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SAP reúne parceiros e clientes para discutir desafios na adoção de práticas sustentáveis

 Mudanças climáticas, uso de materiais, poluição do ar, resíduos sólidos e disponibilidade de recursos foram as principais questões de sustentabilidade identificadas por executivos em suas decisões de investimentos, de acordo com um novo estudo global patrocinado pela SAP SE (NYSE: SAP). No entanto, implementar e dimensionar planos de ação ainda são obstáculos encontrados por muitos deles. A pesquisa “Melhorando o Meio Ambiente em Escala Planetária: Uma Pesquisa de Motivadores e Ações de Negócios”explora asetapas que as empresas estão percorrendo para contribuir com a proteção do ambiente e os desafios que elas enfrentam.

Para discutir os resultados do estudo e apresentar sua capacidade de ajudar seus mais de 400 mil clientes em todo o mundo a implementar medidas de proteção climática, a SAP promove nos dias 28 e 29 de abril o evento online SAP Sustainability Summit. O encontro se concentrará em como as empresas estão reduzindo suas pegadas ambientais e administrando recursos limitados de forma produtiva à medida que lideram e reportam resultados de seus negócios de forma holística.

Dados preliminares do estudo, realizado com mais de 7.400 executivos de 19 países e 16 setores, relevam que:

·         Grande parcela dos entrevistados (29%) afirma que as regulamentações setoriais são razão subjacente para investir em questões ambientais. No entanto, 27% citaram a maior aprovação da sociedade em relação às suas organizações como um forte motivo subjacente, enquanto 26% indicaram riscos para a reputação de suas empresas.

·         O compromisso do CEO e do conselho, bem como as regulamentações governamentais, são os principais motivadores. O crescimento da receita e da lucratividade ficou em segundo lugar bem próximo, demonstrando que as ações ambientais são influenciadas por pressões internas e externas.

·         Incertezas sobre como incorporar a sustentabilidade aos processos de negócios e sistemas de TI foram vistas como a maior barreira para implementar planos de ação, respondendo pela parcela de 35%. Alinhar as ações propostas com a estratégia geral de negócios ficou em segundo lugar (34%), seguido por dificuldade em provar o ROI (33%).

·         Apenas 21% dos entrevistados disseram estar completamente satisfeitos com a qualidade dos dados para áreas ambientais, sendo que o principal motivo é a falta de confiança de que os dados estão completos e cobrem o escopo necessário.

“Globalmente a SAP está empenhada em mostrar como a geração de dados confiáveis é um dos passos mais importantes para que as empresas estejam em conformidade com seus desafios de sustentabilidade. É a partir de dados que as empresas podem mapear suas operações, encontrar os gaps que precisam ser solucionados e contar com uma cadeia completa de fornecedores alinhados com os compromissos ambientais e sociais das empresas”, explica Luciana Coen, diretora de Comunicação Integrada e Responsabilidade Social Corporativa da SAP Brasil.

A SAP apoia os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos em 2015 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, e o evento está alinhado com objetivo de número 13 sobre Ação Climática.

SAP Sustainability Summit

Datas: 28 e 29 de abril de 2020 – das 5h às 14h no horário de Brasília

28/04 – Ação Climática – Contribua para uma economia de carbono zero, reduzindo sua pegada ambiental

29/04 – Economia circular – tome medidas em direção a uma economia circular, gerenciando seus recursos limitados de forma produtiva

Inscrições: https://events.sap.com/sap-sustainability-summit/en/home

HPE Brasil adota programa de compliance para criar ecossistema de negócios

Empresa exige que parceiros tenham o selo CertiGov para garantir atuação ética, transparente e dentro dos padrões de conformidade; metodologia já é referência para outros países

Em suas vendas a órgãos ou empresas ligadas à administração pública, a unidade brasileira da Hewlett Packard Enterprise (HPE Brasil) se utiliza de um ecossistema de empresas parceiras: seus canais de contato com clientes, por meio dos quais os produtos e soluções de tecnologia desenvolvidos pela companhia são comercializados. No entanto, esse modelo abre um ponto potencialmente vulnerável para as operações da HPE Brasil, que é a possibilidade de que algum de seus parceiros não atue da forma ética e transparente adotada mundialmente pela companhia. Essa preocupação é especialmente importante nas vendas governamentais, dada a possibilidade de ocorrência de práticas de corrupção ou falta de transparência.

Para afastar este risco e garantir que seu ecossistema esteja alinhado a suas práticas globais, a HPE Brasil adotou uma medida pioneira: decidiu exigir de todos os seus parceiros a adesão a elevados padrões de operação, com foco na atuação ética e transparente, e no combate a práticas de corrupção. Desde 2018, todas essas empresas são obrigadas a ter o selo CertiGov; isto garante que elas tenham boas práticas de compliance implementadas em suas operações e processos.

