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Sandro Magaldi e José Salibi Neto lançam Estratégia Adaptativa

Após o enorme sucesso dos livros Gestão do Amanhã e O Novo Código da Cultura, com mais de 75 mil exemplares vendidos, Sandro Magaldi e José Salibi Neto completam a Tríade da Gestão Exponencial com a obra Estratégia Adaptativa, que chega às livrarias em outubro, pela Editora Gente.

Os modelos estratégicos desenvolvidos no passado foram importantes para um mundo mais linear, agora os autores apresentam, pela primeira vez, um novo modelo de pensamento estratégico muito mais alinhado com as demandas exponenciais do mundo atual.

“No mundo da vantagem competitiva transitória a estratégia deve ser flexível, capaz de contribuir para que as organizações tomem decisões com agilidade em resposta às movimentações cada vez mais velozes do mercado”, explica Sandro Magaldi.

Para ajudar o leitor no processo de adaptação bem-sucedida de sua organização a esse novo contexto, Magaldi e Salibi trazem neste livro o modelo da estratégia adaptativa primordial para fazer as inovações necessárias e se manter competitivo no jogo atual, com a análise de três cases de sucesso deste novo modelo: Netflix, Amazon e XP Investimentos.

“Em nenhum momento da história da humanidade houve tantas e tão intensas transformações, como as que vivemos agora”, afirma José Salibi Neto.

Neste novo livro são abordados temas como:

• O novo modelo estratégico e como tornar sua organização mais apta a lidar com a complexidade do atual ambiente empresarial;

• Como se relacionam os quatro elementos presentes na estratégia adaptativa: obsessão pelo cliente, cultura organizacional, agilidade e gestão de dados;

• Como colocar o cliente no centro da jornada de criação de valor e tomar decisões originais e criativas mais rapidamente para melhorar a experiência como um todo;

• Como a estratégia adaptativa é usada em organizações líderes na nova economia e como aplicar essa modelagem de modo prático e assertivo;

• Como obter a agilidade necessária para manter-se competitivo perante os novos protagonistas que se movimentam de maneira ágil e dinâmica;

• Como transformar seu negócio em um dos modelos de negócios mais bem-sucedidos da atualidade: as Plataformas de Negócios.

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EMBRAPII reúne startups brasileira e israelense para desenvolver inovação na área de saúde

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) uniu duas startups: a brasileira Laura e a israelense ATLASense, para desenvolverem, em conjunto, um produto hospitalar inovador e de baixo custo capaz de monitorar pacientes e detectar suspeita de Sepse, também conhecida como infecção generalizada, potencialmente fatal quando o organismo não consegue controlá-la.

A Sepse responde por 18 mil mortes no Brasil por ano e figura entre as 10 primeiras colocações no ranking de mortalidade de causas naturais. A alta taxa pode ser explicada por uma série de fatores: dificuldade de diagnóstico e atendimento médico tardio. O diagnóstico é feito com base na identificação do foco infeccioso e na presença de sinais de mau funcionamento de órgãos. Na maioria dos casos, ocorre em quem já está hospitalizado.

A solução é um dispositivo vestível (wearable) que usa computação cognitiva para coletar, analisar e fazer correlações de dados dos sinais vitais dos pacientes. Dessa forma, consegue-se prever riscos de deterioração clínica e gerar alertas para a equipe médica. O processo será automatizado, sem a necessidade do paciente ser checado periodicamente. Com a proposta, a expectativa é ajudar a salvar em média 12 vidas por dia em hospitais brasileiros. Pesquisadores da Unidade EMBRAPII em Sistemas Embarcados e Mobilidade Digital – Instituto Federal do Ceará, atuam no desenvolvimento da tecnologia.

“O monitor vestível é uma evolução da startup Laura e vai permitir que os hospitais consigam acompanhar o estado de saúde do paciente e prever riscos de maneira antecipada e com menor custo, além de atender os pacientes de home care. O dispositivo capta informações de sinais vitais, como pressão arterial e frequência cardíaca e envia para um aplicativo no celular”, explica o CEO da startup Laura e mestre em Inteligência Artificial, Cristian Rocha.

A ATLASense Biomed será responsável por construir o hardware (parte física) do produto. Em Israel, a empresa desenvolve soluções de monitoramento remoto para idosos e pacientes com doenças crônicas.

EMBRAPII na Saúde

O projeto é resultado de uma parceria bilateral, selecionado no edital de cooperação entre Brasil e a Autoridade de Inovação de Israel para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras na área de Internet das Coisas (IoT). A EMBRAPII vai financiar 50% do desenvolvimento do projeto do lado brasileiro. A parceria entre as startups se iniciou em abril de 2019 quando a empresa brasileira foi convidada pela EMBRAPII a ir a Israel para intercâmbio de experiências na área de inovação e participar de rodadas de negócios com potenciais parceiros.

“A área da saúde é uma das que mais busca o modelo EMBRAPII para o desenvolvimento de novas tecnologias, processos e equipamentos hospitalares. Fortalecer este segmento traz ganhos tecnológicos e econômicos, potencializando a competitividade da indústria, além de sociais ao país, ao impactar diretamente na vida das pessoas”, destaca José Luis Gordon, diretor de planejamento e gestão da EMBRAPII. “É fundamental neste momento fomentarmos o setor disponibilizando o que há de melhor em IoT, Inteligência Artificial, Machine Learning, entre outras tecnologias que nossas unidades estão aptas a desenvolver.”

O modelo operacional da EMBRAPII permite rapidez, flexibilidade e risco reduzido no apoio a projetos de PD&I de empresas. A organização usa recursos não-reembolsáveis para financiar parte dos projetos e faz a ponte entre o setor produtivo e uma rede de Centros de Pesquisa credenciados (Unidades EMBRAPII). Cerca de 700 empresas foram apoiadas pela EMBRAPII, resultando em mais de 870 projetos apoiados que somam R﹩ 1,5 bi em investimento em inovação. Atualmente, há projetos em desenvolvimento conjunto com empresas de Israel, República Tcheca e Reino Unido. Também há um edital aberto para empresas brasileiras que queiram desenvolver projetos com empresas suíças.

