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O futuro do processo de aprendizagem corporativa

Por Luis Novo, CEO e cofundador da Skore

Nos últimos meses, o vírus que nos convidou de forma abrupta ao isolamento e à reflexão também desafiou o modo como vivemos, trabalhamos e, em especial, como aprendemos. A pandemia, causada em decorrência da Covid-19, não é algo inédito. A história nos mostra que somos o resultado de eventos que levaram a humanidade muitas vezes ao caos, mas que esse efeito também contribuiu para nossa evolução ao longo dos anos.

O período pandêmico mostrou, ainda, a necessidade de nos adaptarmos às mudanças rápidas e, com isso, trouxe para as organizações a importância em implementar um processo de aprendizagem digital, em um momento que se faz necessário para o fortalecimento dos negócios, a formação e a capacitação de sua liderança.

Prova disso, a última edição da pesquisa da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), feita em 2019, apontou que 42% das verbas das empresas destinam-se à formação de líderes. Ainda segundo a ABTD, 62% das empresas utilizam Ensino a Distância (EAD) e o e-learning, que já é responsável por quase 25% de todos os treinamentos realizados por empresas no Brasil.

Os dados demonstram a relevância em investir em Treinamento e Desenvolvimento (T&D) das equipes, uma vez que, por meio do processo de aprendizagem, as equipes são estimuladas a desenvolver a auto liderança, bem como, habilidades emocionais, as quais em tempos de pandemia, tornam-se ainda mais relevantes dentro das companhias, além de estarem municiadas com as habilidades profissionais técnicas necessárias para enfrentar momentos de crise como o que estamos vivenciando.

O mercado também se mostra favorável ao segmento de T&D, é o que aponta estudo mais recente realizado pelo LinkedIn, no qual indica que 57% dos profissionais de T&D terão aumento de orçamento, ou seja, as empresas estão planejando investir mais em treinamento.

Outro estudo ainda, da consultoria Bersin & Associates, mostra que 77% das empresas brasileiras já utilizam o e-learning como metodologia de ensino. A tendência dos treinamentos on-line se intensificou em 2020, alcançando a marca de 94% dos treinamentos executados, um aumento significativo quando comparado com os anos anteriores, 15% em 2018 e 23% em 2019.

Esses indicadores demonstram uma forte tendência na adoção de tecnologias no processo de aprendizagem, em especial, no formato dos treinamentos administrados de forma on-line, que deixam de ser uma estratégia alternativa, para se tornarem os reais protagonistas da capacitação das empresas. Isso faz com que a gente precise trazer um novo olhar para o assunto.

O treinamento virtual não se resume a publicar conteúdos em uma plataforma. O sucesso no processo de aprendizagem está na combinação de três fatores, igualmente importantes:

Conteúdo de qualidade: nenhuma iniciativa de educação digital consegue ter sucesso se não for capaz de oferecer conteúdo de qualidade. As estratégias para isso podem variar de uma empresa para outra, mas geralmente são estruturadas por meio de uma combinação de dados internos, conteúdos curados da internet e licenciados. Independente da fonte, é extremamente importante que eles tenham a qualidade necessária para competir pelo tempo e pela atenção das pessoas. Neste quesito, menos é mais. É preferível uma quantidade menor de informação, mas de qualidade.

Relevância na apresentação do conteúdo: as pessoas não têm tempo para navegar em centenas de dados irrelevantes para elas. Todos os profissionais hoje em dia sentem dificuldade em dedicar tempo para sua capacitação. Portanto, é importante que o programa de educação on-line da empresa tenha a capacidade de filtrar os conteúdos corretos para cada indivíduo, de acordo com o que vai proporcionar um maior impacto em seu dia-a-dia.

Experiência de aprendizado adequada para cada situação: não aprendemos tudo da mesma maneira. Alguns assuntos requerem um estudo mais aprofundado, e direcionado. Outros temas são melhor aprendidos de forma exploratória e livre. Plataformas modernas de aprendizado precisam ser capazes de oferecer uma gama diversa de experiências educacionais para que cada tópico possa ser oferecido da maneira correta.

Diante do cenário atual, observamos que o movimento do mercado de educação on-line se intensificou no período de pandemia, gerando um alerta nas empresas sobre a necessária transformação digital do T&D. Esse modelo deve se manter como uma forte tendência no período pós-Covid-19.

As empresas que quiserem tirar os melhores resultados desta mudança precisarão estruturar seus programas de capacitação para aproveitar todos os benefícios do digital. Não basta só digitalizar o que a gente faz no mundo presencial, temos que pensar o on-line como uma forma completamente diferente de capacitar.

Nos últimos meses, o vírus que nos convidou de forma abrupta ao isolamento e à reflexão também desafiou o modo como vivemos, trabalhamos e, em especial, como aprendemos. A pandemia, causada em decorrência da Covid-19, não é algo inédito. A história nos mostra que somos o resultado de eventos que levaram a humanidade muitas vezes ao caos, mas que esse efeito também contribuiu para nossa evolução ao longo dos anos.

O período pandêmico mostrou, ainda, a necessidade de nos adaptarmos às mudanças rápidas e, com isso, trouxe para as organizações a importância em implementar um processo de aprendizagem digital, em um momento que se faz necessário para o fortalecimento dos negócios, a formação e a capacitação de sua liderança.

Prova disso, a última edição da pesquisa da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), feita em 2019, apontou que 42% das verbas das empresas destinam-se à formação de líderes. Ainda segundo a ABTD, 62% das empresas utilizam Ensino a Distância (EAD) e o e-learning, que já é responsável por quase 25% de todos os treinamentos realizados por empresas no Brasil.

Os dados demonstram a relevância em investir em Treinamento e Desenvolvimento (T&D) das equipes, uma vez que, por meio do processo de aprendizagem, as equipes são estimuladas a desenvolver a auto liderança, bem como, habilidades emocionais, as quais em tempos de pandemia, tornam-se ainda mais relevantes dentro das companhias, além de estarem municiadas com as habilidades profissionais técnicas necessárias para enfrentar momentos de crise como o que estamos vivenciando.

O mercado também se mostra favorável ao segmento de T&D, é o que aponta estudo mais recente realizado pelo LinkedIn, no qual indica que 57% dos profissionais de T&D terão aumento de orçamento, ou seja, as empresas estão planejando investir mais em treinamento.

Outro estudo ainda, da consultoria Bersin & Associates, mostra que 77% das empresas brasileiras já utilizam o e-learning como metodologia de ensino. A tendência dos treinamentos on-line se intensificou em 2020, alcançando a marca de 94% dos treinamentos executados, um aumento significativo quando comparado com os anos anteriores, 15% em 2018 e 23% em 2019.

Esses indicadores demonstram uma forte tendência na adoção de tecnologias no processo de aprendizagem, em especial, no formato dos treinamentos administrados de forma on-line, que deixam de ser uma estratégia alternativa, para se tornarem os reais protagonistas da capacitação das empresas. Isso faz com que a gente precise trazer um novo olhar para o assunto.

O treinamento virtual não se resume a publicar conteúdos em uma plataforma. O sucesso no processo de aprendizagem está na combinação de três fatores, igualmente importantes:

Conteúdo de qualidade: nenhuma iniciativa de educação digital consegue ter sucesso se não for capaz de oferecer conteúdo de qualidade. As estratégias para isso podem variar de uma empresa para outra, mas geralmente são estruturadas por meio de uma combinação de dados internos, conteúdos curados da internet e licenciados. Independente da fonte, é extremamente importante que eles tenham a qualidade necessária para competir pelo tempo e pela atenção das pessoas. Neste quesito, menos é mais. É preferível uma quantidade menor de informação, mas de qualidade.

Relevância na apresentação do conteúdo: as pessoas não têm tempo para navegar em centenas de dados irrelevantes para elas. Todos os profissionais hoje em dia sentem dificuldade em dedicar tempo para sua capacitação. Portanto, é importante que o programa de educação on-line da empresa tenha a capacidade de filtrar os conteúdos corretos para cada indivíduo, de acordo com o que vai proporcionar um maior impacto em seu dia-a-dia.

Experiência de aprendizado adequada para cada situação: não aprendemos tudo da mesma maneira. Alguns assuntos requerem um estudo mais aprofundado, e direcionado. Outros temas são melhor aprendidos de forma exploratória e livre. Plataformas modernas de aprendizado precisam ser capazes de oferecer uma gama diversa de experiências educacionais para que cada tópico possa ser oferecido da maneira correta.

Diante do cenário atual, observamos que o movimento do mercado de educação on-line se intensificou no período de pandemia, gerando um alerta nas empresas sobre a necessária transformação digital do T&D. Esse modelo deve se manter como uma forte tendência no período pós-Covid-19.

