Page

Author admin

Ambev Tech recruta jovens universitários e recém formados para vagas em tecnologia

Processo seletivo para estágio regular, estágio Representa e trainee na área de tecnologia acontece em todas as regiões do Brasil, com salários de até R$ 7 mil

A Ambev Tech abriu inscrições para seus programas de recrutamento. Com inscrições até o dia 12 de abril, os processos contam com dezenas de vagas na área de tecnologia espalhadas por todo o país. Diferente dos anos anteriores, o movimento #AmbevMeContrata possui um único período de inscrição para os 3 processos seletivos desse semestre: estágio regular, estágio Representa – voltado para jovens pretos e pretas – e trainee.

Os processos seletivos serão realizados 100% virtualmente. Critérios mais inclusivos anunciados em 2020, como a não obrigatoriedade de inglês, por exemplo, seguem esse ano. Também foi mantida a plataforma de capacitação voltada para candidatos com transmissões e bate-papo ao vivo com líderes da Ambev. A ideia é disponibilizar conteúdo como podcasts, revistas, artigos e entrevistas que ajudem os candidatos na seleção.

SERVIÇO

Quem pode se inscrever para o trainee tech: pessoas de qualquer curso de graduação e tecnólogos formados de dezembro de 2018 a julho de 2021.

Quem pode se inscrever para o estágio tech e representa: pessoas de qualquer curso de graduação e tecnólogos com previsão de formatura entre dezembro de 2018 a julho de 2021

Prazo das inscrições: até 12 de abril no link http://www.ambev.com.br/carreiras/trabalhe-conosco/

Convergint Technologies adquire 100% da Seal Telecom

A sinergia e parceria entre as empresas favoreceu o processo de aquisição que fortalece, ainda mais, a atuação e os recursos da Convergint na América Latina, consolidando seu crescimento e presença global, além de proporcionar aos atuais clientes da Seal Telecom a ampliação no atendimento Global, no portfólio de serviços e soluções inovadoras em tecnologia

A Convergint Technologies, um dos maiores integradores mundiais e líder mundial em integração de sistemas baseados em serviços, anuncia a aquisição de 100% da Seal Telecom, multinacional integradora de soluções. Com alcance em toda a América Latina, a Seal Telecom passa a integrar as operações e negócios globais da Convergint, contribuindo com sua expertise, recursos, fornecedores e profissionais altamente capacitados. Esse processo, nasceu de uma parceria iniciada há cerca de 1 ano que soma forças e potenciais de ambas as empresas, aumentando assim a capilaridade dos serviços oferecidos e proporcionando o mais alto nível de atendimento e inovação que os clientes multinacionais exigem.

“A aquisição da Seal, por parte da Convergint, reforça o nosso compromisso de fornecer, aos nossos clientes globais, serviços de atendimento consistentes”, afirma Ken Locchiato, CEO da Convergint Technologies. “A Seal Telecom é um acréscimo essencial à nossa equipe global. Estamos bem posicionados para fornecer suporte aos nossos clientes locais e multinacionais na região da América Latina, em sincronia com nossa cultura e nossos valores”, completa.

A Seal Telecom fornece, atualmente, soluções inovadoras de áudio e vídeo, comunicações unificadas, prédios inteligentes, broadcast, incêndio e segurança, e sua venda não trará qualquer impacto para as ações, projetos, trabalhos e parcerias desenvolvidas ou em negociação pela empresa. Da mesma forma, a condução da empresa segue sob a liderança de Daniel Skit, CEO da Seal Telecom, com todo o seu time de liderança, diretores e gerentes.

No ano passado, Seal e Convergint formaram uma parceria estratégica exclusiva para expandir e aprimorar os recursos de serviços ao cliente das duas empresas na América Latina. A ampla expertise da Seal e seu ambiente inclusivo, voltado para as pessoas, com foco no cliente e centrado no colaborador, habilita a Seal para fornecer uma excepcional experiência ao cliente, focada em tempos de serviço reduzidos, opções multilíngues e atendimento ao cliente 24/7. A Seal Telecom traz 20 anos de experiência na América Latina e adiciona mais de 500 colegas à equipe da Convergint, servindo o Brasil, Costa Rica, Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Paraguai, México e o Caribe.

“A sinergia entre a Seal Telecom e a Convergint tem sido inestimável para nossos clientes”, disse Daniel Skit, CEO da Seal Telecom. “Depois de trabalharmos juntos, estamos muito satisfeitos por nos juntar à equipe da Convergint e aumentar nossa capacidade de servir empresas multinacionais e disponibilizar soluções inovadoras de tecnologia em nossa região e em todo o mundo”, acrescenta.

A aquisição da Seal Telecom eleva o total de aquisições da Convergint Technologies. O acordo representa a 42ª aquisição da companhia.

Novos métodos de ensino abrem portas para o empreendedorismo no Brasil

Por Fernanda Amorim, Presidente executiva da Brasil Júnior

O ano de 2020 será marcado na história da humanidade. Mesmo que o mundo já tenha vivenciado outras crises impulsionadas por um vírus, como foi o caso da peste bubônica e da gripe espanhola, a pandemia do coronavírus causou mudanças exponenciais em todo o planeta e em diversos setores. Foi visível que para responder ao novo cenário, tivemos que nos reinventar e usar da criatividade humana e o desenvolvimento de novas tecnologias para transformar e dar continuidade em diversos setores do mercado, na saúde e na educação.

Falando na educação, tivemos que vencer barreiras sociais, como o acesso à internet ou a divisão de tempo (dos pais), cuidado com os filhos e outros familiares, estudos e trabalho. A própria realização do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) levantou questionamentos sobre sua aplicação que foi adiada. Ou seja, conseguimos notar com mais clareza um gargalo cada vez maior no que diz respeito à educação no Brasil.

Ao passo que o mundo digital e uso de tecnologias permitiu romper barreiras físicas e reinventar nossa maneira de fazer negócios, empreender, se relacionar, na educação não foi diferente. Os modelos de ensino EAD e semipresenciais que já ganhavam força desde 2014, tiveram que mergulhar ainda mais nas experiências virtuais de aprendizagem e se utilizar da tecnologia para conseguirem se manter ativos ou se destacarem em seu setor, evitando a evasão escolar que foi crescente em 2020, atingindo 10,1% em meados de outubro .

Mas, é diante desse cenário que eu pergunto: Qual é a importância do papel da educação no cenário atual e a prioridade que devemos dar para que os alunos tenham acesso a um ensino de qualidade?