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Advent International capta R$ 11 bilhões (US$ 2 bilhões) para sétimo fundo de private equity dedicado à América Latina

A Advent International, um dos maiores e mais experientes investidores globais de private equity, anunciou hoje que concluiu a captação de recursos para o Advent Latin American Private Equity Fund VII (“LAPEF VII” ou “Fundo”). O LAPEF VII recebeu o equivalente a R$ 11 bilhões (US$ 2 bilhões) em compromissos de investidores institucionais de todo o mundo.

Com o novo fundo, o capital total levantado pela Advent para investimentos em empresas da América Latina desde 1996 soma aproximadamente US$ 8 bilhões – o maior entre todas as empresas de private equity que atuam na região. Somando ao LAPEF VII os fundos Global Private Equity IX e Advent Tech, fechados no ano passado, a Advent captou US$ 22 bilhões nos últimos 16 meses para investimentos no mundo todo.

“O LAPEF VII reflete nosso forte histórico na América Latina, estabelecido ao longo de seis gerações de fundos e vários ciclos econômicos na região”, disse Patrice Etlin, Managing Partner da Advent em São Paulo e membro de seu Comitê Executivo global. “Continuamos a ver oportunidades de investimento interessantes na região. Pretendemos nos aliar a empresas de médio e grande porte e ajudá-las a expandir seus negócios usando nossa profunda experiência nos setores em que nos especializamos, nossa plataforma global e recursos operacionais de primeira linha.”

Dando continuidade à estratégia panregional e especializada em setores da economia dos fundos anteriores, o LAPEF VII investirá principalmente em Brasil, Colômbia, México e Peru, e também pode aproveitar oportunidades em países como Argentina e Chile. O fundo atuará nos cinco setores em que a Advent é especializada: (1) serviços e serviços financeiros; (2) saúde; (3) industrial; (4) varejo, consumo e lazer; e (5) tecnologia. O LAPEF VII terá flexibilidade para alocar capital em diferentes tipos de negócios – aquisições, carve-outs e transações de growth equity – e tamanhos, com aportes que podem variar de US$ 50 milhões a US$ 300 milhões ou mais.

“A América Latina tem um grande mercado e uma classe média em expansão, o que gera uma forte demanda por produtos e serviços de alto valor agregado”, disse Juan Pablo Zucchini, Managing Partner da Advent em São Paulo. “Além disso, diversos setores continuam muito fragmentados, e um grande percentual das empresas médias tem controle familiar. Isso cria oportunidades para gerar valor consolidando indústrias, profissionalizando negócios e acelerando seu crescimento.”

Uma ampla base de investidores institucionais entrou no LAPEF VII, incluindo fundos de pensão públicos e privados, endowments e fundações, fundos de fundos, fundos soberanos, family offices e outras instituições financeiras. A maior parte do capital veio dos investidores do LAPEF VI, com a Advent admitindo também um número seleto de novos investidores estratégicos para o novo Fundo.

“O LAPEF VII reforça a posição de liderança da Advent na América Latina e demonstra nosso compromisso com a região”, disse David Mussafer, Managing Partner da Advent em Boston e copresidente do Comitê Executivo. “Agradecemos o apoio contínuo de nossa diversificada base de investidores institucionais e temos o prazer de receber novos investidores selecionados para o programa LAPEF.”

POSIÇÃO DE LIDERANÇA DA ADVENT NA AMÉRICA LATINA


O novo fundo consolida a posição da Advent como um dos maiores e mais experientes investidores de private equity na América Latina. Nos últimos 24 anos, a Advent investiu ou comprometeu US$ 6,8 bilhões em 64 negócios na região e vendeu a totalidade de suas posições em 43 empresas, sendo nove por meio de IPOs. Hoje, o portfólio de empresas latino-americanas da Advent emprega mais de 80.000 pessoas. A companhia tem a maior equipe de private equity dedicada à região, composta por cerca de 40 profissionais de investimento e de apoio ao portfólio em escritórios em Bogotá, Lima, Cidade do México e São Paulo.

Desde a abertura de seu escritório em São Paulo, em 1997, a Advent investiu US$ 3,7 bilhões em 27 empresas brasileiras.

Em reconhecimento a essas realizações, no últimos 15 anos, a Advent foi nomeada 11 vezes como “Firm of the Year” na América Latina. A indicação foi feita por profissionais da indústria e editores da revista Private Equity International.

A ABORDAGEM DA ADVENT PARA A CRIAÇÃO DE VALOR


Na América Latina, como em outras regiões, a Advent adota uma intensa abordagem operacional para investir. A companhia faz parcerias com equipes de gestão das empresas investidas para criar valor de longo prazo por meio de melhorias operacionais, crescimento orgânico e aquisições, tanto nacional quanto internacionalmente. Para implementar essas iniciativas, a Advent tem uma grande rede de recursos na região. Isso inclui os 39 profissionais de investimentos e de apoio ao portfólio e 30 operating partners e operations advisors externos — executivos sêniores com profundo conhecimento setorial.

Ao colocar em prática esse modelo, a Advent ajudou empresas latino-americanas a crescer e gerar valor de forma significativa. Desde 2006, as empresas controladas pela Advent por um período de pelo menos um ano aumentaram a receita e o EBITDA em média 14% e 13% ao ano, respectivamente, durante o investimento. Sob o comando da Advent, o valor das empresas do portfólio latino-americano dobrou para US$ 41 bilhões.

INVESTIMENTOS E SAÍDAS RECENTES NA AMÉRICA LATINA


Os investimentos recentes da Advent na América Latina incluem o Nubank, o maior banco digital independente do mundo; a CI&T, um provedor global de serviços de transformação digital; a Prisma Medios de Pago, empresa líder em pagamentos da Argentina; o Grupo BIG (antigo Walmart Brasil), terceiro maior varejista de alimentos do Brasil; o Grupo Farmacéutico Somar, fabricante líder de medicamentos genéricos no México; a YDUQS, a segunda maior empresa de ensino superior do Brasil; e a Canvia, provedor líder de serviços de TI no Peru.

As vendas recentes de participações da Advent em empresas na América Latina incluem a Easynvest, maior plataforma de investimento digital do Brasil; a Lojas Quero-Quero, maior varejista de materiais de construção do Brasil em número de lojas; a Ocensa, dona do maior oleoduto de petróleo bruto da Colômbia; Grupo Biotoscana (GBT), uma empresa biofarmacêutica líder na América Latina; International Meal Company (IMC), uma das maiores operadoras de restaurantes da região; Alianza Fiduciaria e Alianza Valores, a maior empresa independente de administração de recursos da Colômbia; Faculdade da Serra Gaúcha (FSG), empresa privada de ensino no sul do Brasil; Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), o segundo maior terminal de contêineres do Brasil; e Grupo Fleury, o maior provedor brasileiro de serviços premium de diagnóstico médico.

