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Stone seleciona startups para competição de Venture Capital entre universitários

A Stone, empresa de tecnologia de pagamentos financeiros e de soluções para PMEs, está com inscrições abertas para a Stone Investment Competition, uma competição que reúne universitários interessados em finanças e investimentos e startups brasileiras reais. A empresa busca startups de todos os modelos de negócios, independentemente de terem recebido investimento. Serão selecionadas três startups para o desafio, em que os times de estudantes representarão investidores, com objetivo de avaliar e escolher apenas uma empresa, em uma experiência on-line completa e interativa de um Venture Capital.

A iniciativa, que terá todas as etapas de forma on-line devido à pandemia, premiará a startup com maior qualidade do negócio e orientada a resolver os problemas de seu cliente com um programa de mentoria com líderes da Stone. Já os times de estudantes vencedores receberão bolsas de estudos de até R$ 30 mil, que poderão ser utilizadas em qualquer instituição de ensino.

“Queremos potencializar o empreendedorismo no Brasil e, por isso, lançamos neste ano a Stone Investment Competition. Além de desenvolver novas habilidades de jovens em formação, a iniciativa tem como objetivo conectar líderes da Stone e startups que tenham sinergia com a nossa cultura. Com o Programa de Mentoria com nossos especialistas, buscamos dar feedbacks estruturados e ajudar a startup vencedora a aprimorar seu negócio”, explica Fernanda Teich, responsável pela área de educação da Stone.

A seleção das três startups será feita antes do início da competição, priorizando negócios que tenham sinergia com a cultura da fintech. Um time de líderes da Stone fará a seleção criteriosa das empresas, a partir dos dados e documentos submetidos na inscrição on-line. A Stone procura startups que sejam soluções baseadas na nuvem. Todas as soluções serão avaliadas pelo time da fintech, e três serão convidadas para o evento de Decisão de Investimento, no dia 27 de setembro, com grandes líderes da Stone e jovens selecionados para o desafio.

Nessa data, as startups apresentarão seus negócios para os grupos de estudantes, que poderão fazer perguntas para os representantes dos negócios. Depois, cada time terá de 2 a 3 horas para decidir em qual startup investir. Ao final do Pitch Day, os universitários escolherão uma startup para investimento. Os vencedores serão anunciados no dia do evento, após a avaliação dos jurados.

As startups interessadas podem realizar a inscrição no site até o dia 15 de setembro

http://innovationawardslatam.com/c/stone.

Os estudantes devem se reunir em times de 3 a 5 estudantes para realizarem a inscrição e a primeira etapa do desafio até 11 de setembro pelo link:

http://www2.stone.com.br/stone-investment-competition/.

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SAP NOW 2020: Petrobras, Embrapa, Itaú e Claro estão entre as empresas que vão compartilhar seus projetos de transformação digital

O SAP NOW Brasil 2020 irá trazer uma série de apresentações de clientes e parceiros para demonstrar na prática como os temas ciência e tecnologia estão cada vez mais conectados. Logo na sequência dos keynotes com as lideranças da SAP e as palestras com convidados, como a Holly Ridings, diretora-chefe de voos da NASA, e Marcelo Gleiser, físico e professor no Dartmouth College, começam a grade de cases, conteúdos técnicos e painéis com convidados.

Na grade, também há uma série de palestras sobre como os clientes estão digitalizando e adicionando inteligência aos processos nas mais diferentes áreas, como gestão de RH, finanças, marketing e relacionamento, compras e logística da cadeia de suprimentos, entre outras aplicações. Convidados*, como Nina Silva, CEO e uma das fundadoras do Movimento Black Money, Bernardinho, ex-técnico da seleção brasileira de vôlei, e o filósofo Clóvis de Barros Filho falam, entre outros temas, sobre diversidade, motivação de times e humanização do RH.

“As marcas irão compartilhar como as soluções tecnológicas têm impactado neste momento desafiador, com a crise trazida pelo novo coronavírus. O caminho passa pela adoção de tecnologias avançadas e processos tecnológicos integrados e ágeis para trazer cada vez mais inteligência para os negócios, o que traz mais segurança, transparência e produtividade”, explica Fernando Migrone, vice-presidente de marketing da SAP Brasil.

Confira alguns destaques da programação:

BRF – como os CFOs estão desempenhando um papel fundamental para impulsionar a inovação e apoiar os negócios, ao mesmo tempo em que lidam com as novas pressões do ambiente atual (Canal Finanças – 14/09 às 12h50)

Petrobras: De transformação digital à transformação cultural | bate-papo de Nicolas Simone e Adaire Fox-Martin (Keynotes – 16/09 às 10h).

SOMPO Seguros: confira como a empresa conseguiu consolidar e controlar os dados para aumentar a qualidade e consistência das informações, garantindo conformidade com regulamentações e preparo para o processo LGPD. (Canal Customer Connect Center – 16/09 às 11h30)

Itaú BBA: como as inovações em tecnologia e os avanços na regulação com Open Banking e PIX estão transformando modelos de negócio na área de Cash Management (Canal Indústrias – 16/09 às 16h50).

Hospital Albert Einstein: reconhecido como o melhor da América Latina, o hospital utilizou a tecnologia para como principal aliada para mobilizar e desmobilizar seus trabalhadores terceirizados, garantindo visibilidade total das informações dos profissionais terceirizados (Canal Procurement – 17/09 às 12h50).

Grupo Aço Cearense: empresa com 40 anos no mercado siderúrgico vai compartilhar a jornada percorrida pelo Grupo para inovar em seus processos de planejamento operacional e financeiro usando plataforma SAP para levar a empresa a um novo patamar de agilidade nos negócios. (Canal Plataformas & Tecnologia – 17/09 às 14h10)

Claro: como a operadora reinventou o e-commerce com apoio do portfólio SAP Customer Experience (Canal Customer Experience – 17/09 às 15h30)

J. Macedo: apresentação do case sobre como gerenciar produtos com eficiência no armazenamento, atendimento e distribuição usando o SAP Extended Warehouse Management (Canal Digital Supply Chain – 17/09 às 15h50).

Palestras e Painéis*:

Canal Diversidade & Inclusão – 15/09 às 16h50

Nina Silva, CEO e uma das fundadoras do Movimento Black Money: a executiva irá falar sobre o papel da tecnologia no combate às desigualdades.

Canal Recursos Humanos – 16/09 às 11h30.

O filósofo Clóvis de Barros Filho participa de um painel com Moises Correia, diretor de RH para América Latina da UnitedHealth Group sobre digitalização e humanização do RH: a área de recursos humanos tende a avançar rumo a um futuro mais tecnológico, mas os avanços de produtividade são resultados da ação das pessoas.

Canal Recursos Humanos – 18/09 às 11h30

Bernardinho, ex-técnico da seleção brasileira de vôlei bate um papo com Roberto Shalabi, head

global de RH da BRF sobre como motivar equipes em tempos desafiadores: Bernardinho e Shalabi falam sobre a importância do capital humano e quais são as ações que as empresas devem tomar para garantir motivação de suas equipes em um momento desafiador.

Programação completa pode ser acessada aqui: https://events.sap.com/br/sap-now-brasil-2020/pt/agendas

Agenda – SAP NOW Brasil 2020

Quando: de 14 a 18 de setembro de 2020 das 10h às 18h

Como assistir: Você poderá acompanhar as transmissões no site do SAP NOW Brasil  

Faça sua inscrição, veja a programação completa e não perca essa experiência!

