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CIETEC abre processo para escolha de novo Diretor-Presidente

O Conselho Deliberativo do CIETEC, entidade gestora da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica USP/IPEN, anuncia a abertura do processo de escolha de um novo Diretor-Presidente para integrar sua Diretoria Executiva. Com o auxílio de um Comitê de Busca, o Conselho fica responsável pela definição do perfil profissional dos candidatos, bem como pelo processo completo e prazos de inscrição e seleção.

O processo de seleção é composto por análise dos currículos, documentos e proposta dos interessados, assim como por uma entrevista individual com o Comitê de Busca. Todas as etapas do processo poderão ser realizadas por meio de ferramentas de comunicação eletrônica.

Para participar da seleção, os candidatos precisam ser membros qualificados de comunidades científica, tecnológica e empresarial, que se identifiquem com as diretrizes técnicas e político-administrativas estabelecidas no estatuto do Cietec.

Além disso, conhecimento e experiência profissional nas áreas de atuação do CIETEC, diploma de ensino superior, emitido por instituição de ensino superior credenciada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), ou revalidado no Brasil por instituição por ela credenciada, são outros requisitos para o cargo.

O Diretor-Presidente eleito pelo Conselho Deliberativo ocupará o cargo pelo período de três anos, com remuneração estabelecida nos termos do Artigo 22, item XVII, do Estatuto. As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de novembro de 2020.

Para mais informações, acesse o edital completo: http://www.cietec.org.br/edital-de-chamamento/.

KLM lança treinamento em realidade virtual para pilotos

A partir de 5 de novembro, a KLM introduzirá ao mercado o treinamento em Realidade Virtual (RV, ou VR em inglês) para pilotos voando modelos Embraer 175 e 190 na KLM Cityhopper (KLC), divisão regional da companhia para voos dentro da Europa. Esses cursos foram desenvolvidos internamente e serão adicionais ao treinamento normal de pilotos. A KLM é a primeira companhia aérea a usar a realidade virtual dessa forma. 

A subsidiária da KLM, KLM Cityhopper, opera voos dentro da Europa com uma frota exclusiva de aeronaves Embraer. São 49 unidades no total, sendo 17 do modelo 175 e outras 32 do modelo 190, todas da primeira geração.

“A realidade virtual torna o treinamento facilmente acessível. É sob demanda e independente do local, pilotos não precisam estar em sala de aula ou simulador em um determinado momento. Além disso, convida-os a explorar, algo que podem fazer com segurança em um ambiente virtual”, afirma Sebastian Gerkens, Instrutor Sênior da Embraer na KLM Cityhopper. “A realidade virtual permite que pilotos se familiarizem com o cockpit com antecedência, para que façam um uso mais eficaz do tempo do simulador”, conclui.

A nova abordagem de treinamento também gerará economia de custos, entre outras coisas, porque reduz o número de fornecedores externos e torna a programação de voo de pilotos mais flexível.

Três aplicações


Os cursos de treinamento em realidade virtual para as aeronaves Embraer 175 e 190 foram desenvolvidos pelos próprios especialistas na tecnologia da KLM em cooperação com a KLM Cityhopper. O treinamento consiste em três aplicações, e são parte do curso de classificação de tipos, no qual pilotos aprendem as características específicas do tipo de aeronave que voarão.

• Cockpit virtual – o piloto está localizado no cockpit, que consiste em uma imagem interativa gerada por computador, e pode operar e ler os vários botões e medidores e testar a si mesmo.
• Vídeo instrutivo – o piloto pode assistir o que acontece na cabine durante um voo real em um filme de 360 graus.
• Reconhecimento e checagem da aeronave – o piloto pode andar pelo avião e ao redor do mesmo graças a imagens estáticas de 360 graus.

“Essas também são as três maneiras diferentes de capturar conteúdo usado para criar aplicativos de realidade virtual”, explica Werner Soeteman, gerente do Centro de Excelência em realidade virtual da KLM IT. “O cockpit virtual interativo foi criado inteiramente por nossa equipe de desenvolvedores de realidade virtual e designers 3D. Para produzir o vídeo e as fotos de 360 graus, um de nossos engenheiros sentou-se na cabine operando com uma câmera avançada de 360 graus durante o voo, em estreita cooperação com os pilotos KLM Cityhopper. Nossos desenvolvedores não têm a menor ideia de como funciona um Embraer, embora eles certamente tenham aprendido muito”, complementa.

Certificação EASA a longo prazo


A KLM vem pesquisando o que a realidade virtual pode significar para o treinamento de funcionários há algum tempo. A tecnologia já está, por exemplo, sendo usado pela KLM para o treinamento de engenheiros de manutenção e tripulantes de cabine da KLC. Agora, os pilotos dos Embraer 175 e 190 são adicionados a esta lista.

Os cursos de treinamento em RV são uma adição ao programa de treinamento existente. A KLM está investigando se é possível ter os cursos de treinamento certificados pela EASA, de modo que possam substituir algumas partes do currículo a longo prazo. A segurança e a qualidade do treinamento permanecerão primordiais.

