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Gartner: 75% dos CEOs serão responsabilizados pessoalmente por incidentes de segurança ciberfísica

A responsabilidade por incidentes de segurança ciberfísica deixará de ser um tema simplesmente corporativo para se tornar uma questão pessoal para 75% dos CEOs até 2024. Esse é um dos destaques da mais recente pesquisa divulgada pelo Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas. 

De acordo com o levantamento, isso acontecerá devido à natureza e importância dos sistemas ciberfísicos (CPSs – Cyber-Physical Systems em inglês). Segundo o Gartner, CPS são os sistemas e recursos projetados para orquestrar o relacionamento e análise de toda a interação do digital com o mundo físico (incluindo humanos), permitindo o controle, detecção e dimensionamento dos potenciais eventos, assim como acompanhamento das consequências dessa relação.  

Em outras palavras, essas soluções sustentam todos os esforços de conexão do ambiente de TI com estruturas operacionais e dispositivos de Internet das Coisas (IoT), nas quais as considerações de segurança abrangem os mundos cibernético e físico, como infraestrutura crítica e intensiva em ativos e ambientes de saúde clínica. Como consequência, todos os possíveis incidentes relativos à infraestrutura ciberfísica pode provocar uma série de impactos graves, incluindo danos físicos a pessoas, propriedades ou ainda causar desastres ambientais.  

Neste cenário, os analistas do Gartner estimam que o número de incidentes aumentará rapidamente nos próximos anos, devido à falta de foco em segurança e à ausência de investimentos alinhados a esses ativos. 

“Órgãos reguladores e governos reagirão prontamente a um aumento de incidentes graves causados por falhas de proteção dos CPSs, aumentando drasticamente as regras e regulamentos que os regem”, afirma Katell Thielemann, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Nos Estados Unidos, por exemplo, o FBI, a NSA e a Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (CISA) já ampliaram a frequ& ecirc;ncia e os detalhes a respeito de ameaças a sistemas relacionados à infraestrutura crítica, sendo que a maioria é de propriedade do setor privado. Em breve, os CEOs não serão capazes de alegar não conhecimento nem de se esconder atrás de suas apólices de seguro”. 

O Gartner prevê que o impacto financeiro dos ataques aos CPS resultando em perdas fatais atingirá cerca de 50 bilhões de dólares até 2023. Mesmo sem considerar o valor atual de uma vida humana na equação, os custos para as organizações em termos de compensação, litígio, seguro, multas regulatórias e perda de reputação será significativa. 

“Os líderes de Tecnologia precisam ajudar os CEOs a compreender os riscos que os CPSs representam e a necessidade de dedicar foco e orçamento da organização para protegê-los”, diz a analista do Gartner. “Quanto mais CPSs conectados existem, maior a probabilidade de ocorrer um incidente”. 

Com a Tecnologia Operacional, edifícios e cidades inteligentes, carros conectados e veículos autônomos, os incidentes no mundo digital terão um efeito muito maior no mundo físico, uma vez que agora existem riscos, ameaças e vulnerabilidades em um espectro ciberfísico bidirecional. No entanto, muitas empresas não estão cientes dos CPSs já implantados em suas organizações, seja por sistemas legados conectados a redes corporativas por equipes fora de TI ou em decorrência de novos investimentos em automação e modernização voltados para negócios. 

“Um foco em Gerenciamento de Resiliência Operacional (ORM – de Operational Resilience Management, em inglês) além da segurança cibernética centrada em informações é extremamente necessário”, afirma Thielemann. 

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Zoop recebe aporte de R$ 60 milhões liderado pela Movile

A Movile, empresa que investe e desenvolve negócios de tecnologia e pessoas, acaba de liderar um novo aporte de R$ 60 milhões na Zoop, fintech líder em tecnologia para serviços financeiros no mercado B2B. Esse é o terceiro investimento da Movile na empresa desde 2018. A Zoop usará a nova rodada de capital para crescer ainda mais a vertical de Fintechs do Grupo, acelerando o lançamento de novas formas de pagamentos digitais, serviços de banking e crédito para seus clientes dentro da sua estrutura segura e certificada. Acompanha o investimento a Darwin Capital.

A Zoop atua nos segmentos de meios de pagamento, “banking as a service” (BaaS) e crédito. Os produtos da plataforma unem tecnologia e conformidade regulatória, permitindo que qualquer empresa – seja ela uma startup, um marketplace ou mesmo uma grande empresa – possa criar e oferecer serviços financeiros, com sua própria marca (white-label), de forma simples, eficiente e segura. A plataforma de tecnologia da Zoop é uma das principais infraestruturas por trás de um número crescente de novas ofertas de fintechs na América Latina hoje.

