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Concentrix tem 700 vagas abertas

A Concentrix, multinacional de soluções de customer experience, está com 700 vagas abertas na capital paulista para contratação neste mês de outubro. As oportunidades são para posições de agente de atendimento (voz, e-mail e chat), e todo o processo de recrutamento é realizado virtualmente. Até o fim do ano, a empresa também vai abrir mais 1.500 vagas.

Os requisitos variam de acordo com cada vaga. Ter inglês fluente e ensino superior são obrigatórios para candidatar-se para algumas posições, porém há outras funções que não necessitam dessas exigências. Outro ponto positivo é a oportunidade para jovens que ainda não tiveram experiências profissionais e buscam desenvolvimento de carreira.

Os candidatos contratados contarão com assistência médica, seguro de vida, assistência odontológica, vale refeição/alimentação, vale transporte, parceria com universidades e escolas de idiomas, entre outros benefícios.

Os interessados em participar da seleção devem acessar o site da Concentrix https://careers.concentrix.com/latam/brazil ou pesquisar pela empresa em sites de emprego. Os candidatos também podem acompanhar novas oportunidades nas redes sociais da empresa: @concentrixbr.

2020: o easter egg do mercado de games e mobile

Por Antonio Affonseca, general manager da Liftoff para o Brasil

Se há algo que vamos nos lembrar quando falarmos de 2020 será o distanciamento social ao qual tivemos que nos submeter. E, até por causa desta característica, há outro fator que marcou este ano: a alta dos games para mobile. Nunca antes os jogos de celular foram tão baixados e o faturamento desse setor nunca esteve tão alto quanto neste momento. Um estudo da Techjury.net aponta que 43% do tempo de uso dos smartphones são para essa finalidade. A quarentena influenciou as pessoas a passarem mais tempo se dedicado ao entretenimento online, em substituição a eventos ao ar livre.

Esse mesmo levantamento revela que o mercado de Mobile Games movimentará quase US ﹩80 bilhões em 2020, globalmente. Um dos fatores desse aumento pode ser verificado pelo incremento de 24% nas transações in-app em jogos de 2020, em comparação com 2019. De todos os downloads feitos, jogos representam de 20 a 25%, tanto em Android quanto em iOS.

Na quarentena, as pessoas passaram a usar mais seus celulares, o que levou a um aumento na instalação de aplicativos. O cenário gerou um aumento no número de impressões, o que reduziu o CPM (custo por impressões). Esse valor de CPM abaixo do padrão foi rapidamente explorado pelas empresas. O índice de downloads foi exponencial.

No entanto, a audiência não conhecia muito bem os apps, o que, na contramão desse fluxo, gerou uma proporcional taxa de desinstalação (algo categorizado por nosso setor como baixa retenção). Essa oportunidade nos CPMs também foi muito bem explorada pelo setor de e-commerce, que viu nessa oportunidade um potencial de alavancar suas vendas on-line em substituição às quedas nas vendas das lojas físicas.

Uma das preocupações, em um segundo momento pós-instalação de múltiplos aplicativos, é a retenção do usuário. Após baixar, experimentar e se acostumar a usar um aplicativo X, o usuário acaba desinstalando outros aplicativos da mesma categoria. Esse processo costuma ser classificado em algumas etapas: descoberta, retenção e, por fim, monetização. Esse último estágio varia bastante de formato, conforme o país ou a região. Atualmente, já se nota uma desaceleração nos downloads, talvez devido à flexibilização no isolamento e à ligeira retomada da vida social.

Ao entrar em detalhe sobre o mercado na América Latina, percebe-se que a região possui o menor CPI dentre todas as outras regiões, algo avaliado como positivo, ao mesmo tempo em que possui os menores ROAS (retorno de investimento em publicidade) e retenção, obviamente fatores desfavoráveis. O mercado em si é bem desafiador, o consumidor é exigente e a adesão a opções freemium é bem alta. Em geral, as compras in-app em jogos são baixas e, por causa disso, é mais comum que a monetização seja feita por publicidade. Concluindo, devido a esses desafios, se um jogo emplaca com o usuário latino-americano, será possivelmente bem-sucedido em qualquer outro lugar.

Atualmente, o mercado de marketing para aplicativos conta com modelos de otimização para a monetização dos jogos levando em consideração tanto a receita por publicidade (Ads Revenue) quanto os “eventos” de compras (CPA ou ROAS). Para que isso aconteça, é preciso investir em ações de retenção – fatores responsáveis pelo aumento da exposição à publicidade – que, consequentemente, incrementam receita.

Recentemente, divulgamos nosso relatório anual com foco nesse tema – o “Mobile Gaming Apps Report” – com dados globais sobre esse segmento, inclusive com abas específicas para o consumo brasileiro. Foram analisados 314 milhões de engajamentos de anúncios, mais de 303 milhões de instalações e 6,5 milhões de compras em 697 apps de jogos entre junho de 2019 e maio de 2020.