A iniciativa tem sido um sucesso ao evitar problemas de conformidade, melhorar a imagem da HPE Brasil junto aos seus clientes, e inclusive ser utilizada como referência pela HPE global em outros mercados nos quais a companhia atua. “Estou muito feliz e satisfeito com os resultados, que são excelentes; melhoramos esse programa a cada dia, e a ideia é que ele seja ampliado cada vez mais”, afirma o diretor de canais e ecossistemas da HPE Brasil, Leonardo Rangel.

De acordo com o executivo, a preocupação em seguir elevados padrões de conformidade e transparência é uma característica presente no DNA da empresa. “A HPE é uma empresa que preza muito pela ética, pela parte de compliance – tanto dos nossos fornecedores, dos nossos parceiros, quanto internamente; esta é uma prática muito forte para nós, e que está presente na atuação internacional da companhia.”

Ele explica que, a fim de concretizar essa postura, a HPE Brasil estabeleceu em 2018 seu programa Transparência Ponta-a-Ponta, por meio do qual é exigido dos parceiros da HPE que tenham suas práticas certificadas, de forma a assegurar que essas empresas, que levam o nome da HPE para os clientes finais, atuem de fato alinhados a princípios de ética e transparência. “Esta certificação nos trouxe uma segurança de que realmente estávamos trabalhando com as melhores empresas, que realmente eram éticas e prezavam pelo compliance. Os parceiros abraçaram essa causa, e nossos clientes começam a enxergar valor nesse programa”, salienta.

A fim de colocar o programa em prática, a HPE selecionou como empresa certificadora a CertiGov, especialista em processos de conformidade para vendas a clientes do setor público. “Nela encontramos o processo mais completo e mais consistente de análise das empresas no que se refere a práticas de compliance e de combate à corrupção. Ela atua em vários pilares de processos, incluindo treinamento dos funcionários de nossos parceiros”, avalia. Uma vez selecionada a CertiGov, a HPE iniciou o processo com uma fase inicial de adaptação de seus parceiros, e em 2019 passou a exigir que eles passassem pelo processo de certificação – que passa por um processo de manutenção anual, e quedeve ser obrigatoriamente renovada periodicamente.

Caso de sucesso

A experiência da HPE em passar a exigir o selo CertiGov de seus parceiros de negócios tem sido bastante positivo para a empresa. Ao garantir que trabalha com parceiros que de fato alcancem os critérios determinados pelo processo de certificação, a HPE conseguiu praticamente reverter completamente a ocorrência de casos de problemas em termos de conformidade que eram registrados no passado.

Outro benefício imediato conquistado pela empresa foi a melhoria de sua percepção pelos clientes. “Eles veem que este é um diferencial da HPE; entendem que a companhia está realmente preocupada em ter seu ecossistema alinhado com altos padrões de ética e transparência – o que dá mais segurança ao cliente.”

Rangel acrescenta que o êxito da experiência brasileira poderá em breve ser aplicada também em outros mercados nos quais a HPE atua. “Já apresentamos nosso programa para outros países, que estão analisando-o para eventualmente implementar o mesmo modelo que utilizamos no Brasil. Atualmente estão fazendo a análise do mercado, verificando a existência de empresas certificadoras que tenham um processo tão completo como o que temos aqui. Mas, por enquanto, esse processo é exclusivo do Brasil”, afirma.

Segurança jurídica

Contar com um processo de certificação como o exigido pela HPE junto a seu ecossistema de fornecedores e parceiros é uma forma de reduzir os riscos de qualquer problema que seja decorrente de práticas ilegais, aéticas ou fora dos padrões de transparência ou conformidade reconhecidos pela comunidade de negócios. Este ponto é bastante importante para, por exemplo, empresas multinacionais interessadas em se estabelecer no país – uma vez que a aderência a padrões de compliance como os analisados pela CertiGov eleva a segurança jurídica dessas empresas em operar no país.

“Os nossos clientes percebem que a HPE,e também todo o ecossistema que a representa na ponta, estão preocupados com a maneira com a qual fazem negócios. Isto oferecemais segurança às áreas jurídicas e legais das empresas, a ponto de elas solicitarem, nos seus editais e pedidos de proposta, que seu fornecedor disponha de algum processo de compliance, de alguma certificação. Isso vale também para nossos clientes do setor privado, para os quais levamos a mesma mensagem”, avalia Rangel.

O executivo salienta ainda que o processo da CertiGov também dá mais segurança aos parceiros que trabalham com a HPE, uma vez que o processo é bastante criterioso, e segue normas de confidencialidade que evitam quaisquer vazamentos de informações. “Dessa forma, as empresas que estão sendo certificadas podem saber exatamente o que precisam fazer para melhorar, e como se encaixar nas três categorias de selo CertiGov – Bronze, Prata e Gold. A manutenção anual da certificação e o processo de recertificação quando o prazo de validade do selo expira – após dois anos, para as categorias Bronze e Prata, e depois de três anos, para a Gold – é parte importante desse processo.”