De acordo com Patrick Hruby, CEO da Movile, a vertical de Fintech hoje é o principal foco de expansão do Grupo. “Enxergamos uma imensa oportunidade nos próximos anos para melhorar os serviços financeiros e permitir um maior acesso para empresas de todos os tamanhos, e queremos garantir que estamos na vanguarda dessa transformação. Especificamente, existe um enorme potencial de crescimento para atender às necessidades de pequenas e médias empresas. Com o novo aporte, fortalecemos ainda mais a oferta de serviços da Zoop, permitindo que seus parceiros ofereçam serviços financeiros mais completos e integrados”, reforça.

Fabiano Cruz, CEO e Cofundador da Zoop, conta que a fintech cresceu o TPV em 140% na comparação com o ano anterior, além de ter atraído mais de 40 novos parceiros durante a pandemia. Ainda destaca o lançamento de vários produtos inovadores, como a vertical de Banking as a Service (ou BaaS), que chega para completar um portfólio de produtos e serviços de meios de pagamento e crédito.

“Acreditamos que qualquer empresa, de qualquer setor, poderá adicionar novas linhas de receita oferecendo conta digital, cartão pré-pago, saques, transferências, pagamento de contas, pagamentos instantâneos (PIX) e uma série de outros produtos e serviços disponíveis na plataforma white-label da Zoop. Queremos que os nossos parceiros de negócio idealizem, incorporem e operem produtos financeiros com a sua própria marca para a sua base de clientes, possibilitando que eles criem, hoje, os serviços financeiros do amanhã. A Zoop está no centro dessa revolução e tem possibilitado o surgimento de milhares de novos negócios em serviços financeiros. Com o aporte da Movile, seguiremos crescendo exponencialmente e desenvolvendo os produtos e serviços disponíveis na nossa plataforma B2B de “fintech as a service”, oferecendo as melhores tecnologias e lidando com todo o arcabouço regulatório para nossos parceiros”, afirma Cruz.

Fundada em 2013, a Zoop tem em sua plataforma mais de 500 parceiros. Além disso, a empresa cresceu quatro vezes o volume total de 2018 e está se preparando para processar 20 bilhões em transações na plataforma em 2020.

Fintechs

A estratégia de Fintechs da Movile está concentrada em três principais ofertas específicas para pequenas e médias empresas: pagamentos, banking e crédito. A Zoop exerce um papel fundamental dentro desse modelo, já que atua como uma plataforma tecnológica para meios de pagamento e serviços financeiros e habilita empresas de tecnologia para varejo, marketplaces e negócios B2B a se tornarem fintechs.

Responsáveis por mais de um terço de todo o capital aportado em startups brasileiras no ano passado, as fintechs captaram cerca de US$ 1 bilhão em 2019, volume quase três vezes maior em relação a 2018. Desde 2015, as startups que inovam no setor financeiro receberam US$ 8 bilhões em aportes, conforme levantamento recente do KoreFusion.

No último ano, a Movile investiu R$ 100 milhões na vertical de Fintech, o valor foi quase o dobro dos R$ 55 milhões investidos em 2018.

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SAP NOW Brasil 2020: SAP celebra resultados do evento digital e programa versão híbrida para 2021

A SAP Brasil encerrou mais uma edição do SAP NOW, que neste ano foi totalmente adaptado para o modo virtual. Foram cinco dias de incluiu palestras inspiracionais com grandes nomes da ciência e da tecnologia e que integraram as mais de 210 sessões de conteúdo, com mais de 370 palestrantes. Foram quase 90 horas de material inédito, que alcançaram mais de 50 mil visualizações. Para ampliar ainda mais esse alcance, tudo ficará disponível no site do evento (www.sapnow.com.br) para acesso gratuito e para assistir de onde e quando quiser.

“Assim como diversas empresas, a SAP rapidamente se adaptou para continuar entregando o conteúdo e a experiência sempre presentes em nossos eventos em um formato 100% digital. Sabemos que escolher conteúdo foi uma tarefa desafiadora durante a semana e com a agenda concorrida do dia a dia fica difícil absorver tanto conteúdo relevante em um curto período. O benefício desse novo formato é que mesmo após o evento, todo o conteúdo poderá continuar sendo acessado no nosso site”, explica Fernando Migrone, vice-presidente de marketing da SAP Brasil.