Para não atribuir essa alta somente à quarentena, outro relatório de relevância para o setor – o “Hyper Casual Gaming in 2020”, da Adjust – mostrou que o crescimento dos downloads começou mesmo antes da declaração da pandemia global. Tais dados só nos levam a crer que, seja em casa ou nas ruas, o mercado de jogos se encontra em plena ascensão mundialmente.

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Número de desbancarizados no Brasil caiu 73% durante a pandemia, indica Mastercard

Segundo o novo estudo “Aceleração da inclusão financeira durante a pandemia da Covid-19” realizado pela Americas Market Intelligence em parceria com a Mastercard, o número de brasileiros desbancarizados, ou seja, que não possuem conta em bancos e fintechs, diminuiu 73% nos últimos cinco meses. Esse aumento se dá, principalmente, pela necessidade dos brasileiros em utilizarem serviços online para realizarem suas transações, por conta do distanciamento social.

O estudo, realizado com consumidores do Brasil, México, Argentina e Colômbia, mostra que os primeiros subsídios governamentais foram essenciais para aumentar o acesso ao sistema bancário em toda a região. O Auxílio Emergencial no Brasil, o Ingreso Solidario na Colômbia e o Ingreso Familiar de Emergencia da Argentina impulsionaram a criação de contas bancárias pelos usuários para o depósito do auxílio. O estudo revela que devido aos programas de benefícios sociais criados para minimizar os impactos da Covid-19, a população não bancarizada em toda a América Latina teria sido reduzida em 25%.

O Auxílio Emergencial, entregue pelo Governo Brasileiro, sofreu mudanças importantes desde sua implementação em maio desse ano. A criação de uma norma que proíbe a transferência ou saque da conta por 30 dias foi um divisor de águas na forma como os consumidores estavam utilizando o benefício. Enquanto em maio menos de 5% das transações eram realizadas de forma digital e cerca de 35% das transações eram de saque, em agosto, as transações digitais realizadas pelo aplicativo atingiram a marca de 63% e os saques caíram para 15%.

Além disso, a quarentena estimulou o comércio eletrônico e o uso de novas tecnologias pelos consumidores brasileiros. Por meio de fintechs e bancos digitais, os pagamentos por aproximação e pagamentos em tempo real, passaram a fazer parte do cotidiano da população. A pandemia também mudou a relação do brasileiro com suas finanças pessoais e o planejamento de longo prazo: o foco na poupança, tradicionalmente associado à riqueza, se estendeu para famílias de baixa renda.

“Acreditamos que a inclusão financeira e digital ajuda as pessoas a prosperarem, serem mais produtivas e viverem com mais estabilidade. A chave para o crescimento da inclusão financeira – e, consequentemente a redução do uso do papel moeda- é o aumento da inclusão digital, que deve desempenhar um papel importante nos esforços de recuperação pós pandemia”, afirma João Pedro Paro Neto, Presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.

América Latina e Caribe
Um levantamento do Banco Mundial indicou que apenas 55% de adultos latino-americanos – 207 milhões de pessoas – possuíam conta em instituições financeiras em janeiro de 2020. Devido aos auxílios disponibilizados e o maior acesso à fintechs e bancos digitais, 40 milhões de pessoas na América Latina criaram contas em instituições financeiras nos últimos cinco meses. No Brasil, a população desbancarizada foi reduzida em 73%, enquanto Argentina diminui 18% e Colômbia 8%, resultados expressivos em apenas cinco meses.

Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada na América Latina entre junho e agosto de 2020, focada, principalmente, nos consumidores do Brasil, México, Argentina e Colômbia. O estudo consiste numa intensa avaliação de dados divulgados por governos e instituições financeiras, bem como entrevistas com 18 instituições financeiros, incluindo os mais tradicionais bancos e fintechs dos quatro países.

SiteMercado, do Grupo iFood, abre 80 vagas para área de tecnologia e produto

O SiteMercado, líder em e-commerce para supermercados no Brasil que faz parte do Grupo iFood, está com 80 vagas para contratação imediata de diversos níveis na área de tecnologia e produto. Entre as posições abertas estão analista de dados, UX designer, desenvolvedor(a) Full Stack, desenvolvedor(a) mobile, coordenador(a) técnico(a). Para conferir mais detalhes sobre as vagas, é só acessar vagas.sitemercado.com.br e enviar o currículo para vagas@sitemercado.com.br .

“Crescemos mais de 200% nesse último ano, chegando a mais de mil parceiros, e ainda há um grande potencial de crescimento do setor de mercado, frente a necessidade de digitalização. Estamos fortalecendo nosso time de tecnologia para dar continuidade aos nossos planos de expansão e diferenciação. As oportunidades estão concentradas em São José do Rio Preto e região, mas estamos abertos a possibilidade de trabalho remoto. Com isso, talentos de todo o Brasil podem se candidatar”, afirma Davi Costa, fundador da empresa.

