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Nestlé Brasil abre inscrições para o Programa de Trainee 2021

Estão abertas, até 18 de outubro, as inscrições para o Programa de Trainee 2021 da Nestlé Brasil, disponíveis pelo site www.traineenestle2021.com.br. O processo será conduzido de forma totalmente digital e à distância, tanto para atender critérios de saúde e segurança exigidos pela situação atual quanto para democratizar o acesso à iniciativa. Como em anos anteriores, a iniciativa está aberta para candidatos de todo o Brasil.

Em linha com as demandas de um público jovem cada vez mais ligado e atento à importância do propósito na atuação de profissionais e empresas, o Programa da Nestlé este ano terá como mote #EvoluirJuntosFazBem e será conectado com o propósito da companhia, que é revelar o poder dos alimentos para melhorar a qualidade de vida de todos, hoje e para as próximas gerações. Isso será feito tendo como base os três pilares que guiam a atuação da companhia para a geração de valor compartilhado: Indivíduos e Famílias, Comunidade e Planeta.

Como resposta a um cenário em que os jovens têm que lidar com um futuro incerto e desafiador no mercado de trabalho devido à pandemia, além de incertezas em relação à conclusão de estudos e ao início de suas carreiras, a iniciativa trará, ao longo de suas etapas, capacitação em inteligência emocional, saúde mental, dicas de nutrição e qualidade de vida, entre outros temas. O objetivo é que todos os inscritos saiam do programa com algum aprendizado, por isso desde o início serão disponibilizadas pílulas com informações para atingir todos que se inscreverem.

A seleção também será prioritariamente focada na análise e desenvolvimento de competências comportamentais, cada vez mais necessárias e buscadas pelas empresas, ao invés de priorização da formação técnica e de conhecimentos de idiomas, por exemplo. A Nestlé acredita nesse caminho e, nos últimos tempos, tem apostado em diferentes iniciativas para incentivar a contratação visando a avaliação e desenvolvimento de soft skills de candidatos. “A vontade de construir novas soluções, além soft skills como inovação, espírito de dono, colaboração, inovação, criatividade, entre outras habilidades, são cada vez mais valorizadas pela companhia, que busca pessoas realmente capazes de promover uma grande transformação nos seus negócios, com impactos reais. E estamos dispostos a ajudar a desenvolver essas competências, por meio de várias iniciativas de formação e empregabilidade, que abrem as portas da Nestlé todos os anos para esses jovens”, afirma o vice-presidente de RH da Nestlé Brasil, Enrique Rueda.

O objetivo da Nestlé com o Programa de Trainee 2021 é gerar oportunidades para que esses jovens se desenvolvam e se capacitem para que possam se preparar para o futuro, trilhando caminhos que ajudem a diferenciá-los em meio a um mercado conturbado. “Queremos apoiá-los não só com vagas, mas com o desenvolvimento de habilidades que vão fazer toda a diferença, ainda mais nesse cenário profissional que abre a necessidade de outras visões e competências”, aponta Enrique Rueda.

Para contribuir para esse aprendizado, o programa terá o patrocínio de marcas que são conectadas ao propósito da companhia. São elas: Chocolates Nestlé, Nescau, Starbucks, Nespresso, Nutren, Leite Moça, Ninho, Purina, Cheerios e Negresco. Ao longo do processo, os jovens terão acesso a conteúdos exclusivos, informações e desafios ligados às marcas.

Etapas do Programa

Após a etapa de inscrições, o processo seguirá com testes online, dinâmica de grupo, painel virtual, entrevistas online e etapa final. Todas as fases levam em consideração o conceito de gamificação e a etapa final trará desafios baseadas em cases reais da companhia, pensando em soluções com olhar voltado para a inovação. O processo envolverá diferentes tecnologias para fazer com que o candidato, mesmo à distância, consiga entender como é fazer parte da Nestlé e conheça um pouco mais da empresa.

Iniciativa pelos Jovens

O Programa Trainee da Nestlé integra as ações da Aliança pelos Jovens, iniciativa criada pela companhia e que conta com a parceria de diversas empresas, de vários portes. Lançada no Brasil em agosto de 2017, hoje reúne mais de 58 empresas no País e na região do Mercosul, e tem metas de gerar 45 mil oportunidades profissionais e de capacitação para jovens até o final de 2020.

Bradesco, Itaú Unibanco e Santander aderem à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura

Os três maiores bancos privados do País, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, assinaram sua adesão à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. O principal objetivo do movimento é implementar ações para promover um novo modelo de desenvolvimento econômico pautado pela economia de baixo carbono e, desta maneira, responder aos desafios das mudanças climáticas, possibilitando avanços concretos na agenda de clima e agropecuária no Brasil.

A coalizão é um movimento multisetorial, composto por entidades que lideram o agronegócio no Brasil, as principais organizações civis da área de meio ambiente e clima, representantes do meio acadêmico, associações setoriais e companhias líderes nas áreas de madeira, cosméticos, siderurgia, papel e celulose, entre outras. Por meio desses agentes, a iniciativa busca oportunidades e sinergias entre a agropecuária e a agenda de proteção, conservação e uso sustentável das florestas para mitigar as mudanças climáticas.