As empresas que quiserem tirar os melhores resultados desta mudança precisarão estruturar seus programas de capacitação para aproveitar todos os benefícios do digital. Não basta só digitalizar o que a gente faz no mundo presencial, temos que pensar o on-line como uma forma completamente diferente de capacitar.

5 pontos que ajudam as mulheres na área de T.I

Especialista em programação explica sobre capacitação, oportunidades e desafios da presença feminina no mercado de tecnologia

Ao longo dos anos, a trajetória da mulher no mercado de trabalho melhorou, porém, muitos obstáculos ainda precisam ser enfrentados quando o assunto é diversidade de gêneros, principalmente na área de tecnologia. Apenas 35% dos estudantes matriculados no ensino superior na carreira de T.I são mulheres, de acordo com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Outro ponto de destaque é a capacitação de mulheres trans e cisgênero, que deve ser levada em consideração. A CEO da {reprograma}, startup social paulista que ensina programação para mulheres trans e/ou negras, Mariel Reyes Milk explica cinco pontos importantes sobre a preparação feminina para o mercado de trabalho. Confira:


1.Síndrome do impostor:  o primeiro passo é trabalhar o indicador mentiroso, que está relacionado ao fato das mulheres não acreditarem na capacidade delas em aprender a programar e se enxergarem como programadoras, desta forma é necessário trabalhar bastante essa mentalidade.

2.Referências femininas: ter um modelo de mulher que elas podem se identificar e se inspirar.  Na {reprograma} prezamos por ter ex-alunas negras e/ou trans como professoras e monitoras em nossas turmas, assim as alunas podem conectar com as histórias das professoras e se espelham para alcançar o sucesso profissional.

3.Segurança: as mulheres têm que se sentir em um ambiente seguro, onde elas podem aprender e fazer perguntas sem julgamentos. O ideal é que isso aconteça em um local onde há somente uma mulher no meio de vários homens, que já estão bem mais incluídos na área da tecnologia.

4.União: é essencial que haja a possibilidade das mulheres se apoiarem, porque é por meio da sororidade que elas entendem que não estão competindo e que juntas elas podem chegar mais longe, desta maneira ao longo do tempo elas se ajudam.

5.Rede de apoio: as redes sociais podem ser ótimas amigas nessas horas, pois com elas é possível compartilhar vagas de emprego e treinamentos. O  Telegram,  por exemplo, é muito útil porque é um canal de conversa aberta, no qual também utilizamos na startup durante e depois dos cursos de back e front-end. Essa rede de apoio faz com que as mulheres não se percam no meio do caminho e não se sintam sozinhas, além de possibilitar a aquisição de conhecimento constantes.

Oportunidade de formação para as mulheres na área de T.I

Atualmente, menos da metade das mulheres negras brasileiras, cerca de 46%, exercem trabalho remunerado e apenas 8% das que trabalham no mercado formal ocupam cargos de gerente, diretora ou sócia proprietária de empresas. Na fatia de 46% que estava trabalhando, 20% atuavam como autônomas, de acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Indique Uma Preta e pela empresa Box1824.

No ano passado, a {reprograma} realizou, de maneira gratuita, seis cursos de 18 semanas, com aproximadamente 35 alunas por turma, formando mais de duzentas mulheres para atuarem no mercado de tecnologia e contribuindo para a ampliação da diversidade e inclusão no setor.

Quase metade delas, negras e em situação de vulnerabilidade, tiveram a oportunidade de se formarem em front-end ou back-end, utilizando ferramentas modernas e bastante requisitadas no setor, como React e Node, o que possibilitou que as alunas saíssem preparadas para atender à crescente demanda das empresas. 

A startup social se prepara para lançar em março duas turmas de programação do Todas em Tech, iniciativa da startup social e do BID Lab, Laboratório de Inovação do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento. O projeto tem como objetivo ensinar programação front-end e back-end e dar a oportunidade de um futuro melhor, por meio da tecnologia, para mulheres em situações de vulnerabilidade social, econômica e de gênero, com foco em mulheres negras e/ou trans.

Ao longo de dois anos, o projeto irá impactar 2,4 mulheres em todo o Brasil através de suas oficinas e formará 400 mulheres desenvolvedoras.

Desafios no mercado de trabalho

Desde o início da pandemia, a procura por profissionais da área de tecnologia aumentou, e até 2024 haverá a criação de mais de 420 mil vagas na de T.I, de acordo com informações do Banco Mundial.

Após a formação em tecnologia da informação, as mulheres encontram alguns desafios iniciais no mercado de trabalho, aponta a startup paulista, veja abaixo:

  • encontrar empresas que querem investir nessas mulheres, que possam desenvolvê-las, de júnior para sénior, por exemplo;
  • conseguir lidar com o fato de ser a única presença feminina no setor de tecnologia da empresa, afinal, há pouco tempo mulher era incentivada a procurar uma profissão nas áreas humanas e biológicas, enquanto a área de exatas era indicada aos homens;
  • superar comunidades machistas dentro e fora da empresa;
  • acreditar que podem continuar aprendendo e crescendo na área.

“Acredito que muitas empresas já estão adotando a cultura de diversidade, principalmente na área de tecnologia, pois perceberam que pessoas diferentes dentro de uma equipe pensam de forma distinta e enxergam os problemas de maneiras diferentes”, explica Reyes.

Atualmente, cerca de 85% das mulheres que passaram pela {reprograma} estão empregadas e para manter os bons números de empregabilidade, a startup paulista vai lançar, no segundo semestre de 2021, uma plataforma que fará uma conexão entre alunas e empregadores.

Durante o programa Todas em Tech, a {reprograma}, o BID Lab e as empresas parceiras abordam alguns pontos em comum, como:

  • A necessidade de geração de emprego, uma pesquisa do IBGE mostra que o desemprego é 39% superior entre as mulheres;
  • Falta de mão-de-obra especializada em tecnologia no país, estima-se em 260 mil o déficit de programadores no Brasil, de acordo com a Brasscom;
  • Apoio a mulheres vulneráveis, pois público-alvo do projeto são mulheres desempregadas e com renda familiar de até três salários mínimos, além de mulheres trans, cuja expectativa de vida é de 35 anos no Brasil. Apenas 6% das mulheres transgêneros estão no mercado de trabalho formal, segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais 

Safra é eleito o melhor gestor de fundos de investimento de alta renda em 2020

Guia de Fundos FGV é o ranking mais tradicional da indústria de fundos de investimento, com mais de 20 anos de história

O Safra foi reconhecido como o melhor gestor de fundos de investimento na categoria Alta Renda em 2020. A premiação faz parte do Guia de Fundos da FGV – 2020 .

Essa é a premiação mais tradicional na indústria de fundos de investimento. A FGV é a responsável pelo levantamento desde o ano 2000, e tem como objetivo ajudar os investidores a escolherem os melhores produtos e os melhores gestores do mercado.

O levantamento considera uma ampla amostragem de 1.000 fundos de investimento distribuídos entre 180 gestores e em quatro categorias: money market (categoria que compreende os fundos DI e os fundos de curto prazo), renda fixa, multimercados e ações.

Os gestores são avaliados em quatro critérios:

• Desempenho dos fundos em suas categorias nos últimos 6 semestres (peso de 30%);

• Diversidade dos fundos premiados entre diferentes categorias e canais de distribuição (peso de 20%);

• Relação entre o patrimônio líquido de fundos premiados sobre o patrimônio líquido da categoria desses fundos (peso de 30%);

• Relação entre o patrimônio líquido de fundos premiados sobre o patrimônio líquido do próprio gestor (peso de 20%).

Em resumo, são critérios que avaliam a qualidade da gestão no longo prazo, a relevância do gestor no mercado e se o gestor possui parcela relevante e diversificada de fundos premiados em sua grade.

O reconhecimento ao Safra como melhor gestor de fundo de investimento na categoria Alta Renda vem em meio a um período no qual a crise imposta pela Covid-19 exigiu dos gestores de recursos ainda mais controles de riscos, sem perder de vista a rentabilidade.

No ranking elaborado pela FGV, são considerados como alta renda fundos cujo patrimônio líquido médio por cotista sejam superior a R﹩ 250 mil.

O período de coleta das informações é de 1º de outubro de 2019 a 30 de setembro de 2020.

Fundos de investimento premiados

Além de identificar os melhores gestores de investimentos, o guia conduzido pela FGV também elenca quais são os fundos premiados na indústria.