O SiteMercado é uma plataforma brasileira que atua há 5 anos no mercado, liderando o e-commerce para supermercados no país. Recentemente, passou a integrar o Grupo iFood, foodtech líder na América Latina, e juntas, as empresas vão ajudar mercados de diversos tamanhos a se digitalizarem, oferecendo soluções em tecnologia e inteligência artificial para alavancar seus negócios. Todo trabalho de padronização do catálogo de produtos é feita pela empresa, que hoje conta com uma base de mais de 250 mil produtos com foto e outras informações para auxiliar o consumidor final na compra e também otimizar o tempo de ativação da loja online do supermercado.

Kaspersky e Grupo UOL firmam parceria para soluções de cibersegurança

A Kaspersky, empresa global de cibersegurança, acaba de firmar uma parceria com o Grupo UOL, maior grupo brasileiro de conteúdo e tecnologia, e passará a fornecer sua expertise para a nova versão do UOL Segurança Digital, que oferece uma solução completa de cibersegurança. Inicialmente, o acordo assegura que todos os assinantes do produto passarão a ser protegidos pela Kaspersky.

A nova versão do UOL Segurança Digital, desenvolvida em parceria com a Kaspersky, estará disponível em todas as plataformas (Windows, Android, Mac) e já oferece recursos de proteção contra ciberataques, como phishing e malware, e funções adicionais, como o rastreio de dispositivos roubados ou perdidos. Em breve, os produtos de gerenciador de senhas para acesso seguro e controle parental para cuidar da navegação online de crianças também estarão no portfólio de segurança do UOL.

Outro diferencial é a contratação via assinatura, um modelo de aquisição de serviços a que as pessoas estão cada vez mais acostumadas a fazer, com o custo de R﹩ 49,90 por ano, sendo possível parcelar esse valor em até 6 vezes.

“Estamos muito felizes em oferecer a melhor opção de segurança digital do mercado para nossos clientes, em parceria com a Kaspersky. O novo produto chega em um momento crucial para garantir que as pessoas naveguem com tranquilidade pelo ambiente digital e estejam protegidas a todo instante”, comenta Marcelo Varon, diretor de produtos digitais do Grupo UOL.

“O UOL é sinônimo de internet no Brasil e se consolidou como o maior grupo brasileiro de conteúdo, tecnologia, serviços e meios de pagamentos digitais, e ainda tem uma longa tradição em segurança. A parceria com a Kaspersky visa manter esta referência que já existe há tantos anos. Estamos muito felizes e honrados em trabalhar com eles neste projeto e queremos que o novo UOL Segurança Digital amplie a presença da empresa no País”, afirma Renato Moura, diretor de serviços de valor agregado da Kaspersky.

Novos projetos de SAP S/4 HANA puxam crescimento da SAP Brasil no trimestre

A SAP Brasil registrou mais um forte crescimento no terceiro trimestre de 2020, mantendo o ritmo dos negócios registrado no primeiro semestre, já sob os impactos da crise da Covid-19. O principal fator de fortalecimento está  na estratégia de aproximação com os clientes para ajudá-los em seus projetos imediatos e, principalmente, no planejamento das operações para a retomada dos negócios com o arrefecimento da crise do novo coronavírus.Em comparação com o mesmo período do ano passado, a empresa registrou crescimento de dois dígitos no fechamento de novos contratos de implementação do ERP digital SAP S/4HANA na nuvem e três dígitos na venda de novas licenças.

O trimestre também foi marcado pelo fechamento de novos projetos de implementação do SAP Business One, sistema de gestão digital para empresas em crescimento, com avanço de dois dígitos. A adoção de soluções na nuvem, em especial para integrar processos e desenvolver soluções diretamente relacionada ao modelo de negócios, impulsionou a adoção da SAP Cloud Platform (SAP SCP). As empresas também estão buscando maior sustentabilidade em seus processos de compras e relacionamento com fornecedores, impactando em três dígitos novos projetos na nuvem com as soluções do portfólio SAP Ariba.

“Registramos mais um trimestre muito positivo para a operação da SAP Brasil, marcado por grandes contratos com grandes empresas, mas também projetos com empresas menores que estão usando a tecnologia como habilitadora para seus projetos de negócios. O que temos visto é que as empresas estão priorizando seus processos de transformação digital e conciliando-os com seus planos de crescimento no médio e longo prazo. Elas têm adotado soluções que vão além da digitalização do back office, integrando seus processos de gerenciamento de compras e da cadeia de suprimentos, gestão de capital humano e buscando uma plataforma que ofereça capacidade de desenvolvimento com base nas necessidades dos negócios”, explica Adriana Aroulho, presidente da SAP Brasil.

