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Microsoft lança solução de gestão voltada a PMEs no Brasil

Acaba de ser disponibilizado para o Brasil o Microsoft Dynamics 365 Business Central, ferramenta de gestão de negócios para micro, pequenas e médias empresas da Microsoft. A solução permite que empresas façam gestão de finanças, vendas, serviços e operações para simplificar os processos de negócios, promovendo integração de dados e auxiliando na tomada de decisão.

De acordo com uma pesquisa recente do Sebrae realizada com empreendedores de todo o país para entender as maiores dificuldades enfrentadas nos negócios, 52% dos entrevistados admitiram que necessitam de uma maior capacitação na área de controle e gestão financeira. O período desafiador pelo qual estamos passando durante a pandemia levou muitos negócios para o digital e essa mudança trouxe a necessidade de ferramentas para passar por essa transformação.

Outro dado que chama atenção no estudo é que 24% avaliam a dificuldade de conquistar a clientela como maior desafio. Entender o cliente e retirar dos dados insights para melhorar o atendimento é de extrema relevância nos negócios atualmente. Essa é uma funcionalidade disponível na plataforma Business Central, que conta com sistema de análise de dados que podem gerar dados relevantes não só no atendimento ao cliente como no controle de estoque, entre outras informações que podem auxiliar na tomada de decisões mais assertivas aos negócios.

A solução pode ser integrada com outros produtos do M365, permitindo gestão integrada com outras ferramentas como o Outlook e o Microsoft Teams, por exemplo. O serviço também pode ser acessado de diferentes dispositivos, permitindo acesso multi-telas.

Por rodar na plataforma de nuvem Microsoft Azure, o Business Central garante todas as proteções de dados disponíveis e está adequado à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. Ele também conta com um aplicativo para conformidade de dados, auxiliando as empresas a se adequarem à legislação.

“Sabemos que muitos negócios surgiram na pandemia ou migraram para o digital neste período, e muitos deles podem não ter tido acesso a ferramentas para auxiliá-los. O Business Central chega ao Brasil em um momento muito necessário, trazendo ferramentas que podem auxiliar na retomada econômica”, diz Marcondes Farias, diretor de aplicações de negócios na Microsoft Brasil.

Para saber mais, acesse: https://dynamics.microsoft.com/pt-br/business-central/overview/

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DGF Investimentos anuncia hoje novo fundo de Venture Capital para captação de US$ 50 milhões

O DGF Investimentos, um dos principais gestores de venture capital do País, consolida sua atuação como fomentador de negócios digitais e empresas de tecnologia focadas em inovação, com um portfólio atualmente de 25 companhias investidas e que deve se ampliar com o lançamento de um novo fundo, a partir de outubro, focado especialmente em empresas do segmento de Software as a Service, e cujo estudo prevê captação de US﹩ 50 milhões.

Em um momento bastante positivo para as empresas digitais e de tecnologia investidas pelo DGF, e também ao ecossistema de venture capital em geral, e a despeito do impacto da pandemia do coronavírus sobre o cenário econômico, o DGF contabiliza bons resultados nas empresas investidas – entre as quais Daitan, Resultados Digitais e Reclame Aqui, apenas para citar algumas -, por focar em negócios cuja demanda acelerou neste período, e que também vêm registrando expressivos índices de crescimento desde os aportes de capital por parte dos fundos do DGF.

Em seu histórico de duas décadas, o DGF já investiu em mais de 50 companhias e desinvestiu de 23, obtendo um retorno médio próximo a quatro vezes o capital investido. Até o final do ano prevê outras saídas com previsão de retorno próximo a esses índices. Entre as empresas investidas, o crescimento agregado tem sido de 50% ao ano.

“Temos ajudado a alavancar o crescimento de negócios de grande potencial no segmento digital e de tecnologia, e a perspectiva para empresas neste perfil é muito positiva, em face da demanda crescente por serviços nesta área, inclusive em função da pandemia, em que a necessidade de rápida digitalização acentuou ainda mais a importância e o valor dos negócios em que o DGF investe”, destaca Sidney Chameh, sócio do DGF Investimentos. Ele explica que o DGF investe em empresas que, muitas vezes, estão criando novos nichos de mercado ou utilizando tecnologia para transformar os negócios tradicionais.

O novo fundo, em fase de definição, será o sétimo do DGF, e terá como foco empresas de Software as a Service (SaaS), em função das oportunidades e número de bons empreendedores neste segmento. “Além da qualidade dos empreendedores, o modelo de negócio em SaaS baseado em receita recorrente, margens elevadas e mercados de expansão, permite excelentes retornos com relativamente pouco capital aplicado. Ferramentas de software em nuvem são hoje imprescindíveis para qualquer empresa ganhar eficiência, reduzir custos ou ampliar a velocidade e a assertividade na tomada de decisão, com consequente aumento nas receitas. Tudo isso ficou ainda mais evidente em um contexto de trabalho remoto.”, observa Frederico Greve, sócio do DGF.