O executivo explica que a versão digital seguiu entregando para todo o ecossistema SAP a principal motivação do evento, que é compartilhar boas práticas, apontar tendências e se manter como o maior evento do mercado brasileiro para networking e fechamento de negócios em tecnologia.

“Quem não consegui estar conosco na semana passada terá oportunidade de acompanhar as entrevistas com nossos convidados, que incluíram bate-papos com Marcelo Gleiser, professor titular de Física e Astronomia no Dartmonth College, e com Holly Ridings, primeira mulher diretora de voos espaciais da NASA; ou ainda acompanhar como grandes empresas estão direcionando seu caminho de inovação com o apoio da SAP”, completa Migrone.

O conteúdo também inclui debates, mesas redondas e apresentações com foco em empresas inteligentes, supply chain, finanças, recursos humanos e customer experience. Entre os clientes que compartilharam suas histórias de sucesso com o público do SAP NOW Brasil 2020 estão Petrobras, Itaú, Nestlé, Grupo Ultra, BRF e Claro.

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LinkedIn revela lista de Top Startups no Brasil

A lista LinkedIn Top Startups 2020, elaborada pela maior rede social profissional do mundo, traz um dos rankings mais ecléticos desde seu lançamento no país, em 2017. Fintech, logística, saúde e gestão de imóveis estão entre os serviços prestados por empresas que, especialmente em 2020, têm na resiliência e superação da crise causada pelo coronavírus o seu elo em comum.

A metodologia para escolha se manteve a mesma do ano passado, com um único diferencial: a pandemia instaurada mundialmente fez com que a análise das empresas tivesse um recorte de tempo, ao invés de um ano, as empresas foram analisadas de janeiro a julho de 2020. Para serem elegíveis, devem ser independentes e privadas, ter 50 ou mais empregados no país, ter sete anos ou menos e estar sediada no Brasil. Para garantir a inclusão de empresas com forte potencial de crescimento, as startups que dispensaram 20% ou mais de sua força de trabalho dentro do prazo da metodologia também são inelegíveis.

“A lista 2020 reflete o estado atual da economia e do mundo, apresentando startups emergentes e resilientes e como elas estão operando neste universo em constante mudança”, destaca Rafael Kato, editor-chefe do LinkedIn para a América Latina. O ranking das LinkedIn Top Startups é produzido pela equipe do LinkedIn Notícias usando uma combinação de dados da plataforma e análise editorial.

LinkedIn Top Startups 2020:

1. Menu – e-commerce B2B que conecta distribuidores e indústrias com estabelecimentos comerciais

2. Loft – adquire e reforma imóveis para venda

3. Consiga Mais – apoio aos clientes na organização das finanças

4. Neon – Fintech

5. Loggi – serviços de logística

6. Yuca – adquire e reforma imóveis para locação

7. Xerpa – soluções para automatizar gestão de recursos dos trabalhadores

8. Conexa Saúde – plataforma de telemedicina

9. Buser Brasil – aplicativo de transporte colaborativo

10. Zenklub – plataforma de saúde emocional

No Brasil, conexão é a palavra que reflete o resultado. Todas as listadas se destacam pelo foco em serviços digitais. Essas empresas vêm oferecendo suporte aos seus usuários e clientes e prestando serviços que atendem às necessidades da população durante o distanciamento social. Cada uma tem sua história de resiliência em tempos de pandemia. As empresas de logística, por exemplo, foram mais afetadas no início do distanciamento social. Porém, voltaram a crescer à medida que a sociedade passou a consumir serviços remotos. As empresas se reinventaram e puderam voltar a contratar e aumentar o faturamento. Loggi, Neon e Loft foram reconhecidas em 2019 e permaneceram no ranking 2020, mostrando que mantiveram suas atividades mesmo com a crise sanitária.

“A lista deste ano nos mostra que as startups vivem um momento desafiador no Brasil e, mesmo diante de adversidade econômica e social, estão conseguindo se destacar. Temos bons exemplos de medidas tomadas para ajustar o modelo de atuação de negócios que podem perfeitamente ser aplicadas por qualquer tipo de empresa, não apenas startups”, comenta Kato.

Metodologia

Pensando nos quatro pilares da metodologia (crescimento do número de funcionários, engajamento, interesse em empregos e atração de talentos), há algumas considerações a serem feitas. O crescimento do número de funcionários é medido pelo crescimento percentual dos colaboradores ao longo de um ano, que deve ser de no mínimo 15%.

Já o engajamento está relacionado com número de visualizações e de seguidores da página da empresa no LinkedIn por não-funcionários, bem como a quantidade de não-funcionários que estão visualizando profissionais daquela startup.