O setor de maior crescimento no período foi o de petróleo & gás, impulsionado por um novo contrato com a Petrobras. A multinacional brasileira de energia e uma das maiores empresas de óleo e gás do mundo está acelerando a transformação digital, em parceria com a SAP, e deu um passo importante com a adoção do SAP S/4HANA. Agora, como parte de um roteiro de digitalização de cinco anos, a gigante do petróleo e gás está se voltando para a implementação dos sistemas SAP Ariba, SAP Concur, SAP Analytics Cloud, SAP HANA Enterprise Cloud e SAP IBP, entre outros, para apoiar seu crescimento, simplificar a arquitetura de sistemas agregando valor e tornando-se mais enxuta.

O trimestre também voltou a registrar projetos importantes no setor de telecomunicações, como o da Algar Telecom, uma das maiores empresas de telecomunicações do Brasil com mais de 1,3 milhão de clientes, que está transitando para economia digital e fazendo parceria com a SAP pela primeira vez. A empresa está adotando uma combinação de soluções como SAP S/4HANA Cloud, SAP Cloud Platform, SAP Ariba e SAP Digital Supply Chain para desenvolver completamente seus processos principais, transformar sua estratégia de compras e gerenciar seus requisitos de cadeia de suprimentos, tudo sob uma plataforma escalável, confiável e unificada.

O setor varejista segue sendo um dos que mais demandam novos projetos, como parte da estratégia de digitalizar a operação para responder às novas demandas dos consumidores. Neste segmento, a C&C Casa e Construção, um dos maiores varejistas do setor de reformas domésticas do Brasil, recorre à SAP para apoiar sua estratégia de crescimento e se tornar uma empresa inteligente. A empresa, com 39 lojas em 3 estados, adotou o SAP S/4HANA e outros produtos para unificar todas as suas aquisições em uma plataforma robusta e escalável e contar com acesso às informações em tempo real para permitir consolidar as operações, melhorar a gestão e tomar melhores decisões de negócios.

A migração para o SAP S/4HANA também faz parte da estratégia de crescimento da Natura & Co, 4º maior grupo de beleza pure play do mundo, iniciou sua transformação digital há alguns anos com a SAP como parceira de confiança, investindo em tecnologias avançadas, melhores práticas e processos integrados de negócios. Após a aquisição da Avon, a integração se concentrará na migração do SAP S/4 HANA como o sistema de gestão confiável para integração com outras soluções como SAP Ariba, SAP Warehouse Management e SAP Analytics para aperfeiçoamento da gestão da cadeia de suprimentos.

Grupo Boticário, maior franqueador do Brasil e um dos líderes em cosméticos no País, está confiando na SAP para apoiar seu plano de crescimento agressivo. A empresa, com mais de 4.200 lojas e presença em 15 países, está atualizando sua plataforma ERP para SAP S/4HANA para ter maior agilidade, flexibilidade, confiabilidade e informações em tempo real. Cliente de longa data da SAP, o Grupo também adotou o SAP Extended Warehouse Management para melhorar a logística e suportar as mais avançadas operações dos seus centros de distribuição, em conjunto com o SAP Advanced Track and Trace para uma gestão mais precisa dos pedidos.

Riachuelo, rede de varejo com mais de 320 lojas no Brasil e parte do Grupo Guararapes – maior grupo de varejo de moda do país – vem trabalhando em sua transformação com forte investimento em tecnologia e na operação. A empresa atualizou a plataforma SAP S/4HANA, recém-adquirida, para incluir um motor principal especializado para apoiar a indústria da moda e adotou o SAP Extended Warehouse Management para integrar as áreas de manufatura, varejo e finanças, levando suas operações ao próximo nível de excelência.

Fornecer a experiência digital certa ao cliente é fundamental no relacionamento das empresas com a sua base de clientes e essa demanda foi impulsionada pela crise da Covid-19. No Brasil, a montadora francesa Renault atualizou recentemente seu pacote SAP Customer Experience para fornecer aos clientes que compram um carro online uma experiência ainda mais integrada e relevante. A solução da SAP também ajudará a empresa a se concentrar na continuidade de negócios, tornando a operação mais ágil e eficiente para atender às demandas e, ao mesmo tempo, obter economia.

Dando continuidade aos projetos de modernização com as soluções da SAP, a Atento – maior provedora de serviços de CRM e BPO da América Latina e entre as 5 maiores do mundo – continua seu roadmap de transformação com a SAP. A empresa, com uma base de 135 mil funcionários, está implementando o SAP SuccessFactors para unificar seus processos de RH globalmente, procurando aumentar a eficiência operacional e automatizando tarefas manuais para garantir a precisão dos dados, respeitando as diferenças regionais nos 16 países em que opera.

