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SAP Concur terá grupo de trabalho na ASUG Brasil

A SAP Concur será o foco de um novo grupo de trabalho criado pela SAP Brasil e a ASUG (Associação de Usuários SAP Brasil), com a proposta de aproximar e fomentar a troca de experiências entre os usuários da tecnologia. As atividades terão início em setembro, como parte de um calendário de encontros na Associação.

Serão encontros periódicos entre especialistas em SAP Concur, parceiros e clientes que adotaram a ferramenta, em diferentes setores de atuação, para apresentação de cases e debates sobre a implementação da solução, aprendizados com a tecnologia e a discussões sobre melhores práticas. A SAP Concur, que atua com foco na gestão de despesas e custos associados a viagens corporativas, obteve bom desempenho nos resultados do segundo trimestre deste ano. Com o cenário atual, empresas procuraram as soluções Concur para otimizar processos e agilizar as operações corporativas.

“Poder fazer parte desse grupo será muito enriquecedor, no compartilhamento de nossas experiências e desafio na implementação ou na utilização diária, além da atualização constante”, comenta Michelly Dini, Analista de Negócios de TI na Klabin e Coordenadora do Grupo de Usuários de Concur na ASUG.

“A comunicação entre as diferentes partes é essencial para estreitarmos o relacionamento com nossos associados e continuarmos a levar novos insights para a SAP no Brasil e no mundo”, afirma a diretora de Educação da ASUG e CIO do Iguatemi, Samantha Martins.

Para Valéria Soska, Vice-presidente de SAP Concur para América Latina e Caribe, o grupo de trabalho será uma oportunidade ganhar uma perspectiva mais ampla de pontos forte e de melhorias na solução. “Estamos animados com o início das atividades junto com a ASUG Brasil, que possui uma importante representatividade no cenário global da SAP. Acreditamos que a troca entre os associados e clientes de SAP Concur será fundamental para aprimorarmos o sistema e alcançarmos ainda mais setores e indústrias na digitalização de seus operações”, finaliza.

Inscrições

Para fazer parte da ASUG, é necessário entrar no site e fazer um cadastro, em https://www.asug.com.br/associe-se. Em pouco tempo o candidato será contatado para efetivação.

No dia 10 de setembro acontece a primeira reunião do grupo das 9h30 às 11h30, em formato virtual. Um dos destaques será um bate-papo com a empresa de energia Eneva sobre o case de sucesso com o SAP Concur. Para participar, é preciso realizar a inscrição no link: http://www.rscorp.com.br/inscricao/evento.php?e=10587

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ABBC abre inscrições para fintechs e startups participem da 3ª edição do Prêmio Ideia ABBC

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) abre na quinta-feira (10) as inscrições para fintechs e startups participarem da 3ª edição do Prêmio Ideia ABBC. A iniciativa tem como objetivo aproximar as mais de 90 instituições financeiras associadas a empresas inovadoras, com o propósito de otimizar modelos de negócio e reduzir custos operacionais, colaborando, assim, para o desenvolvimento de tecnologias que fortaleçam o ambiente competitivo, a inclusão financeira e a sustentabilidade econômica do país.

Entre as novidades da edição, além das fintechs será permitida a participação de startups. Já na premiação, este ano, os 3 (três) cases que mais se destacarem ganharão um troféu de reconhecimento e também 3 (três) sessões individuais de mentoria, de até 90 minutos cada. Essas mentorias serão realizadas por profissionais de conhecimento técnico e notório saber em áreas de business, tecnologia ou marketing, de acordo com a necessidade dos vencedores.

Para participar, fintechs ou startups brasileiras devem submeter um case real, com pelo menos um cliente pagante do produto ou serviço a ser apresentado (em produção, operacionais ou pré-operacionais) com um dos seguintes aspectos:

• Soluções voltadas à otimização do trabalho remoto;

• Soluções para inclusão financeira da população; e

• Soluções financeiras digitais para micro e pequenos empreendedores.

O prazo de inscrição termina no dia 15 de outubro, exclusivamente pelo link: http://conteudos.abbc.org.br/10 . O regulamento do prêmio está no site (http://ideiaabbc.org.br/).

Na sequência, os cases inscritos serão analisados pela curadora do Prêmio, Fintechlab, um hub para conexão e fomento do ecossistema de fintechs nacional. Serão selecionados os 9 projetos finalistas. Nessa fase, uma banca escolherá as melhores soluções e que apresentem maior aderência ao escopo de atuação dos associados ou dos clientes dos associados da ABBC. Os 9 melhores cases farão um pitch de negócio das suas soluções para a Comissão Julgadora em novembro de 2020, em formato a ser definido pela ABBC.

Vale ressaltar que o mercado brasileiro já conta com mais de 10 mil startups, segundo levantamento da Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Essas empresas, conhecidas por serem dinâmicas, geralmente com baixo custo operacional e com potencial de boas margens de lucro, podem ajudar o sistema financeiro nacional ao oferecer tecnologia e promover ainda mais a competição bancária. Todos esses aspectos ajudam na inclusão financeira e, consequentemente, no crescimento econômico do país.

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Rompendo as quatro paredes: a empresa além do espaço físico

Por Peter Kawamura, Head de Facilities, Real State e Office IT do Grupo Movile

Acredito que antes dessa pandemia, muitas pessoas não conheciam a área de facilities, responsável pela gestão de espaços de uma empresa, entre outras funções. Porém, com tudo o que vem acontecendo, desde o home office que pegou as empresas desprevenidas, até as discussões sobre o possível retorno e como fazê-lo, os profissionais dessa área têm sido muito requisitados, juntamente com especialistas em gestão, cultura e até mesmo em limpeza de espaços.

Mesmo antes da atual situação, discussões sobre escritórios personalizados, que atendessem às necessidades de cada empresa e, de quebra, tivessem elementos de sua cultura e identidade, estiveram em alta. Mas, todo esse debate foi pausado momentaneamente, interrompido pela necessidade do distanciamento social. Empresas que vinham se empenhando em melhorar seus espaços físicos para o benefício de seus colaboradores tiveram que, de repente, passar a existir em um espaço virtual e continuar transmitindo seus valores aos funcionários de outras formas.

Enquanto a urgência inicial foi oferecer equipamentos de trabalho adequados a todos, muito tem sido feito em termos de facilities, e ainda há mais por vir. Há empresas que declararam uma adoção definitiva do trabalho remoto ou um modelo com maior flexibilização, no qual os funcionários escolhem se desejam ir ao escritório ou não. Mas acredito que essa discussão pode ganhar uma profundidade maior, além de “voltar ou não aos escritórios”.

Não acredito no fim dos escritórios, mas em sua ressignificação. Haverá menos obrigatoriedade de estar nele, mas a necessidade do encontro ainda existe. Muitas ideias surgem melhor em diálogos presenciais, projetos se beneficiam da presença física do time em alguns momentos-chave. Mesmo empresas que já estão avaliando fechar os escritórios, em sua maioria seguem levando em consideração manter algum tipo de espaço para reuniões.

O espaço físico é também onde ocorre a expressão da cultura não apenas da empresa, mas de seus colaboradores. E tanto melhor será se ele passar a se adaptar também mais às pessoas, levando em conta necessidades que ficaram mais evidentes com o isolamento social, como a de levar os filhos para o trabalho em algumas situações.

Do ponto de vista de facilities, o mercado precisa agora focar em ajudar os colaboradores a se adaptarem (e terem à disposição as ferramentas necessárias), a um trabalho não só em um local ou outro, mas em uma possível variação de espaços. É preciso que tudo esteja à mão, acessível para quem quer se conectar de casa ou de diferentes escritórios, de um café ou um coworking, o que servir melhor às necessidades do dia.

