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Softex anuncia nova gerente de internacionalização

Ana Beatriz Pires é a nova gerente de internacionalização da Softex, entidade implementadora das políticas públicas do Governo Federal.

Nesta função, Ana Pires coordenará importantes iniciativas da Softex nesta área, entre as quais o Projeto Setorial Brasil IT+, o maior e mais abrangente plano de internacionalização competitiva de empresas desenvolvedoras de software e prestadoras de serviços de TI já realizado no país e desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Em 2019, o projeto contou com a participação de 191 empresas, que foram responsáveis pela geração de uma receita de US$ 681 milhões em exportação de software e serviços, o equivalente a 32% do total exportado pelo setor.

“Queremos crescer a presença internacional de nossas empresas. Vamos buscar mercados no exterior e fazer um match com as companhias brasileiras para viabilizar uma maior aderência ao processo de internacionalização, de acordo com os seus produtos e com a sua cultura”, explica Ana Pires.

Com uma experiência profissional diversificada, abrangendo o desenvolvimento de pessoas e de negócios, Ana Pires atuou por mais de dez anos nos Estados Unidos, onde concluiu mestrado em Business pela Bellevue University e teve a oportunidade de criar projetos e programas em diversos países. Atuou nas áreas de marketing, vendas, treinamentos, compliance, financeiro e com B2C e B2B com o foco no entendimento das necessidades de cada cliente. Sua formação profissional inclui, ainda, Marketing, Recursos Humanos e Project Management pela INSPER e, atualmente, está cursando AI for Business na I2A2 – Institut d’Intelligence Artificielle Appliquée.  

Gerente de projetos e parcerias da Softex desde 2013, Ana Beatriz Pires tem assessorado pessoas e empresas em todo o Brasil a atingirem suas metas e objetivos. Sua experiência internacional a levou a atuar na conexão do Brasil com universidades, Governo, ONGs e NGOs, empresas, aceleradoras e incubadoras das mais diversas partes do mundo.

everis contrata talentos de TI para Hub Digital em Santa Catarina

Com as empresas investindo cada vez mais em transformação digital para aperfeiçoar seus modelos de negócios e oferecer experiências mais interessantes e satisfatórias aos clientes, a everis , consultoria multinacional de negócios e TI, está em plena expansão dos seus serviços no Brasil e contratando novos talentos, especializados em processos e tecnologias disruptivas para funções diversas.

“Por trabalharmos em total sinergia com os cientes, auxiliando-os a transformar seus negócios para oferecer melhores e mais inovadores produtos e serviços aos seus consumidores, temos conseguido expandir nossa atuação nacional, o que nos motiva a buscar talentos em todas as regiões do País. Nós identificamos Santa Catarina como um importante polo de formação e aperfeiçoamento de talentos e decidimos focar no estado neste primeiro momento”, afirma Ricardo Neves, CEO da everis. Nos próximos meses a everis continuará avaliando outros estados com ecossistemas de inovação para iniciar processos de seleção de talentos para formação de novos Hubs Digitais no País.

Para iniciar esse novo processo de contratação no Estado de Santa Catarina, a everis fez uma análise do mercado nacional para verificar quais estados possuíam ecossistemas de tecnologia, com formação de mão-de-obra qualificada e interessada em trabalhar com ferramentas tecnológicas disruptivas. “Estamos procurando talentos recém formados e capacitados, e dispostos a investir em aperfeiçoamento constante para trabalharem como desenvolvedores, analistas, arquitetos, engenheiros, gerentes e diretores, enfim para todos os níveis de nossa organização”, informa Neves.

O CEO também acrescenta que, inicialmente, a everis tem interesse em contratar profissionais com experiência em Big Data, Mobile, tecnologias de front-end e full stack digitals, bem como em microsserviços e plataformas como Salesforce, ServiceNow, OutSystems, entre outras. “Nós somos uma grande companhia multinacional, integrante do grupo NTT Data, com robustez financeira e plano estruturado de carreiras. Ao mesmo tempo, atuamos em todos os mercados com a agilidade, flexibilidade e eficiência de uma startup, pois somos focados em resolver desafios de negócios dos nossos clientes e inovar”, reforça o executivo.

A everis oferece benefícios flexíveis e a possibilidade aos profissionais de trabalharem em projetos nacionais e offshore para grandes companhias em todos os continentes, além de diversos programas focados no desenvolvimento dos talentos, que podem se aperfeiçoar por meio de treinamentos nas mais diversas tecnologias e demandas mercadológicas.

Desde o início da pandemia, a everis Brasil tem contratado em média de 150 profissionais por mês. Todos os novos talentos, bem como os demais profissionais da everis, estão sendo contratados e trabalharão remotamente até o fim de janeiro de 2021. “Nosso objetivo é fechar este ano com a contratação de mais 400 colaboradores, todos profissionais altamente especializados, que terão a oportunidade de trabalhar em suas respectivas cidades para grandes companhias nacionais e globais, que são nossos clientes e referências em seus respectivos setores de atuação”, conclui Neves.

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Maior evento de empreendedorismo feminino do país acontece em novembro

A Rede Mulher Empreendedora, maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino no Brasil, realizará nos dias 5 e 6 de novembro o 9° Fórum RME. Com o tema “Conquistando a Autonomia Econômica do Seu Negócio”, este ano o fórum será gratuito e online devido à pandemia e ao isolamento social.

O Brasil está em 7° lugar entre os países com mais mulheres empreendedoras, sendo que mais da metade delas empreendem por necessidade de sustentar a família. Pesquisas realizadas pelo Instituto RME apontam que cerca de 47% dos homens se sentem seguros com a gestão financeira de seus negócios contra apenas 28% das mulheres. Como a maioria delas precisa se dividir entre os cuidados domésticos e familiares, por exemplo, muitas vezes estes negócios não prosperam ou não dão o retorno financeiro esperado. Além da por falta de suporte como orientação, organização do fluxo de caixa, gestão de tempo, entre outros fatores.

Para Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, é preciso capacitar essas mulheres para que elas tenham melhor qualidade de vida e ajudem ainda mais a movimentar a economia de maneira profissionalizada e assertiva. “Não é difícil achar empreendedoras que ainda usam o dinheiro dos negócios para contas pessoais. Este é um dos motivos que fazem com que eu trabalhe para que todas conquistem sua autonomia financeira e pessoal. Minha missão e das pessoas que trabalham comigo é pegar pela mão mesmo e mostrar que é possível!”, afirma Fontes.