Além do LAPEF VII, a Advent está investindo os recursos de seu nono fundo global de private equity, o GPE IX, dedicado a aquisições na Europa, na América do Norte e na Ásia; e de um fundo de tecnologia, o Advent Tech.

Este press release não é uma oferta ou solicitação de uma oferta, convite ou incentivo para investir em qualquer fundo da Advent International. Nenhuma pessoa pode investir em qualquer fundo da Advent International, exceto de acordo e sujeito aos termos da documentação do fundo aplicável e à lei aplicável.

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Em versão digital, ABF Franchising Week traz speakers de renome e debate futuro do setor pós-pandemia

A ABF Franchising Week, maior evento de franquias da América Latina, chega a sua quinta edição totalmente digitalizado e com formato renovado para debater com as lideranças do setor as últimas tendências, casos de sucesso e, neste ano tão desafiador, o futuro das franquias pós-pandemia. O franchising já vem apresentando sinais claros de recuperação, se aproximando em julho dos níveis pré-covid e com alguns segmentos até apresentando crescimento. A expansão também tem recebido mais atenção com a chegada de novos empreendedores estimulados por um mercado de trabalho desaquecido e taxas de juros historicamente baixas. Está claro, porém, que o mercado, o consumidor e as estratégias dos franqueadores tiveram mudanças profundas que serão o foco dos oito eventos que compõem essa semana inteira dedicada as franquias, setor que movimentou mais de R$ 186 bilhões em 2019. A ABF Franchising Week terá transmissão ao vivo, de 6 a 9 de outubro, em duas faixas de horário, pela manhã e no fim da tarde. Destaque para duas novidades na programação: o Congresso de Transformação Digital e o Congresso de Franqueados, além das palestras do chairman da IFA 2019-2020 (International Franchise Association), David Barr, do ex-Ministro e Presidente do STF, Carlos Ayres Britto, e de Silvio Meira, Cientista-chefe da Digital Strategy Company.

“A pandemia foi um ponto de virada para o setor na transformação digital. É como se tivéssemos feito em 3 meses a mudança de 3 anos. Agora, com a economia se recuperando, é o momento ideal para discutirmos os rumos do setor, as melhores práticas, as inovações adotadas e o que ainda falta. Não tenho dúvidas que a ABF Franchising Week é o ambiente ideal para que todos os stake holders do setor troquem experiências e se inspirem. O franchising brasileiro vai sair muito mais digital, resiliente e flexível depois da pandemia, mas ainda temos muito trabalho pela frente. Nesta semana, poderemos acompanhar de perto os melhores caminhos e referências de outros setores e países”, disse o presidente da ABF, André Friedheim.

A semana das franquias começa em 06/10, com o Simpósio Jurídico e de Gestão Empresarial e o Congresso de Expansão de Redes. O 1º evento trará, além da atualização legislativa e jurídica do setor – esse ano houve a entrada em vigor do novo marco legal e uma decisão impactante no STF, somado às dezenas de regras especiais relativas à pandemia –, a palestra magna do ex-Ministro e Presidente do STF, Carlos Ayres Britto. Haverá também um grande debate sobre a reforma tributária ainda em discussão no Congresso. Tomarão parte desta discussão lideranças das marcas O Boticário, O Dia e da A2M Consultoria. Com colaboração da Consultoria Bittencourt na curadoria, o evento de expansão irá discutir temas como a reinvenção dos modelos de expansão e as novas formas de relacionamento com o candidato à franquia, com a participação das marcas Imaginarium, Espaçolaser, Sorridents, Maple Bear, Turquesa Esmalteria, Instituto Embelezze, Igui Tratabem e Grupo Kalaes.

No 2º dia (07/10), haverá a estreia do Congresso de Transformação Digital, que irá abordar temas à exemplo de como as plataformas digitais estão desafiando os modelos de negócios tradicionais, a inteligência por trás das empresas que usam os dados para alavancar seus negócios (data driven) e a chegada do PIX, nova maneira de fazer transferências e pagamentos que pretende revolucionar o mercado brasileiro. Destaque ainda para a palestra sobre como o 5G irá impactar o seu negócio, de Alexandre Gomes, da Claro. Participarão destas discussões empresas como Café Cultura, DX.CO, 4ALL e Boanerges & Cia. No final da tarde, o Seminário Setorial de Food Service irá apresentar os principais resultados da Pesquisa Setorial de Food Service ABF, que irá descer fundo nos impactos da pandemia e principais tendências deste segmento. Haverá também um grande painel sobre como o segmento de alimentação fora do lar está se articulando para superar os desafios da pandemia. Participarão dessas conversar marcas como Box Delivery, McDonald´s, Boali, Rei do Mate e Grupo BFFC e Trigo, além de representante de entidades como Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Instituto Foodservice Brasil (IFB), Associação Nacional de Restaurantes (ANR), Sindicato de Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SINDRIO) e Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

No dia 08/10, será a vez do Congresso Internacional de Franchising e do Seminário Setorial de Redes de Educação. O 1º evento trará um painel exclusivo sobre o franchising pelo mundo com a participação do chairman da IFA 2019-2020 e multifranqueado do KFC, Taco Bell, Spice & Tea Exchange e Capriotti´s, David Barr, e de James Walker, da marca Nathan’s Famous, com mediação de Marcelo Cherto, do Grupo Cherto. As marcas Coife Odonto, Chilli Beans, Maple Bear e Hot’N Tender falarão de sua experiência de expansão internacional na China, América Latina e EUA, além de abordar o tema de reestruturação e reposicionamento de marca no mercado exterior. Durante o evento, serão anunciados os vencedores do 1º Prêmio Destaque de Internacionalização, premiação criada pela ABF neste ano para incentivar e reconhecer as marcas que estão levando o franchising brasileiro aos quatro cantos do mundo. No fim da tarde, o seminário de educação irá discutir a relevância da educação e as oportunidades do franchising e transformação digital e seus impactos na educação no novo momento, com a participação das marcas CNA, The Kids Club, Rockfeller, Kumon, Grupo Moveedu, Centro Britânico, Influx English School e UOL Edtech.