CASE Startup Summit 2020 reuniu mais de 30 mil pessoas de todo o Brasil

Durante 19 e 23 de outubro, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) promoveram o CASE Startup Summit 2020, maior evento de startups da América Latina, e que reuniu mais de 30 mil participantes de todo o país em sua primeira edição totalmente digital e gratuita.

Ao todo, empreendedores, investidores e envolvidos no universo das startups puderam conferir cinco trilhas de conteúdos em 24h de conteúdos distribuídos em quatro palcos, com mais de 200 palestrantes, além de mentorias gratuitas coletivas e individuais com a Inovativa Brasil, Darwin Startups e ACE Startups, totalizando quase 5 mil empresas atendidas, além de um espaço online exclusivo com 84 startups de todo o País na área de exposição.

Pelos palcos, passaram Brian Requarth (cofundador da Viva Real); Florian Hagenbuch (cofundador e CEO da LOFT); Eric Santos (cofundador e CEO da Resultados Digitais); Rafael Costa (partner da Vulcan); Thais Suzuki (head de customer experience da iFood), além de representantes do iFood, Stone, 99, Darwin Startups, Google for Startups, RD Station, Cubo, Nubank, entre outros.

Um dos destaques foi o painel sobre a Lei Geral de Proteção de Dados que contou com a presença da Maria Cecília Gomes, Privacy&Data Protection Researcher da FGV, Paula Zanona, advogada e Data Protection Counsel da Neoway e Fernando Bousso, Head of Privacy and Data Protection e sócio da Baptista Luz Advogados, que ressaltou a importância da legislação para empreendedores do ecossistema que desejam mostrar ao mercado que estão legalmente mais alinhados com algumas das exigências internacionais de tratamento de dados pessoais de forma flexível.

Outro tema de destaque durante o CASE Startup Summit 2020 foi o Marco Legal das Startups, assinado pelo presidente da República na última semana, e que seguiu para aprovação no Congresso. No evento, o relator do projeto e deputado Vinicius Poit comentou em palestra sobre o tema, realizada em 20 de outubro, que acredita que o documento será aprovado este ano ainda. “O plano é retomar as discussões na comissão especial que trata sobre o projeto, elaborar o relatório e entrar com um requerimento de urgência para enviar o Marco diretamente para votação pelos deputados federais”, lembra.

No dia 21, o especialista em cultura e Customer Experience Expert da Walt Disney Company Leader, Mike Donnelly, falou sobre a cultura de startups, destacando três pontos estratégicos que os empreendedores devem seguir para alcançar sucesso. “Independente do propósito definido da empresa, defina padrões e processos que garantindo que a proposta da empresa seja seguida por todos, independente do cargo e função da empesa, sem deixar perder nada no meio do caminho; sem perder a essência”, recomendou Donnely.

Em 23 de outubro, ocorreu a final do Startup Awards 2020, conhecido como o Oscar das Startups, que destacou personas e empresas em 15 categorias, incluindo Shawee como Startup do Ano e Transfeera, como Startup Revelação 2020, João Kepler como Investidor Anjo, Ambev em Corporate, Distrito como Hub de Inovação e Se Candidate, Mulher!, como startup de impacto social.

“Estamos muito gratos aos nossos patrocinadores, mentores e parceiros pelo apoio que nos deram para concluir um evento tão grande e inovador quanto o CASE Startup Summit, que levou conteúdo de qualidade em um formato totalmente disruptivo. Sem dúvidas, foi um trabalho colaborativo super importante para o ecossistema como um todo”, conclui Amure Pinho, presidente da Abstartups.

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Grupo Fleury abre inscrições para 6ª edição do Prêmio de Inovação

A 6ª edição do Prêmio de Inovação do Grupo Fleury (PIF) está com as inscrições abertas até 8 de novembro de 2020 para pesquisadores e empreendedores do setor de saúde. Em especial, neste ano em que o mundo todo vivenciou a disseminação da pandemia do novo coronavírus, o tema será “desafios e transformações criados pela COVID-19”. Dessa forma, o PIF tem a intenção de reconhecer e premiar os profissionais que não mediram esforços para conduzir iniciativas inovadoras, visando buscar soluções e caminhos para superação das dificuldades impostas pela pandemia.

No PIF serão três categorias premiadas com foco nas iniciativas relacionadas à COVID-19: detecção e diagnóstico, tratamento e prevenção e adaptação à pandemia. Os artigos submetidos, produtos e softwares desenvolvidos serão julgados por uma banca avaliadora sob os critérios de originalidade, aplicabilidade da solução, inovação e fator de impacto na sociedade.

Serão aceitos os trabalhos desenvolvidos no Brasil ou em colaboração com instituição nacional e que não tenham qualquer tipo de participação ou aporte do Grupo Fleury. Os finalistas serão convidados a fazer a apresentação de seus artigos ou produtos na data da cerimônia de premiação, em 4 de dezembro, por meio da plataforma virtual de eventos do inovabra habitat, cujo link será disponibilizado na página oficial da premiação e nas redes sociais do Fleury Lab.

