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Acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos representa um passo concreto em direção a uma parceria mais ambiciosa

“O acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos é um importante marco em direção a uma parceria bilateral mais ambiciosa. Ele permitirá fortalecer o comércio e os investimentos entre os dois países, trazendo benefícios para suas empresas e sociedades”. Esta é a avaliação de Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil, entidade que representa cerca de cinco mil empresas brasileiras e americanas e que tem acompanhado as negociações desde o seu início.

A conclusão do acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos foi anunciada, nesta segunda-feira (19/10). O acordo compreende as áreas de facilitação de comércio, boas práticas regulatórias e anticorrupção. Entre seus resultados, espera-se a redução de burocracia e custos, bem como o aumento de transparência e segurança jurídica nas relações bilaterais.

“É um pacote formado por temas não tarifários, bastante técnicos, mas que trazem benefícios práticos muito significativos para o dia a dia das empresas e para as trocas comercias entre Brasil e Estados Unidos”, contextualiza Vieitas. O resultado converge com a proposta da Amcham, apresentada no ano passado, por ocasião da visita à entidade do secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, de avançar de maneira gradual em direção a um acordo de livre comércio, começando por temas não tarifários de menor complexidade.

Menos burocracia, mais negócios

Segundo a Organização Mundial do Comércio – OMC, medidas de facilitação de comércio podem diminuir em até 13% os custos nas trocas globais. Por sua vez, estima-se que os custos envolvidos no cumprimento de diferentes exigências regulatórias no comércio internacional podem chegar a aproximadamente 20%. “Menos burocracia e mais previsibilidade se traduzem em mais negócios. A combinação de redução de custos nas operações de exportação e importação e da adoção de boas práticas na atividade de regulação do comércio internacional levam à criação de mais comércio”, acrescenta Abrão Neto, vice-presidente Executivo da Amcham Brasil.

Uma vez em vigor, o acordo permitirá aprofundar os fluxos de comércio e de investimentos entre Brasil e Estados Unidos. “O comércio bilateral de bens e serviços é da ordem de US﹩ 80 bilhões por ano e o estoque mútuo de investimentos supera US﹩ 110 bilhões. Esses números são expressivos, mas em se tratando das duas maiores economias das Américas, há um enorme espaço para crescimento. O acordo será um estímulo nesse sentido”.

A Amcham Brasil espera que o entendimento recém-anunciado seja implementado com agilidade, de forma a contribuir para a retomada do comércio bilateral, que está caindo mais de 25% neste ano de 2020 em razão do impacto da pandemia da COVID-19, conforme aponta os dados do Monitor de Comércio da Amcham. A entidade também espera que mencionado acordo sirva para lançar as bases para um futuro acordo de livre comércio envolvendo os dois países.

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Com parceria entre Boali e Relp! o setor da alimentação ganha hub de inovação e programa de aceleração para startups

Com o lançamento do seu aplicativo e o desafio de operar um canal de delivery próprio, a Boali, maior rede de alimentação saudável do Brasil presente em 12 estados com 40 lojas em operações até dezembro 2020, se aproximou da Relp! Aceleradora de Restaurantes, startup com três anos de história, mais de 20 anos de bagagem e uma estrutura que já acompanhou mais de 350 operações desde a sua criação e que desenvolveu uma expertise em tecnologias digitais para o ramo da alimentação.

Logo nas primeiras conversas ficou claro que as duas empresas compartilhavam a mesma ambição, de ajudar o segmento por meio da inovação em startup de Foodtech, Food Service e Healthy Food. Esse antigo sonho compartilhado entre os fundadores da Relp! e os sócios da Boali já estava se tornando realidade por meio de iniciativas separadas. Por um lado, a Relp! havia lançado o HUB-R (com “R” de restaurantes) um centro de inovação para a alimentação situado na avenida Paulista e que conta com espaço de coworking para receber as startups e parceiros do HUB. Por sua vez, em julho a Boali lançou a Boali Biosphere, sua plataforma de inovação aberta para identificar novas tendências do mercado e facilitar o processo de colaboração com jovens empresas inovadoras.

Contando com um grande espírito de colaboração as duas equipes decidiram somar suas competências para dar início a uma grande parceria que coloca lado a lado seus respectivos programas de inovação e aceleração de startups para acompanhar toda a cadeia da alimentação, unindo as diversas pontas do mercado: startups, restaurantes, investidores, instituições e universidades, além das indústrias e setor atacadista e varejista de alimentos.

Segundo Cesar Lima, CEO da Relp!, a parceria com a Boali vai de encontro aos valores do “ganha-ganha” e com isso a ajuda oferecida aos parceiros e sociedade será ainda mais efetiva. “O HUB-R Relp! terá um foco concentrado nas tecnologias digitais para restaurantes e a Boali Biosphere em novos alimentos e alimentos do futuro. Ambos buscam inovações que cobrem todo o processo do Farm-to-table (da produção de alimentos até a mesa do cliente).