Inscrições: https://events.sap.com/br/sap-now-brasil-2020

XP Inc. lança a XP Ventures e estrutura aproximação com o ecossistema de startups no Brasil e no mundo

Com o objetivo de reforçar seu compromisso com o ecossistema nacional e internacional de startups, a XP Inc. anuncia a criação da XP Ventures, braço da companhia dedicado a firmar parcerias estratégicas com empresas iniciantes, fundos de venture capital e hubs de inovação no Brasil e no mundo.

O novo braço da XP Inc., que começou a ser estruturado há cerca de um ano, será liderado por Marcos Sterenkrantz, Head da XP Ventures. “A XP sempre esteve próxima do ecossistema de inovação no Brasil, por ter nascido com a cultura de ser inovadora. Agora, esse relacionamento será feito de maneira mais organizada e com cara da empresa”, comenta o executivo.

Recentemente, a empresa anunciou a aquisição das startups Antecipa (fintech que atua como plataforma digital de antecipação de recebíveis) e Fliper (plataforma de consolidação automatizada de investimentos). Com a XP Ventures, novos investimentos e todo o relacionamento com o ecossistema serão realizados de maneira mais sistemática, estruturada e alinhada com os produtos e objetivos da companhia, com foco na facilidade de acesso e na democratização dos investimentos no país.

A atuação da XP Ventures será baseada em três pilares: Radar e Tendências, um pilar de inteligência que visa identificar tendências no segmento de finanças, entender o que os consumidores estão buscando e discutir internamente estas novidades; Corporate Ventures , que efetivamente busca descobrir startups que estejam desenvolvendo iniciativas relacionadas com estas tendências e que ofereçam produtos e serviços relacionados com a XP; e Governança, responsável pelo processo de avaliação de parcerias e de acompanhamento dos acordos firmados, garantindo adoção das melhores práticas de relacionamento corporativo com as startups parceiras.

“As parcerias firmadas não necessariamente envolvem investimentos por parte da XP. Se fizer sentido, faremos o aporte. Mas em outras situações, elas podem se tornar fornecedoras ou realizar outros tipos de parcerias, por exemplo”, explica Sterenkrantz. De acordo com o executivo, as teses de investimentos da XP Ventures serão sempre alinhadas com o time de Estratégia da XP Inc, por meio de um comitê. O grupo estuda individualmente cada oportunidade, sem metas ou limites de investimento. “A XP é uma empresa capitalizada e vai alocar recursos quando achar oportunidades interessantes que agreguem valor para nosso cliente”, completa.

A XP estudou diversos benchmarks no Brasil e no mundo para desenvolver um programa alinhado a sua identidade e valores: foco em geração de valor, eficiência, sonho grande e espírito empreendedor. Sterenkrantz explica que as atividades da XP Ventures não serão pautadas apenas pelo viés financeiro do negócio, mas sim pela sinergia com a companhia. “Procuramos startups que estejam claramente alinhadas estrategicamente com a XP Inc. e com a nossa missão. É essencial que esse relacionamento agregue valor à companhia. Investimentos e parcerias são exclusivamente feitos quando trouxermos muito mais do que o dinheiro para mesa”, ressalta.

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Questões ambientais e transformação digital foram impulsionadas pela covid-19, aponta KPMG

Como resposta à pandemia da covid-19, 73% dos CEOs brasileiros entrevistados pela KPMG afirmaram que ganharam uma importância maior os temas relacionados ao comportamento social e às questões de meio ambiente, sustentabilidade e governança, conhecidas pela sigla em inglês ESG (Environmental, Sustentability and Governance). Entre eles, 20% discordam desse movimento enquanto 7% não concordam e nem discordam. Os dados constam na pesquisa anual intitulada CEO Outlook 2020 que entrevistou os líderes de oito setores da economia. Além de ter um capítulo completo dedicado ao impacto do isolamento social nas estratégias de negócios das companhias, reuniu questões como perspectivas econômicas, confiança empresarial, reputação, propósito, diversidade e futuro do trabalho.

Ainda sobre sustentabilidade, 60% dos CEOs afirmaram que querem garantir os ganhos em mudanças climáticas que foram obtidos como resultados da crise, sendo que outros 7% não pretendem fazer isso e 33% não concordam e nem discordam.

“Na percepção dos CEOs, as mudanças climáticas têm um peso muito grande no cenário atual e funcionários e clientes esperam que sejam tomadas medidas capazes de prevenir ou contornar esses problemas. Além disso, os consumidores mais jovens têm cobrado novos padrões de sustentabilidade das empresas”, analisa o presidente da KPMG no Brasil e na América do Sul, Charles Krieck.

Já no que diz respeito ao impacto da pandemia no processo de transformação digital da empresa que preside, 80% dos entrevistados apontaram que esse movimento foi acelerado, em alguns meses, pela criação de um novo modelo em que a mão de obra dos trabalhadores é ampliada pela automação e inteligência artificial. Já para outros 13% esse progresso foi o mesmo antes da pandemia e para 7% esse movimento foi acelerado de forma relevante, colocando a empresa anos à frente do progresso esperado.

Quando questionados sobre a digitalização da operação e da criação de novos modelos de negócios, para 40% esse processo foi acelerado; para 27%, ele foi além do que esperava; para 20%, ele se manteve estável; e para 13% houve um atraso. No que se refere à criação de novo modelo digital de negócios, 40% deles relataram que esse processo foi acelerado por uma questão de meses; para 27%, a empresa superou o progresso esperado; o mesmo percentual disse que o progresso se manteve igual ao período antes da pandemia e 7% deles tiveram algum tipo de atraso.

“Além das questões usuais como cadeia de suprimentos, retenção de talentos, fatores operacionais e regulatórias, os CEOs das grandes empresas brasileiras tiveram um início de ano atípico com novos desafios provocados pelo isolamento social por causa da covid-19. Nesse cenário complexo, a pesquisa mostrou que duas questões ganharam destaques na agenda desses executivos: a transformação digital e a fundamental discussão em torno das questões de ESG”, afirma Krieck.

Objetivos estratégicos: tecnologia e inovação

Pensando nos principais objetivos estratégicos das empresas brasileiras ao responder à crise e se preparar para a nova realidade, 53% disseram que estão alocando a maior parte dos investimentos na compra de tecnologia e temas de inovação enquanto que outros 47% afirmaram que estão direcionando mais investimentos para a força de trabalho e desenvolvimento de habilidades e capacidades.

No que diz respeito à confiança e reputação, 80% concordam em usar os propósitos corporativos para ajudar a impulsionar as ações necessárias para os stakeholders e apenas 20% não concordam. Além disso, a maioria deles disse que concorda que o propósito da empresa ter uma estrutura clara para a tomada de decisão rápida e eficaz relacionada à covid-19. enquanto 20% deles não concordaram com essa afirmação e 13% não concordam e nem discordam. Quando questionados se será necessário reavaliar os propósitos da empresa frente aos resultados da covid-19 para melhor endereçar as necessidades dos stakeholders, a resposta foi quase unânime: 47% concordam fortemente, 47% concordam e 7% não concordam e nem discordam.

Os CEOS ainda foram perguntados se a experiência pessoal deles com a covid-19 teve um impacto na estratégia utilizada para enfrentar os desafios de negócios trazidos pela pandemia. Para 44%, houve algum impacto e foram feitas algumas mudanças na estratégia empresarial por causa da experiência pessoal; para 33% deles, foi registrado um pequeno impacto porque a experiência fez eles terem mais atenção aos aspectos humanos da pandemia; para 11%, a experiência pessoal deles impactou a estratégia e para outros 11% não houve impacto na forma como os negócios foram endereçados.