Algo que seria temporário está se tornando cada vez mais uma perspectiva de futuro. Não há uma resposta única, mas diversos caminhos que devemos acompanhar ao longo dos próximos meses, à medida em que cada empresa se propõe a buscar soluções sob-medida para suas necessidades. De qualquer forma, certamente as definições de identidade de uma empresa não caberão mais entre suas paredes. Ainda bem.

Peter Kawamura, Head de Facilities, Real State & Office IT do Grupo Movile

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Atacado distribuidor apresenta crescimento de 6,16% em julho

O crescimento nominal no mês de julho foi de +6,7% em relação ao mês anterior e de +6,16% frente a julho de 2019. Já o período de janeiro a julho, também em termos nominais, acumulou crescimento de + 2,87% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados fazem parte da pesquisa mensal da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores, apurada pela FIA (Fundação Instituto de Administração) com um grupo representativo de empresas.

“O setor atacadista e distribuidor encerrou o primeiro semestre do ano com um crescimento de 2,20% no faturamento. Em julho, mantivemos o bom desempenho. Durante este ano de grandes desafios, o varejo de vizinhança mostrou sua força e cresceu, destacando-se como canal de compras preferencial do consumidor pela proximidade, conveniência e segurança. E nosso setor cumpriu brilhantemente seu papel, não deixando de abastecer o varejo independente um dia sequer, o que contribuiu para manter o pequeno varejo em pleno funcionamento. Essa postura garantiu os bons resultados que estamos colhendo, apesar do isolamento social e dos efeitos negativos da pandemia para o setor produtivo como um todo”, avalia o presidente da ABAD, Emerson Luiz Destro.

Apesar dos números positivos do setor, o presidente da ABAD considera fundamental que o governo continue a adotar medidas para mitigar a magnitude das perdas sofridas pelo conjunto da economia e também proteger o país de solavancos econômicos futuros. “Por isso apoiamos a reforma tributária que está em gestação no Congresso e temos contribuído para o debate que irá trazer as melhores soluções, levando ao conhecimento dos parlamentares estudos e análises realizadas por especialistas.”

As expectativas para o segundo semestre seguem otimistas. “O gradual retorno às atividades econômicas com o previsto afrouxamento do isolamento social deve ajudar a recompor o mercado de trabalho e impulsionar o consumo, que naturalmente se eleva no período do fim do ano, o que nos permite pensar em fechar 2020 com crescimento em torno de 2%”, afirma Emerson.

Em termos deflacionados, o setor apresentou em julho avanço de +6,31% na comparação com o mês de junho e de +3,76 na comparação com o mesmo mês de 2019. O resultado deflacionado acumulado no ano foi de -0,02% – na prática, um número que indica estabilidade (veja quadro abaixo).

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Quais são as tendências de CX para 2021?

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Por Rogerio Perez, diretor de Customer Success da Zendesk para a América Latina

O surto global da COVID-19 não deixou alternativas para que as equipes de suporte ao cliente de todas as indústrias se adaptassem rapidamente em meio a picos de chamados, cancelamentos de eventos, interrupções de serviços e grandes incertezas. Acredito que nenhuma organização passou facilmente por essa rápida transformação, mas posso dizer que algumas conseguiram se adaptar mais rápido às mudanças nos hábitos de consumo.

No Brasil, mesmo com um crescimento de 53% no número de chamados nos serviços de atendimento entre 23 de fevereiro e 26 de julho de 2020 (acima da média na América Latina, que foi de 42% neste mesmo período), não faltaram soluções digitais focadas em promover e agilizar o diálogo com o consumidor. Houve alta na adoção de ferramentas como mensagens instantâneas, conversas em tempo real, autoatendimento e inteligência artificial. Uma maneira bastante eficaz de suprir a demanda para as equipes de suporte, que também estão trabalhando remotamente.

Algumas dessas práticas adotadas merecem destaque e acredito serem tendências fortes para os próximos meses, como também foi apontado pelo estudo Benchmark Snapshot, que fez um monitoramento semanal do impacto do período da pandemia no relacionamento com o cliente em mais de 23 mil empresas que usam Zendesk ao redor do mundo.

WhatsApp e chat
Mensagens e conversas em tempo real foram recursos adotados pelas companhias mais ágeis para abrir ou ampliar canais de diálogo com os consumidores durante a pandemia. O uso de aplicativos de mensageria, como o WhatsApp, cresceu 216% na região entre 23 de fevereiro e 23 de agosto. Já a utilização do chat e de outros canais de atendimento em tempo real também registraram avanços no mesmo período.

O mais curioso, contudo, é que as mensagens e diálogos em tempo real deverão continuar ganhando ritmo mesmo com a redução dos chamados. Uma tendência lógica, que não só reflete o comportamento dos consumidores na era digital como também sinaliza uma mudança de longo prazo, indo além das necessidades provocadas pela pandemia.

Autoatendimento
Oferecer respostas objetivas para dúvidas recorrentes é o grande objetivo das centrais de ajuda ou das chamadas FAQs (seções com perguntas frequentes). Muitas empresas perceberam o enorme potencial desses recursos para desafogar a área de atendimento – e esse movimento só se intensificou durante a pandemia.

Só para se ter uma ideia, o número de visualizações das centrais de ajuda avançou 200% entre fevereiro e agosto, cinco vezes mais rápido do que o aumento da abertura de chamados no mesmo período. Um bom sinal, já que os números atestam que diversos segmentos, incluindo logística, fitness e delivery de alimentos, estão se saindo bem ao alavancar o autoatendimento.

Embora o distanciamento social tenha ajudado a impulsionar esse movimento, o autoatendimento deve se manter como tendência mesmo depois desse período – assim como as mensagens instantâneas e as conversas em tempo real.

Inteligência artificial
Com o crescimento do autoatendimento, muitos negócios perceberam a oportunidade de utilizar a inteligência artificial (IA), por meio de ferramentas de chatbot, para lidar com o aumento dos volumes de tickets. Entre as empresas ágeis que já usam o Answer Bot, mais da metade aumentou as resoluções com IA em 10% ou mais. Enquanto isso, mais empresas de pequeno e médio porte (PMEs) adicionaram a ferramenta pela primeira vez. Entre as pequenas, o uso do nosso Answer Bot aumentou em 70% desde o início do ano.

Portanto, recorrer à IA está entre as medidas adotadas pelas empresas ágeis para resolver chamados com mais eficiência durante a pandemia. Permite que as equipes de atendimento forneçam aos clientes respostas rápidas e precisas para as perguntas mais simples, enquanto que os agentes se concentram em conversas mais complexas. Você reduz a pressão sobre os agentes e, ao mesmo tempo, mantém a satisfação do cliente. É uma situação em que todos ganham.

Reorganização da equipe
Provavelmente não haverá retorno ao “normal”, e as empresas que priorizam o digital estarão mais bem preparadas para se adaptar. As empresas de melhor desempenho na pesquisa do Benchmark Snapshot estão adotando mudanças ao adicionar novos fluxos de trabalho de atendimento ao cliente. Elas adicionaram 10% mais macros, gatilhos e automações em comparação com outras empresas.

Algo que também teve impacto nos canais de autoatendimento é a produção e a entrega de conteúdos atualizados nas centrais de ajuda. Segundo a pesquisa, uma a cada cinco empresas (20%) deslocaram profissionais para produzirem conteúdos novos durante a pandemia. Uma resposta inteligente à grande demanda gerada pelo crescimento do atendimento a distância.