Rodrigo Barros, CEO da Boali ressalta que esta união trará um grande impacto positivo para o mercado. “Acreditamos que startups são fontes de transformação e como empreendedores queremos acelerar o seu crescimento gerando oportunidades de co-criação para novas soluções. Através da nossa rede de restaurantes e da aproximação com grandes empresas parceiras, a Boali Biosphere é capaz de facilitar o lançamento de novos produtos e serviços, trazendo muitos benefícios para nossos clientes e para a sociedade como um todo”, conta.

As startups selecionadas contarão com programa de mentoria, conteúdos, espaço de coworking, eventos (online e presencial) frequentes sobre gestão e operação de restaurantes, gestão e crescimento de startups, desenvolvimento de novos produtos e serviços, além de pitch para investidores e metas compartilhadas para garantir seu crescimento. Parte desses eventos são abertos para o público e outros apenas aos parceiros do HUB-R e da Boali Biosphere. Todo conteúdo é oferecido pelos organizadores Relp!, Boali e também pelos parceiros, como Bares SP, ABRASEL SP, NCR, InovaBRA Universidade Presbiteriana Mackenzie e outros.

As inscrições para o Programa de Inovação & Aceleração HUB-R Boali Biosphere tiveram início em 1º de outubro de 2020 e terminam no sábado, dia 31 de outubro de 2020.

Acesse

Boali.com.br/Acelera (http://www.boali.com.br/acelera) ou

Acelera.RelpAceleradora.com (http://acelera.relpaceleradora.com) para mais informações sobre o programação.

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Pix vai acelerar a adesão do QR Code no Brasil

Por Rodrigo Petroni


A pandemia do novo coronavírus tem acelerado a adesão de novos meios de pagamentos no país. Se por um lado os brasileiros têm usado o dinheiro físico com menos frequência para evitar que alguma cédula contaminada toque as mãos, dando espaço para os pagamentos por aproximação, por exemplo, por outro, em decorrência das dezenas de shows digitais que estão sendo transmitidos ao vivo pelo Youtube nessa quarentena, a sociedade passou a criar uma certa familiaridade com o QR Code e as carteiras digitais, que realizam transações financeiras com praticidade, agilidade e segurança.


Com a chegada do Pix, ferramenta de pagamentos instantâneos do Banco Central do Brasil (Bacen) marcada para novembro, o mercado financeiro vai passar por uma mudança ainda mais significativa, já que o sistema vai permitir que pagadores e recebedores movimentem o seu dinheiro online para toda e qualquer entidade, empresa e pessoa física cadastrada em até dez segundos, 24 horas por dia, sete dias da semana – inclusive feriados – e com baixo custo. Esse método de pagamento exigirá apenas dados como o telefone, e-mail, CPF ou CNPJ do destinatário ou a leitura de QR Codes pelos smartphones.


Como os novos métodos de pagamentos dependem apenas de um dispositivo móvel, acredito que a inclusão financeira será o próximo efeito da Covid-19 por aqui. E já existem dados que vão na direção do meu pensamento: de acordo com um estudo sobre m-Commerce e m-Payment feita pelo Panorama Mobile/Opinion Box – conjunto de pesquisas periódicas sobre hábitos dos brasileiros no consumo de conteúdos e serviços móveis – em agosto, o número de pessoas que realizaram compras ou pagamentos via celular aumentou de 85% para 91% entre aqueles que acessam a internet pelo aparelho.


O levantamento citado também apurou que, em relação aos meios de pagamento, o QR Code foi utilizado por 48% dos consumidores, ou seja, o mobile payment deixou de ser uma promessa e hoje já é realidade. Faço ainda uma outra observação: tendo em vista que o pagamento por QR Code não exige smartphones caros, a tendência é que ocorra uma grande inserção do público de baixa renda nas operações, uma vez que a quantidade de fintechs que oferecerem esse tipo de pagamento ao custo muito inferior, é enorme.


Vejo que a mobilidade urbana precisa se modernizar e acompanhar as tendências do mercado para poder evoluir. Oferecer novos métodos de pagamento nos ônibus, metrôs e CPTM é de fundamental importância. Atualmente, os usuários de transporte público perdem muito tempo em filas para compra ou recarga de bilhetes. Com a disseminação do pagamento por QR Code, os trabalhadores teriam mais facilidade no dia a dia e ganhariam tempo para se deslocar pela cidade. A tecnologia é uma solução mais democrática e atende a todos, sem distinção.


O nosso país conta com 45 milhões de pessoas que não mexem na conta bancária há mais de seis meses ou que optaram por não ter conta em banco, mas que movimentam cerca de R$ 800 bilhões anualmente, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Eles serão os grandes beneficiados dos métodos de pagamento que desburocratizam trâmites bancários e rompem barreiras. O Brasil estava precisando dessas mudanças para poder progredir. O caminho ainda é longo, mas demos o primeiro passo.