Rangel acrescenta que, devido à pandemia da Covid-19, em 2020 a exigência de que as empresas fizessem a recertificação foi suspensa – sendo retomada agora em 2021. “Em nenhum momento cessamos de exigir o selo CertiGov para os novos parceiros; eles tiveram de passar pelo processo normalmente. Já as que já atuavam conosco deverão se recertificar a partir de outubro deste ano. O programa continua mais forte do que nunca”, finaliza.

SP BIZ abre inscrições

A Prefeitura de São Paulo, por meio da São Paulo Negócios, agência de promoção de investimentos e exportações do município, realiza de 4 de maio a 30 de junho a 4 ª edição do SP INTERNATIONAL BUSINESS, programa dedicado ao fomento de exportações.

A programação do evento inclui palestras, reuniões de atendimento com câmaras e consulados e para facilitação de negócios com embaixadas brasileiras, além de rodadas de negócios com compradores internacionais
Estão programadas as seguintes atividades:

Dia 4 de maio, a partir das 16 horas, haverá a palestra de abertura com o ex-embaixador e consultor Rubens Barbosa, cujo tema é Brasil e o comércio internacional pós pandemia. O evento é fechado, destinado a empresas e associações setoriais, além de instituições parceiras da São Paulo Negócios.

O evento tem como público-alvo as associações setoriais, instituições parceiras e empresas de diversos setores e portes. As inscrições podem ser feitas até o dia 3 de maio de 2021.

A segunda palestra acontecerá em 11 de maio, também às 16 horas. Com o tema “Internacionalização e Acesso ao Mercado Americano”, e realizada em parceria com a AMCHAM, trará Leitte, Gonçalves e Oliveira Jr. Advogados, que vai falarsobre “Abertura de empresas nos EUA e questões essenciais para fazer negócios nos EUA”; Georgia Department of Economic Development, que discorrerá sobre “O Ambiente de negócios do estado da Geórgia” e apresenta ainda o relato da empresa Marcato, contando seu caso de internacionalização para os EUA.

O evento é fechado a empresas, associações setoriais e instituições parceiras da São Paulo Negócios. As inscrições vão até o dia 10 de maio, de 2021.

Nos dias 6, 13 e 20 de maio, acontecem as reuniões de atendimento com as Câmaras de Comércio e Consulados de 19 países. Na ocasião, as empresas receberão informações sobre as oportunidades de negócios. Evento fechado, destinado às empresas de todos os segmentos e portes. Devido ao grande número de inscrições, as inscrições estão encerradas.

No mês de junho, de 1 a 30, serão realizadas as rodadas de negócios. Sempre on-line e one-to-one, reúnem empresas dos setores de: alimentos, bebidas, casa, construção, decoração e comerciais exportadoras e compradores dos mercados dos Estados Unidos, Colômbia, Chile, Peru, Paraguai e Argentina, em dias e horários previamente agendados entre as partes.

A 3ª edição do SP INTERNATIONAL BIZ, que ocorreu de 11 a 27 de novembro de 2020, realizou mais de 390 reuniões de negócios, atendeu cerca de 90 empresas e gerou expectativas de mais de US$ 21 milhões para os 12 meses subsequentes.

“O resultado das rodadas de negócios do ano passado foi muito bom, especialmente se levarmos em conta a estreia do evento totalmente on-line por causa da pandemia do novo coronavírus”, afirmou Aloysio Nunes Ferreira, presidente da São Paulo Negócios.

“O evento deste ano será fundamental para que as empresas brasileiras participem mais ativamente do comércio internacional”, declarou Aline Cardoso, Secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (SMDET).

Programação completa

Palestra de Abertura: Brasil e o comércio internacional pós-pandemia
Data: 4 de maio de 2021
Horário: 16 ÀS 17h
Inscrições até 3 de maio de 2021: http://forms.office.com/r/PqCdzXyT1F

Warm up: Internacionalização e Acesso ao Mercado Americano
Data: 11 de maio de 2021
Horário: 16 às 17h30
Inscrições até 10 de maio de 2021: http://forms.office.com/r/ptKUJJy9nQ

Reuniões com Câmaras e Consulados Datas: 6, 13 e 20 de maio
Reuniões com Câmaras e Consulados
Datas: 6, 13 e 20 de maio
Horário: das 9 às 18h
Inscrições encerradas

Rodadas de Negócios com Compradores Internacionais Datas: 1 a 30 de junho de 2021 Horário: das 9 às 18h
Rodadas de Negócios com Compradores Internacionais
Datas: 1 a 30 de junho de 2021
Horário: das 9 às 18h
Inscrições até 30 de abril: http://forms.gle/Sv3ZaESqbY3XzYR4A

Embraer e Força Aérea Brasileira assinam memorando que visa estudo de aeronaves não tripuladas

A Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB) assinaram hoje um memorando de entendimento que estabelece a cooperação para estudo e avaliação das capacidades necessárias à concepção e o desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado de classe superior, em atendimento às necessidades da FAB.