No Guia de Fundos da FGV, foram considerados fundos do Safra que totalizam R﹩ 55,8 bilhões. Deste total, R﹩ 36,5 bilhões em patrimônio líquido estão alocados em fundos premiados. São produtos de diferentes categorias, entre renda fixa, money market, ações e multimercados.

São considerados no levantamento apenas fundos que estiveram abertos para captação nos últimos seis meses do período de coleta das informações, uma vez que o objetivo do levantamento é auxiliar os investidores a escolherem produtos de investimento.

Também existem diversas regras para garantir que os fundos tenham, por exemplo, histórico de rentabilidade e patrimônio líquido relevante, duas informações relevantes para a tomada de decisão de investimento.

A classificação dos fundos depende de sua categoria. Nos fundos de gestão ativa, por exemplo, o critério analisado é o índice de sharpe, que trata da relação entre risco e retorno de um fundo de investimento.

O sistema de avaliação é feito por estrelas, em uma escala de 1 a 5. Cada estrela representa a posição do fundo em relação aos demais produtos do ranking.

Assim, os 10% melhores fundos em cada categoria recebem 5 estrelas. Os seguintes 15% melhores colocados recebem 4 estrelas, e os 25% seguintes recebem 3 estrelas, seguindo nesta mesma proporção de 25% para os fundos de 1 e 2 estrelas. Até 3 estrelas é reconhecido pela FGV como fundo premiado.

Ao todo, o Safra foi reconhecido com 25 fundos premiados.

Podium labs visa impulsionar a indústria esportiva

O Arena Hub inicia 2021 anunciando Podium Labs – seu Primeiro Programa de Aceleração. O maior centro de inovação e empreendedorismo esportivo da América Latina, com atividades desde Maio de 2020, tem conectado mais de 80 startups e membros associados, mais de 30 entidades esportivas e diversos parceiros nacionais e internacionais. O trabalho é para gerar e desenvolver negócios direcionados ao esporte brasileiro. Para aumentar e impactar ainda mais essa indústria, o Programa Podium Labs é um grande passo para ampliar e fomentar negócios com diferentes empreendedores e startups.

“Em 2020 tivemos o Desafio Like a Player, em parceria com o SEBRAE, evento fundamental para mapearmos o atual momento do ecossistema de startups do esporte, bem como seus níveis de maturidade e entregas”, explica Fernando Patara, executivo e co-fundador do Arena Hub. “Percebemos que os empreendedores, embora com muito empenho e criatividade, ainda precisam se adaptar ao mercado esportivo, entender mais a fundo as necessidades para que, assim, desenvolvam soluções que melhor se aplicarão ao mercado esportivo”.

As inscrições estão abertas pelo site https://www.arenahub.com.br/podium-labs e os critérios incluem que sejam startups com atuação direta ou indireta no segmento de esporte, saúde e bem estar com foco em modelos de negócios B2B, B2B2C, transacional, SaaS e híbrido. Demais regras estão detalhadas no site. É importante ressaltar que, dentro da premissa do Arena Hub, todas as soluções devem ser direcionadas ao fomento e impulsionamento da indústria esportiva.

O Programa Podium é um importante passo para que as startups participem de mentorias e eventos diversos. A iniciativa oportuniza que os empreendedores compartilhem conhecimento entre si, além de contarem com a expertise dos parceiros do Arena Hub, que possuem diferentes níveis de maturidade no segmento. Para os investidores é uma grande oportunidade de investir em startups early stage em troca de equity para desenvolvimento do segmento do esporte, um setor em ascensão em todo o mundo.

“Participar de um Programa de Aceleração é mandatório para uma startup ter sucesso em seus negócios e prosperar. O foco do programa está em conectarmos os projetos ao mercado, gerando tração e escalabilidade às startups participantes”, explica Fernando Patara. “Para isso serão propostos períodos intensos para troca de conhecimento com incentivo de recursos humanos e financeiros que irão acelerar o sucesso do negócio e fazer com que a solução seja desejada e aderida pelo mercado”.

Ao longo do programa, as startups recebem incentivo para desenvolvimento e aperfeiçoamento do seu modelo de negócio, além de ampliarem as possibilidades estratégicas de uma POC ou novo produto ao mercado, caso seja necessário. Os segmentos de negócios podem ser voltados para Engajamento de fãs, Performance Humana e Saúde e Bem Estar, Espaços inteligentes, Conhecimento, Inteligência de negócios, E-Sports e Gamificação, Mídia e conteúdo, Impacto social e sustentabilidade.

Conexão para investimentos em negócios inovadores

A Catarina Capital tem importante papel no programa, sendo a empresa de investimentos responsável pela gestão do veículo financeiro, criação e gestão dos comitês e contribuirá ativamente com estratégias no projeto. A empresa atua em rede, com sede em Santa Catarina,reconhecida como a Ilha do Silício, que possui também a maior concentração de segmentos de tecnologia na representação do seu PIB. Por estar imersa em um cenário favorável, a Catarina Capital visa empoderar e incentivar projetos inovadores e empreendedores, além de preencher lacunas e setores produtivos que ainda são desprivilegiados pelo mercado de capitais e possuem grande potencial.

Junto ao Arena Hub, a Catarina Capital irá auxiliar os empreendedores a identificarem seu cliente-alvo, como rentabilizar com ele, a desenvolverem um Minimum Viable Product – MVP (produto mínimo viável) e a avançar na esteira de captação de uma nova rodada de investimento. O veículo tem a possibilidade de realizar aportes de até R﹩400 mil, em troca de um teto de 12% de participação nas empresas, dependendo do estágio de cada startup.

“O Podium Labs só vem confirmar os bons resultados do Arena Hub e as conexões que têm sido promovidas para o setor de esporte. Neste momento o hub dá um novo passo com o programa de aceleração conectando estes players com o mercado de capitais e investimentos”, afirma Thiago Lobão, CEO da Catarina Capital. “Essa também é uma oportunidade de unir o ecossistema de São Paulo ao mercado de Santa Catarina, onde startups de bem estar e lazer estão cada vez mais em destaque”.

Parceiros internacionais

Os parceiros internacionais do Arena Hub participarão do Programa de Aceleração Podium Labs prestando apoio, estruturação e validação das etapas do programa, por meio de mentorias e office hours, tanto individuais quanto coletivas, além de terem conhecimento sobre processos de internacionalização dos projetos.

Fases do Programa de Aceleração Podium Labs

Inscrição das startups pelo site https://www.arenahub.com.br/podium-labs, até 30/03/2021
Seleção de 30 startups para entrevistas online a partir de 02/03/2021

Agendamento das entrevistas online a partir de 02/03/2021

Entrevistas online a partir de 02/03/2021

Divulgação dos resultados 02/04/2021

Podium Labs 06/04/2021

Encerramento do Programa 30/07/2021

Gupy é a primeira HRTech do Brasil no programa global de aceleração da Endeavor

A Gupy, startup especializada em recrutamento, seleção e admissão via inteligência artificial é a primeira HRTech do Brasil selecionada pela Endeavor, no Painel Internacional de Seleção, que reúne empreendedores e mentores de cerca de 20 países do mundo para selecionar empresas para fazerem parte da maior rede de empreendedores de alto crescimento do Brasil.

Os quatro fundadores da startup, Mariana Dias, Bruna Guimarães, Robson Ventura e Guilherme Dias, passaram por processo organizado pela Endeavor – rede global formada pelos empreendedores e empreendedoras à frente das empresas que mais crescem no mundo. Aprovados, os empreendedores e a Gupy passarão a receber apoio da organização por meio da conexão com uma rede de mentores e mentoras, formada pelas principais lideranças empresariais do país e do mundo.

A última fase de seleção, e a mais importante durante o processo, é o ISP (International Selection Panel). Trata-se de uma avaliação profunda sobre três principais fatores: o empreendedor, ou seja, a capacidade que ele possui de levar a empresa a um outro patamar, e de se tornar um exemplo para inspirar a futura geração; o negócio, que diz respeito ao tamanho do problema que ele está resolvendo, à inovação, à escala, e ao potencial de geração de empregos; e o timing, que avalia a maturidade do modelo de negócio e se a empresa está em um ponto de inflexão para o crescimento.

“Passamos por esse processo e ficamos muito felizes com a aprovação desses critérios. Mais felizes ainda pois somos os únicos do setor a fazer parte dessa rede tão importante, agora nossos clientes e parceiros podem contar com mais essa chancela e teremos mais força para continuar crescendo. O ano de 2021 nos espera e estamos com muitas expectativas positivas”, comemora a CEO, Mariana Dias.