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Coronavírus: como sobreviver à redução do salário ou demissão?

A crise criada pelo novo coronavírus até o momento tem como o maior impacto a saúde das pessoas, o que deve ser realmente o mais importante. Contudo, não se pode negar que em um curto período o impacto também será nas finanças, que pode levar milhões à inadimplência.

A situação já tem deixado muitas pessoas em pânicos. Crescem o caso de quem já perdeu o emprego e outras situações que os trabalhadores terão que suportar uma grande redução dos ganhos, que pode chegar a mais de 50% em muitos casos. Mas o que fazer nessa situação? O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (ABEFIN), Reinaldo Domingos, alerta que o que deve ser evitado nesse momento é o desespero.

“É óbvio que a situação é assustadora para muitos, mas entrar em pânico só prejudica, levando muitas vezes à tomada de decisões erradas que poderão impactar ainda mais nas finanças. Assim, primeira coisa é buscar forças e ter calma para olhar de forma inteligente as finanças”, explica Domingos. “Sempre afirmo que é com os tombos que aprendemos a andar. Por isso, é hora de buscar uma reestruturação financeira, para atravessar esse período e, posteriormente, estar prevenido para imprevistos”, complementa .

Para auxiliar as pessoas nesse momento, veja algumas das orientações preparado elo presidente da ABEFIN (http://www.abefin.com.br) sobre o tema:

1) O que fazer com as dívidas – caso perca o emprego, qual deve ser a primeira ação? Se estiver endividado, por mais que pareça correto querer quitá-las com o dinheiro do fundo de garantia, isso pode ser um erro, pois, se usar muito deste dinheiro, estará sob o risco de ficar sem receitas para cobrir gastos à frente. O mesmo ocorre com quem teve os valores reduzidos, é hora de buscar o credor e buscar reajustar os valores a esta situação. Então, planeje-se melhor em relação a esses valores antes de qualquer medida.

2) Analise sua realidade – é fundamental que tenha total domínio de seus números nesse momento, portanto, se deve saber o valor que possui guardado e somar com o que será ganho. Também deverá fazer um levantamento de todos os gastos mensais, minuciosamente, desde cafezinho até parcela da casa própria, nada deve passar despercebido. Em caso de dívidas e parcelamentos, esses devem ser também somados.

3) Congele ferramentas de crédito – cartões de crédito, cheque especial, cartão de lojas e outras ferramentas de crédito fácil devem ser prioritariamente esquecidas de sua vida; evite mesmo em caso de emergência, pois, caso não consiga pagar esses valores, os juros serão exorbitantes, criando um caminho de difícil volta.

4) Faça uma faxina financeira – o que realmente é prioridade para a sua vida? Pense muito bem nessa questão, pois chegou a hora de cortar muitos gastos que não agregam à vida. Gastos que devem ser repensados podem ser de TV a cabo, celulares e smartphones, . Lembrando que custos com balada e ida a restaurantes já serão cortados, mas podem aumentar outros como água e energia e outros pequenos gastos. Priorize o que é realmente é fundamental nesse período.

5) Mude seu padrão de vida – sei que pode parecer difícil, pois já se acostumou com um monte de regalias, mas é hora de reestruturação, e não de manter a pose. Nos momentos de dificuldade, a humildade é um diferencial. Então, o primeiro passo para mudar sua realidade é aceitar que seu padrão de vida mudou, e não viver de aparências.

6) Negocie as dívidas – ainda falando de humildade, chegou a hora de buscar os credores e ser o mais franco possível, mostrar que não quer se tornar inadimplente, mas que também não possui condições de pagamento, por causa da situação, buscando assim diminuir os juros e esticar os débitos. Lembrando sempre de priorizar dívidas com juros mais altos e com bens de valor como garantia.

7) Fuja dos exploradores – infelizmente, por mais que seu momento seja de desespero, existem pessoas mal-intencionadas prontas para se aproveitarem dos seus temores. Não permita abusos; muitos tentarão tirar proveito de sua fraqueza para tentar obter vantagens. Evite promessas e garantias descabidas. Às vezes, é melhor estar com o nome sujo do que ser explorado pelas pessoas.

8) Levanta e sacode a poeira – agora é hora de buscar o mais rápido possível a mudança de vida, buscar alternativas, hora de capacitar. Use seu tempo livre, amplie seu network (online é claro), se posicione como alguém que está aproveitando essa oportunidade para crescer está à espera de chances. Lembre-se de que as oportunidades geralmente aparecem para quem está atrás delas. Esqueça o desânimo, levante a cabeça e olhe para o futuro e não se esqueça de sonhar .