 “É uma oportunidade ímpar para a Força Aérea Brasileira aprofundar seus estudos em tecnologias disruptivas que possam causar desequilíbrio no cenário atual e futuro”, frisou o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior. “Na guerra moderna é imprescindível a utilização de plataformas aéreas não-tripuladas, operando isoladamente ou em conjunto com aeronaves tripuladas. Tal tecnologia permite reduzir custos e riscos, sem perder a eficácia no cumprimento das missões atribuídas à Aeronáutica.” “

Este estudo é de fundamental importância para a manutenção e a expansão das competências da Embraer no desenvolvimento de sistemas aéreos de defesa com alto teor tecnológico e grande complexidade de integração”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “É ainda uma oportunidade para o contínuo desenvolvimento de novas tecnologias e produtos para a FAB e o Ministério da Defesa, visando a ampliação da capacidade operacional e a garantia da soberania nacional. Um grande desafio para este sistema aéreo certamente será a sua integração e a operação de forma conjunta com outros sistemas e aeronaves, tripulados ou não-tripulados.” 

A cooperação no âmbito deste memorando de entendimento visa o estudo conjunto das necessidades da FAB no contexto de suas missões, bem como o levantamento e a priorização dos elementos operacionais e logísticos relacionados ao desenvolvimento de uma plataforma aérea não tripulada de classe superior e múltiplas capacidades. O desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado superior com tecnologia nacional oferece uma oportunidade relevante para a base industrial de defesa (BID) e suas empresas estratégicas, promovendo o seu desenvolvimento e fortalecendo conhecimentos para o atendimento das necessidades do Estado Brasileiro.

Liga Ventures anuncia parceria com Arien Invest para o lançamento de Programa de investimento em startups

Apoiar estrategicamente, financeiramente e incentivar a fase de crescimento comercial de startups com tecnologias para o setor de infraestrutura e energia renovável. Foi com esse objetivo que a Arien Invest , gestora de recursos em investimentos alternativos, firmou parceria com a Liga Ventures , plataforma que transforma inovação aberta em resultado real, para lançar seu programa – o Arien Infratech .

O programa será destinado a Infratechs que já contam com product market fit, possuem tração, escalabilidade, que tenham receita anual (contratada) igual ou maior que R$ 12 milhões e procuram por um sócio que possa agregar com recursos e capital intelectual em sua operação.

“Queremos oferecer os recursos necessários para que essas empresas consigam desenvolver seus negócios. Gostamos de pensar nos resultados a longo prazo e vemos esse investimento como uma forma de corroborar para o crescimento não apenas das startups selecionadas, mas desse mercado como um todo”, comenta Mario Candido Neto, sócio da Arien Invest.

A escolha das startups é composta de três etapas: Avaliação do Plano de Negócios, que acontece por meio da inscrição eletrônica até o dia 23 de maio, em que todas as informações sobre a startup serão analisadas pelos times da Liga Ventures e da Arien Invest; Conferência de Avaliação, após avaliação inicial e de acordo com os critérios de elegibilidade definidos, serão convocadas as startups mais bem posicionadas para realização de pitch para a equipe de avaliação do programa, na qual serão definidas as finalistas; Visita Técnica (caso possível, dado as regras de distanciamento social) e Avaliação de Documentação Jurídica, a fim de comprovar as informações prestadas nas etapas anteriores.

De acordo com Sérgio Botrel, sócio da Arien Invest, o foco desse projeto é dar total apoio às startups que já tenham recebido aportes anteriores por meio de investidores-seed e que estejam em fase de alavancagem da jornada de crescimento. “Por meio do Arien Infratech, queremos disponibilizar recursos financeiros para empresas com alto potencial de crescimento e retorno, ampliar a capacidade intelectual dos executivos, estimular e implantar as práticas de responsabilidade ambiental, social e de governanças nas empresas investidas, além de prepará-las para novas rodas de capital e oportunidades de negócios”, explica.

A iniciativa terá o suporte do time de especialistas da Liga ventures, que auxiliará na identificação de startups mais promissoras ligadas à cadeia do setor de infraestrutura (logística, mobilidade urbana, saneamento, telecomunicações etc.) e energia renovável (comercializadoras de energia, eficiência energética, operação e manutenção etc.), que forneçam soluções como automação de processos, eficiência operacional, melhoria operacional, aumento da receita ou redução de custos e que gerem captura de carbono com sua operação.