A crescente adesão aos canais digitais não deixa dúvidas sobre o papel importante que a tecnologia cumpre na área de atendimento. A tendência é que a demanda para o time de suporte continue chegando por chat ou mensagens virtuais – isso quando o desafio não puder ser solucionado por meio da central de ajuda. Muito mais do que uma alternativa temporária em tempos de distanciamento social, esse cenário representa uma solução definitiva, capaz de entregar mais eficiência e agilidade para um consumidor cada vez mais conectado.

A verdade é que as tendências que estamos vendo entre as empresas mais ágeis já estavam começando a surgir antes da pandemia, mas agora estão ocorrendo em um cronograma acelerado. Como resultado, as organizações precisam se adequar rapidamente para permanecerem competitivas.

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Braskem foca em diversidade racial com processo seletivo inovador para próxima edição do Programa de Estágio

Em constante evolução na temática Diversidade & Inclusão, a próxima edição do Programa de Estágio da Braskem traz novidades implementadas para garantir o aumento da diversidade racial entre os candidatos, atraindo principalmente o interesse de estudantes negros. Com etapas 100% on-line, Teste de Tomada de Decisão, em substituição ao Teste de Raciocínio Lógico, e “gamificado”, o processo seletivo vai focar no alinhamento do perfil do candidato com a cultura da empresa e oferecer mais de 300 vagas para os estados da Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. O prazo para inscrição vai até 7 de outubro, no site http://www.braskem.com.br/carreira.

Para garantir mais diversidade e inclusão, a Braskem também flexibilizou alguns critérios de seleção. O idioma inglês deixou de ser obrigatório em 40% das vagas. A seleção de currículos também continua sendo às cegas, sem acesso a informações como idade e faculdade. A companhia manteve, ainda, parcerias com a Cia de Talentos, a consultoria Mais Diversidade e com coletivos negros de universidades para realizar inciativas direcionadas à atração, desenvolvimento e inclusão de grupos historicamente minorizados pela sociedade.

“A Braskem tem um compromisso de desenvolver ações estruturadas a fim de proporcionar um ambiente de trabalho inclusivo e diverso. O Programa de Estágio é a principal porta de entrada para a empresa e buscamos, todos os anos, revisar etapas, inovar e aprender com os desafios para cumprir a nossa missão de aumentar a representatividade de grupos minorizados no programa, principalmente a de negros.”, afirma Debora Gepp, responsável pelo Programa de Diversidade & Inclusão da Braskem.

Neste ano, uma das etapas para a seleção de candidatos para o estágio universitário é um jogo imersivo, no qual o candidato escolhe um avatar com várias combinações de características físicas, contemplando a diversidade humana. Ao navegar pela plataforma digital, desenvolvida em parceria coma a Pushstart, o candidato passa por fases com elementos referentes ao negócio da Braskem, se apresentado e conhecendo melhor a empresa.

A avaliação começa na segunda etapa, com a resolução de desafios propostos. O Teste de Tomada de Decisão será aplicado na fase seguinte, chamada de “Braskem Makers”, uma dinâmica virtual e em grupo na qual a liderança vai acompanhar o desempenho de cada um dos candidatos e identificar tipos de perfil fundamentais para quem deseja fazer parte do time Braskem. A última etapa são entrevistas individuais com os líderes de cada área onde o candidato irá estagiar.

Já para o Estágio Técnico, o candidato será selecionado também por meio de um jogo, que conta com desafios seguindo uma lógica de circuito, e com base nas entrevistas individuais.

“Entendemos que para esse novo direcionamento no processo seletivo é fundamental que os líderes também reflitam sobre seus vieses inconscientes e que tenham a habilidade de identificar os softs skills que são importantes para o dia a dia das nossas equipes. Por isso também intensificamos a capacitação em diversidade e inclusão de todos os integrantes responsáveis pela seleção, para que tenham um olhar ainda mais cuidadoso. Nosso principal objetivo é que esta experiência seja enriquecedora para todos os candidatos, que eles tenham a chance de conhecer mais a Braskem e que tomem a decisão de integrar o nosso time de forma consciente e responsável”, diz Fernanda Tognolli, integrante da área de Pessoas e Organização da Braskem.

As mudanças no Programa de Estágio estão em linha com a Proposta de Valor da Braskem construída em conjunto com os funcionários, representada pela sigla BeUX (Be = seja, U = Você e X experiência), ou seja, potencialize o que você tem de melhor por meio das experiências vividas. “Na Braskem, acreditamos que as particularidades de cada indivíduo enriquecem o dia a dia, garantindo um ambiente mais criativo e com repertórios diferentes que contribuem para o aprendizado de todos”, finaliza Debora Gepp.

Saiba como as vagas estão divididas:

Programa de Estágio Universitário

Estão abertas 249 vagas para estudantes universitários cursando a partir do terceiro semestre da universidade, em cursos variados como Administração; Ciências Contábeis; Ciências Econômicas; Comércio Exterior; Comunicação Social (Jornalismo e Relações Públicas); Engenharias; Cursos de TI Logística; Biologia; Psicologia; Química; Relações Internacionais; entre outros.

Duração do programa: até dois anos.

Programa de Estágio Técnico

São cerca de 50 vagas para estudantes que estejam cursando a partir do segundo semestre do curso técnico. As oportunidades estão localizadas nas operações industriais do ABC, Cubatão e Paulínia (SP), Duque de Caxias (RJ), Triunfo (RS), Maceió (AL) e Camaçari (BA).

Para se inscrever é necessário cursar Automação; Automação Industrial; Edificações Elétricas; Eletroeletrônica; Eletromecânica; Eletrônica, Eletrotécnica; Instrumentação; Manutenção; Manutenção Mecânica; Mecânica; Mecatrônica; Metalurgia; Plásticos; Química; Química Industrial; Robótica ou Segurança do Trabalho e Soldagem.

Duração do programa: um ano.

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CommScope anuncia parceria com o Google para a oferta do Orion Wifi em locais públicos

A CommScope anunciou uma parceria com a Area 120 (divisão do Google para o desenvolvimento de novos projetos) para o lançamento do Orion Wifi, uma plataforma projetada para oferecer roaming privado e seguro para os clientes, enquanto ajuda locais públicos a acabar com as chamadas zonas mortas de telefonia celular, colaborando para aumentar a monetização de suas redes.

A CommScope, que como um dos líderes globais em tecnologia de rede, colabora com clientes e parceiros no projeto, desenvolvimento e construção das redes de comunicação mais avançadas, anuncia o suporte do controlador RUCKUS SmartZone ao Orion Wifi do Google, que permite às operadoras oferecerem uma experiência segura e estável ao conectar seus assinantes às redes Wi-Fi em locais públicos.

“O offload Wi-Fi da Operadora em locais públicos pode ser frustrante para os consumidores e ainda mais para os administradores e proprietários destes locais, uma vez que precisam negociar as taxas na tentativa de reduzir custos de roaming entre as operadoras”, afirma Ben Cardwell, vice-presidente sênior da CommScope para área de redes públicas. “O desenvolvimento desta nova plataforma para offload Wi-Fi com o Google ajuda a criar as conexões duradouras que a CommScope sempre forneceu aos consumidores, ao mesmo tempo que permite às empresas monetizarem e protegerem suas redes.”

O RUCKUS SmartZone da CommScope oferece suporte ao Hotspot 2.0, permitindo que os dispositivos detectem automaticamente e se conectem à rede Wi-Fi. Além disso, fornece segurança avançada e suporte para RadSec.

“O Orion Wifi significa mais conectividade para os consumidores, mais opções para as operadoras, maior receita e visitantes mais felizes para os proprietários de redes Wi-Fi”, afirma Raj Gajwani, diretor da Area 120, do Google. “O RUCKUS SmartZone da CommScope permite que os locais configurem facilmente o Orion Wifi com os mais altos níveis de segurança.”