SAP acelera a transição para a nuvem e tem como meta mais de € 22 bilhões em receitas na nuvem até 2025

No terceiro trimestre, o backlog de cloud acumulou 10% ano a ano, para € 6,60 bilhões em meio aos contínuos efeitos do COVID-19 nos negócios em nuvem da SAP. A receita da nuvem cresceu 11% ano a ano para € 1,98 bilhões (IFRS), um aumento de 10% para € 1,98 bilhões (não-IFRS) e de 14% (não-IFRS em moedas constantes). As receitas de transações continuadas mais baixas, especialmente no Concur, impactaram negativamente o crescimento da nuvem em 6 pontos percentuais. A receita da nuvem das ofertas SaaS / PaaS da SAP, que não pertencem ao conjunto de soluções de Intelligent Spend Management, e sua oferta IaaS cresceram 26% e 24% (não IFRS em moedas constantes), respectivamente. A receita de licenças de software caiu 23% ano após ano para € 0,71 bilhões (IFRS e não IFRS) e 19% (não IFRS em moedas constantes). A receita de nuvem e software caiu 2% ano a ano para € 5,54 bilhões (IFRS e não IFRS) e aumentou 2% (não IFRS em moedas constantes). A receita total caiu 4% ano a ano para € 6,54 bilhões (IFRS e não IFRS) e estável (não IFRS em moedas constantes)

“A COVID-19 criou um ponto de inflexão para nossos clientes. A mudança para a nuvem, combinada com uma verdadeira transformação de negócios, tornou-se uma obrigação para as empresas, para ganhar resiliência e posicioná-las para sair mais fortes da crise. Junto com nossos clientes e parceiros, iremos inovar e reinventar a maneira como os negócios funcionam em um mundo digital. A SAP vai acelerar o crescimento na nuvem para mais de € 22 bilhões em 2025 e expandir a participação da receita mais previsível para aproximadamente 85%”, declara Christian Klein, CEO da SAP.

América Latina mantém crescimento impulsionado pela adoção de soluções na nuvem

Na América Latina a SAP registrou o 21º quarter consecutivo de crescimento na nuvem, com aumento de dois dígitos no trimestre. O contexto de incerteza e a necessidade de continuidade dos negócios impulsionada pela pandemia acelerou a migração para soluções em nuvem. Além dos projetos em cloud, Brasil e México se destacaram neste trimestre pelo desempenho na venda de software on-premise. E nesta área, o crescente interesse na modernização e na mudança para a transformação digital foi demonstrado pelo crescimento de dois dígitos na adoção do ERP de próxima geração SAP S/4HANA, que está agregando cada vez mais novos clientes ao seu portfólio.

“As empresas da região têm demonstrado que com a adoção de tecnologia podem ser ágeis, resilientes e adaptáveis, três virtudes que, como evidenciado nos últimos meses, são essenciais para superar qualquer desafio”, disse Cristina Palmaka, presidente da SAP América Latina e da Caribe. “É verdade que navegamos em um cenário de muita incerteza, mas também repleto de desafios: a inovação e a transformação digital são ferramentas fundamentais para competir e vencer no contexto vertiginoso que nos é apresentado”, acrescentou.

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Como a tecnologia está ajudando a revolucionar o agronegócio do Brasil

Por Romulo Cioffi, Vice-Presidente de Operações do Grupo Squadra 

Veículos autônomos, redes complexas com dispositivos interagindo de forma automática e sistemas inteligentes ajudando a predizer cada passo das operações. Se você acha que estamos falando de uma fábrica ou cidade do futuro, saiba que não é nada disso. Essas são apenas algumas das inovações que estão levando o agronegócio a uma verdadeira revolução digital nos últimos anos, transformando completamente a produção. 

A inovação no campo, portanto, é uma grande notícia. Ainda mais quando destacamos a importância do setor agro para a economia de nosso País. Hoje, o segmento é responsável por movimentar cerca de R$ 1 trilhão por ano, o que representa mais de 20% de todo o Produto Interno Bruto nacional. Além disso, quase 40% dos empregos criados no Brasil têm relação direta ou indireta com a indústria do campo. 

Isso significa que a utilização cada vez mais efetiva da tecnologia é um caminho prático para impulsionar os resultados do segmento e, consequentemente, da indústria brasileira como um todo. Mais do que isso: em tempos como os atuais, diante da crise aberta pela pandemia do coronavírus, a modernização e globalização da economia agropecuária pode representar uma chance prática para sustentar a retomada real da atividade interna. 

Para isso, no entanto, é preciso que as soluções mais inovadoras – como as aplicações de Internet das Coisas (IoT – de Internet of Things, em inglês) – cheguem de forma efetiva aos mais diversos elos da cadeia de produção agroindustrial. Simplificar o acesso às novidades e permitir que elas sejam, de fato, otimizadas para atender a rotina dos produtores são dois passos essenciais para gerar valor real a partir da inovação. 

Não por acaso, segundo dados do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), as aplicações de Internet das Coisas deverão gerar até US$ 132 bilhões à economia do Brasil, sendo o campo um dos maiores focos desse investimento – ao lado de verticais como saúde, cidades e fábricas. 