BK Brasil anuncia mais de 1000 vagas de emprego em todo o Brasil

A BK Brasil, operadora das marcas Burger King e Popeyes, anuncia, para o último trimestre de 2020, cerca de 1000 vagas de empregos em todo o Brasil. São oportunidades voltadas para a área de atendimento ao cliente, coordenação de turno e, também, para a gerência de restaurante. Para a realização das inscrições, os interessados devem se cadastrar por meio do WhatsApp da companhia. Para isso, é necessário adicionar o número 11 94317-6360.

“Nos últimos anos, temos inovado com formatos cada vez mais práticos no processo de seleção dos nossos colaboradores.  Neste caso, para agilizar, ainda mais, o contato entre a companhia e o candidato, nós disponibilizamos uma modalidade de inscrição totalmente digital e interativa, realizada via WhatsApp. A ideia é tornar a experiência das pessoas que desejam se tornar parte da empresa ainda mais positiva. As inscrições funcionam da mesma maneira para todo o Brasil: basta adicionar nosso Whatsapp para cadastro do currículo. Entraremos em contato de acordo com o perfil do candidato e das vagas disponíveis”, afirma Marcia Baena, VP de Gente & Gestão do Burger King do Brasil

A empresa conta com os seguintes benefícios: convênio médico, convenio odontológico, seguro de vida, transporte, alimentação, Gympass e trilha de carreira.

VAGAS para Pessoas com Deficiência

As oportunidades também estão abertas para pessoas com deficiência.  Para as vagas de restaurante é necessário que o(a) candidato(a) saiba ler e escrever. O cadastro do currículo deve ser realizado pelo mesmo WhatsApp no número (11) 94317-6360. Vale lembrar que as vagas podem ser preenchidas a qualquer momento e não possuem um período específico.

Centro de Excelência da Votorantim apresenta soluções inovadoras no CASE & Startup Summit 2k20

O Centro de Excelência da Votorantim (CoE), unidade que trabalha com soluções inovadoras para as empresas da holding, participará, de 19 a 23 de outubro, do CASE & Startup Summit 2k20, o maior evento de empreendedorismo da América Latina, que é gratuito e neste ano tem formato totalmente digital. No evento, o CoE vai apresentar quatro novas ferramentas digitais e customizadas, uma delas voltada para o mercado imobiliário; outra que facilita e aprimora a gestão de benefícios oferecidos pela empresa aos funcionários; uma ferramenta capaz de impedir transações indesejadas; e outra voltada para a automatização dos processos de compras.

“O cenário de negócios está cada vez mais complexo e exige das empresas novas formas de atuação, com mudanças cada vez maiores, em tempos cada vez menores, e as soluções inovadoras são grandes aliadas para enfrentar esse desafio”, afirma Claudemir Silva, gerente de Soluções de Negócios do Centro de Excelência da Votorantim. “Buscamos, por meio das nossas ferramentas, adotar novos padrões, aplicar a tecnologia na prática e construir novos modelos”, comenta o gerente.

Solução inovadora para o mercado imobiliário, a Avaliei, que será apresentada no evento, acelera o processo de avaliação de imóveis e contribui para a transformação digital do setor de imóveis, que, no Brasil, apresenta baixo desenvolvimento. A Avaliei tem dois produtos:

• Avaliação Ágil, ferramenta que consegue atingir os mesmos resultados das metodologias tradicionais de avaliação, porém de forma praticamente imediata. Basta o cliente informar os dados do imóvel diretamente em uma plataforma digital e aguardar alguns minutos para receber o resultado por e-mail;

• Laudo de Avaliação, que oferece para engenheiros e arquitetos um app exclusivo para vistoria de imóveis, adaptado a dispositivos iOS e Android. Assim que um novo laudo é solicitado, é disparada uma nova oportunidade de vistoria, com data e hora de atendimento marcados, possibilitando ao profissional a oportunidade de realizar a vistoria e receber por isso, trabalhando em horário flexível. Depois, esses profissionais inserem os dados da vistoria em uma plataforma digital, que realiza cálculos de forma precisa e possibilita a entrega do laudo em, no máximo, dois dias a partir da data de vistoria, com validação técnica. Os laudos seguem todas as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAPE).

Outra solução que será apresentada no CASE & Startup Summit 2k20 será o Critera, ferramenta tecnológica que oferece mais eficiência na gestão dos benefícios oferecidos aos funcionários. A administração de planos de saúde tem impacto significativo para os negócios, e a ferramenta traz novas facilidades. O Critera consolida grande número de dados de maneira inteligente, o que permite a consulta de informações relevantes em um só lugar e de forma simples e clara. A maior qualidade de gestão oferecida pela ferramenta proporciona tanto oportunidades de significativas economias em custos com fornecedores de assistência médica quanto mais qualidade no cuidado com a saúde e o bem-estar dos funcionários.

