a executiva tem a missão de decifrar os principais desafios do Marketing pós-pandemia. “Desde o fechamento do varejo físico, foi preciso adaptar rapidamente as estratégias para uma nova realidade e expandir a atuação no ambiente digital. Para isso, tem sido muito importante continuarmos próximos dos consumidores, entendendo seu comportamento e adequando o planejamento de lançamentos e nossas ofertas”, afirma Sonah.

A empresa tem criado diversas campanhas digitais e ampliou os conteúdos nas redes sociais para ajudar o consumidor a se adaptar ao novo momento, em que o “ficar em casa” ganhou uma nova dimensão na vida das pessoas. “A pandemia mudou a relação com nossas casas e as necessidades de conectividade e interatividade ganharam mais força. Seguimos investindo em produtos com tecnologia e design inovadores, com foco em inteligência artificial, que aliam conectividade e interatividade, sempre atentos às intenções do consumidor”, completa.

Sonah está há mais de 30 anos no Brasil, quase 15 deles atuando na LG. “Tenho um bom entendimento de como a LG funciona, em especial devido à minha experiência em diferentes áreas do Marketing na empresa. Além disso, o fato de estar há mais de três décadas no Brasil me possibilita ter pleno conhecimento das culturas brasileira e coreana, o que me permite encontrar uma harmonia entre elas. Para mim, isso é muito rico”, finaliza Sonah.

Visa registra aumento nas compras online no Brasil

A pandemia realmente fez crescer as compras online e está mudando o hábito de consumo em alguns países, e no Brasil não podia ser diferente. Dados da Visa mostram um crescimento considerável das compras no comércio eletrônico brasileiro. Quando comparados os meses de janeiro com junho de 2020, vemos um aumento de 11% no número de transações Visa no e-commerce, crescendo também o ticket médio dessas transações em 12%. Ou seja, mais pessoas passaram a comprar no mundo online e aumentaram o valor gasto em suas compras nesse período.

E esse crescimento vai além do Brasil. Durante esse mesmo período de análise, no Reino Unido, por exemplo, as transações Visa no comércio eletrônico aumentaram 16%, enquanto o valor do ticket médio aumentou 3%. Já nos mercados em que o comércio eletrônico não é tão desenvolvido, há ainda exemplos de mudanças acentuadas nessa adoção. No caso da Argentina, o país registrou um crescimento de transações Visa no comércio eletrônico acima de 100%. Os dados mostram que as compras no mundo virtual – seja por devices, apps ou e-commerces vieram para ficar, e deverão seguir nessa crescente mesmo no pós-pandemia.

Pesquisa do LinkedIn mostra que pandemia está reescrevendo os caminhos do marketing brasileiro

Webinars e podcasts ganharam espaço na pandemia e ocupam hoje a prioridade das empresas de marketing em detrimento dos eventos presenciais e mídia exterior, também conhecida como out of home, como outdoors. Essa mudança não foi de todo ruim, numa escala de 0 a 10, o índice de satisfação dos organizadores de eventos online está entre 6 e 7. É o que mostra a pesquisa Tendências e Comportamento de Marketing no Brasil 2020, realizada pelo LinkedIn com profissionais do setor. O objetivo do estudo é entender como eles estão reagindo a orçamentos reduzidos e mudaram sua estratégia para fazer mais com menos.

Esse foi apenas um dos desafios percebidos pela categoria durante a pandemia. O principal entrave foi o corte de orçamento, apontado por 73% dos entrevistados e sendo unanimidade como maior desafio para todos os tipos de negócio. Consequentemente, uma redução no time (58%) foi o segundo ponto sinalizado. A redução do investimento em publicidade e o replanejamento das atividades também estão entre os gargalos para 53%.

Essa mudança de estratégia vem acompanhada também por um novo perfil de público alvo. Há uma percepção sobre a abertura da área de alcance das campanhas para novas regiões e a segmentação agora foca nas necessidades geradas pela pandemia. “O isolamento social trouxe uma nova busca por produtos e serviços que, até então, não eram percebidos, assim, profissionais de marketing se viram voltados a entender não só um perfil habitual de consumo, mas sim o comportamento dos seus públicos-alvo, gerado especialmente por conta de uma visão não convencional da rotina”, destaca a executiva de Soluções de Marketing do LinkedIn para a América Latina, Ana Moisés.

Como consequência, ao serem questionados se houve mudança no conteúdo entregue, tanto em texto ou material criativo, por conta da pandemia, a resposta mais frequente entre os profissionais de marketing foi a transição para uma narrativa mais racional, com foco no produto e baseado em fatos. Em segundo lugar ficou a natureza emocional, por exemplo, centrada no ser humano e em suas emoções.

Para o Diretor de Marketing da FGV, Marcos Facó, agilidade, digitalização e comunicação constante são fundamentais neste período de incertezas e prevalência do trabalho remoto. “Nestes tempos de pandemia, aprendemos que podemos mudar nossos hábitos pessoais, sociais e profissionais de forma muito rápida e efetiva. Estas mudanças de comportamento trouxeram novos desafios para os profissionais de marketing e comunicação. Aprendemos que o mundo se tornou muito mais digitalizado que supúnhamos ser possível. O trabalho e o estudo remoto abriram nova possibilidades, derrubando barreiras de espaço físico. Tudo que trafega na rede, seja numa reunião via Zoom ou num webinar no Linkedin são bits. Informação pura. Assim, para uma grande parte dos profissionais ficou claro que tudo se resume à comunicação e que esta pode existir em qualquer lugar, em qualquer hora”, destaca.