O interesse em empregos considera a taxa de pessoas que estão visualizando vagas naquela startup e se candidatando a elas, tanto para posições remuneradas quanto não-remuneradas.

Por fim, a atração dos melhores talentos mede quantos colaboradores recrutados pela startup são oriundos das empresas que compõem a lista de Top Companies do LinkedIn.

O período de seleção corresponde a janeiro a julho de 2020, sendo este o único diferencial da metodologia em relação ao ano passado.

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Startup desenvolve plataforma que analisa dados de comportamento eleitoral

Mais um período eleitoral se aproxima e uma análise aprofundada de candidatos e eleitores é fundamental para a tomada de decisão. É com este propósito que a startup Datapedia desenvolveu em parceria com a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) uma plataforma inteligente capaz de visualizar e traduzir de maneira interativa padrões históricos de votos incluindo indicadores econômicos, sociais e políticos.

O software foi desenvolvido por pesquisadores da Unidade EMBRAPI – Centro de Engenharia Elétrica e Informática (CEEI) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Com ele, é possível que candidatos criem estratégias, alianças, diagnósticos por território, identificação de concorrentes e projeção de cenários, por exemplo. Para o cidadão, é possível se informar sobre o histórico de eleições em sua cidade ou estado e entender os padrões de votação em representantes eleitos.

Os diferenciais da tecnologia estão no uso de ciência de dados com técnicas de visualização que facilitam a comparação de padrões geográficos e de comparação dos resultados das eleições em níveis municipais, estaduais e federal de 2000 até hoje. Além disso, é possível cruzar dados de votações com dados georreferenciados das seções eleitorais para mostrar em quais bairros se concentram os votos de determinados candidatos.

Segundo o professor Nazareno Andrade, coordenador de projeto do CEEI, ter informações seguras sobre a real situação de cada região é essencial, tanto para cidadãos, que podem fiscalizar e escolher melhor seus representantes, quanto para candidatos, que podem adotar estratégias mais assertivas. “Esta base de dados é muito importante para candidatos e partidos políticos para que entendam o comportamento dos eleitores, suas preferências e façam o planejamento adequado para responder aos anseios da população, na outra ponta, o eleitor poderá estar melhor informado e preparado sobre seu candidato para o momento diante da urna”, afirma.

Apoio para startups

A EMBRAPII é uma organização social que tem contrato de gestão com o Ministério da Educação (MEC), de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e Saúde. Em sete anos de operação, já apoiou mais de 1000 projetos em parceria com empresas nacionais de diferentes portes e segmentos, totalizando R﹩ 1,5 bilhão em investimentos.

Em seu modelo operacional, os valores dos projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) são divididos entre a instituição, as Unidades EMBRAPII (centros de pesquisa credenciados) e a empresa demandante. Os recursos aportados são não reembolsáveis. No caso de projetos com startups, há linhas especiais de financiamento que diminuem a contrapartida das empresas e aumentam as facilidades para inovar. A instituição conta ainda com acordo com o Sebrae que amplia a abrangência dos recursos aportados para que o pequeno empreendedor possa compartilhar suas propostas tecnológicas no setor produtivo.

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Abertura de vagas no segmento e-commerce cresce até 162% durante a pandemia

Alternativa para as empresas desde a implementação da quarentena, a importância do e-commerce refletiu diretamente na abertura de vagas de trabalho no segmento, que apresentou crescimento de até 162% entre os meses de março a agosto, em comparação com o mesmo período de 2019, aponta levantamento realizado pela Catho. Cargos como vendedor, atendente, gerente e supervisor de e-commerce cresceram, respectivamente, 162%, 161%, 76% e 67% durante a pandemia.

“O crescimento expressivo na área de comércio eletrônico comprova que as empresas, de todos os portes e nichos, estão apostando na transformação digital e se adaptando à nova realidade de pouco contato físico com os clientes para evitar a propagação do vírus. Atualmente, oferecer serviços on-line pode ser a garantia de continuidade de negócios”, explica a diretora de Operações da Catho, Regina Botter.

As profissões ligadas à área da saúde, essenciais para o tratamento de pacientes com covid-19, continuam liderando a pesquisa, que busca compreender os cargos de maior abertura de vagas durante a pandemia do novo coronavírus. Profissionais como fisioterapeuta respiratório (924%) e hospitalar (900%) seguem na ponta do ranking desde março.