A pré-inscrição no 9° Fórum RME já estão abertas e a organização espera que cerca de 5 mil empreendedoras participem nesta edição. Para garantir a sua vaga acesse ao link: http://bit.ly/ForumRME2020

O Instituto RME, criado em 2017, é o braço social da Rede Mulher Empreendedora – RME e está apoiado em valores como igualdade de gênero, oportunidade para todos, educação, capacitação acessível e colaboração social. O foco é capacitar mulheres em situação de vulnerabilidade social em todo o Brasil e ajudá-las a conseguir autonomia sobre suas vidas e seus negócios.

Dell Technologies anuncia novo líder para Brasil

A Dell Technologies anunciou hoje o executivo Diego Puerta como novo líder da operação no Brasil, em substituição a Luis Gonçalves, que assumiu em Agosto a liderança da empresa na América Latina.

Puerta ingressou na Dell no início da operação brasileira em 1999 e, desde então, ocupou diversas posições em áreas estratégicas de Vendas, Planejamento, Marketing, Serviços e Soluções. Desde 2017, atuava como vice-presidente para o segmento de Clientes Finais e Pequenas Empresas, sendo responsável por consolidar lideranças em mercados importantes – como o segmento de pequenas empresas e computadores de linha premium -, e por desenvolver novas rotas de mercado, incluindo marketplace e vendas por aplicativo de mensagens instantâneas, bem como pela melhoria na experiência do cliente na dell.com.

Em seu novo cargo, ele vai se reportar diretamente a Luis Gonçalves. “Diego tem profundo conhecimento da operação e do mercado brasileiro, tendo sido parte fundamental de marcos importantes da história da marca no país, como no processo local de integração da Dell e EMC”, afirma Gonçalves.

Diego Puerta é graduado em Administração de Empresas pela UFRGS, tem mestrado executivo pela UC Berkeley e certificado pelo programa de General Management da Harvard Business School.

O impacto da pandemia no setor bancário

A EY divulga hoje o estudo “Performance do Setor Bancário”, que traz um panorama sobre os impactos da pandemia no Setor Financeiro, bem como uma breve análise sobre a chegada do PIX ao mercado.

Assim como todos os setores da economia, com o advento da quarentena causada pelo novo coronavírus, os bancos precisaram responder de forma rápida e decisiva transformando da noite para o dia grande parte de suas operações. Em paralelo, tiveram que intensificar também sua atuação como peça chave para a sociedade no que tange à manutenção de parte da economia, com concessão, renovação e renegociação de créditos – sobretudo no segmento corporativo – e o apoio à recuperação econômica.

Desta forma, A pandemia da COVID-19 acabou impactando de forma drástica a geração de resultados do setor por meio do impulsionamento das perdas com empréstimos – vale ressaltar que o Brasil está entre os piores países em termo de recuperação de crédito, com apenas 13% recuperados, frente a 34% da média mundial. Diante deste cenário, muitos bancos anunciaram redução de despesas, com o objetivo de acelerar o encerramento de agências, e a evolução de suas plataformas digitais. O movimento segue a tendência de comportamento do consumidor, onde 50% afirmam que irão interagir mais com os bancos de forma online e digital.

O estudo na íntegra com todo o panorama do setor bancário segue em anexo. Caso tenha interesse em conversar com um especialista no assunto, Rui Cabral, Sócio-líder de Risco e Finanças para o Setor Financeiro da EY, está disponível para entrevistas.

Renner abre 80 vagas para trabalhar com tecnologia

Divulgação Lojas Renner/Fabiano Panizzi

Para acompanhar sua jornada de transformação digital, a Lojas Renner está com processo seletivo aberto para contratar 80 profissionais nas áreas de Tecnologia da Informação, Negócios Digitais e Operação de Lojas. Os profissionais irão colaborar com o desenvolvimento dos projetos de inovação da Companhia, que vêm sendo implementados para aprimorar cada vez mais a experiência dos consumidores.

“Acreditamos que a inovação é feita por pessoas. Para possibilitar o avanço contínuo da nossa transformação digital, presente em todas as áreas do negócio, buscamos talentos capazes de utilizar a tecnologia para cumprir o nosso propósito de encantar clientes”, diz a diretora de Gente e Desenvolvimento da Lojas Renner, Clarice Martins Costa.

Para muitas oportunidades, existe a possibilidade de trabalho remoto. As posições vão desde o cargo de analista até o nível gerencial, sendo as principais áreas de atuação: Omnichannel, Dados, Análise de Sistemas, Segurança da Informação, Operações de TI, Arquitetura, Produtos Financeiros, entre outras. Além da Renner, também há vagas disponíveis para a Realize CFI, instituição financeira da Companhia.

No seu dia a dia, os novos colaboradores vão trabalhar com metodologias ágeis, como Scrum e Lean, então a experiência com estes métodos será considerada. A varejista busca profissionais curiosos, colaborativos e criativos, com disposição para trabalhar em equipe e facilidade em se comunicar. “Podemos dizer que o ‘fazer junto’ é uma das competências mais desejadas pela Lojas Renner”, acrescenta Clarice. A capacidade de resolver problemas, a resiliência e a orientação para inovação também são competências valorizadas.

Há oportunidades para diversas áreas do conhecimento, mas a formação em tecnologia e a vivência neste segmento são diferenciais. Os processos de recrutamento da Companhia usam sistemas de Inteligência Artificial e machine learning, o que contribui para a identificação de talentos alinhados à cultura e aos propósitos da Lojas Renner.

Com unidades no Brasil, Uruguai e Argentina e mais de 24 mil colaboradores no total, a Lojas Renner integra há oito anos consecutivos o ranking “As Melhores Empresas para Trabalhar”, publicado pela Você S/A. A seleção é realizada totalmente online. Os interessados podem se candidatar por meio da plataforma Gupy. As vagas para a Renner estão disponíveis no link: http://renner.gupy.io e, para a Realize CFI, no: http://realize.gupy.io.

Twitter Brasil abre inscrições para programa de estágios de 2021

A partir de hoje (5), estudantes de graduação de qualquer curso poderão se inscrever para o programa de estágios do Twitter no Brasil de 2021. O processo seletivo, feito em parceria com a Companhia de Estágios, conta com 14 vagas para estagiários no escritório de São Paulo (SP) e não tem restrições de cursos ou obrigatoriedade do inglês para participação.

Pela primeira vez, todas as etapas de seleção de candidatos serão realizadas virtualmente. Parte do processo já era feita remotamente, incluindo dinâmicas em grupo e entrevistas com a área de recrutamento. Agora, por conta do atual cenário do país, a empresa fará as demais atividades e entrevistas no ambiente digital. Outra novidade é a divisão da etapa inicial em dois dias diferentes, antes finalizada em um único dia.