Para uma sociedade se desenvolver é necessário um pilar educacional forte. Segundo uma pesquisa realizada em 2019 pela BBC – British Broadcasting Corporation, os 5 países de referência mundial em educação universitária são: Suiça, Noruega, Alemanha, Finlândia e Estados Unidos e três deles (Noruega, Suíça e Alemanha) estão no top 6 do último ranking divulgado sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) Global. De acordo com o documento Produtivismo Includente, da Secretaria Nacional de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, “Se o Brasil se tornar uma grande potência sem uma grande universidade de ponta mundial, será o primeiro caso da história de um grande país.”.

Para pensar nesse ponto, entramos no tema deste artigo, que são os novos métodos de aprendizagem. Uma boa saída para esse momento é olhar com mais atenção para as soluções impulsionadas pelo contexto, como o aumento de cursos e adesão ao EAD, o surgimento de plataformas gamificadas, disponibilização de uma quantidade maior de equipamentos tecnológicos para alunos ou, ainda, na melhoria do fornecimento dos serviços de internet. Complementar a isso, a execução de atividades extra sala de aula, mesmo em formato assíncrono e virtual, que propiciem a consolidação do conhecimento teórico.

Um outro ponto dentro da educação e do desenvolvimento humano é o pilar da educação empreendedora que pode ajudar a elevar a qualidade de um país, já que ela tem como objetivo desenvolver pessoas para o empreendedorismo, para o empoderamento, ajuda grupos a alterar mentalidades e gerar atitudes que possam encontrar soluções transformadoras para os mais diversos problemas e em todos os setores, até os mais inimagináveis.

A educação empreendedora ocupa um espaço importante da educação, porque também desenvolve habilidades da sociedade como autonomia, criatividade, gestão, capacidade de cooperativismo, adaptação e fornece ao indivíduo as habilidades e o protagonismo necessários para aumentar sua inserção no mercado e para ter sucesso em seus empreendimentos. Aqui, as Universidades, por exemplo, podem inspirar o empreendedorismo aos estudantes, por meio de novos métodos de aprendizagem.

Entre os exemplos da aplicação disso estão a utilização da tecnologia para o ensino, espaços democráticos e diversos, debates, além de atividades de extensão que estimulem a prática da teoria aprendida em sala de aula, como iniciações científicas e a inserção de empresas juniores, que potencializam o empreendedorismo universitário, a entrada no mercado de trabalho e a inovação.

Portanto, temos como uma lição o questionamento e reflexão acerca do ensino no cenário atual. Tanto a educação como o empreendedorismo devem andar de mãos dadas, pois podem impulsionar o potencial de jovens em transformar o país e devem ser resposta à formação da juventude mesmo em tempos de crise. O ideal é utilizar novos métodos de aprendizagem e unir forças para que, de fato, consigamos inserir jovens no mercado usando as portas do empreendedorismo que estão sendo abertas.

FinanZero capta R$ 40 milhões em nova rodada de investimento

A FinanZero, fintech de capital sueco que opera como buscador de empréstimos online para encontrar crédito pessoal junto a instituições financeiras parceiras, anuncia a captação de R$ 40 milhões em sua quarta rodada com a participação dos fundos suecos VEF , Dunross & Co e Atlant Fonder e outros investidores. Todos estes três fundos já haviam investido na startup em rodadas anteriores.

“O volume de pedidos de crédito em nossa plataforma segue crescendo exponencialmente com uma média de 750 mil solicitações mensais que são recebidas e analisadas por mais de 50 instituições parceiras. O mercado de crédito já sentiu uma retomada desde o segundo semestre de 2020 e precisávamos de maior suporte de capital para levarmos a FinanZero a um novo patamar. Iremos investir na aquisição de clientes, desenvolvimento de produtos e contratação de talentos”, assinala Olle Widén, CEO da FinanZero.

“Voltar a apoiar financeiramente empresas do nosso portfólio e seus fundadores quando estão entregando o nível de crescimento e a criação de valor da FinanZero é uma decisão muito mais fácil para nós, investidores. Olle e o time da FinanZero estão em um momento de aceleração da jornada da startup e com este capital adicional estamos confiantes que podem seguir seu caminho para se consolidarem como o marketplace de crédito líder em um dos segmentos com claras oportunidades de escalabilidade no ecossistema de fintechs brasileiro”, acrescenta David Nangle, CEO do VEF.

Fundada em 2016 pela Webrock Ventures, Zentro Global Partners e o empresário Olle Widén, a FinanZero recebeu neste mesmo ano seu primeiro aporte do VEF, até então o primeiro feito pelo fundo no Brasil, dando início ao seu plano de expansão no acelerado mercado de fintechs brasileiro. Incluindo este novo aporte, no total, já foram investidos US$ 22,85 milhões na FinanZero.

Segundo Widén, o avanço da tecnologia implantada pela fintech para análise de crédito e o fato do número de parceiros financeiros integrados na sua plataforma ter aumentado 40% em 2020 levaram a um crescimento de 65% nas solicitações de empréstimos no ano passado, registrando um processamento de, em média, 25 mil pedidos por dia.

“Possivelmente como um reflexo da crise e do desemprego, mas também pela necessidade de empreender e se reinventar, o volume de buscas na nossa plataforma disparou e nossa expectativa é fecharmos 2021 com um crescimento de 80% nas requisições de empréstimo pessoal”, analisa o CEO da FinanZero.

“Estamos democratizando o acesso ao mercado de crédito e incluindo no sistema financeiro novos consumidores que antes não conseguiam aprovação pela falta de informação e de análise dos perfis. Conseguimos ampliar a oferta de recursos aos tomadores de crédito através do uso de algoritmos sofisticados que garantem maior segurança às instituições no momento de decidir pela concessão ou negativa do empréstimo”, finaliza.

Ascenty inicia a construção de mais cinco data centers no Brasil

A Ascenty, empresa líder no mercado de Colocation na América Latina, anuncia o início da construção de mais cinco data centers, totalizando, agora, 27 unidades distribuídas entre Brasil, Chile e México.

As novas instalações são Hortolândia 5 e 6 e Sumaré 3, 4 e 5, no estado de São Paulo, com capacidade energética de aproximadamente 25 MW cada data center. Para viabilizar o financiamento das construções, a Ascenty já possui clientes âncora contratados em cada unidade.

Com um investimento total de US$ 250 milhões, os novos data centers serão construídos em localidades onde a empresa já opera atualmente. “A nossa estratégia de construção de campus de data centers é bastante positiva, não só em termos de custos e concentração de mão de obra, mas também para atender as necessidades de expansão dos nossos clientes nessas localidades”, afirma Marcos Siqueira, VP de Operações da Ascenty.