No último dia (09/10), haverá o Congresso de Franqueados, que expandiu a proposta do evento de multifranqueados realizado nos anos anteriores. A ideia é fazer quase que um manual de boas práticas para franqueados no contexto atual, principalmente nas áreas de Finanças, Gestão & Gente e Digital. A programação será liderada por franqueadores e franqueados de redes como L´Occitane au Brésil, O Boticário, Spoleto, Maria Brasileira, Depyl Action, CNA, Casa Bauducco, além de consultores especializados. o encerramento deste congresso, haverá o lançamento da missão 2021 ao Multi Unit 2021, principal congresso de multifranqueados realizado nos EUA.

Encerrando a semana, às 12h, haverá um painel especial com Silvio Meira, Cientista-chefe da Digital Strategy Company, sobre tendências e liderança no mercado atual. Serão explorado os eixos de reflexão que são fundamentais para os negócios como estratégia & inovação; transformação digital; figital e jornada do cliente; liderança humanizada; futuro do trabalho e da educação e tendências irreversíveis.

As inscrições para a ABF Franchising Week 2020 estão abertas e as vagas são limitadas. Acesse www.abffranchisingweek.com.br, antecipe seu credenciamento para ter mais comodidade. As inscrições podem ser para a semana toda ou por evento. Gratuito para associados da ABF.

SERVIÇO

ABF Franchising Week 2020

Data: de 6 a 9 de outubro de 2020

Totalmente digital

Horário: Atividades pela manhã e final da tarde, veja detalhes na programação

Inscrições e programação: www.abffranchisingweek.com.br

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5 formas de se aproximar digitalmente dos seus clientes durante o período da COVID-19

Por Carla Coelho, Vice-presidente IBM Digital Sales América Latina

Com quarentenas vigentes em todo o mundo, as experiências presenciais como eventos ou conferências em que nos encontrávamos com as nossas famílias, colaboradores ou clientes, se trasladaram para o mundo virtual. Essa mudança tem representado desafios para as pessoas e para as empresas de todas as indústrias, que foram forçadas a repensar os seus modelos de negócio, a encontrar maneiras de continuarem a ser relevantes no mercado e interagirem com clientes novos e existentes através de canais digitais. 

A proximidade digital pode ajudar também a diminuir o impacto nas vendas e gerar inovação, mantendo – ou até aumentando – as relações com os clientes onde quer que estejam. Um estudo recente do IBM Institute for Business Value sobre o fortalecimento no relacionamento B2B durante o período da COVID-19, revela cinco aspectos essenciais nos quais as empresas podem construir o seu relacionamento digital com os seus clientes.

1- Manter uma visão de marca constante

Os vendedores personificam a marca, e cada interação pode construir ou destruir o valor de marca e o relacionamento com clientes novos ou existentes. Em um estudo do IBV sobre experiência empresarial, mais de 50% dos executivos entrevistados confessaram que seus empregados somente “entendem de forma geral” a visão de marca de suas empresas. 

Esta lacuna de entendimento pode ser uma oportunidade para aproveitar os dados de marketing, de redes sociais, de sistemas CRM, de satisfação do cliente e de suporte, para reavaliar as experiências com a marca quanto a coerência e eficácia, para encontrar áreas de melhoria e criar estratégias de alcance que permeiem toda a organização.

2- Aproximar o ecossistema para criar valor

As vendas impulsionadas pela pandemia tornaram mais difícil a entrada no calendário de um cliente em potencial. Trabalhar em conjunto com o ecossistema é chave para que as empresas estendam sua rede, se expandam em um novo mercado ou criem alianças que agreguem valor coletivo para todos os sócios participantes. 

Ser uma fonte de apoio, não só para uma solução específica, mas atuando como um sócio comercial confiável que ofereça serviços estendidos que unam diferentes partes do ecossistema, pode ser a chave para se ganhar um novo negócio.

3- Aproveitar os espaços de colaboração virtual

O compromisso digital pode ser muito eficaz quando se centra na colaboração e conexão humana, como em atividades de brainstorms, interações, inícios de projetos e reuniões de equipe. Enviar protótipos ou amostras comerciais, são uma boa forma de incentivar a conversa com clientes ao demonstrar-lhes um produto enquanto eles o têm na mão ou o exploram virtualmente. 

Na IBM, diariamente colaboramos com clientes através do IBM Garage, uma metodologia baseada em uma intensa colaboração que combina práticas agíeis com foco nas pessoas e no resultado desejado, para passar rapidamente das ideias à implementação. Hoje, essa é uma experiência 100% digital.

4- Ter empatia com os desafios de seus clientes

Uma sólida gestão das relações comerciais é essencial. Conectar-se com os clientes digitalmente para saber como eles estão, ser sensíveis aos seus desafios únicos e prestar atenção em seus problemas, pode fazer a diferença.

Como disse Catharine Nixey em seu artigo em The Economist: “O que nos move não é sentar-nos na frente de nossos computadores, é o relacionamento que temos com as pessoas.”

5- Ganhar a confiança de seus clientes

Nenhum dos elementos tradicionais que compõem uma relação B2B de confiança diminuiu com o distanciamento empresarial. Pelo contrário: agora são mais importantes do que nunca. Segundo The CMO Survey, os especialistas de marketing preveem que, após o COVID-19, os clientes darão mais valor do que nunca aos relacionamentos de confiança, com 29% deles afirmando que os relacionamentos de confiança serão sua prioridade.

A confiança é conquistada de várias maneiras. Quando são superadas as expectativas, ou quando os clientes sentem que as empresas com as quais trabalham estão comprometidas com a segurança da informação e estão alinhadas com as regulamentações de privacidade de dados, por exemplo. A confiança também se ganha quando as consultas ou solicitações dos consumidores são respondidas de forma rápida, honesta e transparente, e quando os valores corporativos se alinham com os valores que eles apreciam e praticam.

 O “aperto de mão digital” entre as empresas e seus clientes é possível quando os especialistas em vendas oferecem um compromisso de alta fidelidade. Por isso, as interações digitais devem ter um propósito: estarem centradas nas pessoas e serem efetivas. Ao habilitar digitalmente recursos, sistemas, processos-chave e pessoas, as organizações podem ir além de simplesmente mitigar a interrupção gerada pela pandemia para reconstruir seu momentum no mercado.