Já a ferramenta Sykn (o nome veio de “so you know“), que também será apresentada no evento, é capaz de identificar e prever riscos e desperdício em transações e empresariais. Por meio do uso intensivo de tecnologia, o Sykn monitora em tempo real as operações corporativas e impede que transações indesejadas aconteçam. Todas as atividades da companhia são monitoradas de forma online e continuamente. Caso ocorra uma combinação de transações que infrinja alguma regra, é enviada uma mensagem de alerta ou de bloqueio ao usuário antes que a operação seja finalizada. A solução é adaptável a empresas de diversos segmentos.

O CoE ainda levará ao evento o Comprador Digital, uma solução de procurement intelligence que possibilita a otimização e a automatização do processo de compras, por meio de negociações ágeis, eficazes e em conformidade com políticas internas.

O CASE & Startup Summit 2k20 contará com mais de 300 palestrantes, que se apresentarão em quatro palcos, e terá 14 trilhas de conteúdo, além de salas de networking e de negócios.

CASE Startup Summit 2k20

Data: 19 e 23 de outubro de 2020 (24horas de conteúdo)

Informações e inscrição: http://www.casestartupsummit.com.br/#/

LinkLab ACATE seleciona startups para se conectarem com grandes empresas

O LinkLab, rede de Inovação Aberta da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), abriu a última chamada do ano para startups do todo o país se inscreverem. O programa conecta médias e grandes empresas a startups com o objetivo de solucionar problemas e criar negócios inovadores. Nesta edição, serão cerca de 50 oportunidades para startups de todo o país fecharem negócio com corporates como AMBEV, ArcelorMittal, Engie e CTG Brasil. As inscrições são gratuitas para as startups no site https://linklab.acate.com.br/ até o dia 8 de novembro.

As empresas participantes buscam startups para promover inovação aberta e soluções para diversas áreas de negócios, como logística, marketing, data science, relacionamento com clientes, varejo, big data dentre outras.  Na página do LinkLab, é possível conhecer cada uma das corporates e seus os desafios. Nos dias 3, 4 e 5 de novembro, acontece o evento LinkLab Open Day, e as startups terão a oportunidade de ficar frente a frente (online)  com as empresas para tirarem suas dúvidas sobre os desafios e fazer network. 

“A metodologia da rede LinkLab é desde a ponta. Nosso time mapeou junto com as grandes empresas quais eram seus maiores desafios de inovação e as conecta de forma estruturada a todo o ecossistema da ACATE e ecossistemas parceiros, promovendo a inovação de produtos, serviços, cultura e métodos. Com isso, conseguimos excelentes resultados para as corporates de forma mais ágil, e as startups conseguem potencializar o seu crescimento no mercado”, Silvio Kotujansky, Head de Inovação da ACATE. 

Um recente case de sucesso do LinkLab é a parceria entre a startup Evoluum e a varejista catarinense Koerich no mercado de fintechs. Durante um ano, foi feito um trabalho em conjunto para o desenvolvimento de um aplicativo financeiro para os clientes do grupo.

Como funciona

  1. Inscrição da startup/solução no LinkLab ACATE
  2. Pré-seleção e enquadramento nas áreas de interesse (desafios) das corporates
  3. Seleção da startup por uma ou mais corporates para apresentação do negócio
  4. Aprovação, alinhamento e proposta de trabalho conjunto (corporate + startup)
  5. Jornada para várias oportunidades e conexões que podem alavancar seu negócio

Corporates participantes da Rede LinkLab: AMBEV, ArcelorMittal, Bloco, Catarinense Pharma, CESUSC, CISA, CLAMED, Code7, CTG Brasil, Dimas, Engie, FCDL Santa Catarina, Fort Atacadista, Governo de Santa Catarina, Grupo ND, Koerich, Marisol, Orbenk, Porto Itapoá, Realize, Schulz, SETA Engenharia, Teltec Solutions, Tigre, Unimed Grande Florianópolis, UNIASSELVI, Univen, WEG e Whirpool

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everis tem nova diretoria de Talent Transformation para Américas

A everis , consultoria multinacional de negócios e TI do Grupo NTT Data, acaba de criar a área de Talent Transformation e contratou como diretora Leylah Halima Macluf, uma executiva com ampla experiência no mercado de consultoria e nas áreas de Pessoas e Recursos Humanos. Seu desafio é trazer a perspectiva humana para a transformação tecnológica e contribuir com o desenvolvimento e engajamento das pessoas durante os desafios de transformação digital nos projetos desenvolvidos pela everis na região das Américas.

“Nós percebemos que no mercado há necessidade de ter operação dedicada a ouvir, entender, auxiliar, desenvolver e incentivar as pessoas envolvidas ou impactadas pela transformação digital, para que compreendam a importância desta evolução corporativa e possam contribuir ainda mais para a inovação e o crescimento dos negócios dos empresas”, explica Raphael Saueia Bueno, sócio responsável pela área de Digital Strategy da everis Brasil.