“No Twitter, buscamos proporcionar um ambiente inclusivo com oportunidades de desenvolvimento, conexão com um propósito e envolvimento com a comunidade. O programa de estágio oferece uma experiência rica nessas três frentes. As pessoas selecionadas poderão fazer parte de projetos de diferentes áreas da empresa, vivenciando nossa cultura e contribuindo com suas próprias perspectivas e pontos de vista. A ideia é que todos se sintam seguros e confortáveis para mostrar sua autenticidade e se desenvolver enquanto colaboram ativamente com nossa missão de servir à conversa pública”, afirma Orlando Laragnoit, gerente de aquisição de talentos do Twitter para América Latina e Canadá.

O estágio terá início em janeiro de 2021, de forma remota ou presencial – a ser definido de acordo com as políticas globais da empresa e orientações globais de saúde. Além da bolsa-auxílio, os escolhidos receberão benefícios como plano de saúde e dental, vale-transporte, vale-refeição, e auxílio para academia. As inscrições poderão ser feitas até o dia 30 de outubro.

Para saber mais sobre o programa, fazer sua inscrição ou compartilhar a oportunidade, os estudantes podem acessar a página da Companhia de Estágios dedicada ao programa do Twitter . Informações e novidades sobre o assunto também estarão disponíveis no perfil do @ TwitterBrasil , no Twitter.

Da voz ao digital: um caminho de transformações

Por Kleber Tobal Bonadia

Você já parou para pensar que a voz é uma das ferramentas de vendas mais antigas de que temos conhecimento? Também podemos considerar que é uma das tendências mais fortes e uma das tecnologias mais sofisticadas do setor de Gestão de Relacionamentos.

Sim, a voz é um poderoso instrumento de comunicação e, muitas vezes, o diferencial para fechar o negócio com um determinado cliente. Isso nos leva a crer que, por mais tecnologia que haja envolvida em um processo, o que realmente importa é que, sempre que necessário, do outro lado estará uma pessoa.

Apesar de soberana, ao longo dos anos a voz teve que compartilhar seu protagonismo com outras formas de comunicação. Por meio de canais digitais e soluções que possibilitam falar quando e onde queremos (ou teclar, se for mais conveniente para o momento), transformamos a nossa comunicação e muitos dos nossos relacionamentos. Sem dúvida foi um importante passo para a humanidade e, principalmente, para as companhias que acompanhavam e sentiam cada vez mais de perto essas mudanças.

Dentro desse processo, muitas empresas, e aqui destaco as de telemarketing que mais tarde se tornariam grandes contact centers, tiveram que acompanhar essa tendência e as novas formas de fazer relacionamento. Essas companhias e, consequentemente, suas operações, aceleraram para adequar seus processos e tecnologias às necessidades de um mercado que exigia soluções disruptivas e cada vez mais profissionais qualificados. Um cenário que se transformou rapidamente direcionado para um único caminho: o digital.

As empresas foram preparando suas operações para interagir com o “consumidor digital”, aquele cliente que quer ser atendido no dia, na hora e no lugar de sua preferência. Com muita inovação, investimentos em tecnologias complexas como Machine Learning, Inteligência Artificial, Bots, Big Data & Analytics – além da capacitação de profissionais para a realidade de um mercado em constante evolução – o mercado trilhou sua caminhada da voz ao digital. Nesse caminho, a equação para o sucesso era simples: alta performance e resultados sustentáveis aliados ao atendimento humanizado. Afinal, ainda não existe nada mais completo para atender uma pessoa do que outra pessoa.

A expertise adquirida com essas mudanças rumo à inovação fez com que um mercado inteiro também se transformasse, agora com foco principal na jornada do cliente. As empresas e, consequentemente, seus profissionais, se readequaram para atender as necessidades por tecnologias mais complexas. Essa transformação digital chegou acelerando processos, contribuiu para que muitas corporações se reposicionassem no mercado, modificou o mindset e, principalmente, transformou a maneira de fazer relacionamentos, sempre deixando o cliente protagonizar o atendimento no canal de sua preferência.

Kleber Tobal Bonadia, diretor Comercial no Grupo Connvert.

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Por que os e-commerces pequenos também devem se preocupar com a cubagem?

Muita coisa mudou por conta do coronavírus. Além da rotina de todos os brasileiros, pequenos e médios empreendedores que tinham lojas físicas precisaram se mexer para continuar com a renda e, uma solução utilizada pela grande maioria foi a migração para o e-commerce.

Diferente da venda física, os novos e-commerces precisam se preocupar com alguns fatores, que antes não existiam, como, por exemplo, o valor do frete. Dentro deste preço está incluso a medida da carga, conhecido como cubagem, e dependendo da forma que é medida, pode alterar o preço da entrega.

De uma forma geral, a cubagem é essencial para as empresas de logística identificarem o espaço que cada carga ocupará nos veículos usados para o transporte. Por esta razão, a métrica influencia no custo do frete. Entender como operar esse cálculo ajuda os pequenos empresários, inclusive, a terem mais critérios para escolher entre Correios e transportadoras privadas para cada tipo de envio.

Porém, sabe-se que os empresários precisam se preocupar com milhares de coisas ao mesmo tempo, e pensando nisso, a Pitney Bowes, multinacional especializada em soluções de logística, encomendas e pacotes, oferece o OneShip DESK®, equipamento portátil que oferece mais produtividade e agilidade no processo de medição e pesagem de volume.

“A OneShip Desk é um equipamento com tecnologia de primeira linha que permite a empresa aumentar a produtividade do dia a dia. Ao invés de ter que fazer as medidas de forma manual, com o equipamento, pode-se pesar e captar as dimensões da encomenda com precisão, além de que, ela conectada a uma impressora básica, consegue emitir etiquetas com dados do peso e volume. Isso ajuda muito a calcular o frete com precisão, pois o valor informado para o cliente será assertivo”, afirma Silvio Maemura, Presidente da Pitney Bowes Brasil.

Atualmente já são mais de 1,3 milhão de lojas online no Brasil, segundo a 6ª edição da pesquisa Perfil do E-commerce Brasileiro, que mostra, também, um esforço dos negócios de varejo para não deixar de vender durante a pandemia.

Os pequenos e-commerces que contam com a OneShip Desk relatam que ter essa tecnologia disponível é uma vantagem, porque além de ajudar na produtividade, permite que eles negociem contratos mais vantajosos para entrega de encomendas, pois estão cientes do que está em jogo.

Os pequenos negócios são um destaque desse modo de venda: 88,7% do total possui até 10 mil visitas por mês. Além disso, as lojas menores que oferecem até 10 produtos correspondem a 76,55% do total. Enquanto isso,12,17% têm de 11 a 100 produtos e 11,28% apresentam mais de 100.