Prêmios

Os vencedores nas três categorias (detecção e diagnóstico, tratamento e prevenção e adaptação à pandemia) receberão prêmios de R$ 6 mil, cada. Além do prêmio em dinheiro, ocorrerão outras premiações que envolverão experiências e parcerias ou mentorias para os vencedores.

Os interessados podem se inscrever até 8 de novembro e consultar o edital completo na plataforma Fleury Lab, por meio do endereço eletrônico: http://fleurylab.com.br/pif-2020/. A divulgação dos finalistas será disponibilizada no site e via e-mail até 20 de novembro.

Nvoip recebe aporte de R$ 3 milhões em rodada liderada pela BR Angels

A Nvoip , startup mineira do ramo de telecomunicações, anuncia ter recebido um investimento de R$ 3 milhões em uma rodada liderada pelo BR Angels Smart Network , associação nacional dedicada a investimento-anjo composta por executivos C-Level com atuação em grandes empresas de diferentes mercados. Os outros investidores participantes são a Cedro Capital e a Bossa Nova Investimentos.

Fundada em 2018, a empresa sediada em Juiz de Fora (MG) é voltada ao fornecimento de serviços de voz na nuvem para o setor corporativo.Atualmente, a Nvoip conta com mais de 2.700 clientes ativos, distribuídos por 26 estados brasileiros e outros 19 países. Deste total de usuários, a maior parte está concentrada em São Paulo (44%).

Embora tenha sido homologada como uma operadora de telecom pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Nvoip em pouco se assemelha às outras empresas do gênero no país. A startup é uma das únicas no mercado capaz de fornecer serviços 100% na nuvem, o que exclui a necessidade de qualquer tipo de instalação física, mesmo no caso de complexos sistemas de PABX.

Para utilizar os serviços da Nvoip, basta que o usuário acesse o site da empresa, realize um cadastro simples e escolha as funcionalidades que precisa para criar o sistema de telefonia de sua empresa. Não é preciso contratar pacotes ou aderir a planos com prazos mínimos de carência. O cliente opta pelo que quer e paga somente pelo que utiliza, o que inclui 0800 e 4003 ou a numeração equivalente aos dois serviços em 73 países diferentes.

“A Nvoip é capaz de fazer com que call centers ou centrais de atendimento completas sejam criadas em questão de minutos. E isso a preços bastante acessíveis. Portanto, não pensamos duas vezes antes de apoiar essa iniciativa. Modelos de negócio como esse não são ondas passageiras. Eles chegam para transformar o mercado tal como o conhecemos. Em outras palavras, é o futuro batendo à nossa porta”, avalia Orlando Cintra, CEO da BR Angels.

Ampla cobertura

Por meio de uma tecnologia bastante inovadora, a Nvoip oferece a maior cobertura do país no que diz respeito à telefonia em nuvem. A empresa também disponibiliza conexão em mais de 70 países a partir de uma mesma numeração. Além de proporcionar escalonamento e provisionamento ilimitados, a startup ainda entrega portabilidade numérica gratuita e painéis de gestão digitais com histórico e gravação sem custos adicionais para quem a contrata.

Já a URA (Unidade de Resposta Audível) utilizada pela Nvoip possui as principais funcionalidades presentes nos mais modernos sistemas de PABX do mundo e opções de áudio em 29 idiomas. O principal diferencial nesse quesito é permitir que negócios de pequeno e médio porte também tenham acesso a todos esses recursos, o que inclui interligação de filiais, integração de PABX com celulares, computadores ou tablets, relatórios diários por e-mail com BI das operações de voz e SMS, entre muitas outras funções. Para contribuir com as PMEs, a startup ainda fornece todas essas operações, gratuitamente para empresas com com até três atendentes.

“A Nvoip vem ao encontro das necessidades de um mercado que ainda possui muitos clientes insatisfeitos com questões que envolvem qualidade de serviço, burocracia, amarrações contratuais, entre outros entraves. Com um time bastante diversificado, mas que sempre atua de maneira ágil e coesa, a startuptambém possui um business model capaz de favorecer a busca por soluções de mobilidade que, como sabemos, são cada vez mais imprescindíveis no mundo pós-pandemia”, assinala Paulo Pontin, Board Advisor da BR Angles no Conselho da Nvoip.

“A chegada de novos drivers como o 5G só impulsionarão o crescimento de empresas como a Nvoip. Por isso, nosso objetivo é ajudar na execução do plano de negócios da startup. Isso não somente com o investimento financeiro, mas, principalmente, em questões de governança, estratégia, planejamento e crescimento sustentável. Para tanto, estamos constituindo, em conjunto com a Nvoip, um Conselho Consultivo que contará com um representante da BR Angels”, revela Pontin.

Tecnologia nacional

Outra vantagem da startup é a utilização de sistemas proprietários totalmente nacionais. Essa característica facilita a operação e a manutenção dos serviços, mesmo nos casos em que é preciso acessar comandos mais avançados. Todas as ferramentas disponibilizadas aos usuários possuem uma linguagem simples, didática e tipicamente brasileira. A empresa ainda oferece suporte por telefone ou via chat para casos de maior complexidade.