Confira ranking:

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Bunge fecha parceria inédita com Orbia para negociação digital de grãos

Em um movimento pioneiro e inovador, a Bunge, uma das maiores empresas de agronegócio e alimentos do mundo, firmou parceria com a Orbia, o maior marketplace de insumos agrícolas do Brasil, para comercialização de commodities em ambiente totalmente digital. Com a entrada na plataforma da Orbia, a Bunge abre caminhos para um formato inédito de originar grãos, tornando-se a primeira trading no Brasil a realizar essa operação.

“O agronegócio sempre foi muito inovador da porteira para dentro e, agora, a Bunge está liderando o movimento de modernização dos processos de comercialização e transporte da porteira para fora. Com essa parceria, estamos revolucionando a forma de fazer negócios para responder às demandas na velocidade que o mercado requer, nos preparando para o futuro, investindo em ações que nos colocam à frente no processo de inovação do setor”, comenta o diretor de Originação da Bunge, Roberto Marcon.

A Orbia reúne a possibilidade da compra e venda de insumos, comercialização de commodities e programa de pontos, de forma a acompanhar a jornada do produtor, desde o planejamento da produção até a comercialização da sua safra. Assim, o produtor rural tem uma experiência completa e única, por meio de uma ferramenta totalmente digital, amigável e intuitiva. A plataforma possui 170 mil usuários, o que corresponde a 70% da área plantada no país, e 117 canais de distribuição cadastrados.

Com essa parceria, a Bunge aporta seu conhecimento em commodities, administração de risco e força logística à plataforma, além de tornar a Orbia o marketplace com o maior footprint de silos e fábricas de processamento de soja no país. “Nossa missão é conectar os produtores rurais a uma rede ampla para facilitar os seus processos. Já vínhamos cumprindo com esse objetivo dada a nossa presença nacional e a relevância da nossa solução, evidenciada pelo maior programa de coalizão do agronegócio e a consolidação da nossa liderança na comercialização digital de insumos agrícolas. Contar agora com a expertise de mais de 200 anos da Bunge na comercialização global de grãos reforça a nossa proposta de valor”, afirma o CEO da Orbia, Ivan Moreno.

No caminho rumo à transformação digital, a Bunge vem investindo em uma série de soluções tecnológicas dentro de seu negócio principal, antecipando-se à nova dinâmica do futuro dos negócios. “Recentemente, lançamos o aplicativo Vector, ferramenta que possibilita a digitalização de todo o processo de contratação de frete rodoviário para o transporte dos grãos da empresa, por meio de um aplicativo que agiliza o processo e reduz a necessidade de interação direta na negociação. Além disso, juntamente com outras tradings, somos fundadores da Covantis, iniciativa dedicada a implementar o blockchain no comércio global de commodities, cujo intuito é melhorar a velocidade e segurança tecnológica nas operações de exportação. Ao atuarmos de forma digital nas frentes de Originação, Logística e Exportação, com Orbia, Vector e Covantis, respectivamente, estamos revolucionando as bases do nosso negócio, liderando as mudanças tecnológicas do setor”, afirma Júlio Garros, Vice-Presidente Global de Transformação de Negócios, Serviços Compartilhados e TI da Bunge.

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Inovação aberta, essencial para a sobrevivência empresarial pós-Covid

Por Maximiliano Cortés

A inovação por si só é uma fortaleza e multiplica seu valor quando feita de forma constante. Muitas empresas perceberam neste período de pandemia que, caso tivessem processos contínuos de inovação, estariam melhores preparadas para enfrentar a crise atual.

Algumas empresas ainda não iniciaram seu processo de inovação, deixando de lado os benefícios concretos. A chave não é congelar, mas sim colocar em movimento e tomar decisões para provocar a inovação na organização de forma orgânica, horizontal, multidisciplinar e sistemática.

A principal mudança que ocorre é social. O novo normal terá novos hábitos de consumo e organizacionais. O home office definitivamente adquire um novo status no mundo pós-pandêmico e este cenário está forçando a mudança nos modelos de negócios de muitas empresas. Embora a atenção pessoal continue a ser fundamental e insubstituível, começará uma nova etapa, muito mais globalizada, cujas tecnologia, comunicação e cultura de inovação terão papéis ainda mais relevantes.

Sob essa premissa, o foco deve ser promover a inovação interna, transformar a cultura organizacional e aprender a trabalhar em ecossistemas dinâmicos, confiáveis e que acelerem os processos por meio da inovação aberta com empreendedores e outras organizações. Sem dúvida, essas ações representarão um grande diferencial.