Mais informações sobre a Coalizão Clima, Florestas e Agricultura no site: coalizaobr.com.br

Plano Amazônia

No mês de julho, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander já haviam se unido em torno de outra iniciativa relacionada à questão ambiental, a criação do Plano Amazônia, cujo objetivo é promover o desenvolvimento sustentável da região e a proteção da floresta. O plano inclui 10 medidas construídas a partir de três frentes de atuação identificadas como prioritárias para a região: conservação ambiental e desenvolvimento da bioeconomia; investimento em infraestrutura sustentável; e garantia dos direitos básicos da população da região amazônica.

5G: legislação brasileira avança para preparar infraestrutura de telecomunicações e municípios devem agir

Para preparar o ambiente do leilão do 5G no próximo ano, o presidente Jair Bolsonaro assinou em 1º de setembro o tão esperado Decreto que regulamentou a Lei Federal das Antenas, a fim de reduzir alguns dos mais importantes entraves que hoje dificultam a instalação de infraestrutura de telecomunicações e impedem o avanço da conectividade e da cobertura de telefonia no país. O texto é positivo e era aguardado por diversos setores da economia.

Nos próximos anos, fornecedores, fabricantes de equipamentos e operadoras de telecomunicação preveem investir cerca de R$ 35 bilhões para operacionalizar o 5G no Brasil. Quando falamos de infraestrutura passiva, somente empresas ligadas à Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel), que representa 65% do setor no mercado nacional de torres, planejam investir R$ 6 bilhões. O que ainda pouco se debate é que o avanço da digitalização depende da modernização de leis municipais obsoletas em todo o país. Enquanto não houvesse a regulamentação da Lei Federal de Antenas, boa parte dos recursos anunciados não seriam realizados. Agora, o cenário muda de figura.

Caso o leilão das novas frequências fosse realizado ainda este ano, como previsto antes da pandemia de Covid-19, seríamos uma nação com autorizações e outorgas para implantá-las, mas sem infraestrutura para tirar seu melhor proveito. Em outras palavras, apesar da regulamentação da Lei Federal das Antenas, boa parte das atuais leis municipais de antenas são incoerentes com a realidade tecnológica e impõem regras burocráticas que impedem o Brasil de atender à rotineira demanda por 4G e tornam impossível o desenvolvimento do 5G. Espera-se que os municípios se motivem a agir para modernizar suas leis.

Somente com a harmonização entre a Lei Federal de Antenas e normas municipais o país caminhará para a conectividade efetiva e para a diminuição da desigualdade digital. Destravar a instalação de torres e antenas é a condição básica para a ampliação da infraestrutura de telecomunicações. É preciso vontade política para o assunto entrar na pauta. Leis com mais de 20 anos, como é o caso de diversos municípios brasileiros, se tornaram antiquadas e altamente restritivas. Estas sequer previam as tecnologias atuais e muito menos a demanda crescente da sociedade por banda larga móvel e fixa.

As principais modernizações nas Leis de Antenas não são esperadas apenas pelo setor de telecom. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também defende que as cidades adotem e façam valer o novo texto com a criação de uma janela única, ou seja, que apenas um órgão seja responsável por coordenar todo o processo de licenciamento urbanístico e ambiental nos municípios. Defende ainda a aderência à chamada autorização tácita, prevista no Decreto Federal, com prazo máximo de 60 dias para emissão de licenças de liberação para instalação de antenas. Assim, os municípios terão de analisar rapidamente os pedidos e, caso não haja respostas, entende-se que a autorização está dada até posterior fiscalização dos órgãos competentes.

Nos últimos dois anos, por exemplo, apenas na cidade de São Paulo, maior centro financeiro do país e da América Latina, operadoras e empresas de infraestrutura protocolaram mais de 1,8 mil pedidos de novas torres e antenas. Até o momento, apenas 90 foram liberados. O cenário se agrava com o advento do 5G, pois a implantação da nova tecnologia exigirá de 3 a 4 vezes mais antenas em relação à conexão 4G.

E se ainda existiam dúvidas quanto à essencialidade dos serviços de telecomunicações, a pandemia comprovou a duras penas sua importância para manter a dinâmica da economia e das relações pessoais. Nos próprios municípios onde a modernização das leis se mostra tão difícil, o teletrabalho, o ensino à distância e a compra remota com entrega em domicílio são apenas algumas das atividades que, dependentes e apoiadas na conectividade, ajudam a manter as atividades de milhares de famílias.

No cenário pós-Covid-19, não há dúvidas de que 5G será fundamental para a recuperação econômica global. Maior capacidade, maior velocidade e menor latência permitirão mais usuários, mais dados e conexões mais rápidas para novos serviços e maior produtividade das empresas. Permitirão também que as chamadas Cidades Inteligentes (Smart Cities), ganhem contornos visíveis.