“A pandemia transformou os hábitos de consumo, gerando um notável aumento no número de consumidores online. O varejo passou de uma média de 5,1 milhões de consumidores para 8,9 milhões no mês de julho. Ter tecnologias que facilitem o processo de cubagem e pesagem e dão mais assertividade e segurança se tornou o diferencial”, explica Maemura.

O Presidente da Pitney Bowes Brasil ainda afirma que os pequenos e médios e-commerces precisam se preparar para a Black Friday e, também, para o Natal, pois a tendência de compra online vai continuar.

“Todos precisam contar com eficiência para dar conta do recado. Sabemos que o frete é um fator decisivo na hora da compra online, então, além de contarem com a OneShip Desk, recomendo que façam cotações de frete com Correios e transportadoras privadas e consigam gerar envios sem ter que negociar contratos individuais”, finaliza o Presidente.

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7 práticas para adotar na retomada nos escritórios

Mesmo ainda em pandemia, as empresas de diversos setores já começaram a avaliar a retomada da economia e a volta para o escritório. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 13 milhões de brasileiros afastados do trabalho, retornaram às suas ocupações desde maio, outros 8,3 milhões permanecem em regime home office.

“Com muito tempo em casa e seguindo as regras de distanciamento social, as pessoas passaram a nutrir uma esperança para essa retomada, tanto de trabalho como na convivência. Porém, deve-se manter os cuidados, não deixar levar pela agitação e se esquecer das regras básicas para o momento que ainda é de pandemia”, avalia Celson Hupfer, CEO da Connekt, plataforma inteligente de recrutamento digital e Doutor em Psicologia Social.

Para auxiliar na retomada, o especialista dá 7 dicas sobre cuidados que devemos considerar neste momento. Além disso, também comenta sobre as tendências que permanecem mesmo após a pandemia.


Protocolos comuns


O Brasil segue o exemplo das empresas de fora do país e entre as práticas mais comuns que devem ser adotadas estão: uso de álcool em gel e disponibilização do item em toda a empresa, medição de temperatura diariamente, uso da máscara, distanciamento entre pessoas e mesas de trabalho, frequência na limpeza de superfícies, cartazes indicativos sobre as mudanças e convívio no local, marcações no chão e etc.

Retomada gradual
Mesmo que a retomada seja uma realidade, é preciso ter cautela em realizá-la. Uma opção que pode ser adotada é o retorno aos poucos, de forma escalada e por grupos. Para isso deve ser analisado o perfil dos colaboradores, segmentando os que moram mais perto e os que moram mais longe da empresa, e se moram sozinhos, com pessoas que estão no grupo de risco ou se fazem parte dele.



Em qualquer tempo e lugar


O ‘any time, any where’ deve ser levado em conta pelo líderes no momento da avaliação sobre a retomada, pois a flexibilização de tempo e lugar e o poder de escolha é algo muito atrativo do ponto de vista dos colaboradores. Além disso, ainda pode desenvolver mais engajamento, produtividade e empenho da equipe.

Espaços com atenção especial


Banheiros, cozinhas e salas de reunião ou de descanso merecem atenção especial. É preciso manter uma limpeza frequente ao longo do dia e ainda se possível, instalar dispensers automáticos e manter controle de lotação dos locais.

Confiança


Se no momento que a pandemia instalou-se no país os líderes tiveram que confiar mais nos colaboradores, a flexibilização traz a tona a importância disso de novo. Em um momento onde os colaboradores poderão decidir onde irão trabalhar, os chefes terão que demonstrar ainda mais confiança. “Esta é uma oportunidade para já colocar em prática as skills do futuro, como poder de empatia, confiança e liderança, um caminho para isso é a comunicação”, pontua Hupfer.

Retenção de talentos


O papel das empresas e dos colaboradores e a troca desta relação ficou ainda mais evidente. Com isso, a conservação de talentos pode ser uma tendência para os próximos anos. Para isso é possível buscar novas práticas de reconhecimento e feedbacks para gerar a satisfação de colaboradores no ambiente de trabalho, é preciso também gerar oportunidades de crescimento e desenvolvimento e fazer com que cada um sinta que está fazendo a diferença na empresa.

Novos modelos de liderança


Outra tendência ou prática que poderá ficar em evidência são as novas formas de liderança, que deve ser mais empática, flexível, diversa e aberta ao diálogo para melhorias ou novas ideias, e que coloca o ser humano no centro das decisões.

“Mesmo com a retomada, é necessário manter alguns hábitos na rotina para a readaptação. É importante continuar avaliando a produtividade, respeitar as pausas para almoço e cafés, desligar do trabalho em momentos de descanso, avaliar necessidades de reuniões presenciais, já que hoje a videoconferência pode ser melhor opção. A ferramenta é uma tendência e deve ser usada também para momentos de conversa entre a equipe”, finaliza Hupfer.

Clientes podem cadastrar chave Pix a partir de segunda-feira (5)

A partir da próxima segunda-feira (5), os clientes interessados em usar o Pix, sistema de pagamentos instantâneos, poderão começar a cadastrar suas informações para aderir à nova solução, que permitirá pagamentos e transferências de dinheiro durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, em até 10 segundos. O Pix começará a funcionar para toda a população a partir de 16 de novembro.

Para que as transações eletrônicas ocorram de forma simples e ágil, sem que o cliente tenha que passar todos os seus dados para o usuário que irá realizar a transferência, o PIX terá chaves de endereçamento para identificação de contas transacionais. Intitulada “chave Pix”, o cadastramento será feito através de um “apelido” que será usado pelo cliente para identificar sua conta no sistema.

Algumas instituições optaram por realizar um pré-cadastro da chave Pix com seus clientes. Entretanto, mesmo tendo feito esse processo, a partir de 5 de outubro, os bancos terão de confirmar com os usuários o efetivo cadastramento das chaves no Pix.

Como irá funcionar o Pix?

O ícone do PIX estará dentro do aplicativo bancário e no internet banking do cliente, assim como já estão outras funcionalidades, como DOC e TED. A chave Pix vincula as informações básicas do usuário aos dados completos que identificam a conta transacional do cliente (identificação da instituição financeira ou de pagamento, número da agência, número da conta e tipo de conta).

Os quatro tipos de chaves Pix que poderão ser usadas e cadastradas são:

• Número de CPF/CNPJ;

• Endereço de e-mail;

• Número do telefone celular

• EVP (Uma sequência alfanumérica de 32 dígitos que, após solicitação do cliente ao seu banco, será enviada pelo Banco Central à instituição, e com ela será possível criar um QR Code

Não é obrigatório cadastrar uma chave para fazer ou receber um Pix. Caso o usuário queira usar o sistema de pagamento instantâneo, sem a chave Pix, será preciso digitar todos os dados bancários do destinatário para realizar uma transação.