Gupy: liderança brasileira em RH

Fundada em 2015, a startup já nasceu com o objetivo de contribuir cada vez mais com o cenário de contratações no Brasil, criando processos mais assertivos, justos e rápidos por meio da Gaia, inteligência artificial da Gupy, que até hoje já analisou mais de 45 milhões de currículos cadastrados na plataforma.

No ano de 2020, a startup mais que dobrou seu tamanho. Só no primeiro semestre, a empresa aumentou sua base de clientes em 150%, e conta com mais de 700 entre grandes, médias e pequenas empresas em sua carteira. Além disso, foram lançados dois grandes produtos: Gupy Admissão, que torna o processo integrado ao de recrutamento e seleção; e Teste de Perfil, promovendo mais diversidade para as instituições e chances iguais aos diferentes perfis de candidatos.

Com a seleção, a HRTech agora faz parte da maior rede de empreendedores de alto crescimento do Brasil. No Brasil, mais de 200 empreendedores, de mais de 120 empresas, recebem o apoio da organização.

Cresce o uso de e-commerce e do débito na América Latina e no Caribe

A Visa apresenta uma análise realizada pela Visa Consulting & Analytics (VCA), equipe de consultoria estratégica da Visa para clientes, onde revela que a penetração das transações online na região América Latina e Caribe*, ou seja, o percentual desse tipo de transação em relação ao total de transações Visa, cresceu cinco pontos percentuais em dezembro de 2020 na comparação com dezembro de 2019 (ano anterior à COVID), indicando um aumento no uso do e-commerce por parte dos portadores de cartão da região durante a pandemia. A análise também sinaliza uma alta na adoção do débito na região, onde a penetração das transações de débito, ou seja, o percentual desse tipo de transação em relação ao total de transações Visa, cresceu quatro pontos percentuais em dezembro de 2020 ante dezembro de 2019.

Com a aproximação do primeiro aniversário da pandemia de Covid-19 e os pagamentos digitais mais presentes no dia a dia da população mundial, entender o comportamento e as necessidades do consumidor da América Latina e do Caribe é fundamental para ajudar na recuperação da economia.

“A análise mostra um aumento no uso do e-commerce e de transações de débito por parte dos consumidores da América Latina e do Caribe, sinalizando uma maior adoção de pagamentos digitais durante a pandemia se comparada ao período anterior à COVID”, comentou Javier Vazquez, head da Visa Consulting & Analytics para a região América Latina e Caribe. “Os pagamentos digitais são uma rampa de acesso para a inclusão financeira e digital, promovendo o desenvolvimento econômico inclusivo. Insights sobre as tendências de pagamento combinados ao know-how da Visa ajudam o ecossistema de pagamentos a entender as preferências do consumidor neste momento crucial, e a priorizar iniciativas e incentivos para estimular a adoção dos pagamentos digitais por pessoas e empresas em todos os mercados.”

A análise também identificou que, em dezembro de 2020, o número de transações de produtos digitais realizadas pelos portadores de cartão da região América Latina e Caribe foi duas vezes maior do que em dezembro de 2019. Essas transações incluem compras relacionadas a jogos, aplicativos, filmes, streaming de TV e e-books. Os países da região que registraram os maiores aumentos anuais no número de transações de produtos digitais foram México, Bolívia e Honduras.

A Visa habilita pagamentos digitais em cerca de 70 milhões de estabelecimentos comerciais em todo o mundo e está comprometida a continuar trabalhando e inovando em suas soluções de pagamento para oferecer experiências de pagamento cada vez mais convenientes, modernas e seguras aos portadores de cartão, seja em canais virtuais ou em pagamentos por aproximação ou praticamente sem fricção no ponto de venda. A equipe Visa Consulting & Analytics (VCA) é composta por consultores e especialistas em pagamento que trabalham com governos, credenciadores, emissores, estabelecimentos comerciais e outros clientes a fim de identificar oportunidades para melhorar a performance deles e desenvolver soluções mais inovadoras para promover o acesso e o uso de serviços financeiros.

Accenture confirma intenção de adquirir a Pollux, empresa brasileira provedora de soluções de automação e robótica industrial

A Accenture (NYSE: ACN) anuncia a intenção de adquirir a Pollux, empresa provedora de soluções de automação robótica industrial com sede em Joinville (SC). Quando completa, a aquisição fortalecerá a divisão Industry X da Accenture, dedicada a tornar atividades fabris e cadeias de fornecimento mais produtivas, seguras e sustentáveis, especialmente para fábricas dos segmentos de bens de consumo, farmacêutico e automotivo.

A Pollux é especializada no fornecimento de soluções para otimizar processos de fabricação e logística. A empresa projeta, cria e implementa linhas de montagem totalmente funcionais, incluindo robôs e outros equipamentos, além do software responsável por controlar esse processo. A empresa também oferece soluções de processamento de imagens com Inteligência Artificial, soluções de IIOT (Internet das Coisas para Manufatura), robôs como serviço (RaaS), robôs móveis autônomos (AMR) para o chão de fábrica e armazéns.

Desde sua fundação em 1996, a Pollux já implementou mais de mil projetos para empresas de manufatura localizadas principalmente no Brasil. Líderes globais dos setores farmacêuticos e de alimentos que produzem no País usam tecnologia implementada pela Pollux. Além disso, produtores de veículos no Brasil também têm embarcadas soluções de fabricação da Pollux.

Trata-se da primeira aquisição de um provedor de soluções de robótica industrial pela Accenture. A empresa tem operações no Brasil, Canadá, Equador, México e EUA. Quase 300 profissionais se juntarão à divisão Industry X, o que reforçará suas capacidades em produção digital, operações e cadeia de suprimentos.

De acordo com Nigel Stacey, líder global da Accenture Industry X, a automatização e a colaboração de homem + máquina estão transformando os processos de fabricação e de supply chain para as empresas atenderem melhor as demandas em constante mudança dos clientes, com foco em operações mais seguras, produtivas, resilientes e sustentáveis. “Ver esses benefícios na prática e de forma tangível exige uma verdadeira integração da tecnologia da informação e da tecnologia de operações, que é o que a Pollux nos permitirá oferecer aos nossos clientes de manufatura”, explica Stacey.

Segundo Renato Improta, líder da Accenture Industry X na América Latina, a expertise e a experiência da Pollux em robótica e em soluções de automação se somarão na Accenture às habilidades de consultoria de indústria e TI industrial e às capacidades de inteligência aplicada. “Essa combinação permitirá o fornecimento de soluções para orquestração de cadeia de suprimentos e de operações em tempo real com funções de manufatura flexíveis para nossos clientes”, diz Improta.

José Rizzo Hahn Filho, CEO e fundador da Pollux, considera que a aquisição pela Accenture marca uma nova etapa, levando a transformação completa de processos de manufatura e logística para novos clientes, além dos que já são atendidos. “Combinando inovações em TI com automação industrial, vamos criar modelos de negócio poderosos, nos quais a decisão de compra de um consumidor em sua casa determina o próximo movimento de um robô a milhares de quilômetros, por exemplo”, complementa Rizzo.

A intenção de aquisição da Pollux é o movimento mais recente que a Accenture realiza para fortalecer suas capacidades digitais de manufatura, operações e de supply chain. Outras aquisições em Industry X incluem empresas como a consultoria em operações industriais Myrtle (EUA), a consultoria em tecnologia SALT Solutions (Alemanha), a PLM Systems (Itália), a Callisto Integration (Canadá), a Silveo (França), e a Enterprise System Partners (Irlanda).

No Brasil, a Accenture recentemente adquiriu a empresa de segurança da informação Real Protect e a especialista em operações em nuvem Organize Cloud Labs .

A conclusão do processo de aquisição está sujeita às regras do mercado. As condições financeiras da transação não são divulgadas.

Falta de produtos em supermercados retoma o maior nível de 2020

A ruptura, índice que mede a falta de produtos nas prateleiras dos supermercados, fechou janeiro em alta. Conforme aponta estudo exclusivo desenvolvido pela Neogrid (www.neogrid.com.br), empresa especializada na sincronização da cadeia de suprimento, a ruptura alcançou 12,49% em janeiro contra os 12,10% em dezembro de 2020. 

Quando se analisa o histórico da ruptura ao longo do último ano, pode-se notar que o índice vem em uma crescente desde setembro de 2020. A maior porcentagem foi registrada em maio do ano passado, auge da pandemia, quando a ruptura atingiu os 12,57%. 

De acordo com Robson Munhoz, CCO da Neogrid,  a ruptura tão alta no varejo se dá pela falta de matéria-prima. “Está faltando papel, papelão, madeira, vidro e alumínio, entre outros materiais. E isso vem causando transtorno na indústria que impacta toda a cadeia de abastecimento. A indústria não consegue embalar e nem produzir produtos e, com isso, atrasa produção e entrega”, explica. 