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Linx Digital anuncia novo diretor de pesquisa e desenvolvimento focado em digital

A Linx, líder e especialista em tecnologias para o varejo, anuncia a chegada de Marcelo Bufrem como novo diretor de Pesquisa e Desenvolvimento para Linx Digital, unidade de negócios da empresa dedicada a ofertas de omnichannel, plataforma, inteligência de e-commerce e marketplace. O movimento faz parte de uma nova abordagem dos temas de inovação, acelerando ainda mais o desenvolvimento interno de soluções digitais que já nascem sob a perspectiva do varejo omnichannel.

Bufrem chegou à empresa com olhar atento às tendências do varejo digital e com o compromisso de fortalecer o posicionamento da Linx como referência na entrega das soluções que o varejista precisa para sua transformação digital. “A Linx é uma empresa reconhecida no mercado. Estou feliz pela oportunidade de fazer parte de um time com inovação na veia e cheio de criatividade para que o varejista proporcione a experiência de compra apaixonante que o consumidor deseja”, comenta Marcelo Bufrem, novo diretor de Pesquisa e Desenvolvimento para Linx Digital.

O executivo tem mais de 20 anos de experiência no setor de Tecnologia e atuação direcionada à estratégia, soluções e entrega de valor, por meio de uma visão sistêmica. Bufrem é formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), pós-graduado em Gestão de projetos, produtos e serviços financeiros e em Finanças, investimento e banking. Em sua trajetória profissional, passou por grandes empresas dos mercados de Tecnologia, Varejo e Telefonia, como Renner e Accenture.

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38% das empresas pretendem retomar o trabalho em escritórios somente em 2021

A Spring Professional, especialista em recrutamento de nível sênior, apresenta pesquisa feita para entender o plano de retomada das empresas diante do cenário ocasionado pelo coronavírus. O levantamento, realizado entre os dias 1º e 20 de agosto com presidentes, diretores e gerentes de áreas de negócios ou Recursos Humanos de 200 empresas de diferentes setores de mercado, traz informações relevantes sobre as mudanças físicas e processuais das companhias durante a pandemia, além das adaptações nos processos de Recursos Humanos durante o trabalho em home office.

Com os cenários mais claros de flexibilização da quarentena estabelecidos pelo Governo, desde a retomada de atividades comerciais e escritórios até o possível retorno das aulas presenciais a partir de outubro, as empresas passam a poder trabalhar com um planejamento mais consistente e embasado de retomadas às atividades. Por isso, a Spring Professional resolveu também ouvir as empresas, para entender como estão se preparando para equilibrar todos os interesses e, ao mesmo tempo, estarem adaptadas e preparadas para a nova realidade pós-pandemia.

Em geral, há um consenso de que a grande maioria das empresas conseguiu se adaptar à realidade do trabalho remoto ao longo dos últimos meses, mesmo que tenha sofrido algum tipo de dificuldade no início e, por isso, o retorno não está sendo acelerado ou antecipado: mesmo com a liberação da ida aos escritórios (ainda que limitada em termos de horário), apenas 32% dos entrevistados alegaram que já retornaram fisicamente aos escritórios ou que isso acontecerá até o fim de setembro. Do restante, 30% planejam retorno no último trimestre do ano, enquanto 38% ainda não possuem uma definição ou já deixaram claro que o retorno só será a partir de 2021.

Sobre a retomada, fica ainda mais evidente que esta é uma questão relacionada ao setor de atuação da empresa: enquanto em setores tradicionais de bens de consumo, indústria ou farmácia, metade dos entrevistados já voltaram com ao menos uma parte da equipe, para as empresas de tecnologia e serviços, esse percentual não chega a 25%.

Outro tópico relevante revelado pela pesquisa está relacionado ao motivador dessa decisão: 21% das empresas alegam que estão baseando suas decisões somente nas determinações do Governo, e 65% informaram que estão se baseando em diretrizes corporativas (sejam da matriz ou locais), que geralmente são mais conservadoras que as diretrizes governamentais. Porém, um dado bastante interessante é que 15% das empresas fizeram pesquisas internas junto aos funcionários e com base nos resultados, definiram o esquema de retorno.

“Entendo que um dos maiores ganhos do período de pandemia foi com a comunicação: a facilidade proporcionada pelo digital quebrou diversos paradigmas, e o distanciamento elevou a importância de contato regular e disciplinado com as equipes. No geral, as pessoas estão muito mais cientes dos rumos e estratégias das empresas e se sentem muito mais ouvidas. Isso permite que as organizações tenham mais segurança em adotar modelos mais flexíveis, não só pelo ganho de produtividade, mas também pelo bem-estar das pessoas”, ressalta Ricardo Rocha, Diretor Executivo da Spring Professional.

A pesquisa procurou entender quais tipos de mudanças as empresas estão preparando para esse retorno, além das adaptações que são mandatórias por lei (escalonamento de quadro, espaçamento, limpeza e higienização, entre outros). A grande maioria (66%) está planejando mudanças físicas e estruturais, em linha com as recomendações dos órgãos de saúde, envolvendo espaçamento entre mesas. Dentre elas, 8% já confirmaram que farão devolução de espaços físicos ou redução de seus escritórios, ou seja, não se trata apenas de readequação, mas sim de ajustes de tamanho dos escritórios corporativos para a nova realidade; já 21% não planejam, ou ainda não tomaram medidas concretas nesse sentido; enquanto 40% farão adaptações em processos internos, tais como onboarding digital, limite de pessoas e escala de salas de reunião, processo de admissão on-line etc., mesmo que não envolvam mudanças necessariamente físicas; e 28% delas já estão planejando mudanças concretas nas políticas de benefícios, como estabelecimento de regras mais claras e abrangentes para o home office, possibilidade de troca de VR por VA (ou outras modalidades de benefícios flexíveis) e, em alguns casos, com verbas para investimento em melhoria da infraestrutura de home office dos funcionários.

Assim como na questão de data para retomada, os setores de tecnologia e serviços são os que apresentaram maior destaque dentre as empresas que planejam alterações na política de benefícios, correspondendo a 36,6% das respostas positivas em relação a essa pergunta.

“Do ponto de vista de recrutamento, estamos vivenciando um marco nas relações entre candidato e empregador. Claramente, a decisão de mudança não passa mais apenas por uma questão de aumento salarial ou alteração de escopo/função: os candidatos estão avaliando o pacote completo, de aspectos financeiros e benefícios, cultura e valores da empresa e até mesmo mercado e perspectivas de resultados para os próximos anos. As atitudes das empresas durante e pós pandemia (positivas e negativas) certamente estão no radar dos candidatos e irão influenciar suas escolhas”, completa Ricardo Rocha.

SAP mantém acesso sem custos à plataforma Ariba Discovery até o final de 2020

Como parte das iniciativas para ajudar as empresas a manterem seus negócios, a SAP ampliou o acesso aberto ao SAP Ariba Discovery, a maior rede de negócios do mundo, permitindo aos compradores postar as necessidades de aquisição de produtos e insumos para que qualquer um dos quatro milhões de fornecedores da Ariba Network possam responder com sua capacidade de entregar os bens e serviços necessários, sem taxas. A plataforma ficará disponível sem custos até 31 de dezembro de 2020.

A oferta inicial lançada em 10 de março deveria expirar no final de junho, mas o acesso aberto ao SAP Ariba Discovery está provando ter um enorme impacto na conexão de compradores e fornecedores e na manutenção de cadeias de suprimentos intactas durante a pandemia. Desde o lançamento da promoção, os registros de novos compradores no SAP Ariba Discovery aumentaram 484%, os registros de novos fornecedores aumentaram 3966% e as respostas dos fornecedores às postagens de compradores aumentaram 424% entre meados de março e o final de maio (em comparação com o período prévio de 1º de janeiro a 9 de março, 2020).