Sobre a pesquisa CEO Outlook 2020:

CEO Outlook é uma pesquisa global da KPMG. A edição de 2020 foi realizada nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Índia, Japão, Canadá, França, China, Austrália, Itália, Espanha e Brasil. Entre janeiro e fevereiro de 2020, antes que o mundo começasse a sentir o real impacto da crise provocada pela pandemia, a KPMG entrevistou 1.300 CEOs das principais economias do mundo, 50 CEOs brasileiros e 270 CEOs da América do Sul para entender as principais preocupações, prioridades, desafios e expectativas com relação à economia e negócios. Em função da pandemia, a pesquisa ganhou um capítulo dedicado ao impacto do isolamento provocada pela covid-19 nos negócios. Entre julho e agosto, foram entrevistados mais 315 CEOs globais, 15 brasileiros e 80 sul-americanos para entender como os pontos de vista desses executivos mudaram durante a crise.

Com base neste universo, o CEO Outlook 2020 traça um retrato fiel sobre o que pensam os CEOs que atuam em escala mundial, regional e local com relação ao desenvolvimento dos negócios, os desafios que os líderes enfrentam e suas estratégias para planejar o sucesso de suas organizações nos próximos anos. Tudo isso com um olhar atualizado e direcionado às questões que envolvem as mudanças geradas pela crise mundial da covid-19.

O link para acesso à pesquisa é o seguinte: http://kpmgportal.dapresy.com/manager/ login.aspx?target=EGv0FC%2fQcqSgZwBp0MXA%2b0F8ed46ynHNsKYnE%2bB%2fkxk%3d

Cyrela lança aplicativo para corretor de imóveis

A Cyrela, a Living e a Vivaz no Rio de Janeiro estão migrando a comunicação com os corretores, que envolve todo o fluxo de envios de materiais de vendas, para o app Facilita, primeira plataforma de gestão de vendas 100% digital. 

Agora, todo o conteúdo estará disponível no aplicativo para os mais de mil corretores que fazem parte da rede de vendas da construtora. No antigo formato, a Cyrela se comunicava enviando o material técnico por meio de diferentes canais e de forma descentralizada. Os corretores das equipes de vendas externa recebiam informações por meio de e-mails e WhatsApp, enquanto o time interno da Seller, imobiliária do Grupo Cyrela, tinha acesso pela intranet. Agora todos acessarão o aplicativo e terão as informações simultaneamente pelo aplicativo. 

Por um lado, os corretores terão os materiais de vendas na palma da mão, eliminando ruídos no processo devido à quantidade de envolvidos e a necessidade de guarda de documentos nos seus dispositivos, que muitas vezes não eram armazenados pela falta de capacidade de memória do aparelho. Por outro lado, o turnover desta área, que é muito grande, impactava na comunicação, pois havia a necessidade de replicar informações que já estavam sendo repassadas por diversas vezes para treinar os novos corretores. 

“Eliminamos nossos problemas. Teremos a unificação dos dados num único ambiente de fácil acesso com o app da Facilita, que terá todas as informações de acordo com cada marca, melhorando nossa comunicação com toda a rede de vendas”, explica Aloisio Carlos, coordenador de e-business da Cyrela do Rio de Janeiro. 

Ainda segundo o executivo, a adoção do app Facilita faz parte da estratégia da Cyrela de transformação digital de seus processos, que tem ganhado força a partir de diferentes iniciativas e, no caso da área de vendas, a missão era encontrar um fornecedor para transformar seu repositório de materiais num processo ágil, simples para adotar e com um custo acessível. “Sabemos que agilidade e uma negociação com menor fricção são pontos cruciais para o sucesso desse mercado. Com esse acesso aos materiais, prevemos maior captação, encantamento de clientes e consequentemente uma ampliação na conversão de vendas”, explica Carlos. 

Para Glauco Farnezi, CEO da Facilita, essa é uma forma de dar autonomia e de fidelizar os corretores, que terão uma informação rápida e de qualidade, convertendo em mais resultados para a Cyrela. “Realizamos a centralização dos materiais das três marcas, que envolve ficha técnica, dados de reserva e cadastro, entre outros documentos, em apenas três semanas, levando eficiência operacional, redução de custos e simplicidade no acesso à informação”, finaliza Farnezi. 

Certisign cria área de Inteligência Artificial sob o comando de Marcelo Câmara

A Certisign, especialista em soluções digitais, anuncia nova área de Inteligência Artificial sob a liderança de Marcelo Câmara. Com o cargo de Chief Artificial Intelligence Officer, Câmara será o responsável pelas iniciativas envolvendo esse conceito, incluindo Machine Learning e automação nos processos existentes e em novos produtos. Além disso, deve auxiliar a ampliar a cultura de dados na companhia.

“Estou bastante entusiasmado com este desafio. A Certisign é a maior do segmento de Certificação no Brasil desde a sua criação e vamos trabalhar agora para torná-la referência, também, em identificação digital e provedora de soluções inteligentes para os atuais e novos clientes. Há uma infinidade de oportunidades que vamos avaliar, estruturar e colocar em prática ao longo dos próximos meses”, comenta.

Com mais de 25 anos de experiência em inovação, segurança da informação e inteligência artificial, o executivo ficou amplamente conhecido por seu trabalho no desenvolvimento, implementação e sustentação da BIA, a assistente digital do Banco Bradesco, case referenciado mundialmente.

Além do Banco Bradesco, Marcelo já passou por importantes instituições, como a Febraban, quando foi Diretor Setorial da área de Prevenção a Fraudes.

Time reforçado

Marcelo atuará sob o comando de Ramon Coronado, Diretor Técnico e de Operações (antes Microsoft), e, também, nos projetos de Bruno Portnoi, Diretor de Marketing e Vendas (antes Sascar, pertencente ao grupo Michelin, e Vivo) – ambos contratados há menos de um ano. “É um novo momento para a Certisign. Nós, que sempre fomos referência no mercado de Certificação Digital, estamos caminhando para nos tornarmos uma empresa ainda maior em outros setores da tecnologia, sempre pensando em oferecer ao cliente uma experiência simples e segura, além de produtos inovadores”, finaliza Bruno Portnoi.

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O gigante Marco Legal das Startups despertou!

Por Sergio Risola

O Marco Legal das Startups (MLS) acabou de despertar de um breve sono. Seu anteprojeto de Lei estava adormecido há alguns meses, apesar de sua extrema importância para o país, e espera-se que a sua regulamentação seja aprovada ainda nesse semestre. A proposta do MLS é estruturar um ambiente legislativo para o ecossistema de inovação, com um modelo inovador comercial e de leis que apoiem e sejam adequadas para as startups.

Uma pesquisa do Panorama Legal das Startups, realizada em julho deste ano, mostrou que 70,49% dos empresários entrevistados defendem a criação de leis de incentivo que tragam benefícios fiscais para startups e empresas com inovações, indicando que essa iniciativa contribuiria para alavancar o empreendedorismo inovador no Brasil.

O Marco Legal das Startups (MLS) acabou de despertar de um breve sono. Seu anteprojeto de Lei estava adormecido há alguns meses, apesar de sua extrema importância para o país, e espera-se que a sua regulamentação seja aprovada ainda nesse semestre. A proposta do MLS é estruturar um ambiente legislativo para o ecossistema de inovação, com um modelo inovador comercial e de leis que apoiem e sejam adequadas para as startups.

Uma pesquisa do Panorama Legal das Startups, realizada em julho deste ano, mostrou que 70,49% dos empresários entrevistados defendem a criação de leis de incentivo que tragam benefícios fiscais para startups e empresas com inovações, indicando que essa iniciativa contribuiria para alavancar o empreendedorismo inovador no Brasil.

Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec

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Acordo Setorial de Logística Reversa de Eletroeletrônicos: As empresas estão preparadas?