Seguindo o perfil de investimento do DGF até agora, o novo fundo deverá se concentrar em empresas da série A, com parte dos recursos em fases imediatamente anteriores e posteriores, ou seja, no início da curva de crescimento e também na aceleração das empresas. “É neste segmento que temos mais condições de apoiar o empreendedor”, destaca Chameh.

A atuação da empresa neste segmento ganhará ainda mais impulso com a chegada do novo sócio, Daniel Heise, empreendedor e investidor com cerca de 30 anos de experiência em negócios de tecnologia e na área financeira, destacadamente em empresas de Software as a Service, e que já mantém uma relação bem-sucedida com o DGF, marcada, entre outros pontos, pela apresentação, feita por Daniel ao DGF, da Resultados Digitais, um dos destaques do portfólio do DGF.

Na avaliação de Heise, o papel do DGF vai além do aporte do capital, e contar com a visão de pessoas experientes é de grande valor para as empresas investidas. “Empreendedores precisam mais do que capital. Poder conversar com quem passou pelo mesmo caminho, sofreu as mesmas dores, lutou com as dúvidas e emoções que essa trajetória demanda, tem um valor adicional muito relevante. Em geral, fala-se de histórias de sucesso, mas o dia a dia do empreendedor é muito desafiador e de grande responsabilidade, e o apoio pronto e efetivo faz um mundo de diferença”, afirma Daniel, ao observar que são varias as formas de “ajuda”, com respostas a diversas questões com as quais os líderes se deparam.

O desempenho das empresas investidas pelo DGF, portanto, é também resultado desse apoio. Entre as companhias investidas estão Daitan (desenvolvedora de software que exporta para as maiores empresas do Vale do Silício), Mosyle (edutech focada no mercado americano), Gesto (insurtech com foco no mercado corporativo),Reclame Aqui (plataforma independente de aproximação de consumidores e grandes corporações), Mercado Eletrônico (maior plataforma de compras corporativas da América Latina) DrumWave (análise/marketplace de dados), Axur (cybersecurity), Sólides (HR Tech), Plataforma Verde (blockchain/rastreabilidade de resíduos sólidos), Stilingue (AI/NLP) e Resultados Digitais (plataforma RDStation para marketing digital, no modelo SaaS).

Em relação às empresas desinvestidas e respectivos retornos, destacam-se Grupo Direct – na qual Daniel Heise, novo sócio da DGF, foi um dos fundadores e cuja participação foi vendida para outro investidor financeiro -; Mastersaf e Softway, ambas vendidas ao Grupo Thomson Reuters; DHC hoje parte da UOL; Logocenter que hoje integra a TOTVS, a primeira empresa de tech aberta em bolsa no Brasil, entre várias outras. A mais recente saída dos fundos foi registrada em janeiro deste ano, de uma empresa fundada pelos mesmos sócios da Softway onde o DGF vendeu a maior parte de sua posição com um retorno de mais de 11x o capital investido.

BTG Pactual abre inscrições para programa de mentoria para mulheres

O BTG Pactual (BPAC11), melhor banco de investimentos da América Latina, está com inscrições abertas para a terceira edição da iniciativa Inside BTG Pactual, um projeto que tem como objetivo atrair e desenvolver mulheres universitárias interessadas em trabalhar no mercado financeiro. As candidatas selecionadas terão a oportunidade de participar de um programa de mentoria com sócias da companhia e vivenciar um mês de um estágio no banco, ambos de forma remota.

O programa vai selecionar 10 alunas, que terão módulos teóricos sobre temas de mercado financeiro com as sócias do BTG Pactual em dezembro e, em janeiro, elas terão um estágio de férias, também remoto. O programa oferece a oportunidade dessas universitárias conhecerem mais o universo do mercado financeiro, fortalecerem sua rede de networking e terem a vivência do dia a dia do melhor banco de investimentos da América Latina, de acordo com premiação da Euromoney.

“Acreditamos que um ambiente diverso, com pessoas com diferentes backgrounds, origens, raça e gênero pode ser mais criativo, inovador e, consequentemente, mais benéfico para a instituição. O Inside BTG Pactual tem como objetivo atrair estudantes mulheres para o mercado financeiro, desenvolvê-las e apresentar as diferentes possibilidades de carreira no BTG Pactual”, diz Mateus Carneiro, sócio responsável pelo RH do BTG Pactual.

A etapa inicial será dividida em seis módulos, sendo: Cultura do BTG Pactual; Overview do mercado financeiro; Workshop de autoconhecimento; Macroeconomia; Linguagem de Programação; Valuation. Além dessa agenda, as universitárias selecionadas no programa também terão conversas com áreas do Banco BTG Pactual, rodas de conversa e encontros individuais de mentoria. O Inside BTG Pactual visa ainda aprimorar o conhecimento técnico e as possibilidades de atuação e desenvolvimento de carreira, através de encontros didáticos e colaborativos.