No Brasil, a média mensal de novos fornecedores na Ariba Netwok cresceu 292% no período entre 15 de março e 30 de maio. Os negócios gerados tiveram forte impacto no setor de saúde, com insumos e medicamentes respondendo por 25% dos novos pedidos, sendo que máscaras foi o item mais pesquisado. No total, os pedidos, a SAP calcula que foram movimentados no país algo em torno de USD 15 milhões, ou mais de R$ 77 milhões nos primeiros 75 dias da abertura da plataforma.

“A epidemia da Covid-19 gerou forte impactos nas cadeias de suprimentos, provocando interrupções que dificilmente tinham como serem previstas e a possibilidade de apresentar suas demandas para milhares de fornecedores a partir da rede Ariba, certamente contribuiu para minimizar os impactos e permitir que muitas empresas readequassem suas cadeias de fornecedores para manutenção de suas operações neste período desafiador”, explica Silvio Abade, vice-presidente da SAP Ariba no Brasil

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Agibank capta R$ 400 milhões e anuncia a Vinci Partners como novo sócio

Agibank, banco digital omnichannel que tem o propósito de melhorar o dia a dia das pessoas e facilitar sua vida financeira, acaba de anunciar a Vinci Partners como novo sócio do banco, após rodada de captação primária de equity no mercado. A operação, no valor de 400 milhões de reais, que confere participação minoritária à gestora de recursos, fará o capital da instituição ultrapassar a marca de 1 bilhão de reais e impulsionará o seu crescimento, ampliando os investimentos em tecnologia para consolidar uma plataforma “one stop shop” omnichannel para o cliente 50+, foco central da sua estratégia de atuação.

O banco, que vem registrando crescimento dos ativos na ordem de 43,7%, nos últimos 5 anos, iniciou esse processo de captação de recursos meses atrás, elegendo a Vinci pela sinergia de propósitos e visão de longo prazo. “Temos a felicidade de anunciar o resultado dessa rodada de investimentos primária, que foi exitosa do ponto de vista estratégico e também por colocar a Vinci como nossa parceira, compartilhando do mesmo entendimento sobre o negócio e visão de longo prazo”, comenta Marciano Testa, CEO do Agibank.

Com o aporte, o banco digital pretende acelerar a expansão dos seus canais e produtos, tornando todas as jornadas de atendimento cada vez mais digitais, fortalecendo também a sua estratégia de banco de relacionamento omnichannel e disponibilizando uma plataforma de serviços baseada no conceito “one stop shop” para o público 50+. Em números, isso se traduz em um mercado endereçável de 50 milhões de pessoas, que cresce 10% todos os anos. “Nós queremos transformar o Agibank no melhor banco pagador de salários para o público 50+ e dar acesso a uma plataforma de serviços agregadora para esse público, para o qual a nossa proposta de valor é imbatível e sustentável a longo prazo”, acrescenta Marciano.

Uma evidência disso é o NPS – Net Promoter Score – de 80 pontos conquistado recentemente junto aos clientes 50+ que recebem salário no Agibank, que já correspondem a 75% da base atual. Com R$ 2,8 bilhões de ativos e confortáveis posições de liquidez e capital, o Agibank registrou um lucro líquido de R$ 38,7 milhões no 1º semestre de 2020 – crescimento de 178,4% em relação ao mesmo período do ano anterior – e retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) de 21,9%, além de retorno sobre o ativo médio (ROAA) de 4,3%.

Para a Vinci, o alinhamento de valores esteve presente desde os primeiros contatos com o Agibank. “A Vinci está muito entusiasmada em colaborar com a próxima etapa de crescimento do Agibank. Identificamos no banco uma visão estratégica única, uma forte cultura centrada no cliente e um histórico muito consistente de resultados. Esperamos poder contribuir na construção de um banco sem paralelo”, afirma Gabriel Felzenszwalb, sócio da Vinci Partners.

Com atuação em todo o território nacional, o banco que atendeu em seus diferentes canais mais de 2,7 milhões de clientes, prevê impulsionar ainda mais a sua atuação. “Junto com a Vinci daremos continuidade a nossa trajetória de crescimento no patamar de 30% ao ano por um longo período, consolidando a nossa atuação como banco de relacionamento, com portfólio e proposta de valor completa para o nosso target, contribuindo ainda para a alfabetização financeira e inclusão digital dessas pessoas”, reforça Marciano.

Por falar em digitalização dos 50+, a instituição alcançou índice de uso de canais digitais na ordem de 45%, frente a uma média global de 8%. Recentemente, também abriu as portas da sua anti-agência, a primeira loja conceito da marca, com experiência totalmente voltada para esse público, oferecendo uma jornada totalmente digital até no ponto físico. “Vamos criar uma plataforma para os 50+ e consolidar a nossa atuação nesse mercado, transformando de fato o dia a dia dessas pessoas”, finaliza o CEO.

A assessoria para o Agibank durante toda a operação, que será submetida para aprovação do Banco Central, foi do banco de investimento Goldman Sachs.

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GeneXus cria programa de treinamento 100% online e gratuito para universitários

Para ampliar a oferta de desenvolvedores na tecnologia GeneXus, a desenvolvedora global de soluções baseadas em Inteligência Artificial, inicia no Brasil o GeneXus University Online, um programa que nasceu a fim de capacitar os universitários em desenvolvedores para o mercado através dos cursos de desenvolvimento GeneXus Full Stack.

O conceito nasceu a partir do convênio com universidades, que capacitavam seus professores para realizarem cursos presenciais dentro das dependências acadêmicas. Com a pandemia do Coronavírus, o modelo foi alterado para um formato 100% online e gratuito, no qual o aluno passa a acompanhar o curso que foi desenvolvido exclusivamente para as universidades, remotamente.

O programa, que já está na segunda turma, conta com alunos das maiores universidades do País como parceiras, tais como FATEC Jundiaí, Fundação Getúlio Vargas, Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo), Universidade Estácio de Sá, Universidade Estadual de Goiás, Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade Federal do Amazonas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Metodista de São Paulo, Universidade Municipal de São Caetano do Sul e Universidade Presbiteriana Mackenzie.

“O objetivo dos nossos cursos é capacitar os alunos como desenvolvedores, formando analistas na tecnologia GeneXus para que possam obter um certificado oficial. Atualmente, a tecnologia low-code é uma das habilidades mais desejadas e demandadas, o que significa que é um mercado de trabalho atraente para jovens que estão em busca de oportunidades e segurança profissional no futuro”, explica Ricardo Recchi, country manager da GeneXus do Brasil. O executivo ressalta que, segundo o Gartner, em 2024, mais de 65% dos aplicativos de negócios serão desenvolvidos em plataformas low-code, como a GeneXus.

Com duração de quatro semanas, o programa contempla treinamento de autoaprendizagem, fóruns, aulas ao vivo e, também, o exame de certificação. Tudo, num formato 100% à distância. Outros países já adotaram o modelo, como Austrália, Chile, México e Peru.

Além da certificação, os universitários são contemplados com suas licenças em GeneXus, que é válida internacionalmente, e com a possibilidade de utilizar a Comunidade GeneXus para a busca de oportunidades de trabalho. A segunda turma se iniciará no mês de setembro e os alunos com interesse nesse programa devem se inscrever neste link: http://forms.gle/KyftisMVwjwRKJ8C8

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NotCo capta US$ 85 milhões em nova rodada de investimento e prepara expansão aos EUA

A foodtech NotCo anuncia a conclusão da sua rodada de investimento Série C, em que captou US$ 85 milhões. A rodada foi co-liderada pelos fundos Future Positive, veículo de investimento de Fred Blackford e Biz Stone, cofundador do Twitter, e L Catterton, maior investidor mundial em marcas de bens de consumo.