Recentemente foi assinado o Acordo Setorial de Logística Reversa de Eletroeletrônicos por entidades representativas do setor e pelo Ministério do Meio Ambiente. O acordo estabeleceu a obrigatoriedade da logística reversa para produtos eletroeletrônicos e a participação de fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes dos referidos produtos, e do Programa Lixão Zero, lançado em abril do último ano, no âmbito da Agenda Nacional de Qualidade Ambiental Urbana. A Indústria Fox, pioneira em reciclagem com base na captação de gases no Brasil, já realiza essa prática e explica como o acordo deve funcionar efetivamente e como as empresas devem se adequar.

“Buscamos nos adequar a todas as normas de segurança aplicáveis e aquilo que traga o máximo de benefício ao clientes e, consequentemente, ao meio ambiente, por isso nos antecipamos e já cumprimos os protocolos há anos. Outro item que entendemos como positivo é a definição do cumprimento de diretrizes nacionais como a ABNT 15833 e ABNT 16156, que devem ser aplicadas no descarte dos equipamentos coletados, segundo a PNRS. Atender um alto padrão de qualidade de serviços é outra prática já comum na nossa empresa”, declara Marcelo Souza, CEO da Indústria Fox.

O acordo, aguardado desde 2010, representa um avanço importante da Política Nacional de Resíduos Sólidos, já que foram estabelecidas metas e cronogramas específicos, além de medidas que buscam viabilizar a operação. Ele prevê que em cinco anos seja realizada a coleta gradativa, conforme calendário, e destinação adequada de até 17% do lixo eletrônico produzido no Brasil anualmente, também ficou definida a quantidade mínima de postos de coletas por estado para o mesmo período.

São duas fases para implementação do sistema de logística reversa de eletroeletrônicos, a primeira terá início após a publicação do extrato do Acordo Setorial no Diário Oficial da União e se encerrará no dia 31 de dezembro deste ano. A fase dois será iniciada em 1º de janeiro de 2021.

A mecânica da operação consiste na adesão dos fabricantes, importadores e entidades gestoras por meio de instrumento jurídico ou apresentação de modelo individual para execução das atividades que estão sob a responsabilidade de cada agente da cadeia. No caso de comerciantes e distribuidores, estes deverão fazer a adesão às entidades gestoras por meio de instrumento jurídico ou formalização de sua participação em sistema individual de algum fabricante ou importador para colocar em prática as atividades pertinentes a este grupo.

A fase dois será iniciada nos locais que tiverem solucionadas as questões fiscais para simplificação da operacionalização de transporte e remessa entre Estados para destinação final ambientalmente adequada. O acordo proposto deverá ocorrer no prazo de cinco anos.

Estima-se que os valores acumulados nesse período com coleta e destinação cheguem no primeiro ano a 1%, em 2022 a 3%, 2023 a 6%, 2024 12% e, por fim, em 2025 com 17%. Sendo que não se trata de um volume acumulativo, iniciando em 1% e somando-se a 17% e sim 1% do volume, 3% do volume e assim por diante.

As empresas poderão participar do Sistema de Logística Reversa por meio de adesão à entidade gestora, cuja formalização do processo ocorrerá por meio de instrumento jurídico ou por iniciativas individuais sem o vínculo com a atividade gestora desde que cumpram com a meta de destinação ambientalmente correta de 100% de produto eletroeletrônico de uso doméstico coletado.

“Desde a fundação da Indústria Fox esperávamos por esse acordo para que não apenas impulsione o setor de maneira competitiva, mas acima de tudo, contribua para a sustentabilidade e a diminuição da degradação do meio ambiente”, finaliza o CEO

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Com crescimento de 51%, GFT Brasil é destaque do Grupo GFT

Após um resultado positivo da receita no primeiro semestre de 2020, a GFT Technologies SE (GFT) confirma sua perspectiva para o ano de 2020. A receita da companhia multinacional aumentou 5%, com crescimento orgânico de 4%. A tendência de crescimento dinâmico sem os 2 principais clientes (Deutsche Bank e o Barclays) continuou e atingiu 19%. A expansão foi impulsionada pelas ofertas de sucesso na área de computação em nuvem, transformação digital e também para o setor de seguros.

“Conseguimos fechar o primeiro semestre com um aumento na nossa receita, atingimos nossas metas e esperamos um maior crescimento para a GFT, apesar da atual turbulência econômica global. A crise causada pela pandemia da Covid-19 está fortalecendo a tendência para a digitalização. A GFT está perfeitamente posicionada para atender a essa demanda. Estamos vendo um crescimento muito bom, especialmente para as nossas ofertas de nuvem e outras novas tecnologias”, afirma Marika Lulay, CEO Global da GFT Technologies SE.

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Desafios do home office: aplicação do compliance individual na jornada digital

Por Cláudia Avilar

As medidas atuais de isolamento social surgiram repentinamente com a pandemia da Covid-19 e trouxeram preocupações com a saúde pública, além de apreensões em relação à administração da vida pessoal e familiar. E nesta esteira de mudanças, passamos pela necessidade de aderir ao formato de trabalho remoto abrupta e continuamente, o que representou um impacto significativo para a maioria das pessoas.

É importante destacar que não apenas a pandemia, mas o avanço da era digital como um todo trouxe diversos questionamentos e revisões sobre o nosso modo de trabalho. Muitas atividades que antes exigiam a presença física para sua execução precisaram se reinventar e se flexibilizar para não serem abandonadas frente à tamanha inovação.

Certamente não foi diferente com o modelo do Compliance Individual, que trata de um processo que aborda dilemas corporativos, promovendo a compreensão e a análise da percepção ética e do posicionamento de profissionais de diferentes posições. A metodologia de avaliação, que ocorria num formato presencial por meio de uma entrevista, precisou ser alterada.

Antes mesmo da pandemia, já havia sido notada a necessidade de acompanhar a era digital e tecnológica. Não era aceitável e nem mesmo viável termos somente a modalidade presencial para nossos processos se considerarmos que as pessoas possuem suas próprias agendas, vidas, rotinas e compromissos. Era preciso atualizar o modelo para que fosse realizado à distância.

A busca por ferramentas para condução de um processo on-line e pensar em novas formas que, mesmo à distância, são aderentes para o suporte e o esclarecimento de dúvidas, sem esquecer de preservar a qualidade da análise e da metodologia, foi imprescindível para lidar com as rotinas das empresas nesta pandemia.

Com as contratações ocorrendo à distância em função do isolamento social, a aplicação do Compliance Individual realizado de forma on-line garantiu às empresas um processo seletivo mais aprofundado e uma integração efetiva do novo talento da companhia, uma vez que é uma solução que pode ajudar as empresas a entenderem o quanto o profissional está preparado para atuar remotamente sob a perspectiva ética.

Há uma genuína preocupação em contratar pessoas que tenham um alinhamento com a cultura ética da organização. E conhecer de forma aprofundada a percepção moral de um colaborador pode auxiliar na definição de nível de autonomia e de independência que ele terá.

Certamente este período nos propiciou muitas reflexões, pessoais e profissionais, além de diferentes mudanças sobre nosso modo de atuação e nossas entregas. Muito se comenta hoje sobre o novo normal e o quanto diversas coisas vieram para ficar. Esperamos que as boas práticas adquiridas a partir desta revisão de métodos e de conceitos permaneçam e sejam fonte de inspiração para sempre revisitarmos a forma como atuamos e nos relacionamos com este olhar de evolução.