As estudantes interessadas devem se inscrever pelo site do Inside BTG Pactual até o dia 25 de outubro. O processo seletivo é composto por teste online e painel de entrevistas.

Chegada do PIX em dados: buscas por “fim do ted e doc” sobem +1.850%

Buscas no Google e opiniões neutras no Twitter revelam brasileiros em dúvidas sobre a inovação do Banco Central

Em fevereiro de 2020, o Banco Central anunciou o PIX, método de transferência eletrônica de valores que promete revolucionar operações financeiras e substituir transações como TED e DOC. Com lançamento oficial previsto para novembro próximo, o assunto está dando o que falar na internet. A Decode, empresa de pesquisa de big data e inteligência de mercado, fez um levantamento que mostra que a busca por PIX aumentou em 426%, enquanto a procura pela expressão “fim do ted e doc” cresceu em 1.850%, nos últimos 12 meses.

O brasileiro está procurando entender como o PIX funciona. Desde o anúncio da novidade, em fevereiro, foram lançados 154 vídeos no YouTube sobre o novo meio de pagamento, que já somam mais de 56 milhões de views. A balança entre entusiastas e quem ainda não está pronto para adoção da tecnologia se encontra bastante dividida – são 29% contra 21%, enquanto a outra metade das menções avaliadas segue “indecisa”.

“Os pagamentos instantâneos e a diminuição do uso de papel moeda são uma tendência mundial e o PIX chega como parte dela, inclusive para atender a uma expectativa da população e de pequenos negócios. Das citações no Twitter, vimos que dos internautas que se mostraram favoráveis, demonstraram ansiedade com o lançamento do PIX e ressaltaram os benefícios da plataforma”, analisa Lucas Fontelles, Head de Consumer Insights da Decode.

52% dos brasileiros trocariam de emprego se pudessem trabalhar remotamente

A Salesforce, líder global em CRM, realizou o estudo ” Série Global Stakeholder – O Futuro do Trabalho, Agora ” com mais de 20 mil pessoas na Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Índia, Japão, Nova Zelândia, Reino Unido e Singapura. O levantamento, que teve 2 mil entrevistados apenas no Brasil, traz dados relevantes sobre a percepção da população em relação ao Futuro do Trabalho e os impactos da Covid-19 sobre as relações entre os colaboradores e as empresas.

“A pandemia teve um grande impacto no modelo de trabalho com o qual estávamos acostumados. Da noite para o dia tivemos que migrar para o home office, o que trouxe à tona muitas questões sobre o futuro do trabalho”, comenta Fabio Costa, Vice-presidente sênior general manager da Salesforce no Brasil. “A Série Global Stakeholder traz reflexões importantes sobre a percepção dos brasileiros em relação às mudanças nas dinâmicas de trabalho e mostra uma expectativa de que as empresas como protagonistas para melhorar o mundo”, completa Fabio Costa.

Entre os entrevistados no Brasil, 87% não percebem melhoras em relação às oportunidades de empregos, 75% acham que o desenvolvimento da força de trabalho deve ser uma prioridade das empresas e 71% dizem que o trabalho remoto é viável apenas para uma parcela da população. Abaixo destacamos os principais resultados da pesquisa no País.

Expectativa sobre as empresas como agentes de mudança


Entre os entrevistados no Brasil, 82% confiam nas empresas para construir um futuro melhor. E para 70% deles, a diminuição das desigualdades globais deveria ser a grande prioridade para as empresas. Esses números mostram a grande confiança dos brasileiros nas empresas, principalmente se comparados aos dados relacionados ao setor público: 55% dizem não confiar nos governos para construir um futuro melhor.

Além disso, 76% dos entrevistados dizem que é crucial que seu empregador retribua à comunidade e 66% acreditam que as empresas serão mais resilientes às crises ao sair da pandemia.

“Os negócios devem ser uma plataforma para mudança e isto é o que a sociedade espera. Além de posicionar produtos e soluções, as marcas precisam engajar seus públicos para apoiá-los neste momento e contar como impactam”, destaca Fabio Costa.

A importância do trabalho remoto


71% dos brasileiros acreditam que o trabalho remoto é viável apenas para uma parcela da população, mas 57% dos trabalhadores presenciais dizem que conseguiriam trabalhar remotamente se sua empresa oferecesse uma tecnologia melhor. Já 52% dos entrevistados dizem que trocariam de emprego se isso significasse que poderiam trabalhar remotamente.

Esses dados mostram que há interesse pelo trabalho remoto por parte dos colaboradores, mas isso esbarra em alguns empecilhos, como a disponibilidade de tecnologia por parte das empresas.

“A pandemia fez com as empresas pelo mundo entendesse que o trabalho a distância é viável. O desafio é manter equipes alinhadas por meio de processos e tecnologia para colaborar com foco no cliente”, destaca Fabio. “No ambiente híbrido, com equipes no escritório e trabalhando remotamente, o foco é cuidar da saúde dos colaboradores e clientes”, completa o executivo. O Work.com traz soluções para o retorno seguro aos escritórios.