De acordo com Daniel Grossi, cofundador da Liga Ventures, poder ser o parceiro da Arien Invest nesta iniciativa é extremamente convergente com a estratégia da empresa em conectar startups a gestoras de recursos. “Em nosso histórico de mais de 5 anos acelerando startups, é comum fazermos a ponte entre fundos de investimento e nossas aceleradas. A iniciativa foi um processo natural de amadurecimento da atuação da Liga nestas conexões. Sabemos que o investimento é um passo importante e necessário para o crescimento de muitas startups. E temos certeza de que a parceria com a Arien Invest será de muito sucesso, com impacto positivo na jornada de várias empreendedoras e empreendedores”, finaliza.

Os interessados no processo seletivo, podem se cadastrar pelo site arieninfratech.liga.ventures 13 de abril ao dia 13 de junho.

BRQ investe em Advanced Analytics e traz novo diretor executivo, William Nakasone

Com a chegada do profissional, a empresa busca alavancar a cultura de Data Driven já existente para apoiar e entregar um portfólio de transformação digital cada vez mais estratégico para seus clientes

Após se consolidar como uma das principais empresas de tecnologia do país, a BRQ Digital Solutions está investindo em uma estratégia de crescimento cada vez mais robusta. A empresa, que acabou de informar seus planos de IPO, está investindo fortemente no time e anuncia William Nakasone como Diretor Executivo da área de Advanced Analytics.

Com a missão de antever o futuro e posicionar a BRQ não só como líder de Analytics, mas também aportar valor em um portfólio de transformação digital completo, William espera estruturar um time focado em dados para impactar toda jornada de transformação dos clientes.

Precursor do Big Data e Analytics no mercado, Nakasone é reconhecido justamente pela inovação, liderança cooperativa, criação de parcerias estratégicas e ótimo relacionamento com os clientes. O executivo teve passagem por grandes empresas em posições de liderança, como VP of Innovation and Business Development Keyrus Latam na Keyrus Brasil e Country Manager na Ética Software.

“Queremos disputar com os grandes. Estamos nos estruturando para oferecer soluções de transformação digital, a partir da estruturação de dados, realmente inovadores para impactar não só nossos clientes mas todo o mercado”, afirma Willian.

Rodrigo Frizzi, CDO (Chief Digital Officer) a quem o novo executivo irá responder, confirma: “Estamos mais que prontos para crescer e queremos ampliar e evoluir nossas ofertas, além de oferecer soluções digitais da mais alta qualidade pensadas – do início ao fim – para uma nova experiência do consumidor”, ressalta Frizzi.

Nakasone assume a posição de Alexandre Alves que agora atua como CSO (Chief Sales Officer) da BRQ com a missão de liderar um time de vendas com mais de 20 pessoas altamente capacitadas para conectar as soluções de Transformação Digital corretas às necessidades do cliente.

DocuSign amplia presença na América Latina

Embalada pelo crescimento global de mais de 50% em seu último ano fiscal e um expressivo crescimento nos mercados em que atua, dada à adoção de soluções para otimizar os processos de negócios, a DocuSign pretende alçar voos maiores e dá início à expansão na América Latina.

Nesta semana, a empresa, líder global em assinatura eletrônica e gestão de documentos em nuvem, vai abrir oficialmente as operações no México. A base mexicana vai responder ao brasileiro Gustavo Brant, Vice-Presidente da empresa para a América Latina.

Globalmente, a companhia vem comemorando resultados expressivos – aumento de 49% no volume de negócios, com US% 1,5 bilhão de receita. No Brasil, a DocuSign mira a expansão da transformação digital e está de olho em serviços para o setor público. O novo escritório vem com a missão de fortalecer a presença já crescente das soluções da empresa em diversos setores da economia latino-americana.

Google avança rumo à meta de funcionar usando apenas energia sem CO2

Por Sundar Pichai, CEO do Google e da Alphabet

Este ano, assim como muita gente, tenho podido passar mais tempo em espaços abertos – seja levando o cachorro para passear ou fazendo caminhadas com a família. Esse contato próximo com a natureza me faz valorizar ainda mais o trabalho que vem sendo feito para preservar o planeta e protegê-lo para as próximas gerações. Ao mesmo tempo, queimadas e outros desastres climáticos no mundo são um lembrete de que este é um trabalho de extrema urgência.

Hoje comemoramos o Dia da Terra. Por isso, fico feliz de falar sobre os avanços que o Google vem fazendo rumo à nossa meta de operar usando apenas energia sem emissão de CO2 até 2030 – 24 horas por dia, 7 dias por semana . Esse compromisso vai além de sermos neutros em carbono (coisa que já somos, desde 2007) e de compensar nossas operações com 100% de energia renovável (coisa que já fazemos há quatro anos ).

Ao longo da próxima década, temos o objetivo de fazer com que todos os centros de dados, regiões com operações de nuvem, escritórios e campi do Google funcionem usando eletricidade limpa o dia inteiro, o tempo todo. Hoje, tenho o prazer de anunciar que cinco centros de dados (localizados na Dinamarca, Finlândia, e nos estados americanos de Iowa, Oklahoma e Oregon) já estão funcionando com quase 90% de energia livre de CO2.