Para os municípios que se prepararem para a chegada da nova tecnologia, transformações tão esperadas e que dependem de comunicação móvel de excelência se tornarão realidade, resultando em ganhos significativos para as áreas de saúde, transportes, educação, segurança e muitas outras. O desenvolvimento de novas soluções em robótica, inteligência artificial, mobilidade urbana, telemedicina e o fortalecimento da indústria 4.0 são apenas alguns dos segmentos que devem deslanchar nesse novo momento. Em todos eles, os fluxos de informações serão essenciais para o seu pleno funcionamento. Resta saber: quanto mais a burocracia e a dificuldade em modernizar as normas municipais atrasará o Brasil na sua transformação digital e na retomada da economia?

Por Luciano Stutz, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel) e Mônica Messenberg Guimarães, diretora de Relações Governamentais da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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Tecnologia eleva eficiência operacional no campo durante a pandemia

Durante a pandemia causada pela Covid-19, o mercado do agronegócio também foi afetado com as regras de distanciamento social.

Técnicos e funcionários que antes se deslocavam ao campo para ações específicas nas lavouras, tiveram que se adaptar ao acompanhamento remoto. Porém, nem todos estavam preparados tecnologicamente para tais mudanças.

Diante do momento único vivido pelo Brasil e, também, no agronegócio mundial, a Agritask, empresa israelense que desenvolveu uma plataforma de gestão agronômica e operacional, deu suporte para a manutenção das fazendas mesmo que à distância.

Sem uma ferramenta de tecnologia, seria praticamente impossível gerir todo o processo de produção do campo e manter as cadeias produtivas e o contato com clientes e fornecedores.

Por meio dessa plataforma, a Agritask disponibiliza a seus clientes inúmeras funcionalidades desde a execução em campo até a gestão remota, e as integra com tecnologias externas utilizadas na agricultura, permitindo assim automatizar a operação, aprimorar a gestão e controle das atividades, identificar oportunidades de redução de custos e elevar a produtividade da lavoura.

As soluções apresentadas atuam em todo o ciclo produtivo, trazendo mais qualidade nas métricas e permitindo uma tomada de decisão rápida e confiável mesmo para quem está a milhares de quilômetros da fazenda, o que faz toda a diferença.

Na prática, a ferramenta promove a melhoria de eficiência das fazendas, ajudando um produtor, por exemplo, a monitorar os problemas do campo e acompanhá-los com indicadores inteligentes.

Os principais benefícios de curto prazo percebidos pelo produtor estão na diminuição do uso de defensivos agrícolas e na redução de ineficiências operacionais que comprometem a produtividade da lavoura, como fertilidade do solo, falhas de plantio, má qualidade de execução de operações mecanizadas e planejamento de atividades sem observância do clima com impacto no crescimento das plantas.

Para empresas que possuem escritórios distantes ou a sede administrativa a dezenas ou centenas de quilômetros de uma área de produção, o acompanhamento remoto por meio de uma única plataforma que oferece gestão de todo o ciclo de produção – uma espécie de “sala de comando” – é um serviço essencial.

É o caso da Agropecuária Fazenda Brasil (AFB) que utiliza a ferramenta há alguns anos e possui três fazendas de produção agrícola distribuídas na região do Vale do Araguaia (MT).

Para o engenheiro agrônomo e gerente geral da AFB, Handerson Paulo da Cruz, os resultados com a tecnologia oferecida pela plataforma são significativos. “Utilizamos a Agritask em nossos cultivos de soja, milho, algodão e feijão. Ao longo destes anos de parceria, já concluímos que a ferramenta nos traz bons resultados com o auxílio na tomada de decisão proporcionando economia e uso eficiente de insumos, e, consequentemente, o aumento de produtividade em nossos campos. As funcionalidades são de fácil utilização, tanto por nossos colaboradores técnicos de campo, quanto pelos nossos gerentes nas fazendas”, explica.

“O grande diferencial da Agritask no campo, principalmente nessa época inesperada de pandemia causada pela Covid-19, é que tanto eu como gestor da agricultura do grupo AFB quanto nossa diretoria pode acompanhar à distância o que está acontecendo em nossas fazendas e talhões, auxiliando e compartilhando as informações e decisões planejadas e/ou executadas”, complementa Handerson Cruz.

É importante destacar que ao contrário da crise econômica gerada pela pandemia, o país terá safra recorde de grãos em 2020, projetada em torno de 250 milhões de toneladas.

Mesmo diante da crise, a Agritask dobrou seu crescimento nos últimos seis meses. Em um outro exemplo com a Swiss Re Corporate Solutions, um de seus principais clientes do setor de seguros agrícolas, a empresa auxiliou no monitoramento de 90.000 hectares, permitindo uma redução de 60% no número de técnicos a campo e mantendo a eficiência no controle de risco.

“Considerando os impactos, limitações e desafios que a pandemia de Covid-19 trouxe às seguradoras, a parceria com a Agritask foi um valioso suporte para a gestão e avaliação da carteira de seguros de milho 2ª safra. Os dados fornecidos nos possibilitaram um novo entendimento sobre a situação dos riscos, permitindo novas tomadas de decisões, mesmo sem a tradicional vistoria de campo realizada por peritos”, explica Danilo Jacomini, subscritor de riscos da Swiss Re.