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Covid-19 acelera mercado de dados fixos na América Latina, afirma a IDC

Antes da covid-19, as projeções de crescimento dos serviços fixos de dados na América Latina eram de, em média, 10% ao ano de 2019 a 2024. Porém, com a pandemia, a expectativa de crescimento é de 24% acima da previsão, ou seja, de 12,4% ao ano para os próximos quatro anos, estimam analistas da IDC, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e eventos para os mercados de tecnologia da informação, telecomunicações e tecnologia de consumo.

Com o surgimento da covid-19 as regras do jogo mudaram, a ponto das empresas de telecomunicações serem obrigadas a adiar ou reduzir seus investimentos, explicou Alberto Arellano, gerente de pesquisa em Telecomunicações da IDC México.

Fonte: Latin America Telecom Services Tracker IDC, maio de 2020.

“Somente nos primeiros dois meses de contingência do coronavírus, o tráfego de dados fixos cresceu até 30% e os dados móveis 10%”, afirma Diego Anesini, diretor de pesquisas da IDC América Latina.

“As mudanças na demanda resultaram em uma alta concentração nas redes de acesso do consumidor, devido ao uso de aplicativos para home office e serviços de streaming”, explica.

Mesmo com as mudanças, Luciano Saboia, gerente de pesquisa e consultoria em Telecomunicações da IDC Brasil, afirma que as operadoras conseguiram manter a qualidade dos serviços, tanto para os consumidores como para as empresas, que seguiram desenvolvendo suas atividades. “As operadoras aprimoraram suas ofertas e produtos e ampliaram funcionalidades de colaboração e de conectividade, ajudando os decisores de TI, por exemplo, a enfrentaram o ambiente desafiador. Um exemplo disso é o SD-WAN. Temos visto ofertas recentes combinando conectividade com a disponibilização de devices, como PCs, tablets e smartphones, principalmente para as pessoas que aderiram ao home office, o que reforça a capacidade do mercado em oferecer uma variedade de serviços”, completa.

Para Anesini, as operadoras tiveram que se fortalecer e reforçar principalmente o acesso à infraestrutura de ponta e seu desempenho.

O Chile liderará o mercado de 5G na América Latina.

No caso das redes móveis, o Chile se colocou como o país com maior avanço para as redes de quinta geração (5G), ao anunciar a primeira licitação desta frequência para outubro próximo, visto que seu principal uso será comercial, destacou Anesini.

Enquanto isso, Brasil e México anunciaram que, devido à complicações técnicas e financeiras causadas pela pandemia, a licitação do 5G será realizada até o próximo ano. “No Brasil ainda temos questões a serem definidas, como os participantes do leilão. Além das operadoras, existe uma grande quantidade de provedores regionais querendo usar a frequência do 5G para comercializar seus serviços”, explica Saboia. Segundo ele, fatores econômicos como a capacidade de investimento dos players, a capacidade do país para absorver os serviços e o ecossistema para utilizar a tecnologia no segmento também precisam ser definidos.

“Embora o México já tenha feito os primeiros testes, o leilão foi atrasado e as operadoras continuam desenvolvendo sua rede 4G”, destacou Alberto Arellano.

No caso da Argentina, seu desenvolvimento será mais lento devido à redução dos investimentos, principalmente após o ciclo de congelamento de preços dos serviços de telecomunicações que ocorrerá de 1º de setembro a 31 de dezembro, disse Sebastián Novoa, analista sênior da IDC do mercado argentino.

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everis Brasil contrata Renato Gritti como diretor da área de Strategy Value

(Foto: Rodrigo Capote)

A everis, consultoria multinacional de negócios e TI do Grupo NTT Data, acaba de anunciar a contratação de Renato Pacheco Gritti como diretor de Transformação da área de Strategy Value no Brasil. No novo cargo, seu desafio é liderar a equipe de transformação estratégica, cujo objetivo é apresentar uma visão de futuro aos clientes, focada em entregar valor aos negócios por meio de tecnologias disruptivas.

Na nova função, Gritti será responsável também por criar novos modelos de negócios digitais e ecossistemas, além de estratégias de negócios alavancadas por novas tecnologias e dados. “A everis é uma empresa inovadora e flexível, apesar de sua estrutura robusta, atua no mercado como uma startup, o que dá aos seus profissionais a oportunidade de enfrentar desafios com agilidade e eficiência, uma característica que me conquistou”, afirma o novo diretor de Strategy Value.

Segundo ele, à frente da área de Strategy Value poderá contribuir para transformar os negócios dos clientes, inclusive com a identificação de oportunidades de atuação em novos segmentos, por meio da adoção de tecnologias disruptivas aliadas às estratégias customizadas. “Gritti é um profissional muito experiente e profundo conhecedor das demandas de negócios e tecnológicas nacionais, o que o torna um talento valioso para nosso plano de expandir nossa atuação no mercado nacional”, destaca Raphael Bueno, sócio responsável por Digital Strategy na everis Brasil.

Com mais de 20 anos de experiência em consultoria, Gritti já atuou junto a alta administração de grandes empresas, médias e pequenas empresas, contribuindo com estratégias de inovação, aperfeiçoamento da jornada dos clientes, reestruturação organizacional e transformação digital, entre outros, para gerar novos negócios e garantir melhor competitividade.

Anteriormente, Gritti trabalhou em consultorias como PwC, IBM e KPMG, entre outras. Formado em Tecnologia pela Universidade Mackenzie, Gritti tem pós-graduação em Sistemas Empresariais pela Universidade Paulista e MBA em Tecnologia pela FIPECAFI-USP.

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Aluguéis comerciais durante a pandemia e o caminho do Poder Judiciário

Por Cauani Bueno

Desde o início da pandemia ocasionada pela Covid-19 (coronavírus), o mundo tem adotado medidas de distanciamento social, restrições de funcionamento de certas atividades, dentre outras medidas, todas visando o enfrentamento dessa situação caótica que estamos vivenciando.

Embora tais medidas sejam extremamente necessárias, certo é que as mesmas vêm causando impactos negativos na vida dos comerciantes e resultando, principalmente, na queda considerável do faturamento o que, por sua vez, faz com que surjam diversos questionamentos. Dentre esses, está a possibilidade de renegociação de contratos de locação comercial, de modo que o comerciante afetado pelas medidas de restrição e pela crise econômica consiga continuar honrando com o pagamento dos aluguéis.