Com o novo aporte, a NotCo soma um total de US$ 118 milhões em captações e traz novos nomes globais para a sua lista de investidores, que também inclui Bezos Expedition (de Jeff Bezos), General Catalyst, IndieBio, Maya Capital, The Craftory, Humboldt Capital e Kaszek Ventures, a venture capital líder na América Latina. O novo investimento vai impulsionar a consolidação das operações da empresa na América Latina e uma forte expansão aos Estados Unidos.

Em menos de quatro anos, a NotCo se tornou a foodtech mais completa e de mais rápido crescimento na América Latina, destacando-se como a única companhia plant-based que lançou produtos em três grandes segmentos – substitutos de laticínios, ovos e carne. Seus produtos Not Mayo, Not Ice Cream, Not Milk e Not Burger já estão disponíveis no Brasil, Argentina e Chile, país onde a empresa também firmou parcerias de sucesso com grandes redes, como Burger King e Papa John’s.

Brasil: mercado estratégico

O Brasil, como maior mercado consumidor da América do Sul, está no centro da estratégia de empresas e investidores que miram no setor de foodtech. A NotCo chegou ao país em março de 2019 e vem crescendo ininterruptamente desde então. Parte dos novos investimentos será direcionada ao suporte da operação do país, especialmente em pesquisa e desenvolvimento, trade marketing, marketing e recursos humanos. Está prevista também a expansão em todo território nacional por meio de novas parcerias com redes de varejo e cadeias de food service .

“Em pouco mais de um ano, a NotCo vem obtendo uma resposta muito positiva dos consumidores do Brasil. Lançamos com sucesso produtos em três categorias de alimentos, além de um e-commerce e restaurante próprios para proporcionar uma experiência gastronômica deliciosa e inovadora para o consumidor brasileiro”, afirma o presidente da empresa no Brasil, Luiz Augusto Silva. “Nosso crescimento manteve-se constante desde a chegada da marca ao país, sinalizando a grande oportunidade no segmento”, completa.

Um dos desafios dessa expansão será aumentar a capilaridade para além do Centro Sul e chegar às gôndolas dos pequenos aos grandes varejistas e redes de food service de todo o Brasil. “Como novo aporte, vamos intensificar nosso esforço comercial para ampliar a nossa presença nos pontos de vendas em todas as regiões. Enquanto isso, aumentamos a nossa presença no e-commerce, que é um canal em franca expansão no Brasil. Já estamos presentes na Amazon e diversos marketplaces e buscamos revendedores com atuação em outras regiões”, explica Silva .

Smart money para acelerar ainda mais a evolução da empresa

Sobre os novos investimentos, Matías Muchnick, cofundador e CEO da NotCo afirma: “Temos os melhores parceiros para embarcar conosco nesta jornada: a Future Positive traz uma atitude de colaboração com o negócio, experiência com a indústria plant-based e um profundo conhecimento do ambiente de tecnologia. E com uma rede global e profundo entendimento das preferências do consumidor, L Catterton oferece muito mais do que suporte financeiro – eles trazem uma experiência incomparável em parcerias com marcas líderes globalmente.”

Ramiro Lauzan, parceiro, L Catterton América Latina considera um prazer fazer parceria com o que considera “um verdadeiro disruptor na indústria de tecnologia de alimentos”. “A NotCo está buscando uma maneira original de substituir alimentos de origem animal por alternativas mais sustentáveis por meio da aplicação de ciência alimentar e tecnologia inovadora. Aproveitando nossa experiência em negócios ‘melhores para você’ em todo o mundo e trabalhando ao lado da talentosa equipe da NotCo, esperamos materializar a expansão bem-sucedida da empresa no mercado dos Estados Unidos”, diz Lauzan.

Fred Blackford, da Future Positive, complementa: “Acompanho o Matias há dois anos e tenho uma grande admiração por ele como empresário e como líder. Estamos inspirados pela visão e ambição global da marca NotCo e impressionados com a qualidade dos produtos, que falam por si. Vemos um vasto potencial para a tecnologia da empresa, que está criando novas categorias de alimentos com mais rapidez e precisão do que qualquer outro na indústria.”

Reinventando a indústria de alimentos

NotCo é uma das principais empresas globais a encarar o desafio de reinventar a indústria de alimentos, criando alternativas 100% plant-based, que são extremamente saborosas, melhores para as pessoas e para o meio ambiente. Somente o segmento de alternativas à carne de origem animal deve chegar ao valor de US$ 2,7 trilhões até 2040, de acordo com estimativas da empresa de pesquisa e inteligência de mercado CB Insights.

Continuamos a apoiar ativamente a companhia desde seus primeiros passos com a forte convicção em seu potencial de se tornar líder no segmento de foodtechs. Nesses tempos incertos, vemos que consumidores aumentaram seu apetite para o mundo plant-based. Ao mesmo tempo, a Covid-19 evidenciou que a cadeia de produção de carne animal além de prejudicial ao meio ambiente e ineficiente pode ser também muito frágil. Diante disso, estamos felizes em testemunhar este ponto de inflexão, quando produtos incríveis como os da NotCo mostram que os alimentos à base de plantas farão parte desse ‘novo normal’“, afirma Nicolas Szekasy, co-fundador e sócio da Kaszek Ventures.

“Que eu saiba, nenhuma outra marca nesse mercado tem o conhecimento científico para criar alimentos à base de plantas, em diversas categorias, que se pareçam e se comportem exatamente como os produtos de origem animal. Graças à NotCo, os consumidores podem fazer uma mudança fácil e contínua para um estilo de vida mais sustentável. É por isso que lideramos a rodada anterior da NotCo e continuamos investindo neste excelente negócio”, acrescenta Elio Leoni Sceti, da The Craftory .

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Easynvest tem 60 vagas abertas

Na contramão da crise catalisada pelo novo coronavírus, a Easynvest , maior corretora independente do Brasil, está com 60 vagas abertas, distribuídas em seis áreas. As oportunidades de trabalho são para integrar as equipes de comercial, design, produtos, mesa de operações, marketing e BI. As vagas são para trabalhar na sede da empresa, na cidade de São Paulo. Atualmente, devido à pandemia, os funcionários atuam em esquema home-office.

A oferta de vagas acontece em meio ao crescimento do mercado de plataformas de investimentos no Brasil. O segmento deve dobrar o faturamento, de atuais R$ 75 bilhões para até R$ 160 bilhões em 2025, segundo pesquisa recente do banco Morgan Stanley. Só na Bolsa brasileira, 900 mil novas contas foram abertas durante a pandemia, de março a julho, elevando o total de investidores na B3 para quase 3 milhões. No total, a Easynvest possui R$ 23 bilhões em ativos sob custódia e mais de 1,5 milhão de clientes.

A companhia busca talentos para reforçar a missão de despertar o investidor nos brasileiros, a partir de um modelo de negócios com ênfase na inovação e autonomia dos usuários, sem intermediários. “Nosso grande objetivo é revolucionar o mercado financeiro, com tecnologia de ponta, conteúdos multiplataforma e busca incessante por resultados extraordinários”, diz Camilla Suave, executiva de pessoas e cultura.

Alinhada aos valores de pluralidade e inclusão, o dress code é “venha como se sentir confortável”, e o horário de trabalho é flexível para alguns postos. Segundo Suave, a cultura interna da empresa é reforçada pelo mantra do “sem gravata, nem economês”, o que garante um clima descontraído e respeitoso. “Nosso compromisso é construir ambiente com propósito, inclusão, e que valoriza a diversidade de perfis, ideias e objetivos”, acrescenta.