Para todo esse crescimento, a empresa conta ainda, com os investimentos dos seus acionistas – a Digital Realty, maior rede global de data centers, com 280 estruturas localizadas na América, Europa, Ásia e Oceania; e a Brookfield Infrastructure Partners, gestora de ativos canadense com sólida experiência no mercado brasileiro.

Quanto ao início de operação dos novos data centers, a previsão é que Hortolândia 5 e Sumaré 3 estejam concluídos no primeiro semestre de 2022; Hortolândia 6 e Sumaré 4, no 1º semestre de 2023; e Sumaré 5, em 2024.

Novo financiamento

A Ascenty anuncia também a captação de US$ 925 milhões de dólares para acelerar o crescimento de suas operações no Brasil.

Esses recursos são destinados para a expansão de data centers já existentes e construção de novas unidades no território nacional, além da ampliação da rede proprietária de fibra óptica, que hoje conta com 5.000 km que interligam todas as estruturas da companhia às estações de cabos submarinos de Praia Grande (SP), Fortaleza e Rio de Janeiro.

A nova linha de crédito foi contratada e liderada pelo Citibank, ING, Itaú, Natixis e Scotia Bank, e incluiu os seguintes credores adicionais: Banco do Brasil, BNP Paribas, Credit Agricole, Deutsche Bank, EDC e SMBC.

“Os serviços de data center no Brasil continuam crescendo rapidamente e estamos aumentando nossos investimentos no país para acompanhar essa robusta demanda”, afirma Chris Torto, presidente da Ascenty.

DHL Supply Chain está com inscrições abertas para seu Programa de Trainee 2021

A DHL Supply Chain, líder em armazenagem, distribuição e transportes, está com inscrições abertas para o Programa de Trainee 2021. Devido a pandemia, este ano o processo seletivo será 100% online. Realizado desde 2007, o programa visa priorizar este ano a diversidade para formar gestores(as) de operação logística que trarão novas ideias e possibilidades ao negócio e ocuparão posições de liderança em todo o Brasil. No ano passado, 70% dos trainees contratados foram mulheres, contribuindo com a pluralidade e maior presença feminina no setor logístico. A organização almeja também aumentar a representatividade de grupos diversos em posições de liderança e, por isso, candidatos negros, pardos, LGBTQIA+ e PCDs também são foco deste processo seletivo.

Os interessados no programa, que tem duração de 18 meses, devem ser formados entre dezembro de 2017 e dezembro de 2020, sendo que todas as graduações serão aceitas. A companhia também solicita aos interessados disponibilidade para residir em outra cidade/estado. No total, são 25 vagas disponíveis sendo 90% destas para atuar nas áreas de operações.

“Somos mais de 17 mil pessoas. Juntos, unimos nossas diversidades, habilidades e sonhos para criar um ambiente saudável que respeita e acolhe. Isso mostra que estamos no caminho certo e que nossas pessoas são nossos principais ativos. Juntos, transformamos e melhoramos cada vez mais nosso ambiente de trabalho”, afirma Rodrigo Viscardi, Head de Recursos Humanos da DHL Supply Chain Brasil.

O processo seletivo é estruturado em oito etapas todas online: 1 – Inscrições; 2 – Testes online; 3 – Entrevista digital; 4 – Dinâmica de grupo online; 5 – Conexão com os líderes do amanhã (encontro preparatório para etapa final); 6 – DHL Game Day; 7 – Entrevistas finais com a liderança; e 8 – Admissão. Os critérios avaliados são: aderência à cultura, habilidades comportamentais e motivações pessoais e profissionais.

O programa é construído para desenvolver e potencializar as competências da(o) trainee sejam elas técnicas ou comportamentais, através de experiências práticas como participação e condução de projetos, trabalho em equipes multidisciplinares, participação em treinamentos, palestras, reuniões e visitas técnicas, tudo com a supervisão das áreas de Recursos Humanos e Gestão de Talentos e a realização de job rotation de forma periódica.

A DHL oferece salário e pacote de benefícios atrativos, incluindo bolsa de estudos para candidatos cujo o nível de proficiência de inglês seja intermediário, refeição no local, convênio médico e odontológico, seguro de vida, programa de participação nos resultados, Gympass, DHL Clube de Descontos, e grandes oportunidades para que os candidatos mostrem seus talentos e tenham ascensão profissional.

Para fazer parte do processo seletivo, os candidatos devem cadastrar-se na página http://dhltrainee.com.br/, até 9 de abril de 2021.

Ânima Nest Pocket tem recorde de inscrições em programa de criação de startups

Pensando em incentivar a inovação, o empreendedorismo e a oportunidade do “mão na massa” aos estudantes, a Ânima Educação, uma das maiores organizações educacionais de ensino superior do País, fomenta o Ânima Nest Pocket, um programa exclusivo de estímulo à criação de startups para universitários de suas instituições de ensino, entre elas o UNICURITIBA.

No mais recente edital de seleção para a iniciativa, aberto durante apenas 10 dias, 86 equipes se inscreveram para desenvolver seus projetos. O número de times foi mais que o dobro da edição anterior, quando 37 equipes participaram. 

Uma novidade desta edição é a parceria com as verticais de conhecimento da Ânima Educação. Trata-se da HSM, a mais completa plataforma de educação corporativa do País, e a Singularity University (SU), comunidade global de educação e inovação que utiliza tecnologias exponenciais para enfrentar os maiores desafios do mundo e construir um futuro melhor para todos.

Os três grupos selecionados para a final da competição, que acontecerá em junho, vão receber uma premiação em dinheiro para investir na ideia e passar por uma trilha de aprendizagem sobre empreendedorismo e venda.

Os alunos vão ganhar uma bolsa integral no curso ‘Fundamentos do Pensamento Exponencial’, da SingularityU Brazil, e terão a oportunidade de apresentar seus projetos para banca avaliadora do Learning Village, o primeiro hub de inovação focado em educação da América Latina. O grande vencedor poderá utilizar o espaço por três meses, tendo contato com startups, grandes empresas e utilizando todas as ferramentas disponíveis no hub.

A disputa entre os times promete ser acirrada. As inscrições registram a participação de mais de 320 estudantes das sete instituições de ensino que integram o Ecossistema Ânima em todo o país – UNICURITIBA (PR), Ages (BA e SE), UniBH (MG), Una (MG e GO), São Judas (SP), UniSociesc (SC) e UNISUL (SC) – que vão receber mentorias de professores e executivos da organização.

O Ânima Nest Pocket será realizado a partir de 5 de abril, em ambiente online, e reúne equipes com projetos nas áreas de Educação, Saúde, Mobilidade Urbana, Engenharias, Psicologia, Veterinária, Finanças, Cinema, entre outras.