Desenvolvimento da força de trabalho deve ser prioridade das empresas
Para 89% dos entrevistados o acesso às oportunidades de emprego não está melhorando e quase um terço diz não ter as habilidades técnicas exigidas pelo mercado. De fato, atualmente o Brasil tem mais de 13,1 milhões de desempregados , segundo dados do IBGE. Como resultado dessas percepções 57% dos brasileiros estão considerando obter outra formação.

Nesse contexto, para 75% dos entrevistados o desenvolvimento da força de trabalho deve ser uma prioridade das empresas e 77% deles dizem que a tecnologia deve desempenhar um papel essencial nesse processo.

“A capacitação é chave para o crescimento e superação. As empresas que enfrentaram melhor o processo de isolamento social, prepararam suas equipes para lidar com um novo contexto, ferramentas e processos digitais. Sem novas habilidades, não há perspectiva positiva”, diz Fabio.

Aprendizagem online gera interesse no Brasil, porém há obstáculos
Entre os entrevistados, 71% relataram estar mais interessados em aprendizado e treinamento online desde o início do isolamento social. Mas esse tipo de ensino esbarra em questões como o acesso à internet e a um computador, além da questão financeira para arcar com os custos de um curso.

A pesquisa aponta que 84% dos brasileiros gostariam de ter acesso gratuito a plataformas de capacitação, mas 50% se dizem nervosos demais para buscar o aprendizado online neste momento, índice que aumenta para 55% entre pessoas de baixa renda. Já um terço das pessoas ouvidas acredita que este modelo de aprendizagem é muito difícil para elas.

“Muitas empresas já têm adotado a capacitação online, especialmente as de tecnologia, que são as que mais sofrem com a falta de profissionais treinados. A Salesforce, por exemplo, disponibiliza gratuitamente o Trailhead, uma plataforma online que tem como objetivo capacitar as pessoas para utilizar as soluções da empresa nas diversas vagas disponíveis”, comenta Fabio. “Ao preparem os cidadãos para o mercado de trabalho, essas plataformas gratuitas ajudam a tornar o País e sua indústria mais competitivos e qualificados”, completa.

Habilidades exigidas estão aumentando


Com a evolução constante nos formatos de trabalho, as habilidades exigidas pelos empregadores também estão mudando. Para os brasileiros, as habilidades mais importantes nos próximos seis meses serão adaptabilidade e colaboração, ambas apontadas por 96% dos entrevistados. Em seguida aparecem criatividade (95%) e habilidades comerciais (93%).

Já quando perguntados sobre as habilidades técnicas essenciais nos próximos seis meses, as respostas foram: análise de dados (93%), codificação/desenvolvimento de aplicativos (92%) e ciência de dados (91%).

“Neste esforço contínuo para desenvolvimento profissional, é importante que soft skills como adaptabilidade e colaboração tenham um papel relevante. Enquanto a tecnologia pode nos ajudar a aprender novas habilidades, precisamos nos apoiar em soft skills para crescer tanto no ambiente de trabalho digital quanto físico. Na economia digital, os produtos que vendemos, as expectativas dos clientes e a natureza do trabalho mudarão. Assim, nossa jornada para desenvolver soft skills não tem fim”, destaca Fabio sobre os dados da Série Global Stakeholder – O Futuro do Trabalho, Agora.

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Grupo Carrefour Brasil abre 90 vagas em home office para TI

O Grupo Carrefour Brasil anuncia a abertura de 90 vagas de trabalho para a área de Tecnologia da Informação. O grande diferencial do processo está no modelo de contratação: todas as posições são para desenvolver um trabalho totalmente remoto, dando a oportunidade para profissionais de diferentes regiões do Brasil. Mesmo em São Paulo, sede da empresa, as vagas serão para trabalhar em esquema de home office, movimento que está alinhado à agenda de transformação cultural e digital da companhia, que tem como ambição valorizar as pessoas e atrair uma geração de novos talentos.

Ao todo, 90 vagas para diferentes funções de TI estão abertas, sendo 50 delas para o Banco Carrefour e 40 para a área de Varejo da empresa. Dentre as posições buscadas pela empresa, estão: Arquiteto de dados, Arquiteto de cloud, Arquiteto de Solução, Arquiteto backend (.NET Core), Arquiteto frontend (PWA), Arquiteto de testes, Profissional infra openshift, Profissional de segurança da Informação, Desenvolvedor .Net Core e Desenvolvedor PWA. Além disso, o Grupo conta com vagas para Analista de Marketing Digital, Analista de Canais, Analista de Marketplace, Analista de Eficiência Comercial, entre outras.

Para se inscrever em uma das vagas e ter mais informações sobre as funções e pré-requisitos desejados, os candidatos podem acessar as páginas da empresa no LinkedIn e no Vagas.com .