“Ao longo dos anos, temos visto ideias muito boas desaparecerem do mercado por não conseguirem suportar a concorrência com as grandes telecoms do país. Por isso, o apoio que conseguimos neste momento é fundamental para que possamos crescer e consolidar modelos inovadores de serviço no segmento em que atuamos. Além disso, é importante ressaltar que não estamos recebendo apenas recursos financeiros. Por meio da BR Angels, poderemos contar com a orientação contínua de CEOS de algumas das principais empresas do país. Uma vantagem como essa não tem preço”, afirma Leandro Campos, CEO da Nvoip.

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Distrito é eleito o melhor hub de inovação do Brasil pela ABStartups

O Distrito, maior comunidade de inovação independente de startups do Brasil, foi eleito o melhor hub de inovação do Brasil pela Startup Awards 2020, mais importante premiação do setor, também conhecido como o Oscar das Startups. Organizada pela Associação Brasileira de Startups, a iniciativa tem como objetivo reconhecer os profissionais e empresas mais influentes deste universo. Atualmente, o Distrito possui cerca de 300 startups residentes, concentradas em 13 estados brasileiros.

As jovens empresas têm como apoio um programa digital para acelerar os negócios e, para aquelas que também precisam do espaço físico, o Distrito possui quatro hubs, dos quais três estão localizados em São Paulo e um em Curitiba.

“O principal valor dos hubs de inovação está nas conexões e nas oportunidades de negócios geradas entre as startups, as grandes empresas, os investidores e também a academia. Além da comunidade em si, o Distrito possui outras três frentes de negócio que complementam este pacote que oferecemos às startups e potencializam o seu alcance”, pontua Gustavo Araujo, cofundador e CEO do Distrito. “Sem dúvida alguma, este prêmio é o reconhecimento do sucesso deste formato e gostaríamos de agradecer as mais de 60 empresas que hoje investem em inovação aberta através do Distrito”, reforça Araujo, referindo-se aos braços de inovação corporativa, investimentos e inteligência de dados da companhia.

A migração para o universo digital era um projeto que já estava nos planos do Distrito, mas que acabou sendo acelerado pela pandemia. Atualmente, a empresa possui um time e uma estrutura que permite a qualquer startup, independentemente de sua localização, se conectar a seu ecossistema.

Recentemente, a companhia lançou o Distrito for Startups, um programa de desenvolvimento contínuo destas empresas, que tem como intuito auxiliar as novatas residentes, dos mais diversos estágios, a superar todos os seus desafios, ajudar em suas vendas e divulgação, atrair investimento, fazer a gestão de seus negócios, além de abrir as portas para novas parcerias, entre outros benefícios. Com um acompanhamento mais próximo, o empreendedor tem acesso a treinamentos de negócios e uma orientação com mentores reconhecidos pelo ecossistema.

“Apoiar estes empreendedores e ajudá-los a desenvolver a inovação é fomentar também a criação de novos empregos e a geração de renda e de conhecimentos, fatores que, juntos, podem trazer soluções para uma série de problemas de nossa sociedade. É nisto que acreditamos e é isto que nos impulsiona a chegarmos cada vez mais longe, atingindo e apoiando startups de todo o Brasil”, completa Lilian Natal, que coordena o programa do Distrito.

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IBM nomeia Tonny Martins como gerente geral para a IBM América Latina

 A IBM anunciou que Tonny Martins foi nomeado Gerente Geral da IBM América Latina.

Tonny será responsável pelo desenvolvimento da estratégia da companhia na região, ajudando a acelerar a transformação digital das empresas latino-americanas, com foco em duas áreas críticas: Open Hybrid Cloud e Inteligência Artificial.

O executivo trará sua experiência internacional em consultoria e transformação de negócios para apoiar o desenvolvimento do ecossistema de TI e encontrar novas oportunidades em toda a região na era da economia digital.

“Estou honrado e animado por ter a oportunidade de liderar uma organização tão perseverante, resiliente e comprometida”, disse Tonny Martins, recém-nomeado Gerente Geral para a IBM América Latina. “Vou manter o foco no desenvolvimento dos nossos talentos profissionais e nas melhores soluções que atenderão os clientes, o mercado e a sociedade como um todo, para que possamos construir juntos um futuro melhor.”

Tonny Martins começou sua carreira na IBM há 28 anos e, desde então, ocupou diversos cargos de liderança nos segmentos de Serviços, Soluções e Consultoria de Negócios. Nos últimos anos, Tonny foi gerente geral da IBM Brasil, responsável por projetos estratégicos que contribuíram para acelerar a transformação digital das empresas no país. O executivo brasileiro também foi presidente da IBM México, e passou por uma designação em Xangai, como vice-presidente de serviços de aplicativos para a unidade de mercados em crescimento da IBM.