Segundo dados de uma pesquisa realizada pela consultoria global de gestão e estratégia Boston Consulting Group, 45% dos agricultores brasileiros afirmaram que planejam investir mais em automação e sensoriamento remoto depois que a pandemia passar.

De acordo com o VP Global de Vendas da Agritask, Amir Szuster, “as funcionalidades oferecidas pela ferramenta permitem que diferentes empresas do agronegócio possam finalmente integrar diversas tecnologias de agricultura de precisão em uma única plataforma, capaz de transformar dados em informação para uma melhor tomada de decisões, mesmo com a redução de acesso direto às fazendas em tempos de pandemia”.

Cristina Palmaka e líderes da SAP na América Latina recebem reconhecimento na lista HERoes de 2020

A SAP SE (NYSE: SAP) anunciou que a rede global Involve, que  defende a diversidade e a inclusão nos negócios, incluiu Cristina Palmaka, presidente da SAP para América Latina e Caribe, em sua lista HERoes 100 Women Executives 2020.

A executiva foi apontada como uma das 100 principais executivas que lideram pelo exemplo para elevar os índices de diversidade de gênero e inclusão nas empresas. Desde que ingressou na SAP em 2013, Cristina Palmaka tem feito da cultura da diversidade o alicerce da estratégia da companhia.

Além disso, duas outras líderes da SAP América Latina foram citadas na lista HERoes Women Future Leaders 2020, sendo reconhecidas como modelos inspiradores e pela contribuição significativa para diversidade de gênero na organização. São elas Sueli Nascimento, gerente de produtos e líder da rede de funcionários Black Employee Network na SAP Brasil, e Carolina Vaccaro, consultora sênior de Recursos Humanos para o Mexico e região LAC Norte e líder da rede Business Women Network na SAP América Latina e Caribe.

“Estamos muito honradas com esse reconhecimento e motivadas para continuar construindo equipes com diversidade e inclusão”, afirma Cristina Palmaka.

As HERoes Women Role Model Lists, apoiadas pelo Yahoo Finanças, destacam líderes empresariais que apoiam mulheres nos negócios e promovem mudanças para incrementar a diversidade de gênero no ambiente de trabalho.

As listas são publicadas anualmente e revelam 100 mulheres na categoria Women Executives, 100 na Women Future Leaders e 50 na Advocate Executives. Cada uma delas é avaliada pela influência da função, pelo impacto nas iniciativas de inclusão e na igualdade gênero dentro e fora do local de trabalho e pelas conquistas nos negócios.

Na categoria HERoes 100 Women Executives são levadas em consideração a senioridade e a influência das candidatas. Devem trabalhar ativamente para criar um ambiente no qual as mulheres possam realizar confortavelmente suas aptidões profissionais no ambiente de trabalho e é importante que estejam focando nesta meta, além de suas funções diárias.

A categoria Future Leaders é composta de pessoas de alto desempenho e alto potencial que podem estar em variados níveis em suas carreiras.  É colocada maior ênfase no trabalho em prol da inclusão de gênero, e não na senioridade nos negócios.

IBM anuncia os Top 100 finalistas da Maratona Behind The Code entre mais de 70.000 desenvolvedores

A IBM anunciou os Top 100 finalistas da Maratona Behind The Code, uma iniciativa que reuniu desenvolvedores, estudantes e entusiastas da América Latina (1) em cinco semanas de competição de codificação para resolver desafios de negócios usando tecnologias disruptivas como Machine Learning, Inteligência Artificial, IoT e Kubernetes, entre outros, na IBM Cloud.

Os 100 melhores classificados, listados na webpage da Maratona, representarão seus países na Grand Finale ao vivo e online em novembro de 2020. Eles também viajarão para um Resort em uma praia Mexicana em 2021 para se encontrarem com os patrocinadores que propuseram os 8 desafios.

Após a conclusão do último desafio – Grand Finale -, os top 5 ganharão uma viagem para visitar a IBM Alpha zone, uma aceleradora de startups da IBM localizada em Tel Aviv em 2021, e ter uma experiência imersiva para impulsionar suas habilidades, conhecendo algumas das tecnologias mais inovadoras de hoje.

“Nós estamos emocionados em anunciar os 100 finalistas dessa competição maravilhosa que reuniu mais de 70.000 programadores, que aprenderam a desenvolver usando tecnologias disruptivas na IBM Cloud para resolver os desafios”, disse Marcelo Spaziani, Vice-Presidente de Sales & Value Creation para a IBM América Latina. “Hoje, a computação em nuvem é a maior facilitadora de inovação para organizações de qualquer tamanho e indústria. Com a Maratona Behind The Code nós tornamos nossa plataforma de nuvem disponível para todos, com recursos, técnicas e tutoriais para impulsionar suas habilidades profissionais e para prepará-los para encarar os desafios de negócios do mundo real”.

A Maratona no Brasil

• 50 desenvolvedores do Brasil são parte dos Top 100 finalistas. Eles competirão mais uma vez para conseguir um dos cobiçados lugares entre os Top 5 melhores desenvolvedores da América Latina.
• A presença de mulheres no Top 100 finalistas aumentou 171% em comparação com 2019.
• O 1º lugar no ranking geral da Maratona em português ganhará um Jeep Renegade Longitude da FCA.