“Com o avanço da digitalização do Grupo, conseguimos perceber que muitas funções podem ser desenvolvidas à distância, o que aumenta a possibilidade para que candidatos do país todo possam tentar a candidatura e torna o processo mais democrático. O Brasil é um país com profissionais excelentes e diversos e essa nova modalidade de trabalho, que foi muito acelerada com a pandemia, será uma oportunidade para que novos talentos de diferentes cantos do país sejam descobertos”, afirma Alexandre Espinosa, diretor de RH Corporativo do Grupo Carrefour Brasil.

Estas iniciativas são resultado dos avanços que a empresa vem alcançando na digitalização do seu ecossistema, tanto nas operações internas, quanto na área de Recursos Humanos. Neste dia 7 de outubro, por exemplo, o Banco Carrefour dá boas vindas a 10 novos profissionais de TI, de diferentes partes do Brasil, que foram selecionados por meio dos Bootcamps realizados em parceria com Digital Innovation One. Após 5 meses de treinamentos, os profissionais iniciam suas jornadas no Banco atuando com o novo modelo de contrato de trabalho remoto.

ConectaRH

A digitalização da área de Recursos Humanos do Grupo Carrefour Brasil já está impactando positivamente todas as etapas da jornada dos colaboradores. Logo no início da pandemia, por exemplo, a companhia realizou a contratação de 5 mil pessoas para sua operação de varejo por meio de processo seletivo online. Atualmente, são mais de 300 mil pessoas cadastradas na ferramenta de contratação. Além disso, a empresa já registrou 150 mil acessos em sua plataforma de treinamentos em apenas 4 meses.

Este processo teve início em 2018 com a criação do ConectaRH, projeto que conta com especialistas da área de Recursos Humanos e Tecnologia da Informação dedicados à implementação de uma nova plataforma de gestão de pessoas, com revisão de sistemas, políticas e processos, tendo o colaborador no centro das decisões, proporcionando também acesso direto e simplificado aos processos e informações de RH aos gestores e colaboradores. O ConectaRH conta com cinco squads multifuncionais, que promovem maior integração entre áreas: Recrutamento Digital, Admissão Digital, Metas e Desempenho, Novo Portal de RH e LMS (Learning Management System). Essas ferramentas têm sido implementadas para trazer mais agilidade, autonomia e simplicidade na gestão das pessoas, contribuindo também para a transformação cultural. Outro avanço foi a implantação da admissão digital, por meio da plataforma da Acesso RH, que é responsável por todo este trâmite eletrônico de envio de documentos. Além disso, todo o onboarding de novos funcionários é feito de maneira 100% digital.

Para os próximos passos, o Carrefour espera que o ConectaRH possibilite a redução adicional do tempo e dos custos de contratação, maior eficiência em treinamento, redução de turnover e custos de rescisão, bem como uma melhora na eficiência dos processos da área de Recursos Humanos, dando a possibilidade para que os profissionais da área tenham mais tempo para se dedicar a outras funções que são extremamente importantes para a companhia, mais focadas nos resultados dos negócios e menos nos temas transacionais.

91% dos internautas brasileiros com smartphone já fizeram compras por aplicativos ou sites móveis

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre m-Commerce e m-Payment, realizada entre os dias 10 e 21 de agosto com 2.007 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, revela que em seis meses aumentou de 85% para 91% a proporção de brasileiros que realizaram compras ou pagamentos pelo aparelho, uma elevação de 6 pontos percentuais, em um período de isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19, o que sinaliza que muitos brasileiros passaram a realizar compras pelo celular neste período.

Na comparação entre estratos sociais, não há diferença significativa por gênero ou classe social. No entanto, as diferenças acontecem por idade: no grupo com mais de 50 anos, o percentual é de 82%, enquanto entre pessoas de 16 a 29 anos é de 91%, chegando a 93% no grupo de 30 a 49 anos.

Os entrevistados também apontaram o cashback (programa de recompensa por reembolso do valor pago) como um dos recursos mais apreciados no comércio móvel, sendo apontado por 42%, à frente dos 38% que gostam de poder comprar online com retirada na loja física, e 34% que gostam do pagamento simplificado através de clique ou usando suas digitais.

Em relação aos meios de pagamento, o QR Code já foi utilizado por 48% consumidores através de aplicativos móveis. A pesquisa também apurou que, no mesmo período, a proporção de brasileiros que já realizou pagamentos por aproximação também registrou um ganho expressivo, passando de 23% para 33%. A diferença por classe social é pequena: A e B (34%) e C, D e E (32%).