Para o CEO da HSM e Co-CEO da SingularityU Brasil, Reynaldo Gama, é preciso estimular o empreendedorismo e a inovação nos universitários. “É uma realidade que a pandemia acelerou a transformação digital nas empresas e os modelos de negócios precisaram ser repensados e adaptados para o digital. O Ânima Nest Pocket vem ao encontro deste novo cenário e ajudará a transformar as ideias e projetos dos estudantes em negócios alinhados a esse movimento que estamos vivendo. Nós ficamos muito felizes em incentivar essa ação, que oferece aos nossos jovens a oportunidade de fazer a diferença no nosso País”, ressalta o CEO.

De acordo com o Diretor de Inovação e Tendências em Educação da Ânima, Rafael Ávila, a atmosfera criada é propícia para afloramento da criatividade e inovação. “Criamos um espaço onde os estudantes são livres para pensar, ousar e transformar as ideias em realidade. No Ânima Nest Pocket eles ainda vivenciam experiências onde criam habilidades importantes para vida profissional e pessoal”, acrescenta ele.

Qintess Ignite Startups abre inscrições para 2021

Em 2020 programa de aceleração gerou soluções para oito grandes clientes das Qintess nos setores de Finanças, Seguros, Varejo e Governamental

A Qintess, umas 10 maiores empresas brasileiras de tecnologia, anuncia a segunda edição do Qintess Ignite Startups, programa de aceleração que tem como objetivo alavancar a atuação de startups no ecossistema da companhia, bem como gerar oportunidades de parcerias de negócios entre empreendedores e grandes clientes em diversos setores econômicos. 

O foco em 2021 é inovação baseada em inteligência artificial, aprendizado de máquina, análise avançada de dados, mineração de processos, computação de borda e SAP. No ano passado, o programa gerou soluções para oito grandes clientes da Qintess em setores como Finanças, Seguros, Varejo e Governamental. Ao todo, foram 30 reuniões de trabalho, 54 mentorias, agendas técnicas e 12 webcasts comandados pelas startups.  

“Estamos consolidando algumas startups como nossas parceiras permanentes, com o objetivo de gerar ofertas para os clientes, além de incluir novos pilares relacionados aos projetos internos de inovação da Qintess. Tudo isso para continuar tendo ganhos de produtividade e ampliação de produtos e serviços! ”, comenta Breno Barros, Vice-Presidente de Pessoas, Marketing e Inovação da Qintess.

“Também estamos alavancando nossas academias de talentos. Por exemplo, agora em abril acontecerá nosso primeiro “Hackat-UP”, uma maratona de programação que une 20 pessoas formadas pela nossa academia por um período de tempo de uma semana a fim de explorar dados e códigos, e discutir novas ideias para nossas Startups aceleradas na nossa parceira Vale do Dendê. É uma incrível evidência de nosso propósito: unir a inovação sustentável com pessoas capacitadas e preparadas dentro de casa!.”, finaliza Breno.

Serviço

Qintess Ignite Startups

Quando: inscrições até 30 de abril

Onde: https://qintess.com/ignite-2021

Evento de Lançamento:

Lançamento Qintess Ignite Startups 2021

Quando: 16/04 às 15h

Onde: Transmissão via LinkedIn em https://www.linkedin.com/events/lan-amentoqintessignitestartups6782699849113456640/

Cogna Educação cria plataforma de gestão acadêmica com nuvem da Microsoft

A Cogna Educação, companhia brasileira de educação, que inclui as instituições Kroton, Platos, Saber e Somos Educação, desenvolveu o Backbone Educacional, um novo modelo operacional da companhia, elaborado com base nos serviços de Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft, que unifica toda a plataforma acadêmica do grupo, proporcionando maior visibilidade de projetos, além de facilitar a sua gestão.

De acordo com Luis Roberto Macedo Coimbra, diretor de Arquitetura de Sistemas da Cogna Educação, para desenvolver o novo modelo, todo o sistema de gestão acadêmica e financeira precisou ser repensado para se criar uma estrutura de micro serviços. Com essa missão traçada, o grupo buscou o apoio da Microsoft para elaborar um plano que permitisse destravar e unificar essas funcionalidades. “Os serviços da Azure foram um grande possibilitador para utilizarmos toda essa arquitetura em algumas ideias, fomentando ainda mais nosso objetivo de transformar a Cogna nessa empresa de plataformas educacionais, tanto no ensino superior quanto no ensino básico”, explica Coimbra. 

Com a mudança, um dos primeiros resultados foi a habilitação dos autosserviços para os alunos. Antes da migração para a nuvem da Microsoft, o índice de serviços acadêmicos e administrativos disponíveis on-line era de 3%, e hoje mais da metade deles estão neste formato. “O Backbone é o core de todo o contexto que tange processos acadêmicos. Na visão de plataforma, vai ter conexão com todos os processos, desde a captação do aluno, retenção, administrativo, financeiro e a parte de formação; são todas as esferas do meio de educação em um único lugar”, diz Djayson Roberto Eger, gerente sênior do time de Arquitetura da Cogna. 

O projeto inclui, entre outros serviços, a implementação do Azure Cognitive Search, serviço de pesquisa de nuvem executado com IA para desenvolvimento de aplicativos Web e móveis, que disponibiliza APIs e ferramentas para a criação de uma experiência de pesquisa focada na necessidade dos usuários.

Comunicação e colaboração no ensino remoto

Além dos serviços de Azure, a Kroton, instituição B2C de Ensino Superior que faz parte do grupo Cogna, implementou no ano passado a plataforma de colaboração e comunicação, Microsoft Teams, para aulas remotas de 350 mil alunos em apenas 24 horas. Os estudantes da modalidade presencial tiveram que se somar aos 470 mil alunos que já faziam cursos on-line na instituição, na modalidade EaD (Ensino a Distância) por conta do isolamento social. Desde o início, o nosso objetivo da empresa foi garantir que os alunos não tivessem nenhuma interrupção no semestre letivo. Uma experiência diferente, mas com os mesmos conteúdos e a mesma carga horária. 

De acordo com Luis Coimbra, a solução contou com o Microsoft 365, tendo o Microsoft Teams como peça-chave de toda essa mudança. Porém, para oferecer uma solução mais completa, com o acesso a uma conta Microsoft que elevasse o potencial educativo da iniciativa, o Azure foi o suporte encontrado para esse processo. “Quando começamos a iniciativa, percebemos o nível de complexidade que estávamos enfrentando, e que precisaríamos de todo o suporte da Azure nessa transição”, acrescenta.