O executivo sucede Ana Paula Assis, que permanece como alta executiva da IBM, em uma função global estratégica.

“Tonny é o executivo certo para guiar a IBM América Latina para a nova era. Com sua experiência liderando diferentes áreas e mercados na IBM, ele traz a combinação perfeita de um profundo conhecimento do mercado latino-americano e expertise no desenvolvimento de soluções e tecnologias transformacionais para ajudar no sucesso dos nossos clientes”, disse Ana Paula Assis, General Manager, Client Transition Leader e ex-Gerente Geral da IBM América Latina. “Pessoalmente, estou muito feliz em continuar trabalhando para atender os clientes da IBM globalmente e estou animada com o que o futuro trará para nossa empresa e nossos clientes.”

Tonny continuará apoiando a organização no Brasil para garantir uma transição tranquila e o melhor serviço para os clientes da IBM no país. O novo líder da IBM Brasil será anunciado em breve.

ANBIMA revisa para cima inflação de 2020

A inflação deve encerrar o ano a 2,8%, abaixo da meta prevista de 4%, segundo os economistas que representam as instituições associadas à ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) no Grupo Consultivo Macroeconômico. A projeção, que estava em 2% desde abril, subiu após uma conjunção de fatores, de acordo com eles, como a recomposição das margens de lucro, a alta nos preços dos alimentos e das commodities e os desalinhamentos pontuais entre demanda e oferta que surgiram com a pandemia de Covid-19.

Para a Selic, o grupo manteve a estimativa de 2% até o fim de 2020. Em relação à atividade doméstica, os economistas apontaram uma trajetória de recuperação gradual e revisaram a taxa de queda do PIB de 5% (apontada na reunião anterior) para 4,8%. Já a projeção da taxa de câmbio para o fim deste ano subiu de R$ 5,21 para R$ 5,40 – se concretizada, corresponderá a uma desvalorização anual de 34% do real.

Confira todas as projeções no relatório do Grupo Consultivo Macroeconômico .

Visa anuncia a aquisição da empresa YellowPepper

Serge Elkiner, CEO e fundador da YellowPepper e Eduardo Coello, presidente regional da Visa na América Latina e Caribe

A Visa Inc. (NYSE:V) anunciou hoje a assinatura de um acordo definitivo para adquirir a YellowPepper , uma fintech pioneira com tecnologia proprietária e parcerias que apoiam instituições financeiras e startups líderes na América Latina e Caribe. A aquisição baseia-se em uma parceria estratégica e investimento realizado pela Visa na YellowPepper em maio de 2018. A plataforma da YellowPepper oferece um conjunto rico de APIs para permitir que emissores, processadoras e governos realizem de maneira rápida diversos fluxos de pagamento por meio de uma única conexão.

A aquisição da YellowPepper acelera a estratégia da Visa em transformar-se na “rede das redes”, já que irá reduzir o time-to-market (tempo de chegada ao mercado) de emissores e processadoras, e os custos para acessarem soluções inovadoras e interoperáveis, independentemente de quem opera ou seja proprietário das trilhas de pagamento.

“Estamos muito entusiasmados com a aquisição da YellowPepper, e como ela fortalece nossa trajetória de crescimento de negócios na América Latina e Caribe. A aquisição irá acelerar a habilidade da Visa em criar soluções de pagamentos digitais inovadoras e acessíveis que empoderam consumidores e empresas, permitindo que prosperem social e economicamente”, afirma Eduardo Coello, presidente regional da Visa América Latina e Caribe. “A tecnologia da YellowPepper, que funciona como um ‘adaptador universal’, será a chave para construirmos nossa estratégia de ‘rede das redes’, nos transformando em um ponto único de acesso para iniciar qualquer tipo de transação e permitindo o movimento seguro do dinheiro”.

A YellowPepper facilitará uma integração mais fácil ao Visa Direct, a plataforma de pagamentos em tempo real da Visa, ao Visa B2B Connect, rede de pagamento – não baseada em cartão – entre países e empresas, além de serviços de valor agregado. Juntas, as empresas irão expandir a habilitação de produtos e serviços digitais, proporcionando experiências diferenciadas e seguras para todo o ecossistema, além de aumentar novos fluxos de volume e transações. Por exemplo, no começo deste ano, a Visa e a YellowPepper habilitaram a primeira plataforma de pagamento em tempo real no Peru ao desenvolver o PLIN, uma solução P2P com Scotia Bank, BBVA e Interbank. Ao combinar as capacidades do Visa Direct com as ferramentas patenteadas da YellowPepper como o Diretório Alias, o perfil da identidade do cliente e ferramentas de roteamento inteligente, consumidores podem usar seu email, número de telefone ou outras credenciais pessoais para transferir dinheiro pelo seu banco, usando a opção de pagamento de sua escolha.