Mas o que, afinal, esse conceito tecnológico agrega para o campo? A resposta é simples: o uso de recursos de IoT no campo permitirá cada vez mais a automação de diversas etapas cotidianas do trabalho – como por exemplo, a colheita, o plantio, o manejo do gado e o comércio de carne – reduzindo desperdícios e maximizando os resultados. Com essa tecnologia será possível, entre outras medidas, conectar várias soluções utilizadas para monitoramento do campo, ampliar o uso de sensores de georreferenciamento que permitam, por meio de Inteligência Artificial, sugerir decis& otil de; es es pecíficas para o produtor e muito mais.  

Como resultado, a real expansão das ferramentas de Internet das Coisas nas fazendas e pastos irá abrir caminho para que os gestores sejam capazes de analisar e aprimorar rapidamente as condições de solo e estágios da produção, entre outros fatores, e implementar um novo modelo de rastreabilidade dos produtos. Desse modo, podem reduzir os custos, antecipar a tomada de decisões, otimizar os investimentos e, ainda, garantir mais segurança aos compradores. 

Para os clientes, por sua vez, a implementação de tecnologia inteligente nas lavouras significará uma nova era de confiança em relação aos produtos – será mais fácil saber que tipo de defensivo agrícola foi usado, de onde veio o produto, qual o caminho logístico percorrido até o mercado. Além disso, o uso de informações precisas e em tempo real resulta em um imenso benefício sustentável, pois possibilita o uso mais racional e eficiente de insumos, água e até mesmo de áreas para plantio. 

Em um momento marcado pelas oscilações e mudanças, garantir maior acesso e conhecimento dos produtos à tecnologia é um fator chave para impulsionar o que chamamos, hoje, de agricultura 4.0 – elevando a inteligência das operações como um todo. É preciso usar a TI como ferramenta para mitigar ameaças e agilizar a conquista de novas oportunidades para que toda a cadeia do agronegócio seja cada vez mais produtiva. 

Atualmente, esse movimento já existe e deve ser ressaltado. Por isso, é fundamental trabalhar para aproximar quem desenvolve novas soluções tecnológicas de quem gerencia as atividades agroindustriais. Incentivar a conexão entre empresas e produtores é o próximo passo para elevar a qualidade do negócio agropecuário brasileiro. Acho que ninguém duvida que o agronegócio brasileiro já é uma potência mundial e com a tecnologia pode ir muito além.  

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Como manter a identidade visual em uma Startup em crescimento

Por Ramon Marques, Diretor de Arte Sênior da Printi


A identidade visual de uma marca é muito importante, é através dela que seu posicionamento e identificação ficam evidentes para os consumidores. Quantas não conseguimos identificar só de ver um logo, uma letra, a fonte ou até mesmo a cor?

O design tem sido um diferencial em um mundo cada vez mais competitivo para as empresas, por isso a identidade visual precisa ser levada a sério em todas as áreas, produtos e comunicados. Manter uma uniformidade na identidade visual em todos os pontos de uma companhia é um desafio, principalmente em uma startup em crescimento. À medida que ela cresce e aumenta a demanda da área de design, a tendência é que haja uma dispersão da unidade visual ou até mesmo um maior tempo de criação.

Quanto mais a área cresce e contrata novos designers, aumentam as ideias de tipografias e padrões, resultando em mais variedade, o que não é exatamente bom para a identidade visual da marca. Ter uma espécie de âncora para definir o foco das peças é fundamental para manter uma unidade em uma área onde a criatividade e as possibilidades são infinitas.

Para ajudar a manter essa unidade e facilitar a utilização da identidade visual por todas as áreas, muitas empresas têm adotado o Design System, um conjunto de padrões de design com o objetivo de manter a consistência visual e funcional. Esse sistema ajuda não só a manter a unidade, como também auxilia a agilizar e facilitar o processo criativo dos designers e no entendimento das demais áreas sobre a identidade da marca.

Desenvolver esses pilares e padrões bem estabelecidos com o objetivo de manter um norte na hora de desenvolver novos componentes é uma das chaves para manter a unidade. Pode parecer simples, mas demanda uma análise de toda a identidade visual da startup para que ela não se perca e seja bem representada, ao mesmo tempo que não engesse o processo criativo e permita a versatilidade.

Aqui na Printi, por exemplo, conforme a empresa cresceu e passou de uma Startup para uma Scale-up, vimos a necessidade de definir pilares para guiar o processo criativo e suportar o aumento das demandas internas e externas. Implantamos o Design System não só como um produto interno, mas também para nossos clientes. Todos os itens comercializados pela empresa são personalizáveis, ou seja, podem ser customizados de acordo com a demanda do cliente. Muitas vezes isso exige um trabalho do nosso time de designers, seja para adaptar a ideia do consumidor ou até mesmo para criá-la do zero.

Para auxiliar o processo criativo do nosso time, desenvolvemos um conceito chamado “Peça por Peça” no qual enxergamos a construção de um design coeso como um quebra-cabeças. Dentro deste conceito, consideramos 5 pilares, que juntos e em harmonia contribuem para a criação, são eles: o Conceito artístico, o norte da criação; Elementos em harmonia, coesão entre os elementos que compõem a peça; Qualidade do elemento, o encaixe da peça com o resto dos elementos; e o Designer como dono, o designer cria as peças e todo o design.