Bueno acrescentou ainda que Leylah representa uma nova era no Change Transformation ao apoiar os projetos que envolvem as soluções Salesforce, SAP, ServiceNow e próprias, como o chatbot Eva, entre outras, em todos os países em que a everis atua na região – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. “É uma posição estratégica que nos ajudará a gerir a implementação das mudanças, nos aproximando das áreas de RH, sejam clientes finais ou parceiros nos projetos, a fim de aperfeiçoar e incentivar a colaboração de funcionários e terceiros envolvidos na operação, o que tende a aumentar a produtividade e reduzir significativamente a rotatividade”, detalha o sócio da everis.

Outra missão da nova diretora será aproximar a everis de startups de RH (RHTechs), cujas soluções sejam interessantes para adoção pelos clientes ou utilização para aprimorar as relações com a network da consultoria, que agora inclui profissionais e terceiros que trabalham remotamente.

Leylah tem mais de 15 anos de experiência em Recursos Humanos, área na qual ocupou cargos executivos, além de ter prestado serviços de consultoria para empresas de diversos setores, como manufatura, finanças, utilidades e público no Brasil, Canadá e EUA. É especialista em gestão de talentos, transformação cultural, programas desenvolvimento e treinamento, bem como de apoio a iniciativas de mudança e comunicação.

Anteriormente, a executiva foi gerente de Talentos e Cultura Organizacional da Coca Cola Femsa, coach executiva da Bbold, head de desenvolvimento organizacional da Archer Daniels Midland para a América do Sul, e gerente sênior de Desenvolvimento Organizacional do McDonalds, e gerente sênior de Capital Humano da Deloitte. “Penso que podemos contribuir de forma efetiva para que nossos projetos considerem o impacto humano que terão as novas tecnologias implementadas. Isso porque assim poderemos gerir eventuais gaps, minimizar riscos e conscientizar e engajar os talentos na transformação, destacando os benefícios das mudanças para o dia a dia profissional e para o incremento dos negócios”, afirma Leylah.

A nova diretora é graduada em Administração pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e coach executiva certificada pelo Ecossocial e coach de Pontos Fortes Gallup. Tem pós-graduação em Psicologia Positiva pela PUC do Rio Grande do Sul, MBA em Planejamento Estratégico e em Aplicações Tecnológicas pela Fundação Getúlio Vargas.

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Compasso UOL está com 130 vagas abertas em diversas regiões do país

A Compasso UOL, empresa focada na construção de plataformas digitais para médias e grandes corporações em processo de transformação, está com mais de 100 vagas abertas na área de TI em diversas regiões do Brasil. As oportunidades surgem em um momento de retomada do mercado, que impacta diretamente na intensificação do crescimento da companhia que, consequentemente, amplia sua oferta de soluções de transformação de negócios.

A maioria das novas posições de trabalho está voltada ao desenvolvimento de soluções na área de transformação digital, por meio de tecnologias “estado-da-arte”, como Cognitive Services e Bots, Digital Commerce, IOT, Data Inteligence, RPA (Robotic Process Automation) e Cloud Computing. Entre os 4 principais perfis buscados pela empresa são o de Desenvolvedores, Arquitetos de Software, Engenheiros e Cientistas de Dados. Estas posições estão abertas em áreas de atuação que ainda há uma lacuna de profissionais qualificados. Assim, com o objetivo de mudar esse cenário, a Compasso UOL tem intensificado seus esforços na formação de talentos nos últimos anos. Os centros de desenvolvimento e formação de mão-de-obra da Compasso UOL atuam em conjunto com universidades parceiras em 13 diferentes cidades norte a sul do Brasil. Mesmo em tempos de pandemia as demandas de inovação seguem em constante crescimento. Os investimentos no mundo digital têm sido mantidos e ampliados, e passam a ser cada vez mais uma peça-chave nos negócios em diferentes setores, ajudando a manter os níveis de atividade econômica.

Importante destacar que em 2020 pelo segundo ano consecutivo a Compasso UOL recebeu a certificação do GPTW Brasil por suas boas práticas em Gestão de Pessoas. As vagas abertas estão distribuídas em alguns dos Delivery Centers, localizados em: São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Recife (PE), Passo Fundo (RS), Rio Grande (RS) e Chapecó (SC), Santa Crus do Sul (RS), Pelotas (RS) e Belo Horizonte (MG). Além disso, há vagas para trabalho exclusivamente remoto.

Para conferir a lista completa de vagas da Compasso UOL e se candidatar, acesse: http://compasso.com.br/vagas/

Camila Farani e Thiago Nigro participam de debate promovido pela Bayer sobre rentabilidade

A quarta edição do Impulso Bayer Talks – evento online que integra o programa de relacionamento da Bayer, o Impulso Bayer, sobre negócios e transformação digital – que será realizada em 21 de outubro, trará um debate sobre a conquista da rentabilidade nos negócios com a empresária e participante do programa Shark Tank Brasil , Camila Farani e com o sócio-proprietário do site ” O Primo Rico’ Thiago Nigro . O evento é aberto, 100% online e será transmitido às 18h (horário de Brasília) pelo canal Agro Bayer, no YouTube.