Em 2020, foram ministradas semanalmente mais de 25 mil aulas ao vivo pelo Microsoft Teams para as turmas de graduação presencial, além de mais de 55 mil atividades avaliativas realizadas pelos alunos. “Esse processo humanizou a sala de aula, tornando-a menos expositiva e mais interativa. É uma extensão da sala de aula, que transcende suas limitações. O aluno pode apresentar alguma solução, algum software, e isso pode ajudar a sala a desenvolver um projeto. Com a plataforma, essa troca de informação é mais natural e pela própria plataforma eles conseguem usar e trocar informação”, finaliza Luis Roberto Macedo Coimbra, diretor de Arquitetura de Sistema da Kroton. 

Cerca de 5% das startups são fundadas por mulheres

Dados da Pesquisa Female Founders Report, conduzida pelo Distrito, será pauta do painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, no Fintouch, maior evento da ABFintechs

Segundo pesquisa realizada pelo Distrito em parceria com a B2MAMY e Endevor, 4,7% das startups são fundadas exclusivamente por mulheres, enquanto 5,1% são co-fundadas por mulheres (fundação mista entre mulheres e homens). Do outro lado, o número de empresas com apenas fundadores homens é quase 20 vezes maior – mais de 90% das startups no Brasil ainda são fundadas apenas por homens. Ao olhar especificamente para o número de mulheres negras nesse ecossistema, o dado é ainda menor, apenas 19%.

A urgência do debate será pautada durante o Fintouch, maior evento no calendário da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e o maior do Brasil focado em fintechs. O painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social” será liderado por Fernanda Ribeiro, Líder de Diversidade na AbFintech, Presidente na Afrobusiness Brasil e Co-fundadora da Conta Black, além de Lilian Natal, do  Distrito, Dani Junco, da B2MAMY e Anita Fiori , do BID. 

“Precisamos bater na tecla da diversidade como inclusão social e estratégia de negócios. Afinal, ao não investirem em negócios liderados por mulheres, em especial, as negras, todos perdem a chance de ter um portfólio diverso e com altíssimo potencial de ganhos, inovação e sustentabilidade”, aponta Fernanda Ribeiro. 

Negócios de impacto social são repletos de inovação, escalabilidade e lucratividade. Um exemplo disto está na própria Conta Black, fundada pela executiva, que é uma comunidade financeira que se propõe em resolver o desafio da desbancarização e consequentemente a exclusão financeira. Ambas responsáveis pela desigualdade social.

“Precisamos iniciar de imediato uma jornada de inclusão, a partir da diversificação de investimentos e inclusão de mulheres em boardings e conselhos. Tenho esperança de que o atual momento possibilite uma reflexão mais profunda, que leve por fim, a uma transformação desse cenário”, reforça. 

Fintouch

Com o tema “Vamos encontrar juntos as respostas para os desafios das fintechs em 2021 e 2022?”, a programação do Fintouch 2021 contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro, marcado para os dias 15 e 16 de abril, das 9h às 18h, e acontecerá pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, o evento abordará assuntos para além do painel sobre “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, tais como Tokenização de Ativos; CBDC, Stablecoins e Corporate Coins; Open Finance; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; Regulação; Como se conectar com Organizações Internacionais para captar investimentos e Parcerias fora do Brasil; dentre outros. Para saber mais acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

Plataforma tecnológica transforma franqueadoras em fintechs

O processo de transformação digital pela qual os negócios estão passando tem resultado em mais agilidade e oportunidades para o varejo. Enquanto todos os setores da economia de realinham para crescer na nova realidade digital, o setor de finanças passa por uma transformação importante: a democratização da oferta e do acesso a serviços financeiros. Nesse novo panorama, abrem-se as portas para que franqueadoras ampliem o leque de serviços que oferecem para seus franqueados com a inclusão de serviços financeiros – de processamento de pagamentos a oferta de crédito ou carteira digital.

O Brasil tem atuado para desburocratizar e digitalizar a economia, com a adoção de um amplo plano de open banking – esforço exemplificado pelo lançamento recente do PIX. Na esteira das mudanças, abre-se a possibilidade para que empresas de diferentes setores passem a operar como financeiras, por meio de plataformas tecnológicas customizáveis e oferecidas em modelo white label. Oferecido por startups de tecnologia orientada à finanças (fintech), o modelo foi batizado de fintech-as-a-service.

A Fastcash é uma das empresas pioneiras no modelo fintech-as-a-service no Brasil. A empresa oferece uma plataforma tecnológica proprietária que permite a qualquer empresa ter um banco próprio, associado à sua marca e modelo de negócios. Dessa maneira, o estabelecimento consegue ter um intermediador para as operações financeiras, entre o cliente e a empresa, com total controle sobre a operação. Recentemente, a empresa lançou no Brasil sua máquina de processamento de pagamentos white label (sem marca), que embarca uma plataforma tecnológica completa para transações físicas ou digitais.

Usando uma plataforma fintech-as-a-service, uma franqueadora pode, assim, começar a operar como financeira para seus franqueados, oferecendo não apenas tecnologia de pagamentos (maquininhas e carteiras virtuais), mas também acesso a crédito e financiamento. A empresa tem total controle sobre as taxas que serão aplicadas sobre cada tipo de serviço, permitindo que elas criem e executem suas próprias estratégias de rentabilidade.

Na ponta, os franqueados passam a oferecer para os clientes comodidades extras na hora do pagamento. Entre os serviços que podem ser oferecidos, destacam-se o parcelamento de pagamentos, saques e depósitos, micro-crédito e micro-poupança, cashback, troco digital, recargas (celulares, bilhetes, jogos online), câmbio, carteira digital e pagamentos via PIX, entre outros. O franqueado também ganha com a adição de serviços e comodidades extras para seu cliente, além de criar uma nova fonte de receita.

“A transformação digital abre para o varejo físico oportunidades de se agregar valor a seus clientes na forma de serviços financeiros, trazendo não só benefícios adicionais para os clientes como também abrindo uma nova fonte de renda para a empresa” explicou Renato Ferreira Filho, CEO e fundador da Fastcash. “Com uma máquina POS da Fastcash, o varejo não ganha apenas mais uma opção de processamento de pagamentos, mas sim a possibilidade de abrir uma fonte de renda completamente nova e de alto valor agregado.”

Como o crescimento do e-commerce vai movimentar 2021

Por Thiago Mazeto, diretor de comercial e marketing da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

Já existe o movimento de migração para o e-commerce há alguns anos, mas ele tem se intensificado fortemente após o ano de 2020, em que as pessoas precisaram se reinventar para continuar no mercado de trabalho. Ano após ano, o comércio online tem conquistado uma importante fatia no varejo e ainda mais espaço na vida do consumidor.