O processo seletivo é customizado e pode incluir testes técnicos e entrevistas online, a depender da complexidade da vaga e dos perfis dos candidatos. Entre os benefícios oferecidos pela Easynvest, estão planos de saúde e odontológico, Vale Refeição, Vale Alimentação, Vale Transporte, Gympass, folga no mês de aniversário, subsídios para pós-graduação, cursos ou treinamentos, entre outros.

Saiba mais sobre a Easynvest e as vagas ofertadas: http://bit.ly/easynvest-gupy

Wayra contrata Guilherme Amorim como Head de Parcerias

A Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica e uma iniciativa Vivo no Brasil, contrata Guilherme Amorim para ocupar o cargo de Head de Parcerias na empresa. Com mais de 17 anos de experiência com inovação, ecossistema de empreendedorismo e internacionalização de empresas, Guilherme tem como missão desenvolver parcerias estratégicas bem como iniciativas de Corporate Venturing em temas prioritários alinhados à tese de Inovação da companhia. O objetivo é gerar novas oportunidades de relacionamento e negócios com outras corporações e startups que tenham temas de sinergia e também soluções com potencial de serem escaláveis e fim de receber investimento de Corporate Venture Capital da Wayra e/ou de fazer negócios com a Telefónica/Vivo.

“A chegada do Guilherme reforça o compromisso da Wayra em conectar parceiros e inovadores a fim de gerar novos negócios com a Telefônica e a Vivo. Buscamos estabelecer relação em temas sinérgicos envolvendo outras corporações, fundos de investimento e startups, de forma a alavancar o ecossistema empreendedor.”, declara Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil.

Entre as últimas parcerias da Wayra, destacam-se a realizada em 2019 com o BNDES e a Liga Ventures para a realização do programa BNDES Garagem em que 70 startups, entre as cerca de 5 mil inscritas, participaram de módulos de criação e aceleração. Já em 2018, a Wayra realizou o Agro IoT Lab com o Pulse e parceria da Vivo, Raízen, Ericsson e EsalqTec para acelerar a transformação digital no agronegócio.

Pós-graduado em Negócios Internacionais pela Universidade Mackenzie, especialização em Economia, pela Fundação Getúlio Vargas, Fusões & Aquisições e PE/VC, pelo IBMEC, o profissional é consultor de internacionalização na Softex, analista de mercado independente do Euromonitor e membro do Fórum permanente de Micro e Pequenas empresas do Ministério da Economia. Ele também já liderou áreas de inovação e inteligência de mercado de grandes empresas e organizações como Brasscom, ABIHPEC e ABIT.

“A Wayra sempre foi uma referência em conectar as corporações ao ambiente inovador, coinvestindo e plugando-as a mercados internacionais. Temos, portanto, o ambiente ideal para criar parcerias que integrem o ecossistema. Minha expectativa é contribuir para gerar valor às empresas envolvidas neste processo e consequentemente a sociedade como um todo”, reforça Guilherme Amorim, Head de Parcerias na Wayra.

Desde 2012 no Brasil, a Wayra já investiu mais de R$ 15 milhões em 79 empresas. Atualmente, possui 34 startups no portfólio e saídas de destaque incluindo o super exit da Teravoz e a Gupy. As áreas prioritárias buscadas pela Wayra são IoT, finanças, educação, saúde, inteligência artificial, Big Data entre outras.

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EDP Ventures Brasil investe na startup Clarke Energia

A EDP Ventures Brasil, veículo de investimento de capital de risco do Grupo EDP, participou da rodada de R$ 3 milhões, liderada pela Canary, na Clarke Energia. A startup, criada em dezembro de 2019, orienta empresas a economizar na conta de energia por meio de estudos tarifários, eficiência energética, monitoramento de consumo ou compra de energia no mercado livre.

A Clarke Energia proporciona, em média, uma redução de 10% a 20% na conta mensal de luz, identificando ineficiências tarifárias e apresentando soluções. A startup simula quanto a empresa economizaria se migrasse para a modalidade de Tarifa Branca e orienta sobre eficiência das operações da empresa.

“O trabalho da Clarke tem grande importância para médias e pequenas empresas especialmente. Além disso, os serviços oferecidos têm sinergia com algumas áreas da operação da EDP, como a comercialização e serviços de energia. Como Corporate Venture Capital, nosso objetivo é apoiar as startups do nosso portfólio com know how do mercado de energia e o suporte das nossas Unidades de Negócio, para que possam escalar rapidamente”, destaca Carlos Andrade, Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Novos Negócios da EDP Brasil.

“A missão da Clarke é mudar a forma como as empresas se relacionam com a energia. A gente entende que a conta de luz é complexa, mas se você entende um pouco consegue economizar bastante e reduzir o seu impacto ambiental. O apoio da EDP Ventures é fundamental para trazer a bagagem do setor elétrico europeu para o Brasil e fazer com que o nosso setor seja modernizado”, disse o CEO da Clarke Energia, Pedro Rio.

Ecossistema de inovação

Criada em maio de 2018, a EDP Ventures Brasil é o primeiro veículo de investimento do setor elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões em recursos a serem destinados a startups que atuam em seis verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), soluções com foco no cliente e áreas transversais (legaltechs, fintechs, HRtechs). Interessados podem acessar o site www.edpventures.vc para obter mais informações.

“Acreditamos no potencial de crescimento da empresa, especialmente pela tração comercial apresentada em poucos meses de operação e pela maneira transparente como conseguem se comunicar com seus clientes e ajudá-los a ter mais autonomia para gerir seus custos com a energia elétrica. O apoio da Canary também sinaliza a atratividade do investimento e o grande potencial da startup”, explica Rosario Cannata, gestor de Investimento da EDP Ventures Brasil.

Além da Clarke, já receberam investimentos no Brasil as startups Voltbras, Colab, Dom Rock, Delfos e Fractal Engenharia e Sistemas. Desde 2008, os veículos de Venture Capital do Grupo EDP já aplicaram globalmente 38 milhões de euros em 33 startups, que juntas empregam mais de 1.200 colaboradores e têm mais de 140 milhões de euros de receita por ano.

Eficiência energética e mercado livre

A ONU busca dobrar a taxa global de melhora de eficiência até 2030 porque entende a prática como um dos principais pilares para gerar energia sustentável e ajudar os países a minimizarem os preocupantes reflexos do aquecimento global. No Brasil, a meta estabelecida após o Acordo de Paris, de 2016, visar reduzir o consumo de energia elétrica em 10% e ainda reduzir os gases poluentes em 43%.

Por determinação do Governo Federal, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) estão realizando estudos sobre como abrir o mercado livre de energia a consumidor residencial. A medida do governo ainda define que haverá redução gradual, a partir de 2021, de requisitos para que empresas passem a operar com maior flexibilidade no mercado livre de eletricidade.

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UFSM utiliza impressão 3D em carro de corrida

A Stratasys (NASDAQ: SSYS), em parceria com sua distribuidora autorizada, Comprint, imprimiu em 3D diversas peças do carro da equipe de automobilismo Fórmula UFSM, criado por alunos dos cursos de Engenharia da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O veículo participará da Fórmula SAE Brasil, um dos eventos internacionais da Formula SAE, competição criada há mais de 40 anos pela Society of Automobile Engineers (SAE), nos Estados Unidos.

Com o objetivo de melhorar o desempenho da equipe gaúcha na competição, 25 peças diferentes foram impressas em 3D na impressora Stratasys Fortus 380 utilizando o material ASA que possui excelente resistência mecânica e UV. No ano passado, a Fórmula USM também utilizou a tecnologia de impressão 3D da Stratasys para auxiliar no projeto e terminou a competição em 3º lugar geral na categoria carros com motor a combustão, entre mais de 40 equipes.