Para que a inovação tenha um verdadeiro impacto nos negócios e na transformação digital é necessário democratizar a inovação interna. Ou seja, empoderar os colaboradores, transformando-os em empreendedores internos por meio de mecanismos para incentivar, recompensar, compartilhar e estimular. Neste modelo, denominado intraempreendedorismo, cria-se um ambiente que incentiva a participação dos colaboradores no processo de inovação.

Caminhamos para uma nova etapa da Economia Digital com ecossistemas de valores nos quais o trabalho colaborativo entre empresas e empreendedores é essencial. O futuro está totalmente digitalizado e com cadeias de suprimentos integradas de ponta a ponta.

Enquanto caminhamos para um novo mundo pós-pandêmico, com novas formas de relacionamento proporcionadas pela tecnologia, o contato humano não será substituído. A tecnologia está nos mostrando que é uma excelente alternativa neste contexto e que pode nos ajudar a construir novas formas de trabalho.

Em muitos casos, está democratizando a comunicação. Veja, por exemplo, nas reuniões virtuais. Agora estamos todos em pé de igualdade, independentemente de onde nos conectamos. Além disso, esta crise está mudando o paradigma do contato pessoal e as habilidades “soft”, como a empatia à distância, serão cada vez mais importantes.

Ainda temos tempo para reverter os danos ao meio ambiente e evitar erros pré-Covid, viver em harmonia com a natureza e o descanso do ser humano é obrigatório no novo normal. O novo normal é um mundo onde a inovação precisa ser sustentável, sempre com um propósito que constitua o meio para impulsionar as empresas para a prosperidade, com um compromisso solidário e com a qualidade de vida das suas comunidades.

Maximiliano Cortés, Chief Operation Officer da Parabolt, uma divisão da Globant dedicada à inovação e desenvolvimento de software.

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Black Friday: varejo precisa oferecer novas opções de pagamento para garantir o sucesso das vendas

Por Ralf Germer


A pandemia do novo coronavírus transformou as vendas no varejo. Com o fechamento temporário das lojas físicas ou funcionamento em horário reduzido devido aos decretos municipais de contenção da transmissão da Covid-19, empreendedores precisaram se reinventar, migrar para plataformas digitais e pensar em alternativas para continuar movimentando o negócio. Um exemplo disso é a antecipação da Black Friday em diversos estados do Brasil, com promoções que estimulam o consumo em um período fraco para o comércio.

Se de um lado os clientes vão precisar de planejamento e prudência para evitar descontos pouco proveitosos, por outro, as empresas terão que se adaptar para atrair o público de forma mais verdadeira. Além de oferecer melhorias no valor dos produtos, disponibilizar novas opções de pagamento no ato da compra é fundamental para o sucesso do faturamento. Os e-commerces, principal elo de relação entre as pessoas e o mercado durante a quarentena, devem se adaptar para atender com eficiência os seus consumidores, inclusive os desbancarizados.


Além dos métodos de pagamentos tradicionais, como dinheiro físico, cartão de crédito e débito, cheques e boletos, alternativas vêm ganhando espaço no país. A Cielo, por exemplo, empresa brasileira de serviços financeiros, registrou um aumento de 260% na solução de pagamento via link, que permite que as vendas sejam realizadas por meio de canais online, sem exigir que os comerciantes tenham uma loja virtual. Para se ter uma ideia, 83% dos brasileiros passaram a fazer compras pelo WhatsApp, segundo a Accenture, empresa de consultoria.


Outra mudança de comportamento da sociedade diz respeito a utilização dos pagamentos por aproximação. Segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), essa opção de pagamento movimentou R$ 8,3 bilhões no primeiro trimestre de 2020, um crescimento de 330% em relação ao mesmo período de 2019. Até o momento, o QR Code é o método mais popular e já foi usado por 35% dos brasileiros com smartphones, conforme aponta um estudo da área de Inteligência de Mercado da Globo.


O Banco Central do Brasil (Bacen) divulgou o lançamento dos pagamentos instantâneos (Pix). Previstos para chegar em novembro e revolucionar a forma como lidamos com os pagamentos – uma vez que as transações serão realizadas em até dez segundos, sem restrição de datas e horários – a tecnologia abre um leque de possibilidades para o varejo e os consumidores, já que pagadores e recebedores movimentarão o dinheiro de forma online e imediata para toda e qualquer entidade, empresa e pessoa física.


Lojistas que estão se preparando para conceder descontos aos clientes nesses últimos meses do ano, visando uma possível recuperação do varejo, estão no caminho certo para tentar fechar 2020 no azul. No entanto, quem deseja sair na frente da concorrência, deve estar atualizado e conectado com as inovações do mercado. Disponibilizar novas opções de pagamento no ambiente virtual é obrigação para quem quer garantir números melhores para o comércio no geral.