Toda essa movimentação no comércio online somado com as tendências que já estão se popularizando internacionalmente, faz com que grandes expectativas surjam para 2021, com novas tecnologias e possibilidades tornando o mercado de ecommerce ainda mais completo.

Um novo momento está chegando para quem atua no comércio online e, para se destacar e sair na frente é preciso estar de olho no que vem por aí prometendo novas experiências de compra. Mas existe uma grande parcela de empreendedores que ainda tem medo do e-commerce engolir o próprio negócio, e esse é um ponto importante para exaltar. O novo movimento é que as lojas físicas continuem existindo, mas agora com auxílio do e-commerce, ou seja, agora você não vende só para sua cidade e sim para o Brasil todo e nós sabemos que é possível que esses dois cenários vivam juntos e se potencializem.

Com esse movimento do varejo online, as indústrias passaram a perceber um importante mercado na venda direta para o consumidor final. Hoje, além do B2B – business to business – o B2C – business to consumer – também está ganhando espaço. A preocupação nesse caso é com os revendedores, por exemplo, mas após uma venda online, esses revendedores podem continuar fazendo as entregas, otimizando tempo de toda a estrutura do negócio.

O objetivo do Brasil é chegar no patamar do mercado norte americano e chinês e nós estamos caminhando para isso. O e-commerce brasileiro cresce exponencialmente e está cada vez mais próximo desses grandes mercados internacionais. Nós temos um ecossistema pronto e bem desenvolvido, as empresas já sabem lidar com logística, os meios de pagamento para o consumidor e para o empreendedor são ótimos, o tempo médio de entrega diminuiu, portanto estamos no caminho certo.

A evolução de 2019 para 2021 foi muito grande e com muitos resultados positivos, por isso é importante que todos continuem investindo nessa forma de fazer negócio, porque só assim o Brasil alcançará bons resultados e crescimento significativo.

BTG Pactual lança primeiro fundo de bitcoin de um Banco de Investimentos do País

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, anuncia hoje ao mercado o lançamento do primeiro fundo de bitcoin desenvolvido por um banco brasileiro. O BTG Pactual Bitcoin 20 Fundo de Investimento Multimercado será gerido pela BTG Pactual Asset Management e distribuído pela plataforma do BTG digital, a partir do dia 5 de abril.

O lançamento acontece em linha com um dos propósitos do BTG Pactual digital em democratizar o acesso aos melhores investimentos e atende a um pedido dos próprios clientes, que tem demonstrado interesse no mercado de criptomoedas.

“Queremos aproveitar toda robustez, tecnologia e estrutura bancária que o BTG Pactual já possui para oferecer vantagem competitiva e democratizar o investimento em bitcoin, moeda que mais cresce dentro do segmento de criptomoedas, e com um produto mais acessível em termos de custo para o investidor”, afirma Will Landers, head de renda variável da BTG Pactual Asset Management.

O cenário de queda na taxa de juros global vem reduzindo a atratividade de produtos de renda fixa, despertando o apetite do investidor para o mercado de capitais, e a disposição para risco. Ao mesmo tempo, grandes empresas começaram a investir em criptomoedas, aumentando a relevância deste mercado e despertando o interesse de investidores.

O fundo investirá 20% do patrimônio em Bitcoin, e é o primeiro de uma série de produtos que o banco está desenhando dentro do universo das criptomoedas, justamente porque é a moeda que tem maior volume de operações o mundo.

O mercado de criptomoedas ainda é uma novidade para muitos investidores brasileiros. Para trazer mais conhecimento ao público, o BTG Pactual digital criou uma série de vídeos educacionais sobre o tema, composta de três episódios. O conteúdo pode ser acessado por meio deste link .

Romain Voog assume a liderança mundial da OLX Group

Voog assume como CEO da OLX Group e será responsável por todo o negócio de classificados online da Prosus, que atende mensalmente 300 milhões de usuários em mais de 30 países em cinco continentes

A Prosus, o grupo global de consumidores da internet e um dos maiores investidores em tecnologia do mundo, anuncia a chegada de Romain Voog como CEO da OLX Group, braço mundial de classificados online da Prosus.

Atendendo a 300 milhões de usuários mensais em mais de 30 países em cinco continentes, a OLX Group é uma empresa global de classificados responsável por mais de 20 marcas de consumo e mantida por uma força de trabalho global de mais de 10 mil colaboradores.

“Estou motivado em me juntar a OLX Group e liderar uma equipe apaixonada que está inovando em nome de nossas centenas de milhões de compradores e vendedores em mais de 30 países. Com suas marcas líderes, plataformas inovadoras, equipes empreendedoras e o apoio de um dos maiores grupos de consumidores da Internet do mundo, a OLX Group está preparada para apoiar as oportunidades do crescente comércio online e da mudança promovida pelos novos hábitos de consumo”, destaca Romain Voog.

Voog ingressa na OLX Group oriundo do Airbnb, empresa onde ocupou o cargo de vice-presidente de Operações e Geografia de Vendas Mundiais. Sua profunda experiência global com consumidores online é reforçada por cargos de liderança anteriores, incluindo CEO do Global Fashion Group e Presidente da Amazon França. Voog começou sua carreira no ramo de consultoria na Bain e depois no BCG, e possui um mestrado pela Ecole Centrale Paris.

“Estou muito feliz que Romain se uniu a nós para liderar o próximo capítulo da OLX Group. Sua rica experiência online aliada ao seu foco no cliente é a combinação perfeita à medida que continuamos transformando a categoria de classificados para compradores e vendedores em todo o mundo. Martin e sua equipe transformaram a OLX Group em um negócio vibrante e valioso, atendendo a mais de 300 milhões de usuários todos os meses. Gostaria de agradecer a Martin por sua excelente contribuição para o grupo nos últimos nove anos e por entregar uma empresa global vigorosa para o futuro”, analisa Bob van Dijk, CEO da Prosus.

Voog substitui Martin Scheepbouwer, que está se aposentando da vida corporativa. Nos últimos nove anos, Scheepbouwer liderou a transformação do portfólio de classificados da Prosus a partir de um conjunto de investimentos autônomos e de estágio inicial até a OLX Group como conhecemos hoje: uma empresa operacional com receitas de 1,5 bilhão de dólares e um portfólio de marcas de classificados lucrativas e direcionadas para o crescimento em todo o mundo.