Ao longo desses últimos meses, foram emitidos diversos decretos estaduais e municipais dispondo sobre a temática. Nenhum deles resistiu às tramitações legislativas e perdurou. Tendo em vista à ausência de disposição legal, a alternativa que sobrou, quando não é possível a negociação amigável entre as partes, foi à propositura de ação judicial buscando a redução ou a suspensão do pagamento dos aluguéis.

O Poder Judiciário já proferiu tanto decisões favoráveis como contrárias à redução ou suspensão dos aluguéis a depender do caso concreto. O que se têm percebido é uma inclinação em favor do locatário, de modo a considerar este a parte hipossuficiente da relação locatícia, ou seja, mais vulnerável do ponto de vista econômico.

As decisões judiciais têm sido proferidas determinando, em muitos casos, a redução de 50% do valor do aluguel durante o período pandêmico, percentual este que têm sido entendido pelos magistrados e desembargadores como o ideal para equilibrar os prejuízos entre as partes.

Um exemplo claro dessa tendência, é a decisão proferida pelo desembargador Arantes Theodoro, relator da 36ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, nos autos do Agravo de Instrumento de nº 2081753-47.2020.8.26.0000.

No caso mencionado, o juiz de 1º grau indeferiu o pedido de tutela de urgência formulado pela locatária de imóvel comercial, no qual pretendia a redução do valor do aluguel até que fosse retirada a proibição de funcionamento de seu estabelecimento. Quando da análise pelo citado relator, disse o mesmo que o fato das atividades comerciais terem sido interrompidas em razão da quarentena, por si só, não dispensam a locatária do pagamento do valor acordado a título de aluguel.

No entanto, disse o Desembargador que: “[…] mesmo em superficial exame valorativo do tema se podia reconhecer que aquela situação retratava hipótese de força maior”. Concluiu seu voto: “Na linha do entendimento da Câmara, afigura-se razoável reduzir o valor do locativo mensal em 50%, desde o vencido em abril de 2020, e até que seja levantada a proibição à abertura daquele ponto comercial”.

Mesmo no período atual, onde as restrições já estão menos rigorosas do que no início, as decisões ainda têm seguido essa tendência de redução de 50%, o que se especula que irá perdurar até o final do ano de 2020.

O caminho mais recomendado será sempre a renegociação extrajudicial destes contratos, pautada na boa fé e no bom senso das partes envolvidas, visando assegurar o equilíbrio financeiro do contrato. Contudo, nos casos em que esta não é uma opção viável, o ingresso no Poder Judiciário é a resposta”.

Cauani Bueno, advogada especializada em contratos e obrigações e sócia da Advocacia BDB

E-commerce segue em expansão e registra alta nas vendas de 76,46% em agosto

Com a flexibilização da quarenta no país, as vendas por comércio eletrônico seguem em boom. Ao analisar o mês de agosto de 2020, ante o mesmo mês do ano passado, houve alta de 76,46%. Seguindo a mesma base de comparação, o faturamento teve desempenho maior e registrou aumento de 87,64%. Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

“Mesmo com a reabertura do varejo físico e retomada gradual da sociedade, o comércio eletrônico mantém patamares de vendas muito superiores ao ano passado, comprovando que o comportamento de consumo online do brasileiro realmente passou por um processo de transformação permanente. Com este crescimento, a partir de agora, as fronteiras entre online e offline estão sendo extintas e os varejistas terão que cada vez mais unificar suas operações para oferecerem uma boa experiência para todos consumidores.”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e CEO do Neotrust | Compre & Confie.

Vendas online

Entretanto, ao comparar agosto ante julho, as vendas por comércio eletrônico variaram negativamente (-9,15%). No acumulado do ano, a variação segue positiva: 56,73%.

Na comparação regional, nas vendas online de agosto deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, o Nordeste lidera com alta de 108,90%. Na sequência, aparecem Norte (74,90%), Sul (74,08%), Centro-Oeste (73,25%) e Sudeste (71,36%).

No acumulado do ano, o Nordeste também lidera com (82,70%), seguido por Sul (62,01%), Centro-Oeste (57,06%), Norte (54,76%) e, por último, o Sudeste com (51,37%).

Faturamento

O faturamento do setor teve queda de (-4,27%) em agosto frente a julho. Entretanto, no acumulado do ano segue em alta com 58,46%.

A composição regional, usando a base de comparação agosto deste ano com o mesmo mês do ano passado, ficou da seguinte forma: Nordeste (134,76%), Norte (108,12%), Centro-Oeste (87%), Sul (81,65%) e Sudeste (77,16%).

No acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (93%), Sul (59,79%), Norte (57,96%), Centro-Oeste (52,95%) e Sudeste (50,91%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

No mês de julho, o e-commerce representou 10,7% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 8%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 10 de setembro.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento, em julho, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,5%); móveis e eletrodomésticos (24%); e tecidos, vestuário e calçados (12,9%). Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (9,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,2%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,2%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,1%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2020, 18,2% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 5,9 p.p em relação ao trimestre anterior (12,3%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 8,1p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Neotrust | Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.mccenet.com.br/

Reforma Tributária, Sim! Aumento da Carga Tributária, Não!

Por Mathias Elder

O momento é este! Tanto a nível federal quanto no âmbito estadual, urge que os gestores públicos finalmente equacionem e desonerem a mais relevante componente do “Custo Brasil” (estudo ABIMAQ) e do “Custo RS” (estudo FIERGS): nosso caótico, complexo, disfuncional e injusto sistema tributário! Felizmente o tema tem sido destaque nas agendas do Congresso e do Governo Nacional, com desdobramentos em alguns estados, como o RS, SP e MT. Portanto, parabéns ao Governador Eduardo Leite por “colocar a bola em jogo”, ao propor uma reforma estadual que traz inúmeras melhorias para alguns problemas crônicos que drenam a competitividade da nossa economia.

Dentre os pontos positivos, podemos citar, entre outros: retorno das alíquotas provisórias aos patamares anteriores aos da majoração, redução da alíquota efetiva nas compras internas para 12 %,  simplificação e redistribuição da carga tributária, redução do prazo de creditamento do ICMS dos bens de capital, redução da cumulatividade dos impostos mediante aproveitamento de créditos de “uso e consumo”, avanços na devolução dos saldos credores de exportação. Com estas medidas, a economia gaúcha ganha em  competitividade!