Cláudia Avilar, consultora pleno de Compliance da ICTS Protiviti

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Gestão de vendas pela internet: 5 ferramentas que vão fazer a diferença

A Tray, unidade de e-commerce da Locaweb, com soluções exclusivas e integração com marketplaces, alavanca as vendas dos empreendedores nos negócios digitais. Mas, além de um e-commerce bem estruturado, é fundamental saber administrar as vendas pela internet. Por isso, Pedro Henrique Sobral, coordenador de marketing digital da Tray, separou 5 dicas para resultados mais eficientes na gestão online. Confira:

1. Principais ferramentas para a gestão de vendas online

O empreendedor que deseja começar a vender online deve atentar-se ao uso de algumas ferramentas, a primeira delas é a plataforma de e-commerce escolhida. Esse, sem dúvida, será o core business da operação digital, pois permitirá a gestão não só das vendas, mas também de todos os processos essenciais para que a loja virtual funcione corretamente e se mantenha ativa. Sendo assim, é interessante escolher uma solução que oferece benefícios completos, como integração com marketplaces, ferramentas e apps que podem complementar o ecossistema de vendas. Essas características dispensam a contratação de um hub de integração, diminuindo custos e otimizando lucro.

Após, se certificar de ter explorado todos os benefícios e recursos do serviço digital contratado, o lojista deve recorrer a um bom ERP (Sistema Integrado de Gestão Operacional). A ferramenta deverá ser integrada à loja virtual auxiliando na na emissão de notas fiscais, integrando a loja física com a virtual, além de otimizar processos operacionais.

Também é importante pensar em bons intermediadores de pagamentos que irão garantir a aprovação dos pedidos, pagamento e recebimento dos valores transacionados dando segurança tanto para o vendedor como para o comprador.

Para aumentar a taxa de conversão e ainda garantir uma boa experiência para o cliente, o empreendedor digital deverá contar com uma boa ferramenta de frete e envio, pois por meio dela será possível conseguir descontos em determinadas negociações, e principalmente garantir que o produto chegue ao cliente final, com qualidade satisfação na entrega.

2. Ferramentas

Cada uma delas pode ser configurada em momentos diferentes da operação ou nível de vendas do lojista, mas o interessante é trabalhar de forma simultânea. Imagine uma máquina com várias engrenagens, se uma não funcionar direito, todas as demais podem ser prejudicadas.

Essencialmente, a plataforma de e-commerce, o ERP, o intermediador de pagamentos e frete/envio devem ser configurados antes de inaugurar a loja, após a publicação na internet, as ferramentas de marketing serão o combustível da máquina.

3. Vantagens lojas virtuais

As vendas pelo e-commerce permitem a utilização de diversas ferramentas que podem otimizar as vendas, por isso, o lojista, ao optar por uma plataforma integrada, garantirá o sucesso em sua gestão. Conforme ele evoluir em suas vendas e for adquirindo expertise no mercado, poderá implementar mais ferramentas em seu e-commerce e, com tantas opções disponíveis, ter tudo isso integrado em um único painel, facilitando a gestão, além de minimizar falhas ou erros que podem gerar prejuízo financeiro.

4. Transformando um negócio offline

Em muitos casos as vendas no varejo físico ficavam limitadas apenas a cidade do lojista, porém no e-commerce ele abre as portas para vender em todo Brasil. Mas uma dica que compartilho com os empreendedores iniciantes que estão migrando do físico para o virtual é focar na divulgação da loja online onde ele já é conhecido. Por exemplo, na cidade que ele atua e para alcançar esse público específico de forma efetiva, pode-se utilizar o Facebook Ads e Instagram Ads, criando campanhas direcionadas e segmentadas para o público certo. Logo, o empreendedor terá menos custos com frete, dará mais credibilidade ao e-commerce recém-criado e começará a ter mais prática no uso das ferramentas.

5. Vendas online podem auxiliar PMEs

Neste período de pandemia, vender online é praticamente a única opção, pois a internet ganhou mais presença na rotina das pessoas, o que possibilita alcançar um número maior de possíveis clientes.

Além disso, o e-commerce não é apenas a solução a curto prazo, mas sim a solução a médio e longo prazo, pois quando o isolamento social acabar as pessoas continuarão propensas a comprar pela internet, ou seja, as vendas online que já se popularizaram antes da pandemia, vão ganhar mais força no pós-pandemia.

Nesse contexto, há várias lojas que vendiam apenas por whatsApp e que tiveram que adotar uma plataforma de e-commerce para conseguir gerenciar as vendas online. Além disso, o PME deve estar atento ao processo logístico, pois é quem determinará o tempo de entrega, garantirá que o produto chegue em perfeito estado e proporcionará uma boa experiência de compra ao cliente e fidelização nas vendas futuras.

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Como evoluir do multicanal para a multiexperiência

Por Herbert J. Preuss, Senior Solutions Architect na Equinix

Em muitos aspectos, a evolução do multicanal para a multiexperiência ocorre paralelamente à digitalização do mundo moderno. Antes da década de 1990, o multicanal, de uma perspectiva de varejo, significava vender produtos por meio de um número limitado de canais – na loja, por meio de um catálogo ou de vendedores porta a porta. Hoje há uma variedade vertiginosa de pontos de contato do varejista com o cliente, da loja a aplicativos móveis, redes sociais e muito mais. E não é só no varejo. A pandemia de Covid-19 obrigou todos os setores a reavaliar sua interação com os clientes. Garantir uma experiência perfeita e sem falhas requer infraestruturas de TI que possam suportar interações em tempo real entre pessoas, aplicações, dados e clouds na edge.

Definição da ascensão de diversos canais


Tecnologias digitais como cloud, mobilidade, redes sociais, inteligência artificial (IA) e a internet das coisas (IoT) abriram caminho para que as organizações alcancem seus clientes de várias maneiras. E, à medida que essas tecnologias evoluem, o foco está mudando do canal (de dentro para fora) para a experiência (de fora para dentro). Nas palavras do empresário e jornalista de tecnologia Taylor Davidson, “a melhor tecnologia fica em segundo plano, porque as pessoas não se importam com tecnologia, elas se preocupam com o que ela faz”. Ao mesmo tempo, elas esperam uma experiência rápida e sem dificuldades. Uma resposta lenta da aplicação pode levá-las a procurar em outro lugar porque “lentidão é a nova frustração”. De fato, de acordo com uma pesquisa da Microsoft, o tempo médio de atenção humana caiu de 12 segundos para cerca de oito segundos.

Com isso em mente, vamos dar uma olhada na progressão do multicanal para a multiexperiência:

Multicanal: concentra-se em vários canais para alcançar os clientes, como localização física, site, compra por catálogo, redes sociais etc., que são normalmente agrupados e gerenciados de forma independente. Por exemplo, as lojas têm seu próprio inventário separado do site e, ocasionalmente, itens comprados online não podem ser devolvidos na loja. Ou cliques nas redes sociais não são rastreados para vendas no site.

Omnicanal: concentra-se não apenas em ter vários canais, mas também em conectá-los para trabalhar juntos para uma melhor percepção e experiência do cliente. Isso significa que, se o cliente mudar de canal, suas informações vão com ele para proporcionar uma experiência mais personalizada. O omnicanal também amplia a ideia de canal além de destinos físicos e digitais para incluir formatos de experiência emergentes, como realidade aumentada e virtual (RA/RV). Para que o omnicanal funcione, as organizações devem integrar informações de clientes e inventários para trabalhar em todos os canais.

Multiexperiência: foi citada pelo Gartner no “Top 10 Strategic Technology Trends for 2020” e é definida como a substituição de pessoas instruídas pela tecnologia por tecnologia instruída por pessoas. Nessa tendência, a ideia tradicional de um computador evolui de um único ponto de interação para incluir interfaces multisensoriais e multitoque, como wearables e sensores de computador avançados.