“Durante os últimos três anos, trabalhamos de perto com a YellowPepper para oferecer soluções inovadoras para clientes na região. À medida que essas soluções se expandem para outros mercados, consideramos que alinhar-se mais estreitamente com a Yellow Pepper e combinar nossos negócios tornou-se uma extensão natural em nosso relacionamento. Juntos, podemos oferecer uma plataforma flexível e de baixo custo para conectar múltiplas redes para novos fluxos na América Latina e além”, explica Ruben Salazar, vice-presidente sênior de Produtos e Inovação da Visa América Latina e Caribe. “Com a aquisição da YellowPepper, nós facilitaremos para os clientes a habilitação de novos casos de uso e expandiremos nossos serviços de valor agregado, como tokenização, integração de multi-trilhos de pagamento, validação de identidade e ferramentas de risco e autenticação, entregando uma experiência de uso integrada”.

“A excepcional plataforma de tecnologia da YellowPepper é moderna, interoperável, segura e escalável,” afirma Serge Elkiner, CEO & Fundador da YellowPepper. “Juntas, Visa e YellowPepper podem entregar capacidades superiores de pagamento, oferecendo incomparáveis serviços de valor agregado para emissores, governos e processadoras em toda a região. A YellowPepper tem trabalhado para transformar o cenário bancário e de pagamentos na América Latina nos últimos 15 anos por meio da tecnologia e, com a aceleração da digitalização global e desaparecimento das fronteiras, nossos clientes se beneficiarão enormemente a partir dessa união com a Visa,” conclui o executivo.

A YellowPepper continuará a fornecer comercialmente suas soluções agnósticas, com o CEO Serge Elkiner na liderança da equipe na empresa. A transação está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições habituais de fechamento, e deve ser concluída nas próximas semanas.

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Índice de Confiança na Indústria alcança o maior nível desde abril de 2011

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 4,5 pontos em outubro, alcançado 111,2 pontos, o maior nível desde abril de 2011 (111,6 pontos). Em médias móveis trimestrais, o ICI avançou pelo quarto mês consecutivo, com variação de 7,1 pontos em relação a setembro.

“A sondagem de outubro mostra que o setor industrial está mais satisfeito com a situação atual e otimista que esse resultado será mantido nos próximos três meses. Chama a atenção, contudo, o retorno do NUCI a um nível próximo da média anterior à pandemia e o percentual de empresas indicando estoques insuficientes, o maior valor desde o início da série. Entre as categorias de uso, os Bens Intermediários merecem destaque por alcançarem o maior nível de confiança do setor, influenciado principalmente pela melhora dos indicadores de situação atual. Entretanto, a demora na recuperação do indicador de tendência dos negócios sinaliza uma certa preocupação dos empresários sobre a sustentação desse nível de otimismo por um período maior considerando o fim dos programas de auxílio emergencial”, comenta Renata de Mello Franco, economista do FGV IBRE.

Em outubro, 16 dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança. O resultado positivo do mês reflete principalmente a melhora da satisfação dos empresários em relação à situação corrente. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 6,4 pontos, para 113,7 pontos, o maior valor desde novembro de 2010 (13,8 pontos). O Índice de Expectativas (IE) cresceu 2,7 pontos, para 108,6 pontos, o maior desde maio de 2011 (110,0 pontos).

O indicador que mede o grau de satisfação dos empresários com a situação atual dos negócios exerceu a maior influência sobre o ISA, ao avançar 8,5 pontos, para 115,5 pontos, o maior valor desde junho de 2010 (116,4 pontos). A parcela de empresas que avaliam a situação atual como boa aumentou de 33,5% para 42,8% do total, enquanto a parcela das que a consideram fraca caiu de 21,0% para 15,4% do total. Já o nível dos estoques subiu 6,1 pontos, de 108,1 pontos para 114,2 pontos, enquanto o de demanda cresceu 4,1 pontos, de 106,2 pontos para 110,3 pontos.

O indicador que mede o otimismo dos empresários com a evolução do ambiente de negócios nos seis meses seguintes apresentou pelo segundo mês consecutivo a maior variação positiva entre os componentes do IE, passando de 96,5 pontos para 100,8 pontos, nível considerado neutro, porém abaixo de fevereiro (104,9 pontos). Neste mês, a parcela de empresas que preveem melhora aumentou de 39,9% para 45,7%, enquanto a das que projetam piora caiu de 13,6% para 11,0%. No mesmo sentido, os indicadores de produção e emprego previstos para os próximos três meses avançaram 2,5 pontos e 1,1 ponto, para 113,6 pontos e 110,9 pontos, respectivamente.

O Nível de Utilização da Capacidade instalada aumentou 1,6 ponto percentual, de 78,2% para 79,8%, maior valor desde novembro de 2014 (70,3%). Com esse resultado, o NUCI se aproxima do nível de 79,9%, correspondente à média observada entre janeiro de 2001 a fevereiro de 2020.

Salesforce: no Brasil, 94% esperam que empresas acelerem iniciativas digitais

A Salesforce, líder global em CRM, divulgou hoje a quarta edição de seu relatório “State of the Connected Customer”, que revela que, embora uma série de crises afetou todas as facetas da vida, incluindo um aspecto fundamental para a mudança na forma como os clientes se conectam com as marcas, fatores como empatia, personalização, conveniência e transformação digital são as chaves para o relacionamento com o cliente. À medida que esses mesmos clientes reavaliam o papel das empresas na sociedade, a noção de capitalismo de stakeholder é cada vez mais considerada nas decisões de compra.