Dinâmica da Maratona Behind The Code

Durante a Competição, os participantes receberam oito desafios virtuais de negócios, propostos por empresas e instituições parceiras: FCA, TecBan, Algar Tech, Cocamar, Instituto Universitário FIAP, Saint Paul | LIT Escola de Negócios, TNT Energy Drink e UNINASSAU. Com base em várias tecnologias, eles foram capazes de criar soluções diferentes, como: um modelo de machine learning capaz de encontrar o melhor candidato para uma vaga, uma ferramenta capaz de acelerar e dinamizar os processos de aprendizagem dos estudantes, ou um agrônomo virtual para auxiliar na detecção de pragas nas lavouras de soja, entre outras.

Quanto mais rápido os desafios fossem resolvidos e quanto mais preciso o código fosse, mais pontos os desenvolvedores acumulavam. Ao final de cada desafio, era divulgado o ranking com os 100 melhores classificados. Os primeiros colocados em cada desafio competiam por prêmios como carros, bolsas integrais, cursos gratuitos, entre outros.

Para ajudar os desenvolvedores em cada desafio, a IBM forneceu conteúdo e dicas sobre todas as tecnologias necessárias. Desta maneira, os participantes puderam melhorar seus conhecimentos e desenvolver suas habilidades.

Patrocinadores, Apoiadores e Comunidade

A Maratona Behind The Code tem uma rede de mais de 30 patrocinadores, apoiadores e instituições comunitárias que tornaram a iniciativa possível em 2020: BCP, FCA, ICBC Argentina, TecBan, Alestra, Algar, Anáhuac University, BanCoppel, Cocamar, CompuSoluciones, Digital House, Centro Universitário FIAP, Saint Paul | LIT Escola de Negócios, Tortuga Code, UNINASSAU, Belgo Bekaert Arames, Ipiranga, NDS Cognitive Labs, Platzi, TechData, edX, Elastic, Empleos TI, Instituto Exito, Lab CIEE, Red Hat, Shawee, Tata Consultancy Services e Universidad Diego Portales.

(1) Residentes dos seguintes países: Argentina (exceto da Província de Mendoza), Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Uruguai e Venezuela.

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Wayra lança desafios para startups na área de logística

Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica e uma iniciativa Vivo, abre inscrições para startups que tenham soluções para resolver desafios de uma grande corporação. As primeiras seis oportunidades são da área de logística e ficarão abertas até 31 de outubro no site da Wayra. As startups selecionadas para a fase final terão a chance de fazer pitch para executivos da Vivo visando gerar negócios com a empresa.

Os desafios têm como objetivo impulsionar o desenvolvimento de negócios entre startups scale ups e a empresa. Os contratos poderão seguir o modelo para uso interno, para soluções relacionadas a melhoria de eficiência e redução de custos operacionais, ou para uso externo, com a criação de novos produtos tanto B2B como B2C.

“Os desafios reforçam nosso posicionamento e propósito de conexão com o ecossistema empreendedor a fim de gerar negócios, trazer mais inovações e melhorar as operações e experiência dos clientes da Vivo.”, declara Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil.

Essa nova iniciativa prevê aumentar o volume de soluções com potencial para melhoria em custos e nível de serviço dentro da corporação. Entre os primeiros desafios estão oportunidades para logística reversa como plataforma de gestão e serviço de coleta, ferramenta de crowdshipping, sistema de gerenciamento de transporte entre outros.

“Trata-se de uma excelente iniciativa da Wayra para nos aproximar de startups que tenham potencial de acelerar nossas frentes de transformação digital na Logística com soluções inovadoras de baixo custo e maior eficiência operacional”, declara Leandro Stumpf, diretor de Logística da Vivo.

As startups selecionadas farão uma apresentação em formato de pitch para uma comissão avaliadora formada pelas equipes da Wayra e da Vivo e as finalistas serão apresentadas para a área. Os critérios para seleção incluem avaliação de equipe, solução e aderência à oportunidade.

Para as startups que não se enquadrarem nos desafios propostos, há também a opção de aplicar para fazer parte do portfólio da Wayra. A inscrição pode ser feita em qualquer momento do ano no site e a avaliação segue a tese de investimento da Wayra.

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Cadeia de Valor Responsável: o que pode mudar com o advento da Covid-19?

Por Taísa Cecília de Lima Caires

Não é de hoje que se discute a incorporação de boas práticas de sustentabilidade na gestão da cadeia de valor. Após a Rio92, muitos temas foram discutidos e já tivemos diversas ações que impactaram positivamente esse tema como, por exemplo, a assinatura do Protocolo de Kyoto. Vale ressaltar ainda a proposta do conceito de Tripple Botton Line (Tripé de Sustentabilidade: pessoas, planeta e lucro), liderada por John Elkington, como uma tentativa de aplicação no ambiente empresarial, além, é claro, a criação do Pacto Global pelas Nações Unidas. Dentre essas citações, destaco dois referenciais importantes para as discussões empresariais:

A primeira é a publicação da ONU Pacto Global “Sustentabilidade da cadeia de suprimentos” que, em 2015, já reforçava a existência de externalidades ambientais e sociais ao longo do ciclo de vida de um produto e ainda salientava que é por meio de ações de sustentabilidade na cadeia de valor que “as empresas protegem a viabilidade a longo prazo de seus negócios e garantem uma licença social para operar“.