Com essa estruturação conseguimos agilizar o processo de criação e manter uma unidade em nossos produtos. Além disso, o nosso Design System e nosso conceito “Peça por Peça” nos permite criar e inovar com mais eficiência nas demandas dos clientes.

Ter uma identidade visual coesa é importante para todas as empresas, inclusive para as Startups. Essa identidade pode sofrer variações de acordo com o tempo e o crescimento da empresa, isso é normal e esperado. O importante é que ela reflita o posicionamento, os objetivos, missão, valores e as qualidades de sua startup.

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HubDigital completa 1 ano de operação

O HubDigital foi desenvolvido pela TecBan há 1 ano para acelerar a entrada de novas instituições de pagamento, fintechs, bancos digitais e sociais ao Banco24Horas. Em seu primeiro ano de operação, tem cumprindo com a sua missão de aumentar a convergência físico-digital do ecossistema financeiro brasileiro. Atualmente, clientes das 32 fintechs associadas ao HubDigital podem realizar saques e diversos outros serviços nos mais de 23 mil caixas eletrônicos distribuídos em todo o País. Em 12 meses, foram realizadas mais de 709 mil transações, movimentando mais de R$ 126 milhões em saques.

“Estamos certos de que o HubDigital agrega valor para todo o ecossistema de fintechs e, claro, para os seus clientes. A facilidade do ingresso das instituições no Banco24Horas acelera o processo de desenvolvimento das fintechs no país e a plataforma amplia o acesso ao dinheiro. Acreditamos que os meios de pagamento e dinheiro estão cada vez mais integrados e interconectados e nós, ao longo desse primeiro ano de atuação, contribuímos para assegurar essa convergência”, afirma Tiago Aguiar, Superintendente de Novas Plataformas da TecBan.

Por meio do HubDigital, as fintechs conseguem reduzir os custos pois não precisam investir em tecnologia de conexão, uma vez que distribuidores que estão ligados à TecBan permitem que se associem diretamente ao Banco24Horas, juntando-se às mais de 100 instituições financeiras para distribuir seus produtos e atender seus clientes. Atualmente, já são 10 distribuidores.

Por fim, dois bancos tesoureiros já estão presentes no sistema, garantindo aos participantes do HubDigital suporte nos serviços de suprimento de numerário, fornecendo entregas de forma ágil e centralizada para o abastecimento nas 820 cidades, em todos os estados brasileiros, onde o Banco24Horas está presente.

Mais informações sobre os serviços e participantes da plataforma podem ser acessadas em http://www.hubdigitaltecban.com.br/ .

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WILL convida CEOs globais para debater a importância da mulher em cargos de alta liderança

A WILL (Women in Leadership in Latin America) realiza, no dia 27 de outubro, a sexta edição do Convidando os Homens para o Debate. Em um ano com desafios sem precedentes, o evento tem o intuito de destacar as iniciativas das empresas para a promoção da equidade de gênero, além de entender as dificuldades em colocá-las em prática.

O debate, que será online, terá transmissão pelo Estadão Economia, a partir das 11h, e contará com a presença líderes globais de grandes empresas – Carmine Di Sibio, Presidente e CEO global da EY; Pierre-André de Chalendar, Presidente e CEO Global do Saint Gobain Group; Michael C. Bush, CEO global da GPTW e Milton Beck, CEO do LinkedIn Latam.

“Em um ano tão atípico, é mais importante do que nunca debatermos a presença da mulher em posições de liderança, bem como a inclusão racial”, diz Silvia Fazio, presidente da WILL. “Essa sexta edição do Convidando os Homens para o Debate é dedicada a todas as mulheres que foram sobrecarregadas com atividades do trabalho e da casa, enquanto assistimos cenas de racismo se espalharem pelo mundo. Barreiras invisíveis e racismo sistêmico tem sido enfrentado por mulheres brancas e negras por décadas. Nos parece que as empresas estão finalmente combatendo de maneira efetiva essas disparidades tão conhecidas por todos nós. Conquistar o apoio dos homens líderes empresariais só poderá nos auxiliar a acelerar esse processo”, completa.

A abertura do evento será feita, a partir das 11h, pela presidente do Goldman Sachs no Brasil, Maria Silvia Bastos Marques, e pela presidente da WILL, a advogada Silvia Fazio. O evento é gratuito e aberto ao público e terá tradução simultânea. Para participar, acesse: http://videos.netshow.me/t/V98DcFt7kTI/form

Abstartups anuncia vencedores do Startup Awards 2020

No noite de 23 de outubro, durante o CASE Startup Summit 2020, maior evento latino-americano online voltado para startups, a Associação Brasileira de Startups ( Abstartups), entidade que representa o ecossistema, anunciou os vencedores da premiação Startups Awards, o Oscar das startups brasileiras.