Além das chaves de endereçamento, o PIX também trará a experiência do QR Code que possuirá dois formatos:

– Estático: que poderá ser utilizado para transferências ou no comércio quando as informações para pagamentos não mudam, incluindo o valor do pagamento (exemplo: um sorveteiro, em que o preço do picolé é o mesmo sempre)

– Dinâmico: que poderá ser utilizado no comércio quando as informações para pagamentos mudam a cada momento (ex: em um supermercado, quando o valor de cada compra é diferente).

Inovação, comodidade e menor circulação de dinheiro em espécie

Para Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN, o Pix é uma inovação que trará mais segurança e conveniência ao consumidor em suas transações financeiras, como já ocorreram com outras ferramentas, como tokenização, mobile baking e internet banking. “O Pix irá aumentar a inclusão financeira no país, estimular a competitividade e aprimorar a eficiência no mercado de pagamentos. O acesso a serviços financeiros constitui um passo crucial para a inclusão social e para o combate à desigualdade no país”, diz.

Para aderir ao PIX, os bancos brasileiros estão investindo recursos adicionais em infraestrutura, tecnologia e segurança para padronizar e organizar um sistema dentro um ambiente de comodidade e confiabilidade para o cliente. Segundo Isaac Sidney, as medidas são condizentes com os investimentos que o setor bancário vem fazendo em modernização tecnológica, da ordem de R﹩ 24,6 bilhões anuais.

Leandro Vilain, diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da FEBRABAN, também ressalta que a Federação é favorável a medidas que reduzam a necessidade de circulação de dinheiro em espécie, que somente de custo de logística totalizam cerca de R﹩ 10 bilhões ao ano. “A FEBRABAN e os bancos estão se preparando para esse novo modelo de negócios e com a expectativa de reduzir o custo de logística de numerário”, diz.

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Nestlé Brasil abre inscrições para o Programa de Trainee 2021

Estão abertas, até 18 de outubro, as inscrições para o Programa de Trainee 2021 da Nestlé Brasil, disponíveis pelo site www.traineenestle2021.com.br. O processo será conduzido de forma totalmente digital e à distância, tanto para atender critérios de saúde e segurança exigidos pela situação atual quanto para democratizar o acesso à iniciativa. Como em anos anteriores, a iniciativa está aberta para candidatos de todo o Brasil.

Em linha com as demandas de um público jovem cada vez mais ligado e atento à importância do propósito na atuação de profissionais e empresas, o Programa da Nestlé este ano terá como mote #EvoluirJuntosFazBem e será conectado com o propósito da companhia, que é revelar o poder dos alimentos para melhorar a qualidade de vida de todos, hoje e para as próximas gerações. Isso será feito tendo como base os três pilares que guiam a atuação da companhia para a geração de valor compartilhado: Indivíduos e Famílias, Comunidade e Planeta.

Como resposta a um cenário em que os jovens têm que lidar com um futuro incerto e desafiador no mercado de trabalho devido à pandemia, além de incertezas em relação à conclusão de estudos e ao início de suas carreiras, a iniciativa trará, ao longo de suas etapas, capacitação em inteligência emocional, saúde mental, dicas de nutrição e qualidade de vida, entre outros temas. O objetivo é que todos os inscritos saiam do programa com algum aprendizado, por isso desde o início serão disponibilizadas pílulas com informações para atingir todos que se inscreverem.

A seleção também será prioritariamente focada na análise e desenvolvimento de competências comportamentais, cada vez mais necessárias e buscadas pelas empresas, ao invés de priorização da formação técnica e de conhecimentos de idiomas, por exemplo. A Nestlé acredita nesse caminho e, nos últimos tempos, tem apostado em diferentes iniciativas para incentivar a contratação visando a avaliação e desenvolvimento de soft skills de candidatos. “A vontade de construir novas soluções, além soft skills como inovação, espírito de dono, colaboração, inovação, criatividade, entre outras habilidades, são cada vez mais valorizadas pela companhia, que busca pessoas realmente capazes de promover uma grande transformação nos seus negócios, com impactos reais. E estamos dispostos a ajudar a desenvolver essas competências, por meio de várias iniciativas de formação e empregabilidade, que abrem as portas da Nestlé todos os anos para esses jovens”, afirma o vice-presidente de RH da Nestlé Brasil, Enrique Rueda.

O objetivo da Nestlé com o Programa de Trainee 2021 é gerar oportunidades para que esses jovens se desenvolvam e se capacitem para que possam se preparar para o futuro, trilhando caminhos que ajudem a diferenciá-los em meio a um mercado conturbado. “Queremos apoiá-los não só com vagas, mas com o desenvolvimento de habilidades que vão fazer toda a diferença, ainda mais nesse cenário profissional que abre a necessidade de outras visões e competências”, aponta Enrique Rueda.

Para contribuir para esse aprendizado, o programa terá o patrocínio de marcas que são conectadas ao propósito da companhia. São elas: Chocolates Nestlé, Nescau, Starbucks, Nespresso, Nutren, Leite Moça, Ninho, Purina, Cheerios e Negresco. Ao longo do processo, os jovens terão acesso a conteúdos exclusivos, informações e desafios ligados às marcas.

Etapas do Programa

Após a etapa de inscrições, o processo seguirá com testes online, dinâmica de grupo, painel virtual, entrevistas online e etapa final. Todas as fases levam em consideração o conceito de gamificação e a etapa final trará desafios baseadas em cases reais da companhia, pensando em soluções com olhar voltado para a inovação. O processo envolverá diferentes tecnologias para fazer com que o candidato, mesmo à distância, consiga entender como é fazer parte da Nestlé e conheça um pouco mais da empresa.

Iniciativa pelos Jovens

O Programa Trainee da Nestlé integra as ações da Aliança pelos Jovens, iniciativa criada pela companhia e que conta com a parceria de diversas empresas, de vários portes. Lançada no Brasil em agosto de 2017, hoje reúne mais de 58 empresas no País e na região do Mercosul, e tem metas de gerar 45 mil oportunidades profissionais e de capacitação para jovens até o final de 2020.

Bradesco, Itaú Unibanco e Santander aderem à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura

Os três maiores bancos privados do País, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, assinaram sua adesão à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. O principal objetivo do movimento é implementar ações para promover um novo modelo de desenvolvimento econômico pautado pela economia de baixo carbono e, desta maneira, responder aos desafios das mudanças climáticas, possibilitando avanços concretos na agenda de clima e agropecuária no Brasil.