Além dos dois convidados, a Bayer também contará com um time de mulheres especialistas para trazer novos olhares sobre como preparar, medir e impulsionar o sucesso dos investimentos feitos na atividade rural. No painel de debate estarão presentes a engenheira agrônoma da Sementes Vitória , Patrícia Dias; a líder de Rural Bank Brasil do Rabobank, Pollyana Saraiva ; a CEO e cofundadora do Bart Digital, Mariana Bonora ; e a head de operações financeiras agrícolas da Bayer na América Latina, Bianca Paiva .

Os bate-papos serão abertos a perguntas dos espectadores e serão moderados pelo jornalista e economista Dony De Nuccio .

Com foco em tecnologia, sustentabilidade e transformação digital, o encontro faz parte das experiências do Impulso Bayer, programa de relacionamento da companhia com o produtor.

Como participar?

Para assistir à palestra e ao painel, basta se inscrever gratuitamente pelo site do Impulso Bayer Talks . O evento será transmitido pelo canal Agro Bayer no YouTube . As discussões começam às 18h e terão a duração de 1h30.

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LGPD: conheça ferramentas tecnológicas para cumprir a lei

Por Celso Breve, Head de LGPD, Assessment e Business Central na 4Results

Você já deve ter ouvido muito que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) veio e veio para ficar.Você também já deve ter ouvido muito que ela vai impactar nos seus negócios.

As perguntas, agora, seriam:

– Como realmente a LGPD vai impactar meus negócios?

– Minha empresa está realmente preparada para atender aos requisitos da LGPD?

A Gestão da Tecnologia da Informação pode ser estruturado por 3 pilares:

– as pessoas,

– os processos,

– a tecnologia.

As pessoas da sua empresa precisam estar treinadas para este novo ambiente e entender a responsabilidade delas ao trabalhar com as informações dos titulares (é assim que a LGPD chama os donos das informações que lidamos dentro das empresas).

Até foi criado o papel do DPO (Data Protection Officer), que precisará estar no organograma da empresa com responsabilidade bem definida. Os processos precisarão ser redesenhados para atender às exigências da LGPD e, mais uma vez, as pessoas precisam ser envolvidas para saber como utilizar os novos processos.

E a tecnologia? Qual sua empresa utilizará para atender a LGPD?

Hoje, as pessoas podem trabalhar em casa, na cidade, no campo, em outro país e, às vezes, até mesmo na empresa. Podem estar utilizando computadores, laptops, celulares. E podem estar trafegando dados dos titulares em arquivos, Word e Excel, por exemplo.

Podem enviar essas informações por e-mail e chat. Ou até salvar na nuvem. São dados não estruturados trafegando por vários meios. E a responsabilidade por vazamento desses dados é da empresa

No ciclo para governança de dados e proteção da informação, é preciso detectar, classificar, proteger, monitorar. E rodar este ciclo continuamente. É o PDCA da governança de dados.Como sua empresa poderia controlar essas informações?

A Microsoft desenvolveu várias ferramentas para ajudar nessa missão. Através da assinatura do Microsoft 365, você terá muito mais que o Office com que você já está acostumado. Você terá, também, muitas ferramentas de controle dos dados não estruturados que circulam pela empresa.

O Cloud App Security, o Advanced Data Governance e o Azure Information Protection são 3 ferramentas que estão à disposição para descobrir os dados sensíveis em dados não estruturados. Eles detectam, rastreiam e classificam as informações, de acordo com a política definida pela empresa, através dos chats, e-mails e documentos.E como eles fazem isto?É feita a entrada na ferramenta do que são considerados dados sensíveis para a empresa (CNPJ, por exemplo).

São definidas quais ações os usuários podem tomar para cada tipo de classificação que o documento recebeu e se essas informações serão criptografadas.

Através dessas ferramentas, é feita a classificação.Com o Microsoft Intune é confirmado que os acessos estão sendo feitos realmente pela pessoa que está se identificando, pela máquina e pelo aplicativo homologados pela empresa, estejam esses dados trafegando na estrutura local da empresa, na nuvem ou em dispositivos móveis.

Todos os dados sensíveis que forem trafegados o Microsoft Intune vai detectar, rastrear, classificar e criptografar.Com o Azure Active Directory e o Portal Office 365, sua empresa restringe o acesso aos dados apenas para as pessoas que realmente deveriam ter acesso a eles.

Além do padrão usuário e senha para identificação, você tem disponível “Multifactor autentication” que analisa o hardware que está sendo utilizado para o acesso, o IP (endereço da internet) que está acessando, além da localização. Tudo é integrado, tanto na nuvem como on premise (na empresa).