“O isolamento social decorrente da pandemia do novo coronavírus teve grande impacto na decisão dos brasileiros em realizar suas compras, uma vez que muitas lojas estavam com as portas fechadas. Na hora de pagar, a utilização de tecnologias de pagamento sem contato aconteceu quando a compra poderia ser presencial em lojas consideradas de setores essenciais, como os supermercados. Até então, muitos brasileiros que ainda não haviam experimentado pagamentos por aproximação (NFC ou MST) ou por QR Code e tiveram a oportunidade para a nova experiência”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

Outras descobertas da Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre m-Commerce e m-Payment

– Magazine Luiza foi o app de m-Commerce com maior crescimento em seis meses, ocupando agora a quarta posição no ranking desta pesquisa;

– 70% realizam compras pelo WhatsApp, 40% pelo facebook e 39% pelo Instagram;

– O aplicativo Shopee, marketplace de compras internacionais – e que possui lojas brasileiras – estreou na pesquisa, sendo citado por 5% dos entrevistados, o mesmo percentual do AliExpress, que já havia aparecido no estudo anterior. Nesta categoria, a liderança é do Wish, com 8% das citações;

– O grau de satisfação dos brasileiros com o comércio móvel é alto, considerando a somatória das opiniões: 34% se dizem satisfeitos e 56%, muito satisfeitos. Apenas 1% revela estar muito insatisfeito;

A pesquisa tem grau de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais. O relatório integral com outras descobertas está disponível para download em http://panoramamobiletime.com.br/comercio-movel-no-brasil-setembro-de-2020/

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Gama Academy realiza processo seletivo de 185 vagas para trabalhar na Accenture

A Accademia Accenture é lançada como um processo seletivo com viés educacional, que possui 185 vagas para desenvolvedores de software em São Paulo (85 vagas) e Recife (100 vagas) na Accenture – líder global em serviços profissionais. A Gama Academy, escola que seleciona talentos e forma profissionais para o mercado digital, fará parte da imersão e treinamento dos candidatos, que durará três semanas com soft e hard skills. As inscrições podem ser feitas no site até o dia 7 de outubro, onde estão outros detalhes sobre o processo.

Os inscritos para o programa de treinamento gratuito receberão conteúdos educativos e serão selecionados após uma prova técnica que vai nivelar e avaliar os conhecimentos de todos os participantes.

Depois da prova técnica, os participantes seguem para o programa de três semanas de treinamento intensivo guiado pela Gama Academy – que contará com experiências e metodologia exclusivas a fim de aprimorar habilidades e conhecimentos dos participantes – sobre os desafios na área de tecnologia de empresas globais, ministrado por profissionais qualificados no mercado. Quem passar dessa fase terá acesso à etapa de entrevistas e contratação.

O foco do processo não é somente selecionar futuros colaboradores, mas participar do desenvolvimento pessoal e profissional dos candidatos. As vagas são divididas em quatro áreas: Front end (angular/react), Back end (java), Data & Analytics (Cloud/Google) e automação de testes.

Períodos de inscrição, treinamento e contratação:

Para se candidatar às bolsas, o profissional precisa ter experiência comprovada na área de desenvolvimento de softwares, ser maior de 18 anos, ter facilidade para aprender novas linguagens de programação e ser aberto a desafios.

Inscrições: abertas até 07/10
Seleção dos Talentos: 28/09 até 15/10
Treinamento: 07/10 até 13/11
Contratação: 20/10 até 15/11

PIX: Uma forma de pagamento pode transformar negócios e hábitos de consumo

Por Rodrigo Godoi, Head de Meios de Pagamento na Compasso UOL

O PIX é uma das principais mudanças que veremos nesse ano quando falamos sobre pagamentos e transações. Dentre muitos debates, está claro qual é o ganho que ele traz para o consumidor, que passa a ter um novo método de pagamento seguro e rápido, sem possíveis aborrecimentos como demora em processamento de pagamentos como vemos em boletos ou as taxas muito diferentes (e as vezes confusas) de máquinas de cartão, operadoras e bancos. Muito mais do que um substituto de DOC e TED, é uma forma de simplificar transações em todo o sistema.

O discurso revolucionário, porém, esconde ganhos práticos: o PIX não é o fim do cartão de crédito, de débito, ou dos boletos. Cheques, afinal, ainda existem. Novos produtos e plataformas não devem ser vistas como substitutos, e sim como mais opções para o consumidor e para o comércio. Esse tipo de transferência automática com taxas baixas pode ser de grande impacto para pequenos comércios, que trabalham com um alto volume de transações e ticket médio baixo. Além de receber instantaneamente o pagamento, há um desconto menor sobre as transações.

Isso abre outras possibilidades também no e-commerce, em que pessoas sem acesso, por exemplo, a cartões de crédito, e com limitações de acesso que dificultam o uso de boletos para pagamentos à vista, passam a poder fazer transferências diretas, reconhecidas automaticamente. Compras com sensibilidade a tempo, como passagens aéreas, por exemplo, passam a ser viáveis dessa forma sem depender de outros meios de pagamento que podem ser restritivos.

Nós na Compasso UOL temos mais de 14 anos de experiência em gerenciamento de meios de pagamento e atuação como gateway, assim estamos atentos às tendências e mudanças que essa nova tecnologia vem trazendo e ainda trará. Não se trata de inventar soluções mágicas, e sim de pensar nisso como uma aposta que dará acesso a um novo grupo de clientes – o cartão continua útil entre o público que busca parcelar compras ou procura crédito imediato; o boleto continua importantíssimo para uma parte da população não-bancarizada.