Ralf Germer, CEO e cofundador da PagBrasil

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Como despertar sua competência emocional e se destacar no mercado de trabalho

Por Cris Kerr

Para qualquer cargo que uma pessoa venha a ocupar é importante que ela invista em atualizações de seus conhecimentos técnicos, que mantenha a leitura sobre atualidades em dia, e sempre faça cursos que renovem seu conhecimento. Mas você já parou para pensar que as suas competências emocionais podem interferir para você avançar na sua carreira?

As empresas precisam avaliar as competências técnicas, mas tão importante quanto são as habilidades interpessoais conhecidas como “soft skills”. Se você nunca ouviu o termo, sabia que as soft skills são uma série de competências que tem pouca ligação com a formação acadêmica e sim com as habilidades de inteligência emocional que apenas os humanos conseguem desenvolver.

As mais conhecidas são: comunicação clara, gestão do tempo, capacidade de resolver problemas, flexibilidade e adaptabilidade aos desafios, facilidade para trabalhar em equipe, atitude positiva e autoconfiança. No entanto algumas habilidades importantes não são tão conhecidas, como o gerenciamos das nossas próprias emoções e a forma como lidamos com os relacionamentos.

Para conquistar esses atributos, investir no autoconhecimento é cada vez mais importante, tanto para aprimorar essas capacidades, como também para ampliar a consciência de quais diferenciais você tem como profissional. A auto avaliação é uma ferramenta essencial para conhecer os seus pontos fortes e fracos, além de também ajudar a compreender quais são seus próprios objetivos e valores.

Um ótimo exemplo para ilustrar a grande necessidade das soft skills foi o que aconteceu, com o início da pandemia do novo coronavírus. De repente, as pessoas tiveram que mudar por completo a sua rotina e as que tinham maior domínio emocional foram menos impactadas neste cenário. Isso porque essas pessoas conseguem gerenciar melhor as suas emoções, o que contribui para se adaptarem a mudança, resiliência para lidar com contratempos, otimismo e o bom humor, mesmo em uma situação adversa.

Diversos estudos mostram que o quanto o bom humor e a felicidade impactam diretamente na produtividade das pessoas dentro da empresa. Profissionais com humor positivo possuem maior criatividade, maior capacidade de resolver problemas, mais flexibilidade na rotina, e mais eficácia na tomada de decisões. Enquanto uma pessoa com humor negativo tem pouca atenção aos detalhes, gera desarmonia no ambiente corporativo, afinal as emoções são contagiosas, sejam elas negativas ou positivas.

Muitas pessoas já possuem soft skills mas, se este não é o seu caso, confira algumas dicas sobre como despertar sua competência emocional:

Gerenciar suas emoções: não quer dizer que você vai bloquear suas emoções, na verdade você precisa aprender a viver com suas emoções.

Preste atenção nas próprias emoções: parece simples, mas muitas pessoas não conseguem se observar e identificar as próprias emoções. Por isso, sugiro um exercício bem simples, que é anotar tudo o que está sentindo e o que uma situação desconfortável causa em você e, depois, com calma, reflita sobre cada item anotado.

Buscar motivações: o estresse é visto como negativo, no entanto o estresse agudo, ou seja, o que é momentâneo, é importante para você buscar novos planos, e sair do piloto automático. Assim busque ter planos claros e possíveis para cada das suas metas e, caso o plano A não dê certo, vá com confiança para o plano B.

Trabalhar a empatia: para ter empatia, você precisa sentir as emoções. Se você não se permite sentir emoções, como conseguirá detectá-las em outras pessoas? Faça um esforço consciente, atenção em você para se conhecer. Depois atenção plena com a pessoa que estiver na sua frente, vale a pena, afinal a empatia é uma fonte construtora de relacionamentos.

Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade, consultoria especializada em Inclusão & Diversidade

Roche lança desafio de startups para encontrar solução que facilite diagnóstico de doenças raras

Atualmente, diagnósticos precoces e assertivos são dois dos grandes problemas relacionados a doenças raras no Brasil, prejudicando o cuidado com o paciente e tendo forte impacto no sistema de saúde. Tendo em vista estas questões, a Roche promove com a Eretz.bio o Desafios Plurais – a vida de cada paciente é singular, nosso desafio é plural, que busca pessoas físicas ou empresas, mesmo startups, que possam apresentar soluções para facilitar diagnósticos precoces de doenças raras voltadas para atenção primária e que possam ser replicáveis em grande escala. As inscrições terão início no dia 23 de setembro de 2020.