Uma segunda citação que merece destaque é a publicação da ISO 20400. Realizada em 2017, a publicação apresenta diretrizes para o estabelecimento de programas de compras sustentáveis de forma que as empresas compreendam este processo como algo muito mais complexo do que um relacionamento comercial pautado no tripé: preço, prazo e qualidade. Isso tudo salientando que a estratégia de negócios na cadeia deve gerar benefícios não só para a organização, mas também para a sociedade e ainda minimizar danos ambientais.

Mesmo com esses avanços, ações para incorporar a sustentabilidade na estratégia dos negócios e estabelecer relacionamentos na cadeia de valor de forma sustentável ainda caminhavam timidamente com algumas iniciativas setoriais e individuais muito focadas em auditorias e avaliações de seus fornecedores e pouca ação para apoio em seu desenvolvimento. Essa situação pode mudar um pouco com o advento da Covid-19 e o isolamento social. Com isso, fica a pergunta: quais os desafios das empresas a partir de agora para que este relacionamento suba de patamar?

Por diversos anos consecutivos, o risco de interrupção das cadeias de valor esteve entre os três riscos mais significativos no mundo segundo o Barômetro do Risco , pesquisa realizada anualmente pela Allianz para estabelecer os principais riscos aos negócios,. Até então, a interrupção era cogitada por conta de algum desastre natural ou falência de elos importantes da cadeia. A pandemia evidencia o quão interconectados estão os negócios globais e trouxe à tona um risco não previsto até então: uma paralisação global. Possivelmente, este deve entrar no hall dos riscos aos negócios mais relevantes nos próximos anos.

Além disso, este período de isolamento social explicita vulnerabilidades nas cadeias de valor que antes não estavam sob holofotes como, por exemplo: a dependência por comodities, produtos e/ou serviços no mercado externo, as externalidades sociais e ambientais, o impacto causado pela redução ou interrupção da produção em alguns setores afeta além dos elos diretos de uma cadeia e, por fim, temos hoje consumidores mais engajados, que demandam produtos que entreguem mais que sua função.

Se por um lado, temos desafios grandiosos para uma mudança de mentalidade na gestão de cadeias de valor, por outro temos vários exemplos de grandes empresas, que de forma muito ágil, se adaptaram e promoveram inovações para apoiar a cadeia. Exemplos estes que vão desde a antecipação de pagamentos e treinamentos à criação de fundos de crédito com taxas mais atrativas do que as bancárias para apoiar pequenos fornecedores e desenvolvimento de plataformas colaborativas de e-commerce para inclusão de pequenas empresas.

Um outro aspecto positivo deste momento que estamos passando foi o despertar da sociedade para o espírito de urgência. Empresas de todos os portes e setores se uniram e fomentaram muitas ações, como, por exemplo, produção e doação de álcool gel, conserto de equipamentos médicos, produção e distribuição de máscaras, apoio a pesquisas e doações aos mais vulneráveis (para citar apenas alguma delas). Este esforço veio como uma ação para tentar minimizar os impactos deste problema de saúde na vida de todos, gerando valor para a sociedade, mas será que este espírito de colaboração permanecerá após a pandemia?

Para que estas mudanças aconteçam de fato, é preciso, mais do que nunca, ter resiliência, mas não com a perspectiva de que tudo volte a ser como era antes, e sim com um olhar de resiliência transformadora, que sai de um papel de expectador para protagonista de ações duradoras e consistentes.

Embora acredite que este é um caminho sem volta, será que um maior número de empresas passará a ter tal compreensão, de que a sustentabilidade, enquanto estratégia, é condição para sua perenidade dos negócios? Espero que um maior número de empresas desperte para as oportunidades e se antecipem aos novos desafios que este cenário nos apresenta. E você o que pensa a respeito?

Taísa Cecília de Lima Caires, coordenadora de Sustentabilidade Aplicada da Fundação Espaço ECO, criada e mantida pela BASF.

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iFood lança projeto inédito de bikes elétricas para uso exclusivo de entregadores ciclistas em São Paulo

O iFood, foodtech líder na América Latina, em parceria inédita com a Tembici, empresa líder de micromobilidade na América Latina, inaugurou nesta semana o iFood Pedal, em São Paulo. Um projeto pensado e desenvolvido exclusivamente para entregadores que usam bicicleta e contempla três pilares importantes: bikes elétricas exclusivas, o espaço Ponto de Apoio iFood Pedal e o Pedal Responsa, curso digital de conteúdo formativo e de conscientização desenvolvido pelo Instituto Aromeiazero, organização sem fins lucrativos que utiliza a bicicleta para reduzir as desigualdades sociais e contribuir para tornar as cidades mais resilientes.