Como projetar para um mundo multiexperiência


Passar do multicanal para a multiexperiência não é tarefa fácil. Vai além de integrar dados de diversos canais para garantir que a experiência do usuário seja excelente e consistente, independentemente de quando, onde e como a interação ocorre. O OutSystems descreve a multiexperiência como uma mudança de foco de canais (de dentro para fora) para a experiência do cliente (de fora para dentro) e observa três características que devem ser consideradas ao se projetar para um mundo multiexperiência:

Ser natural para o dispositivo e modalidade de interação – a experiência precisa atender a cada dispositivo e ponto de contato de uma forma que pareça natural.

Habilitar uma troca perfeita entre pontos de contato – por exemplo, você está assistindo a um filme da Netflix em sua Smart TV e interrompe o filme para ir a uma consulta médica. Você pode então continuar de onde parou no seu smartphone na sala de espera.

Ser consistente, não importa o ponto de contato – os pontos de contato digitais da marca devem ser percebidos e se comportar de maneira consistente, independentemente do dispositivo ou método de interação.

Essa abordagem de design é como usar peças de LEGO independentes de ponto de contato ou “micro-tarefas” que podem ser reutilizadas e combinadas para compor uma jornada do cliente multiexperiência. Cada peça pode ser reutilizada em diferentes pontos de contato, em diferentes modalidades, carregando sua própria interface, comportamento, lógica e/ou dados do usuário. Uma “micro-tarefa” de pagar com um cartão de crédito em um site poderia então ser combinada em uma tarefa maior, como pedir o jantar e dividir a conta em uma aplicação móvel.

Visualizando um futuro multiexperiência


Embora algumas empresas tenham feito incursões em direção a uma estratégia de multiexperiência, as preocupações generalizadas sobre a privacidade dos dados retardaram o progresso. Mas a pandemia está começando a derrubar essas barreiras à medida que governos, empresas e organizações são cada vez mais obrigados a fornecer seus produtos e serviços por meio de experiências digitais socialmente distantes.

Por exemplo, já que estamos presos em casa hoje em dia, decidi realizar um projeto de reforma da casa que queria fazer há algum tempo. Como parte desse projeto, planejamos comprar alguns móveis novos de uma loja que tem experiências incríveis na loja física. Pensamos que pedir no site deles seria tão interessante quanto, mas não foi. Foi difícil encomendar pelo site, os produtos demoraram muito para chegar e estavam mal identificados quando os recebemos, o que diminuiu nossa percepção sobre essa empresa.

Em contraste com nossa experiência de compra de móveis, estamos vendo muitos restaurantes locais e outros varejistas terem grande sucesso em se adaptar rapidamente ao pedido móvel com retirada, entrega ou drive-thru, bem como a integração com aplicativos de entrega.

Por que a interconexão é um bloco de montar fundamental


Todas essas tendências ressaltam o fato de que os clientes esperam uma experiência de qualidade, conveniente e agradável, independentemente de como, onde ou quando precisam de um produto ou serviço. Eles não se importam com o canal. Fornecer esse tipo de experiência depende da troca rápida e segura de dados entre empresas, usuários, ecossistemas digitais e provedores de TI. Ao utilizar uma abordagem baseada em interconexão, as organizações podem integrar e trocar dados com parceiros com segurança e aproveitar percepções mais detalhadas para fornecer multiexperiências mais rápidas, confiáveis e personalizadas. A interconexão melhora a performance e o tempo de resposta, ajudando a criar o tipo de multiexperiência que manterá a atenção do usuário no mundo de déficit de atenção digital de hoje.

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Fórum Brasil Export abre inscrições para maratona de hackathons

O Fórum Brasil Export deu largada à maior competição de desenvolvimento tecnológico voltada ao setor da logística e infraestrutura portuária do Brasil. Até o dia 13 deste mês, estão abertas as inscrições para a seletiva Norte do Brasil Hack Export, uma maratona de ideathons que pretende estimular a criação de soluções para os mais importantes modais de cada região do país e oferece prêmios de até US﹩ 5 mil, visita as principais empresas de tecnologia de Singapura, além de permitir a equipe campeã apresentar o seu projeto à Enterprise Singapore, agência governamental da Ásia que defende o desenvolvimento empresarial em toda a região.

A etapa Norte é a primeira de cinco seletivas regionais que ocorrerão em todo o país. As outras são: Sul, Sudeste, Nordeste,e Centro-Oeste. Cada uma delas reunirá até 60 integrantes divididos em 20 equipes cada. As três equipes vencedores de cada uma dessas seletivas disputarão a grande final. As inscrições podem ser realizadas no site www.brasilhackexport.com.br .

Os hackathons ocorrerão de forma simultânea às regionais do Brasil Export, fórum nacional de logística e infraestrutura portuária. Serão os conselheiros de cada regional do Brasil Export os responsáveis por avaliar os trabalhos. “Para nós é motivo de muita alegria poder expandir os nossos debates permanentes também para oferecer soluções tecnológicas. E os hackathons são ambientes mais do que propícios para isso”, afirma o CEO do Fórum Brasil Export, Fabrício Julião, também presidente da Una Marketing de Eventos.

A Zero Treze Innovation Space é a parceira técnica do evento, que ainda conta com coordenação da ABTRA (Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados). “Nosso objetivo é o de unir todo o talento de criativos, inovadores e empreendedores à comunidade logística e assim apresentar soluções para cada uma das dores que se apresentam. Estou convicto de que conheceremos grandes projetos que contribuirão muito com o desenvolvimento do setor”, afirma Marco Riveiros, CEO e Founder da Zero Treze Innovation Space.

Para Angelino Caputo, presidente do Brasil Hack Export e diretor-executivo da ABTRA, as ideias apresentadas podem se reverter em grandes negócios. “É uma grande chance para todos esses talentos terem contato com grandes players da cadeia logística e demonstrar soluções inovadoras. Assim esperamos dar a nossa contribuição para a retomada da economia”, afirma o executivo.

Seletivas
A seletiva Norte terá como tema as hidrovias. As inscrições já podem ser feitas no site www.brasilhackexport.com.br até o dia 13 de setembro e os selecionados serão conhecidos no dia 18 deste mês. O regulamento prevê inscrições individuais. Cada participante poderá indicar a equipe que pretende integrar. Cada time deve ser formado por um especialista de negócio com experiência no desafio selecionado, um especialista em UI/UX design, e um product owner (PO).

A imersão acontecerá antecedendo os dias da regional do Fórum Brasil Export, de 24 a 28 de setembro. Os três melhores irão para o desafio final e o vencedor da etapa, a ser conhecido no dia 28, leva R﹩ 1.500 de prêmio.

Confira abaixo as datas e temas de todos os hackathons

Norte Export
tema: hidrovias
data: de 24 a 28 de setembro

Sul Export
tema: corredores logísticos
data: de 1 a 5 de outubro

Sudeste Export
tema: ferrovias
data: de 15 a 19 de outubro

Nordeste Export
tema: cabotagem
data: de 22 a 26 de outubro

Centro-Oeste Export
tema: rodovias
data: de 5 a 9 de novembro

Brasil Export (final)
tema: virtualização de cadeias logísticas
data: de 14 a 23 de novembro

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7 passos para implementar a gestão de contratos digitais

As empresas estão cada vez mais se rendendo à tecnologia, ou simplesmente experimentando novos processos virtuais. Um exemplo disso é a gestão de contratos digitais, processo que traz uma sensação de facilidade e que faz com que os usuários não queiram mais voltar aos métodos antigos. É o começo do adeus aos contratos assinados com caneta e que eram sinônimo de muita burocracia e tempo perdido.