O acompanhamento dos dados trafegados podem emitir avisos de ações suspeitas ou restringir o acesso, além de ter os facilitadores de senha, que podem ajudar a deixar mais amigável a identificação no ambiente, utilizando biometria, pin ou o Windows hello.Você também tem disponível o Portal Microsoft Compliance Manager que, através do Compliance Score, ajuda a mostrar o quanto seus esforços, através da tecnologia, estão atendendo às exigências da LGPD.

Um dos princípios da LGPD garante livre acesso, ao titular, das informações que a empresa detém sobre ele. Como atender a este princípio com dados não estruturados? Através da ferramenta eDiscovery.

Com ela, o DPO coloca as credenciais para a busca e o sistema faz essa busca em todas as ferramentas Microsoft (Exchange, Sharepoint, OneDrive, Teams, Grupos, Pastas Públicas) e gera um relatório em que o DPO pode se basear para definir a ação a ser tomada.

A essas e outras ferramentas você tem acesso através da assinatura do Microsoft 365. Como foi dito acima, é muito mais que o Office. É o Office com todas as ferramentas de segurança que você precisa na sua empresa.

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Ciberataques: 4 etapas para criar um programa de Segurança da Informação

Por Carlos Araujo Jr.


Não há dúvidas que a pandemia do Coronavírus afetou e continuará impactando a maneira como vivemos e trabalhamos. As empresas foram obrigadas a se adaptar e, com isso, uma quantidade significativa de operações adotaram o home office sem estarem 100% preparadas para esse cenário. No entanto, aquelas que já tinham implementado uma governança do Programa de Segurança da Informação certamente absorveram melhor os impactos causados durante as adaptações forçadas pelo cenário da pandemia.

Nos primeiros meses, muitas orientações foram disponibilizadas a fim de ajudar as empresas que não estavam preparadas a tomarem ações mínimas de segurança nesse cenário de trabalho à distância. Porém, a implementação isolada desses controles disponibilizados não significa que as operações estejam seguras. Afinal, maturidade em Segurança da Informação não se cria do dia para a noite.

Os controles ajudam na mitigação de possíveis riscos, mas essas e outras medidas foram tomadas para “apagar o fogo”, ou seja, resolver alguns problemas específicos que, antes da pandemia, nunca haviam sido priorizados ou até identificados pelas empresas. Isso porque, os desafios da cibersegurança não são novos, eles apenas recebem suas roupagens de acordo com a ocasião. Neste caso, o Coronavírus trouxe um cenário de urgência para as empresas que ainda não enxergavam a Segurança da Informação como uma área crítica. Porém, as ameaças de segurança já existiam há anos.

Então, como as organizações poderiam estar melhor preparadas para esse cenário sem precedentes? Antes de tudo, é necessário avaliar seus processos e ativos a fim de identificar os investimentos e os controles que precisam ser priorizados para que a área de Segurança passe do comportamento reativo ao proativo. Para atingir esse objetivo, há a importância de estruturar o Programa de Segurança, que pode ser dividido em quatro grandes etapas, são elas: planejamento e organização; implementação; operação e manutenção; e monitoramento e avaliação.

Na etapa de planejamento e organização é importante o comprometimento dos líderes da empresa com o tema. Neste sentido, é possível dizer que o cenário pandêmico foi um impulsionador, mas além do Coronavírus, quais os outros grandes motivadores, internos e externos, da Segurança da Informação? Um exemplo que também está em pauta é a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados. Além disso, nesta etapa, é importante a definição do perfil de ameaça, bem como a realização de uma avaliação de riscos de segurança a fim de identificar seus gargalos e suas ameaças.

Para a etapa de implementação, algumas atividades essenciais são o desenvolvimento de políticas, normas e procedimentos que suportem o tema de segurança na empresa e, com base na avaliação de riscos, o desenvolvimento e a implementação de blueprints necessários para atender suas necessidades.

Na próxima etapa, de operação e de manutenção, é importante que auditorias internas e externas sejam realizadas visando garantir que os requisitos, as linhas de base e os controles de segurança estejam, de fato, implementadas de maneira efetiva. Por fim, o monitoramento e a avaliação envolve o acompanhamento e a revisão de métricas e de indicadores, além de propostas de melhorias para o próximo ciclo do programa.

Ou seja, não existe uma “receita de bolo” que garanta segurança. Cada empresa deve cumprir suas etapas para entender como a área de Segurança da Informação pode se tornar uma parceira estratégica do negócio. Lembrando que, nenhuma organização estava totalmente preparada para a pandemia do Coronavírus, mas aquelas que já possuíam um programa implementado conseguiram se beneficiar da resiliência e da adaptabilidade que ele proporciona.

Carlos Araujo Jr. é gerente de Cyber Security na ICTS Protiviti

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