Avanços rumo a energia limpa 24 horas por dia

Graças sobretudo a novos projetos de energia limpa, temos observado um aumento no uso de energia livre de CO2 em vários lugares onde operamos. Até o momento, o Google já investiu cerca de US﹩ 4 bilhões na compra de energia limpa, vinda de mais de 50 projetos eólicos e solares de todo o mundo, até 2034. No ano passado, muitos desses projetos começaram a funcionar – incluindo centenas de turbinas eólicas e painéis solares novos, que melhoram o desempenho energético de diversos centros de dados do Google.

Um exemplo: uma nova fazenda eólica em alto mar está fornecendo eletricidade para o centro de dados da Bélgica, e novos projetos de energia solar estão abrindo caminho para um aumento de quase 17 pontos percentuais do desempenho livre de CO2 do centro de dados que funciona no estado americano da Georgia. Além de comprar energias renováveis, estamos progredindo rapidamente rumo ao objetivo de contar com energia sem CO2 o tempo todo, graças a outras estratégias. Esse trabalho inclui a adoção de baterias para o backup de centros de dados , avanços no rastreamento de energias limpas ao longo do tempo e a possibilidade de que clientes de Google Cloud escolham regiões com emissões mais baixas .

Apoio a qualquer pessoa que queira fazer escolhas mais sustentáveis

Em setembro, assumimos o compromisso de garantir que nossos produtos ajudem um bilhão de pessoas a fazer escolhas mais sustentáveis até 2022. Em breve o Google Maps irá mostrar, por padrão, a rota com a menor pegada de carbono até o destino pesquisado, e permitirá ao usuário comparar o impacto de CO2 de diferentes percursos. Nos Estados Unidos, os termostatos Nest estão ajudando os clientes a economizar bilhões de quilowatts de energia. E, graças a quase quatro décadas de imagens registradas de todo o planeta, o recurso Timelapse do Google Earth , lançado na semana passada, ajuda todo mundo a entender melhor os impactos das mudanças climáticas.

Nossa meta de CO2 zero é tão ambiciosa quanto outros objetivos que já foram considerados malucos, como construir um computador quântico ou desenvolver um carro autônomo. Nunca estive tão otimista em relação à nossa capacidade coletiva – de governos, empresas e pessoas – de trabalhar juntos e abrir caminhos mais sustentáveis para o futuro do planeta. Vamos continuar liderando e dando exemplos de como fazemos isso em nossas operações, apoiando nossos parceiros e criando produtos úteis e capazes de ajudar a construir um futuro sem emissões, para todos.

Startup de vinhos em lata levanta investimento de R$2 milhões em 19 horas

Lovin chamou a atenção de 322 investidores em rodada realizada pela CapTable. Valor será destinado para aumentar portfólio de produtos e investimentos em marketing

A startup Lovin abriu uma rodada de investimentos pela CapTable, plataforma especializada em investimentos em startups, e captou o valor de R$2 mi em apenas 19 horas. 
A oferta atraiu 322 investidores que puderam se tornar sócios da startup com cotas a partir de R$1mil. A Lovin conta com João Sattamini e Eduardo Glitz como membros do conselho. 


Quebra De Paradigmas


Ao oferecer vinhos em lata, a Lovin entra no embalo de um conceito novo que está se popularizando. Só em 2020 as vendas de vinhos enlatados cresceram 79,2% em relação ao ano anterior. 
Espera-se que o mercado movimente o valor de R$155,1 bi até 2027, com um CAGR (Taxa de Crescimento Anual Composta, na sigla em português) de 10,4% nesse período.


A startup criada no ano passado tem como principal objetivo servir a um público que não é muito acostumado ao consumo desta bebida, mostrando que tomar vinho pode ser mais simples e agradável. 
Os vinhos podem ser adquiridos pelo site da Lovin, ou em marketplaces parceiros. O consumidor pode encontrar dois tipos da bebida: os vinhos branco e rosé. Ambos são vendidos em packs com quatro unidades. 


Destinação Dos Recursos


Metade dos recursos captados via CapTable serão destinados para o capital de giro da empresa. Os 50% restantes irão para o lançamento de produtos e marketing.
No plano de crescimento está a ampliação do portfólio para os próximos seis meses. O aporte garantirá a apresentação de dois lançamentos no próximo semestre. A meta é que haja sete produtos no catálogo em até 18 meses.


Sistema DNVB


A Lovin é uma startup DNVB (Marca Vertical Nativa Digital, na sigla em português). Ou seja, criada e com operação totalmente digital.  A vantagem é que a comunicação com os clientes é feita por meios digitais desde o início da jornada do cliente e se mantém via canais virtuais mesmo com a ascensão da marca. 
Essa forma de negócio também é vantajosa para o consumidor. Pois o produto final sai mais barato para o cliente, já que a empresa economiza com custos que se tornam dispensáveis como os intermediadores de vendas.