O foco estratégico do Grupo OLX evoluiu para três áreas principais:

● Construir ecossistemas multiverticais (bens, automóveis, imóveis, empregos, serviços) nos principais mercados, incluindo Rússia, Europa e Brasil;

● Reinventar a forma como comprar e vender automóveis, combinando serviços online e offline para trazer conveniência e confiança ao comércio de veículos na Índia, Indonésia, América Latina e Estados Unidos. A OLX Autos opera mais de 500 centros de avaliação offline, inspecionando 300 mil veículos anualmente e permite 130.000 transações por ano, oferecendo aos clientes soluções integradas e maior tranquilidade;

● Investimentos operacionais em mercados de classificados estrategicamente atrativos – por exemplo, bens e automóveis na Turquia (letgo), imóveis na África do Sul (Property24), bens nos Estados Unidos (Offerup), bens no Oriente Médio (EMPG) e vários outros.

Marvio Portela é nomeado vice-presidente sênior Global do SAS

O SAS, líder mundial em analytics, anuncia Marvio Portela como vice-presidente sênior Global da companhia. No novo posto, o executivo continuará responsável por comandar as operações da empresa na América Latina, que inclui países como Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia, Equador e México, Caribe e América Central, e passará a responder também pelas verticais de telecomunicações e pelos negócios destinados ao segmento de pequenas e médias empresas (SMB, na sigla em inglês) nos Estados Unidos.

Baseado em Miami, na Flórida (EUA), Portela assume o novo cargo em meio a uma série de mudanças que a companhia vem promovendo na sua estrutura de vendas em todo o mundo, de modo a integrar e aproximar mais as regiões. Um dos principais objetivos do executivo será o de incentivar a integração entre a operação latino-americana e a dos Estados Unidos, permitindo melhor aproveitamento de sinergias, troca de experiências e de talentos. 

Graduado em Engenharia de Sistemas da Computação pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), com MBA em e-commerce e em Telecommunications Management pela Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), Marvio Portela possui mais de 20 anos de experiência no setor de TI. Desde 2010 no SAS, atuou como head de Vendas e Pré-Vendas para no Brasil e de Cloud Analytics na América Latina, e liderou o SAS na região APAC. Desde 2018, comanda a operação latino-americana da companhia. Antes, teve  passagens por grandes empresas, como Unisys, Xerox, BEA Systems, Oracle e IBM.  

Além de Portela, os executivos Renato Fiorini, gerente de Soluções de Risco, Ricardo Saponara, head de Security Intelligence e Fernanda Benhami, gerente de Soluções de Customer Intelligence, também passam a ter atribuições nas suas respectivas verticais nos segmentos de telecomunicações, mídia e SMB, nos Estados Unidos, além de continuarem como responsáveis na América Latina e Caribe. 

Gartner identifica as principais tendências de segurança e de gerenciamento de riscos para 2021

À medida que a pandemia de COVID-19 acelera a transformação digital dos negócios, líderes de segurança e gerenciamento de risco de todo o mundo estão sendo desafiados a rever suas inciativas tradicionais de segurança cibernética para permitir uma rápida reinvenção de suas organizações. Diante deste cenário, o Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, destaca que os executivos e líderes devem se concentrar em abordar as oito principais tendências do mercado de segurança e gerenciamento de risco do mercado atual.

Segundo Peter Firstbrook, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner, essas tendências são uma resposta aos desafios globais que todas as organizações estão enfrentando. “O primeiro desafio é uma lacuna de habilidades. Hoje, 80% das companhias nos dizem que têm dificuldade em encontrar e contratar profissionais de segurança e 71% dizem que isso está afetando sua capacidade de entregar projetos de segurança dentro de suas organizações”, destaca.

Outros desafios importantes enfrentados pelos líderes de segurança e risco em 2021 incluem a complexa situação geopolítica e crescentes regulamentos globais, a migração de espaços de trabalho, mudanças nas redes tradicionais, uma explosão na diversidade de terminais e locais conectados e, ainda, os desafios impostos pelo cenário de ameaças e ciberataques, em particular, com a ascensão dos ataques de ransomwares e de golpes focados no e-mail comercial.

As principais tendências a seguir representam a dinâmica de negócios, mercado e tecnologia que deve ter amplo impacto na indústria e potencial significativo de interrupção.

1 – Construir uma malha de segurança cibernética (Cybersecurity Mesh) – A malha de segurança cibernética é uma abordagem de segurança moderna que consiste em implantar controles nos pontos onde são mais necessários. Em vez de colocar todas as ferramentas de segurança em execução dentro de um determinado silo, a abordagem de malha de segurança cibernética permite que as ferramentas interoperem, fornecendo serviços de segurança básicos, além de gerenciamento e orquestração de políticas centralizadas mais avançadas. Com muitos ativos de TI agora fora dos perímetros corporativos tradicionais, uma arquitetura de malha de segurança cibernética possibilita que as organizações estendam os controles de segurança aos ativos distribuídos.

2 – Aborde uma política de segurança em primeiro lugar nas ações de controle de identidades – Por muitos anos, a visão de acesso irrestrito, disponível para qualquer usuário, a qualquer hora e de qualquer lugar foi considerada uma ação idealizada e de difícil realização. Contudo, isso agora se tornou uma realidade factível, devido a mudanças técnicas e culturais impulsionadas pelo surgimento de uma força de trabalho maioritariamente remota por conta da pandemia de COVID-19. A segurança que prioriza a identidade coloca a identidade no centro do design de segurança e exige uma grande mudança em relação ao pensamento de design de borda de LAN tradicional.

“O ataque ao SolarWinds demonstrou que não estamos fazendo um ótimo trabalho de gerenciamento e monitoramento de identidades. Embora muito dinheiro e tempo tenham sido gastos na autenticação multifator, login único e autenticação biométrica, muito pouco foi gasto no monitoramento eficaz da autenticação para detectar ataques contra essa infraestrutura”, considera Firstbrook.

3 – O suporte de segurança para trabalho remoto veio para ficar – De acordo com a pesquisa Gartner CIO Agenda de 2021, 64% dos funcionários agora podem trabalhar em casa. Pesquisas do Gartner indicam que pelo menos 40% dessa força continuará trabalhando em casa após o COVID-19. Para muitas organizações, essa mudança requer uma reinicialização total das políticas e ferramentas de segurança adequadas para o espaço de trabalho remoto moderno. Por exemplo: os serviços de proteção de endpoints precisarão migrar para serviços entregues em Nuvem. Os líderes de segurança também precisam revisar as políticas de proteção de dados, recuperação de desastres e backup para garantir que ainda funcionem em um ambiente remoto.