De acordo com o Ministério da Saúde, considera-se doença rara aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100.000 indivíduos, ou seja, 1,3 pessoas para cada 2.000 indivíduos. No Brasil, estima-se que 13 milhões de pessoas convivem com algum tipo de doença rara. “Em geral há uma demora de até 7 anos para um diagnóstico, depois de 2 ou 3 análises imprecisas. E diagnóstico errado, significa agravamento da doença. Além disso, estima-se que 25% das pessoas nem saibam de sua condição. Por estas razões o Desafios Plurais é tão importante. A Roche reforça o seu compromisso com a inovação na busca por respostas para não deixar nenhum paciente para trás”, ressalta João Paulo Magalhães, Diretor da Unidade Specialty Care na Roche.

Os candidatos do desafio devem atuar nos seguintes pilares: recurso para suspeita da doença rara; impulsionar o diagnóstico precoce; maior centralização das informações ligadas aos diagnósticos; suporte ao corpo clínico na tomada da decisão médica; destinação/encaminhamento correto para especialistas. Não serão válidas soluções prontas que não estejam disponíveis para adaptação e/ou customização e novos testes de diagnósticos. Algumas doenças são prioritárias nesta iniciativa. Entre elas estão Esclerose Múltipla, Hemofilia, Neuromielite Óptica, Atrofia Muscular Espinhal, Fibrose Pulmonar Idiopática, Doenças Inflamatória Intestinal (RCU e Chron) e Doenças da Retina (DMRI ou EMD).

O processo seletivo será realizado por uma comissão de avaliadores formada por especialistas técnicos e de negócios da Roche e potencialmente por outros parceiros que garantirão total imparcialidade aos participantes.

O projeto vencedor do Desafios Plurais terá a possibilidade de ter a solução validada quanto à sua usabilidade e aplicação no setor de saúde por especialistas e pela equipe de inovação do Einstein. Além disso a iniciativa poderá ser escalada em parceiros Roche, podendo ainda ser co-desenvolvida através da rede de networking com executivos da farmacêutica e parceiros internos.

A partir do dia 23 de setembro os interessados terão 28 dias para fazer a inscrição, que deve ser realizada na plataforma http://desafiodiagnostico.wpcomstaging.com/desafios-plurais/ .

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O que podemos aprender com os contadores

Por Bruno Portnoi

Muitos podem não saber, mas o contador, celebrado neste 22 de setembro, têm contribuído, cada vez mais, não apenas para o aprimoramento da gestão e governança corporativa, como para a transparência e integridade, anseios irreversíveis da sociedade contemporânea. Exemplo muito claro da relevância e ampliação do significado de seu trabalho verifica-se no cenário da pandemia da Covid-19, que desestabilizou pessoas e empresas de seus eixos.

Hoje, em todas as frentes, seja atuando na preparação de balanços contábeis, no atendimento a pessoas físicas ou desempenhando a função de auditores independentes, os contadores operam cada vez mais como consultores e orientadores de boas práticas. Muito do tempo que despendiam anteriormente com tarefas manuais (como as entregas fiscais), converteu-se em conhecimento, capacidade analítica e crítica e melhor uso de suas habilidades – indispensáveis neste momento atípico que vivemos, no qual as tomadas de decisão devem ser rápidas e assertivas.

Parte desses créditos vai para o Certificado Digital, que aplica-se de maneira muito adequada e pertinente à contabilidade, conferindo praticidade e segurança no cumprimento de obrigações tributárias e acessórias de empresas, à declaração do Imposto de Renda de Pessoas Físicas, à interação com autoridades e organismos reguladores, assinatura digital de documentos, além de outros benefícios. Por meio desta tecnologia, essas interações podem ser feitas no meio virtual, com apenas alguns cliques e total respaldo jurídico.

Sem dúvidas, o cenário atual é de desafio imenso para os contadores. Felizmente, os profissionais e empresas do setor, em mais uma demonstração do grau de excelência que a atividade atingiu no País, têm conseguido fazer frente à inusitada demanda, fazendo o possível para contornar e enfrentar crise sem precedentes. Mais do que nunca a contabilidade foi sinônimo de resiliência e com certeza, depois que tudo isso passar, assim será lembrada. Diante de tudo isso, é nosso dever parabenizar os contadores por este dia e agradecer-lhes por toda a dedicação ao ofício.

Bruno Portnoi, Diretor de Marketing e Vendas da Certisign

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