Por outro lado, é evidente e inegável que a proposta aumenta a carga tributária prevista para 2021, o que, definitivamente, a sociedade gaúcha não pode aceitar. Urge, portanto, que seus excessos, distorções e omissões sejam ajustadas pela Assembleia Legislativa. Dentre estes, destacam-se:

•        TETO DE GASTOS. A falta de disposições que congelem e impeçam o crescimento dos gastos públicos (em R$ e em % do PIB) e que garantam que o teto e as demais limitações orçamentárias sejam aplicadas de forma isonômica em todos os poderes (ex: fim do duodécimo). Pelos princípios da neutralidade e equidade, é fundamental que sejam estabelecidas “travas” que possam garantir que esta reforma não seja mero “cavalo de troia” para aumentar ainda mais e/ou perpetuar o aumento de impostos. Também obrigariam imediata e subsequente negociação de reforma administrativa ampla, que realmente reduza o tamanho do estado, “enxugue” a máquina pública e, sem ferir direitos efetivamente adquiridos, termine com as distorções remuneratórias e previdenciárias entre os poderes públicos e a iniciativa privada;

•        AJUSTES EM 2021: em função da dificuldade e da insegurança que todos –  inclusive os técnicos da SEFAZ – tem para corretamente simular o impacto das diversas medidas, entendemos que seria aceitável que determinadas alíquotas sejam inicialmente um pouco superiores, desde que haja expressa disposição para que sejam calibradas (leia-se: reduzidas) ao longo de 2021, de acordo com as travas acima referidas;

•        TRIBUTAÇÃO DA CESTA BÁSICA. Na defesa dos princípios da progressividade e simplicidade, os assessores da Assembleia e as principais entidades de classe deveriam, em conjunto com os técnicos da SEFAZ, analisar melhor e compor a melhor solução, dentre as diversas alternativas possíveis: alíquota diferenciada, crédito presumido, renda mínima e/ou imposto negativo;

•        CONFAZ. Em prol da neutralidade e equidade, algumas medidas (que aumentam a arrecadação) deveriam ficar vinculadas à aprovação e perpetuidade das medidas que dependem de aprovação no CONFAZ (e que reduzem a arrecadação).

Ao longo das últimas semanas foram realizadas inúmeras audiências públicas e debates. A maioria das entidades ligadas ao setor terciário assim como algumas que representam produtores e indústrias mais voltadas para o consumo – cujas empresas, em sua grande maioria, são tributadas pelo Simples – se consideram prejudicadas e parecer ser totalmente contra a reforma. Estes setores, seus empresários e representantes na AL parecem não se dar conta ou, por questões políticas, não querem se dar conta que:

•        como regra geral, sofrem pouca ou nenhuma concorrência internacional;

•        eventuais aumentos de impostos para determinado setor ou atividade, decorrentes da redistribuição da carga fiscal por toda a economia gaúcha, afetará igualmente todos seus concorrentes, preservando os princípio de equidade e isonomia;

•        o princípio da neutralidade, se respeitado no texto final da reforma, garantiria que os aumentos de seus produtos e serviços seja compensado pela redução dos preços dos produtos industrializados;

•        a redução do “Custo Brasil” e do “Custo RS”, aumenta a competitividade dos setores primário e secundário (exportadores, agropecuária, extração mineral e indústria), fazendo nossa economia voltar a crescer e trazendo enormes e representativos ganhos sistêmicos*;

* nota técnica publicada em jun/2020 pelo CCiF estimou o aumento do PIB potencial de longo prazo brasileiro em quase 40 % (!), caso as reformas tributárias federal, estadual e municipal sejam implementadas.

•        somente com a reforma tributária, a economia vai gerar mais emprego e renda. E, com maior renda, aumentará o consumo e a arrecação de impostos…

É chegado o momento de escolher. Nossos Deputados Estaduais e o Governador tem algumas opções…

•        Perder a oportunidade, postergar a solução definitiva e seguir assistindo ao lento agravamento do desequilíbrio fiscal e à agonizante derrocada da economia de nosso Estado – tem sido assim nas últimas décadas e o resultado não foi bom: inúmeras empresas, principalmente industriais, deixaram nosso Estado ou fizeram vultuosos investimentos em outras unidades da federação.

•        Aprovar a manutenção das atuais alíquotas (18 %) de ICMS – pergunta que não quer calar: seria este o sonho secreto de alguns atores?

•        Apostar nos ganhos sistêmicos, no fortalecimento, melhor integração e maior eficiência fiscal das cadeias produtivas gaúchas. Apostar na competividade e no crescimento da economia, na maior geração de empregos e renda, bem como no consequente aumento do consumo e da arrecadação de impostos. A Teoria dos Jogos Cooperativos comprova que, somente nesta alternativa, todos ganham!

Apelamos para que os representantes dos poderes legislativo e executivo se “sentem” para negociar! Enquanto não forem implementadas as reformas tributária e administrativa de acordo com as melhores práticas internacionais, o futuro dos gaúchos e gaúchas seguirá comprometido, limitado e inferior ao seu real potencial.

Mathias Elter, engenheiro e empresário industrial gaúcho

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100% digital e gratuita, Fenalaw 4.0 Xperience acontece em outubro

Maior plataforma de conteúdo e de negócios jurídicos da América Latina, a Fenalaw vai acontecer entre os dias 13 e 15 de outubro em um formato inovador, adaptado à realidade imposta pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Intitulado de Fenalaw 4.0 Xperience – Transformando o Setor Jurídico através do Digital, o encontro que é referência para o mercado e o mais tradicional evento do setor há 17 anos será 100% digital e gratuito, permitindo que todos os profissionais do segmento jurídico possam ter acesso a atividades exclusivas, ampliar seus conhecimentos, se reunir com colegas da área e encontrar as melhores soluções para os seus negócios.

Com o objetivo de difundir o conhecimento técnico, vai discutir os temas atuais ligados ao campo jurídico e promover o encontro dos principais players do mercado com advogados, consultores jurídicos e gestores. “Em um momento atípico como esse não poderíamos deixar de reunir a comunidade jurídica para discutir os desafios presentes e futuros do segmento e do país. É nosso compromisso oferecer um conteúdo de excelência para gestão, tecnologia e áreas específicas do Direito, buscando atender às necessidades de todo o mercado e de seus profissionais”, afirma a business director do evento, Maria Juliana do Prado Barbosa.