Segundo Bruno Doneda, CEO da Contraktor, empresas podem preferir os contratos manuais, mas em algum momento será necessário aderir ao digital por pedido dos seus colaboradores ou até dos clientes. “Por enquanto, algumas pessoas ou empresas tentam evitar assinar um documento de forma eletrônica – por mero desconhecimento -, mas muito em breve seus clientes e fornecedores irão lhe questionar: ‘sério mesmo que terei de assinar este contrato em papel?’”, comenta.

E para explicar as facilidades da implementação desse serviço, a Contraktor, plataforma de gestão de contratos e assinatura digital, listou 7 passos para incluir a gestão de documentos digitais no seu negócio.

1. Como funciona: a gestão de contratos eletrônica é a administração de todos os processos envolvidos em uma contração realizada de forma digital. Sendo assim, o documento é acompanhado desde a sua criação até o término da vigência ou renovação. O que reduz custos, garante a organização, elimina a burocracia e diminui o tempo de negociação com fornecedores, clientes e parceiros.

2. Conscientização do fluxo de contratação: é importante que os gestores da empresa que interagem com contratos saibam os seus diferentes tipos existentes e como é o fluxo de acordo com a variedade de negócios realizada pela empresa. Além disso, os funcionários precisam ser treinados e devem entender porque a plataforma está sendo implementada e como isso facilitará o seu dia a dia no ambiente de trabalho. Isso é essencial para que problemas e dúvidas futuras sejam evitados.

3. Adaptação ao processo digital: a transformação digital tem por objetivo transformar os processos manuais em eletrônicos e para que isso seja uma mudança positiva, é necessário verificar se as métricas do fluxo de contratos e a capacidade de capturar, armazenar, monitorar e acessar informações estão gerando resultados para a empresa. Afinal, essa transformação deve agilizar os processos e não torná-los mais complicados.

4. Adote o uso de assinatura eletrônica ou digital: com a modernização dos negócios, as transações em papel estão se tornando cada vez mais raras e um dos pontos positivos da gestão de contratos é a capacidade de oferecer assinaturas eletrônicas/digitais. O contrato eletrônico (nativo digital) é muito mais eficiente e seguro do que um documento físico, pois é protegido por criptografia, histórico de atividades, rastreamento, backups automáticos e armazenagem em nuvem privada. Além disso, também poupa tempo gasto com correios, cartórios e espaço necessário para a armazenagem dos documentos em papel.

5. Otimização e evolução contínuas: os processos de gerenciamento de contratos digitais devem ser implementados visando a otimização. Porém, para que o modelo continue sendo “eficaz”, mesmo após o crescimento da empresa, é necessário que as ferramentas escolhidas evoluam de acordo com o desenvolvimento da companhia, sendo assim, serão capazes de continuar promovendo um bom resultado final.

6. Obtenha feedbacks: estar apto e aberto para receber as opiniões dos seus clientes e parceiros é essencial no gerenciamento dos contratos. É ideal que os stakeholders estejam confortáveis para expressar suas opiniões e experiências com o processo. Além disso, as críticas devem ser levadas em consideração a fim de trazer melhorias para o negócio.

7. Adquira uma plataforma eficiente: como em qualquer tipo de administração de documentos e processos, a gestão de contratos se torna mais ágil, prática e confiável quando uma plataforma especializada automatiza boa parte do trabalho e garante a medição, o traqueamento e a obtenção de indicadores de produtividade.

Senado aprova MP que permite assinaturas eletrônicas simplificadas

O Senado aprovou nesta terça-feira (1.º) a medida provisória que cria assinaturas eletrônicas simplificadas (MP 983/2020). A assinatura simples permite a checagem de dados pessoais básicos — como nome, endereço e filiação — e será usada em serviços de menor risco e sigilo. Já a avançada é vinculada a quem assina, permitirá o acesso exclusivo de informações pelo titular e o acompanhamento de alterações no documento. O certificado ICP-Brasil será obrigatório somente para abertura e fechamento de empresas, notas fiscais eletrônicas emitidas por pessoa jurídica, transferência de imóveis e veículos; e em documentos assinados por chefes de Poder, ministros e governadores. Texto teve relatório do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e segue para a sanção presidencial.

Fonte: Agência Senado

Não existe “depois” na adequação à LGPD. É agora ou multa!

Por Washington Fray

Passado o susto inicial da pandemia do Coronavírus e as adaptações que foram necessárias para as empresas, outro assunto passa a ocupar o destaque na agenda executiva: a Lei Geral de Proteção de Dados, que entra em vigor no mês de agosto, segundo o Senado Federal, e deve ser sancionada nas próximas três semanas pelo presidente. Isso significa que as empresas precisam correr com seus projetos, visto a complexidade do processo de adequação à LGPD.

Até por uma questão cultural, os brasileiros costumam deixar seus afazeres para última hora ou, em casos mais extremos, apostar com a sorte ao não fazê-los. Mas, neste caso, o descumprimento das normativas da LGPD pode resultar numa multa de 2% do faturamento do Grupo como um todo, no caso de pertencer a algum.

Para quem não começou a se preparar, o ponto de partida é o mapeamento de todos os dados armazenados pela organização. O processo pode ocorrer por meio de planilhas, entre outros. Neste momento, é necessário a realização de uma categorização, separando os dados pessoais daqueles que são sensíveis para analisar qual informação é preciso manter e qual deverá ser descartada – aquelas que não fazem sentido manter – e onde armazená-la, do ponto de vista da segurança da informação.

Nesta linha, o segundo passo é mapear as pessoas que têm acesso a essas informações. Isso porque, além de blindar a empresa, é necessário assegurar aqueles que precisarão manipular essas informações, criando uma barreira. Aqui, se torna necessário o uso de tecnologia, tanto para detecção quanto para a prevenção e combate das vulnerabilidades.

No terceiro passo, caímos na segurança da informação. E essa é a chave do processo de adaptação das empresas à LGPD. É preciso criar uma sequência de projetos para adequação, criptografia de dados e acesso seguro ao sistema, que envolve a complexidade das senhas de acordo com o perfil do usuário, além da limitação de informações armazenadas em banco de dados e a segurança de servidores. Este quesito merece uma atenção especial, pois além do acesso, temos a questão do vazamento de informações, ou seja, a infraestrutura precisa estar controlada.

Isso porque sua rede pode estar exposta para todos. Tome o momento que estamos como exemplo, o qual, com a adoção do home office às pressas, tornou vulnerável os ambientes corporativos, que estão sendo acessados remotamente, tornando-o cada vez mais exposto e explorado pelos hackers. Portanto, as empresas que já estavam mais preocupadas com a segurança, estão, consequentemente, mais preparadas às normativas da Lei.

Por último, e tão importante quanto aos demais passos, está a nomeação do profissional que assumirá o papel de DPO (Data Protection Officer), cargo criado pela LGPD. Ele deverá acompanhar as etapas do processo de adequação do ponto de vista tecnológico e jurídico, pois será o representante da empresa perante à Lei.

Somado aos dois aspectos que cabem o acompanhamento do DPO, temos uma terceira vertente, que são as questões culturais. Neste aspecto, serão necessárias mudanças na mentalidade dos colaboradores sobre a seriedade e a gravidade no compartilhamento de informações de cadastros e controles de acesso. Por isso, é de extrema importância orientar as pessoas sobre como lidar com o tratamento de dados a partir da Lei, pois de nada adianta realizar todo um investimento de infraestrutura se os funcionários compartilham entre si suas senhas.