Tendência Mundial


Segundo o CEO da Lovin, João Sattamini, quem investiu na startup está aproveitando a onda de inovação do consumo de vinho ao redor do planeta. Os números referentes ao consumo de vinhos no Brasil seguem a tendência mundial de alta no consumo da bebida em lata.
“A Lovin Wine oferece um produto que tem uma demanda que aumenta a cada dia. O mundo está se adaptando a mais essa maneira de consumir vinho”, afirma Sattamini. 
Guilherme Enck, fundador da CapTable, se mostrou confiante no sucesso da startup desde o começo da captação. “Enxergamos que a Lovin chegou ao mercado para quebrar paradigmas e mostrar aos brasileiros um jeito novo de consumir vinhos. A rapidez da captação e a ascensão do segmento no mundo todo são alguns dos sinais que podem indicar que os investidores terão um bom retorno futuro”. 

Os alicerces da comunidade científica para a construção de um mundo mais justo e saudável

Por Paulo Gropp

A atual pandemia do novo coronavírus abriu uma verdadeira cortina sobre o panorama da saúde mundial, colocando em evidência a difícil realidade vivida por milhões de pessoas. Infelizmente tivemos que atravessar uma grave crise sanitária para refletirmos o quão injusto é o nosso mundo em termos de direitos básicos à sobrevivência, levando-se em conta o acesso à saúde, higiene, educação, moradia e alimentação dignos. Fatores estes que, juntos, impactam diretamente no desenvolvimento social e econômico de todos os países.

Avaliando essa perspectiva e buscando o engajamento de grandes empresas e lideranças globais, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou agora em abril, Mês Internacional da Saúde, a nova campanha “Construir um mundo mais justo, equitativo e saudável”. Esse chamado, sem dúvida, desperta a consciência dos que ainda não haviam se perguntado sobre qual seria sua contribuição para esta nova realidade que viveremos após vencermos a COVID-19. Um mundo mais justo, humano, empático e unido. Utópico? Não, se cada um fizer a sua parte, como já estamos vendo acontecer.

Diversos setores da área da saúde têm trabalhado incansavelmente, tanto na linha de frente de combate ao SARS-CoV-2, tratando os infectados e criando ações de conscientização, quanto na base e retaguarda das pesquisas e desenvolvimento de soluções aliadas à tecnologia, que possam contribuir como um todo.

Imagine poder mensurar, por meio de testes, o potencial de imunização da população que recebeu as diferentes vacinas disponíveis e saber se estamos no caminho certo ou qual delas é a mais eficaz e por qual motivo. Ou então, poder avaliar o potencial prognóstico da COVID-19 nas pessoas infectadas, se elas terão um quadro leve ou grave, e então, direcioná-las para o melhor tratamento. Imagine chegar a um pronto-atendimento com sintomas comuns a várias doenças respiratórias, como febre, tosse e dor de cabeça e por meio de uma ferramenta laboratorial, em menos de uma hora, saber exatamente qual o patógeno que está presente no organismo do paciente, causando o quadro infeccioso, e partir disso direcionar para o tratamento preciso e eficaz, diminuindo, inclusive, seu tempo no hospital, internações e medicamentos desnecessários.

Imaginou? Pois isso já é uma realidade e é por ela que as empresas de pesquisa, que desenvolvem soluções aliadas à tecnologia, têm trabalhado desde o começo. Muitas atenderam ao chamado da OMS antes mesmo de ser anunciado e estão nessa missão desde o início, pois sabem que somente a ciência é capaz de dar o respaldo para, juntos, vencermos essa crise e os demais desafios que ainda estão por vir.

Paulo Gropp, vice-presidente da multinacional alemã especialista em tecnologia para diagnósticos moleculares QIAGEN, na América Latina.

Pagar.me abre mais de 30 vagas para as áreas de tecnologia e comercial

Enquanto a pandemia tem impactado negativamente as atividades de serviços como um todo, o setor de tecnologia cresceu, puxado, principalmente, pelo avanço do home office, do comércio eletrônico e pela a urgência das empresas de digitalizar suas operações. O Pagar.me, por exemplo, empresa do Grupo Stone Co. focada em tecnologia de pagamentos digitais, tem previsão de contratação de mais de 200 pessoas neste primeiro semestre. Atualmente, são 30 vagas abertas nas áreas comercial e tecnologia.

As vagas estão disponíveis no portal http://boards.greenhouse.io/pagarme/ e pessoas de qualquer lugar do Brasil podem se inscrever, já que todo o processo seletivo e de onboarding são realizados on-line. Além disso, especialmente no caso das posições de tecnologia, o trabalho também seguirá de forma remota.