O ganho para empresas será integrar todos esses meios e trazer ao consumidor mais opções seguras para compras. Empresas que precisam de auxílio em entender a tecnologia e como melhor utilizá-la, podem nos buscar para que consigamos criar, juntos, uma implementação que de fato abra as oportunidades que o PIX tem em seu potencial.

O PIX é uma inclusão em nosso sistema bancário e de pagamentos com potencial verdadeiramente transformador – mas não podemos pensar que um meio de pagamento – por melhor que seja – fará uma transformação sozinho. Temos que pensar como ele atende a nossos clientes e consumidores, como ele pode transformar modelos de negócios de empresas grandes e pequenas e com isso pensar em estratégias que sirvam aos nossos objetivos de negócios – e isso só é possível se a empresa que trabalhar com você esteja realmente preparada e entenda o que o PIX é e o que ele pode ser para o seu negócio.

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Instituto 3M abre inscrições para a 8ª Mostra de Ciências e Tecnologia

As inscrições para a 8ª Mostra de Ciências e Tecnologia do Instituto 3M estão abertas até o dia 30 de outubro. Podem participar projetos desenvolvidos por alunos, individualmente, ou em grupo de até três estudantes, que estejam matriculados em 2020 no 8º ou 9º ano do ensino fundamental, no ensino médio ou no ensino técnico, de escolas públicas e particulares das regiões metropolitanas de Campinas e Ribeirão Preto, que tenham até 20 anos completos, na data da Mostra. Em função da pandemia, as apresentações e anúncio do projeto vencedor serão feitos de forma on-line.

A Mostra de Ciências e Tecnologia é realizada pelo Instituto 3M em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), organizadora d Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (FEBRACE), e conta com apoio da Escola Politécnica da USP. “Estamos muito felizes em poder realizar mais uma edição da Mostra, que objetiva incentivar que jovens da educação básica apresentem soluções inovadoras para problemas, buscando promover melhorias para a comunidade”, comenta Liliane de Moura, Supervisora de Projetos Sociais do Instituto 3M.

Todos os projetos devem ter um professor orientador, além de obrigatoriamente se enquadrarem nas sete áreas do conhecimento: Ciências Agrárias, Ciências Biológicas, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Humanas, Ciências da Saúde, Ciências Sociais e Engenharias. Os 100 projetos selecionados para a etapa final serão apresentados na Mostra virtual, entre os dias 7 e 11 de dezembro deste ano. Já a premiação ao projeto vencedor acontece no dia seguinte, 12 de dezembro.

Durante o evento virtual, o Comitê de Avaliação escolhe os melhores alunos de cada categoria. Os premiados recebem certificados, medalhas e troféus. Além disso, haverá um prêmio em dinheiro para cada equipe vencedora, de até R﹩ 1.100 aos 07 primeiros colocados. Outro prêmio almejado pelos participantes é a classificação automática para a FEBRACE, na qual três dos 100 projetos finalistas ganham passe para o evento, que será realizado em março de 2021, na USP.

Na oportunidade, também será entregue o Prêmio Professor Mobilizador. Podem participar os educadores/orientadores que fizeram o curso de Formação para a Prática da Ciência na Educação Básica, que faz parte do Desafio de Inovação Instituto 3M 2020 e visa a preparação de projetos para a Mostra. Ao todo, serão três escolhidos para receber um certificado, sendo que o primeiro colocado receberá um curso de língua inglesa on-line por um ano.

Já a premiação Escola Pioneira selecionará, durante o evento, as instituições de ensino públicas com melhores ações. A escola vencedora receberá como prêmio o equivalente a R﹩ 20.000 em equipamentos para o laboratório para o desenvolvimento de projetos de ciências investigativos. Para participar, é necessário que os professores sejam cursistas do Desafio de Inovação Instituto 3M 2020.

Ao longo de todas as edições já realziadas, a Mostra de Ciências e Tecnologia do Instituto 3M já incentivou 600 projetos, idealizados por 1.400 alunos, além de beneficiar 51 escolas nas regiões de Campinas e Ribeirão Preto. Para se inscrever e ter mais informações sobre a 8ª edição da Mostra de Ciências e Tecnologia do Instituto 3M, acesse a página – http://projetosfera.org.br/ .

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Otimizar e transformar: as palavras-chave do negócio

Por Denise Marconi

O advento da pandemia do novo coronavírus pegou o mundo inteiro de surpresa e, em grande parte, despreparado. A corrida pela transformação digital foi acelerada e as empresas que já estavam preparadas ou mesmo se preparando para essa transição são as que têm conseguido lidar melhor com o cenário adverso.

Parte importante da transformação digital, a otimização de processos e tempo ajuda as companhias a reduzirem seus custos e, desta forma, ter um parceiro estratégico que torne possível as ações emergenciais e o desenvolvimento das ações necessárias para o futuro é o que faz as organizações se diferenciarem e saírem na frente.