Outro fator apontado pelo executivo é o poder de compra do brasileiros que caiu. “Sem auxílio emergencial do governo temos a redução de consumo ou, no mínimo, a redução do consumo de produtos com valor mais alto. “Um exemplo prático, eu comprava uma margarina de marca mais famosa, mas passo a comprar uma marca mais barata que atende o objetivo final da mesma forma”, exemplifica Munhoz. 

O terceiro fator que explica o aumento da ruptura, segundo o executivo, é a alta de preço dos produtos que acarretam uma negociação mais demorada entre o varejo e a indústria. “Desta forma, o varejo demora para fazer pedido e o pedido demora mais porque falta matéria-prima. Estamos vivendo um problema generalizado na cadeia de abastecimento. As consequências são o aumento da ruptura na ponta e a consequente inflação pelo aumento constante de preços”, encerra Munhoz. 

Via Varejo abre 200 novas vagas de emprego para pessoas com deficiência em todo o Brasil

Em linha com as políticas inclusivas de trabalho, e com o objetivo de promover a diversidade profissional e a igualdade de oportunidades, a Via Varejo, dona das marcas Casas Bahia, Pontofrio e Extra.com, anuncia a abertura de 200 novas vagas para pessoas com deficiência (PcD) em todo o Brasil.

As vagas são para início imediato e os selecionados irão atuar em variadas posições em lojas do estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.

O regime é CLT e garante diversos benefícios. Neste ciclo de contratações, os candidatos precisam ter mais de 18 anos, ensino médio completo (de preferência), disponibilidade para trabalhar em escala 6×1, experiência em atendimento com cliente e o laudo médico com CID atualizado.

Os interessados podem se cadastrar por meio do site: https://viavarejo.gupy.io/, para banco de currículos. Os selecionados poderão, ainda, participar dos grupos de afinidade da companhia com o objetivo de trazer mais inclusão para o dia a dia da empresa.

IdeiaGov lança o Programa de Aceleração visando fomentar a inovação social

O IdeiaGov, hub de inovação do Governo do Estado de São Paulo, anuncia a 1ª edição do Programa de Aceleração, que tem como objetivo fomentar a inovação social, por meio do apoio direto a Negócios de Impacto que ajudem a cocriar uma nova realidade a partir da colaboração e do trabalho em rede, entendendo do potencial das parcerias com atores dos múltiplos setores, com especial ênfase no setor público.

Para conseguir alcançar os objetivos propostos, o IdeiaGov está em busca de organizações de todo o Brasil que tenham soluções inovadoras e escaláveis que se proponham, diretamente, a resolver um problema social ou ambiental urgente e latente devido aos efeitos da pandemia da COVID-19 e que beneficiem as populações pertencentes à base da pirâmide social. Além disso, a solução deve estar alinhada diretamente a um ou mais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que foram definidos pela ONU para a Agenda 2030.

O edital irá selecionar 15 Negócios de Impacto de qualquer lugar do Brasil, e os participantes vinculados às organizações ganhadoras poderão participar do Programa de Aceleração do IdeiaGov ao longo de 3 meses, de maio a julho de 2021. “Todas as atividades serão online, repassadas por meio de webinars, mentorias coletivas, oficinas práticas e mentorias individuais com a Rede de Mentores da Comunidade Impact Hub e com servidores públicos. Ao todo, serão, pelo menos, 36 horas de atividades, além da banca final, para os quais os participantes devem dispor de 3 a 7 horas por semana de dedicação ao Programa, para acelerar o seu potencial de colaboração e entender os mecanismos disponíveis para ampliar ainda mais o seu impacto”, explica Priscila Sant’Anna, coordenadora do Programa.

Quem pode participar

Para participar do Programa de Aceleração IdeiaGov, os Negócios de Impacto que quiserem se inscrever deverão estar formalizados e serem organizações com fins lucrativos. É necessário que as organizações inscrevam pelo menos dois empreendedores, sendo um deles sócio da empresa com dedicação em tempo integral à iniciativa.

“Para ser um negócio de impacto, as organizações precisam ter como missão a solução de um problema social e gerar receita ou ter potencial de fazer por meio de uma iniciativa com modelo de negócio que vise a sustentabilidade financeira”, esclarece Priscila.

Inscrição

A inscrição e a participação no programa são gratuitas a todos os participantes. Ela deverá ser feita através do site do ​ IdeiaGov ​, onde o participante responsável deve preencher um formulário no período de 1 de março até a data limite de 29 de março de 2021, às 18h00, horário de Brasília.

Entre os critérios a serem analisados, está o potencial de impacto social, seu diferencial e inovação, o potencial de escalabilidade e replicabilidade da solução apresentada, modelo de negócios da empresa e questões referentes ao time, sua diversidade e conhecimentos.

Para ler o edital completo e saber mais informações, acesse: https://www.ideiagov.sp.gov.br/programadeaceleracao.

Oportunidades de trabalho em TI se destacam para 2021

Não é novidade que a transformação digital tem remodelado diversos setores profissionais. Por isso, posições da área de TI cresceram e passaram a ser demandadas para setores como varejo, indústria, automotivo e, até mesmo, para empresas do agronegócio.

Segundo a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), mais 70 mil profissionais das áreas de TI e de comunicação devem ser contratados até 2024. Para aqueles que almejam aproveitar as oportunidades profissionais abertas no setor, é importante saber quais os cargos com alta demanda de contratação. Segundo Thassiane Soares, sócia consultora da FESA Group e especialista em gestão de talentos, há vagas para programadores, desenvolvedores, cientistas de dados, UX/UI, desenvolvedores de chatbots e analistas de SAP.

“Estamos buscando profissionais para essas posições, mas para analista de SAP a demanda tem se destacado por conta da nova versão disponível, o SAP HANA”, comenta Thassiane. De acordo com ela, a procura por profissionais com conhecimento nesse sistema resulta das empresas que migraram para esse novo modelo e, por isso, buscam profissionais qualificados nesse gerenciamento. “Os requisitos são para atuar com implementação, arquitetura SAP, identificação de gargalos e projetos de melhoria ligados ao modelo SAP HANA”, comenta.

Área promissora para transição de carreira

Devido as novas oportunidades na área, muitos profissionais estão migrando para atuarem em TI. Alguns cargos são relativamente novos e muitas funções não exigem um curso de graduação específico, mas que o profissional compreenda o desenvolvimento e tenha entendimento técnico para desempenhar as atividades.

“É um setor que está em crescimento e há uma defasagem entre a quantidade de vagas disponíveis e o número de profissionais qualificados. Por isso, quem tem interesse em entrar nessa área precisa se planejar, entender a dinâmica do mercado e quais as habilidades e conhecimentos necessários para a função que almeja. Há muitas chances de especializações nas mais diversas áreas de TI, seja para atuar com as atividades mais técnicas ou de gestão”, conclui Thassiane.

Startups do 1º BNDES Garagem captaram milhões e multiplicaram faturamento

A primeira edição do Programa BNDES Garagem, iniciativa de apoio a startups brasileiras lançada em 2018 pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi considerada um sucesso pelas empresas participantes e muitos viram seus negócios prosperarem, ampliando a visibilidade e o potencial de captação de recursos. Oferecendo serviços de aconselhamento técnico, mercadológico e jurídico, além de capacitação, o BNDES apoiou startups e empreendedores em áreas como educação, saúde, segurança, soluções financeiras, economia criativa, meio ambiente, blockchain e internet das coisas aplicada a cidades, meio rural e indústria.   

Um desses casos foi a Bitshopp, fintech que torna serviços e processos financeiros mais simples e eficientes para empresas de diversos setores, por meio de tecnologias como blockchain, criptomoedas e tokens que possibilitam negociações de diversos tipos de ativos, como commodities, imóveis e direitos autorais. “O programa de aceleração do BNDES Garagem nos deu visibilidade e nos possibilitou conhecer nossos investidores”, comenta Marcos Dias, fundador da Bitshopp. No início deste ano a empresa recebeu aporte da Futurum Capital, investidora focada na criação e desenvolvimento de negócios que usam a tecnologia em serviços disruptivos e estratégicos. “O investimento será direcionado para inovação e desenvolvimento tecnológico de novos produtos focados na missão da empresa de simplificar processos e democratizar o acesso a esses tipos de serviços”, ressalta Jorge Romaguera, CEO da Bitshopp. 