As 37 impressões realizadas – algumas peças contam com unidades sobressalentes – levaram 11 dias para ficarem prontas.

A maioria das partes impressas são utilizadas nos sistemas elétricos e nos sistemas do motor do carro, mas a equipe viu na impressão 3D a chance de ganho ergonômico para os quatro pilotos, que agora utilizam empunhaduras do volante customizadas.

“Preparamos um modelo que agradou muito os pilotos do protótipo, melhorando o controle e a pegada no volante e, consequentemente, as chances de a equipe conseguir um lugar no pódio”, explica Eugênio Pozzobon, chefe do Subsistema Elétrico do projeto.

Outro diferencial da tecnologia é a praticidade e a rapidez do processo. No projeto, algumas peças foram desenhadas para serem fabricadas exclusivamente com a impressão 3D, pois outros métodos demandariam muito tempo, empenho e um custo excessivamente alto.

Eugênio Pozzobon ressalta a importância da diversificação dos métodos de produção das peças, pois isso acelera a fabricação do protótipo, impedindo que um tipo de processo se sobreponha aos outros, sobrecarregue um setor e atrase a fabricação do carro.

“As empunhaduras do volante são um bom exemplo disso. Feitas em apenas algumas horas na impressora 3D, poderiam ter levado até duas semanas para serem fabricadas se tivessem sido produzidas de maneira tradicional, e o acabamento final não seria tão bom quanto o alcançado”, afirma Pozzobon, ao acrescentar que, nas provas estáticas da competição, que avaliam o custo do veículo, “por vezes, os processos tradicionais, são mais caros em comparação à impressão 3D, e prejudicam o desempenho da equipe”.

Dentre vários benefícios e diferenciais que a impressão 3D confere ao projeto, Felipe Balbom, Chefe do Subsistema do Motor em 2019, destaca a redução de massa e a facilidade em projetar peças mais complexas.

“Com a impressão 3D, conseguimos elevar o nível técnico do protótipo, aumentar nossas chances no campeonato e, inclusive, obter destaque na apresentação do carro perante os juízes, pois, ao utilizar uma tecnologia de ponta, demonstramos estar atualizados e sintonizados com os mais recentes métodos e tendências de fabricação”, explica Balbom.

Por conta da pandemia pela Covid-19, as primeiras etapas da competição devem acontecer somente em 2021, mas a equipe trabalha a pleno vapor e o carro deve estar pronto até o fim do ano. A pandemia fez com que todas as atividades de projeto fossem realizadas remotamente, com a ajuda de ferramentas de compartilhamento em nuvem. Para o projeto das peças em CAD, pelo Solidworks, a equipe adotou o GrabCAD, ferramenta gerida pela Stratasys, que facilita o uso de drive para esse propósito.

Para atender ao cronograma de fabricação das peças do novo protótipo, a equipe, composta por 23 integrantes, está se revezando no laboratório da UFSM, seguindo as orientações das autoridades sanitárias e também as instruções normativas da universidade.

“A parceria e o apoio da Stratasys, neste ano junto com a Comprint, está sendo, mais uma vez, essencial para o sucesso do nosso protótipo. Os frutos dessa parceria são enormes, e é muito bom poder contar com o que há de melhor no mercado em soluções de manufatura por impressão 3D”, ressalta Eugênio.

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Robotização: do conceito à prática

Por Robert Braga

A robotização é um dos pilares mais inovadores e polêmicos da Indústria 4.0 e consiste no processo de automatização de tarefas repetitivas, substituindo pessoas por robôs. Apesar de existir debates sobre o impacto social gerado por este processo, são irrevogáveis os benefícios providos pela utilização desta tecnologia, destacando-se o aumento da produtividade, da precisão e da acurácia da tarefa, da diminuindo drasticamente o impacto de absenteísmo na produção e, principalmente, a retirada de pessoas de áreas perigosas e insalubres.

Nos parques fabris atuais, a maior parte dos robôs industriais limitam-se a braços articulados com ferramentas específicas em sua ponta – garras, soldas, aplicador de cola e medidores – com controle de movimento espacial tridimensional. Nos últimos anos, com a avanço tecnológico, chegaram os robôs colaborativos, que permitem o compartilhamento de um mesmo ambiente com pessoas.

O segundo tipo mais utilizado de robôs industriais são os veículos autoguiados, os famosos AGVs (Automated Guided Vehicle), que se deslocam entre pontos pré-programados de forma autônoma, utilizando visão computacional, lasers, ondas de rádio, ímãs ou seguindo linhas ou fios marcados no chão da fábrica.

Mas nem só de hardware são feitos os robôs. Uma modalidade de robôs que está ganhando cada vez mais uso são os RPAs (Robotic Process Automation). Tratam-se de softwares contendo rotinas automáticas para executar tarefas repetitivas anteriormente executadas por usuários de softwares. Eles contemplam desde repetições de fluxo de trabalho, como as macros em planilhas eletrônicas, até sistemas de BI (Business Intelligence) utilizando Inteligência Artificial para tomadas de decisões automáticas.

Porém, dentre tantos tipos de robôs, qual é o melhor? Qual devo escolher? A resposta é bem simples: depende. O foco sempre precisa estar na solução de uma demanda, sendo a tecnologia um mero viabilizador ou facilitador. Para cada demanda, um tipo de robô ou combinação de tipos é recomendada e, geralmente, eles são apenas parte da solução completa. Existem várias tecnologias com níveis crescentes de complexidade, incluindo chatbots, preenchimento de campos com OCR (Optical Character Reader), entre outros.

Tomando como exemplo um colaborador que precisa transitar em corredores estreitos entre bobinas metálicas com temperaturas acima de 300 ºC para realizar medições de temperatura, vamos pensar em quais soluções podemos desenvolver para melhorar este cenário. Primeiramente, imaginamos o desconforto ergonômico pelo espaço confinado e pelo peso extra e calor gerados pela utilização de EPIs de proteção térmica, além da exposição a riscos de contato com as bobinas e à queda de cargas suspensas por pontes rolantes.

Uma solução para este processo de tamanha periculosidade seria a construção de AGVs (Automatic guided Vehicle) transitando entre as bobinas. Cada AGV possui termopares para realizar a medição de temperatura das bobinas. O sequenciamento de bobinas tem a temperatura medida pelo Sistema de Gerenciamento de Vãos de Bobinas e é enviado até os AGVs via Wi-Fi, que também é utilizada para enviar as medições realizadas pelos AGVs ao Sistema de Gerenciamento de Vãos de Bobinas em tempo real. Resumindo, cria-se uma solução simples mesclando três pilares da Indústria 4.0: Robótica, Internet das Coisas (IoT) e integração de sistemas.

Como o foco principal desta atividade é a segurança, a solução possibilita a retirada do colaborador desta condição periculosa e permite seu realocamento em outros processos. Outra vantagem na automatização é que, com um quadro maior de operadores, o revezamento entre eles fica maior, diminuindo a fadiga e aumentando a produtividade e satisfação do grupo. Adicionalmente, os erros de medição da temperatura das bobinas podem diminuir em 20% e o tempo das medições em 80%, além de aumentar a confiabilidade dos dados.

A utilização de robótica pode solucionar inúmeras demandas de forma satisfatória, aumentando o valor agregado da solução quando integrada às demais tecnologias. O importante é desenhar um projeto que, de fato, entenda as necessidades dos processos que precisam ser melhorados. A partir daí, a tecnologia é um passo inevitável, que deve ser bem coordenada para ser acertada!

Robert Braga, gerente comercial de Metal & Mining da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital

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