“A demanda por conveniência digital em primeiro lugar está forçando as marcas a inovar em hipervelocidade”, comenta Fabio Costa, general manager da Salesforce Brasil. “Em meio a crises e incertezas, tão importante quanto a necessidade de se transformar digitalmente, há a expectativa de os negócios gerarem um impacto mais positivo. Movidos por objetivos e liderando com valores, cuidando de todos os stakeholders, as empresas podem ser a maior plataforma de mudança”, finaliza Fabio.

O relatório global captura insights de mais de 15 mil consumidores e compradores comerciais em 27 países, incluindo 650 entrevistados do Brasil, para ajudar as empresas a transformar a forma como impulsionam o sucesso do cliente. A pesquisa examina os resultados de entrevistas com quatro gerações de clientes: baby boomers, geração X, millennials e geração Z.

Novidade deste ano, dados interativos por país e geração estão disponíveis no Tableau, destacando as principais descobertas dos impactos da COVID-19, de consumidores e de compradores comerciais.

As principais tendências reveladas no relatório “State of the Connected Customer” deste ano são:

• As conexões com o cliente são essenciais em meio a crises
Os acontecimentos deste ano alteraram as relações entre clientes e marcas. Durante uma época em que a incerteza e a desordem reinam, as marcas têm a oportunidade de reforçar e reconstruir a confiança de clientes novos e leais de modo idêntico. No Brasil, 96% dos clientes afirmam que a maneira como uma empresa atua durante uma crise demonstra sua confiabilidade.

• Compreensão e diferenciação impulsionam a conveniência
À medida que cada indivíduo navega pelas mudanças e incertezas, a empatia e o apoio às necessidades, expectativas e desafios exclusivos dos clientes são tão críticos, quanto fornecer uma experiência conveniente e conectada que elimina fardos desnecessários em um momento estressante. Cerca de 58% dos clientes brasileiros dizem que geralmente têm a percepção que vendas, serviços e marketing não compartilham informações entre si.

• O imperativo digital chega ao seu momento da verdade
O comportamento digital em primeiro lugar veio para ficar, à medida que os clientes desenvolvem novos hábitos que durarão por muito tempo. Enquanto o engajamento digital cresce, os clientes esperam que as empresas digitalizem suas operações para interações multicanais de muitos pontos de contato. Isso depende em grande parte do uso de informações pessoais e os clientes estão exigindo mais transparência e administração. No Brasil, 81% dos clientes afirmam que a COVID-19 elevou suas expectativas de recursos digitais e 92% dos consumidores afirmam que a experiência é tão importante quanto os produtos e serviços.

• Os clientes exigem que as marcas demonstrem seus valores
Cálculos há muito atrasados com os males sociais, econômicos e ecológicos vieram à tona, e a sociedade está pedindo às empresas que façam sua parte para corrigir os erros. A falha em atender às responsabilidades para além dos acionistas ameaça os resultados financeiros. Cerca de 95% dos clientes brasileiros dizem que o papel social das empresas está mudando.

“O Banco Inter passou a priorizar os canais digitais, como mídia sociais e chat, durante o isolamento social”, explica Priscila Salles, diretora de CRM do Banco Inter . “Em comparação ao telefone, conseguimos ser 2 a 3 vezes mais eficientes desta forma, mais em linha com o comportamento do próprio cliente.”

Olhando para o futuro: lições de todos os setores e indústrias
Os clientes navegam por produtos, serviços e experiências de uma variedade de indústrias ao longo de seu dia a dia, cruzando entre o pessoal e o profissional, o digital e o físico, o essencial e o complementar. À medida que fazem isso, seus padrões são constantemente influenciados, com distinções entre setores muitas vezes confusos em suas mentes.

As empresas que buscam se diferenciar são sábias em olhar além de sua concorrência imediata e avaliar como suas capacidades se comparam a outras indústrias. Globalmente, 62% dos consumidores dizem que suas experiências com uma indústria influenciam as expectativas com as demais.

Metodologia


Os dados do relatório State of the Connected Customer são de um estudo em dupla ocultação de 12 mil consumidores e 3.600 compradores comerciais na América do Norte, América do Sul, Europa, África e Ásia-Pacífico. Os dados foram coletados entre 16 de julho e 18 de agosto de 2020. Todos os entrevistados são relatores terceirizados. Os países pesquisados incluem Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Índia, Irlanda, Itália, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Filipinas, Polônia, Cingapura, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Tailândia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos. A tendência cultural afeta os resultados da pesquisa. Os dados foram ponderados para representar com precisão a população geral.