A coalizão é um movimento multisetorial, composto por entidades que lideram o agronegócio no Brasil, as principais organizações civis da área de meio ambiente e clima, representantes do meio acadêmico, associações setoriais e companhias líderes nas áreas de madeira, cosméticos, siderurgia, papel e celulose, entre outras. Por meio desses agentes, a iniciativa busca oportunidades e sinergias entre a agropecuária e a agenda de proteção, conservação e uso sustentável das florestas para mitigar as mudanças climáticas.

Mais informações sobre a Coalizão Clima, Florestas e Agricultura no site: coalizaobr.com.br

Plano Amazônia

No mês de julho, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander já haviam se unido em torno de outra iniciativa relacionada à questão ambiental, a criação do Plano Amazônia, cujo objetivo é promover o desenvolvimento sustentável da região e a proteção da floresta. O plano inclui 10 medidas construídas a partir de três frentes de atuação identificadas como prioritárias para a região: conservação ambiental e desenvolvimento da bioeconomia; investimento em infraestrutura sustentável; e garantia dos direitos básicos da população da região amazônica.

5G: legislação brasileira avança para preparar infraestrutura de telecomunicações e municípios devem agir

Para preparar o ambiente do leilão do 5G no próximo ano, o presidente Jair Bolsonaro assinou em 1º de setembro o tão esperado Decreto que regulamentou a Lei Federal das Antenas, a fim de reduzir alguns dos mais importantes entraves que hoje dificultam a instalação de infraestrutura de telecomunicações e impedem o avanço da conectividade e da cobertura de telefonia no país. O texto é positivo e era aguardado por diversos setores da economia.

Nos próximos anos, fornecedores, fabricantes de equipamentos e operadoras de telecomunicação preveem investir cerca de R$ 35 bilhões para operacionalizar o 5G no Brasil. Quando falamos de infraestrutura passiva, somente empresas ligadas à Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel), que representa 65% do setor no mercado nacional de torres, planejam investir R$ 6 bilhões. O que ainda pouco se debate é que o avanço da digitalização depende da modernização de leis municipais obsoletas em todo o país. Enquanto não houvesse a regulamentação da Lei Federal de Antenas, boa parte dos recursos anunciados não seriam realizados. Agora, o cenário muda de figura.

Caso o leilão das novas frequências fosse realizado ainda este ano, como previsto antes da pandemia de Covid-19, seríamos uma nação com autorizações e outorgas para implantá-las, mas sem infraestrutura para tirar seu melhor proveito. Em outras palavras, apesar da regulamentação da Lei Federal das Antenas, boa parte das atuais leis municipais de antenas são incoerentes com a realidade tecnológica e impõem regras burocráticas que impedem o Brasil de atender à rotineira demanda por 4G e tornam impossível o desenvolvimento do 5G. Espera-se que os municípios se motivem a agir para modernizar suas leis.

Somente com a harmonização entre a Lei Federal de Antenas e normas municipais o país caminhará para a conectividade efetiva e para a diminuição da desigualdade digital. Destravar a instalação de torres e antenas é a condição básica para a ampliação da infraestrutura de telecomunicações. É preciso vontade política para o assunto entrar na pauta. Leis com mais de 20 anos, como é o caso de diversos municípios brasileiros, se tornaram antiquadas e altamente restritivas. Estas sequer previam as tecnologias atuais e muito menos a demanda crescente da sociedade por banda larga móvel e fixa.

As principais modernizações nas Leis de Antenas não são esperadas apenas pelo setor de telecom. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também defende que as cidades adotem e façam valer o novo texto com a criação de uma janela única, ou seja, que apenas um órgão seja responsável por coordenar todo o processo de licenciamento urbanístico e ambiental nos municípios. Defende ainda a aderência à chamada autorização tácita, prevista no Decreto Federal, com prazo máximo de 60 dias para emissão de licenças de liberação para instalação de antenas. Assim, os municípios terão de analisar rapidamente os pedidos e, caso não haja respostas, entende-se que a autorização está dada até posterior fiscalização dos órgãos competentes.

Nos últimos dois anos, por exemplo, apenas na cidade de São Paulo, maior centro financeiro do país e da América Latina, operadoras e empresas de infraestrutura protocolaram mais de 1,8 mil pedidos de novas torres e antenas. Até o momento, apenas 90 foram liberados. O cenário se agrava com o advento do 5G, pois a implantação da nova tecnologia exigirá de 3 a 4 vezes mais antenas em relação à conexão 4G.

E se ainda existiam dúvidas quanto à essencialidade dos serviços de telecomunicações, a pandemia comprovou a duras penas sua importância para manter a dinâmica da economia e das relações pessoais. Nos próprios municípios onde a modernização das leis se mostra tão difícil, o teletrabalho, o ensino à distância e a compra remota com entrega em domicílio são apenas algumas das atividades que, dependentes e apoiadas na conectividade, ajudam a manter as atividades de milhares de famílias.

No cenário pós-Covid-19, não há dúvidas de que 5G será fundamental para a recuperação econômica global. Maior capacidade, maior velocidade e menor latência permitirão mais usuários, mais dados e conexões mais rápidas para novos serviços e maior produtividade das empresas. Permitirão também que as chamadas Cidades Inteligentes (Smart Cities), ganhem contornos visíveis.

Para os municípios que se prepararem para a chegada da nova tecnologia, transformações tão esperadas e que dependem de comunicação móvel de excelência se tornarão realidade, resultando em ganhos significativos para as áreas de saúde, transportes, educação, segurança e muitas outras. O desenvolvimento de novas soluções em robótica, inteligência artificial, mobilidade urbana, telemedicina e o fortalecimento da indústria 4.0 são apenas alguns dos segmentos que devem deslanchar nesse novo momento. Em todos eles, os fluxos de informações serão essenciais para o seu pleno funcionamento. Resta saber: quanto mais a burocracia e a dificuldade em modernizar as normas municipais atrasará o Brasil na sua transformação digital e na retomada da economia?

Por Luciano Stutz, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura para as Telecomunicações (Abrintel) e Mônica Messenberg Guimarães, diretora de Relações Governamentais da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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Tecnologia eleva eficiência operacional no campo durante a pandemia

Durante a pandemia causada pela Covid-19, o mercado do agronegócio também foi afetado com as regras de distanciamento social.

Técnicos e funcionários que antes se deslocavam ao campo para ações específicas nas lavouras, tiveram que se adaptar ao acompanhamento remoto. Porém, nem todos estavam preparados tecnologicamente para tais mudanças.

Diante do momento único vivido pelo Brasil e, também, no agronegócio mundial, a Agritask, empresa israelense que desenvolveu uma plataforma de gestão agronômica e operacional, deu suporte para a manutenção das fazendas mesmo que à distância.