Uma das participantes do módulo de criação (voltado a participantes que buscam apoio para criação ou para ajustes no produto com objetivo de validá-lo junto ao mercado), a Previsiown captou em março de 2020 R$ 650 mil da Gávea Angels. Alinhada ao conceito de indústria 4.0 e do “carro conectado”, a startup criou uma plataforma de inteligência que coleta e analisa dados e percepções do condutor, facilitando o desenvolvimento de produtos, veículos ou serviços de mobilidade.  “O BNDES Garagem nos fez ter acesso à mentoria de executivos do próprio Banco, que nos auxiliaram de maneira objetiva, incentivando na criação de uma empresa com pretensões claras e estruturadas desde o início”, declarou Adolfo Oviedo, cofundador da Previsiown. 

Do setor de educação, a U4Hero!, startup do Distrito Federal, desenvolveu uma solução para escolas que integra jogos analíticos a uma plataforma web que permite aos educadores acompanharem de forma online avaliações personalizadas sobre o desenvolvimento socioemocional dos seus alunos. A startup captou em 2019, ainda durante o programa, R$ 500 mil, junto a investidores. O CEO da empresa, Alysson Sanches, afirmou que o BNDES Garagem foi essencial para iniciar o projeto. “As conversas com os colegas empreendedores, os workshops e o acompanhamento com um gestor, ampliaram nossa visão. O Garagem nos deu visibilidade e foi determinante para captar o investimento de que precisávamos”, completa.  

Troca, negócio de impacto social do Rio de Janeiro que criou um sistema de empregabilidade para aumentar a diversidade nas vagas e reduzir a rotatividade nas empresas, também participou do módulo criação do Garagem. Organizando processos seletivos que incluem pessoas em situação de vulnerabilidade, o negócio gera oportunidades de transformação para empresas e pessoas por meio da promoção de um mercado de trabalho inclusivo. Focada em desenvolvimento de produto e expansão comercial conseguiu captar R$ 110 mil pouco antes de a pandemia começar, investimento crucial para a sobrevivência e também para operação dos produtos da empresa no mercado, segundo seu fundador, Tarso Oliveira.  A Troca foi eleita a Melhor Startup de Impacto Social de 2020 pela Innovation by Brazil Awards (INNXBR), além de ter recebido um prêmio de negócio destaque da área de Inovação e Inclusão (AHK-Rio) no Programa de aceleração da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.

iWastes, startup de Campinas que recebeu o apoio do BNDES Garagem para ser criada, fornece soluções a empresas de todos os segmentos para uma gestão eficiente e sustentável de seus resíduos. Focando no impacto positivo no planeta, seus serviços reinserem resíduos produzidos na cadeia produtiva, gerando receita para toda a cadeia.  Em abril do ano passado ela conseguiu captar junto a um investidor-anjo R$ 250 mil. “O programa, além de ter sido um grande aprendizado do mundo das startups, nos deu notoriedade, ajudou a abrir portas e solidificar nossa entrega de valor”, comentou Frederico Vieira, CEO da empresa.  

Da área de saúde, a Encaixe.me foi criada durante o BNDES Garagem para automatizar as atividades de marcações de consultas, otimizando a receita por meio do agendamento online e diminuindo as ausências às consultas através das rotinas de engajamento via WhatsApp. A startup de Goiás, recebeu em dezembro de 2020 investimento de R$ 200 mil da Fumsoft – Associação Mineira de Software no âmbito do IA² MCTI, programa de apoio à inteligência artificial do MCTI.  Digi Lemes, CEO da Encaixe.me, considera que “o BNDES Garagem foi fundamental para concentrar nossos esforços no branding e na criação das jornadas dos usuários, assim como no design do sistema, na validação dos requisitos sistêmicos, e no desenvolvimento do protótipo para implementação no nosso primeiro cliente real”. A empresa chegou ainda a ser premiada com R$ 60 mil com recursos da FINEP no Centelha GO – FAPEG, programa de fomento ao empreendedorismo.

 A Gero360, participante do módulo de aceleração (direcionado a startups que já possuem um produto desenvolvido e ofertado no mercado), desenvolve soluções que ajudam a sociedade a lidar com os desafios do envelhecimento populacional, atendendo cuidadores familiares e prestadores de serviço que assistem idosos. Sua plataforma e aplicativo permitem planejar, executar e monitorar itens críticos da rotina e da saúde, dinamizando a troca de informações e agilizando a tomada de decisão em situações emergenciais. Seu CEO, Leônidas Porto, destaca a importância do programa na aproximação a investidores: “A capacidade do BNDES de conexão com investidores propiciou, durante a realização do programa, a interação com fundos de investimento. O programa nos capacitou para realizar estas reuniões e iniciar a jornada de captação de investimentos”.

Em janeiro de 2020 a Gero360 conseguiu captar R$ 750 mil junto a investidores da Rede Anjos do Brasil, entidade de fomento ao investimento-anjo e empreendedorismo de inovação, e dois investidores independentes. Ainda no setor de saúde, a Caren.app desenvolveu um sistema de apoio à tomada de decisão médica que atende empresas da área de saúde e seguro de vida. Baseado em protocolos automatizados que utilizam inteligência artificial, o sistema é capaz de tomar decisões de forma autônoma, ajudando médicos e subscritores nos atendimentos trabalho do dia a dia.  A startup, que participou de duas rodadas de captação, declarou que teve seu “valuation” (valor percebido pelos investidores que participaram da rodada) aumentado de R$ 3,5 milhões em 2019 para R$ 13,5 milhões em 2020. “O processo de aceleração do BNDES Garagem foi muito importante na nossa história, pois veio em um momento em que estávamos validando a nossa solução. Além disso, o BNDES é, sem dúvida, um ponto de atração para investidores e clientes “, comentou Thiago Bonfim, CEO da Caren.app.  

Com o intuito de tornar o processo de compras laboratoriais mais eficiente, a iBench, empresa do Rio de Janeiro criada por cientistas, desenvolveu o primeiro marketplace dedicado a produtos e serviços laboratoriais no Brasil, reunindo em um só lugar dezenas de fornecedores e mais de 120 mil produtos. A companhia tem parceria com empresas produtoras de tecnologia nacional, contribuindo para a redução da dependência de insumos importados e estimulando a geração de emprego no país. Para Andreia Oliveira, CEO e cofundadora da startup, “participar do programa foi excelente”. “O que a equipe iBench mais leva deste processo é um grande aprendizado pessoal a partir do compartilhamento e discussão de ideias. Ainda durante o BNDES Garagem captamos R$ 60 mil junto a um investidor que vem assessorando a empresa sobre novas estratégias em tecnologia e ganho de escala.” “O Garagem nos proporcionou conexões riquíssimas com mentores, mercado e investidores.

Através da metodologia aplicada, tivemos um rápido amadurecimento da startup, o que acelerou o nosso crescimento”, lembra Moa Vianna, CEO da EAD Fácil (antiga Waybol), companhia gaúcha que desenvolveu uma plataforma de sistema de gestão de aprendizagem que permite a empresas distribuir e gerenciar conteúdos online. Recentemente, a empresa recebeu aporte da Anjos do Brasil e já conseguiu captar clientes que estão levando sua solução para outros países. A Loginfo, startup catarinense de tecnologia em gestão aduaneira e de armazéns que participou do módulo aceleração do Garagem, conseguiu captar junto à ACE, empresa que investe em startups.

A Loginfo atua em áreas de carga nos modais rodoviários, marítimo, ferroviário e aéreo, automatizando processos logísticos e integrando comunicação e gestão de documentos aos demais processos operacionais.  Segundo Elton Willrich, um dos cofundadores, o BNDES ajudou a realizar conexões com grandes corporações que seriam muito mais difíceis sem o Garagem. “O programa trouxe credibilidade à Loginfo no mercado de startups e no setor de logística”.  

Remedin, aplicando Business Intelligence na criação soluções em gestão para farmácias, disponibiliza informações sobre o comportamento de consumo de medicamentos além de tornar possível, por meio de seu aplicativo, localizar a farmácia mais próxima com estoque. A startup carioca chegou a receber investimento-anjo em 2019 e foi selecionada em 2020 para participar do InovAtiva Brasil, hub de aceleração, conexão e capacitação de startups brasileiras. 

Outras startups participantes da primeira edição do Garagem viram seus negócios crescerem consideravelmente mesmo sem captações, como a Inflr, do ramo do marketing digital, que triplicou seu faturamento em 2020, para R$ 33,1 milhões. A Ubots, empresa de inteligência artificial que desenvolve soluções para relacionamento digital entre clientes e empresas ficou em segundo lugar no Top 10 de Customer Service e 36º lugar no ranking da 100 Open Startups. A Touts, startup carioca de personalização de roupas, foi adquirida em 2020 pelo Grupo Reserva.  A Sintecsys, empresa que presta serviço de detecção automática de incêndios florestais, optou por não receber investimentos em troca de participação acionária e passou recentemente em dois comitês internacionais de grande porte para ter acesso a recursos de impacto. 