Além dos colaboradores, há os fornecedores e parceiros, agentes que também precisam estar em compliance com a LGPD. Para isso, cabe adicionar uma cláusula no contrato sobre os cumprimentos da Lei. Ademais às etapas, ainda é preciso criar um relatório de adequação de riscos, o que demandará um plano de ação em caso de vazamento de informações.

O importante é ter em mente que, pelas numerosas etapas, há urgência. O tempo é curto para adequar seus processos à LGPD do ponto de vista jurídico, tecnológico e cultural. As empresas têm poucos meses para conquistarem sua maturidade neste processo e evitarem a exposição à Lei e suas consequências. Então, mãos à obra!

Washington Fray, diretor de marketing e vendas da Viceri, holding de Tecnologia da Informação especializada em desenvolvimento de software customizado, consultoria e produtos digitais

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Aprovação da reforma tributária e crescimento da economia necessitam de pacto pelo desenvolvimento do Brasil

Por João Marchesan

Vivemos um momento único na história recente do País. Momento que requer uma união muito grande de todos os setores da sociedade. É hora de unir o executivo, o legislativo e o Judiciário para olhar para o País e fazê-lo crescer. Essa união deve favorecer um raciocínio em torno de questões básicas: O que pode ser feito para que o Brasil volte a crescer? O que pode ser feito para que a indústria passe a gerar emprego, contribuindo para a diminuição do número de pessoas desempregadas.

Precisamos de novos investimentos, precisamos de uma reforma tributária e precisamos atuar  tornando  o sistema tributário mais simples para aumentar a produtividade, competitividade e inovação de quem empreende e quer crescer no Brasil.

Então é hora de deixarmos de pensar em nossos próprios umbigos e unirmos esforços para que o Brasil volte a crescer. Não interessa se temos uma indústria, um comércio, ou uma empresa prestadora de serviços. Não importa se somos trabalhadores ou empresários, temos que defender o Brasil, o crescimento e o desemprego que é perverso e tira a dignidade dos brasileiros.

No ranking mundial, o Brasil está em último lugar  em tempo gasto por empresas para pagamento dos impostos. Essa complexidade tributária afeta o crescimento das empresas e do País. E esse não é o nosso único problema. Precisamos ainda da reforma administrativa. Diminuir o peso do Estado. Em um sistema mais simples, as empresas podem produzir mais e melhor com menos custos, gerando desenvolvimento para o país.

Talvez aqui estejamos sugerindo um pacto pelo Brasil não nos termos políticos propostos, onde muitas vezes a complexidade ideológica afeta os reais interesses do País. Mas propomos um pacto que foque nas questões essenciais, gerando emprego e renda, sem o que não iremos para lugar algum.

Por exemplo, além das reformas, a disponibilidade de crédito para investimentos a juros equivalentes às taxas praticadas nos mercados concorrentes é um fator determinante para propiciar aos produtores nacionais condições isonômicas de competição no mercado internacional e um meio de combater um dos principais componentes do “Custo Brasil”.

Para que essas metas de disponibilidade de capital sejam alcançadas, é necessário, o fortalecimento do sistema de financiamento e garantias às exportações. Os instrumentos públicos de financiamento devem ter previsibilidade e garantir recursos para alavancar a competitividade das vendas ao exterior e ampliar o total de vendas ao mercado externo  dos bens manufaturados.

O ambiente de negócios no Brasil é um dos principais entraves ao crescimento econômico. E isso também precisa de uma ação de todos para melhorar. Tudo o que estamos mencionando aqui  tendem a promover segurança jurídica e reforçar a credibilidade do país com vistas a atrair investimentos estrangeiros e de tornar seu mercado um ambiente propício para negócios, diminuindo o tempo de espera e os custos financeiros e econômicos decorrentes de procedimentos burocráticos para investir no país.

Alguns passos já foram dados nesse sentido, por exemplo  a aprovação da reforma da Previdência e o lançamento de um amplo pacote de medidas destinadas a reduzir os gastos públicos e a burocracia assinalam o compromisso da atual gestão com o controle da dívida pública e com a melhoria do ambiente de negócios do País.

Mas acredito que dentro dessa ideia de união de todos os setores em torno do crescimento do país,  consideramos imprescindível  as ações de reestruturação normativa e institucional que evidenciem a busca pela convergência de diretrizes e estratégias com as melhores práticas adotadas internacionalmente. Ações de desburocratização da estrutura administrativa e simplificação do sistema tributário são bem-vindas para reforçar a imagem do Brasil de estabilidade jurídica e econômica frente ao mercado.

É necessário, portanto, que as políticas sigam alinhadas com a adoção de uma agenda de desenvolvimento econômico, com ações focadas na garantia de um ambiente capaz de atender à demanda crescente já em curso e que todos trabalhem não na busca de atendimento das necessidades individuais de cada setor envolvido, mas que busquem o crescimento do País como um todo.

João Marchesan, administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ

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Com mais de 100 vagas para profissionais de TI e design, CESAR consolida crescimento na pandemia

Um dos consensos entre os analistas a respeito dos impactos da pandemia do Covid-19 é que as medidas de combate à disseminação do vírus provocaram uma aceleração no processo de transformação digital da maioria das empresas. O desempenho do CESAR, um dos maiores centros de transformação digital do país, durante os últimos meses vai na direção desta tendência. Prova disso é que a instituição acaba de abrir um processo seletivo para contatar mais de 100 profissionais de tecnologia e design.

Com a possibilidade de home office e jornada flexível, as vagas podem ser preenchidas por candidatos de qualquer região do país. Os selecionados terão ainda, entre outros benefícios, a oportunidade de receber bolsas de estudo em cursos de especialização na CESAR School, escola de inovação da instituição que acaba de anunciar a quinta parceria de uma acelerada estratégia de expansão internacional. As inscrições devem ser feitas pelo site da instituição.

Outro diferencial oferecido pelo CESAR é a oportunidade de conciliação entre a carreira corporativa e acadêmica já que os colaboradores técnicos da instituição podem se tornar professores na CESAR School. O CESAR tem um rating de 4.4, em uma escala de 0 a 5 do Glassdoor, um dos maiores sites de emprego e recrutamento do mundo, que tem como principal diferencial o fato das avaliações serem feitas pelos próprios funcionários das empresas. O indicador que revela a satisfação dos colaboradores com o local de trabalho mostra que 98% da equipe CESAR recomendaria a companhia para um amigo.

Há ofertas em todos os níveis para atuar nas áreas de engenharia de testes e de software, e ciência de dados. Os candidatos devem possuir graduação em Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação e áreas afins. Já para as oportunidades em UX/UI design, é necessário formação superior em Design ou afins.

A gerente de Gente e Gestão do CESAR Andrea Queiroz afirma que o fato de a instituição estar contratando este contingente de profissionais num momento tão delicado da economia nacional e global já revela a robustez e o potencial de crescimento que a organização oferece.

“O fato de poder alavancar a carreira com um curso de especialização de alto nível, sem custos e totalmente alinhado com as exigências da nova economia é um diferencial absolutamente relevante”, diz.

Além de benefícios tradicionais como incentivo a idiomas, plano de saúde, odontológico, vale alimentação e auxílio creche, os selecionados podem praticar atividades esportivas “in company” – boxe, aikido, pilates e yoga, entre outros – e desfrutar de descontos em serviços como Gympass e auxílio psicológico.

O CESAR existe há 24 anos e usa inovação, design, tecnologia e educação para transformar as vidas de pessoas e organizações. Seu time de mais de 750 colaboradores tem como propósito resolver problemas complexos e desafiadores, em um ambiente de trabalho descontraído e descentralizado.

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