Sem uma ferramenta de tecnologia, seria praticamente impossível gerir todo o processo de produção do campo e manter as cadeias produtivas e o contato com clientes e fornecedores.

Por meio dessa plataforma, a Agritask disponibiliza a seus clientes inúmeras funcionalidades desde a execução em campo até a gestão remota, e as integra com tecnologias externas utilizadas na agricultura, permitindo assim automatizar a operação, aprimorar a gestão e controle das atividades, identificar oportunidades de redução de custos e elevar a produtividade da lavoura.

As soluções apresentadas atuam em todo o ciclo produtivo, trazendo mais qualidade nas métricas e permitindo uma tomada de decisão rápida e confiável mesmo para quem está a milhares de quilômetros da fazenda, o que faz toda a diferença.

Na prática, a ferramenta promove a melhoria de eficiência das fazendas, ajudando um produtor, por exemplo, a monitorar os problemas do campo e acompanhá-los com indicadores inteligentes.

Os principais benefícios de curto prazo percebidos pelo produtor estão na diminuição do uso de defensivos agrícolas e na redução de ineficiências operacionais que comprometem a produtividade da lavoura, como fertilidade do solo, falhas de plantio, má qualidade de execução de operações mecanizadas e planejamento de atividades sem observância do clima com impacto no crescimento das plantas.

Para empresas que possuem escritórios distantes ou a sede administrativa a dezenas ou centenas de quilômetros de uma área de produção, o acompanhamento remoto por meio de uma única plataforma que oferece gestão de todo o ciclo de produção – uma espécie de “sala de comando” – é um serviço essencial.

É o caso da Agropecuária Fazenda Brasil (AFB) que utiliza a ferramenta há alguns anos e possui três fazendas de produção agrícola distribuídas na região do Vale do Araguaia (MT).

Para o engenheiro agrônomo e gerente geral da AFB, Handerson Paulo da Cruz, os resultados com a tecnologia oferecida pela plataforma são significativos. “Utilizamos a Agritask em nossos cultivos de soja, milho, algodão e feijão. Ao longo destes anos de parceria, já concluímos que a ferramenta nos traz bons resultados com o auxílio na tomada de decisão proporcionando economia e uso eficiente de insumos, e, consequentemente, o aumento de produtividade em nossos campos. As funcionalidades são de fácil utilização, tanto por nossos colaboradores técnicos de campo, quanto pelos nossos gerentes nas fazendas”, explica.

“O grande diferencial da Agritask no campo, principalmente nessa época inesperada de pandemia causada pela Covid-19, é que tanto eu como gestor da agricultura do grupo AFB quanto nossa diretoria pode acompanhar à distância o que está acontecendo em nossas fazendas e talhões, auxiliando e compartilhando as informações e decisões planejadas e/ou executadas”, complementa Handerson Cruz.

É importante destacar que ao contrário da crise econômica gerada pela pandemia, o país terá safra recorde de grãos em 2020, projetada em torno de 250 milhões de toneladas.

Mesmo diante da crise, a Agritask dobrou seu crescimento nos últimos seis meses. Em um outro exemplo com a Swiss Re Corporate Solutions, um de seus principais clientes do setor de seguros agrícolas, a empresa auxiliou no monitoramento de 90.000 hectares, permitindo uma redução de 60% no número de técnicos a campo e mantendo a eficiência no controle de risco.

“Considerando os impactos, limitações e desafios que a pandemia de Covid-19 trouxe às seguradoras, a parceria com a Agritask foi um valioso suporte para a gestão e avaliação da carteira de seguros de milho 2ª safra. Os dados fornecidos nos possibilitaram um novo entendimento sobre a situação dos riscos, permitindo novas tomadas de decisões, mesmo sem a tradicional vistoria de campo realizada por peritos”, explica Danilo Jacomini, subscritor de riscos da Swiss Re.

Segundo dados de uma pesquisa realizada pela consultoria global de gestão e estratégia Boston Consulting Group, 45% dos agricultores brasileiros afirmaram que planejam investir mais em automação e sensoriamento remoto depois que a pandemia passar.

De acordo com o VP Global de Vendas da Agritask, Amir Szuster, “as funcionalidades oferecidas pela ferramenta permitem que diferentes empresas do agronegócio possam finalmente integrar diversas tecnologias de agricultura de precisão em uma única plataforma, capaz de transformar dados em informação para uma melhor tomada de decisões, mesmo com a redução de acesso direto às fazendas em tempos de pandemia”.

Cristina Palmaka e líderes da SAP na América Latina recebem reconhecimento na lista HERoes de 2020

A SAP SE (NYSE: SAP) anunciou que a rede global Involve, que  defende a diversidade e a inclusão nos negócios, incluiu Cristina Palmaka, presidente da SAP para América Latina e Caribe, em sua lista HERoes 100 Women Executives 2020.

A executiva foi apontada como uma das 100 principais executivas que lideram pelo exemplo para elevar os índices de diversidade de gênero e inclusão nas empresas. Desde que ingressou na SAP em 2013, Cristina Palmaka tem feito da cultura da diversidade o alicerce da estratégia da companhia.

Além disso, duas outras líderes da SAP América Latina foram citadas na lista HERoes Women Future Leaders 2020, sendo reconhecidas como modelos inspiradores e pela contribuição significativa para diversidade de gênero na organização. São elas Sueli Nascimento, gerente de produtos e líder da rede de funcionários Black Employee Network na SAP Brasil, e Carolina Vaccaro, consultora sênior de Recursos Humanos para o Mexico e região LAC Norte e líder da rede Business Women Network na SAP América Latina e Caribe.

“Estamos muito honradas com esse reconhecimento e motivadas para continuar construindo equipes com diversidade e inclusão”, afirma Cristina Palmaka.

As HERoes Women Role Model Lists, apoiadas pelo Yahoo Finanças, destacam líderes empresariais que apoiam mulheres nos negócios e promovem mudanças para incrementar a diversidade de gênero no ambiente de trabalho.

As listas são publicadas anualmente e revelam 100 mulheres na categoria Women Executives, 100 na Women Future Leaders e 50 na Advocate Executives. Cada uma delas é avaliada pela influência da função, pelo impacto nas iniciativas de inclusão e na igualdade gênero dentro e fora do local de trabalho e pelas conquistas nos negócios.

Na categoria HERoes 100 Women Executives são levadas em consideração a senioridade e a influência das candidatas. Devem trabalhar ativamente para criar um ambiente no qual as mulheres possam realizar confortavelmente suas aptidões profissionais no ambiente de trabalho e é importante que estejam focando nesta meta, além de suas funções diárias.