Segunda edição – O BNDES Garagem já está em sua segunda edição, agora com foco na criação e aceleração de negócios inovadores que gerem impacto socioambiental e promovam o desenvolvimento sustentável. Esta edição contemplará a realização de três ciclos de aceleração, sendo que o primeiro apoiará empreendedores que estão desenvolvendo soluções para saúde, educação, sustentabilidade, inovação na gestão pública (govtech) e cidades sustentáveis.  “Esta ação está totalmente alinhada com a estratégia e com o Propósito do BNDES de contribuir para a solução de problemas socioambientais do nosso país e de fomentar novos formatos de empreendedorismo e de funding, orientados para um desenvolvimento cada vez mais sustentável”, segundo Bruno Laskowsky, Diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto. 

Saiba mais sobre a segunda edição do BNDES Garagem emhttps://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/imprensa/noticias/conteudo/bndes-garagem-tera-segunda-edicao-com-foco-em-empreendedorismo-de-impacto-socioambiental

Silvio Dantas, ex-IBM, é nomeado diretor do hub de inovação da Capgemini Brasil

A Capgemini nomeou Silvio Dantas como seu novo diretor do Applied Innovation Exchange (AIE) no Brasil, um ecossistema de inovação aplicada que concebe novos modelos e soluções disruptivas de negócios com foco na resposta aos desafios e oportunidades dos clientes. Com larga experiência em posições de liderança estratégica centradas na inovação, Dantas reforça o foco da Capgemini em seus serviços de e seu ecossistema de inovação após a recente criação da AIE local, com sede em São Paulo.

“A chegada de Silvio reforça nosso foco em inovação aplicada no país, com base no ecossistema e na profunda expertise da equipe do AIE no Brasil. Sob sua liderança, o AIE será uma referência para as indústrias locais por antecipar tendências e ao oferecer as soluções mais avançadas e inovadoras, customizadas para os desafios de negócios de nossos clientes“, afirma Maurizio Mondani, CEO da Capgemini no Brasil.

Criaremos a melhor jornada do cliente ao identificar, priorizar e executar os desafios e oportunidades que os clientes nos trazem, alinhados com o objetivo de endereçá-los por meio da inovação aplicada. A sinergia dos 21 AIEs ao redor do Mundo e sua expertise, além das estruturas de inovação integradas aos clientes, permitem uma cobertura abrangente de diferentes segmentos da indústria e com base em soluções tecnológicas agnósticas. Minha equipe no Brasil será responsável pela conexão entre este ecossistema global e nossos clientes, visando acelerar o processo de transformação digital com a melhor experiência, design e tecnologia, bem como uma estratégia bem definida de geração de valor para o negócio“, afirmou Silvio Dantas, Diretor do AIE no Brasil.

A partir da grande pluralidade de recursos que compõem o ecossistema global dos AIEs, integrados com as competências da Capgemini em tecnologias transformacionais, como Cloud, Data e Analytics, inteligência artificial e Customer and Employee Experience, a Capgemini é um parceiro estratégico para acelerar programas de inovação aplicada no mercado, independentemente do mercado ou tecnologia.

Em acordo de R$200 milhões, healthtech 3778 cria um dos maiores grupos de saúde do País

Com mais de dois anos levando soluções inovadoras ao mercado de saúde, a healthtech3778 se uniu a investidores e criou o Grupo 3778, um dos maiores players de saúde corporativa do Brasil, ao assumir as atividades da TEG Saúde e as operações do Grupo Implus – Imtep e Implus Care. O negócio, de cerca de R﹩ 200 milhões, é um modelo inédito para o mercado, com a healthtech à frente da operação.

Esse movimento foi possível devido à parceria entre a 3778 e investidores estratégicos, com a finalidade de levar soluções inovadoras para o setor de saúde. O board de investidores é capitaneado por Randal Zanetti – fundador da Odontoprev – e tem a participação da LTS Investments e da UV Gestora de Investimentos.

A criação do Grupo acelera exponencialmente seu posicionamento no segmento de gestão de saúde corporativa. Soluções para a melhoria da atenção à saúde com redução de custos ficam disponíveis para um mercado potencial de 31 milhões de vidas, das quais 1,13 milhão já fazem parte do portfólio da nova companhia.

O Grupo 3778 passa a contar com as operações do Imtep, maior gestor de ambulatórios corporativos do Brasil e referência em saúde ocupacional; da TEG Saúde, líder em programas corporativos de Atenção Primária à Saúde (APS), gestão de afastados, de absenteísmo e análise de sinistro; e da Implus Care, responsável por programas de qualidade de vida e prevenção.

Conta também com a 3778 que, desde 2018, desenvolve projetos como o Command Center do Hospital Sírio-Libanês, o modelo preditivo para o enfrentamento à COVID-19 para hospitais canadenses e para o programa Todos pela Saúde. Foi escolhida pela Jonhson & Jonhson entre 134 startups da América Latina para desenvolver modelos de remuneração value-based para cadeia de saúde, além de já ter criado ferramentas digitais de atendimento ao paciente e gestão corporativa da saúde.

Juntas, as empresas do Grupo já realizaram mais de 180 mil atendimentos por telemedicina e com o apoio de ferramentas de inteligência artificial. Têm cerca de 1700 clientes ativos, estão em 700 cidades e fazem a gestão de 200 ambulatórios corporativos.

O médico e CEO do Grupo, Guilherme Salgado destaca que o novo negócio vai levar soluções inéditas de gestão de saúde para clientes corporativos, que são a principal fonte pagadora da saúde no Brasil. “A melhor jornada em saúde se faz com dados e dedos no pulso. Nós vamos simplificar o acesso à saúde de qualidade, levando a muitos o que é privilégio de poucos. Integrando e coordenando de fato o cuidado, com o digital e o presencial”, explica.

“As empresas que gerem a saúde do colaborador terão uma visão integrada e independente de resultados financeiros e clínicos. Além disso, os pacientes terão uma melhor experiência durante o atendimento e um menor custo em diferentes linhas de cuidado”, complementa Salgado.

Soluções e resultados

Com resultados concretos, só em 2020, a 3778 teve crescimento de 70% em volume de dados e usuários únicos em seus sistemas. Também triplicou o volume financeiro que passa por suas bases, superando o valor de R﹩ 3 bilhões .

No segmento hospitalar e de seguradoras, a healthtech desenvolve linhas de cuidados e modelos de remuneração baseados em A.I. Suas ferramentas realizam análises da jornada do paciente dentro e fora do hospital e ajudam as equipes médicas a tomar decisões de tratamentos e as equipes de gestão a cobrar pelo serviço de forma mais justa, com novos modelos de remuneração – value-based .

São soluções de grande fit com o mercado corporativo, que têm gerado economia e maior eficiência operacional para os clientes, maior segurança para os pacientes e a possibilidade dos médicos intervirem precocemente na jornada de saúde, melhorando os desfechos e resultados clínicos.

Soluções e resultados que fizeram a 3778 receber o Prêmio Referências da Saúde, do Healthcare Innovation Show – HIS, e o prêmio do Congresso Nacional de Hospitais Privados – Conahp, em parceria com o Hospital Mater Dei.

Transformando um segmento

A abordagem baseada em dados e Inteligência Artificial da healthtech tem escalabilidade e promoverá a aceleração tecnológica necessária, com a aquisição, integração e disponibilização de dados de forma segura e respeitando todos os protocolos de privacidade previstos em Lei.

A digitalização permitirá um atendimento mais ágil, flexível e assertivo. Os médicos e os gestores de RH e de saúde das empresas terão uma plataforma Ominicare de coordenação e recomendação de serviços, com suporte de decisão e precificação para diferentes linhas de cuidado.

Vigência da LGPD cria demanda por cursos de tecnologia e proteção de dados

Em vigor desde setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que regulamenta as políticas do uso de informações de pessoas físicas, impacta diretamente pequenos e grandes negócios, e o seu descumprimento gera multa que varia de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões por infração. Além de informações básicas como data de nascimento e número do CPF, os dados comportamentais capturados pelas empresas através dos cookies de terceiros, como os sites que uma pessoa visita, também estão no radar da lei, que permite que os cidadãos tenham controle de como as empresas obtêm, armazenam, gerenciam e processam seus dados, garantindo sua privacidade e segurança.