4 – Criação de comitês ou conselhos de diretores para gestão do ambiente cibernético – Na Pesquisa Gartner 2021 Board of Directors, os diretores avaliaram a segurança cibernética como a segunda maior fonte de risco para a empresa, depois da conformidade regulatória. As grandes empresas agora estão começando a criar um comitê de segurança cibernética dedicado no nível do conselho, liderado por um membro do conselho com experiência em segurança ou um consultor terceirizado. O Gartner prevê que em 2025, 40% dos conselhos de administração terão um comitê de segurança cibernética dedicado, supervisionado por um membro qualificado do conselho, contra menos de 10% hoje.

5 – Consolidação do Fornecedor de Segurança – A Pesquisa de Eficácia CISO de 2020, do Gartner, descobriu que 78% dos líderes de Segurança da Informação têm 16 ou mais ferramentas em seu portfólio de fornecedores de segurança cibernética; 12% têm 46 ou mais. O grande número de produtos de segurança nas organizações aumenta a complexidade, os custos de integração e os requisitos de pessoal. Em uma pesquisa recente, 80% das organizações de TI disseram que planejam consolidar fornecedores nos próximos três anos.

“Os Chief Information Securitity Officer desejam consolidar o número de produtos e fornecedores de segurança com os quais devem lidar”, analisa o Vice-Presidente do Gartner. “Ter menos soluções de segurança pode tornar mais fácil configurá-las adequadamente e responder aos alertas, melhorando sua postura de risco à segurança. No entanto, comprar uma plataforma mais ampla pode ter desvantagens em termos de custo e tempo de implementação. Recomendamos focar no TCO ao longo do tempo como uma medida de sucesso.”

6 – Incluir recursos de Computação que aprimoram a privacidade – Estão surgindo técnicas de computação para aumentar a privacidade, com soluções que protegem os dados enquanto eles estão sendo usados ​​- ao contrário de quando estão em repouso ou em movimento – para permitir o processamento, compartilhamento, transferências e análises seguras de dados, mesmo em ambientes não confiáveis e operações transfronteiriças. As implementações estão aumentando em análise de fraude, inteligência, compartilhamento de dados, serviços financeiros (por exemplo, combate à lavagem de dinheiro), produtos farmacêuticos e saúde.

O Gartner prevê que até 2025, 50% das grandes organizações adotarão computação para aumentar a privacidade para processamento de dados em ambientes não confiáveis ​​ou casos de uso de análise de dados com várias partes.

7 – Ampliar ações de Simulação de violação e ataque – Ferramentas de simulação de violação e ataque (BAS) estão surgindo para fornecer avaliações contínuas da postura defensiva, mitigando a visibilidade limitada que é fornecida por avaliações e testes pontuais. Quando os líderes de Segurança da Informação e gestão de riscos incluem o BAS como parte de suas avaliações regulares de segurança, eles podem ajudar suas equipes a identificar lacunas em sua postura de segurança com mais eficácia e priorizar iniciativas de segurança com mais eficiência.

8 – Gerenciamento de identidades de máquina – O gerenciamento de identidade de máquina visa estabelecer e gerenciar a confiança na identidade de uma máquina interagindo com outras entidades, como dispositivos, aplicativos, serviços em nuvem ou gateways. Um número cada vez maior de entidades não humanas está agora presente nas organizações, o que significa que o gerenciamento de identidades de máquina se tornou uma parte vital da estratégia de segurança.

Fachada do prédio da Fiesp vira Vacinômetro

A Galeria Digital do prédio da Fiesp, na Avenida Paulista, vai virar um grande Vacinômetro. Diariamente, a partir das 19h, a fachada do prédio estampará dados atualizados das doses distribuídas da vacina contra a Covid-19 em todo o país, e os números da primeira e segunda doses aplicadas. “Vacinar a população é prioridade total para o país”, afirma Paulo Skaf, presidente da Fiesp.

A iniciativa da campanha é uma parceria da Fiesp com a Embratur. Todos os números divulgados são dados oficiais do Ministério da Saúde.

BR Angels passa a apoiar startups do primeiro Hub focado em educação da América Latina

Com o objetivo de fomentar o empreendedorismo e fortalecer o ecossistema de startups no Brasil, o BR Angels Smart Network, associação de investimento anjo composta por executivos C-Level, anuncia parceria com o Learning Village , primeiro Hub de inovação focado em educação da América Latina, criado pela SingularityU Brazil e HSM. Com isso, o BR Angels passa a apoiar as startups que compõem o projeto com mentorias dos seus mais de cem associados – empreendedores e CEOS de importantes companhias em diferentes mercados, com perfis variados em alta gestão, recursos humanos, finanças, vendas, marketing, tecnologia, dentre outros. Além disso, as startups que estiverem buscando investimento anjo, poderão participar do processo de screening do BR Angels e receber aportes financeiros do grupo.

“A filosofia do BR Angels é apoiar o empreendedorismo brasileiro, por isso ficamos honrados com o convite para a parceria com o Learning Village. Com as mentorias, vamos entregar, além de capital financeiro, capital intelectual. Valorizando sobretudo o conceito de smart money, poderemos contribuir com a expansão das startups que navegam no ecossistema do Learning Village”, sinaliza Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels.

“O Learning Village tem como premissa conectar diferentes agentes e stakeholders, formando uma grande rede de novos negócios e networking, principalmente para o setor de educação. Por isso, ter o BR Angels como parceiro é fundamental para as startups presentes no espaço, que poderão contar com toda a expertise do grupo e de seus executivos”, reforça Reynaldo Gama, CEO da HSM e Co CEO da SingularityU Brazil.

Localizado no bairro Vila Madalena, na capital paulista, e com uma área de 3.000 m², o Learning Village tem como intuito estimular a inovação e a educação no Brasil por meio da aplicação de tecnologias exponenciais e desenvolvimento de pessoas. Além de fortalecer um ecossistema entre startups, grandes empresas e laboratórios de inovação, o local é um ambiente de networking, troca e aprendizado.

O espaço conta com sete pavimentos, lab maker, sete estúdios de gravação, agência e produtora de conteúdo. Nos estúdios, as startups podem gravar pitches, podcasts e produzir conteúdo para redes sociais. O local também abriga um auditório para até 150 pessoas, arenas, salas de aulas e reuniões, além de servir para realização de cursos, palestras, workshops, meetups e outras iniciativas para o fomento das aplicações das tecnologias em temas como saúde, inovação, negócios, empreendedorismo, gestão e desenvolvimento de pessoas.

Além do BR Angels, o Learning Village conta com founding partners como Ânima Educação, Ambev, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Deloitte, Hospital Sírio-Libanês, Unimed e Vibra. E parceiros como Athie Wohnrath, Boston Scientific do Brasil, CI&T, Egon Zehnder e Grupo Kallas. O Hub abriga também HRtechs, EDtechs e escolas de mindfulness e de programação.