As vagas contam com salário fixo + variável relacionada ao cumprimento de metas, no caso dos profissionais da área comercial. Além disso, a empresa oferece vale alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia.

“Buscamos pessoas com energia e disposição para nos ajudar a construir tecnologias que facilitem a vida dos nossos clientes – que são nossa razão de ser -, alinhadas aos valores da companhia e que tenham o desejo de empreender com o Pagar.me. O setor da tecnologia é extremamente promissor, o crescimento do nosso time em todos os cantos do país é mais uma prova disso”, afirma Rodrigo Rolim, Líder de Gente.

Passo a passo jurídico para quem quer abrir uma startup

Num mundo cada vez mais competitivo e empreendedor, ter uma “grande ideia” não garante o sucesso para a criação, consolidação e crescimento de uma startup. Muitos jovens, em sua maioria, sonham em transformar sua ideia em um unicórnio, mas começam sua trajetória sem uma base jurídica sólida que garanta a estruturação do seu negócio, que começa sempre pequeno, mas com a promessa de se tornar grande.

Consultamos o advogado Enricco Crisostomo Pasquali, da equipe do DMGSA – Domingues Sociedade de Advogados, especialista em Direito Societário, para apresentar um passo a passo com os seis cuidados jurídicos básicos para quem está pensando em criar a sua startup.

  1. Proteja o nome e a marca da sua startup.

Consulte e registre com antecedência o nome e a marca da sua empresa na Junta Comercial e no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Isso lhe conferirá a devida proteção do nome da empresa em nível estadual, e da marca em nível nacional.

  1. Defina o tipo de sociedade que será estabelecida por você e seus sócios.

Atualmente, o tipo societário mais usado pelas startups brasileiras é a sociedade limitada (LTDA), que desde 2019 pode ser constituída por um único sócio. Esse tipo societário permite que a empresa adote o regime tributário do Simples Nacional (o mais benéfico de todos) e exige menos burocracias no dia a dia.

Já a sociedade por ações (S/A) passa a ser uma opção geralmente para startups em um estágio mais avançado, por possuir maior aceitação de investidores institucionais e qualificados, como fundos de investimento, e pelo fato de possuir uma tributação favorecida sobre o investimento que o investidor venha a aportar na empresa – a não tributação do ágio.

  1. Atenção especial para o Contrato Social ou Estatuto Social.

Esses são documentos primordiais para a criação de uma startup. O Contrato Social, para as sociedades limitadas, ou o Estatuto Social, para as sociedades por ações, estabelece as principais regras que regerão o relacionamento dos sócios, de modo a evitar divergências futuras de interpretação e disputas societárias.

Por serem públicos, pela necessidade de arquivamento na Junta Comercial, nesses documentos devem ser contemplados os requisitos básicos contidos em lei, como a correta definição do capital social, as regras de funcionamento da administração e as hipóteses de dissolução e liquidação da empresa, tudo escrito da forma mais sucinta e clara possível.

  1. Não ignore o Acordo de Sócios.

Ao contrário do Contrato ou Estatuto Social, que são documentos públicos registrados em Junta Comercial, o Acordo de Sócios é um documento particular de interesse exclusivo dos sócios. Nele, devem ser complementadas as disposições do Contrato ou do Estatuto Social, prevendo, de forma específica, as regras de admissão, retirada e exclusão de sócios e a metodologia para avaliação da participação societária na ocorrência desses casos (valuation), o quórum para aprovação das diferentes matérias de interesse da empresa e regras para alienação das participações societárias (como o direito de preferência na compra da participação dos sócios, caso um sócio queira vende-la). Estas matérias são meramente exemplificativas, variando de caso a caso.

  1. Escolha com cautela o seu objeto social (CNAE) e providencie os registros nos órgãos necessários.

A atividade econômica definida precisa estar bem alinhada com o CNAE e o objeto social descritos no Contrato ou Estatuto Social da startup. Conforme a atividade econômica escolhida, a startup necessitará de registros junto aos órgãos reguladores do setor, como o Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX), para quem vai atuar no comércio exterior, e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI), para determinadas atividades imobiliárias.

  1. Garanta o sigilo da sua ideia nos contratos com terceiros.

Pelo fato de a startup geralmente prestar um serviço ou desenvolver um produto disruptivo, atrelado a uma ideia inovadora, o empreendedor deve sempre ter em mente a proteção de certas informações ou dados confidenciais relativos ao seu negócio, que, quando acessados por terceiros, como desenvolvedores, investidores e bancos, deve haver o cuidado de que estes não venham a divulgar tais informações a outras pessoas ou utilizá-las em benefício próprio. Nesses casos, recomenda-se a assinatura de um Acordo de Confidencialidade, que tem por finalidade proteger as informações estratégicas e sigilosas da empresa, obrigando os terceiros que tiverem acesso às informações a manter o mais absoluto sigilo sobre elas, sob pena de responderem pelo descumprimento.