Com o aumento das buscas pela regulamentação, cresceram as demandas por conteúdos sobre dados ligados à tecnologia. Para quem quer estar por dentro das normas e garantir o cumprimento da lei nas operações de sua empresa, Matheus Passos, da L’Oréal, Celso Slompo, CEO da Defesa da Reputação, e Simone Leme Bevandick, advogada e sócia da Leme Bevandick Advocacia e Consultoria Jurídica, são alguns dos renomados profissionais que ensinam desde noções básicas a estratégias de adequação de sites.

Confira abaixo algumas opções disponíveis no Sympla Play:

Curso: LGPD – Visão geral e fundamentos

Sinopse: Esse é um curso introdutório, que proporciona uma visão geral sobre os fundamentos da LGPD, e o cenário atual, suas bases e como funciona a garantia de direitos dos cidadãos em relação às suas informações pessoais.

Inscrições: https://www.sympla.com.br/lgpd—visao-geral-e-fundamentos__1095070

Curso: Formação em LGPD

Sinopse: Ministrado pelo CEO e fundador da empresa Defesa da Reputação, o curso aborda a questão cultural relacionada à tecnologia e auxilia profissionais a adequarem suas estratégias para que entendam e executem um projeto do começo ao fim.

Inscrições: https://www.sympla.com.br/formacao-em-lgpd__1114254

Curso: Implantação da LGPD pelo Pequeno Empreendedor

Sinopse: Destinado a pequenos empreendedores, o objetivo do curso é ensinar os aspectos importantes da Lei Geral de Proteção de Dados e como fazer a implantação das normas nas empresas abordando desde o Diagnóstico até o Relatório de Risco.

Inscrições: https://www.sympla.com.br/implantacao-da-lgpd–pelo-pequeno-empreendedor__1062550

Curso: Maratona de Proteção de Dados – Etapa M1

Sinopse: Esse curso foi desenvolvido para a formação teórica de profissionais de proteção de dados com base no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) e, conforme o caso, com adaptações à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Inscrições: https://www.sympla.com.br/maratona-de-protecao-de-dados—etapa-m1__1100131

Curso: Oficina de Privacidade: Como Deixar um Site de Acordo com a LGPD

Sinopse: O curso, ministrado pelo professor Matheus Passos, que atua desde 2017 com proteção de dados na Europa e no Brasil, e tem experiência profissional em uma das maiores multinacionais do mundo, a L’Oréal, ensina a adequação de sites e a utilização de Cookies, Avisos de Privacidade e Formulários de acordo com a LGPD.

Inscrições: https://www.sympla.com.br/oficina-de-privacidade-como-deixar-um-site-de-acordo-com-a-lgpd__1099819

Home Office: OLX Brasil oferece mais de 80 vagas em diversas áreas

A OLX Brasil, uma das maiores plataformas de compra e venda online em imóveis, autos serviços e bens de consumo, anuncia a abertura de vagas para 84 oportunidades de trabalho de forma remota. São 23 vagas disponíveis no núcleo corporativo, distribuídas em todas as áreas da empresa: marketing, comercial, operações, compras, financeiro e estratégia. Além disso, são mais 52 oportunidades em tecnologia e 9 em produto, para cargos como Pessoa Desenvolvedora de Software Front-end, Gerente de Tecnologia, Product Manager, entre outros.

Desde o início do isolamento social, o processo seletivo vem sendo realizado remotamente, com entrevistas e testes online. A empresa procura profissionais dinâmicos, criativos e que partilham da mesma ideia de cultura da empresa, que busca incentivar a mudança na forma de consumo da sociedade e promove a economia compartilhada. Os profissionais que tiverem esses perfis e forem aprovados receberão da OLX Brasil todo o suporte técnico e equipamentos para trabalharem em suas respectivas casas.

“Neste cenário atual de distanciamento, aprimoramos nossa comunicação para apoiar nossos colaboradores e redefinimos os modelos de trabalho. Os novos profissionais entram já em esquema remoto e recebem em suas casas os materiais de trabalho. Também oferecemos horários flexíveis, apoio psicológico, aula de yoga, meditação, ginástica laboral, e todo o suporte necessário para cuidar da saúde física e psicológica de todas as pessoas que trabalham aqui”, diz Sérgio Povoa, CHRO da OLX Brasil.

Saiba mais sobre as oportunidades neste link.

Indústria paulista segue em expansão: vendas reais avançaram 2,6% em janeiro, aponta Levantamento de Conjuntura da Fiesp

Sensor marcou 51 pontos em fevereiro, indicando crescimento da atividade industrial no mês

As Vendas Reais da indústria de transformação paulista cresceram 2,6% entre dezembro e janeiro de 2021, livre de efeitos sazonais, conforme aponta o Levantamento de Conjuntura da Fiesp/Ciesp. O relatório também indica que, pelo nono mês consecutivo, houve aumento das Horas Trabalhadas na Produção, registrando alta de 2,7% com relação ao último mês de 2020, e do Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) com crescimento de 0,8 p.p., fechando em 79,2% em janeiro e está abaixo 0,2 p.p apenas da média da série histórica (79,4%).

A vacinação da população é fundamental para evitar uma alta expressiva da curva de óbitos e o fechamento ainda maior da economia no país, que atualmente demonstra recuperação. O progresso em direção à normalização total da economia graças à vacinação deve gerar aceleração do crescimento no 2º trimestre.

Sensor

De acordo com a pesquisa Sensor, a indústria de transformação paulista continuou exibindo expansão em fevereiro, ainda que com alguma perda de ritmo quando comparado aos últimos meses. O indicador Sensor de fevereiro fechou em 51 pontos, na série com ajuste sazonal, resultado superior ao de janeiro (50,5 pontos). Números acima dos 50 pontos indicam melhora da atividade industrial paulista no mês.

O indicador de condições de Mercado melhorou em relação ao mês anterior, passando de 47,4 para 49,9 pontos em fevereiro. Como o indicador está muito próximo dos 50 pontos, aponta estabilidade das condições de mercado no período. Já as Vendas indicam continuidade do crescimento ao registrar 52,1 pontos ante os de janeiro (52,2 pontos). Ao permanecer acima de 50 pontos, indica expectativa de aumento das vendas no mês em relação ao anterior.

Este mês, o indicador de nível de Estoque passou de 53,2 pontos em janeiro para 50,8, ficando mais próximo do nível desejado. Leituras superiores a 50 pontos sinalizam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores a 50 pontos indicam sobrestoque.

Itaú Unibanco realiza evento online para contratação de mulheres na área de tecnologia

No mês da mulher, o Itaú Unibanco preparou um evento especial para as profissionais do mercado tech que tenham interesse em trabalhar no banco. O “Somos Tod(a)s Tech” acontecerá entre os dias 9 e 16 de março, de forma totalmente online, para recrutamento de desenvolvedoras, em um formado de sistema para contratação rápida (Speed Hiring).

Além do processo seletivo em si, o programa proporcionará às candidatas, opcionalmente, um encontro virtual com executivas da área de TI do banco, ocasião em que poderão tirar dúvidas, receber dicas e trocar informações sobre a profissão e desenvolvimento. O “Somos Tod(a)s Tech” contará ainda com uma palestra sobre autoconhecimento, carreira e tecnologia, que será ministrada pela especialista em transformação digital, Amanda Graciano, também opcional.

“Quando falamos especificamente de áreas que envolvem tecnologia, a inclusão de mulheres no mercado de trabalho precisa ser uma pauta prioritária para nós, é por isso que estamos sempre buscando desenvolver iniciativas como o Somos Tod(a)s Tech. Uma das formas de mover o ponteiro da diversidade é oferecer mais oportunidades e uma competitividade justa diante das diferenças. Além disso, ter mulheres compondo o nosso time tech acaba sendo um fator de atração para outras mulheres, que se sentem representadas e se enxergam naquele ambiente”, explica Ana Drumond, diretora de tecnologia no Itaú Unibanco.

Somos Tod(a)s Tech

Dia 09 de março de 2021 | 19h – Café com Executivas do Itaú (online). Participam do bate-papo Ana Drumond (CIO), Carla Moraes (Superintendente de Engenharia de Software) e Fabíola Marchiori (CIO)

Dia 11 de março de 2021 | 19h – Palestra online de Amanda Graciano – “Autoconhecimento, carreira e tecnologia: uma trajetória possível em meio a um turbilhão”

Dia 16 de março de 2021 | 15h às 19h – Speed Hiring online. Quem se inscrever para participar deverá escolher o horário de preferência

É possível participar de um, dois ou dos três eventos. Inscrições e mais informações: https://lnkd.in/dD4ceMr