Dentre as 15 categorias premiadas estão: Aceleradoras, Comunidade do Ano, Comunidade Revelação, Corporate, Educação, Herói (a), HUB, Impacto Social, Investidor (a) Anjo (a), Mentor (a), Imprensa, Startup do Ano e Startup Revelação, cujo objetivo é reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups.

Confira a relação completa dos vencedores:

Aceleradora: Darwin
Corporate: AmBev
Comunidade revelação: Tambaqui Valley
Comunidade do ano: Rapadura Valley
Startup Revelação: Transfeera
Educação: Gama Academy
Heroína do ano: Lindalia Junqueira
Hub de Inovação: Distrito
Imprensa: Bruno Pinheiro
Impacto social: Se Candidate, Mulher
Investidor anjo: João Kepler
Mentor(a): Rafael Ribeiro
Startup do Ano: Shawee
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Arezzo&Co e Reserva anunciam criação do maior grupo de moda e lifestyle do Brasil

A Arezzo&Co, grupo que reúne as marcas Arezzo, Schutz, Anacapri, Alexandre Birman, Fiever, Alme e Vans, anuncia combinação de negócios com a Reserva, companhia carioca fundada em 2004 pelos empresários Rony Meisler e Fernando Sigal.

A transação, que contempla as seis marcas do grupo – a própria Reserva, Reserva Mini, Oficina Reserva, Reserva Go, EVA e INK, depois de concluída, ampliará o portfólio da Arezzo&Co para 13 marcas e consolidará a estratégia da companhia de se tornar uma house of brands .

Além de calçados e bolsas, a Arezzo&Co passará a comercializar itens de moda masculina, feminina e infantil, incluindo roupas e acessórios. A movimentação também possibilitará uma ampliação de 3,5 vezes o mercado endereçável da companhia, já que a empresa expandirá seu público alvo e passará a vender o “look completo” aos seus clientes, ao melhor conceito dos “pés à cabeça”.

Após a conclusão da transação, a Arezzo&Co criará um braço exclusivo de lifestyle – a AR&Co – que terá Rony Meisler, sócio fundador da Reserva, como CEO da operação. Os principais acionistas e executivos da Reserva: Fernando Sigal – Produto; Jayme Nigri – COO; e José Alberto da Silva – Tecnologia; permanecem no grupo, sendo mantida a sede da Reserva no Rio de Janeiro.

Os sócios e investidores da Reserva passarão a ser sócios da Arezzo&Co. A efetivação da operação ainda está sujeita a determinadas condições, incluindo a avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

AR&Co tem diversos significados para os fundadores e para o novo momento vivido por ambas as companhias. Combina as iniciais de Arezzo&Co e Reserva, de seus líderes, Alexandre Birman e Rony Meisler, representa novos “ARes” para ambas as empresas – agora unificadas – e traz a simbologia de criar asas para voAR ainda mais alto.

“Em 2019, colocamos nossos pés em novos mercados, com a distribuição exclusiva da marca Vans em território brasileiro. Neste último ano, aprendemos, vibramos e nos sentimos confiantes – muito confiantes – que estávamos prontos para dar mais um passo adiante. A operação de incorporação da Reserva tem como grande motivação o capital humano, a força de sua marca e o potencial para expandir muito além de seu core – algo que será peça fundamental na consolidação da plataforma de moda da Arezzo&Co. Criaremos, sem dúvida, um grande ecossistema de negócios”, explica Alexandre Birman, CEO da Arezzo&Co.

A Reserva ainda trará novas competências digitais que serão aplicadas no grupo Arezzo&Co como um todo. As empresas também unirão forças no tema ESG já que, desde sua fundação, a Reserva tem as pessoas como pilar central de sua estratégia, além de uma forte preocupação com questões da sociedade, sendo uma das primeiras companhias de moda no Brasil a obter a certificação B Corp.

“Foi em meio à pandemia que eu e o Alexandre começamos a sonhar juntos, motivados pela excelente reação dos nossos negócios. Eu sempre falo que foguete não dá ré, por isso, desde 2006, quando começamos vendendo de porta em porta, movidos pela vontade de usar a moda e a tecnologia para cuidar e melhorar a vida das pessoas, a Reserva foi despontando como uma das marcas mais relevantes do varejo de vestuário e lifestyle do país e a gente nunca parou de buscar inovação. Somos um grupo de jovens com vontade de pensar e fazer diferente em um mercado tradicional. Tenho um baita orgulho de que a combinação entre a Arezzo&Co e o Grupo Reserva já nasce como o maior house of brands do mercado brasileiro”, conta Rony Meisler.

O Grupo Reserva conta hoje 78 lojas próprias e 32 franquias, além de estar presente em 1,5mil multimarcas. Em 2019, o Grupo Reserva faturou R﹩ 400 milhões.