Mais do que conteúdo, para o CEO da agência New Vegas, Ian Black, a estabilidade emocional e financeira do time deve ser prioridade. A agência optou por não reduzir equipe e manter a qualidade de vida das pessoas. “Um resultado financeiro anual abaixo do esperado pode ser superado, mas a confiança do nosso time e nossa reputação no mercado seriam muito mais difíceis de reconquistar”, destaca. E aí está o desafio: estruturar e manter uma cultura que seja à prova de distâncias e mantenha o padrão de qualidade.

Recursos de marketing mais procurados durante a pandemia:
– Capacidade de hospedar eventos virtuais (incluindo ferramentas de transmissão ao vivo, capacidade de enviar convites para eventos, análises, etc.)
– Novos formatos de anúncio para obter melhor engajamento
– Soluções aprimoradas de segmentação para atingir meu público-alvo
– Capacidade de automatizar a configuração e o desempenho de uma campanha

São ferramentas que vieram para ficar na visão da Chief Operating Officer da Oracle, Marcelle Paiva. “A gestão do conteúdo em todos os canais é fundamental e coerência entre os temas internos e externos, por isso, manter conexão e empatia para execução de ações neste novo cenário são fundamentais. O marketing hoje está voltado para o contexto e projetos que apoiem o momento atual em detrimento apenas da venda de produto ou solução”, destaca. Segundo ela, transparência e maior tolerância para testes de novos caminhos e recursos são necessários para a integração de novas plataformas de eventos virtuais integradas com social.

Tendências futuras – cenário para os próximos 3 meses
Os próximos 3 meses ainda são duvidosos e geram incertezas para qualquer setor da economia e não é diferente com o marketing. As preocupações são diferentes para empresas B2B e B2C. Para campanhas com foco em negócios, redução do time de trabalho (11%), falta de colaboração e foco maior na tática (9% cada) são os desafios futuros. Quem lida com o consumidor final, o time de B2C, corte no orçamento (15%), redução do investimento em mídia (10%) e a mudança do evento físico para o virtual (9%) são as preocupações.

Ainda sobre o futuro, o marketing de negócios, ou seja, empresas B2B e mistas acreditam que os eventos virtuais continuarão tão eficazes quanto os presenciais, mas, para 53% dos profissionais B2C, essa não será a realidade.

Seguindo essa percepção, o estudo mostra que há uma expectativa para os próximos 3 meses de redução dos eventos presenciais e experiências, mídia externa e marketing baseado em contas e um crescimento dos podcasts, webinars e parceria com influenciadores.

Para Black, não é possível ser assertivo em previsões. “O que vemos e que deve perdurar pelos próximos meses, é uma série de previsões sobre o futuro, sobre a pós-pandemia, que são baseadas mais em desejos e conveniências do que dados ou uma compreensão da complexidade ainda mais aguda dos tempos atuais. Essas previsões evidenciam uma dificuldade generalizada em encarar o presente para além do que nos atravessa diretamente”, alerta. Nessa esfera, o CEO exemplifica por meio dos movimentos de inclusão racial. ” Os movimentos negros no Brasil estão se organizando cada vez mais e estão descobrindo o poder de influência que essa organização possibilita. As empresas sentiram o impacto das manifestações do meio do ano, mas estão anos-luz distantes de qualquer ação digna de nota. O preço para essa omissão histórica, que é infinitamente mais escandalosa nos EUA será alto e certamente demandará das empresas mudanças radicais que atendam à urgência da diversidade”.

Facó acredita que o trabalho e o ensino a distância vieram para ficar. “Talvez de uma forma híbrida, mas permanecerão em muitas partes. O webinars foi a grande novidade no mercado corporativo. Ele trouxe imensas novas possibilidades”, ressalta. O executivo ainda destaca a redução nos custos que, na maioria dos casos, chegou a quase zero, como algo a se prolongar. “Isto por si só já foi muito benéfico. Juntamente com o poder de alcance e capacidade de público ilimitados, esse conjunto torna a plataforma incrivelmente poderosa e que só tenderá a crescer em termos de aprimoramentos e qualidade nos próximos meses”, avalia.

Como tendência de curto prazo, Marcelle reforça a questão dos eventos virtuais com destaque para conteúdos relevantes. “A gestão de conteúdo, dentro de um trabalho de marketing contextualizado e permeado por projetos que, de alguma forma, gerem impacto na sociedade e apoiem o dia a dia, deixando de ser meramente uma publicidade é o que devemos acompanhar nos próximos meses”.

Otimismo à vista
A experiência trouxe descobertas positivas. Há vários aspectos onde o otimismo se mantém, uma margem entre 40% e 52% dos entrevistados se sentem otimistas em aspectos como uma rápida recuperação e o sentimento de que a recessão será breve; a possibilidade de manter o uso de tecnologia e o trabalho virtual; a oportunidade de redefinir papéis no negócio e poder redirecionar o negócio para o que importa.

55% acredita que essas mudanças terão continuidade e mudarão a maneira como os profissionais de marketing trabalharão no futuro, mas acreditam que o impacto será de curto prazo.

Metodologia
O estudo ouviu 300 profissionais de marketing do Brasil que atuam em empresas com estratégias de negócio B2B (150), B2C (100) e mistas (50). Destes, 78% usam o LinkedIn em suas campanhas digitais. As entrevistas online percorreram as áreas de educação, indústria, telecomunicações, óleo e gás, varejo e produtos e tecnologia entre outras por meio de perguntas de múltipla escolha. Os resultados finais podem não representar a soma de 100% por ser permitida a escolha de mais de uma alternativa e pelo fato de não ser obrigatória a resposta a todas as perguntas.