A programação está dividida nos hubs como: Departamentos Jurídicos, Escritórios [PME], Compliance & LGPD, Marketing, Gestão de Pessoas e Liderança, Tecnologia e Inovação, Direito Digital e tem como destaque palestrantes como Richard Susskind, autor mais citado no mundo sobre o futuro dos serviços jurídicos e presidente da Society for Computers and Law; Garreth Price, sócio-gerente global da Allen & Overy; e Eduardo Oinegue, jornalista e apresentador do programa BandNews no Meio do Dia, na BandNews FM, e âncora no Jornal da Band, na TV Bandeirantes.

Estrutura

Plataforma Xperience – Desenvolvida pela Informa Markets, organizadora de eventos responsável pela FENALAW, a nova plataforma Xperience é um modelo inédito no mercado, e traz uma revolução ao mundo dos eventos empresariais e feiras de negócios. O novo formato apresentado para a FENALAW por meio da Xperience deverá garantir a entrega de um evento de alto nível, mantendo a qualidade e o alcance da audiência, contemplando os 3 principais pilares deste tradicional encontro para todo o ecossistema jurídico: conteúdo de qualidade, networking e bons negócios.

Quanto ao Conteúdo, o participante terá acesso aos painéis com transmissão ao vivo e apresentações exclusivas; com especialistas renomados do setor, divididos em quatro salas virtuais com diferentes temáticas durante os 3 dias de realização; além da possibilidade da comunicação via texto, áudio e vídeo com os representantes das marcas patrocinadoras.

As oportunidades de Relacionamento estão por toda a parte. Com o uso da inteligência artificial da plataforma vamos oferecer recursos de Matchmaking de acordo com os interesses de cada participante, recomendando interações com marcas patrocinadoras e outros participantes. A página feed também irá conter uma timeline ativa para posts e interações na rede social dos participantes da Fenalaw 4.0.

Bons Negócios ganham novos formatos em nossa exposição virtual com ambiente de pronto atendimento, promoção e exposição de produtos e serviços dos principais fornecedores do setor; disponibilidade de salas de reuniões, e contatos via chat/call, com texto, áudio e vídeo entre públicos-alvo; e o Matchmaking 365, uma ação de inteligência artificial que irá conectar compradores a vendedores selecionando a audiência certa para cada negócio.

Sala exclusiva

A Fenalaw 4.0 Xperience terá, ainda, uma sala virtual exclusiva para a realização do 5º Fórum Internacional da Tributação – FIT. O objetivo do encontro é promover a interação da comunidade jurídica na organização política, social e econômica sugerindo modelos de tributação mais modernos e atuais, alterando paradigmas antes considerados como alicerces do sistema tributário. A proposta visa, com isso, dar maior competitividade e atualidade ao modelo nacional vigente e, ainda, contribuir para políticas de desenvolvimento econômico-financeiro por meio da política fiscal.​

Para participar — As inscrições online e gratuitas para a Fenalaw 4.0 Xperience estão abertas no site: fenalaw.com.br

Fenalaw 4.0 Xperience – Transformando o Setor Jurídico através do Digital
Data: 13 a 15 de outubro.
Horário: 9:30 às 17 horas.
Local: fenalaw.com.br (Plataforma Xperience)

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Políticas sobre o uso de dispositivos pessoais em tempos de home office

Por Igor Buess


Ao longo dos últimos anos presenciamos a crescente mescla do uso de dispositivos tecnológicos pessoais com os profissionais. Isso porque, acessamos o e-mail da empresa no celular pessoal, respondemos mensagens no WhatsApp na sua versão web diretamente do computador corporativo, realizamos videoconferências em notebooks que são nossos e por aí vai.

Quando se fala em segurança da informação, o bem mais precioso é a informação em si e, por isso, sua localização serve, em muitos casos, para definir o senso de propriedade e responsabilidade sobre o meio que a contém. Ou seja, se uma informação – de propriedade da empresa – está contida num dispositivo móvel pertencente a um colaborador, pode-se inferir que há um senso de propriedade e responsabilidade parcial da empresa com esse equipamento em questão, pelo menos no que tange ao controle de configurações e a possibilidade de monitoramento.

Obviamente deve existir um limite razoável no controle da corporação sobre esse dispositivo para que não haja abusos e invasões na privacidade do colaborador. Isso significa que a empresa precisa definir seu monitoramento exclusivamente para fins de proteção da sua informação e nada mais.

Com o advento da pandemia do Coronavírus, o home office se tornou padrão na maioria das empresas e o uso – por parte dos colaboradores – de dispositivos pessoais para execução de suas funções cresceu exponencialmente, tornando essa problemática ainda mais latente. Portanto, é cada vez mais relevante que as regras dessa modalidade estejam escritas de forma clara e objetiva para que ambas as partes – empresa e colaborador – estejam em harmonia, evitando situações constrangedoras que, em alguns casos, podem até resultar em consequências legais.

O principal meio de definição dessas regras é através de normativos, tais como políticas, normas e procedimentos, juntamente com inciativas de treinamento e conscientização por meio de cursos online, webinars e e-mails internos, entre outros.

Mas um aspecto que deve ser levado em consideração é a razoabilidade das regras que serão definidas. Em outras palavras, o fato das empresas definirem e escreverem as normas não as dá total liberdade para avançar sobre a privacidade do equipamento do colaborador. Tenha em mente: se o colaborador achar que as regras são abusivas, ele simplesmente vai optar por não utilizar seus dispositivos pessoais.

Em relação ao conteúdo específico das normas, sugere-se que alguns aspectos estejam definidos e citados, como a responsabilidade por manter o dispositivo atualizado e seguro; as consequências do descumprimento das orientações de segurança; a possibilidade de investigações no conteúdo do equipamento em casos suspeitos; o suporte oferecido ao usuário em caso de problemas técnicos; e as ações que podem ser tomadas em casos de perda ou roubo.

É importante lembrar que a liberdade de uso de dispositivos pessoais tem seus prós e contras. Isso porque, por um lado, a empresa economiza na compra de equipamentos tecnológicos para cada colaborador e dá mais flexibilidade de trabalho. Por outro, cria-se uma maior complexidade de manutenção da segurança de informações e ocasiona um consequente aumento da superfície de ataque. Tendo isso em mente, a empresa deve avaliar se os benefícios compensam ou não, podendo optar até por uma abordagem mista, na qual apenas determinados sistemas e informações podem ser acessados via dispositivos pessoais.

Igor Buess, consultor de Segurança da Informação na ICTS Protiviti

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