A internet que vamos usar no futuro próximo

Por Rafael Kohiyama – Área Técnica Fibracem

Pode ser que a leitura desse artigo tome alguns minutos do seu dia, mas certamente nesse mesmo tempo de leitura, se observarmos o que acontece no universo virtual da internet, vamos nos impressionar com a quantidade enorme de downloads, mensagens, logins, tweets, compras online, visualizações de vídeos, games, entre outras aplicações que ocorrem simultaneamente em 60 segundos de Internet, conforme podemos observar no infográfico abaixo.

Isso é um retrato da sociedade em que vivemos e não uma novidade relacionada ao surgimento do novo coronavírus, o qual seguramente alavancou certos comportamentos devido ao confinamento. As pessoas se viram obrigadas, de uma forma ou de outra, a recorrer às opções online de atividades que antes estavam acostumadas a fazer presencialmente. Exemplos disso são o crescimento do home-office, do EAD (Ensino à Distância) e até mesmo da telemedicina. Após sete meses desde o decreto da pandemia, muitos especialistas já vislumbram como será o cenário Pós Pandemia: home-office definitivo ou de jornada híbrida, educação remota, aumento de acessórios de smart homes (monitoramento, entretenimento, etc.).

Além disso, novas tecnologias emergentes como VR / AR (Realidade Virtual / Realidade Aumentada), games ou simulações (treinamentos) em holodecking (http://www.youtube.com/watch?v=lWp_k5bvNmw), transmissões em 8K são aplicações que exigirão velocidades mínimas na ordem de Gbps. Sendo assim, não é à toa que o plano estratégico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável por regularizar a internet no Brasil, anunciou seu objetivo de aumentar a velocidade média da banda larga fixa contratada pela população para 150 Megabits por segundo (Mbps), até 2023, um crescimento cerca de que três vezes maior que os 45 Mbps atuais.


O ponto em comum dessas tendências é o crescimento da demanda de largura de banda em redes fixas, por isso alguns definem esse fenômeno como “A Sociedade do Gigabit”, ou seja, o nível de serviço (largura de banda) antes exigido majoritariamente em meios corporativos está agora migrando para o meio residencial, onde estão a maioria dos usuários. Com o crescimento do consumo de dados, faz-se necessário melhorar também a infraestrutura que nos trazem esses dados. Por isso podemos observar (gráficos abaixo da @Omdia), por exemplo, a migração ao longo dos anos entre as tecnologias de acesso à banda larga tendendo para a fibra óptica.

Quais mudanças ainda estão por vir? E para os ISPs (Internet Service Providers)?Impossível, sem o uso de uma “bola de cristal”, dizer qual seria o aplicativo ou a principal funcionalidade da Internet que se tornará o novo Netflix, ou o novo Facebook nos próximos anos. Mas uma coisa podemos afirmar categoricamente, a tendência é que o uso de dados continue aumentando, pois a sociedade tem sede de estar conectada, cada vez mais e de diversas formas, sempre exigindo melhor qualidade das redes, que são os verdadeiros “portais” e nos levam para esse universo virtual da internet.

Para dar “vazão” a todo esse fluxo de dados, investimentos relevantes vem ocorrendo na melhoria da internet de banda larga (tanto na ponta dos clientes que contratam a internet via fibra, como na ponta dos provedores que estão melhorando os serviços ofertados).

Os ISPs já estão projetando suas redes com fibra óptica levando em contas as novas tecnologias disponíveis no mercado, como equipamentos (OLT/ONT) que trabalham com protocolos XG-PON ou XG(S)-PON e atingem velocidades de 2,5 a 10 Gbps por porta do equipamento, melhorando dessa forma as redes atuais baseadas no protocolo GPON (que ficam em velocidades de 1,25 a 2,5 Gbps por porta).

A grande vantagem é que para implementar essas novas tecnologias XG-PON e XG(S)-PON a infraestrutura de fibra óptica já construída (para rede GPON) será totalmente compatível. Como é possível observar na imagem, os comprimentos de onda (nm) por onde trafegam os dados são diferentes para os protocolos e, portanto, não se sobrepõem. Ou seja, a fibra óptica pode ser entendida como uma estrada contendo várias pistas e cada uma delas permitirá o tráfego em um único sentido (Up ou Down), de forma que não ocorram colisões.

Portanto, os ISPs estão relativamente tranquilos na questão de largura de banda suportada pela fibra óptica. Dessa forma, os esforços hoje encontram-se focados na melhoria da infraestrutura óptica, fazendo com que as redes sejam mais confiáveis quando estejam em operação, mas que também inovem com tecnologias de instalação e ativação dos clientes, possibilitando realizar de forma massiva as tão necessárias conexões ópticas que levam a internet do presente e do futuro aos usuários. Uma das formas de inovar nessa questão da infraestrutura é a utilização de tecnologias preconectorizadas para construção otimizada de redes ópticas.

Na Fibracem estamos totalmente focados em produzir um portfólio completo de produtos para construção de infraestrutura óptica, pois entendemos – e confirmamos com a pandemia desse ano – que cada vez mais é preciso pensar em itens que trazem soluções, que otimizam recursos, que facilitem o trabalho dos técnicos e tragam a satisfação no acesso à internet de hoje, e do futuro.