Uma das grandes novidades do projeto é a disponibilidade de bicicletas elétricas ou e-bikes que tem pedal assistido, ou seja, o motor é acionado quando a bicicleta é pedalada, sem acelerador, tornando a bike mais leve. Com velocidade limitada a 25 km/h e bateria com autonomia de 60km, seus freios e peças de transmissão carregam selo de empresas renomadas do mercado, proporcionando a máxima qualidade e segurança.

“Na área de logística, há uma equipe dedicada ao desenvolvimento de iniciativas que atendam às necessidades dos entregadores. Faz parte do nosso dia a dia exercer a escuta ativa, trazer parceiros com grande expertise e, assim, criar soluções efetivas para os entregadores de bike. A Tembici, referência em mobilidade ativa, foi essencial para construção do iFood Pedal, e o Aro, especialista em impacto socioambiental por meio da mobilidade, contribuiu com sua experiência com bike no terceiro setor para a capacitação. Depois de pouco mais de um ano de pesquisas, análises e entendimento de como aperfeiçoar a jornada na plataforma, foi possível implementar um projeto que vai incentivar o uso de um modal seguro e eficiente, trazendo melhoria para o dia a dia dos entregadores que utilizam bike”, diz Roberto Gandolfo, vice-presidente de Logística do iFood.

No Ponto de Apoio iFood Pedal, além de retirarem e devolverem as bikes elétricas, os entregadores participantes recebem máscaras, álcool em gel, o capacete e a bag. O espaço funciona todos os dias, das 10h às 23h, e oferece estrutura de banheiros, água, café, recarga para celular e local para refeições. Além disso, todas as medidas de segurança, higienização e distanciamento social foram fortemente implementadas. O endereço escolhido também foi considerando conveniência para entregadores (as) que usam bicicleta, já que Pinheiros (Rua Fradique Coutinho, 540) é um dos pontos com grande concentração de pedidos.

Quem adere ao Pedal iFood também tem acesso ao Pedal Responsa. O curso, desenvolvido pelo Aro, tem como objetivo de abordar cuidados e responsabilidades dos entregadores com a bike elétrica, além de trazer outros temas, como saúde, prevenção ao coronavírus e comunicação com o cliente. Após uma avaliação online do curso, os (as) participantes do piloto recebem um certificado de formação e ganham um kit contendo power bank, squeeze, jaqueta corta vento e uma camisa de proteção UV.

“O curso busca a valorização da ciclologística e da diversidade. Acreditamos que as mulheres podem ter ainda mais espaço espaço nessa nova plataforma. Além disso, nosso objetivo principal é ressaltar os aspectos positivos da utilização das bikes na logística para cidades mais sustentáveis e resilientes”, diz Murilo Casagrande, Diretor de Desenvolvimento Institucional do Aro.

O projeto pioneiro se inicia em caráter piloto com poucos entregadores, por este motivo, a compra do plano iFood Pedal não estará disponível para todos nos primeiros meses. Até o final deste ano, o projeto alcançará 500 bicicletas nas ruas de São Paulo. Durante os primeiros meses, serão avaliadas a aderência e impacto do projeto no dia a dia destes entregadores a fim de serem identificadas possíveis melhorias para que a solução seja escalada gradativamente.

O iFood Pedal ainda amplia a possibilidade de uso das bikes, uma vez que os entregadores do projeto também terão direito de utilizar as bicicletas do Bike Sampa, projeto de compartilhamento de bicicletas em São Paulo, além das elétricas disponíveis no Ponto de Apoio iFood Pedal.

“Há tempos identificamos a necessidade de desenvolver um projeto como esse. Vimos este público crescer rapidamente na nossa base de clientes e era preciso criar algo que realmente atendesse as necessidades dos entregadores ciclistas, até que encontramos no iFood a vontade de fomentar o delivery por bicicleta. Um projeto com tantas entregas para este público é pioneiro no mundo e estamos muito felizes em fazer parte disso”, diz Tomás Martins, CEO e co-fundador da Tembici.

Funcionamento e ficha técnica

• Para ter acesso ao plano, os (as) participantes deverão acessar “iFood Pedal “, no app iFood para Entregadores. Após a realização do cadastro, seleção e pagamento do plano, o entregador já está liberado para utilizar todos os benefícios;

• Plano semanal por R﹩ 9,90.

Bike Elétrica: iFood Pedal

• Adicional de R﹩2 por dia para retirada de bike elétrica no Ponto de Apoio iFood Pedal;

• O entregador tem direito a duas viagens de até 4 horas, respeitando o intervalo de 4 horas entre elas;

• Caso este tempo seja ultrapassado, há cobrança de R﹩ 5 a cada 1 hora.

Bike Manual: Bike Sampa

• Acesso pelo app do Bike Itaú, sem cobrança adicional;

• Até duas retiradas por dia nas estações do Bike Sampa;

• Viagens de até 4 horas inclusas. Caso este tempo seja ultrapassado, há cobrança de R﹩ 5 a cada uma hora;

• Disponibilidade 24 horas, exceto das 16h às 19h.

Inicialmente, o plano deve ser adquirido pelo app do iFood para Entregadores com uso do cartão de crédito e, nos próximos meses, outras formas de pagamento serão incluídas.