A categoria Future Leaders é composta de pessoas de alto desempenho e alto potencial que podem estar em variados níveis em suas carreiras.  É colocada maior ênfase no trabalho em prol da inclusão de gênero, e não na senioridade nos negócios.

IBM anuncia os Top 100 finalistas da Maratona Behind The Code entre mais de 70.000 desenvolvedores

A IBM anunciou os Top 100 finalistas da Maratona Behind The Code, uma iniciativa que reuniu desenvolvedores, estudantes e entusiastas da América Latina (1) em cinco semanas de competição de codificação para resolver desafios de negócios usando tecnologias disruptivas como Machine Learning, Inteligência Artificial, IoT e Kubernetes, entre outros, na IBM Cloud.

Os 100 melhores classificados, listados na webpage da Maratona, representarão seus países na Grand Finale ao vivo e online em novembro de 2020. Eles também viajarão para um Resort em uma praia Mexicana em 2021 para se encontrarem com os patrocinadores que propuseram os 8 desafios.

Após a conclusão do último desafio – Grand Finale -, os top 5 ganharão uma viagem para visitar a IBM Alpha zone, uma aceleradora de startups da IBM localizada em Tel Aviv em 2021, e ter uma experiência imersiva para impulsionar suas habilidades, conhecendo algumas das tecnologias mais inovadoras de hoje.

“Nós estamos emocionados em anunciar os 100 finalistas dessa competição maravilhosa que reuniu mais de 70.000 programadores, que aprenderam a desenvolver usando tecnologias disruptivas na IBM Cloud para resolver os desafios”, disse Marcelo Spaziani, Vice-Presidente de Sales & Value Creation para a IBM América Latina. “Hoje, a computação em nuvem é a maior facilitadora de inovação para organizações de qualquer tamanho e indústria. Com a Maratona Behind The Code nós tornamos nossa plataforma de nuvem disponível para todos, com recursos, técnicas e tutoriais para impulsionar suas habilidades profissionais e para prepará-los para encarar os desafios de negócios do mundo real”.

A Maratona no Brasil

• 50 desenvolvedores do Brasil são parte dos Top 100 finalistas. Eles competirão mais uma vez para conseguir um dos cobiçados lugares entre os Top 5 melhores desenvolvedores da América Latina.
• A presença de mulheres no Top 100 finalistas aumentou 171% em comparação com 2019.
• O 1º lugar no ranking geral da Maratona em português ganhará um Jeep Renegade Longitude da FCA.

Dinâmica da Maratona Behind The Code

Durante a Competição, os participantes receberam oito desafios virtuais de negócios, propostos por empresas e instituições parceiras: FCA, TecBan, Algar Tech, Cocamar, Instituto Universitário FIAP, Saint Paul | LIT Escola de Negócios, TNT Energy Drink e UNINASSAU. Com base em várias tecnologias, eles foram capazes de criar soluções diferentes, como: um modelo de machine learning capaz de encontrar o melhor candidato para uma vaga, uma ferramenta capaz de acelerar e dinamizar os processos de aprendizagem dos estudantes, ou um agrônomo virtual para auxiliar na detecção de pragas nas lavouras de soja, entre outras.

Quanto mais rápido os desafios fossem resolvidos e quanto mais preciso o código fosse, mais pontos os desenvolvedores acumulavam. Ao final de cada desafio, era divulgado o ranking com os 100 melhores classificados. Os primeiros colocados em cada desafio competiam por prêmios como carros, bolsas integrais, cursos gratuitos, entre outros.

Para ajudar os desenvolvedores em cada desafio, a IBM forneceu conteúdo e dicas sobre todas as tecnologias necessárias. Desta maneira, os participantes puderam melhorar seus conhecimentos e desenvolver suas habilidades.

Patrocinadores, Apoiadores e Comunidade

A Maratona Behind The Code tem uma rede de mais de 30 patrocinadores, apoiadores e instituições comunitárias que tornaram a iniciativa possível em 2020: BCP, FCA, ICBC Argentina, TecBan, Alestra, Algar, Anáhuac University, BanCoppel, Cocamar, CompuSoluciones, Digital House, Centro Universitário FIAP, Saint Paul | LIT Escola de Negócios, Tortuga Code, UNINASSAU, Belgo Bekaert Arames, Ipiranga, NDS Cognitive Labs, Platzi, TechData, edX, Elastic, Empleos TI, Instituto Exito, Lab CIEE, Red Hat, Shawee, Tata Consultancy Services e Universidad Diego Portales.

(1) Residentes dos seguintes países: Argentina (exceto da Província de Mendoza), Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Uruguai e Venezuela.

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Wayra lança desafios para startups na área de logística

Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica e uma iniciativa Vivo, abre inscrições para startups que tenham soluções para resolver desafios de uma grande corporação. As primeiras seis oportunidades são da área de logística e ficarão abertas até 31 de outubro no site da Wayra. As startups selecionadas para a fase final terão a chance de fazer pitch para executivos da Vivo visando gerar negócios com a empresa.

Os desafios têm como objetivo impulsionar o desenvolvimento de negócios entre startups scale ups e a empresa. Os contratos poderão seguir o modelo para uso interno, para soluções relacionadas a melhoria de eficiência e redução de custos operacionais, ou para uso externo, com a criação de novos produtos tanto B2B como B2C.

“Os desafios reforçam nosso posicionamento e propósito de conexão com o ecossistema empreendedor a fim de gerar negócios, trazer mais inovações e melhorar as operações e experiência dos clientes da Vivo.”, declara Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil.

Essa nova iniciativa prevê aumentar o volume de soluções com potencial para melhoria em custos e nível de serviço dentro da corporação. Entre os primeiros desafios estão oportunidades para logística reversa como plataforma de gestão e serviço de coleta, ferramenta de crowdshipping, sistema de gerenciamento de transporte entre outros.

“Trata-se de uma excelente iniciativa da Wayra para nos aproximar de startups que tenham potencial de acelerar nossas frentes de transformação digital na Logística com soluções inovadoras de baixo custo e maior eficiência operacional”, declara Leandro Stumpf, diretor de Logística da Vivo.

As startups selecionadas farão uma apresentação em formato de pitch para uma comissão avaliadora formada pelas equipes da Wayra e da Vivo e as finalistas serão apresentadas para a área. Os critérios para seleção incluem avaliação de equipe, solução e aderência à oportunidade.

Para as startups que não se enquadrarem nos desafios propostos, há também a opção de aplicar para fazer parte do portfólio da Wayra. A inscrição pode ser feita em qualquer momento do ano no site e a avaliação segue a tese de investimento da Wayra.

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