É nesse sentido que as consultorias precisam ser capazes de olhar para toda a jornada dos seus clientes e entender quais são as soluções corretas que permitirão viabilizar novas estratégias e modelos. Acompanhar suas rotinas de perto e buscar soluções, novas tecnologias e processos otimizados, que reduzam os esforços investidos e gerem maiores benefícios é o que faz a diferença em nosso trabalho.

Neste cenário, a parceria estratégica entre a EY e a SAP tem auxiliado os clientes em todos seus processos de transformação do negócio, colocando em prática os modelos adequados à realidade atual. Com soluções multidisciplinares, um olhar de ponta a ponta da jornada, utilizando automação e inteligência artificial é possível, por exemplo, garantir uma otimização de 30% do tempo e de 20% dos custos dos clientes em suas jornadas para o SAP S4/HANA.

Não é uma mudança simples, mas fazer as adaptações necessárias tendo o olhar voltado para a transformação do negócio e não apenas para a atualização técnica traz grandes ganhos. Arrisco, inclusive, a dizer que as empresas que não enxergarem essa transformação como propósito poderão ficar para trás, pois, ao não internalizar essa necessidade no seu dia a dia, não terão a agilidade necessária para responder às mudanças.

E essa agilidade com a qual as companhias são capazes de rever suas estratégias e virar a chave, inclusive, irá nortear os resultados. Uma rápida – e estruturada – resposta a mudanças de cenário pode ser a chave para sair na frente e se reinventar antes da concorrência.

Denise Marconi, Sócia-líder de Consultoria de Tecnologia da EY

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Reserva investe na TROC, startup de moda circular

O Grupo Reserva anuncia o investimento na TROC, startup curitibana de revenda online de roupas e acessórios premium. A combinação entre as empresas possibilitará que a TROC entre no mercado de moda masculina e que a Reserva faça parte da moda circular por meio da plataforma batizada de TROC RAAS – solução de logística reversa, que viabiliza empresas a transformarem roupas sem uso de seus consumidores em desconto para novas compras em suas lojas. O investimento dará continuidade no foco de sustentabilidade do Grupo e na aproximação de importantes startups.

Seguindo esse compromisso sustentável, a Reserva anuncia outra novidade, o lançamento de sua coleção de peças feitas a partir do upcycling de sobras de tecido da produção nas fábricas.

Para o CEO do Grupo Reserva, Rony Meisler, o investimento na TROC está totalmente ligado ao propósito compartilhado das duas empresas. “Nós acreditamos que a moda do futuro é circular e sustentável. Hoje nós temos orgulho de anunciar essa parceria rumo a um futuro cada dia mais consciente, juntando nossas expertises para tirar do papel a economia circular, conectando esse propósito com os nossos consumidores e tornando real essa oportunidade”, afirma Meisler.

A Reserva Mini foi a primeira marca do Grupo a estrear o serviço e após um mês de sucesso do novo projeto, a Reserva também inicia como parte da solução para um futuro mais sustentável no varejo. Para a TROC, a entrada da Reserva representa um novo nicho de atuação, pois a empresa inicia uma nova fase de vendas de roupas para o público masculino no brechó. Desde 2016, eram vendidas apenas peças para o público feminino e infantil.

Segundo a fundadora e CEO da TROC, Luanna Toniolo, a marca está em seu melhor momento e o investimento estratégico chega para a marca alcançar ainda mais rapidamente seus objetivos. “O mercado de revenda no Brasil está apenas iniciando e tem um potencial gigante pela frente. Estamos nos estruturando estrategicamente para continuar crescendo de forma consistente e coerente com nossos propósitos”, comenta a empresária.

Upcycling

O termo em inglês se refere a técnica que busca, com criatividade, dar um novo e melhor propósito para um produto ou material que seria descartado, sem degradar a qualidade e composição do material. Um item que passou pelo upcycle normalmente possui uma qualidade igual ou melhor que a de seu original. É exatamente isso que a Reserva aposta lançando a linha de peças feitas a partir do reuso das sobras de tecido em suas fábricas que estarão disponíveis no site e nas lojas física.

“Com o upcycling e a entrada da Reserva para TROC RAAS, atingimos o ciclo completo da moda circular oferecendo uma solução única e sustentável para os clientes brasileiros”, explica o CEO, Rony Meisler.

Com pólo, camiseta e bermuda, a Linha Reserva Circular fortalece o compromisso da empresa com processos de produção sustentáveis e que impactam o planeta o menos possível. A produção da linha é desenvolvida a partir de sobras de tecidos nobres. Em vez de descartados, os tecidos foram reciclados, passando pelo processo de serem desfibrados e tecidos novamente, dando novo significado ao que seria lixo. As peças oferecem conforto, com leveza e toque macio. Já a aparência é rústica, que lembra que essa peça tem uma história.

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