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ABDE e PNUD firmam parceria para desenvolvimento sustentável

A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) firmaram, nesta quarta-feira (30), uma parceria para promover o alinhamento das instituições do Sistema Nacional de Fomento (SNF) aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O Memorando de Entendimento (MoU) foi apresentado durante assembleia que reuniu as 30 instituições que compõe a Associação.

Os 17 ODS e suas 169 metas devem orientar as políticas nacionais e as atividades de cooperação internacional nos próximos dez anos, sucedendo e atualizando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). A medida é resultado de um processo iniciado na Rio+20, em 2013, e culminou na aprovação da Agenda 2030 por todos os países-membros da ONU em 2015. O memorando de entendimento tem duração de três anos e prevê a troca de conhecimento e experiência, capacitações, participações em evento e apoio ao desenvolvimento de metodologias.

Sérgio Gusmão Suchodolski, presidente da ABDE, afirmou que a atuação direta dos membros da Associação para desenvolvimento brasileiro são fundamentais para ajudar o Brasil a cumprir os objetivos e aprimorar a agenda de investimento sustentável. “Nós entendemos que essa implementação em nível nacional, regional e estadual, sobretudo com instituições de desenvolvimento, como os membros que compõem a ABDE, é uma ferramenta fundamental para alinhar o conhecimento local com as agendas globais de desenvolvimento”.

Para Katyna Argueta, representante do PNUD no Brasil, os ODS continuam sendo a melhor forma para a humanidade encontrar soluções para seus maiores desafios. “O papel da ABDE é essencial, não apenas para minimizar os efeitos negativos da crise, mas também para acelerar a transição para um novo arcabouço de finanças sustentáveis”, disse Argueta durante a assembleia da Associação.

A primeira ação conjunta pela parceria será o desenvolvimento de parâmetros gerais para verificar a aderência da carteira do SNF aos ODS, buscando mensurar o apoio das IFDs brasileiras à Agenda 2030. A expectativa é que o mapeamento ofereça uma visão sobre como os recursos do SNF estão sendo disponibilizados para cumprir os ODS.

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KLM introduz robô inovador na preparação de refeições para a classe executiva

Na foto, o CEO da KLM, Pieter Elbers. (Foto de Mark Wagtendonk)

No final da semana passada, o presidente e CEO da KLM, Pieter Elbers, ativou oficialmente o novo robô para a produção de refeições da World Business Class, a classe executiva da companhia, no KLM Catering Services, que se torna a única empresa no mundo a colocar esse tipo robô em operação.

“O novo robô foi colocado em operação na KLM Catering Services contra o cenário real da Covid-19. Nunca poderíamos ter imaginado a situação difícil de hoje na época em que a decisão foi tomada alguns anos atrás. Representa uma grande inovação e investimento no futuro. Agora usamos apenas uma fração da capacidade de 30.000 refeições por dia. No entanto, estou satisfeito por termos dado esse passo. Afinal, devemos continuar inovando e olhar para o futuro – especialmente agora”, afirma Pieter Elbers, Presidente e CEO da KLM.

“É importante continuar inovando e investindo, mesmo nestes tempos difíceis. Serve para aumentar a qualidade de nossos produtos. Estou muito orgulhoso que a KLM Catering Services seja a única empresa de catering no mundo a aplicar tal mecanização”, disse Maarten Stienen, Diretor Executivo da KLM Catering Services.

O novo sistema robótico reduzirá os custos de manuseio e de produção ao mesmo que facilitará os ajustes da bandeja de refeição, aumentando a flexibilidade e o foco no cliente, ao facilitar o serviço de uma variedade ampla de produtos em diferentes tipos de bandejas. Também será possível atender com eficiência a diversos pedidos especiais. A taxa de produção também dobrará em relação ao sistema anterior, chegando a 30.000 refeições.

FGV: Confiança empresarial retorna à situação anterior à pandemia de covid-19

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) subiu 3,0 pontos em setembro, para 97,5 pontos, ficando 1,5 ponto acima do nível de fevereiro deste ano, último mês antes de a economia ser fortemente abalada pela crise de saúde.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) subiu 4,4 pontos, para 93,0 pontos, nível também superior ao de fevereiro (92,5 pts). O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 4,9 pontos, para 101,0 pontos, recuperando 97% das perdas de março-abril e atingindo a zona de neutralidade, em torno de 100 pontos.

Pelo lado das expectativas, os empresários manifestam certa neutralidade (nem otimismo nem pessimismo) em relação à evolução dos negócios nos próximos três a seis meses, exceto pelo setor industrial, que está otimista neste horizonte de tempo. Os componentes de Demanda (3 meses) e Tendência dos Negócios (6 meses) fecharam setembro em torno dos 100 pontos e o de Emprego Previsto (três meses) em 94 pontos.

Apenas a confiança da Indústria subiu mais fortemente em setembro, passando a ser o primeiro setor a recuperar as perdas de março e abril. Comércio e Construção caminham logo atrás, no sentido na neutralidade. O Setor de Serviços registra uma recuperação mais lenta, principalmente em função da percepção desfavorável das empresas com relação à situação atual, cujo índice representativo (ISA-S) ficou praticamente estável no mês e abaixo dos 80 pontos.

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